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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Kimi Antonelli vence GP do Canadá e reforça comando do Mundial de Fórmula 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 22:04:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O piloto italiano Kimi Antonelli (Mercedes) venceu hoje o Grande Prémio do Canadá, quinta ronda da temporada, e cimentou o comando do Mundial de Fórmula 1.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O piloto italiano Kimi Antonelli (Mercedes) venceu hoje o Grande Prémio do Canadá, quinta ronda da temporada, e cimentou o comando do Mundial de Fórmula 1.</P><br />
<P>Antonelli, que largou da segunda posição da grelha, aproveitou a desistência do companheiro de equipa, o britânico George Russell (Mercedes), para assumir a liderança da corrida em definitivo, batendo o britânico Lewis Hamilton (Ferrari) por 10,768 segundos, com o neerlandês Max Verstappen (Red Bull) em terceiro, a 11,276.</P><br />
<P>Com estes resultados, Kimi Antonelli, que se tornou no primeiro piloto a vencer as primeiras quatro provas da carreira de forma consecutiva, lidera o campeonato, com 131 pontos, mais 43 do que Russell, que é segundo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766993]]></sapo:autor>
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		<title>Miguel Cardoso vence Liga dos Campeões Africanos com Mamelodi Sundowns</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 21:20:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rabat, Marrocos, 24 mai (Lusa) -- Miguel Cardoso, técnico português dos sul-africanos Mamelodi Sundowns venceu hoje a Liga dos Campeões Africanos ao empatar a um golo frente aos marroquinos do FAR Rabat, orientado pelo também português Alexandre Santos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Rabat, Marrocos, 24 mai (Lusa) &#8212; Miguel Cardoso, técnico português dos sul-africanos Mamelodi Sundowns venceu hoje a Liga dos Campeões Africanos ao empatar a um golo frente aos marroquinos do FAR Rabat, orientado pelo também português Alexandre Santos.</P><br />
<P>A jogar em casa, a equipa marroquina começou por se adiantar no marcador após grande penalidade convertida por Mohamed Hrimat aos 40 minutos, mas apenas para ver o Mamelomi, através de Teboho Mokoena, empatar ainda antes do intervalo. Com a vantagem de um golo, conseguida na primeira mão disputada em Pretória, o título acabou assim entregue aos homens de Miguel Cardoso.</P><br />
<P>Esta foi a segunda final consecutiva do clube sul-africano e a terceira do técnico português que, na época de 2023/24, a perdeu para Al-Ahly quando comandava o Espérance de Tunis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766992]]></sapo:autor>
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		<title>Dono quase não guiou este Mercedes-AMG One de 3 milhões. Agora vende-o depois de uma revisão milionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 20:30:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[RM Sotheby's]]></category>
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					<description><![CDATA[O Mercedes-AMG One está listado pela RM Sotheby’s e deverá ultrapassar os 3 milhões de dólares, cerca de 2,58 milhões de euros, quando o leilão terminar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros que passam a vida na estrada. E há carros que passam a vida a lembrar aos donos que, mesmo parados, continuam a custar como máquinas de competição. É o caso deste Mercedes-AMG One de 2024, agora colocado à venda depois de dois anos nas mãos do mesmo proprietário, com apenas 115 milhas percorridas, o equivalente a cerca de 185 quilómetros.</p>
<p>O caso foi destacado pela &#8216;Supercar Blondie&#8217; e junta vários ingredientes difíceis de ignorar: um supercarro de produção limitada, uma pintura rara, quilometragem quase simbólica e uma fatura de manutenção suficientemente alta para comprar um automóvel novo.</p>
<p>O Mercedes-AMG One está listado pela <a href="https://rmsothebys.com/auctions/s0526/lots/r0004-2024-mercedesamg-one/" target="_blank" rel="noopener">RM Sotheby’s</a> e deverá ultrapassar os 3 milhões de dólares, cerca de 2,58 milhões de euros, quando o leilão terminar.</p>
<p>O modelo em causa é um dos apenas 275 exemplares produzidos e distingue-se pela cor verde Reingrün. Apesar de ter dois anos, o carro percorreu tão pouco que apresenta uma média de apenas 57,5 milhas por ano, cerca de 92,5 quilómetros anuais. Na prática, está praticamente novo.</p>
<p>Mas o número que mais chama a atenção não está no conta-quilómetros. Está na última fatura de serviço, emitida em fevereiro: 43.955 dólares, cerca de 37.800 euros. Um valor que ajuda a explicar uma das verdades menos românticas sobre este tipo de automóveis: comprar um hipercarro é apenas o início da despesa.</p>
<p>O Mercedes-AMG One foi apresentado originalmente em 2017 e demorou vários anos até chegar aos clientes. A promessa era ambiciosa: levar tecnologia de Fórmula 1 para a estrada, com um conjunto motopropulsor diretamente inspirado nos monolugares da Mercedes.</p>
<p>O resultado é uma máquina extrema, equipada com um motor V6 turbo de 1,6 litros, derivado da Fórmula 1, combinado com quatro motores elétricos. A potência total anunciada é de 1.063 cv, suficiente para acelerar dos 0 aos 100 km/h em 2,9 segundos e atingir uma velocidade máxima de 219 mph, cerca de 352 km/h.</p>
<p>O modelo inclui ainda vários modos de condução, entre eles EV, Race Safe, Race, Race Plus, Strat 2 e Individual, reforçando o lado quase experimental de um automóvel pensado para aproximar a estrada de um ambiente de competição.</p>
<p>Quando foi lançado, o preço base rondava os 2,7 milhões de dólares, cerca de 2,32 milhões de euros. Mas a raridade, a ligação à Fórmula 1, a produção limitada e o estatuto de objeto de coleção continuam a alimentar valores muito superiores no mercado.</p>
<p>Segundo a &#8216;Supercar Blondie&#8217;, este exemplar continua coberto por garantia até fevereiro de 2028, um detalhe relevante para qualquer comprador interessado em levar para casa um dos carros mais complexos e exclusivos da Mercedes-AMG.</p>
<p>Ainda assim, a fatura de manutenção deixa uma pergunta no ar: quantos quilómetros é preciso fazer para justificar um carro destes? Neste caso, foram apenas 185 quilómetros em dois anos. Poucos, mas suficientes para lembrar que, no universo dos hipercarros, até a imobilidade tem preço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765879]]></sapo:autor>
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		<title>A China já não quer só vender carros na Europa. Quer fabricá-los dentro das antigas fortalezas europeias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 19:45:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante anos, a ofensiva chinesa no automóvel europeu foi vista sobretudo como uma questão comercial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, a ofensiva chinesa no automóvel europeu foi vista sobretudo como uma questão comercial: marcas novas, preços agressivos, elétricos bem equipados e uma entrada cada vez mais visível em mercados tradicionalmente dominados por fabricantes europeus. Mas a disputa está a mudar de escala. A China já não quer apenas vender carros na Europa. Quer produzi-los dentro da Europa.</p>
<p>A mudança percebe-se em vários movimentos recentes. A <a href="https://executivedigest.sapo.pt/dona-da-peugeot-fiat-e-jeep-aposta-em-eletricos-chineses-para-reforcar-oferta-na-europa/">Stellantis e a Dongfeng</a> anunciaram a intenção de criar uma nova ‘joint venture’ europeia para vendas, distribuição, fabrico, compras e engenharia, com foco nos modelos da marca Voyah, divisão premium de veículos eletrificados do grupo chinês. A produção poderá acontecer na fábrica da Stellantis em Rennes, França, numa unidade histórica da indústria automóvel europeia.</p>
