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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Ventura leva hoje polémica do Tribunal de Contas a Belém em audiência com Seguro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Chega, André Ventura, será recebido esta quarta-feira pelo Presidente da República, numa audiência que decorre no Palácio de Belém e que surge na sequência de um pedido formal do partido após a aprovação da nova lei do Tribunal de Contas.
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do Chega, André Ventura, será recebido esta quarta-feira pelo Presidente da República, numa audiência que decorre no Palácio de Belém e que surge na sequência de um pedido formal do partido após a aprovação da nova lei do Tribunal de Contas.</p>
<p>A iniciativa acontece no mesmo dia em que, segundo informação do Chega, Ventura pretende fazer declarações públicas à saída do encontro. O encontro com o Presidente insere-se num momento de elevada tensão política em torno da legislação aprovada recentemente no Parlamento, que o partido tem criticado de forma veemente. As previsões relativas à agenda política deste dia são avançadas pelo portal especializado Expresso.</p>
<p>A nova lei do Tribunal de Contas foi aprovada na semana passada na generalidade, ainda em fase inicial do processo legislativo. Apesar disso, André Ventura reagiu de imediato, acusando o diploma de poder abrir caminho a riscos de corrupção e prometendo oposição firme ao seu avanço.</p>
<p>“Tudo faremos para impedir que esta legislação facilitadora da corrupção entre em vigor em Portugal”, afirmou o líder do Chega, numa conferência de imprensa no Parlamento realizada na sexta-feira, após a votação.</p>
<p>Ventura sublinhou ainda que, mesmo que a proposta venha a ser aprovada na especialidade, continuará a opor-se à sua implementação, defendendo que o processo legislativo está a ser conduzido de forma apressada e com o apoio de partidos como o PS e o PSD. Nas suas palavras, tratou-se de uma decisão que, no seu entender, poderá criar “uma porta para a corrupção aprovada diretamente no Parlamento e permitida diretamente pelos deputados”.</p>
<p>Foi nesse contexto que o líder do Chega anunciou a intenção de solicitar uma audiência ao Presidente da República “logo que possível”, não aguardando pela conclusão do debate parlamentar na especialidade. Esse pedido viria a ser aceite, estando agora o encontro marcado para esta quarta-feira às 11h.</p>
<p>A audiência com o chefe de Estado surge também como parte de uma estratégia política mais ampla do Chega, que tem procurado colocar a questão do controlo e fiscalização das contas públicas no centro do debate político, associando-a à necessidade de maior rigor institucional.</p>
<p>Em paralelo, o mesmo dia contará ainda com outro momento político relevante: um debate entre André Ventura e o primeiro-ministro no Parlamento, o que acentua o carácter particularmente intenso da agenda política desta quarta-feira.</p>
<p>Ventura deverá, segundo a sua própria indicação, prestar declarações aos jornalistas no final da audiência em Belém, onde se espera que reforce as críticas à nova legislação e esclareça os próximos passos da oposição do Chega no processo legislativo em curso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767896]]></sapo:autor>
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		<title>Exposição à dívida moçambicana corta lucros dos cinco maiores bancos em 70%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cinco maiores bancos em Moçambique registaram uma queda agregada de 70,4% nos resultados líquidos de 2025, penalizados pela exposição à dívida pública moçambicana, após cortes de rating.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os cinco maiores bancos em Moçambique registaram uma queda agregada de 70,4% nos resultados líquidos de 2025, penalizados pela exposição à dívida pública moçambicana, após cortes de rating.</P><br />
<P>De acordo com dados compilados pela Lusa a partir dos relatórios e contas divulgados nos últimos dias pelos cinco maiores bancos, incluindo dois liderados por bancos portugueses, o setor bancário moçambicano totalizou lucros de 5.099 milhões de meticais (68,7 milhões de euros), sofrendo uma diminuição dos resultados líquidos de 12.131 milhões de meticais (163,5 milhões de euros) em termos absolutos.</P><br />
<P>O desempenho foi fortemente penalizado pela deterioração do risco soberano, reforço de imparidades associadas à dívida pública e contexto macroeconómico adverso, transversal às principais instituições, que sublinham os impactos de cortes no rating da dívida soberana em 2025.</P><br />
<P>Entre os cinco maiores bancos, o Banco Comercial e de Investimentos (BCI), o maior do sistema bancário moçambicano e liderado pela Caixa Geral de Depósitos, viu os lucros recuarem 40,3%, para 3.604 milhões de meticais (48,6 milhões de euros) em 2025. </P><br />
<P>No relatório, o banco confirma que o resultado foi &#8220;impactado por fatores não recorrentes, nomeadamente o reforço das imparidades para as exposições à dívida pública, em resposta ao agravamento do risco soberano&#8221;.</P><br />
<P>O Millennium BIM, liderado pelo português BCP &#8211; tal como o BCI um dos dois sistémicos do país (com mais de dois milhões de clientes) -, registou a queda mais acentuada, passando de 3.309 milhões de meticais (44,6 milhões de euros) em 2024 para apenas 201 milhões de meticais (2,7 milhões de euros).</P><br />
<P>O exercício de 2025, segundo o relatório e contas do Millennium BIM, implicou &#8220;o reconhecimento de imparidades adicionais associadas à dívida pública, com impactos relevantes na evolução dos resultados&#8221; do banco: Teve de constituir 5.900 milhões de meticais (79,5 milhões de euros) &#8220;em imparidades à divida pública&#8221; moçambicana.</P><br />
<P>O Standard Bank também apresentou uma redução nos resultados líquidos, positivos, de 26%, para 4.526 milhões de meticais (60,4 milhões de euros), &#8220;sobretudo&#8221; por &#8220;fatores macroeconómicos, tais como o elevado risco soberano, efeitos negativos da queda das taxas de juro, disponibilidade limitada de divisas e contração do crédito&#8221;.</P><br />
<P>Já o Absa Bank Moçambique, tal como o Standard Bank dominado pela banca sul-africana, registou uma quebra de 62,9% nos lucros de 2025, que recuaram para 687 milhões de meticais (9,1 milhões de euros), com a administração a apontar que o &#8220;agravamento da perceção de risco soberano&#8221; contribuiu para &#8220;um contexto de forte pressão sobre a atividade bancária, afetando a geração de receita e aumentando o custo do risco&#8221;.</P><br />
<P>O Moza Banco, o quinto maior do país e o único destes liderado por capitais moçambicanos, agravou também significativamente os resultados, negativos tal como em 2024. Os prejuízos do banco passaram de 103,8 milhões de meticais (1,4 milhões de euros) para 3.919 milhões de meticais (52,3 milhões de euros) em 2025, refletindo, segundo a administração, o reforço de imparidades e saneamento do balanço.</P><br />
<P>O Banco de Moçambique alertou que o &#8220;elevado&#8221; volume dos atrasados e endividamento público, nomeadamente dívida interna, que cresceu quase 250 milhões de euros desde dezembro, está a afetar o funcionamento do mercado financeiro e a liquidez bancária.</P><br />
<P>&#8220;O endividamento público e os atrasados da dívida interna e externa mantêm-se elevados, afetando o normal funcionamento do mercado financeiro e a liquidez bancária&#8221;, lê-se no comunicado divulgado após a reunião do Comité de Política Monetária (CPMO), na segunda-feira.</P><br />
<P>O &#8216;stock&#8217; da dívida pública de Moçambique disparou 20% nos últimos cinco anos, fechando 2025 no equivalente a 72,23% do Produto Interno Bruto (PIB), em 1,090 biliões de meticais ou 17.065 milhões de dólares (14.668 milhões de euros), segundo dados da Conta Geral do Estado (CGE).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768138]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro volta hoje ao parlamento com polémica no MAI e relatório do PR sobre tempestades</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/montenegro-volta-hoje-ao-parlamento-com-polemica-no-mai-e-relatorio-do-pr-sobre-tempestades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro responde hoje aos deputados no debate quinzenal, em que deverá ser confrontado com a polémica demissão do secretário-geral adjunto da Administração Interna e com o relatório da Presidência da República sobre as tempestades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro responde hoje aos deputados no debate quinzenal, em que deverá ser confrontado com a polémica demissão do secretário-geral adjunto da Administração Interna e com o relatório da Presidência da República sobre as tempestades.</P><br />
<P>Desde o último debate de Luís Montenegro no parlamento, a 29 de abril, a proposta de lei do Governo de revisão do Código do Trabalho já deu entrada no parlamento, mas continua sem haver nem negociações públicas nem parceiros à vista para a sua aprovação.</P><br />
