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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 May 2026 06:58:19 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Como fazer o dinheiro esticar? Sete soluções para poupar sem grandes sacrifícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 07:15:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[Da criação de um orçamento familiar à comparação de serviços, passando pelo controlo das despesas variáveis, pelo cashback e pela escolha criteriosa de crédito, há hábitos simples que podem ter impacto direto no orçamento mensal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gerir melhor o dinheiro é essencial para quem quer viajar, investir em formação, avançar com um projeto pessoal ou simplesmente criar uma margem financeira para imprevistos. A boa notícia é que poupar não tem de ser um “bicho de sete cabeças”: segundo o ComparaJá, o segredo está em potenciar a poupança de forma gradual, eficaz e com o menor sacrifício possível.</p>
<p>Da criação de um orçamento familiar à comparação de serviços, passando pelo controlo das despesas variáveis, pelo cashback e pela escolha criteriosa de crédito, há hábitos simples que podem ter impacto direto no orçamento mensal.</p>
<p><strong>Sete soluções para gerir melhor o dinheiro</strong></p>
<p><strong>1. Começar devagar, mas com disciplina</strong></p>
<p>A primeira regra é a organização. Criar um orçamento familiar, perceber quanto entra e quanto sai todos os meses e definir uma rotina de poupança são passos essenciais para ganhar controlo financeiro.</p>
<p>A poupança não tem de começar com grandes valores. Reservar pequenas quantias, mesmo que seja um euro por dia, pode ajudar a criar disciplina sem afetar drasticamente o orçamento.</p>
<p>Esta solução é especialmente útil para quem ainda não tem um objetivo concreto, mas quer construir uma almofada financeira para imprevistos ou para futuros projetos pessoais.</p>
<p><strong>2. Separar logo as despesas fixas</strong></p>
<p>Antes de pensar em poupança ou gastos variáveis, importa identificar as despesas incontornáveis e reservar esse valor no início do mês.</p>
<p>Entre os encargos fixos mais comuns estão água, eletricidade, gás, telecomunicações, transportes, supermercado, cartão de crédito, seguros e prestações de crédito.</p>
<p>Antecipar estes pagamentos ajuda a evitar desequilíbrios ao longo do mês. Ao mesmo tempo, permite perceber se há margem para reduzir custos em serviços essenciais.</p>
<p>O ComparaJá recomenda comparar regularmente pacotes de TV, net e voz, contratos de energia, seguros e créditos. Uma poupança de dez euros nas telecomunicações, cinco euros na energia e quinze euros numa prestação mensal pode representar quase 400 euros ao fim de um ano.</p>
<p><strong>3. Definir quanto colocar de parte todos os meses</strong></p>
<p>O valor a poupar deve depender do objetivo. Se a meta for concreta, como juntar dinheiro para a entrada de uma casa, a poupança deve ser sistemática e ajustada ao prazo e ao montante pretendido.</p>
<p>Ainda assim, o ComparaJá recomenda que a poupança mensal não ultrapasse, em regra, 10% a 15% do rendimento mensal. Desta forma, o esforço mantém-se sustentável e não compromete o equilíbrio financeiro do dia a dia.</p>
<p>A chave está em criar uma meta realista. Poupar demasiado num mês e desistir no seguinte tende a ser menos eficaz do que manter uma rotina consistente.</p>
<p><strong>4. Controlar as despesas não fixas</strong></p>
<p>As despesas variáveis são, muitas vezes, as que mais pesam sem se dar por isso. Cafés, refeições fora, combustível, compras ocasionais ou idas ao supermercado podem acumular valores significativos ao longo do mês.</p>
<p>Registar estes gastos ajuda a perceber onde o dinheiro está a ser usado e que despesas podem ser reduzidas. Aplicações móveis de gestão financeira podem facilitar esse acompanhamento e evitar trabalho manual.</p>
<p>Com uma visão global do histórico financeiro mensal, torna-se mais simples antecipar os dias que faltam até ao próximo salário e ajustar decisões de consumo.</p>
<p><strong>5. Usar cartões com cashback</strong></p>
<p>Outra solução passa por aderir a cartões com cashback. Este mecanismo permite recuperar uma percentagem dos gastos feitos com cartão de crédito, normalmente refletida no extrato do mês seguinte.</p>
<p>Nem todos os cartões oferecem esta vantagem, pelo que pode compensar comparar opções disponíveis no mercado.</p>
<p>Ainda assim, esta solução exige disciplina. O cashback só é vantajoso se o cartão for usado de forma responsável e se o valor em dívida for pago dentro dos prazos, evitando juros e encargos adicionais.</p>
<p><strong>6. Comparar antes de recorrer a crédito</strong></p>
<p>Em certos momentos, recorrer a crédito pode ser necessário, seja para comprar casa, financiar um projeto pessoal ou reorganizar dívidas. Mas qualquer crédito implica um compromisso financeiro, muitas vezes de médio ou longo prazo.</p>
<p>Por isso, comparar propostas antes de aceitar uma oferta é essencial. As taxas, comissões, prazos e condições podem variar significativamente entre instituições.</p>
<p>O ComparaJá destaca três áreas em que a comparação pode ser particularmente relevante: crédito à habitação, crédito pessoal e consolidação de empréstimos.</p>
<p>Escolher a solução certa pode reduzir a prestação mensal e libertar orçamento para outras prioridades.</p>
<p><strong>7. Procurar boas opções de investimento</strong></p>
<p>Depois de criar hábitos de poupança e juntar um montante significativo, pode fazer sentido procurar formas de rentabilizar o dinheiro.</p>
<p>Fundos de investimento, contas poupança, juros compostos, compra de casa para arrendamento ou até investimento num negócio próprio podem ser opções a considerar, dependendo do perfil de risco, dos objetivos e do prazo.</p>
<p>O ComparaJá disponibiliza uma Calculadora de Juros Compostos que permite estimar o crescimento de uma poupança ou investimento ao longo do tempo, tendo em conta o efeito acumulado dos juros.</p>
<p>Antes de avançar, porém, é importante avaliar custos, riscos e horizonte temporal, evitando decisões precipitadas.</p>
<p><strong>Pequenas decisões podem gerar poupanças relevantes</strong></p>
<p>A gestão financeira eficaz não depende apenas de grandes cortes. Muitas vezes, resulta de pequenas decisões repetidas ao longo do tempo: comparar serviços, renegociar contratos, acompanhar despesas, poupar de forma automática e escolher melhor produtos financeiros.</p>
<p>Para o ComparaJá, fazer o dinheiro “esticar” passa sobretudo por ganhar visibilidade sobre o orçamento e tomar decisões mais informadas. A poupança torna-se mais fácil quando há organização, metas realistas e ferramentas que ajudam a reduzir custos sem grandes sacrifícios.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758486]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IRS Jovem: Se não usufruiu ainda pode entregar declaração de substituição, dois anos depois?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 07:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio de IRS]]></category>
		<category><![CDATA[irs]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos contribuintes que entregaram declarações de IRS nos últimos anos sem beneficiarem do regime do IRS Jovem estão agora a questionar se ainda é possível corrigir esse erro e recuperar o valor a que poderiam ter tido direito. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos contribuintes que entregaram declarações de IRS nos últimos anos sem beneficiarem do regime do IRS Jovem estão agora a questionar se ainda é possível corrigir esse erro e recuperar o valor a que poderiam ter tido direito. Em causa estão reembolsos que, em alguns casos, podem representar centenas ou mesmo milhares de euros, o que tem levado a um aumento das dúvidas sobre a possibilidade de entregar declarações de substituição ou recorrer a outros mecanismos legais para obter o benefício fiscal.</p>
<p>A resposta é positiva: em determinadas situações, ainda é possível corrigir declarações anteriores e acionar retroativamente o IRS Jovem. No entanto, esse processo depende do ano fiscal em causa, está sujeito a prazos legais rigorosos e pode implicar custos adicionais, nomeadamente a aplicação de coimas pela substituição da declaração Modelo 3 de IRS.</p>
<p><strong>Declarações de 2023 e 2024 ainda podem ser corrigidas</strong><br />
Segundo esclarece a Ordem dos Contabilistas Certificados, os contribuintes podem substituir as declarações Modelo 3 relativas aos rendimentos de 2023 e 2024 — entregues, respetivamente, em 2024 e 2025 — até ao dia 30 de junho de 2026. Isso significa que quem se apercebeu agora de que não assinalou o IRS Jovem nesses dois anos ainda poderá corrigir a situação dentro desse prazo.</p>
<p>Contudo, esta alteração não é isenta de encargos. A substituição da declaração implica, em regra, a aplicação de uma coima de 25 euros, valor que deverá ser tido em conta no momento de decidir avançar com a correção. Ainda assim, perante montantes potencialmente elevados de reembolso, muitos contribuintes poderão considerar que essa penalização compensa financeiramente.</p>
<p><strong>Para anos mais antigos, o caminho é mais complexo</strong><br />
Já para quem pretende recuperar o benefício relativo aos rendimentos de 2021 e 2022 — cujas declarações foram submetidas em 2022 e 2023 — a via da simples declaração de substituição deixou de estar disponível, por já terem expirado os prazos legais para esse mecanismo.</p>
<p>Nesses casos, a única hipótese passa pela apresentação de um pedido de revisão do ato tributário, um procedimento específico que deve ser submetido através do Portal das Finanças e que fica dependente de análise e eventual aceitação por parte da Autoridade Tributária. Ou seja, ao contrário da declaração de substituição, não existe aqui garantia automática de deferimento, sendo cada caso apreciado individualmente.</p>
<p><strong>Recuperar o IRS Jovem é possível, mas exige atenção às regras</strong><br />
Em termos práticos, a possibilidade de recuperar o IRS Jovem existe, mas varia consoante o ano em causa. Para declarações mais recentes, a correção pode ser feita através da entrega de uma nova declaração dentro do prazo legal. Para anos anteriores, a solução passa por um pedido formal de revisão fiscal, sujeito à decisão da Autoridade Tributária.</p>
<p>Para os contribuintes abrangidos, a recomendação é clara: verificar cuidadosamente as declarações entregues nos últimos anos, confirmar se reuniam condições para beneficiar do IRS Jovem e avaliar rapidamente se ainda estão dentro dos prazos aplicáveis. Em matéria fiscal, o tempo pode fazer toda a diferença entre recuperar um benefício relevante ou perder definitivamente esse direito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758444]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Cinco civis russos morreram em ataque ucraniano contra a Crimeia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-cinco-civis-russos-morreram-em-ataque-ucraniano-contra-a-crimeia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco cidadãos russos foram hoje vítimas de um ataque ucraniano contra a Península da Crimeia, anexada pela Rússia, disse hoje o líder regional Sergei Aksyonov.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cinco cidadãos russos foram hoje vítimas de um ataque ucraniano contra a Península da Crimeia, anexada pela Rússia, disse hoje o líder regional Sergei Aksyonov.</P><br />
<P>O responsável russo disse que o ataque ucraniano com um aparelho aéreo não tripulado (drone) teve como alvo a zona de Dzhankoi, Península da Crimeia, tendo provocado a morte de cinco civis russos. </P><br />
<P>Numa mensagem difundida através das redes sociais, Sergei Aksyonov disse que foram enviadas equipas de socorro para o local e apelou à calma. </P><br />
<P>Embora o ataque ucraniano tenha ocorrido após a implementação do cessar-fogo proposto por Kiev, as autoridades locais russas anunciavam algumas horas antes que as defesas aéreas estavam a repelir drones da Ucrânia.</P><br />
<P>Entretanto, o Governo de Kiev acusou Moscovo de &#8220;violar&#8221; o cessar-fogo unilateral com 108 drones e três mísseis. </P><br />
<P>O cessar-fogo foi proposto por Kiev, mas Moscovo não respondeu oficialmente à proposta. </P><br />
<P>A Força Aérea Ucraniana que forneceu atualizações sobre a entrada de mísseis e drones russos no espaço aéreo ucraniano, reportou disparos de bombas em áreas próximas das linhas da frente e o lançamento de &#8220;alguns drones&#8221; contra regiões no nordeste, sudeste e sul da Ucrânia.</P><br />
