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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Chega propõe reforma aos 40 anos de descontos ou 65 de idade e teto máximo de 4.500 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:08:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega vai propor no Parlamento que um trabalhador possa reformar-se quando atingir 40 de descontos ou 65 anos de idade e quer colocar um teto máximo para as pensões mais altas de 4.500 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Chega vai propor no Parlamento que um trabalhador possa reformar-se quando atingir 40 de descontos ou 65 anos de idade e quer colocar um teto máximo para as pensões mais altas de 4.500 euros.</P><br />
<P>O anúncio foi feito pelo líder do Chega em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa.</P><br />
<P>André Ventura disse que o partido quer &#8220;garantir que quem tenha 40 anos de descontos possa reformar-se, independentemente da idade&#8221;, e descer a idade da reforma para os 65 anos, como tem vindo a defender nas últimas semanas.</P><br />
<P>O Chega vai propor também que as &#8220;reformas milionárias sejam limitadas a 4.500 euros mensais&#8221; e que na administração pública ninguém receba um salário superior ao do primeiro-ministro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771121]]></sapo:autor>
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		<title>Uber revela os objetos mais estranhos esquecidos nos carros — e há uma perna protética na lista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Há quem se esqueça das chaves, do telemóvel ou da carteira. Mas há passageiros em França que conseguem ir mais longe]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem se esqueça das chaves, do telemóvel ou da carteira. Mas há passageiros que conseguem ir mais longe. Em França, a lista anual da Uber sobre os objetos mais insólitos deixados nos seus veículos inclui, este ano, uma perna protética, um cão, duas churrasqueiras, leite materno, um guião de cinema e até 15 teclados de computador, revela o &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;.</p>
<p>A empresa de transporte por aplicação divulga este ranking há dez anos e a edição de 2026 voltou a mostrar que os esquecimentos nos bancos traseiros e nas bagageiras dos carros podem ir muito além dos objetos habituais. A Uber sublinha, ainda assim, que todos os itens da lista foram devolvidos aos respetivos donos.</p>
<p><strong>Uma perna protética no topo da lista</strong></p>
<p>O primeiro lugar do ranking ficou para uma perna protética, o objeto mais inesperado entre os pertences encontrados em carros da Uber em França entre 2025 e 2026.</p>
<p>Mas a lista não fica por aqui. Entre os objetos recuperados estão também uma caixa de laxantes, uma nota de 100 dólares com a imagem de Donald Trump, um cão, um peluche Labubu roxo, duas churrasqueiras, um pinheiro, um guião de filme, uma almofada com edredão, um cheque de 1.500 euros, uma guitarra, leite materno, um livro de autógrafos de personagens de desenhos animados, 15 teclados de computador e uma consola Xbox.</p>
<p>Além dos esquecimentos mais comuns, como smartphones, malas, chaves, carteiras, óculos ou passaportes, estes casos mostram a dimensão mais improvável das viagens feitas por passageiros distraídos.</p>
<p><strong>Fins de semana e festivais são dias de risco</strong></p>
<p>O &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; destaca também que há dias mais propícios a esquecimentos. As noites de fim de semana, sobretudo as sextas-feiras, são aquelas em que os passageiros franceses mais deixam objetos para trás.</p>
<p>Entre os dias com maior número de pertences esquecidos surgem duas datas particularmente reveladoras: 1 de janeiro, dia em que a distração dispensa grandes explicações, e 20 de julho de 2025, o último dia do festival Lollapalooza Paris. A edição de 2026 do festival, entretanto, foi cancelada.</p>
<p>A relação entre grandes eventos, viagens noturnas e objetos perdidos parece evidente. Depois de festivais, festas ou noites mais longas, a probabilidade de sair do carro sem confirmar bancos e bagageira aumenta.</p>
<p><strong>Grenoble lidera entre as cidades mais distraídas</strong></p>
<p>No ranking das cidades francesas com maior proporção de passageiros distraídos, Grenoble voltou a ocupar o primeiro lugar. Angers surge em segundo, ultrapassando Rennes, enquanto Amiens, Toulon e Clermont-Ferrand completam os cinco primeiros lugares.</p>
<p>A lista inclui ainda Nantes, Tours, Annecy, Montpellier, Rouen, Lyon, Lille, Toulouse, Nice e Marselha. Em relação a anos anteriores, Paris, Bordéus e Reims saíram do top 15, enquanto Marselha, Clermont-Ferrand e Annecy entraram.</p>
<p>O ranking é francês, mas a lição é universal: antes de fechar a porta de um Uber, vale a pena olhar uma última vez para o banco, para o chão e para a bagageira. Sobretudo se a viagem envolver objetos difíceis de explicar ao motorista no dia seguinte.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771120]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA ponderam alargar presença nuclear na Europa para tranquilizar aliados da NATO</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eua-ponderam-alargar-presenca-nuclear-na-europa-para-tranquilizar-aliados-da-nato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:44:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[dissuasão nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As conversações ainda estão numa fase inicial e podem não resultar em mudanças imediatas, mas surgem num momento de crescente preocupação com a capacidade da Aliança Atlântica para dissuadir a Rússia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos estão a ponderar colocar aviões com capacidade nuclear em mais países europeus da NATO, numa tentativa de tranquilizar aliados preocupados com a redução da presença militar convencional americana no continente, escreve o &#8216;Kyiv Post&#8217;, citando informação avançada pelo &#8216;Financial Times&#8217;. </p>
<p>As conversações ainda estão numa fase inicial e podem não resultar em mudanças imediatas, mas surgem num momento de crescente preocupação com a capacidade da Aliança Atlântica para dissuadir a Rússia.</p>
<p>Em causa está a possível expansão do sistema de partilha nuclear da NATO, atualmente limitado aos países europeus que recebem aviões americanos com capacidade para transportar armas nucleares e, em alguns casos, armamento nuclear dos EUA. </p>
<p>O debate ganha peso numa altura em que Washington redireciona meios militares para a Ásia e para outras regiões estratégicas, enquanto vários aliados europeus receiam que cortes de tropas e alterações no posicionamento de sistemas de defesa enfraqueçam a postura da NATO no continente.</p>
<p><strong>Polónia e Bálticos querem maior envolvimento</strong></p>
<p>Os aviões americanos de dupla capacidade, conhecidos como DCA, podem transportar tanto armamento convencional como nuclear. Estão atualmente estacionados na Bélgica, Alemanha, Itália, Países Baixos, Turquia e Reino Unido.</p>
<p>No modelo de partilha nuclear da NATO, pilotos aliados treinam para executar missões nucleares, mas as ogivas permanecem sempre sob controlo dos Estados Unidos.</p>
<p>Os países do flanco leste da Aliança, em particular a Polónia e os Estados bálticos, têm sido os mais insistentes na defesa de uma participação mais profunda neste quadro nuclear. Varsóvia tem defendido publicamente a presença nuclear americana em território polaco, e o antigo presidente Andrzej Duda já tinha apelado à extensão da missão de aviões de dupla capacidade à Polónia.</p>
<p><strong>A guerra na Ucrânia mudou o debate</strong></p>
<p>A discussão ocorre num contexto de tensão prolongada entre a NATO e a Rússia. Moscovo opõe-se há anos ao alargamento da Aliança para leste, alegando que essa expansão ameaça a sua segurança, argumento que também usou para justificar a invasão da Ucrânia em 2022.</p>
<p>Os países ocidentais rejeitam essa leitura e insistem que a NATO é uma aliança defensiva. Para vários aliados, foi precisamente a agressão russa que tornou necessária uma dissuasão mais forte, sobretudo nos países geograficamente mais próximos da Rússia.</p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; recorda que o acordo NATO-Rússia de 1997 referia que a Aliança não tinha planos para colocar armas nucleares em novos Estados-membros. No entanto, países que aderiram depois, incluindo a Polónia, já disseram estar disponíveis para receber armas nucleares americanas, em particular depois da invasão russa da Ucrânia.</p>
<p><strong>O fator Putin e as ameaças nucleares</strong></p>
<p>A guerra na Ucrânia e as ameaças nucleares repetidas do presidente russo, Vladimir Putin, intensificaram o debate dentro da NATO sobre a forma de reforçar a dissuasão. O tema é particularmente sensível para os aliados do leste europeu, que veem a ameaça russa de forma mais imediata.</p>
<p>Uma eventual expansão do posicionamento de aviões de dupla capacidade seria interpretada como um sinal de continuidade do compromisso americano com o chamado guarda-chuva nuclear da NATO. Esse sinal seria especialmente relevante num momento em que Washington espera que os aliados europeus assumam maior responsabilidade pela defesa convencional.</p>
<p>A Administração Trump tem vindo a redirecionar recursos militares para a Ásia e outras zonas estratégicas, incluindo cancelamentos de destacamentos previstos para a Europa e retiradas parciais de tropas. Esses movimentos têm causado inquietação entre vários aliados da NATO.</p>
<p><strong>Europa aumenta defesa, mas continua dependente dos EUA</strong></p>
<p>Os Governos europeus comprometeram-se a aumentar de forma significativa a despesa militar e a reforçar capacidades convencionais. Ainda assim, muitos responsáveis continuam a ver o guarda-chuva nuclear americano como a pedra angular da dissuasão da Aliança Atlântica.</p>
<p>A possível expansão da presença de aviões nucleares americanos na Europa mostra, por isso, a tensão entre duas realidades: os EUA querem que a Europa faça mais pela sua própria defesa convencional, mas os aliados continuam a depender da capacidade nuclear americana para garantir a dissuasão estratégica face à Rússia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771108]]></sapo:autor>
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		<title>Uma das mais longas viagens de comboio da Europa vai estrear-se este mês (e liga Alemanha, Chéquia, Polónia e fronteira da Ucrânia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os viajantes europeus vão passar a dispor, a partir deste mês, de uma nova ligação ferroviária internacional que promete tornar mais simples a deslocação entre a Europa Ocidental e a Europa de Leste. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os viajantes europeus vão passar a dispor, a partir deste mês, de uma nova ligação ferroviária internacional que promete tornar mais simples a deslocação entre a Europa Ocidental e a Europa de Leste. A operadora privada checa Leo Express anunciou o lançamento de uma nova rota ferroviária direta com mais de 1.300 quilómetros de extensão, que se tornará uma das mais longas ligações ferroviárias sem transbordo atualmente disponíveis no continente.</p>
<p>A nova ligação entra em funcionamento a 25 de junho e ligará algumas das principais cidades da Alemanha, da Chéquia e da Polónia, prolongando-se até à fronteira com a Ucrânia. O serviço será operado diariamente nos dois sentidos, permitindo uma ligação contínua entre importantes centros urbanos europeus.</p>
<p>O percurso terá início em Przemyśl, cidade polaca situada junto à fronteira ucraniana, seguindo depois por Cracóvia, Ostrava, Praga, Dresden, Leipzig e Erfurt. A viagem terminará em Frankfurt am Main, incluindo também uma paragem no Aeroporto de Frankfurt, um dos maiores hubs de transporte aéreo da Europa.</p>
<p>Segundo a Leo Express, a nova linha pretende criar uma ponte ferroviária entre regiões historicamente separadas e reforçar as ligações entre o centro e o leste do continente. O diretor executivo da empresa, Peter Köhler, afirmou que a nova operação representa mais do que apenas uma expansão da rede ferroviária.</p>
