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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Sonae Sierra regista um dos melhores anos da sua história com lucro de 109,8 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:48:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sonae Sierra]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sonae Sierra registou em 2025 um dos melhores desempenhos financeiros da sua história, com um resultado líquido comparável de 109,8 milhões de euros, o que representa um crescimento de 12,9% face ao ano anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sonae Sierra registou em 2025 um dos melhores desempenhos financeiros da sua história, com um resultado líquido comparável de 109,8 milhões de euros, o que representa um crescimento de 12,9% face ao ano anterior.</p>
<p>A empresa sublinha ainda que reforçou ainda o seu posicionamento como plataforma integrada de real estate, combinando gestão de centros comerciais, investimento imobiliário, promoção residencial e prestação de serviços especializados.</p>
<p>O portefólio sob gestão da Sonae Sierra ultrapassou os 560 ativos, totalizando cerca de 3,3 milhões de metros quadrados de área bruta locável (ABL) em oito países. No final do exercício, o valor global dos ativos geridos ascendia a 6,9 mil milhões de euros.</p>
<p>O retalho manteve-se resiliente, com as vendas dos lojistas a crescerem 4,6% e níveis de ocupação na Europa a atingirem os 99,1%, refletindo a robustez da procura e a capacidade de gestão ativa dos ativos.</p>
<p>Em 2025, a aquisição do negócio de Real Estate Management da Unibail-Rodamco-Westfield na Alemanha foi um dos principais marcos estratégicos, permitindo à Sonae Sierra reforçar a sua presença num dos maiores mercados europeus e alargar a escala da sua operação. Com esta operação, a empresa passou a gerir mais de 560 ativos a nível global, reforçando a sua capacidade de criação de valor para investidores e parceiros.</p>
<p>Outro destaque do ano foi o lançamento de um fundo de investimento imobiliário aberto destinado a investidores de retalho, em parceria com o Crédito Agrícola, reforçando a estratégia de oferta de soluções de investimento de longo prazo.</p>
<p>O segmento residencial assumiu-se como um dos principais vetores de crescimento futuro da empresa. Em Lisboa, o projeto República 5 foi concluído em 2025, com a componente habitacional vendida num curto espaço de tempo e a área de escritórios parcialmente ocupada. Já o projeto Pulse Lisboa continua em desenvolvimento, com 40 unidades residenciais, enquanto no Porto avança a estratégia Build-to-Rent no Carvalhido, com cerca de 200 unidades previstas.</p>
<p>Para o CEO da Sonae Sierra, Fernando Guedes de Oliveira, o desempenho reflete a execução consistente da estratégia.“2025 foi um dos melhores anos da nossa história, refletindo a consistência da nossa estratégia e a disciplina da nossa execução. Este desempenho só foi possível graças ao compromisso e à resiliência das nossas equipas”, afirma.</p>
<p>O responsável sublinha ainda a evolução do posicionamento da empresa: “Reforçámos o nosso foco no core, ampliámos a nossa plataforma nos segmentos de retalho e residencial e consolidámos a empresa como plataforma integrada de imobiliário”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767638]]></sapo:autor>
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		<title>Detentores de Vistos Gold avançam para guerra judicial contra o Estado português</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/detentores-de-vistos-gold-avancam-para-guerra-judicial-contra-o-estado-portugues/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os detentores de Autorizações de Residência para Investimento, conhecidas como Vistos Gold, estão a organizar uma resposta judicial coordenada contra o Estado português, contestando as recentes alterações ao regime jurídico da nacionalidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os detentores de Autorizações de Residência para Investimento, conhecidas como Vistos Gold, estão a organizar uma resposta judicial coordenada contra o Estado português, contestando as recentes alterações ao regime jurídico da nacionalidade. A iniciativa está a ser preparada pela PAIIR — Associação Portuguesa de Imigração, Investimento e Realocação — que reúne sobretudo cidadãos estrangeiros com Vistos Gold atribuídos ou com processos ainda em curso, defendendo que as novas regras colocam em causa expectativas criadas ao abrigo da legislação anteriormente em vigor.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://expresso.pt/migracoes/2026-05-26-detentores-de-vistos-gold-reunidos-em-associacao-ja-preparam-acao-coordenada-contra-o-estado-24e48dd0" target="_blank" rel="noopener">jornal Expresso</a>, a associação considera que as mudanças aprovadas representam uma violação da confiança legítima de milhares de investidores estrangeiros que decidiram viver, investir ou estabelecer património em Portugal contando com determinadas condições de acesso à nacionalidade portuguesa. Em causa está o novo diploma que alarga de cinco para dez anos — ou sete anos para cidadãos dos PALOP e da União Europeia — o período mínimo de residência legal necessário para iniciar o pedido de nacionalidade. Além disso, a nova legislação deixa de contabilizar o tempo decorrido entre o pedido de residência e a emissão efetiva do cartão, um problema particularmente sensível devido aos atrasos acumulados na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).</p>
<p>A PAIIR sustenta que estas alterações afetam princípios fundamentais do Estado de Direito democrático, incluindo “a proteção da confiança legítima, a segurança jurídica, a proporcionalidade e a previsibilidade legislativa”. A associação argumenta ainda que estas garantias são especialmente relevantes em matérias relacionadas com investimento estrangeiro, mobilidade internacional e políticas de atração de talento. Grande parte dos titulares de Vistos Gold afetados são cidadãos norte-americanos, ficando sujeitos ao prazo mais longo previsto na nova lei e podendo enfrentar, na prática, mais quatro ou cinco anos adicionais de espera devido à demora nos processos administrativos.</p>
<p>Perante este cenário, a associação encontra-se a estudar diferentes mecanismos jurídicos para contestar o diploma, incluindo ações coletivas de defesa de interesses homogéneos e eventuais procedimentos arbitrais internacionais ao abrigo de tratados de proteção do investimento estrangeiro. A estratégia jurídica está a ser preparada com o apoio da sociedade de advogados Vieira de Almeida (VdA), uma das maiores firmas portuguesas, que deverá liderar o contencioso tanto nos tribunais nacionais como em instâncias internacionais.</p>
<p>A contestação organizada pelos investidores surge numa altura em que cresce a pressão sobre o Governo relativamente às alterações nas políticas migratórias e de nacionalidade. Já no início de maio tinha sido revelado que mais de 500 detentores de Vistos Gold, maioritariamente cidadãos dos Estados Unidos, ponderavam avançar com uma ação coletiva contra o Estado português. Nessa altura, os investidores terão sido aconselhados pelos seus representantes legais a aguardarem pela regulamentação definitiva da nova lei, prevista para os próximos meses, antes de avançarem formalmente para tribunal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767629]]></sapo:autor>
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		<title>Emails contradizem versão do MAI sobre primeiro pedido de demissão do secretário-geral adjunto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-emails-contradizem-versao-do-mai-sobre-primeiro-pedido-de-demissao-do-secretario-geral-adjunto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna demissionário, António Pombeiro, contradiz a versão do ministro da Administração Interna sobre o seu primeiro pedido de demissão, justificado já então com irregularidades na SIRESP na gestão de Viegas Nunes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna demissionário, António Pombeiro, contradiz a versão do ministro da Administração Interna sobre o seu primeiro pedido de demissão, justificado já então com irregularidades na SIRESP na gestão de Viegas Nunes.</p>
<p>Num esclarecimento na segunda-feira sobre a demissão de António Pombeiro e a nomeação do major-general Paulo Viegas Nunes para o conselho de administração da SIRESP S.A, o gabinete de Luís Neves referia que o secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI) pediu pela primeira vez a exoneração a 28 de abril, antes de ser conhecida a escolha de Viegas Nunes, tendo na altura &#8220;invocado motivos diferentes dos que estão agora em causa&#8221;.</p>
