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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 May 2026 04:22:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>EUA justificam suspensão da venda de armas a Taiwan alegando necessidades no Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 04:22:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário da Marinha norte-americano confirmou que Washington suspendeu uma venda de armamento a Taiwan de 14 mil milhões de dólares (12,1 mil milhões de euros) para garantir o abastecimento de munições na campanha contra Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário da Marinha norte-americano confirmou que Washington suspendeu uma venda de armamento a Taiwan de 14 mil milhões de dólares (12,1 mil milhões de euros) para garantir o abastecimento de munições na campanha contra Teerão.</P><br />
<P>Durante uma audiência na Subcomissão de Defesa da Comissão de Apropriações do Senado esta quinta-feira, Hung Cao explicou que a medida responde à necessidade de garantir reservas suficientes de mísseis e intercetores, embora tenha afirmado que o país ainda dispõe de existências &#8220;abundantes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, estamos a fazer uma pausa para garantir que temos as munições de que precisamos para a operação Fúria Épica, que temos em abundância, mas temos que garantir, e as vendas prosseguirão&#8221; logo que a Administração considerar oportuno, afirmou o secretário da Marinha dos Estados Unidos em funções.</P><br />
<P>A operação Fúria Épica foi lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Interrogado sobre se espera que a venda deste lote de armas venha a ser aprovado no futuro, o mesmo responsável remeteu essa decisão para os secretários da Defesa, Pete Hegseth, e de Estado, Marco Rubio.</P><br />
<P>A suspensão da venda foi anunciada na última sexta-feira pela Administração do Presidente Donald Trump, no mesmo dia em que regressou da visita de Estado a Pequim. </P><br />
<P>Horas antes de anunciar a suspensão da venda, Trump afirmou numa entrevista à Fox News que Taiwan tinha sido o tema central das conversas em Pequim com o homólogo chinês, Xi Jinping.</P><br />
<P>Os Estados Unidos têm um tratado de relações bilaterais assinado com Taiwan em 1979, no âmbito do qual a venda de armas é considerada uma medida defensiva, e ao longo de décadas registaram-se múltiplas vendas; a mais recente, no valor de 19 mil milhões, ocorreu em novembro passado. </P><br />
<P>Na mesma audiência, o senador republicano Mitch McConnell, que presidiu aos trabalhos, manifestou preocupação com a suspensão, questionando o impacto estratégico da medida.</P><br />
<P>A Administração Trump justificou a suspensão com base no conflito no Médio Oriente, mas, simultaneamente, assegurou que a guerra está prestes a terminar, na expectativa de um acordo definitivo com Teerão e no contexto de um cessar-fogo em vigor há mais de seis semanas. </P><br />
<P>Embora a venda de armas a Taiwan se insira no âmbito da jurisprudência norte-americana, outras administrações, como a de Barack Obama, suspenderam estrategicamente a venda quando existiam tensões com Pequim. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766179]]></sapo:autor>
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		<title>Orçamento do Estado retificativo de Timor-Leste expõe dependência das importações &#8212; La&#8217;o Hamutuk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 03:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Timor-Leste para a Monitorização e Análise do Desenvolvimento -- La'o Hamutuk afirmou hoje que o Orçamento do Estado retificativo proposto pelo Governo demonstra a dependência das importações e a vulnerabilidade estrutural do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto de Timor-Leste para a Monitorização e Análise do Desenvolvimento &#8212; La&#8217;o Hamutuk afirmou hoje que o Orçamento do Estado retificativo proposto pelo Governo demonstra a dependência das importações e a vulnerabilidade estrutural do país.</P><br />
<P>&#8220;A proposta retificativa reflete a vulnerabilidade estrutural de Timor-Leste, bem como a necessidade de mobilizar um montante significativo do orçamento para reservas de combustível, subsídios aos combustíveis e reservas de arroz, confirmando que Timor-Leste continua fortemente dependente do combustível importado e de alimentos importados&#8221;, pode ler-se no parecer enviado ao parlamento.</P><br />
<P>O parlamento de Timor-Leste iniciou quinta-feira as audiências públicas à proposta do Orçamento Geral do Estado retificativo para 2026, que prevê um aumento de despesas para garantir, entre outros, a segurança energética e alimentar.</P><br />
<P>A alteração proposta pelo Governo aumenta em 101,1 milhões de dólares (cerca de 87 milhões de euros) o Orçamento Geral do Estado, passando de 2,291 mil milhões de dólares (cerca de 1,9 mil milhões de euros) para 2,392 mil milhões de dólares (cerca de 2,06 mil milhões de euros).</P><br />
<P>&#8220;A necessidade de alocar cerca de 174 milhões de dólares [149,8 milhões de euros] para a Reserva Estratégica Nacional de Combustível e 42 milhões de dólares [36,17 milhões de euros] para subsídios aos combustíveis demonstra uma forte dependência do combustível importado&#8221;, salienta o La&#8217;o Hamutuk.</P><br />
<P>O instituto sublinha que o reforço da reserva de arroz demonstra também que a &#8220;segurança alimentar nacional continua dependente de fornecedores externos&#8221;.</P><br />