<P>O debate começará, desta vez, pelas perguntas do Livre &#8212; o modelo alterna entre a abertura pelo chefe do Governo e pelos partidos, rotativamente &#8211; seguindo-se as questões de PSD, Chega, PS, IL, PCP, CDS-PP, BE, PAN e JPP, numa discussão com uma duração prevista de duas horas.</P><br />
<P>No sábado, foi noticiado &#8212; embora ainda não divulgado oficialmente &#8212; o relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades, no qual o Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</P><br />
<P>O relatório de quase cem páginas aponta que a governação da crise nesse período &#8220;revelou insuficiências de coordenação, clareza e interoperabilidade&#8221; e identifica problemas como &#8220;a lentidão de alguns apoios&#8221; ou &#8220;a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência&#8221;, entre outros, apontando dez prioridades de ação (cinco delas imediatas) e onze &#8220;lições estratégicas para o futuro&#8221;.</P><br />
<P>No domingo, foi conhecida a demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro, que alegou &#8220;graves irregularidades&#8221; na gestão da SIRESP S.A. durante a presidência do general do Exército Paulo Viegas Nunes, que regressou à presidência da empresa que gere o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).</P><br />
<P>Num esclarecimento sobre este tema, o gabinete do ministro Luís Neves referiu que o secretário-geral adjunto do MAI pediu pela primeira vez a exoneração a 28 de abril, antes de ser conhecida a escolha de Viegas Nunes, tendo na altura &#8220;invocado motivos diferentes dos que estão agora em causa&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, uma troca de emails, a que a Lusa teve acesso, entre António Pombeiro e elementos do gabinete do ministro da Administração Interna contrariam esta versão, já que no primeiro pedido de demissão a 28 de abril, António Pombeiro faz referências diretas a Viegas Nunes, nomeadamente de tentar aproximar o SIRESP da esfera das Forças Armadas. </P><br />
<P>No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais, que entrou no parlamento há uma semana e retoma a maioria das linhas mestras do anteprojeto do executivo antes da negociação de nove meses em concertação social.</P><br />
<P>Nos últimos dias, o primeiro-ministro tem insistido na visão do Governo de que é necessário rever as leis laborais para tornar o país mais competitivos, negando a intenção de retirar direitos aos trabalhadores, num diploma que tem merecido críticas generalizadas de toda a oposição à exceção da IL.</P><br />
<P>O PS já disse que votará contra na generalidade e o Chega, o único outro partido com deputados suficientes para viabilizar a proposta de lei, tem colocado condições que o Governo já recusou, como a redução da idade da reforma e André Ventura avisou que sem cedências em matérias como esta ou melhorias para os trabalhadores por turnos &#8220;nem vale a pena conversar&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768137]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de metade dá nota positiva à modernização no SNS, exceto no acesso à inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:03:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos utentes avaliam de forma positiva ou muito positiva a modernização tecnológica dos equipamentos usados no Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas apenas um terço diz que os doentes têm acesso atempado a medicamentos inovadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de metade dos utentes avaliam de forma positiva ou muito positiva a modernização tecnológica dos equipamentos usados no Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas apenas um terço diz que os doentes têm acesso atempado a medicamentos inovadores.</P><br />
<P>Segundo o Índice de Saúde Sustentável 2025/26, desenvolvido pela NOVA Information Management School (NOVA-IMS) e que será hoje apresentado em Lisboa, 51% dos utentes avalia o SNS de forma positiva ou muito positiva e 56% acredita que acompanha a evolução tecnológica na área da saúde. </P><br />
<P>Sobre a inovação digital e em termos de organização, a maioria acredita que o SNS utiliza adequadamente tecnologias digitais (61%) e que se adapta rapidamente a novos desafios de saúde (57%).</P><br />
<P>Contudo, os utentes mostram-se menos confiantes quanto à inovação terapêutica: apenas 34% acredita que os doentes em Portugal têm acesso atempado a novos medicamentos inovadores através do Serviço Nacional de Saúde.</P><br />
<P>Menos de um terço (30%) acredita que o SNS é rápido a incorporar novos tratamentos e tecnologias de saúde em comparação com outros países da União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;A população considera que o SNS está muito bem apetrechado para ser capaz de utilizar tecnologias e de ter alguma inovação em termos de organização, (&#8230;) mas apenas uma minoria, à volta dos 30%, diz que, de facto, ele é capaz de oferecer inovação terapêutica atempada aos doentes, nomeadamente o acesso aos medicamentos inovadores&#8221;, explicou à Lusa o coordenador do estudo, Pedro Simões Coelho, sublinhando que este é um tema que &#8220;preocupa a população&#8221;.</P><br />
<P>Para mostrar a preocupação da população com o acesso à inovação, Pedro Simões Coelho disse que, colocados sob o cenário de o SNS ter de repente recursos para aliviar os tempos de espera ou para dar acesso mais rápido a medicamentos inovadores, a maioria diz que repartiria os recursos de forma igual pelas duas opções.</P><br />
<P>&#8220;Para mim é sintomático&#8221;, afirmou o responsável, acrescentando: &#8220;o tempo de espera é o que a pessoa sente como mais premente no momento imediato. Haver tanta gente que diz que abdica um bocadinho da redução dos tempos de espera, se isso permitir ter acesso a tratamentos inovadores mais rapidamente, mostra bem que é um tema está na preocupação das pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Os dados mostram que a maioria dos portugueses confia que o SNS conseguirá manter-se tecnologicamente atualizado nos próximos cinco anos (57%) e concorda que o investimento em inovação é essencial para a sustentabilidade futura do serviço público de saúde (89%).</P><br />
<P>O estudo pretende avaliar a sustentabilidade do SNS incluindo dimensões como a capacidade/resposta assistencial, a sustentabilidade financeira, a qualidade (técnica e percecionada), a acessibilidade (técnica e percecionada) e a capacidade preventiva (nova componente).</P><br />
<P>Avalia ainda o SNS na ótica do utilizador, medindo outras dimensões, como satisfação, confiança, preço e eficácia, além de identificar os pontos fortes e fracos do serviço público de saúde, bem como possíveis áreas prioritárias de atuação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768136]]></sapo:autor>
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		<title>Investimento no SNS permitiu retorno de 10,2 mil milhões na economia &#8211; estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:03:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento no Serviço Nacional de Saúde no ano passado permitiu um retorno económico de 10,2 mil milhões de euros, pelas faltas ao trabalho que evitou e pelo impacto na produtividade, indica um estudo hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O investimento no Serviço Nacional de Saúde no ano passado permitiu um retorno económico de 10,2 mil milhões de euros, pelas faltas ao trabalho que evitou e pelo impacto na produtividade, indica um estudo hoje divulgado.</P><br />
<P>Segundo os dados do novo Índice de Saúde Sustentável, desenvolvido pela Nova Information Management School (Nova IMS) e a que a Lusa teve acesso, quase metade (cerca de 47%) dos portugueses faltou pelo menos um dia ao trabalho por questões de saúde e 7,7% faltou mais de 20 dias.</P><br />
<P>Os dados revelam que a prestação de cuidados de saúde permitiu evitar, em média, 1,4 dias de ausência laboral, representando uma poupança de 800 milhões de euros.</P><br />
<P>No que diz respeito à produtividade, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) permitiu evitar a perda do equivalente a 11,1 dias de trabalho por pessoa, o que se traduziu numa poupança adicional de seis mil milhões de euros.</P><br />
<P>No total, somando o impacto no absentismo e na produtividade, o SNS permitiu uma poupança de 6,8 mil milhões de euros (via salários), que, tendo em conta a relação entre produtividade e remuneração, se traduz num retorno económico de 10,2 mil milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;O impacto do SNS [na economia] é inquestionável e o valor que nós estimamos, só por meio dos salários, é de quase sete mil milhões&#8221;, disse Pedro Simões Coelho, coordenador do estudo, sublinhando o reforço de uma tendência que já aparecia anteriormente: o SNS perdeu impacto no absentismo e ganhou no aumento da produtividade.</P><br />
