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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Vila Galé compra hotel com 298 quartos no Brasil que terá parque aquático, spa e capacidade para grandes eventos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:21:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo Vila Galé reforçou a sua presença no Brasil com a aquisição de um hotel na Reserva do Paiva, em Pernambuco, que está a ser totalmente remodelado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Vila Galé reforçou a sua presença no Brasil com a aquisição de um hotel na Reserva do Paiva, em Pernambuco, que está a ser totalmente remodelado e deverá reabrir como Vila Galé Reserva do Paiva Lifestyle Resort Hotel, Convention, SPA &amp; Beach Club a 15 de outubro de 2026. A inauguração oficial está agendada para 31 de outubro.</p>
<p>Com esta aquisição, o grupo português passa a ser proprietário de dois resorts no estado de Pernambuco, somando cerca de 600 quartos e mais de 1.300 camas. O outro empreendimento é o Vila Galé Cabo de Santo Agostinho Family Beach Resort Hotel Sports Convention &amp; SPA, em funcionamento desde 2009 e atualmente a ser alvo de uma profunda requalificação e ampliação, incluindo novos quartos e mais atrações para famílias e crianças.</p>
<p>O novo Vila Galé Reserva do Paiva está a ser sujeito a uma remodelação integral, que inclui um novo conceito de oferta, três novas piscinas, parque aquático, piscina interior no spa, jacuzzi, projeto de arquitetura paisagística e uma renovada oferta gastronómica, com os restaurantes Inevitável, Massa Fina e Cervejaria Portuguesa, além de um Beach Club.</p>
<p>Localizado a cerca de 20 quilómetros do Aeroporto Internacional de Recife, o resort ficará próximo da Praia do Paiva e contará com 298 quartos e suites, um piso executivo, spa com 600 metros quadrados, academia, piscinas para adultos e crianças, parque aquático, beach club e várias áreas dedicadas ao lazer e bem-estar.</p>
<p>O hotel aposta também no segmento de eventos e turismo de negócios, dispondo de 13 salas para reuniões e conferências. A maior terá capacidade para receber até 1.100 pessoas sentadas, enquanto o foyer poderá acolher receções para cerca de 1.400 convidados.</p>
<p>A operação reforça a estratégia de crescimento da Vila Galé no mercado brasileiro. Atualmente, o grupo conta com 13 hotéis em operação no país e tem em desenvolvimento cerca de 1.200 camas adicionais, distribuídas por vários projetos. Entre eles estão novas unidades em São Luís do Maranhão, Alagoas, Brumadinho, Florianópolis, João Pessoa e Coruripe, além de outros seis projetos em fase de preparação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785916]]></sapo:autor>
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		<title>Porto ganha em movimento, Lisboa ganha em consumo: o retrato do comércio de rua em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Conclusão consta do estudo 'HighStreet Footfall', desenvolvido pela CBRE, que analisou a dinâmica do comércio de rua em cinco das principais artérias comerciais de Lisboa e do Porto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rua de Santa Catarina, no Porto, é a rua comercial mais movimentada do país, com uma média de 3.269 passantes por hora, mas Lisboa continua a destacar-se pelo valor gasto e pelas rendas prime mais elevadas. A conclusão consta do estudo &#8216;HighStreet Footfall&#8217;, desenvolvido pela CBRE, que analisou a dinâmica do comércio de rua em cinco das principais artérias comerciais de Lisboa e do Porto.</p>
<p>De acordo com a consultora, Santa Catarina lidera em volume de tráfego pedonal, seguida pela Rua Garrett, em Lisboa, com 2.892 pessoas por hora, e pela Rua Augusta, também na capital, com 2.408 passantes por hora. Mais abaixo surgem a Avenida da Liberdade, com 1.267 pessoas por hora, e a zona dos Clérigos, no Porto, com 850 pessoas por hora, valor que reflete o impacto temporário das obras de infraestrutura em curso na Avenida dos Aliados.</p>
<p><strong>Santa Catarina lidera em movimento</strong></p>
<p>O estudo mostra que o Porto concentra volumes elevados de tráfego em zonas comerciais específicas, com destaque para a Rua de Santa Catarina. A artéria portuense surge como a rua com maior fluxo pedonal entre as localizações analisadas, confirmando o seu peso no comércio de rua nacional.</p>
<p>Ainda assim, a CBRE sublinha que o volume de passantes não é suficiente para explicar, por si só, o valor comercial de cada zona. O perfil dos consumidores, o poder de compra, o turismo, a oferta disponível e o posicionamento das marcas são fatores decisivos para interpretar a atratividade de cada rua.</p>
<p><strong>Lisboa mantém vantagem no valor comercial</strong></p>
<p>Apesar de Santa Catarina liderar em tráfego, Lisboa mantém rendas mais elevadas nas principais localizações comerciais. A Rua Augusta e a Rua Garrett registam rendas prime na ordem dos 150 euros por metro quadrado por mês, enquanto a Avenida da Liberdade se situa nos 125 euros por metro quadrado por mês.</p>
<p>No Porto, as rendas atuais rondam os 90 euros por metro quadrado por mês na Rua de Santa Catarina e os 67,5 euros por metro quadrado por mês na zona dos Clérigos. Para a CBRE, esta diferença mostra que o footfall não é tudo e que o valor das ruas comerciais depende também da composição do público e do tipo de consumo gerado.</p>
<p><strong>Ruas com perfis diferentes</strong></p>
<p>A Rua Augusta apresenta uma densidade constante ao longo do dia, sustentada por uma oferta equilibrada entre moda e restauração. Já a Rua Garrett, com uma oferta dividida entre o mass market e o segmento premium, destaca-se também por funcionar como eixo de acesso a zonas de lazer e entretenimento, atingindo o pico de afluência entre as 19h00 e as 20h00.</p>
<p>Na Avenida da Liberdade, o perfil é distinto. A artéria lisboeta reforça o seu posicionamento enquanto polo de luxo, com forte presença de alta joalharia e tráfego crescente ao longo do dia, atingindo o máximo entre as 18h00 e as 19h00.</p>
<p><strong>Turismo e poder de compra ajudam a explicar diferenças</strong></p>
<p>A CBRE identifica vários fatores para justificar o contraste entre o tráfego pedonal e as rendas praticadas. Entre eles estão a maior concentração de fluxo em zonas específicas do Porto face a Lisboa, as diferenças na oferta comercial de cada rua, o poder de compra da população local e a composição do turismo em cada cidade.</p>
<p>Um dos elementos destacados pela consultora é o maior peso do segmento norte-americano no turismo de Lisboa, quando comparado com o Porto, fator que contribui para explicar diferentes níveis de consumo e posicionamento comercial.</p>
<p><strong>Centros comerciais também mostram desempenho positivo</strong></p>
<p>A dinâmica positiva do retalho não se limita ao comércio de rua. Segundo a CBRE, os conjuntos comerciais em Portugal registaram desempenhos positivos nos últimos quatro anos, com evolução favorável em indicadores como tráfego, volume de vendas e taxa de disponibilidade, em comparação com outros mercados europeus.</p>
<p>A consultora associa estes resultados à dinâmica migratória, que tem aumentado a população e, consequentemente, as necessidades de consumo, bem como ao reforço da performance operacional dos ativos comerciais.</p>
<p><strong>Groceries, speciality retail e moda crescem em receita</strong></p>
<p>A CBRE destaca ainda o crescimento da receita por metro quadrado em várias categorias de retalho em Portugal. O setor de groceries lidera a evolução, com um aumento de 83% nos últimos seis anos, entre 2019 e 2025.</p>
<p>Seguem-se o speciality retail, com uma subida de 60%, e a moda, com um crescimento de 35%. Estes dados reforçam, segundo a consultora, a resiliência do setor e a capacidade de adaptação dos operadores às novas dinâmicas de consumo.</p>
<p><strong>Retail parks ganham protagonismo</strong></p>
<p>Para os próximos três anos, a CBRE antecipa uma alteração no pipeline de projetos de retalho, com forte foco nos retail parks. Carlos Récio, Head of Retail da CBRE Portugal, considera que este formato ganhou “um protagonismo sem precedentes” por exigir áreas de influência mais reduzidas, ter custos de construção e operação inferiores e beneficiar de processos de licenciamento mais céleres.</p>
<p>O responsável acrescenta que a entrada de novos operadores no mercado português tem aumentado a procura por este tipo de ativos. Até ao final de 2028, a CBRE projeta a construção e abertura de 180 mil metros quadrados de nova área em retail parks em todo o país.</p>
<p><strong>Investimento em retalho pode chegar aos 850 milhões</strong></p>
<p>A consultora prevê ainda que o investimento imobiliário no setor de retalho possa atingir os 850 milhões de euros em 2026, impulsionado por várias transações de ativos esperadas até ao final do ano.</p>
<p>Para a CBRE, o retalho em Portugal continua a beneficiar de uma combinação entre crescimento do consumo, dinamismo urbano, turismo e evolução dos formatos comerciais. O estudo mostra, porém, que o sucesso de uma rua comercial não se mede apenas pelo número de pessoas que por lá passam, mas também pelo perfil de quem compra, pelo valor gasto e pela capacidade de atrair marcas alinhadas com esse público.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785910]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sem banco por perto? Novo MULTIBANCO + Perto quer chegar a 700 mil pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto resulta de uma colaboração entre o Ministério da Economia e da Coesão Territorial, o Banco de Portugal, a SIBS e a Associação Nacional de Freguesias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo lançou o projeto-piloto MULTIBANCO + Perto, uma iniciativa que pretende levar serviços bancários e de pagamento a populações que vivem em freguesias sem balcões bancários ou caixas automáticos nas proximidades.</p>
<p>O projeto resulta de uma colaboração entre o Ministério da Economia e da Coesão Territorial, o Banco de Portugal, a SIBS e a Associação Nacional de Freguesias, e arrancou na freguesia de Tó, no concelho de Mogadouro, distrito de Bragança.</p>
<p><strong>Levar o banco a quem está longe do banco</strong></p>
<p>A iniciativa nasce para responder a um problema identificado pelo Banco de Portugal no relatório “Avaliação da Cobertura da Rede de Caixas Automáticos e Balcões de Instituições de Crédito”, de 2022. Segundo esse levantamento, cerca de 1.200 freguesias portuguesas não dispõem de serviços bancários a menos de 5, 10 ou 15 quilómetros.</p>
<p>No total, esta falta de cobertura afeta cerca de 740 mil pessoas, aproximadamente 7% da população. A ausência de serviços bancários próximos penaliza os residentes, obriga a deslocações de vários quilómetros para operações simples e afeta também o comércio local.</p>
<p><strong>SmartPOS permitem fazer 90% das operações do MULTIBANCO</strong></p>
<p>O MULTIBANCO + Perto assenta na disponibilização de Terminais de Pagamento Automático Digitais, os SmartPOS, que permitem realizar cerca de 90% das operações disponíveis nos caixas MULTIBANCO tradicionais.</p>
<p>Entre os serviços previstos estão levantamentos de dinheiro, pagamentos de serviços, pagamentos ao Estado, carregamentos de telemóveis, carregamento de títulos de transporte, consulta de saldos e consulta de movimentos.</p>
<p>A solução foi escolhida por permitir maior mobilidade do que um caixa automático tradicional. Os terminais podem ser usados nas juntas de freguesia e, quando necessário, deslocar-se ao encontro de pessoas com mobilidade reduzida ou dificuldades em sair de casa.</p>
<p><strong>Juntas de freguesia terão papel central</strong></p>
<p>As juntas de freguesia serão responsáveis pela gestão da utilização dos Terminais de Pagamento Automático Digitais e pela disponibilização da liquidez necessária para assegurar os levantamentos de dinheiro pedidos pelas populações.</p>
<p>O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, sublinha que o projeto leva ao interior “um serviço que lhes estava distante”, reforçando a coesão social e territorial.</p>
<p>O governante destaca ainda o papel dos presidentes de junta, considerando que, pela proximidade às populações e conhecimento das realidades locais, são essenciais para identificar necessidades, facilitar o acesso a serviços e resolver problemas do quotidiano.</p>
<p><strong>Bragança foi escolhido por ser o distrito mais afetado</strong></p>
