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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 May 2026 11:50:23 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Lisboa já escolheu o futuro. Só falta assumir.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:43:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Opinião de Frederico Venâncio, responsável de Micromobilidade da Bolt em Portugal, Espanha e Itália]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Frederico Venâncio, responsável de Micromobilidade da Bolt em Portugal, Espanha e Itália</strong></em></p>
<p>Lisboa voltou a fazer aquilo que tantas cidades europeias ainda hesitam em fazer: investir. Investir com convicção e investir com sentido.</p>
<p>O anúncio recente da Câmara Municipal, liderada por Carlos Moedas, de avançar com mais 8 km de ciclovias até 2027, com uma visão mais ampla de expansão da rede, não é apenas mais uma obra pública. É uma decisão estratégica que molda o futuro da cidade. E os dados mostram, de forma quase desconfortavelmente clara, que este é o caminho certo.</p>
<p>Antes de qualquer opinião, vamos aos factos. Com base nos dados operacionais mais recentes, estima-se que Lisboa registe cerca de 11 milhões de viagens anuais de micromobilidade, distribuídas entre operadores de micromobilidade, com aproximadamente 8 milhões de viagens, e o sistema Gira, com cerca de 2,9 milhões.</p>
<p>Quando analisamos a distribuição por freguesia, o padrão é evidente. Existe uma forte concentração nas zonas mais bem servidas de infraestrutura. Mas o mais interessante não é o total. É onde estas viagens acontecem.</p>
<p>É simples: onde há ciclovias, há mobilidade.</p>
<p>As freguesias com maior utilização incluem Avenidas Novas, Arroios, Santa Maria Maior, Misericórdia, Santo António, Parque das Nações e Belém. Estas zonas coincidem com a maior concentração dos principais eixos cicláveis da cidade, incluindo o corredor ribeirinho e o eixo central, que juntos somam várias dezenas de quilómetros de infraestrutura contínua.</p>
<p>Não é por acaso que concentram mais de 60% das viagens de micromobilidade em Lisboa, apesar de representarem uma fração muito inferior do território. A razão é simples: estas zonas reúnem aquilo a que gosto de chamar os três C’s das ciclovias: continuidade, conectividade e condições.</p>
<p>Em contraste, freguesias como Beato, Santa Clara e Ajuda, que contam com menor cobertura de ciclovias, apresentam níveis de utilização significativamente mais baixos. A conclusão é clara: a infraestrutura não segue a procura. A infraestrutura cria a procura.</p>
<p>Lisboa segue a linha de cidades como Amesterdão, Copenhaga, Bruxelas ou Londres, onde o investimento consistente em infraestrutura ciclável está diretamente associado ao aumento da utilização de modos de transporte sustentáveis.</p>
<p>Claro que esta evolução nos leva ao eterno elefante na sala: a segurança. Mas também neste ponto, e segundo dados da PSP e da GNR, foram registados 531 acidentes com trotinetes em 2025. Em perspetiva, com cerca de 11 milhões de viagens num único ano, estamos perante aproximadamente um acidente por cada 20.700 viagens.</p>
<p>Importa ainda referir que estes números incluem diferentes tipologias de utilização e não se limitam necessariamente à micromobilidade partilhada.</p>
<p>Mas mais importante, nem toda a micromobilidade é igual. A micromobilidade privada está a crescer rapidamente, mas sem mecanismos de controlo como limitação de velocidade, <em>geofencing </em>ou gestão de zonas. E, nos dados partilhados pelas autoridades, verificamos que distritos sem operadores de micromobilidade partilhada já apresentam números relevantes de acidentes, o que demonstra que a ausência de regulação tecnológica não elimina o risco. Exemplo prático deste facto é Aveiro, que representa 8,3% dos dados apresentados pelas autoridades.</p>
<p>Por outro lado, os operadores partilhados dispõem de ferramentas que permitem um maior controlo operacional, incluindo limitação de velocidade, definição de zonas permitidas e monitorização contínua.</p>
<p>Talvez por isso, Lisboa, que representa uma parte muito significativa das viagens de micromobilidade do país, concentra apenas cerca de 15% dos acidentes registados, ou seja, 80 acidentes em milhões de viagens anuais, reflectindo um ecossistema mais regulado e profissionalizado.</p>
<p>O ponto essencial é este: quando a infraestrutura não acompanha a procura, o crescimento acontece de forma desordenada, aumentando os riscos. A decisão de expandir a rede ciclável em Lisboa é não só positiva como necessária.</p>
<p>Os dados mostram que onde há infraestrutura, há utilização. Onde há utilização, há impacto real. E onde há impacto, há descarbonização.</p>
<p>O verdadeiro risco não é investir. É não investir.</p>
<p>Lisboa já começou. Agora precisa de acelerar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Frederico Venâncio, responsável de Micromobilidade da Bolt em Portugal, Espanha e Itália]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Indústria 4.0: quando os “pontos cegos” se tornam riscos operacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:38:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
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		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[riscos operacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Pedro Jorge Viana, Diretor de Pré-venda da Kaspersky para Portugal e Espanha ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Pedro Jorge Viana, Diretor de Pré-venda da Kaspersky para Portugal e Espanha </strong></em></p>
<p>A Indústria 4.0 deixou de ser uma promessa tecnológica para se tornar o verdadeiro motor das fábricas, centrais energéticas e redes logísticas. Ferramentas como a automação, o IoT industrial (IIoT) e a manutenção preditiva estão a redefinir a eficiência operacional, permitindo otimizar processos e reduzir custos em tempo real. No entanto, esta evolução tem uma contrapartida crítica: cada novo sensor ou sistema autónomo ligado à rede aumenta a superfície de ataque e o perímetro digital da organização.</p>
<p><strong>O desafio das infraestruturas fragmentadas</strong></p>
<p>No atual cenário industrial, a convergência entre os sistemas de TI (Tecnologias de Informação) e as infraestruturas de OT (Tecnologias Operacionais) derrubou as barreiras que antes isolavam as unidades de produção. Hoje, as organizações enfrentam o desafio de manter o controlo sobre arquiteturas que se tornaram demasiado vastas, fragmentadas e dinâmicas para serem supervisionadas através de métodos tradicionais.</p>
<p>Esta heterogeneidade tecnológica — onde coexistem múltiplas camadas de software com tecnologias herdadas (<em>legacy</em>) — gera frequentemente “pontos cegos”. Estes podem manifestar-se sob a forma de tráfego encriptado não monitorizado, firewalls mal configuradas, contas de utilizador inativas ou servidores de acesso remoto esquecidos após operações de manutenção.</p>
<p>Para um atacante, estas pequenas falhas podem transformar-se em verdadeiras portas abertas para infiltração e movimento lateral dentro da rede sem serem detetados.</p>
<p><strong>Visibilidade total: mais do que recolher dados</strong></p>
<p>Nos ambientes industriais, a cibersegurança já não pode ser encarada como uma camada adicional, mas sim como um elemento estrutural do próprio desenho da infraestrutura. A verdadeira resiliência começa com visibilidade total: a capacidade de compreender o que está a acontecer em cada ponto da infraestrutura, tanto em tempo real como de forma retrospetiva.</p>
<p>Alcançar essa visibilidade exige compreender o fluxo de dados em todos os níveis: desde as comunicações externas até aos movimentos internos entre ativos críticos, como controladores de domínio ou sistemas de controlo industrial. Na prática, isto implica um equilíbrio operacional. Muitos ativos industriais não suportam monitorização ativa devido às suas limitações técnicas. Por essa razão, a análise passiva do tráfego de rede torna-se frequentemente a única forma de obter uma visão consistente do ambiente sem interromper a produção.</p>
<p><strong>O impacto operacional da cegueira digital</strong></p>
<p>A falta de transparência tem consequências reais para a sustentabilidade das empresas. As estatísticas mostram que a grande maioria das organizações sofre ataques de rede: 97% das grandes empresas e mais de 80% das pequenas e médias empresas.</p>
<p>No contexto industrial, uma falha de segurança já não afeta apenas ficheiros digitais — pode comprometer diretamente a continuidade da operação.</p>
<p>Os ataques a organizações industriais têm demonstrado que o impacto mais grave é frequentemente o operacional. Uma interrupção média de produção de 13 dias pode gerar perdas de milhões e provocar efeitos devastadores ao longo de toda a cadeia de abastecimento.</p>
<p>Por isso, a telemetria de rede e o registo das comunicações entre sistemas são elementos essenciais. Muitas vezes, constituem a única evidência disponível após um incidente para reconstruir os acontecimentos e identificar as vulnerabilidades exploradas.</p>
<p>Digitalizar sem proteger pode paralisar a produção. Integrar a cibersegurança na estratégia industrial é uma decisão empresarial que determina a estabilidade e a reputação de uma organização.</p>
