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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Viveu 20 anos na casa dos pais sem pagar renda e agora os irmãos exigem 66 mil euros da herança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[heranças]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante 20 anos, uma mulher viveu num apartamento dos pais sem pagar renda. O que começou como uma ajuda familiar, numa altura de dificuldades financeiras, acabou por se transformar num conflito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante 20 anos, uma mulher viveu num apartamento dos pais sem pagar renda. O que começou como uma ajuda familiar, numa altura de dificuldades financeiras, acabou por se transformar num conflito de herança entre irmãos, relata o &#8216;HuffPost&#8217;.</p>
<p>O caso aconteceu em França e ganhou contornos delicados depois da morte da mãe. Os pais tinham dois apartamentos no mesmo prédio, ambos avaliados em cerca de 310 mil euros em 2025. Duas décadas antes, a filha mais nova pediu apoio à família e os pais cederam-lhe temporariamente um dos imóveis.</p>
<p>O acordo, porém, deixou de ser temporário. A mulher acabou por fazer daquele apartamento a sua residência permanente e viveu ali durante duas décadas sem pagar renda.</p>
<p>Enquanto os pais eram vivos, a situação manteve-se dentro da esfera familiar. Mas, no momento da partilha da herança, os irmãos entenderam que aquela ocupação gratuita tinha beneficiado a irmã e prejudicado o património comum.</p>
<p>O argumento é simples: se o apartamento tivesse sido arrendado, os pais teriam recebido rendimento durante todos esses anos. Como isso não aconteceu, dizem os irmãos, o valor que agora entra na herança é menor do que poderia ter sido.</p>
<p>O notário da família explicou que a ocupação prolongada impediu os pais de aumentarem o seu património, uma vez que não houve receita de rendas ao longo de 20 anos. Foi com base nessa leitura que os irmãos pediram uma compensação financeira.</p>
<p>Nas contas iniciais, o valor poderia ser pesado. A renda estimada do apartamento foi fixada em 1.100 euros por mês. Multiplicada por 20 anos, a ocupação gratuita representaria 264 mil euros.</p>
<p>Mas a lei impôs um travão. Como este tipo de reclamação tem um limite temporal de cinco anos, os irmãos só podiam reclamar 66 mil euros. Esse montante passaria a ser considerado uma dívida da filha ao património deixado pelos pais.</p>
<p>Na prática, os 66 mil euros seriam integrados na herança e divididos pelos três filhos. Cada um teria direito a 22 mil euros. Como a própria irmã também era herdeira, o valor líquido que teria de suportar ficaria em 44 mil euros.</p>
<p>O problema é que a mulher não tinha condições para pagar essa quantia. Para evitar que o conflito avançasse para uma disputa judicial mais pesada, os três irmãos acabaram por chegar a um acordo amigável.</p>
<p>De acordo com o &#8216;HuffPost&#8217;, a solução passou por atribuir à filha mais nova apenas a parte mínima da herança a que tinha direito por lei, ficando o restante património para os irmãos.</p>
<p>A história mostra como uma ajuda familiar, quando se prolonga durante anos sem regras claras, pode transformar-se numa conta difícil de fechar. E lembra que, numa herança, até aquilo que nunca foi pago pode acabar por ter preço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760108]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Número de mortos na Faixa de Gaza atinge os 72.736</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos na Faixa de Gaza devido aos ataques israelitas atingiu hoje os 72.736 desde outubro de 2023, após o Ministério da Saúde ter identificado mais 103 corpos, de acordo com dados do último relatório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na Faixa de Gaza devido aos ataques israelitas atingiu hoje os 72.736 desde outubro de 2023, após o Ministério da Saúde ter identificado mais 103 corpos, de acordo com dados do último relatório.</P><br />
<P>Apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro, pelo menos 850 pessoas morreram na Faixa nestes sete meses, o que equivale a uma média de quatro pessoas mortas diariamente em ataques aéreos ou por disparos das tropas israelitas que continuam posicionadas na chamada linha amarela. </P><br />
<P>Na sexta-feira à noite, segundo informou um porta-voz das equipas de resgate da Defesa Civil, o Exército israelita disparou um míssil contra uma habitação familiar no campo de Al Shati, a oeste da cidade de Gaza, ferindo cerca de nove civis.</P><br />
<P>&#8220;O ataque destruiu completamente a casa e danificou dezenas de habitações e edifícios vizinhos, provocando incêndios em vários deles, o que ameaça a deslocação de dezenas de famílias devido à magnitude dos danos e ao perigo constante&#8221;, denunciou a Defesa Civil num comunicado.</P><br />
<P>O Exército israelita ainda não se pronunciou sobre este ataque.</P><br />
<P>Desde a assinatura do acordo de cessar-fogo, a 10 de outubro de 2025, Israel tem continuado a atacar a Faixa de Gaza quase diariamente. </P><br />
<P>Desde o ataque do Hamas de 07 de outubro de 2023 a território israelita &#8212; que fez 1.200 mortos e 251 reféns -, registaram-se perto de 73 mil mortos e quase 173 mil feridos em consequência das ofensivas do Exército israelita a uma Faixa de Gaza devastada, no que uma comissão independente nomeada pela ONU classificou como genocídio.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760816]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro alerta que uma Europa que depende da unanimidade &#8220;chega sempre tarde&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República reiterou hoje a sua oposição à regra da unanimidade na União Europeia (UE), alertando que uma Europa "que se move apenas quando há consenso, é uma Europa que chega sempre tarde".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República reiterou hoje a sua oposição à regra da unanimidade na União Europeia (UE), alertando que uma Europa &#8220;que se move apenas quando há consenso, é uma Europa que chega sempre tarde&#8221;.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada nas redes sociais para assinalar o Dia da Europa, António José Seguro recordou que a UE &#8220;nasceu da vontade de garantir a paz e o progresso num continente devastado por guerra&#8221;, mas alertou que o continente &#8220;enfrenta hoje uma encruzilhada diferente, mas igualmente exigente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A resposta não está em recuar, fragmentar ou desistir. Está em avançar com mais união, mais ambição e mais coragem política&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>António José Seguro argumentou que &#8220;uma Europa de 27 países, que se move apenas quando há consenso, é uma Europa que chega sempre tarde&#8221;, insistindo na sua posição pelo fim da regra da unanimidade europeia em domínios estratégicos.</P><br />
<P>&#8220;O futuro pertence a quem age com determinação. Não a quem reage tarde e corre quase sempre atrás do prejuízo&#8221;, acrescentou o chefe de Estado.</P><br />
<P>O Presidente da República defendeu que, &#8220;em vez de minorias de bloqueio&#8221;, são necessárias &#8220;maiorias com ambição&#8221; e &#8220;lideranças que pensem a Europa para além dos egoísmos imediatos dos Estados-membros que representam&#8221;.</P><br />
<P>Nesta mensagem, Seguro salientou também que a &#8220;Europa avançou com líderes que ousaram pensar além do imediato&#8221; e considerou que é necessário recuperar esse espírito.</P><br />
<P>&#8220;Para preservar a paz, a Europa tem de percorrer quatro caminhos em simultâneo: salvaguardar a democracia como fundamento irrenunciável da vida em comum, aprofundar a integração política como garantia de solidariedade entre os seus povos, construir autonomia estratégica como expressão de soberania na defesa, competitividade e energia&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Seguro defendeu que, para concretizar &#8220;todas estas ambições&#8221;, é necessário &#8220;um modelo de governação mais eficiente e mais rápido&#8221;, remetendo para a sua intervenção, esta semana, em Itália, na sessão comemorativa dos 50 anos do Instituto Europeu de Florença.</P><br />
<P>&#8220;A regra da unanimidade em domínios estratégicos funcionou no século passado, não resulta no século XXI. O mundo não espera por nós&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O Dia da Europa assinala-se em 09 de maio, evocando a declaração de Robert Schuman, em 1950, na qual apresentou as bases fundadoras da União Europeia.</P><br />
<P>Portugal aderiu formalmente à Comunidade Económica Europeia (CEE) em 01 de janeiro de 1986, juntamente com Espanha.</P><br />
<P>O tratado de adesão de Portugal à então CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e também pelo vice-primeiro-ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes.</P><br />
<P>Quando o tratado entrou em vigor, em 01 de janeiro de 1986, já estava em funções o Governo do PSD chefiado por Aníbal Cavaco Silva, que iria governar durante dez anos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760815]]></sapo:autor>
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		<title>PS convida PM a visitar mercados e acusa Chega de ser muleta do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS convidou hoje o primeiro-ministro a visitar um mercado para "tomar conta ao custo de vida" e acusou o líder do Chega de ser "uma boa muleta" do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>***Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Matosinhos, Porto, 09 mai 2026 (Lusa) &#8211; O secretário-geral do PS convidou hoje o primeiro-ministro a visitar um mercado para &#8220;tomar conta ao custo de vida&#8221; e acusou o líder do Chega de ser &#8220;uma boa muleta&#8221; do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Encontro-me aqui para fazer um convite ao primeiro-ministro. É o convite para que ele possa visitar o mercado de Angeiras ou que possa visitar o mercado de Benfica ou de Alvalade para poder tomar conta do custo de vida&#8221;, desafiou José Luís Carneiro, à margem de uma visita ao mercado de Angeiras, em Matosinhos, no distrito do Porto.</P><br />
<P>Pelas contas do líder socialista, &#8220;uma família de quatro pessoas que consuma cerca de 100 litros de gasóleo por mês, que consuma duas garrafas de gás, que tem um empréstimo até 150 mil euros para a sua casa e que, em regra, também faça uma vida quotidiana, está a ter um custo em maio superior a 147 euros do que o custo que tinha em janeiro&#8221;.</P><br />