<p>O arranque em Bragança não foi casual. De acordo com o relatório do Banco de Portugal, este é o distrito mais afetado pela falta de serviços bancários. Das suas 236 freguesias, apenas 25 dispõem de serviços bancários e de pagamento nas proximidades.</p>
<p>O projeto-piloto pretende, por isso, testar uma solução que possa ser replicada noutras zonas do país onde o acesso a serviços financeiros básicos continua limitado.</p>
<p><strong>Mértola e Mêda são os próximos passos</strong></p>
<p>Depois do arranque em Tó, o MULTIBANCO + Perto será disponibilizado ainda esta semana nas freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros, Espírito Santo e Santana de Cambas, no concelho de Mértola, distrito de Beja.</p>
<p>Posteriormente, o serviço deverá chegar à freguesia da Coriscada, no concelho de Mêda, distrito da Guarda.</p>
<p><strong>Piloto pode chegar a 30 freguesias</strong></p>
<p>Esta primeira fase do projeto-piloto deverá abranger até 30 freguesias. O objetivo é avaliar a utilização dos SmartPOS, perceber as necessidades das populações e estudar a eventual expansão a outras freguesias que queiram aderir.</p>
<p>O Governo admite que, em alguns casos, a solução futura poderá passar pela instalação de caixas automáticos tradicionais, dependendo da avaliação feita no terreno durante esta fase inicial.</p>
<p><strong>Objetivo é aproximar serviços financeiros da população</strong></p>
<p>O MULTIBANCO + Perto pretende alargar a cobertura dos serviços financeiros e de pagamento, permitindo que quase toda a população portuguesa venha a ter acesso a operações bancárias essenciais de forma segura, moderna e mais próxima.</p>
<p>A iniciativa poderá beneficiar cerca de 700 mil pessoas que atualmente não têm acesso fácil a estes serviços, procurando reduzir desigualdades territoriais e facilitar o quotidiano de quem vive em localidades sem balcões bancários ou caixas automáticos por perto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785906]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Infantino, Trump e Balogun: a amizade, os favores e o cartão vermelho que incendiou o Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:05:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Folarin Balogun]]></category>
		<category><![CDATA[Gianni Infantino]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão surgiu após uma intervenção do presidente americano, Donald Trump, junto do presidente da FIFA, Gianni Infantino, e provocou uma reação dura da UEFA]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A suspensão do castigo a Folarin Balogun transformou uma decisão disciplinar do Mundial num caso político e desportivo. O avançado dos Estados Unidos, expulso no jogo frente à Bósnia-Herzegovina, foi autorizado pela FIFA a disputar o encontro dos oitavos de final contra a Bélgica, depois de a sanção automática de um jogo ter sido suspensa. A decisão surgiu após uma intervenção do presidente americano, Donald Trump, junto do presidente da FIFA, Gianni Infantino, e provocou uma reação dura da UEFA.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, Balogun viu cartão vermelho depois de o árbitro, alertado pelo VAR, ter considerado imprudente uma pisadela do avançado americano sobre o defesa bósnio Tarik Muharemovic. A expulsão deixou os Estados Unidos reduzidos a dez jogadores, mas a FIFA decidiu depois suspender a punição, permitindo que o jogador do Monaco estivesse disponível para defrontar a Bélgica. A &#8216;Reuters&#8217; avança que a decisão colocou o processo disciplinar da FIFA sob escrutínio internacional.</p>
<p><strong>O que decidiu a FIFA?</strong></p>
<p>A FIFA não apagou o cartão vermelho, mas suspendeu a aplicação do castigo automático de um jogo, colocando Balogun numa espécie de período probatório de um ano. A decisão permitiu ao avançado jogar contra a Bélgica, apesar de a expulsão direta normalmente implicar suspensão no encontro seguinte.</p>
<p>A organização terá usado o artigo 27º do seu Código Disciplinar, que lhe permite suspender total ou parcialmente a execução de uma medida disciplinar. O artigo 25º estabelece ainda que os órgãos judiciais da FIFA determinam o tipo e a extensão das sanções com base nos elementos objetivos e subjetivos da infração, considerando circunstâncias agravantes e atenuantes.</p>
<p><strong>Onde entra Donald Trump?</strong></p>
<p>A controvérsia cresceu quando se soube que Donald Trump tinha contactado Gianni Infantino para pedir uma revisão do caso. Depois da decisão da FIFA, o presidente americano celebrou publicamente o recuo, agradecendo à organização por “fazer a coisa certa” e por reverter o que classificou como uma grande injustiça.</p>
<p>O caso tornou-se particularmente sensível porque os Estados Unidos são um dos países anfitriões do Mundial de 2026, juntamente com México e Canadá. A suspensão do castigo beneficiou diretamente uma seleção anfitriã antes de um jogo a eliminar, alimentando críticas sobre a independência da FIFA e sobre a influência política em decisões disciplinares.</p>
<p><strong>UEFA fala em decisão “sem precedentes”</strong></p>
<p>A UEFA reagiu com dureza e classificou a decisão da FIFA como “sem precedentes, incompreensível e injustificável”. A organização europeia considerou que a suspensão do castigo a Balogun “ultrapassou todos os limites” e alertou para o risco de ser criado um precedente perigoso para a integridade da competição.</p>
<p>Também a federação belga manifestou surpresa com a decisão, uma vez que a Bélgica seria a adversária direta dos Estados Unidos nos oitavos de final. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, as autoridades belgas receberam autorização para contestar a decisão, embora não houvesse garantia de que um novo parecer chegasse antes do jogo.</p>
<p><strong>Pochettino defende Balogun</strong></p>
<p>Do lado americano, Mauricio Pochettino saudou a decisão. O selecionador dos Estados Unidos afirmou que a equipa já tinha sido suficientemente penalizada ao jogar com dez durante parte do encontro com a Bósnia-Herzegovina e sustentou que a expulsão tinha sido injusta.</p>
<p>Pochettino considerou que a esmagadora maioria dos observadores concordaria que o cartão vermelho foi excessivo. A &#8216;Associated Press&#8217; cita o treinador a dizer que os Estados Unidos “foram punidos o suficiente” por terem jogado 30 minutos em inferioridade num lance que classificou como uma decisão “completamente injusta”.</p>
<p><strong>A relação Trump-Infantino volta ao centro da polémica</strong></p>
<p>O caso reacendeu as críticas à proximidade entre Donald Trump e Gianni Infantino. O presidente da FIFA tem surgido várias vezes ao lado do presidente americano nos últimos anos, incluindo em eventos políticos e desportivos, e Trump já o descreveu como um “grande amigo”.</p>
<p>O &#8217;20 Minutos&#8217; recorda que a relação entre os dois já tinha levantado dúvidas sobre a neutralidade política da FIFA antes do Mundial de 2026. A polémica ganha agora outra dimensão por envolver uma decisão concreta com impacto desportivo imediato, tomada depois de um contacto direto do Presidente dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Uma decisão disciplinar que passou a caso internacional</strong></p>
<p>O que começou como uma discussão sobre um cartão vermelho acabou por se transformar numa crise de credibilidade para a FIFA. A questão já não é apenas saber se Balogun merecia ou não ser expulso, mas perceber se uma decisão disciplinar pode ser revista em circunstâncias que beneficiam uma seleção anfitriã após intervenção política de alto nível.</p>
<p>Para a UEFA, o problema está no precedente: se a FIFA suspende uma sanção automática neste caso, outras seleções poderão exigir tratamento idêntico em situações semelhantes. Para os Estados Unidos, a leitura é oposta: foi corrigida uma injustiça que poderia afastar um jogador importante de um jogo decisivo.</p>
<p>A poucos dias das fases finais do Mundial, o caso Balogun deixa a FIFA numa posição delicada. A organização que se apresenta como guardiã das regras do futebol vê-se agora acusada de abrir uma exceção difícil de explicar — e ainda mais difícil de separar da política.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785902]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Carneiro critica ausência de Montenegro para assistir ao Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[José Luis Carneiro]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS considerou hoje incompreensível que o primeiro-ministro esteja fora do país para assistir ao Mundial de futebol numa altura em que o continente português se encontra em situação de alerta devido aos incêndios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS considerou hoje incompreensível que o primeiro-ministro esteja fora do país para assistir ao Mundial de futebol numa altura em que o continente português se encontra em situação de alerta devido aos incêndios. </P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, no Funchal, sobre a situação dos exames nacionais, José Luís Carneiro disse que esperava que Luís Montenegro &#8220;tivesse os pés no país&#8221;, acrescentando que é também &#8220;incompreensível que, numa altura em que o Estado decretou a situação de alerta&#8221; esteja &#8220;fora do país para assistir ao futebol&#8221;.</P><br />
<P>O socialista falava à margem de uma visita a Estação de Biologia Marinha do Funchal, no âmbito de uma deslocação de dois dias à região autónoma, dedicada ao tema do mar. </P><br />
<P>Na quinta-feira, o Governo declarou situação de alerta, das 00:00 de sexta-feira às 23:59 de segunda-feira, devido à previsão de altas temperaturas e ao &#8220;significativo agravamento do risco de incêndios rurais&#8221;.</P><br />
<P>No sábado, o ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse que o estado de alerta em Portugal deverá ser mantido esta semana, já que os próximos dias vão continuar a ser de muito calor.</P><br />
<P>José Luís Carneiro referiu que, em 2022, o então primeiro-ministro socialista, António Costa, e o na altura Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, cancelaram uma deslocação oficial a Moçambique numa altura crítica de incêndios. </P><br />
<P>O secretário-geral do PS acrescentou que &#8220;não apenas é grave não estar cá na altura em que o país está em situação de alerta, como é grave também que o primeiro-ministro não tenha uma palavra, um pedido de desculpas às famílias e, tão importante como o pedido de desculpas, explicar às famílias o que é que está a ser feito para garantir a confiabilidade e a segurança nos termos em que os alunos são avaliados para efeito de candidatura ao ensino superior&#8221;.</P><br />
<P>Questionado se admite viabilizar a comissão parlamentar de inquérito proposta pelo BE, o dirigente socialista disse esperar que o Governo possa dar, primeiro, uma explicação válida e transmitir uma mensagem de tranquilidade às famílias.</P><br />
<P>Caso isso aconteça, acrescentou, a comissão de inquérito &#8220;não será necessária&#8221;, ressalvando, porém, que caso não se verifique, o partido vai ponderar a questão.</P><br />
<P>Hoje de manhã, o PSD manifestou-se disponível para viabilizar audições parlamentares sobre os problemas nos exames nacionais, incluindo a do ministro da Educação, mas dizendo não se rever &#8220;na lógica de fazer política&#8221; do BE que pediu um comissão de inquérito.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o Ministério da Educação anunciou que a divulgação dos resultados e a segunda fase dos exames nacionais foram adiadas devido às falhas da avaliação eletrónica, havendo ainda professores sem receber os itens das provas para corrigir.</P><br />
<P>Segundo a tutela, as candidaturas ao ensino superior deverão manter-se inalteradas, ou seja, arrancam a 20 de julho.</P><br />
<P></P><br />
<P>TFS (JGS/SIF/SIM/SMA/SSM) //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785896]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Mayday, mayday&#8221;: hidroavião aterra de emergência em Nova Iorque com oito pessoas a bordo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