<P>Para o La&#8217;o Hamutuk, é necessária uma discussão séria sobre a situação energética global, que deve estar ligada a um plano de transição gradual para energia solar, eólica, entre outras, porque sem aquela reforma &#8220;Timor-Leste continuará vulnerável a cada crise petrolífera global&#8221;.</P><br />
<P>Em relação ao reforço das reservas de arroz, o instituto afirma que não equivalem a &#8220;soberania alimentar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A soberania alimentar exige produção local sustentável, irrigação, armazenamento local, assistência técnica, sementes adaptadas, pesca sustentável, agroecologia, agricultura familiar e agroindústria rural&#8221;, sublinha o La&#8217;o Hamutuk.</P><br />
<P>No parecer, o instituto adverte que a &#8220;dependência da importação de alimentos pode tornar-se numa ameaça à estabilidade social e económica caso os mercados globais sofram perturbações prolongadas&#8221;.</P><br />
<P>O La&#8217;o Hamutuk pede também que sejam reavaliados projetos de infraestruturas que não sirvam diretamente as necessidades da população.</P><br />
<P>&#8220;O parlamento deve reavaliar, cancelar ou adiar projetos não urgentes, como o Tasi Mane, aeroportos e outros projetos que ainda não apresentam confirmação clara de benefício público, que aumentam a pressão fiscal de longo prazo ou que dependem de modelos extrativistas e de dívida fóssil&#8221;, pode ler-se no parecer.</P><br />
<P>&#8220;Esta crise deve constituir uma oportunidade para alterar as prioridades nacionais, passando de grandes infraestruturas para a resiliência económica e social&#8221;, acrescenta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766178]]></sapo:autor>
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		<title>Primeiro romance em chinês premiado por Prémio Booker &#8220;não é publicável&#8221; na China &#8211; autora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 03:19:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA["Taiwan Travelogue", o primeiro romance escrito em chinês a conquistar o Prémio Internacional Booker de literatura traduzida, não pode ser lido na China porque não passaria na censura, diz a autora, a taiwanesa Yang Shuang-zi.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>&#8220;Taiwan Travelogue&#8221;, o primeiro romance escrito em chinês a conquistar o Prémio Internacional Booker de literatura traduzida, não pode ser lido na China porque não passaria na censura, diz a autora, a taiwanesa Yang Shuang-zi.</P><br />
<P>Numa entrevista à agência de notícias EFE em Londres, onde recebeu o galardão na terça-feira, Yang descreveu que a obra se centra numa japonesa de classe alta que, em 1938, decide viajar por Taiwan, na altura ocupado pelo Japão. Ao longo dessa viagem, descobre com fascínio a gastronomia local e apaixona-se pela guia, uma jovem que esconde um segredo revelado apenas no final do livro.</P><br />
<P>A combinação de temas &#8212; uma relação lésbica, uma protagonista japonesa, o passado colonial sem ser retratado como trauma, além da própria identidade taiwanesa &#8212; torna o livro &#8220;não publicável&#8221; na China, considerou Yang.</P><br />
<P>Ainda assim, o impacto da atribuição do Prémio Internacional Booker (The International Booker Prize) chegou à China comunista. Um editor já contactou os agentes de Yang para eventual publicação, referiu a própria.</P><br />
<P>A autora apontou, porém, que o livro já circula clandestinamente no país e recebeu críticas indiretas de todo o tipo, entre elogios e condescendência, sem faltarem insultos à taiwanesa como &#8220;bastarda&#8221; ou &#8220;escória dos japoneses&#8221;.</P><br />
<P>Em &#8220;Taiwan Travelogue&#8221; há uma reflexão sobre o passado colonial e a ocupação japonesa da ilha (1895-1945), que evita o maniqueísmo mas aprofunda como o colonialismo afeta também as relações pessoais, marcadas pela desigualdade. </P><br />
<P>Apesar das diferenças de classe, idade e estatuto político, as duas protagonistas desenvolvem uma relação sentimental e partilham o prazer da gastronomia da ilha.</P><br />
<P>Sobre a publicação da obra no Japão, a autora garante que foi recebido &#8220;com críticas excelentes&#8221;.</P><br />
<P>Yang sublinhou que deve muito do sucesso à tradução de Lin King, taiwanesa radicada nos Estados Unidos, que acrescentou notas de rodapé para explicar aspetos culturais e linguísticos &#8212; prática pouco comum na ficção ocidental e, por isso, também arriscada.</P><br />
<P>O Prémio Internacional Booker distingue igualmente os tradutores e reparte o prémio de 50 mil libras (59 mil euros) em partes iguais entre autor e tradutor.</P><br />
<P>Desde que foi anunciado na terça-feira o vencedor &#8211; que segundo disseram fontes editoriais à EFE &#8220;não era das principais escolhas previstas&#8221; -, o livro esgotou em poucas horas nas livrarias Waterstones, em Londres, obrigando os funcionários a encaminhar leitores para concorrentes.</P><br />
<P>Publicado em 2020, &#8220;Taiwan Travelogue&#8221; já tinha vencido em 2024 um prémio de literatura traduzida nos Estados Unidos. Ainda não está disponível nem português nem em espanhol, mas conta com versões em alemão, italiano e neerlandês, entre outras línguas.</P><br />
<P>Casada com uma mulher em Taiwan, Yang diz não dar importância ao facto de vários meios de comunicação social a apelidarem de &#8220;autora queer&#8221;. No entanto, diz preferir ser reconhecida simplesmente como autora de literatura.</P><br />
