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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Incumprimentos sobem nas empresas portuguesas: 23% já sentiram falhas significativas nos pagamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Dado consta da vaga de primavera do Estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform, que contou com a participação de gestores de mais de 400 empresas de diferentes dimensões e setores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase uma em cada quatro empresas portuguesas sofreu incumprimentos significativos nos últimos 12 meses, num contexto marcado por maior pressão financeira, custos energéticos elevados, inflação e tensões geopolíticas.</p>
<p>O dado consta da vaga de primavera do Estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform, que contou com a participação de gestores de mais de 400 empresas de diferentes dimensões e setores.</p>
<p>Segundo o estudo, 23% das empresas portuguesas confirmam ter enfrentado incumprimentos relevantes no último ano, um sinal de deterioração da solvência dos clientes e de maior exigência na gestão do risco de crédito.</p>
<p><strong>A pressão económica chega às carteiras comerciais</strong></p>
<p>O ambiente económico está a ter impacto direto no risco de crédito das empresas.</p>
<p>De acordo com o estudo, 35% das empresas portuguesas dizem sentir o efeito da conjuntura económica na qualidade da sua carteira comercial.</p>
<p>O principal fator de preocupação continua a ser a evolução dos custos financeiros, apontada por 44% das empresas. Este valor fica seis pontos acima do registado há um ano, refletindo o peso do financiamento no equilíbrio financeiro de clientes e fornecedores.</p>
<p>Logo a seguir surge a inflação, referida por 43% dos inquiridos, confirmando que a subida generalizada dos preços continua a afetar margens, tesouraria e capacidade de pagamento.</p>
<p><strong>Energia e geopolítica ganham peso no risco de crédito</strong></p>
<p>Um dos dados mais expressivos do estudo é a subida do peso dos custos energéticos na perceção de risco das empresas.</p>
<p>Os custos da energia são agora apontados por 40% das empresas como um fator negativo para a solvência dos clientes, contra 23% na vaga da primavera de 2025.</p>
<p>A evolução está associada aos efeitos das novas tensões geopolíticas e à subida dos preços do petróleo resultante da guerra no Irão, que voltaram a colocar a energia no centro das preocupações empresariais.</p>
<p>As tensões geopolíticas surgem também em forte subida. São referidas por 38% das empresas, muito acima dos 20% registados no ano passado.</p>
<p>Ou seja, o risco de crédito deixou de depender apenas da situação financeira de cada cliente. Está cada vez mais ligado a fatores externos, como conflitos internacionais, preços da energia, cadeias de abastecimento e instabilidade nos mercados.</p>
<p><strong>Cadeias de abastecimento, procura e tarifas também preocupam</strong></p>
<p>Além dos custos financeiros, inflação, energia e geopolítica, as empresas identificam outros fatores que podem afetar a solvência dos clientes.</p>
<p>Os problemas nas cadeias de abastecimento são apontados por 24% das empresas.</p>
<p>A evolução da procura surge logo depois, com 23%.</p>
<p>Já o impacto das novas tarifas é referido por 8% das empresas, um valor mais baixo, mas ainda assim relevante num contexto de maior incerteza no comércio internacional.</p>
<p><strong>Vendas caem em 21% das empresas</strong></p>
<p>O estudo mostra também que 21% do tecido produtivo registou uma diminuição das vendas.</p>
<p>Apesar deste cenário, a maioria das empresas mantém uma leitura positiva da evolução da atividade. Ao todo, 62% das empresas registaram algum tipo de crescimento.</p>
<p>Este dado ajuda a explicar o contraste central do estudo: há mais pressão no risco de crédito e nos pagamentos, mas a expectativa empresarial para 2026 continua favorável.</p>
<p><strong>Empresas mantêm confiança em 2026</strong></p>
<p>Apesar do aumento dos incumprimentos e da deterioração de alguns indicadores de risco, as empresas portuguesas mostram confiança na evolução da faturação.</p>
<p>De acordo com a Crédito y Caución e a Iberinform, 66% das empresas esperam que as receitas continuem a crescer em 2026.</p>
<p>Em sentido contrário, apenas 10% antecipam um exercício pior do que o anterior em termos de faturação.</p>
<p>A leitura final é a de um tecido empresarial ainda resiliente, mas a operar num ambiente mais exigente, onde a gestão do risco de crédito ganha importância estratégica.</p>
<p>O estudo aponta para um ano em que crescer pode não ser suficiente: será também necessário controlar melhor prazos de pagamento, exposição a clientes, custos financeiros e riscos externos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761585]]></sapo:autor>
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		<title>Europa e a guerra da soberania digital: Especialistas explicam que infraestrutura física pode tornar-se um dos maiores motores de investimento da próxima década</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:56:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[A Europa está a acelerar a corrida pela autonomia digital e a infraestrutura física — da fibra ótica aos centros de dados e redes elétricas — pode tornar-se um dos maiores motores de investimento da próxima década.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa está a acelerar a corrida pela autonomia digital e a infraestrutura física — da fibra ótica aos centros de dados e redes elétricas — pode tornar-se um dos maiores motores de investimento da próxima década. A conclusão é de uma análise da Allianz Global Investors, que defende que a soberania digital europeia dependerá menos da regulação e mais da capacidade de construir, controlar e operar as infraestruturas críticas que sustentam a economia digital.</p>
<p>No documento, assinado por Christophe Hautin e Julien Burki, a gestora argumenta que a transformação digital da Europa assenta em quatro pilares definidos pela União Europeia: infraestruturas digitais, digitalização das empresas, serviços públicos digitais e competências digitais.</p>
<p>Segundo os especialistas, a infraestrutura digital deixou de ser vista apenas como um setor tecnológico e passou a ser encarada como um “sistema estratégico”. Isso inclui redes de fibra e 5G, centros de dados, edifícios energeticamente eficientes, logística inteligente, redes de energia, automação industrial e sistemas de cibersegurança.</p>
<p>A análise sublinha que a União Europeia está a canalizar financiamento para estas áreas através de programas como o Connecting Europe Facility e o NextGenerationEU, criando um “forte impulso político” e um ciclo de investimento de longo prazo.</p>
<p>Os analistas destacam ainda que as operadoras de telecomunicações europeias estão a ganhar estatuto de infraestrutura crítica, numa altura em que Bruxelas pretende reduzir a dependência tecnológica de fornecedores externos e reforçar a segurança das redes digitais.</p>
<p>“A conectividade é a primeira condição para a autonomia”, defendem os autores, apontando que a capacidade de implementar redes 5G seguras e infraestruturas cloud será determinante para setores como transportes, energia, indústria e serviços públicos.</p>
<p>A AllianzGI alerta também para a importância crescente dos centros de dados e da eficiência energética. Com o aumento exponencial do volume de dados e da utilização de inteligência artificial, a Europa terá de expandir a capacidade de armazenamento e processamento local, conciliando simultaneamente objetivos digitais e ambientais.</p>
<p>Outro dos pontos centrais da análise é a digitalização da base industrial europeia. Segundo a gestora, o controlo dos sistemas digitais que suportam fábricas, utilities e cadeias logísticas será essencial para reduzir dependências externas e aumentar a resiliência económica perante choques geopolíticos.</p>
<p>A AllianzGI considera ainda que os chamados “ativos reais” — como centros de dados, infraestruturas energéticas e redes físicas — estão a tornar-se peças-chave da soberania digital europeia. “A questão já não é apenas quem fornece o software, mas onde está localizada a infraestrutura, sob que jurisdição opera e qual a sua capacidade de redundância e continuidade operacional”, refere a análise.</p>
<p>Para os investidores, a gestora identifica uma oportunidade estrutural ligada ao que descreve como os “3C”: capex, capability e control — investimento, capacidade operacional e controlo estratégico.</p>
<p>Segundo os autores, “o poder económico está cada vez mais concentrado em quem controla redes, infraestruturas e sistemas industriais”, defendendo que a capacidade da Europa para financiar, construir e operar a sua própria infraestrutura digital poderá transformar-se numa das maiores oportunidades de investimento associadas à autonomia estratégica europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761577]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Habitação: Seguro promulga desagravamento fiscal na habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, promulgou hoje o pacote de medidas de desagravamento fiscal do Governo, tendo em vista incentivar a oferta de habitação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, promulgou hoje o pacote de medidas de desagravamento fiscal do Governo, tendo em vista incentivar a oferta de habitação.</P><br />