<p>O caso é simbólico. A Voyah ainda é uma marca praticamente desconhecida para a maioria dos condutores europeus, mas a parceria com a Stellantis pode dar-lhe aquilo que muitas marcas chinesas procuram: acesso industrial local, distribuição mais organizada e a possibilidade de contornar parte do impacto das tarifas aplicadas pela União Europeia aos veículos elétricos produzidos na China. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, produzir em França ajudaria a Dongfeng a evitar tarifas sobre carros fabricados na China e a aumentar presença num mercado onde a concorrência doméstica chinesa se tornou feroz.</p>
<p>A mesma lógica surge em Espanha. A Geely, dona da Volvo, da Polestar e da Lotus, estará a negociar a aquisição de parte da fábrica da Ford em Almussafes, Valência, para produzir veículos eletrificados destinados ao mercado europeu. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou, com base na imprensa especializada espanhola, que a empresa chinesa terá chegado a acordo para comprar instalações de montagem na unidade valenciana, enquanto outras notícias apontam para a possibilidade de a Geely vir também a produzir um modelo para a própria Ford.</p>
<p>Para a Ford, o interesse é evidente. A fábrica de Valência enfrenta subutilização e a indústria europeia vive um problema crescente de capacidade instalada. Para a Geely, fabricar em Espanha seria uma forma de ganhar escala local, reduzir exposição a tarifas e apresentar-se aos consumidores europeus não apenas como importadora chinesa, mas como fabricante com presença industrial no continente.</p>
<p>A XPeng segue uma rota semelhante. A fabricante chinesa, frequentemente descrita como uma das tecnológicas mais ambiciosas do setor dos elétricos, está em conversações para adquirir uma fábrica da Volkswagen na Europa ou encontrar outra base industrial no continente. A marca já produz modelos para o mercado europeu na Magna Steyr, na Áustria, incluindo os G6 e G9, numa estratégia pensada para evitar as tarifas mais pesadas sobre elétricos importados da China.</p>
<p>A Volkswagen, por seu lado, procurou travar a especulação. O presidente executivo Oliver Blume afirmou esta semana que o grupo não está atualmente em conversações com fabricantes chineses sobre o uso da sua capacidade excedentária na Europa. Mas a própria necessidade de fazer esse esclarecimento mostra como a questão se tornou sensível: fábricas europeias subutilizadas, marcas chinesas à procura de capacidade local e governos preocupados com emprego, competitividade e dependência industrial.</p>
<p>O pano de fundo é simples: a Europa tem marcas históricas, fábricas, trabalhadores especializados e uma base industrial construída ao longo de décadas. A China tem escala, velocidade de desenvolvimento, domínio crescente em baterias, software e veículos elétricos acessíveis. A nova fase da competição pode não passar apenas por importações, mas por alianças, compras de capacidade, produção local e modelos chineses fabricados em antigas casas europeias.</p>
<p>Essa inversão é desconfortável para a indústria europeia. Durante muito tempo, foram os fabricantes europeus que procuraram a China para crescer, produzir e vender. Agora, são grupos chineses que olham para França, Espanha, Alemanha ou Áustria como portas de entrada industriais para o mercado europeu.</p>
<p>Há uma razão económica imediata: produzir localmente pode reduzir o impacto das tarifas e melhorar a aceitação política. Mas há também uma razão estratégica. Fabricar na Europa ajuda as marcas chinesas a encurtar cadeias logísticas, adaptar modelos a preferências locais, responder mais rapidamente à procura e ganhar credibilidade junto de consumidores que ainda olham com desconfiança para alguns nomes novos.</p>
<p>Para os fabricantes europeus, a equação é delicada. Partilhar fábricas ou criar parcerias com marcas chinesas pode ajudar a manter unidades abertas, proteger empregos e aproveitar capacidade que hoje está parada. Mas também pode significar abrir espaço dentro das suas próprias fortalezas industriais a rivais que já pressionam preços, margens e tecnologia.</p>
<p>O &#8216;The Guardian&#8217; descreveu esta tendência como uma mudança no equilíbrio do mercado: fabricantes europeus, pressionados por custos elevados e capacidade excedentária, estão a abrir caminho a rivais chineses que querem produzir dentro da Europa. O resultado pode ser uma indústria mais integrada, mas também mais desconfortável, onde a fronteira entre concorrente, parceiro e futuro inquilino de fábrica fica cada vez menos nítida.</p>
<p>Para os consumidores, a consequência poderá ser uma maior oferta de elétricos e híbridos, possivelmente a preços mais competitivos. Para as marcas europeias, o risco é maior: perder não apenas vendas, mas também o controlo simbólico de fábricas que durante décadas representaram a força industrial do continente.</p>
<p>A nova ofensiva chinesa já não se mede apenas pelos carros que chegam nos navios. Mede-se pelas linhas de montagem que pode ocupar, pelas parcerias que pode fechar e pelas antigas fábricas europeias onde os próximos modelos elétricos chineses poderão nascer. A batalha do automóvel na Europa entrou numa nova fase: já não é só sobre quem vende mais. É sobre quem passa a fabricar dentro das muralhas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766158]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taça de Portugal: Torreense bate Sporting e é o primeiro &#8216;secundário&#8217; a conquistar troféu</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taca-de-portugal-torreense-bate-sporting-e-e-o-primeiro-secundario-a-conquistar-trofeu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 19:11:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Torreense tornou-se hoje a primeira equipa abaixo do escalão principal a conquistar a Taça de Portugal de futebol, ao vencer o Sporting, detentor do troféu, por 2-1, após prolongamento, na final disputada no Estádio Nacional, em Oeiras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Torreense tornou-se hoje a primeira equipa abaixo do escalão principal a conquistar a Taça de Portugal de futebol, ao vencer o Sporting, detentor do troféu, por 2-1, após prolongamento, na final disputada no Estádio Nacional, em Oeiras.</P><br />
<P>Uma grande penalidade convertida por Stopira, aos 113 minutos, numa falta que originou a expulsão de Maxi Araújo, garantiu o triunfo histórico da formação orientada por Luís Tralhão, depois do empate 1-1 no tempo regulamentar, ditada pelos tentos de Kevin Zohi, aos quatro minutos, para os &#8216;azuis grená&#8217; e Luis Suárez, aos 54 para os &#8216;leões&#8217;. </P><br />
<P>A formação de Torres Vedras, que está envolvida na luta pela subida à I Liga, marcou presença pela segunda vez na final da Taça de Portugal, depois de ter sido derrotada pelo FC Porto, por 2-0, na época de 1955/56.</P><br />
<P>A conquista da 86.ª edição da Taça de Portugal, cujo palmarés é liderado pelo Benfica, com 26 troféus, garante ao Torreense uma vaga na fase de liga da próxima edição da Liga Europa.</P><br />
<P>Para chegar à final, a equipa de Torres Vedras, afastou AD Correlhã, Oliveirense, Lusitânia Lourosa, Casa Pia, União de Leiria e Fafe.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766986]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ventura acusa Montenegro de &#8220;estratégia caricata&#8221; sobre lei laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 18:24:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder do Chega criticou hoje a "estratégia caricata" de Luís Montenegro de "recusar em público" as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do Chega criticou hoje a &#8220;estratégia caricata&#8221; de Luís Montenegro de &#8220;recusar em público&#8221; as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa na sede nacional do partido, em Lisboa, André Ventura quis também abordar as declarações de hoje do presidente do PSD e primeiro-ministro, que rejeitou que haja condições para &#8220;uma baixa significativa&#8221; da idade da reforma ou uma equiparação das pensões mínimas ao salário mínimo no Congresso da JSD, em Viseu.</P><br />