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					<description><![CDATA[A bordo seguiam oito adultos, incluindo o piloto. As autoridades deram inicialmente informações divergentes sobre o número de feridos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oito pessoas foram resgatadas depois de um hidroavião ter feito uma aterragem de emergência no East River, em Nova Iorque, pouco depois do meio-dia de domingo. O aparelho, um Kodiak 100, ficou inclinado na água junto à zona da Skyport, perto da East 23rd Street e da FDR Drive.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">The moment when Quest Kodiak 100 [N726SH] crash landed in the East River near a marina in New York City, with six passengers and two pilots on board. <a href="https://t.co/1O71AbNRDw">https://t.co/1O71AbNRDw</a> <a href="https://t.co/LjHb2GZ8p5">pic.twitter.com/LjHb2GZ8p5</a></p>
<p>&mdash; FL360aero (@fl360aero) <a href="https://x.com/fl360aero/status/2073860066185244788?ref_src=twsrc%5Etfw">July 5, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨 BREAKING</p>
<p>A Kodiak 100 seaplane made a hard landing in New York’s East River after the pilot issued a Mayday call, snapping a wing strut, with eight people rescued by the FDNY and two suffering minor injuries, per officials, as the plane landed upright and was towed back to… <a href="https://t.co/7iQRu6UJy9">pic.twitter.com/7iQRu6UJy9</a></p>
<p>&mdash; DC_Global_News (@DC_Global_News) <a href="https://x.com/DC_Global_News/status/2073896248721981726?ref_src=twsrc%5Etfw">July 5, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, a bordo seguiam oito adultos, incluindo o piloto. As autoridades deram inicialmente informações divergentes sobre o número de feridos: a polícia de Nova Iorque referiu um ferido ligeiro, enquanto os bombeiros indicaram dois civis com ferimentos ligeiros. A &#8216;Associated Press&#8217; avançou também que duas pessoas sofreram ferimentos menores.</p>
<p>A aterragem brusca fez partir uma escora da asa, segundo a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos, que abriu uma investigação ao incidente. Apesar do impacto, o hidroavião permaneceu direito na água e acabou por ser rebocado de volta ao cais pelas equipas de emergência.</p>
<p>O alerta terá partido de um helicóptero da polícia de Nova Iorque, que comunicou a situação às autoridades. De acordo com áudio de controlo aéreo citado pela &#8216;CNN&#8217; e referido pelo &#8216;The Independent&#8217;, o piloto do helicóptero avisou: “Mayday, mayday, mayday. Avião na água.” Pouco depois, acrescentou que o piloto parecia estar bem.</p>
<p>O hidroavião tinha partido de East Hampton, em Long Island, e seguia para a base de hidroaviões Skyport, em Manhattan, segundo o The New York Times, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;. Testemunhas relataram que algumas pessoas subiram para um dos flutuadores do aparelho enquanto aguardavam o resgate.</p>
<p>Uma dessas testemunhas, Marcus Hurlburt, elogiou a atuação do piloto, dizendo ao &#8216;New York Times&#8217; que este conseguiu evitar que o hidroavião se virasse. “Fez um Sully”, afirmou, numa referência a Chesley “Sully” Sullenberger, o piloto que em 2009 amarou um avião da US Airways no rio Hudson, salvando todos os ocupantes.</p>
<p>O incidente ocorreu poucas semanas depois de outro susto no East River com um hidroavião. Em junho, equipas de emergência tiveram de resgatar um piloto e um passageiro depois de uma onda atingir a aeronave durante a descolagem. Nessa ocasião, também não houve feridos graves.</p>
<p>As causas da aterragem de emergência continuam por apurar. A FAA está a investigar o caso, enquanto as autoridades locais confirmaram que todos os ocupantes foram retirados em segurança da aeronave.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785895]]></sapo:autor>
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		<title>UE com boas previsões agrícolas em 2026 mas produção de azeite deve recuar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:25:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[As perspetivas a curto prazo para os mercados agrícolas da UE em 2026 mantêm-se boas, apesar das repercussões do conflito no Médio Oriente, que se somam a outros riscos, mas o azeite deve diminuir, considerou hoje Bruxelas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As perspetivas a curto prazo para os mercados agrícolas da UE em 2026 mantêm-se boas, apesar das repercussões do conflito no Médio Oriente, que se somam a outros riscos, mas o azeite deve diminuir, considerou hoje Bruxelas.</P><br />
<P>As perspetivas a curto prazo para os mercados agrícolas da União Europeia (UE), hoje divulgadas pela Comissão Europeia, referem ainda os desafios climáticos, as doenças animais e as persistentes tensões comerciais como fatores que fazem aumentar os custos dos fatores de produção, pressionando as margens dos produtores.</P><br />
<P>Ainda assim, destaca o executivo comunitário, &#8220;prevê-se que a produção da UE aumente no que respeita às oleaginosas, aos produtos lácteos, à carne de suíno e às aves de capoeira&#8221;.</P><br />
<P>Já a produção de cereais deverá contrair-se, mas ficando próxima da média dos últimos cinco anos, enquanto se espera que a produção nos setores dos ruminantes, do açúcar e do azeite diminua.</P><br />
<P>Bruxelas refere também que as perspetivas macroeconómicas e do mercado da energia para 2026 continuam muito incertas, prevendo-se que, este ano, o crescimento do PIB real seja de apenas 1,1%, que a inflação suba para 3,1% impulsionada pelos custos da energia, e que os preços dos alimentos aumentem no seguimento do acréscimo dos custos dos fatores de produção. </P><br />
<P>Em linha com as previsões económicas da primavera da Comissão Europeia, estas perspetivas a curto prazo pressupõem uma normalização progressiva dos mercados da energia, apoiada por uma reabertura gradual do estreito de Ormuz, encerrado na sequência da guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, e pela restauração de rotas marítimas fulcrais.</P><br />
<P>A disponibilidade de acesso a fertilizantes agrícolas deverá descer a níveis de 2022, quando a Rússia lançou uma guerra contra a Ucrânia, perturbando fortemente este setor.</P><br />
<P>No que respeita à meteorologia, as previsões indicam condições de cultivo geralmente favoráveis para 2026 na UE.</P><br />
<P>A Comissão antecipa que &#8220;o rendimento das culturas de inverno fique acima da média histórica, enquanto as culturas de primavera e de verão poderão sofrer com o calor e a escassez de água, particularmente nas regiões propensas à seca&#8221;. </P><br />
<P>A nível global, espera-se que um forte fenómeno &#8216;El Niño&#8217; atinja o seu pico no outono, com impactos agrícolas mistos e perturbações nos mercados de abastecimento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785857]]></sapo:autor>
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		<title>Farmacêutica Novartis compra biotecnológica Myricx por 1.312 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:24:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Novartis]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa suíça Novartis chegou a um acordo para adquirir a britânica de biotecnologia Myricx Bio por um valor máximo de 1.500 milhões de dólares (cerca de 1.312 milhões de euros), informou a farmacêutica suíça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa suíça Novartis chegou a um acordo para adquirir a britânica de biotecnologia Myricx Bio por um valor máximo de 1.500 milhões de dólares (cerca de 1.312 milhões de euros), informou a farmacêutica suíça.</P><br />
<P>Segundo os termos do acordo, a Novartis pagará 1.100 milhões de dólares (cerca de 962 milhões de euros) adiantados, com a possibilidade de efetuar pagamentos adicionais por metas alcançadas até um máximo de 400 milhões de dólares (cerca de 350 milhões de euros).</P><br />
<P>Prevê-se que a transação seja concluída no segundo semestre do ano, sujeita ao cumprimento das condições habituais, incluindo as aprovações regulamentares.</P><br />
<P>Com a compra da Myricx Bio a Novartis pretende reforçar o seu portfólio de produtos oncológicos.</P><br />
<P>A farmacêutica suíça registou um lucro líquido atribuído de 13.984 milhões de dólares (11.830 milhões de euros) em 2025, mais 17,1% relativamente ao ano anterior.</P><br />
<P>As vendas líquidas situaram-se em 54.532 milhões de dólares (46.133 milhões de euros), um aumento de 8,4%, embora também tenham sido registados outros tipos de receitas no valor de 2.142 milhões de dólares (1.812 milhões de euros), um aumento de 52,5%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785813]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hugo Soares acusa líder do PS de fazer política com &#8220;populismos e falsidades&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Soares]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[PSD]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PSD acusou hoje o secretário-geral do PS de fazer política "com populismos e falsidades", dizendo que "nem André Ventura" diria que o Governo estava a adirar a entrega de casas por eleitoralismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PSD acusou hoje o secretário-geral do PS de fazer política &#8220;com populismos e falsidades&#8221;, dizendo que &#8220;nem André Ventura&#8221; diria que o Governo estava a adirar a entrega de casas por eleitoralismo.</P><br />
<P>Ainda antes da sessão formal de abertura das jornadas conjuntas PSD/CDS-PP, alguns deputados visitaram as obras na nova linha circular do Metro de Lisboa, e Hugo Soares aproveitou para voltar a criticar o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro.</P><br />
<P>&#8220;Não falamos nas jornadas parlamentares de coisas que não existem. Nós não enganamos os portugueses, não ludibriamos os portugueses, nem tampouco fazemos política com mentiras ou factos que são falsos&#8221;, disse, sem referir o destinatário.</P><br />
<P>Questionado se era uma crítica ao líder do PS &#8212; que nas jornadas do seu partido acusou o Governo de ter casas &#8220;prontas a habitar&#8221; ainda sem pessoas, sugerindo eleitoralismo &#8212; disse que &#8220;a carapuça se enfiava direitinha&#8221; em José Luís Carneiro.</P><br />
<P>&#8220;Os últimos dias foram pródigos em absurdos do lado do PS. Ninguém no país, como tive já a ocasião de dizer, podia acreditar que o Governo gerisse a entrega de casas a pessoas que precisam por força dos ciclos eleitorais&#8221;, disse.</P><br />
<P>Hugo Soares considerou que &#8220;nem o deputado André Ventura&#8221; seria capaz de fazer tal acusação.</P><br />
<P>&#8220;Não se deve fazer política com populismos nem com falsidades. Estava na altura do deputado José Luís Carneiro, em vez de se andar a atrapalhar nas declarações para tentar justificar aquilo que disse, dissesse só pura e simplesmente aos portugueses: &#8216;eu peço desculpa, enganei-me e não fui verdadeiro&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O líder parlamentar do PSD reiterou que as casas que se referia o líder do PS &#8220;não são habitação&#8221; e &#8220;ainda não estão no uso destinado porque há problemas de protocolo com instituições&#8221;.</P><br />