<P>Segundo a nota publicada na página na Presidência, Seguro promulgou o diploma que, &#8220;no uso da autorização concedida pela Lei n.º 9-A/2026, de 06 de março, aprova medidas de desagravamento fiscal para o fomento de oferta de habitação&#8221;.</P><br />
<P>Entre as medidas do Governo inclui-se a redução do IVA de 23% para 6% na construção de imóveis destinados à venda ou arrendamento para habitação permanente, a &#8220;preços moderados&#8221; de 2.300 euros no caso do arrendamento e de 660.982 euros no caso da venda. </P><br />
<P>Outras iniciativas preveem a redução de 25% para 10% no IRS para incentivar os proprietários a colocar casas no arrendamento &#8220;a preços moderados&#8221; de até 2.300 euros mensais, a exclusão da tributação das mais-valias sobre a venda de imóveis habitacionais em caso de reinvestimento em novos imóveis destinados ao arrendamento, o aumento do valor limite da dedução das rendas no IRS até 1.000 euros mensais e a aplicação do IMT de 7,5% aos cidadãos não residentes na aquisição de habitação. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761580]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>VGP continua a crescer e consolida presença em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vgp-continua-a-crescer-e-consolida-presenca-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[VGP]]></category>
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					<description><![CDATA[A procura por infraestruturas logísticas modernas e sustentáveis está a acelerar, acompanhando a transformação das cadeias de abastecimento e o crescimento do comércio electrónico. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A procura por infraestruturas logísticas modernas e sustentáveis está a acelerar, acompanhando a transformação das cadeias de abastecimento e o crescimento do comércio electrónico.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Num contexto de transformação acelerada das cadeias logísticas globais e de crescente exigência em matéria de sustentabilidade, a VGP continua a consolidar a sua posição como um dos maiores promotores, proprietários e gestores pan-europeus de parques logísticos e semi-industriais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados mais recentes do grupo reflectem a consistência do seu modelo de negócio totalmente integrado e a capacidade de execução ao longo de toda a cadeia de valor. Em 2025, o grupo registou um lucro de 338 milhões de euros, representado um aumento de 6% face ao ano anterior, demonstrando a capacidade da VGP de responder à crescente procura por infraestruturas logísticas e industriais modernas e eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">A dinâmica comercial manteve-se muito sólida, com um volume recorde de novos contratos e renovações. Este desempenho evidencia a confiança dos clientes e a crescente procura por activos logísticos de elevada qualidade, impulsionada por tendências estruturais como o crescimento do comércio electrónico, a reorganização das cadeias de abastecimento e a necessidade de infraestruturas industriais mais eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portugal no percurso de crescimento da VGP</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É neste enquadramento que a VGP tem vindo a reforçar a sua presença em Portugal, acompanhando a crescente atractividade do País para investimento logístico e industrial, tendo no seu portefólio vários projectos para crescimento no País.</p>
<p style="text-align: justify;">A localização estratégica, a melhoria das infraestruturas e a proximidade a mercados internacionais tornam Portugal um território relevante para o desenvolvimento de soluções logísticas e industriais de nova geração, alinhadas com as necessidades de operadores nacionais e internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VGP park Sintra: um projecto estruturante</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os projectos em desenvolvimento em Portugal, destaca-se o VGP Park Sintra, um activo que materializa a abordagem da empresa ao desenvolvimento logístico e industrial.</p>
<p style="text-align: justify;">Localizado numa das zonas mais dinâmicas da região de Lisboa, o parque foi concebido para responder às exigências actuais das operações logísticas, combinando localização estratégica com padrões elevados de qualidade e eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma área total de cerca de 54.765 m2, o parque foi concebido para acolher operações logísticas e industriais modernas, disponibilizando actualmente cerca de 22.000 m2 de área logísticas e industriais, adaptável a diferentes tipologias de operação.</p>
<p style="text-align: justify;">O VGP Park Sintra beneficia de uma localização estratégica, com acessos privilegiados às principais vias rodoviárias da região, nomeadamente à A16 e à IC19, garantindo uma ligação rápida a Lisboa, ao aeroporto da capital e às principais plataformas logísticas do País.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além da clara vantagem da sua localização, o parque foi desenvolvido segundo elevados padrões de qualidade e sustentabilidade, integrando soluções de eficiência energética, produção de energia renovável e certificação ambiental dos edifícios.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que um projecto imobiliário, o VGP Park Sintra reflecte a visão do Grupo de criar infraestruturas logísticas e industriais de nova geração, capazes de responder às exigências actuais das cadeias de abastecimento e simultaneamente contribuir para um desenvolvimento mais sustentável do território.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sustentabilidade integrada no modelo de desenvolvimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sustentabilidade é um dos pilares estruturais da VGP e está integrada desde a concepção até à operação dos seus parques.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo tem como objectivo que a totalidade do seu portefólio alcance elevados padrões de certificação ambiental, incluindo classificações como BREEAM Excellent ou Outstanding, reflectindo uma abordagem consistente à eficiência energética e à redução do impacto ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente, a VGP tem vindo a reforçar o investimento em energia renovável, nomeadamente através da instalação de capacidade fotovoltaica nos seus parques, contribuindo para a transição energética dos seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso do VGP Park Sintra, estes princípios são incorporados desde a fase de desenvolvimento, garantindo um activo alinhado com as exigências actuais em matéria de sustentabilidade e eficiência operacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pipeline e visão de longo prazo em Portugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A estratégia da VGP em Portugal assenta numa lógica de crescimento sustentado, suportada por um pipeline de projectos já identificados e em diferentes fases de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre estes, destaca-se a expansão na região de Lisboa com mais um novo projecto em Loures, bem como um novo activo a norte em Vila Nova de Gaia, reforçando a presença da empresa nos principais eixos logísticos e industriais do País.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta abordagem reflecte a visão de longo prazo da VGP: desenvolver infraestruturas logísticas e industriais de elevada qualidade, capazes de acompanhar a evolução das cadeias de abastecimento e de gerar valor de forma consistente para clientes, investidores e comunidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Abril  (n.