<p>Uma troca de emails, a que a Lusa teve acesso, entre António Pombeiro e elementos do gabinete do ministro da Administração Interna, desmentem esta versão do ministro da Administração Interna.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767630]]></sapo:autor>
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		<title>Iberdrola &#124; bp pulse nomeia Julio Martín como Diretor-Geral Adjunto em Portugal e Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:20:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Julio Martin]]></category>
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					<description><![CDATA[A Iberdrola &#124; bp pulse anunciou a nomeação de Julio Martín como novo Diretor-Geral Adjunto para Portugal e Espanha, acumulando o cargo com as atuais funções de Diretor de Expansão, que desempenha desde março de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Iberdrola | bp pulse anunciou a nomeação de Julio Martín como novo Diretor-Geral Adjunto para Portugal e Espanha, acumulando o cargo com as atuais funções de Diretor de Expansão, que desempenha desde março de 2025.</p>
<p>Na nova função, Julio Martín ficará responsável pela otimização operacional da rede e pela agilização dos processos de decisão, com o objetivo de reforçar a eficiência, robustez e escalabilidade da infraestrutura, ao mesmo tempo que procura melhorar a experiência dos utilizadores.</p>
<p>Desde a sua entrada na Iberdrola | bp pulse, no final de 2023, o executivo desempenhou várias funções nas áreas Comercial e de Expansão, tendo contribuído para o desenvolvimento de parcerias estratégicas e para o reforço da proposta de valor da rede.</p>
<p>A empresa sublinha que a nomeação reforça a aposta num perfil com experiência internacional na expansão de infraestruturas energéticas e na definição de estratégias de mobilidade elétrica.</p>
<p>Julio Martín construiu a sua carreira na bp, onde durante mais de uma década liderou projetos de expansão em mercados estratégicos e participou na definição da estratégia de mobilidade no México e no Reino Unido. Antes de integrar a Iberdrola | bp pulse, foi responsável pela área de carregamento doméstico no mercado britânico.</p>
<p>Anteriormente, trabalhou também no setor do grande consumo, liderando projetos de inovação, e na área da saúde, onde participou em processos de reestruturação de modelos de negócio comerciais.</p>
<p>A empresa destaca que a sua nomeação reflete a consolidação de uma equipa de direção focada no crescimento da rede e na resposta às novas exigências da mobilidade elétrica na Península Ibérica.</p>
<p>“Espanha e Portugal representam mercados-chave para a descarbonização dos transportes na Europa. Na Iberdrola | bp pulse contamos com o talento e a ambição necessários para impulsionar esta transição. A mobilidade elétrica já é uma realidade e exige uma infraestrutura robusta, acessível e preparada para o futuro. A minha prioridade será continuar a expandir a rede e melhorar a experiência do utilizador”, afirmou Julio Martín.</p>
<p>Julio Martín é licenciado em Engenharia Química pela Universidade Iberoamericana da Cidade do México, com distinção Cum Laude, e possui um MBA pelo Imperial College London.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767616]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Falhas no serviço de televisão da Meo já estão resolvidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:19:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As falhas registadas no serviço de televisão da Meo em algumas zonas do país na segunda-feira foram resolvidas durante a noite, garantiu hoje à Lusa fonte oficial da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As falhas registadas no serviço de televisão da Meo em algumas zonas do país na segunda-feira foram resolvidas durante a noite, garantiu hoje à Lusa fonte oficial da empresa.</p>
<p>&#8220;A Meo confirma que a afetação parcial sentida ontem [segunda-feira] no serviço de televisão ficou totalmente resolvida ainda durante a noite&#8221;, afirmou a fonte, quando contactada pela Lusa.</p>
<p>Na segunda-feira, a Meo tinha reconhecido uma &#8220;afetação parcial do serviço de televisão&#8221; e adiantado que as suas equipas técnicas estavam &#8220;totalmente empenhadas na resolução da situação&#8221; e que se previa que tudo estivesse ultrapassado &#8220;nas próximas horas&#8221;, segundo uma resposta enviada à Lusa.</p>
<p>De acordo com relatos recolhidos pela agência Lusa, o serviço de televisão através da box Android estava sem funcionar pelas 20:30 de segunda-feira.</p>
<p>O portal Downdetector, plataforma que fornece informações em tempo real sobre vários serviços, tinha registado vários relatos de avaria no serviço de televisão da Meo.</p>
<p>Os primeiros relatos de avaria reportados nesta plataforma foram publicados pelas 18:00 de segunda-feira.</p>
<p>Clientes desta operadora de norte a sul de Portugal continental referiam que estavam sem serviço de televisão e com dificuldade para contactar o serviço de apoio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767618]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal e 15 outros países da UE pedem dívida comum através de empréstimos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal e 15 outros países da União Europeia (UE) pediram hoje "um compromisso equilibrado" relativamente ao Quadro Financeiro Plurianual para 2028-2034, o orçamento comunitário a longo prazo, propondo dívida comum através de empréstimos e reembolso gradual do PRR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal e 15 outros países da União Europeia (UE) pediram hoje &#8220;um compromisso equilibrado&#8221; relativamente ao Quadro Financeiro Plurianual para 2028-2034, o orçamento comunitário a longo prazo, propondo dívida comum através de empréstimos e reembolso gradual do PRR.</p>
<p>&#8220;Deve ser considerada uma forma mais gradual de reembolso do Fundo de Recuperação da UE [que financia os Planos de Recuperação e Resiliência &#8212; PRR], bem como um novo endividamento conjunto para apoio através de empréstimos [&#8230;], enquanto opções para financiar investimentos e bens públicos europeus essenciais para a autonomia estratégica de longo prazo&#8221;, refere a carta divulgada a propósito da reunião dos ministros europeus dos Assuntos Gerais, que decorre hoje em Bruxelas, e à qual a agência Lusa teve acesso.</p>
<p>Para os 16 países, incluindo Portugal, tais ferramentas permitiriam ao Quadro Financeiro Plurianual (QFP) &#8220;responder eficazmente aos desafios e prioridades em evolução da União&#8221;.</p>
<p>Intitulado como &#8220;Amigos da Coesão&#8221;, este grupo de países do sul e leste da UE vinca estar &#8220;pronto para contribuir de forma construtiva para alcançar um compromisso equilibrado que beneficie toda a União Europeia&#8221;.</p>
<p>&#8220;O nosso objetivo comum é alcançar um orçamento que seja simultaneamente moderno e capaz de responder às diferentes necessidades dos Estados-membros e das regiões&#8221;, salienta.</p>
<p>Certo é que, para estes 16 Estados-membros, o próximo orçamento da UE a longo prazo &#8220;deve continuar a assegurar recursos suficientes para políticas decorrentes das obrigações dos Tratados, como a Política de Coesão, a Política Agrícola Comum e a Política Comum das Pescas, que desempenham um papel fundamental na promoção da convergência, do crescimento económico e da segurança alimentar&#8221;.</p>
<p>Ao mesmo tempo, &#8220;o próximo QFP deverá apoiar o reforço da autonomia estratégica da UE e continuar a fortalecer a competitividade da UE, a transição climática e digital, a segurança e defesa, a produtividade e a inovação, bem como garantir uma base sólida para um Mercado Único plenamente integrado&#8221;, devendo ainda &#8220;responder a novos desafios, como os riscos de segurança, as perturbações no comércio global, a transição e segurança energética e a migração, refletindo a situação geopolítica&#8221;, elencam.</p>
<p>Por essa razão, concluem que &#8220;o volume do QFP proposto pela Comissão constitui a base para discutir como responder eficazmente às necessidades financeiras da União&#8221;.</p>
<p>Além de Portugal, a carta foi assinada por Bulgária, República Checa, Estónia, Grécia, Espanha, Croácia, Hungria, Itália, Lituânia, Letónia, Malta, Polónia, Roménia, Eslovénia e Eslováquia.</p>
<p>Em julho de 2025, a Comissão Europeia propôs um novo orçamento da UE a longo prazo, para 2028-2034, de dois biliões de euros, acima dos 1,2 biliões do atual quadro, que inclui mais contribuições nacionais e três novos impostos.</p>