<p>Na era da Indústria 4.0, a verdadeira vantagem competitiva não virá apenas de produzir mais depressa, mas da capacidade de produzir sem interrupções. Os blind spots serão sempre um risco inevitável nas infraestruturas híbridas, pelo que temos de garantir a visibilidade adequada e assegurar que estes não se tornam fatais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Pedro Jorge Viana, Diretor de Pré-venda da Kaspersky para Portugal e Espanha ]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ashley St. Clair: Influencer que teve um filho com Musk denuncia os segredos da máquina de propaganda MAGA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:35:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ashley St. Clair foi durante anos uma das vozes jovens mais visíveis do universo MAGA, o movimento político em torno de Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ashley St. Clair foi durante anos uma das vozes jovens mais visíveis do universo MAGA, o movimento político em torno de Donald Trump. Hoje, porém, a antiga influenciadora transformou-se numa das suas críticas mais incómodas, ao revelar alegados bastidores de campanhas digitais coordenadas, redes de influência e conteúdos pagos que, segundo descreve, sustentavam a propaganda da direita norte-americana nas redes sociais. O caso está a gerar polémica nos Estados Unidos e envolve também Elon Musk, de quem St. Clair afirma ter tido um filho e cuja influência considera decisiva na sua radicalização e posterior desilusão.</p>
<p>Segundo relatos divulgados pela própria em vídeos publicados no TikTok e citados pelo jornal, St. Clair descreve um ecossistema de criadores de conteúdo que se apresentavam como independentes, mas que, na prática, estariam inseridos em grupos de coordenação onde circulavam instruções, mensagens e estratégias de comunicação política. Esses conteúdos seriam depois amplificados em redes sociais, muitas vezes de forma simultânea, criando a aparência de uma reação espontânea e orgânica de apoio a Donald Trump e às suas posições políticas.</p>
<p>A antiga influenciadora, que começou a sua ligação ao universo MAGA ainda adolescente e acumulou mais de um milhão de seguidores na rede X, afirma ter participado durante anos em dinâmicas de provocação política, campanhas virais e ações remuneradas. Em vídeos onde surge a maquilhar-se enquanto fala com a câmara — num formato popular conhecido como “get ready with me” — St. Clair relata chats privados, mensagens coordenadas e aquilo que descreve como “ordens” para impulsionar determinados temas ou atacar adversários políticos e empresariais.</p>
<p>Um dos pontos mais controversos do seu testemunho diz respeito ao papel de Elon Musk. St. Clair descreve o empresário não apenas como uma figura central na sua vida pessoal, mas também como alguém que terá reforçado a sua visão política durante a aproximação ao espaço conservador. Segundo a sua versão, Musk insistia em temas como a baixa natalidade enquanto “problema civilizacional”, ideia que ela própria acabou por reproduzir nas redes sociais. A influenciadora afirma ainda que a proximidade com o multimilionário lhe conferiu legitimidade dentro do ecossistema MAGA, reforçando a sua influência e levando-a a intensificar posições ideológicas.</p>
<p>Outro dos elementos centrais das suas declarações é a alegada existência de redes organizadas de comunicação política no interior do trumpismo digital. St. Clair fala em grupos privados onde influenciadores, assessores políticos e figuras próximas da órbita de Trump partilhariam mensagens e coordenariam campanhas, incluindo iniciativas de ataque a adversários como organizações mediáticas ou figuras públicas como Sam Altman ou Don Lemon. Em alguns casos, refere ainda que conteúdos internos terão sido filtrados para criadores de conteúdo alinhados com a direita com o objetivo de amplificar controvérsias nas redes sociais.</p>
<p>A ex-influenciadora também acusa parte do ecossistema MAGA de ter transformado o conflito político em modelo de negócio. Exemplifica com contas altamente influentes como a “Libs of TikTok”, que descreve como um mecanismo de amplificação de conteúdos polémicos e de mobilização emocional do público conservador. St. Clair admite ter participado nesse ambiente e reconhece que contribuiu para a disseminação de discursos agressivos, acrescentando que hoje se arrepende do seu papel. Apesar disso, a sua narrativa é recebida com cepticismo por antigos aliados, que a acusam de oportunismo após a rutura com Musk e com o movimento.</p>
<p>A própria St. Clair, contudo, insiste que o seu afastamento não se deve apenas a conflitos pessoais, mas a uma mudança gradual de perceção sobre o sistema político e mediático em que participou. Afirma ter começado a questionar práticas internas, incluindo protestos organizados e campanhas financiadas para gerar impacto mediático, e relata ter concluído que grande parte da dinâmica política nas redes era artificial e orientada por interesses económicos. A sua transformação em “desertora” do universo MAGA expõe agora, de forma controversa, aquilo que descreve como a interseção entre propaganda, influência digital e monetização da polarização política nos Estados Unidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767169]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Combustíveis abaixo do Preço Eficiente: gasolina 2,6 cêntimos mais barata e gasóleo 4,6 cêntimos abaixo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Face à semana anterior, o preço eficiente registou uma atualização de 0,1% na gasolina e de 0,3% no gasóleo. A evolução reflete a variação semanal das cotações internacionais, que subiram 0,6% no caso da gasolina 95 simples e 0,8% no caso do gasóleo simples]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) fixou em 2,075 euros por litro o Preço Eficiente da gasolina 95 simples para a semana de 25 a 31 de maio. No caso do gasóleo simples, o valor eficiente definido pela ERSE é de 2,068 euros por litro.</p>
<p>Antes de impostos, o preço eficiente é de 1,090 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 1,210 euros por litro para o gasóleo simples. Depois da carga fiscal, os valores finais ficam nos 2,075 euros por litro na gasolina e nos 2,068 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>Face à semana anterior, o preço eficiente registou uma atualização de 0,1% na gasolina e de 0,3% no gasóleo. A evolução reflete a variação semanal das cotações internacionais, que subiram 0,6% no caso da gasolina 95 simples e 0,8% no caso do gasóleo simples.</p>
<p>De acordo com a ERSE, a média dos Preços de Venda ao Público anunciados nos pórticos, conforme reportado no Balcão Único da Energia, ficou abaixo do preço eficiente em ambos os combustíveis. No caso da gasolina 95 simples, situou-se 2,6 cêntimos por litro abaixo do valor eficiente. No gasóleo simples, a diferença foi de 4,6 cêntimos por litro.</p>
<p>Em termos relativos, estes desvios correspondem a -1,3% na gasolina e -2,3% no gasóleo. Ou seja, os preços anunciados nos postos ficaram, em média, abaixo do valor eficiente calculado pelo regulador.</p>
<p>Quando são considerados os preços com descontos publicados pela Direção-Geral de Energia e Geologia, a diferença é ainda mais expressiva. A gasolina 95 simples apresentou um desvio de -3,0% face ao preço eficiente, equivalente a menos 6,3 cêntimos por litro. No gasóleo simples, o desvio foi de -5,7%, ou menos 11,1 cêntimos por litro.</p>
<p>A evolução dos preços continua a ser influenciada pela fiscalidade sobre os combustíveis. A Portaria n.º 427-A/2025/1, de 28 de novembro, fixou, com efeitos a 1 de dezembro de 2025, as taxas unitárias do ISP em 0,49752 euros por litro para a gasolina e 0,36160 euros por litro para o gasóleo. Desde então, no âmbito do mecanismo temporário e extraordinário de redução do ISP, estas taxas têm sido revistas semanalmente para acomodar a evolução dos preços e mitigar o impacto da volatilidade dos mercados internacionais no preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>A Portaria n.º 229-B/2026/1, de 22 de maio, aplicável a partir de 25 de maio, procedeu a nova revisão das taxas unitárias do ISP, fixando-as em 0,43712 euros por litro na gasolina sem chumbo e 0,29804 euros por litro no gasóleo rodoviário. Estes valores integram a consignação de serviço rodoviário, correspondente a 0,087 euros por litro na gasolina e 0,111 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>Face à semana anterior, esta revisão representa uma redução de cerca de 0,32 cêntimos por litro na gasolina e de 0,31 cêntimos por litro no gasóleo, antes de IVA. Ainda assim, a ERSE assinala que se mantém um alívio fiscal relevante face às taxas de dezembro de 2025: 6,04 cêntimos por litro na gasolina e 6,36 cêntimos por litro no gasóleo.</p>
<p>A estas taxas acresce a taxa de adicionamento sobre as emissões de CO₂, atualizada para 2026 pela Autoridade Tributária, correspondente a 0,15911 euros por litro na gasolina e 0,17334 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>O preço eficiente é um valor médio semanal calculado pela ERSE. Resulta da soma de várias componentes, incluindo os preços dos combustíveis nos mercados internacionais de referência, os fretes marítimos, a logística primária, as reservas estratégicas e de segurança do Sistema Petrolífero Nacional, os sobrecustos com a incorporação de biocombustíveis, a componente de retalho e os respetivos impostos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767184]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O novo drone russo que preocupa Kiev: Geran-4 voa a jato e pode chegar aos 500 km/h</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:16:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo os serviços de informações ucranianos, Moscovo introduziu este aparelho em maio de 2026, no âmbito de um esforço mais amplo para melhorar versões anteriores da família Geran]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia começou a usar contra a Ucrânia um novo drone de ataque a jato, designado Geran-4, numa tentativa de responder à crescente eficácia dos drones intercetores ucranianos, revela o &#8216;Kyiv Post&#8217;, citando a Direção Principal de Informações do Ministério da Defesa da Ucrânia, conhecida como HUR.</p>