º 241</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_753165]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>XLVII Barómetro: Luís Lopes, Vodafone Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xlvii-barometro-luis-lopes-vodafone-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de Luís Lopes, CEO, Vodafone Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Luís Lopes, CEO, Vodafone Portugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Perante a incerta evolução dos conflitos no Médio Oriente, não surpreende que a maioria dos empresários (78%) se manifeste, neste barómetro, muito preocupada com o seu impacto. Quase todos (92%) prevêem manter ou aumentar o investimento face a 2025, também pela necessidade de resposta aos aumentos dos custos que já antevêem, sobretudo os mais ligados ao preço do petróleo (energia, transportes e matérias-primas). Esperado, mas não menos preocupante, é também o impacto destas subidas de preços nos bens de consumo alimentares, aumentando ainda mais a pressão financeira sobre as famílias. Reconfirmada a percepção de uma presença excessiva do Estado na economia, e com os empresários a insistirem na desburocratização e redução da carga fiscal como áreas prioritárias, note-se que a mediática reforma laboral não está no top 5 das que são consideradas mais urgentes. Ainda assim, dois terços consideram a proposta do Governo positiva para a competitividade da sua empresa. Sublinho ainda que mais de um quinto dos respondentes vê a digitalização e implementação de IA como principal aposta nos restantes três trimestres de 2026, opção que pode ajudar a realizar as duas maiores prioridades apontadas pelas empresas: a eficiência operacional e a expansão de mercado/crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Abril (nº. 241) da Executive Digest, no âmbito da XLVII edição do seu Barómetro</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750735]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Em que países da UE é que mais se trabalha ao fim de semana? Portugal acima da média europeia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/em-que-paises-da-ue-e-que-mais-se-trabalha-ao-fim-de-semana-portugal-acima-da-media-europeia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de um em cada cinco trabalhadores na Europa exerce funções regularmente ao sábado e ao domingo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de um em cada cinco trabalhadores na Europa exerce funções regularmente ao sábado e ao domingo. De acordo com os dados mais recentes do Eurostat, 21,3% dos empregados no continente trabalham habitualmente ao fim de semana, revelando um padrão particularmente acentuado nos países dos Balcãs e da região mediterrânica.</p>
<p>Portugal apresenta uma taxa de 19,5% de trabalhadores ao fim de semana, posicionando-se no 12.º lugar da tabela europeia. O valor coloca o país abaixo da média europeia, mas ainda assim evidencia que praticamente um em cada cinco trabalhadores portugueses mantém atividade laboral aos sábados e domingos.</p>
<p>Os números mais elevados registam-se na Grécia, onde 41% dos trabalhadores — incluindo empregados e trabalhadores por conta própria — exercem atividade ao fim de semana. Seguem-se a Bósnia-Herzegovina (33%) e Malta, Chipre e Macedónia do Norte, todos com 32%.</p>
<p>Em contraste, o norte e o leste da Europa apresentam taxas substancialmente inferiores. Na Lituânia, apenas 4% dos trabalhadores exercem funções ao fim de semana. A Hungria surge com 7% e a Polónia com 7,5%, evidenciando um padrão laboral mais concentrado nos dias úteis.</p>
<p><strong>Trabalhadores por conta própria trabalham mais ao sábado e domingo</strong><br />
Os dados revelam ainda uma diferença expressiva entre empregados e trabalhadores por conta própria. Entre empresários e trabalhadores independentes, 46% trabalham ao fim de semana, enquanto entre empregados essa proporção desce para 18,5%.</p>
<p>Considerando apenas os empregados, a Grécia, Chipre e Macedónia do Norte continuam a liderar, com taxas superiores a 30%. A Suíça e Malta seguem logo abaixo, com cerca de 29%.</p>
<p>No caso específico dos trabalhadores por conta própria e empregadores, a Grécia destaca-se novamente com 75%, o valor mais elevado registado. Bélgica (66%) e França (60%) ocupam as posições seguintes neste segmento.</p>
<p><strong>Mais fins de semana não significam necessariamente mais horas</strong><br />
Trabalhar frequentemente ao fim de semana não implica, por si só, uma carga horária total superior. Contudo, no caso grego, os números alinham-se com outros dados do Eurostat que indicam que os gregos tendem a trabalhar mais horas semanais do que qualquer outro país da União Europeia.</p>
<p><strong>Setores com maior incidência de trabalho ao fim de semana</strong><br />
A probabilidade de trabalhar ao sábado e domingo varia significativamente consoante o setor de atividade. Entre os trabalhadores dos serviços e vendas, quase metade (47,6%) trabalha regularmente ao fim de semana. Percentagem semelhante verifica-se na agricultura, silvicultura e pescas (47,2%).</p>
<p>Também nas chamadas ocupações elementares — funções manuais rotineiras que frequentemente exigem esforço físico considerável — o trabalho ao fim de semana é comum, abrangendo 25,7% dos trabalhadores.</p>
<p><strong>Tendência europeia aponta para compressão da semana laboral</strong><br />
Apesar de a realidade demonstrar que milhões de europeus continuam a trabalhar ao fim de semana, a tendência mais recente em vários países não passa por prolongar a semana de trabalho, mas antes por a comprimir.</p>
<p>A Polónia foi o país mais recente a testar esta abordagem. No verão de 2025, lançou um projeto-piloto para reduzir a semana de trabalho de 39 para 35 horas, sem cortes salariais. Os trabalhadores puderam optar entre três modalidades: trabalhar seis horas por dia, usufruir de um fim de semana de três dias ou beneficiar de dias adicionais de férias.</p>
<p>O programa, promovido pelo Ministério do Trabalho polaco, abrangeu 90 locais de trabalho públicos e privados e envolveu 5.000 trabalhadores. A avaliação final está prevista para 2027. Cada entidade participante recebeu até 210 mil euros para compensar eventuais perturbações na organização dos horários decorrentes da redução do tempo de trabalho.</p>
<p>Outros países europeus que já experimentaram semanas de quatro dias incluem o Reino Unido, Alemanha, Portugal, Islândia, França e Espanha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761571]]></sapo:autor>
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		<title>Taxas Euribor desce a três e seis meses e sobe a 12 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:13:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A taxa Euribor desceu hoje a três e a seis meses e subiu a 12 meses em relação a segunda-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	A taxa Euribor desceu hoje a três e a seis meses e subiu a 12 meses em relação a segunda-feira. </P><br />
<P> 	Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que recuou para 2,252%, continuou abaixo das taxas a seis (2,485%) e a 12 meses (2,798%).              </P><br />
<P>	A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, cedeu hoje, ao ser fixada em 2,485%, menos 0,007 pontos do que na segunda-feira.                   </P><br />
<P>	Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a março indicam que a Euribor a seis meses representava 39,41% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.                                                                           </P><br />
<P>	Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,62% e 24,65%, respetivamente. </P><br />
<P>	No prazo de 12 meses, a taxa Euribor subiu hoje de novo, para 2,798%, mais 0,020 pontos do que na sessão anterior. </P><br />
<P>	A Euribor a três meses baixou hoje, ao ser fixada em 2,252%, menos 0,002 pontos, depois de na segunda-feira ter subido para um novo máximo desde abril do ano passado.</P><br />
<P>	Em relação à média mensal da Euribor de abril esta subiu nos três prazos, mas de forma mais acentuada nos mais longos e menos do que em março.</P><br />
<P>	A média mensal da Euribor em abril subiu 0,066 pontos para 2,175% a três meses. Já a seis e a 12 meses, a média da Euribor avançou 0,132 pontos para 2,454% e 0,182 pontos para 2,747%, respetivamente.</P><br />
<P>    	Em 30 de abril, na segunda reunião desde o início da guerra, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</P><br />
<P>	O mercado antecipou esta manutenção das taxas diretoras, mas prevê um aumento na próxima reunião de política monetária do BCE em junho. </P><br />
<P>	A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 10 e 11 de junho em Frankfurt, Alemanha.</P><br />
<P>	As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761523]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Líder do Hezbollah recusa desarmamento e promete inferno a Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:13:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[hezbollah]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou hoje que o Líbano discuta o desarmamento do grupo libanês pró-iraniano com Israel e ameaçou transformar o conflito com o exército israelita num inferno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou hoje que o Líbano discuta o desarmamento do grupo libanês pró-iraniano com Israel e ameaçou transformar o conflito com o exército israelita num inferno.</P><br />
<P>&#8220;As armas e a Resistência não dizem respeito a ninguém fora do Líbano (&#8230;) é uma questão interna libanesa que não faz parte das negociações com o inimigo&#8221;, disse Qassem numa mensagem dirigida aos combatentes do Hezbollah.</P><br />
<P>&#8220;Não nos renderemos e transformaremos a batalha num inferno para Israel&#8221;, acrescentou, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).</P><br />
