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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Jun 2026 06:32:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>REPORTAGEM: Santo António, mesmo padroeiro, rituais diferentes em Lisboa e na Praia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 06:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Kívia Rodrigues, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Kívia Rodrigues, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Praia, 07 jun 2026 (Lusa) &#8212; Lisboa celebra o seu padroeiro com um feriado, mas, no mesmo dia 13 de junho, um grupo de moradores de Achada Santo António, na capital de Cabo Verde, Praia, organiza o tradicional &#8220;roubo do santo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O roubo do santo é o principal ritual&#8221; de um programa de festas que se repete anualmente, explica à Lusa Ivanildo Mendes, presidente da Associação Tabanka de Achada Santo António.</P><br />
<P>&#8220;É o momento alto da festa&#8221; e consiste numa encenação em torno da capela que envolve ladrões, guardas e tropas da &#8220;tabanca&#8221;, nome dado à festa e ao grupo popular, guardião das tradições e da solidariedade entre a comunidade.</P><br />
<P>Os chamados &#8220;ladrões&#8221; levam o santo, representado por uma vara e uma bandeira, e percorrem diferentes zonas da cidade até venderem o símbolo, explica Ivanildo, percorrendo um guião que já herdou dos avós.</P><br />
<P>Semanas depois, acontece o desfile de &#8220;busca do santo&#8221;, um cortejo que percorre vários bairros da Praia até se localizar e recuperar o santo.</P><br />
<P>&#8220;É algo lindo. Só vendo para perceber&#8221;, descreve o membro da tabanca, numa altura em que se fazem os últimos preparativos para semanas de música e festa em vários cantos de um dos bairros mais populares da cidade da Praia.</P><br />
<P>Além do roubo e resgate do santo, o programa inclui uma conversa aberta sobre a história da tabanca, almoço comunitário, procissão religiosa e um festival de batuco, ritmo tradicional cabo-verdiano que recorda a mescla cultural da tabanca, símbolo de emancipação no tempo colonial.</P><br />
<P>A festa atrai também visitantes de outras localidades e turistas.</P><br />
<P>Por um lado, é a época escolhida por vários emigrantes para visitarem a terra natal, porque aproveitam &#8220;para participar na festa&#8221;, por outro, há cada vez mais turistas estrangeiros em Cabo Verde e há sempre aqueles &#8220;que visitam a zona durante estes dias&#8221;, refere Ivanildo Mendes.</P><br />
<P>Na Rua da Tabanka, os preparativos já são visíveis.</P><br />
<P>Enquanto Suzete Correia e outras moradoras decoram a rua com bandeirolas coloridas, outros membros da comunidade trabalham na montagem de um palco que vai receber algumas das atividades previstas para os próximos dias de festa e convívio.</P><br />
<P>Doméstica, de 41 anos, Suzete participa, todos os anos: &#8220;Entre as festas tradicionais, Carnaval e outras, eu escolho sempre a tabanca. Desde pequena&#8221;, confessa, apontando as aventuras do santo, entre roubo e resgate, como os momentos preferidos.</P><br />
<P>Mário de Pina, 50 anos, fiscal da Câmara Municipal da Praia e dirigente da associação local, acompanha a tabanca desde a juventude: &#8220;faz parte da minha vida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que mais me marca é o desfile&#8221; de busca pelo santo, descreve, classificando-o como algo &#8220;motivante&#8221; que ocorre duas a três semanas depois das festividades para manter o entusiasmo &#8211; &#8220;se ficar para mais tarde, já está perdido aquele ritmo de festa&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Mário de Pina, o cortejo chega a reunir entre duas mil a três mil pessoas pelas ruas da cidade, passando por zonas como Plateau, Fazenda, Várzea, Terra Branca, além de Achada Santo António.</P><br />
<P>A renovação geracional tem ajudado a fortalecer a tradição, ou seja, &#8220;os jovens não querem deixar a tabanca morrer&#8221;, porque, além de festa, já manteve a comunidade unida em tempos de necessidade, diz o dirigente.</P><br />
<P>A organização reconhece que a emigração tem criado dificuldades, mas garante que continua a existir envolvimento das famílias, que assumem o papel de juízes das festividades.</P><br />
<P>&#8220;Nós vimos a tabanca em duas fases: a fase da decadência e agora estamos a ver uma fase da ascensão&#8221;, acrescenta Ivanildo.</P><br />
<P>&#8220;A tradição continua viva, continua enraizada e perdurará no tempo, se deus quiser&#8221;, conclui.</P><br />
<P></P><br />
<P>KZR/LFO // MLL</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773068]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Compensa pedir crédito para tornar a casa mais eficiente?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/compensa-pedir-credito-para-tornar-a-casa-mais-eficiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 06:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A dúvida é simples: faz sentido pedir crédito para fazer estas obras, na expectativa de poupar energia no futuro?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a fatura da energia ainda a pesar no orçamento das famílias, muitas pessoas ponderam investir em melhorias na habitação: trocar janelas, reforçar o isolamento, instalar painéis solares, substituir equipamentos antigos ou apostar em soluções de climatização mais eficientes.</p>
<p>A dúvida é simples: faz sentido pedir crédito para fazer estas obras, na expectativa de poupar energia no futuro?</p>
<p>A resposta depende do tipo de intervenção, do valor financiado, da poupança mensal estimada e do custo total do crédito.<br />
Melhorar a eficiência energética da casa pode reduzir consumos e aumentar o conforto. No entanto, muitas destas intervenções exigem um investimento inicial elevado, que nem sempre cabe no orçamento familiar.</p>
<p>É aqui que entra o recurso ao crédito. Um empréstimo para obras pode permitir avançar com a intervenção mais cedo, mas também cria uma prestação mensal e aumenta o custo total do projeto através de juros e encargos.</p>
<p>Por isso, a decisão não deve ser tomada apenas com base na promessa de uma casa mais eficiente. É preciso comparar o custo da obra com a poupança real que ela pode gerar ao longo do tempo.</p>
<p>Argumentos a favor</p>
<p>O principal argumento a favor é a possibilidade de reduzir a fatura energética. Intervenções como janelas mais eficientes, isolamento térmico ou equipamentos de menor consumo podem baixar os gastos mensais com eletricidade e climatização.</p>
<p>Também há um ganho de conforto. Uma casa mais bem isolada tende a manter melhor a temperatura, reduzindo a necessidade de aquecimento no inverno e arrefecimento no verão.</p>
<p>Outro ponto favorável é a valorização do imóvel. Casas mais eficientes podem tornar-se mais atrativas no mercado, sobretudo num contexto em que os custos energéticos são cada vez mais relevantes para compradores e arrendatários.</p>
<p>Além disso, o crédito pode ser útil quando a obra é necessária e não apenas opcional. Se a habitação tem problemas de isolamento, humidade ou equipamentos obsoletos, adiar a intervenção pode significar continuar a pagar mais todos os meses.<br />
Argumentos contra</p>
<p>O maior risco está no custo do financiamento. Se os juros e encargos forem elevados, a poupança energética pode não ser suficiente para compensar a prestação mensal do crédito.</p>
<p>Também é preciso ter cuidado com estimativas demasiado otimistas. Nem todas as obras geram poupanças imediatas ou fáceis de medir. Em alguns casos, a melhoria é sobretudo de conforto, e não necessariamente de redução expressiva da fatura.</p>
<p>Outro problema é financiar intervenções pouco prioritárias. Trocar equipamentos apenas porque são mais modernos, sem avaliar o consumo real da casa, pode levar a uma despesa elevada com retorno limitado.</p>
<p>Há ainda o risco de aumentar a taxa de esforço da família. Mesmo que a obra faça sentido, o crédito só deve ser contratado se a nova prestação couber no orçamento sem comprometer outras despesas essenciais.</p>
<p>Para quem pode compensar?</p>
<p>Pode compensar para famílias que vivem numa casa com consumos elevados e problemas evidentes de eficiência, como mau isolamento, janelas antigas ou equipamentos de climatização pouco eficientes.</p>
<p>Também pode fazer sentido para quem pretende ficar vários anos na mesma habitação. Quanto mais tempo a família beneficiar da poupança energética, maior a probabilidade de recuperar o investimento.</p>
