
A Citroën está a ponderar lançar novos modelos numa tentativa de recuperar a queda nas vendas da marca, segundo adianta a Automotive News Europe baseada nas declarações da CEO, Linda Jackson.
Como segundo factor determinante está o mercado chinês, ainda que por enquanto a marca tenha pouca procura no país. Além disso, e como agravante, deu-se recentemente um crash na bolsa chinesa que não garante as 330 mil entregas este ano que a Citroën pretende fazer.
Dentro de dois anos o objetivo é então lançar três modelos, que não sejam de nicho mas sim compactos e volumosos.
A Citroën é vista como uma mancha na recuperação da PSA, que só começou a apresentar uma subida no lucro após um ano do CEO Carlos Tavares ter assumido o cargo. Em números, as vendas Peugeot subiram 3,9% até junho enquanto que a Citroën caiu 2,7% no mesmo período e 14% em julho.
Linda Jackson acrescentou ainda em entrevista à Reuters que a sua marca está a cair no poço do “mainstream” e que se não tiver algo que a faça sobressair poderá vir a ter piores resultados.
Citroën pondera novos modelos e aposta no mercado chinês
A Citroën está a ponderar lançar novos modelos numa tentativa de recuperar a queda nas vendas da marca, segundo adianta a Automotive News Europe baseada nas declarações da CEO, Linda Jackson. Como segundo factor determinante está o mercado chinês, ainda que por enquanto a marca tenha pouca procura no país. Além disso, e como agravante, deu-se recentemente um crash na bolsa chinesa que não garante as 330 mil entregas este ano que a Citroën pretende fazer. Dentro de dois anos o objetivo é então lançar três modelos, que não sejam de nicho mas sim compactos e volumosos. A Citroën é vista como uma mancha na recuperação da PSA, que só começou a apresentar uma subida no lucro após um ano do CEO Carlos Tavares ter assumido o cargo. Em números, as vendas Peugeot subiram 3,9% até junho enquanto que a Citroën caiu 2,7% no mesmo período e 14% em julho. Linda Jackson acrescentou ainda em entrevista à Reuters que a sua marca está a cair no poço do “mainstream” e que se não tiver algo que a faça sobressair poderá vir a ter piores resultados.
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