<P>Quanto à identidade nacional, não admite concessões: usa na lapela um pin com a inscrição &#8220;Taiwan Team&#8221;, tal como a tradutora, que explica: &#8220;Já que não nos deixam levar o nome de Taiwan às competições desportivas, mostramos sempre que o podemos fazer em todo o tipo de fóruns&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766177]]></sapo:autor>
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		<title>Donald Trump reforça ameaça de intervenção militar dos EUA em Cuba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 02:42:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente Donald Trump e o chefe da diplomacia norte-americana levantaram, na quinta-feira, o espetro de uma intervenção militar dos EUA em Cuba, ameaça que ganha peso após Washington anunciar acusações criminais contra Raúl Castro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente Donald Trump e o chefe da diplomacia norte-americana levantaram, na quinta-feira, o espetro de uma intervenção militar dos EUA em Cuba, ameaça que ganha peso após Washington anunciar acusações criminais contra Raúl Castro.</P><br />
<P>&#8220;Outros presidentes têm vindo a analisar esta questão há 50, 60 anos, pensando em fazer alguma coisa&#8221;, disse Trump aos jornalistas quando questionado sobre Cuba durante um evento na Sala Oval. </P><br />
<P>&#8220;E parece que serei eu a fazê-lo. Por isso, ficaria feliz por fazê-lo&#8221;, rematou o Presidente dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Também o secretário de Estado, Marco Rubio, disse aos jornalistas num outro evento que Cuba tem sido uma ameaça à segurança nacional desde há anos, devido às ligações com adversários dos Estados Unidos, e que Donald Trump está decidido a resolver a questão.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia norte-americana afirmou que os EUA preferem um acordo negociado com Cuba, mas duvidam que consigam chegar a uma resolução diplomática com o atual Governo da ilha.</P><br />
<P>&#8220;A preferência de Trump é sempre um acordo negociado que seja pacífico. Essa é sempre a nossa preferência. Continua a ser a nossa preferência em relação a Cuba&#8221;, afirmou Rubio em Miami, antes de embarcar num avião para participar numa reunião da NATO na Suécia e, posteriormente, visitar a Índia.</P><br />
<P>&#8220;Estou apenas a ser sincero, sabem, a probabilidade de isso acontecer, tendo em conta com quem estamos a lidar neste momento, não é grande&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Os principais assessores de Trump &#8212; incluindo Rubio, o diretor da CIA, John Ratcliffe, e outros altos responsáveis pela segurança dos EUA &#8212; reuniram-se com autoridades cubanas nos últimos meses para explorar possíveis melhorias nas relações bilaterais, mas a parte norte-americana saiu pouco impressionada das conversações, o que levou à imposição de ainda mais sanções ao Governo cubano na semana passada.</P><br />
<P>Ao longo dos anos, Cuba habituou-se a &#8220;ganhar tempo e a esperar que desistamos&#8221;, disse Rubio. &#8220;Não vão conseguir que desistamos nem vão ganhar tempo. Estamos muito empenhados, estamos muito concentrados&#8221;, afirmou Rubio.</P><br />
<P>Quando questionado sobre se os Estados Unidos usariam a força em Cuba para mudar o sistema político da ilha, Rubio repetiu que Washington prefere uma solução diplomática, mas observou que &#8220;o Presidente tem sempre a opção de fazer o que for preciso para apoiar e proteger o interesse nacional&#8221;.</P><br />
<P>As novas ameaças surgem após o anúncio dos EUA esta quarta-feira de acusações contra o antigo Presidente cubano, irmão de Fidel, Raul Castro, que faz 95 anos em junho. </P><br />
<P>Os procuradores federais revelaram uma acusação que imputa a Castro a ordem do abate, em 1996, de aviões civis pilotados por exilados sediados em Miami. As acusações, que foram secretamente apresentadas por um grande júri em abril, incluem homicídio e destruição de um avião.</P><br />
<P>O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, condenou a acusação, considerando-a uma manobra política que visa &#8220;justificar a loucura de uma agressão militar contra Cuba&#8221;.</P><br />
<P>A acusação contra Castro sugere que a Administração Trump está a seguir o mesmo guião que utilizou quando capturou o então presidente venezuelano Nicolás Maduro numa operação militar no início de janeiro. Maduro, que se encontra detido nos EUA desde a captura, enfrenta acusações federais de tráfico de droga e declarou-se inocente.</P><br />
<P> As forças armadas dos EUA anunciaram a chegada do porta-aviões USS Nimitz e dos navios que o acompanham ao mar das Caraíbas no mesmo dia em que foram anunciadas as acusações contra Castro. </P><br />
<P>O Comando Sul dos EUA afirmou que os navios estão a participar em exercícios marítimos com parceiros da América Latina, que tiveram início em março.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766176]]></sapo:autor>
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		<title>EUA vão realizar simulacro de evacuação para situações de catástrofe na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 02:26:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Venezuela anunciou ter autorizado os Estados Unidos a realizarem um simulacro de evacuação para situações de catástrofe em Caracas, que inclui o voo controlado de duas aeronaves e operações de aterragem na Embaixada dos EUA da capital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Venezuela anunciou ter autorizado os Estados Unidos a realizarem um simulacro de evacuação para situações de catástrofe em Caracas, que inclui o voo controlado de duas aeronaves e operações de aterragem na Embaixada dos EUA da capital.</P><br />
