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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Conselho da Paz de Trump atribui primeiro contrato em Gaza para construir base militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O contrato ainda não está concluído, mas foi atribuído à Arkel International, uma empresa sediada no Louisiana que já realizou trabalhos para o Governo dos Estados Unidos em países como o Iraque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Conselho da Paz criado por Donald Trump para acompanhar a reconstrução de Gaza atribuiu o seu primeiro contrato de construção no território. O projeto prevê uma base militar rudimentar com capacidade para 150 pessoas, destinada a acolher tropas marroquinas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O contrato ainda não está concluído, mas foi atribuído à Arkel International, uma empresa sediada no Louisiana que já realizou trabalhos para o Governo dos Estados Unidos em países como o Iraque.</p>
<p class="isSelectedEnd">O organismo é presidido por Trump e integra uma equipa que inclui Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, e Steve Witkoff, seu aliado próximo.</p>
<p><strong>Contrato ainda está em fase final</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um responsável do Conselho da Paz afirmou que o organismo e o grupo de tecnocratas palestinianos instalado para administrar Gaza estão na fase final de preparação de vários contratos, embora nenhum esteja ainda formalmente fechado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse grupo é conhecido como Comité Nacional para a Administração de Gaza.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos contratos previstos destina-se à criação de instalações de apoio à força internacional de estabilização, que deverá participar na aplicação dos mecanismos de segurança e governação definidos para o território.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável acrescentou que este será apenas um de vários contratos considerados essenciais para o futuro de Gaza.</p>
<p><strong>Base deverá acolher tropas marroquinas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A instalação prevista terá cerca de 100 metros por 120 metros e deverá receber um contingente de militares marroquinos, que fará rotações a partir de uma base situada em Israel.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estrutura ficará localizada na parte de Gaza diretamente controlada pelo Exército israelita, correspondente a cerca de 60% do território.</p>
<p class="isSelectedEnd">As forças israelitas criaram ainda uma zona tampão para além dessa área.</p>
<p class="isSelectedEnd">A base ficará aproximadamente a uma milha da fronteira com Israel e terá uma rota de evacuação rápida, caso a força internacional seja atacada.</p>
<p><strong>Projeto inicial previa instalação para 5000 militares</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nos planos contratuais anteriores, a base para 150 pessoas surgia como a primeira fase de um projeto muito mais vasto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta inicial previa a construção de uma instalação militar para 5000 membros da força internacional de estabilização.</p>
<p class="isSelectedEnd">O complexo deveria incluir posições de combate para veículos, uma barreira defensiva elevada no perímetro e estruturas básicas destinadas a destacamentos de curta duração.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na primeira fase, estavam previstas tendas e camas de campanha para os militares, sanitários químicos e estações para lavagem das mãos.</p>
<p><strong>Futuro da força internacional ainda é incerto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma resolução das Nações Unidas que autorizou o Conselho da Paz aprovou também a criação de uma força internacional de estabilização para Gaza.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar disso, continuam por definir vários elementos do enquadramento jurídico da missão e não existe ainda uma data para o início do destacamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Marrocos prometeu disponibilizar um pequeno contingente, mas permanecem dúvidas sobre os países que irão integrar a força e sobre a dimensão final da operação.</p>
<p><strong>Plano de reconstrução foi reduzido</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em julho, foi noticiado que o plano inicial de reconstrução de Gaza tinha sido bastante reduzido.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta original previa reconstruir todo o território, mas acabou transformada num projeto-piloto de menor dimensão no sul da Faixa de Gaza.</p>
<p class="isSelectedEnd">A construção da base militar surge poucos dias depois de Trump anunciar que o Hamas teria concordado em desarmar-se, embora continuem a existir dúvidas sobre a forma como esse processo poderá concretizar-se.</p>
<p class="isSelectedEnd">Israel opôs-se ao plano e intensificou os ataques aéreos em Gaza depois do anúncio.</p>
<p><strong>“Nova Gaza” previa cidade costeira de grande dimensão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em fevereiro de 2025, Trump afirmou que os Estados Unidos iriam assumir o controlo e a propriedade de Gaza, embora o acordo que criou o Conselho da Paz não tenha ido tão longe.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na primeira reunião do organismo, realizada em janeiro, Jared Kushner apresentou um plano para construir uma “Nova Gaza”, com uma grande cidade costeira, torres de uso misto e novas zonas industriais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A realidade no terreno permanece, contudo, muito distante dessa visão.</p>
<p>Pelo menos 80% dos edifícios de Gaza foram danificados ou destruídos durante a guerra. Dez meses depois do cessar-fogo, a maioria dos cerca de dois milhões de habitantes do território continua a viver em campos improvisados e sem condições sanitárias adequadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798331]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Luís Neves será julgado no Tribunal de Contas por alegadas irregularidades enquanto dirigia a PJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:15:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[tribunal de contas]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal de Contas concluiu que existiu negligência em vários procedimentos e considerou que Luís Neves e Luísa Proença atuaram "de forma consciente e esclarecida, tendo-se conformado com o seu resultado"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, vai ser julgado no Tribunal de Contas por alegadas infrações financeiras cometidas durante o período em que liderou a Polícia Judiciária (PJ), indicou a &#8216;CNN Portugal&#8217; com base no portal do Tribunal de Contas.</p>
<p>O processo abrange igualmente Luísa Proença, antiga diretora nacional adjunta da PJ. Segundo os registos do Tribunal de Contas, o processo de responsabilidade financeira deu entrada a 24 de junho e foi distribuído cinco dias depois ao juiz conselheiro Paulo Dá Mesquita.</p>
<p>De acordo com a &#8216;CNN Portugal&#8217;, Luís Neves e Luísa Proença deverão já ter sido citados para, no prazo de 30 dias, apresentarem contestação ou procederem ao pagamento voluntário das multas previstas na lei. No entanto, devido às férias judiciais, iniciadas a 15 de julho, apenas em setembro deverá ficar decidido se o processo seguirá para julgamento.</p>
<p>A legislação prevê que o pagamento voluntário da multa pelo valor mínimo legal extinga o procedimento, evitando a fase de julgamento.</p>
<p>O processo resulta de uma auditoria do Tribunal de Contas às contas da Polícia Judiciária referentes a 2023, concluída apenas em dezembro de 2025 devido, segundo o relatório, à demora na entrega da documentação solicitada.</p>
<p>A auditoria já tinha identificado irregularidades em contratos celebrados com a Petrogal para fornecimento de combustível e com a agência Clube Viajar, relacionados com alegadas falhas no cumprimento das regras da contratação pública. Nesses casos, contudo, o Tribunal de Contas optou por relevar a responsabilidade financeira e não aplicar sanções.</p>
<p>Segundo a CNN Portugal, o pedido de julgamento incide sobre outras situações detetadas na auditoria, nomeadamente alegadas irregularidades na utilização de cartões de crédito para aquisição de bens e serviços, a não constituição de um fundo destinado a despesas de viagens e alojamento — situação imputada a Luísa Proença — e os critérios utilizados na atribuição de telemóveis de serviço.</p>
<p>No relatório da auditoria, o Tribunal de Contas concluiu que existiu negligência em vários procedimentos e considerou que Luís Neves e Luísa Proença atuaram &#8220;de forma consciente e esclarecida, tendo-se conformado com o seu resultado&#8221;.</p>
<p>O pedido apresentado pelo Ministério Público junto do Tribunal de Contas não constitui, contudo, uma condenação. Caberá agora aos dois responsáveis exercerem o direito de defesa ou optarem pelo pagamento voluntário das multas previstas na lei.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798324]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Corrida contra o tempo: Roménia afunda barcaças no Danúbio para salvar última central nuclear operacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[central nuclear]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Danúbio]]></category>