<P>O responsável disse que a evolução era de esperar no mundo pós-covid, em que as formas de organização do trabalho se modificaram: &#8220;agora há menos contribuição [do SNS] para o absentismo, mas uma enorme contribuição sobretudo para a redução do presenteísmo, ou da perda de produtividade&#8221;.</P><br />
<P>A edição do Índice de Saúde Sustentável 2025/26 incorpora uma atualização metodológica alinhada com a evolução do próprio SNS &#8212; que passou para um financiamento por capitação &#8211; e contempla uma nova componente dedicada à prevenção.</P><br />
<P>É nas dimensões relacionadas com o estado de saúde e qualidade de vida que os utentes reconhecem maior impacto do SNS.</P><br />
<P>Apesar de os autores alertarem para a impossibilidade de comparar diretamente o índice deste ano com aquele apresentado em 2025, há alguns componentes do índice que vêm do passado e cuja evolução resulta numa cada vez maior pressão financeira no SNS.</P><br />
<P>O novo índice de sustentabilidade do SNS está nos 59,3 pontos (de 0 a 100), para o qual contribui o aumento substancial da despesa (+9,1%), a subida do stock da dívida vencida (-31%), a ligeira redução da atividade, a estabilização dos níveis de qualidade, a diminuição da acessibilidade e os resultados da nova componente da prevenção. </P><br />
<P>&#8220;É um sistema cujo principal ponto forte continua a ser de qualidade (&#8230;) e que continua a ter como ponto fraco a acessibilidade&#8221;, explicou Pedro Simões Coelho, sublinhando a &#8220;elevada pressão financeira&#8221; do SNS.</P><br />
<P>Os resultados serão apresentados hoje, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768135]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quase três em cada quatro utentes realizam ações de prevenção no SNS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:03:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase três em cada quatro utentes realizaram no último ano uma ação de prevenção, como análises clínicas e consultas de rotina, no Serviço Nacional de Saúde (SNS), indica um estudo hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quase três em cada quatro utentes realizaram no último ano uma ação de prevenção, como análises clínicas e consultas de rotina, no Serviço Nacional de Saúde (SNS), indica um estudo hoje divulgado.</P><br />
<P>A prevenção é a nova dimensão do Índice de Saúde Sustentável 2025/26, desenvolvido pela Nova Information Management School (Nova IMS), que avalia anualmente a sustentabilidade do SNS, integrando o desempenho assistencial, acesso, capacidade de resposta, capacidade preventiva e sustentabilidade financeira. </P><br />
<P>Segundo o estudo, a que a Lusa teve acesso e que será hoje apresentado, em Lisboa, 73% dos utentes realizaram pelo menos uma ação de prevenção. </P><br />
<P>Dos que o fizeram, 67,8% procuraram o SNS para análises clínicas de rotina, 61,8% para consultas de rotina/check-up e 50,6% para exames de diagnóstico para controlo preventivo. Cerca de um terço (32%) realizou ações preventivas no setor privado.</P><br />
<P>Para calcular o índice de sustentabilidade do SNS são usadas componentes como a capacidade/resposta assistencial, a qualidade (técnica percecionada), o acesso e a sustentabilidade financeira, com diferentes ponderações e todas elas convertidas numa escala de 0 a 100.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o coordenador do estudo, Pedro Simões Coelho, explicou os motivos que levaram este ano a atualizar a metodologia para o cálculo do índice de sustentabilidade:&#8221;antes tínhamos um sistema de saúde que estava totalmente virado para atividade, para a produção. Agora temos um sistema que é financiado pela capitação e que deverá incentivar a prevenção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um sistema de saúde cuja despesa tem vindo a crescer deixará de ser sustentável, a prazo, se não apostar na prevenção&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O especialista confessou que a fotografia dada pela nova componente do índice (prevenção) foi &#8220;uma boa surpresa&#8221;: &#8220;Estava à espera de termos uma fotografia de um sistema muito virado para tratar os pacientes críticos e os crónicos, e não tanto para a prevenção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nos cálculos que fizemos, a prevenção tem um valor bastante elevado [quase 65 pontos, em 100]. É o segundo maior, logo a seguir à qualidade&#8221;, sublinhou, acrescentando que &#8220;é um dos principais pontos fortes do sistema&#8221;.</P><br />
<P>Ainda sobre a prevenção, Pedro Simões Coelho diz-se convencido de que será a única chave para o SNS sair de &#8220;um circuito permanente de crescimento de despesa muito grande e de crescimento muito anémico da atividade&#8221;.</P><br />
<P>Os três pontos mais fracos do SNS, segundo os dados recolhidos, são o acesso, a capacidade de resposta assistencial e a sustentabilidade financeira, devido à grande pressão do crescimento da despesa.</P><br />
<P>&#8220;O futuro do SNS terá que passar pela prevenção e isso liga-se com a inovação&#8221;, afirmou o responsável, considerando essencial, no futuro, dar o salto para uma escala diferente, que traga &#8220;uma prevenção mais personalizada&#8221;, o que só se conseguirá com &#8220;uma maior utilização de dados e de ferramentas analíticas&#8221;.</P><br />
<P>Globalmente, os utentes continuam a considerar o preço do SNS adequado e apenas 12% considera o valor das taxas moderadores desadequado. Contudo, os dados mostram que há uma ideia errada (muitas vezes sobrestimada) sobre os valores efetivamente cobrados, tanto nas consultas como nos internamentos.</P><br />
<P>Subiu ligeiramente a percentagem de utentes (12%, mais 1,4 pontos percentuais) que não comprou medicamentos por causa do preço.</P><br />
<P>Na ótica dos utentes, os profissionais de saúde são o ponto forte do SNS. Já os tempos de espera, o acesso aos cuidados e o contacto com os serviços de saúde são os principais pontos fracos e, por isso, devem ser as áreas prioritárias de atuação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768134]]></sapo:autor>
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		<title>Técnicos de emergência pré-hospitalar manifestam-se hoje frente à AR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os técnicos de emergência pré-hospitalar vão manifestar-se esta quarta-feira, frente à Assembleia da República, numa ação de protesto contra a reorganização prevista para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), revelou o sindicato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os técnicos de emergência pré-hospitalar vão manifestar-se esta quarta-feira, frente à Assembleia da República, numa ação de protesto contra a reorganização prevista para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), revelou o sindicato.</p>
<p>Promovida pelo Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH), a manifestação segue-se à vigília que decorreu na passada quinta-feira, junto ao Ministério da Saúde, durante a qual os técnicos entregaram um manifesto com críticas à reorganização do INEM e propostas para “salvar a emergência”.</p>
<p>Fonte sindical disse à Lusa que a manifestação vai decorrer frente à Assembleia da República, entre as 10:00 e as 17:00 e tem como foco as mudanças anunciadas pelo Governo para o INEM, entre elas a aprovação, há das semanas, da nova Lei Orgânica do instituto.</p>
<p>Na altura, após o Conselho de Ministros, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, explicou que o INEM passará a ter o estatuto jurídico de Instituto Público de Regime Especial, permitindo “maior flexibilidade, maior remuneração e um modelo de governação clínica que o atual não tinha”.</p>
<p>O STEPH considerou inaceitável que se pretenda alterar uma lei tão estruturante como a Lei Orgânica do INEM através de decreto, sem promover “um debate alargado” e sem discussão na Assembleia da República.</p>
<p>Na vigília da passada quinta-feira, o presidente do sindicato, Rui Lázaro, considerou que as medidas conhecidas através dos despachos publicados e das declarações do Governo após a aprovação da nova lei orgânica “são muito preocupantes”, frisando que se traduzem “numa redução da quantidade e da qualidade da capacidade de resposta do INEM”.</p>
<p>Disse ainda que a anunciada reforma do INEM contempla uma redução do número de ambulâncias, da capacidade de transporte de doentes e da formação prestada, além de abrir espaço à intervenção de entidades privadas “sem formação adequada” no transporte urgente de doentes.</p>
<p>Na mesma vigília, o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar anunciou que vai aderir à greve geral marcada para dia 03 de junho.<br />
No manifesto que entregaram no Ministério da Saúde, os técnicos exigem “a manutenção e reforço do número de ambulâncias do INEM dedicadas à emergência pré-hospitalar”, a “preservação da missão operacional do INEM” e o “reforço da formação e qualificação profissional”.</p>
<p>“A redução de ambulâncias do INEM dedicadas à emergência, a transformação de ambulâncias em veículos ligeiros, a transferência de meios para funções de transporte inter-hospitalar e a desvalorização progressiva dos Técnicos de Emergência representam um caminho que fragiliza a resposta às populações e coloca em risco a eficácia do socorro”, refere o manifesto dirigido à ministra da Saúde.</p>