<P>O anúncio foi feito na quinta-feira pelo ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, num comunicado divulgado nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;A pedido da Embaixada dos EUA em Caracas, as autoridades nacionais competentes autorizaram a realização, no sábado, 23 de maio, de um simulacro de evacuação para fazer face a eventuais situações médicas ou contingências catastróficas, no âmbito dos protocolos regulares de segurança e proteção diplomática&#8221;, disse o ministro.</P><br />
<P>Segundo Yván Gil, a atividade decorrerá em coordenação com as autoridades aeronáuticas venezuelanas competentes, responsáveis por autorizar e supervisionar os sobrevoos necessários para o referido exercício, assim como com outros órgãos e instituições venezuelanas envolvidas nos protocolos de atendimento e segurança.</P><br />
<P>&#8220;Como parte do simulacro, duas aeronaves realizarão sobrevoos controlados sobre a cidade de Caracas e efetuarão operações de aterragem nas instalações da Embaixada dos Estados Unidos da América em Caracas&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O simulacro será ainda realizado em coordenação e com a participação da Cruz Vermelha venezuelana.</P><br />
<P>&#8220;A presente informação é oportunamente disponibilizada à população venezuelana para que esta tenha conhecimento da mesma. Todas as coordenações relativas a esta atividade foram canalizadas através da Direção de Protocolo, Imunidades e Privilégios do Ministério do Poder Popular para as Relações Exteriores&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>A Venezuela e os Estados Unidos retomaram as relações diplomáticas em março de 2026, após sete anos de rutura.</P><br />
<P>A retoma das relações incluiu a reabertura de embaixadas e consulados, e a reaproximação tem como propósito promover a estabilidade política, apoiar a recuperação económica e facilitar a reconciliação política na Venezuela.</P><br />
<P>Desde abril de 2026 que John M. Barrett desempenha as funções de encarregado de negócios dos Estados Unidos na Embaixada norte-americana em Caracas, tendo substituído Laura Dogu durante o processo de retomada das relações diplomáticas entre os países.</P><br />
<P>Em 03 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram uma operação militar em Caracas que levou à captura do então presidente Nicolás Maduro e da esposa, Cília Flores, que foram levados para Nova Iorque onde aguardam julgamento por tráfico de drogas e posse de armas, crimes dos quais ambos se declaram inocentes.</P><br />
<P>Após a captura de Nicolás Maduro, a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, assumiu as funções de presidente interina da Venezuela.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766175]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>SpaceX adia lançamento da nova versão do Starship devido a problemas de ultima hora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 02:05:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A SpaceX adiou na quinta-feira o lançamento da mais recente versão do foguetão Starship para um voo de teste, antes da entrada em bolsa da empresa aeroespacial de Elon Musk.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A SpaceX adiou na quinta-feira o lançamento da mais recente versão do foguetão Starship para um voo de teste, antes da entrada em bolsa da empresa aeroespacial de Elon Musk.</P><br />
<P>A descolagem do Starship foi adiada quando faltava apenas meio minuto para o lançamento do foguetão e depois de uma tentativa marcada por inúmeras interrupções e reinícios da contagem decrescente.</P><br />
<P>A empresa afirmou que tentaria hoje novamente fazer a descolagem do seu maior foguetão.</P><br />
<P>Os engenheiros não conseguiram resolver a tempo problemas de última hora, segundo o porta-voz da SpaceX Dan Huot, que não deu detalhes sobre os obstáculos em questão.</P><br />
<P>&#8220;Novo foguetão, nova plataforma de lançamento: estamos a aprender muito sobre estes sistemas à medida que os utilizamos pela primeira vez, e simplesmente não conseguimos resolver todos estes problemas nos últimos segundos antes do lançamento&#8221;, afirmou Huot numa transmissão do evento divulgada nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Vamos agora investir algum tempo a perceber o que nos fez tropeçar antes do lançamento e, depois, avançar com o voo amanhã [hoje]&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Há muito em jogo para a SpaceX, que irá lançar a Starship pela 12.ª vez, sete meses após o seu último lançamento. Com 124 metros de altura, o modelo atual é ligeiramente maior do que o anterior e a empresa está empenhada em demonstrar as melhorias introduzidas no foguetão durante o voo, sobretudo depois de ter divulgado o processo de oferta pública inicial (IPO) em bolsa.</P><br />
<P>A SpaceX não prevê recuperar o propulsor do foguetão, uma manobra espetacular que já realizou no passado. Em vez disso, deverá deixar este primeiro aparelho afundar-se nas águas do Golfo do México.</P><br />
<P>O segundo estágio da operação, ou estágio superior, terá como missão lançar uma carga útil de 20 satélites simulados, bem como dois satélites Starlink equipados com câmaras, que tentarão analisar a eficácia do escudo térmico da nave.</P><br />
<P>Esse estágio deverá durar cerca de 65 minutos após a descolagem, período durante o qual o Starship deverá seguir uma trajetória suborbital percorrendo metade do planeta, antes de cair no mar no Oceano Índico.</P><br />