<P>José Luís Carneiro lembrou que o &#8220;PS apresentou propostas que permitiam reduzir em 67 euros este custo com o cabaz alimentar&#8221;, mas que foram recusadas pelo executivo liderado por Luís Montenegro.</P><br />
<P>&#8220;Nós, o PS, não compreendemos a insensibilidade do primeiro-ministro para que recuse, para que continue a rejeitar as propostas que o PS tem apresentado para o custo de vida&#8221;, disse.</P><br />
<P>Isto porque, salientou, &#8220;o custo de vida está, neste momento, a causar graves constrangimentos às famílias e nada faz supor que haja alterações substantivas nas condições económicas internacionais&#8221;.José Luís Carneiro apontou ainda algumas das medidas para fazer face ao aumento do custo de vida avançadas pelo PS: &#8220;Nós apresentámos propostas para reduzir o IVA sobre os custos com os combustíveis, os custos com a eletricidade, os custos com o gás e, simultaneamente, também para começar a cautelar os custos com os bens alimentares, com o agroalimentar&#8221;, enumerou.</P><br />
<P>&#8220;E é muito importante que o primeiro-ministro não ignore, não esqueça, não seja insensível aos problemas da vida das pessoas&#8221;, apelou.</P><br />
<P>Questionado, várias vezes, sobre a decisão do Tribunal Constitucional relativa à Lei da Nacionalidade, o líder do PS recusou comentar, mas deixou uma acusação ao líder do Chega, que pões a hipótese de avançar com um pedido de referendo sobre a decisão.</P><br />
<P>&#8220;André Ventura, sendo ele formado em direito, vê-se mesmo que é para distrair as atenções, porque é evidente que aquilo que ele disse não é sequer possível, não é viável. Ou seja, não é viável referendar uma decisão do Tribunal Constitucional&#8221;, começou por apontar.</P><br />
<P>E continuou: &#8220;Eu pergunto, então ele não sabe isto? Pois com certeza que sabe, só que faz isso precisamente para distrair as atenções da opinião pública e com isso está a ser uma boa muleta ao Governo que é retirar a atenção das pessoas daquilo que importa à vida das pessoas&#8221;, acusou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760814]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ensaio. Porsche 718: legado de competição e comunidade apaixonada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Porsche]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Passeio “Cântaros da Estrela” decorreu durante 2 dias na Beira Baixa com uma caravana de 17 Porsches Cayman e Boxster, que percorreram as estradas da Covilhã, Manteigas, Guarda, Sabugal e Belmonte... e estivemos lá para contar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Porsche, o Grupo 718 não é um grupo empresarial nem uma divisão corporativa mas um conjunto de entusiastas da marca e do modelo que se reunem com um propósito;  conviver numa época em que vivemos a olhar para o telemóvel e para encontrar tempo para socializar.</p>
<p>O passeio “Cântaros da Estrela” decorreu durante 2 dias na Beira Baixa com uma caravana de 17 Porsches Cayman e Boxster, que percorreram as estradas da Covilhã, Manteigas, Guarda, Sabugal e Belmonte.</p>
<p>A família/modelo Porsche 718 é  uma designação histórica e técnica usada pela marca pois foi um carro de competição produzido entre 1957 e 1962, como uma  evolução do lendário <strong>Porsche 550 Spyder</strong>.</p>
<p>Marcou a diferença nas provas onde participou por ser um desportivo leve com motor central,visível na Targa Florio, Le Man ou Sebring.</p>
<p>Este número interno de projeto da Porsche, está associado a automóveis leves com motor central, equilíbrio e agilidade em curva.</p>
<p>Daí a Porsche ter recuperado este número para a sua nova geração onde se inclui o 718 Boxster (roadster), 718 Cayman (coupé), 718 GTS 4.0, 718 Cayman GT4 / GT4 RS, 718 Spyder / Spyder RS.</p>
<p>Com um posicionamento abaixo do 911, dizem os puristas, que o 718 é &#8220;mais Porsche&#8221; a nível dinâmico. Isto porque o 718 tem motor central, tal como os Porsche de competição clássicos (550, 718 RSK) o que lhe confere uma distribuição de massas muito próxima de 50:50,  uma frente mais comunicativa e uma traseira mais previsível no limite.</p>
<p>O próprio nome 718 foi recuperado pela Porsche precisamente para ligar estes modelos modernos aos carros de corrida leves dos anos 50 e, para os puristas que encontrei neste encontro por terras beirãs isto é “engenharia correta antes de potência”.</p>
<p>Enquanto que o 911 moderno cresceu em dimensão, ganhou tração integral, direção traseira, amortecimento ativo complexo, tornou‑se incrivelmente rápido, mas também mais filtrado. O 718 mantém um contacto &#8220;mais cru&#8221; com a estrada, algo que a própria Porsche reconhece ao posicioná‑lo como o desportivo “driver‑focused” da gama.</p>
<p>AS versões GT do 718 são a referência de pureza e apontados como alguns dos melhores Porsche modernos para conduzir, exatamente porque possuem um chassis mais curto, menor peso, motor central + soluções GT.</p>

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<p><strong>A ideia foi recriar  a filosofia do 718 original, descrito pela própria Porsche como um “giant killer” nas pistas</strong></p>
<div dir="auto">Grupo Português não oficial, dedicado a todos os modelos 718 da PORSCHE:</div>
<div dir="auto">Cayman | Boxster | GTS | GT4 | GT4 RS | Spyder RS</div>
<ul>
<li>https://www.facebook.com/groups/porsche718portugal/</li>
<li>https://porsche718portugal.com</li>
</ul>
<p>P.S. Um agradecimento ao Angélico e Gusmão pelo convite</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758125]]></sapo:autor>
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		<title>PM sublinha empenho de Portugal na construção de uma UE mais competitiva e influente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro disse hoje que Portugal continuará empenhado na construção de uma União Europeia "mais forte, competitiva, coesa e influente", numa mensagem em que destacou também os 40 anos da adesão do país ao projeto europeu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro disse hoje que Portugal continuará empenhado na construção de uma União Europeia &#8220;mais forte, competitiva, coesa e influente&#8221;, numa mensagem em que destacou também os 40 anos da adesão do país ao projeto europeu.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada nas suas redes sociais, Luís Montenegro escreve que hoje, Dia da Europa, celebra-se uma &#8220;Europa de paz liberdade, democracia e prosperidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No ano em que celebramos os 40 anos da adesão à CEE, orgulhamo-nos de fazer parte deste projeto comum que nos une em valores e oportunidades&#8221;, frisa também o líder do Governo.</P><br />
<P>Montenegro diz que, &#8220;num tempo de grandes desafios&#8221;, Portugal continuará &#8220;empenhado na construção de uma União mais forte, competitiva, coesa e influente no mundo&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro conclui esta mensagem defendendo que o fortalecimento da Europa é &#8220;essencial à defesa dos interesses e ambições de Portugal e dos portugueses&#8221;.</P><br />
<P>O Dia da Europa assinala-se hoje, evocando a declaração de Robert Schuman, em 1950, na qual apresentou as bases fundadoras da União Europeia.</P><br />
<P>Portugal aderiu formalmente à Comunidade Económica Europeia (CEE) em 01 de janeiro de 1986, juntamente com Espanha.</P><br />
<P>O tratado de adesão de Portugal à então CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e também pelo vice-primeiro-ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes.</P><br />
<P>Quando o tratado entrou em vigor, em 01 de janeiro de 1986, já estava em funções o Governo do PSD chefiado por Aníbal Cavaco Silva, que iria governar durante dez anos.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (IEL)  // MSF </P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760813]]></sapo:autor>
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		<title>Macron defende União Europeia &#8220;forte, poderosa e independente&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou hoje que "a Europa pode e deve melhorar ainda mais", numa mensagem por ocasião do Dia da Europa, defendendo a necessidade de continuar a trabalhar por uma União Europeia "forte, poderosa e independente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou hoje que &#8220;a Europa pode e deve melhorar ainda mais&#8221;, numa mensagem por ocasião do Dia da Europa, defendendo a necessidade de continuar a trabalhar por uma União Europeia &#8220;forte, poderosa e independente&#8221;.</P><br />
<P>Num apelo veemente a favor da UE, Macron exortou os cidadãos a sentirem-se &#8220;orgulhosos de ser europeus&#8221; e destacou a ambição de construir &#8220;o continente mais ecológico&#8221;, líder em inovação, tecnologia e soberania industrial, capaz de reduzir as suas dependências estratégicas e defender &#8220;os valores democráticos e humanistas&#8221;.</P><br />
<P>Macron afirmou que a Europa demonstrou a sua capacidade de resposta perante as grandes crises recentes, desde a pandemia e as turbulências económicas até à guerra na Ucrânia. </P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado francês, a UE age &#8220;rápido, com força e em solidariedade&#8221; quando &#8220;a História bate à porta&#8221;.</P><br />
<P>Na sua mensagem nas redes sociais, Macron recordou que a UE nasceu &#8220;das ruínas&#8221; e da rejeição ao nacionalismo e à guerra, na sequência dos conflitos do século XX. </P><br />
<P>&#8220;É um legado arrancado das ruínas, um tesouro forjado pela coragem daqueles e daquelas que se recusaram a aceitar que o nacionalismo e a guerra fossem o nosso destino&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Macron assegurou que, desde 2017, quando iniciou o seu mandato como Presidente, tem dedicado a sua energia ao projeto europeu porque &#8220;uma parte significativa&#8221; do futuro e da soberania da França &#8220;está em jogo aí&#8221;.</P><br />
<P>E sustentou que &#8220;a Europa respeita e fortalece&#8221; as nações, contrariamente ao que afirma a extrema-direita.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760812]]></sapo:autor>
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		<title>Um mês de trabalho saiu caro: reformado perde pensão e terá de devolver mais de 3 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 11 de outubro e 10 de novembro de 2022, o homem esteve registado como trabalhador por conta de outrem, ao mesmo tempo que mantinha o pagamento integral da pensão...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história começou com uma decisão aparentemente simples: um reformado em Espanha aceitou um trabalho a tempo inteiro durante cerca de um mês numa pequena empresa de engenharia na Andaluzia. O problema, relata o &#8216;HuffPost&#8217;, é que durante esse período continuou a receber 100% da sua pensão de reforma.</p>