<p>Os técnicos consideram ainda que a intenção de abrir parte da resposta urgente ao setor privado “levanta sérias dúvidas legais, operacionais e financeiras”, alertando que pode representar “um primeiro passo” para a descaracterização e privatização progressiva de uma missão que deve permanecer pública, coordenada e centrada no interesse dos cidadãos.</p>
<p>Propõem a contratação de mais profissionais, dando-lhes a formação adequada e “fazendo-a evoluir”, tal como a abertura de mais ambulâncias do INEM em zonas onde as carências estão identificadas.</p>
<p>As mudanças anunciadas para o INEM têm sido alvo de muitas criticas, a última das quais através de uma carta assinada por ex-presidentes do instituto (Sérgio Janeiro, Luis Meira, Miguel Oliveira e Regine Pimentel).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767074]]></sapo:autor>
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		<title>Nvidia planeia investir 129 mil milhões de euros por ano em Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 05:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-executivo da Nvidia, Jensen Huang, afirmou hoje em Taipé que a empresa planeia investir até 150 mil milhões de dólares (129 mil milhões de euros) por ano em Taiwan, que classificou como "epicentro" da inteligência artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O diretor-executivo da Nvidia, Jensen Huang, afirmou hoje em Taipé que a empresa planeia investir até 150 mil milhões de dólares (129 mil milhões de euros) por ano em Taiwan, que classificou como &#8220;epicentro&#8221; da inteligência artificial.</P><br />
<P>&#8220;Há quatro ou cinco anos, a Nvidia gastava entre 10 mil milhões e 15 mil milhões de dólares (entre 8,5 mil milhões e 12,9 mil milhões de euros) por ano em Taiwan. Agora, estamos a gastar entre 100 mil milhões e 150 mil milhões de dólares (entre 85 mil milhões e 129 mil milhões de euros) todos os anos&#8221;, afirmou Huang, durante a cerimónia de lançamento da nova sede da empresa em Taipé.</P><br />
<P>A construção deverá arrancar no final deste ano e entrar em funcionamento até 2030.</P><br />
<P>&#8220;Uma única empresa investir 150 mil milhões de dólares (129 mil milhões de euros) por ano vai impulsionar um ecossistema incrível aqui&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Huang não apresentou detalhes concretos sobre o calendário dos investimentos, mas adiantou que a equipa local da Nvidia em Taiwan poderá crescer dos atuais mil trabalhadores para cerca de quatro mil.</P><br />
<P>&#8220;Este será um centro muito importante para nós no mundo, porque os parceiros do nosso ecossistema estão aqui. Este continuará a ser durante muito tempo o grande centro mundial de fabrico tecnológico e eletrónico&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O empresário, que chegou no sábado a Taiwan para reunir-se com parceiros locais da Nvidia e participar na feira Computex de Taipé, um dos principais eventos tecnológicos do mundo, afirmou que a ilha é o &#8220;epicentro&#8221; da revolução da inteligência artificial.</P><br />
<P>&#8220;É aqui que os &#8216;chips&#8217; e os encapsulamentos são produzidos. É aqui que os sistemas são criados. É aqui que foram criados os supercomputadores de IA. A quantidade de parceiros com quem trabalhamos aqui em Taiwan é incrível&#8221;, sublinhou Huang.</P><br />
<P>O responsável referiu ainda o desempenho bolsista de Taiwan, que esta semana ultrapassou a Índia como o quinto maior mercado bolsista do mundo, segundo a Bloomberg.</P><br />
<P>&#8220;Não conheci um único diretor-executivo que não esteja feliz, e não é fácil fazer feliz um CEO taiwanês&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Huang apelou também às autoridades locais para enfrentarem os desafios energéticos, num contexto marcado pelo abandono recente da energia nuclear e pelo aumento da procura de eletricidade associado ao crescimento da IA.</P><br />
<P>&#8220;O crescimento energético é fundamental para o PIB de Taiwan (&#8230;). Taiwan está a crescer e uma coisa que disse várias vezes, e volto a dizer agora: Taiwan vai precisar de mais energia&#8221;, declarou Huang perante o presidente da câmara de Taipé, Chiang Wan-an, que participou no evento.</P><br />
<P>Huang visita Taiwan várias vezes por ano. Na ilha encontram-se alguns dos principais parceiros da Nvidia, incluindo a TSMC, maior fabricante mundial de &#8216;chips&#8217; avançados para inteligência artificial e computação de alto desempenho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768133]]></sapo:autor>
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		<title>EDP faz hoje explodir os reatores da antiga central de Sines. Energética alerta para o estrondo e cortes no trânsito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 05:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sines]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP vai avançar esta quarta-feira, 27 de maio, com mais uma fase do processo de desmantelamento da antiga Central Termoelétrica de Sines, através da demolição por detonação controlada dos reatores SCR (Selective Catalytic Reduction) dos Grupos 3 e 4, conhecidos como DNOX G3-4.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP vai avançar esta quarta-feira, 27 de maio, com mais uma fase do processo de desmantelamento da antiga Central Termoelétrica de Sines, através da demolição por detonação controlada dos reatores SCR (Selective Catalytic Reduction) dos Grupos 3 e 4, conhecidos como DNOX G3-4.</p>
<p>A operação, executada pelo consórcio AC Ibérica ACE, está prevista para as 16h00, em São Torpes, no concelho de Sines, tendo sido comunicada pela Direção da Central Termoelétrica de Sines à Câmara Municipal.</p>
<p>Segundo a informação divulgada, a demolição recorrerá a explosivos, originando uma onda de choque que poderá traduzir-se num estrondo audível, pressão repentina e eventuais vibrações em estruturas e vidraças nas zonas próximas. A empresa sublinha, contudo, que estes efeitos são considerados normais em operações deste tipo e não representam perigo para quem se encontre fora da área de segurança definida.</p>
<p>O perímetro de segurança estabelecido pela Direção do Projeto de Detonação corresponde a um raio de 300 metros em torno das estruturas DNOX G3-4, sendo proibida a permanência de pessoas no interior dessa área durante o momento da detonação.</p>
<p>A partir das 15h30, será igualmente ativado um perímetro exterior sob responsabilidade da Proteção Civil e com controlo operacional da GNR de Sines, entrando em vigor vários condicionamentos de trânsito. Entre as medidas previstas estão o corte de circulação nos acessos nascente, junto à via-férrea, e poente da central.</p>
<p>Apesar das restrições, será mantido um acesso alternativo à Central Termoelétrica de Sines com circulação excecional controlada. O acesso ao Start Campus/Data Center também continuará assegurado mediante coordenação prévia.</p>
<p>A EDP estima que toda a operação, incluindo inspeções finais e desmobilização dos meios envolvidos, esteja concluída até cerca das 17h00, salvo ocorrência de situações anómalas que obriguem ao prolongamento do dispositivo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-767918" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/image002_1_980_2500.png" alt="" width="980" height="370" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/image002_1_980_2500.png 980w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/image002_1_980_2500-300x113.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/image002_1_980_2500-900x340.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/image002_1_980_2500-768x290.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/image002_1_980_2500-600x227.png 600w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767909]]></sapo:autor>
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		<title>Panamá espera cooperação marítima com China após reunião na ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 05:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros panamenho expressou ao homólogo chinês desejo de avanços na cooperação marítima, num contexto de tensão entre os dois países em torno do controlo de portos estratégicos perto do canal do Panamá.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros panamenho expressou ao homólogo chinês desejo de avanços na cooperação marítima, num contexto de tensão entre os dois países em torno do controlo de portos estratégicos perto do canal do Panamá.</P><br />
<P>Os responsáveis do Panamá e da China, Javier Martínez-Acha e Wang Yi, respetivamente, reuniram-se na terça-feira, em Nova Iorque, no âmbito do debate aberto de alto nível do Conselho de Segurança da ONU. </P><br />
<P>Trata-se do primeiro encontro de alto nível entre ambos os governos, num contexto de tensão devido à saída forçada de um operador chinês de dois portos próximos do Canal do Panamá e à detenção em massa, em portos chineses &#8212; como suposta reação &#8212;, de navios com bandeira panamenha.</P><br />