<P>A declaração surge numa altura em que o Líbano e Israel deverão realizar uma nova ronda de negociações em Washington, na próxima quinta-feira. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761530]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas prepara proposta para combater excesso de arrendamentos de curta duração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:11:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia está a preparar uma proposta para combater o excesso de arrendamentos de curta duração em cidades da União Europeia (UE), por fazerem aumentar os preços da habitação, defendendo que ter uma casa "é um direito humano".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia está a preparar uma proposta para combater o excesso de arrendamentos de curta duração em cidades da União Europeia (UE), por fazerem aumentar os preços da habitação, defendendo que ter uma casa &#8220;é um direito humano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Uma das questões com que estou a lidar é o facto de existirem enormes problemas com os arrendamentos de curta duração em muitas cidades europeias. Os arrendamentos de curta duração são uma excelente ideia e, em alguns locais, também beneficiam os rendimentos das pessoas e o turismo, mas em demasiados lugares atualmente, infelizmente, há um excesso de arrendamentos de curta duração que está a fazer subir os preços da habitação e do imobiliário e a expulsar as pessoas comuns das suas casas&#8221;, afirmou o comissário europeu da Habitação, Dan Jørgensen</P><br />
<P>&#8220;Por isso, estamos a preparar uma proposta legislativa para enfrentar estes problemas&#8221;, acrescentou, falando na chegada a uma reunião ministerial informal sobre habitação, em Chipre pela presidência cipriota do Conselho.</P><br />
<P>De acordo com Dan Jørgensen, a UE está, &#8220;infelizmente, no meio de uma crise habitacional, com demasiadas pessoas incapazes de encontrar uma casa a preços acessíveis. Isto é, naturalmente, algo que é preciso de levar extremamente a sério&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ter um teto sobre a cabeça, ter um lugar a que possamos chamar lar é, na minha opinião, um direito humano, e precisamos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance, ao nível da UE, ao nível nacional e ao nível local, para garantir que as pessoas consigam realmente encontrar habitações dignas, sustentáveis e acessíveis&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>Hoje realizada em Nicósia, a reunião ministerial informal sobre habitação junta ministros e altos funcionários responsáveis pela política de habitação para trocarem pontos de vista sobre desafios comuns e possíveis soluções.</P><br />
<P>Em dezembro, o executivo comunitário propôs o primeiro plano ao nível da UE para promover habitação a preços acessíveis.</P><br />
<P>O plano europeu inclui uma estratégia para a construção habitacional (com foco nas casas devolutas e renovação e reconversão de edifícios), a simplificação das regras na construção (como das licenças) e a revisão das regras de auxílios estatais (tornando mais fácil para os Estados-membros investirem em habitação acessível e social).</P><br />
<P>O plano também abrange o reforço das verbas europeias (do orçamento da UE a longo prazo, da coesão, do programa InvestEU e do Banco Europeu de Investimento), o combate à especulação imobiliária (com maior transparência no setor) e uma nova lei sobre o alojamento local (com um quadro jurídico para as autoridades locais agirem).</P><br />
<P>Uma das medidas diz respeito a uma plataforma pan-europeia de investimento (público e privado) para canalizar 10 mil milhões por ano.</P><br />
<P>A Comissão Europeia quer ainda dar instrumentos aos países e às autoridades locais para limitarem o alojamento local, que pressiona os preços habitacionais, na lei que irá propor este ano.</P><br />
<P>Nos próximos 10 anos, a UE terá de construir cerca de 650 mil novas habitações por ano, o que implica um investimento público e privado de 150 mil milhões de euros anuais.</P><br />
<P>A União Europeia enfrenta uma crise de habitação, nomeadamente em países como Portugal, onde os preços das casas e das rendas têm aumentado significativamente, tornando difícil chegar à habitação acessível, especialmente para jovens e famílias de baixos rendimentos.</P><br />
<P>De acordo com dados divulgados no final do ano passado, Bruxelas estima que os preços da habitação em Portugal estejam sobrevalorizados em 25%, a percentagem mais elevada na União Europeia.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761534]]></sapo:autor>
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		<title>Lufthansa vai exercer opção de compra de 90% do capital da companhia italiana ITA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:11:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo Lufthansa vai exercer, em junho, a opção de compra de uma participação maioritária na italiana ITA Airways, aumentando a participação de 41% para 90%, por 325 milhões de euros, informou hoje o grupo aéreo alemão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo Lufthansa vai exercer, em junho, a opção de compra de uma participação maioritária na italiana ITA Airways, aumentando a participação de 41% para 90%, por 325 milhões de euros, informou hoje o grupo aéreo alemão.</P><br />
<P>De acordo com a informação divulgada, o conselho de supervisão aprovou a decisão do comité executivo, estando, agora, a aquisição da participação de 49% sujeita à aprovação da Comissão Europeia (CE) e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.</P><br />
<P>A Lufthansa, uma das candidatas à compra da TAP, prevê concluir a transação no primeiro trimestre de 2027.</P><br />
<P>Uma vez concluída, a ITA Airways será totalmente integrada no grupo de companhias aéreas da Lufthansa, tanto a nível operacional como financeiro.</P><br />
<P>Desde 17 de janeiro de 2025, a Lufthansa detém uma participação minoritária de 41% na companhia aérea italiana ITA Airways.</P><br />
<P>A Lufthansa acordou em junho de 2023 com o ministério da Economia e Finanças italiano a opção de adquirir uma participação adicional de 49%.</P><br />
<P>Desta forma, o ministério da Economia e Finanças italiano mantém uma participação de 10% na ITA Airways, que em 2028 será também adquirida pela Lufthansa.</P><br />
<P>&#8220;Após a aquisição da primeira participação de 41% na ITA Airways no ano passado, prometemos a integração mais rápida da nossa história&#8221;, afirmou hoje o presidente executivo (CEO) do grupo Lufthansa, Carsten Spohr, na assembleia-geral de acionistas.</P><br />
<P>O CEO acrescentou que a Lufthansa pretendia concluir as principais etapas da integração no grupo em 18 meses, mas o processo foi concluído mais rapidamente.</P><br />
<P>Todas as interfaces de clientes já estão integradas, exceto as relativas aos voos na América do Norte, onde ainda é necessária a aprovação das entidades reguladoras para a fusão.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761542]]></sapo:autor>
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		<title>Renault 4 JP4x4 Concept: o ‘beach buggy’ elétrico que leva a mítica 4L para a praia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:09:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Roland Garros]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de ter apresentado o Savane 4x4 Concept no ano passado, a marca francesa volta a explorar o potencial da nova Renault 4 elétrica, desta vez com uma proposta mais descontraída, colorida e orientada para o lazer]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Renault vai revelar mundialmente, no torneio de Roland-Garros 2026, uma nova interpretação do Renault 4 E-Tech elétrico. Chama-se Renault 4 JP4x4 Concept e assume-se como uma versão “aventureira de praia”, inspirada nas históricas Renault 4 Plein Air, de 1969, e JP4, lançada em 1981.</p>
<p>Depois de ter apresentado o Savane 4&#215;4 Concept no ano passado, a marca francesa volta a explorar o potencial da nova Renault 4 elétrica, desta vez com uma proposta mais descontraída, colorida e orientada para o lazer.</p>
<p>O novo protótipo será exibido em ante-estreia a partir de 18 de maio, no espaço da Renault em Roland-Garros, e combina carroçaria aberta, visual estival, tração integral elétrica e uma forte ligação ao universo da praia.</p>

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<p><strong>Uma Renault 4 pensada para o verão</strong></p>
<p>O Renault 4 JP4x4 Concept foi desenhado como um automóvel chique e moderno para a praia.</p>
<p>A carroçaria surge pintada num Verde Esmeralda ligeiramente perolado, uma reinterpretação moderna dos tons Verde Esmeralda e Verde Alface que existiam no Renault 4 original nas décadas de 70 e 80.</p>
<p>O contraste é feito com um interior laranja vivo, numa combinação pop, luminosa e assumidamente jovem.</p>
<p>O resultado é um protótipo que procura recuperar o espírito de liberdade das versões mais descontraídas da antiga 4L, mas com a linguagem tecnológica e elétrica da nova geração Renault.</p>
<p><strong>Sem capota, com portas minimalistas e prancha de surf</strong></p>
<p>A inspiração nos modelos Plein Air e JP4 nota-se sobretudo na carroçaria aberta.</p>
<p>O Renault 4 JP4x4 Concept tem duas portas minimalistas, abertura tradicional, teto perfurado em forma de cruz e uma traseira sem capota, com uma porta que baixa ao estilo da plataforma de uma pick-up, facilitando o carregamento de objetos.</p>
<p>Para reforçar o ambiente de lazer, há uma prancha de surf colocada sob o tejadilho e skates guardados na bagageira.</p>