<p>“Com esta nova rota, estamos também a remover as cortinas de ferro entre a Europa Ocidental e a Europa de Leste, ligando importantes centros europeus e proporcionando acesso à Ucrânia”, declarou o responsável.</p>
<p>O horário foi desenhado para favorecer tanto os passageiros que realizam viagens de longo curso como aqueles que necessitam de ligações a voos internacionais. O comboio com destino a oeste partirá de Przemyśl às 13h31 e chegará ao Aeroporto de Frankfurt às 07h53 da manhã seguinte.</p>
<p>Já a ligação em sentido inverso partirá do Aeroporto de Frankfurt às 08h27, concluindo a viagem até Przemyśl às 02h23 do dia seguinte.</p>
<p>De acordo com Peter Köhler, os horários foram escolhidos para maximizar as possibilidades de ligação entre o transporte ferroviário e o transporte aéreo. O responsável explicou que a chegada ao Aeroporto de Frankfurt pouco antes das oito da manhã permitirá aos passageiros aceder facilmente a voos europeus e intercontinentais.</p>
<p>“Leo Express oferece uma ligação com uma excelente hora de chegada às 07h53 ao Aeroporto de Frankfurt, proporcionando transferências sem interrupções para voos europeus e intercontinentais”, afirmou.</p>
<p>O gestor acrescentou ainda que o serviço de regresso permitirá estabelecer uma ligação diária eficiente para cidades como Praga, bem como para destinos mais a leste, incluindo Cracóvia e Przemyśl.</p>
<p>“O serviço de regresso às 08h27 também permite uma ligação diária a Praga, com chegadas posteriores a Cracóvia e Przemyśl. Ao mesmo tempo, o comboio proporciona uma ligação direta entre Praga, Dresden, Leipzig, Erfurt e Frankfurt”, destacou.</p>
<p>Além da dimensão do percurso, a empresa aposta igualmente no conforto durante a viagem. Os passageiros terão acesso a ligação Wi-Fi, tomadas elétricas para carregamento de dispositivos eletrónicos, sistema de ar condicionado e serviço de refeições e bebidas ao longo do trajeto.</p>
<p>Outro dos elementos que poderá aumentar a atratividade da nova rota é o preço. Segundo as informações divulgadas pela operadora, os bilhetes para determinados percursos entre a Polónia e a Alemanha terão preços a partir de 10 euros, tornando esta alternativa competitiva face a outros meios de transporte.</p>
<p>A entrada em funcionamento desta ligação representa mais um passo na expansão das redes ferroviárias internacionais europeias, numa altura em que vários operadores procuram reforçar as alternativas ao transporte aéreo de curta e média distância. Com mais de 1.300 quilómetros de extensão, a nova rota da Leo Express passará a integrar o grupo das maiores viagens ferroviárias diretas da Europa, ligando o coração económico da Alemanha às portas da Ucrânia através de um único serviço diário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771094]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Neves de Almeida reforça aposta em Executive Search com a integração de Joana Cadete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Executive Search]]></category>
		<category><![CDATA[Neves de Almeida]]></category>
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					<description><![CDATA[A Neves de Almeida – Search &#038; Talent Advisory reforçou a sua equipa com a integração de Joana Cadete como Practice Manager na área de Executive Search, num movimento que a consultora considera estratégico para o reforço da sua capacidade de resposta em contextos de transformação organizacional, liderança e crescimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="320">A Neves de Almeida – Search &amp; Talent Advisory reforçou a sua equipa com a integração de Joana Cadete como Practice Manager na área de Executive Search, num movimento que a consultora considera estratégico para o reforço da sua capacidade de resposta em contextos de transformação organizacional, liderança e crescimento.</p>
<p data-start="322" data-end="610">Com mais de 15 anos de experiência em Executive Search, Specialized Recruitment e Talent Advisory, Joana Cadete desenvolveu o seu percurso em ambientes nacionais e multinacionais, tendo assumido funções de liderança em projetos de recrutamento especializado e executivo em vários setores.</p>
<p data-start="612" data-end="853">A nova Practice Manager iniciou a sua carreira na própria <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Neves de Almeida – Search &amp; Talent Advisory</span></span>, onde participou em projetos de Executive Search e recrutamento especializado nas áreas de FMCG, Marketing, Banca e Seguros, Retalho e Indústria.</p>
<p data-start="855" data-end="1279">Posteriormente, integrou a Experis Portugal, onde esteve mais de 12 anos e liderou equipas nacionais de recrutamento especializado em áreas como Finance, Banking &amp; Insurance, Sales &amp; Marketing, Industry, Engineering e IT. Nesse período, assumiu a gestão de projetos end-to-end de Search &amp; Recruitment e Executive Search, com particular enfoque em iniciativas de transformação e otimização de processos em Talent Acquisition.</p>
<p data-start="1281" data-end="1476">Mais recentemente, desempenhou funções como Interim Management Senior Coordinator, aprofundando a sua experiência em soluções flexíveis de talento e resposta a desafios críticos das organizações.</p>
<p data-start="1478" data-end="1743">Ao longo do seu percurso, destacou-se ainda pelo desenvolvimento de soluções orientadas para a melhoria da experiência de cliente e candidato, bem como pela utilização de HR Analytics e indicadores de performance suportados por ferramentas de Business Intelligence.</p>
<p data-start="1745" data-end="2049">O regresso de Joana Cadete à Neves de Almeida – Search &amp; Talent Advisory é apresentado como um reforço da aposta da consultora na área de Executive Search e Talent Advisory, consolidando competências em mapeamento de talento e apoio a organizações em processos de transformação e crescimento sustentável.</p>
<p data-start="2051" data-end="2456" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Segundo <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Tiago Almeida</span></span>, “O percurso acumulado de quase 20 anos, aliado à ambição e ao entusiasmo que a Joana demonstra, é determinante para a evolução da equipa de Search. Com a sua entrada, reforçamos a nossa capacidade de identificação de talento e de construção de relações de parceria duradouras com os clientes, mantendo o compromisso com o desenvolvimento das nossas pessoas.”</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771095]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>‘Frota sombra’ de Putin usa seguros que podem passar por bancos europeus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/frota-sombra-de-putin-usa-seguros-que-podem-passar-por-bancos-europeus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[frota fantasma]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso expõe uma vulnerabilidade sensível para Bruxelas, numa altura em que os Governos da União Europeia preparam um 21º pacote de sanções dirigido às empresas que ajudam a Rússia a manter o petróleo em circulação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Navios usados para transportar ilegalmente petróleo russo sancionado continuam a operar com seguros que, em última análise, poderão estar apoiados por mercados financeiros europeus. A conclusão é avançada pelo &#8216;POLITICO&#8217;, que cita analistas e um eurodeputado que acompanham a chamada ‘frota sombra’ usada por Moscovo para manter as exportações de petróleo e financiar a guerra na Ucrânia.</p>
<p>O caso expõe uma vulnerabilidade sensível para Bruxelas, numa altura em que os Governos da União Europeia preparam um 21º pacote de sanções dirigido às empresas que ajudam a Rússia a manter o petróleo em circulação. O problema é que parte da infraestrutura financeira que a UE quer bloquear, incluindo seguradoras, bancos e prestadores de serviços marítimos, poderá continuar a passar pelos próprios mercados financeiros europeus.</p>
<p><strong>A ‘frota sombra’ que mantém o petróleo russo em movimento</strong></p>
<p>Desde a invasão em larga escala da Ucrânia, em fevereiro de 2022, a Rússia tem recorrido a uma rede de petroleiros envelhecidos, estruturas de propriedade opacas e prestadores alternativos de serviços marítimos para continuar a exportar crude.</p>
<p>A maioria das seguradoras ocidentais afastou-se do mercado russo, mas os navios da ‘frota sombra’ terão continuado a obter cobertura através de seguradoras russas, empresas de fachada e mecanismos alternativos fora dos circuitos tradicionais.</p>
<p>Ville Niinistö, presidente da delegação do Parlamento Europeu para as relações com a Rússia e um dos eurodeputados que defendem medidas mais duras contra estes navios, afirma que Moscovo usa intermediários e, em última instância, “organizações bancárias europeias e ocidentais” para canalizar dinheiro e “lavar” seguros através dessas estruturas intermédias.</p>
<p><strong>Seguros são peça-chave do esquema</strong></p>
<p>O seguro é uma das partes menos visíveis, mas mais importantes, do modelo de negócio da ‘frota sombra’. Em regra, os navios precisam de cobertura de proteção e indemnização para operar e aceder a portos.</p>
<p>Dar seguro a um navio da ‘frota sombra’ é, em geral, ilegal quando a carga viola sanções, por exemplo se transportar petróleo acima do preço máximo definido pelo G7 ou envolver embarcações sancionadas.</p>
<p>Mas identificar a origem real do financiamento e dos seguros é difícil, porque a propriedade, a gestão e os fluxos financeiros são frequentemente escondidos de forma deliberada. Os analistas citados pelo POLITICO recusaram identificar os bancos europeus que poderão estar a sustentar estes seguros, devido à complexidade do esquema e ao risco legal associado a nomeá-los.</p>
<p><strong>Risco financeiro pode chegar a milhares de milhões</strong></p>
<p>Um analista da Deft9 Solutions, empresa de inteligência que acompanha a atividade da ‘frota sombra’, estima que a Rússia poderá não ter capacidade financeira suficiente para absorver os riscos associados a uma frota tão vasta.</p>
<p>Segundo essa análise, há cerca de 1.700 navios a fazer viagens sucessivas, cada um deles a precisar de seguro em cada operação. A exposição a responsabilidades financeiras pode ascender a milhares de milhões de euros, e parte desse risco poderá estar a regressar aos mercados financeiros europeus através de resseguros, estruturas secundárias de seguro e outros produtos financeiros.</p>
<p>Para Bruxelas, combater a evasão às sanções tornou-se uma prioridade. Um porta-voz da Comissão Europeia reconhece, porém, que se trata de um processo contínuo, marcado por novos desafios, padrões cada vez mais complexos e atores maliciosos.</p>
<p><strong>Novo pacote de sanções em preparação</strong></p>
<p>Os líderes europeus deverão discutir o novo pacote de sanções numa cimeira em Bruxelas, a 18 de junho, com diplomatas a tentar alcançar um acordo ainda este mês.</p>
<p>Um projeto de declaração visto pelo &#8216;POLITICO&#8217; defende que enfraquecer o modelo de negócio da ‘frota sombra’ exige uma abordagem ao longo de toda a rota e coordenação entre Estados-membros e parceiros internacionais.</p>
<p>Michelle Wiese Bockmann, analista sénior de inteligência marítima da Windward, afirma que os responsáveis europeus estão agora a entrar na “canalização” e na arquitetura técnica que permite aos navios contornar sanções. A Rússia tem explorado jurisdições com supervisão mais fraca, registos de bandeira permissivos e seguradoras dispostas a reduzir o escrutínio.</p>
<p>Ainda assim, alguns Governos europeus continuam cautelosos em relação às medidas mais agressivas. Uma proposta para proibir determinados serviços marítimos a navios russos, que poderia integrar o 21º pacote de sanções, parece ter perdido força nas discussões, segundo um diplomata europeu citado pelo jornal.</p>
<p><strong>Petróleo continua a alimentar esforço de guerra</strong></p>