<P>No encontro, as delegações trocaram pontos de vista sobre temas de interesse comum na agenda bilateral e multilateral, de acordo com um breve comunicado divulgado na noite desta terça-feira pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros do Panamá.</P><br />
<P>&#8220;Martínez-Acha Vásquez expressou, no decorrer da reunião, a disposição de avançar em canais técnicos de cooperação marítima&#8221;, afirma-se no comunicado oficial.</P><br />
<P>Na nota, salienta-se ainda que o Panamá reiterou &#8220;o pleno respeito pelo princípio de uma única China e o compromisso com o Estado de Direito e a independência na tomada de decisões das suas instituições democráticas, além do interesse de ambas as nações em manter uma relação mutuamente benéfica&#8221;.</P><br />
<P>A informação oficial destaca ainda que as delegações concordaram com a importância do &#8220;diálogo franco e aberto, do respeito mútuo e do fortalecimento das relações&#8221;.</P><br />
<P>A reunião entre os dois ministros dos Negócios Estrangeiros foi descrita na segunda-feira pelo Governo panamenho como de &#8220;agenda aberta&#8221;, no âmbito de &#8220;uma maior harmonização das relações entre a China e o Panamá, países que há 170 anos mantêm relações migratórias, comerciais e culturais&#8221;, indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros num breve comunicado.</P><br />
<P>&#8220;O entendimento que se procura é o reconhecimento de como funciona o Estado de direito no Panamá (&#8230;) as decisões soberanas tomadas no país não são expressão de hostilidade contra nenhum Estado, e não devem ser interpretadas como tal noutros locais, nem devem ser motivo de retaliação&#8221;, afirmou à agência de notícias EFE o vice-ministro dos Assuntos Multilaterais e Cooperação, Carlos Guevara Mann, antes da reunião em Nova Iorque.</P><br />
<P>Este encontro entre os ministros dos Negócios Estrangeiros do Panamá e da China ocorre num contexto de tensão bilateral resultante da saída do conglomerado chinês CK Hutchison da exploração de dois portos situados perto do Canal, em fevereiro passado, depois de o Supremo Tribunal panamiano ter declarado inconstitucional a concessão concedida há mais de vinte e cinco anos.</P><br />
<P>A decisão judicial, não passível de recurso, surgiu após anos de denúncias contra a concessão por ser desfavorável aos interesses do Estado panamenho, de acordo com os queixosos.</P><br />
<P>A China afirmou que o Panamá pagaria &#8220;um preço elevado&#8221; por retirar a CK Hutchison, e a empresa iniciou um processo de arbitragem internacional no valor de, pelo menos, dois mil milhões de dólares (1,71 mil milhões de euros) contra o Estado panamenho.</P><br />
<P>As autoridades chinesas também multiplicaram este ano o número de detenções de navios de bandeira panamenha &#8212; o Panamá possui uma das maiores marinhas mercantes do mundo &#8212; nos portos da China, o que os EUA classificaram como retaliação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768132]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Escolas entram em modo de avaliação: provas ModA arrancam hoje em todo o país</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/escolas-entram-em-modo-de-avaliacao-provas-moda-arrancam-hoje-em-todo-o-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 05:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de alunos do 4.º ano começam hoje a realizar as provas de Monitorização da Aprendizagem, conhecidas como ModA, enquanto os estudantes do 6.º ano entram em avaliação já na próxima sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As primeiras provas ModA arrancam esta quarta-feira e marcam o início de uma nova fase da avaliação externa no ensino básico português. Milhares de alunos do 4.º ano começam hoje a realizar as provas de Monitorização da Aprendizagem, conhecidas como ModA, enquanto os estudantes do 6.º ano entram em avaliação já na próxima sexta-feira, dia 29. As provas decorrem em formato digital e abrangem tanto escolas públicas como privadas em todo o território nacional.</p>
<p>Criadas para substituir anteriores modelos de aferição, as provas ModA têm como principal objetivo acompanhar o desenvolvimento das aprendizagens essenciais dos alunos ao longo do percurso escolar. Segundo informação divulgada pelo Expresso e por documentos oficiais relativos ao calendário da avaliação externa para o ano letivo de 2025-2026, estas avaliações pretendem funcionar como um “termómetro” do desempenho escolar, permitindo às escolas, professores e autoridades educativas identificar dificuldades e ajustar estratégias pedagógicas antes da chegada dos exames finais de ciclo.</p>
<p>Ao contrário das provas finais tradicionais, os resultados das ModA não contam para a classificação final das disciplinas. Ainda assim, são de realização obrigatória e universal, abrangendo todos os alunos do 4.º e 6.º anos. O Ministério da Educação pretende, com este modelo, recolher dados mais detalhados sobre os níveis de literacia e competências dos estudantes em áreas fundamentais como Português, Matemática, Estudo do Meio, Ciências Naturais e disciplinas rotativas.</p>
<p>No caso do 4.º ano, os alunos realizam provas de Português e de Matemática com componente de Estudo do Meio, além de uma disciplina rotativa que varia de três em três anos. Este ano, a componente rotativa é Educação Artística, cuja janela de realização decorre entre 27 de maio e 9 de junho. Já a prova de Português está marcada para 2 de junho e a de Matemática para 5 de junho.</p>
<p>Para os estudantes do 6.º ano, o calendário começa a 29 de maio com Inglês, seguindo-se Português a 3 de junho e Matemática a 8 de junho. Neste ciclo, as provas centrais incluem ainda Ciências Naturais integradas na avaliação de Matemática, existindo igualmente disciplinas rotativas como Educação Visual, Educação Física ou História e Geografia de Portugal.</p>
<p>O modelo digital continua, porém, a gerar debate entre professores, pais e alunos. Para responder às preocupações relacionadas com a adaptação tecnológica, o sistema educativo implementou várias medidas ao longo do ano letivo, incluindo provas-ensaio e a obrigatoriedade de os alunos realizarem um número mínimo de horas de trabalho na plataforma digital do IAVE. O objetivo passa por garantir maior familiarização com o formato online e reduzir desigualdades no acesso e utilização das ferramentas tecnológicas.</p>
<p>As provas avaliam competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, incidindo em áreas como pensamento crítico, resolução de problemas, linguagens, criatividade, informação e comunicação. Cada avaliação recebe uma classificação quantitativa entre 0 e 100 pontos, acompanhada por níveis de desempenho.</p>
<p>Apesar de os enunciados não serem tornados públicos — precisamente para permitir reutilização de questões e comparação de resultados entre diferentes anos — os resultados finais serão divulgados posteriormente de forma anónima, organizados por escolas e concelhos, permitindo novamente a elaboração de rankings nacionais do desempenho escolar.</p>
<p>O Ministério da Educação considera que este modelo permite obter uma visão mais precisa do estado das aprendizagens em Portugal. Ainda assim, persistem dúvidas e críticas relativamente à pressão adicional sobre os alunos mais novos, às condições tecnológicas existentes em algumas escolas e ao impacto que avaliações digitais podem ter nas desigualdades entre estudantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756291]]></sapo:autor>
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		<title>Trovoadas vêm hoje fazer &#8216;companhia&#8217; ao calor e fazem subir risco de incêndios em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental deverá enfrentar esta quarta-feira um cenário meteorológico particularmente instável, marcado por forte atividade elétrica, milhares de descargas atmosféricas e precipitação muito reduzida, numa combinação que aumenta significativamente o risco de incêndios rurais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental deverá enfrentar esta quarta-feira um cenário meteorológico particularmente instável, marcado por forte atividade elétrica, milhares de descargas atmosféricas e precipitação muito reduzida, numa combinação que aumenta significativamente o risco de incêndios rurais. As previsões apontam para trovoadas dispersas sobretudo nas regiões Norte e Centro, com maior incidência nas zonas do interior e áreas montanhosas, apesar de os mapas de precipitação acumulada apresentarem valores muito baixos.</p>
<p>Segundo as previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/amanha-e-na-quinta-28-preveem-se-trovoadas-com-muitos-raios-mas-os-mapas-de-chuva-estao-quase-vazios-atencao-a-isto.html#google_vignette" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, o fenómeno mais preocupante esperado para esta quarta e quinta-feira é a chamada “trovoada seca”, situação em que se formam relâmpagos e trovões, mas em que a chuva evapora antes de chegar ao solo. Este tipo de ocorrência é considerado particularmente perigoso durante os meses mais quentes, já que os raios podem atingir vegetação seca e provocar ignições em zonas florestais sem que exista precipitação suficiente para travar a propagação inicial do fogo.</p>
