‘Chapada’ a Macron volta a dar que falar: Brigitte nega crise por mensagens do presidente francês a atriz iraniana

Pessoa próxima de Brigitte Macron garante que a primeira-dama “negou categoricamente” a versão segundo a qual o incidente teria sido provocado por mensagens trocadas entre Emmanuel Macron e a atriz franco-iraniana Golshifteh Farahani

Francisco Laranjeira

Um novo livro sobre Emmanuel e Brigitte Macron reacendeu a polémica em torno do episódio filmado em maio de 2025, no Vietname, quando a primeira-dama francesa apareceu a bater no rosto do presidente francês à saída do avião presidencial.

De acordo com o ‘POLITICO’, uma pessoa próxima de Brigitte Macron garante que a primeira-dama “negou categoricamente” a versão segundo a qual o incidente teria sido provocado por mensagens trocadas entre Emmanuel Macron e a atriz franco-iraniana Golshifteh Farahani.

A alegação surge no livro “An (almost) perfect couple”, do jornalista da ‘Paris Match’ Florian Tardif, colocado à venda esta quarta-feira. O autor sustenta que Brigitte Macron terá “perdido a calma” durante a viagem para o Vietname depois de ver, por engano, uma mensagem no telemóvel do marido enviada pela atriz.

Numa entrevista à rádio ‘RTL’, Tardif afirmou que Macron manteve durante vários meses uma relação “platónica” com Farahani e que algumas mensagens “foram bastante longe”. Uma das frases atribuídas ao presidente francês seria: “Acho-a muito atraente.”

A versão é rejeitada por uma fonte próxima da primeira-dama. Segundo a ‘RTL’, essa pessoa afirma que Brigitte Macron já tinha desmentido esta leitura junto do autor, a 5 de março, garantindo que nunca vê o telemóvel do marido. A mesma fonte acusa ainda Tardif de não ter incluído essa precisão no livro.

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O Eliseu não apresentou uma resposta oficial detalhada às novas alegações. Quando o vídeo foi divulgado, em maio de 2025, a equipa de Macron começou por desvalorizar o caso e, depois, enquadrou o episódio como uma brincadeira privada do casal. O próprio presidente francês afirmou na altura que estava a “brincar” com a mulher e que o caso tinha sido retirado do contexto, depois de as imagens se terem tornado virais.

Golshifteh Farahani, atriz franco-iraniana conhecida internacionalmente e radicada em França, já tinha negado no passado rumores sobre uma relação com Emmanuel Macron. Até ao momento, não comentou publicamente as novas alegações atribuídas ao livro de Florian Tardif. O caso voltou agora a ganhar dimensão mediática por juntar três elementos sensíveis: a vida privada do presidente francês, a exposição pública do casal Macron e a proximidade das últimas fases do mandato presidencial em França.

O episódio original ocorreu durante uma visita oficial ao Vietname, em maio de 2025. As imagens mostravam Brigitte Macron a bater no rosto do marido momentos antes de ambos descerem as escadas do avião. Macron recompôs-se, acenou às câmaras e o casal desceu em conjunto, embora a primeira-dama tenha recusado o braço do presidente. Na altura, o vídeo alimentou especulação internacional e levou o chefe de Estado francês a criticar a forma como imagens privadas ou ambíguas são amplificadas nas redes sociais.

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Segundo o ‘POLITICO’, Donald Trump chegou a brincar recentemente com o episódio, o que contribuiu para manter o caso no radar mediático internacional. A nova polémica, porém, continua assente em versões contraditórias: de um lado, as alegações do jornalista Florian Tardif; do outro, o desmentido categórico atribuído à equipa de Brigitte Macron e a ausência de confirmação pública por parte da atriz envolvida.

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