		<category><![CDATA[roménia]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeiro reator de Cernavodă já foi desligado devido à falta de água, enquanto o segundo continua em funcionamento, mas poderá também parar dentro de poucos dias caso a operação agora iniciada não produza os resultados esperados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Roménia iniciou esta quinta-feira uma operação sem precedentes para tentar manter em funcionamento o único reator nuclear ainda ativo na central de Cernavodă. Perante o nível historicamente baixo das águas do Danúbio, as autoridades começaram a afundar quatro barcaças carregadas de rocha para desviar mais água para a tomada de captação da central, relata o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>A medida surge poucos dias depois de as autoridades terem recorrido a explosivos para destruir um afloramento rochoso no leito do rio, numa tentativa de aumentar o caudal disponível para o sistema de arrefecimento da central nuclear.</p>
<p>O primeiro reator de Cernavodă já foi desligado devido à falta de água, enquanto o segundo continua em funcionamento, mas poderá também parar dentro de poucos dias caso a operação agora iniciada não produza os resultados esperados.</p>
<p>Segundo Romeo Urjan, diretor da central, se as barcaças conseguirem criar um excedente de água, o reator poderá continuar a operar durante mais nove a dez dias. Caso contrário, poderá ser necessário interromper a produção dentro de cinco a seis dias.</p>
<p><strong>Danúbio atinge mínimo histórico</strong></p>
<p>O caudal do Danúbio na Roménia caiu esta quinta-feira para cerca de 1.400 metros cúbicos por segundo, aproximadamente um terço da média habitual para o mês de agosto e o valor mais baixo alguma vez registado pelas autoridades romenas.</p>
<p>A agência nacional responsável pela gestão da água acredita que as barcaças funcionarão como uma barreira artificial, obrigando parte da água a seguir pelo braço do rio que alimenta diretamente a central nuclear.</p>
<p>Os dois reatores de Cernavodă asseguram cerca de 20% da eletricidade consumida na Roménia. No entanto, a seca extrema também reduziu significativamente a produção hidroelétrica e limitou as importações de energia dos países vizinhos, igualmente afetados pelas elevadas temperaturas.</p>
<p><strong>Medida ganha tempo, mas não resolve o problema</strong></p>
<p>Analistas do ING consideram que a operação demonstra a gravidade da situação, mas alertam que se trata apenas de uma solução temporária.</p>
<p>Segundo o banco, remover rochas ou afundar barcaças pode permitir manter um reator em funcionamento durante mais alguns dias, mas não aumenta a capacidade de produção elétrica nem resolve a necessidade de investir em novas infraestruturas, armazenamento de energia e reforço das interligações elétricas.</p>
<p>A Roménia produz eletricidade através de uma combinação de centrais a gás, carvão, energia hidroelétrica, nuclear e renováveis, mas enfrenta a necessidade de investir milhares de milhões de euros para modernizar o sistema energético.</p>
<p>A seca extrema continua também a transformar a paisagem do Danúbio. Nos últimos dias, a descida do nível das águas voltou a expor dezenas de navios de guerra alemães afundados em 1944 pelas forças nazis durante a retirada perante o avanço do Exército Vermelho, uma consequência inesperada de uma crise climática que está a afetar grande parte da Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798319]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia e Europa unem esforços para criar alternativa ao míssil Patriot dos EUA por menos de um terço do custo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Patriot]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto, denominado Freyja, reúne 10 governos europeus e 12 empresas do setor da defesa, entre as quais a italiana Leonardo, a francesa Thales, a sueca Saab e o consórcio Eurosam]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia está a trabalhar com empresas europeias no desenvolvimento de um novo sistema de defesa antimíssil capaz de intercetar mísseis balísticos russos por um custo significativamente inferior ao do Patriot, atualmente considerado uma das principais armas de defesa aérea do Ocidente, salientou o &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>O projeto, denominado Freyja, reúne 10 governos europeus e 12 empresas do setor da defesa, entre as quais a italiana Leonardo, a francesa Thales, a sueca Saab e o consórcio Eurosam. A empresa ucraniana Fire Point é responsável pelo desenvolvimento do míssil intercetor FP7.X, enquanto os parceiros europeus fornecem radares, sistemas de guiamento e capacidades de comando e controlo.</p>
<p>Segundo explicou à &#8216;Reuters&#8217; a diretora-executiva da Fire Point, Iryna Terekh, a empresa já alcançou acordos com 13 parceiros industriais e entrou na fase considerada mais complexa do programa: a integração de todos os componentes num único sistema.</p>
<p>O objetivo é conseguir a primeira interceção bem-sucedida de um míssil balístico até meados de 2027.</p>
<p><strong>Uma alternativa mais barata ao Patriot</strong></p>
<p>A Fire Point pretende fabricar cada míssil intercetor por menos de um milhão de euros, um valor muito inferior ao custo estimado dos mísseis utilizados pelo sistema Patriot, fabricado nos Estados Unidos.</p>
<p>A necessidade de encontrar alternativas ganhou força devido à escassez de mísseis Patriot disponíveis para a Ucrânia, que depende destes sistemas para travar ataques balísticos russos.</p>
<p>&#8220;Estamos a tentar condensar um programa que normalmente demora entre 20 e 30 anos em apenas alguns anos&#8221;, afirmou Iryna Terekh à &#8216;Reuters&#8217;.</p>
<p><strong>Míssil de ataque pode entrar em combate este outono</strong></p>
<p>Além da versão destinada à defesa antimíssil, a Fire Point desenvolveu uma variante do FP7 concebida para atacar alvos terrestres.</p>
<p>Segundo a responsável, o míssil já realizou cerca de 15 lançamentos de teste e encontra-se na fase final de certificação pelo Ministério da Defesa ucraniano.</p>
<p>O processo deverá ficar concluído dentro de duas a quatro semanas e, se o calendário for cumprido, o primeiro destacamento operacional poderá ocorrer no início do outono.</p>
<p>O projeto Freyja foi lançado oficialmente em Paris no mês passado e aposta numa arquitetura aberta, permitindo integrar radares, sensores, sistemas de guiamento e outros componentes desenvolvidos por diferentes fabricantes europeus. O objetivo é criar uma nova geração de sistemas antimíssil mais acessíveis e capazes de responder à crescente ameaça dos ataques balísticos russos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798312]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rio Tejo terá duas novas travessias no prazo de 10 anos, garante Pinto Luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Pinto Luz]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[rio Tejo]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, afirmou hoje que no prazo de 10 anos estarão concluídas duas novas travessias do Tejo, designadamente uma terceira ponte entre Chelas e o Barreiro e um túnel entre Algés e a Trafaria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, afirmou hoje que no prazo de 10 anos estarão concluídas duas novas travessias do Tejo, designadamente uma terceira ponte entre Chelas e o Barreiro e um túnel entre Algés e a Trafaria.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas à margem das comemorações dos 60 anos da Ponte 25 de Abril, Pinto Luz avançou que o período de construção da nova ponte &#8211; um projeto rodoferroviário planeado para ligar Chelas (Lisboa) ao Lavradio (Barreiro) &#8211; deverá ser &#8220;sensivelmente o mesmo&#8221;, ou seja, entre quatro e cinco anos.</P><br />
<P>&#8220;Será uma ponte diferente [da Ponte 25 de Abril], com outro tipo de infraestrutura e outro tipo de desenho e engenharia, mas sensivelmente será o mesmo tempo de construção&#8221;, referiu o ministro das Infraestruturas e Habitação.</P><br />
<P>Segundo Miguel Pinto Luz, &#8220;o Governo já está a desenvolver com a IP [Infraestruturas de Portugal] todo o caderno, inclusive a avaliação de impacto ambiental para a nova travessia&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A nova travessia tem de estar concluída antes do novo aeroporto ou concomitantemente com o novo aeroporto e, portanto, é algo que já está a acontecer&#8221;, enfatizou.</P><br />
<P>Notando que a concretização de novas travessias do Tejo tem acontecido em &#8220;ciclos de 30 anos&#8221; &#8211; &#8220;Há 60 anos tivemos a Ponte 25 de Abril, há 30 [anos] sensivelmente tivemos a Vasco da Gama e temos agora de, próximos anos, lançar a terceira travessia&#8221; &#8211; o ministro salientou que, &#8220;pela primeira vez, o ciclo será duplo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não avançamos só com a terceira travessia. Este Governo tomou a decisão de avançar também com o túnel Algés-Trafaria. Portanto, antecipámos, de alguma forma, os ciclos de 30 anos para passarmos a ter mais duas travessias, dentro de 10 anos, para se unir estas duas margens&#8221;, explicou Miguel Pinto Luz.</P><br />