<p>A proposta cruza referências de carrinha, descapotável e “beach buggy”, sem estabelecer uma fronteira rígida entre exterior e habitáculo.</p>
<p>Como resume Jean-Philippe Salar, diretor de Design Avançado da Renault, o concept foi pensado “na encruzilhada entre uma carrinha e um ‘beach buggy’”, com um habitáculo aberto e uma silhueta única.</p>
<p>“Desenvolvido acima de tudo para o prazer, é um incentivo a reencontrar o espírito de liberdade dos anos 60 e 70”, afirma o responsável.</p>
<p><strong>Interior inspirado nos anos 70</strong></p>
<p>O interior também recupera referências históricas da Renault.</p>
<p>Os bancos de encosto alto evocam os conhecidos bancos “múmia”, com encosto de cabeça integrado, utilizados em vários modelos da marca nos anos 70.</p>
<p>Estão revestidos com tecido misto, combinando uma base em crepe com secções em malha diagonal, para criar um ambiente simultaneamente elegante e desportivo.</p>
<p>As portas, a moldura da bagageira e o painel de instrumentos também recebem revestimento em tecido. Do lado do passageiro, o tablier inclui uma pega de apoio, útil em pisos mais degradados.</p>
<p>A consola central flutuante é inédita e pretende dar ao habitáculo uma imagem mais robusta e refinada, sem perder a sensação de frescura e abertura.</p>
<p>No exterior, o logótipo específico JP4 surge na coluna central, enquanto a inscrição 4&#215;4 aparece nas embaladeiras e na traseira.</p>
<p><strong>Tração integral elétrica para sair do asfalto</strong></p>
<p>O lado mais técnico do Renault 4 JP4x4 Concept está na tração às quatro rodas.</p>
<p>O protótipo assenta na mesma base do Renault 4 Savane 4&#215;4 Concept, apresentado em 2025, e recebe um segundo motor elétrico no eixo traseiro.</p>
<p>Esta solução permite circular com tração integral sempre que necessário, reforçando a capacidade de progressão em terrenos arenosos, pedregosos ou não pavimentados.</p>
<p>A distância ao solo aumenta 15 milímetros face a um Renault 4 E-Tech elétrico convencional, enquanto as vias dianteira e traseira são alargadas 10 milímetros de cada lado.</p>
<p>O concept mantém jantes de 18 polegadas, aqui com desenho específico “JP4”, e pneus Goodyear UltraGrip Performance+ adaptados, na medida 225/55.</p>
<p>Mais do que um exercício de estilo, o Renault 4 JP4x4 Concept mostra o potencial da plataforma RGEV small para dar origem a um elétrico do segmento B com tração às quatro rodas.</p>
<p><strong>Uma nova família Renault 4 em Roland-Garros</strong></p>
<p>O Renault 4 JP4x4 Concept não estará sozinho em Roland-Garros.</p>
<p>No espaço da marca francesa estará também o show-car Renault 4 Roland-Garros E-Tech elétrico, apresentado ao público pela primeira vez na versão Plein Sud, equipada com teto de lona elétrico.</p>
<p>Esta versão aposta no espírito “ao ar livre”, com uma abertura de 92 centímetros de comprimento por 80 centímetros de largura, permitindo que também os passageiros traseiros beneficiem de um habitáculo mais luminoso.</p>
<p>A versão Plein Sud do Renault 4 E-Tech elétrico já está disponível para encomenda nas versões Techno e Iconic.</p>
<p>Já a série especial Roland-Garros, proposta nas versões clássica e Plein Sud, deverá chegar aos concessionários da marca no final do próximo outono.</p>
<p><strong>Renault reforça ofensiva elétrica</strong></p>
<p>Além do Renault 4 JP4x4 Concept e do Renault 4 Roland-Garros E-Tech elétrico, a marca terá ainda em exposição o Twingo E-Tech elétrico e o Renault 5 Roland-Garros E-Tech elétrico.</p>
<p>A presença em Roland-Garros reforça a ligação da Renault ao torneio francês e permite à marca mostrar uma gama elétrica cada vez mais alargada, com forte aposta em modelos compactos, urbanos e de inspiração retro.</p>
<p>No caso do Renault 4 JP4x4 Concept, a proposta é mais emocional: recuperar o lado livre, simples e popular da 4L, mas adaptá-lo a uma mobilidade elétrica, colorida e preparada para sair do asfalto.</p>
<p>O resultado é uma espécie de manifesto de verão sobre rodas: uma Renault 4 aberta, elétrica, com tração integral e pronta para trocar a cidade pela areia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761533]]></sapo:autor>
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		<title>Sonae dispara lá fora e já faz mais de 2,3 mil milhões de euros em vendas internacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:06:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Sonae registou vendas internacionais superiores a 2,3 mil milhões de euros em 2025, um crescimento de 45% face ao ano anterior e de 11% no universo comparável de negócios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sonae registou vendas internacionais superiores a 2,3 mil milhões de euros em 2025, um crescimento de 45% face ao ano anterior e de 11% no universo comparável de negócios.</p>
<p>Os mercados externos passaram a representar mais de 20% das vendas totais do grupo e concentram já cerca de 30% dos seus ativos líquidos.</p>
<p>O desempenho internacional ajudou a impulsionar o volume de negócios consolidado da empresa para um valor recorde de 11,4 mil milhões de euros, o que traduz uma subida de 14,2% em comparação com 2024.</p>
<p>Nos últimos dois anos, a Sonae investiu mais de 3 mil milhões de euros, tendo quase metade desse montante sido direcionado para operações fora de Portugal. A estratégia de internacionalização tem sido sustentada tanto pelo crescimento orgânico como por aquisições e movimentos de consolidação em vários mercados.</p>
<p>No retalho, o grupo terminou 2025 com 1.070 lojas internacionais, mais 74 do que no ano anterior. Atualmente, mais de 42% da rede de lojas da Sonae está localizada fora de Portugal, com destaque para vários mercados europeus.</p>
<p>A presença internacional da empresa estende-se a diferentes áreas de negócio. No segmento de saúde e beleza, a Sonae lidera o mercado espanhol através da operação conjunta das cadeias Druni e Arenal, desenvolvida em parceria com a Família Casp. Na eletrónica, o grupo controla a Worten e a empresa de reparações iServices, enquanto no setor da moda detém a marca Salsa.</p>
<p>Já na área de produtos e cuidados para animais de estimação, a Musti está presente em sete geografias e ocupa posições de liderança nos países nórdicos e bálticos.</p>
<p>No imobiliário, através da Sierra, a Sonae continua a reforçar a sua presença global na gestão e desenvolvimento de centros comerciais e projetos residenciais e de escritórios. A empresa integra ainda o grupo de controlo da ALLOS, operador líder de centros comerciais na América Latina, e mantém uma parceria com o Bankinter na gestão da ORES, focada em ativos imobiliários na Península Ibérica.</p>
<p>Um dos principais passos da expansão internacional aconteceu em outubro, quando a Sierra adquiriu a divisão de Real Estate Management da Unibail-Rodamco-Westfield, operação que a tornou o segundo maior gestor de centros comerciais de terceiros na Alemanha.</p>
<p>Além do retalho e imobiliário, o grupo mantém investimentos tecnológicos através da Bright Pixel, focada em startups ligadas ao retalho, telecomunicações e cibersegurança, e opera no segmento de extratos naturais e ingredientes ativos através da unidade Sparkfood.</p>
<p>Em termos financeiros, o EBITDA subjacente da Sonae subiu 23,6% em 2025, para 1,1 mil milhões de euros, enquanto o EBITDA total cresceu 17,6%, atingindo 1,2 mil milhões de euros. O resultado líquido atribuível aos acionistas avançou 11%, fixando-se em 247 milhões de euros, apoiado pelo crescimento dos negócios, ganhos de eficiência operacional e reforço do investimento em Portugal e no exterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761547]]></sapo:autor>
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		<title>Ricardo Costa acelera internacionalização da AVPRO e leva grupo português para seis países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:51:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A portuguesa AVPRO anunciou a criação do AVPRO Group, dando início a uma nova fase de expansão internacional que prevê a entrada em seis mercados estratégicos: Espanha, África do Sul, Angola, Quénia, Nigéria e Marrocos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A portuguesa AVPRO anunciou a criação do AVPRO Group, dando início a uma nova fase de expansão internacional que prevê a entrada em seis mercados estratégicos: Espanha, África do Sul, Angola, Quénia, Nigéria e Marrocos.</p>
<p>A celebrar 10 anos de atividade em 2026, a AVPRO, sediada em Albergaria-a-Velha e detida a 100% pelo Grupo Bernardo da Costa, pretende reforçar a sua posição no setor da segurança e afirmar-se como um player global.</p>
<p>Segundo a empresa, a estratégia de internacionalização passa por adaptar o modelo operacional às especificidades de cada mercado, mantendo uma abordagem assente na proximidade, competência técnica e capacidade de execução. “Não estamos a expandir apenas para crescer em escala. Estamos a levar um modelo que resolve problemas reais no terreno e que impacta diretamente a qualidade da entrega e a satisfação dos clientes finais”, afirma Ricardo Costa, líder do Grupo Bernardo da Costa.</p>