<P>As últimas missões da Starship decorreram com sucesso, mas outras terminaram em explosões espetaculares, nomeadamente duas sobre as Caraíbas e uma após ter atingido o espaço. Em junho passado, o módulo superior explodiu durante um ensaio em terra.</P><br />
<P>Este voo de teste surge num momento crucial para a SpaceX, um dia depois do dono da empresa anunciar o seu lançamento em bolsa. Elon Musk disse que a empresa encarregada de fazer uma versão modificada do foguetão Starship para servir como módulo de alunagem para a NASA deverá entrar em bolsa em meados de junho.</P><br />
<P>A agência espacial norte-americana pretende enviar astronautas à Lua em 2028, antes da China, potência rival, que também ambiciona enviar homens ao planeta satélite da Terra até 2030.</P><br />
<P>Tendo em conta, porém, os atrasos do setor privado, a Administração de Donald Trump receia que os Estados Unidos não consigam atingir este objetivo em primeiro lugar.</P><br />
<P>Além da SpaceX, a sua concorrente Blue Origin &#8212; detida por Jeff Bezos &#8212; procura também desenvolver um módulo de alunagem. Ambas as empresas reorientaram a estratégia para dar prioridade às missões lunares.</P><br />
<P>A NASA prevê uma missão em 2027 que não chegará à Lua, antes do envio de astronautas à superfície lunar em 2028, durante a 4.ª missão Artemis. Os especialistas do setor mostram-se céticos quanto à concretização destes objetivos dentro do prazo previsto.</P><br />
<P>Um dos principais obstáculos é demonstrar a capacidade de reabastecimento de combustível em órbita, uma etapa essencial para fornecer energia aos motores de um foguetão, mas que nunca foi testada em missões de longa duração.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766173]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 1,09%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 00:15:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,09% para 62.357,38 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,09% para 62.357,38 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,53% para 3.874,35 pontos, às 09:11 locais (01:11 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766172]]></sapo:autor>
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		<title>Conselho Nacional do Chega propõe rejeição do pacote laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 23:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional do Chega propôs hoje a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado, apresentadas pelo Governo, considerando que estes diplomas "não podem contar com o voto favorável" do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Nacional do Chega propôs hoje a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado, apresentadas pelo Governo, considerando que estes diplomas &#8220;não podem contar com o voto favorável&#8221; do partido.</P><br />
<P>&#8220;O Conselho Nacional do Chega propôs, por unanimidade, a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado apresentadas pelo Governo&#8221;, refere o partido em comunicado, no final da reunião do órgão máximo do partido entre convenções.</P><br />
<P>De acordo com a nota, &#8220;no decorrer da reunião ficou clara aquela que é a posição do Chega como um todo: a reforma laboral e a reforma do Estado, tal como estão, não podem contar com o voto favorável do partido&#8221;.</P><br />
<P>O partido refere que na reunião do Conselho Nacional, que decorreu na quinta-feira à noite, em Lisboa, &#8220;vários militantes, autarcas, deputados e dirigentes do Chega&#8221; criticaram as alterações que o Governo quer fazer na lei laboral, considerando tratar-se de um &#8220;ataque aos trabalhadores e às mães trabalhadoras&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sobre a reforma do Estado, ficou claro que se trata de uma reforma que mais não faz do que facilitar a corrupção&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P> </P><br />
<P>FM/JF // RBF</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766171]]></sapo:autor>
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		<title>Embraer avança com testes de &#8220;carro voador&#8221; após 59 voos experimentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 23:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, concluiu a etapa de voos pairados e de baixa velocidade do protótipo do seu "carro voador" elétrico, avançando para a fase de testes de transição em voo prevista para o segundo semestre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, concluiu a etapa de voos pairados e de baixa velocidade do protótipo do seu &#8220;carro voador&#8221; elétrico, avançando para a fase de testes de transição em voo prevista para o segundo semestre.</P><br />
<P>A empresa informou quinta-feira que a campanha de ensaios acumulou 59 voos bem-sucedidos e &#8220;2h27min33s&#8221; de operação, gerando dados para validar sistemas de controlo, modelos aerodinâmicos e desempenho estrutural da aeronave.</P><br />
<P>Os testes fazem parte do desenvolvimento do eVTOL, sigla em inglês para veículo elétrico de descolagem e aterragem vertical.</P><br />
<P>&#8220;A fase concluída gerou dados de alta fidelidade, contribuindo para a maturidade do programa à medida que a Eve avança rumo aos testes de transição de voo&#8221;, informou a empresa em comunicado. </P><br />
<P>Segundo a Eve, o protótipo demonstrou estabilidade em voos pairados e em manobras de baixa velocidade, inicialmente abaixo de 15 nós, equivalentes a cerca de 28 quilómetros por hora.</P><br />
<P>A companhia afirmou que os ensaios avançaram posteriormente para velocidades próximas de 20 nós, cerca de 37 quilómetros por hora, incluindo comandos simultâneos nos quatro eixos de controlo da aeronave.</P><br />