<P>O Presidente Volodymyr Zelensky tinha proposto uma trégua por tempo indeterminado a partir da última noite em resposta à declaração de Moscovo sobre um cessar-fogo temporário para sábado (09 de maio), data em que se assinala &#8220;a vitória soviética sobre a Alemanha nazi&#8221;, em 1945.</P><br />
<P>Dos 108 drones, 89 foram neutralizados pelas defesas aéreas ucranianas em várias regiões do norte e leste da Ucrânia.</P><br />
<P>Os três mísseis russos &#8212; dois balísticos e um guiado por ar &#8212; não puderam ser intercetados e, tal como nove dos drones, atingiram oito locais na Ucrânia, que a Força Aérea não especificou.</P><br />
<P>De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, 27 civis ucranianos foram mortos na terça-feira em vários ataques russos, que fizeram também mais de 120 feridos.</P><br />
<P>A Rússia ainda não respondeu à oferta de cessar-fogo da Ucrânia.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758618]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O mito volta à estrada: Rali de Portugal liga o Centro ao Norte antes da apoteose em Fafe</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-mito-volta-a-estrada-rali-de-portugal-liga-o-centro-ao-norte-antes-da-apoteose-em-fafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[rali de portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Prova, sexta ronda do Campeonato do Mundo de Ralis, disputa-se oficialmente de 7 a 10 de maio, com 23 classificativas, 345,14 quilómetros cronometrados e cerca de 1.862 quilómetros no total]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 59.ª edição do Rali de Portugal arranca esta quarta-feira com o shakedown em Paredes-Baltar, antes de quatro dias de competição entre o Centro e o Norte do país. A prova, sexta ronda do Campeonato do Mundo de Ralis, disputa-se oficialmente de 7 a 10 de maio, com 23 classificativas, 345,14 quilómetros cronometrados e cerca de 1.862 quilómetros no total, tendo base operacional na Exponor, em Matosinhos, e cerimónia de partida em Coimbra, segundo o guia oficial do Automóvel Club de Portugal.</p>
<p>Este ano, a etapa portuguesa do Campeonato de Portugal de Ralis contará com apenas 14 pilotos nacionais. Integrada na prova mundialista, a competição do CPR fica limitada aos dois primeiros dias de corrida, quinta e sexta-feira, mas será, ainda assim, a etapa mais dura e extensa do calendário nacional.</p>
<p>O pelotão português terá pela frente 10 classificativas e 134,3 quilómetros disputados sobretudo em terra. A exceção será a superespecial da Figueira da Foz, em asfalto, que encerra o primeiro dia competitivo, na quinta-feira.</p>
<p><strong>Rúben Rodrigues lidera, Armindo Araújo parte como favorito</strong></p>
<p>A luta nacional arranca com Rúben Rodrigues, em Toyota Yaris, na liderança do campeonato, depois da vitória na prova de abertura, em Amarante. O piloto soma 25 pontos e chega ao Rali de Portugal no comando das contas do CPR.</p>
<p>Logo atrás surge Armindo Araújo, em Skoda Fabia, a apenas dois pontos. Pela experiência acumulada na prova, parte como um dos grandes favoritos: já foi o melhor português no Rali de Portugal por 14 vezes e conta mesmo com uma vitória à geral.</p>
<p>Entre os restantes candidatos estão Pedro Almeida, em Toyota Yaris, José Pedro Fontes, em Lancia Ypsilon, Pedro Meireles, em Skoda Fabia, Ricardo Teodósio, em Citroën C3, Gonçalo Henriques e Hugo Lopes, ambos em Hyundai i20.</p>
<p>A competição nacional termina na sexta-feira com Mortágua 2, que funcionará como power stage para as contas do CPR. A partir de sábado, a permanência em prova das equipas portuguesas passa a ser opcional, contando apenas para o título honorífico de melhor piloto luso à geral.</p>
<p><strong>Shakedown antecipado e novidades no calendário</strong></p>
<p>A edição deste ano estende-se por mais um dia do que o habitual. O shakedown, usado pelas equipas para os últimos acertos antes da competição, foi antecipado para esta quarta-feira, às 15h01, em Paredes-Baltar. O troço tem 5,72 quilómetros e decorrerá até às 19h30, segundo o guia do ACP.</p>
<p>Na quinta-feira, a competição começa com duas especiais na região de Aveiro: Águeda/Sever, às 15h05, e Sever/Albergaria, às 16h05. A superespecial da Figueira da Foz encerra o dia, às 18h05. A inclusão de duas classificativas na quinta-feira responde às novas orientações da Federação Internacional do Automóvel sobre a quilometragem total de um dia de prova.</p>
<p>Na sexta-feira, o rali permanece no Centro, com passagem por Mortágua, Arganil, Lousã e Góis. O dia começa às 07h35 com Mortágua 1 e termina às 15h45 com Mortágua 2, power stage do CPR.</p>
<p>O sábado marca o regresso ao Norte, com duplas passagens por Felgueiras, Cabeceiras de Basto, Amarante e Paredes, antes da superespecial de Lousada, marcada para as 19h05. No domingo, a decisão fica entregue a Vieira do Minho e Fafe, com a segunda passagem por Fafe a servir de Power Stage do WRC, às 13h15. O programa oficial confirma o pódio final em Fafe, com hora aproximada às 14h15.</p>
<p><strong>Fafe volta a ser a ‘Catedral’ dos ralis</strong></p>
<p>O domingo volta a colocar Fafe no centro das atenções. O troço, conhecido pelo Salto da Pedra Sentada e pelas multidões que acompanham a passagem dos carros, será novamente decisivo na classificação final.</p>
<p>A organização descreve Fafe como uma classificativa curta, mas exigente, marcada por piso de terra frequentemente degradado, zonas rápidas e secções técnicas, obrigando a um compromisso rigoroso na afinação dos carros.</p>
<p>Antes disso, o rali passará por Vieira do Minho, com duas passagens no domingo, às 08h05 e às 10h35, num percurso pela Serra da Cabreira e com o Gerês como pano de fundo. A última passagem por Fafe, às 13h15, fechará a prova ao cronómetro.</p>
<p><strong>GNR monta operação especial de segurança</strong></p>
<p>A GNR prepara a operação “WRC Vodafone Rally de Portugal 2026”, com o objetivo de garantir a ordem pública, encaminhar e conter espectadores nas zonas destinadas ao público, interditar a circulação nas especiais e assegurar a fluidez nos acessos, itinerários de emergência e percursos de ligação.</p>
<p>A prova passa pelas regiões Centro e Norte, abrangendo os distritos de Aveiro, Coimbra, Viseu, Porto, Braga, Vila Real e Viana do Castelo.</p>
<p>A operação da Guarda será desenvolvida em duas fases. A primeira começa no dia anterior à prova e destina-se à interdição da circulação automóvel nos troços, controlo de acessos e preparação do dispositivo. A segunda decorre durante a prova, acompanhando os horários das classificativas, com interdição de veículos não autorizados, contenção do público nas zonas preparadas e bloqueio das áreas interditas.</p>
<p><strong>Zonas Espetáculo só nas áreas autorizadas</strong></p>
<p>O ACP preparou várias Zonas Espetáculo para o público acompanhar a prova em segurança. As áreas destinadas aos espectadores estão assinaladas a verde e todas as restantes zonas são consideradas interditas.</p>
<p>Na generalidade, o acesso às Zonas Espetáculo será permitido cerca de cinco horas antes da passagem do primeiro concorrente, permitindo uma deslocação mais tranquila do público. A organização recomenda que os espectadores respeitem as indicações da GNR e dos marshals.</p>
<p>Algumas Zonas Espetáculo terão acesso facilitado para cidadãos com mobilidade reduzida, desde que os veículos estejam devidamente identificados com o respetivo dístico.</p>
<p>Além dos mapas e guias de espectador, a prova disponibiliza informação oficial em tempo real através da aplicação Sportity, com o código WRCPOR26, onde podem ser consultados horários, classificações, listas de inscritos, mapas, penalizações e comunicados oficiais.</p>
<p><strong>Calendário resumido da prova</strong></p>
<p>Esta quarta-feira fica reservada ao shakedown em Paredes-Baltar. Na quinta-feira, o rali passa por Águeda/Sever, Sever/Albergaria e Figueira da Foz. Na sexta-feira, o centro da prova está em Mortágua, Arganil, Lousã e Góis.</p>
<p>No sábado, a caravana segue para Felgueiras, Cabeceiras de Basto, Amarante, Paredes e Lousada. No domingo, a decisão passa por Vieira do Minho e Fafe, com a Power Stage final a encerrar a 59.ª edição do Rali de Portugal.</p>
<p>Entre o regresso de troços emblemáticos, a luta nacional com 14 pilotos e a habitual romaria dos adeptos, o Rali de Portugal volta a ligar o Centro e o Norte do país numa das maiores provas desportivas realizadas em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758364]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Perceções divergentes sobre Taiwan mantêm tensão entre China e Japão &#8212; analistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:45:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma análise publicada na terça-feira pelo instituto de análise Brookings Institution sugere que o recente impasse diplomático entre a China e o Japão surge de perceções divergentes sobre Taiwan, influenciado por sensibilidades históricas e estratégicas de Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma análise publicada na terça-feira pelo instituto de análise Brookings Institution sugere que o recente impasse diplomático entre a China e o Japão surge de perceções divergentes sobre Taiwan, influenciado por sensibilidades históricas e estratégicas de Pequim.</P><br />
<P>O professor Akio Takahara, professor visitante na Tokyo Woman&#8217;s Christian University e professor emérito da Universidade de Tóquio, destaca no relatório &#8212; &#8220;Quão perigosa é a atual cisão entre China e Japão?&#8221; &#8212; que &#8220;o atual estado das relações Japão &#8212; China encontra-se no seu ponto mais crítico desde a normalização em 1972&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Takahara, Pequim interpretou mal as declarações da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, que apenas referiu que uma situação &#8220;ameaçadora à sobrevivência&#8221; do país poderia exigir medidas limitadas de defesa coletiva estritamente para proteger o Japão.</P><br />
<P>Takahara alerta que a burocracia chinesa &#8220;tem um mecanismo de reação&#8221; que causa &#8220;danos exagerados&#8221;, refletido no cancelamento de intercâmbios académicos e restrições a empresas e universidades japonesas.</P><br />
<P>O académico japonês acrescenta que fatores domésticos, incluindo a necessidade de demonstrar lealdade ao Presidente Xi Jinping, intensificaram a severidade das medidas.</P><br />
<P>O professor chinês Ren Xiao, da Academia de Estudos de Países e Regiões da Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim, sustenta, em contrapartida, que &#8220;a questão de Taiwan é o núcleo dos interesses da China e um princípio absolutamente não negociável&#8221; e que &#8220;qualquer envolvimento militar estrangeiro no caso de contingência no Estreito de Taiwan é totalmente inaceitável para a China&#8221;.</P><br />
<P>Ren Xiao considera que as declarações de Takaichi eram previsíveis &#8211; dado que é &#8220;uma figura conhecida por apoiar Taiwan&#8221; &#8211; e acrescenta que a sensibilidade chinesa se explica pelo histórico da invasão japonesa da China no século XX e pelas memórias de atrocidades contra o povo chinês.</P><br />
<P>O académico acrescenta que a &#8220;atitude ambígua do Japão face à história&#8221; é uma das principais razões das dificuldades nas relações bilaterais.</P><br />
<P>Takahara considera &#8220;encorajadora&#8221; a ideia de Ren sobre diálogo. Segundo o académico japonês, &#8220;um sério problema entre Japão e China é o enorme fosso de perceção entre os dois povos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deveria haver diálogo em todos os níveis para trocar informações e compreender a perspetiva do outro lado&#8221;, argumenta.</P><br />
<P>Takahara sublinha ainda que o fosso informativo entre os dois países amplifica mal-entendidos e pode levar a respostas desproporcionais.</P><br />
<P>Já Ren observa que as medidas chinesas, incluindo restrições a exportações de matérias-primas e adiamento de reuniões trilaterais, refletem não apenas uma resposta a Takaichi, mas também o posicionamento estratégico de Pequim em relação a Taiwan.</P><br />
<P>&#8220;Dada a importância absoluta e a sensibilidade da questão de Taiwan, Pequim não deve deixar qualquer impressão de flexibilidade sobre este assunto específico&#8221;, aponta o académico chinês.</P><br />