<p>Os defensores de sanções mais duras argumentam que atingir estas estruturas é essencial porque as exportações de petróleo continuam a ser a principal fonte de receita de guerra do Kremlin.</p>
<p>Ville Niinistö defende que travar melhor a evasão às sanções e impedir receitas adicionais associadas a preços mais elevados do petróleo pode limitar a capacidade russa no campo de batalha.</p>
<p>O deputado ucraniano Oleksiy Goncharenko resume a questão de forma direta: a Rússia consegue continuar a financiar a guerra porque mantém receitas do petróleo, e o instrumento que permite esse fluxo é a ‘frota sombra’.</p>
<p><strong>Risco ambiental também preocupa</strong></p>
<p>Além da dimensão financeira e geopolítica, há também uma preocupação ambiental crescente. Muitos dos navios usados pela Rússia são antigos, mal conservados e operam com seguros pouco transparentes.</p>
<p>Analistas e responsáveis ucranianos alertam que um acidente grave com um destes petroleiros poderia ter consequências ambientais significativas. O analista da Deft9 defende que, enquanto os países não sancionarem as estruturas financeiras que sustentam esta operação, os navios continuarão a circular.</p>
<p>“O dia depois de haver um grande derrame de petróleo de um navio da ‘frota sombra’, os países vão começar a exigir garantias muito mais fortes”, afirmou. Até lá, acrescenta, se os financiadores não forem sancionados, o sistema continuará a funcionar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771085]]></sapo:autor>
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		<title>Direito ao Essencial. Formação contínua: o crédito de 40 horas e o direito à compensação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[A formação contínua dos trabalhadores é uma obrigação legal e não uma opção de gestão. Neste destaque do “Direito ao Essencial”, Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca, foca-se no tema da formação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>Neste destaque do “Direito ao Essencial”, Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca, foca-se no tema da formação. A rubrica da Human Resources tem como objectivo descomplicar os conceitos jurídicos que todos os profissionais de gestão de Recursos Humanos devem saber. Sem floreados, directo ao ponto.</p>
</div>
</div>
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</div>
<p><em>Por Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-413915 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/08/ines-arruda-300x300.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/08/ines-arruda.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/08/ines-arruda-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>A formação contínua dos trabalhadores é uma obrigação legal e não uma opção de gestão. O Código do Trabalho impõe ao empregador o dever de contribuir para a melhoria da produtividade e empregabilidade de cada trabalhador, proporcionando-lhe formação profissional adequada.</p>
<p>Com efeito, para garantir a adequação da formação, esta terá de ser assegurada ou internamente, ou por entidades formadoras certificadas ou por estabelecimentos de ensino reconhecidos, mas nunca substituída por acções avulsas sem certificação formal. Deve também ser planeada através de um plano anual ou plurianual, construído com base nas necessidades reais dos trabalhadores e com a participação das suas estruturas representativas.</p>
<p>Na prática, esta obrigação opera em dois planos simultâneos. Por um lado, a empresa deve, em cada ano, assegurar formação a pelo menos 10% dos seus trabalhadores, e por outro, deve garantir, individualmente, um mínimo de 40 (quarenta) horas de formação contínua por trabalhador, sendo que, em contratos a termo, esse mínimo é calculado proporcionalmente à duração do vínculo.</p>
<p>Importa sublinhar que, no entanto, o cumprimento de uma destas dimensões não dispensa o cumprimento da outra. Assim, a não prestação da formação contínua a cada trabalhador traz consequências que se instalam de forma progressiva.</p>
<p>As horas não asseguradas acumulam-se como crédito a favor do trabalhador, que pode utilizá-lo para se ausentar justificadamente do trabalho, mantendo o direito a retribuição. Este crédito caduca ao fim de três anos se não for exercido, mas a caducidade não isenta o empregador da responsabilidade pelo incumprimento.</p>
<p>Quando o contrato cessa, a exposição torna-se ainda mais visível, na medida em que o trabalhador tem direito a uma compensação pecuniária pelas horas de formação não garantidas. Deste modo, uma empresa que não tenha assegurado a formação contínua acabará por suportar os custos mais tarde e de forma mais onerosa do que se tivesse cumprido desde o início. A tudo isto acresce o risco de coima por contraordenação grave.</p>
<p>Deverá ainda atender-se a um risco frequentemente subestimado: a prova. Em caso de inspecção ou litígio, o ónus da prova recai sobre o empregador que deve provar ter assegurado a formação contínua. Caso não detenha a documentação adequada, as consequências são as mesmas de não a ter assegurado de todo. Como tal, a participação individual de cada trabalhador e a certificação das entidades envolvidas devem ser devidamente documentadas.</p>
<p>Boas práticas</p>
<p>A gestão da formação deve ser tratada como uma prioridade de calendário e não como uma tarefa de rectificação no final de cada ano. O plano deve ser elaborado no início do ano civil, com calendarização realista e acompanhamento regular, de forma a identificar atempadamente quem está em risco de não cumprir as horas devidas. A certificação das entidades formadoras deve ser verificada antes de qualquer contratação e os comprovativos de participação devem ser arquivados de forma sistemática.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771090]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Faltam poucos dias para terminar o prazo de transposição da Directiva Europeia da Transparência Salarial. Saiba como preparar a sua organização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Faltam poucos dias para terminar o prazo de transposição da Directiva Europeia da Transparência Salarial e muitas empresas portuguesas podem estar perante um novo risco laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>Faltam poucos dias para terminar o prazo de transposição da Directiva Europeia da Transparência Salarial e muitas empresas portuguesas podem estar perante um novo risco laboral: conseguir demonstrar, com dados consistentes e auditáveis, que pagam de forma justa. A Aliados Consulting esclarece.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<p>A Directiva estabelece que os Estados-Membros devem transpor as novas regras até 7 de Junho de 2026. Em Portugal, a legislação nacional de transposição ainda não foi publicada, mantendo em aberto alguns detalhes de aplicação prática. No entanto, o calendário europeu está definido e as empresas terão de preparar sistemas, processos e dados para responder a um novo nível de exigência.</p>
<p>Com esta directiva, a igualdade remuneratória deixa de ser apenas um princípio legal e passa a ser uma obrigação demonstrável. As organizações terão de conseguir apresentar informação objectiva sobre remunerações, progressão salarial, prémios, bónus, benefícios e critérios aplicados nas decisões salariais. O problema é que muitas empresas ainda dependem de sistemas de Recursos Humanos pouco preparados para produzir informação salarial rastreável, comparável e auditável.</p>
<p>«O problema não está necessariamente na existência de discriminação intencional, mas na incapacidade de demonstrar, de forma clara e documentada, como são tomadas as decisões remuneratórias», alerta Margarida Natal Mendes, head of Sustainability da Aliados Consulting.</p>
<p>A mudança é particularmente relevante porque altera a lógica da prova. Em caso de litígio, passa a ser da responsabilidade do empregador demonstrar que não violou o princípio da igualdade remuneratória. Sem dados organizados, categorias profissionais bem definidas, critérios documentados e rubricas remuneratórias classificadas, uma empresa pode ficar numa posição vulnerável, mesmo quando não exista uma prática discriminatória intencional.</p>
<p>«Há uma diferença muito grande entre acreditar que se paga de forma justa e conseguir prová-lo. A Directiva obriga as empresas a transformar políticas salariais, critérios de progressão e componentes remuneratórias em informação objectiva, coerente e auditável», explica Margarida Natal Mendes.</p>
<p>Acrescentando, «o calendário reforça a urgência. As empresas com 250 ou mais trabalhadores deverão publicar os primeiros relatórios de diferencial salarial até junho de 2027, mas os dados de referência correspondem já ao ano de 2026. Isto significa que a capacidade de recolha, tratamento e validação da informação tem de estar operacional antes do primeiro reporte formal».</p>
<p>Segundo a head of Sustainability da Aliados Consulting, o principal desafio que começa a surgir nas organizações não está apenas na interpretação jurídica da directiva, mas na qualidade dos dados internos.</p>
<p>«Muitas empresas descobrem, quando começam a preparar-se, que os seus sistemas de Recursos Humanos não conseguem gerar a informação necessária com o nível de detalhe e rastreabilidade exigido. As rubricas estão dispersas, os critérios nem sempre estão formalizados e as funções nem sempre estão classificadas de forma comparável», sublinha.</p>
<p>Para a Aliados Consulting, a preparação deve passar por três prioridades imediatas: levantamento e classificação das remunerações por categoria profissional e género, identificação dos critérios de progressão e atribuição de prémios ou bónus e revisão dos processos de recrutamento à luz das novas regras de transparência.</p>
<p>«A transparência salarial não se resolve com uma comunicação interna ou com uma tabela remuneratória isolada. Exige trabalho técnico sobre dados, funções, critérios e processos. As empresas que começarem tarde podem descobrir que o problema não é apenas corrigir desigualdades, mas reconstruir a informação necessária para demonstrar conformidade», conclui Margarida Natal Mendes.</p>
<p>A Directiva Europeia da Transparência Salarial coloca, assim, uma nova pressão sobre as empresas: não basta pagar de forma justa. Será necessário conseguir demonstrá-lo, com critérios verificáveis, dados consistentes e sistemas de RH preparados para escrutínio.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771084]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sim, quem vive feliz trabalha melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:17:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Anabela Veloso, bastonária da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"><em style="font-size: 16px;">Por Anabela Veloso, bastonária da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução</em></h1>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando, há uns dias, encontrei, nas redes sociais, um alerta de uma pediatra dirigido aos pais que, certamente assustados, ligavam ou enviavam mensagens a horas pouco apropriadas, parei para reflectir sobre a forma como, actualmente, vivemos o trabalho. Não deixa de ser irónico pensar que as ambições de outros tempos nos trouxeram até este lugar. Um lugar marcado por um contexto profissional cada vez mais exigente, acelerado e permanentemente ligado. De repente, não temos de estar no escritório para atender uma chamada, as cartas – tão estruturadas e ponderadas – foram substituídas por emails feitos de imediatismo e informalidade, a reunião pode acontecer em qualquer circunstância e não temos de esperar pelo dia útil seguinte para deixar um recado, pois basta ter whatsapp.</p>
<p>É neste cenário que temas como o burnout, a hiperconectividade e a dificuldade de conciliação entre vida profissional, pessoal e familiar deixaram de ser questões periféricas para passarem a ocupar um lugar central na reflexão sobre o trabalho e a sustentabilidade das carreiras. Nas profissões jurídicas, e em particular em actividades como as de solicitador e agente de execução, esta realidade assume contornos especialmente desafiantes.</p>