<p>A proposta da assembleia europeia é mais ambiciosa do que a do executivo comunitário, já que Bruxelas propôs 1,15% do rendimento nacional bruto em contribuições nacionais e os eurodeputados agora querem 1,27%, isto sem contar com o reembolso da dívida dos Planos de Recuperação e Resiliência (equivalente a 0,11%).</p>
<p>Ao todo, e mesmo sem incluir tais juros, o QFP proposto pelo Parlamento Europeu ronda os 2,014 biliões, o que se compara aos dois biliões propostos pelo executivo comunitário incluindo o reembolso da dívida, estando então em causa um aumento de cerca de 10%.</p>
<p>A atual presidência do Conselho da UE, ocupada este semestre por Chipre, deverá apresentar até junho a sua caixa de negociação, que deverá ser discutida no Conselho Europeu do final desse mês.</p>
<p>Até novembro, os colegisladores (eurodeputados e países) vão trabalhar nos documentos técnicos e nos processos negociais com vista a um acordo até final do ano, segundo a ambição do Parlamento Europeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767615]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>&#8220;Maria vai com as outras, vai com todas&#8221;: Marta Temido não poupa críticas a Montenegro e diz que PM hipotecou relação com PS</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/maria-vai-com-as-outras-vai-com-todas-marta-temido-nao-poupa-criticas-a-montenegro-e-diz-que-pm-hipotecou-relacao-com-ps/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A eurodeputada socialista e antiga ministra da Saúde Marta Temido lançou duras críticas ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, acusando-o de agir de forma oportunista e de comprometer a relação de confiança entre o Governo e o PS. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eurodeputada socialista e antiga ministra da Saúde Marta Temido lançou duras críticas ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, acusando-o de agir de forma oportunista e de comprometer a relação de confiança entre o Governo e o PS. Em entrevista ao podcast “Política com Assinatura”, da Antena 1, Temido comentou a estratégia política apresentada pelo líder do Executivo, que afasta entendimentos governativos quer com o Chega quer com os socialistas, afirmando que Montenegro “é uma Maria vai com as outras, vai com todas, vai com quem lhe parece que lhe dará circunstancialmente maior ganho”.</p>
<p>Para a antiga governante socialista, esta postura política torna impossível construir estabilidade institucional e confiança entre forças partidárias. Marta Temido considerou que o primeiro-ministro “está a hipotecar uma relação de confiança com o PS e está a hipotecar princípios”, apontando como exemplo as políticas de imigração seguidas pelo Executivo. Na entrevista, acusou Luís Montenegro de ter “cavalgado aquilo que é o medo do outro”, defendendo que o Governo não se limitou a corrigir políticas anteriores, mas optou por “radicalizar o discurso” e instrumentalizar receios sociais.</p>
<p>A eurodeputada foi igualmente crítica em relação à revisão laboral promovida pelo Governo, classificando-a como “um erro colossal”. Segundo Temido, a reforma avançou sem apoio sindical e sem que existisse verdadeira pressão social para a sua concretização. “Ninguém pediu esta reforma”, afirmou, acrescentando que o Executivo criou divisões difíceis de ultrapassar ao avançar sem consenso com as estruturas representativas dos trabalhadores.</p>
<p>Apesar das críticas ao atual Governo, Marta Temido reconheceu também falhas dos executivos liderados por António Costa, sobretudo na área da imigração. A socialista admitiu que o PS “não leu a realidade” e não antecipou a rapidez das alterações demográficas e migratórias em Portugal. Segundo explicou, os serviços públicos não conseguiram responder ao crescimento populacional provocado pelo aumento da imigração, reconhecendo que os governos socialistas “perderam o pé face à realidade”. Ainda assim, recusou transformar essas declarações num ataque direto a António Costa, sublinhando que os anteriores executivos tiveram de gerir prioridades muito específicas em diferentes contextos políticos e sociais.</p>
<p>Na análise interna ao PS, Marta Temido falou ainda sobre Pedro Nuno Santos, considerando que o antigo secretário-geral foi prejudicado pela imagem de radicalismo que se colou à sua liderança. A socialista afirmou que Pedro Nuno Santos “é muito menos radical do que aquilo que parece” e sustentou que acabou por ser “vítima da sua forma intempestiva” de comunicar. Temido apontou igualmente a existência de disputas internas alimentadas por “vaidade”, “ego” e “gosto de protagonismo”, defendendo que, dentro dos partidos, “às vezes não são disputas ideológicas, são disputas de território”.</p>
<p>Sobre a atual liderança socialista, Marta Temido mostrou-se alinhada com José Luís Carneiro, defendendo que o secretário-geral conseguiu “pacificar o partido” e reconstruir pontes com a sociedade portuguesa. Considera, no entanto, que o próximo desafio será preparar uma verdadeira alternativa governativa para o futuro ciclo eleitoral. A eurodeputada garantiu também não guardar ressentimentos por ter sido afastada da comissão nacional socialista, afirmando compreender que a decisão foi tomada “pelo partido” e não por pressões internas.</p>
<p>A antiga ministra dedicou ainda parte significativa da entrevista à área da Saúde, manifestando dúvidas sobre o sucesso de um eventual pacto nacional promovido pelo Presidente da República, António José Seguro. Embora considere positiva a iniciativa presidencial, afirmou que o estado atual do setor torna muito difícil alcançar consensos duradouros. Marta Temido criticou ainda o Governo por procurar “alibis” relativamente às Parcerias Público-Privadas na Saúde, insistindo que a legislação permite esse modelo e recordando que foi a própria quem assinou o diploma que regulamenta as PPP no setor.</p>
<p>Apesar das críticas, reconheceu alguns méritos em medidas recentes do Executivo, nomeadamente as alterações ao regime dos médicos tarefeiros, que considera seguirem “no bom sentido”. Ainda assim, insistiu que o Serviço Nacional de Saúde e o INEM continuam incapazes de responder adequadamente com as atuais regras e estruturas. Quanto a um eventual futuro político na liderança do PS, Marta Temido afastou esse cenário de forma categórica, dizendo que liderar o partido “é uma impossibilidade” e descrevendo essa hipótese como “um fato que não é meu”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767610]]></sapo:autor>
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		<title>Megaoperação da PJ na empresa Águas de Gaia por suspeitas de fraude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:55:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária do Porto desencadeou esta terça-feira uma vasta operação de combate ao crime económico relacionada com a empresa municipal Águas de Gaia, numa investigação que envolve suspeitas de fraude de vários milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária do Porto desencadeou esta terça-feira uma vasta operação de combate ao crime económico relacionada com a empresa municipal Águas de Gaia, numa investigação que envolve suspeitas de fraude de vários milhões de euros e que atinge diferentes períodos da gestão autárquica em Vila Nova de Gaia. A operação inclui mais de 60 buscas domiciliárias e empresariais e prevê a detenção de 15 pessoas fora de flagrante delito.</p>
<p>Segundo revelou o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/pj-em-megaoperacao-por-fraude-milionaria-na-empresa-aguas-de-gaia-previstas-15-detencoes" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, a investigação da PJ decorre há mais de um ano e envolve tanto a gestão liderada por Eduardo Vítor Rodrigues, do PS, como anteriores executivos autárquicos do PSD, incluindo o período em que Luiz Filipe Menezes presidiu à câmara. Os inspetores encontram-se esta manhã nas instalações da empresa municipal, onde estarão a recolher documentação considerada essencial para consolidar o processo que será posteriormente apresentado ao juiz responsável pela investigação.</p>
<p>Entre os alvos da operação encontram-se dirigentes da empresa municipal Águas de Gaia, alguns dos quais deverão ser detidos para interrogatório judicial. O principal objetivo das autoridades passa por apreender contratos, registos financeiros e outros elementos documentais que possam sustentar as suspeitas de práticas ilícitas relacionadas com a gestão da empresa e eventuais esquemas fraudulentos de grande dimensão financeira.</p>