<p>A nova fase do grupo será reforçada com a entrada de Daniel Fernandez como Managing Partner do AVPRO Group. O responsável conta com quase três décadas de experiência no setor, incluindo funções de liderança na antiga Bosch Video Systems, onde liderou operações na Península Ibérica, Médio Oriente e África.</p>
<p>“Conheço bem os desafios deste setor em diferentes geografias. O que estamos a construir é uma proposta que aproxima todos os intervenientes — fabricantes, integradores e clientes finais — com um objetivo comum: garantir que os projetos são entregues com qualidade, previsibilidade e impacto”, refere Daniel Fernandez.</p>
<p>A operação em Portugal continuará a ser liderada por João Marques, apontado pela empresa como uma das figuras centrais no crescimento sustentado da AVPRO ao longo da última década.</p>
<p>“Este é um passo natural após 10 anos de crescimento consistente. Temos uma base sólida, uma equipa preparada e um modelo testado. Agora, o desafio é escalar com inteligência e respeitando a realidade de cada mercado”, sublinha João Marques.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761536]]></sapo:autor>
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		<title>Ensaio. Nissan Qashqai e-Power 2026: O híbrido que se conduz como um elétrico&#8230; mas sem tomada </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:38:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Existem automóveis que nascem para seguir tendências e outros que, discretamente, as criam. O Nissan Qasqhai pertence a esta segunda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem automóveis que nascem para seguir tendências e outros que, discretamente, as criam. O Nissan Qashqai pertence a esta segunda.	 </p>
<p>Foi ele que instituiu a ideia de um automóvel diferente &#8211; um SUV compacto familiar como resposta para a cidade, para a autoestrada e para as férias. Mais alto, com vista privilegiada sobre a estrada, com melhor acessibilidade. E obrigou todas as marcas a seguir o conceito, tanto que hoje o segmento das &#8220;carrinhas&#8221; caiu em desuso.</p>
<p>Em 2026 reforça essa tese com uma evolução técnica que mexe onde mais interessa; na forma como se conduz e se isola. Trata-se de um híbrido em série em que as rodas são movidas por um motor elétrico e o motor a gasolina trabalha sobretudo como gerador. A promessa da marca recai sobre termos a sensação de uma condução elétrica, sem a ansiedade do carregamento e ainda com melhorias comprovadas no ruído e na eficiência.</p>
<p>O Nissan Qashqai posiciona-se no segmento C-SUV, com o tamanho certo para quem quer altura ao solo, acesso fácil, uma bagageira competente e tecnologia, sem com isso ter preços premium.</p>
<p>É também por isso que os rivais são os suspeitos do costume: Kia, Hyundai, Volkswagen, Ford Kuga.</p>
<p>O que define este Nissan é também a tração  dianteira e o motor elétrico que o impulsiona e o térmico que atua como gerador sem ligação direta às rodas.</p>
<p>Para 2026, a marca manteve a mesma lógica mas refinou a execução. Particularmente numa área da engenharia, com a unidade 5-1 desenhada para poupar massa e espaço. A bateria está ali para gerir energia, recuperação, melhoria e autonomia elétricas.</p>
<p>Na estrada, vive daquilo que os elétricos fazem melhor: uma resposta linear, ausência de mudanças tradicionais e uma forma de ganhar velocidade com naturalidade. Há no entanto uma honestidade que importa registar; em condução mais exigente pode existir um pequeno desfasamento entre o som do motor gerador e a progressão, porque o térmico  está a otimizar a produção da eletricidade e não a seguir diretamente o pé direito como num carro convencional. Em contrapartida, o sistema evita um comportamento típico de algumas soluções com caixas CVT de ruído excessivo e ganha pontos no conforto geral.</p>
<p>O Qashqai merece ser elogiado por ser agradável, confortável, bem construído e fácil de conduzir com uma competência global que raramente falha no dia-a-dia.</p>
<p>Encontramos refinamentos e eficiência na atualização do e-Power principalmente em cidade e ritmos médios. A afinação possui uma característica mais confortável e não tão desportiva e os consumos não se conseguem fazer subir dos 5,9l.</p>
<p>Trata-se de um veículo claramente para famílias, para quem procura prazer de condução acima de tudo e mais silencioso A marca anuncia consumos combinados de perto de 4,5 e é possível. Também o intervalo de mudanças isso passou para 20.000 km. Em termos do interior este é sólido, fácil de usar e com boa qualidade.</p>
<p>Em condução possui a função one pedal e vários modos de condução, mas eu fico quase sempre pelo eco. Chega perfeitamente!</p>
<p>Como todos os automóveis de hoje temos de falar de inteligência artificial. E ela aqui aparece na gestão energética do híbrido em série, na assistência à condução com o sistema Pro Pilot. Futuramente irá existir um software com condução mais ligada à inteligência artificial;  hoje aqui ela intervém mas ainda de um modo racional.</p>
<p>Por fim, para quem faz sentido este SUV? Famílias e profissionais que querem um automóvel compacto, uma postura alta e uma tecnologia útil e descomplicada. Quem ainda está na dúvida  entre optar por um elétrico mas também quer flexibilidade total sem depender de carregamentos elétricos.</p>
<p>É fabricado em Sunderland onde vimos uma fábrica com soluções entre produção industrial e o respeito pela natureza. Em termos de preços estes começam nos 25000€.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760909]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CTT e DHL fecham parceria ibérica: negócio dá encaixe de 64 milhões aos Correios portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[CTT]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Acordo, que cria uma joint venture para o negócio de encomendas em Portugal e Espanha, avança depois da “aprovação incondicional” da Comissão Europeia, no âmbito dos processos de controlo de concentrações e de subvenções estrangeiras]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os CTT e a DHL eCommerce selaram esta terça-feira a joint venture anunciada no final de 2024, dando início a uma nova fase no mercado ibérico de encomendas.</p>
<p>O acordo, concluído depois da aprovação incondicional da Comissão Europeia, tem como objetivo construir uma das redes de transporte e distribuição de encomendas mais completas, eficientes e competitivas da Península Ibérica, considerada o quarto maior mercado europeu neste segmento.</p>
<p>Num <a href="https://www.cmvm.pt/PInstitucional/PdfVierInfPriv?Input=D88E3ABB5C1187DC0C713C5B5B16AF657B64C35FE4D29892398F50C1111C2FAF" target="_blank" rel="noopener">comunicado</a> enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, os CTT indicam que a operação gera um encaixe líquido de 64 milhões de euros para a empresa portuguesa.</p>
<p>O valor fica abaixo dos 69 milhões de euros anunciados em dezembro de 2024, mas os CTT explicam que o valor dos ativos da transação se manteve inalterado. A diferença resulta de ajustamentos habituais relativos à dívida líquida e ao fundo de maneio líquido.</p>
<p><strong>Uma parceria para ganhar escala ibérica</strong></p>
<p>A aliança entre os CTT e a DHL eCommerce pretende reforçar o posicionamento das duas empresas nos segmentos B2B e B2C, aumentar a capacidade nos envios internacionais e transfronteiriços e consolidar ambas como operadores logísticos de referência no sul da Europa.</p>
<p>A parceria foi desenhada para responder ao crescimento do comércio eletrónico, ao aumento dos fluxos entre Portugal e Espanha e às necessidades de empresas que operam em mercados cada vez mais integrados.</p>
<p>A combinação das redes deverá permitir a criação de empresas de distribuição de encomendas de elevado desempenho, com foco em e-commerce, serviços B2B e soluções out-of-home.</p>
<p>A capacidade diária conjunta deverá superar um milhão de envios em Portugal e Espanha, com receitas combinadas estimadas em cerca de mil milhões de euros.</p>
<p><strong>Mais 10 mil cacifos de encomendas</strong></p>
<p>A joint venture prevê também a expansão da rede conjunta de serviços out-of-home, um segmento cada vez mais importante na logística de encomendas.</p>
<p>Está prevista a instalação de mais 10 mil novos cacifos de encomendas nos próximos anos, reforçando a conveniência para consumidores e empresas.</p>
<p>A aposta nestes pontos de entrega e recolha responde a uma tendência clara do setor: maior flexibilidade para o cliente final, redução da pressão sobre a última milha e aumento da eficiência operacional.</p>
<p><strong>Como fica estruturado o acordo?</strong></p>
<p>A operação assenta numa estrutura de participações cruzadas.</p>
<p>Em Portugal, o negócio da DHL eCommerce será transferido para a CTT Expresso.</p>
<p>A CTT Expresso adquire 25% da DHL eCommerce Espanha.</p>
<p>A DHL eCommerce fica com 25% da CTT Expresso, que inclui a operação em Portugal.</p>
<p>Na prática, os CTT reforçam a sua presença ibérica e passam a ter uma posição relevante na operação espanhola da DHL eCommerce, enquanto a DHL entra no capital da CTT Expresso.</p>