<P>A China &#8220;quer deixar totalmente claro que está disposta a pagar qualquer preço para reagir quando desafiada por um país estrangeiro nesta questão&#8221;, remata.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758617]]></sapo:autor>
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		<title>Hong Kong registou o segundo mês de abril mais quente de sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A agência meteorológica de Hong Kong anunciou que o mês passado terminou com uma temperatura média de 25,5 graus Celsius, o segundo valor mais elevado de sempre para abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência meteorológica de Hong Kong anunciou que o mês passado terminou com uma temperatura média de 25,5 graus Celsius, o segundo valor mais elevado de sempre para abril.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado divulgado na terça-feira pelo Observatório de Hong Kong, a temperatura média esteve 2,5 graus acima do normal para o quarto mês do ano.</P><br />
<P>A agência meteorológica refere que as temperaturas mínima (23,8 graus) e máxima (27,9 graus) estiveram muito acima da média e atingiram os segundos mais elevados alguma vez registados em abril.</P><br />
<P>O recorde histórico para o quarto mês do ano foi fixado em 2024, quando Hong Kong registou uma temperatura média de 26,4 graus, o valor mais elevado desde que há registos, em 1884.</P><br />
<P>O observatório justifica um abril &#8220;excecionalmente quente&#8221; principalmente com &#8220;as temperaturas da superfície do mar mais elevadas do que o normal&#8221; no mar do Sul da China.</P><br />
<P>O comunicado refere ainda que a precipitação total foi de 160,4 milímetros, cerca de 5% acima da média para abril. Choveu mais 20% do que a média em Hong Kong durante os primeiros quatro meses do ano, sublinhou a agência.</P><br />
<P>Em 16 de fevereiro, o Observatório anunciou que tinha registado a temperatura de 27,9 graus Celsius, o valor mais elevado de sempre, para uma véspera do Ano Novo Lunar.</P><br />
<P>De acordo com cientistas, as alterações climáticas estão a provocar fenómenos meteorológicos extremos mais frequentes e intensos em todo o mundo.</P><br />
<P>Em 2025, Hong Kong foi afetada por 12 tempestades tropicais e tufões, o valor anual mais elevado desde que começaram os registos, em 1917, indicou em outubro a agência meteorológica da região semiautónoma chinesa.</P><br />
<P>Tanto em Hong Kong como na região vizinha de Macau, a escala de alerta de tempestades tropicais é formada pelos sinais 1, 3, 8, 9 e 10 (o mais elevado), com a emissão a depender da proximidade da tempestade e da intensidade do vento.</P><br />
<P>No caso de Macau, situada a 60 quilómetros, onde os Serviços Meteorológicos e Geofísicos emitiram o sinal 8, desde o ano de 1974 que não havia tantas tempestades tropicais e tufões a afetar o território.</P><br />
<P>A Proteção Civil de Macau sublinhou que dois dos 12 ciclones tropicais levaram mesmo à emissão do sinal 10, o último dos quais em 24 de setembro, devido ao supertufão Ragasa, a mais poderosa tempestade registada no planeta em 2025.</P><br />
<P>Os tufões são fenómenos recorrentes no Sudeste Asiático, quando as águas quentes do oceano Pacífico favorecem a formação de ciclones, e o sul da China é atingido todos os anos por dezenas dessas tempestades tropicais, especialmente na estação das chuvas, que geralmente começa em junho e termina em novembro ou dezembro.</P><br />
<P>Segundo um estudo publicado em julho de 2024, os tufões na região estão a formar-se mais perto da costa do que no passado, intensificando-se mais rapidamente e permanecendo mais tempo sobre terra, em consequência das alterações climáticas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758616]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Renegociar o crédito à habitação: 10 soluções para baixar a mensalidade&#8230; e poupar muito dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Contacte o banco para encontrarem uma solução. É melhor negociar novas condições para o empréstimo enquanto não está em risco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conflito no Médio Oriente veio desestabilizar o mundo, a confiança das bolsas, o valor do petróleo e dos combustíveis, a disponibilidade de fertilizantes para a agricultura e o preço dos alimentos&#8230; e, inevitavelmente, o orçamento das famílias. As taxas de juro refletem a conjuntura internacional e, como tal, estão a aumentar. Incidindo sobre os empréstimos à habitação, reduzem a liquidez mensal dos agregados familiares.</p>
<p>Não entre em incumprimento antes de ter um plano, alerta a DECO PROteste. Contacte o banco para encontrarem uma solução. É melhor negociar novas condições para o empréstimo enquanto não está em risco. Pode renegociar as condições e até mudar de banco. As hipóteses são diversas, e pode adotar várias ao mesmo tempo. Analise as dez hipóteses de encurtar a mensalidade do crédito à habitação e veja qual (ou quais) a melhor para o seu caso. </p>
<p><strong>Casal com empréstimo a 20 anos: como reduzir o encargo</strong></p>
<p>O cenário de partida é um casal com 45 anos que deve 120 mil euros ao banco, a pagar em 20 anos. Escolheu taxa variável, um spread de 1% e a Euribor a 12 meses. Com estas condições, o casal paga 699,97 euros por mês. O que podem fazer para reduzir este encargo?</p>
<p><strong>1. Amortizar antecipadamente parte da dívida</strong></p>
<p>É o melhor cenário para poupar: reduz a prestação e o custo total do crédito. Caso tenha dinheiro, pondere amortizar o capital em dívida. Se os juros que recebe do dinheiro investido forem inferiores aos que paga no crédito, amortizar pode ser a melhor hipótese, a fazer em qualquer altura e com qualquer montante. Mas mantenha um fundo de emergência.</p>
<p>Se tiver taxa variável, os bancos podem cobrar, no máximo, 0,5% (5 euros por cada mil euros) do montante amortizado. Caso a taxa seja fixa, a comissão será até 2% (20 euros por cada mil). Solicite a amortização por escrito, no mínimo, sete dias úteis antes. Se for parcial, ocorre no dia em que paga a prestação. E não é só a prestação que reduz. É também o prémio do seguro de vida.</p>
<p>Valor da amortização: 20 mil euros<br />
Nova prestação: 583,31euros<br />
Redução do encargo mensal: 117 euros<br />
Custo da amortização antecipada (com imposto do selo): 104 euros</p>
<p>Poupança</p>
<p>Nos juros totais pagos ao banco: 7999 euros<br />
No primeiro ano: 1404 euros</p>
<p><strong>2. Alterar para taxa mista</strong></p>
<p>Considere alterar para a taxa mista, caso tenha variável, e também se as oscilações das taxas de juro lhe causam inquietação. Nos primeiros anos do contrato com taxa mista, a taxa é fixa e a prestação sempre igual. Quando a taxa passa a variável, fica-se sujeito às alterações da Euribor. Existem muitas opções de taxa mista. Consoante o banco, há diferentes combinações de tempo nos dois períodos. Por exemplo, num crédito de 20 anos, pode fixar a taxa nos primeiros dois e passar a variável nos 18 anos seguintes. Ou fixar durante cinco anos e adotar a taxa variável nos restantes 15. Opte pela oferta com uma taxa de juro, no período fixo, inferior à soma do spread com a Euribor. Desta forma, conseguirá uma poupança superior.</p>
<p>Período fixo de dois anos, mantendo o spread de 1%<br />
&#8211; Taxa anual nominal (nos primeiros dois anos): 2,25%<br />
&#8211; Nova prestação (nos primeiros dois anos): 621,37 euros<br />
&#8211; Redução do encargo mensal (nos primeiros dois anos): 79 euros<br />
&#8211; Nova prestação (ao passar para taxa variável): 692,50 euros</p>
<p>Poupança</p>
<p>Nos juros totais pagos ao banco: 3500 euros<br />
No primeiro ano: 948 euros</p>
<p><strong>3. Negociar o spread</strong></p>
<p>Se tem um crédito com um spread superior a 1%, analise a concorrência. Atualmente, os bancos já praticam spreads inferiores. E facilmente encontra ofertas de 0,7%, ou até de menos. Procure informar-se noutros bancos sobre as condições que oferecem, ponderando, por um lado, o montante que tem em dívida e, por outro, a situação do mercado da habitação. Se encontrar condições mais vantajosas, fale com o seu banco e tente que acompanhe essas ofertas, reduzindo o valor do spread. Consegue, deste modo, reduzir o valor da prestação e ainda poupar nos juros totais pagos ao banco. Se o banco não aceitar renegociar as condições do empréstimo, passe para o ponto 4.</p>
<p>&#8211; Novo spread: 0,7%<br />
&#8211; Nova prestação: 681,55 euros<br />
&#8211; Redução do encargo mensal: 18 euros</p>
<p>Poupança</p>
<p>Nos juros totais pagos ao banco: 4420 euros<br />
No primeiro ano: 216 euros </p>
<p><strong>4. Transferir para outro banco</strong></p>
<p>Se encontrou uma proposta de crédito mais vantajosa, tente renegociar com o seu banco condições iguais ou melhores. Caso contrário, pode transferir o crédito para outro banco. A maioria das instituições suporta ou devolve os custos da nova escritura e da avaliação do imóvel, mas nem todos suportam a comissão de amortização antecipada. Aqueles que o fazem custeiam só até 0,5 por cento. Se a taxa for fixa ou mista, e estiver no período fixo, terá de pagar 1,5% do valor em dívida. Antes de pedir a aprovação da transferência, confira se há campanhas em vigor. Compare os custos. Mesmo com despesas, pode compensar transferir o crédito. Ao fazê-lo, pode alterar o tipo de taxa e até o prazo. O que não pode mudar é o valor do financiamento: tem de ser o mesmo da dívida atual.</p>
<p>&#8211; Taxa anual nominal (nos primeiros dois anos): 2,25%<br />
&#8211; Novo spread: 0,7%<br />
&#8211; Nova prestação (nos primeiros dois anos): 621,37 €<br />
&#8211; Redução do encargo mensal (nos primeiros dois anos): 79 euros<br />
&#8211; Nova prestação (no período de taxa variável): 675,86 €</p>
<p>Poupança</p>
<p>Nos juros totais pagos ao banco: 7093 euros<br />
No primeiro ano: 948 euros</p>
<p><strong>5. Rever os produtos associados ao crédito</strong></p>
<p>Na maioria dos créditos à habitação, opta-se pela taxa de juro mais baixa, contratando alguns produtos e serviços propostos pelos bancos. Mas esta contratação não é obrigatória e pode gerar um encargo superior. O seguro de vida é o caso mais flagrante, mas não é o único. Consulte o contrato de crédito, no qual constam os produtos extra e o impacto na taxa de juro, se os cancelar. Solicite ao banco a projeção do valor da prestação sem os produtos. Ao simular o seguro de vida noutra seguradora, peça a projeção dos prémios para todo o contrato. Reduzir os encargos com os produtos adicionais compensa a perda do benefício na taxa de juro? Se o encargo mensal for inferior, opte por uma prestação superior.</p>
<p>&#8211; Prémio do seguro (valor médio a pagar anualmente): 769 euros<br />
&#8211; Prémio do novo seguro contratado fora do banco (valor médio a pagar anualmente): 365 euros<br />
&#8211; Novo spread (sem o benefício de 0,2%): 1,2%<br />
&#8211; Nova prestação: 712,40 €</p>
<p>Poupança</p>
<p>Mensal (na prestação e no seguro de vida): 21 euros<br />
No crédito e seguro de vida: 5102 euros<br />
No primeiro ano: 252 euros</p>
<p><strong>6. Negociar o seguro de vida</strong></p>
<p>Regra geral, os bancos exigem a contratação do seguro de vida da instituição. A contrapartida é a redução da taxa de juro ou do spread do crédito. Mas nem sempre sai mais barato. Muitas vezes, encontram-se seguros mais em conta fora do banco. Tente fazer essa pesquisa. Ao pedir a simulação noutra seguradora, solicite a projeção do valor que vai pagar durante todo o contrato, pois o valor do prémio inicial não permite comparar o custo total dos seguros. Apresente ao banco a simulação de um seguro mais barato e peça para reverem o valor que paga. Não é das hipóteses que os bancos acolhem mais facilmente, mas tente. Se o banco aceitar e reduzir o valor do seguro, consegue manter os benefícios do crédito e reduzir o encargo mensal. Se o banco não aceitar, leia o ponto 5.</p>
<p>&#8211; Prémio do seguro (valor médio a pagar anualmente): 769 euros<br />
&#8211; Prémio do novo seguro (valor médio a pagar anualmente): 550 euros<br />
&#8211; Redução do encargo anual com o seguro: 219 euros</p>
<p>Poupança</p>
<p>Com o novo seguro: 4390 euros<br />
No primeiro ano: 219 euros</p>
<p><strong>7. Trocar o indexante</strong></p>
<p>Talvez seja a hipótese com menos expressão e que terá menos impacto na prestação mensal. Isto porque a diferença dos valores da Euribor nas diferentes maturidades (3, 6 ou 12 meses) não é elevada. No entanto, nada perde se solicitar ao banco a alteração do indexante do contrato de crédito. Caso tenha a taxa do crédito indexada à Euribor a 12 meses e alterar para a Euribor a três meses, consegue, de acordo com os valores de março de 2026, um alívio na prestação mensal. O ponto contra é que fica sujeito a mais oscilações das taxas, já que a prestação passa a ser revista a cada três meses. Se não lida bem com a imprevisibilidade e prefere ter uma prestação mais estável, esta pode não ser a solução ideal. Será melhor manter a Euribor a 12 meses.</p>