<p>A pressão constante associada ao cumprimento de prazos, a responsabilidade inerente à gestão de processos sensíveis, a possibilidade de garantir tantas respostas a partir do smartphone, a necessidade de disponibilidade quase permanente e a relação diária com situações de conflito ou tensão emocional criam um contexto particularmente propício ao desgaste físico e psicológico.</p>
<p>Hoje, a tecnologia permite responder a um e-mail a qualquer hora, praticar actos, acompanhar processos e manter contacto permanente com clientes, colegas e entidades. Embora esta transformação tenha trazido ganhos claros de eficiência, trouxe também um efeito colateral significativo: a diluição das fronteiras entre trabalho e vida pessoal. A prometida flexibilidade resultou, afinal, em dependência e, de alguma forma, em trabalho invisível e não pago. Sim, vivemos numa lógica de disponibilidade contínua, em que o tempo de descanso é frequentemente interrompido por notificações, chamadas ou urgências.</p>
<p>Nas profissões liberais, este fenómeno é ainda mais intenso. Ao contrário de organizações e estruturas empresariais tradicionais, onde existem equipas maiores, divisão de tarefas e especializações, muitos solicitadores e agentes de execução acumulam várias responsabilidades em simultâneo. Além da componente técnica e jurídica – que exige estudo e formação contínua -, gerem equipas, clientes, organização administrativa, prazos, facturação e questões operacionais do escritório. O resultado é, muitas vezes, uma sensação permanente de ansiedade e sobrecarga.</p>
<p>O burnout surge precisamente neste contexto. Mais do que cansaço, trata-se de um estado prolongado de exaustão física e emocional, frequentemente acompanhado de perda de motivação, dificuldade de concentração, irritabilidade e sensação de distanciamento em relação ao trabalho. Em profissões assentes num elevado sentido de responsabilidade e num envolvimento intenso, muitos profissionais têm dificuldade em reconhecer os sinais de desgaste, normalizando, durante demasiado tempo, níveis de stress excessivos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a má conciliação entre vida profissional, pessoal e familiar acaba por gerar impactos que ultrapassam as paredes do escritório e o contexto laboral. A dificuldade em desligar, a ausência de tempo de qualidade com a família e a incapacidade de criar momentos de descanso efectivo comprometem não apenas o bem-estar individual, mas também a qualidade do exercício profissional. Um profissional exausto tende a tomar decisões menos eficazes, a comunicar pior e a perder capacidade de reacção e adaptação. Já para não falar nos efeitos sentidos pela família, alicerce de estabilidade e segurança.</p>
<p>Perante esta realidade e sendo claros os avanços na lei, torna-se essencial promover, na prática, uma cultura de trabalho mais equilibrada e sustentável, designadamente no universo das profissões liberais. E essa mudança começa, desde logo, pela criação de limites claros. Definir horários de trabalho, evitar responder sistematicamente a contactos fora de horas e reservar períodos efectivos de descanso não deve ser visto como falta de dedicação, mas como uma condição necessária para garantir qualidade e longevidade profissional.</p>
<p>A organização do trabalho é igualmente determinante. Delegar tarefas administrativas sempre que possível, automatizar processos repetitivos e investir em ferramentas de gestão pode reduzir significativamente a sensação de sobrecarga. Aqui, a inteligência artificial pode, efectivamente, ser uma aliada preciosa. Muitas vezes, o problema não está apenas na quantidade de trabalho, mas na dificuldade em estruturar prioridades e criar rotinas.</p>
<p>Outro aspecto essencial passa, sem dúvida, pela valorização do tempo pessoal e familiar. Manter espaços de desconexão é fundamental para preservar o equilíbrio emocional e estar ligado ao que mais importa. Actividade física regular, pausas durante o dia, hobbies e momentos de convívio não são “luxos” incompatíveis com o sucesso profissional. São factores decisivos. Vitais. E era aqui que a afamada flexibilidade poderia (e deveria) fazer toda a diferença, com ganhos irrefutáveis nos níveis de motivação e, consequentemente, na produtividade.</p>
<p>Também o combate à cultura da disponibilidade permanente merece reflexão. Estar sempre acessível e contactável não significa necessariamente prestar um melhor serviço ou ser um melhor profissional. Pelo contrário: profissionais que conseguem gerir energia, foco e equilíbrio tendem a ser mais empáticos, pacientes, compreensivos e a responder de forma mais eficaz, mais humana e mais consistente.</p>
<p>Num momento em que tanto se discute saúde mental no trabalho, importa reconhecer que a sustentabilidade das profissões jurídicas depende não apenas da competência técnica, mas também da capacidade de criar modelos de exercício profissional mais saudáveis. Cuidar do equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal não é um detalhe, não é um sinal de menor ambição e também não pode continuar a ser algo reservado a uma minoria. Cuidar de nós, profissionais, tem de ser, cada vez mais, uma condição respeitada para garantir carreiras longas, impactantes e sustentáveis. E, obviamente, vidas felizes.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Anabela Veloso, bastonária da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Greve Geral: Sindicato acusa Governo da Madeira e empresa de &#8220;ataque&#8221; ao direito à paralisação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/greve-geral-sindicato-acusa-governo-da-madeira-e-empresa-de-ataque-ao-direito-a-paralisacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[greve Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SITE-CSRA]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE-CSRA) critica o que classifica de "nova ameaça de despacho ilegal e arbitrário de erviços mínimos" para a greve geral]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sindicato que representa os trabalhadores da Águas e Resíduos da Madeira (ARM) acusou hoje esta empresa e o Governo Regional de &#8220;atacarem o direito à greve&#8221;, ao imporem a realização de serviços mínimos na paralisação de quarta-feira.</p>
<p>Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE-CSRA) critica o que classifica de &#8220;nova ameaça de despacho ilegal e arbitrário de erviços mínimos&#8221; para a greve geral de 03 de junho.</p>
<p>&#8220;Estamos diante de uma repetição da ilegalidade como aconteceu na última greve geral que a Fiequimetal -Federação Intersindical acionou junto do Tribunal Administrativo da Madeira através de providência cautelar&#8221;, considera a estrutura sindical.</p>
<p>O sindicato adianta que a ARM não aceita manter o acordo de serviços mínimos assinado em 2025, alegando que não abrange a Estação da Meia Serra e que &#8220;está presentemente em causa a sustentabilidade ambiental da região&#8221;.</p>
<p>A estrutura representativa dos trabalhadores considera que a posição da ARM e do Governo Regional é &#8220;reiterar e repetir um abuso de poder, uma violação do direito constitucional à greve e uma provocação direta aos trabalhadores&#8221;.</p>
<p>A CGTP-IN entregou um pré-aviso de greve geral para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.</p>
<p>O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento, uma semana depois de o executivo de Luís Montenegro ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.</p>
<p>A paralisação de quarta-feira deverá contar com uma adesão alargada, com vários sindicatos de diversos setores a terem já anunciado a sua participação, nomeadamente a função pública, com destaque para saúde e ensino, bem como transportes, aviação, comércio, entre outros.</p>
<p>A ARM é uma empresa de capitais exclusivamente públicos que tem por objeto a exploração e a gestão do sistema multimunicipal de águas e de resíduos da Região Autónoma da Madeira (RAM), em regime de serviço público e de exclusividade, tendo participação dos municípios de Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Machico, Santana e Porto Santo.</p>
<p>Desenvolve as suas atividades nos setores das águas (incluindo água de regadio, água para abastecimento público e águas residuais) e dos resíduos, em alta e em baixa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771058]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Aguiar-Branco não remete para a PGR afirmações da ministra da Saúde em comissão de inquérito</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aguiar-branco-nao-remete-para-a-pgr-afirmacoes-da-ministra-da-saude-em-comissao-de-inquerito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Martins]]></category>
		<category><![CDATA[José Pedro Aguiar-Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Procuradoria-Geral da República]]></category>
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					<description><![CDATA[ Lisboa, 02 jun 2026 (Lusa) -- O presidente da Assembleia da República decidiu não remeter à Procuradoria-Geral da República (PGR) declarações proferidas pela ministra da Saúde na comissão parlamentar de inquérito sobre o INEM por alegado crime de falsidade de testemunho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia da República decidiu não remeter à Procuradoria-Geral da República (PGR) declarações proferidas pela ministra da Saúde na comissão parlamentar de inquérito sobre o INEM por alegado crime de falsidade de testemunho.</p>
<p>Em 23 de abril, na sequência de um requerimento do Chega, a comissão parlamentar de inquérito ao INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) aprovou a extração do depoimento da ministra da Saúde, prestado dois dias antes, para que fosse enviado ao Ministério Público.</p>
<p>Porém, no despacho de José Pedro Aguiar-Branco, ao qual agência Lusa teve acesso, conclui-se que &#8220;os elementos remetidos não revelam, com densidade mínima bastante, factos suscetíveis de justificar uma participação institucional da Assembleia da República à PGR pela eventual prática do crime de falsidade de testemunho&#8221;.</p>
<p>&#8220;Assim, sem prejuízo da plena autonomia de atuação do Ministério Público, bem como da faculdade de qualquer deputado, grupo parlamentar ou cidadão apresentar diretamente a participação que entenda cabível, não se procede, com base no expediente remetido, à participação à PGR solicitada pela comissão parlamentar de inquérito ao INEM&#8221;, salienta-se.</p>
<p>O deputado do Chega Pedro Frazão justificou o pedido de envio das declarações de Ana Paula Martins para o Ministério Público, para eventual instauração de inquérito criminal, por considerar que existiram &#8220;contradições&#8221; sobre o que referiu a ministra na audição.</p>
<p>&#8220;Alguém que está num gabinete ministerial e que não é informado de mortes que estão a ocorrer, devido a uma greve que está em curso no INEM, simplesmente não é verosímil, nem cabe dentro da realidade&#8221;, alegou o deputado.</p>
<p>Porém, de acordo com o presidente da Assembleia da República, &#8220;a falsidade de testemunho pressupõe mais do que uma contradição aparente, uma imprecisão, uma formulação ambígua, uma divergência de interpretação ou uma declaração politicamente censurável&#8221;.</p>
<p>&#8220;Exige-se, desde logo, a prestação de uma declaração falsa sobre factos relevantes. Exige-se ainda que essa falsidade seja objetivamente identificável e que incida sobre matéria suscetível de prova. Finalmente, exige-se dolo, isto é, a consciência de que se presta como verdadeiro um facto que se sabe ser falso&#8221;, assinala José Pedro Aguiar-Branco.</p>
<p>&#8220;A questão a decidir, de acordo com o presidente do parlamento, &#8220;não é saber se as declarações da ministra da Saúde podem ser objeto de crítica política&#8221;, mas sim &#8220;saber se a ata remetida contém elementos suficientemente determinados que permitam sustentar, com densidade mínima, uma participação institucional da Assembleia da República pela eventual prática do crime de falsidade de testemunho&#8221;.</p>