<p>Entre 11 de outubro e 10 de novembro de 2022, o homem esteve registado como trabalhador por conta de outrem, ao mesmo tempo que mantinha o pagamento integral da pensão. Para a Segurança Social espanhola, essa acumulação não era válida e deu origem a uma cobrança de 3.162,93 euros, valor considerado indevidamente recebido.</p>
<p>A situação só ganhou contornos mais pesados quando o Instituto Nacional de Segurança Social espanhol avançou para recuperar o dinheiro. O reformado foi informado de que teria de devolver o montante através de descontos na pensão: quatro prestações de 1.018,58 euros e uma última de 107,19 euros.</p>
<p>O homem contestou a decisão. Defendeu que a própria Segurança Social tinha conhecimento da sua atividade profissional, uma vez que as contribuições constavam dos registos oficiais. Na sua perspetiva, se a administração sabia que tinha trabalhado, não poderia depois invocar desconhecimento para exigir a devolução da pensão recebida nesse período.</p>
<p>O Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia não lhe deu razão.</p>
<p>A decisão considerou que receber uma pensão de reforma completa é incompatível com um trabalho a tempo inteiro, salvo nos casos específicos previstos na lei. Ou seja, para um reformado continuar a trabalhar, não basta iniciar atividade e deixar que as contribuições apareçam no sistema: é necessário pedir previamente o regime adequado.</p>
<p>No centro do caso está a distinção entre receber a reforma normal e recorrer a modalidades próprias para quem quer continuar a trabalhar, como a reforma flexível ou a reforma ativa. Sem esse pedido expresso, a pensão recebida durante o período de trabalho passa a ser considerada indevida.</p>
<p>O &#8216;HuffPost&#8217; sublinha que a sentença também recupera doutrina do Supremo Tribunal espanhol de setembro de 2023: quando um pensionista trabalha sem fazer a comunicação exigida, fica obrigado a devolver os valores recebidos indevidamente.</p>
<p>Na prática, o mês em que o reformado voltou ao trabalho acabou por sair-lhe caro. Não por ter trabalhado, mas por o ter feito mantendo a pensão completa e sem acionar antes o mecanismo legal apropriado.</p>
<p>O caso deixa uma lição simples para quem já está reformado e pondera regressar ao mercado de trabalho: antes de aceitar um contrato, é essencial confirmar que regime se aplica e pedir autorização de forma clara. Caso contrário, mesmo um curto período de atividade pode transformar-se numa fatura de milhares de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760075]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Programa Sustentável 2030 abre 3 novos concursos no valor de 130 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa Sustentável 2030 abriu três novos concursos, no valor de 130 milhões de euros, para as áreas da economia circular e para promover o acesso seguro e a gestão sustentável da água, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Programa Sustentável 2030 abriu três novos concursos, no valor de 130 milhões de euros, para as áreas da economia circular e para promover o acesso seguro e a gestão sustentável da água, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>Num comunicado hoje divulgado, os ministérios da Economia e da Coesão Territotial e do Ambiente e Energia precisam que a promoção do acesso seguro e a gestão sustentável da água inclui uma gestão integrada e maior resiliência hídrica.</P><br />
<P>Dois dos três concursos, um de 30 milhões de euros e outro de 40 milhões de euros, visam garantir a acessibilidade física, maior segurança e resiliência das infraestruturas, promovendo uma gestão mais sustentável da água e ambos contemplam uma taxa de cofinanciamento de 85% e destinam-se a municípios e suas associações, ao setor empresarial do Estado e ao setor empresarial local, nas NUT II do Continente, refere o comunicado.</P><br />
<P>Os ministérios explicam que o &#8220;primeiro destes concursos destina 40 milhões de euros para intervenções ao nível da recolha e tratamento das águas residuais e visa apoiar a melhoria da qualidade do serviço prestado, bem como contribuir para a qualidade das águas interiores e costeiras&#8221;.</P><br />
<P>A primeira fase de candidaturas para este primeiro concurso decorre até 21 de setembro de 2026, à qual se segue uma segunda fase que arranca em 21 de setembro de 2026 e encerra em 20 de janeiro de 2027.</P><br />
<P>O segundo programa diz respeito à captação, adução e tratamento de água para consumo público, prevendo 30 milhões de euros em apoios para intervenções no ciclo urbano da água.</P><br />
<P>O período de candidaturas na primeira fase decorre até 20 de outubro de 2026, iniciando-se uma segunda fase em 20 de outubro de 2026, que se prolongará até 22 de fevereiro de 2027.</P><br />
<P>Em relação ao terceiro concurso, que reserva 60 milhões de euros do Fundo de Coesão para infraestruturas de valorização de resíduos urbanos, os dois ministérios afirmam que visa uma gestão mais eficiente e sustentável que permita reduzir a deposição em aterro, aumentar a reciclagem e a circularidade dos recursos.</P><br />
<P>Os beneficiários deste incentivo financeiro, que é de 85% do total do investimento, podem ser &#8220;as entidades gestoras de resíduos urbanos com competência para realizar os investimentos em alta nas regiões do Norte, Algarve, Centro, Área Metropolitana de Lisboa e Alentejo&#8221;.</P><br />
<P>A primeira fase do aviso termina em 20 de agosto de 2026, seguindo-se uma segunda fase com abertura prevista para 20 de agosto de 2026 e encerramento em 22 de março de 2027.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, sublinha que &#8220;apesar do muito que já foi feito, ainda há muitas necessidades a satisfazer no que respeita ao abastecimento de água e tratamento de resíduos&#8221;.</P><br />
<P>Também citado comunicado, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, afirma: &#8220;Estamos a implementar a Estratégia Água que Une e a recuperar o tempo perdido na gestão de resíduos para entrarmos na rota para o cumprimento das metas&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760811]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Aguiar-Branco enaltece projeto europeu como espaço de paz e identidade comum</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aguiar-branco-enaltece-projeto-europeu-como-espaco-de-paz-e-identidade-comum/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia da República assinalou hoje o Dia da Europa defendendo que "o projeto europeu representa a paz" e a cooperação e salientando a importância da adesão europeia de Portugal "na construção de uma identidade comum".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Assembleia da República assinalou hoje o Dia da Europa defendendo que &#8220;o projeto europeu representa a paz&#8221; e a cooperação e salientando a importância da adesão europeia de Portugal &#8220;na construção de uma identidade comum&#8221;.</P><br />
<P>Numa mensagem em vídeo divulgada nas suas redes sociais por ocasião do Dia da Europa , José Pedro Aguiar-Branco afirmou que a &#8220;Europa é mais do que um continente&#8221;, descrevendo-a como &#8220;uma cultura, uma civilização, um modo de viver e pensar o mundo&#8221;.</P><br />
<P>O presidente do parlamento português frisou que, nas últimas décadas, a &#8220;Europa construiu um modelo social único, baseado na liberdade económica, na solidariedade e no bem comum&#8221; e elencou o papel da União Europeia na construção da paz.</P><br />
<P>&#8220;Um projeto que garantiu a livre circulação de pessoas, bens e capitais. A liberdade de estudar, trabalhar e investir em qualquer país da União Europeia. Mas, acima de tudo, o projeto europeu representa a paz. Representa, depois de séculos de conflito, uma opção pelo diálogo e pela cooperação&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Neste vídeo, Aguiar-Branco sublinhou ainda o impacto da adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), há 40 anos, apontando transformações na criação de infraestruturas e no desenvolvimento regional e considerando que essas são mudanças reconhecidas pelos portugueses.</P><br />
<P>O presidente da Assembleia da República salientou ainda a importância da adesão de Portugal ao projeto europeu na &#8220;construção de uma identidade comum&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Neste Dia da Europa, celebramos tudo isto. O passado que partilhamos, a cultura que vivemos e o futuro que estamos a construir&#8221;, concluiu.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760810]]></sapo:autor>
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		<title>Wireless Logic entra em Portugal e prevê investimento de um milhão de euros até 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Wireless Logic, fornecedor global de conectividade para a Internet das Coisas (IoT), vai entrar em Portugal e prevê um investimento de um milhão de euros até 2027, disse à Lusa o responsável Afonso Freitas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Wireless Logic, fornecedor global de conectividade para a Internet das Coisas (IoT), vai entrar em Portugal e prevê um investimento de um milhão de euros até 2027, disse à Lusa o responsável Afonso Freitas.</P><br />
<P>&#8220;Está previsto um investimento global na ordem de um milhão de euros até ao final de 2027, destinado ao reforço da estrutura local, desenvolvimento de rede e serviços, ações de &#8216;marketing&#8217; e presença institucional no mercado, bem como apoio à expansão comercial e técnica da operação&#8221;, detalhou o &#8216;business development principal manager iberia&#8217; da Wireless Logic.</P><br />
<P>Afonso Freitas acrescentou que a &#8220;entrada em Portugal insere-se na estratégia de reforço da presença da Wireless Logic na Península Ibérica, replicando o posicionamento já alcançado em Espanha e noutros mercados europeus&#8221;.</P><br />
<P>O responsável pelo desenvolvimento do negócio apontou que &#8220;o contexto atual é marcado por uma forte aceleração da transformação digital, com crescimento significativo da procura por soluções IoT em áreas como gestão de frotas, sistemas de pagamentos, mobilidade elétrica, energia, cidades inteligentes e infraestruturas conectadas&#8221;.</P><br />
<P>Depois, &#8220;a proximidade geográfica, cultural e económica com Espanha facilita a integração operacional da região ibérica&#8221;. </P><br />