<P>&#8220;Senhor primeiro-ministro, se não há condições para descer a idade da reforma, se não há nenhumas condições para subir a pensão mínima, e se não há nenhuma vontade sua e do Governo em valorizar quem trabalha por turnos e em horas extraordinárias, então eu diria que já não há nada mais para conversar nem com o Chega, nem com nenhuma força da oposição que entenda que isto são elementos importantes&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>No entanto, questionado se tal sígnica que o Chega não participará em futuras reuniões com o Governo ou no parlamento sobre o tema, Ventura não quis ir tão longe.</P><br />
<P>&#8220;O Chega é o segundo maior partido do parlamento, terá necessariamente que olhar para este diploma e que falar com todos sobre ele. É uma má estratégia, que ainda por cima já mostrou no passado que não tem nenhum resultado, é pelo menos uma estratégia caricata, é tudo o que posso dizer por agora&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Para Ventura, &#8220;baixar ou começar a baixar a idade da reforma não é um requisito esotérico, é uma exigência de um país que trabalha&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Subir pensões de 300, 400, 500, 600 euros neste país não é uma exigência esotérica, é uma necessidade de combate contra a pobreza. E garantir mais direitos a quem trabalha por turnos e em horas extraordinárias não é uma exigência esotérica do Chega, é um olhar sobre a realidade do país em que milhões de pessoas ajustam a sua vida familiar para terem condições de trabalhar&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;Se não há condições, nem vontade, para fazer nada disto, então também não há grandes condições para que esta reforma laboral passe no parlamento&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>No encerramento do Congresso da JSD, Luís Montenegro referiu-se, de forma implícita, às propostas do Chega, criticando os que &#8220;defendem uma baixa significativa da idade da reforma ou a pretensão imediata de ter as pensões todas com o limiar mínimo do salário mínimo nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, ser amigo dos jovens é dizer a verdade aos jovens e ao resto do país e é dizer que não temos condições para fazer e prosseguir esses desejos (&#8230;) a nossa opção não é vender a ilusão de que podemos ter nos próximos anos as pensões ao nível do salário mínimo: nós não vamos conseguir fazê-lo e é preciso dizê-lo olhos nos olhos, mas vamos conseguir valorizar mais as pensões&#8221;, afirmou Luís Montenegro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766985]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Exército israelita mantém ofensiva no Líbano apesar de negociações EUA-Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 18:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chefe do Estado-Maior de Israel aprovou hoje a continuação da ofensiva no Líbano, apesar das fugas de informação sobre as negociações entre os Estados Unidos e o Irão, indicando o seu fim, segundo um comunicado do Exército.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe do Estado-Maior de Israel aprovou hoje a continuação da ofensiva no Líbano, apesar das fugas de informação sobre as negociações entre os Estados Unidos e o Irão, indicando o seu fim, segundo um comunicado do Exército.</P><br />
<P>&#8220;Hoje aprovei os planos para a continuação dos combates no norte [de Israel], estamos determinados a intensificar o golpe contra o Hezbollah em todos os seus sistemas terroristas&#8221;, declarou Eyal Zamir, durante uma avaliação da situação no quartel-general de uma brigada blindada das Forças Armadas.</P><br />
<P>O anúncio de Zamir surge poucas horas depois de o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter afirmado que o Presidente norte-americano, Donald Trump, reconhece o direito de Israel à autodefesa em todas as frentes, incluindo no Líbano.</P><br />
<P>O portal de notícias norte-americano Axios noticiou que o acordo negociado entre os EUA e o Irão incluiria também o fim da ofensiva israelita contra o grupo xiita Hezbollah no Líbano. Netanyahu expressou preocupação com isso durante uma chamada telefónica com Trump no dia anterior.</P><br />
<P>Israel mantém uma invasão terrestre no sul do Líbano, tendo conseguido atravessar para algumas zonas a norte do rio Litani (que marca o limite da zona desmilitarizada estabelecida pelas Nações Unidas), e ocasionalmente bombardeia outras partes do país, como Beirute e o Vale do Bekaa.</P><br />
<P>Zamir afirmou ainda que o Exército israelita está &#8220;preparado para retomar imediatamente operações de combate intensas&#8221; contra o Irão, apesar da possibilidade de os Estados Unidos e a República Islâmica chegarem a acordo nos próximos dias sobre um memorando de entendimento que prolongue a trégua por mais 60 dias.</P><br />
<P>&#8220;Vamos manter a prontidão operacional e a flexibilidade durante o tempo que for necessário. No Comando Norte, continuamos a atacar o terrorismo do Hezbollah em todas as suas dimensões&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Líbano mergulhou na guerra no Médio Oriente em 02 de março, quando o Hezbollah lançou um ataque a Israel para vingar a morte do guia supremo iraniano Ali Khamenei. </P><br />
<P>Os ataques israelitas já custaram a vida a 3.111 pessoas no Líbano desde o início das hostilidades, segundo os números mais recentes do Ministério da Saúde libanês. Por seu lado, Israel lamenta a morte de 22 dos seus militares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766984]]></sapo:autor>
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		<title>Porque existem relevos nas teclas F, J e 5? A explicação do &#8216;segredo&#8217; do teclado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 18:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois do telemóvel, o computador continua a ser um dos equipamentos tecnológicos mais utilizados no dia a dia, seja para trabalhar, estudar ou comunicar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do telemóvel, o computador continua a ser um dos equipamentos tecnológicos mais utilizados no dia a dia, seja para trabalhar, estudar ou comunicar. Apesar de a maioria das pessoas utilizar teclados há décadas, muitos utilizadores continuam sem saber para que servem as pequenas linhas em relevo presentes nas teclas F, J e, em muitos casos, também na tecla 5 do teclado numérico.</p>
<p>Longe de serem um detalhe decorativo ou um defeito de fabrico, estas marcas têm uma função prática muito específica: ajudar os utilizadores a posicionarem corretamente os dedos enquanto escrevem, sem necessidade de olhar para o teclado. O sistema foi criado para aumentar a velocidade de escrita, reduzir erros e tornar a digitação mais eficiente, especialmente para quem utiliza o método de escrita com os dez dedos.</p>
<p><strong>As teclas F e J funcionam como pontos de referência</strong><br />
As pequenas saliências localizadas nas teclas F e J servem como guias tácteis para os dedos indicadores. Quando uma pessoa coloca os indicadores nessas duas teclas, consegue automaticamente encontrar a posição-base das mãos no teclado.</p>
<p>Essa posição é conhecida como “fila de repouso” ou “linha guia”, correspondendo à fila central do teclado onde os dedos devem permanecer antes de alcançar as restantes teclas. Através do toque, os utilizadores conseguem orientar-se sem desviar os olhos do ecrã, algo essencial para mecanógrafos, programadores, escritores e profissionais que passam horas a escrever.</p>
<p>Este sistema está presente em teclados de computadores e também em antigas máquinas de escrever há várias décadas, precisamente porque permite memorizar a disposição das teclas e acelerar significativamente a escrita.</p>
<p><strong>O relevo na tecla 5 do teclado numérico tem a mesma lógica</strong><br />
A pequena linha ou ponto em relevo na tecla 5 do teclado numérico segue exatamente o mesmo princípio. Como o teclado numérico foi concebido para introdução rápida de números, a tecla 5 funciona como ponto central de orientação.</p>