<p>A CTT Expresso passará também a operar sob a marca CTTexpress tanto em Portugal como em Espanha, refletindo a ambição ibérica do grupo português.</p>
<p><strong>Portugal e Espanha com modelos diferentes</strong></p>
<p>A parceria terá modelos operacionais distintos nos dois mercados.</p>
<p>Em Portugal, a CTT Expresso assumirá as operações da DHL eCommerce, tornando-se o operador conjunto responsável pelo processamento e distribuição dos volumes de encomendas da DHL eCommerce no país.</p>
<p>O objetivo é criar redes mais eficientes, com maior capilaridade, melhor qualidade de serviço e maior fiabilidade operacional.</p>
<p>Em Espanha, o modelo será mais segmentado.</p>
<p>A CTTexpress Espanha ficará responsável pelo segmento B2C, com foco na distribuição ao consumidor e nos serviços de última milha.</p>
<p>Já a DHL eCommerce Espanha manterá o foco nos segmentos B2B e nos serviços internacionais e transfronteiriços.</p>
<p>As marcas serão preservadas, mas com endossos cruzados: a DHL eCommerce Espanha usará “Together with CTTexpress”, enquanto a CTTexpress Espanha surgirá com “Together with DHL”.</p>
<p><strong>Empresas mantêm operação autónoma</strong></p>
<p>Apesar da parceria, os CTT e a DHL sublinham que a aliança não representa uma fusão nem uma integração total.</p>
<p>A implementação será gradual e não deverá perturbar as operações do dia a dia.</p>
<p>As empresas mantêm um modelo de funcionamento em regime de business as usual, ao mesmo tempo que começam a desenvolver iniciativas de colaboração.</p>
<p>A lógica é combinar competências complementares sem eliminar a especialização de cada operador.</p>
<p><strong>O que cada empresa traz para a parceria?</strong></p>
<p>A DHL eCommerce contribui com experiência em soluções logísticas B2B, envios internacionais e fluxos transfronteiriços.</p>
<p>A empresa traz ainda uma rede robusta, conectividade internacional e conhecimento na otimização de tempos de transferência e gestão de cadeias logísticas nacionais e internacionais.</p>
<p>Já a CTT Expresso acrescenta experiência na distribuição B2C, serviços de última milha, capilaridade no território e conhecimento do mercado ibérico.</p>
<p>É essa combinação que as empresas pretendem transformar numa plataforma logística mais forte, capaz de responder às exigências atuais e futuras do comércio eletrónico.</p>
<p><strong>Sinergias podem superar 35 milhões por ano</strong></p>
<p>Os CTT esperam que a operação gere sinergias operacionais e comerciais relevantes em Portugal e Espanha.</p>
<p>Essas sinergias deverão surgir sobretudo em três áreas: instalações e tratamento, rede de transporte e última milha.</p>
<p>Em ritmo normalizado, que deverá ser atingido ao longo dos próximos dois a três anos, o impacto anual no EBIT deverá superar os 35 milhões de euros para as operações combinadas das empresas que constituem a joint venture.</p>
<p>A parceria é apresentada como uma aposta de longo prazo, orientada para maior escala, eficiência e competitividade.</p>
<p><strong>Participações podem subir até 49%</strong></p>
<p>O acordo abre ainda a porta a uma segunda fase.</p>
<p>Depois do fecho das contas de 2027, os CTT terão a opção de adquirir mais 10% da Danzas, empresa ligada à DHL Parcel Iberia, enquanto a DHL poderá comprar mais 10% da CTT Expresso.</p>
<p>Numa fase posterior, e se forem cumpridas determinadas condições de desempenho operacional, as participações minoritárias poderão subir até 49%.</p>
<p>Para isso, o EBIT consolidado da joint venture em 2028, resultante da soma do EBIT da Danzas e da CTT Expresso, terá de ficar acima de 96 milhões de euros.</p>
<p>Se esse objetivo for cumprido, os CTT poderão adquirir uma posição adicional de 14% na Danzas e a DHL poderá reforçar em mais 14% a sua posição na CTT Expresso.</p>
<p><strong>“Um novo capítulo” para os CTT</strong></p>
<p>Guy Pacheco, CEO dos CTT, afirma que a parceria com a DHL marca “um novo capítulo no desenvolvimento do negócio de logística de e-commerce dos CTT na Península Ibérica”.</p>
<p>O responsável considera que o acordo é “um movimento estratégico crucial” para impulsionar o crescimento e reforçar o valor entregue aos clientes num mercado “cada vez mais integrado e global”.</p>
<p>“Ao combinar competências complementares estamos a construir uma plataforma ibérica mais forte, preparada para responder às exigências do e-commerce nos próximos anos”, sublinha Guy Pacheco.</p>
<p><strong>DHL fala em rede mais resiliente e eficiente</strong></p>
<p>Pablo Ciano, CEO da DHL eCommerce, considera que a formalização da aliança representa “um marco relevante” no reforço da conectividade na Península Ibérica.</p>
<p>O responsável afirma que a parceria junta forças complementares da DHL eCommerce e dos CTT para criar “uma rede mais resiliente e eficiente”, com benefícios diretos para os clientes.</p>
<p>Segundo Pablo Ciano, esta colaboração é também um pilar da Estratégia DHL 2030, orientada para acelerar o crescimento sustentável, assegurar elevados níveis de qualidade e ajudar empresas de todas as dimensões a lidar com a complexidade do comércio transfronteiriço.</p>
<p><strong>Um novo peso-pesado da logística ibérica</strong></p>
<p>A conclusão da joint venture entre os CTT e a DHL cria uma plataforma logística com escala para competir de forma mais forte no mercado ibérico de encomendas.</p>
<p>A operação junta capacidade de entrega, redes de última milha, serviços B2B, distribuição B2C, envios internacionais e soluções out-of-home.</p>
<p>Para os CTT, representa uma aposta decisiva na expansão ibérica e no crescimento do negócio expresso.</p>
<p>Para a DHL, reforça a ligação ao mercado português e aprofunda a presença num dos maiores mercados europeus de encomendas.</p>
<p>Num setor marcado pela pressão do comércio eletrónico, pela necessidade de entregas rápidas e pela competição na última milha, a parceria posiciona as duas empresas para disputar uma fatia maior da logística ibérica nos próximos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761518]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Todos os distritos do continente sob aviso amarelo por causa da chuva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:23:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[IPMA]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os distritos de Portugal continental estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de chuva, por vezes forte e acompanhada de trovoada, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Todos os distritos de Portugal continental estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de chuva, por vezes forte e acompanhada de trovoada, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Os distritos de Évora, Faro, Setúbal, Santarém, Lisboa, Beja e Portalegre estão sob aviso amarelo até às 15:00 de hoje e Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Braga até às 18:00.</P><br />
<P>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente períodos de céu muito nublado, aguaceiros, mais prováveis no Norte e Centro, diminuindo de intensidade e frequência a partir da tarde, vento fraco a moderado quadrante sul e pequena descida da temperatura mínima.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 06 graus Celsius (na Guarda) e os 13 (em Aveiro e Faro) e as máximas entre os 13 graus na Guarda) e os 22 (em Évora, Beja e Santarém).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761512]]></sapo:autor>
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		<title>PM britânico recusa demissão e desafia adversários a desencadearem eleição interna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:23:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, desafiou hoje potenciais rivais a desencadearem uma eleição interna no Partido Trabalhista, reiterando que não se pretende demitir. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, desafiou hoje potenciais rivais a desencadearem uma eleição interna no Partido Trabalhista, reiterando que não se pretende demitir. </P><br />
<P>&#8220;O Partido Trabalhista tem um processo para contestar a liderança e esse processo não foi acionado. O país espera que continuemos a governar. É isso que estou a fazer e o que devemos fazer enquanto governo&#8221;, disse esta manhã, durante a reunião semanal do conselho de ministros.</P><br />
<P>Starmer repetiu assumir a responsabilidade pelos maus resultados nas eleições locais e regionais de 07 de maio. </P><br />
<P>No entanto, salientou que &#8220;as últimas 48 horas foram desestabilizadoras para o governo, e isso tem um custo económico real para o país e para as famílias&#8221;, numa referência ao aumento dos juros pagos pelo Governo sobre os títulos do tesouro.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761506]]></sapo:autor>
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		<title>Médicos juntam-se à greve geral de 3 de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:15:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Sindicato dos Médicos do Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Médicos do Norte, filiado na Federação Nacional dos Médicos, anunciou hoje que vai aderir à greve geral de 03 de junho, em protesto contra a reforma laboral e o agravamento das condições no Serviço Nacional de Saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Médicos do Norte, filiado na Federação Nacional dos Médicos, anunciou hoje que vai aderir à greve geral de 03 de junho, em protesto contra a reforma laboral e o agravamento das condições no Serviço Nacional de Saúde.</P><br />
