CEO da Stellantis afirma que a escassez global de chips deverá prolongar-se até ao próximo ano

A escassez global de semicondutores, que atingiu as fabricantes automóveis em todo o mundo e restringiu a produção de veículos, deverá prolongar-se até ao próximo ano, afirmou esta quarta-feira o presidente-executivo da Stellantis.

“A crise dos semicondutores, de tudo o que vejo, vai se arrastar para 2022 facilmente, porque não vejo sinais suficientes de que a produção adicional dos pontos de abastecimento asiáticos chegue ao Ocidente num futuro próximo “, referiu Carlos Tavares.

De acordo com o gestor português, a Stellantis tem vindo a tomar decisões sobre como alterar a diversidade de chips a utilizar, explicando que são necessários cerca de 18 meses para voltar a projetar um veículo com um chip diferente por causa da sofisticação da tecnologia envolvida.

Alguns fabricantes adaptaram-se às circunstâncias, reduzindo o número de recursos nos seus modelos, enquanto outras construíram veículos sem os chips necessários, que permanecem nas fábricas até o processo de fabrico poder ser concluído.



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