<p>Ao localizar essa tecla através do toque, o utilizador consegue posicionar rapidamente a mão e alcançar os restantes números sem precisar de olhar para o teclado. Este detalhe é particularmente útil em profissões ligadas à contabilidade, gestão, introdução de dados e operações financeiras.</p>
<p><strong>Um detalhe pensado para aumentar a rapidez e a precisão</strong><br />
Especialistas em ergonomia e produtividade digital defendem que estes pequenos relevos ajudam a melhorar a precisão dos movimentos das mãos e reduzem o tempo perdido a procurar teclas visualmente. O objetivo passa por criar memória muscular, permitindo que os dedos se movam automaticamente pelo teclado.</p>
<p>A existência destas marcas também ajuda pessoas com deficiência visual ou utilizadores que dependem fortemente da percepção táctil para utilizar equipamentos informáticos de forma mais autónoma.</p>
<p><strong>Uma invenção patenteada nos anos 80</strong><br />
O conceito moderno destas marcas tácteis foi formalizado pela inventora June E. Botich, que registou uma patente em 1982 com o objetivo de melhorar a velocidade e a precisão da escrita em teclados. A ideia consistia precisamente em reduzir a necessidade de os utilizadores olharem constantemente para as teclas enquanto escreviam.</p>
<p>Desde então, o sistema tornou-se um padrão praticamente universal na indústria informática e continua presente na esmagadora maioria dos teclados vendidos atualmente, mesmo numa era dominada por computadores portáteis e dispositivos digitais cada vez mais avançados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766306]]></sapo:autor>
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		<title>Chega quer explicações urgentes do Governo sobre escolha para o SIRESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a "integridade" desta escolha para o SIRESP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a &#8220;integridade&#8221; desta escolha para o SIRESP. </P><br />
<P>Em causa, a notícia da demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro, hoje conhecida, avançada pela CNN e confirmada à Lusa pelo MAI.</P><br />
<P>A CNN cita o &#8216;email&#8217; que António Pombeiro enviou a propósito do pedido da sua exoneração na sexta-feira e no qual apontou &#8220;graves irregularidades&#8221; na gestão da rede pública do SIRESP durante a presidência do general do Exército Paulo Viegas Nunes, que na sexta-feira voltou a ser eleito para o cargo, que tinha ocupado entre 2022 e 2024.</P><br />
<P>&#8220;Continuar a nomear os mesmos é um prémio à incompetência ou à corrupção, uma das duas coisas. É isso que é importante saber e perceber. Por que é que o Governo &#8211; que disse que queria reformular o SIRESP &#8211; nomeia exatamente o mesmo homem que, entre 2022 e 2024 esteve à frente da SIRESP S.A., levando à gestão que que o país todo conhece e cujos resultados são também conhecidos de todos?&#8221;, questionou André Ventura, em conferência de imprensa na sede nacional do partido, em Lisboa.</P><br />
<P>Ventura salientou que a demissão de António Pombeiro &#8220;não é uma demissão qualquer&#8221;, dizendo que o secretário-geral adjunto do MAI &#8220;denunciou uma série de irregularidades e de ilegalidades&#8221; e que &#8220;o seu ministro e o Governo olharam para o lado&#8221;.</P><br />
<P>Sem pedir, para já, a demissão de Luís Neves, o líder do Chega defendeu que a escolha do presidente do SIRESP deveria ser revertida e criticou também o que chamou de &#8220;silêncio ensurdecedor do PS&#8221; sobre esta matéria.</P><br />
<P>&#8220;O facto de estar em silêncio por potencialmente estarem envolvidas pessoas que também o PS nomeou ou permitiu que continuassem em funções e a cuja gestão fechou os olhos durante o período de 2022 a 2024 é particularmente grave no cenário em que estamos&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766983]]></sapo:autor>
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		<title>China lança nave Shenzhou 23 com um dos três astronautas que ficará um ano no espaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China lançou hoje a nave Shenzhou 23 em direção à estação espacial Tiangong, com três astronautas, incluindo um que permanecerá no espaço durante um ano, passo crucial na ambição de Pequim de enviar seres humanos à Lua até 2030.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China lançou hoje a nave Shenzhou 23 em direção à estação espacial Tiangong, com três astronautas, incluindo um que permanecerá no espaço durante um ano, passo crucial na ambição de Pequim de enviar seres humanos à Lua até 2030.</P><br />
<P>A nave espacial descolou hoje do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, no noroeste da China, às 23:08 locais (16:08 em Lisboa). </P><br />
<P>Este lançamento surge num momento em que a China se prepara para a sua primeira viagem tripulada à Lua até 2030 e acontece num cenário em que a China intensifica o seu programa espacial depois de ter sido excluída da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em 2011, ano em que os Estados Unidos proibiram a sua agência espacial, a NASA, de colaborar com Pequim devido a preocupações dos EUA em matéria de segurança nacional.</P><br />
<P>A missão marca também o primeiro voo espacial realizado por um astronauta originário de Hong Kong, território semi-autónomo chinês. </P><br />
<P>Os astronautas da missão são o comandante Zhu Yangzhu, de 39 anos, engenheiro espacial, Zhang Zhiyuan, também de 39 anos, antigo piloto da Força Aérea, e Li Jiaying, de 43 anos, que trabalhava anteriormente para a polícia de Hong Kong.</P><br />
<P>A tripulação deverá realizar dezenas de projetos científicos e de aplicação, informou a comunicação social estatal. </P><br />
<P>Espera-se também que completem uma rotação em órbita com a tripulação da Shenzhou 21, que se encontra na estação espacial Tiangong há mais de 200 dias.</P><br />
<P>Mas a principal particularidade da Shenzhou-23 reside na realização de uma estadia orbital de um ano inteiro por um dos três membros da tripulação. </P><br />
<P>Esta experiência permitirá, nomeadamente, estudar os efeitos de uma longa estadia em microgravidade.</P><br />
<P>Trata-se de uma capacidade indispensável para a preparação de futuras missões lunares, ou mesmo marcianas.</P><br />
<P>O astronauta que será selecionado para esta estadia de um ano será designado posteriormente, em função da evolução da missão Shenzhou-23, indicou no sábado um responsável da Agência Espacial de Missões Tripuladas da China (CMSA, na sigla em inglês).</P><br />
<P>Até agora, as tripulações a bordo da Tiangong permaneceram, em geral, seis meses em órbita, antes de serem substituídas.</P><br />
<P>A missão Shenzhou-23 insere-se no objetivo chinês de colocar astronautas na Lua antes de 2030, uma corrida que os Estados Unidos também lideram com o seu programa Artemis.</P><br />
<P>Os equipamentos necessários para esta ambição encontram-se atualmente em fase de testes.</P><br />
<P>A China deverá assim realizar, em 2026, o voo de teste em órbita da sua nova nave Mengzhou (&#8220;Nave dos Sonhos&#8221;), que deverá transportar os astronautas até à Lua. </P><br />
<P>Pequim espera construir, até 2035, a primeira fase de uma base científica habitada, denominada Estação Internacional de Investigação Lunar (ILRS, na sigla em inglês) e prevê, também, até ao final de 2026, receber a bordo da estação Tiangong o seu primeiro astronauta estrangeiro, que será paquistanês.</P><br />
<P>O gigante asiático desenvolveu consideravelmente os seus programas espaciais nos últimos 30 anos, para tentar alcançar o nível dos EUA, da Rússia ou da Europa. </P><br />
<P>Os seus progressos são particularmente visíveis desde há uma década.</P><br />
<P>Em 2019, a China colocou uma sonda espacial (a Chang&#8217;e-4) na face oculta da Lua, uma estreia mundial, e, em 2021, fez aterrar um pequeno robô em Marte.</P><br />
<P>Os EUA são considerados o principal rival espacial da China, com a NASA a ter como objetivo levar astronautas à superfície lunar em 2028.</P><br />