<P>E, salientou, o prazo de construção da nova ponte não pode derrapar: &#8220;Não pode, porque teríamos vários problemas. Primeiro, não cumpríamos a nossa palavra com o Governo espanhol de garantir uma ligação ferroviária de alta velocidade em três horas até 2034. Depois, não garantíamos que o novo aeroporto &#8212; o grande investimento nacional em infraestruturas &#8211; será servido por ferrovia. Portanto, não podemos sequer correr esse risco&#8221;, sustentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798306]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Swisscom abre unidade em Lisboa e arranca em 2027 com 40 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:44:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[swisscom]]></category>
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					<description><![CDATA[A Swisscom Switzerland anunciou hoje que vai abrir uma nova unidade em Lisboa, juntando-se às localizações que já existem em Riga e Roterdão, com as operações a iniciarem-se já no próximo ano com 40 pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Swisscom Switzerland anunciou hoje que vai abrir uma nova unidade em Lisboa, juntando-se às localizações que já existem em Riga e Roterdão, com as operações a iniciarem-se já no próximo ano com 40 pessoas.</P><br />
<P>Este novo centro de operações da operadora de telecomunicações suíça em Lisboa irá prestar serviços de telecnologia e negócio, o que inclui TI [tecnologias de informação], desenvolvimento de software e finanças, refere a empresa em comunicado.</P><br />
<P>A Swisscom &#8220;pretende iniciar as operações em 2027 com cerca de 40 colaboradores e expandir gradualmente a equipa para aproximadamente 200 colaboradores a médio prazo&#8221;.</P><br />
<P>O lucro da Swisscom subiu 6,9% no primeiro semestre, face a igual período de 2025, para 668 milhões de francos suíços (cerca de 716 milhões de euros, à taxa de câmbio atual).</P><br />
<P>Em igual período, as receitas do grupo caíram 3% para 7.221 milhões de francos suíços (7.7399 milhões de euros).</P><br />
<P>&#8220;Os resultados financeiros e o desempenho operacional do grupo Swisscom estão em linha com as nossas expectativas. Estamos no bom caminho e confirmamos as perspetivas para 2026&#8221;, afirma Christoph Aeschlimann, presidente executivo (CEO), sobre os resultados do primeiro semestre.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798308]]></sapo:autor>
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		<title>O novo sistema de fronteiras da UE apenas funciona&#8230; porque é desligado quando há demasiados passageiros: o que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:40:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Mecanismo faz parte do novo Sistema de Entrada/Saída (EES), que entrou plenamente em vigor a 10 de abril e substituiu o tradicional carimbo no passaporte para cidadãos de países terceiros que entram no Espaço Schengen]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia está a suspender temporariamente os controlos biométricos em vários aeroportos para evitar longas filas de espera durante o pico das férias de verão. A medida, prevista na legislação europeia e aplicada em situações excecionais, está a ser utilizada em grandes plataformas como Paris, Amesterdão, Frankfurt, Bruxelas e Milão, relata o &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>O mecanismo faz parte do novo Sistema de Entrada/Saída (EES), que entrou plenamente em vigor a 10 de abril e substituiu o tradicional carimbo no passaporte para cidadãos de países terceiros que entram no Espaço Schengen.</p>
<p>Em vez da validação manual dos documentos, os viajantes passam agora por quiosques onde são recolhidas impressões digitais e uma fotografia facial, dados que ficam registados durante três anos. Quando estes equipamentos deixam de funcionar ou as filas se tornam demasiado longas, as autoridades podem suspender temporariamente a recolha biométrica e recorrer ao registo manual dos passageiros.</p>
<p>Segundo o &#8216;POLITICO&#8217;, companhias aéreas, aeroportos e autoridades fronteiriças confirmam que esta exceção tem sido usada com frequência durante o verão para evitar o colapso dos controlos fronteiriços.</p>
<p>A Air France-KLM revelou que os controlos biométricos são desligados sempre que se formam filas excessivas nos aeroportos de Paris e Amesterdão. A mesma solução está também a ser aplicada noutros grandes pontos de entrada na Europa, incluindo Frankfurt, Bruxelas e Milão.</p>
<p>A Comissão Europeia defende que o novo sistema aumenta a segurança, ajuda a detetar fraudes de identidade e permite controlar com maior rigor o tempo de permanência de cidadãos de países terceiros no Espaço Schengen.</p>
<p>Contudo, a adaptação tem sido mais difícil do que o esperado. Como a maioria dos viajantes está a efetuar o registo pela primeira vez, os controlos demoram mais tempo e exigem um reforço significativo das equipas nas fronteiras.</p>
<p>Em Milão-Malpensa, por exemplo, responsáveis da polícia fronteiriça admitem que seriam necessários mais 10 a 15 agentes nos períodos de maior movimento para que o sistema funcionasse sem provocar atrasos.</p>
<p>Também em Bruxelas, a poucos quilómetros das instituições europeias, os controlos biométricos chegaram a ser suspensos antes do verão depois de centenas de passageiros terem perdido os seus voos devido às longas esperas.</p>
<p>Perante a pressão do setor da aviação e do turismo, Bruxelas autorizou uma derrogação válida até 6 de setembro, permitindo que aeroportos, portos e restantes postos fronteiriços suspendam temporariamente a recolha de dados biométricos quando existam circunstâncias excecionais.</p>
<p>Apesar disso, as autoridades garantem que a segurança não fica comprometida, uma vez que os passageiros continuam a ser registados no sistema e os respetivos documentos de viagem continuam a ser verificados.</p>
<p>O debate surge poucos meses depois das dificuldades sentidas em Portugal durante a entrada em funcionamento do EES. Nos aeroportos nacionais, em particular Lisboa, as autoridades prepararam planos de contingência e reforçaram meios para evitar constrangimentos, mas o setor alertou para o risco de filas prolongadas e atrasos, sobretudo durante os primeiros meses de operação e nos períodos de maior afluência turística.</p>
<p>A pressão poderá manter-se nos próximos anos. Depois do EES, a União Europeia prepara a entrada em funcionamento do ETIAS, um sistema eletrónico de autorização de viagem semelhante ao já utilizado pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido. Inicialmente previsto para 2021 e depois para este ano, o lançamento foi novamente adiado e deverá acontecer apenas em 2027.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798307]]></sapo:autor>
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		<title>Estado Islâmico na Somália deixa Espanha em alerta após entrada em massa em Ceuta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estado-islamico-na-somalia-deixa-espanha-em-alerta-apos-entrada-em-massa-em-ceuta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:35:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[jihadismo]]></category>
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		<category><![CDATA[terrorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Guarda Civil e a Polícia Nacional estão a analisar as imagens captadas durante a entrada em massa para tentar identificar eventuais suspeitos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A entrada em massa de migrantes em Ceuta levou as autoridades espanholas a reforçar a vigilância antiterrorista, numa altura em que o ressurgimento do Estado Islâmico (EI) na Somália é visto pelos serviços de segurança como uma das principais ameaças jihadistas à Europa. Segundo fontes da Polícia Nacional citadas pelo &#8216;El Confidencial&#8217;, a preocupação centra-se na possibilidade de elementos ligados à organização terem aproveitado o colapso temporário da fronteira para entrar em território espanhol.</p>
<p>A Guarda Civil e a Polícia Nacional estão a analisar as imagens captadas durante a entrada em massa para tentar identificar eventuais suspeitos. Nas próximas horas deverão também ser destacados para Ceuta elementos adicionais das unidades antiterroristas espanholas para aprofundar a investigação.</p>
<p>Até ao momento, porém, não foi identificado qualquer jihadista entre as pessoas que atravessaram a fronteira, sublinham as autoridades. Ainda assim, os serviços de segurança admitem que o cenário justifica um reforço das diligências devido à evolução recente da ameaça terrorista.</p>
<p><strong>A nova preocupação já não é a Síria</strong></p>
<p>Durante anos, o foco das agências antiterroristas esteve centrado na Síria e no Iraque. Hoje, porém, o panorama mudou. Fontes policiais ouvidas pelo &#8216;El Confidencial&#8217; afirmam que as maiores preocupações passam pelo Estado Islâmico do Khorasan, ligado ao Afeganistão e à Ásia Central, e, sobretudo, pelo fortalecimento da filial do grupo na Somália.</p>
<p>Segundo especialistas citados pelo jornal, a organização instalada na região autónoma de Puntlândia deixou de ser apenas uma pequena ramificação do Estado Islâmico para assumir um papel central na coordenação de financiamento, recrutamento e logística das várias filiais espalhadas por África e pelo Médio Oriente.</p>
<p>A consultora de segurança Justine Fleischner, autora de um relatório das Nações Unidas sobre o tema, descreve mesmo a Somália como um corredor estratégico que liga o núcleo do Estado Islâmico às suas diferentes ramificações em África. Em 2025, também o então comandante do AFRICOM, general Michael Langley, afirmou perante o Congresso dos Estados Unidos que a rede global do grupo passou a ser coordenada a partir da Somália.</p>