<p>Ora, para José Pedro Aguiar-Branco, &#8220;o ofício não procede a uma autonomização sistemática dos segmentos concretos da ata que considera falsos, nem identifica, de forma individualizada, quais os factos que teriam sido afirmados em contradição objetiva com outros factos igualmente declarados pela depoente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Também não contém uma fundamentação autónoma da comissão quanto ao preenchimento dos elementos do tipo legal do artigo 360.º do Código Penal, limitando-se, no essencial, a reproduzir a alegação do grupo parlamentar requerente e a recordar o enquadramento geral relativo ao dever de verdade dos depoentes&#8221;, acrescenta-se.</p>
<p>José Pedro Aguiar-Branco deixa ainda uma advertência: &#8220;Admitir a remessa institucional da ata ao Ministério Público em situações em que não se mostre minimamente indiciado o pressuposto da falsidade dolosa poderia alargar indevidamente o recurso à participação por alegada falsidade de testemunho, convertendo divergências próprias do debate político-parlamentar (designadamente quanto ao que um membro do Governo sabia, deveria saber ou declarou saber) em fundamento bastante para uma comunicação de natureza penal&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tal entendimento não serviria a autoridade da Assembleia da República, a credibilidade das comissões parlamentares de inquérito, nem a integridade da ação penal, que deve permanecer ancorada em factos objetivamente determinados e juridicamente relevantes&#8221;, adverte-se no despacho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771057]]></sapo:autor>
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		<title>IA contra IA: hackers terão enganado chatbot da Meta para controlar contas de grande visibilidade no Instagram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[hackers]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Instagram]]></category>
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		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores de cibersegurança suspeitam que os atacantes conseguiram explorar o chatbot de apoio da Meta baseado em inteligência artificial para assumir o controlo destes perfis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Várias contas de Instagram de grande visibilidade foram comprometidas nos últimos dias, incluindo a antiga conta da Casa Branca da administração Obama, que ainda soma mais de 2,4 milhões de seguidores, a conta do Chief Master Sergeant da Força Espacial dos Estados Unidos e a conta da marca Sephora, escreve o &#8216;The Independent&#8217;. Investigadores de cibersegurança suspeitam que os atacantes conseguiram explorar o chatbot de apoio da Meta baseado em inteligência artificial para assumir o controlo destes perfis.</p>
<p>O caso levanta novas dúvidas sobre a transferência de tarefas sensíveis, como recuperação de contas e redefinição de palavras-passe, de equipas humanas para assistentes automáticos de IA. Em causa está a possibilidade de um chatbot, concebido para ajudar utilizadores, ter sido manipulado para permitir alterações críticas em contas de terceiros.</p>
<p><strong>Como terá funcionado o ataque</strong></p>
<p>De acordo com investigadores de cibersegurança citados no texto, grupos no Telegram dedicados ao tema têm partilhado vídeos que aparentam mostrar como os hackers terão conseguido controlar as contas.</p>
<p>Num desses vídeos, um atacante pede ao chatbot de IA da Meta que redefina a palavra-passe de uma conta-alvo do Instagram através de um email de recuperação. O hacker terá depois instruído o assistente a enviar o código de verificação para um novo endereço de email.</p>
<p>Quando o chatbot pediu uma verificação de identidade através de um vídeo selfie, os atacantes terão apresentado um vídeo falso gerado com ferramentas de inteligência artificial. Depois dessa validação, terão conseguido alterar o email de verificação para um endereço controlado por eles.</p>
<p><strong>IA usada para enganar outra IA</strong></p>
<p>Investigadores compararam a técnica a métodos de engenharia social, nos quais os atacantes manipulam pessoas para obter acesso a informação sensível. A diferença, neste caso, é que o alvo da manipulação terá sido um sistema automatizado de apoio baseado em IA.</p>
<p>O ataque parece ter conseguido contornar medidas de autenticação de dois fatores, criadas precisamente para impedir alterações não autorizadas deste tipo.</p>
<p>A dimensão exata do problema ainda não é conhecida. Não se sabe quantas contas de Instagram terão sido comprometidas desta forma.</p>
<p><strong>Meta diz que problema foi resolvido</strong></p>
<p>A Meta não respondeu de imediato ao pedido de comentário do &#8216;The Independent&#8217;, mas parece ter reconhecido a existência da vulnerabilidade.</p>
<p>“Este problema foi resolvido e estamos a proteger as contas afetadas”, escreveu Andy Stone, responsável de comunicação da Meta, na rede social X, esta segunda-feira.</p>
<p>A empresa tinha lançado em março apoio baseado em IA para todas as contas de Facebook e Instagram, apresentando os chatbots como uma forma de ajudar utilizadores a redefinir palavras-passe e a resolver problemas de manutenção das contas.</p>
<p><strong>Quando o apoio humano desaparece</strong></p>
<p>Na página do produto, a Meta defende que, quando algo corre mal com uma conta, os utilizadores não devem ter de procurar respostas sozinhos. O assistente de IA promete explicar o que está a acontecer, indicar os passos seguintes e até tomar medidas, como redefinir palavras-passe ou reportar conteúdos problemáticos.</p>
<p>Mas o caso agora relatado expõe o reverso dessa automatização. Alguns utilizadores cujas contas foram comprometidas queixaram-se nas redes sociais de que não existia uma forma clara de escalar o problema para uma pessoa real.</p>
<p>A questão central é simples: se uma IA pode executar ações sensíveis sobre uma conta, também pode tornar-se uma porta de entrada para atacantes que consigam enganá-la. E, quando o sistema falha, a ausência de apoio humano pode transformar uma recuperação de conta num processo ainda mais difícil para as vítimas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771067]]></sapo:autor>
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		<title>Da frota clandestina aos ataques com drones: Europa aperta cerco ao petróleo russo e tenta &#8216;sufocar&#8217; o Kremlin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A pressão sobre o setor petrolífero russo está a aumentar simultaneamente em várias frentes. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pressão sobre o setor petrolífero russo está a aumentar simultaneamente em várias frentes. Enquanto a Ucrânia multiplica ataques contra refinarias, depósitos de combustível e infraestruturas ligadas à exportação de crude, a União Europeia reforça o combate à chamada “frota clandestina” que permite ao Kremlin continuar a vender petróleo nos mercados internacionais apesar das sanções ocidentais. O objetivo comum é reduzir uma das principais fontes de financiamento da máquina de guerra russa, mas a estratégia levanta também preocupações crescentes relacionadas com a segurança marítima e os riscos ambientais nas águas europeias.</p>
<p>O episódio mais recente ocorreu a 31 de maio, quando a Marinha francesa intercetou no Atlântico o petroleiro Tagor, um navio sujeito a sanções internacionais que tinha partido de Murmansk, no norte da Rússia. A operação foi realizada em coordenação com parceiros europeus, incluindo o Reino Unido. Segundo as autoridades marítimas francesas, a inspeção realizada a bordo confirmou suspeitas sobre irregularidades relacionadas com a bandeira utilizada pelo navio. De acordo com dados do sistema de monitorização MarineTraffic, o petroleiro, com 252 metros de comprimento, navegava sob bandeira de Madagáscar. A suspeita é que estivesse a utilizar documentação inadequada ou uma bandeira sem reconhecimento válido, uma prática frequentemente associada aos navios da rede paralela de transporte de petróleo russo.</p>
<p>O Tagor tornou-se o quarto petroleiro sancionado a ser intercetado pelas autoridades francesas. Nos últimos meses, vários países europeus passaram a tratar a frota paralela russa não apenas como um instrumento de evasão às sanções, mas também como uma potencial ameaça à segurança marítima. A Finlândia reteve anteriormente o petroleiro Eagle S após danos em cabos submarinos no Mar Báltico. França abordou igualmente o navio Boracay e deteve parte da sua tripulação. Em março, a Marinha francesa já tinha intercetado o petroleiro Deina, proveniente igualmente de Murmansk, embora posteriormente tenha sido autorizado a deixar o porto de Marselha. Moscovo considera estas ações atos de “pirataria”. Em abril, o presidente russo, Vladimir Putin, acusou os países europeus de perseguirem ilegalmente os navios da frota russa e chegou mesmo a ordenar o destacamento de uma fragata para escoltar dois petroleiros sancionados através do Canal da Mancha.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Ucrânia intensifica a campanha militar contra o setor energético russo. Durante o mês de maio, drones ucranianos realizaram pelo menos 16 ataques contra refinarias russas, o maior número desde o início da guerra. O impacto já é visível na produção: as refinarias russas registam atualmente os níveis mais baixos de atividade desde 2009, com uma quebra de cerca de 13% face ao ano anterior. Kiev passou também a concentrar-se em instalações de processamento secundário, consideradas mais difíceis e demoradas de reparar. Embora os ataques ainda não tenham provocado uma crise generalizada de abastecimento de combustíveis em território russo, já provocaram dificuldades na Crimeia ocupada. Em resposta, Moscovo proibiu as exportações de gasolina desde abril e, pela primeira vez, bloqueou também as exportações de combustível para aviação a partir de 1 de junho. Segundo cálculos citados pela Reuters, as refinarias total ou parcialmente paralisadas representam mais de 83 milhões de toneladas de capacidade anual, cerca de um quarto da capacidade total de refinação do país.</p>
<p>A importância da chamada “frota na sombra” para a economia russa tornou-se, por isso, ainda maior. Estima-se que cerca de três quartos das exportações russas de petróleo sejam atualmente transportadas por estes navios. Trata-se, em muitos casos, de petroleiros antigos, com 25 a 30 anos de operação, registados sob bandeiras de países em desenvolvimento e frequentemente sujeitos a regimes de fiscalização considerados insuficientes. Muitas destas embarcações não dispõem de seguros reconhecidos internacionalmente e desligam regularmente os sistemas automáticos de identificação, dificultando o rastreamento das suas rotas e aumentando o risco de colisões. As autoridades europeias alertam que, além de ajudarem Moscovo a contornar sanções, estes navios representam uma ameaça ambiental séria, uma vez que o eventual derrame de crude por embarcações envelhecidas poderia afetar vastas áreas marítimas.</p>