<p>&#8211; Novo indexante: Euribor a 3 meses<br />
&#8211; Nova prestação: 672,08 €<br />
&#8211; Redução do encargo mensal: 28 euros</p>
<p>Poupança</p>
<p>No primeiro ano: 336 euros</p>
<p><strong>8. Valor residual</strong></p>
<p>Ao optar por um valor residual, ou diferimento de capital, está a adiar parte do capital em dívida para o final do empréstimo. Mas o valor diferido terá de ser pago totalmente na última prestação do empréstimo. Apesar de continuarem a ser compostas por reembolso de capital e juros, as prestações serão inferiores. Mas, com esta hipótese, também pagará mais juros no final do contrato. Por exemplo, se ainda deve 200 mil euros ao banco e acorda um diferimento de capital de 5%, 10 mil euros serão adiados para o final do contrato. Se optar pelo valor residual, tente ir amortizando ao longo do contrato o valor que deixou para a última prestação, para reduzi-lo tanto quanto possível. O objetivo é chegar ao final do contrato sem este montante para pagar.</p>
<p>&#8211; Nova prestação: 642,72 €<br />
&#8211; Redução do encargo mensal: 57 euros<br />
&#8211; Juros que paga a mais (nos juros totais pagos ao banco): 6261 euros<br />
&#8211; Valor residual: 20 mil euros</p>
<p><strong>9. Aumentar o prazo</strong></p>
<p>Solicitar ao banco um aumento do prazo de reembolso apenas vai permitir aliviar o encargo mensal, porque, no final do contrato, terá pago mais juros do que se mantivesse um prazo inferior. Quanto maior for o prazo de reembolso do crédito, mais juros paga. Mais: a idade tem de permitir aumentar o prazo. Na maioria das instituições, os mutuários não podem ter mais de 75 anos no final do empréstimo. Se contratou o crédito pelo prazo máximo, não terá margem para aumentar.</p>
<p>&#8211; Novo prazo: 25 anos<br />
&#8211; Nova prestação: 604,94 euros<br />
&#8211; Redução do encargo mensal: 95 euros<br />
&#8211; Juros que paga a mais (nos juros totais pagos ao banco): 13 490 euros</p>
<p><strong>10. Solicitar um período de carência</strong></p>
<p>Durante um determinado período acordado, paga apenas juros. As prestações são mais baixas, mas aumentam quando o período de carência terminar. Quanto maior for o período de carência, maior será o agravamento, pois terá menos tempo para reembolsar todo o capital. Os juros também são superiores em relação aos que pagaria caso mantivesse o pagamento regular durante a duração do contrato.</p>
<p>&#8211; Nova prestação (num cenário de dois anos de carência): 356,50 euros<br />
&#8211; Redução do encargo mensal (durante dois anos): 343 euros<br />
&#8211; Prestação (após o período de carência): 753,54 euros<br />
&#8211; Juros que paga a mais (nos juros totais pagos ao banco): 3328 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758472]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucros da EDP Renováveis aumentam 36% no primeiro trimestre para 70 ME</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucros-da-edp-renovaveis-aumentam-36-no-primeiro-trimestre-para-70-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP Renováveis (EDPR) teve lucros de 70 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, mais 36% do que nos mesmos meses de 2025, revelou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A EDP Renováveis (EDPR) teve lucros de 70 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, mais 36% do que nos mesmos meses de 2025, revelou hoje a empresa.</P><br />
<P>O EBITDA (os resultados antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) cresceu 2%, para 488 milhões de euros.</P><br />
<P>Segundo a comunicação enviada hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os resultados recorrentes (em termos comparáveis, sem impactos extraordinários) da EDP Renováveis no primeiro trimestre cresceram 9%, para 71 milhões de euros.</P><br />
<P>Estes resultados líquidos recorrentes excluem &#8220;o efeito cambial, sem ganhos materiais de rotação de ativos&#8221; e foram impulsionados &#8220;pelo crescimento nos Estados Unidos&#8221; e pelo &#8220;desempenho operacional eficiente&#8221;, disse a EDP Renováveis, na mesma comunicação.</P><br />
<P>Quanto ao EDITDA recorrente aumentou 2% no primeiro trimestre em termos homólogo (comparando com o mesmo período de 2025), para 489 milhões de euros.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758614]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSD celebra hoje 52 anos: homenagem a Conceição Monteiro e regresso de Marcelo à iniciativa partidária são pontos altos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psd-celebra-hoje-52-anos-homenagem-a-conceicao-monteiro-e-regresso-de-marcelo-a-iniciativa-partidaria-sao-pontos-altos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/psd-celebra-hoje-52-anos-homenagem-a-conceicao-monteiro-e-regresso-de-marcelo-a-iniciativa-partidaria-sao-pontos-altos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Rebelo de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>
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					<description><![CDATA[Presença de Marcelo Rebelo de Sousa dá particular relevo político à cerimónia. Trata-se da primeira iniciativa partidária em que participa desde que deixou a Presidência da República, em março, depois de ter prometido afastar-se da intervenção política ativa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PSD assinala esta quarta-feira o 52º aniversário do partido com uma cerimónia em Lisboa que contará com a presença de Luís Montenegro e de Marcelo Rebelo de Sousa. A iniciativa, marcada para as 18 horas na Unicorn Factory Lisbon, no Beato, será também uma homenagem a Conceição Monteiro, militante n.º 2 dos sociais-democratas.</p>
<p>A presença de Marcelo Rebelo de Sousa dá particular relevo político à cerimónia. Trata-se da primeira iniciativa partidária em que participa desde que deixou a Presidência da República, em março, depois de ter prometido afastar-se da intervenção política ativa.</p>
<p>Nas redes sociais, o PSD anunciou a celebração destacando a homenagem a Conceição Monteiro e a presença do antigo chefe de Estado. “É já esta quarta-feira, dia 6 de maio, que vamos celebrar o 52.º aniversário do nosso PSD. Homenagem a Conceição Monteiro, militante número 2, com a presença do professor Marcelo Rebelo de Sousa e de Luís Montenegro, presidente do PSD”, divulgou o partido. O anúncio foi também replicado por estruturas sociais-democratas nas redes sociais. </p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fppdpsd%2Fposts%2Fpfbid0f6KT7hcR71FkpbHxu3mwjqLCNekVVV5gP1394gpiK8Qdq6STuc97rK9zYH4gmsuNl&#038;show_text=true&#038;width=500" width="500" height="699" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p><strong>Marcelo regressa ao partido que ajudou a fundar</strong></p>
<p>Marcelo Rebelo de Sousa suspendeu a militância no PSD no dia em que tomou posse como Presidente da República, em 9 de março de 2016. O antigo chefe de Estado foi um dos fundadores do então Partido Popular Democrático, criado em 6 de maio de 1974 por Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota. O partido viria a adotar a designação Partido Social Democrata em 1976. </p>
<p>Em fevereiro, ainda antes de deixar Belém, Marcelo afirmou em Bruxelas que iria reatar a militância no PSD, mas sem assumir intervenções partidárias ou posições políticas públicas. Na altura, sublinhou que “pode-se ser de um partido, ter ideias, mas não andar a exprimir politicamente o que quer que seja”.</p>
<p>A participação na cerimónia dos 52 anos surge, por isso, como um momento simbólico: Marcelo regressa ao espaço partidário, mas num formato apresentado como institucional e comemorativo, centrado na história do PSD e na homenagem a uma das suas militantes mais antigas.</p>
<p><strong>A promessa do “deserto eterno”</strong></p>
<p>No verão passado, quando ainda era Presidente da República, Marcelo esteve presencialmente na Universidade de Verão do PSD, iniciativa de formação de jovens quadros do partido. Na ocasião, disse que seria a sua última presença nesse contexto e afirmou que tencionava afastar-se totalmente da política depois de sair de Belém.</p>
<p>“Quem foi Presidente da República não pode andar a opinar sobre primeiros-ministros, governos e líderes da oposição”, declarou então.</p>
<p>No dia 9 de março, quando passou o testemunho ao seu sucessor, António José Seguro, Marcelo recusou fazer declarações aos jornalistas e disse ter entrado no prometido “deserto eterno”.</p>
<p>Desde então, o antigo Presidente tem mantido uma agenda sobretudo ligada à educação, com intervenções em escolas básicas e secundárias e um ciclo previsto em bibliotecas escolares.</p>
<p><strong>Montenegro preside à cerimónia</strong></p>
<p>A cerimónia desta quarta-feira contará também com Luís Montenegro, presidente do PSD e primeiro-ministro. A presença conjunta de Montenegro e Marcelo confere à comemoração um peso político acrescido, num momento em que o partido assinala mais de meio século de história.</p>
<p>O PSD foi fundado em 1974, poucos dias depois do 25 de Abril, ainda como Partido Popular Democrático. Ao longo de 52 anos, tornou-se uma das principais forças políticas do país, alternando no poder com o PS e dando vários primeiros-ministros e Presidentes da República.</p>
<p>A homenagem a Conceição Monteiro, militante n.º 2, serve para sublinhar a dimensão histórica e fundadora da celebração. Ao colocar uma militante histórica no centro da cerimónia, o partido procura ligar a atual liderança à memória da sua fundação e às primeiras gerações sociais-democratas.</p>
<p>A comemoração decorre às 18h00 na Unicorn Factory Lisbon, na Rua da Manutenção, no Beato, em Lisboa.</p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fppdpsd%2Fposts%2Fpfbid0f6KT7hcR71FkpbHxu3mwjqLCNekVVV5gP1394gpiK8Qdq6STuc97rK9zYH4gmsuNl&#038;show_text=true&#038;width=500" width="500" height="699" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758422]]></sapo:autor>
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		<title>Governo moçambicano quer 25% do GNL produzido no país para consumo doméstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um quarto do Gás Natural Liquefeito (GNL) produzido em Moçambique será disponibilizado no mercado nacional, para consumo doméstico, prevê a revisão da lei de Petróleos, com que o Governo pretende aproveitar "plenamente" as receitas provenientes dessas operações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um quarto do Gás Natural Liquefeito (GNL) produzido em Moçambique será disponibilizado no mercado nacional, para consumo doméstico, prevê a revisão da lei de Petróleos, com que o Governo pretende aproveitar &#8220;plenamente&#8221; as receitas provenientes dessas operações.</P><br />
<P>As alterações constam da proposta de revisão daquela lei, a discutir na quinta-feira no parlamento, com o Governo a estabelecer que num plano de desenvolvimento petrolífero deverá constar &#8220;uma quota mínima de 25% do petróleo e gás, incluindo sob forma de GNL produzido&#8221;, a ser &#8220;alocado ao mercado doméstico, exclusivamente para consumo nacional&#8221;.</P><br />
<P>O Governo admite que ao fim de 10 anos de implementação da atual legislação, &#8220;e apesar dos avanços registados relativamente à atração de investimento que se traduziu em desenvolvimento de projetos petrolíferos relevantes&#8221;, persistem &#8220;lacunas que exigem a necessidade de reforço da soberania do Estado sobre os recursos e da capacidade para captar plenamente receitas provenientes das Operações petrolíferas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Urge a necessidade de maximizar os recursos energéticos em motores de desenvolvimento económico, industrialização e geração da Cadeia de valor para os moçambicanos e também aliado aos desafios para o setor no contexto de transição energética a nível global&#8221;, justifica-se.</P><br />