<p><strong>Marroquinos entre os combatentes</strong></p>
<p>Um dos fatores que mais preocupa as autoridades espanholas é a crescente presença de cidadãos marroquinos entre os combatentes estrangeiros do Estado Islâmico na Somália.</p>
<p>No início deste ano, as autoridades de Puntlândia divulgaram imagens de vários dirigentes capturados durante uma operação militar. Depois dos etíopes, os marroquinos constituíam o segundo maior grupo de estrangeiros identificado.</p>
<p>Segundo fontes antiterroristas citadas pelo &#8216;El Confidencial&#8217;, esta realidade tem implicações diretas para Espanha, devido à proximidade geográfica com Marrocos e ao receio de que combatentes treinados possam regressar ao Norte de África ou ser utilizados para recrutar novos elementos para células jihadistas na Europa.</p>
<p>As mesmas fontes admitem que já foram detetados casos relacionados com tentativas de recrutamento e de apoio logístico a partir de território espanhol, embora sem divulgarem pormenores sobre essas investigações.</p>
<p><strong>Um centro de financiamento e treino</strong></p>
<p>Criado em 2015 por dissidentes do grupo Al-Shabaab, o Estado Islâmico na Somália transformou-se, segundo vários relatórios das Nações Unidas e das autoridades dos Estados Unidos, num dos principais centros financeiros da organização terrorista.</p>
<p>Através da chamada estrutura &#8220;Al Karrar&#8221;, o grupo movimenta dinheiro, armas e combatentes para outras filiais do Estado Islâmico, recorrendo a redes informais de transferências financeiras, tráfico de pessoas, contrabando, extorsão e, mais recentemente, criptomoedas.</p>
<p>Apesar da ofensiva lançada pelas autoridades de Puntlândia com apoio dos Estados Unidos, o grupo continua instalado nas montanhas da região, onde, segundo especialistas citados pelo &#8216;El Confidencial&#8217;, desenvolveu uma infraestrutura militar sofisticada, incluindo complexos de cavernas, posições fortificadas, atiradores de elite e utilização regular de drones.</p>
<p>É este crescimento que explica o reforço da vigilância em Ceuta. Embora não exista qualquer confirmação de que elementos jihadistas tenham entrado em Espanha durante a entrada em massa de migrantes, as autoridades consideram que a evolução do Estado Islâmico na Somália obriga a acompanhar com especial atenção qualquer falha nas fronteiras externas do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798302]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Pessoas retiradas de zona de campismo da Praia da Vitória em segurança na escola profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[As 67 pessoas retiradas da zona de campismo de apoio às Festas da Praia da Vitória, na ilha Terceira, devido ao mau tempo, foram reacomodadas no parque de estacionamento da escola profissional local, onde permanecem hoje em segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As 67 pessoas retiradas da zona de campismo de apoio às Festas da Praia da Vitória, na ilha Terceira, devido ao mau tempo, foram reacomodadas no parque de estacionamento da escola profissional local, onde permanecem hoje em segurança. </P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, a presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Vânia Ferreira, explicou hoje de manhã que os campistas apenas regressarão ao local quando estiverem reunidas todas as condições de segurança.</P><br />
<P>Segundo a autarca, as 67 pessoas retiradas devido à chuva e ao vento registados na quarta-feira foram reacomodadas no parque de estacionamento da Escola Profissional da Praia da Vitória, onde dispõem de condições adequadas para permanecer em segurança.</P><br />
<P>&#8220;Em tempos, numa ocorrência semelhante, esta foi a resposta encontrada&#8221;, acrescentou, referindo que o estabelecimento de ensino oferece acesso a instalações sanitárias, uma zona seca e protegida.</P><br />
<P>A autarca da ilha Terceira esclareceu, em relação à zona atingida pelo mau tempo, que &#8220;não se trata de um parque de campismo, mas sim de uma zona de campismo temporária criada para dar apoio aos jovens que participam nas festividades do concelho&#8221;.</P><br />
<P>Essa área de campismo está instalada &#8220;junto a um paul [terreno alagadiço] e quando chove o piso fica bastante humidificado&#8221;, pelo que poderão não existir condições para que, nas próximas horas, os jovens possam voltar.</P><br />
<P>   &#8220;Vamos fazer o apuramento do estado do piso e analisar se haverá condições durante o dia de hoje para a instalação de mais alguma tenda ou não&#8221;, sustentou a autarca da Praia da Vitória.</P><br />
<P>Entretanto, &#8220;o número de pessoas inicialmente realojadas começou a diminuir, já que alguns dos campistas eram residentes no concelho e foram entretanto recolhidos pelos pais&#8221;, aquando do agravamento das condições meteorológicas. </P><br />
<P>&#8220;Quem pretender permanecer na escola profissional poderá fazê-lo. Alguns dos campistas adquiriram pulseira para permanecer durante toda a semana, outros não, e vamos perceber qual é a intenção de cada um. O importante é que têm todas as condições asseguradas&#8221;, garantiu Vânia Ferreira.</P><br />
<P>Além da situação na zona de campismo, o mau tempo provocou no concelho danos em algumas estruturas montadas para as festas. </P><br />
<P>A autarca disse que foram identificadas todas as ocorrências durante a noite e que as equipas municipais já estão no terreno para proceder à reposição das estruturas danificadas, existindo também algumas preocupações relacionadas com a componente elétrica.</P><br />
<P>&#8220;Vamos, devagarinho, tentar recompor-nos e voltar à normalidade&#8221;, disse ainda.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a Câmara Municipal decidiu suspender as atividades ligadas às Festas da Praia da Vitória devido ao agravamento das condições meteorológicas. </P><br />
<P>Apesar de o aviso meteorológico se manter apenas até ao meio-dia de hoje, será feito um novo ponto de situação, mas &#8220;para já não está comprometida nenhuma das atividades previstas para o resto do dia&#8221;. </P><br />
<P>As Festas da Praia da Vitória terminam no domingo.</P><br />
<P>O mau tempo registado nos Açores desde a noite de quarta-feira provocou ainda várias inundações em São Jorge e São Miguel, segundo a Proteção Civil regional.</P><br />
<P>   Na quarta-feira, o instituto deu conta da aproximação e passagem de &#8220;linhas de instabilidade, associadas a uma depressão centrada muito próxima da região&#8221;, com o consequente &#8220;agravamento significativo do estado do tempo&#8221;, sobretudo nos grupos Oriental (São Miguel e Santa Maria) e Central (Pico, Faial, São Jorge, Terceira e Graciosa).</P><br />
<P>   Para hoje prevê-se para as sete ilhas afetadas céu muito nublado de manhã, com abertas ou boas abertas a partir da tarde, bem como &#8220;condições favoráveis à ocorrência de trovoada&#8221;.</P><br />
<P>   Os aguaceiros poderão ser fortes e o vento poderá ser localizado e temporariamente também forte (50 a 65 quilómetros por hora), com rajadas até 100 quilómetros por hora, rodando para oeste. O mar está cavado, podendo ser temporariamente alteroso, com ondas do quadrante oeste de um a dois metros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798255]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Memória ou habitação de luxo? Berlim divide-se sobre demolição de um dos últimos bunkers do regime nazi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Berlim]]></category>
		<category><![CDATA[bunker]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Complexo subterrâneo, localizado na Vossstrasse, junto ao Memorial do Holocausto e perto do Portão de Brandemburgo, é um dos raros vestígios físicos que sobreviveram ao antigo bairro governamental do regime nazi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Berlim poderá perder um dos últimos vestígios arquitetónicos do antigo centro de poder de Adolf Hitler. Um promotor imobiliário pretende construir um edifício de apartamentos e escritórios sobre o chamado Grande Bunker da Nova Chancelaria do Reich, um projeto que está a gerar forte contestação entre historiadores e especialistas em património, indicou o &#8216;El País&#8217;.</p>
<p>O complexo subterrâneo, localizado na Vossstrasse, junto ao Memorial do Holocausto e perto do Portão de Brandemburgo, é um dos raros vestígios físicos que sobreviveram ao antigo bairro governamental do regime nazi. Após a II Guerra Mundial, praticamente todos os edifícios associados a Hitler foram demolidos.</p>
<p>Segundo o projeto urbanístico aprovado em 2006, o terreno deverá receber um edifício de escritórios com seis pisos e um bloco habitacional de sete andares, com 66 apartamentos. Para isso, será necessário demolir o bunker, apesar de especialistas defenderem a sua preservação.</p>
<p>A associação Berliner Unterwelten, dedicada ao estudo e preservação das estruturas subterrâneas da capital alemã, considera que o local possui um enorme valor histórico. O seu responsável pela investigação, Reiner Janick, recorda que foi na Nova Chancelaria do Reich que &#8220;a II Guerra Mundial foi planeada e iniciada&#8221; e que o complexo representa igualmente &#8220;o fim catastrófico do regime nazi&#8221;.</p>
<p>Segundo a associação, o Conselho Regional do Património Cultural recomendou, no ano passado, a classificação do bunker como monumento histórico. No entanto, o Senado de Berlim rejeitou essa possibilidade.</p>