<p>Outro perfil em que pode compensar é o de quem já tem um orçamento de obra definido e procura apenas perceber qual a forma de financiamento mais adequada. Nestes casos, comparar propostas é essencial: antes de avançar, o consumidor deve analisar a TAEG, a prestação mensal e o montante total a pagar, podendo recorrer ao simulador de crédito para obras do ComparaJá para perceber que soluções existem no mercado.</p>
<p>Quando pode não valer a pena?</p>
<p>Pode não valer a pena se a poupança mensal esperada for baixa face ao valor da prestação. Por exemplo, se a obra permitir poupar alguns euros na fatura, mas o crédito acrescentar uma mensalidade pesada durante vários anos, a decisão deve ser repensada.</p>
<p>Também pode não compensar quando a família já tem outros créditos e pouca margem no orçamento. Nestes casos, mesmo uma obra útil pode aumentar o risco financeiro.</p>
<p>Outra situação a evitar é contratar crédito sem comparar propostas. A diferença entre duas ofertas pode estar não só na prestação, mas também nos juros, comissões, seguros associados e custo total do empréstimo.</p>
<p>Pedir crédito para tornar a casa mais eficiente pode compensar, mas não deve ser visto como uma solução automática.</p>
<p>Faz sentido quando a intervenção reduz consumos relevantes, melhora uma casa onde a família pretende permanecer e o custo total do crédito é equilibrado face à poupança esperada. Não compensa quando a obra é pouco prioritária, a prestação pesa demasiado no orçamento ou a poupança energética é incerta.</p>
<p>A regra é simples: antes de financiar, faça três contas — quanto custa a obra, quanto pode poupar por mês e quanto vai pagar no total pelo crédito. Só se estes três números fizerem sentido é que a eficiência energética passa de boa intenção a boa decisão financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772892]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Advogada chinesa lidera associação internacional de advogados lusófonos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/advogada-chinesa-lidera-associacao-internacional-de-advogados-lusofonos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 06:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova presidente da Associação Internacional de Jovens Advogados de Língua Portuguesa (JALP) defendeu à Lusa que, perante "desafios geopolíticos complexos", os profissionais jurídicos têm a responsabilidade de "construir pontes entre culturas e sistemas jurídicos distintos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A nova presidente da Associação Internacional de Jovens Advogados de Língua Portuguesa (JALP) defendeu à Lusa que, perante &#8220;desafios geopolíticos complexos&#8221;, os profissionais jurídicos têm a responsabilidade de &#8220;construir pontes entre culturas e sistemas jurídicos distintos&#8221;.</P><br />
<P>A associação elegeu como presidente, até 2028, Un I Wong, uma advogada chinesa de Macau formada na Universidade Católica Portuguesa e que exerce há nove anos em Portugal.</P><br />
<P>Un recordou ter iniciado o percurso na sociedade Morais Leitão, em Portugal, onde foi, &#8220;durante algum tempo, a única advogada de origem chinesa da equipa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mais tarde, passei a integrar [a MdME], uma sociedade com presença em Macau, Hong Kong e Lisboa, tendo ainda realizado uma experiência em Pequim. Estas vivências permitiram-me observar diferentes formas de trabalhar e de encarar a profissão jurídica em contextos distintos&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Na China continental, destacou, &#8220;existe uma forte cultura profissional orientada para a rapidez de execução, capacidade de resposta e proatividade&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Costumo dizer, em tom de brincadeira, que na advocacia chinesa parece vigorar o modelo &#8216;007&#8217;, isto é, disponibilidade de meia-noite a meia-noite, sete dias por semana&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Em Portugal, apontou, há &#8220;uma maior valorização do equilíbrio entre vida profissional e pessoal, bem como do debate jurídico e da construção argumentativa&#8221;. </P><br />
<P>Macau, por sua vez, &#8220;ocupa uma posição particularmente interessante&#8221;, conjugando a matriz jurídica portuguesa com um ambiente de trabalho &#8220;mais próximo do modelo português&#8221;, mas que beneficia &#8220;da proximidade ao dinamismo económico da Ásia&#8221;, explicou Un.</P><br />
<P>&#8220;No fundo, esta experiência internacional reforçou a minha convicção de que não existe um único modelo de sucesso. Os melhores profissionais são aqueles que conseguem integrar diferentes formas de pensar e trabalhar e navegar entre culturas, sistemas jurídicos e realidades profissionais distintas&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>A advogada apontou que ter estudado e trabalhado entre a Europa e a Ásia reforçou a convicção de que a &#8220;advocacia do futuro não deve limitar-se às fronteiras nacionais&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Hoje, os advogados desempenham também um papel relevante na construção de pontes entre culturas, economias e sistemas jurídicos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Un sublinhou que os jovens advogados lusófonos possuem &#8220;uma vantagem única&#8221; de integrar uma comunidade que se estende por vários continentes, e &#8220;marcada por diversidade económica e cultural&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Num contexto global cada vez mais interligado, mas também marcado por desafios geopolíticos complexos, acredito que os jovens advogados lusófonos podem afirmar-se como profissionais globais&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Fundada em 2020, a JALP é uma associação sem fins lucrativos que visa apoiar, integrar e representar jovens advogados dos países de língua oficial portuguesa. Reúne atualmente mais de 300 associados. </P><br />
<P>Os novos órgãos sociais, para o triénio 2026-2028, integram representantes de Angola, Brasil, Macau, Moçambique, Portugal e Timor-Leste. A direção vai ser presidida por Un, tendo como vice-presidentes Pedro Leão Trigo e Lukeno Ribeiro Alkatiri.</P><br />
<P>Un destacou como prioridade &#8220;reforçar a JALP como plataforma ativa de ligação entre jovens advogados lusófonos&#8221; e aprofundar a &#8220;ligação entre diferentes jurisdições&#8221;, &#8220;promovendo a partilha de conhecimento, experiências e boas práticas&#8221;.</P><br />
<P>Outra meta será preparar os jovens advogados para a &#8220;transformação acelerada da profissão&#8221;, com a &#8220;tecnologia, a inteligência artificial e novas exigências dos clientes a redefinir a prática da advocacia&#8221;. </P><br />
<P>Apesar das dificuldades, Un descreveu que &#8220;nunca existiram tantas possibilidades de colaboração internacional&#8221;, ou de acesso ao conhecimento e utilização de tecnologia para potenciar o trabalho dos advogados.</P><br />
<P>A responsável anunciou ainda planos para parcerias da associação com universidades, ordens de advogados e organizações internacionais, e dialogar com entidades ligadas ao ecossistema de tecnologia legal. </P><br />
<P>&#8220;Assumimos o compromisso de reforçar a proximidade entre os jovens advogados lusófonos, promover a inovação na profissão jurídica e contribuir para a construção de uma comunidade jurídica mais internacional, colaborativa e preparada para o futuro&#8221;, concluiu a nova presidente da JALP.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773067]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Quase 13 milhões de chineses começam hoje o exame de acesso ao ensino superior</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quase-13-milhoes-de-chineses-comecam-hoje-o-exame-de-acesso-ao-ensino-superior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 05:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 12,9 milhões de jovens estudantes chineses, segundo o Ministério da Educação, começaram hoje a fazer o 'gaokao', o temido exame nacional de admissão à universidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 12,9 milhões de jovens estudantes chineses, segundo o Ministério da Educação, começaram hoje a fazer o &#8216;gaokao&#8217;, o temido exame nacional de admissão à universidade.</P><br />
<P>Este exame altamente seletivo, que ocupa um lugar central na sociedade chinesa, determina o acesso às melhores universidades e, por extensão, as futuras oportunidades de carreira.</P><br />
<P>O &#8216;gaokao&#8217; tem a duração de vários dias e inclui testes de mandarim, matemática, inglês, ciências e humanidades. Os resultados serão anunciados no final de junho.</P><br />
<P>À porta de um centro de exames em Pequim, dezenas de polícias e seguranças mantinham a ordem enquanto os pais, de telemóveis na mão, esperavam filmar os filhos a entrar na sala de provas.</P><br />