<P>Para &#8220;assegurar uma nova dinâmica que salvaguarde os interesses estratégicos do Estado&#8221;, é estabelecido o &#8220;princípio de acordo vinculativo entre o titular de exercício para Operações petrolíferas e o titular do direito pré-existente ou comunidade local afetada, na área de desenvolvimento do projeto, incluindo a obrigação de submeter um relatório periódico sobre a observância de direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>Na implantação das operações petrolíferas, a revisão legislativa pretende &#8220;assegurar maiores ganhos para o Estado através de medidas regulatórias desde a inclusão da obrigação sobre a queima do gás natural, obrigação de pagamento de encargos para os concessionários que não desenvolverem projetos em áreas por períodos longos&#8221;.</P><br />
<P>As alterações também vão &#8220;impulsionar a industrialização através da alocação do GNL a preços competitivos no mercado doméstico, obrigação de alocação de 100% de condensado para mercado doméstico&#8221;, além de &#8220;uma percentagem mínima obrigatória de Interesse Participativo para o representante exclusivo do Estado e a obrigação de financiamento designado &#8216;free carry&#8217; até ao início da produção comercial&#8221;, reduzindo o &#8220;esforço e exposição de riscos financeiros&#8221; nas operações petrolíferas.</P><br />
<P>&#8220;O que vai reforçar a soberania nacional e promover a independência económica&#8221;, lê-se. </P><br />
<P>Destaca-se na proposta, &#8220;o reforço do papel do Instituto Nacional de Petróleo, ao conferir-lhe o estatuto de Autoridade Reguladora, com poderes sancionatórios e de fiscalização, bem como maior controlo sobre os custos recuperáveis&#8221;.</P><br />
<P>É também &#8220;estabelecido um regime híbrido sobre a &#8216;força maior&#8217; [que permite em caso de certos eventos suspender um projeto acordado] com previsibilidade de prazos e com salvaguarda da não imputabilidade de custos por parte do Estado&#8221;. </P><br />
<P>Moçambique tem três projetos de desenvolvimento aprovados para exploração das reservas de gás natural da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo, ao largo da costa de Cabo Delgado.</P><br />
<P>O projeto Coral Sul, da Eni, é o único em operação, desde 2022, tendo sido aprovado em outubro passado o investimento numa segunda plataforma flutuante para extração, Coral Norte, investimento de 7,2 mil milhões de dólares (6,2 mil milhões de euros) que a partir de 2028 vai permitir duplicar a produção para 7 milhões de toneladas por ano (mtpa) de GNL.</P><br />
<P>Após quatro anos de suspensão devido aos ataques terroristas em Cabo Delgado, o projeto da Mozambique LNG (Área 1), operado pela TotalEnergies, de 20 mil milhões de dólares (17,4 mil milhões de euros), retomou oficialmente em janeiro e prevê até 13 mtpa a partir de 2029, seguindo-se o projeto Rovuma LNG (Área 4), de 30 mil milhões de dólares (26,1 mil milhões de euros), operado pela ExxonMobil, com 18 mtpa previstos após 2030, e cuja decisão final de investimento é esperada para este ano.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758613]]></sapo:autor>
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		<title>Rubio chega hoje a Roma para tentar reparar tensão entre Trump, o Papa e Meloni</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Rubio]]></category>
		<category><![CDATA[papa leão xiv]]></category>
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					<description><![CDATA[Estratégia da Santa Sé tem sido clara: não transformar a divergência com Trump numa disputa política direta. Parolin reconheceu que “nem todos estão na mesma linha”, mas sublinhou que a mensagem do Papa continua centrada na paz]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado americano, Marco Rubio, viaja hoje para Roma &#8211; até dia 8 &#8211; para reuniões com responsáveis de Itália e do Vaticano, numa deslocação oficialmente destinada a reforçar relações bilaterais, mas que surge num momento de forte tensão diplomática provocada pelos ataques de Donald Trump ao Papa Leão XIV e pelas divergências sobre a guerra no Irão. O Departamento de Estado confirmou que Rubio discutirá com a liderança da Santa Sé a situação no Médio Oriente e interesses comuns no hemisfério ocidental.</p>
<p>A visita é vista em Roma como uma tentativa de estabilizar relações depois de Trump ter acusado o Papa de pôr “muitos católicos e muitas pessoas” em risco, alegando que Leão XIV considera aceitável que o Irão tenha uma arma nuclear. Não há qualquer declaração pública do pontífice a apoiar armamento nuclear iraniano; o Papa tem defendido, antes, cessar-fogo, diálogo e uma solução diplomática para a guerra.</p>
<p>As declarações do presidente americano surgiram a menos de 48 horas da chegada de Rubio a Roma e agravaram uma crise que a Santa Sé tem procurado desanuviar. O secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, evitou alimentar a polémica e afirmou que o Papa já respondeu, enquadrando a sua posição no papel de “pregar a paz”.</p>
<p><strong>Vaticano evita choque político</strong></p>
<p>A estratégia da Santa Sé tem sido clara: não transformar a divergência com Trump numa disputa política direta. Parolin reconheceu que “nem todos estão na mesma linha”, mas sublinhou que a mensagem do Papa continua centrada na paz.</p>
<p>Leão XIV, o primeiro Papa americano, tem assumido nas últimas semanas uma posição mais visível no plano internacional, criticando a campanha dos EUA e de Israel contra o Irão e manifestando oposição a várias políticas da administração Trump, incluindo na imigração e em Cuba.</p>
<p>Trump, por sua vez, intensificou os ataques ao pontífice, descrevendo-o em ocasiões anteriores como “fraco” e “mau” e insistindo que a sua posição sobre o Irão colocaria católicos em perigo. A Santa Sé tem recusado entrar nesse tom, procurando preservar espaço para diálogo.</p>
<p><strong>Rubio como canal diplomático</strong></p>
<p>É neste contexto que a deslocação de Marco Rubio ganha peso. Católico, o secretário de Estado já se encontrou com Leão XIV em maio de 2025, ao lado do vice-presidente JD Vance, depois da missa inaugural do pontificado na Praça de São Pedro. Nessa ocasião, entregaram ao Papa um convite de Trump para visitar a Casa Branca, que ainda não foi aceite.</p>
<p>Segundo a imprensa italiana e fontes citadas pelo &#8216;The Guardian&#8217;, Rubio deverá reunir-se com Pietro Parolin no Vaticano e com Antonio Tajani, vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália. A possibilidade de uma reunião com Giorgia Meloni também esteve em cima da mesa.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; refere que Rubio deverá ter uma conversa “franca” com o Papa, num encontro em que Washington pretende promover “diálogo autêntico” apesar das divergências.</p>
<p><strong>Itália também está no centro da tensão</strong></p>
<p>A visita não se limita ao Vaticano. As relações entre Washington e Roma também foram afetadas pela crise em torno do Irão. Giorgia Meloni, durante muito tempo vista como uma das principais aliadas europeias de Trump, distanciou-se da guerra conduzida pelos EUA e por Israel e considerou “inaceitáveis” as críticas do Presidente americano ao Papa.</p>
<p>Trump respondeu criticando Itália e ameaçando retirar tropas americanas do país, depois de já ter anunciado a saída de 5.000 militares da Alemanha. A decisão sobre a Alemanha foi apresentada pelo Pentágono como resposta a críticas do chanceler Friedrich Merz à atuação americana no conflito com o Irão.</p>
<p>Itália é um dos principais países de acolhimento de forças americanas na Europa, com cerca de 13 mil militares distribuídos por seis bases no final de 2025. A tensão ganhou força depois de Roma ter recusado, em março, o uso de uma base aérea na Sicília por aviões americanos envolvidos no transporte de armas para a guerra.</p>
<p><strong>Irão domina agenda</strong></p>
<p>O Irão será o ponto central das conversas de Rubio tanto no Vaticano como com responsáveis italianos. Para Trump, a possibilidade de Teerão obter uma arma nuclear tornou-se o principal argumento para atacar o Papa e aliados europeus que criticam a guerra.</p>
<p>Itália, através do ministro Antonio Tajani, tem reiterado que uma arma nuclear iraniana é uma “linha vermelha”. Ao mesmo tempo, Roma procura evitar uma escalada militar que agrave a instabilidade no Médio Oriente e aumente a pressão sobre a Europa.</p>
<p>O Estreito de Ormuz continua a ser outro foco da crise. O bloqueio e a operação naval americana conhecida como “Projeto Liberdade” dificultam a retoma de negociações entre Washington e Teerão e pesam sobre a economia global.</p>
<p><strong>Cuba também pode entrar na conversa</strong></p>
<p>Além do Médio Oriente, a agenda oficial de Rubio no Vaticano inclui interesses comuns no hemisfério ocidental, uma formulação que aponta para temas como Cuba. A ilha ocupa um lugar central no percurso político de Rubio e enfrenta nova pressão americana, incluindo restrições a importações de petróleo e ajuda externa.</p>
<p>Roma tornou-se recentemente um ponto discreto de contactos diplomáticos sobre Cuba, incluindo encontros envolvendo responsáveis cubanos, americanos e do Vaticano. A Santa Sé tem historicamente desempenhado papéis de mediação, mas o espaço de manobra parece estar a diminuir perante a nova linha dura de Washington.</p>
<p><strong>Missão difícil antes de a crise se alargar</strong></p>
<p>A deslocação de Rubio a Roma acontece num momento particularmente sensível para a relação transatlântica. Além da tensão com o Vaticano e Itália, os EUA ameaçam novas tarifas sobre veículos europeus, enquanto a guerra no Irão pressiona a NATO, a energia e os equilíbrios diplomáticos entre Washington e os seus aliados.</p>
<p>No essencial, Trump está a transformar o Irão num campo de confronto político com o Papa e com parceiros europeus. O Vaticano evita responder no mesmo tom. Itália tenta preservar a relação com Washington sem abdicar da sua margem política. E Rubio chega a Roma com a missão de conter danos antes que a crise se espalhe ainda mais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758412]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parque moçambicano da Gorongosa prestou serviços de saúde a mais de 160 mil pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 160.000 pessoas receberam serviços essenciais de saúde em 2025 e mais de 22.000 mães e 35.000 crianças tiveram educação nutricional, no Parque Nacional da Gorongosa, centro de Moçambique, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 160.000 pessoas receberam serviços essenciais de saúde em 2025 e mais de 22.000 mães e 35.000 crianças tiveram educação nutricional, no Parque Nacional da Gorongosa, centro de Moçambique, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>De acordo com um relatório de 2025 do Projeto de Restauração da Gorongosa, 353 brigadas móveis de saúde prestaram serviços essenciais a 160.755 pessoas &#8211; incluindo 24.760 crianças -, nesse período, enquanto a educação nutricional contribuiu para uma redução da desnutrição crónica em lactentes de baixo peso à nascença no distrito de Muanza, de 52% para menos de 25%.</P><br />
<P>&#8220;Mais de 8.000 mulheres receberam cuidados pré-natais, com Gorongosa e Nhamatanda a liderarem a prestação de serviços. As gravidezes precoces continuaram a diminuir, reflexo de uma ação continuada de proximidade e do trabalho das equipas de proteção da criança&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>O relatório avança ainda que mentoras comunitárias conduziram mais de 2.000 sessões sobre planeamento familiar, gravidezes saudáveis e violência baseada no género, envolvendo mulheres, homens e jovens na província de Sofala, e só no último trimestre, as mentoras realizaram 2.287 visitas domiciliárias, chegaram a 2.502 grávidas e envolveram os parceiros em 79% das consultas: &#8220;reforçando a responsabilidade partilhada pela saúde materna&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os agentes polivalentes elementares (APEs) realizaram mais de 45.000 visitas domiciliárias, prestando cuidados básicos, aconselhamento e encaminhamentos atempados. A monitorização do quarto trimestre confirmou um forte envolvimento, com 152 agentes a visitar perto de 6.900 casas e a prestar rastreio nutricional, vacinação, vigilância de doenças e apoio ao planeamento familiar &#8212; colmatando falhas mesmo nas comunidades mais remotas&#8221;, refere-se no relatório.</P><br />
<P>Segundo o Projeto de Restauração da Gorongosa, os postos de nutrição rastrearam 6.840 crianças para desnutrição, identificando 30 casos e apoiando 20 crianças até à recuperação total, através de tratamento integrado e acompanhamento. Além disso, acrescenta-se, mais de 3.500 famílias vulneráveis receberam apoio alimentar de emergência, devido a chuvas tardias e a uma colheita fraca.</P><br />