<P>Sobre a obra do metro visitada, na futura estação de metro da Estrela, Hugo Soares salientou que é &#8220;uma obra que há muito devia estar pronta&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Por vicissitudes várias ainda não pôde acontecer, mas vim cá hoje dar nota à direção do Metro que nós estamos ao lado dela, ao lado dos lisboetas, ao lado daqueles que querem para o país que obras concluam dentro dos prazos e espero poder vir em fevereiro ou março à inauguração&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785858]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pais querem anular exames nacionais após falhas informáticas e lançam petição nacional</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pais-querem-anular-exames-nacionais-apos-falhas-informaticas-e-lancam-peticao-nacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os pais sustentam que os problemas verificados comprometem a confiança no processo de avaliação externa e podem ter consequências diretas no acesso ao ensino superior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um grupo de pais e encarregados de educação dos alunos que realizaram os Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário de 2026 enviou um pedido de intervenção urgente ao ministro da Educação, Ciência e Inovação, à inspetora-geral da Educação e Ciência e ao provedor de Justiça, defendendo a anulação das provas sem prejuízo para os estudantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na <a href="https://peticaopublica.com/?pi=PT131831" target="_blank" rel="noopener">petição</a>, os signatários manifestam “profunda preocupação e indignação” perante as falhas registadas no processo de digitalização e classificação eletrónica dos exames nacionais. Os pais sustentam que os problemas verificados comprometem a confiança no processo de avaliação externa e podem ter consequências diretas no acesso ao ensino superior.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento recorda que o próprio Ministério da Educação, Ciência e Inovação reconheceu, num comunicado divulgado a 03 de julho de 2026, a existência de “dificuldades informáticas no processo de classificação eletrónica dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário”. Segundo o mesmo comunicado, essas dificuldades pressionaram o cumprimento do calendário inicialmente previsto e criaram “uma indesejável imprevisibilidade” num processo descrito como inovador e complexo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para os pais, esta admissão oficial confirma que o sistema não estava suficientemente preparado, testado e estabilizado para ser usado num momento tão decisivo da vida escolar dos alunos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Pais apontam falhas técnicas na digitalização e correção das provas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No pedido enviado às entidades competentes, os encarregados de educação referem testemunhos públicos de professores classificadores e notícias divulgadas por vários órgãos de comunicação social para sustentar que as falhas não foram pontuais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os problemas denunciados estão digitalizações incompletas, ilegíveis ou de má qualidade, itens desaparecidos ou duplicados, respostas atribuídas a classificadores errados, folhas de continuação em falta e casos em que a digitalização não corresponderia à prova entregue pelo aluno.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento refere ainda situações de respostas trocadas entre disciplinas, classificadores a corrigirem provas de matérias que não lecionam e instabilidade da plataforma, incluindo falhas de acesso e perda de progresso durante a correção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma professora classificadora, citada no pedido, defendeu que modernizar é importante, mas que a modernização, quando feita sem testes, correções e aprendizagem com os erros, pode criar mais problemas do que aqueles que pretendia resolver.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na perspetiva dos pais, estas falhas têm natureza estrutural e sistémica, colocando em causa a fiabilidade, a integridade, a transparência e a validade jurídica das classificações atribuídas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Ansiedade, incerteza e impacto nas famílias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os encarregados de educação alertam também para as consequências emocionais do processo. Segundo o documento, muitos alunos vivem agora em ansiedade sobre a correção integral das provas e receiam injustiças que possam alterar médias decisivas para o futuro académico.</p>
<p class="isSelectedEnd">A incerteza sobre a necessidade de pedir cópias das provas ou avançar para reapreciações é apontada como mais um fator de desgaste, afetando o bem-estar mental dos estudantes e a dinâmica familiar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além do impacto emocional, os pais sublinham os prejuízos financeiros resultantes das alterações súbitas ao calendário dos exames. São referidas viagens de férias já marcadas e pagas, bilhetes de avião não reembolsáveis, reservas de alojamento, serviços contratados e férias laborais organizadas de acordo com o calendário escolar inicialmente previsto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para os signatários, estas perdas não podem ser imputadas aos alunos nem às famílias, uma vez que não tiveram qualquer responsabilidade nas falhas informáticas registadas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Pais invocam princípios legais e risco para o acesso ao ensino superior</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O pedido sustenta ainda que as falhas no processo podem levantar questões legais relevantes. Os pais referem uma possível violação do princípio da igualdade, consagrado no artigo 13.º da Constituição, bem como do direito a uma avaliação justa e rigorosa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento invoca também o princípio da confiança legítima, a responsabilidade objetiva do Estado por falhas técnicas e o potencial impacto no direito de acesso ao ensino superior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os encarregados de educação defendem que, perante a impossibilidade de garantir que todas as provas foram corretamente digitalizadas, distribuídas e classificadas, existe um risco real de injustiças irreversíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Anulação dos exames como solução de último recurso</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A principal reivindicação dos pais é que, caso não seja possível aplicar rapidamente outras medidas eficazes, seja adotada a anulação dos Exames Nacionais de 2026 sem qualquer prejuízo para os alunos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O pedido defende que esta solução deve ser acompanhada pela validação das classificações internas como base para o acesso ao ensino superior e por uma garantia escrita de que nenhum estudante será prejudicado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais reclamam também mecanismos de compensação para as famílias que tenham sofrido perdas financeiras devido às alterações inesperadas do calendário, bem como a publicação de um relatório público sobre as falhas do sistema digital.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outra exigência passa por uma revisão profunda do modelo de classificação eletrónica, para assegurar que o sistema só volte a ser usado quando estiver totalmente testado, estabilizado e fiável.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>“Os pais não contestam a modernização”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na conclusão do documento, os encarregados de educação afirmam que não se opõem à modernização do sistema educativo. O que contestam, dizem, é uma implementação que consideram apressada e insuficientemente testada num processo decisivo para os alunos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais defendem que, se não for possível garantir de forma imediata e inequívoca a correção integral e rigorosa das provas, a anulação dos Exames Nacionais de 2026 sem prejuízo para os estudantes será a solução “mais justa, proporcional e juridicamente segura”.</p>
<p>A confiança no sistema educativo, concluem, dependerá da forma como as entidades responsáveis resolverem este problema.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785871]]></sapo:autor>
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		<title>Rendibilidade das empresas sobe para 9,5% no primeiro trimestre, revela Banco de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A rendibilidade das empresas portuguesas aumentou no primeiro trimestre de 2026, mantendo-se em níveis historicamente elevados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A rendibilidade das empresas portuguesas aumentou no primeiro trimestre de 2026, mantendo-se em níveis historicamente elevados. Segundo os dados atualizados da Central de Balanços divulgados pelo Banco de Portugal, a rendibilidade do ativo atingiu 9,5%, mais 0,4 pontos percentuais do que no mesmo período do ano passado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este indicador mede a relação entre os resultados antes de amortizações, depreciações, juros e impostos, conhecidos como EBITDA, e o total do ativo das empresas. A evolução positiva mostra uma melhoria da capacidade das empresas para gerar resultados a partir dos seus ativos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas empresas privadas, a rendibilidade do ativo também subiu para 9,5%. A melhoria foi mais expressiva no comércio e nas sedes sociais, setores onde o indicador avançou 0,9 e 0,7 pontos percentuais, respetivamente.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Comércio melhora margens e impulsiona resultados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No setor do comércio, o aumento da rendibilidade foi explicado pela subida do EBITDA. Esta evolução resultou de um crescimento do volume de negócios superior ao dos gastos, permitindo uma melhoria das margens das empresas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas sedes sociais, o reforço do EBITDA esteve associado à geração de mais-valias decorrentes da venda de participações de capital.</p>
<p class="isSelectedEnd">As empresas públicas também registaram uma evolução favorável. A rendibilidade do ativo subiu para 7,0%, mais 0,7 pontos percentuais do que no primeiro trimestre de 2025, refletindo igualmente a melhoria do EBITDA neste universo empresarial.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Capitais próprios financiam 45,7% do ativo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A estrutura financeira das empresas também melhorou no início do ano. No primeiro trimestre de 2026, a autonomia financeira do total das empresas situou-se em 45,7%, mais 0,4 pontos percentuais do que no período homólogo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este indicador mede o peso do capital próprio no total do ativo. A subida ficou essencialmente a dever-se à incorporação dos resultados do ano corrente nos capitais próprios das empresas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas empresas privadas, a autonomia financeira aumentou para 45,9%, mais 0,3 pontos percentuais face ao primeiro trimestre de 2025. A melhoria foi observada na generalidade dos setores de atividade, com exceção da eletricidade, gás e água.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PME reforçam autonomia financeira</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O comércio voltou a destacar-se também na autonomia financeira, com uma subida de 1,5 pontos percentuais, refletindo a incorporação dos resultados nos capitais próprios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em sentido contrário, o setor da eletricidade, gás e água registou uma descida de 1,6 pontos percentuais. Esta redução resultou de um crescimento do ativo superior ao aumento dos capitais próprios, associado sobretudo a operações de gestão de tesouraria entre empresas do grupo e à emissão de títulos de dívida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas pequenas e médias empresas, a autonomia financeira passou de 45,6% no primeiro trimestre de 2025 para 46,3% no primeiro trimestre deste ano. Já nas grandes empresas houve uma ligeira descida, de 41,1% para 41,0%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas empresas públicas, a autonomia financeira também aumentou, passando de 35,8% para 36,7%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Peso dos financiamentos no ativo recua para 26,6%</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Considerando o conjunto das empresas, os financiamentos obtidos representavam 26,6% do total do ativo no primeiro trimestre de 2026. O valor corresponde a uma descida de 0,3 pontos percentuais face ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta redução deveu-se ao facto de o ativo das empresas ter crescido mais do que os financiamentos obtidos, diminuindo assim o peso relativo da dívida no balanço.</p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução aponta para uma estrutura financeira ligeiramente mais equilibrada, com maior peso dos capitais próprios e menor dependência relativa de financiamento externo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Custo do financiamento baixa para 4,3%</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O custo dos financiamentos obtidos pelas empresas continuou a diminuir. No primeiro trimestre de 2026, fixou-se em 4,3%, abaixo dos 4,8% registados no mesmo período de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">A descida refletiu a tendência de redução das taxas de juro iniciada em meados de 2024. Segundo os dados divulgados, esta redução foi transversal a todos os setores de atividade e a todas as classes de dimensão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também a cobertura dos gastos de financiamento melhorou. Este indicador, que mede quantas vezes o EBITDA gerado pelas empresas supera os respetivos gastos de financiamento, subiu de 7,0 para 8,2.</p>