<P>Entre os resultados divulgados estão mais de 100 pontos de ensaio em voo, além das primeiras demonstrações do sistema de aterragem automática e do modo simplificado &#8220;fly-by-wire&#8221;.</P><br />
<P>A aeronave atingiu ainda 215 pés de altitude, cerca de 65 metros, permanecendo em voo por até 3 minutos e 48 segundos, segundo os dados apresentados pela empresa.</P><br />
<P>A Eve acrescentou que os níveis de ruído permaneceram dentro das expectativas previstas, enquanto os sistemas de propulsão e baterias superaram as projeções iniciais da fabricante.</P><br />
<P>Nas próximas semanas, informou a companhia, protótipo realizará ensaios em solo antes do início da fase de voos de transição, prevista para começar no segundo semestre de 2026.</P><br />
<P>A Embraer é fabricante e líder mundial de aeronaves comerciais até 150 lugares, tem mais de 100 clientes em todo o mundo e mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, no continente americano, África, Ásia e Europa.</P><br />
<P>Em Portugal, é acionista maioritária da OGMA &#8212; Indústria Aeronáutica de Portugal, em Alverca, com 65% do capital.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766170]]></sapo:autor>
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		<title>Programa satírico &#8220;The Late Show&#8221; termina após pressão de Trump contra apresentador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 23:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa satírico norte-americano "The Late Show" vai hoje para o ar pela última vez, ao fim de 33 anos, num cancelamento pela estação CBS que o apresentador, Stephen Colbert, e outros consideram cedência a pressões de Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O programa satírico norte-americano &#8220;The Late Show&#8221; vai hoje para o ar pela última vez, ao fim de 33 anos, num cancelamento pela estação CBS que o apresentador, Stephen Colbert, e outros consideram cedência a pressões de Donald Trump. </P><br />
<P>Nas últimas semanas, o &#8220;The Late Show&#8221; recebeu vários convidados de alto nível, incluindo o ex-presidente Barack Obama, o ator Tom Hanks e a apresentadora Oprah Winfrey, tendo todos manifestado apoio face à decisão da CBS de tirar do ar o programa líder de audiências no seu horário. </P><br />
<P>Na quarta-feira, para o penúltimo programa, o cantor Bruce Springsteen, crítico assumido de Donald Trump, compareceu para demonstrar o seu apoio ao apresentador. </P><br />
<P>&#8220;És o primeiro tipo nos Estados Unidos a perder o programa porque temos um Presidente que não tolera uma piada&#8221;, disse o célebre compositor.</P><br />
<P>No palco do teatro Ed Sullivan, na Broadway nova-iorquina, Springsteen interpretou ainda &#8220;Streets of Minneapolis&#8221;, o seu hino musical contra a repressão da imigração no país. </P><br />
<P>A CBS insistiu que a decisão de cancelar o &#8220;The Late Show&#8221; foi puramente financeira, sem relação com os esforços da Paramount, sua empresa-mãe, para obter a aprovação do governo para a sua fusão de 8,4 mil milhões de dólares com a Skydance Media.  </P><br />
<P>Mas muitos, incluind o apresentador de 62 anos, viram na decisão a mão do Presidente norte-americano, em guerra aberta contra os media que considera hostis. </P><br />
<P>Colbert chegou a apelidar de &#8220;grande suborno&#8221; um pagamento de 16 milhões de dólares feito pela Paramount a Trump, numa queixa após uma polémica sobre a edição de uma entrevista com a sua antiga rival presidencial, Kamala Harris. </P><br />
<P>Em várias ocasiões, o Trump considerou a CBS &#8220;fora de controlo&#8221;, chamando a Colbert &#8220;um desastre patético&#8221; que precisava de ser &#8220;tirado de cena&#8221;. </P><br />
<P>Desde então, a jornalista e empresária de media Bari Weiss foi nomeada chefe da CBS News, onde promoveu uma reestruturação. </P><br />
<P>Tal como os seus colegas de outros &#8216;talk shows&#8217; noturnos, Stephen Colbert é um acérrimo crítico do Presidente republicano, implacavelmente satirizado no ar. </P><br />
<P>Colbert ficou visivelmente emocionado na semana passada quando foi acompanhado em direto pelos seus colegas e concorrentes de outras estações &#8212; Jimmy Kimmel, Seth Meyers, John Oliver e Jimmy Fallon &#8212; que vieram prestar homenagem e expressar o seu apoio. </P><br />
<P>O próprio Kimmel foi brevemente afastado do ar em setembro de 2025 pela sua estação, a ABC, após uma reação negativa dos republicanos por um comentário que fez sobre o assassínio do influenciador ultraconservador Charlie Kirk. </P><br />
<P>Depois de se iniciar no teatro de improviso, Stephen Colbert entrou na carreira televisiva em 1995, antes de se juntar ao &#8220;The Daily Show&#8221; de Jon Stewart em 1997, encarnando um apresentador conservador reacionário. </P><br />
<P>Foi com esta personagem que criou o seu próprio programa, &#8220;The Colbert Report&#8221;, em 2005, antes do auge da sua carreira com &#8220;The Late Show&#8221; dez anos depois. </P><br />
<P>Para o futuro, Stephen Colbert admitiu lançar um novo programa, sem adiantar pormenores. </P><br />
<P>Grande fã do universo do autor britânico Tolkien, anunciou ainda que vai escrever com o realizador neozelandês Peter Jackson um novo filme baseado em &#8220;O Senhor dos Anéis&#8221;. </P><br />
<P>Para o episódio final do programa, gravado hoje, a lista de convidados foi mantida em segredo. </P><br />