<P>O gestor destacou ainda &#8220;o potencial estratégico de Portugal como plataforma de inovação e ponto de expansão para mercados internacionais, em particular para o Brasil e outros países lusófonos, beneficiando da capacidade da Wireless Logic de fornecer conectividade global adaptada a diferentes enquadramentos regulatórios e operacionais&#8221;.</P><br />
<P>O plano de desenvolvimento da operação em Portugal da Wireless Logic prevê &#8220;a constituição de uma equipa local, com reforço nas áreas de desenvolvimento de negócio e na vertente técnica, até ao final de 2027&#8221;. </P><br />
<P>Em termos de faturação para Portugal, &#8220;a estimativa global aponta para cerca de dois milhões de euros até ao final de 2027, sendo que a evolução será progressiva e dependente da maturidade dos projetos e do crescimento do mercado&#8221;, salientou Afonso Freitas.</P><br />
<P>A Wirelss Logic disponibiliza conectividade multioperador, gestão de dispositivos, plataformas IoT e serviços de valor acrescentado como cibersegurança, digital twins e soluções de inteligência aplicada à gestão de redes, segundo a tecnológica. </P><br />
<P>&#8220;A sua rede, Conexa, permite ligar e gerir ativos em qualquer rede, simplificando operações e garantindo conectividade global resiliente&#8221;, adiantou o responsável.</P><br />
<P>Opera em mais &#8220;de 190 países, gera cerca de 18 milhões de subscrições IoT e dois milhões de eSIM ativas, contando com mais de 1.000 especialistas em IoT distribuídos por 26 localizações globais&#8221;, dispondo ainda de &#8220;conectividade sem restrições em 10 mercados estratégicos de difícil acesso &#8211; Brasil, Turquia, Nigéria, China, Índia, Egito, Arábia Saudita, Singapura, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido &#8211; assegurando conectividade global para aplicações críticas em diferentes geografias&#8221;, detalhou.</P><br />
<P>A cibersegurança &#8220;é um elemento central na estratégia da Wireless Logic, sobretudo num contexto de crescente digitalização e expansão da IoT, que aumenta significativamente a superfície de ataque das organizações&#8221;, referiu o &#8216;business development principal manager iberia&#8217;.</P><br />
<P>A tecnológica conta &#8220;com mais de um milhão de dispositivos monitorizados pela sua plataforma de Anomaly &amp; Threat Detection (ATD), reforçando a capacidade de proteção e resposta em ambientes críticos, através de monitorização contínua e mecanismos de segurança inteligentes&#8221;, relatou.</P><br />
<P>Quanto ao papel da inteligência artificial (IA), esta &#8220;desempenha um papel acentuado na operação da Wireless Logic, sendo aplicada em várias componentes da sua plataforma tecnológica&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P></P><br />
<P>ALU // CSJ</P><br />
<P>Lusa/FimLisboa, 09 mai 2026 (Lusa) &#8211; A Wireless Logic, fornecedor global de conectividade para a Internet das Coisas (IoT), vai entrar em Portugal e prevê um investimento de um milhão de euros até 2027, disse à Lusa o responsável Afonso Freitas.</P><br />
<P>&#8220;Está previsto um investimento global na ordem de um milhão de euros até ao final de 2027, destinado ao reforço da estrutura local, desenvolvimento de rede e serviços, ações de &#8216;marketing&#8217; e presença institucional no mercado, bem como apoio à expansão comercial e técnica da operação&#8221;, detalhou o &#8216;business development principal manager iberia&#8217; da Wireless Logic.</P><br />
<P>Afonso Freitas acrescentou que a &#8220;entrada em Portugal insere-se na estratégia de reforço da presença da Wireless Logic na Península Ibérica, replicando o posicionamento já alcançado em Espanha e noutros mercados europeus&#8221;.</P><br />
<P>O responsável pelo desenvolvimento do negócio apontou que &#8220;o contexto atual é marcado por uma forte aceleração da transformação digital, com crescimento significativo da procura por soluções IoT em áreas como gestão de frotas, sistemas de pagamentos, mobilidade elétrica, energia, cidades inteligentes e infraestruturas conectadas&#8221;.</P><br />
<P>Depois, &#8220;a proximidade geográfica, cultural e económica com Espanha facilita a integração operacional da região ibérica&#8221;. </P><br />
<P>O gestor destacou ainda &#8220;o potencial estratégico de Portugal como plataforma de inovação e ponto de expansão para mercados internacionais, em particular para o Brasil e outros países lusófonos, beneficiando da capacidade da Wireless Logic de fornecer conectividade global adaptada a diferentes enquadramentos regulatórios e operacionais&#8221;.</P><br />
<P>O plano de desenvolvimento da operação em Portugal da Wireless Logic prevê &#8220;a constituição de uma equipa local, com reforço nas áreas de desenvolvimento de negócio e na vertente técnica, até ao final de 2027&#8221;. </P><br />
<P>Em termos de faturação para Portugal, &#8220;a estimativa global aponta para cerca de dois milhões de euros até ao final de 2027, sendo que a evolução será progressiva e dependente da maturidade dos projetos e do crescimento do mercado&#8221;, salientou Afonso Freitas.</P><br />
<P>A Wirelss Logic disponibiliza conectividade multioperador, gestão de dispositivos, plataformas IoT e serviços de valor acrescentado como cibersegurança, digital twins e soluções de inteligência aplicada à gestão de redes, segundo a tecnológica. </P><br />
<P>&#8220;A sua rede, Conexa, permite ligar e gerir ativos em qualquer rede, simplificando operações e garantindo conectividade global resiliente&#8221;, adiantou o responsável.</P><br />
<P>Opera em mais &#8220;de 190 países, gera cerca de 18 milhões de subscrições IoT e dois milhões de eSIM ativas, contando com mais de 1.000 especialistas em IoT distribuídos por 26 localizações globais&#8221;, dispondo ainda de &#8220;conectividade sem restrições em 10 mercados estratégicos de difícil acesso &#8211; Brasil, Turquia, Nigéria, China, Índia, Egito, Arábia Saudita, Singapura, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido &#8211; assegurando conectividade global para aplicações críticas em diferentes geografias&#8221;, detalhou.</P><br />
<P>A cibersegurança &#8220;é um elemento central na estratégia da Wireless Logic, sobretudo num contexto de crescente digitalização e expansão da IoT, que aumenta significativamente a superfície de ataque das organizações&#8221;, referiu o &#8216;business development principal manager iberia&#8217;.</P><br />
<P>A tecnológica conta &#8220;com mais de um milhão de dispositivos monitorizados pela sua plataforma de Anomaly &amp; Threat Detection (ATD), reforçando a capacidade de proteção e resposta em ambientes críticos, através de monitorização contínua e mecanismos de segurança inteligentes&#8221;, relatou.</P><br />
<P>Quanto ao papel da inteligência artificial (IA), esta &#8220;desempenha um papel acentuado na operação da Wireless Logic, sendo aplicada em várias componentes da sua plataforma tecnológica&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760809]]></sapo:autor>
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		<title>Subida do preço da carne leva talho a apostar em carne de burro — e esgota em 48 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com os preços a disparar, uma proposta improvável acabou por chamar a atenção na Patagónia: carne de burro para o churrasco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Argentina é um dos países onde a carne é quase uma instituição nacional. O assado faz parte da identidade gastronómica do país e a carne de vaca continua a ocupar um lugar central à mesa. Mas, com os preços a disparar, uma proposta improvável acabou por chamar a atenção na Patagónia: carne de burro para o churrasco.</p>
<p>A história, relatada pelo &#8216;AS&#8217;, aconteceu numa carnicería da província de Chubut, no sul da Argentina. A dona do negócio decidiu vender carne de burro como alternativa mais barata à carne de vaca e o resultado foi surpreendente: 500 quilos vendidos em apenas dois dias.</p>
<p>A explicação está, em grande parte, no preço. Enquanto o quilo de carne de vaca ronda os 18.500 pesos argentinos, cerca de 11,4 euros, a carne de burro foi colocada à venda por 7.500 pesos o quilo, aproximadamente 4,6 euros. Ou seja, menos de metade do preço.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="es" dir="ltr">Carnicería argentina vende carne de burro ante la subida de la vacuna</p>
<p>Agotó 500 kilos en dos días. La venta se realizó con un permiso provincial provisorio, ya que en Argentina el consumo de carne de burro no está regulado a nivel nacional. La iniciativa llega en un contexto de… <a href="https://t.co/ViE89vyCIr">pic.twitter.com/ViE89vyCIr</a></p>
<p>&mdash; DW Español (@dw_espanol) <a href="https://twitter.com/dw_espanol/status/2049073797110669820?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">April 28, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Num país onde o consumo de carne está entre os mais elevados do mundo, a diferença não passou despercebida. Argentina, Estados Unidos e Austrália figuram entre os países com maior consumo anual, com médias superiores a 100 quilos por pessoa. Mas o aumento do preço da carne de vaca está a mexer com um hábito profundamente enraizado.</p>
<p>De acordo com o &#8216;AS&#8217;, a carne de vaca subiu quase 70% no último ano na Argentina, o dobro da inflação. Só em março, o aumento foi de 10%. Perante este cenário, alguns comerciantes procuram alternativas capazes de manter o assado ao alcance de mais famílias.</p>
<p>A venda da carne de burro, ainda assim, não deixa de ser invulgar. O jornalista Jason Mayne, citado pelo &#8216;AS&#8217;, sublinhou que a venda deste tipo de carne não está regulada a nível nacional na Argentina. Para avançar, a carnicería contou com uma autorização provincial provisória.</p>
<p>O preço anunciado também foi apresentado como promocional, mas isso não impediu a corrida ao produto. Em dois dias, a proposta passou de curiosidade local a fenómeno de vendas.</p>
<p>A história tem todos os ingredientes de uma notícia improvável: um país conhecido pelo culto da carne de vaca, uma inflação que encarece o prato mais emblemático da mesa argentina e uma alternativa que, até há pouco, poucos imaginariam ver no grelhador.</p>
<p>No fim, a carne de burro tornou-se símbolo de uma realidade mais ampla: quando o preço da vaca se torna pesado demais, até o assado argentino começa a procurar novos caminhos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760089]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“Quem o avisa…” deixou de avisar: PSP termina publicação dos radares num país em alerta nas estradas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quem-o-avisa-deixou-de-avisar-psp-termina-publicacao-dos-radares-num-pais-em-alerta-nas-estradas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[radares]]></category>