<p>O reforço das medidas europeias assenta também em novos instrumentos legais. Desde 2025, todos os navios estrangeiros que pretendam navegar nas zonas económicas exclusivas dos Estados-membros da União Europeia têm de possuir certificados de seguro reconhecidos pelas autoridades europeias. Como os navios sancionados têm dificuldade em obter esse tipo de cobertura, tornam-se mais vulneráveis a inspeções e interceções. A legislação internacional permite ainda que Estados costeiros abordem embarcações suspeitas de utilizarem bandeiras irregulares ou de violarem normas ambientais. Caso um navio se recuse a ser inspecionado, as autoridades navais podem proceder à sua interceção. Neste contexto, a guerra em torno do petróleo russo está a ser travada muito para além dos campos de batalha da Ucrânia, envolvendo operações militares, sanções económicas, ações de fiscalização marítima e uma crescente disputa jurídica sobre a circulação de navios nos mares europeus. Enquanto a Rússia procura manter as receitas provenientes das exportações energéticas, a União Europeia e a Ucrânia parecem determinadas a fechar todas as rotas que permitam ao Kremlin continuar a financiar a guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771050]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas quer usar IA para cortar 71 mil milhões por ano nas contas da luz dos europeus: como funcionaria o plano?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Comissão defende que a digitalização do sistema energético “já não é uma opção, mas sim uma necessidade”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia está a preparar um roteiro estratégico para transformar a inteligência artificial e a digitalização em peças centrais do sistema energético europeu. O objetivo passa por usar dados e algoritmos para reduzir custos, integrar mais energias renováveis, tornar a procura mais flexível e evitar que o crescimento acelerado dos centros de dados acabe por sobrecarregar a rede elétrica, noticia o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>A proposta surge num momento em que a Europa enfrenta uma dupla pressão: por um lado, a eletrificação da indústria, dos transportes e dos edifícios exige mais capacidade de rede, armazenamento e gestão; por outro, a própria expansão da inteligência artificial aumenta o consumo de eletricidade, sobretudo devido aos centros de dados.</p>
<p><strong>Bruxelas quer IA ao serviço da transição energética</strong></p>
<p>Na minuta do “Roteiro Estratégico para a Digitalização e IA no Setor Energético”, a Comissão defende que a digitalização do sistema energético “já não é uma opção, mas sim uma necessidade”. Em causa estão a competitividade europeia, a aceleração da transição para energias limpas e a autonomia estratégica da União Europeia face aos Estados Unidos e à China.</p>
<p>O documento, citado pelo jornal espanhol, parte também do relatório Draghi sobre competitividade e alerta que o controlo soberano de modelos de inteligência artificial, algoritmos e infraestruturas de dados será decisivo para evitar que a Europa fique para trás na corrida tecnológica aplicada à energia.</p>
<p>Bruxelas estima que a adoção de aplicações de IA já existentes na operação e manutenção de centrais elétricas possa gerar poupanças globais de 95 mil milhões de euros por ano até 2035. No caso europeu, a flexibilidade da procura poderá reduzir custos de geração em 4,6 mil milhões de euros até 2030, evitar 9 mil milhões de euros em energia não fornecida e reduzir em 15,5 TWh as restrições à produção renovável.</p>
<p>A Comissão calcula ainda que estes ganhos poderão traduzir-se numa redução anual entre 11 mil milhões e 29 mil milhões de euros nas necessidades de investimento na União Europeia até 2030, além de uma potencial poupança superior a 71 mil milhões de euros por ano nos custos de eletricidade para os consumidores.</p>
<p><strong>Centros de dados são o ponto sensível</strong></p>
<p>O crescimento dos centros de dados é uma das maiores preocupações do roteiro. Atualmente, estas infraestruturas representam cerca de 2% do consumo de eletricidade da União Europeia, mas a sua procura poderá mais do que triplicar nos próximos anos.</p>
<p>Segundo as estimativas citadas no documento, a capacidade instalada poderá passar de cerca de 10 GW em 2024 para aproximadamente 35 GW em 2030. Bruxelas alerta que alguns pedidos de ligação à rede já têm uma dimensão comparável à de grandes instalações industriais e estão concentrados em poucas zonas, aumentando o risco de congestionamento nas redes de transmissão e distribuição.</p>
<p>A Comissão quer, por isso, que a transição digital e a transição energética avancem de forma coordenada. A inteligência artificial deve servir para integrar melhor o sistema energético, e não para criar novos bloqueios, preços mais elevados ou disputas pelo acesso à rede.</p>
<p><strong>Acordos entre governos, centros de dados e setor energético</strong></p>
<p>Para gerir esta pressão, Bruxelas propõe acordos tripartidos entre administrações públicas, operadores de centros de dados e entidades do setor energético. A ideia é coordenar o planeamento da rede elétrica, o fornecimento de energia limpa, a reutilização do calor residual, a localização de novos projetos e a prestação de serviços de flexibilidade ao sistema.</p>
<p>A Comissão pretende aprovar uma declaração de intenções juntamente com o roteiro e publicar, no segundo semestre de 2026, um modelo europeu comum para estes acordos tripartidos. Está também previsto um estudo, até 2027, com cenários sobre o futuro consumo de energia dos centros de dados na Europa.</p>
<p>O roteiro inclui ainda um pacote específico de eficiência para estas infraestruturas. Bruxelas quer criar um sistema europeu de classificação dos centros de dados, medindo critérios como eficiência energética, eficiência hídrica, consumo de energia renovável, reutilização de calor e capacidade de flexibilidade.</p>
<p>O calendário previsto aponta para a adoção do sistema de classificação em 2026, as primeiras etiquetas energéticas em 2027, uma proposta legislativa nesse mesmo ano e a aplicação dos primeiros padrões mínimos para novas instalações a partir de 2030.</p>
<p><strong>Redes inteligentes como espinha dorsal do novo sistema</strong></p>
<p>Outro eixo central da estratégia passa pelas redes inteligentes. A Comissão Europeia considera que as redes elétricas estão a tornar-se a espinha dorsal de um sistema energético mais integrado, flexível e resiliente.</p>
<p>Construir mais infraestrutura física não será suficiente. Bruxelas quer que os investimentos incorporem soluções digitais capazes de otimizar ativos, acelerar a resposta a falhas, facilitar a flexibilidade da procura e integrar renováveis, armazenamento, aquecimento e mobilidade elétrica.</p>
<p>O documento estima que a Europa precisará de mais de 1,2 biliões de euros em investimentos em redes entre 2024 e 2040. Desse total, 730 mil milhões de euros serão destinados à distribuição e 430 mil milhões de euros à transmissão.</p>
<p>A Comissão, em conjunto com a ACER e a CEER, quer criar indicadores europeus para redes inteligentes, de forma a orientar os investimentos para soluções mais digitais. Estão também previstas iniciativas para promover gémeos digitais das redes europeias e recomendações para eliminar barreiras regulamentares.</p>
<p><strong>Europa tenta não ficar atrás dos EUA e da China</strong></p>
<p>O roteiro prevê a utilização da inteligência artificial em praticamente toda a cadeia energética: gestão e planeamento de redes, autoconsumo, comunidades energéticas, renováveis, edifícios, indústria, mobilidade e energia nuclear.</p>
<p>Bruxelas defende que modelos fundamentais de IA, treinados com dados operacionais, meteorológicos e de mercado, podem melhorar funções críticas como previsão do tempo, gestão de congestionamentos, deteção de falhas e planeamento de investimentos.</p>
<p>Mas o documento deixa um alerta estratégico. De acordo com o relatório Draghi, até 2024 os Estados Unidos tinham produzido 40 modelos fundamentais principais, a China 15 e a União Europeia apenas três. Para Bruxelas, esta diferença mostra que a Europa precisa de acelerar se quiser ter autonomia tecnológica no setor energético.</p>
<p><strong>Mais de 200 milhões para IA e digitalização da energia</strong></p>
<p>Para financiar esta agenda, a Comissão pretende mobilizar fundos do Horizonte Europa e outros instrumentos comunitários. O programa europeu de investigação e desenvolvimento reservou cerca de mil milhões de euros entre 2021 e 2027 para sistemas energéticos, redes e armazenamento.</p>
<p>No programa de trabalho de 2026-2027, estão previstos cerca de 100 milhões de euros para soluções avançadas em redes elétricas, 75 milhões de euros para soluções baseadas em IA e mais 190 milhões de euros para soluções digitais aplicadas a renováveis, renovação de edifícios e eficiência energética.</p>
<p>Segundo o El Economista, Bruxelas estima que, nos próximos dois anos, serão investidos mais de 200 milhões de euros em investigação e inovação para soluções digitais e de inteligência artificial aplicadas à energia.</p>
<p><strong>Dados energéticos europeus numa plataforma comum</strong></p>
<p>Outro elemento central da estratégia será a criação de um Espaço Europeu Comum de Dados Energéticos. A Comissão considera que a partilha de dados e a interoperabilidade serão essenciais para desenvolver serviços de flexibilidade e treinar modelos europeus de inteligência artificial.</p>
<p>Este espaço deverá assentar em duas estruturas: um Centro de Dados Energéticos, focado na harmonização de procedimentos, modelos de dados e interoperabilidade; e um Laboratório de Dados Energéticos, pensado para apoiar o desenvolvimento de modelos europeus de IA capazes de otimizar e simular o sistema energético.</p>
<p>A prioridade inicial será a flexibilidade da procura e o carregamento inteligente e bidirecional de veículos elétricos. Mais tarde, o sistema deverá abranger edifícios inteligentes e gémeos digitais das redes elétricas. Bruxelas quer pôr este espaço comum em funcionamento no primeiro trimestre de 2027, incluindo através de instrumentos legislativos, se necessário.</p>
<p><strong>Cibersegurança ganha peso no setor energético</strong></p>
<p>A digitalização da energia também aumenta a exposição a ataques informáticos. O roteiro alerta que uma empresa típica de gás e eletricidade sofreu mais de 1.500 ataques por semana em 2024, três vezes mais do que quatro anos antes.</p>
<p>Para responder a esta ameaça, a Comissão quer promover ferramentas soberanas de IA capazes de detetar vulnerabilidades, monitorizar infraestruturas críticas, identificar anomalias e automatizar respostas a incidentes.</p>
<p>O plano inclui ainda medidas de formação. Bruxelas prevê lançar uma Academia de Operadores de Redes de Distribuição, no valor de 10 milhões de euros, para reforçar competências digitais e de inteligência artificial. A Comissão quer também alargar o Pacto de Competências à digitalização da energia e usar o Erasmus+ para formar profissionais com conhecimento nas áreas da energia, dados e IA.</p>
<p>A partir de 2026, a Comissão deverá convocar um fórum anual sobre digitalização da energia para acompanhar progressos, identificar obstáculos e propor medidas corretivas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771047]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Emprego cresce com turismo e desemprego recua para 5,7%. Mercado de trabalho aquece com chegada do verão, revela Randstad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de trabalho em Portugal está a dar sinais de dinamismo à entrada da época turística, com um aumento do emprego e uma descida da taxa de desemprego, que se fixou nos 5,7% em abril, segundo a mais recente análise da Randstad Research.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho em Portugal está a dar sinais de dinamismo à entrada da época turística, com um aumento do emprego e uma descida da taxa de desemprego, que se fixou nos 5,7% em abril, segundo a mais recente análise da Randstad Research, baseada em dados do INE, IEFP e Segurança Social.</p>
<p>O número total de pessoas empregadas aumentou em 23.000 face a março (+0,4%), ultrapassando os 5,3 milhões e atingindo 5.344.700 trabalhadores. Em termos homólogos, o crescimento é de 120.500 empregos (+2,3%), elevando a taxa de emprego para 66,2%, mais 1 ponto percentual do que no ano anterior.</p>
<p>Também a população ativa registou um novo máximo, ao crescer em 19.900 pessoas num mês e 95.200 em termos homólogos, para um total de 5.666.800 ativos.</p>
<p>No mesmo período, o desemprego recuou 3.300 pessoas (-1%), fixando-se nos 322.000 desempregados. A descida mensal foi mais expressiva entre as mulheres (-3.700; -2,1%) e os jovens entre os 16 e os 24 anos (-3.600; -5,1%), contrastando com ligeiros aumentos nos homens e na população entre os 25 e os 74 anos.</p>
<p>Apesar disso, na comparação anual, o desemprego diminuiu em todos os grupos, com destaque para as mulheres (-10%) e os jovens (-10,3%).</p>