<p>A melhoria resulta de dois fatores combinados: o aumento do EBITDA e a redução dos gastos com financiamento. A evolução foi igualmente transversal a setores e dimensões empresariais, sinalizando menor pressão financeira sobre as empresas portuguesas no arranque de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785860]]></sapo:autor>
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		<title>Europa aquece duas vezes mais depressa do que o resto do planeta: “É evidência científica”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde meados da década de 1990, o continente regista uma subida média de 0,56 ºC por década.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Europa continua a aquecer a um ritmo muito superior ao resto do planeta. Desde meados da década de 1990, o continente regista uma subida média de 0,56 ºC por década, uma evolução que confirma os alertas de organismos internacionais e reforça a preocupação com o aumento das ondas de calor, dos fenómenos extremos e dos impactos na saúde pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, voltou a sublinhar que a Europa é o continente que aquece mais depressa, ao dobro da média global. O aviso surge num verão marcado por temperaturas extremas, noites tropicais e dificuldades evidentes em adaptar infraestruturas e serviços públicos a episódios prolongados de calor acima dos 40 ºC.</p>
<p class="isSelectedEnd">A vaga de calor que atingiu a Europa no arranque do verão de 2026 expôs problemas que vão dos transportes às habitações, passando pela falta de sistemas de arrefecimento em vários espaços públicos e privados. Para países habituados a temperaturas mais elevadas, como Espanha, o fenómeno pode parecer menos inesperado, mas os dados mostram que a escala e a velocidade da mudança já colocam o continente perante um novo cenário climático.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Porque está a Europa a aquecer mais depressa?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório European State of the Climate, do Serviço de Alterações Climáticas Copernicus, aponta vários fatores que ajudam a explicar a aceleração do aquecimento europeu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos principais está relacionado com as alterações nos padrões atmosféricos. A circulação do ar tem sofrido variações que favorecem ondas de calor mais frequentes, mais longas e mais intensas. O resultado é um aumento dos dias de stress térmico, com impactos ambientais, económicos e sociais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jorge Olcina, especialista em climatologia e doutor em Geografia, considera esta evolução especialmente preocupante. O investigador alerta que as ondas de calor extremas já chegaram, em 2025, a regiões que vão do Mediterrâneo ao Círculo Polar Ártico, mostrando que o fenómeno deixou de estar limitado às zonas tradicionalmente mais quentes.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Menos poluição também pode aumentar a radiação solar à superfície</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Outro fator apontado pelo relatório é a redução de determinados aerossóis presentes na atmosfera. À primeira vista, pode parecer contraditório, mas alguns destes elementos ajudam a refletir parte da radiação solar antes de esta chegar à superfície.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com as políticas antipoluição, a presença destes aerossóis tem diminuído, o que pode contribuir para maior aquecimento à superfície. Ainda assim, isso não significa que a poluição deva ser mantida. Pelo contrário: os gases com efeito de estufa continuam a ter efeitos graves no clima e na saúde pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Linares, codiretora da Unidade de Referência em Alterações Climáticas, Saúde e Meio Ambiente Urbano, lembra que a poluição atmosférica está associada, no curto prazo, ao aumento de internamentos urgentes por doenças respiratórias, circulatórias e neurológicas. Também há ligação a internamentos por doenças mentais e comportamentais, partos prematuros e baixo peso à nascença.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Menos neve significa mais calor acumulado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A diminuição da camada de neve na Europa é outro elemento relevante. Com menos neve, reduz-se o albedo, isto é, a capacidade de refletir radiação solar de volta para o espaço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando há menos superfície branca a refletir luz, a terra absorve mais energia e aquece mais. Este mecanismo acelera o aquecimento em várias regiões e reforça a tendência de temperaturas mais elevadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proximidade da Europa ao Ártico também pesa. O Ártico está a aquecer mais depressa do que outras regiões do planeta, com perda acelerada de gelo no Polo Norte. Jorge Olcina sublinha que o hemisfério norte tem sido uma das zonas que mais aqueceu desde 2020, o que ajuda a explicar a pressão adicional sobre o continente europeu.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Espanha está na linha da frente do ar quente sahariano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No caso de Espanha, a localização geográfica torna o país particularmente exposto. Jorge Olcina descreve Espanha como uma zona de fronteira entre massas de ar polar, cada vez menos frias, e massas de ar saharianas, cada vez mais quentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O país funciona como porta de entrada do ar quente do Sara para a Europa. Ao mesmo tempo, está numa região afetada pela expansão das células subtropicais para norte, um fenómeno que altera o equilíbrio atmosférico e contribui para temperaturas mais elevadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O resultado é um país menos confortável do ponto de vista térmico, com precipitação mais irregular e fenómenos extremos mais frequentes. Para Olcina, Espanha já tem hoje um clima claramente diferente daquele que tinha há 30 ou 40 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O especialista é taxativo: os dados das séries climáticas dos observatórios espanhóis confirmam a tendência. “Estamos perante uma evidência científica, não perante uma crença”, afirma.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Mediterrâneo também está a aquecer rapidamente</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Mediterrâneo é outro dos pontos críticos. Segundo Jorge Olcina, trata-se de um dos mares que mais aqueceu no mundo nas últimas quatro décadas, com uma subida de 1,5 ºC desde 1982.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este aquecimento contribui para a perda de conforto térmico nos países ribeirinhos. No centro do verão, a bacia mediterrânica assume características cada vez mais tropicais, com temperaturas da água que podem atingir 28 ºC ou 29 ºC durante vários dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A temperatura mais elevada do mar intensifica a sensação de calor, altera padrões meteorológicos e pode favorecer fenómenos atmosféricos mais extremos. Também reforça os riscos ambientais e sanitários associados a ecossistemas em rápida transformação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Calor extremo aumenta mortes e internamentos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O aquecimento da Europa tem consequências diretas na saúde pública. As ondas de calor estão a tornar-se mais longas, mais frequentes e mais intensas, aumentando a mortalidade e a morbilidade, sobretudo entre as populações mais vulneráveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Linares lembra que o aquecimento global e as temperaturas extremas registadas nos meses de verão estão associadas a 95% das mortes relacionadas com fatores meteorológicos. Em 2024, mais de 62 mil mortes na Europa foram atribuídas ao calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Espanha, a mortalidade atribuível às ondas de calor entre 2015 e 2024 foi de 2.400 mortes por ano. Estes números mostram que o calor extremo já não é apenas um desconforto sazonal, mas um problema de saúde pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas elevadas também agravam a poluição atmosférica, especialmente em ambientes urbanos. Estudos recentes realizados em Espanha estimam que todos os anos ocorram mais de 60 mil internamentos urgentes relacionados com a poluição atmosférica, com maior incidência do dióxido de azoto, do ozono troposférico e das partículas em suspensão.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Alterações climáticas exigem resposta multifatorial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O calor, a poluição e a degradação ambiental estão interligados. Cristina Linares alerta que o aquecimento global pode intensificar secas, aumentar a frequência de incêndios florestais, elevar o risco de doenças transmitidas pela água e pelos alimentos e favorecer doenças transmitidas por vetores como mosquitos e carraças.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, os planos de adaptação e prevenção têm de ser multifatoriais. A resposta ao calor extremo não pode limitar-se a alertas meteorológicos: deve envolver saúde pública, urbanismo, transportes, habitação, proteção civil e políticas ambientais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jorge Olcina rejeita ainda a ideia de que o atual processo de alterações climáticas seja apenas mais uma variação natural do clima. O especialista lembra que o clima sempre mudou, mas sublinha que o desequilíbrio atual no balanço energético do planeta está cada vez mais associado à presença de gases com efeito de estufa de origem humana.</p>
<p>A conclusão dos especialistas é clara: a Europa está a aquecer rapidamente, os impactos já são visíveis e a adaptação tornou-se urgente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785854]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas debate sistema fronteiriço da UE com setor da aviação e países após críticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:14:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia vai promover na terça-feira uma reunião técnica com a indústria da aviação, após queixas do setor sobre o novo Sistema de Entrada/Saída das fronteiras externas da União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia vai promover na terça-feira uma reunião técnica com a indústria da aviação, após queixas do setor sobre o novo Sistema de Entrada/Saída das fronteiras externas da União Europeia (UE).</p>
<p>&#8220;Tendo em conta a aproximação do verão, convocámos uma reunião com a indústria da aviação, que terá lugar amanhã [na terça-feira]. Será uma reunião de natureza técnica, envolvendo responsáveis da Direção-Geral dos Assuntos Internos&#8221;, disse hoje o porta-voz da tutela, Markus Lammert, na conferência de imprensa diária do executivo comunitário, em Bruxelas.</p>
<p>&#8220;Paralelamente, o comissário [dos Assuntos Internos] Magnus Brunner está a intensificar os contactos com os ministros dos Estados-membros mais diretamente envolvidos, para avaliar que tipo de apoio adicional poderá ser necessário&#8221;, acrescentou o responsável.</p>
<p>A posição surge numa altura de maior pressão sobre a implementação do SES, agravada pelo aumento do fluxo de passageiros durante o verão.</p>
<p>O novo sistema, que substitui o carimbo manual no passaporte pelo registo digital e biométrico de viajantes de países terceiros, tem provocado longas filas em alguns aeroportos europeus, incluindo o de Lisboa.</p>
<p>&#8220;Acompanhamos com muita atenção o funcionamento do novo sistema na prática e estão a ser envidados todos os esforços para limitar o impacto sobre os viajantes provenientes de países terceiros. Na maioria dos aeroportos da União Europeia, esse impacto é, de facto, reduzido&#8221;, apontou Magnus Brunner, sem precisar.</p>
<p>De acordo com o porta-voz dos Assuntos Internos, &#8220;a Comissão Europeia tem vindo a apoiar continuamente os Estados-membros na resposta aos desafios que surgiram e esse apoio continuará a ser prestado na máxima medida possível&#8221;.</p>
<p>&#8220;Neste momento, compreendemos que muitos dos problemas verificados em determinados aeroportos não decorrem propriamente do sistema SES, mas antes de dificuldades estruturais que já existiam antes da sua implementação&#8221;, adiantou, referindo-se à falta de pessoal, insuficiência das infraestruturas, escassez de espaço para instalar os novos equipamentos tecnológicos e limitações da capacidade aeroportuária.</p>