<P> A estação espacial chinesa Tiangong, que se traduz como &#8220;Palácio Celestial&#8221;, acolheu pela primeira vez a tripulação do país em 2021. </P><br />
<P>No ano passado, uma missão de emergência no âmbito do programa Shenzhou, que significa &#8220;Nave Divina&#8221;, resgatou uma equipa de astronautas que ficou retida na estação espacial devido a uma nave danificada.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766982]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pelo menos oito mortos em colisão com autocarro em Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos oito pessoas morreram hoje após uma colisão entre um camião de carga e um autocarro de passageiros num município do norte do estado brasileiro de Minas Gerais, disseram as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos oito pessoas morreram hoje após uma colisão entre um camião de carga e um autocarro de passageiros num município do norte do estado brasileiro de Minas Gerais, disseram as autoridades locais.</P><br />
<P>O acidente foi registado por volta das 06:00 locais (10:00 em Lisboa) na estrada federal BR-251, no quilómetro 236 do município de Santa Cruz de Salinas, segundo o Departamento de Bombeiros Militares do estado.</P><br />
<P>De acordo com os primeiros relatórios oficiais, o impacto frontal fez com que os veículos se incendiassem instantaneamente e a intensidade do fogo rapidamente consumiu as estruturas de ambos os veículos.</P><br />
<P>Até agora, as autoridades confirmaram oito mortes e pelo menos seis feridos, que foram levados para hospitais próximos pelos serviços de emergência.</P><br />
<P>Membros do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e equipas da Polícia Federal Rodoviária (PRF) foram destacados para coordenar o trabalho de resgate e cuidados médicos.</P><br />
<P>A estrada foi encerrada ao trânsito em ambas as direções, enquanto decorriam os trabalhos dos peritos e a remoção de destroços.</P><br />
<P>As autoridades estão a investigar as causas da colisão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766981]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ébola: Medicina do Viajante pede a quem viajar para o Uganda para ter &#8220;estratégia de contingência&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sociedade Portuguesa de Medicina do Viajante (SPMV) advertiu hoje que quem viajar para o Uganda, onde já foram detetados cinco casos de Ébola, deve ter uma "estratégia de contingência" perante a evolução do surto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Sociedade Portuguesa de Medicina do Viajante (SPMV) advertiu hoje que quem viajar para o Uganda, onde já foram detetados cinco casos de Ébola, deve ter uma &#8220;estratégia de contingência&#8221; perante a evolução do surto. </P><br />
<P>&#8220;Viajar para o Uganda neste momento é possível, mas não deve ser feito sem uma estratégia de contingência&#8221;, alertou a SPMV, em comunicado. </P><br />
<P>Segundo a SPMV, perante a volatilidade das fronteiras e a evolução do surto a segurança deve preceder a aventura. </P><br />
<P>&#8220;Manter-se informado e atualizado, escolher rotas que minimizem o risco logístico e privilegiar sempre as orientações das autoridades de saúde internacionais é fundamental&#8221;, assinalou. </P><br />
<P>Mais do que o risco de exposição, que é considerado baixo, o &#8220;perigo real&#8221; pode ser em termos logísticos, apontou. </P><br />
<P>O Ruanda ou o Uganda podem fechar a fronteira terrestre (Cyanika/Katuna) de um momento para o outro, pode haver cancelamento de voos e pode ainda haver exigência de quarentena no regresso com o país de origem ou de escala a exigir quarentena obrigatória ou testes PCR (teste para confirmar a existência de infeções por vírus), especificou. </P><br />
<P>A SPMV salientou que outra questão importante está relacionada com o seguro de viagem e se cobre emergências sanitárias porque a sua maioria funciona no imprevisto.</P><br />
<P>&#8220;Se o viajante tinha o seguro antes da declaração do surto é provável que esteja coberto para cancelamentos e assistência médica. Neste momento, o Ébola é considerado um &#8220;evento conhecido&#8221; e muitos seguros podem excluir agora cancelamentos relacionados com o surto no Uganda&#8221;, frisou. </P><br />
<P>Relativamente a impedimentos de viajar de volta, a maioria dos seguros não paga estadia em hotel por quarentena preventiva, apenas apólices com cobertura específica para &#8220;interrupção de viagem por doença infecciosa&#8221; pagam uma diária para cobrir o hotel e alimentação enquanto o viajante estiver retido, destacou. </P><br />
<P>&#8220;Se o Uganda declarar um lockdown [confinamento] regional, o seguro pode alegar &#8220;ordem governamental&#8221;, o que é frequentemente uma cláusula de exclusão&#8221;, ressalvou. </P><br />
<P>O Uganda, país vizinho da República Democrática do Congo onde a Ébola já causou mais de 200 mortos, confirmou este sábado três novos casos, que elevou para cinco, incluindo uma morte.</P><br />
<P>A doença provoca uma febre hemorrágica extremamente contagiosa e continua a ser temível, apesar das recentes vacinas e tratamentos eficazes apenas contra o vírus Zaire, responsável pela maioria das epidemias registadas no passado.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766980]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>População da Póvoa de Lanhoso rejeita elevação da vila a cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A população da Póvoa de Lanhoso, distrito de Braga, rejeitou a elevação da vila a cidade na consulta pública lançada pela junta de freguesia, que teve mais de 85% de votos contra a proposta apresentada pela câmara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A população da Póvoa de Lanhoso, distrito de Braga, rejeitou a elevação da vila a cidade na consulta pública lançada pela junta de freguesia, que teve mais de 85% de votos contra a proposta apresentada pela câmara.</P><br />
<P>Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, a Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso, liderada por Paulo Silva (PSD), referiu que a consulta pública, realizada entre domingo (17 de maio) e este sábado, teve a participação de 882 cidadãos, dos quais 752 (85,3%) votaram contra a elevação da Póvoa de Lanhoso a cidade, 129 a favor (14,6%), havendo um voto nulo/branco.</P><br />
<P>Na Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso estão recenseados cerca de 5.300 eleitores.</P><br />
<P>A área territorial proposta para a elevação à categoria de cidade &#8220;corresponde exclusivamente ao território da Freguesia da Póvoa de Lanhoso, circunstância que motivou a realização desta auscultação pública por parte da Junta de Freguesia, enquanto órgão representativo direto da população abrangida pelo processo&#8221;.</P><br />
<P>A junta adiantou que desta forma &#8220;concluiu o processo de auscultação pública à população relativamente à eventual elevação da vila a cidade, iniciativa de caráter consultivo que procurou envolver diretamente os cidadãos numa matéria de relevância para o futuro e afirmação do território&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O processo registou uma participação expressiva da população, refletindo o interesse e envolvimento cívico da comunidade neste tema. O resultado da auscultação demonstra uma posição clara dos participantes relativamente à eventual elevação da Póvoa de Lanhoso a cidade. A grande maioria dos Povoenses que se pronunciaram, rejeitaram a elevação&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>O processo de elevação da vila da Póvoa de Lanhoso a cidade, desencadeado pelo município, liderado por Frederico Castro (PS), e que já se encontra na Assembleia da República, não é consensual e continua a gerar debate político e social no concelho, face às posições divergentes entre a câmara PS e a Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso PSD.</P><br />