<p>Segundo os serviços de informações ucranianos, Moscovo introduziu este aparelho em maio de 2026, no âmbito de um esforço mais amplo para melhorar versões anteriores da família Geran, que apresentavam fragilidades estruturais quando operavam a velocidades mais elevadas ou em manobras bruscas.</p>
<p>O Geran-4 terá sido avistado em território ucraniano desde janeiro, mas a identificação ganhou força no início de maio, depois de o 1020º Regimento de Artilharia de Mísseis Antiaéreos da Ucrânia ter intercetado um drone a jato que foi posteriormente associado a este modelo.</p>
<p>De acordo com a plataforma ucraniana &#8216;War &#038; Sanctions&#8217;, que documenta componentes estrangeiros usados em sistemas militares russos, o Geran-4 tem 3,5 metros de comprimento, três metros de envergadura, alcance até 450 quilómetros e altitude máxima de voo até cinco quilómetros. A velocidade máxima indicada é de 500 km/h.</p>
<p>A HUR afirma que o novo drone recebeu uma fuselagem redesenhada, com melhor aerodinâmica, estrutura reforçada e um motor turbojato mais potente. As asas estão fixas à fuselagem e o número de aberturas de manutenção foi reduzido, numa tentativa de diminuir a resistência ao ar.</p>
<p>O aparelho poderá manobrar a velocidades entre 300 e 400 km/h e atingir picos de 500 km/h, uma característica que torna mais difícil a sua interceção por sistemas concebidos para drones mais lentos. A carga explosiva pode chegar aos 50 quilos, em versão altamente explosiva ou termobárica, ou aos 90 quilos numa configuração termobárica ampliada, segundo os dados publicados pela plataforma ucraniana.</p>
<p>Outro ponto destacado por Kiev é a presença de componentes estrangeiros. Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, a plataforma &#8216;War &#038; Sanctions&#8217; identificou dois motores turbojato de fabrico chinês associados ao Geran-4: o Telefly LX-WP-160 e o Telefly TF-TJ2000A, este último já anteriormente detetado no modelo Geran-5.</p>
<p>Os serviços ucranianos dizem ainda que o sistema de controlo de bordo usa componentes semelhantes aos encontrados em drones produzidos nas instalações russas de Alabuga, um dos pontos associados à produção e montagem de drones usados por Moscovo na guerra.</p>
<p>A HUR indicou que os primeiros testes terão sido realizados a partir da região russa de Oryol e também a partir do território do antigo aeroporto de Donetsk, numa altura em que Moscovo se prepara para produção em série em 2026.</p>
<p>Para Kiev, a relevância do Geran-4 vai além do campo de batalha ucraniano. A agência avisou que armas testadas ou usadas na Ucrânia podem vir a ser empregues noutros teatros e voltou a pedir sanções mais fortes, bem como controlos mais apertados sobre tecnologias de duplo uso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767165]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>MEO Empresas junta-se ao Rock in Rio Lisboa para criar a primeira cidade inteligente num festival de música</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:16:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A MEO Empresas é a cocriadora oficial da primeira edição da Smart City of Rock (SCOR), o novo “living lab” de inovação urbana que será desenvolvido na Cidade do Rock em parceria com a Liquid Innovation Co., no âmbito do Rock in Rio Lisboa. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MEO Empresas é a cocriadora oficial da primeira edição da Smart City of Rock (SCOR), o novo “living lab” de inovação urbana que será desenvolvido na Cidade do Rock em parceria com a Liquid Innovation Co., no âmbito do Rock in Rio Lisboa. O objetivo é testar, em ambiente real, soluções tecnológicas aplicadas ao futuro das cidades.</p>
<p>Integrada na estratégia de inovação do festival, a Smart City of Rock pretende reunir empresas, startups, entidades públicas e academia num ecossistema colaborativo que transforma o recinto num laboratório vivo de experimentação. Ao longo do evento, serão testadas soluções focadas na sustentabilidade, conectividade e melhoria da experiência urbana.</p>
<p>“O Rock in Rio Lisboa sempre teve como missão ser uma plataforma de transformação positiva, dentro e fora do recinto. A Smart City of Rock representa exatamente essa visão: usar a inovação, a tecnologia e a colaboração para criar experiências mais inteligentes, sustentáveis e conectadas. Ter a MEO Empresas como cocriadora deste projeto reforça a dimensão de futuro que queremos continuar a construir no festival e nas cidades”, afirmou Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio.</p>
<p>No centro da iniciativa estará o Stand Smart City of Rock, um espaço cocriado pela MEO Empresas em conjunto com a Câmara Municipal de Lisboa, a Unicorn Factory Lisboa, startups e parceiros tecnológicos. O espaço irá apresentar soluções integradas que mostram como conectividade, dados e tecnologia podem transformar a gestão urbana e melhorar a experiência dos cidadãos.</p>
<p>Entre os destaques está a utilização de dashboards interativos e de um digital twin da Cidade do Rock, permitindo ao público acompanhar simulações e visualizar, em tempo real, o impacto das soluções implementadas no recinto.</p>
<p>O stand funcionará ainda como espaço multifuncional para demonstrações tecnológicas, encontros B2B, produção de conteúdos em tempo real e ponto de partida da Smart Rock Tour, uma experiência guiada pelas tecnologias presentes no festival.</p>
<p>“Transformar o Rock in Rio Lisboa num laboratório vivo de inovação urbana é uma oportunidade única para mostrar o potencial da tecnologia aplicada às cidades do futuro. Na MEO Empresas, acreditamos que a inovação ganha verdadeiro valor quando é testada, medida e vivida pelas pessoas”, afirmou Gonçalo Oliveira, Chief B2B Officer da MEO Empresas.</p>
<p>No âmbito desta parceria, a MEO Empresas reúne sete parceiros tecnológicos que irão apresentar soluções aplicadas a desafios urbanos: EVOX (gestão de resíduos), Ǫart (monitorização ambiental), Kido (GeoAnalytics), Soltráfego (mobilidade suave), GEMA (realidade aumentada e virtual), Inov (prevenção de incêndios) e Focus (gestão inteligente urbana).</p>
<p>Segundo a organização, o objetivo é reforçar o papel da MEO Empresas como parceiro estratégico na transformação digital das cidades e organizações, promovendo soluções capazes de responder aos desafios urbanos atuais e futuros.</p>
<p>“A Smart City of Rock materializa aquilo em que acreditamos: inovação aplicada com impacto real nas pessoas, nas cidades e nas experiências. Ao reunir parceiros tecnológicos, entidades públicas e grandes marcas num ambiente vivo como o Rock in Rio Lisboa, estamos a acelerar a criação de soluções urbanas mais inteligentes, sustentáveis e conectadas”, afirmou Egon Barbosa, CEO da Liquid Innovation Co.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767173]]></sapo:autor>
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		<title>Greve geral: Sindicato dos pilotos não vai aderir à paralisação de 03 de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) não vai aderir à greve geral de 03 de junho contra o pacote laboral, disse hoje à Lusa o presidente da estrutura sindical.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) não vai aderir à greve geral de 03 de junho contra o pacote laboral, disse hoje à Lusa o presidente da estrutura sindical.</p>
<p>&#8220;Decidimos afastar-nos deste processo agora&#8221;, afirmou Hélder Santinhos, à margem da ConfCAQ 2026 &#8212; Conference on Cabin Air Quality, a decorrer no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL).</p>
<p>&#8220;A primeira greve geral foi oportuna. Marcámos uma posição, tanto os pilotos como os trabalhadores de todo o país, contra o pacote laboral&#8221;, começou por referir o presidente do SPAC.</p>
<p>Agora, o responsável disse que a greve da próxima semana &#8220;não parece ter o &#8216;timing&#8217; mais adequado&#8221;, embora reserve o direito a mais ações de luta.</p>
<p>Isto porque, argumentou, &#8220;infelizmente as alterações que fizeram no pacote laboral não parecem suficientes para que possamos concordar&#8221;.</p>
<p>Já os associados do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) aprovaram a adesão à greve geral a 19 de maio.</p>
<p>A CGTP entregou um pré-aviso de greve geral para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.</p>
<p>O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.</p>
<p>O anúncio foi transmitido pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, em conferência de imprensa, uma semana depois de o Governo ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767174]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal é o país europeu com mais vítimas mortais na ferrovia em proporção da rede</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:06:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal surge no topo da lista dos países europeus com mais acidentes ferroviários mortais em proporção da dimensão da rede ferroviária, segundo dados do Eurostat relativos a 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal surge no topo da lista dos países europeus com mais acidentes ferroviários mortais em proporção da dimensão da rede ferroviária, segundo dados do Eurostat relativos a 2024. O país registou uma média de 6,2 mortos por cada mil quilómetros de linha férrea, superando Hungria, Eslováquia, Lituânia e Polónia. No extremo oposto surgem países como Áustria, Finlândia, Irlanda e Espanha, todos com uma ou menos mortes por mil quilómetros de via férrea, enquanto Luxemburgo e Eslovénia não registaram qualquer vítima mortal em acidentes ferroviários.</p>