<p>A posição surge quase uma semana depois de associações representativas de companhias aéreas e aeroportos europeus terem pedido à Comissão Europeia a suspensão do novo sistema de controlo de fronteiras da UE durante o verão, alegando que a medida está a provocar esperas de até cinco horas nos aeroportos e a causar uma &#8220;pressão insustentável&#8221;.</p>
<p>Em respostas a estas associações &#8212; o Conselho Internacional de Aeroportos (ACI), a Airlines for Europe (A4E) e a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, em inglês) &#8211;, o comissário europeu da tutela assegurou, sem especificar, que a Comissão Europeia &#8220;vai agora redobrar os esforços para ajudar os Estados-membros que continuam a enfrentar dificuldades&#8221;.</p>
<p>Cerca de 1.100 pessoas entre 110 milhões de registos foram sinalizadas como um perigo para a UE desde a entrada em vigor do novo Sistema de Entrada/Saída das fronteiras externas do espaço comunitário, em outubro.</p>
<p>Nestes oito meses de operação, em que se registaram mais de dois milhões de movimentos por semana, foi também rejeitada a entrada na UE a 44 mil pessoas.</p>
<p>O SES é um sistema digital para registar eletronicamente a entrada e saída de cidadãos de países terceiros no espaço de livre circulação Schengen, substituindo os carimbos manuais por registos biométricos e digitais.</p>
<p>Entrou plenamente em funcionamento a 10 de abril de 2026 e foi lançado a 12 de outubro de 2025, abrangendo cerca de 1.500 postos de passagem de fronteira, distribuídos por 29 países de Schengen.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785841]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exposição internacional destaca papel da China na transformação das cadeias de suprimentos globais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exposicao-internacional-destaca-papel-da-china-na-transformacao-das-cadeias-de-suprimentos-globais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:11:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[A 4.ª Exposição Internacional de Cadeias de Suprimentos da China reuniu, em Beijing, mais de 1.200 empresas de 85 países e regiões, evidenciando o papel crescente da inovação e da digitalização na evolução das cadeias globais de abastecimento. O evento reforçou a posição da China como um dos principais polos de cooperação industrial e tecnológica a nível mundial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A 4.ª Exposição Internacional de Cadeias de Suprimentos da China reuniu, em Beijing, mais de 1.200 empresas de 85 países e regiões, evidenciando o papel crescente da inovação e da digitalização na evolução das cadeias globais de abastecimento. O evento reforçou a posição da China como um dos principais polos de cooperação industrial e tecnológica a nível mundial.</strong></p>
<p>A 4.ª Exposição Internacional de Cadeias de Suprimentos da China (CISCE) decorreu entre 22 e 26 de junho, em Beijing, reunindo um número recorde de participantes. Estiveram representadas mais de 1.200 empresas provenientes de 85 países e regiões, incluindo multinacionais, empresas líderes dos seus setores e grupos integrantes da lista Fortune Global 500.</p>
<p>De acordo com os organizadores, as empresas estrangeiras representaram 36,5% do total de expositores, enquanto mais de 65% dos participantes correspondiam a grandes empresas internacionais ou líderes de mercado.</p>
<p>A edição deste ano destacou-se pela forte aposta na inovação tecnológica e na digitalização das cadeias de suprimentos. Entre as novidades esteve a criação de uma Zona Especial dedicada à Inteligência Artificial, bem como o reforço da Área de Cadeias de Inovação. A anterior área dedicada à tecnologia digital foi igualmente ampliada e transformada numa plataforma focada na inteligência digital.</p>
<p>Ao longo da exposição, foram apresentadas diversas soluções tecnológicas avançadas, incluindo robôs humanoides, aplicações de inteligência artificial e sistemas de automação destinados a melhorar a eficiência e a resiliência das cadeias de abastecimento.</p>
<p>Durante o evento foi também divulgado o Relatório sobre a Promoção das Cadeias de Suprimentos Globais, que indica uma evolução positiva dos índices de conectividade, inovação, resiliência e cooperação internacional entre 2018 e 2025. O documento destaca o papel crescente da China na promoção da integração económica e industrial à escala global.</p>
<p>Representantes de várias empresas multinacionais sublinharam as vantagens competitivas da cadeia de suprimentos chinesa, destacando a dimensão do mercado, a abrangência da estrutura industrial e a capacidade de resposta do ecossistema produtivo do país.</p>
<p>A capacidade de inovação foi apontada como um dos principais fatores diferenciadores. Wang Hao, presidente da Siemens Healthineers para a Grande China, referiu que as equipas chinesas desempenham um papel relevante no desenvolvimento de tecnologias fundamentais incorporadas em produtos utilizados a nível internacional.</p>
<p>Também representantes da Tesla destacaram a importância da China na estratégia global da empresa, salientando o contributo da Gigafábrica de Xangai e da capacidade industrial chinesa para o desenvolvimento e produção de veículos elétricos destinados aos mercados internacionais.</p>
<p>Num contexto internacional marcado pelo aumento do protecionismo e por desafios geopolíticos, vários participantes defenderam que a cadeia de suprimentos chinesa continua a desempenhar um papel estabilizador no comércio mundial, contribuindo para a continuidade das operações industriais e para o equilíbrio das cadeias globais de abastecimento.</p>
<p>Entre os participantes esteve igualmente uma delegação da Nicarágua. Laureano Ortega Murillo, assessor presidencial daquele país, afirmou que a cooperação com a China na área das cadeias de suprimentos tem contribuído para o aprofundamento das relações económicas bilaterais e para o desenvolvimento de novos projetos conjuntos.</p>
<p>A conclusão da quarta edição da CISCE reforçou a importância da cooperação internacional em matéria de produção, logística e inovação tecnológica. À medida que a transformação digital e a inteligência artificial ganham protagonismo, a China procura consolidar o seu papel como plataforma de ligação entre mercados, contribuindo para o fortalecimento e modernização das cadeias de suprimentos globais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785838]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Europa quer competir com o mundo — mas primeiro tem de resolver salários, energia e custo de vida</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/europa-deve-apostar-em-infraestruturas-equilibrio-custo-de-vida-e-sustentabilidade-especialistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento em infraestruturas, equilíbrio do custo de vida e sustentabilidade são prioridades para a competitividade europeia apontadas hoje pelos presidentes dos três grupos do Comité Económico Social Europeu que representam patrões, trabalhadores e sociedade civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investimento em infraestruturas, equilíbrio do custo de vida e sustentabilidade são prioridades para a competitividade europeia apontadas hoje pelos presidentes dos três grupos do Comité Económico Social Europeu que representam patrões, trabalhadores e sociedade civil.</p>
<p>&#8220;Temos de ter empresas na Europa que criem valores para a Europa&#8221;, afirmou Sandra Parthie (empregadores), quando questionada sobre competitividade, quando falava na mesa redonda &#8220;Made in UE: competitive, social and sustainable&#8221; [Fabricado na UE: competitivo, social e sustentável], no âmbito do seminário Connecting UE, organizado pelo Comité Económico e Social Europeu [European Economic and Social Committee (EESC), em Sófia.</p>
<p>Para se ter empresas &#8220;made in Europe&#8221; significa &#8220;condições para investir, escalar, contratar&#8221; e crescer e &#8220;infelizmente não é onde estamos agora&#8221;, acrescentou Sandra Parthie, no primeiro dia do seminário que decorre até terça-feira na Universidade de Sofia, com o tema &#8220;Em defesa dos valores europeus: o poder da sociedade civil&#8221; [In defence of european values: The power of civil society].</p>
<p>A responsável apontou que há empresas europeias a relocalizarem-se para fora da Europa, o que dificulta o objetivo.</p>
<p>Para Sandra Parthie, empresas mais competitivas geram melhores salários e melhores condições de trabalho e contribuem para a política verde, &#8220;mas primeiro têm de dar lucro&#8221;.</p>
<p>Instada a apontar a prioridade, apontou o investimento em infraestruturas, enfatizando as áreas de telecomunicações e energia, que são a &#8220;espinha dorsal&#8221;.</p>
<p>Se a inteligência artificial (IA) arrancar na União Europeia &#8220;é preciso ter boas telecomunicações&#8221; e uma relação eficiente com a energia, tendo &#8220;mais energia renovável&#8221;, salientou.</p>
<p>&#8220;Temos de ter a base para desenvolver tudo&#8221;, rematou.</p>
<p>Para Florian Mario, que representa os trabalhadores, duas coisas que não são competitividade são a &#8220;inequalidade&#8221; e os &#8220;trabalhos precários&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não se consegue concorrer [&#8230;] com salários precários&#8221;, reforçou, apontando que é necessário &#8220;condições de trabalho previsíveis&#8221;, acrescentou Florian Mario, que se manifestou contra a redução de salários e de direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Sobre o papel dos direitos dos trabalhadores, o responsável, que é romeno, disse que é &#8220;como numa relação&#8221; quando se tem &#8220;diferentes expectativas&#8221;.</p>
<p>Florian Mario sublinhou que &#8220;os sindicatos não estão contra a produtividade e a concorrência&#8221;.</p>
<p>A grande questão é &#8220;o que estamos a fazer com essa produtividade? Como vai ser partilhado o valor acrescentado que é feito na UE&#8221;.</p>
<p>O presidente do grupo que representa os trabalhadores defendeu a necessidade de consolidar a &#8220;solidariedade&#8221; na Europa e &#8220;não deixar ninguém para trás&#8221;.</p>
<p>Como prioridade, elencou o custo de vida: &#8220;Sou da Roménia&#8221; e atualmente mais de 20% da população &#8220;está a trabalhar noutros países, temos de ter um equilíbrio do custo de vida e temos de ter acesso a serviços públicos e habitação&#8221;.</p>
<p>Porque se tal não acontecer os cidadãos &#8220;não defendem a democracia porque não criamos condições para lutarem pela UE&#8221;, rematou.</p>
<p>Por sua vez, Cillian Lohan, que representa as organizações da sociedade civil, apontou a importância da sustentabilidade e considerou que, em primeiro lugar, é preciso ver quais são as necessidades das sociedades.</p>
<p>Elencou a destruição de habitats, as alterações climáticas e o problema migratório que vai continuar porque está tudo intrinsecamente ligado.</p>
<p>Nesse sentido, defendeu &#8220;mudanças na forma&#8221; como se aborda o problema e, às vezes, &#8220;é melhor fazer algo diferente do que todos os outros estão a fazer&#8221;</p>
<p>Cillian Lohan considerou que é preciso haver uma liderança &#8220;com uma direção clara&#8221;, até porque neste momento o mundo enfrenta falta de confiança na democracia e nas organizações.</p>
<p>*** A Lusa viajou a convite do European Economic and Social Committee ***</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785837]]></sapo:autor>
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		<title>Hamas dissolve governo em Gaza e entrega poder a comité de tecnocratas de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:02:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Decisão enquadra-se no plano de paz promovido pela administração americana de Donald Trump, assinado em outubro de 2025 entre Israel e o movimento islamista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hamas anunciou a dissolução da estrutura governativa que administrava a Faixa de Gaza, abrindo caminho à transferência de poderes para um comité palestiniano de tecnocratas liderado por Ali Shaath: a decisão enquadra-se no plano de paz promovido pela administração americana de Donald Trump, assinado em outubro de 2025 entre Israel e o movimento islamista.</p>