<P>&#8220;Ao combinar educação nutricional prática com o apoio domiciliário regular de Mães e Pais Modelo, as famílias estão a adotar abordagens mais saudáveis às refeições, à amamentação e aos cuidados infantis &#8211; gerando melhorias duradouras nos hábitos alimentares e no bem-estar global&#8221;, explica-se.</P><br />
<P>De acordo com o documento, foram igualmente concluídas no mesmo ano a construção de 28 novas escolas naquela área, que servem 15.000 alunos, erguidas com técnicas de &#8220;arquitetura resiliente&#8221; que permitem o seu uso como abrigos comunitários em &#8220;condições meteorológicas adversas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Concluímos mais cinco novos centros de saúde que prestarão cuidados a mais de 40.000 pessoas. Concluímos o Centro das Áreas de Conservação Comunitária de Cheringoma, com 10 hectares e 256 membros da comunidade (incluindo 98 mulheres) receberam formação durante os projetos de construção&#8221;, refere-se.</P><br />
<P>O projeto de restauração daquela área de conservação também desenvolveu 13 projetos comunitários em apicultura, piscicultura e produção de caju que beneficiaram cerca de 30.000 pessoas em 3.500 agregados familiares, além de terem sido plantadas cerca de 350.000 árvores de espécies nativas em 312 hectares.</P><br />
<P>A Gorongosa foi o primeiro parque nacional de Portugal em 1960, na época colonial, mas foi dilacerado entre 1977 e 1992 pela guerra civil que se seguiu à independência de Moçambique.</P><br />
<P>O Projeto de Restauração da Gorongosa é uma parceria de gestão entre o Governo de Moçambique e a Fundação Greg Carr, uma instituição filantrópica dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Nas últimas duas décadas, o projeto ganhou reconhecimento internacional como &#8220;a maior restauração da vida selvagem da história&#8221;, descreveu a National Geographic, e tem sido amplamente elogiado pelo modelo integrado de conservação da biodiversidade e desenvolvimento humano.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758612]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trégua anunciada por Zelensky entra hoje em vigor e deixa Putin sob pressão antes do desfile em Moscovo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Zelensky enquadrou a decisão como uma forma de testar se é possível garantir uma verdadeira pausa nos combates. Segundo o presidente ucraniano, a Ucrânia atuará de forma recíproca a partir deste momento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A trégua anunciada pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, entra hoje em vigor, a partir das 00h00 desta quarta-feira, em resposta ao cessar-fogo unilateral declarado por Moscovo para os dias 8 e 9 de maio, data em que a Rússia assinala o Dia da Vitória sobre a Alemanha nazi. Kiev diz não ter recebido qualquer pedido oficial da Rússia sobre os termos da cessação das hostilidades e defende que a vida humana vale mais do que qualquer celebração.</p>
<p>“Até à data, não houve qualquer pedido oficial dirigido à Ucrânia relativamente ao formato da cessação das hostilidades que estão a ser discutidas nas redes sociais russas”, escreveu Zelensky na rede social X.</p>
<p>“Nesse sentido, anunciamos um regime de cessar-fogo a partir das 00h00 da noite de 5 para 6 de maio”, acrescentou o presidente ucraniano.</p>
<p>A decisão deixa do lado de Moscovo a possibilidade de prolongar a trégua, uma vez que o Kremlin pretende a suspensão das hostilidades apenas durante as comemorações de sexta-feira e sábado, 8 e 9 de maio.</p>
<p><strong>Zelensky: “A vida humana vale mais do que qualquer celebração”</strong></p>
<p>Zelensky enquadrou a decisão como uma forma de testar se é possível garantir uma verdadeira pausa nos combates. Segundo o presidente ucraniano, a Ucrânia atuará de forma recíproca a partir deste momento.</p>
<p>“Acreditamos que a vida humana é muito mais valiosa do que qualquer ‘celebração’ de aniversário”, afirmou.</p>
<p>O líder ucraniano defendeu ainda que chegou o momento de a Rússia tomar medidas concretas para acabar com a guerra. “É hora de a liderança russa tomar medidas concretas para pôr fim à guerra, especialmente tendo em conta que o Ministério da Defesa russo acredita não poder realizar um desfile em Moscovo sem a cooperação da Ucrânia”, declarou.</p>
<p>Moscovo, por sua vez, anunciou um cessar-fogo unilateral para sexta-feira e sábado, coincidindo com as celebrações da vitória soviética na Segunda Guerra Mundial. O Ministério da Defesa russo manifestou a esperança de que Kiev siga o exemplo.</p>
<p><strong>Rússia ameaça centro de Kiev com mísseis</strong></p>
<p>Apesar do apelo à trégua, Moscovo acompanhou o anúncio com uma ameaça direta. O Ministério da Defesa russo avisou que, se a Ucrânia tentar impedir as comemorações do Dia da Vitória, “as Forças Armadas russas irão lançar, como retaliação, um ataque de larga escala com mísseis contra o centro de Kiev”.</p>
<p>Segundo a &#8216;France 24&#8217;, a Rússia advertiu civis em Kiev e funcionários de missões diplomáticas estrangeiras para que deixem a cidade imediatamente.</p>
<p>A ameaça aumenta a tensão em torno do desfile militar previsto para sexta-feira na Praça Vermelha, em Moscovo. A Rússia celebra todos os anos o Dia da Vitória com uma grande parada militar, mas o contexto atual torna a cerimónia particularmente sensível.</p>
<p>Zelensky já tinha afirmado, durante a cimeira da Comunidade Política Europeia, que a Rússia teme um ataque com drones no dia do desfile.</p>
<p>“A Rússia anunciou um desfile em Moscovo no dia 9 de maio sem equipamento militar. Se isso acontecer, será a primeira vez em muitos, muitos anos. Não têm recursos para equipamento militar e temem que os drones sobrevoem a Praça Vermelha”, afirmou o Presidente ucraniano.</p>
<p><strong>Kiev acusa Moscovo de usar tréguas como encenação</strong></p>
<p>A Ucrânia tem defendido repetidamente um cessar-fogo completo e incondicional, mas acusa Moscovo de violar anteriores pausas temporárias nos combates. Kiev referiu, por exemplo, que a trégua da Páscoa foi marcada por centenas de violações russas.</p>
<p>A proposta russa para uma trégua apenas nos dias do Dia da Vitória é vista em Kiev como insuficiente e ligada à necessidade do Kremlin de proteger as celebrações em Moscovo.</p>
<p>O contexto diplomático também é incerto. A disputa ocorre numa altura em que os esforços liderados pelos Estados Unidos para tentar pôr fim à guerra parecem estar em pausa, enquanto Washington concentra atenções nos conflitos no Médio Oriente.</p>
<p><strong>Frente de batalha quase parada, mas ataques continuam</strong></p>
<p>Embora os combates na linha da frente estejam perto de um impasse, os ataques com drones e mísseis continuam a marcar a guerra.</p>
<p>Segundo uma análise da AFP com base em dados do Instituto para o Estudo da Guerra, em abril a Rússia perdeu mais território do que ganhou na Ucrânia pela primeira vez desde a contraofensiva ucraniana do verão de 2023. Moscovo terá cedido cerca de 120 quilómetros quadrados entre março e abril.</p>
<p>Ainda assim, os ganhos líquidos ucranianos foram marginais, representando apenas 0,02% do território da Ucrânia. Moscovo continua a ocupar pouco mais de 19% do país, incluindo áreas tomadas nas primeiras semanas da invasão de 2022 e territórios que já estavam sob controlo russo ou separatista antes da guerra.</p>
<p>A trégua que entra hoje em vigor coloca agora a pressão política sobre Moscovo. Se a Rússia quiser realmente uma pausa nos combates para as comemorações do Dia da Vitória, terá de decidir se aceita prolongar o silêncio das armas iniciado por Kiev ou se mantém a guerra até ao feriado que pretende proteger.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758372]]></sapo:autor>
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		<title>Comunidade Israelita contra apoios públicos a concerto de Kanye West no Algarve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comunidade Israelita de Lisboa (CIL) pediu às Câmaras de Faro e de Loulé e ao Governo que não concedam quaisquer apoios públicos a um concerto no estádio do Algarve do músico norte-americano Kanye West, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 06 mai 2026 (Lusa) &#8212; A Comunidade Israelita de Lisboa (CIL) pediu às Câmaras de Faro e de Loulé e ao Governo que não concedam quaisquer apoios públicos a um concerto no estádio do Algarve do músico norte-americano Kanye West, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>O músico, agora conhecido por Ye, tem feito vários discursos antissemitas e de apoio ao nazismo, e o presidente da CIL, David Botelho, considerou chocante que o Estado português ou as autarquias concedam apoios ou cedam espaços públicos ao concerto agendado para 07 de agosto. </P><br />
<P>O Estado está a &#8220;normalizar que se deem apoios públicos, sejam financeiros, logísticos, cedências de espaço, a iniciativas e indivíduos com discursos e atitudes antissemitas&#8221;, afirmou David Botelho. </P><br />
<P>A digressão europeia de Kanye West tem sido marcada por polémica com países, como a França ou Polónia, a oporem-se à realização de concertos e o próprio Reino Unido recusou o visto ao músico.</P><br />
<P>&#8220;Houve países que disseram claramente: esse senhor não entra&#8221;, mas, em Portugal, &#8220;não é isso que se pede, apesar de as autoridades terem poder para o fazer, pois os sinais de antissemitismo, discurso de ódio direcionado aos judeus, negação do Holocausto, elogio público a Hitler e ao nazismo por parte do indivíduo em causa serem notórios&#8221;, referiu David Botelho.</P><br />
<P>Neste caso, &#8220;o que se espera do Estado é que não haja qualquer apoio, qualquer cedência de apoios, que o Estado ao nível central, regional e local não financie nem dê apoios públicos, que não use recursos públicos, quaisquer que eles sejam, para apoiar este evento&#8221;, explicou. </P><br />
<P>Para David Botelho, o estádio do Algarve &#8220;vai acolher uma figura que tem um discurso sinistro, que outros países entenderam como inaceitável&#8221; e Portugal &#8220;disponibiliza uma infraestrutura pública para a realização de um evento com fins lucrativos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É chocante que o Estado mobilize e envolva recursos para este evento&#8221;, porque &#8220;não só está a permitir a atuação de um conhecido antissemita em Portugal, como num equipamento público que é de todos&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>No seu entender, esta é &#8220;uma normalização inaceitável de algo que não pode ser normalizado, nomeadamente o discurso de ódio&#8221;.</P><br />
<P>No início de abril, a CIL enviou cartas aos presidentes das câmaras de Loulé e Faro, que gerem o estádio, ao ministro da Presidência e ao coordenador nacional para Combater o Antissemitismo e Promover a Vida Judaica, manifestando esta posição, mas até ao momento não obteve qualquer resposta. </P><br />
<P>Na carta às autarquias, a CIL considerou que os &#8220;recursos públicos não podem ser postos ao serviço de alguém confessadamente antissemita e misógino&#8221; e o Estado &#8220;não pode colaborar com aqueles que, usando da sua liberdade de expressão a poluem e traem com atitudes discursivas inaceitáveis e intoleráveis em sociedades que valorizam a dignidade humana&#8221;.</P><br />
<P>No documento enviado ao Governo, a CIL pede ao executivo que &#8220;sejam dadas instruções às entidades públicas sob tutela governamental para que considerem retirar o apoio &#8212; financeiro, administrativo, logístico ou de qualquer outra espécie &#8212; ao evento&#8221;.</P><br />
<P>Kanye West tem reagido a estas polémicas, alegando que mudou de posição e invocando transtorno bipolar que o levaram a fazer declarações políticas antissemitas e pró-nazis. </P><br />
<P>O rapper americano, de 48 anos, perdeu nos últimos anos muitos fãs e vários contratos comerciais após comentários antissemitas e racistas.</P><br />
<P>Em 2023, tinha afirmado que &#8220;adorava os nazis&#8221;, colocou à venda uma t-shirt adornada com uma suástica na sua página online e lançou em maio de 2025 uma canção intitulada &#8220;Heil Hitler&#8221;, proibida pelas principais plataformas de &#8216;streaming&#8217;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758611]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro em Itália: discurso em Florença e encontro com Mattarella marcam visita oficial de dois dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta informação foi divulgada pela Presidência da República. Será a segunda deslocação de António José Seguro ao estrangeiro enquanto chefe de Estado, depois da deslocação a Espanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República inicia esta quarta-feira uma visita oficial de dois dias a Itália para intervir nas celebrações do 50º aniversário do Instituto Universitário Europeu, em Florença, e se encontrar com o seu homólogo italiano, Sergio Mattarella, em Roma.</p>