<p>O fenómeno desenvolve-se devido ao forte aquecimento da superfície terrestre nesta altura do ano. Durante o dia, o solo aquece intensamente sob efeito da radiação solar, fazendo subir rapidamente o ar quente junto à superfície e criando correntes de convecção. Quando existe humidade em altitude, essas correntes originam nuvens de trovoada capazes de gerar descargas elétricas. No entanto, como as camadas inferiores da atmosfera permanecem muito quentes e secas, a precipitação formada nas nuvens evapora-se antes de atingir o solo, fenómeno visualmente conhecido como “virga”.</p>
<p>Os modelos meteorológicos indicam que o período mais crítico deverá ocorrer durante a tarde desta quarta-feira, especialmente entre o meio-dia e o final da tarde, altura em que o aquecimento solar é mais intenso. A atividade elétrica deverá espalhar-se por uma vasta área do Norte e Centro do país, abrangendo distritos como Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu e Coimbra, além de zonas do interior dos distritos do Porto e Aveiro. Em Bragança e Vila Real, os mapas apontam para uma concentração particularmente elevada de descargas atmosféricas.</p>
<p>Embora o fenómeno esteja mais concentrado no Norte e Centro, as previsões admitem a possibilidade de trovoadas isoladas noutras regiões do território continental. Ainda assim, a precipitação prevista até ao final de quinta-feira continua a ser muito escassa e distribuída de forma irregular, reforçando os indícios de ocorrência de trovoada seca em grande parte do país.</p>
<p>Especialistas alertam que este tipo de situação cria frequentemente uma falsa sensação de segurança. Apesar da ausência de chuva significativa, os relâmpagos mantêm toda a sua perigosidade e podem desencadear incêndios ao atingir solos secos, árvores ou vegetação combustível. Além do risco de fogo, existe também perigo direto para pessoas que permaneçam em espaços abertos durante as trovoadas.</p>
<p>As autoridades recomendam evitar abrigar-se debaixo de árvores isoladas, uma vez que estas funcionam como autênticos para-raios naturais. Quando atingidas, podem projetar fragmentos de madeira devido à explosão provocada pela descarga elétrica. Em áreas sem estruturas elevadas, o corpo humano pode tornar-se o ponto mais alto da paisagem e, consequentemente, um alvo preferencial para os relâmpagos.</p>
<p>O cenário previsto para esta quarta-feira volta assim a colocar em evidência os riscos associados às trovoadas secas, um fenómeno meteorológico cada vez mais monitorizado devido ao potencial impacto na segurança das populações e na propagação de incêndios durante períodos de calor e seca.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767889]]></sapo:autor>
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		<title>Provas de 4.º e 6.º ano começam hoje com escolas prontas para o formato digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 04:22:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As provas de monitorização da aprendizagem (ModA), realizadas pelos alunos dos 4.º e 6.º anos, arrancam hoje e os diretores acreditam que as escolas estão preparadas para implementar o formato digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As provas de monitorização da aprendizagem (ModA), realizadas pelos alunos dos 4.º e 6.º anos, arrancam hoje e os diretores acreditam que as escolas estão preparadas para implementar o formato digital.</P><br />
<P>&#8220;Temos a aprendizagem do ano passado e as provas-ensaio também ajudaram a verificar o que estava menos bem&#8221;, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).</P><br />
<P>O calendário arranca com a prova de Educação Artística (disciplina rotativa avaliada este ano), dirigida aos alunos do 4.º ano, e que poderá ser realizada entre 27 de maio e 09 de junho.</P><br />
<P>À semelhança do ano passado, as provas ModA serão feitas em formato digital, que os alunos e as escolas testaram em abril, durante as provas-ensaio.</P><br />
<P>Na altura, o presidente da ANDAEP relatou problemas de conectividade em algumas escolas e outras falhas técnicas, mas, na véspera da primeira prova oficial, Filinto Lima disse à Lusa acreditar que as dificuldades foram ultrapassadas.</P><br />
<P>&#8220;Estou convencido de que, globalmente, as escolas estão preparadas para este tipo de provas, com as contingências que se conhecem&#8221;, disse o representante dos diretores escolares, referindo-se à greve geral marcada para 03 de junho, data da prova de Português do 6.º ano.</P><br />
<P>Questionado sobre as escolas localizadas nas zonas afetadas pelas tempestades, em janeiro e fevereiro, Filinto Lima disse que também nesses casos as provas-ensaio permitiram identificar eventuais falhas, entretanto corrigidas.</P><br />
<P>Na Marinha Grande (distrito de Leiria), as falhas de comunicação já foram ultrapassadas e, logo em abril, as provas-ensaio decorreram com normalidade, relatou Cesário Silva, diretor do agrupamento de escolas Marinha Grande Poente.</P><br />
<P>Na sexta-feira, as provas ModA prosseguem com a prova de Inglês do 6.º ano e são retomadas na terça-feira pelos alunos mais novos, do 4.º ano, com as provas de Português.</P><br />
<P>Na quarta-feira, dia 03 de junho, para quando está agendada a greve geral, os alunos do 6.º ano realizam as provas de Português, seguindo-se as provas de Matemática do 4.º ano, no dia 05, e do 6.º ano, no dia 08 de junho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768131]]></sapo:autor>
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		<title>Fuga de produtos químicos faz vários mortos em fábrica nos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 03:28:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Várias pessoas morreram e outras ficaram gravemente feridas devido a uma fuga de produtos químicos ocorrida numa fábrica de papel no noroeste dos Estados Unidos, anunciaram as autoridades na terça-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Várias pessoas morreram e outras ficaram gravemente feridas devido a uma fuga de produtos químicos ocorrida numa fábrica de papel no noroeste dos Estados Unidos, anunciaram as autoridades na terça-feira.</P><br />
<P>Um tanque com &#8220;licor branco&#8221;, uma solução química com hidróxido de sódio e sulfureto de sódio utilizada na fabricação de papel, rompeu-se nas instalações da empresa Nippon Dynawave Packaging, de acordo com um comunicado publicado conjuntamente pela empresa e pelos bombeiros de Longview, uma localidade situada a cerca de 210 quilómetros a sul de Seattle, no estado de Washington.</P><br />
<P>A solução é utilizada para decompor as aparas de madeira nas primeiras etapas da produção de papel, a fim de criar a pasta de papel.</P><br />
<P>&#8220;A rutura causou múltiplos ferimentos graves&#8221;, anunciaram as fontes, confirmando também mortes &#8220;relacionadas com este incidente&#8221;.</P><br />
<P>O comunicado indica que não há perigo imediato para a população, mas não fornece quaisquer detalhes sobre a natureza da substância envolvida, nem sobre o número de vítimas.</P><br />
<P>O jornal Seattle Times, citando os bombeiros, relatou a existência de dez feridos: nove funcionários da empresa e um bombeiro. Os ferimentos variam de &#8220;graves a ligeiros&#8221; e incluem queimaduras e lesões por inalação. O comunicado da empresa referiu que houve &#8220;múltiplos feridos em estado crítico&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades, por outro lado, confirmaram a existência de um &#8220;número desconhecido de vítimas mortais neste momento&#8221;. </P><br />
<P>O tanque que se rompeu tem capacidade para cerca de 80 mil galões (cerca de 300 mil litros), segundo as mesmas fontes, e estava cerca de 60% cheio quando ocorreu a explosão. </P><br />
<P>O governador de Washington, Bob Ferguson, afirmou que foram enviados para o local funcionários da agência estadual de ecologia para apoiar as autoridades locais, e manifestou-se &#8220;profundamente triste ao saber que houve vítimas mortais&#8221;, segundo um comunicado.</P><br />
<P>De acordo com a imprensa local, as instalações da Nippon Dynawave Packaging foram anteriormente palco de um grande incêndio em julho de 2023, quando pilhas de madeira no local arderam durante dias.</P><br />
<P>A fábrica produz lenços de papel, papel para impressoras, copos, pratos, caixas de cartão e outros produtos, num total de 8 mil milhões de embalagens individuais por ano, para abastecer clientes na América do Norte, Ásia e em outras regiões do mundo, segundo o site da empresa, que emprega mil pessoas, de acordo com o Departamento de Ecologia do Estado de Washington.</P><br />