<p>A medida representa um passo relevante na reorganização política e administrativa de Gaza, território controlado pelo Hamas desde 2007. Segundo o &#8216;Jerusalem Post&#8217;, o movimento anunciou que o chefe do Comité de Emergência apresentou a demissão, num primeiro passo para dissolver o organismo que funcionava como Governo de facto na Faixa de Gaza.</p>
<p>O objetivo é permitir a entrada e a tomada de posse da Comissão Nacional para a Administração de Gaza, também conhecida como comité de tecnocratas. Esta estrutura será liderada por Ali Shaath e deverá assumir competências administrativas no enclave, num modelo previsto no plano de paz apoiado pelos Estados Unidos.</p>
<p><strong>O que é este comité?</strong></p>
<p>O comité de tecnocratas foi concebido como uma estrutura palestiniana de transição, sem filiação partidária formal, destinada a administrar Gaza durante a fase seguinte ao acordo de cessar-fogo. A sua missão passa pela gestão de serviços públicos, reconstrução, ajuda humanitária e recuperação de infraestruturas essenciais, incluindo eletricidade, água, saúde e educação.</p>
<p>Ali Shaath, engenheiro civil e antigo responsável ligado ao planeamento e à administração palestiniana, foi escolhido para liderar esta comissão. A sua nomeação foi apresentada como parte da tentativa de colocar a governação de Gaza nas mãos de uma equipa técnica, capaz de coordenar a reconstrução e os serviços básicos sem representar formalmente as fações políticas palestinianas.</p>
<p><strong>O que muda em Gaza?</strong></p>
<p>Na prática, a decisão retira ao Hamas a administração civil direta da Faixa de Gaza, pelo menos no quadro previsto pelo plano de paz. O movimento continuará, no entanto, sob forte pressão internacional devido ao tema do desarmamento, que permanece um dos pontos mais difíceis da aplicação do acordo.</p>
<p>O plano de paz de Trump previa que Gaza fosse governada temporariamente por um comité palestiniano tecnocrático e apolítico, sob supervisão internacional, enquanto avançassem a reconstrução, a ajuda humanitária e a estabilização do território. O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, em novembro de 2025, uma resolução apoiada pelos Estados Unidos que endossou elementos centrais desse plano.</p>
<p><strong>Para que serve esta transição?</strong></p>
<p>A transição pretende criar uma administração capaz de gerir Gaza sem o controlo direto do Hamas, responder à emergência humanitária e organizar a reconstrução do território depois da guerra. A comissão liderada por Ali Shaath deverá coordenar áreas críticas como saúde, educação, habitação, água, energia e assistência à população deslocada.</p>
<p>Ainda assim, o processo continua rodeado de incertezas. A aplicação plena do plano depende de fatores políticos, militares e diplomáticos, incluindo a posição de Israel, o papel dos mediadores internacionais, o financiamento da reconstrução e a questão do desarmamento do Hamas.</p>
<p>A dissolução da estrutura governativa do Hamas em Gaza marca, por isso, uma mudança simbólica e administrativa importante, mas não encerra as principais interrogações sobre o futuro do enclave. A partir de agora, a atenção estará centrada na capacidade do comité de tecnocratas para assumir funções no terreno e na forma como Israel, os Estados Unidos, os mediadores regionais e as fações palestinianas vão lidar com esta nova fase.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785832]]></sapo:autor>
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		<title>José Júlio Alferes reeleito Diretor da NOVA FCT para novo mandato até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 10:58:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[NOVA FCT]]></category>
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					<description><![CDATA[José Júlio Alferes foi reeleito diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT) para o mandato 2026-2030, renovando por mais quatro anos a liderança da instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>José Júlio Alferes foi reeleito diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT) para o mandato 2026-2030, renovando por mais quatro anos a liderança da instituição.</p>
<p>Aos 59 anos, José Júlio Alferes inicia assim um segundo mandato à frente da NOVA FCT, com uma estratégia centrada no reforço da investigação científica, da qualidade da formação e da ligação da instituição à sociedade e ao tecido empresarial.</p>
<p>&#8220;O objetivo é destacar e reforçar a qualidade da investigação, a excelência da formação dos seus diplomados e a forte ligação à sociedade e ao tecido económico&#8221;, afirmou o diretor reeleito.</p>
<p>O programa de ação para os próximos quatro anos tem como lema &#8220;Uma Escola onde se constrói o futuro – Ciência e Engenharia para os desafios do futuro, num campus vivo, internacional e sustentável&#8221; e aposta na consolidação da identidade da Faculdade, assente na interdisciplinaridade entre Ciência, Engenharia e Tecnologia, na forte componente laboratorial e na proximidade entre docentes, estudantes e trabalhadores.</p>
<p>Entre as prioridades definidas para o novo mandato está também a adaptação da instituição aos desafios da transformação tecnológica, da digitalização e do crescimento da inteligência artificial, bem como às mudanças económicas e geopolíticas.</p>
<p>José Júlio Alferes defende que a NOVA FCT deve afirmar-se &#8220;cada vez mais como uma grande escola europeia de Ciência e Engenharia&#8221;, conciliando ensino de excelência, investigação científica com impacto internacional, inovação tecnológica e uma forte ligação à sociedade, sem perder a identidade académica que caracteriza a instituição.</p>
<p>O responsável destaca ainda o potencial estratégico da localização da Faculdade, enquadrada no desenvolvimento do Almada Innovation District e na crescente centralidade da Península de Setúbal. Segundo o diretor, os investimentos previstos em residências universitárias, novas infraestruturas de inovação e transferência de tecnologia, como o NOVA_i4SF e o NOVA TechSphere, bem como a instalação de empresas e atividades de investigação e desenvolvimento no campus, deverão contribuir para tornar a instituição mais internacional, dinâmica e integrada com o tecido científico e empresarial.</p>
<p>Na área da formação, a equipa liderada por José Júlio Alferes pretende avançar com uma reestruturação da oferta educativa, sobretudo ao nível dos mestrados, para aumentar a capacidade de atração de estudantes nacionais e internacionais. O reforço da participação em projetos de investigação e inovação, bem como da transferência de tecnologia e do desenvolvimento de ecossistemas de inovação, integra igualmente as metas definidas para o novo mandato.</p>
<p>Licenciado em Engenharia Informática pela NOVA FCT em 1989 e doutorado em Informática – Inteligência Artificial em 1993, José Júlio Alferes desenvolveu parte da sua carreira na Universidade de Évora, onde criou a licenciatura e o Departamento de Informática. Regressou à NOVA FCT em 2000, tendo desempenhado diversos cargos de gestão académica, incluindo presidente do Departamento de Informática, diretor do Centro de Inteligência Artificial, subdiretor da Faculdade, pró-reitor e vice-reitor da Universidade NOVA de Lisboa, antes de assumir a direção da Faculdade em 2022. Em 2012 foi distinguido como Fellow da European Association for Artificial Intelligence.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785827]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MG entra em campo na Liga Portugal como Parceira Oficial de Mobilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 10:53:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parceria foi anunciada pela Liga Portugal e pela MG Portugal e vai permitir à marca acompanhar as competições profissionais ao longo da próxima temporada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MG é a nova Parceira Oficial de Mobilidade da Liga Portugal para a época 2026/27, num acordo que integra a marca automóvel no ecossistema do futebol profissional português.</p>
<p>A parceria foi anunciada pela Liga Portugal e pela MG Portugal e vai permitir à marca acompanhar as competições profissionais ao longo da próxima temporada, reforçando a sua presença no mercado nacional e a ligação a uma das áreas com maior visibilidade junto dos adeptos.</p>
<p>Enquanto Parceira Oficial de Mobilidade, a MG marcará presença nas competições organizadas pela Liga Portugal, contribuindo para assegurar soluções de mobilidade adaptadas às exigências de uma organização moderna, dinâmica e orientada para a inovação.</p>
<p>O acordo assenta também em valores como eficiência e sustentabilidade, associando uma marca com mais de um século de história a uma competição que a Liga Portugal considera cada vez mais valorizada, inovadora e próxima dos adeptos.</p>
<p><strong>Liga destaca capacidade de atrair marcas internacionais</strong></p>
<p>Bernardo Azevedo, diretor-geral da Liga Comercial, afirma que a entrada da MG confirma a capacidade do futebol profissional português para atrair parceiros relevantes e com ambição de crescimento.</p>
<p>“É com enorme satisfação que acolhemos a MG na família da Liga Portugal. A entrada de uma marca com reconhecimento internacional e uma ambição clara de crescimento no mercado português confirma a capacidade do Futebol Profissional em atrair parceiros relevantes, que encontram nas nossas competições uma plataforma privilegiada de proximidade com os adeptos e de afirmação dos seus valores”, refere.</p>
<p>O responsável acrescenta que contar com a MG como Parceira Oficial de Mobilidade representa “mais um passo na valorização” do produto da Liga Portugal e na consolidação de relações estratégicas de longo prazo.</p>
<p><strong>MG quer crescer em Portugal com ligação ao futebol</strong></p>
<p>Do lado da MG Motor Portugal, Ricardo Lotra, Head of Sales &#038; Network Development, sublinha que a marca vê na Liga Portugal um palco privilegiado para reforçar a sua notoriedade e proximidade com os consumidores.</p>
<p>“Na MG gostamos de desafiar o convencional. Foi assim que reinventámos uma marca com mais de um século de história e é com essa mesma ambição que queremos crescer em Portugal”, afirma.</p>
<p>O responsável destaca ainda a dimensão emocional do futebol português, apontando a Liga Portugal como um espaço que reúne “paixão, emoção e milhões de pessoas” em torno de uma experiência comum.</p>
<p><strong>Mais do que mobilidade, presença num palco de grande visibilidade</strong></p>
<p>Para a MG, a parceria vai além da disponibilização de soluções de mobilidade. A marca pretende associar-se à energia e à proximidade geradas pelo futebol profissional, numa fase em que procura consolidar a sua posição no mercado português.</p>
<p>“Mais do que garantir mobilidade, queremos fazer parte desta energia, desta proximidade e desta vontade constante de evoluir. Estamos muito orgulhosos por iniciar esta parceria e certos de que será o início de uma história de sucesso para ambos”, acrescenta Ricardo Lotra.</p>
<p>A parceria com a MG reforça a estratégia da Liga Portugal de se associar a marcas nacionais e internacionais de referência, com o objetivo de contribuir para o crescimento sustentado do futebol profissional e para a construção de uma Liga mais atrativa, moderna e relevante.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785820]]></sapo:autor>
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		<title>Nem TikTok nem IA chegam para convencer: Geração Z é a menos confiável para arranjar carros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 10:47:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conclusão é de uma nova investigação internacional da 'Auto Trader', que analisou a perceção dos automobilistas sobre as capacidades de diferentes gerações debaixo do capot]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Geração X é a que mais confiança inspira aos condutores quando o assunto é manutenção automóvel, especialmente em tarefas práticas como trocar um pneu. A conclusão é de uma nova investigação internacional da &#8216;<a href="https://www.autotrader.co.uk/cars/sell-my-car/which-generation-best-car-maintenance/" target="_blank" rel="noopener">Auto Trader</a>&#8216;, que analisou a perceção dos automobilistas sobre as capacidades de diferentes gerações debaixo do capot.</p>
<p>O estudo, realizado junto de mais de 3.000 condutores em 15 países, procurou perceber de que forma a idade e a experiência influenciam a confiança em tarefas de manutenção, desde pequenas reparações até à capacidade de resolver problemas à beira da estrada.</p>