<p>Segundo dados analisados <a href="https://www.publico.pt/2026/05/25/economia/noticia/portugal-topo-paises-acidentes-mortais-quilometros-linhas-ferreas-2175890" target="_blank" rel="noopener">pelo Público</a>, este indicador coloca Portugal numa posição particularmente desfavorável em matéria de segurança ferroviária. Ainda assim, tanto a Infraestruturas de Portugal como o Instituto da Mobilidade e dos Transportes contestam parcialmente a leitura destes números, salientando que os dados da Agência Ferroviária da União Europeia (ERA) colocam Portugal apenas na quinta posição europeia. As duas entidades estranham, aliás, a discrepância entre os números do Eurostat e da ERA, uma vez que o organismo estatístico europeu utiliza precisamente os dados fornecidos pela agência ferroviária europeia.</p>
<p>A Infraestruturas de Portugal sublinha que a esmagadora maioria dos acidentes mortais não resulta de falhas operacionais dos comboios ou da infraestrutura ferroviária, mas sim de fatores externos. Em comunicado citado pela publicação, a empresa refere que “a grande maioria dos acidentes significativos com consequências humanas resulta de fatores externos ao sistema ferroviário”, apontando sobretudo para a intrusão de pessoas em zonas ferroviárias proibidas e para o incumprimento das regras nas passagens de nível. Nos últimos cinco anos, 89% das mortes e 90% dos feridos graves ocorreram precisamente em atropelamentos em plena via ou em passagens de nível. Também o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários reforça que nenhuma das vítimas contabilizadas em 2024 era passageira de comboios, resultando todas de colhidas de pessoas exteriores ao sistema ferroviário.</p>
<p>Apesar do elevado número de vítimas, a gestora da infraestrutura ferroviária destaca que Portugal atravessa um período de cerca de 18 anos sem acidentes ferroviários graves, como colisões ou descarrilamentos, que tenham provocado mortes entre passageiros. A empresa atribui esse resultado ao reforço dos sistemas de sinalização, à modernização tecnológica e ao cumprimento rigoroso das normas operacionais. Ainda assim, decorrem investimentos de vários milhões de euros destinados à instalação de vedações ao longo das linhas e à eliminação ou reclassificação de passagens de nível consideradas perigosas. A empresa revelou igualmente que pretende instalar sistemas de videovigilância para detetar infrações nas passagens de nível, embora o processo continue atrasado devido a entraves burocráticos e legislativos. Para já, apenas existe uma passagem de nível com câmaras em funcionamento, na zona da Adémia, em Coimbra, integrada num projeto-piloto.</p>
<p>Os dados europeus revelam também que a maioria das mortes ferroviárias na União Europeia continua relacionada com atropelamentos e acessos indevidos às linhas. Em 2024, os 25 países da UE com rede ferroviária, juntamente com Noruega, Suíça e Turquia, registaram 750 vítimas mortais, mas apenas 11 resultaram de colisões ou descarrilamentos. As estatísticas excluem os suicídios, tratados separadamente pelas autoridades europeias. Nesse domínio, os números são ainda mais expressivos: em 2024 houve 2357 suicídios em linhas ferroviárias europeias, superando largamente o total de vítimas de acidentes. Em Portugal, 34 pessoas suicidaram-se na ferrovia no último ano, valor acima das 20 mortes registadas em acidentes ferroviários convencionais.</p>
<p>O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários considera que estes números evidenciam “um problema de saúde pública” relacionado com os suicídios, defendendo simultaneamente uma ação contínua de sensibilização para os perigos do espaço ferroviário. Só em 2025, o gabinete abriu 74 processos de análise preliminar relativos a atropelamentos ferroviários, a maioria na ferrovia pesada. Entre os casos mais graves encontra-se o atropelamento mortal de duas pessoas numa passagem de nível particular em Barqueiros, no concelho de Mesão Frio, situação que motivou uma investigação formal por existirem “indícios de deficiências significativas no sistema ferroviário” que poderão ter contribuído para o acidente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767132]]></sapo:autor>
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		<title>Está de volta a corrida ao ouro nos EUA. Mas o verdadeiro filão pode estar no YouTube</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:03:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Há uma nova corrida ao ouro no Oeste dos Estados Unidos, mas já não chega em carroças, mulas ou caravanas de homens a atravessar a Sierra Nevada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma nova corrida ao ouro no Oeste dos Estados Unidos, mas já não chega em carroças, mulas ou caravanas de homens a atravessar a Sierra Nevada. Agora faz-se com detetores de metais comprados online, drones, câmaras GoPro, vídeos no YouTube e uma velha promessa americana reciclada para tempos de incerteza: a ideia de que, quando o sistema falha, talvez ainda seja possível arrancar fortuna diretamente da terra, escreve o &#8216;El Español&#8217;.</p>
<p>A subida do preço do ouro, alimentada pelos receios de inflação, pela instabilidade económica, pelas tensões geopolíticas e pela desconfiança em relação ao dólar, reacendeu o interesse pela prospeção artesanal. No Oeste americano, esse movimento é particularmente visível na Califórnia, no Arizona e nas antigas rotas mineiras que ficaram associadas à corrida do ouro do século XIX.</p>
<p>O fenómeno tem uma forte dimensão simbólica. A corrida do ouro original, iniciada em 1849, não enriqueceu a maioria dos garimpeiros. Muitos perderam tudo, chegaram tarde ou ficaram dependentes de quem vendia ferramentas, comida, alojamento, transporte e crédito. Mas a memória coletiva americana reteve outra imagem: a do cidadão comum que mergulha as mãos num rio e encontra o suficiente para mudar a sua vida.</p>
<p>Essa fantasia está agora a regressar à Rota 49, a estrada que atravessa antigas cidades mineiras da Califórnia e que deve o nome aos garimpeiros de 1849. Durante décadas, essas localidades viveram de uma nostalgia turística feita de bares restaurados, lojas temáticas e placas de madeira. Hoje, porém, há cada vez mais visitantes que não aparecem apenas para ver. Aparecem para tentar a sorte.</p>
<p>As lojas vendem bateias, caixas de lavagem e detetores de metal. Clubes de garimpeiros oferecem acesso a terrenos onde os membros podem procurar ouro. Comunidades online partilham mapas, vídeos, conselhos e frustrações. A Associação de Garimpeiros de Ouro da América diz ter duplicado o número de membros no primeiro trimestre face ao ano anterior, enquanto os fóruns digitais dedicados ao tema cresceram desde 2020.</p>
<p>A tecnologia mudou o cenário. A nova corrida ao ouro inclui drones, mapas digitais, detetores de alta precisão e ferramentas capazes de identificar marcas antigas de mineração no terreno. Mas a transformação mais relevante talvez esteja noutro ponto: o ouro já não está apenas no subsolo. Também está no conteúdo.</p>
<p>Muitos dos novos garimpeiros procuram ouro, mas procuram também uma história para filmar. Entram em florestas queimadas, exploram minas abandonadas, mostram sinais falsos nos detetores, prolongam o suspense antes de uma descoberta e transformam pequenas pepitas em clímax narrativo. Uma peça de ouro pode valer pouco; um vídeo viral pode valer muito mais, através de visualizações, publicidade, patrocínios, cursos, marcas de equipamentos ou aparições televisivas.</p>
<p>Há ainda uma dimensão social e cultural que ajuda a explicar o fenómeno. A prospeção aparece, em muitos destes vídeos e comunidades, como um espaço de masculinidade simples: resistência física, paciência, camaradagem, trabalho manual e perseverança. Para homens que sentem que perderam estatuto num mundo dominado por escritórios, algoritmos e códigos sociais mais complexos, cavar, reparar máquinas e regressar ao rio no dia seguinte pode funcionar como uma forma de recuperar utilidade e controlo.</p>
<p>Mas esta nostalgia deixa muita coisa fora da imagem. O Oeste apresentado nos vídeos e nas rotas turísticas tende a ser higienizado: um homem, um rio, uma ferramenta e uma recompensa. Ficam quase sempre de fora os povos indígenas deslocados, os trabalhadores chineses perseguidos, os rios contaminados por mercúrio e os comerciantes que enriqueceram vendendo o sonho a quem nunca encontrou ouro.</p>
<p>O preço do metal precioso ajuda a explicar por que razão a fantasia voltou a ganhar força. Um quilo de ouro ronda os 151 mil dólares, cerca de 129.700 euros, enquanto a onça troy se situa acima dos 2.650 dólares, aproximadamente 2.276 euros por 31,1 gramas, usando como referência uma taxa recente de cerca de 0,859 euros por dólar.</p>
<p>Para grandes investidores e bancos centrais, o ouro é uma proteção financeira. Para o pequeno garimpeiro que entra num rio com uma bateia, representa algo mais direto: a possibilidade de transformar ansiedade económica num gesto concreto. Mexer na terra, ouvir o sinal do detetor, peneirar a lama e esperar que algo brilhe.</p>