<p>O caso surge vários meses depois de o antigo presidente da empresa, Miguel Lemos Rodrigues, ter sido acusado de corrupção, em setembro do ano passado, acabando suspenso de funções. Essa acusação constituiu um dos pontos de partida para o aprofundamento das investigações agora conduzidas pela PJ do Porto, que decidiu avançar para uma das maiores operações realizadas nos últimos anos no âmbito do crime económico ligado ao setor autárquico.</p>
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		<title>Porto Business School expande rede internacional: Nova abertura em Lisboa, próximas paragens em São Paulo e Luanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:48:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Porto Business School vai avançar com um novo ciclo de expansão internacional, reforçando a presença em Lisboa e preparando o lançamento de Alumni Chapters em São Paulo e Luanda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Business School vai avançar com um novo ciclo de expansão internacional, reforçando a presença em Lisboa e preparando o lançamento de Alumni Chapters em São Paulo e Luanda, numa estratégia que pretende aproximar a escola dos principais centros de decisão e consolidar a sua comunidade global.</p>
<p>A primeira etapa desta expansão passa pela capital portuguesa, onde a instituição vai abrir um espaço físico permanente na Avenida Fontes Pereira de Melo e lançar o Alumni Chapter Lisboa. A iniciativa pretende aproximar a escola de empresas, líderes, parceiros e antigos alunos que atuam em setores estratégicos da economia nacional.</p>
<p>Segundo a Porto Business School, esta aposta representa mais do que uma expansão geográfica, assumindo-se como um movimento de fortalecimento da comunidade alumni e de reforço da ligação aos ecossistemas empresariais e de inovação.</p>
<p>O Alumni Chapter Lisboa, lançado oficialmente a 20 de maio, reúne antigos alunos com funções de liderança em áreas como tecnologia, energia, saúde, indústria, serviços financeiros, retalho, empreendedorismo e setor público. O núcleo será dinamizado por Isabel Borgas, da NOS SGPS, Arnaldo Barbosa, da Galp, Filipa Krohn, da RE/MAX Siimgroup, e Luís Lourenço, do Central Pharma Group.</p>
<p>A escola adianta ainda que, já em junho, irá expandir a sua rede internacional com o lançamento dos Alumni Chapters de São Paulo e Luanda, reforçando uma comunidade global “que nasce no Porto, cresce em Lisboa e se projeta para o mundo”.</p>
<p>Citado em comunicado, José Esteves afirma que “Lisboa não é apenas uma nova localização para a PBS. É uma nova plataforma de ambição para a nossa comunidade”. O responsável acrescenta que a estratégia passa por estar “mais próxima dos líderes, das empresas e dos ecossistemas onde se desenham muitas das transformações do país”.</p>
<p>O arranque desta nova fase ficou também marcado pela realização do PBS Boardroom – Executive Breakfast, organizado em parceria com a Cuatrecasas e com o apoio da Amazon Web Services. O encontro reuniu executivos para debater liderança, tecnologia e transformação, contando com a participação de Phil Le-Brun.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767588]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: CEO da espanhola XRF gostaria de ter projetos em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo (CEO) da XRF, que usa IA generativa e trabalha na emergência e na defesa, ajudando na tomada de decisões complexas, admite, em entrevista à Lusa, que gostaria de ter projetos em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente executivo (CEO) da XRF, que usa IA generativa e trabalha na emergência e na defesa, ajudando na tomada de decisões complexas, admite, em entrevista à Lusa, que gostaria de ter projetos em Portugal.</p>
<p>Questionado se gostaria de ter projetos em Portugal, até porque a tecnológica espanhola trabalha com a NATO, Gustavo Medina del Rosario, que foi um dos oradores da SIM Conference organizada pela Startup Portugal no Porto, admite que sim.</p>
<p>&#8220;Temos os nossos primeiros exercícios militares e, pessoalmente, adoro Portugal&#8221;, diz, referindo que vem com frequência a Ermelo, Vila Real.</p>
<p>&#8220;Precisamos de encontrar as portas certas para falar sobre o que estamos a fazer e vir aqui para o implementar&#8221; e isso seria &#8220;mais um motivo para vir a Portugal&#8221;, salienta.</p>
<p>Sobre o que faz a XRF.ai (XReality Factory), Gustavo Medina é perentório: &#8220;Ajudamos as pessoas a tomar decisões&#8221;.</p>
<p>&#8220;Trabalhamos para a indústria da defesa, na área da emergência e da segurança&#8221;, com tecnologia de uso dual [defesa e civil], sintetiza, dando um exemplo.</p>
<p>Nos serviços de emergência, por exemplo um caso de incêndio, uma pessoa tem de consultar a previsão meteorológica, quer na Internet ou no &#8216;email&#8217;, depois precisa de ir a outro computador onde está o equipamento de comunicação. A seguir consulta o mapa, depois tem de marcar a localização do incêndio, consultar as posições das pessoas que estão a trabalhar no local, procedimentos, que levam tempo.</p>
<p>&#8220;Os videojogos são mais bem concebidos do que os sistemas de gestão de emergências&#8221; e, &#8220;por isso, criámos um sistema que, tal como um videojogo, exibe todas as informações necessárias para que alguém possa tomar decisões acertadas&#8221;, enfatiza.</p>
<p>Ou seja, &#8220;a nossa tese é que a forma como é apresentada a informação é tão importante como os próprios dados ou a sua qualidade. Como fazemos isso? Temos uma mesa gigante tátil [touchscreen] com um mapa tridimensional. Temos uma aplicação móvel utilizada pelas equipas em campo para receber ordens, comunicar, conversar, e temos uns óculos de realidade virtual que quem os usa fica dentro de um centro de comando e controlo, com todos os ecrãs e o mapa tridimensional&#8221;, explica.</p>
<p>Quem usar os óculos à distância estará na mesma reunião, vendo tudo o que todos veem, observa toda a emergência a desenrolar-se e toma decisões em conjunto com base em todas as informações, detalha.</p>
<p>Nessa reunião, há um avatar, uma inteligência artificial (IA), que sabe de tudo, conhece tudo, a quem se pode pedir todos os dados para que se possa tomar decisões.</p>
<p>No caso de um incêndio florestal, &#8220;uma IA pode simular a evolução que vai ter esse incêndio e dá indicação que daqui a duas horas o incêndio vai chegar a este bairro. Isso é o fazemos na XRF&#8221;, explica.</p>
<p>A tecnológica trabalha sobretudo no setor da defesa: &#8220;A NATO, exército de países na Europa, na América Latina, Ásia e fazemos parte do programa acelerador da NATO DIANA [Defence Innovation Accelerator for the North Atlantic]&#8221;, salienta.</p>
<p>&#8220;Estamos a trabalhar com a NATO para aprender como adaptar o nosso sistema para acrescentar muito mais valor nestes locais onde estamos a trabalhar e a fazer apresentações, a conhecer outras empresas do programa DIANA na Europa e na NATO, a trabalhar em conjunto e a reunir com os ministérios da Defesa de diferentes países&#8221;, refere.</p>
<p>Atualmente, trabalham pouco mais de 40 pessoas na tecnológica, que tem um escritório nas Canárias, Madrid e EUA.</p>
<p>Nos EUA e América Latina estão sobretudo na área da emergência.</p>
<p>Entretanto, &#8220;olhando para leste, temos a Europa, que tem necessidades significativas em todos os aspetos da defesa. Portanto, a nossa estratégia é de resposta a emergências quando olhamos para oeste e de defesa quando olhamos para leste&#8221;, aponta.</p>
<p>Criada há três anos, a XRF tem &#8220;lucrado todos os anos: começámos com 700 mil euros [de receita] no primeiro ano, duplicámos no segundo, quadruplicamos no terceiro e, este ano, esperamos multiplicá-la por oito&#8221;, remata Gustavo Medina.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767586]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em baixa ligeira com Altri a cair quase 6%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:42:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa ligeira, com a Altri a descer 5,92% para 4,93 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa ligeira, com a Altri a descer 5,92% para 4,93 euros.</p>
<p>Cerca das 09:20 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e baixava 0,01% para 9.222,72 pontos, com nove empresas a descer, seis a subir e uma a manter a cotação (Semapa em 23,4 euros).</p>
<p>Às ações da Altri seguiam-se as dos CTT e da Teixeira Duarte, que desciam 2,50% para 6,24 euros e 1,01% para 0,44 euros.</p>
<p>A Corticeira Amorim, Navigator e Mota-Engil baixavam 0,45% para 6,63 euros, 0,29% para 3,39 euros e 0,25% para 4,79 euros.</p>
<p>Mais moderadamente, a Ibersol cedia 0,17% para 11,78 euros, bem como a Sonae e o BCP, que recuavam ambos 0,10%, para 1,91 euros e para 0,99 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, a Galp, EDP e Jerónimo Martins subiam 1,16% para 19,17 euros, 0,74% para 4,47 euros e 0,32% para 18,78 euros.</p>