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					<description><![CDATA[Não há, para já, uma explicação oficial detalhada sobre o motivo da decisão, nem indicação pública sobre se a campanha foi suspensa, reformulada ou definitivamente encerrada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante meses, a PSP publicou regularmente a lista mensal dos locais onde iria realizar ações de controlo de velocidade. A campanha tinha um nome fácil de fixar — “Quem o avisa…” — e uma lógica assumida de prevenção: informar os condutores, aumentar a perceção de fiscalização e tentar reduzir comportamentos de risco.</p>
<p>Agora, a lista desapareceu.</p>
<p>Questionada pela &#8216;Executive Digest&#8217;, a PSP limita-se a responder que “já não publicamos”.</p>
<p>Não há, para já, uma explicação oficial detalhada sobre o motivo da decisão, nem indicação pública sobre se a campanha foi suspensa, reformulada ou definitivamente encerrada.</p>
<p>O fim dos avisos surge, porém, num momento particularmente sensível para a segurança rodoviária em Portugal.</p>
<p>Depois de uma Semana Santa marcada por pelo menos 20 mortos nas estradas portuguesas, o Governo assumiu que era “tempo de agir” e prometeu apertar a malha contra comportamentos de risco.</p>
<p>A coincidência temporal é evidente: a PSP deixa de publicar a lista mensal dos radares numa altura em que o Ministério da Administração Interna quer mais fiscalização, menos pré-avisos e punições mais pesadas para quem não cumpre as regras.</p>
<p><strong>De campanha preventiva a silêncio oficial</strong></p>
<p>A campanha “Quem o avisa…” assentava numa ideia simples: divulgar antecipadamente alguns locais de controlo de velocidade para levar os condutores a moderar a condução.</p>
<p>A comunicação não indicava todos os radares existentes, nem impedia ações de fiscalização noutros locais, mas funcionava como aviso público e como instrumento de sensibilização.</p>
<p>A mensagem implícita era clara: a PSP não queria apenas multar; queria prevenir.</p>
<p>Essa lógica tem sido usada por várias forças de segurança em diferentes países: tornar a fiscalização visível pode levar os condutores a reduzir a velocidade antes mesmo de serem apanhados em infração.</p>
<p>Mas o novo contexto parece apontar noutra direção.</p>
<p>O Governo quer reforçar uma fiscalização “implacável”, nas palavras do ministro da Administração Interna, Luís Neves, e acabar com operações anunciadas com antecedência.</p>
<p><strong>Governo quer fiscalização sem aviso prévio</strong></p>
<p>O pacote de segurança rodoviária anunciado pelo Ministério da Administração Interna parte de um diagnóstico duro: a fiscalização aumentou nos últimos anos, mas isso não tem sido suficiente para reduzir a sinistralidade.</p>
<p>Luís Neves defendeu que a fiscalização tem de ser mais visível, eficaz, inabalável e intransigente.</p>
<p>Uma das medidas mais simbólicas é o fim das operações stop anunciadas com antecedência.</p>
<p>“Connosco não haverá mais qualquer operação stop que seja avisada previamente. A prevenção é a nossa prioridade”, afirmou o ministro.</p>
<p>A frase marca uma mudança de tom.</p>
<p>Se antes a comunicação pública de operações e radares podia ser apresentada como parte da prevenção, a nova orientação parece privilegiar o fator surpresa e a imprevisibilidade da fiscalização.</p>
<p>A intenção é apertar a malha aos condutores que continuam a circular em excesso de velocidade, sob efeito de álcool ou com comportamentos reincidentes.</p>
<p>Luís Neves foi direto: “Nas estradas não morrem números, morrem pessoas.”</p>
<p><strong>Radares vão aumentar de norte a sul</strong></p>
<p>O desaparecimento da lista mensal da PSP acontece também quando o Governo anuncia mais radares de velocidade em todo o país.</p>
<p>Atualmente, existem 123 locais com radares, dos quais 100 medem velocidade instantânea e 23 controlam velocidade média.</p>
<p>O Executivo quer reforçar sobretudo estes últimos.</p>
<p>Os radares de velocidade média calculam o tempo que um veículo demora a percorrer determinado troço e permitem perceber se o limite foi excedido ao longo da distância, e não apenas num ponto específico.</p>
<p>O ministro deu como exemplo a Ponte Vasco da Gama, em Lisboa, onde disse ter deixado de haver vítimas graves desde a instalação deste tipo de fiscalização.</p>
<p>Em 2024, no primeiro mês após a instalação dos radares naquela ponte, a GNR detetou um condutor a circular a 246 quilómetros por hora.</p>
<p>O Governo quer agora aumentar o número de radares em vias estruturantes como a A1, entre Lisboa e Porto, e a A2, entre Lisboa e o Algarve.</p>
<p>A mensagem política é clara: menos previsibilidade para quem infringe e mais capacidade de controlo nas estradas com maior circulação.</p>
<p><strong>O regresso da Brigada de Trânsito</strong></p>
<p>Outra das medidas anunciadas é a reativação da Brigada de Trânsito da GNR, extinta em 2007 durante o Governo de José Sócrates.</p>
<p>Na altura, as suas funções passaram para a Unidade Nacional de Trânsito, mas a decisão foi criticada por várias associações profissionais.</p>
<p>Luís Neves defende agora que a extinção da Brigada de Trânsito fez perder a “essência de uma fiscalização rodoviária contínua”.</p>
<p>Para o ministro, o controlo operacional de trânsito deve ser assegurado por um comando nacional.</p>
<p>Ainda não são conhecidos os moldes concretos do regresso da Brigada, nem o calendário exato, mas o governante admitiu que serão necessários mais meios.</p>
<p>A medida surge como parte de uma tentativa de reconstruir uma presença mais constante e especializada nas estradas portuguesas.</p>
<p><strong>Punições mais pesadas e combate às prescrições</strong></p>
<p>O Governo quer também rever o quadro sancionatório.</p>
<p>Luís Neves anunciou a intenção de alargar os critérios para a cassação de cartas de condução, agravar penas para reincidentes e endurecer a resposta a quem conduz sob o efeito de álcool ou drogas.</p>
<p>O ministro sublinhou que a condução sob o efeito de álcool continua a ter um peso elevado na sinistralidade.</p>
<p>Segundo os dados citados pelo governante, em dois terços dos acidentes com vítimas os condutores tinham excesso de álcool. Um em cada três condutores que morreram em acidentes tinha álcool a mais no sangue.</p>
<p>O Executivo quer ainda travar a prescrição de multas de trânsito.</p>
<p>Luís Neves acusou alguns condutores de recorrerem a “formas ardilosas”, “estratagemas” e até “esquemas mafiosos” para escaparem às punições.</p>
<p>“Haverá tolerância zero à prescrição”, avisou.</p>
<p>Em 2025, o Estado arrecadou cerca de 87 milhões de euros em multas de trânsito, mais 22% do que em 2024, mas uma fatia relevante dos processos continua a prescrever.</p>
<p>O Governo admite contratar advogados para trabalhar com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, numa tentativa de reduzir esse problema.</p>
<p><strong>Novo Código da Estrada em preparação</strong></p>
<p>O pacote anunciado pelo Governo inclui ainda a elaboração de um novo Código da Estrada.</p>
<p>O ministro rejeita a ideia de uma simples atualização e fala numa reescrita integral, que reúna diplomas dispersos e responda às mudanças na mobilidade.</p>
<p>Luís Neves lembrou que a última revisão de fundo do Código da Estrada tem mais de três décadas.</p>
<p>Desde então, as estradas e as cidades mudaram: há mais motociclos, bicicletas, trotinetas, novas formas de mobilidade e novos conflitos no espaço público.</p>
<p>O ministro não detalhou ainda as medidas concretas que poderão entrar no novo código, mas garantiu que o processo não será para durar anos.</p>
<p>O Governo diz querer ouvir especialistas e avançar num prazo de meses.</p>
<p><strong>Autarquias chamadas ao combate</strong></p>
<p>A estratégia do Executivo não se limita às autoestradas ou às operações policiais.</p>
<p>Luís Neves classificou a sinistralidade rodoviária como uma “chaga nacional” e chamou as câmaras municipais à responsabilidade.</p>
<p>Mais de metade das mortes na estrada ocorre dentro das localidades.</p>
<p>Por isso, o Governo quer que as autarquias criem ou reforcem planos municipais de segurança rodoviária.</p>
<p>Entre as medidas possíveis estão soluções de acalmia de tráfego, como zonas de circulação limitada a 30 quilómetros por hora, redesenho de arruamentos, melhoria de passadeiras e proteção de peões.</p>
<p>A ideia é tratar a segurança rodoviária como uma responsabilidade partilhada entre Estado central, forças de segurança, autarquias e cidadãos.</p>
<p><strong>O que muda para os condutores</strong></p>
<p>Para já, há uma mudança concreta: a PSP deixou de publicar a lista mensal de radares da campanha “Quem o avisa…”.</p>
<p>O Governo quer menos avisos prévios, mais radares, mais fiscalização, maior controlo sobre reincidentes e punições mais eficazes.</p>
<p>O desaparecimento da lista da PSP encaixa nesse novo tempo: o tempo em que a prevenção passa a conviver com uma lógica mais dura de imprevisibilidade.</p>
<p>Durante anos, muitos condutores habituaram-se a consultar antecipadamente onde estariam alguns radares.</p>
<p>Agora, a mensagem parece ser outra: o radar pode estar em qualquer lado, a qualquer hora.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760709]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Exército russo avança apesar do apoio de &#8220;todo o bloco da Nato&#8221; ao inimigo &#8211; Putin</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-exercito-russo-avanca-apesar-do-apoio-de-todo-o-bloco-da-nato-ao-inimigo-putin/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente russo assegurou hoje durante o desfile militar pelo Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial que o Exército russo avança na Ucrânia apesar do apoio ao inimigo de "todo o bloco da Nato".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente russo assegurou hoje durante o desfile militar pelo Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial que o Exército russo avança na Ucrânia apesar do apoio ao inimigo de &#8220;todo o bloco da Nato&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Apesar de lutarem contra uma força agressiva que é apoiada por todo o bloco da Nato, os nossos heróis continuam a avançar&#8221;, disse Vladimir Putin quando interveio na Praça Vermelha por ocasião do 81.º aniversário da vitória do Exército Vermelho contra a Alemanha nazi, no primeiro dia de uma trégua aceite por Kiev.</P><br />