<p>As autoridades justificam a decisão com a necessidade de construir habitação numa das zonas mais valorizadas da cidade e com o receio de transformar o local num ponto de encontro de grupos neonazis.</p>
<p>Para Janick, esse argumento não faz sentido. O investigador defende que preservar o bunker serviria precisamente para documentar a história e não para glorificar o passado nazi. &#8220;Quando um lugar deixa de existir, surgem mitos e lendas&#8221;, afirma, citado pelo &#8216;El País&#8217;.</p>
<p>Segundo a associação, seria até possível construir o novo edifício sem destruir a estrutura subterrânea. O bunker conserva cerca de 1.200 metros quadrados e, devido à robustez da sua construção, conseguiria suportar o peso do futuro empreendimento.</p>
<p>Os especialistas lembram ainda que restam apenas três bunkers governamentais do antigo Reich em Berlim. Este é o único bunker pré-guerra ainda acessível no antigo distrito governamental nazi.</p>
<p>Construído no final da década de 1930, o bunker fazia parte da monumental Nova Chancelaria do Reich, projetada pelo arquiteto Albert Speer a pedido de Hitler. Situado cerca de seis metros abaixo da superfície, possuía paredes e tetos com 1,70 metros de espessura e estava ligado a outras galerias subterrâneas que serviam o complexo governamental.</p>
<p>O famoso Führerbunker, onde Hitler e Eva Braun cometeram suicídio em abril de 1945, já não existe. No local onde se encontrava existe atualmente um parque de estacionamento, assinalado apenas por um painel informativo.</p>
<p>Agora, a cidade volta a enfrentar uma questão delicada que acompanha a Alemanha desde o fim da II Guerra Mundial: preservar os vestígios materiais do regime nazi para manter viva a memória histórica ou eliminá-los definitivamente, mesmo que isso signifique perder parte desse património.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798296]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sondagem &#8216;Reuters/Ipsos&#8217;: há três vezes mais americanos a prever mais instabilidade no Médio Oriente após guerra com o Irão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sondagem-reuters-ipsos-ha-tres-vezes-mais-americanos-a-prever-mais-instabilidade-no-medio-oriente-apos-guerra-com-o-irao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o inquérito, 50% dos inquiridos consideram que a intervenção militar dos Estados Unidos no Irão irá aumentar a instabilidade no Médio Oriente durante o próximo ano. Apenas 17% acreditam que a guerra conduzirá a uma maior estabilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco meses após o início da guerra entre os Estados Unidos e o Irão, a maioria dos americanos acredita que o conflito tornará o Médio Oriente mais instável. Segundo uma nova sondagem &#8216;Reuters/Ipsos&#8217;, há três vezes mais pessoas a prever um agravamento da situação do que a esperar uma região mais estável.</p>
<p>De acordo com o inquérito, 50% dos inquiridos consideram que a intervenção militar dos Estados Unidos no Irão irá aumentar a instabilidade no Médio Oriente durante o próximo ano. Apenas 17% acreditam que a guerra conduzirá a uma maior estabilidade, enquanto 16% esperam que a situação permaneça praticamente inalterada e 17% não souberam responder.</p>
<p>A sondagem surge numa altura em que Donald Trump voltou a recuar nas ameaças de lançar &#8220;ataques maciços&#8221; contra o Irão, reforçando a incerteza em torno de um conflito que, inicialmente, previa resolver rapidamente.</p>
<p>O pessimismo estende-se também ao impacto económico da guerra. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, 58% dos americanos esperam que os preços dos combustíveis continuem a subir, numa altura em que o Irão mantém restrições ao tráfego no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais para o transporte de petróleo. Apenas 15% acreditam que os preços irão baixar.</p>
<p>Os inquiridos mostraram igualmente preocupação com outros conflitos internacionais. Cerca de 58% receiam um agravamento da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, 55% temem um conflito entre a China e Taiwan e 48% consideram possível uma guerra entre a Rússia e outro país europeu. Já 37% afirmam recear um eventual envolvimento militar dos Estados Unidos relacionado com a Gronelândia.</p>
<p><strong>Guerra continua a ser impopular</strong></p>
<p>O estudo mostra também que apenas 35% dos americanos aprovam a guerra com o Irão, tornando-a um dos temas mais delicados para Donald Trump a poucos meses das eleições intercalares.</p>
<p>Apesar de 80% dos eleitores republicanos aprovarem o desempenho global do Presidente e 66% apoiarem a sua gestão do conflito com o Irão, menos de metade (41%) acredita que a guerra resultará numa maior estabilidade no Médio Oriente.</p>
<p>Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, a sondagem revela ainda uma mudança na perceção política dos eleitores. Pela primeira vez desde dezembro de 2024, os democratas surgem ligeiramente à frente dos republicanos na resposta à pergunta sobre qual dos partidos tem melhor capacidade para lidar com guerras e terrorismo, por 37% contra 36%.</p>
<p>O conflito já custou, segundo a &#8216;Reuters&#8217;, pelo menos 37,5 mil milhões de dólares (cerca de 32,5 mil milhões de euros) aos contribuintes dos Estados Unidos, provocou a morte de 18 militares americanos e de milhares de iranianos.</p>
<p>A sondagem &#8216;Reuters/Ipsos&#8217; foi realizada online junto de 4.505 adultos nos Estados Unidos e apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798293]]></sapo:autor>
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		<title>Sopa de carne de cão para enfrentar a onda de calor? É este o conselho dado na Coreia do Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A sopa de carne de cão tem uma longa tradição na Península da Coreia e é frequentemente associada aos dias mais quentes do verão, por existir a crença de que ajuda a recuperar as energias perdidas devido às temperaturas elevadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto grande parte do Nordeste Asiático enfrenta uma das mais intensas ondas de calor dos últimos anos, a Coreia do Norte está a aconselhar a população a consumir sopa de carne de cão para reforçar a saúde e enfrentar as temperaturas extremas. A informação foi divulgada pelo jornal oficial do Partido dos Trabalhadores da Coreia e é avançada pela &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p>A recomendação surgiu numa entrevista publicada pelo &#8216;Rodong Sinmun&#8217; com um médico do Hospital Geral de Pyongyang, que defendeu uma alimentação rica em proteínas durante os meses mais quentes do ano.</p>
<p>Segundo o especialista, além de frutas como melancia, uvas, pepino e melão oriental, a população deve consumir peixe, papas de feijão-vermelho e o tradicional dongogi, designação utilizada na Coreia do Norte para a sopa de carne de cão.</p>
<p>&#8220;Se o organismo tiver falta de proteínas, a imunidade enfraquece e o apetite diminui&#8221;, afirmou o médico, citado pelo jornal oficial do regime.</p>
<p>A sopa de carne de cão tem uma longa tradição na Península da Coreia e é frequentemente associada aos dias mais quentes do verão, por existir a crença de que ajuda a recuperar as energias perdidas devido às temperaturas elevadas.</p>
<p>Contudo, as duas Coreias seguem hoje caminhos muito diferentes nesta matéria. Na Coreia do Sul, o consumo deste alimento caiu drasticamente nas últimas décadas, sobretudo entre as gerações mais jovens, devido ao aumento das preocupações com o bem-estar animal.</p>
<p>Em 2024, Seul aprovou uma lei que proíbe a criação, abate, distribuição e venda de cães para consumo humano. A legislação prevê um período de transição de três anos, terminando em fevereiro de 2027.</p>
<p>A recomendação das autoridades norte-coreanas surge numa altura em que a região enfrenta temperaturas excecionalmente elevadas. Na Coreia do Sul foi registada a temperatura mais alta desde que existem medições meteorológicas modernas, levando o Presidente Lee Jae Myung a classificar a onda de calor como um &#8220;desastre nacional&#8221;.</p>
<p>No Japão, mais de 18 mil pessoas foram hospitalizadas com sintomas de insolação durante uma única semana, entre 20 e 26 de julho, segundo a Agência de Gestão de Incêndios e Catástrofes. Nesse mesmo período foram registadas 45 mortes relacionadas com o calor.</p>
<p>A &#8216;Newsweek&#8217; refere que vários países da região emitiram avisos às populações para evitarem atividades ao ar livre durante as horas de maior calor, numa altura em que as temperaturas extremas estão também a aumentar a pressão sobre os sistemas de saúde, as redes elétricas e a agricultura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798289]]></sapo:autor>
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		<title>Escassez de alojamento estudantil atinge nível crítico. Faltam 119 mil camas em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[CBRE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[residências estudantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, a consultora imobiliária CBRE refere que existem atualmente cerca de 227 mil estudantes que necessitam de alojamento em Portugal, incluindo aproximadamente 147 mil estudantes nacionais deslocados e mais de 80 mil estudantes internacionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal enfrenta um défice de cerca de 119 mil camas para estudantes deslocados e internacionais, segundo um estudo divulgado pela consultora imobiliária CBRE, que aponta para uma procura muito superior à oferta disponível de alojamento estudantil especializado.</p>