<p>É aqui que Donald Trump entra na história. O ouro combina com o universo visual e político do atual presidente americano: torres douradas, salões dourados, logótipos dourados e a promessa de uma nova era de grandeza. De acordo com o &#8216;El Español&#8217;, Trump chegou mesmo a alimentar a ideia de verificar pessoalmente se o ouro armazenado em Fort Knox continua lá, num episódio que junta desconfiança institucional, espetáculo político e fetichização do metal precioso.</p>
<p>Quando a confusão em torno das tarifas abalou o mercado, Trump procurou dissipar dúvidas com uma frase no &#8216;Truth Social&#8217;: &#8220;O ouro não estará sujeito a tarifas&#8221;. Bastou essa declaração para recordar que o metal já não é apenas uma matéria-prima ou um ativo financeiro. Tornou-se também território político, símbolo de poder e prova física num país onde muitos desconfiam até das suas próprias reservas.</p>
<p>A nova corrida ao ouro dificilmente fará novos milionários entre os pequenos garimpeiros. Mas talvez essa nem seja a sua verdadeira função. O que está em causa é a crença de que ainda existe uma saída individual quando muitos caminhos parecem bloqueados. No fundo, é o velho sonho americano reduzido à sua forma mais elementar: cavar até encontrar alguma coisa que brilhe.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767157]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Abreu Advogados assessora Mercedes-Benz na venda do negócio de veículos comerciais em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:52:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Abreu Advogados assessorou a Mercedes-Benz AG numa operação estratégica no mercado português, relacionada com a alienação do negócio de distribuição de veículos comerciais ligeiros (vans), através de um acordo de compra e venda de ativos (Asset Purchase Agreement).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Abreu Advogados assessorou a Mercedes-Benz AG numa operação estratégica no mercado português, relacionada com a alienação do negócio de distribuição de veículos comerciais ligeiros (vans), através de um acordo de compra e venda de ativos (Asset Purchase Agreement).</p>
<p>Na operação, a Abreu Advogados atuou como <em>local counsel</em>, tendo a equipa sido liderada pela sócia Ana Sofia Batista, com o envolvimento de António Vidal, Sofia Silva e Sousa, Armando Martins Ferreira e Maria José Almeida Ricardo.</p>
<p>Segundo a firma, a equipa teve um papel central na estruturação da transação, incluindo o acompanhamento de potenciais compradores e respetivos assessores, a revisão e negociação do contrato de aquisição, bem como a coordenação do processo de <em>signing</em>.</p>
<p>A operação distinguiu-se pelo elevado grau de complexidade jurídica, em particular na qualificação do negócio e na análise das respetivas implicações fiscais, exigindo uma abordagem integrada e multidisciplinar por parte dos assessores envolvidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767145]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Papa pede &#8220;desarmamento&#8221; da inteligência artificial para &#8220;impedir que domine a humanidade&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/papa-pede-desarmamento-da-inteligencia-artificial-para-impedir-que-domine-a-humanidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:49:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV apela ao "desarmamento" da inteligência artificial (IA) para "impedir que esta domine a humanidade" na sua primeira encíclica, divulgada hoje, que é dedicada à proteção da dignidade humana na era da IA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Papa Leão XIV apela ao &#8220;desarmamento&#8221; da inteligência artificial (IA) para &#8220;impedir que esta domine a humanidade&#8221; na sua primeira encíclica, divulgada hoje, que é dedicada à proteção da dignidade humana na era da IA.</p>
<p>Na encíclica &#8220;Magnifica Humanitas&#8221;, o Papa afirma que as inovações tecnológicas não são neutras, podendo &#8220;aumentar a participação e a justiça&#8221;, mas também &#8220;ampliar as desigualdades, o controlo e a exclusão&#8221;, alertando para o perigo da IA &#8220;se concentrar nas mãos de poucos&#8221;.</p>
<p>No primeiro grande documento do seu pontificado, de 110 páginas, Leão XIV aborda um dos principais desafios da atualidade, apelando a &#8220;uma ordem social justa na era digital&#8221;, com um &#8220;quadro jurídico adequado&#8221;, &#8220;regras justas&#8221; e &#8220;mecanismos de proteção eficazes&#8221;.</p>
<p>Alertando para &#8220;usos claramente anti-humanos&#8221; da IA, &#8220;como a manipulação da informação ou a violação da privacidade&#8221;, chama também a atenção para um engano mais subtil, quando os sistemas, &#8220;apresentando-se como neutros e objetivos, refletem e reforçam estereótipos ou posições ideológicas daqueles que os projetaram e programaram&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767155]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal ganha fábrica global de IA da Philip Morris: Tabaqueira recebe projeto em Albarraque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fábrica de Inteligência Artificial Generativa terá como objetivo acelerar o desenvolvimento de soluções para várias áreas de negócio da PMI, desde a otimização de processos industriais até à personalização de experiências dirigidas ao consumidor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="95" data-end="364">A Tabaqueira foi escolhida pela Philip Morris International para receber em Portugal a nova Fábrica de Inteligência Artificial Generativa do grupo, reforçando o papel do país como polo estratégico de inovação, tecnologia e transformação digital dentro da multinacional.</p>
<p data-start="366" data-end="623">A nova AI Factory ficará instalada na unidade da Tabaqueira, em Albarraque, e terá como missão desenvolver ferramentas e aplicações de Inteligência Artificial Generativa para apoiar diferentes áreas de negócio da Philip Morris International a nível mundial.</p>
<p data-start="625" data-end="862">A operação será liderada por Tomi Virkki, Head of AI, que ficará responsável por coordenar uma equipa internacional de engenheiros dedicada ao desenvolvimento e implementação de soluções de IA Generativa para as operações globais da PMI.</p>
<p data-start="864" data-end="910"><strong>AI Factory vai servir operações globais da PMI</strong></p>
<p data-start="912" data-end="1232">A nova estrutura funcionará com uma equipa interna da Philip Morris International, centrada na liderança e nas operações, complementada por um parceiro de implementação que assegurará conhecimento especializado escalável. Em função das necessidades de cada projeto, a operação poderá envolver cerca de 100 especialistas.</p>
<p data-start="1234" data-end="1482">A Fábrica de Inteligência Artificial Generativa terá como objetivo acelerar o desenvolvimento de soluções para várias áreas de negócio da PMI, desde a otimização de processos industriais até à personalização de experiências dirigidas ao consumidor.</p>
<p data-start="1484" data-end="1946">“A criação da AI Factory em Portugal representa um marco na transformação tecnológica da PMI. Estamos a reunir talento e conhecimento de ponta para desenvolver soluções de Inteligência Artificial Generativa que terão impacto global em diversas áreas do nosso negócio. É um privilégio liderar esta iniciativa a partir de Portugal, num país que tem demonstrado enorme capacidade de inovação e excelência tecnológica”, afirma Tomi Virkki, Head of AI Factory da PMI.</p>
<p data-start="1948" data-end="2156">Com este projeto, a Tabaqueira prevê também aprofundar parcerias com universidades e empresas nacionais, com o objetivo de promover um ecossistema tecnológico mais robusto, inovador e competitivo em Portugal.</p>
<p data-start="2158" data-end="2215"><strong>Portugal reforça peso tecnológico dentro da Philip Morris</strong></p>
<p data-start="2217" data-end="2623">“A escolha de Portugal para acolher a AI Factory é um reconhecimento claro do talento, da competência e da visão inovadora que a Tabaqueira tem vindo a demonstrar. Este projeto reforça o nosso compromisso em contribuir para um ecossistema tecnológico robusto, criando oportunidades de desenvolvimento e colocando o país no mapa global da inovação digital”, afirma Marcelo Nico, diretor-geral da Tabaqueira.</p>
<p data-start="2625" data-end="2819">A Philip Morris International conta atualmente com dois centros de serviços globais em Portugal: o PMI Tech Hub Portugal, dedicado à área tecnológica, e o Finance Hub, focado na área financeira.</p>
<p data-start="2821" data-end="2980">Segundo a empresa, 26% da força de trabalho da Tabaqueira desempenha já funções globais nestes dois hubs, através de postos de trabalho altamente qualificados.</p>
<p data-start="2982" data-end="3166">O PMI Tech Hub Portugal é o segundo maior centro tecnológico da PMI no mundo, reunindo mais de 250 especialistas em Inteligência Artificial, software, cibersegurança e gestão de dados.</p>
<p data-start="3168" data-end="3347" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A empresa conta ainda em Portugal com o Finance Hub, que gere operações para 180 mercados, reforçando o posicionamento do país como hub estratégico da Philip Morris International.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767146]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Onda de calor leva Europa a temperaturas recorde em maio e põe Portugal perto dos 40 graus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