<P>A explosão ocorre no dia seguinte à confirmação pelas autoridades da Califórnia de que um tanque de produtos químicos que ameaçava explodir no Condado de Orange foi entretanto colocado em segurança.</P><br />
<P>O tanque em causa contém um produto químico utilizado na fabricação de plástico, e a sua possível explosão levou a uma ordem de deslocação que afetou 50 mil pessoas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768130]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China limita deslocações internacionais de profissionais da área da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 02:13:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China está a impor restrições às viagens ao estrangeiro de profissionais de topo da área da inteligência artificial (IA) em empresas privadas como a Alibaba e a DeepSeek, visando proteger tecnologia considerada estratégica, informou hoje a Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China está a impor restrições às viagens ao estrangeiro de profissionais de topo da área da inteligência artificial (IA) em empresas privadas como a Alibaba e a DeepSeek, visando proteger tecnologia considerada estratégica, informou hoje a Bloomberg.</P><br />
<P>Segundo fontes citadas pela agência de notícias, organismos governamentais começaram a impor restrições a indivíduos envolvidos em trabalho avançado de IA considerados estrategicamente importantes para o país, exigindo autorização prévia das autoridades para viagens internacionais.</P><br />
<P>As restrições abrangem fundadores de &#8216;start-ups&#8217;, investigadores e executivos do setor, embora permaneça pouco claro o alcance das medidas, incluindo níveis hierárquicos ou funções específicas visadas.</P><br />
<P>A China já impõe há anos limitações de viagem a investigadores universitários, cientistas ligados ao setor nuclear e executivos de empresas estatais, mas a extensão destas práticas a empresas privadas é considerada invulgar.</P><br />
<P>Segundo as mesmas fontes, as autoridades chinesas passaram também a incluir pessoas nas listas de restrições com base na importância estratégica para o país, e não apenas no cargo ou local de trabalho.</P><br />
<P>As medidas refletem a crescente perceção dos engenheiros de IA como ativos estratégicos para a segunda maior economia do mundo. Grande parte do atual talento chinês na área emergiu após o aparecimento do modelo de IA ChatGPT, sobretudo em gigantes tecnológicas e &#8216;start-ups&#8217; privadas.</P><br />
<P>Contudo, as restrições poderão dificultar o recrutamento e retenção de talento pelas empresas chinesas de IA, além de aumentar preocupações quanto à intervenção do Governo no setor.</P><br />
<P>O tema ganhou maior visibilidade após Pequim exigir à norte-americana Meta, dona do Facebook e Instagram, o cancelamento da aquisição da Manus, uma empresa de IA fundada na China mas transferida para Singapura, num negócio avaliado em dois mil milhões de dólares (1.718 milhões de euros).</P><br />
<P>Segundo o jornal britânico Financial Times, as autoridades chinesas impediram dois dos cofundadores da Manus de abandonar o país enquanto investigavam a operação.</P><br />
<P>Embora as novas restrições não estejam necessariamente ligadas ao caso Manus, fontes citadas pela imprensa afirmam que a prevenção de fugas tecnológicas continua a ser um objetivo central da política chinesa.</P><br />
<P>Alguns engenheiros de IA do setor privado já eram obrigados a comunicar previamente planos de viagens internacionais às autoridades, embora nem sempre fosse necessária autorização formal antes da deslocação.</P><br />
<P>Em 2025, o jornal Wall Street Journal noticiou que as autoridades chinesas aconselharam fundadores e investigadores de topo da área da IA a evitarem viagens aos Estados Unidos, embora sem impor uma proibição total.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768128]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Confiança das empresas europeias na China melhora, mas persistem desafios &#8212; inquérito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 02:11:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 68% das empresas europeias na China afirmam que fazer negócios no país asiático tornou-se mais difícil em 2025, embora alguns indicadores revelem uma ligeira melhoria após vários anos de deterioração contínua, segundo um inquérito divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 68% das empresas europeias na China afirmam que fazer negócios no país asiático tornou-se mais difícil em 2025, embora alguns indicadores revelem uma ligeira melhoria após vários anos de deterioração contínua, segundo um inquérito divulgado hoje.</P><br />
<P>O Inquérito de Confiança Empresarial 2026, realizado pela Câmara de Comércio da União Europeia na China, com dados recolhidos entre janeiro e abril deste ano, indica que a intensidade da deterioração nas condições de negócio abrandou pela primeira vez desde o fim da política chinesa de &#8220;covid zero&#8221;.</P><br />
<P>O relatório alerta, no entanto, que a confiança empresarial continua frágil e que persistem obstáculos estruturais em áreas como o acesso ao mercado, regulação, concorrência desigual ou controlos às exportações.</P><br />
<P>A percentagem de empresas que afirmou que o ambiente de negócios se tornou mais difícil caiu cinco pontos percentuais face ao relatório anterior, mas representa o quinto ano consecutivo em que a maioria manifesta essa perceção.</P><br />
<P>A Câmara destaca também algumas melhorias parciais. A proporção de empresas que afirmou ter perdido oportunidades de negócio devido a barreiras regulatórias ou de acesso ao mercado caiu nove pontos, para 54%, enquanto a percentagem das que consideram existir igualdade de tratamento face às empresas chinesas subiu quatro pontos, para 60%.</P><br />
<P>Além disso, 17% das empresas mostra-se otimista quanto às perspetivas de rentabilidade nos próximos dois anos, mais cinco pontos do que há um ano, enquanto a percentagem das que consideram que o ambiente se tornou mais politizado recuou para 47%, menos cinco pontos.</P><br />
<P>O grupo empresarial sublinha, porém, que o abrandamento da economia chinesa continua a ser a principal preocupação das empresas europeias: 57% acredita que terá impacto negativo na atividade futura no país.</P><br />
<P>A isto somam-se a concorrência &#8220;insustentável&#8221; em alguns setores, ambiguidades regulatórias, exigências de localização, problemas de propriedade intelectual e dificuldades na transferência de dados ou na descarbonização das operações.</P><br />
<P>O relatório reflete ainda a crescente sensibilidade das empresas às tensões geopolíticas e comerciais. Cerca de 35% prevê afetação pelas tensões entre a China e a União Europeia, enquanto 32% afirma que as empresas ou os fornecedores já sofreram impactos do regime chinês de controlo das exportações.</P><br />
<P>Além disso, 22% receia que mais materiais ou bens fiquem sujeitos a essas restrições.</P><br />
<P>A China foi apontada como um dos três principais destinos globais de investimento atual por 53% dos inquiridos, o valor mais baixo registado por este indicador, enquanto 45% afirmou já ter ajustado ou estar a considerar ajustar a estratégia de investimento no país.</P><br />
<P>A publicação surge num contexto de fricções persistentes entre Pequim e Bruxelas devido ao desequilíbrio comercial, restrições de acesso ao mercado, controlos chineses sobre exportações estratégicas e investigações e medidas comerciais recíprocas em setores considerados sensíveis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768127]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sindicatos da Samsung aprovam acordo salarial para evitar greve na Coreia do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 02:08:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os sindicatos dos trabalhadores da fabricante de 'chips' Samsung Electronics aprovaram um acordo salarial que evitou uma greve sem precedentes na Coreia do Sul, de acordo com os resultados de uma votação eletrónica concluída hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os sindicatos dos trabalhadores da fabricante de &#8216;chips&#8217; Samsung Electronics aprovaram um acordo salarial que evitou uma greve sem precedentes na Coreia do Sul, de acordo com os resultados de uma votação eletrónica concluída hoje.</P><br />
<P>O acordo, aprovado por 73,7% dos votos, prevê bónus anuais substanciais ligados aos lucros gerados pela inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A Samsung e a confederação sindical tinham chegado a um acordo na semana passada para evitar uma greve geral, com um compromisso que inclui bónus individuais de até 343 mil euros este ano para 78 mil funcionários da divisão de semicondutores.</P><br />
<P>A votação terminou às 10:00 (02:00 em Lisboa). A participação conjunta dos dois sindicatos com direito de voto tinha atingido os 92,4% já na tarde de terça-feira.</P><br />
<P>Os trabalhadores exigiam a eliminação atual do limite máximo para o bónus de desempenho, fixado em até 50% do salário anual, e pedem a substituição por um sistema que reserve 15% do lucro operacional para incentivos.</P><br />