<p>A Geração X, que engloba atualmente condutores entre os 46 e os 61 anos, surge como a mais confiável a nível global. Segundo a investigação, 57% dos inquiridos dizem que confiariam mais nesta geração para trocar um pneu, enquanto 58% consideram que é também a mais competente em manutenção automóvel de forma geral.</p>
<p><strong>Geração X domina quase todos os países</strong></p>
<p>Os Estados Unidos são o país onde a confiança na Geração X é mais expressiva: 67% dos condutores dizem que escolheriam alguém desta geração para trocar um pneu. A &#8216;Auto Trader&#8217; associa este resultado à diversidade das condições de condução no país, dos invernos rigorosos do Midwest às autoestradas em zonas desérticas, onde o conhecimento prático de mecânica pode fazer diferença.</p>
<p>Portugal surge logo a seguir, com 64% dos condutores a apontarem a Geração X como a mais confiável para este tipo de tarefa. Os Países Baixos ficam nos 63%, Espanha e Irlanda nos 62% e o Reino Unido nos 61%.</p>
<p>A tendência é praticamente transversal aos países analisados. A única exceção é a África do Sul, onde os Millennials surgem como a geração mais confiável, com 46%, embora a Geração X continue a obter um resultado relevante.</p>
<p><strong>Geração Z fica no fundo da tabela</strong></p>
<p>No extremo oposto está a Geração Z. A nível global, apenas 2% dos condutores confiam mais nos jovens entre os 14 e os 29 anos para trocar um pneu. Em países como Portugal, Reino Unido, Estados Unidos e Austrália, a confiança pública nesta geração desce mesmo para 0%.</p>
<p>O contraste torna-se mais evidente quando se compara a perceção externa com a autoconfiança dos próprios jovens. No Reino Unido, 43% dos condutores da Geração Z dizem sentir-se confiantes para trocar um pneu, mas a confiança pública neles é nula. Em Portugal, o padrão repete-se: 41% dos jovens afirmam confiar nas suas capacidades, mas o reconhecimento dos restantes condutores fica nos 0%.</p>
<p>Ainda assim, a &#8216;Auto Trader&#8217; sublinha que a Geração Z não está necessariamente afastada da manutenção automóvel. Entre os jovens que já tentaram uma reparação, a maioria garante não ter agravado o problema: 88% em Itália, 86% no Reino Unido e 85% nos Países Baixos dizem ter conseguido intervir sem piorar a situação.</p>
<p><strong>A confiança também se aprende online</strong></p>
<p>A investigação mostra ainda uma mudança clara na forma como as novas gerações procuram conhecimento sobre manutenção automóvel. Em quase todos os países analisados, a Geração Z lidera no recurso às redes sociais, ao YouTube e ao TikTok para obter instruções e conselhos sobre o carro.</p>
<p>No Reino Unido, 89% dos condutores da Geração Z dizem recorrer a plataformas digitais para aconselhamento sobre manutenção automóvel. Nos Estados Unidos e na Alemanha, essa liderança passa para os Millennials, com 76% e 67%, respetivamente.</p>
<p>A inteligência artificial começa também a entrar neste território. No Reino Unido, 86% dos condutores da Geração Z dizem que usariam ferramentas de IA para orientação em manutenção automóvel, acima da média global de 65%. Em países como Estados Unidos, Itália e Grécia, é a Geração X que mais recorre à IA para apoio neste tipo de tarefas.</p>
<p><strong>Quem sobrestima mais os seus conhecimentos?</strong></p>
<p>Quando a pergunta é qual a geração que mais sobrestima os seus conhecimentos automóveis, as respostas dividem-se. A nível global, os Millennials surgem ligeiramente à frente, com 26%, seguidos pela Geração Z, com 25%, pela Geração X, com 24%, e pelos Baby Boomers, com 23%.</p>
<p>Nos países de língua inglesa, a tendência é apontar mais para a Geração Z. No Canadá, 32% dos inquiridos consideram que os jovens são os que mais exageram nas próprias capacidades, enquanto Reino Unido, Irlanda e Polónia registam 30%.</p>
<p>Já no sul da Europa e na África do Sul, a perceção é diferente. Nesses mercados, a etiqueta de sobreconfiança recai sobretudo sobre a Geração X. Na África do Sul, 38% dos inquiridos consideram que esta é a geração que mais sobrestima o que sabe sobre carros.</p>
<p><strong>“A credibilidade acumula-se”</strong></p>
<p>Tom Roberts, especialista em venda de automóveis na &#8216;Auto Trader&#8217;, considera que os resultados mostram uma mudança na forma como o conhecimento automóvel é adquirido, mais do que uma perda de interesse pelas tarefas práticas.</p>
<p>“O conhecimento automóvel sempre foi transmitido através da experiência prática, dos pais, dos mecânicos e de anos a perceber tudo à beira da estrada. O que estamos a ver agora é uma mudança geracional na forma como essa aprendizagem acontece, não uma perda de apetite por ela”, afirma.</p>
<p>Segundo o responsável, a Geração X construiu a sua reputação ao longo de décadas, enquanto os mais jovens procuram outras formas de aprendizagem. “Apesar de ser a geração menos confiável debaixo do capot, é encorajador ver que a Geração Z não aceita esse rótulo passivamente. Procuram conhecimento através de todas as ferramentas disponíveis, incluindo redes sociais e IA”, acrescenta.</p>
<p>Para a &#8216;Auto Trader&#8217;, a confiança continua a construir-se com experiência. A diferença é que, para os condutores mais novos, essa experiência pode nascer tanto de uma explicação familiar como de um vídeo no YouTube, de uma pesquisa nas redes sociais ou de uma ferramenta de inteligência artificial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785809]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump abala confiança dos americanos na NATO: só 43% acreditam na ajuda dos aliados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 10:42:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Menos de metade dos norte-americanos acredita que a NATO ajudaria os Estados Unidos em caso de ataque, segundo uma sondagem interna da Aliança Atlântica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Menos de metade dos norte-americanos acredita que a NATO ajudaria os Estados Unidos em caso de ataque, segundo uma sondagem interna da Aliança Atlântica consultada pela POLITICO. O resultado surge num momento em que Donald Trump tem intensificado as críticas aos aliados e questionado a reciprocidade da relação entre Washington e a NATO.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apenas 43% dos adultos norte-americanos responderam de forma positiva quando questionados sobre se a NATO cumpriria o compromisso de ajudar o seu país em caso de ataque. É o valor mais baixo entre os 32 membros da Aliança e fica abaixo da média global da NATO, que se situa nos 57%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A descida surge depois de Trump ter acusado repetidamente os aliados de não apoiarem suficientemente os Estados Unidos. Gerlinde Niehus, especialista independente em segurança e antiga responsável da NATO, considera que a perceção dos norte-americanos pode estar a refletir a retórica do Presidente sobre a cláusula de defesa mútua do Artigo 5.º.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Trump voltou a atacar a Aliança antes da cimeira</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Trump tem criticado vários aliados da NATO por hesitarem em apoiar a guerra dos Estados Unidos no Irão. O Presidente norte-americano ameaçou represálias, classificou a Aliança como um “tigre de papel” e afirmou que os países europeus não ajudariam Washington se fossem chamados a fazê-lo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As críticas não se ficaram por aí. Trump também ameaçou anexar a Gronelândia, território dinamarquês, questionou a independência do Canadá, lançou dúvidas sobre o compromisso dos Estados Unidos com o Artigo 5.º e ridicularizou a participação dos aliados na guerra norte-americana no Afeganistão, dizendo que os seus soldados se mantiveram afastados da linha da frente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na semana passada, antes da cimeira de líderes da NATO em Ancara, o Presidente voltou a subir o tom. Numa publicação, considerou “ridículo” que os Estados Unidos continuem numa relação que descreve como unilateral, defendendo que a ligação com a Aliança não é recíproca.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Apenas uma vez foi acionado o Artigo 5.º</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Artigo 5.º, que estabelece o princípio de defesa coletiva, foi acionado apenas uma vez na história da NATO. Aconteceu depois dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, quando os aliados ativaram a cláusula em solidariedade com os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sondagem interna consultada pela POLITICO não apresenta uma comparação direta com os anos anteriores. No entanto, segundo um diplomata da NATO e uma pessoa familiarizada com os resultados do ano passado, a média da Aliança terá caído cerca de oito pontos percentuais face a 2025, sobretudo devido a uma descida mais acentuada nos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Maioria continua a defender permanência na NATO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da queda na confiança, a maioria dos cidadãos dos países aliados continua a apoiar a NATO. A sondagem mostra que 62% dos inquiridos consideram que a pertença à Aliança torna um ataque menos provável.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além disso, 65% dizem que votariam a favor da permanência do seu país na NATO. O apoio à relação transatlântica também continua elevado: 72% dos inquiridos descrevem esse vínculo como importante.</p>
<p class="isSelectedEnd">O inquérito ouviu mais de 31 mil pessoas entre março e abril. A NATO realiza duas sondagens por ano e divulgou pela última vez uma versão abreviada do estudo em 2024, antes de Trump tomar posse.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um responsável da NATO, citado pela POLITICO em nome da organização, afirmou que a Aliança não comenta documentos ou dados destinados a uso interno.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Opiniões favoráveis sobre Rússia e China aumentam</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A sondagem também revela uma mudança na forma como os cidadãos dos países da NATO veem os principais rivais estratégicos da Aliança. As opiniões favoráveis sobre a Rússia e a China aumentaram face ao ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso da Rússia, 17% dos inquiridos nos países aliados dizem agora ter uma visão favorável de Moscovo, contra 12% em 2025. Ao mesmo tempo, a percentagem dos que têm uma opinião desfavorável da Rússia caiu de 62% para 56%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O apoio a Moscovo é mais elevado no Montenegro, Bulgária, Macedónia do Norte, Turquia e Grécia. A NATO classifica a Rússia como uma ameaça.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Apoio à Ucrânia recua ligeiramente</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O apoio à Ucrânia também diminuiu. Em 2025, 59% dos inquiridos manifestavam apoio a Kiev; este ano, a percentagem baixou para 55%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as formas de ajuda, o apoio humanitário é o mais valorizado pelos cidadãos dos países da NATO. Seguem-se o apoio diplomático e as sanções contra a Rússia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diminuição do apoio surge num contexto em que a guerra na Ucrânia continua e em que as divisões políticas sobre o papel dos aliados têm vindo a crescer.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>China melhora imagem entre cidadãos da NATO</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A China também registou uma melhoria na perceção pública. A percentagem de cidadãos da NATO com opinião favorável sobre Pequim subiu de 17% no ano passado para 22% este ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, a visão desfavorável da China caiu de 47% para 39%. As opiniões favoráveis são mais elevadas na Macedónia do Norte, Montenegro, Bulgária, Eslovénia e Turquia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A NATO descreve a China como um “desafio sistémico”, distinguindo-a da Rússia, que é formalmente designada como ameaça.</p>
<p>Para Gerlinde Niehus, o aumento das opiniões favoráveis sobre Rússia e China pode estar ligado à deterioração da imagem dos Estados Unidos entre os públicos europeus, bem como ao efeito da desinformação e da propaganda russa junto dos cidadãos da NATO.</p>
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