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		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em França, a agência meteorológica nacional alertou para uma "onda de calor precoce, notável e duradoura", com temperaturas 12 graus ou mais acima da média sazonal. Várias cidades do oeste francês podem mesmo bater recordes de temperatura para maio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa Ocidental prepara-se para uma semana de calor extremo, com Portugal e Espanha entre os países mais expostos a uma ‘cúpula de calor’ que poderá levar as temperaturas para valores recorde em maio, avança o &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>Em algumas zonas de Portugal, os termómetros poderão aproximar-se dos 40 graus Celsius, enquanto no sul de Espanha são esperadas máximas de até 38 graus. França, Bélgica e Reino Unido também deverão registar temperaturas muito acima da média para esta altura do ano.</p>
<p>Em França, a agência meteorológica nacional alertou para uma &#8220;onda de calor precoce, notável e duradoura&#8221;, com temperaturas 12 graus ou mais acima da média sazonal. Várias cidades do oeste francês podem mesmo bater recordes de temperatura para maio.</p>
<p>Nantes, por exemplo, deverá chegar aos 35 graus esta segunda-feira, um valor que, a confirmar-se, superaria em quase três graus o anterior recorde mensal, registado em 2017.</p>
<p>No Reino Unido, a agência meteorológica avisou para uma &#8220;onda de calor notável&#8221;, com máximas que poderão chegar aos 33 graus esta segunda-feira, o que também colocaria em risco os recordes nacionais de temperatura para maio. Na Bélgica, são esperadas máximas de até 31 graus.</p>
<p>A explicação está numa ‘cúpula de calor’, fenómeno em que uma massa de ar quente fica presa sob um sistema de alta pressão. De acordo com a Météo-France, citada pelo &#8216;POLITICO&#8217;, o ar quente proveniente do norte de África ficou retido sobre a Europa Ocidental, criando um efeito semelhante ao de uma tampa sobre uma panela: o calor é forçado para baixo e permanece durante vários dias sobre as regiões afetadas.</p>
<p>A agência meteorológica francesa alerta que este tipo de fenómeno deverá tornar-se mais frequente com as alterações climáticas. &#8220;Esperamos ver estas ondas de calor com mais frequência&#8221;, indicou a Météo-France, sublinhando que deverão ocorrer mais cedo no ano e ser mais intensas.</p>
<p>O calor já levou à emissão de alertas de saúde no Reino Unido, em vigor em várias partes de Inglaterra até esta quarta-feira. Londres está sob alerta laranja, nível que aponta para possíveis &#8220;impactos significativos&#8221; nos serviços de saúde e assistência social, bem como para um aumento do risco de morte entre idosos e pessoas doentes.</p>
<p>Em Espanha, foram emitidos alertas amarelos de calor em algumas zonas do norte do país. Portugal, onde algumas regiões poderão aproximar-se dos 40 graus, deverá estar entre os pontos mais críticos desta primeira vaga de calor intenso na Europa Ocidental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767140]]></sapo:autor>
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		<title>Greenvolt reforça financiamento com emissão adicional de 70 milhões de euros em obrigações verdes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/greenvolt-reforca-financiamento-com-emissao-adicional-de-70-milhoes-de-euros-em-obrigacoes-verdes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[finmanciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Greenvolt]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[obrigações verdes]]></category>
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					<description><![CDATA[A Greenvolt concluiu uma emissão suplementar de 70 milhões de euros em Obrigações Verdes, elevando para 170 milhões de euros o montante total da emissão Greenvolt 2024-2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Greenvolt concluiu uma emissão suplementar de 70 milhões de euros em Obrigações Verdes, elevando para 170 milhões de euros o montante total da emissão Greenvolt 2024-2029.</p>
<p>A operação foi dirigida a investidores qualificados e as obrigações serão fungíveis com as anteriormente emitidas, podendo ser transacionadas em mercado por qualquer investidor.</p>
<p>Esta nova tranche de financiamento visa reforçar a capacidade do grupo para executar a sua estratégia de crescimento e apoiar o desenvolvimento de projetos de energias renováveis, com especial enfoque no segmento Utility-Scale, onde a empresa tem vindo a concentrar parte relevante do seu investimento internacional.</p>
<p>O reforço financeiro surge num momento em que a Greenvolt mantém um pipeline de 12,8 GW neste segmento, dos quais cerca de 1,5 GW estão em construção e aproximadamente 700 MW já se encontram em operação. A empresa prevê atingir, em 2026, 6,3 GW em fase ready-to-build e 2,2 GW de capacidade operacional.</p>
<p>“O sucesso desta operação demonstra a confiança dos investidores institucionais na estratégia e no perfil de crescimento da Greenvolt. O reforço deste financiamento permitirá continuar a executar o nosso plano de negócio e reforçar a nossa capacidade de investimento, mantendo simultaneamente uma estrutura financeira adequada às necessidades do grupo”, afirmou João Manso Neto, CEO da Greenvolt.</p>
<p>A operação acontece após um ano de forte crescimento para o grupo. Em 2025, a Greenvolt registou receitas de 777 milhões de euros, um aumento de 121%, e um EBITDA recorde de 207,8 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767136]]></sapo:autor>
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		<title>PSP interceta sete cidadãos com documentos falsos no Aeroporto de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A intervenção policial decorreu no Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, quando os cidadãos tentavam sair do espaço Schengen com provável destino à Irlanda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="74" data-end="295">A Polícia de Segurança Pública intercetou este domingo, 24 de maio, sete cidadãos estrangeiros no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, depois de estes se terem apresentado no controlo fronteiriço com documentação falsa.</p>
<p data-start="297" data-end="607">A operação, realizada através da Divisão de Segurança Aeroportuária e Controlo Fronteiriço de Lisboa, sob coordenação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, resultou em seis detenções. Um sétimo cidadão, menor de 16 anos, foi identificado, tendo sido aplicados os procedimentos legalmente previstos.</p>
<p data-start="649" data-end="802">A intervenção policial decorreu no Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, quando os cidadãos tentavam sair do espaço Schengen com provável destino à Irlanda.</p>
<p data-start="804" data-end="931">De acordo com a PSP, o grupo utilizava passaportes falsificados, alegadamente emitidos por autoridades de Hong Kong e da China.</p>
<p data-start="933" data-end="1215">Durante as verificações realizadas no controlo fronteiriço, os documentos apresentados levantaram suspeitas de falsificação. A análise posterior, feita pelas equipas especializadas de inspeção e peritagem documental da PSP, confirmou a existência de fraude nos documentos de viagem.</p>
<p data-start="1261" data-end="1365">Da operação resultaram seis detenções pela prática do crime de falsificação ou contrafação de documento.</p>
<p data-start="1367" data-end="1498">O sétimo cidadão, por ser menor de 16 anos, não foi detido. As autoridades adotaram, nesse caso, os procedimentos previstos na lei.</p>
<p data-start="1500" data-end="1600">Os detidos foram conduzidos às instalações policiais e presentes à autoridade judiciária competente.</p>
<p data-start="1639" data-end="1861">As diligências permitiram ainda identificar um modus operandi comum, associado à utilização de documentação falsa para tentar contornar os mecanismos de controlo fronteiriço e circular irregularmente entre países europeus.</p>
<p data-start="1863" data-end="2094">A PSP sublinha que estas detenções evidenciam a importância da atuação especializada no controlo de fronteiras, nomeadamente através da análise comportamental, da verificação documental e da fiscalização direcionada de passageiros.</p>
<p data-start="2096" data-end="2318" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A força de segurança reafirma ainda o compromisso no combate à fraude documental e à utilização de documentos falsificados, garantindo um controlo rigoroso das fronteiras e contribuindo para a segurança do espaço Schengen.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767120]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Explicador: As acusações, a demissão no MAI e as polémicas que voltaram a colocar o SIRESP sob pressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A demissão de António Pombeiro do cargo de secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI) desencadeou uma nova polémica política em torno do SIRESP, a rede nacional de comunicações de emergência e segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A demissão de António Pombeiro do cargo de secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI) desencadeou uma nova polémica política em torno do SIRESP, a rede nacional de comunicações de emergência e segurança. O ex-dirigente acusa o presidente da empresa pública, o general Paulo Viegas Nunes, de alegadas irregularidades, conflitos de interesses e práticas “eticamente reprováveis”, garantindo ainda que alertou previamente o ministro da Administração Interna, Luís Neves, sem que tenham sido tomadas medidas. O caso já chegou ao Parlamento, com Iniciativa Liberal e Chega a exigirem audições urgentes, e reacendeu o debate sobre a gestão de um sistema que tem estado envolvido em sucessivas controvérsias. As informações foram avançadas pelo Expresso, CNN Portugal, Correio da Manhã, Jornal Económico e agência Lusa.</p>