<p>Esta informação foi divulgada pela Presidência da República. Será a segunda deslocação de António José Seguro ao estrangeiro enquanto chefe de Estado, depois da deslocação a Espanha.</p>
<p>Fonte oficial da Presidência informou ainda que a deslocação a França, já aprovada pela Assembleia da República, foi adiada por impossibilidade de conciliar a agenda dos dois presidentes, António José Seguro e Emmanuel Macron.</p>
<p>Segundo a nota divulgada, “a convite do Instituto Universitário Europeu, o Presidente da República intervirá, enquanto orador principal, na cerimónia que no dia 7 [quinta-feira] assinalará, em Florença, os 50 anos desta emblemática instituição universitária”.</p>
<p>“Na tarde desse dia encontra-se, em Roma, com o seu homólogo italiano, Sergio Mattarella”, lê-se na mesma nota da Presidência da República.</p>
<p>Esta visita do chefe de Estado foi aprovada pelo Parlamento há mais uma semana, através de uma resolução em que também se previa a sua deslocação a França, no período entre 5 e 8 de maio.</p>
<p>António José Seguro esteve pela primeira vez no estrangeiro enquanto Presidente da República entre 19 e 20 de abril, para uma visita oficial a Espanha, cerca de mês e meio depois de ter tomado posse, em 9 de março.</p>
<p>Durante essa visita, teve encontros com o Rei de Espanha, Felipe VI, e com o chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, em Madrid.</p>
<p>O Instituto Universitário Europeu, localizado em Florença, Itália, é uma organização intergovernamental de investigação e de pós-graduação e pós-doutoramento em ciências sociais e humanas, fundada em 1972 pelos Estados-membros fundadores da União Europeia, e que abriu portas aos primeiros investigadores em 1976.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757135]]></sapo:autor>
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		<title>Frio de maio continua: quarta-feira traz mínimas perto de 0 ºC e risco de geada no Interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[As temperaturas mínimas deverão rondar, em geral, os 4 a 8 ºC no Norte e Centro, mas em zonas mais protegidas do Interior os termómetros poderão descer para valores entre 0 e 2 ºC]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo em Portugal continental continuará frio para a época esta quarta-feira, com ambiente fresco e húmido, máximas em ligeira subida e mínimas em ligeira descida, segundo a previsão da &#8216;Luso Meteo&#8217;. Apesar de o dia poder ser mais agradável em algumas regiões, sobretudo no Interior, a noite será mais fria e poderá haver formação de geada em locais abrigados.</p>
<p>As temperaturas mínimas deverão rondar, em geral, os 4 a 8 ºC no Norte e Centro, mas em zonas mais protegidas do Interior os termómetros poderão descer para valores entre 0 e 2 ºC. São temperaturas pouco comuns nesta altura do ano e que podem favorecer a formação de geada, com risco acrescido para culturas agrícolas.</p>
<p>A situação traduz um início de maio atípico, marcado pela entrada de ar mais frio. A tendência deverá continuar no final da semana, com a aproximação de uma depressão fria que voltará a trazer chuva e instabilidade ao continente.</p>
<p><strong>Quarta-feira mais seca, mas ainda fresca</strong></p>
<p>Depois de uma terça-feira com precipitação fraca no Norte e Centro, em especial nos distritos de Braga e Vila Real, a chuva deverá desaparecer do território continental a partir da noite. A quarta-feira será, por isso, um dia de pausa relativa na instabilidade.</p>
<p>No continente, estão previstos períodos de céu muito nublado, mas também boas abertas, sobretudo na região Sul e, a partir da tarde, no Norte e Centro. Haverá bons períodos de sol em várias zonas do país.<br />
A precipitação deverá estar ausente na maior parte do território. Ainda assim, não se excluem períodos de chuva fraca ou aguaceiros fracos, mais prováveis nas regiões montanhosas do Norte.</p>
<p>O vento será geralmente fraco a moderado de noroeste, entre 10 e 20 km/h, tornando-se moderado a forte a partir da tarde no litoral e nas terras altas, com valores entre 30 e 40 km/h. Nas zonas mais expostas da faixa costeira ocidental, as rajadas poderão atingir 45 a 55 km/h.</p>
<p>As máximas sobem ligeiramente e deverão ficar próximas ou acima dos 20 ºC em grande parte do território. Lisboa deverá rondar os 20 ºC durante a tarde, o Porto os 18 ºC e Faro os 22 ºC, segundo a previsão consultada para quarta-feira.</p>
<p><strong>Litoral Sul e Algarve escapam ao frio mais intenso</strong></p>
<p>Nem todo o país sentirá o frio da mesma forma. O litoral a sul do Cabo Mondego e o Algarve deverão escapar às temperaturas mais baixas durante a noite, com mínimas acima dos 10 ºC em vários locais.</p>
<p>No Algarve, as máximas deverão ultrapassar os 20 ºC, com ambiente mais ameno ao longo do dia. A costa sul deverá ter ondas inferiores a um metro e temperatura da água do mar perto dos 17 ºC.</p>
<p>Na costa ocidental, a ondulação máxima deverá variar entre um e dois metros, com temperatura da água do mar em torno dos 16 ºC.</p>
<p><strong>Açores com chuva e Madeira a melhorar</strong></p>
<p>Nos Açores, a quarta-feira será marcada pela passagem de uma superfície frontal. A chuva deverá começar logo de manhã no Grupo Ocidental, onde poderá ser mais intensa, estendendo-se depois às ilhas dos grupos Central e Oriental ao longo da tarde.</p>
<p>O céu deverá apresentar-se muito nublado, com abertas nas ilhas Centrais e Orientais até ao final da manhã, tornando-se gradualmente encoberto. O vento será fraco a moderado de oeste/noroeste, entre 10 e 25 km/h, soprando moderado a forte a partir da tarde no Grupo Ocidental, com rajadas até 45 km/h. As temperaturas deverão descer ligeiramente.</p>
<p>Na Madeira, a previsão aponta para melhoria gradual depois do mau tempo de terça-feira. O dia deverá começar com períodos de chuva ou aguaceiros fracos, mais prováveis até meio da manhã, mas a precipitação tenderá a perder importância durante a tarde.</p>
<p>O vento será moderado de norte, por vezes moderado a forte nas zonas expostas e nas regiões montanhosas da ilha da Madeira, com rajadas até 50 km/h. A ondulação deverá ficar, em geral, até um metro, com temperatura da água do mar em torno dos 18 ºC.</p>
<p><strong>Quinta-feira ainda estável, sexta marca viragem</strong></p>
<p>A pausa na instabilidade deverá manter-se durante a manhã de quinta-feira. Apenas se admitem episódios residuais de chuva muito fraca e localizada na faixa costeira dos distritos de Coimbra, Leiria e Lisboa, sobretudo até ao início da tarde.</p>
<p>No restante território, o tempo deverá continuar seco, com temperaturas máximas semelhantes às de quarta-feira: amenas no Centro e Sul, mais contidas no Norte.</p>
<p>A estabilidade, porém, será temporária. A partir da noite de quinta-feira, começará a notar-se a aproximação de uma depressão fria, alimentada por ar polar vindo da região da Islândia.</p>
<p>Na sexta-feira, 8 de maio, a entrada de ar frio em altitude deverá intensificar a depressão a oeste da Península Ibérica, aumentando o contraste térmico e a instabilidade atmosférica. A chuva deverá ganhar força ao final da tarde, primeiro na faixa costeira, alastrando depois durante a noite a grande parte de Portugal continental.</p>
<p><strong>Sábado com chuva, vento e descida das temperaturas</strong></p>
<p>O sábado, 9 de maio, deverá ser o dia mais marcado pela mudança de padrão. A Luso Meteo prevê precipitação generalizada ao longo de grande parte do dia, acompanhada por descida das temperaturas máximas entre 3 e 4 ºC.</p>
<p>A descida deverá ser mais evidente no Sul e na faixa costeira entre Lisboa e Braga. O vento também será um fator a acompanhar, com rajadas moderadamente fortes que poderão atingir localmente os 70 km/h.</p>
<p>A chuva deverá manter-se em Portugal continental pelo menos até domingo. O episódio poderá deixar acumulados significativos em várias regiões, com alguns locais a ultrapassar os 100 mm ao longo de todo o período de precipitação.</p>
<p>Depois de uma quarta-feira mais seca e com algumas abertas, o frio fora de época continuará a marcar o início de maio. E, a partir de sexta-feira, a chuva deverá voltar a ganhar protagonismo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758336]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: China aproveita espaço estratégico, mas enfrenta custos energéticos e económicos &#8212; analistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A guerra no Irão colocou a China numa posição complexa, oferecendo oportunidades diplomáticas e estratégicas mas também riscos económicos e energéticos, segundo uma análise do instituto Brookings Institution, publicada na terça-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A guerra no Irão colocou a China numa posição complexa, oferecendo oportunidades diplomáticas e estratégicas mas também riscos económicos e energéticos, segundo uma análise do instituto Brookings Institution, publicada na terça-feira.</P><br />
<P>Ryan Hass, investigador de política externa na unidade de investigação Centro John L. Thornton China, da Brookings Institution, que tem sede em Washington, afirmou que &#8220;os líderes chineses consideram as ações dos EUA no Irão como mais um espasmo violento de um sistema capitalista em declínio, projetando as suas contradições através do imperialismo e da guerra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O principal interesse da China é manter aberto o caminho para a sua ascensão, com os EUA a constituir o principal obstáculo&#8221;, escreveu Hass no artigo &#8211; &#8220;A abordagem de Pequim ao conflito no Irão e as suas implicações para a China&#8221; -, que assina com outros quatro investigadores do Centro John L. Thornton China.</P><br />
<P>Pequim prefere assim &#8220;uma calma tensa com os EUA&#8221; e reage à guerra &#8220;em mal-estar nem entusiasmo&#8221;, devido ao impacto económico e aos choques energéticos, observou Hass.</P><br />
<P>Patricia M. Kim, também investigadora de política externa no mesmo centro  da Brookings, destacou na mesma análise as vantagens estratégicas para Pequim, que se apresentou como ator neutro e mediador, tendo emitido propostas de cessar-fogo com o Paquistão. </P><br />
<P>No entanto, alertou a analista, &#8220;os ganhos são temperados por significativos efeitos negativos: a China continua dependente da estabilidade global, e a guerra aumentou a volatilidade nos mercados de energia e perturbou uma rota vital de transporte marítimo&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Yun Sun, investigadora não-residente do grupo de reflexão norte-americano, observou que a China demonstrou &#8220;resiliência energética e das cadeias de abastecimento, graças a décadas de diversificação&#8221;, mas os custos são reais, como a queda de 25% nas importações de crude do Golfo em março de 2026. </P><br />
<P>Sun acrescentou que Pequim &#8220;pode desempenhar um papel na reconstrução pós-conflito do Irão, dadas as opções limitadas de parceria de Teerão&#8221;.</P><br />
<P>O analista Dennis Wilder, investigador sénior na Iniciativa para o Diálogo EUA &#8212; China sobre Questões Globais, um programa de investigação ligado ao Brookings Institution, destacou limitações militares, referindo que &#8220;o ELP [Exército de libertação Popular] não possui capacidades de projeção de poder no mar longínquo comparáveis às dos EUA e Israel&#8221;, e que &#8220;os mísseis iranianos com assistência chinesa foram amplamente intercetados&#8221;, demonstrando falhas na eficácia do material fornecido a Teerão.</P><br />
<P>Outro co-autor, Thomas Wright, investigador no Centro Strobe Talbott para Segurança, Estratégia e Tecnologia, do mesmo &#8216;think tank&#8217;, enfatizou que a guerra oferece &#8220;uma demonstração em tempo real das capacidades militares dos EUA&#8221;, reforçando dissuasão em outros teatros, incluindo o Estreito de Taiwan. </P><br />
<P>Wright acrescentou que a situação cria oportunidades para Pequim enquadrar Washington como ator desestabilizador, apesar de preferir que o conflito &#8220;não se prolongue demasiado&#8221;, devido aos riscos económicos e energéticos.</P><br />