<p>As outras três empresas que se valorizavam eram a NOS (0,19% para 5,24 euros), REN (0,14% para 3,60 euros) e EDP Renováveis (0,07% para 14,49 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje mistas, com o preço do petróleo Brent a subir, depois dos ataques lançados pelos EUA ao Irão, que geram dúvidas sobre se ambas as partes conseguirão alcançar em breve um acordo de paz.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, subia 2,48% para 98,47 dólares.</p>
<p>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou hoje que o estreito de Ormuz deve permanecer aberto &#8220;de uma forma ou de outra&#8221; e que as negociações com o Irão continuam, mas que resolver as discrepâncias do rascunho inicial levará &#8220;alguns dias&#8221;.</p>
<p>As declarações de Rubio chegaram horas depois de as Forças Armadas dos EUA terem atacado alvos militares no sul do Irão, numa operação qualificada por Washington como uma ação de &#8220;defesa própria&#8221; para proteger as suas tropas perante ameaças das forças iranianas.</p>
<p>O Comando Central dos EUA justificou os ataques como uma medida de legítima defesa, assegurou que a contenção se mantém durante o cessar-fogo vigente e que a operação se dirigiu contra locais de lançamento de mísseis e embarcações que tentavam colocar minas.</p>
<p>Os investidores voltarão a contar hoje com a referência de Wall Street, numa sessão na qual se destaca a publicação por parte da consultora The Conference Board da leitura de maio do seu índice de confiança dos consumidores dos EUA.</p>
<p>Os futuros dos índices de Nova Iorque registam avanços de 0,52% para o Dow Jones e de 0,68% para o Nasdaq.</p>
<p>O euro estava em baixa e descia 0,13% para 1,1629 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767585]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses contornam bloqueios e continuam a apostar ilegalmente em eleições e guerras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os portugueses estão a recorrer a redes privadas virtuais (VPN) e programas automatizados no Telegram para contornar os bloqueios impostos pelas autoridades nacionais a plataformas de apostas ilegais sobre eleições, guerras e acontecimentos geopolíticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses estão a recorrer a redes privadas virtuais (VPN) e programas automatizados no Telegram para contornar os bloqueios impostos pelas autoridades nacionais a plataformas de apostas ilegais sobre eleições, guerras e acontecimentos geopolíticos. O fenómeno tem vindo a crescer em torno do Polymarket, plataforma norte-americana baseada em criptoativos que permite apostar em resultados políticos e internacionais, apesar de este tipo de atividade ser proibido pela legislação portuguesa e europeia.</p>
<p>Segundo revela o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/criptoativos/detalhe/portugueses-contornam-bloqueios-a-apostas-ilegais-com-vpn-e-bots-do-telegram" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, o Polymarket ganhou particular notoriedade em Portugal durante as últimas eleições presidenciais, chegando a movimentar cerca de 136 milhões de dólares em apostas relacionadas com a escolha do futuro Presidente da República. Em resposta, o Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), tutelado pelo Turismo de Portugal, ordenou o bloqueio da plataforma em território nacional e notificou os operadores de Internet para impedirem o acesso ao site. Ainda assim, multiplicam-se nas redes sociais e fóruns online os tutoriais que explicam como ultrapassar essas restrições através de VPN, tecnologia que altera virtualmente a localização do utilizador para países onde o serviço continua acessível.</p>
<p>O próprio Negócios refere ter conseguido aceder à plataforma utilizando uma VPN, confirmando que continua a ser possível apostar apesar das limitações impostas pelo regulador português e das próprias regras internas do Polymarket, que proíbem este tipo de utilização. A plataforma também não exige verificação de identidade no momento da criação de conta. Paralelamente, começaram a ganhar popularidade “bots” do Telegram que replicam automaticamente operações de aposta sem necessidade de entrar diretamente no site. Estes programas cobram normalmente uma comissão sobre os ganhos obtidos pelos utilizadores.</p>
<p>O combate a estas plataformas é ainda dificultado pela sua estrutura descentralizada. O Polymarket funciona através da rede Polygon e utiliza a criptomoeda USDC, uma das maiores “stablecoins” do mercado, operando com recurso a “smart contracts” registados em blockchain e sem depender de um servidor central único. Esta arquitetura tecnológica reduz a capacidade das autoridades para impedir totalmente o acesso, limitando as opções do regulador a bloqueios de domínio e participações criminais. O Turismo de Portugal confirmou ao Negócios que apresentou já uma participação junto do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), depois de o Polymarket não ter respondido à notificação para cessar atividade em Portugal no prazo de 48 horas.</p>
<p>Além de Portugal, a plataforma encontra-se bloqueada em pelo menos mais 33 países, incluindo França, Reino Unido, Itália e Estados Unidos. Ainda assim, o interesse global por este tipo de apostas continua a crescer, sobretudo em temas geopolíticos. A guerra no Irão tornou-se um dos mercados mais ativos do Polymarket, movimentando biliões de dólares em apostas, enquanto cenários como uma eventual pandemia de hantavírus em 2026 já geraram mais de 13 milhões de dólares em apenas três semanas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767583]]></sapo:autor>
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		<title>Diretor do SIRESP ia ganhar 12 mil euros por 5 dias de trabalho, revela e-mail</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/diretor-do-siresp-ia-ganhar-12-mil-euros-por-5-dias-de-trabalho-revela-e-mail/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna, António Pombeiro, abriu uma nova frente de polémica em torno da gestão do SIRESP, a rede de comunicações de emergência e segurança do Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna, António Pombeiro, abriu uma nova frente de polémica em torno da gestão do SIRESP, a rede de comunicações de emergência e segurança do Estado. Em causa está uma tentativa de adjudicação de um contrato que poderia render cerca de 12 mil euros por apenas cinco dias de trabalho à empresa da mulher de um diretor técnico da SIRESP SA, situação que acabou por ser travada internamente devido a suspeitas de conflito de interesses.</p>
<p>Segundo revela o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/cinco-dias-de-trabalho-iam-render-12-mil-euros-a-diretor-tecnico-do-siresp" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, o caso envolve um email enviado pelo diretor técnico da empresa, Carlos Leitão, no final de 2024, relacionado com um contrato na área da certificação de uma norma internacional de segurança da informação. A mensagem, a que o jornal teve acesso, foi contestada pela vogal financeira da SIRESP SA, Nikeba Fernandes, que considerou “extremamente elevado” o valor proposto para trabalhos limitados aos dias 2, 9, 10, 11 e 13 de dezembro. Na mesma comunicação, a responsável alertava ainda que a empresa a contratar era “familiar do engenheiro Carlos Leitão”, sublinhando que a situação poderia configurar “potencial conflito de interesses entre interesse público e particular”, à luz das recomendações do Conselho de Prevenção da Corrupção.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, a proposta contratual apresentada por Ana Leitão incluía ainda o nome do próprio marido como consultor do projeto, o que permitiria ao antigo diretor técnico continuar a prestar serviços remunerados à SIRESP SA, já fora da estrutura da empresa e através da sociedade da mulher. Carlos Leitão desvincular-se-ia formalmente da SIRESP no final de novembro de 2024, mas o modelo proposto manteria uma ligação remunerada indireta à empresa pública.</p>
<p>A nova controvérsia surge numa altura particularmente sensível para o SIRESP, atualmente novamente presidido pelo general Paulo Viegas Nunes, e já motivou reações políticas. O secretário-geral do PS saiu em defesa do responsável pela empresa, afirmando que o general é “uma das personalidades que mais sabe de comunicações no nosso país” e manifestando esperança de que “não haja quem o queira prejudicar por ele ser servidor do Estado”.</p>