<P>Alguns estavam vestidos de vermelho, uma cor da sorte na cultura chinesa.</P><br />
<P>&#8220;Estou um pouco ansioso&#8221;, admite Zhang Xinnan, de 18 anos, com o seu uniforme escolar, momentos antes do início dos exames.</P><br />
<P>&#8220;Mas domino as coisas que precisava de saber&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O ensino superior desenvolveu-se rapidamente na China nas últimas décadas, à medida que o desenvolvimento económico levou a uma melhoria dos padrões de vida, mas também a maiores expectativas dos pais em relação aos estudos e carreiras dos seus filhos.</P><br />
<P>No entanto, o mercado de trabalho para jovens licenciados já não é tão promissor como antes, sendo a elevada taxa de desemprego jovem uma grande preocupação.</P><br />
<P>De acordo com os dados oficiais, cerca de um em cada seis chineses entre os 16 e os 24 anos, excluindo os estudantes, está desempregado.</P><br />
<P>As atitudes em relação aos exames estão a mudar, com os estudantes e os pais cada vez menos dispostos a sacrificar a saúde física e mental para obter bons resultados.</P><br />
<P>&#8220;Sou bastante liberal&#8221;, diz Deng Ju, de 53 anos, segurando uma pilha de cadernos para a filha, que está a rever até ao último minuto com uma amiga.</P><br />
<P>&#8220;Estou mais preocupada com a saúde física; o exame é apenas uma formalidade&#8221;, acrescenta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773066]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Defesa europeia não é igualmente eficaz com ou sem EUA&#8217; &#8211; ministro da Defesa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/defesa-europeia-nao-e-igualmente-eficaz-com-ou-sem-eua-ministro-da-defesa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 05:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, manifestou-se hoje contra a criação de um exército europeu e defendeu que faz sentido continuar a olhar para a NATO como a principal frente defensiva da Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, manifestou-se hoje contra a criação de um exército europeu e defendeu que faz sentido continuar a olhar para a NATO como a principal frente defensiva da Europa.</P><br />
<P>A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla em inglês), &#8220;enquanto organização que é de dissuasão e defesa, tem cumprido muito bem o seu papel&#8221;, defendeu Melo, numa entrevista ao Jornal de Notícias e à rádio TSF.</P><br />
<P>&#8220;E tem cumprido muito bem o seu papel também por causa desta opção que é atlantista, juntando um lado e o outro do Atlântico, com os Estados Unidos da América [EUA] na equação&#8221;, sublinhou o ministro.</P><br />
<P>&#8220;Uma defesa europeia não é igualmente eficaz com ou sem Estados Unidos&#8221;, defendeu Melo.</P><br />
<P>O ministro desvalorizou as tensões entre os membros europeus da NATO e a administração dos EUA, liderada pelo Presidente Donald Trump, que já por várias vezes ameaçou abandonar a organização.</P><br />
<P>&#8220;Eu não confundo a administração de um país com esse país e o seu povo. As administrações são transitórias&#8221;, sublinhou Melo.</P><br />
<P>&#8220;Nunca o espaço continental europeu (&#8230;) teve tanto tempo permanente de paz, como tempo que medimos desde o final da Segunda Guerra Mundial, também por causa da NATO&#8221;, disse o ministro, excluindo o conflito na Ucrânia.</P><br />
<P>Já em 12 de maio Nuno Melo se tinha manifestado contra a criação de um exército europeu, frisando que o importante é reforçar o pilar europeu de Defesa na NATO e investir nas Forças Armadas nacionais.</P><br />
<P>&#8220;Tendencialmente sou contra a ideia de um exército europeu, o que não invalida que no espaço da União Europeia (UE) e no contexto europeu, não devamos articular aquilo que são aspetos fundamentais de uma Defesa comum&#8221;, afirmou Melo em declarações aos jornalistas à margem de uma reunião dos ministros da Defesa da UE, em Bruxelas.</P><br />
<P>O ministro da Defesa referiu que a sua oposição a um exército europeu é uma &#8220;posição antiga, de há muitos anos no Parlamento Europeu e não muda no âmbito do Governo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu entendo que nós devemos reforçar aquilo que é o pilar europeu de Defesa da NATO, o que passa por dar melhores condições aos nossos militares, por modernizar e melhorar infraestruturas e equipamentos, por estarmos à altura das missões que nos são pedidas dentro e fora, que é uma coisa diferente de um exército europeu&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O Governo espanhol tem defendido a criação de um exército europeu, afirmando que isso deve ser feito imediatamente, &#8220;não em dez anos&#8221;, como forma de preservar a sua liberdade num contexto de crescentes tensões com os Estados Unidos.</P><br />
<P>Essa ideia já foi descartada pela Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, que a considerou ilusória, apelando antes a que se reforcem as Forças Armadas dos países europeus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773065]]></sapo:autor>
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		<title>Abrem as urnas na Arménia para legislativas marcadas por desinformação pró-russa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 04:42:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As urnas abriram hoje na Arménia para as eleições legislativas, marcadas por uma intensa campanha de desinformação atribuída à Rússia, e vistas como um teste à postura pró-europeia do primeiro-ministro Nikol Pashinyan.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As urnas abriram hoje na Arménia para as eleições legislativas, marcadas por uma intensa campanha de desinformação atribuída à Rússia, e vistas como um teste à postura pró-europeia do primeiro-ministro Nikol Pashinyan.</P><br />
<P>O partido de Pashinyan, Contrato Cívico, lidera todas as sondagens, apesar de ser criticado pela perda da região de Nagorno-Karabakh para o Azerbaijão e pelho falhanço em desmantelar o sistema oligárquico da Arménia.</P><br />
<P>Um total de 19 partidos e blocos disputam os 101 lugares no parlamento.</P><br />
<P>O Contrato Cívico enfrenta uma oposição liderada pela coligação Arménia Forte, associada à influência russa nesta antiga república soviética.</P><br />
<P>No sábado, na véspera das eleições, as autoridades arménias anunciaram a detenção de mais de 40 pessoas suspeitas de compra de votos, ligadas ao Arménia Forte.</P><br />
<P>Um candidato a deputado, em conluio com um grupo de pessoas, pagou entre 100 mil e 500 mil drams (entre 230 e 1.140 euros) a mais de uma centena de eleitores para que votassem na Arménia Forte, avançou a agência Armenpress.</P><br />
<P>As forças de segurança continuam a trabalhar para identificar e deter os outros cúmplices do esquema criminoso, bem como os indivíduos que aceitaram os subornos.</P><br />
<P>Nikol Pashinián apelou na sexta-feira, no comício de encerramento da campanha, à polícia, para que detivesse os políticos que se dedicam a falsificar as eleições através do pagamento de subornos.</P><br />
<P>O primeiro-ministro acusou a Arménia Forte e outros partidos de trabalharem para potências estrangeiras, numa clara alusão à Rússia.</P><br />
<P>Segundo meios de comunicação independentes, Moscovo terá investido grandes quantias de dinheiro numa campanha mediática de desprestígio contra Pashinian, o que incluiria o plano de pagar a viagem de avião a milhares de arménios residentes na Rússia para que votassem.</P><br />
<P>Na sexta-feira à noite, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo pôs ontem em causa a legitimidade das eleições arménias, devido ao que considera ser uma perseguição política dos seus opositores por parte das autoridades.</P><br />
<P>Vários partidos da oposição arménia, que criticam o Governo pela aproximação à União Europeia (UE) e aos Estados Unidos, têm sido associados ao Kremlin.</P><br />
<P>A campanha eleitoral foi a mais polarizada dos últimos anos devido às pressões russas, que se opõem à adesão do país à UE, a qual, tal como os Estado Unidos, apoia a reeleição de Pashinian.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a comissão eleitoral arménia rejeitou uma petição para impedir a Arménia Forte de participar nas eleições.</P><br />
<P>O presidente da Comissão Eleitoral Central da Arménia, Vahagn Hovakimyan, explicou que, após analisar os argumentos apresentados, não encontrou fundamentos legais para cancelar o registo eleitoral da coligação. </P><br />
<P>O anúncio surgiu após o Ministério Público ter pedido autorização à comissão eleitoral para iniciar processos criminais contra seis candidatos incluídos na lista do Arménia Forte.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773064]]></sapo:autor>