<P>O acordo preliminar inclui um bónus especial para a divisão Device Solutions, responsável pelo negócio de semicondutores, equivalente a 10,5% do desempenho da empresa e sem limite máximo de pagamento.</P><br />
<P>Os funcionários da divisão poderão receber entre 210 milhões e 600 milhões de won (entre 120 mil e 343 mil euros) em bónus, segundo a agência de notícias pública sul-coreana Yonhap.</P><br />
<P>No entanto, persistem as tensões com outro sindicato &#8211; que representa sobretudo funcionários da divisão de telemóveis, televisores e eletrodomésticos &#8211; que apresentou na terça-feira um pedido de providência cautelar para suspender a votação, alegando ter sido excluído do processo.</P><br />
<P>Em 14 de maio, o Governo da Coreia da Sul tinha pedido uma resolução urgente do conflito laboral na Samsung Electronics e avisou que uma greve poderia comprometer a economia do país.</P><br />
<P>&#8220;Uma greve dos trabalhadores pode representar um risco significativo para o crescimento económico, as exportações e o mercado financeiro&#8221;, afirmou o ministro das Finanças sul-coreano, Koo Yun-cheol, num comunicado divulgado pela Yonhap.</P><br />
<P>Segundo a agência de notícias local, Koo reuniu-se com as autoridades financeiras para discutir a situação e analisar as potenciais consequências económicas da greve, no meio da crescente procura por chips utilizados em IA.</P><br />
<P>O líder sindical Choi Seung-ho alertou que, se a produção fosse interrompida durante 18 dias, tal teria um impacto para a empresa próximo de 18 biliões de wons (10,4 mil milhões de euros).</P><br />
<P>De acordo com analistas, as perdas de uma paralisação geral para a economia da Coreia do Sul poderiam ultrapassar 40 biliões de won (22,7 mil milhões de euros).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768125]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cuba pede &#8220;contribuição&#8221; da ONU para deter agressão militar dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 01:53:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia cubana, Bruno Rodríguez, solicitou esta terça-feira à ONU a "contribuição para impedir uma agressão militar dos Estados Unidos" contra a ilha, durante a reunião com o secretário-geral da organização, António Guterres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia cubana, Bruno Rodríguez, solicitou esta terça-feira à ONU a &#8220;contribuição para impedir uma agressão militar dos Estados Unidos&#8221; contra a ilha, durante a reunião com o secretário-geral da organização, António Guterres. </P><br />
<P>&#8220;Solicitei a contribuição da ONU para impedir uma agressão militar dos Estados Unidos contra Cuba, que provocaria um banho de sangue, e para que cessem as ameaças de uso da força&#8221;, escreveu Rodríguez nas redes sociais. </P><br />
<P>O ministro das Relações Exteriores cubano, que participou em Nova Iorque numa sessão do Conselho de Segurança da ONU, referiu na mensagem que informou Guterres sobre &#8220;a grave situação humanitária que o povo cubano enfrenta, consequência direta do recrudescimento extremo do bloqueio por parte do Governo dos EUA, com medidas adicionais, sanções secundárias e um cerco energético brutal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Reiterei, apesar disso e da incoerência da contraparte, a disponibilidade de Cuba para continuar as conversações bilaterais com os EUA sem ingerência nos nossos assuntos internos, sistema político ou eleições&#8221;, assinalou.</P><br />
<P>Rodríguez indicou que explicou ao secretário-geral da ONU a &#8220;rejeição da acusação infame, fraudulenta e ilegal&#8221; apresentada pelo Departamento de Justiça dos EUA contra o ex-presidente cubano Raúl Castro relativamente ao abate, por forças da ilha, de dois aviões de pequeno porte que causou quatro mortos há trinta anos.</P><br />
<P>O ministro reiterou ainda o &#8220;compromisso de Cuba com a paz e a segurança internacionais, o multilateralismo, a cooperação e o respeito pelo direito internacional&#8221;. </P><br />
<P>Numa intervenção perante a sessão do Conselho de Segurança, convocada pela China, Rodríguez acusou Washington de estar a levar a cabo um &#8220;ato de guerra e de genocídio&#8221; com o bloqueio energético que impõe à ilha, mas afirmou estar disposto a dialogar com o Governo norte-americano.</P><br />
<P>Desde o início do ano, a Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, tem reforçado a pressão sobre o Governo de Havana, com um bloqueio petrolífero desde há cinco meses e um alargamento das sanções económicas. </P><br />
<P>Além disso, Trump tem ameaçado &#8220;assumir o controlo&#8221; do país e levar por diante uma estratégia assumida com a Venezuela, desde a operação de captura e extração para Nova Iorque do ex-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas em janeiro.</P><br />
<P>Estas ações, precisamente aliadas à captura de Maduro e ao controlo por Washington da nova liderança do regime venezuelano &#8211; aliado fundamental de Cuba -, agravaram a crise económica e humanitária que assola a ilha, que enfrenta escassez de petróleo e uma grave crise energética.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768124]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 1,75%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 00:22:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,75% para 66.131,51 pontos, 15 minutos após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,75% para 66.131,51 pontos, 15 minutos após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, subia 0,27% para 3.949,21 pontos, às 09:17 locais (01:17 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Investigadores descobrem obstáculos à reciclagem completa de garrafas de plástico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 23:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma investigação permitiu identificar os mecanismos moleculares que bloqueiam a degradação enzimática de um dos plásticos mais produzidos no mundo, o tereftalato de polietileno (PET), quando este se encontra na sua forma cristalina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma investigação permitiu identificar os mecanismos moleculares que bloqueiam a degradação enzimática de um dos plásticos mais produzidos no mundo, o tereftalato de polietileno (PET), quando este se encontra na sua forma cristalina.</P><br />
<P>Publicado na revista The Journal of Physical Chemistry Letters, o estudo do Instituto de Ciências Marinhas (ICM-CSIC) e do Instituto de Química Avançada da Catalunha (IQAC-CSIC) apontou como principal problema a grande quantidade de energia necessária para a enzima se ligar às cadeias poliméricas quando estas estão extremamente compactadas.</P><br />
<P>Há duas décadas que os cientistas tentam aperfeiçoar enzimas capazes de decompor este material, presente em milhões de toneladas de resíduos, mas a maioria delas atua apenas na sua porção mais flexível, noticiou na terça-feira a agência Efe.</P><br />
<P>No entanto, os produtos comerciais apresentam frequentemente um elevado grau de cristalinidade, com moléculas altamente ordenadas, o que representa um desafio significativo para a degradação biológica.</P><br />
<P>Para realizar o estudo, a equipa científica combinou a análise de dados experimentais sobre o formato das cadeias de plástico com simulações computacionais de alta precisão. </P><br />
<P>Estas simulações permitiram observar como a enzima se liga a pequenos fragmentos de plástico e medir o gasto energético deste processo.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos resultados demonstram que, embora a enzima seja teoricamente capaz de alcançar a posição correta para realizar o corte químico tanto em plástico macio como em plástico cristalino, o custo energético para tal neste último é proibitivo&#8221;, observou o autor principal do estudo, Francesco Colizzi.</P><br />
<P>Ao compreender que a limitação é estrutural e energética, os investigadores podem agora concentrar-se na modificação da arquitetura das enzimas existentes.</P><br />
<P>&#8220;Se conseguirmos conceber enzimas que ultrapassem estas barreiras energéticas, estaremos muito mais próximos de uma verdadeira economia circular, onde as garrafas usadas possam ser transformadas em novas garrafas da mesma qualidade, vezes sem conta&#8221;, realçou a primeira autora do estudo, Ania Di Pede-Mattatelli.</P><br />
<P>Para os cientistas, esta descoberta realça a necessidade de desenvolver novas ferramentas biotecnológicas para um processo de reciclagem circular mais sustentável e independente dos combustíveis fósseis.</P><br />
<P>Os investigadores sublinharam que a colaboração internacional é fundamental para alcançar o objetivo final, de criar um catálogo de biocatalisadores otimizados para diferentes tipos de resíduos plásticos, minimizando a pegada de carbono do processo de reciclagem e oferecendo uma alternativa viável à produção de plástico virgem derivado do petróleo. </P></p>
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