<P> Sublinhou que as tropas que combatem no que o Kremlin denomina como &#8216;operação militar especial&#8217; no país vizinho seguem a tradição dos soldados soviéticos que combateram no que na Rússia é conhecida como Grande Guerra Patriótica (1941-1945).</P><br />
<P>&#8220;Parabéns pelo Dia da Vitória, a nossa festa mais importante, sagrada e brilhante. Celebramos com orgulho e amor pelo nosso país, com a compreensão de que o nosso dever comum é defender os interesses e o futuro da pátria&#8221;, disse.</P><br />
<P>Lembrou que o Exército Vermelho &#8220;salvou&#8221; não apenas a União Soviética, mas a Europa, muitos dos quais &#8211; sublinhou &#8211; tinham capitulado e cedido a sua soberania perante o avanço de Hitler.</P><br />
<P>&#8220;A lealdade à pátria é a verdade suprema&#8221;, disse Putin, cujo pai combateu na II Guerra mundial.</P><br />
<P>O chefe do Kremlin sublinhou que a &#8220;chave do sucesso&#8221; do povo russo é a consolidação nacional, força moral e a &#8220;capacidade de superar qualquer desafio&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estou firmemente convencido de que a nossa causa é justa. Estamos juntos, a vitória foi e sempre será nossa&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Apenas cinco mandatários estrangeiros compareceram no evento: os presidentes da Bielorrússia, Alexandr Lukashenko, e do Cazaquistão, Kasim-Yomart Tokáyev, além dos de Laos, Malásia e Uzbequistão.</P><br />
<P>O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, reúne-se hoje com Putin no Kremlin, mas não participou do desfile, bem como nenhum líder ocidental.</P><br />
<P>O ministro da Defesa russo, Andréi Beloúsov, foi o encarregado de comandar a parada, que coincide com o quinto ano de guerra na Ucrânia.</P><br />
<P>Como é tradição, Beloúsov subiu ao pódio para informar o comandante supremo das Forças Armadas, Putin, de que as tropas estavam preparadas para começar a marcha que transcorreu sem armamento pesado pela primeira vez desde 2007, devido ao que o Kremlin denomina ameaça terrorista ucraniana. </P><br />
<P>O desfile, marcado pela ausência de equipamentos militares e que durou 45 minutos, foi confortado &#8216;in extremis&#8217; pela entrada em vigor de uma trégua de três dias anunciada na véspera pelo Presidente dos EUA.</P><br />
<P>Ameaças de ataques de drones ucranianos para perturbar as cerimónias que marcam a vitória soviética contra a Alemanha nazi e de ataques russos em represália contra o centro de Kiev pairaram nos dias anteriores.</P><br />
<P>O desfile ocorreu sob alta segurança.</P><br />
<P>A internet móvel não funciona no centro de Moscovo e as ruas da capital estão quase todas desertas, constataram jornalistas da AFP.</P><br />
<P>Estas comemorações são um importante evento que permite a Vladimir Putin, no poder há 26 anos, mobilizar a memória da vitória soviética e unir a população russa em torno da campanha militar na Ucrânia. </P><br />
<P>Depois de duas tentativas de tréguas, ucraniana e depois russa, não respeitadas esta semana, Trump anunciou na noite de sexta-feira um cessar-fogo de três dias entre a Ucrânia e a Rússia a partir de sábado.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos que seja o começo do fim de uma guerra muito longa, mortal e difícil&#8221;, escreveu Donald Trump na sua plataforma Truth Social, especificando que a trégua seria acompanhada de uma &#8220;troca de prisioneiros de 1.000 detidos de cada país&#8221;.</P><br />
<P>Logo após a publicação da mensagem, o Presidente ucraniano aceitou a trégua de três dias e ordenou ao Exército que não atacasse o desfile previsto na Praça Vermelha.</P><br />
<P>Moscovo também confirmou ter aceitado a trégua e a troca de prisioneiros.</P><br />
<P>&#8220;A Praça Vermelha é menos importante para nós do que a vida dos prisioneiros ucranianos que podem ser repatriados&#8221;, disse o Presidente ucraniano.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760808]]></sapo:autor>
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		<title>Hungria vira hoje a página Orbán: Péter Magyar toma posse com promessa de mudança de regime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Péter Magyar]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerimónia decorre no Parlamento neogótico de Budapeste, num ambiente solene no interior e de festa nas ruas, depois da vitória expressiva do partido Tisza nas eleições legislativas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Hungria assiste este sábado a um momento histórico com a tomada de posse de Péter Magyar como novo primeiro-ministro, encerrando formalmente 16 anos de Viktor Orbán no poder.</p>
<p>A cerimónia decorre no Parlamento neogótico de Budapeste, num ambiente solene no interior e de festa nas ruas, depois da vitória expressiva do partido Tisza nas eleições legislativas.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Guardian&#8217;, Magyar apelou aos húngaros para se juntarem à celebração e para assinalarem o que descreveu como a passagem pelo “portal da mudança de regime”.</p>
<p>“Venham convidar os vossos familiares e amigos”, escreveu nas redes sociais.</p>
<p>A posse surge semanas depois de uma vitória eleitoral que abalou a direita nacionalista europeia, abriu caminho à reaproximação da Hungria à União Europeia e pôs fim ao ciclo político de Orbán, figura central da extrema-direita global e defensor de uma democracia assumidamente iliberal.</p>
<p><strong>O fim do “laboratório de iliberalismo”</strong></p>
<p>Magyar tem apresentado a sua chegada ao poder como o fim de um “pesadelo de duas décadas” e como uma oportunidade para desmontar o sistema político construído por Orbán.</p>
<p>Durante 16 anos, o antigo primeiro-ministro transformou a Hungria num dos principais laboratórios europeus do iliberalismo, com forte controlo sobre instituições, meios de comunicação públicos, justiça, sociedade civil e discurso político.</p>
<p>Nas semanas que se seguiram às eleições, Magyar prometeu suspender emissões dos meios de comunicação estatais que funcionavam como porta-vozes do Fidesz, apelou à demissão de responsáveis nomeados durante a era Orbán e devolveu donativos feitos por um apoiante ligado ao antigo poder.</p>
<p>A cerimónia deste sábado estará carregada de simbolismo.</p>
<p>A bandeira da União Europeia será recolocada na fachada do Parlamento, de onde tinha sido retirada em 2014.</p>
<p>Está também prevista a eleição de Krisztián Kőszegi como primeiro vice-presidente cigano da Assembleia Nacional.</p>
<p>O novo Parlamento deverá ainda ter mais de um quarto de mulheres, um recorde na história pós-comunista da Hungria.</p>
<p><strong>Esperança nas ruas, receios no país</strong></p>
<p>A vitória de Magyar abriu uma onda de esperança entre muitos húngaros, cansados da inflação, do custo de vida elevado e das acusações de corrupção que marcaram os últimos anos de Orbán.</p>
<p>Em Győr, cidade do noroeste da Hungria, vários eleitores ouvidos pelo The Guardian falaram num sentimento de alívio, mas também de exigência.</p>
<p>Tamás, de 45 anos, disse ter apoiado inicialmente Orbán, mas acabou por se desiludir com a degradação dos serviços públicos e com as suspeitas de desvio de fundos em benefício de aliados políticos.</p>
<p>“Os hospitais estão em péssimas condições e as escolas não estão atualizadas. Precisamos de muitas mudanças”, afirmou.</p>
<p>Zsuzsi, de 60 anos, vê a nova fase como uma oportunidade para melhorar a vida quotidiana e desbloquear fundos europeus congelados.</p>
<p>“Há grandes expectativas em relação a ele”, disse, antes de acrescentar que, depois dos últimos anos, “as coisas não podem piorar”.</p>
<p><strong>A sombra da propaganda de Orbán</strong></p>
<p>Apesar da derrota eleitoral do Fidesz, a influência de Orbán continua presente no país.</p>
<p>Durante anos, o antigo primeiro-ministro construiu apoio político através de campanhas de medo contra Bruxelas, George Soros, a migração e Volodymyr Zelensky.</p>
<p>A retórica pró-Rússia e anti-Ucrânia marcou também a campanha eleitoral, com Orbán a apresentar o Presidente ucraniano como ameaça para a Hungria.</p>
<p>Em Győr, alguns eleitores continuam desconfiados de uma aproximação à União Europeia.</p>
<p>Gabi, de 56 anos, que votou no partido de extrema-direita Nossa Pátria, disse temer que relações mais estreitas com Bruxelas tragam mais migração e mudem a vida nas pequenas localidades.</p>
<p>Outros, como Dávid, de 25 anos, acreditam que a propaganda repetida durante anos deixou marcas profundas.</p>
<p>“Tornou-se uma espécie de religião. Não era nada saudável”, afirmou.</p>
<p>O jovem, que passou algum tempo na Suécia, disse ter percebido a distância entre a Hungria de Orbán e outros países europeus.</p>
<p>“Aqui, a política afeta cada detalhe da vida”, resumiu.</p>
<p><strong>Justiça e fundos públicos na agenda</strong></p>
<p>Um dos grandes testes do novo Governo será a forma como lidará com o legado de Orbán.</p>
<p>Magyar fez campanha contra a riqueza acumulada pelo círculo próximo do antigo primeiro-ministro, numa altura em que muitos húngaros enfrentavam empobrecimento e dificuldades económicas.</p>
<p>Numa intervenção em Itália esta semana, o futuro chefe do Governo disse que a Hungria teve de combater “um tipo diferente de máfia”.</p>
<p>A expectativa de responsabilização é elevada.</p>
<p>Uma sondagem publicada esta semana indica que até dois terços dos húngaros querem ver Orbán responder perante a justiça.</p>
<p>O partido Tisza ainda não assumiu diretamente se pretende avançar contra o antigo primeiro-ministro, mas anunciou planos para criar uma autoridade encarregada de investigar e recuperar fundos públicos que possam ter sido mal utilizados durante a era Orbán.</p>
<p>Para muitos eleitores, esse será um teste decisivo.</p>
<p>“Estamos a aguardar para ver se haverá consequências”, disse Géza, de 64 anos. “Porque, se não houver consequências, será uma desilusão.”</p>
<p><strong>Orbán sai do Parlamento, futuro continua incerto</strong></p>
<p>A tomada de posse de Magyar assinala também a primeira vez desde 1990 que Viktor Orbán não terá lugar no Parlamento húngaro.</p>
<p>O antigo primeiro-ministro, que começou a carreira como defensor da democracia liberal e acabou por se tornar referência da direita nacionalista e pró-Rússia, anunciou que não ocupará o mandato parlamentar.</p>
<p>O seu futuro político continua incerto.</p>
<p>Para já, o momento pertence a Magyar, que chega ao poder com uma maioria expressiva, promessas de reforma institucional e a expectativa de reconstruir a relação da Hungria com a União Europeia.</p>
<p>A festa nas ruas de Budapeste marca o fim formal de uma era.</p>