<p><strong>Porque se demitiu António Pombeiro?</strong><br />
António Pombeiro pediu a exoneração por considerar impossível continuar em funções perante o regresso de Paulo Viegas Nunes à liderança da SIRESP. No email enviado ao ministro Luís Neves, o então secretário-geral adjunto afirmou já ter comunicado anteriormente ao Governo várias denúncias relacionadas com a gestão da empresa pública sem que tivesse existido qualquer iniciativa para apurar os factos. Na mensagem, Pombeiro declarou a sua “total indisponibilidade” para permanecer no cargo e afirmou possuir “evidências concretas, emails, notas internas, requisições, propostas e excertos do relatório da IGF” que apontariam para “um padrão sistemático de comportamentos eticamente reprováveis e juridicamente questionáveis”.</p>
<p><strong>Quais são as acusações feitas contra Paulo Viegas Nunes?</strong><br />
Entre as situações denunciadas está a contratação da empresa Euritex, liderada por Leonel Simões, através de um ajuste direto de 8400 euros mensais mais IVA. Segundo António Pombeiro, a contratação terá sido justificada com base numa alegada “candidatura espontânea”, mas a Inspeção-Geral de Finanças (IGF) levantou dúvidas sobre a conformidade do procedimento com o Código dos Contratos Públicos. O ex-dirigente do MAI refere ainda suspeitas envolvendo o antigo diretor técnico da SIRESP, Carlos Leitão, que alegadamente adjudicou contratos à empresa da mulher e tentou manter-se ligado à estrutura através dessa mesma empresa após abandonar funções.</p>
<p>As denúncias incluem também alegadas tentativas de transferir a gestão operacional da rede SIRESP para a Arma de Transmissões do Exército, numa estratégia que, segundo Pombeiro, poderia favorecer a progressão militar de Paulo Viegas Nunes. Na carta enviada ao ministro são igualmente mencionadas situações relacionadas com acumulação de funções docentes por administradores da empresa e uma condecoração atribuída a Carlos Leitão depois da sua saída da SIRESP.</p>
<p><strong>O que respondeu o Governo?</strong><br />
O Ministério da Administração Interna confirmou ter recebido dois pedidos de exoneração de António Pombeiro, um em abril e outro em maio, tendo aceite o mais recente. No entanto, o MAI recusou comentar diretamente as acusações, defendendo que compete ao ex-dirigente pronunciar-se sobre os motivos da sua saída. Em relação à nomeação de Paulo Viegas Nunes, o ministério garantiu que foram seguidos “todos os procedimentos legais e institucionais aplicáveis”.</p>
<p>O Governo sublinha ainda que a auditoria da IGF à SIRESP “não apontou ilegalidades”, acrescentando que as desconformidades identificadas terão sido corrigidas. O MAI recorda igualmente que foi durante o mandato de Viegas Nunes que avançou o concurso internacional para modernizar a rede de emergência e que o sistema respondeu ao “teste de stress” da Jornada Mundial da Juventude de 2023.</p>
<p><strong>Porque é que o caso já chegou ao Parlamento?</strong><br />
A gravidade das acusações levou a Iniciativa Liberal e o Chega a exigirem esclarecimentos urgentes na Assembleia da República. A IL pediu audições parlamentares do ministro Luís Neves, do general Paulo Viegas Nunes e de António Pombeiro. O deputado Rui Rocha considerou as alegações “extremamente graves”, defendendo que, caso o ministro tivesse conhecimento prévio das situações denunciadas, seria difícil justificar a recondução do responsável máximo da SIRESP.</p>
<p>Poucas horas depois, também o Chega anunciou um pedido de audição urgente dos mesmos protagonistas. André Ventura afirmou que a demissão de António Pombeiro “não é uma demissão qualquer” e acusou o Governo de ter “olhado para o lado” perante denúncias de alegadas irregularidades. O líder do Chega questionou ainda porque motivo o Executivo voltou a escolher o mesmo responsável para liderar a empresa pública, considerando que o SIRESP “já custou ao erário público mais de 800 milhões de euros” e continua associado a falhas operacionais em momentos críticos.</p>
<p><strong>Porque continua o SIRESP envolvido em polémica?</strong><br />
O SIRESP tem sido alvo de críticas recorrentes desde os incêndios de 2017 e de várias falhas verificadas em situações de emergência e fenómenos meteorológicos extremos. Apesar dos sucessivos investimentos públicos e das promessas de modernização, o sistema continua associado a problemas de operacionalidade, contratos controversos e dúvidas sobre a gestão da empresa pública. A demissão de António Pombeiro e as denúncias agora conhecidas voltaram a colocar pressão política sobre o Ministério da Administração Interna e reacenderam o debate sobre a transparência e credibilidade da estrutura responsável pelas comunicações de emergência em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767103]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preço dos imóveis comerciais regista subida recorde de 10,1% em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços dos imóveis comerciais aumentaram 10,1% em 2025, mais 5,4 pontos percentuais face à variação de 2024 e a maior subida desde que há registo, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços dos imóveis comerciais aumentaram 10,1% em 2025, mais 5,4 pontos percentuais face à variação de 2024 e a maior subida desde que há registo, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>&#8220;Este foi o aumento de preços das propriedades comerciais mais elevado desde o início da série, mantendo-se, contudo, a um nível inferior ao observado nos imóveis residenciais (17,6%)&#8221;, nota o INE no destaque publicado hoje com os dados de 2025 do Índice de Preços das Propriedades Comerciais (IPPCom).</p>
<p>Segundo o instituto estatístico, o mercado residencial, cujo comportamento é descrito pela evolução do Índice de Preços da Habitação (IPHab), &#8220;apresentou um aumento dos preços superior ao das propriedades comerciais, tal como sucedeu nos últimos anos&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767123]]></sapo:autor>
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		<title>EDP alarga projeto de gestão florestal para reduzir os incêndios em 75% a novos concelhos do Alto Minho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:07:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A EDP vai expandir o projeto ReEarth a novos territórios em Portugal já este ano, depois dos resultados alcançados na primeira edição da iniciativa lançada em Boticas. O programa passa agora a abranger também os municípios de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez, no Alto Minho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A EDP vai expandir o projeto ReEarth a novos territórios em Portugal já este ano, depois dos resultados alcançados na primeira edição da iniciativa lançada em Boticas. O programa passa agora a abranger também os municípios de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez, no Alto Minho, com o objetivo de reforçar a limpeza e proteção das florestas através da recolha de biomassa e da sua reutilização na produção de energia limpa.</p>
<p>Criado em 2024 no concelho de Boticas, o projeto já permitiu a gestão ativa de cerca de 260 hectares de floresta, envolvendo mais de 150 pequenos proprietários rurais e mobilizando mais de 5.000 toneladas de biomassa com potencial energético. Segundo a empresa, esta intervenção contribuiu para reforçar a ligação entre floresta, energia e comunidades locais, promovendo simultaneamente a resiliência dos territórios.</p>
<p>De acordo com avaliações independentes, o programa permitiu reduzir até 75% da severidade potencial dos incêndios nas áreas abrangidas.</p>
<p>Além da componente ambiental, a EDP destaca também o impacto social da iniciativa. Em 93% dos casos apoiados, os proprietários nunca tinham recebido qualquer apoio à gestão florestal, sendo que para muitos a intervenção foi decisiva para garantir a manutenção dos terrenos. O nível de satisfação dos beneficiários atingiu os 83%, com classificação máxima atribuída ao projeto.</p>
<p>O programa prevê ainda a criação de rendimento adicional para as comunidades locais. Através da recuperação de áreas de pastagem, os proprietários podem gerar até mais 540 euros anuais, criando uma nova fonte de rendimento e promovendo uma utilização mais sustentável do território.</p>
<p>A nova edição do ReEarth conta com a participação de entidades locais parceiras, nomeadamente a Capolib e a Associação Florestal do Lima, responsáveis pela implementação no terreno e pelo acompanhamento técnico especializado. As inscrições decorrem de forma contínua até ser atingida a área total de intervenção prevista para cada território.</p>
<p>A iniciativa inclui apoio financeiro ajustado às características de cada região, bem como acompanhamento técnico especializado e avaliação independente. O apoio científico é assegurado pelo CoLAB ForestWISE, responsável pela monitorização do impacto do projeto.</p>
<p>Segundo a EDP, o ReEarth atua sobretudo em territórios marcados pela fragmentação da propriedade, envelhecimento dos proprietários e ausência de gestão ativa dos terrenos, procurando responder a alguns dos principais desafios estruturais da floresta em Portugal e contribuir para a redução do risco de incêndio.</p>
<p>A empresa considera que, após os resultados obtidos na primeira edição, o projeto entra agora numa nova fase de crescimento, consolidando-se como um modelo replicável noutras geografias e de adaptação às alterações climáticas, com impacto ambiental, social e económico nas zonas rurais.</p>