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		<title>Tiroteio faz 12 feridos em festival no leste dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 04:09:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 12 pessoas foram baleadas durante um festival na cidade de Toledo, estado Ohio, no leste dos Estados Unidos, informou a polícia local, que ainda não deteve nenhum suspeito do ataque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 12 pessoas foram baleadas durante um festival na cidade de Toledo, estado Ohio, no leste dos Estados Unidos, informou a polícia local, que ainda não deteve nenhum suspeito do ataque.</P><br />
<P>&#8220;Doze pessoas foram baleadas&#8221;, com idades entre 14 e 61 anos, incluindo duas que ficaram gravemente feridas, disse o vice-chefe da polícia de Toledo, Joseph Heffernan, aos jornalistas, no sábado.</P><br />
<P>As forças de segurança estão à procura de pelo menos dois indivíduos, que parecem ser responsáveis pelo tiroteio, disse Heffernan. Eles &#8220;provavelmente dispararam um contra o outro&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O tiroteio ocorreu perto do Old West End Festival, um evento anual que inclui concertos, festas de bairro e passeios pelo bairro histórico de Toledo.</P><br />
<P>As autoridades estão a entrevistar testemunhas e a analisar vídeos de telemóveis, tendo pedido ao público qualquer informação que possa ajudar na detenção dos atiradores.</P><br />
<P>Vídeos nas redes sociais mostram pessoas a fugir de bancas de comida e vendedores ambulantes, atirando-se para o chão e escondendo-se atrás de automóveis durante os disparos.</P><br />
<P>De acordo com o tenente da polícia Dan Gerken, a idade média dos feridos é de cerca de 20 anos. &#8220;Já estive em muitos locais de crime, mas este foi realmente fora do comum&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O governador do Ohio, Mike DeWine, manifestou &#8220;preocupação com a situação&#8221;, afirmando que &#8220;os festivais de verão devem ser espaços seguros para as famílias passarem tempo juntas sem medo de violência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos confiantes de que os polícias vão encontrar os suspeitos envolvidos neste crime sem sentido&#8221;, escreveu DeWine nas redes sociais. </P><br />
<P>As armas de fogo são facilmente adquiridas de forma legal nos Estados Unidos, e a violência armada mata milhares de pessoas todos os anos no país.</P><br />
<P>Os Estados Unidos registaram 170 tiroteios em massa este ano, envolvendo quatro ou mais vítimas, sem contar com o atirador, de acordo com o portal Gun Violence Archive.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773063]]></sapo:autor>
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		<title>China lança operação perto de Taiwan após negociações entre Japão e Filipinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 03:39:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China lançou uma "operação de fiscalização" nas águas junto a Taiwan, avançou hoje a imprensa estatal, em resposta às negociações entre Japão e Filipinas sobre fronteiras marítimas, levando Taipé a enviar a guarda costeira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China lançou uma &#8220;operação de fiscalização&#8221; nas águas junto a Taiwan, avançou hoje a imprensa estatal, em resposta às negociações entre Japão e Filipinas sobre fronteiras marítimas, levando Taipé a enviar a guarda costeira.</P><br />
<P>No sábado, o Ministério dos Transportes da China ordenou à polícia marítima das províncias costeiras de Guangdong e Fujian que &#8220;realizasse uma operação especial de fiscalização marítima nas águas a leste de Taiwan&#8221;, informou a Xinhua. </P><br />
<P>A agência de notícias oficial chinesa não forneceu detalhes sobre a operação, incluindo a sua duração ou se ainda estava em curso.</P><br />
<P>A operação visa exercer plenamente a &#8220;jurisdição administrativa de controlo marítimo&#8221; de Pequim na área, reforçar as suas capacidades de patrulha em águas profundas e de controlo de tráfego em &#8220;zonas marítimas-chave&#8221;, garantir a segurança da navegação e &#8220;salvaguardar os interesses nacionais&#8221;, informou a Xinhua.</P><br />
<P>A operação foi &#8220;uma ação necessária tomada em resposta ao anúncio unilateral do Japão e das Filipinas de que iniciariam negociações de demarcação da fronteira marítima&#8221; perto de Taiwan, acrescentou a agência.</P><br />
<P>A guarda costeira de Taipé respondeu hoje, anunciando que tinha enviado cinco navios para a área &#8220;para responder adequadamente&#8221; à operação chinesa, que Taipé disse &#8220;violar o direito internacional&#8221;.</P><br />
<P>Os quatro navios chineses partiram do porto de Xiamen, na província de Fujian, no sudeste da China, e foram acompanhados &#8220;durante todo o processo&#8221;, acrescentou a guarda costeira, em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Em momento algum as embarcações oficiais chinesas entraram nas águas restritas do nosso país, sendo que a navegação nas águas próximas de Taiwan continua normalmente&#8221;, enfatizou a organização.</P><br />
<P>A guarda costeira acusou a China de aproveitar a abertura das negociações entre Manila e Tóquio para &#8220;intensificar o assédio&#8221; contra a ilha e &#8220;criar a falsa impressão de que tem jurisdição&#8221; sobre a zona, numa tentativa de alterar &#8220;de forma unilateral&#8221; o status quo no Estreito de Taiwan.</P><br />
<P>Taipé já tinha pedido a Tóquio e Manila para ser incluído nas negociações, que começaram a 28 de maio, para delimitar as fronteiras marítimas a leste da ilha, sobre a qual a China reivindica soberania.</P><br />
<P>O anúncio surgiu após uma reunião em Tóquio entre a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, e o Presidente filipino, Ferdinand Marcos Jr., realizada durante a visita de Estado do líder filipino ao Japão.</P><br />
<P>Um dia depois, o Governo chinês acusou o Japão e as Filipinas de violarem o direito internacional. </P><br />
<P>A porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Mao Ning afirmou que a China detém &#8220;direitos sobre a zona económica exclusiva e a plataforma continental&#8221; nas águas adjacentes a Taiwan, ilha governada autonomamente desde 1949, mas que Pequim considera parte integrante do seu território.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773062]]></sapo:autor>
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		<title>Candidato de esquerda às presidencias da Colômbia acusa rival de compra de votos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 03:04:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O candidato de esquerda às eleições presidencias na Colômbia, Iván Cepeda, acusou o rival de extrema-direita, Abelardo de la Espriella, de irregularidades financeiras na campanha e compra de votos na primeira volta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O candidato de esquerda às eleições presidencias na Colômbia, Iván Cepeda, acusou o rival de extrema-direita, Abelardo de la Espriella, de irregularidades financeiras na campanha e compra de votos na primeira volta.</P><br />
<P>O candidato apoiado pelo partido atualmente no poder na Colômbia garantiu no sábado que tem provas suficientes para iniciar uma investigação que poderá resultar numa ação judicial ontra o adversário.</P><br />
<P>&#8220;Temos fundamentos suficientes para prosseguir uma investigação rigorosa que culminará em acusações criminais&#8221;, declarou Cepeda, durante um evento de campanha realizado em Cali, no sudoeste do país.</P><br />
<P>Cepeda pediu ao advogado e defensor dos direitos humanos Miguel Ángel del Río para recolher informações e apresentar ações judiciais contra a campanha de Abelardo de la Espriella.</P><br />
<P>O político de esquerda denunciou ainda o que chamou de &#8220;campanha suja&#8221; dirigida contra a sua candidatura através do uso de estruturas digitais e ferramentas de inteligência artificial.</P><br />
<P>Abelardo de la Espriella venceu a primeira volta das presidenciais na Colômbia, em 31 de maio, com 10,3 milhões de votos (43,74%), enquanto Cepeda conquistou 9,7 milhões de votos (40,90%).</P><br />
<P>O empresário milionário ficou conhecido por, como advogado, ter defendido nos tribunais paramilitares acusados de tráfico de droga nos tribunais da Colômbia, o maior produtor mundial de cocaína.</P><br />
<P>O candidato, apelidado de &#8220;O Tigre&#8221;, conta com o apoio do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na segunda volta, que está marcada para 21 de junho.</P><br />
<P>Também no sábado, os presidentes das Honduras, Nasry Asfura, e do Paraguai, Santiago Peña, manifestaram apoio a Abelardo de la Espriella.</P><br />