<p>Já os partidos da oposição exigem esclarecimentos urgentes. Chega e Iniciativa Liberal anunciaram que pretendem ouvir rapidamente no Parlamento o ministro da Administração Interna, levantando dúvidas sobre a “integridade” da gestão do SIRESP e sobre os mecanismos de controlo interno da empresa responsável pela rede nacional de comunicações de emergência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767576]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal atrai vaga de capital internacional e private equity atinge um dos melhores anos da década</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:23:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[private equity]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de private equity em Portugal alcançou 167 transações e um valor agregado de cerca de 7,7 mil milhões de euros em 2025, mais do dobro do registado em 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de private equity em Portugal registou um forte crescimento em 2025, alcançando 167 transações e um valor agregado de cerca de 7,7 mil milhões de euros, mais do dobro do registado em 2024, segundo o novo relatório “Market trends in Iberian private equity transactions 2026 edition”, da Cuatrecasas. O número de operações aumentou 55% em termos homólogos, refletindo “um salto transformador” na dimensão e diversidade dos negócios realizados no país.</p>
<p>De acordo com o estudo, o mercado português combinou “um volume recorde de deal flow com o segundo maior valor agregado da década”, impulsionado sobretudo por capital internacional. As operações crossborder representaram cerca de 97% do valor total das transações em 2025, enquanto os investidores domésticos aumentaram a sua participação em volume para 61%, acima dos 27% registados em 2024.</p>
<p>O relatório destaca ainda uma forte aceleração das operações de saída (“exits”), que atingiram aproximadamente 6,3 mil milhões de euros, representando 82% do valor total das operações realizadas no ano. Já o valor associado a investimentos subiu quase 29%, para 1,4 mil milhões de euros.</p>
<p>Entre os setores mais dinâmicos estiveram tecnologia, life sciences, serviços e retalho. Ainda assim, o estudo sublinha que o universo de oportunidades se tornou mais diversificado, com crescimento em vários segmentos da economia.</p>
<p>A análise da Cuatrecasas revela também uma crescente polarização do mercado. As grandes operações acima de 500 milhões de euros ganharam peso em 2025, representando 70% do valor total das transações, enquanto as operações de pequena dimensão continuaram a impulsionar o volume de negócios, sobretudo através de estratégias de buy-and-build e consolidação patrocinada por fundos.</p>
<p>No plano das tendências contratuais, o relatório indica que os mecanismos “locked-box” recuperaram protagonismo nas operações de private equity em Portugal, superando novamente os ajustamentos por completion accounts. Além disso, 81% das transações incluíram deferred consideration, sobretudo através de earn-outs indexados a EBITDA e receitas.</p>
<p>A arbitragem manteve-se como o principal mecanismo de resolução de litígios nas operações analisadas, surgindo em 65% dos contratos, com Lisboa a afirmar-se como a principal sede arbitral.</p>
<p>Segundo a sociedade de advogados, o mercado português de private equity continua a apresentar “forte dinamismo”, suportado tanto por operações de small-cap como por mandatos de elevado valor, acima dos 50 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767570]]></sapo:autor>
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		<title>Mercado de trabalho em Portugal sob pressão: Relatório propõe 5 medidas prioritárias para travar bloqueios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:12:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estudo, hoje apresentado numa conferência/debate na Fundação Manuel António da Mota, foi desenvolvido pelo CoLABOR – Laboratório Colaborativo para o Trabalho, Emprego e Proteção Social, em parceria com a Confederação Empresarial da Região do Minho, DST Group, Mota-Engil e Sonae.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo relatório elaborado por investigadores e representantes do setor empresarial conclui que Portugal enfrenta problemas estruturais profundos no mercado de trabalho, desde dificuldades de recrutamento e envelhecimento demográfico até baixos salários e fraca produtividade, defendendo reformas articuladas entre Estado, empresas e parceiros sociais para evitar bloqueios duradouros ao crescimento económico.</p>
<p>O estudo, hoje apresentado numa conferência/debate na Fundação Manuel António da Mota, foi desenvolvido pelo CoLABOR – Laboratório Colaborativo para o Trabalho, Emprego e Proteção Social, em parceria com a Confederação Empresarial da Região do Minho, DST Group, Mota-Engil e Sonae, procurando construir um diagnóstico conjunto sobre os principais desafios do emprego em Portugal e propor soluções dirigidas a decisores políticos, empresas, sindicatos e entidades públicas.</p>
<p><strong>Nove problemas estruturais identificados</strong><br />
O relatório, intitulado “Emprego em Portugal – Diagnóstico e Recomendações de Política Pública e Estratégias Empresariais”, identifica nove questões consideradas críticas para o funcionamento do mercado laboral português.</p>
<p>Entre os principais problemas destacados estão as dificuldades no crescimento da força de trabalho, os obstáculos à contratação e retenção de trabalhadores, a subutilização da população ativa potencial, os desajustamentos entre produtividade e salários, as fragilidades do sistema fiscal e os desafios relacionados com a integração de trabalhadores imigrantes.</p>
<p>O documento aponta ainda problemas ao nível do diálogo social e da negociação coletiva, bem como riscos associados ao financiamento futuro da Segurança Social.</p>
<p>Segundo os autores, muitos destes fatores estão interligados e contribuem para “bloqueios persistentes e transversais ao crescimento e qualidade do emprego”.</p>
<p><strong>Défice de competências preocupa empresas</strong><br />
Uma das conclusões centrais do relatório prende-se com a falta de qualificações ajustadas às necessidades do tecido empresarial, sobretudo em áreas técnicas, industriais e tecnológicas.</p>
<p>As empresas participantes referem dificuldades crescentes no recrutamento, mesmo num contexto de desemprego relativamente baixo, apontando para um “mismatch” persistente entre o sistema de ensino e as exigências do mercado de trabalho.</p>
<p>O estudo identifica escassez de técnicos intermédios e profissionais especializados, associando o problema a falhas estruturais na articulação entre ensino, formação profissional e empresas.</p>
<p>Os investigadores alertam também para a imagem ainda negativa do ensino profissional em Portugal, apesar da existência de exemplos considerados bem-sucedidos.</p>
<p><strong>Envelhecimento, emigração e imigração pressionam mercado laboral</strong><br />
Outro dos eixos centrais do relatório é o impacto da evolução demográfica sobre o mercado de trabalho português.</p>
<p>Portugal enfrenta um envelhecimento acelerado da população, acompanhado por elevadas taxas de emigração jovem e dificuldades na integração de trabalhadores estrangeiros.</p>
<p>Segundo os autores, a saída de trabalhadores qualificados reduz a capacidade de renovação da força laboral, agravando a escassez de mão de obra em setores estratégicos e aumentando a pressão futura sobre a Segurança Social.</p>
<p>Embora a imigração tenha contribuído para o crescimento da força de trabalho nos últimos anos, o estudo sublinha que muitos trabalhadores imigrantes continuam concentrados em empregos precários, mal remunerados e abaixo das suas qualificações.</p>
<p>Além disso, persistem entraves burocráticos e dificuldades nos processos de regularização, reconhecimento de competências e integração social.</p>
<p><strong>Produtividade baixa continua a limitar salários</strong><br />
O relatório conclui também que Portugal continua preso a um modelo económico assente em atividades de baixo valor acrescentado, o que condiciona a produtividade e impede uma evolução mais significativa dos salários.</p>
<p>Os autores recordam que grande parte do emprego líquido criado desde 2013 se concentrou em setores de baixa produtividade, dificultando o crescimento sustentado dos rendimentos.</p>
<p>Apesar de reconhecerem alguma aproximação recente entre produtividade e evolução salarial, sobretudo desde 2018, os investigadores consideram que Portugal continua distante dos padrões europeus.</p>
<p>A falta de progressão salarial e a precariedade laboral são apontadas como fatores que contribuem para a saída de trabalhadores jovens e qualificados do país.</p>