<p>Mas a mudança real começa agora: na recuperação das instituições, no combate à corrupção, na reaproximação a Bruxelas e na capacidade de responder a um país que espera, ao mesmo tempo, justiça, estabilidade e esperança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759279]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Do café ao chocolate: Dia Mundial do Comércio Justo lembra o impacto das escolhas no supermercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Comércio Justo]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A data é assinalada todos os anos no segundo sábado de maio e procura chamar a atenção para as desigualdades no comércio global]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Mundial do Comércio Justo celebra-se este sábado com o objetivo de promover relações comerciais mais éticas, sustentáveis e equilibradas entre produtores, empresas e consumidores.</p>
<p>A data é assinalada todos os anos no segundo sábado de maio e procura chamar a atenção para as desigualdades no comércio global, defendendo melhores rendimentos para pequenos produtores, condições de trabalho dignas e maior proteção ambiental.</p>
<p>Promovido pela Organização Mundial do Comércio Justo, este dia incentiva também o consumo responsável, lembrando que as escolhas feitas no supermercado podem ter impacto social, económico e ambiental.</p>
<p><strong>O que é o Comércio Justo?</strong></p>
<p>O Comércio Justo é um movimento que procura garantir que quem produz recebe um pagamento justo pelo seu trabalho e não fica preso a cadeias comerciais marcadas por exploração ou desigualdade.</p>
<p>O objetivo é proteger pequenos produtores e comunidades vulneráveis, assegurando remuneração adequada, condições de trabalho seguras, transparência nos processos de produção e respeito pelo ambiente.</p>
<p>Entre os princípios do Comércio Justo estão a rejeição do trabalho infantil e forçado, a igualdade de género, a não discriminação, a liberdade de associação e a valorização dos produtores.</p>
<p><strong>Produtos certificados e consumo responsável</strong></p>
<p>O Comércio Justo está presente em vários produtos, como café, chocolate, chá, açúcar, arroz, fruta, algodão e artesanato.</p>
<p>Quando um produto tem certificação fair trade, isso significa que a cadeia de produção cumpre critérios sociais, ambientais e económicos, desde a origem até ao consumidor final.</p>
<p>Para quem compra, o símbolo funciona como uma garantia de que aquele produto respeitou regras de pagamento justo, direitos laborais e práticas mais sustentáveis.</p>
<p><strong>Uma data para pensar a economia</strong></p>
<p>O Dia Mundial do Comércio Justo é assinalado em vários países com feiras, campanhas educativas, conferências, ações em escolas e iniciativas de sensibilização.</p>
<p>Mais do que promover produtos certificados, a data serve para discutir o papel dos consumidores numa economia mais justa.</p>
<p>A mensagem é simples: comprar também é escolher que práticas se quer apoiar.</p>
<p>Num mundo marcado por desigualdades no comércio global, o Comércio Justo lembra que uma tablete de chocolate, um pacote de café ou uma peça de roupa podem fazer parte de cadeias que respeitam trabalhadores, comunidades e ambiente — ou de sistemas que perpetuam exploração.</p>
<p>Este sábado, a efeméride volta a defender uma ideia central: uma economia mais justa começa também nas escolhas de todos os dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759264]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Catorze distritos sob aviso amarelo devido à chuva e vento forte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Catorze distritos de Portugal continental estão hoje e domingo sob aviso amarelo devido à previsão de precipitação, por vezes forte, podendo ser acompanhada de trovoada, e vento forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Catorze distritos de Portugal continental estão hoje e domingo sob aviso amarelo devido à previsão de precipitação, por vezes forte, podendo ser acompanhada de trovoada, e vento forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Os distritos de Évora, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Portalegre e Braga estão sob aviso amarelo por causa da chuva forte e trovoada, na maioria dos distritos, até às 21:00 de domingo. </P><br />
<P>Já os distritos de Faro, Setúbal, Lisboa, Leiria e Beja ao aviso amarelo devido à chuva juntam também o aviso amarelo devido à previsão de vento forte até às 18:00 de hoje, com rajadas que podem soprar até 75 km/hora, em especial no litoral e nas serras. </P><br />
<P>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente céu em geral muito nublado, com ocorrência de aguaceiros, sendo por vezes fortes e acompanhados de trovoada em especial até ao final da manhã no Centro e Sul e a partir da tarde no Norte e Centro.</P><br />
<P>Está prevista também uma pequena descida da temperatura máxima no Centro e Sul.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760807]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Dia da Vitória sem tanques: Rússia celebra 1945 em desfile reduzido e sob tensão com a Ucrânia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dia-da-vitoria-sem-tanques-russia-celebra-1945-em-desfile-reduzido-e-sob-tensao-com-a-ucrania/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Vitória]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Este ano, porém, a celebração em Moscovo decorre num formato reduzido, sem a habitual exibição de equipamento militar pesado na Praça Vermelha e num contexto de forte tensão com a Ucrânia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia celebra este sábado o Dia da Vitória, a data que assinala a derrota da Alemanha nazi pela União Soviética em 1945 e que se tornou uma das principais cerimónias políticas e militares do calendário russo.</p>
<p>Este ano, porém, a celebração em Moscovo decorre num formato reduzido, sem a habitual exibição de equipamento militar pesado na Praça Vermelha e num contexto de forte tensão com a Ucrânia.</p>
<p>O desfile do Dia da Vitória é tradicionalmente usado pelo Kremlin para projetar poder militar, mobilizar a memória da chamada Grande Guerra Patriótica e reforçar a narrativa de continuidade entre a vitória soviética na Segunda Guerra Mundial e a Rússia atual.</p>
<p>Mas a edição de 2026 fica marcada por sinais de cautela.</p>
<p>Pela primeira vez em quase duas décadas, a parada deverá decorrer sem tanques, mísseis ou veículos blindados, uma decisão atribuída à “situação operacional atual” e ao receio de ataques ucranianos de longo alcance.</p>
<p><strong>Uma celebração central para Putin</strong></p>
<p>O Dia da Vitória é uma das datas mais importantes da identidade política construída por Vladimir Putin.</p>
<p>A vitória soviética sobre a Alemanha nazi é apresentada pelo Kremlin como prova de sacrifício nacional, resistência e grandeza histórica da Rússia.</p>
<p>Desde a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, essa memória tem sido ainda mais usada para justificar a guerra atual, com Moscovo a insistir na narrativa de que combate o “nazismo” em Kyiv.</p>
<p>A Ucrânia e os seus aliados rejeitam essa leitura e acusam o Kremlin de manipular a memória da Segunda Guerra Mundial para legitimar uma guerra de agressão.</p>
<p>O contraste entre a dimensão simbólica da data e o desfile reduzido deste ano torna a cerimónia particularmente sensível.</p>
<p>A Rússia mantém a celebração, mas fá-lo sob medidas reforçadas de segurança, com limitações à cobertura por meios internacionais e forte controlo da informação em torno do evento.</p>
<p><strong>Poucos líderes estrangeiros em Moscovo</strong></p>
<p>O isolamento diplomático da Rússia também se reflete na lista de convidados.</p>
<p>Desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, a maioria dos líderes europeus tem evitado deslocações oficiais a Moscovo, numa estratégia de isolamento político do Kremlin.</p>
<p>A presença internacional prevista para este ano é reduzida, com destaque para aliados ou parceiros de Moscovo, incluindo Alexander Lukashenko, da Bielorrússia, e líderes ou representantes de países e territórios próximos da órbita russa.</p>
<p>O Kremlin incluiu também o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, entre os dignitários esperados em Moscovo, embora as informações sobre a sua presença no desfile tenham sido objeto de leituras contraditórias nos últimos dias.</p>
<p>A lista curta contrasta com anos em que o Dia da Vitória servia para mostrar não apenas poder militar, mas também capacidade de atração diplomática.</p>
<p>Agora, a cerimónia expõe sobretudo o afastamento entre Moscovo e grande parte da Europa.</p>
<p><strong>Trégua russa não convence Kiev</strong></p>
<p>A tensão militar aumentou nos dias que antecederam as celebrações.</p>
<p>A Rússia declarou uma trégua temporária para assinalar o aniversário da vitória soviética, mas a Ucrânia afirma que Moscovo continuou a atacar e diz já não se considerar vinculada ao cessar-fogo unilateral anunciado pelo Kremlin.</p>
<p>Volodymyr Zelensky acusou a Rússia de ter feito descarrilar qualquer tentativa de pausa real nos combates.</p>
<p>Kyiv tinha apresentado a sua própria proposta de cessar-fogo antes das celebrações, mas afirmou que as forças russas continuaram a atacar posições ucranianas.</p>
<p>O Presidente ucraniano disse que a Rússia queria apenas uma pausa suficiente para realizar em segurança o desfile em Moscovo, ao mesmo tempo que mantinha a guerra contra a Ucrânia.</p>
<p>Segundo Zelensky, o “assassinato diário de pessoas” não é compatível com celebrações públicas.</p>
<p><strong>Moscovo ameaça resposta contra Kiev</strong></p>
<p>O Kremlin tem tratado a segurança do desfile como prioridade.</p>
<p>O Ministério da Defesa russo avisou que qualquer tentativa ucraniana de perturbar as celebrações poderia levar a uma resposta militar severa, incluindo ataques contra Kyiv.</p>
<p>A ameaça surge num momento em que a Ucrânia tem intensificado ataques de longo alcance contra infraestruturas em território russo, incluindo instalações energéticas e alvos logísticos.</p>
<p>Nos últimos dias, foram reportadas perturbações em aeroportos russos e explosões em refinarias, aumentando a perceção de vulnerabilidade em Moscovo.</p>
<p>Para Kiev, estas operações fazem parte de uma estratégia de “sanções de longo alcance”, destinada a reduzir a capacidade russa de sustentar a guerra.</p>
<p>Para Moscovo, representam um risco direto para uma cerimónia que Putin sempre procurou apresentar como demonstração de força e unidade nacional.</p>
<p><strong>Um desfile menor, mas politicamente carregado</strong></p>