<p>Em comunicado, a empresa refere que existem atualmente cerca de 227 mil estudantes que necessitam de alojamento em Portugal, incluindo aproximadamente 147 mil estudantes nacionais deslocados e mais de 80 mil estudantes internacionais.</p>
<p>Segundo a CBRE, a oferta disponível resume-se a cerca de 28 mil camas em residências universitárias públicas e privadas, obrigando cerca de 119 mil estudantes a recorrer ao mercado tradicional de arrendamento, aumentando a pressão sobre a habitação nas principais cidades universitárias.</p>
<p>A consultora sublinha que, mesmo com a entrada prevista de cerca de 3.000 novas camas até 2027, sobretudo em Lisboa e no Porto, a oferta continuará insuficiente para acompanhar o crescimento da procura, mantendo Portugal entre os países europeus com menor taxa de cobertura neste segmento.</p>
<p>Em comunicado, Igor Borrego, Head of Capital Markets da CBRE Portugal, afirma que o mercado português de alojamento estudantil apresenta &#8220;fundamentos extremamente sólidos&#8221; e continua a atrair investidores internacionais devido ao forte desequilíbrio entre procura e oferta.</p>
<p>Segundo a empresa, este contexto contribuiu para captar cerca de 1,2 mil milhões de euros de investimento desde 2019, dos quais 98% tiveram origem em capital internacional, sobretudo proveniente do Canadá, Bélgica e Estados Unidos.</p>
<p>A análise da CBRE refere ainda que as rendas medianas nas residências privadas para estudantes se situam atualmente nos 855 euros mensais em Lisboa e nos 745 euros no Porto. Apesar destes valores, a consultora destaca que Portugal continua a apresentar preços inferiores aos registados em cidades como Londres, Dublin, Milão ou Madrid.</p>
<p>O estudo aponta igualmente para fortes assimetrias regionais. Em comunicado, a CBRE refere que cerca de 90% da oferta privada de alojamento estudantil está concentrada em Lisboa, Porto e Coimbra, enquanto distritos como Vila Real, Castelo Branco e Évora continuam a registar elevadas taxas de estudantes deslocados, mas permanecem com uma oferta reduzida de residências especializadas.</p>
<p>Segundo a consultora, o mercado português continua a despertar interesse crescente por parte dos investidores, com um volume médio anual de investimento próximo dos 200 milhões de euros desde 2019 e um aumento do interesse por ativos já estabilizados e plataformas de alojamento estudantil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798285]]></sapo:autor>
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		<title>BYD sobe ao top 10 em Portugal e lidera vendas de elétricos a particulares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:26:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo a BYD, a quota de mercado no canal particular aumentou de 2,31% para 3,07% entre janeiro e julho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A BYD anunciou que reforçou a sua posição no mercado automóvel português nos primeiros sete meses de 2026, alcançando o 8.º lugar entre as marcas mais vendidas no canal particular de veículos ligeiros, considerando todas as motorizações.</p>
<p>Em comunicado, a marca afirma que continua também a liderar as vendas a particulares nos veículos 100% elétricos (EV) e mantém essa posição quando são considerados, em conjunto, os modelos elétricos e híbridos plug-in (NEV).</p>
<p>Segundo a BYD, a quota de mercado no canal particular aumentou de 2,31% para 3,07% entre janeiro e julho, um crescimento que, de acordo com a empresa, supera a evolução registada pelo mercado nacional de ligeiros de passageiros no mesmo período.</p>
<p>A marca destaca ainda o desempenho alcançado em julho, mês em que voltou a integrar o Top 10 nacional de vendas de veículos ligeiros, ocupando a 9.ª posição e atingindo uma quota de mercado de 3,95%.</p>
<p>Outro dos destaques apontados pela fabricante é o BYD DOLPHIN SURF. Em comunicado, a empresa refere que o modelo liderou o segmento A dos automóveis 100% elétricos entre janeiro e julho, com 559 unidades matriculadas e uma quota de mercado de 32,82%.</p>
<p>Segundo a marca, pouco mais de um ano após o lançamento comercial em Portugal, o DOLPHIN SURF já ultrapassou as 1.100 unidades matriculadas no mercado nacional.</p>
<p>A BYD anunciou igualmente novas campanhas comerciais para o mês de agosto. O DOLPHIN SURF está disponível com um preço desde 19.990 euros (+IVA), enquanto o BYD DOLPHIN pode ser adquirido a partir de 25.990 euros (+IVA), na versão Comfort, com uma autonomia combinada WLTP até 427 quilómetros.</p>
<p>A empresa promove ainda os dias 7 e 8 de agosto uma ação &#8220;Summer Sales&#8221; em toda a rede de concessionários, durante a qual estarão disponíveis campanhas para toda a gama de modelos elétricos e híbridos plug-in. Em comunicado, a marca afirma que a campanha inclui ainda uma oferta de 250 euros em cartão de carregamento.</p>
<p>Segundo a BYD, estes resultados refletem a estratégia da empresa para reforçar a oferta de soluções de mobilidade elétrica em Portugal, através de uma gama alargada de modelos, tecnologias próprias e campanhas comerciais direcionadas para o mercado nacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798281]]></sapo:autor>
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		<title>Segue o GPS à risca. Acaba com o Volvo preso numa ponte pedonal e obriga a quatro horas de resgate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:17:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Condutor, um cidadão polaco, seguia em direção aos prados alpinos de Finzalm quando o sistema de navegação o levou a abandonar a estrada principal e a entrar num caminho florestal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confiar no GPS tornou-se um hábito para milhões de condutores, mas seguir todas as indicações sem questionar o percurso pode acabar de forma insólita. Foi isso que aconteceu a um homem de 78 anos que terminou a viagem com o Volvo completamente preso numa ponte pedonal, depois de percorrer vários quilómetros por trilhos de montanha nos Alpes da Baviera. A história é contada pelo &#8216;HuffPost&#8217;, com base em informações do jornal alemão &#8216;Merkur&#8217;.</p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Ftvpworldcom%2Fposts%2Fpfbid02cCBmDPKNcVbXh8VQrTbBcL57CjNsF7fLG4nNGnypUaUqRJPAmR1tA43UYhkTwRvql&#038;show_text=true&#038;width=500" width="500" height="673" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p>O incidente ocorreu na localidade alemã de Krün, perto da fronteira com a Áustria. O condutor, um cidadão polaco, seguia em direção aos prados alpinos de Finzalm quando o sistema de navegação o levou a abandonar a estrada principal e a entrar num caminho florestal.</p>
<p>À medida que avançava, o trilho tornou-se cada vez mais estreito e inclinado, acabando por se transformar num percurso praticamente reservado a veículos agrícolas e caminhantes. Ainda assim, o homem continuou a seguir as instruções do GPS.</p>
<p>Por razões que nem os próprios bombeiros conseguiram explicar, o Volvo percorreu vários quilómetros por aquele caminho até chegar a uma pequena ponte pedonal sobre o ribeiro Angerl-Graben.</p>
<p>Foi aí que a viagem terminou. A ponte era demasiado estreita para o automóvel: as rodas saíram da estrutura e a parte inferior do carro ficou apoiada na ponte, deixando-o completamente imobilizado.</p>
<p>&#8220;Não percebemos como ele conseguiu chegar até ali&#8221;, admitiu Anton Simon, comandante dos bombeiros de Krün, citado pelo &#8216;Merkur&#8217;.</p>
<p>Sem conseguir retirar o carro pelos próprios meios, o homem pediu ajuda a um caminhante que passava no local. Ainda tentaram encontrar um agricultor para rebocar o veículo, mas rapidamente perceberam que seria impossível resolver a situação sem recorrer aos serviços de emergência.</p>
<p>A operação revelou-se tudo menos simples. Antes de mover o Volvo, os bombeiros tiveram de reforçar a ponte para evitar o risco de colapso da estrutura. No local foram mobilizados um guindaste vindo da cidade vizinha de Mittenwald, um trator, um Unimog municipal e vários equipamentos de elevação.</p>
<p>O resgate prolongou-se por mais de quatro horas, mas acabou por ser bem-sucedido. O condutor saiu ileso e o Volvo foi retirado sem sofrer danos significativos.</p>
<p>Apesar do final feliz, a polícia de Garmisch-Partenkirchen abriu um processo contra o homem por circular numa via interditada ao trânsito automóvel.</p>
<p>O caso volta a chamar a atenção para os limites dos sistemas de navegação. Embora sejam uma ajuda preciosa no dia a dia, as autoridades recordam que os condutores devem confirmar sempre se o percurso indicado é adequado ao veículo e respeitar a sinalização existente, sobretudo em zonas de montanha, onde muitos trilhos são exclusivos para peões ou veículos agrícolas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798268]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O tempo trabalha a favor de quem cria impacto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[impacto]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Paula Peixoto, Diretora de People and Culture da Olisipo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Paula Peixoto, Diretora de People and Culture da Olisipo</strong></em></p>