<P>Frederico Castro já disse que a elevação da vila a cidade fazia parte do programa eleitoral apresentado nas eleições autárquicas de outubro de 2025, nas quais foi reeleito.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência da conclusão deste processo de auscultação, a Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso reunirá para elaboração do respetivo parecer, tendo por base os resultados obtidos nesta consulta pública, o qual será remetido à Comissão da Reforma do Estado e Poder Local no âmbito da apreciação do Projeto de Lei n.º 241/XVII &#8212; Elevação da vila da Póvoa de Lanhoso à categoria de cidade&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>Para a junta de freguesia, este processo &#8220;representou um momento relevante de envolvimento cívico, permitindo que a comunidade fosse chamada a pronunciar-se diretamente sobre uma decisão de natureza identitária e com impacto na visão futura do território&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A junta de freguesia continuará a trabalhar em defesa dos interesses da população e na valorização da Póvoa de Lanhoso, promovendo iniciativas que reforcem a identidade, o desenvolvimento e a qualidade de vida no território&#8221;, assume esta autarquia.</P><br />
<P>Em comunicado divulgado anteriormente, o PS da Póvoa de Lanhoso disse que reconhecer &#8220;a alegada &#8216;consulta pública&#8217; promovida pela Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Amparo&#8221; (Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso) sobre a elevação da vila a cidade.</P><br />
<P>&#8220;Estamos perante um processo grave, sem transparência, sem garantias democráticas e que levanta sérias dúvidas de legalidade. Como e quem fiscaliza este ato? De que forma foi autorizada a utilização dos cadernos eleitorais? Onde estão os pareceres da Comissão Nacional de Eleições? Quem garante a transparência da urna e do escrutínio&#8221;, questionaram os socialistas locais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766979]]></sapo:autor>
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		<title>Vitória de Aston Villa garante acesso direto de Sporting à Liga dos Campeões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:05:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sporting vai ter entrada direta na fase de liga da Liga dos Campeões de futebol da próxima época, após vitória de Aston Villa frente ao Manchester City.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Sporting vai ter entrada direta na fase de liga da Liga dos Campeões de futebol da próxima época, após vitória de Aston Villa frente ao Manchester City.</P><br />
<P>Na última jornada do campeonato, a equipa orientada por Unai Emery foi ao terreno do Manchester City vencer por 2-1, em jogo de despedida de Bernardo Silva, para assim somar o 4.º lugar na Liga inglesa à Liga Europa conquistada na passada quarta-feira, abrindo assim as portas da fase da liga da Liga dos Campeões ao clube português, segundo classificado no campeonato nacional. </P><br />
<P>Sporting junta-se assim ao FC Porto que, com o título de campeão nacional conquistado esta temporada, já garantira acesso direto à fase de liga da Liga dos Campeões.</P></p>
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		<title>Médio Oriente:Hezbollah diz que desarmamento equivale aniquilar movimento pró-Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Hezbollah afirmou hoje que o desarmamento do movimento pró-Irão é inaceitável e equivale a "aniquilação", enquanto o Governo libanês se prepara para mais uma ronda de negociações diretas com Israel em Washington em junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do Hezbollah afirmou hoje que o desarmamento do movimento pró-Irão é inaceitável e equivale a &#8220;aniquilação&#8221;, enquanto o Governo libanês se prepara para mais uma ronda de negociações diretas com Israel em Washington em junho.</P><br />
<P>&#8220;O desarmamento é aniquilação, e não podemos aceitá-lo&#8221;, afirmou Naim Qassem num discurso na televisão. </P><br />
<P>O monopólio do Estado sobre as armadas, exigido pelas autoridades libanesas, &#8220;constitui um &#8220;projeto israelita&#8221;, denunciou.</P><br />
<P>Naim Qassem reiterou o apelo para que o Governo libanês abandone as negociações diretas com Israel, cuja quarta volta está prevista para o início de junho em Washington.</P><br />
<P>&#8220;As negociações diretas são completamente inaceitáveis e representam um ganho sem concessões para Israel&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Abandonem as negociações diretas e não cedam aos Estados Unidos para que cedam a Israel&#8230; não tomem o seu partido e não nos apunhalem pelas costas&#8221;, instou o líder do HEzbollah pró-iraniano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766977]]></sapo:autor>
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		<title>Adeus calor? As plantas que funcionam como &#8220;ar condicionado verde&#8221; dentro de casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a aproximação das temperaturas mais elevadas, cresce a procura por soluções naturais e económicas para manter as casas mais frescas durante o verão. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a aproximação das temperaturas mais elevadas, cresce a procura por soluções naturais e económicas para manter as casas mais frescas durante o verão. Segundo especialistas em jardinagem e botânica, algumas plantas de interior podem desempenhar um papel importante no arrefecimento do ambiente doméstico graças a um processo natural chamado transpiração, que ajuda a reduzir a temperatura do ar em redor das plantas.</p>
<p>Craig Morley, especialista em plantas de interior da empresa Budget Seeds, explica que as plantas funcionam como uma espécie de “ar condicionado verde”. O especialista recorda que até a NASA estudou o impacto da vegetação na regulação térmica, particularmente através da missão ECOSTRESS, lançada em 2018 para monitorizar a forma como as plantas libertam água e regulam a temperatura da superfície terrestre.</p>
<p>Segundo Craig Morley, o fenómeno ocorre através da transpiração, processo no qual a água é absorvida pelas raízes, sobe pelo caule e acaba por evaporar através das folhas. “À medida que a água evapora, remove calor do ar circundante, criando um efeito de arrefecimento natural”, explicou o especialista. O mecanismo é semelhante à transpiração humana, que ajuda o corpo a regular a temperatura.</p>
<p>Dados da NASA indicam que a transpiração das plantas representa cerca de 10% da água presente na atmosfera terrestre. A agência espacial norte-americana utilizou os resultados da missão ECOSTRESS para ajudar urbanistas e decisores políticos a desenvolver estratégias capazes de reduzir o impacto das ondas de calor em cidades e zonas densamente povoadas.</p>
<p><strong>As plantas mais eficazes para refrescar o ambiente</strong><br />
Nem todas as plantas têm a mesma capacidade de transpiração. Algumas espécies conseguem libertar mais humidade para o ar, tornando-se mais eficazes no arrefecimento do ambiente interior. Craig Morley destacou sete variedades particularmente recomendadas para os meses mais quentes.</p>
<p>Espada-de-são-jorge</p>
<ul>
<li>Lírio-da-paz</li>
<li>Aloé vera</li>
<li>Palmeira-bambu</li>
<li>Feto-de-boston</li>
<li>Jiboia-dourada</li>
<li>Planta-aranha</li>
</ul>
<p><strong>Como potenciar o efeito refrescante das plantas</strong><br />
Os especialistas alertam, no entanto, que as plantas só conseguem cumprir eficazmente esta função se estiverem saudáveis e corretamente cuidadas. Craig Morley recomenda manter as plantas bem regadas durante os períodos de calor, uma vez que a falta de água reduz significativamente a transpiração.</p>
<p>Outra estratégia passa por aumentar a humidade à volta das plantas através de recipientes com pedras húmidas ou humidificadores. Agrupar várias plantas na mesma divisão também ajuda a criar um microclima mais fresco e húmido dentro de casa.</p>