<P>Num vídeo publicado por De la Espriella na rede social X, o candidato surge numa conversa amigável com os dois chefes de Estado.</P><br />
<P>&#8220;Abelardo, espero que estejas bem na tua luta e estaremos a rezar por ti no dia 21 de junho. Tudo vai correr bem&#8221;, disse Asfura ao candidato numa videochamada.</P><br />
<P>De la Espriella indicou que, em caso de vitória, irá reforçar as relações diplomáticas com as Honduras em áreas como o comércio, a segurança e o treino militar.</P><br />
<P>Por sua vez, o Presidente paraguaio assegurou que está a acompanhar as eleições colombianas &#8220;muito de perto&#8221; e espera resultados favoráveis a De la Espriella.</P><br />
<P>&#8220;Queremos que o povo colombiano escolha bem para que possamos trabalhar em conjunto (&#8230;) A questão da segurança e da defesa é uma prioridade para mim. Só podemos combater o crime organizado com governos organizados&#8221;, disse Peña durante a sua conversa com De la Espriella.</P><br />
<P>Também os presidentes da Argentina, Javier Milei, e do Equador, Daniel Noboa, celebraram a vitória do candidato de extrema-direita na primeira volta.</P><br />
<P>O atual chefe de Estado, Gustavo Petro, que se tornou o primeiro Presidente de esquerda da história da Colômbia em 2022, está constitucionalmente impedido de se candidatar a um segundo mandato.</P></p>
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		<title>Grupo de direitos humanos marcham no Chile contra políticas do Presidente Kast</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 02:19:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Milhares de pessoas marcharam no centro da capital do Chile para rejeitar as políticas do Presidente José Antonio Kast, incluindo um drástico corte orçamental e a possibilidade de perdão para autores de crimes contra a humanidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de pessoas marcharam no centro da capital do Chile para rejeitar as políticas do Presidente José Antonio Kast, incluindo um drástico corte orçamental e a possibilidade de perdão para autores de crimes contra a humanidade.</P><br />
<P>Organizada pela Coordenação Nacional de Organizações de Direitos Humanos e Sociais, a manifestação de sábado, em Santiago do Chile, foi pacífica e terminou sem incidentes.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos que o presidente ouça [os manifestantes], mas que também ouça as vítimas de todos estes assassinos que agora querem ser libertados&#8221;, disse a senadora Fabiola Campillai, vítima da repressão policial no Chile durante os protestos de 2019, quando perdeu a visão e o olfato após baleada pela polícia. </P><br />
<P>A marcha, que partiu da icónica Plaza Baquedano em direção ao Palácio Presidencial de La Moneda, ao longo da principal avenida da capital, foi convocada como um protesto &#8220;Contra a Impunidade&#8221;.</P><br />
<P>Isto depois de Kast não ter descartado a possibilidade de conceder indultos presidenciais a autores de crimes contra a humanidade.</P><br />
<P>&#8220;A paz social não se conquista concedendo indulto àqueles que, no tempo, assassinaram, torturaram e fizeram desaparecer o nosso povo, os nossos homens e mulheres chilenos&#8221;, enfatizou Campillai.</P><br />
<P>Numa entrevista transmitida pela sexta-feira, o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos do Chile, Fernando Rabat, não descartou a possibilidade de conceder indultos a autores de crimes contra a humanidade condenados por delitos cometidos durante a ditadura civil-militar (1973-1990), afirmando que &#8220;as circunstâncias de cada caso determinarão a resposta&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>Em 01 de junho, o Presidente chileno, José Antonio Kast, admitiu no parlamento que a política de austeridade, que visa organizar as finanças públicas e impulsionar o crescimento económico, vai causar dor, mas garantiu que não haverá cortes nos programas sociais.</P><br />
<P>Kast reiterou que a situação económica e fiscal do país &#8220;é ainda mais complexa&#8221; do que acreditava antes de assumir o cargo em 11 de março, e justificou o seu ambicioso plano de austeridade, que visa cortar seis mil milhões de dólares em 18 meses.</P><br />
<P>Poucos dias depois de ter tomado posse, o Presidente ordenou um corte médio de 3% em todos os ministérios, que até agora totaliza dois mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros, à taxa de câmbio atual), segundo dados oficiais.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde é o mais afetado, com um corte de 462 milhões de dólares (400 milhões de euros), o equivalente a 2,5% do seu orçamento, enquanto o Ministério da Cultura sofre a maior redução percentual, próxima dos 10%.</P><br />
<P>Desde que Kast tomou posse, a 11 de março, a Unidade de Programas de Direitos Humanos do Ministério da Justiça, o organismo mais importante na perseguição de crimes contra a humanidade e responsável pela busca de desaparecidos, sofreu um corte orçamental de quase um milhão de dólares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773060]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA abatem dois drones iranianos que &#8220;ameaçavam estreito de Ormuz&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 01:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos (EUA) disseram ter abatido dois drones iranianos que "ameaçavam o estreito de Ormuz", numa altura de nova escalada das tensões entre Washington e Teerão apesar de um cessar-fogo estar em vigor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos (EUA) disseram ter abatido dois drones iranianos que &#8220;ameaçavam o estreito de Ormuz&#8221;, numa altura de nova escalada das tensões entre Washington e Teerão apesar de um cessar-fogo estar em vigor.</P><br />
<P>&#8220;As forças norte-americanas abateram dois drones iranianos que ameaçavam o tráfego marítimo internacional no estreito de Ormuz&#8221;, afirmou, no sábado, o Comando Central do Exército dos EUA, conhecido como Centcom.</P><br />
<P>Numa mensagem publicadas nas redes sociais, o Centcom garantiu que &#8220;as forças norte-americanas continuam em posição e prontas para continuar a defender-se contra a agressão iraniana&#8221;.</P><br />
<P>Horas antes, o Irão tinha atacado alvos no Kuwait e no Bahrein em resposta a ataques norte-americanos.</P><br />
<P>Desde a trégua de 08 de abril que as hostilidades tinham quase cessado entre os Estados Unidos e o Irão, mas foram retomadas recentemente, em particular em torno do estreito de Ormuz, uma via marítima estratégica para os hidrocarbonetos controlada por Teerão.</P><br />
<P>O Kuwait e o Bahrein, que já tinham sido atacados no início da semana, condenaram as novas &#8220;agressões flagrantes&#8221; do Irão, classificando-as como &#8220;uma escalada perigosa&#8221; e uma ameaça à &#8220;vida dos cidadãos e dos residentes&#8221;.</P><br />
<P>Tais ataques &#8220;constituem uma violação flagrante da soberania do Estado&#8221;, acrescentou o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Kuwait, num comunicado.</P><br />
<P>Os Guardas da Revolução iranianos anunciaram ter disparado mísseis balísticos em direção à base aérea de Ali Al-Salem, no Kuwait, onde estão estacionadas aeronaves dos Estados Unidos, e ao quartel-general da Quinta Frota norte-americana, no Bahrein.</P><br />
<P>De acordo com o Centcom, de um total de sete mísseis, &#8220;seis foram intercetados e um sétimo não atingiu o alvo previsto&#8221;.</P><br />
<P>As forças norte-americanas tinham atacado previamente locais de radares de vigilância costeira iranianos na cidade de Goruk e na ilha de Qeshm &#8220;a fim de se defenderem de novos ataques&#8221;, acrescentou o Centcom.</P><br />
<P>Na frente diplomática, as negociações entre as duas partes não registaram avanços nos últimos dias.</P><br />
<P>O conselheiro militar do líder supremo iraniano Mohsen Rezaei falou mesmo de um impasse negocial, numa entrevista à cadeia de televisão norte-americana CNN.</P><br />
<P>Rezaei sugeriu ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que saia do impasse com o desbloqueio de 24 mil milhões de dólares (20,8 mil milhões de euros, ao câmbio atual) de fundos iranianos congelados devido a sanções norte-americanas.</P><br />
<P>&#8220;Se deseja chegar a um acordo com o Irão, estes 24 mil milhões de dólares constituem um teste de confiança (&#8230;) que os Estados Unidos devem superar para que o caminho se abra&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;É o nosso próprio dinheiro, não é o dos Estados Unidos&#8221;, acrescentou Rezaei.</P><br />
<P>As negociações visam pôr fim à guerra desencadeada pela ofensiva que os Estados Unidos e Israel lançaram contra o Irão em 28 de fevereiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773059]]></sapo:autor>