<P>Na semana passada, Stephen Colbert recebeu também o antigo apresentador e criador do programa, David Letterman, que substituiu em 2015. Em jeito de crítica, os dois subiram ao telhado do edifício e atiraram móveis do estúdio para um grande logótipo da CBS colocado no passeio. </P><br />
<P>&#8220;Podem tirar o programa a um homem&#8221;, disse David Letterman. &#8220;Mas não lhe podem tirar a voz.&#8221;  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766169]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acelen anuncia 1,38 mil ME para dar início a construção de biorrefinaria no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:53:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Acelen Renováveis anunciou hoje um investimento de 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,38 mil milhões de euros) para iniciar a construção de uma biorrefinaria de combustíveis renováveis na Baía.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Acelen Renováveis anunciou hoje um investimento de 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,38 mil milhões de euros) para iniciar a construção de uma biorrefinaria de combustíveis renováveis na Baía.</P><br />
<P>A empresa de energia pertence a Mubadala Capital, fundo soberano de Abu Dhabi Emirados Árabes Unidos. </P><br />
<P>A expetativa da empresa é que a construção da biorrefinaria na cidade baiana de São Francisco do Conde leve dois anos e meio, e que as operações estão previstas para início de 2029.</P><br />
<P>A nova unidade terá capacidade para produzir um mil milhão de litros anuais de Combustível Sustentável de Aviação (SAF, na sigla em inglês). </P><br />
<P>Já o &#8220;Diesel Verde&#8221; (HVO, na sigla em inglês), que é biocombustível produzido a partir de óleos vegetais ou de gordura animal, a empresa estima volume equivalente a 20 mil barris por dia.</P><br />
<P>O empreendimento, informou a Acelen Renováveis, já tem engenharia integrada concluída, &#8220;contratos estratégicos negociados&#8221; e aproximadamente 90% da comercialização de SAF e de HVO já estruturados e assinados.</P><br />
<P>Parte dos investimentos será financiada por um consórcio apoiado e liderado por HSBC e IFC, que reúne dez instituições financeiras nacionais e internacionais.</P><br />
<P>São elas: Banco Nacional do Desenvolvimento Económico e Social(BNDES), First Abu Dhabi Bank, Abu Dhabi Commercial Bank, BID Invest, Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB), Development Finance Institute Canada (FinDev Canada), KfW IPEX-Bank, Bradesco, BBVA, Bank of China.</P><br />
<P>O investimento total na primeira unidade integrada deve superar 3 mil milhões de dólares, o equivalente a 2,58 mil milhões de euros, o que inclui o desenvolvimento agroindustrial com plantação, extração e beneficiamento dos coprodutos da macaúba.</P><br />
<P>Segundo da empresa, a nova biorrefinaria busca posicionar o Brasil entre os principais polos globais de combustíveis sustentáveis para aviação e transporte pesado, além de ampliar a segurança energética.</P><br />
<P>O sócio do Mubadala Capital, Leonardo Yamamoto, informou, por meio de nota, que o Brasil reúne condições únicas para liderar a transição energética global, &#8220;combinando escala agrícola, excelência industrial e uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766164]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chega adia congresso para último trimestre do ano e marca eleições para distritais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional do Chega decidiu hoje, por unanimidade, adiar o congresso para o último trimestre do ano e marcar eleições para comissões políticas distritais e regionais para 28 de junho e 05 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Nacional do Chega decidiu hoje, por unanimidade, adiar o congresso para o último trimestre do ano e marcar eleições para comissões políticas distritais e regionais para 28 de junho e 05 de julho.</P><br />
<P>&#8220;O Conselho Nacional do partido Chega aprovou, por unanimidade, na noite desta quinta-feira, a marcação de eleições para as comissões políticas distritais e regionais e o adiamento da realização da Convenção Nacional&#8221;, pode ler-se no comunicado enviado à comunicação social.</P><br />
<P>O congresso do partido ficou assim adiado para &#8220;o último trimestre do ano&#8221; e as eleições para as estruturas distritais e regionais &#8220;para os dias 28 de junho e 05 de julho&#8221;.</P><br />
<P>Em 14 de abril, o líder do Chega, André Ventura, tinha admitido que o congresso do partido, que estava previsto para este mês de maio, poderia ser adiado para depois das eleições dos órgãos locais e regionais.</P><br />
<P>   &#8220;Nós vamos ter um Conselho Nacional que vai determinar exatamente o dia do congresso e a eleição dos delegados. É possível que haja aqui algum adiamento, sobretudo porque o partido terá que realizar também eleições em todos os seus órgãos distritais e regionais, e é isso que está nessa fase de organização neste momento&#8221;, disse então.</P><br />
<P>Em 24 de fevereiro, o partido anunciou que a Direção Nacional iria propor a realização da próxima convenção nos dias 08, 09 e 10 de maio, uma reunião magna em que seriam eleitos novos órgãos nacionais e votadas alterações aos estatutos.</P><br />
<P>Hoje, no discurso de abertura deste Conselho Nacional, o presidente do Chega, André Ventura, tinha pedido aos militantes responsabilidade e unidade em torno da sua liderança, avisando que, caso o partido se preocupe mais com a vida interna do que com o país, arrisca tornar-se secundário para os portugueses.</P><br />