<p><strong>Cinco prioridades para reformar o mercado de trabalho</strong><br />
Com base no diagnóstico realizado, o relatório apresenta cinco áreas consideradas prioritárias para intervenção.</p>
<p>A primeira passa pela reconversão da economia portuguesa, aumentando o peso de setores estratégicos e de maior valor acrescentado.</p>
<p>Outra prioridade é a valorização do ensino profissional e técnico, através de modelos integrados de qualificação com forte ligação às empresas e percursos mais flexíveis de formação.</p>
<p>Os autores defendem ainda programas de requalificação ajustados às transições digital e climática, sobretudo dirigidos a trabalhadores mais vulneráveis.</p>
<p>A integração de trabalhadores imigrantes é igualmente apresentada como essencial, propondo-se serviços de apoio nos primeiros anos após a chegada a Portugal, incluindo aprendizagem da língua, reconhecimento de qualificações, integração profissional e acesso à saúde.</p>
<p>Por fim, o estudo recomenda o reforço da literacia fiscal e financeira ao longo da vida, tanto no sistema educativo como no contexto empresarial.</p>
<p>Segurança Social mantém equilíbrio, mas há riscos futuros</p>
<p>No capítulo dedicado à Segurança Social, o relatório considera que o sistema previdencial português mantém, no curto prazo, uma situação excedentária, impulsionada pelo aumento do emprego e dos salários.</p>
<p>Contudo, alerta para pressões futuras relacionadas com fatores demográficos, económicos e estruturais.</p>
<p>Os autores defendem que o financiamento da Segurança Social não deve ser analisado isoladamente das dinâmicas do mercado de trabalho e sublinham a importância de diversificar fontes de financiamento para garantir sustentabilidade futura.</p>
<p><strong>Especialistas defendem governação colaborativa</strong><br />
Os responsáveis pelo estudo insistem que os desafios do mercado de trabalho não poderão ser resolvidos através de medidas isoladas ou de curto prazo.</p>
<p>Segundo o relatório, será necessária uma “governação colaborativa e multinível”, envolvendo Governo, empresas, sindicatos, autarquias, sistema científico, instituições de ensino e entidades ligadas ao emprego e formação.</p>
<p>Os autores defendem que apenas através de soluções negociadas e sustentadas será possível reduzir os desajustamentos do mercado laboral, aumentar a produtividade e criar empregos mais qualificados e melhor remunerados em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767559]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias mistas depois de novos ataques dos EUA ao Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, com o preço do petróleo Brent a subir, depois dos ataques lançados pelos EUA ao Irão, que geram dúvidas sobre se ambas as partes conseguirão alcançar em breve um acordo de paz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, com o preço do petróleo Brent a subir, depois dos ataques lançados pelos EUA ao Irão, que geram dúvidas sobre se ambas as partes conseguirão alcançar em breve um acordo de paz.</p>
<p>Cerca das 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 avançava 0,02% para 631,74 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres e Madrid subiam 0,59% e 0,18%, enquanto as de Paris, Frankfurt e Milão recuavam 0,46%, 0,18% e 0,05%, respetivamente.</p>
<p>Londres e Nova Iorque não operaram na segunda-feira devido a feriados.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a recuar 0,08% para 9.216,51 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos).</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, subia 2,48% para 98,47 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, avançava 3,26% para 92,83 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em junho no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 4,19% para 47,34 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou hoje que o estreito de Ormuz deve permanecer aberto &#8220;de uma forma ou de outra&#8221; e que as negociações com o Irão continuam, mas que resolver as discrepâncias do rascunho inicial levará &#8220;alguns dias&#8221;.</p>
<p>As declarações de Rubio chegaram horas depois de as Forças Armadas dos EUA terem atacado alvos militares no sul do Irão, numa operação qualificada por Washington como uma ação de &#8220;defesa própria&#8221; para proteger as suas tropas perante ameaças das forças iranianas.</p>
<p>O Comando Central dos EUA justificou os ataques como uma medida de legítima defesa, assegurou que a contenção se mantém durante o cessar-fogo vigente e que a operação se dirigiu contra locais de lançamento de mísseis e embarcações que tentavam colocar minas.</p>
<p>Os investidores voltarão a contar hoje com a referência de Wall Street, numa sessão na qual se destaca a publicação por parte da consultora The Conference Board da leitura de maio do seu índice de confiança dos consumidores dos EUA.</p>
<p>Os futuros dos índices de Nova Iorque registam avanços de 0,52% para o Dow Jones e de 0,68% para o Nasdaq.</p>
<p>Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com uma queda de 0,25%, a bolsa de Xangai caiu 0,17%, a de Shenzhen 0,12% e o Hang Seng de Hong Kong subiu 0,17% no final da sessão.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avançava para 2,972%, depois de ter fechado em 2,945% na sessão anterior.</p>
<p>O euro estava em baixa e descia 0,13% para 1,1629 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Os metais preciosos estão em baixa, com uma descida de 1% no caso do ouro, para 4.524,63 dólares a onça, e um recuo de 2,70% no caso da prata, para 75,97 dólares.</p>
<p>Em relação às criptomoedas, a bitcoin baixa 0,79% para 76.594 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767561]]></sapo:autor>
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		<title>Rubio diz que Estados Unidos continuam disponíveis como mediadores na guerra da Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:53:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos continuam disponíveis para se assumir como mediadores no conflito entre a Rússia e a Ucrânia, declarou esta terça-feira o secretário de Estado Marco Rubio, após uma ofensiva russa massiva contra Kiev.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos continuam disponíveis para se assumir como mediadores no conflito entre a Rússia e a Ucrânia, declarou esta terça-feira o secretário de Estado Marco Rubio, após uma ofensiva russa massiva contra Kiev.</p>
<p>“Os Estados Unidos estão prontos e dispostos a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para facilitar o fim desta guerra, e esperamos que a oportunidade surja a qualquer momento”, disse Rubio aos jornalistas durante uma visita oficial à Índia, e na sequência de uma conversa telefónica com o seu homólogo russo, Serguei Lavrov.</p>
<p>Na noite de sábado para domingo, bombardeamentos intensos atingiram Kiev e a região envolvente, provocando pelo menos quatro mortos, poucos dias após um ataque ucraniano mortal contra um liceu numa zona ocupada pela Rússia. “Cada vez que vemos estas grandes ofensivas de parte a parte, lembramo-nos do quão terrível é esta guerra (…) e que tem de terminar”, observou Rubio.</p>
<p>A Rússia apelou na segunda-feira aos cidadãos estrangeiros residentes na capital ucraniana, incluindo pessoal diplomático, para abandonarem Kiev antes de novos ataques contra “centros de decisão” e “empresas do complexo militar-industrial”. O alerta surgiu no dia seguinte a um forte ataque russo contra a Ucrânia, no qual Moscovo usou um míssil com capacidade nuclear.</p>
<p>O bombardeamento, realizado na madrugada de domingo, utilizou, de acordo com a Força Aérea ucraniana, 690 sistemas de ataque aéreo, incluindo drones e mísseis de vários tipos e teve Kiev como alvo principal. Segundo o último balanço das autoridades ucranianas, citado pela agência francesa de notícias AFP, o bombardeamento russo causou pelo menos quatro mortos e mais de 100 feridos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767557]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taiwan deteta segunda patrulha de prontidão para combate chinesa numa semana</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taiwan-deteta-segunda-patrulha-de-prontidao-para-combate-chinesa-numa-semana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:52:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan denunciou esta terça-feira uma nova “patrulha conjunta de prontidão para combate” do Exército chinês nas proximidades da ilha, a segunda em menos de uma semana, num contexto de agravamento das tensões entre Taipé e Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Taiwan denunciou esta terça-feira uma nova “patrulha conjunta de prontidão para combate” do Exército chinês nas proximidades da ilha, a segunda em menos de uma semana, num contexto de agravamento das tensões entre Taipé e Pequim.</p>