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		<title>Confrontos devido a bloqueios de estradas na Bolívia deixaram 35 feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 01:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Provedoria de Justiça disse que 16 civis e 19 polícias ficaram feridos devido a confrontos durante operações de desbloqueio de estradas na Bolívia, ocupadas por grupos que exigem a demissão do Presidente Rodrigo Paz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Provedoria de Justiça disse que 16 civis e 19 polícias ficaram feridos devido a confrontos durante operações de desbloqueio de estradas na Bolívia, ocupadas por grupos que exigem a demissão do Presidente Rodrigo Paz.</P><br />
<P>A entidade de defesa dos direitos humanos indicou que realizou &#8220;uma verificação in loco e um acompanhamento rigoroso da evolução médica&#8221; dos feridos em quatro hospitais da zona de Santa Cruz, no leste da Bolívia, onde confirmou a presença &#8220;de 16 civis feridos e 19 polícias afetados&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado, a Provedoria indica que 14 dos 16 civis tiveram alta e mantêm &#8220;tratamento ambulatório&#8221;, enquanto dois permanecem hospitalizados após os confrontos de sábado.</P><br />
<P>Sobre a situação dos polícias, a agência indicou que &#8220;encontrou cinco vítimas&#8221;, das quais quatro estão hospitalizadas.</P><br />
<P>Um agente, baleado na cabeça, continua em avaliação para dar entrada nos cuidados intensivos, embora não tenha adiantado mais pormenores sobre os restantes agentes.</P><br />
<P>O Provedor de Justiça, Pedro Callisaya, manifestou preocupação com as agressões a civis e polícias e pediu às autoridades que todas as ações das forças de segurança sejam realizadas &#8220;sob os padrões internacionais de direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>A polícia, o exército e alguns ativistas realizaram no sábado de manhã uma ação conjunta em San Julián, localidade situada 117 quilómetros a nordeste de Santa Cruz, a maior cidade da Bolívia, na estrada que liga a região de Beni e o oeste do país.</P><br />
<P>A operação, em que foi usado gás lacrimogéneo, conseguiu desbloquear a estrada, mas pouco depois os manifestantes reagruparam-se e reforçaram os pontos de bloqueio, o que levou a um confronto com a polícia que durou mais de quatro horas.</P><br />
<P>O comandante da polícia de Santa Cruz, David Gómez, disse que um grupo de residentes de San Julián entrou na esquadra da cidade, roubou objetos valiosos e depois incendiou as instalações.</P><br />
<P>A Bolívia confronta-se há mais de um mês com um movimento de protesto, liderado por agricultores, operários, mineiros, camionistas e professores que, depois de reivindicarem soluções para a grave crise económica do país, exigem agora a demissão do Presidente de centro-direita, aliado de Washington.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, os bloqueios de estradas espalharam-se por oito das nove regiões da Bolívia, provocando escassez de alimentos, combustível, medicamentos e, em particularmente, oxigénio para os centros de saúde.</P><br />
<P>O Governo de Paz acusa o ex-presidente socialista Evo Morales (2006-2019), alvo de um mandado de captura num caso que envolve o alegado tráfico de uma menor, de estar por detrás dos distúrbios.</P><br />
<P>Quando chegou ao poder, há seis meses, Rodrigo Paz fez questão de restabelecer as boas relações com os Estados Unidos, autorizando que elementos da agência antidroga norte-americana interviessem no país produtor de cocaína.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773058]]></sapo:autor>
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		<title>Em rutura com PR, ex-PM senegalês eleito líder do partido maioritário no parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 00:15:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia Nacional do Senegal, Ousmane Sonko, em conflito aberto com o Presidente do país, Bassirou Diomaye Faye, foi amplamente reeleito para a liderança do partido Pastef, que detém a maioria no parlamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Assembleia Nacional do Senegal, Ousmane Sonko, em conflito aberto com o Presidente do país, Bassirou Diomaye Faye, foi amplamente reeleito para a liderança do partido Pastef, que detém a maioria no parlamento.</P><br />
<P>Faye e Sonko, seu antigo companheiro de jornada política e ex-primeiro-ministro, que o Presidente demitiu a 22 de maio, entraram em rutura, o que pode gerar instabilidade económica e a desconfiança dos doadores, numa altura em que o país se encontra fortemente endividado.</P><br />
<P>Ousmane Sonko foi reeleito &#8220;por unanimidade&#8221; para um mandato de seis anos à frente do Pastef (Patriotas Africanos do Senegal pelo Trabalho, Ética e Fraternidade) pelos 583 delegados das secções nacionais e da diáspora reunidos no sábado em Diamniadio, perto de Dacar, durante o primeiro congresso do partido que dirige desde a criação em 2014, de acordo com um texto lido por Ngouda Mboup, que supervisionou a votação.</P><br />
<P>&#8220;As revoluções podem ser desviadas se não se dotarem de uma doutrina clara nem de uma organização capaz de inscrever as mudanças na rutura&#8221;, declarou Sonko, aludindo à rutura com Faye, a quem tinha designado para o substituir nas eleições presidenciais de 2024, após a invalidação da sua candidatura, na sequência de uma condenação por difamação.</P><br />
<P>&#8220;A nossa voz é a de uma revolução democrática, popular e soberana&#8221; e, &#8220;desta vez, nenhum projeto de sabotagem terá sucesso porque o povo dará as garantias necessárias para libertar o nosso país&#8221;, prosseguiu.</P><br />
<P>Após ser destituído, Sonko foi substituído no cargo de primeiro-ministro pelo banqueiro Ahmadou Al Aminou Mohamed Lô, que formou, na terça-feira, um Governo boicotado pelo Pastef, mas no qual participam aliados e membros dissidentes do partido.</P><br />
<P>&#8220;Se o Pastef quiser, dentro de 72 horas, este Governo pode cair. Mas não o vamos censurar. Vamos acompanhá-los&#8221;, afirmou Sonko na terça-feira.</P><br />
<P>No sábado, afirmou que, a partir da nova posição de força parlamentar maioritária, o partido &#8220;pode controlar melhor o que se faz na Assembleia Nacional e os interesses do povo serão salvaguardados&#8221;.</P><br />
<P>O Pastef, que detém 130 dos 165 assentos no parlamento, pode, a qualquer momento, apresentar uma moção de censura e derrubar o Governo.</P><br />
<P>Pode também censurar o Governo aquando da apresentação do programa, cuja data ainda não foi determinada, explicaram à agência de notícias France Presse (AFP) antigos parlamentares.</P><br />
<P>O Presidente também pode reformar um Governo após uma moção de censura e dissolver o parlamento &#8212; mas apenas dois anos após a tomada de posse, ou seja, a partir de novembro. </P><br />
<P>Pode, assim, recorrer a poderes excecionais ao abrigo da Constituição e governar posteriormente por decretos durante três meses, sem passar pela Assembleia Nacional.</P><br />
<P>Faye e Sonko, vencedores das eleições presidenciais de março de 2024 sob o slogan &#8220;Sonko mooy Diomaye&#8221; (&#8220;Sonko é Diomaye&#8221;, em wolof), separaram-se após vários meses de tensões decorrentes de divergências, nomeadamente sobre a gestão da dívida pública e a justiça.</P><br />
<P>As tensões começaram a surgir em julho de 2025, quando o então primeiro-ministro, de temperamento explosivo, atacou veementemente Faye, denunciando um &#8220;problema de autoridade&#8221; no país.</P><br />
<P>No início de maio, o Presidente tinha criticado a &#8220;personalização excessiva&#8221; do seu ex-primeiro-ministro no seio do partido no poder.</P><br />
<P>A 22 de maio, dia em que foi demitido, Sonko tinha criticado Faye, durante uma intervenção na Assembleia Nacional, relativamente ao controlo e à transparência dos fundos políticos cuja utilização fica ao critério do Presidente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773057]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Leão diz que apenas tentou &#8220;proteger&#8221; colega no lance da expulsão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 22:57:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O avançado Rafael Leão, expulso no particular com o Chile (2-1), da preparação de Portugal para o Mundial2026 de futebol, afirmou hoje que, nesse lance, tentou apenas "proteger" um colega da equipa, numa publicação nas redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O avançado Rafael Leão, expulso no particular com o Chile (2-1), da preparação de Portugal para o Mundial2026 de futebol, afirmou hoje que, nesse lance, tentou apenas &#8220;proteger&#8221; um colega da equipa, numa publicação nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Relativamente à minha expulsão, simplesmente quis proteger o meu colega, nunca com a intenção de magoar o adversário&#8221;, lê-se na página oficial do jogador do AC Milan no Instagram.</P><br />