<p>O programa integra a estratégia global de impacto social EDP Y.E.S. (You Empower Society), através da qual a empresa prevê investir 300 milhões de euros até 2030 em mais de 500 projetos de responsabilidade social em diferentes regiões.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767108]]></sapo:autor>
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		<title>Associação de pequenos investidores desaconselha venda de ações da Martifer na OPA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:06:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A associação de pequenos investidores Maxyield considera "injusto e sem justificação" o valor de 2,057 euros por ação que a Visabeira oferece pelas ações da Martifer, pelo que desaconselha a venda na Oferta Pública de Aquisição (OPA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A associação de pequenos investidores Maxyield considera &#8220;injusto e sem justificação&#8221; o valor de 2,057 euros por ação que a Visabeira oferece pelas ações da Martifer, pelo que desaconselha a venda na Oferta Pública de Aquisição (OPA).</p>
<p>Num comunicado divulgado hoje, a Maxyield &#8212; Clube dos Pequenos Acionistas defende que &#8220;o preço da oferta não é equitativo&#8221;, mas antes &#8220;injusto e sem justificação&#8221;, sendo que &#8220;o prospeto da OPA não justifica de forma clara a fixação da contrapartida e sua equitatividade, requisito fundamental para a transparência de mercado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Neste contexto, a Maxyield não recomenda a venda das ações em sede de OPA, cuja condição de sucesso (obtenção de capital superior a 90%), por ora não se dá por adquirida&#8221;, sustenta.</p>
<p>A OPA geral e obrigatória da Visabeira sobre 14.412.198 ações da Martifer arrancou há uma semana, prolongando-se até 03 de junho, com uma contrapartida de 2,057 euros por ação.</p>
<p>A operação incide sobre as ações que não se encontram na sua posse, nem dos acionistas de referência I&#8217;M e Mota-Engil, os quais, através de um acordo parassocial, representam conjuntamente 85,5% do capital.</p>
<p>De acordo com a Maxyield, a contrapartida oferecida pela Visabeira corresponde ao preço médio ponderado das ações transacionadas em mercado regulamentado nos seis meses imediatamente anteriores à data da publicação do anúncio preliminar, mas o facto é que, &#8220;desde o mês de maio de 2025, a ação tem sido negociada consistentemente por valores superiores ao preço oferecido&#8221;, o que &#8220;demonstra que a contrapartida proposta não é equitativa nem reflete adequadamente o valor da sociedade&#8221;.</p>
<p>Adicionalmente, a Maxyield entende que &#8220;os fundamentais da Martifer evidenciam uma posição financeira sólida e um potencial de valorização significativamente superior à contrapartida proposta&#8221;, o que reforça &#8220;a convicção de que o preço oferecido é injusto e sem justificação, não refletindo o justo valor da empresa e do seu potencial&#8221;.</p>
<p>A associação salienta ainda que &#8220;esta avaliação não é exclusiva da Maxyield&#8221;, já que &#8220;outros investidores com participações relevantes no quadro do atual &#8216;free float&#8217; da Martifer têm vindo a manifestar entendimento semelhante&#8221;, sendo esta posição &#8220;igualmente partilhada pela generalidade dos analistas que acompanham a empresa&#8221;.</p>
<p>Para a Maxyield, embora a liquidez da ação da Martifer seja reduzida, tal &#8220;não justifica o baixo valor oferecido&#8221;.</p>
<p>Neste contexto, a associação recorda ter defendido, em setembro do ano passado, junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a nomeação de um auditor independente para determinação de uma contrapartida mínima justa, entendimento que o regulador não acolheu.</p>
<p>No comunicado hoje divulgado, a Maxyield sublinha que &#8220;não se opõe à OPA enquanto mecanismo legítimo e previsto no Código dos Valores Mobiliários&#8221;, tal como não se opõe ao &#8220;eventual recurso aos instrumentos legais de aquisição potestativa&#8221;.</p>
<p>&#8220;A sua oposição incide exclusivamente sobre o baixo valor oferecido, que considera lesivo dos interesses dos pequenos acionistas e prejudicial à confiança no mercado de capitais português&#8221;, enfatiza.</p>
<p>A associação recorda ainda que, nesta década, &#8220;operações semelhantes, com estruturas acionistas comparáveis, não atingiram os objetivos pretendidos&#8221;, dando como exemplos as OPA gerais e voluntárias da Sodim (&#8216;holding&#8217; da família Queiroz Pereira) sobre a Semapa e da Sonae sobre a SonaeCom.</p>
<p>&#8220;Nas atuais condições de mercado, os investidores que necessitem de liquidez poderão alienar em bolsa as suas ações a preços superiores ao valor da OPA&#8221;, nota.</p>
<p>Considerando que esta OPA &#8220;dificilmente atingirá os objetivos pretendidos pelo oferente&#8221;, a Maxyield acredita que a Martifer &#8220;continuará cotada em bolsa, mantendo níveis de liquidez semelhantes aos atuais&#8221;.</p>
<p>Refere ainda que, em caso de aquisição potestativa, o valor a receber pelos acionistas remanescentes corresponderá, igualmente, ao valor da OPA.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767114]]></sapo:autor>
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		<title>Os famosos mais ricos de 2026: Spielberg lidera, Taylor Swift já vale 2 mil milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:04:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre atores, realizadores, músicos, empresários e antigas estrelas do desporto, o ranking mostra como a notoriedade pública pode abrir caminho a impérios financeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="102" data-end="493">A Forbes divulgou a lista das 22 celebridades que transformaram a fama em fortunas de dez dígitos. A publicação explica que optou por destacar pessoas que primeiro se tornaram famosas e só depois ficaram extremamente ricas. Entre atores, realizadores, músicos, empresários e antigas estrelas do desporto, o ranking mostra como a notoriedade pública pode abrir caminho a impérios financeiros.</p>
<p data-start="495" data-end="785">No top 10, o primeiro lugar pertence a Steven Spielberg, com um património líquido estimado em 7,1 mil milhões de dólares. O realizador e produtor, que completará 80 anos em 2026, construiu uma carreira marcada por grandes êxitos de bilheteira e lidera a lista dos multimilionários famosos.</p>
<p data-start="836" data-end="1088">Na segunda posição surge George Lucas, criador de Star Wars, com uma fortuna estimada em 5,2 mil milhões de dólares. O realizador aumentou significativamente o seu património depois de vender a Lucasfilm à Disney, em 2012, por 4 mil milhões de dólares.</p>
<p data-start="1090" data-end="1295">O terceiro lugar pertence a Michael Jordan. A antiga estrela da NBA tem um património líquido estimado em 4,3 mil milhões de dólares, impulsionado, entre outros fatores, pelo lucrativo contrato com a Nike.</p>
<p data-start="1339" data-end="1510">Vincent McMahon, empresário e antigo promotor americano de wrestling profissional, ocupa a quarta posição da lista, com uma fortuna avaliada em 3,6 mil milhões de dólares.</p>
<p data-start="1512" data-end="1734">Logo depois surge Oprah Winfrey, a mulher mais bem posicionada neste ranking. A figura televisiva americana, que também se destacou como atriz e empresária, tem um património líquido estimado em 3,2 mil milhões de dólares.</p>
<p data-start="1788" data-end="2017">Taylor Swift também integra o top 10 das celebridades multimilionárias da Forbes. A cantora surge com uma fortuna estimada em 2 mil milhões de dólares, sendo que só o seu catálogo musical se aproxima dos 1.000 milhões de dólares.</p>
<p data-start="2019" data-end="2203">Com o mesmo património líquido aparece Jay-Z. Segundo a Forbes, desde que se tornou o primeiro multimilionário do hip-hop, em 2019, o rapper e empresário quase triplicou a sua fortuna.</p>
<p data-start="2268" data-end="2466">Kim Kardashian surge na lista com um património líquido estimado em 1,9 mil milhões de dólares. A empresária tornou-se multimilionária graças à marca Skims e partilha esta posição com Peter Jackson.</p>
<p data-start="2468" data-end="2665">O realizador da trilogia ‘O Senhor dos Anéis’ tem também uma fortuna estimada em 1,9 mil milhões de dólares, depois de ter vendido a sua empresa de efeitos especiais por 1,6 mil milhões de dólares.</p>
<p data-start="2667" data-end="3021">A fechar o top 10 está Magic Johnson, com 1,6 mil milhões de dólares. A lenda dos Los Angeles Lakers construiu uma carreira empresarial sólida após abandonar o basquetebol, tendo chegado a possuir mais de 100 cafés Starbucks nos Estados Unidos, que acabou por vender à própria empresa. Além disso, investiu em restaurantes, cinemas e centros desportivos.</p>
<p data-start="3078" data-end="3449">A lista da Forbes mostra que as maiores fortunas entre celebridades resultam de percursos muito diferentes. Há realizadores que capitalizaram décadas de sucesso no cinema, músicos que transformaram catálogos e marcas pessoais em ativos valiosos, antigos atletas que investiram fora do desporto e figuras da televisão que expandiram a notoriedade para o mundo empresarial.</p>
<p data-start="3451" data-end="3683" data-is-last-node="" data-is-only-node="">No topo, Steven Spielberg, George Lucas e Michael Jordan confirmam que a combinação entre fama global, propriedade intelectual, marcas fortes e investimentos estratégicos continua a ser decisiva para criar fortunas multimilionárias.</p>
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