<p>Do lado da procura de talento, o mercado revelou maior dinamismo: o número de pedidos de emprego recuou 2,7%, enquanto o desemprego registado caiu 4,2% face a março, para 295.756 pessoas, de acordo com o IEFP. Em sentido contrário, as empresas reforçaram a procura de trabalhadores, com 16.458 ofertas de emprego por preencher no final de abril, mais 12,3% do que no mês anterior.</p>
<p>Ao longo do mês, foram registadas 11.919 novas ofertas, sobretudo no setor dos serviços, e efetuadas 9.051 colocações a nível nacional.</p>
<p><strong>Algarve destaca-se pela volatilidade do emprego</strong></p>
<p>A Randstad Research sublinha ainda o comportamento particularmente volátil do mercado de trabalho no Algarve, região fortemente dependente do turismo.</p>
<p>No arranque da preparação para a época alta, o desemprego na região recuou 23,3% em abril, com menos 3.971 inscritos. Esta descida contrasta com os aumentos acentuados registados no inverno, que chegaram a rondar os 60%, evidenciando um padrão de forte sazonalidade.</p>
<p>Segundo a análise, esta dinâmica reflete a capacidade de absorção rápida de mão de obra durante a primavera e o verão, mas também expõe desafios estruturais ao nível da estabilidade do emprego e da retenção de talento ao longo do ano.</p>
<p>Para Isabel Roseiro, Diretora de Marketing da Randstad Portugal, este comportamento exige uma mudança de abordagem por parte das empresas: “Mais do que reagir aos picos de procura, as empresas precisam de repensar as suas estratégias, passando de uma visão puramente sazonal para uma aposta em carreiras sustentáveis. A solução para mitigar esta extrema volatilidade passa por reinventar a proposta de valor para o colaborador: investir na requalificação das equipas durante os meses de menor atividade, criar modelos contratuais mais flexíveis e apostar num employer branding forte que mantenha os profissionais vinculados à organização o ano inteiro.”</p>
<p><strong>Salários sobem 4,2% em termos homólogos</strong></p>
<p>Em termos de remuneração, o salário médio declarado à Segurança Social fixou-se nos 1.592,11 euros em março, o que representa uma subida de 1% face a fevereiro e de 4,2% em comparação com o mesmo mês do ano anterior.</p>
<p>Lisboa e Setúbal continuam a registar os valores mais elevados, com 1.852,50 euros e 1.673,28 euros, respetivamente, enquanto Beja apresenta as remunerações mais baixas do país, com 1.308,99 euros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771059]]></sapo:autor>
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		<title>Governo Montenegro já enviou 66 diplomas ao Parlamento em apenas um ano (mas continua atrás do recorde de Passos Coelho)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 10:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo liderado por Luís Montenegro atingiu a marca de 66 propostas de lei apresentadas à Assembleia da República desde que iniciou o seu segundo mandato, a 5 de junho de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo liderado por Luís Montenegro atingiu a marca de 66 propostas de lei apresentadas à Assembleia da República desde que iniciou o seu segundo mandato, a 5 de junho de 2025, o que mostra o reforço do ritmo de produção legislativa e ultrapassa claramente a atividade registada durante o seu primeiro ano à frente do executivo. Só esta segunda-feira deram entrada no Parlamento diplomas relativos à nova Prestação Social Única (PSU), ao regime jurídico das bolsas de nicotina, às novas regras sobre produção de prova e penas em processos penais e à criação da figura do coordenador nacional antitráfico de seres humanos.</p>
<p>Segundo dados divulgados pelo <a href="https://www.publico.pt/2026/06/02/politica/noticia/montenegro-levou-66-diplomas-parlamento-ano-recorde-governo-passos-2176756" target="_blank" rel="noopener">jornal Público</a>, o executivo apresentou 66 propostas de lei ao longo dos últimos 12 meses, das quais 18 correspondem a pedidos de autorização legislativa, instrumento através do qual o Governo solicita ao Parlamento autorização para legislar sobre determinadas matérias. Entre março de 2024 e junho de 2025, durante o primeiro ciclo governativo de Montenegro, tinham sido apresentadas apenas 45 propostas de lei, o que evidencia um aumento significativo da iniciativa legislativa.</p>
<p>Entre os principais dossiês submetidos ao Parlamento encontram-se matérias relacionadas com a imigração e nacionalidade, asilo e retorno, unidade de fronteiras, alterações fiscais envolvendo IRS, IMI, IVA e ISP, o pacote laboral, a política criminal, a lei da droga, o ensino superior e alterações ao funcionamento do Tribunal de Contas. Nos pedidos de autorização legislativa destacam-se ainda áreas como o combate aos conteúdos digitais terroristas, as narcolanchas, a cibersegurança, o mecenato, os regimes das explorações pecuárias e da pesca comercial, as heranças, as expropriações e o licenciamento urbanístico.</p>
<p>Apesar do elevado número de iniciativas, o atual Governo continua abaixo do registo alcançado por outros executivos. O último Governo de António Costa com maioria absoluta enviou 75 propostas de lei para o Parlamento entre março de 2022 e setembro de 2023, embora essa sessão legislativa tenha sido três meses mais longa e estivesse fortemente condicionada pela execução do Plano de Recuperação e Resiliência. Mais atrás, o segundo executivo socialista resultante das legislativas de 2019 apresentou 45 propostas de lei durante a primeira sessão legislativa, enquanto o primeiro Governo da chamada “geringonça” remeteu apenas 15 diplomas, numa fase em que o Parlamento assumiu um papel particularmente central na produção legislativa.</p>
<p>O recorde continua, contudo, a pertencer ao Governo de Pedro Passos Coelho. Entre junho de 2011 e setembro de 2012, o executivo social-democrata apresentou 84 propostas de lei, num contexto marcado pela aplicação das medidas previstas no memorando da troika. Esse período de reformas profundas e obrigatórias ajuda a explicar a diferença face aos restantes governos e surge também como pano de fundo para as críticas que Passos Coelho tem dirigido a Luís Montenegro por alegada falta de ambição reformista.</p>
<p>Ainda assim, o politólogo António Costa Pinto, do Instituto de Ciências Sociais, considera que o elevado número de propostas de lei não é necessariamente sinónimo de reformismo. Segundo o especialista, muitas das iniciativas apresentadas dizem respeito à gestão corrente do Estado, à resposta a situações específicas ou à transposição de diretivas europeias. Costa Pinto identifica três áreas que o Governo assumiu como grandes bandeiras reformistas — administração pública, legislação laboral e imigração — mas sublinha que um executivo minoritário enfrenta limitações significativas para concretizar reformas estruturais profundas, que normalmente exigem amplos consensos parlamentares. Na sua análise, as críticas de Passos Coelho devem ser vistas sobretudo como uma estratégia de afirmação política e diferenciação dentro do próprio espaço social-democrata, numa circunstância pouco habitual para um antigo líder do PSD relativamente a um Governo do seu partido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771042]]></sapo:autor>
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		<title>Temporada de furacões arranca calma no Atlântico, mas foi assim que surgiu o destrutivo &#8216;Andrew&#8217;, indicam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 10:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[furacões]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NOAA]]></category>
		<category><![CDATA[oceano Atlântico]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão fica abaixo da média histórica e está associada à provável chegada do fenómeno El Niño durante o verão, que tende a reduzir a formação de furacões no Atlântico. Ainda assim, os meteorologistas alertam que menor atividade não significa tempestades menos intensas nem menor risco para as populações expostas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A temporada de furacões no Atlântico começou esta segunda-feira com previsões mais tranquilizadoras do que em anos anteriores, mas os especialistas deixam um aviso claro: uma época abaixo da média não significa ausência de perigo. O &#8217;20 Minutos&#8217; escreve que a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos prevê até seis furacões e 14 tempestades nomeadas até 30 de novembro, data em que termina oficialmente a temporada.</p>
<p>A previsão fica abaixo da média histórica e está associada à provável chegada do fenómeno El Niño durante o verão, que tende a reduzir a formação de furacões no Atlântico. Ainda assim, os meteorologistas alertam que menor atividade não significa tempestades menos intensas nem menor risco para as populações expostas.</p>
<p><strong>O exemplo de Andrew continua a servir de aviso</strong></p>
<p>A meteorologista Haiyan Jiang, professora da Universidade Internacional da Flórida, recorda o furacão Andrew, que atingiu o sul da Flórida em 1992, num ano também considerado abaixo da média. A tempestade formou-se apenas em agosto, depois de um período de aparente calma, mas acabou por se transformar num dos maiores desastres naturais da história dos Estados Unidos.</p>
<p>Andrew atingiu a região de Homestead como furacão de categoria 5, provocou 65 mortos, destruiu cerca de 64 mil casas e deixou mais de 1,4 milhões de habitações sem eletricidade. Os prejuízos foram estimados em 27 mil milhões de dólares, cerca de 25 mil milhões de euros.</p>
<p>O impacto do furacão obrigou a Flórida a rever protocolos de construção e de resposta a emergências, depois de décadas sem sofrer o impacto direto de uma tempestade daquela intensidade.</p>
<p><strong>Tecnologia reforça previsões, mas incerteza continua</strong></p>
<p>Quase 34 anos depois, as ferramentas de observação e previsão estão mais avançadas. Ainda assim, Jiang sublinha que continua a existir incerteza na previsão da trajetória de um furacão.</p>
<p>Para reduzir essa margem de erro, a NOAA vai lançar novos sistemas de observação este ano, incluindo drones capazes de se aproximar de tempestades em desenvolvimento. Segundo Neil Jacobs, administrador da agência, estes sistemas poderão melhorar a precisão das previsões de intensidade em cerca de 10%.</p>
<p>O &#8217;20 Minutos&#8217; refere ainda que a NOAA vai reforçar o uso de inteligência artificial em modelos de previsão, bem como em veículos não tripulados de superfície e subaquáticos. A agência vai também testar uma nova versão do chamado cone de incerteza, usado para indicar a trajetória provável do centro da tempestade.</p>
<p><strong>Novo cone de incerteza chega também ao interior</strong></p>
<p>Até agora, os avisos e alertas associados ao cone de incerteza eram mais visíveis nas zonas costeiras. A nova versão deverá passar a abranger também áreas do interior, com cores que identificam os condados sob aviso.</p>
<p>Keren Rosado-Vázquez, meteorologista do Centro Nacional de Furacões da NOAA, explicou à EFE que esta alteração pretende melhorar a comunicação do risco, sobretudo em regiões que podem sofrer efeitos graves mesmo sem estarem diretamente na costa.</p>
<p>Ken Grant, diretor do Serviço Nacional de Meteorologia, recorda que, em 67% dos casos, o centro da tempestade permanece dentro do cone. Nos restantes casos, fica fora. A nova abordagem pretende representar de forma mais ampla as possíveis localizações do centro da tempestade.</p>
<p><strong>Inundações são o risco mais mortal</strong></p>
<p>Outro avanço previsto passa pela implementação de mapas de inundação combinados com previsões hidrológicas. A mudança é relevante porque, segundo Grant, mais de 50% das mortes associadas a furacões na última década foram causadas por inundações.</p>
<p>Haiyan Jiang acrescenta que estudos de satélite realizados ao longo dos últimos 30 anos mostram um aumento da intensidade das chuvas associadas a furacões. Esse agravamento contribui para cheias repentinas, uma das ameaças mais perigosas durante este tipo de fenómenos extremos.</p>
<p><strong>Pacífico deverá ter época mais ativa</strong></p>