<p>No passado, medir a produtividade de um colaborador parecia uma tarefa relativamente simples. O número de horas trabalhadas, a quantidade de tarefas concluídas ou os níveis de atividade eram frequentemente utilizados como indicadores de desempenho. Durante anos, esta lógica pareceu responder às necessidades das organizações. Hoje, acredito que já não é suficiente.</p>
<p>Tudo começou com três fatores: a transformação do mercado de trabalho, a crescente digitalização e a utilização de ferramentas de inteligência artificial. Estas vieram alterar a forma como o trabalho é realizado e até percecionado. Há alguns anos, ninguém imaginava que tarefas que levavam horas pudessem ser concluídas em minutos. Neste contexto, faz cada vez menos sentido avaliar a produtividade só pelo tempo investido.</p>
<p>Por isso, proponho uma reflexão. Devemos deixar de olhar para quanto tempo demoramos a fazer uma tarefa e devemos antes perceber o impacto que esta gerou.</p>
<p>Na prática, todos reconhecemos esta realidade. Existem dias em que trabalhamos durante horas sem conseguir avançar com um tema e outros em que, num curto espaço de tempo, resolvemos um problema crítico, simplificamos um processo ou tomamos uma decisão que cria valor para toda a organização. Apesar disso, muitas empresas continuam a medir produtividade através de indicadores que privilegiam a presença, a atividade ou o volume de trabalho, quando aquilo que verdadeiramente influencia os resultados é a capacidade de gerar impacto.</p>
<p>Pessoalmente, acredito que este é um desafio importante que as organizações enfrentam atualmente. Quando medimos só aquilo que é mais fácil de quantificar, corremos o risco de incentivar comportamentos que pouco contribuem para os objetivos do negócio. Se valorizamos apenas horas de trabalho, teremos mais horas de trabalho. Se valorizamos apenas volume de atividade, teremos mais atividade. Mas a verdade é que isso não significa que vamos ter melhores resultados.</p>
<p>Há fatores que continuam a ser mais difíceis de medir, mas que têm um impacto determinante na produtividade. A capacidade de resolver problemas, a colaboração entre equipas, a criatividade, a aprendizagem contínua ou a qualidade das decisões tomadas são exemplos claros. São também estes elementos que explicam porque duas equipas, com recursos semelhantes, conseguem alcançar resultados completamente diferentes, por exemplo.</p>
<p>Por isso, considero que a produtividade deve ser analisada de forma mais abrangente. Naturalmente, indicadores como horas trabalhadas, capacidade operacional ou níveis de ocupação continuam a ser importantes para gerir recursos e acompanhar a evolução da atividade. No entanto, devem ser complementados por métricas que permitam perceber se a organização está realmente a criar valor.</p>
<p>Isso significa avaliar a satisfação dos clientes, a qualidade do serviço prestado, a rapidez com que as equipas respondem a desafios, a capacidade de inovação, a redução de desperdícios e a melhoria contínua de processos. No fundo, perceber se os resultados alcançados aproximam a organização dos seus objetivos estratégicos.</p>
<p>Acredito também que esta mudança obriga a olhar para o desempenho de forma mais coletiva. Grande parte dos desafios atuais resulta da colaboração entre diferentes áreas, da partilha de conhecimento e da capacidade de alinhar prioridades, e não apenas do trabalho isolado de um único profissional.</p>
<p>No futuro, as organizações têm de ser capazes de medir aquilo que realmente faz a diferença para serem mais competitivas. O tempo continuará a ser um recurso importante, claro. Mas vai deixar de ser o principal indicador de produtividade. À medida que o trabalho se torna mais complexo e baseado no conhecimento, será o impacto gerado, a qualidade das decisões e a capacidade de criar valor que distinguirão as equipas mais produtivas das restantes. E essa é, provavelmente, a mudança mais importante que as empresas podem começar já a preparar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Paula Peixoto, Diretora de People and Culture da Olisipo]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O risco político já não vem de longe: chegou a casa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-risco-politico-ja-nao-vem-de-longe-chegou-a-casa-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[político]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Acácio Ferreira, Diretor de Credit and Surety, da Willis Towers Watson]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Acácio Ferreira, Diretor de Credit and Surety, da Willis Towers Watson</strong></p>
<p>Durante décadas, gerir risco político significava sobretudo vigiar o que se passava longe: golpes de estado em economias emergentes, expropriações em ditaduras instáveis, guerras civis em regiões periféricas. Hoje, essa visão já não chega. Para qualquer empresa com operações internacionais, o risco mais difícil de gerir pode estar, precisamente, dentro de portas.</p>
<p>A tentação de olhar para o risco político como algo exterior, associado a paisagens distantes e claramente instáveis, sempre foi confortável. Permitia às multinacionais pensar-se como entidades neutras, “cidadãs do mundo”, que navegam entre jurisdições sem nunca se confundirem com nenhuma delas. Essa narrativa está cada vez mais insustentável. A polarização política dentro dos próprios países de origem, as tensões comerciais entre grandes blocos económicos e a multiplicação de ataques a infraestruturas críticas tornaram o risco político um fenómeno tão doméstico quanto internacional.</p>
<p>Basta olhar para o que aconteceu com as tarifas comerciais nos últimos anos. Não foi uma guerra distante que mais perturbou as cadeias de abastecimento globais, foi a imprevisibilidade de decisões tomadas em capitais aparentemente estáveis, com efeitos imediatos sobre custos, margens e decisões de investimento em setores que nada tinham a ver com a disputa original. Produtores que perdem acesso a um mercado procuram outro; esse reencaminhamento de fluxos comerciais cria, por sua vez, novas pressões competitivas em geografias que se julgavam protegidas. O risco político deixou de ser um evento isolado para se tornar uma condição estrutural da economia global.</p>
<p><strong>Quando a fronteira entre segurança nacional e negócio desaparece</strong></p>
<p>Há ainda um segundo fenómeno que merece atenção: a chamada “zona cinzenta”, esse espaço ambíguo entre a paz e o conflito declarado, onde ataques a cabos submarinos, redes elétricas ou sistemas informáticos ocorrem sem reivindicação clara de autoria. Estas ações já não visam apenas Estados; visam, cada vez mais, empresas privadas, que se tornam alvos colaterais, ou mesmo diretos, de disputas geopolíticas que não escolheram travar.</p>
<p>Esta realidade obriga a repensar a própria fronteira entre risco de segurança nacional e risco comercial. Quando uma empresa de logística vê os seus sistemas atacados por suspeita de retaliação política contra o seu país de origem, deixa de fazer sentido tratar esse incidente como um problema puramente técnico ou operacional. É, também, um problema geopolítico, e deve ser gerido como tal, com a mesma atenção dedicada tradicionalmente a riscos de mercado ou de crédito.</p>
<p>Esta mudança coloca as multinacionais perante um dilema incómodo: até que ponto devem alinhar-se com os interesses de segurança nacional dos países onde estão sediadas, mesmo quando isso implica custos acrescidos ou perda de competitividade noutros mercados? Não há resposta fácil. Mas a ideia de uma empresa completamente neutra, equidistante de qualquer lealdade nacional, parece cada vez mais uma ficção confortável, difícil de sustentar num mundo de boicotes, controlos à exportação e políticas industriais estratégicas.</p>
<p><strong>Repensar a estrutura, não apenas a cobertura do risco</strong></p>
<p>A resposta tradicional ao risco político sempre passou por instrumentos de mitigação: seguros, diversificação geográfica, relações diplomáticas, mecanismos legais internacionais. Existem soluções de cobertura de risco político especialmente concebidas para proteger investimentos, ativos e transações internacionais contra expropriações, restrições cambiais, violência política ou incumprimentos. Esses instrumentos continuam a ser indispensáveis, mas começam a revelar-se insuficientes para um cenário em que o próprio modelo de negócio pode ter de ser redesenhado.</p>
<p>Não é por acaso que cada vez mais organizações ponderam seriamente separar operações entre diferentes blocos geopolíticos, criando estruturas independentes para mercados que, no passado, funcionavam de forma integrada. Esta não é uma decisão tomada com leveza; implica custos elevados, perda de sinergias e complexidade acrescida. Mas é, também, um sinal claro de que a globalização sem fronteiras políticas, tal como a conhecemos nas últimas três décadas, está a dar lugar a um modelo mais fragmentado, onde a geografia volta a importar.</p>
<p>Para as empresas portuguesas com ambições internacionais, e mesmo para as que já operam em mercados externos há anos, a lição é clara: gerir risco político deixou de ser uma função de retaguarda, confinada a relatórios anuais de compliance. Tornou-se uma questão estratégica de primeira linha, que exige presença ao mais alto nível de decisão e uma capacidade de antecipação que, até há pouco tempo, poucas organizações julgavam necessária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Acácio Ferreira, Diretor de Credit and Surety, da Willis Towers Watson]]></sapo:autor>