<p>Em comunicado, o ministério da Defesa Nacional de Taiwan indicou que, desde as 15h12 locais de segunda-feira (08h12 em Lisboa), foram detetadas 21 incursões de diferentes tipos de aeronaves chinesas, incluindo caças J-10 e J-16, aviões de alerta antecipado KJ-500 e drones, em atividades no mar.</p>
<p>Do total de aparelhos, 16 cruzaram a linha mediana do Estreito de Taiwan e entraram nas regiões norte, centro, sudoeste e leste da autoproclamada Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ) taiwanesa para realizar uma “patrulha conjunta de prontidão para combate” com navios da Marinha chinesa.</p>
<p>“As Forças Armadas utilizaram meios conjuntos de informação, vigilância e reconhecimento para manter um controlo rigoroso da situação, e mobilizaram aeronaves, navios e sistemas de mísseis costeiros para responder de forma adequada”, indicou o ministério, acrescentando que as atividades do Exército chinês visavam “hostilizar as águas e o espaço aéreo circundantes” de Taiwan.</p>
<p>Num gesto invulgar, o ministério publicou também três imagens das movimentações: uma mostrando um caça F-16 taiwanês a monitorizar um avião-tanque YU-20 escoltado por dois caças chineses, e outras duas do contratorpedeiro chinês Yinchuan, captadas a partir da fragata taiwanesa Kun Ming.</p>
<p>Esta “patrulha de prontidão para combate”, que se soma à realizada em 19 de maio, ocorreu após a cimeira realizada em Pequim entre os presidentes da China e dos Estados Unidos, Xi Jinping e Donald Trump, durante a qual ambos abordaram a situação de Taiwan.</p>
<p>China confirma visita de Presidente dos EUA de 13 a 15 de maio</p>
<p>Durante o encontro, Xi advertiu o homólogo norte-americano de que uma “má gestão” da questão taiwanesa poderia provocar um “choque” ou mesmo um “conflito” entre as duas potências, sustentando que a “independência” da ilha e a paz no Estreito de Taiwan são “incompatíveis”.</p>
<p>Posteriormente, Trump sugeriu que poderia suspender a aprovação de um pacote de armamento para Taipé avaliado em 14 mil milhões de dólares (12 mil milhões de euros), reiterou que não pretende travar uma guerra em defesa de Taiwan e insinuou que Xi poderá tentar “apoderar-se” do território após a sua saída da Casa Branca.</p>
<p>Estas duas patrulhas de prontidão para combate inserem-se também num destacamento naval chinês mais amplo. O secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu, alertou no fim de semana que a China mobilizou mais de uma centena de navios em torno da primeira cadeia de ilhas nos últimos dias.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767553]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministros da Agricultura da UE debatem preços de adubos e medidas para mitigar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:51:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) reúnem-se hoje, em Bruxelas, com a agenda dominada pela questão da subida abrupta dos preços dos fertilizantes, na sequência do encerramento do Estrito de Ormuz, no Golfo Pérsico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) reúnem-se hoje, em Bruxelas, com a agenda dominada pela questão da subida abrupta dos preços dos fertilizantes, na sequência do encerramento do Estrito de Ormuz, no Golfo Pérsico.</p>
<p>Ministros da Agricultura da UE debatem preços de adubos e medidas para mitigar<br />
Na reunião, em que Portugal está representado pelo ministro da tutela, José Manuel Fernandes, será debatido o plano de ação para o setor dos fertilizantes, recentemente proposto pela Comissão Europeia.</p>
<p>A guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão — que encerrou o Estreito de Ormuz à navegação comercial — fez disparar os preços dos adubos, que — segundo dados do serviço estatístico da UE, o Eurostat, têm vindo a agravar-se ao longo de 2025, sendo que no último trimestre desse ano aumentaram 8% face ao período homólogo.</p>
<p>O Conselho de ministros de Agricultura da UE vai analisar as medidas propostas para mitigar o impacto dos preços dos adubos na produção.</p>
<p>O pacote de medidas avançado pela Comissão Europeia inclui a mobilização de fundos de coesão para financiar a produção de biogás e biometano na UE.</p>
<p>Neste sentido, na quinta-feira, a UE suspendeu por um ano as tarifas sobre importações dos principais fertilizantes à base de azoto utilizados na produção agrícola e matérias-primas para adubos, como a ureia e o amoníaco.</p>
<p>Pelo Estreito de Ormuz, passa grande parte do comércio global de fertilizantes, incluindo 40% da ureia mundial e 30% de amoníaco, essenciais para a produção agrícola.</p>
<p>A Guarda Revolucionária Iraniana informou hoje que 32 navios atravessaram o Estreito de Ormuz nas últimas 24 horas após terem obtido a sua autorização, elevando para 182 o número de embarcações que atravessaram a via marítima com a permissão do Irão desde a passada quarta-feira.</p>
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		<title>DECO lança petição por vale-consulta para utentes com atrasos no SNS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A DECO Proteste lançou esta terça-feira uma petição e uma campanha nacional para exigir a criação de um vale-consulta para utentes cujos prazos legalmente previstos de acesso a consultas, exames ou tratamentos no Serviço Nacional de Saúde tenham sido ultrapassados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DECO Proteste lançou esta terça-feira uma petição e uma campanha nacional para exigir a criação de um vale-consulta para utentes cujos prazos legalmente previstos de acesso a consultas, exames ou tratamentos no Serviço Nacional de Saúde tenham sido ultrapassados.</p>
<p>&#8220;Há portugueses à espera mais de três anos por uma consulta hospitalar. Outros aguardam meses por exames ou tratamentos que deveriam acontecer em tempo clinicamente aceitável&#8221;, alerta a associação de defesa do consumidor em comunicado.</p>
<p>A DECO Proteste sublinha que, &#8220;embora a lei estabeleça prazos máximos de resposta garantidos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), a realidade mostra que esses limites continuam, em muitos casos, longe de ser cumpridos&#8221;.</p>
<p>A organização defende que sempre que o SNS não consiga assegurar o acesso dentro dos prazos legalmente definidos, o utente deve receber um vale consulta que lhe permita recorrer, sem custos, a outro prestador de saúde indicado pelo SNS, à semelhança do modelo já existente para as cirurgias.</p>
<p>Nesse sentido, a DECO lançou a campanha nacional &#8220;A sua saúde não pode esperar&#8221; e a plataforma www.valeconsulta.pt, disponível a partir desta terça-feira, em que qualquer cidadão poderá verificar gratuitamente se o tempo de espera do seu caso ultrapassa os limites legalmente previstos para consultas, exames ou tratamentos.</p>
<p>A plataforma funciona mediante registo e integra simuladores que permitem calcular os tempos máximos de resposta garantidos (TMRG) no SNS, de acordo com o tipo de cuidado de saúde, prioridade clínica e data de referenciação.</p>
<p>Será também através desta plataforma que os cidadãos poderão assinar a petição nacional, refere a DECO PROteste, sublinhando que &#8220;este mecanismo é essencial para garantir um direito básico dos cidadãos: o acesso a cuidados de saúde em tempo adequado à sua condição clínica&#8221;.</p>
<p>Segundo dados recentes, citados pela associação, mais de metade das primeiras consultas hospitalares de especialidade continuam a ser realizadas fora dos prazos máximos legalmente previstos.</p>
<p>&#8220;Em algumas especialidades e regiões do país, os tempos de espera atingem valores particularmente graves, chegando a ultrapassar os 1.000 dias&#8221;, sublinha.<br />
A DECO PROteste alerta ainda para o impacto humano desta realidade, nomeadamente o &#8220;agravamento do estado de saúde&#8221;, &#8220;aumento da ansiedade e incerteza&#8221;, &#8220;desigualdades no acesso aos cuidados&#8221; e &#8220;dificuldades acrescidas para quem vive longe dos grandes centros urbanos&#8221;.</p>
<p>Segundo a organização, a campanha terá expressão nacional e será divulgada através dos canais da organização, redes sociais, meios de comunicação social e linhas de atendimento da DECO PROteste.</p>
<p>&#8220;O direito à saúde não pode depender do código postal, da capacidade financeira ou da resistência à espera. Quando os prazos legais não são cumpridos, o Estado deve garantir uma alternativa efetiva aos utentes&#8221;, defende.</p>
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