<P>Num comunicado assinado pela presidente do Sindicato dos Médicos do Norte e vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), Joana Bordalo e Sá, a estrutura sindical explica que os médicos voltam à luta porque &#8220;a situação não só não melhorou&#8221; como &#8220;está a agravar-se&#8221;.</P><br />
<P>Recorda que no Serviço Nacional de Saúde (SNS) faltam atualmente cerca de 800 médicos de família, deixando cerca de 1,6 milhões de utentes sem médico atribuído, e sublinha que muitos serviços essenciais, como urgências, continuam a encerrar.</P><br />
<P>Enquanto isso, acrescenta, a transferência de cuidados para o setor privado tem crescido, &#8220;sem qualquer valorização dos médicos&#8221;.</P><br />
<P>O sindicato indica que o que está em causa numa possível reforma laboral são &#8220;jornadas até 50 horas semanais como norma, horários desregulados, bancos de horas impostos, vínculos precários e ataques à parentalidade, à contratação coletiva, ao direito à greve e à ação sindical&#8221;.</P><br />
<P>Neste contexto, defende que o chamado Pacto para a Saúde só fará sentido se representar &#8220;um verdadeiro compromisso&#8221; com o reforço do SNS, dos seus profissionais e da capacidade de resposta pública.</P><br />
<P>&#8220;Não pode resumir-se à aprovação avulsa de medidas como incentivos ao trabalho suplementar acima dos limites legais em serviço de urgência, através de pagamentos em blocos de horas&#8221;, considera o sindicato.</P><br />
<P>Na semana passada, depois de o Governo ter aprovado em Conselho de Ministros o diploma sobre s incentivos a pagar nas urgências aos médicos do quadro, a FNAM considerou que as propostas não resolviam o problema da falta de médicos no SNS e apenas empurravam os profissionais para a exaustão.</P><br />
<P>Na nota hoje divulgada, o sindicato afeto à FNAM considera que o SNS precisa de &#8220;investimento sério, equipas completas, vínculos estáveis, salários dignos e condições de trabalho justas&#8221;.</P><br />
<P>Sem isso, acrescenta, &#8220;continuará a perder capacidade de resposta e os cidadãos continuarão a perder acesso a cuidados de saúde em tempo útil&#8221;.</P><br />
<P>A Comissão Executiva da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) entregou na segunda-feira o pré-aviso da greve geral agendada para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, cujas negociações terminaram sem acordo.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761491]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da farmacêutica Bayer mais do que duplica no 1º. trimestre para 2.763 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bayer]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro]]></category>
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					<description><![CDATA[A farmacêutica Bayer registou, até março, um lucro líquido atribuído de 2.763 milhões de euros, o que representa um aumento de 112,7% em relação ao ano anterior, informou hoje o grupo alemão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A farmacêutica Bayer registou, até março, um lucro líquido atribuído de 2.763 milhões de euros, o que representa um aumento de 112,7% em relação ao ano anterior, informou hoje o grupo alemão.</P><br />
<P>De acordo com a informação disponibilizada, o volume de negócios da empresa diminuiu no primeiro trimestre 2,4%, para 13.405 milhões de euros, devido aos efeitos das taxas de câmbio.</P><br />
<P>Excluindo estes efeitos negativos de 886 milhões, o volume de negócios teria subido 4,1%.</P><br />
<P>O lucro operacional melhorou entre janeiro e março para 3.528 milhões de euros, um aumento de 51,8%.</P><br />
<P>Neste período, a Bayer obteve receitas extraordinárias de 324 milhões de euros, resultantes principalmente da venda do negócio de antibióticos Avelox por 250 milhões.</P><br />
<P>&#8220;Estamos satisfeitos com o início de ano das nossas divisões e podemos confirmar as previsões para 2026, descontando os efeitos das taxas de câmbio&#8221;, afirmou o presidente executivo (CEO) da Bayer, Bill Anderson.</P><br />
<P>As vendas da divisão de produtos fitossanitários e sementes elevaram o volume de negócios para 7.558 milhões de euros, menos 0,3% do que no ano anterior, mas mais 6,8% excluindo os efeitos das taxas de câmbio.</P><br />
<P>Este aumento é justificado pela farmacêutica com a duplicação das vendas de sementes de soja e devido ao acordo de licença com a Corteva na América do Norte, que contribuiu para o volume de negócios com 448 milhões de euros.</P><br />
<P>A Bayer prevê para 2026 um volume de negócios entre 44.500 e 46.500 milhões de euros (anteriormente entre 44.000 e 46.000 milhões).</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761493]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro devolve ao Parlamento lei da perda da nacionalidade após chumbo do Constitucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Nacionalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Constitucional]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão foi tomada depois de o Tribunal Constitucional se ter pronunciado, em fiscalização preventiva, pela inconstitucionalidade de várias normas do diploma. A informação foi divulgada pela Presidência da República, em comunicado publicado esta terça-feira, 12 de maio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, devolveu esta terça-feira à Assembleia da República o decreto que alterava o Código Penal e criava a pena acessória de perda da nacionalidade portuguesa.</p>
<p>A decisão foi tomada depois de o Tribunal Constitucional se ter pronunciado, em fiscalização preventiva, pela inconstitucionalidade de várias normas do diploma. A informação foi divulgada pela Presidência da República, em comunicado publicado esta terça-feira, 12 de maio.</p>
<p>Em causa está o Decreto n.º 49/XVII, aprovado pelo Parlamento, que pretendia aditar ao Código Penal o artigo 69.º-D, relativo à perda da nacionalidade.</p>
<p><strong>O que dizia o diploma?</strong></p>
<p>O decreto previa que pudesse ser aplicada a pena de perda da nacionalidade portuguesa a cidadãos que também fossem nacionais de outro Estado e que tivessem sido condenados a pena de prisão efetiva igual ou superior a cinco anos por determinados crimes.</p>
<p>A medida aplicar-se-ia apenas a factos praticados nos 15 anos posteriores ao momento em que produziram efeitos a obtenção da nacionalidade portuguesa.<br />
Ou seja, a proposta não abrangia todos os cidadãos portugueses, mas sim pessoas com dupla nacionalidade e que tivessem adquirido a nacionalidade portuguesa.</p>
<p><strong>Porque voltou para o Parlamento?</strong></p>
<p>A lei voltou para trás porque o Tribunal Constitucional considerou inconstitucionais várias normas do diploma.</p>
<p>No comunicado, a Presidência explica que a devolução foi feita ao abrigo do artigo 279.º, n.º 1, da Constituição, depois de o Tribunal Constitucional se ter pronunciado contra normas constantes do n.º 1, das alíneas a), b), c), d), e) e h) do n.º 4 e do n.º 5 do artigo 69.º-D que seria aditado ao Código Penal.</p>
<p>A decisão do Constitucional impede a promulgação do diploma nos termos em que foi aprovado.</p>
<p><strong>O que acontece agora?</strong></p>
<p>Com a devolução do decreto à Assembleia da República, cabe agora ao Parlamento decidir o que fazer.</p>
<p>Os deputados podem alterar o texto para responder às objeções do Tribunal Constitucional ou tentar confirmar o diploma, nos termos previstos na Constituição. Em qualquer dos casos, a decisão do Tribunal Constitucional coloca um forte obstáculo jurídico à versão aprovada.</p>
<p>A RTP noticiou que o Tribunal Constitucional declarou por unanimidade a inconstitucionalidade da medida, considerando que as alterações à lei penal que permitiam a perda de nacionalidade como pena acessória de crimes graves não respeitavam a Constituição.</p>
<p><strong>Um tema politicamente sensível</strong></p>
<p>A perda da nacionalidade tem sido um dos temas mais sensíveis no debate político sobre imigração, criminalidade e integração.</p>
<p>Os defensores da medida argumentam que o Estado deve poder retirar a nacionalidade adquirida a quem cometa crimes graves, sobretudo quando a pessoa mantém outra nacionalidade e não fica apátrida.</p>
<p>Os críticos alertam para riscos constitucionais, para a criação de categorias diferentes de cidadãos portugueses e para a possibilidade de a nacionalidade passar a ser tratada como uma condição revogável em função de condenações penais.</p>
<p>Para já, a consequência imediata é clara: a lei não segue para promulgação e regressa ao Parlamento. O debate político continua, mas a versão aprovada pelos deputados ficou travada pelo crivo do Tribunal Constitucional.</p>
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