<p>O especialista aconselha ainda a utilizar vasos maiores, permitindo um melhor desenvolvimento das raízes e reduzindo o stress hídrico. Além disso, recomenda evitar podas durante os meses mais quentes, já que a redução da folhagem pode diminuir a capacidade de transpiração.</p>
<p><strong>Conhecer as necessidades de cada planta é essencial</strong><br />
Craig Morley sublinha igualmente que o local onde as plantas são colocadas influencia diretamente a eficácia do arrefecimento natural. “As plantas que não estão num ambiente adequado às suas necessidades não serão tão eficientes a refrescar a casa”, explicou. Por isso, recomenda verificar sempre as condições ideais de luminosidade, humidade e temperatura de cada espécie antes de a colocar dentro de casa.</p>
<p>Embora não substituam sistemas de climatização tradicionais em dias de calor extremo, os especialistas defendem que as plantas podem contribuir para melhorar o conforto térmico, aumentar a humidade do ar e reduzir a sensação de abafamento de forma sustentável e económica.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766345]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ministro israelita de extrema-direita condena Presidente por criticar violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 16:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir (extrema-direita), criticou hoje o Presidente israelita, Isaac Herzog, que denunciou a "brutalização" da sociedade israelita e chamou aos colonos violentos da Cisjordânia uma "multidão sem lei".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir (extrema-direita), criticou hoje o Presidente israelita, Isaac Herzog, que denunciou a &#8220;brutalização&#8221; da sociedade israelita e chamou aos colonos violentos da Cisjordânia uma &#8220;multidão sem lei&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um presidente que chama centenas de milhares de cidadãos do Estado de Israel bestas não merece ser presidente. Ponto final&#8221;, escreveu na rede social X Ben-Gvir, que também é um colono na Cisjordânia e incita à violência neste território palestiniano.</P><br />
<P>Num discurso numa cerimónia de entrega de prémios em Jerusalém, Herzog declarou que uma &#8220;terrível vaga de violência levada a cabo por uma multidão sem lei está a ocorrer na Judeia e Samaria&#8221;, termo pelo qual as autoridades israelitas se referem ao território palestiniano ocupado da Cisjordânia.</P><br />
<P>O Presidente israelita também denunciou um &#8220;terrível processo de brutalização&#8221; nas margens da sociedade israelita, existindo, segundo ele, aqueles que normalizaram a violência e até aqueles que a celebram e se orgulham dela.</P><br />
<P>No final do discurso, Herzog disse que Israel deve traçar linhas vermelhas: &#8220;É proibido abusar dos detidos, por mais desprezíveis que sejam. É proibido tomar a lei nas próprias mãos. É proibido causar danos a pessoas de outras denominações religiosas e aos seus símbolos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos tolerar esta brutalidade que surge das margens da nossa sociedade e nos ameaça a todos&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Ben-Gvir reside como colono ilegal na Cisjordânia e, como ministro da Segurança Nacional, está responsável pelo sistema prisional israelita.</P><br />
<P>Os colonatos são considerados ilegais à luz do Direito internacional.</P><br />
<P>Em várias ocasiões, o governante defendeu a sua gestão das prisões, baseada no endurecimento das condições dos prisioneiros palestinianos, marcada por tortura, agressões sexuais e privação de sono, alimentação, higiene ou medicamentos. </P><br />
<P>O chefe da Segurança Nacional filmou-se recentemente a humilhar detidos da flotilha Global Sumud em Ashdod (sul de Israel), desencadeando uma forte condenação internacional por estas ações que o próprio primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, rejeitou.</P><br />
<P>Como resultado desse vídeo, a França proibiu Ben-Gvir de entrar no seu território, algo que outros países como Reino Unido, Países Baixos, Polónia e Eslovénia já tinham feito antes. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766976]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Presidente israelita denuncia &#8220;atos brutais&#8221; contra detidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 16:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente israelita, Isaac Herzog, criticou hoje os "atos brutais" contra detidos em Israel por quem acredita que "não têm quaisquer direitos humanos", após o ministro da Segurança Nacional ter divulgado imagens polémicas de humilhação a ativistas pró-Palestina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente israelita, Isaac Herzog, criticou hoje os &#8220;atos brutais&#8221; contra detidos em Israel por quem acredita que &#8220;não têm quaisquer direitos humanos&#8221;, após o ministro da Segurança Nacional ter divulgado imagens polémicas de humilhação a ativistas pró-Palestina.</P><br />
<P>Num discurso contundente, no qual também descreveu os colonos violentos na Cisjordânia ocupada como uma &#8220;multidão sem lei&#8221;, Herzog afirmou que &#8220;é proibido abusar dos detidos, por mais desprezíveis que sejam&#8221;, bem como &#8220;fazer justiça pelas próprias mãos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estamos expostos a atos brutais por um punhado de pessoas que acreditam que detidos, interrogados e suspeitos não têm direitos humanos&#8221;, disse Herzog, num discurso no qual também condenou a violência contra cristãos e muçulmanos.</P><br />
<P>O ministro israelita Itamar Ben-Gvir (extrema-direita) divulgou na semana passada um polémico vídeo que mostrava dezenas de ativistas da flotilha Global Sumud, detidos entre segunda e terça-feira em águas internacionais, com as mãos amarradas atrás das costas e com as cabeças no chão.</P><br />
<P>O vídeo provocou uma forte condenação internacional e levou o próprio primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a criticar estas ações.</P><br />
<P>Ben-Gvir reside como colono ilegal na Cisjordânia &#8211; os colonatos violam o Direito internacional &#8211; e, como ministro da Segurança Nacional, é responsável pelo sistema prisional israelita.</P><br />
<P>Em inúmeras ocasiões defendeu a sua gestão das prisões, baseada no endurecimento das condições dos prisioneiros palestinianos, marcada por tortura, agressão sexual e privação de sono, alimentação, higiene ou medicamentos. </P><br />
<P>No seu discurso durante a cerimónia dos Prémios da Unidade de Jerusalém, Herzog afirmou que a sociedade israelita está a passar por um &#8220;terrível processo de brutalização&#8221;, de &#8220;normalização&#8221; e, em alguns casos, de &#8220;orgulho na violência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Gostava de poder falar de unidade hoje&#8221;, acrescentou Herzog.</P><br />
<P>Herzog identificou padrões de ataques contra residentes palestinianos da Cisjordânia, mas também contra símbolos do cristianismo e do islão, bem como contra pessoas detidas, interrogadas ou suspeitas de crimes.</P><br />
<P>&#8220;Estamos expostos à conduta vergonhosa e repugnante de extremistas contra cristãos e muçulmanos que vivem entre nós, como se a moralidade básica do ser humano, os mandamentos da Torá de Israel sobre o amor ao próximo que vive connosco, fossem sem sentido&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>De acordo com a organização palestiniana Comissão de Resistência Contra o Muro e os Assentamentos, tropas e colonos israelitas realizaram 1.819 ataques na Cisjordânia só durante o mês de março. </P><br />
<P>Até agora, em 2026, mais de 37 palestinianos foram mortos por fogo israelita no território palestiniano ocupado, segundo a contagem da organização não-governamental israelita B&#8217;Tselem.</P><br />