<P>Titular no Estádio Nacional, em Oeiras, Leão viu o cartão vermelho direto ao 45+2 minutos, após &#8216;pegar-se&#8217; com um jogador do Chile e vai estar ausente do particular de quarta-feira com a Nigéria, em Leiria, ficando igualmente em risco de falhar a estreia de Portugal no Mundial2026 com a Republica Democrática do Congo, em 17 de junho, em Houston, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Depois da República Democrática do Congo segue-se o estreante Uzbequistão em 23 de junho, também em Houston, ficando o Grupo K fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia, em Miami.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, no Canadá e no México.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773056]]></sapo:autor>
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		<title>Companhias aéreas consideram produção de combustível verde para aviação &#8220;dececionante&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 22:38:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A produção global atual de combustível sustentável para aviação, que cobre apenas 0,8% do consumo total das companhias aéreas, foi hoje considerada "dececionante" pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A produção global atual de combustível sustentável para aviação, que cobre apenas 0,8% do consumo total das companhias aéreas, foi hoje considerada &#8220;dececionante&#8221; pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).</P><br />
<P>Segundo a entidade, que agrupa cerca de 470 companhias aéreas responsáveis por mais de 80% do tráfego aéreo mundial e que realizará a sua reunião anual a partir de domingo na cidade brasileira do Rio de Janeiro, a produção de combustível sustentável para aviação (SAF, na sigla em inglês) alcançará em 2026 cerca de 2,4 milhões de toneladas, em comparação com 1,9 milhões de toneladas em 2025 e um milhão de toneladas em 2024.</P><br />
<P>Embora tal represente um crescimento anual durante dois anos consecutivos, continua muito aquém do necessário para que o setor alcance a sua meta de emissões líquidas zero até 2050.</P><br />
<P>&#8220;Parece que será mais um ano dececionante para a produção de SAF&#8221;, declarou o diretor-geral da IATA, Willie Walsh, referindo que, cinco anos depois de a indústria ter adotado o compromisso de neutralidade climática, estes combustíveis representarão menos de 1% do combustível utilizado pela aviação comercial.</P><br />
<P>Walsh atribuiu o lento progresso a políticas públicas mal coordenadas e à falta de interesse das empresas petrolíferas em investir em alternativas renováveis.</P><br />
<P>O mais grave, segundo a IATA, é que os projetos atualmente existentes em todo o mundo têm capacidade para produzir até nove milhões de toneladas anuais.</P><br />
<P>&#8220;Grande parte dessa capacidade é desperdiçada, porque as políticas públicas favorecem a produção de gasóleo vegetal e não a de SAF&#8221;, afirmou a vice-presidente de Sustentabilidade da IATA, Marie Owens Thomsen, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>E os cerca de 370 projetos já em funcionamento ou em desenvolvimento para produzir o combustível sustentável são também insuficientes para satisfazer a procura, uma vez que têm uma capacidade de produção combinada de 20 milhões de toneladas até 2030, das quais oito milhões de toneladas nos países da América, segundo Thomsen.</P><br />
<P>Segundo a associação, o caminho para que o SAF contribua com aproximadamente 65% da redução de emissões de que o setor necessita até 2050 está a tornar-se cada vez mais difícil, à medida que se acumulam os atrasos no aumento da oferta.</P><br />
<P>Esta preocupação surge num contexto de volatilidade energética internacional devido à subida a pique dos preços dos combustíveis causada pela guerra no Médio Oriente. </P><br />
<P>A IATA considera que as recentes tensões nos mercados petrolíferos deveriam acelerar o desenvolvimento de combustíveis renováveis, para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e reforçar a segurança energética do setor da aviação.</P><br />
<P>O SAF, produzido a partir de matérias-primas como óleos usados, resíduos agrícolas ou biomassa, pode reduzir as emissões de carbono até 80% em comparação com o querosene convencional, mas continua a enfrentar obstáculos relacionados com os seus elevados custos de produção.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773054]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tatjana Pinto bate recorde nacional dos 100 metros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 21:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A atleta portuguesa Tatjana Pinto bateu hoje o recorde nacional dos 100 metros, ao correr a distância em 11,09 segundos, nas eliminatórias da Sparkassen Gala, em Regensburg, na Alemanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A atleta portuguesa Tatjana Pinto bateu hoje o recorde nacional dos 100 metros, ao correr a distância em 11,09 segundos, nas eliminatórias da Sparkassen Gala, em Regensburg, na Alemanha.</P><br />
<P>Tatjana Pinto tirou um centésimo de segundo ao anterior máximo português, na posse de Lorène Bazolo, que tinha registado 11,10 em 14 de agosto de 2021 (La Chauds-Fonds) e em 14 de junho de 2025 (Braga).</P><br />
<P>Em Regensburg, a portuguesa, de 33 anos, acabou por vencer, depois, a final, com o registo de 11,17 segundos.</P><br />
<P>Tatjana Pinto também é a recordista nacional dos 60 metros, com 7,17 segundos, registo &#8211; conseguido em 21 de março de 2026, em Torun &#8211; que comparte com outras duas velocistas (Lorène Bazolo e Arialis Martínez).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773053]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Martínez defende Rafael Leão e espera ter jogador na estreia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 21:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O selecionador Roberto Martínez saiu hoje em defesa de Rafael Leão, expulso no jogo Portugal-Chile, de preparação para o Mundial2026 de futebol, e mostrou-se confiante que o avançado estará disponível para a estreia na competição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O selecionador Roberto Martínez saiu hoje em defesa de Rafael Leão, expulso no jogo Portugal-Chile, de preparação para o Mundial2026 de futebol, e mostrou-se confiante que o avançado estará disponível para a estreia na competição.</P><br />
<P>&#8220;É normal a reação do Rafael Leão. Protegeu o colega e mostrou espírito de equipa. Teve uma reação positiva para ajudar o colega. Claro que não podemos entrar na provocação, mas é um momento que é muito bom ter acontecido agora, porque uma equipa sul-americana tem muitos momentos assim&#8221;, afirmou Roberto Martínez, em conferência de imprensa, no Estádio Nacional, em Oeiras, após o teste perante o Chile (2-1).</P><br />
<P>O avançado Rafael Leão viu o cartão vermelho ao 45+2 minutos, após &#8216;pegar-se&#8217; com um jogador do Chile e vai estar ausente do particular de quarta-feira com a Nigéria, em Leiria, ficando igualmente em risco de falhar a estreia de Portugal no Mundial2026 com a Republica Democrática do Congo, em 17 de junho, em Houston, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Todos os cartões vermelhos têm consequências, mas espero que o árbitro possa ver as imagens. Eu vi e não é uma ação violenta, pois não tem as mãos acima da dos outros. Espero que possa ser uma consequência menor&#8221;, referiu o selecionador nacional.</P><br />
<P>Depois da República Democrática do Congo segue-se o estreante Uzbequistão em 23 de junho, também em Houston, ficando o Grupo K fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia, em Miami.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, no Canadá e no México.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO/DYRP // PFO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773052]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Portugal vence Chile no primeiro teste para a fase final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 19:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal venceu hoje por 2-1 na receção ao Chile, num encontro de preparação para a fase final do Mundial de futebol de 2026, disputado no Estádio Nacional, em Oeiras, Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal venceu hoje por 2-1 na receção ao Chile, num encontro de preparação para a fase final do Mundial de futebol de 2026, disputado no Estádio Nacional, em Oeiras, Lisboa.</P><br />