<p>Enquanto o Atlântico deverá ter uma temporada abaixo da média, o Pacífico poderá seguir uma trajetória diferente devido ao El Niño. A NOAA estima entre 15 e 22 tempestades nomeadas e entre nove e 14 furacões no Pacífico oriental. Na região central, são esperados entre cinco e 13 ciclones tropicais.</p>
<p>O México costuma estar entre os países mais afetados por estas tempestades. Este ano, o Havai também surge em situação de risco acrescido. Pela primeira vez, o arquipélago terá avisos e alertas de tempestade costeira para as suas ilhas principais, num modelo semelhante ao usado no continente.</p>
<p>Segundo Neil Jacobs, estes serviços deverão também ficar disponíveis para outras ilhas americanas, como Porto Rico e Ilhas Virgens.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771036]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Internamentos indevidos nos hospitais agravaram-se desde março</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/internamentos-indevidos-nos-hospitais-agravaram-se-desde-marco-administradores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 10:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de internamentos indevidos nos hospitais agravou-se desde março, anunciou hoje a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), que pediu respostas urgentes no terreno e um reforço das equipas de cuidados domiciliários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de internamentos indevidos nos hospitais agravou-se desde março, anunciou hoje a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), que pediu respostas urgentes no terreno e um reforço das equipas de cuidados domiciliários.</p>
<p>&#8220;Nos últimos dois meses, a situação dos internamentos inadequados agravou-se e as 2.800 [camas ocupadas indevidamente] que estimávamos em março é já bastante superior. E isto não é normal, pois normalmente tínhamos uma redução no verão, o que não está a acontecer&#8221;, disse Xavier Barreto, presidente da APAH, que falava durante uma audição na comissão parlamentar de saúde.</p>
<p>O último Barómetro dos Internamentos Sociais da APAH, divulgado em março, contabilizava 2.807 (+19%) pessoas internadas nos hospitais apesar de terem alta clínica, uma situação cujo custo para o Estado ultrapassava os 350 milhões de euros.</p>
<p>Na audição de hoje, a pedido do PS, Xavier Barreto disse que este valor está subestimado, pois apenas contabiliza os custos diretos e baseia-se numa tabela de valores desatualizada: &#8220;O custo real será bastante superior&#8221;.</p>
<p>Tendo em conta o evoluir da situação, Xavier Barreto aludiu à urgência de respostas no terreno, sobretudo no domicílio, com reforço das equipas de cuidados continuados domiciliários.</p>
<p>O responsável defendeu uma alteração no modelo de prestação destes cuidados, que deveria migrar mais para o domicílio e para mais cuidadores informais.</p>
<p>&#8220;Estes passos devem ser sustentados com mais investimento e mais recursos. Só com o que temos não vamos lá&#8221;, afirmou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771043]]></sapo:autor>
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		<title>Sonae cria programa para capacitar organizações sociais e reforçar impacto do investimento comunitário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 10:41:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Sonae lançou um novo programa dedicado à capacitação de organizações do setor social, com o objetivo de reforçar competências de gestão, promover a partilha de conhecimento e incentivar a criação de redes de colaboração entre instituições. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sonae lançou um novo programa dedicado à capacitação de organizações do setor social, com o objetivo de reforçar competências de gestão, promover a partilha de conhecimento e incentivar a criação de redes de colaboração entre instituições. Designado Sonae Impact Circle, o projeto pretende consolidar um ecossistema social mais robusto e sustentável em Portugal.</p>
<p>A iniciativa dirige-se às organizações com as quais o grupo colabora na área da Educação — que beneficiaram mais de 280 mil pessoas em 2025 — bem como a entidades que acolhem projetos de voluntariado com a participação de colaboradores da Sonae. Com este programa, o grupo procura complementar o apoio financeiro com ferramentas práticas, formação e oportunidades de aprendizagem entre pares.</p>
<p>“O Sonae Impact Circle está alinhado com a estratégia do Grupo para apoiar as entidades parceiras. A capacidade de gestão é decisiva para transformar recursos em impacto, contribuindo para fazer a diferença num número crescente de pessoas”, afirma Daniel Fonseca, diretor de Marca e Comunicação da Sonae. “Quando fortalecemos competências e criamos espaços de diálogo entre organizações, abrimos caminho a soluções mais eficazes e a novas oportunidades de colaboração”, acrescenta.</p>
<p>O programa resulta de um processo de auscultação junto das organizações apoiadas pela Sonae, que identificou desafios transversais ligados à gestão interna, crescimento, escalabilidade e avaliação de impacto. Com base nesse diagnóstico, foi estruturada uma iniciativa assente em três módulos: gestão interna, crescimento e escala, e avaliação de impacto.</p>
<p>Cada módulo combina momentos de capacitação com acompanhamento especializado, permitindo que as organizações desenvolvam soluções ajustadas às suas necessidades e consolidem processos internos. O programa prevê ainda apoio técnico adicional sempre que sejam identificadas necessidades específicas, reforçando uma lógica de proximidade e acompanhamento contínuo.</p>
<p>A primeira sessão do Sonae Impact Circle reuniu 14 organizações, entre as quais EKUI, ENSICO, CASA, Banco Alimentar do Porto, Vida Norte, Ciberescola, Transformers, Junior Achievement, Diverge, 42 Portugal, Native Scientists, Teach For Portugal, Fundação Ronald McDonald e Class of Wonders.</p>
<p>Ao longo do ano, o programa continuará a desenvolver iniciativas centradas no crescimento das organizações e na avaliação do seu impacto social, mantendo abertura para evoluir de acordo com as necessidades identificadas pelas próprias entidades. “A capacitação das organizações é essencial para que os projetos ganhem consistência e para que o impacto se mantenha ao longo do tempo”, sublinha Daniel Fonseca.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771038]]></sapo:autor>
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		<title>Rendas descem 2,9% em Portugal e mantêm queda pelo quarto mês consecutivo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rendas-descem-29-em-portugal-e-mantem-queda-pelo-quarto-mes-consecutivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 10:10:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Idealista]]></category>
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		<category><![CDATA[rendas]]></category>
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					<description><![CDATA[Valor afasta-se do máximo histórico de 17 euros por metro quadrado, registado em outubro de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As rendas das casas em Portugal desceram 2,9% em maio face ao mesmo mês do ano passado, mantendo uma tendência de queda que se prolonga há quatro meses consecutivos. De acordo com o índice de preços do idealista, arrendar casa custava, no final de maio, 16,3 euros por metro quadrado, considerando o valor mediano.</p>
<p>O valor afasta-se do máximo histórico de 17 euros por metro quadrado, registado em outubro de 2025. A descida anual de maio surge depois de quebras sucessivas nos primeiros meses do ano: 1,9% em janeiro, 1,4% em fevereiro, 1,2% em março e 2,7% em abril.</p>
<p>Apesar da descida média nacional, o comportamento do mercado continua desigual entre cidades, distritos e regiões, com várias capitais de distrito a registarem aumentos expressivos no último ano.</p>
<p><strong>Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar</strong></p>
<p>Entre as capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, Lisboa mantém-se como a cidade mais cara para arrendar casa, com um preço mediano de 21,8 euros por metro quadrado. Seguem-se o Funchal, com 16,9 euros por metro quadrado, e o Porto, com 16,4 euros por metro quadrado.</p>
<p>Faro surge logo depois, com 14,6 euros por metro quadrado, seguido de Setúbal, com 13,9 euros, Évora, com 12,9 euros, e Coimbra, com 12,7 euros por metro quadrado.</p>
<p>No extremo oposto, as capitais mais económicas continuam a ser Viseu, com 7,6 euros por metro quadrado, e Castelo Branco, com 7,4 euros por metro quadrado.</p>
<p><strong>Viana do Castelo lidera subidas nas capitais</strong></p>
<p>Os preços das casas para arrendar aumentaram em 11 das 15 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas. As maiores subidas anuais registaram-se em Viana do Castelo, com um aumento de 17,5%, Castelo Branco, com 14,8%, Faro, com 11,2%, e Funchal, com 10,8%.</p>
<p>Também houve aumentos em Évora e Ponta Delgada, ambas com 8,1%, Setúbal, com 6,9%, Santarém, com 4%, Leiria, com 2,2%, Aveiro, com 1,9%, e Coimbra, com 1%.</p>
<p>Em sentido contrário, as descidas anuais foram registadas em Viseu, onde as rendas caíram 8,4%, Porto, com uma quebra de 7,7%, Lisboa, com uma descida de 2,7%, e Braga, com menos 0,9%.</p>
<p><strong>Évora tem a maior subida entre distritos e ilhas</strong></p>
<p>Ao nível dos distritos e ilhas, os preços das casas para arrendar subiram em 13 dos 19 mercados analisados, mantiveram-se praticamente estáveis em Braga, com uma variação de -0,3%, e desceram nos restantes cinco.</p>
<p>A maior subida anual verificou-se em Évora, onde as rendas aumentaram 14%. Seguiram-se Viana do Castelo, com 10,1%, ilha da Madeira, com 8,7%, Castelo Branco, com 7,9%, e Beja, com 6,8%.</p>
<p>Também foram registadas subidas em Santarém, ilha de São Miguel, Aveiro, Setúbal, Leiria, Vila Real, Portalegre e Faro.</p>
<p>As maiores descidas ocorreram na Guarda, com uma queda de 14,3%, Coimbra, com menos 11,6%, Viseu, com menos 6%, Porto, com menos 5,9%, e Lisboa, com uma descida de 2,2%.</p>
<p><strong>Lisboa lidera também entre distritos mais caros</strong></p>
<p>O distrito de Lisboa continua a liderar o ranking dos distritos e ilhas mais caros para arrendar casa, com um preço mediano de 20 euros por metro quadrado. A ilha da Madeira surge em segundo lugar, com 16 euros por metro quadrado, seguida de Faro, com 15,4 euros.</p>
<p>Porto, com 14,8 euros por metro quadrado, e Setúbal, com 14,6 euros, completam o grupo dos mercados mais caros.</p>
<p>Entre os distritos mais económicos, a Guarda apresenta o valor mais baixo, com 6 euros por metro quadrado. Seguem-se Portalegre, com 6,7 euros, e Viseu, com 7,2 euros por metro quadrado.</p>
<p><strong>Açores lideram subidas regionais</strong></p>
<p>Ao nível regional, os preços das casas para arrendar subiram em quatro das sete regiões portuguesas analisadas e desceram nas restantes três.</p>
<p>A maior subida anual foi registada na Região Autónoma dos Açores, com um aumento de 12,5%. Seguiram-se o Alentejo, com 9,3%, a Região Autónoma da Madeira, com 8,8%, e o Algarve, com 1,5%.</p>
<p>As descidas ocorreram no Norte, onde as rendas caíram 6,4%, no Centro, com uma quebra de 2,4%, e na Área Metropolitana de Lisboa, com menos 2,2%.</p>
<p>Apesar da descida, a Área Metropolitana de Lisboa mantém-se como a região mais cara do país para arrendar casa, com um preço mediano de 19,4 euros por metro quadrado. Seguem-se a Região Autónoma da Madeira, com 16 euros por metro quadrado, e o Algarve, com 15,4 euros.</p>
<p>As regiões mais acessíveis continuam a ser a Região Autónoma dos Açores, com 11,4 euros por metro quadrado, e o Centro, com 10,1 euros por metro quadrado.</p>
<p><strong>Índice analisa preços de oferta</strong></p>
<p>O índice de preços imobiliários do idealista tem por base os preços de oferta publicados pelos anunciantes na plataforma, considerando os metros quadrados construídos. A metodologia exclui anúncios atípicos, valores fora de mercado e imóveis que permanecem há muito tempo sem interação dos utilizadores.</p>
<p>O resultado final é obtido através da mediana dos anúncios válidos em cada mercado.</p>
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