<P>Quanto à estratégia chinesa, Hass notou que a China &#8220;não assumiu a causa do Irão como sua e tem sido mais atenciosa com outros países do Golfo que sofreram ataques de Teerão&#8221;, evitando que o conflito &#8220;prejudique as relações com os EUA&#8221;.</P><br />
<P>Kim destacou que a China segue um padrão de &#8220;diplomacia elevada, risco baixo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Pequim parece empenhada em manter um papel diplomático visível, sem incorrer nos custos políticos ou de reputação que acompanham esforços de mediação fracassados. Recusou-se a assumir a responsabilidade por um cessar-fogo, apesar do pedido de Teerão&#8221;, observou.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758610]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sete detidos em Hong Kong por alegada corrupção ligada à manutenção de edifícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 04:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A agência anticorrupção de Hong Kong anunciou a detenção de cinco pessoas por alegada corrupção ligada à manutenção de um edifício residencial, semelhante àqueles em que ocorreu em novembro o incêndio mais mortífero na cidade desde 1948.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência anticorrupção de Hong Kong anunciou a detenção de cinco pessoas por alegada corrupção ligada à manutenção de um edifício residencial, semelhante àqueles em que ocorreu em novembro o incêndio mais mortífero na cidade desde 1948.</P><br />
<P>A Comissão Independente contra a Corrupção (ICAC, na sigla em inglês) disse que as detenções surgem após uma denúncia em torno do concurso para o projeto de manutenção de um edifício em Mong Kok, no centro de Hong Kong.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado na terça-feira, a ICAC revelou que deteve cinco homens e duas mulheres, com idades entre 37 e 75 anos, incluindo o presidente da associação de proprietários do edifício.</P><br />
<P>As detenções aconteceram em 27 e 28 de abril, numa operação contra o que a agência descreve como &#8220;um grupo organizado de corrupção&#8221;, que incluía um empreiteiro, assim como diretores e um inspetor de uma empresa de consultoria.</P><br />
<P>As investigações revelaram que o empreiteiro controlava alegadamente a empresa de consultoria, que obteve o contrato de consultoria para o projeto de manutenção a um preço baixo, referiu a ICAC.</P><br />
<P>O presidente da associação de proprietários do edifício é suspeito de receber subornos para encobrir o esquema, que acabou por não resultar, sublinhou a agência.</P><br />
<P>Os proprietários &#8220;suspeitaram de irregularidades no processo&#8221; e o empreiteiro não conseguiu o contrato, no valor de 20 milhões de dólares de Hong Kong (2,18 milhões de euros).</P><br />
<P>A investigação da ICAC revelou ainda que o inspetor &#8220;pode não ter cumprido as suas obrigações de inspeção&#8221; do edifício. </P><br />
<P>A agência diz que impediu ainda que a empresa de consultoria e o empreiteiro conquistassem outros dois contratos a que tinham concorrido, no valor total de seis milhões de dólares de Hong Kong (653 mil euros).</P><br />
<P>No final de março, a ICAC e a polícia de Hong Kong detiveram 42 pessoas por suspeita de infiltração de grupos da máfia chinesa, conhecidos como tríades, em projetos de manutenção de edifícios residenciais.</P><br />
<P>As tríades surgiram entre 1842 e 1930, quando membros de sociedades secretas da China emigraram para Hong Kong e formaram organizações de ajuda mútua. </P><br />
<P>A intervenção ocorre no auge de uma investigação aberta na sequência do devastador incêndio em 26 de novembro no complexo residencial Wang Fuk Court, que custou a vida a 168 pessoas.</P><br />
<P>A polícia deteve 22 pessoas por suspeita de homicídio voluntário, além de outras seis por suspeita de fraude, todas ligadas ao incêndio.</P><br />
<P>O ICAC deteve ainda outras 23 pessoas, incluindo consultores, empreiteiros e membros da associação de condóminos do complexo, por suspeitas de homicídio involuntário, negligência grave e corrupção, incluindo possíveis manipulações nas propostas e utilização de materiais não ignífugos.</P><br />
<P>A tragédia desencadeou um intenso escrutínio sobre as práticas no setor da manutenção de edifícios, onde se têm acumulado queixas sobre concursos opacos, custos excessivos e riscos para a segurança.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758609]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Kiev denuncia ataque russo durante cessar-fogo unilateral anunciado por Zelensky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 04:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe militar da região de Zaporijia, Ivan Fedorov, relatou hoje um ataque russo contra instalações industriais da região, enquanto a Ucrânia anunciou que, desde a meia-noite, está a cumprir um cessar-fogo unilateral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe militar da região de Zaporijia, Ivan Fedorov, relatou hoje um ataque russo contra instalações industriais da região, enquanto a Ucrânia anunciou que, desde a meia-noite, está a cumprir um cessar-fogo unilateral.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky advertiu que Kiev responderá &#8220;de forma simétrica&#8221; a qualquer violação do cessar-fogo observado a partir das 00:00 de hoje, que antecipa em 48 horas um cessar-fogo anunciado por Moscovo, que pediu uma trégua entre os dias 08 e 09 para as celebrações da vitória da Rússia contra a Alemanha nazi, em 09 de maio de 1945.</P><br />
<P>O cessar-fogo anunciado unilateralmente por Kiev entrou em vigor depois de, na véspera, uma sequência de ataques russos ter causado, pelo menos, 28 mortos na Ucrânia.</P><br />
<P>Às 04:00 (hora de Lisboa), seis horas após a entrada em vigor da trégua anunciada por Kiev, as autoridades russas não tinham registado qualquer ataque ucraniano.</P><br />
<P>Do lado ucraniano, no entanto, soaram alertas nas regiões de Kherson, Zaporijia, Donetsk, Kharkiv, Soumy e Mykolaiv.</P><br />
<P>Zelensky anunciou a trégua &#8211; de duração indeterminada &#8211; na segunda-feira, em resposta à solicitada pelo homólogo russo, Vladimir Putin para as celebrações de 09 de maio, mas condicionou-a ao respeito de Moscovo pela mesma.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos que estes ataques e todos os outros do mesmo tipo cessem todos os dias, e não apenas por algumas horas em algum lugar, em nome de &#8216;celebrações'&#8221;, sublinhou Zelensky.</P><br />
<P>&#8220;É um cinismo absoluto pedir um cessar-fogo para organizar celebrações de propaganda, enquanto se realizam todos os dias ataques deste tipo&#8221;, denunciou Zelensky, numa referência à sequência de bombardeamentos na terça-feira.</P><br />
<P>Os ataques russos de terça-feira mataram 12 pessoas em Zaporijia, seis em Kramatorsk, quatro em Dnipro, quatro em Poltava, uma em Kharkiv e uma em Nikopol.</P><br />
<P>Em contrapartida, um ataque ucraniano com drones na península da Crimeia &#8211; anexada unilateralmente pela Rússia em 2014 &#8211;  causou cinco mortos na terça-feira à noite, na localidade de Dzhankoi, segundo as autoridades russas.</P><br />
<P>&#8220;A apenas algumas horas da entrada em vigor da proposta de cessar-fogo da Ucrânia, a Rússia não mostra qualquer sinal de preparação para pôr fim às hostilidades. Pelo contrário, Moscovo intensifica o terror&#8221;, acusou o ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiga, na rede social X, na terça-feira à noite.</P><br />
<P>A Ucrânia há muito que pede uma trégua prolongada para facilitar as negociações com vista a chegar a um acordo para pôr fim à guerra desencadeada pela invasão russa em grande escala em fevereiro de 2022, o conflito mais sangrento na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.</P><br />
<P>A guerra na Ucrânia foi abordada na terça-feira durante um telefonema entre o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio e o homólogo russo, Serguei Lavrov, segundo o Departamento de Estado.</P><br />
<P>O analista político ucraniano Volodymyr Fessenko considerou, em declarações à agência de notícias France-Presse (AFP), que o anúncio de trégua por parte de Kiev é uma manobra tática nos domínios &#8220;informativo e político&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se a Rússia não respeitar o nosso cessar-fogo, temos o direito de não respeitar o dela. Isso anula a iniciativa de Putin&#8221;, afirmou Fessenko, considerando &#8220;quase certo&#8221; que nenhum dos cessar-fogos será plenamente respeitado.</P><br />
<P>Em abril, um cessar-fogo de 32 horas por ocasião da Páscoa ortodoxa foi violado em numerosas ocasiões na linha da frente, embora se tenha observado uma interrupção dos ataques aéreos de longo alcance.</P><br />
<P>Moscovo recusa qualquer cessar-fogo duradouro, argumentando que isso permitiria a Kiev reforçar as defesas. A Rússia exige, acima de tudo, antes de qualquer cessação dos combates, que a Ucrânia lhe ceda a região de Donetsk (leste), que o exército russo controla apenas parcialmente.</P><br />
<P>A zona controlada pelos russos na Ucrânia diminuiu cerca de 120 quilómetros quadrados (km²) em abril, pela primeira vez desde o verão de 2023, de acordo com a análise da AFP dos dados do Instituto para o Estudo da Guerra.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758608]]></sapo:autor>
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		<title>Austrália cria centro nacional para luta contra terrorismo digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 02:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Austrália anunciou hoje um investimento de 74 milhões de dólares australianos (45 milhões de euros), no próximo orçamento do Estado, para criar um centro destinado a combater o terrorismo e a radicalização na Internet.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Austrália anunciou hoje um investimento de 74 milhões de dólares australianos (45 milhões de euros), no próximo orçamento do Estado, para criar um centro destinado a combater o terrorismo e a radicalização na Internet.</P><br />
<P>A medida, que responde ao atentado na praia de Bondi em meados de dezembro contra a comunidade judaica, foi anunciada pelo ministro do Interior, Tony Burke, que explicou que o financiamento do novo centro nacional se estenderá por dois anos, e visa reforçar a capacidade das autoridades face à crescente radicalização nos ambientes digitais.</P><br />
<P>O novo centro integrará agentes dos serviços de inteligência, a Organização Australiana de Inteligência de Segurança, e da Polícia Federal Australiana, além de coordenar esforços com forças de segurança estaduais, territoriais e organismos internacionais, com o objetivo de detetar e neutralizar ameaças online.</P><br />
<P>De acordo com o plano, investigadores especializados em contraterrorismo e analistas de inteligência poderão monitorizar espaços digitais de alto risco, avaliar ameaças credíveis e coordenar ações para interromper atividades extremistas, incluindo operações secretas em plataformas e fóruns.</P><br />
<P>&#8220;A capacidade que sempre tivemos de monitorizar extremistas em salas de reunião estende-se agora aos &#8216;chats'&#8221;, afirmou Burke, ao explicar o alcance da iniciativa.</P><br />
<P>O reforço das capacidades digitais visa melhorar a resposta das autoridades face a indivíduos e redes que promovem a violência ou procuram recrutar jovens vulneráveis através da Internet.</P><br />
<P>A medida faz parte da estratégia do Governo para intensificar a luta contra o extremismo, na sequência do ataque em Bondi, que aumentou a preocupação com a segurança interna e a influência de ideologias violentas no país.</P><br />
<P>A notícia foi divulgada no mesmo dia em que o Governo australiano confirmou que um grupo de 13 pessoas, incluindo mulheres e crianças, ligadas ao Estado Islâmico (EI) e com cidadania australiana, pretendem regressar à Austrália, embora sem detalhes sobre como ou quando ocorrerá o regresso.</P><br />
<P>Num comunicado, Burke assinalou que as autoridades não prestarão assistência ao grupo, composto por 13 pessoas, quatro mulheres e nove menores, alertando que as agências de segurança estão preparadas para essa eventual chegada e que &#8220;uma parte [das pessoas do grupo] será detida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estas são pessoas que tomaram a terrível decisão de se juntarem a uma organização terrorista perigosa e de colocarem os seus filhos numa situação indescritível&#8221;, afirmou Burke. </P><br />
<P></P></p>
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