<P>No primeiro teste do estágio, Gonçalo Guedes, aos 58 minutos, depois de substituir Cristiano Ronaldo ao intervalo, e Bruno Fernandes, aos 75, marcaram os tentos da formação das &#8216;quinas&#8217;, enquanto Lucas Cepeda reduziu para os sul-americanos, aos 90+2.</P><br />
<P>A primeira parte, sem golos, ficou marcada pelas expulsões, já nos descontos, aos 45+2 minutos, do português Rafael Leão e do chileno Iván Román, após troca de empurrões, que deixaram as duas seleções reduzidas a 10 unidades.</P><br />
<P>Portugal cumpre na quarta-feira, em Leiria, face à Nigéria, o derradeiro encontro antes do Mundial2026, no qual se estreia em 17 de junho, face à República Democrática do Congo, num embate da primeira jornada do Grupo K, marcado para Houston. Seguem-se Uzbequistão (23) e Colômbia (27).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773051]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rede Europeia Anti-Pobreza receia que trabalho social da PSU aumente estigma sobre pobres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 19:29:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal receia que a imposição de trabalho social a quem recebe a Prestação Social Única (PSU) aumente o estigma sobre os beneficiários, penalizando ainda mais quem está em situação de pobreza ou exclusão social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal receia que a imposição de trabalho social a quem recebe a Prestação Social Única (PSU) aumente o estigma sobre os beneficiários, penalizando ainda mais quem está em situação de pobreza ou exclusão social.</P><br />
<P>Em comunicado, a organização considera que a nova prestação deve garantir, desde logo, um acesso mais simples à proteção social para as pessoas mais vulneráveis, reduzindo o risco de não recurso aos apoios sociais e evitando que cidadãos em situação de fragilidade fiquem excluídos de direitos a que têm acesso.</P><br />
<P>A EAPN alerta, contudo, que a proposta de lei apresentada pelo Governo prevê a participação obrigatória de alguns beneficiários em &#8220;atividades de solidariedade social&#8221; e em situações de &#8220;emprego conveniente&#8221;, uma opção que, na sua perspetiva, pode transmitir a ideia de que as pessoas que recorrem às prestações sociais são pobres por responsabilidade própria.</P><br />
<P>Segundo a organização, esta obrigatoriedade assume um caráter &#8220;compensatório ou corretivo&#8221;, em vez de integrar uma lógica de inserção centrada nas necessidades individuais, na capacitação das pessoas e na criação de oportunidades para uma inclusão social efetiva.</P><br />
<P>&#8220;Este facto pode acentuar o estigma que já existe sobre as prestações de mínimos sociais, como o RSI, e pode também aumentar o não recurso e agravar ainda mais estereótipos e situações de aporofobia&#8221;, refere a organização.</P><br />
<P>Para a EAPN, a futura Prestação Social Única deve assentar, antes de mais, na definição de mínimos sociais que garantam condições de vida dignas e constituam uma resposta eficaz para a saída da pobreza.</P><br />
<P>A organização defende, por isso, mudanças estruturais que passem pelo reforço de oportunidades de emprego digno, pelo acesso a serviços públicos, pela formação inclusiva e por mecanismos de apoio social que não sejam geradores de estigma.</P><br />
<P>A posição da EAPN surge a propósito da proposta de criação da Prestação Social Única, prevista na Estratégia Nacional de Combate à Pobreza e atualmente em discussão parlamentar, e também na sequência da divulgação de um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre esta prestação social.</P><br />
<P>Segundo a EAPN, o estudo da OCDE refere que melhorias no sistema atual poderão contribuir para uma maior redução da pobreza, quer através de apoios mais direcionados, quer por via do incentivo ao aumento dos rendimentos e de uma utilização mais eficaz das prestações sociais.</P><br />
<P>A EAPN considera ainda fundamental que o processo legislativo inclua a participação dos destinatários da medida, dos profissionais que acompanham situações de vulnerabilidade e das organizações da sociedade civil.</P><br />
<P>&#8220;É fundamental que as pessoas que recebem as prestações, assim como os profissionais que estão no acompanhamento e as próprias entidades da sociedade civil, sejam ouvidas e participem na definição da mesma&#8221;, sustenta a organização.</P><br />
<P>Segundo a rede, essa participação é necessária para garantir que a Prestação Social Única se torne &#8220;um instrumento eficaz de inclusão social&#8221; e de combate à pobreza.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773050]]></sapo:autor>
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		<title>Papa/Espanha: Meio milhão de pessoas em celebração no centro de Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 19:22:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Meio milhão de pessoas estão concentradas hoje em Madrid para uma celebração com o Papa, que este sábado iniciou a primeira viagem de um líder da Igreja Católica a Espanha em 15 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Meio milhão de pessoas estão concentradas hoje em Madrid para uma celebração com o Papa, que este sábado iniciou a primeira viagem de um líder da Igreja Católica a Espanha em 15 anos.</P><br />
<P>Leão XIV aterrou hoje de manhã em Madrid para uma visita de uma semana a Espanha e termina o primeiro dia da viagem no centro da capital espanhola, numa &#8220;vigília de oração com os jovens&#8221; em que estão 500 mil pessoas, segundo as autoridades de segurança locais.</P><br />
<P>Este foi o primeiro evento de massas do Papa em Espanha, no qual estavam inscritas 240 mil pessoas, disse hoje, a meio do dia, a organização da visita, numa conferência de imprensa em que já estimava que a assistência pudesse ser maior.</P><br />
<P>Leão XIV vai celebrar uma missa também no centro de Madrid, na praça Cibeles, no domingo de manhã, em que se inscreveram 380 mil pessoas, com a organização a prever de novo uma assistência maior.</P><br />
<P>Apesar de ser uma &#8220;vigília de oração com os jovens&#8221;, milhares de pessoas de todas as idades, desde famílias com bebés a idosos, foram-se concentrando desde o final da tarde no Passeio da Castelhana, a partir do altar instalado na praça de Lima, ao lado do estádio Santiago Bernabéu, do Real Madrid.</P><br />
<P>Cerca de 97% dos inscritos, segundo a organização, são residentes em Espanha, mas há também pessoas como a brasileira Margarete Peripolli, de 26 anos, que vive em Roma e viajou para participar nesta vigília.</P><br />
<P>Margarete Peripolli, arquiteta e estudante e com uma bandeira do Brasil nas costas, disse à Lusa que esteve em duas Jornadas Mundiais da Juventude, eventos presididos pelo Papa, e gostou muito e, além disso, também gosta de Leão XIV e das mensagens que tem estado a passar.</P><br />
<P>&#8220;É bastante equilibrado, moderado, é um bom sucessor de Francisco&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>De mais perto viajou um grupo de três amigas de 15 anos de Las Rozas, nos subúrbios de Madrid. Uma delas, Carmen, gosta &#8220;da aproximação aos jovens&#8221; de Leão XIV, enquanto as outras duas, Elena e Lola, lhes parece &#8220;muito bem&#8221; que o Papa tenha decidido &#8220;dar visibilidade&#8221;, com uma deslocação às Canárias, em 11 e 12 de junho, à questão da imigração e das pessoas que chegam em embarcações precárias conhecidas como &#8216;pateras&#8217; às costas espanholas.</P><br />
<P>&#8220;A imigração é muito boa para um país, mas deve ser regulada. Sobretudo porque essas pessoas colocam a vida em perigo&#8221;, defendeu Elena.</P><br />
<P>Para as irmãs Mercedes e Belén, de 62 e 60 anos, de Madrid, &#8220;esta juventude procura coisas diferentes e tem uma espiritualidade&#8221; em que depositam &#8220;muita esperança&#8221;.</P><br />
<P>Quanto ao Papa, o primeiro dia de viagem de Leão XIV a Espanha ainda não terminou e já estão conquistadas, depois do &#8220;discurso maravilhoso&#8221; que fez logo de manhã perante as máximas autoridades do país que o receberam com honras de Estado no Palácio Real de Madrid.</P><br />
<P>&#8220;Os políticos precisam de uma mensagem de união&#8221;, disse Mercedes, que sublinhou a polarização que se vive em Espanha, &#8220;sem respeito&#8221; por visões políticas diferentes.</P><br />
<P>&#8220;Cabemos todos. É preciso unidade, ouvir, pensamento livre, respeito por todas as religiões&#8221;, disse Belén, naquilo que considera ter sido a síntese do primeiro discurso de Leão XIV em Espanha.</P></p>
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