<p>Apesar da redução do formato, o Dia da Vitória continua a ter forte carga política.</p>
<p>A ausência de equipamento militar pesado não elimina o simbolismo da cerimónia, mas altera a mensagem transmitida pela Praça Vermelha.</p>
<p>Em vez de uma exibição de poder militar, Moscovo projeta este ano uma imagem mais controlada, cautelosa e defensiva.</p>
<p>A guerra na Ucrânia transformou o desfile numa peça de comunicação particularmente delicada: o Kremlin quer mostrar continuidade histórica e força interna, mas enfrenta isolamento externo, ameaças de segurança e uma guerra que se prolonga sem fim à vista.</p>
<p>O resultado é uma celebração de 1945 marcada pelas sombras de 2026.</p>
<p>A Rússia continua a comemorar a vitória soviética sobre a Alemanha nazi, mas fá-lo num momento em que a guerra lançada por Putin contra a Ucrânia redefiniu o significado político da data e expôs as fragilidades de uma cerimónia antes pensada para mostrar poder sem hesitações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759281]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dia da Europa assinala 76 anos da Declaração Schuman: a ideia que transformou antigos inimigos em parceiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 07:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[Robert Schuman]]></category>
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					<description><![CDATA[Data recorda a Declaração Schuman, apresentada em Paris a 9 de maio de 1950 pelo então ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia assinala este sábado o Dia da Europa, uma efeméride dedicada à paz, à unidade e à cooperação entre os países europeus.</p>
<p>A data recorda a Declaração Schuman, apresentada em Paris a 9 de maio de 1950 pelo então ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman.</p>
<p>Em 2026, cumprem-se 76 anos sobre esse discurso, considerado um dos momentos fundadores do processo de integração europeia.</p>
<p>A proposta de Schuman surgiu apenas cinco anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, num continente ainda marcado pela destruição, pela desconfiança entre Estados e pela memória de sucessivos conflitos.</p>
<p>A ideia era simples, mas profundamente transformadora: colocar em comum a produção de carvão e aço, matérias-primas essenciais para a indústria e para a guerra, de forma a tornar um novo conflito entre antigos rivais, em especial França e Alemanha, não apenas impensável, mas materialmente impossível. A União Europeia recorda que a Declaração Schuman abriu caminho a uma nova era de paz, integração e cooperação no continente.</p>
<p><strong>O primeiro passo para a União Europeia</strong></p>
<p>A Declaração Schuman propunha a criação de uma Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, colocada sob uma autoridade comum.</p>
<p>O objetivo era aproximar economias, criar interdependência entre países e impedir que os recursos usados para alimentar guerras voltassem a ser controlados isoladamente por cada Estado.</p>
<p>Menos de um ano depois, em 18 de abril de 1951, foi assinado em Paris o Tratado que criou a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço. Os membros fundadores foram França, República Federal da Alemanha, Itália, Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo.</p>
<p>Essa comunidade foi a primeira de uma série de instituições supranacionais europeias que, ao longo das décadas seguintes, dariam origem à atual União Europeia.</p>
<p><strong>Uma data de paz, democracia e cooperação</strong></p>
<p>O Dia da Europa é hoje celebrado todos os anos a 9 de maio como símbolo da unidade europeia.</p>
<p>Mais do que uma data institucional, a efeméride recorda o princípio que esteve na origem do projeto europeu: substituir rivalidade por cooperação, guerra por interdependência e isolamento por integração.</p>
<p>As instituições europeias destacam que o Dia da Europa celebra valores como democracia, solidariedade, direitos e liberdades, num momento em que os desafios globais voltam a colocar a segurança, a paz e a cooperação no centro da agenda política.</p>
<p>Em 2026, a data ganha também significado particular para Portugal e Espanha, que assinalam 40 anos de adesão à União Europeia. As instituições europeias recordam ainda que este ano se celebram 40 anos das primeiras comemorações oficiais do Dia da Europa e do uso público da bandeira e do hino europeus.</p>
<p><strong>O legado de Robert Schuman</strong></p>
<p>Robert Schuman é hoje recordado como um dos pais fundadores da construção europeia.</p>
<p>Em colaboração com Jean Monnet, desenhou uma proposta que partia de uma convicção política clara: a paz duradoura na Europa não poderia depender apenas de tratados entre governos, mas de uma solidariedade concreta entre países.</p>
<p>Ao colocar o carvão e o aço sob gestão comum, Schuman propôs transformar setores estratégicos em instrumentos de aproximação.</p>
<p>A sua declaração acabaria por lançar as bases de um projeto que cresceu da cooperação económica para uma união política, jurídica e institucional muito mais ampla.</p>
<p>Setenta e seis anos depois, o Dia da Europa continua a lembrar que a União Europeia nasceu de uma decisão tomada num continente ferido pela guerra: construir paz através de interesses partilhados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759277]]></sapo:autor>
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		<title>Falhou o prazo do e-fatura? Saiba o que fazer para evitar perder (bastante) dinheiro no IRS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 07:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio de IRS]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Não validar faturas no portal e-fatura pode traduzir-se numa perda significativa no IRS, que pode ascender a centenas ou mesmo milhares de euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não validar faturas no portal e-fatura pode traduzir-se numa perda significativa no IRS, que pode ascender a centenas ou mesmo milhares de euros. A validação das despesas é essencial para aproveitar as deduções à coleta e reduzir o imposto a pagar, podendo, em alguns casos, fazer a diferença entre ter imposto adicional a liquidar ou receber um reembolso.</p>
<p>O prazo para validar faturas relativas ao ano anterior terminou no final de fevereiro, deixando de ser possível fazê-lo diretamente no e-fatura. Ainda assim, existe uma última oportunidade: as despesas podem ser inseridas manualmente na declaração de rendimentos. Caso não o faça, o contribuinte abdica das respetivas deduções e aumenta a sua coleta líquida.</p>
<p><strong>Quanto valem as deduções à coleta</strong><br />
As deduções à coleta variam consoante o tipo de despesa e a situação do agregado familiar. Existem deduções fixas por dependente — sendo fundamental garantir que o agregado está atualizado junto da Autoridade Tributária — e deduções associadas a despesas comprovadas por fatura.</p>
<p>Entre os principais limites máximos por categoria destacam-se:<br />
– Despesas gerais familiares: até 250 euros por sujeito passivo;<br />
– Saúde: até 1.000 euros por agregado familiar;<br />
– Educação: até 800 euros por agregado (ou 1.000 euros para ensino no interior ou regiões autónomas);<br />
– Habitação: entre 700 e 1.000 euros no caso de rendas, e entre 296 e 450 euros relativamente a juros de crédito à habitação contratados até 31 de dezembro de 2011;<br />
– Lares: até 403,74 euros;<br />
– Exigência de fatura (restauração, oficinas, cabeleireiros, veterinários, transportes, entre outros): até 250 euros por agregado;<br />
– Trabalho doméstico: até 200 euros;<br />
– Pensão de alimentos: sem limite, sendo apenas declarada no Anexo H;<br />
– Benefícios fiscais dos PPR: entre 300 e 400 euros, dependendo da idade.</p>
<p>Contudo, mesmo que o contribuinte atinja o teto máximo em cada categoria, pode não conseguir deduzir a totalidade das despesas. Isso acontece devido ao limite global das deduções à coleta, que depende do rendimento coletável. A única categoria excluída desse limite global é a das despesas gerais familiares.</p>
<p><strong>Limites globais em 2026</strong><br />
Na declaração a entregar em 2026 (relativa a rendimentos de 2025), os limites das deduções — excluindo despesas gerais familiares — são os seguintes:<br />
– Rendimento anual até 8.059 euros: sem limite;<br />
– Entre 8.060 e 80.000 euros: limite variável entre 1.000 e 2.500 euros;<br />
– Superior a 80.000 euros: limite máximo de 1.000 euros.</p>
<p>Assim, quanto maior o rendimento coletável, menor tende a ser o limite global de deduções aplicável.</p>
<p><strong>Quanto pode estar a perder na prática</strong><br />
Se as suas faturas corresponderem a deduções no valor de 400 euros e não forem consideradas, é exatamente esse montante que deixa de abater à coleta. Importa sublinhar que este valor não corresponde automaticamente a um reembolso adicional, mas sim a uma redução no imposto apurado.</p>
<p>Um exemplo prático ajuda a perceber o impacto. Consideremos um contribuinte solteiro, sem dependentes, com salário mensal de 1.500 euros em 2025 (21.000 euros anuais).</p>
<p>Num cenário com 1.000 euros de deduções, o rendimento coletável é de 16.537,85 euros, resultando numa coleta total de 2.604,73 euros. Após deduções, a coleta líquida fixa-se em 1.604,73 euros. Tendo havido retenção na fonte de 2.229,92 euros, o reembolso seria de 625,19 euros.</p>
<p>Num cenário alternativo, com apenas 600 euros de deduções (ou seja, menos 400 euros por falta de validação de faturas), a coleta líquida sobe para 2.004,73 euros. Mantendo-se a mesma retenção na fonte, o reembolso desce para 225,19 euros. A diferença é de 400 euros — exatamente o valor das deduções não consideradas.</p>
<p>As fórmulas aplicadas são as seguintes:<br />
Rendimento coletável = rendimento global – dedução específica de 4.462,15 euros<br />
Coleta total = rendimento coletável × 21,5% – parcela a abater de 950,91 euros<br />
Coleta líquida = coleta total – deduções<br />
Resultado = retenção na fonte – coleta líquida</p>
<p><strong>Ainda vai a tempo de corrigir</strong><br />
Quem não validou despesas no e-fatura dentro do prazo ainda pode recuperar as deduções ao preencher manualmente o Anexo H da declaração de IRS. Nesse anexo devem ser incluídas todas as despesas a deduzir — e não apenas aquelas que ficaram por validar anteriormente.</p>
<p>O prazo para entrega da declaração de rendimentos termina a 30 de junho. Até lá, os contribuintes podem evitar perdas desnecessárias no IRS, assegurando que todas as despesas elegíveis são corretamente declaradas e consideradas no apuramento final do imposto.</p>
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