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		<title>Eclipse solar deve reduzir produção fotovoltaica na Península Ibérica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O eclipse total do sol de 12 de agosto deverá reduzir a produção de energia solar na Península Ibérica em cerca de cinco gigawatts (GW), o equivalente a 13% da procura máxima registada numa típica quarta-feira de agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O eclipse total do sol de 12 de agosto deverá reduzir a produção de energia solar na Península Ibérica em cerca de cinco gigawatts (GW), o equivalente a 13% da procura máxima registada numa típica quarta-feira de agosto.</p>
<p>Segundo informou hoje o operador do sistema elétrico espanhol, a Red Eléctrica, o fenómeno terá um impacto &#8220;limitado e temporário&#8221; na produção solar &#8211; concretamente fotovoltaica -, uma vez que ocorrerá num período em que esta tecnologia, naturalmente, regista um declínio, e não coincidirá com o pico de procura habitual do mês de agosto.</p>
<p>Embora este cenário não deva, previsivelmente, ter repercussões na cobertura da procura, a Red Eléctrica irá implementar medidas preventivas.</p>
<p>Entre elas está a &#8220;estreita coordenação&#8221; com os organismos oficiais, com os restantes transportadores e operadores de sistemas elétricos europeus e com os centros de controlo de produção e distribuição.</p>
<p>Da mesma forma, serão aumentadas as reservas e as margens de segurança habituais, e proceder-se-á à monitorização e acompanhamento constantes do fenómeno, concluiu o operador espanhol.</p>
<p>De acordo com o &#8216;site&#8217; da Ciência Viva, em Portugal o eclipse será total apenas numa área restrita do Parque Natural de Montesinho, perto de Bragança.</p>
<p>No resto do país, o eclipse será parcial, uma vez que o obscurecimento rondará os 92% e 99% em todo o território continental e os 74% a 77% nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.</p>
<p>O último eclipse total do Sol em Portugal aconteceu em 1912 e o próximo será em 2144, &#8220;tornando o eclipse de 2026 um fenómeno raro e um momento importante para várias gerações&#8221;.</p>
<p>Um eclipse total do Sol ocorre quando a Terra, a Lua e o Sol estão perfeitamente alinhados, e a Lua oculta completamente o disco solar por alguns momentos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798271]]></sapo:autor>
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		<title>Vírus do Nilo Ocidental alastra na Europa. Grécia e Itália lideram aumento de casos: OMS deixa alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:07:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus do Nilo Ocidental]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados mais recentes mostram um aumento dos casos em vários países, com a Itália e a Grécia a concentrarem a maior parte das infeções registadas este verão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O vírus do Nilo Ocidental continua a espalhar-se pela Europa, numa altura em que decorre a época de maior atividade dos mosquitos. Os dados mais recentes mostram um aumento dos casos em vários países, com a Itália e a Grécia a concentrarem a maior parte das infeções registadas este verão, relata a &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>Segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), até 29 de julho tinham sido identificadas 49 áreas afetadas em sete países europeus: Itália, Grécia, Roménia, França, Macedónia do Norte, Espanha e Alemanha.</p>
<p>A Itália lidera em número de casos confirmados, com 94 infeções, seguindo-se a Macedónia do Norte e Espanha, com sete casos cada, Roménia com cinco, França com dois e Alemanha com um. Na Grécia, os números mais recentes divulgados pelas autoridades nacionais elevam para 65 o total de casos autóctones registados desde o início da época de transmissão, ultrapassando os dados mais recentes disponíveis no ECDC.</p>
<p>Segundo o organismo de saúde pública grego (EODY), 54 dos 65 doentes desenvolveram formas neurológicas graves, incluindo encefalite, meningite ou paralisia flácida aguda, enquanto os restantes apresentaram sintomas ligeiros ou não tiveram qualquer manifestação da doença.</p>
<p>Até ao momento, a Grécia registou seis mortes, todas em pessoas com mais de 65 anos que desenvolveram formas graves da infeção. Dos doentes identificados, 20 continuam internados, oito dos quais em unidades de cuidados intensivos.</p>
<p>As autoridades gregas alertam, no entanto, que os casos confirmados representam apenas uma pequena parte da circulação real do vírus. Com base em estudos epidemiológicos, estima-se que, por cada caso que afeta o sistema nervoso central, existam cerca de 140 pessoas infetadas que apresentam sintomas ligeiros ou permanecem totalmente assintomáticas.</p>
<p>O vírus do Nilo Ocidental é transmitido através da picada de mosquitos infetados, que adquirem o vírus ao alimentarem-se de aves. Em Portugal e na restante Europa, a transmissão ocorre sobretudo entre o final da primavera e o início do outono, atingindo normalmente o pico entre julho e setembro.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 70% e 80% das pessoas infetadas nunca chegam a desenvolver sintomas. Quando surgem, podem incluir febre, dores de cabeça, fadiga, dores musculares, náuseas ou erupções cutâneas.</p>
<p>Contudo, cerca de uma em cada 150 infeções evolui para uma forma grave da doença, capaz de afetar o sistema nervoso central e provocar encefalite, meningite, paralisia ou coma. Atualmente, não existe vacina aprovada para humanos nem um tratamento antiviral específico, sendo os cuidados médicos dirigidos ao alívio dos sintomas e ao tratamento das complicações mais graves.</p>
<p>A OMS recomenda, por isso, medidas simples para reduzir o risco de infeção, como utilizar repelente, usar roupa que cubra braços e pernas, evitar permanecer no exterior ao amanhecer e ao entardecer, instalar redes mosquiteiras e eliminar águas paradas onde os mosquitos se possam reproduzir. Quem desenvolver febre elevada, rigidez no pescoço ou sintomas neurológicos após uma picada de mosquito deve procurar assistência médica rapidamente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798258]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;As gerações mais jovens estão a adotar uma postura surpreendentemente defensiva&#8221;, revela executivo da Revolut</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[revolut]]></category>
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					<description><![CDATA[Os investimentos em Portugal registaram um forte crescimento em julho, com os saldos de investimento a aumentarem 82% face ao mesmo mês do ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os investimentos em Portugal registaram um forte crescimento em julho, com os saldos de investimento a aumentarem 82% face ao mesmo mês do ano passado. Segundo dados da Revolut, a evolução foi impulsionada por um crescimento de 49% no número de utilizadores ativos e por um aumento de 22% no valor médio das carteiras.</p>
<p>A análise de Rolandas Juteikas, Head of Health and Trading da Revolut, revela uma alteração no perfil dos investidores portugueses, com os Fundos do Mercado Monetário (MMFs) a assumirem um papel central nas estratégias de investimento. Em julho, estes produtos representaram 50% das alocações realizadas em Portugal, percentagem que sobe para 57% entre os investidores com idades compreendidas entre os 18 e os 34 anos.</p>
<p>De acordo com a Revolut, esta tendência surge num contexto em que &#8220;os rendimentos das obrigações do Tesouro dos EUA e das obrigações europeias com notação AAA [atingem] máximos de vários anos — níveis não vistos há mais de uma década&#8221;. Perante este cenário, &#8220;as gerações mais jovens estão a adotar uma postura surpreendentemente defensiva&#8221;. Em vez de privilegiarem ativos mais especulativos, &#8220;estão a optar por retornos de baixo risco através de MMFs e obrigações soberanas, em detrimento de ações individuais dos EUA&#8221;.</p>
<p>A fintech sublinha ainda que &#8220;os investidores mais jovens preferem deter investimentos através de veículos diversificados em comparação com ações individuais, uma vez que privilegiam o acesso a mercados mais amplos&#8221;.</p>
<p>Já nos mercados acionistas, o comportamento dos investidores continuou a evidenciar resiliência, apesar da volatilidade de curto prazo. A nível global, &#8220;os utilizadores globais reforçaram a sua convicção na tecnologia de Inteligência Artificial aproveitando a queda da Micron Technology (apesar da sua descida de cerca de 30% face ao pico) e ancoraram o crescimento a longo prazo através do Vanguard S&amp;P 500&#8221;.</p>
<p>No entanto, a realidade portuguesa apresenta diferenças. Segundo a análise, &#8220;embora as tendências globais favoreçam as mega-caps de IA e a dívida dos EUA, os consumidores portugueses continuam a preferir a preservação de capital através da liquidez rentável dos MMFs e da exposição a índices diversificados, em vez da volatilidade de ações individuais&#8221;.</p>
<p>Para Rolandas Juteikas, estes dados demonstram que &#8220;tanto a base de retalho global como a portuguesa estão a maturar rapidamente — equilibrando a proteção de capital de elevado rendimento com uma exposição estratégica ao mercado&#8221;.</p>
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