<P>Atualmente, existe um clima de crescente hostilidade contra cristãos em Israel, segundo dados da organização inter-religiosa israelita Rossing Center, que documentou um aumento de 63% nos episódios de assédio contra cristãos durante 2025.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, cidadãos israelitas realizaram vários ataques contra símbolos religiosos e cristãos em Jerusalém, depois de o Governo de Benjamin Netanyahu ter impedido os católicos de celebrar o Domingo de Páscoa na parte antiga da cidade.</P><br />
<P>Além disso, durante a invasão terrestre do sul do Líbano que começou em março, vários soldados israelitas filmaram-se a profanar e vandalizar estátuas de virgens, igrejas e outros objetos relacionados com o cristianismo.</P><br />
<P>&#8220;É proibido prejudicar pessoas de outras religiões e os seus símbolos&#8221;, avisou o Presidente israelita. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766975]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ébola: Ataques a centros de tratamento dificultam resposta ao surto no RDCongo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 16:28:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ataques incendiários contra centros de tratamento do Ébola no leste da República Democrática do Congo (RDCongo) estão entre as dificuldades que as autoridades enfrentam para conter o surto da doença infecciosa, noticia a Associated Press (AP) citando uma ONG.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ataques incendiários contra centros de tratamento do Ébola no leste da República Democrática do Congo (RDCongo) estão entre as dificuldades que as autoridades enfrentam para conter o surto da doença infecciosa, noticia a Associated Press (AP) citando uma ONG.</P><br />
<P>O incêndio de dois centros de tratamento por habitantes das zonas de Rwampara e Mongbwalu, que registam o maior número de casos de Ébola, doença declarada emergência de saúde pública mundial, demonstra como a reação negativa em algumas comunidades está a complicar a resposta das autoridades, numa região que enfrenta vários desafios. </P><br />
<P>&#8220;Ceticismo e raiva&#8221; é o que estes ataques podem refletir, segundo Colin Thomas-Jensen, diretor da ONG Aurora Humanitarian Initiative.</P><br />
<P>Thomas-Jensen referiu que esses sentimentos das pessoas no leste da RDCongo estão relacionados com a forma como a região tem sido tratada: anos de violência por parte de grupos rebeldes ligados a forças estrangeiras e a incapacidade do seu Governo e das forças internacionais de manutenção da paz em protegê-las.</P><br />
<P>Outra fonte de raiva tem sido os protocolos rigorosos em torno do enterro de vítimas suspeitas de Ébola, dos quais as autoridades estão a assumir o controlo sempre que possível para impedir uma maior propagação da doença quando as famílias preparam os corpos e as pessoas se reúnem para um funeral.</P><br />
<P> O primeiro incêndio de um centro de tratamento do Ébola em Rwampara foi perpetrado por um grupo de jovens locais que tentavam recuperar o corpo de um amigo falecido, segundo testemunhas e a polícia. As testemunhas afirmaram que a multidão acusou o grupo de ajuda humanitária estrangeiro que operava no local de mentir sobre o Ébola.</P><br />
<P>As autoridades do nordeste da RDCongo proibiram agora as vigílias fúnebres e as reuniões com mais de 50 pessoas, numa tentativa de conter a propagação da doença, e soldados armados e agentes da polícia estão a vigiar alguns enterros realizados por trabalhadores humanitários.</P><br />
<P>As crises de longa data no leste da RDCongo, que tornaram a região palco de um dos piores desastres humanitários do mundo, afetam a resposta a um tipo raro de Ébola por vários motivos.</P><br />
<P>Por um lado, a região enfrenta uma ameaça constante de violência. O leste da RDCongo tem sido palco de violência por parte de dezenas de grupos rebeldes distintos há anos, alguns deles com ligações a países estrangeiros ou ao Estado Islâmico(EI).</P><br />
<P>Por outro lado, os rebeldes do grupo armado Movimento 23 de Março (M23), alegadamente apoiados pelo Ruanda, controlam partes da região e embora o Governo da RDCongo ainda controle em grande parte a província de Ituri, no nordeste, que é o epicentro do surto de Ébola, esse controlo é frágil.</P><br />
<P>A RDCongo é regularmente afetada por epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P><br />
<P>A epidemia, declarada em 15 de maio, corresponde a uma nova estirpe do Ébola, para a qual não existe vacina e cuja taxa de mortalidade varia entre 30% e 50%, segundo a OMS.</P><br />
<P>O Ébola provoca uma febre hemorrágica mortal, mas o vírus, que causou mais de 15 mil mortes em África nos últimos 50 anos, é menos contagioso do que a covid-19 ou o sarampo.</P><br />
<P>Na ausência de vacina e de tratamento aprovado contra a estirpe Bundibugyo do vírus, responsável pela epidemia atual, as diretrizes de contenção assentam essencialmente no cumprimento das medidas de barreira e na deteção rápida dos casos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766974]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sporting é campeão europeu de atletismo em masculinos e &#8216;vice&#8217; em femininos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 16:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sporting confirmou hoje o seu domínio na Taça dos Clubes Campeões Europeus de atletismo, em masculinos, mas em femininos deixou escapar a liderança da véspera e caiu para segundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting confirmou hoje o seu domínio na Taça dos Clubes Campeões Europeus de atletismo, em masculinos, mas em femininos deixou escapar a liderança da véspera e caiu para segundo.</P><br />
<P>Em Castellón, Espanha, palco de uma competição que não se realizava desde 2019, a equipa portuguesa masculina selou o título com 194 pontos, contra 189,5 do Playas de Castellón e 188,5 do Enka, da Turquia.</P><br />
<P>Em femininos, as &#8216;leoas&#8217; entraram para este segundo e último dia com uma vantagem de cinco pontos, que se &#8216;esfumou&#8217; e permitiu a vitória do Valência, de Espanha, com 222 pontos, seguido pelo Sporting, com 217, e pelo Playas de Castellón, com 193.</P><br />
<P>Bastaram alguns minutos apenas para que o Sporting perdesse o comando &#8211; o triplo nulo de Evelise Veiga no salto em comprimento penalizou fortemente o clube, que marcou zero pontos, e Lorène Bazolo correu os 200 metros bem abaixo do seu valor habitual, para ser apenas sétima.</P><br />
<P>Até ao final, o Valência não teve percalços, com o Sporting a acreditar até ao fim num bom resultado, já que as medalhas só se decidiram com as estafetas finais, de 4&#215;400 metros.</P><br />
<P>Em 2019, na edição anterior, também em Playas de Castellón, o Sporting foi segundo classificado, atrás do Enka.</P><br />
<P>A estafeta constituída por Delvis Santos, João Coelho, Diogo Barrigana e Omar Elkhatib fechou em grande estilo a excelente campanha do Sporting, em 3.06,35. A vantagem à entrada da prova era de 3,5 pontos para o segundo da geral, pelo que tudo estava em jogo, ainda.</P><br />
<P>David Garcia, nos 800 metros (1.51,94 minutos), Leandro Monteiro, nos 3.000 metros obstáculos (8.48,75), José Carlos Pinto, nos 3.000 metros (8.02,73) e o camaronês Emmanuel Eseme, nos 200 metros (20,31 segundos) consumaram as outras vitórias do Sporting, em masculinos, elevando para 11 os triunfos nos dois dias.</P><br />
<P>As duas estrangeiras do Sporting em prova nos femininos justificaram as escolhas, com vitórias &#8211; a dinamarquesa Katrine Jacobsen, com 71,44 metros no martelo, e a júnior etíope Tirhas Gebrehiwet, vencedora dos 5.000 metros em 16.15,65 minutos.</P><br />
<P>Também ganharam Jessica Inchude (19,11 metros no peso), Patrícia Silva (4.30,64 minutos nos 1.500 metros) e a estafeta de 4.400 metros, com Carina Pereira, Juliana Guerreiro, Clara Martinha e Sofia Lavreshina a marcarem 3.33,16, um recorde do clube.</P><br />
<P>O Sporting conseguiu em femininos triunfar em 10 provas do programa.</P><br />
<P>Por outro lado, a portuguesa Eliana Bandeira contribuiu para o título do Valência, com o segundo posto que conseguiu no peso (18.33 metros), atrás de Inchude.</P></p>
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