<P>&#8220;Luís Montenegro disse que sabia que havia pessoas no PSD que não concordavam com ele e, por isso, que os seus adversários saíssem da toca e viessem à luta. Eu tenho outra coisa para vos propor hoje. Eu não vos quero propor que venham à luta, eu quero vos propor que nos juntemos por Portugal nestes próximos meses&#8221;, disse Ventura. </P><br />
<P>O presidente do Chega pediu responsabilidade aos militantes nestes próximos meses para evitar &#8220;distúrbio de sintonia e perturbação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não vos estou a pedir que desistam daquilo que são, não vos estou a pedir que abdiquem daquelas que são as vossas convicções, não vos estou a pedir que abdiquem das vossas ambições, não vos estou a pedir sequer que abdiquem das vossas aspirações internas. Estou-vos a pedir o que um líder político deve pedir quando mete o seu país primeiro&#8221;, justificou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766163]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ébola: Uganda suspende todos os transportes públicos para a RDCongo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:42:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Uganda suspendeu hoje todos os transportes públicos para a República Democrática do Congo (RDCongo), devido à propagação do surto de Ébola que já provocou pelo menos 160 mortos no país vizinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Uganda suspendeu hoje todos os transportes públicos para a República Democrática do Congo (RDCongo), devido à propagação do surto de Ébola que já provocou pelo menos 160 mortos no país vizinho.</P><br />
<P>A Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu no domingo um alerta de saúde internacional em resposta ao 17.º surto de ébola no leste da RDCongo, na província de Ituri, que faz fronteira com o Uganda.</P><br />
<P>O Uganda reportou posteriormente dois casos suspeitos de Ébola, ambos cidadãos congoleses que tinham chegado recentemente da RDCongo. </P><br />
<P>Um dos casos suspeitos já faleceu, segundo as autoridades, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>O outro paciente testou negativo duas vezes e o Uganda não tem atualmente casos ativos de Ébola, de acordo com o Ministério da Saúde.</P><br />
<P>Todo o transporte público para a RDCongo, incluindo ferries e autocarros transfronteiriços, foi suspenso durante quatro semanas, adiantou hoje o ministério em comunicado, com exceção do transporte de carga e alimentos.</P><br />
<P>Todos os voos para a RDCongo foram também temporariamente suspensos, com a diretiva a entrar em vigor nas próximas 48 horas.</P><br />
<P>&#8220;Dada a proximidade do Uganda ao epicentro (do surto) e as estreitas ligações transfronteiriças (&#8230;) o risco de importação de mais casos (de doentes) continua elevado&#8221;, frisou Diana Atwine, secretária permanente do Ministério da Saúde do Uganda, em comunicado.</P><br />
<P>Suspeita-se que o vírus já tenha causado 160 mortes em 671 casos prováveis na RDCongo, de acordo com os dados mais recentes divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Saúde Pública da RDCongo (INSP).</P><br />
<P>Em resposta a este surto de febre hemorrágica altamente contagiosa, que apresenta uma taxa de mortalidade de aproximadamente 50%, segundo o Ministério da Saúde do Uganda, os Estados Unidos anunciaram na segunda-feira medidas de rastreio sanitário mais rigorosas para os passageiros aéreos provenientes da RD Congo, Uganda e Sudão do Sul.</P><br />
<P>No dia seguinte, o Bahrein anunciou a proibição de entrada, durante um mês, aos visitantes destes três países.</P><br />
<P>Não existe vacina ou tratamento clínico para a estirpe Bundibugyo do vírus Ébola, responsável pelo surto atual.</P><br />
<P>A RDCongo é regularmente afetada por epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766159]]></sapo:autor>
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		<title>Palestina retira candidatura na ONU após alegada ameaça dos EUA de revogar vistos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:22:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Palestina retirou hoje a sua candidatura à vice-presidência da Assembleia-Geral da ONU, após, segundo a cadeia NPR, os Estados Unidos ameaçarem revogar os vistos de funcionários da missão palestiniana nas Nações Unidas caso não desistisse da corrida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Palestina retirou hoje a sua candidatura à vice-presidência da Assembleia-Geral da ONU, após, segundo a cadeia NPR, os Estados Unidos ameaçarem revogar os vistos de funcionários da missão palestiniana nas Nações Unidas caso não desistisse da corrida.</P><br />
<P>&#8220;Informamos que a nomeação do Estado da Palestina para uma posição de vice-presidente da Assembleia-Geral da ONU para a 81.ª sessão foi retirada&#8221;, confirmou hoje Neice Collins, porta-voz da presidente da Assembleia-Geral, num e-mail enviado às redações.</P><br />
<P>A controvérsia surgiu após um memorando interno do Departamento de Estado dos Estados Unidos, obtido pela NPR, instruir diplomatas norte-americanos a pressionarem as autoridades palestinianas para que retirassem a sua candidatura ou enfrentariam a possível revogação dos vistos da sua delegação na ONU.</P><br />
<P>Um dos motivos da mensagem do Departamento de Estado, ainda segundo a NPR, é que Washington acredita que o representante palestiniano na ONU, Riyad Mansour, tem um &#8220;histórico de acusações de genocídio contra Israel&#8221; e que a sua candidatura a este cargo de alto escalão na ONU &#8220;alimenta tensões&#8221; e prejudica o plano de paz do Presidente norte-americano, Donald Trump, para Gaza.</P><br />
<P>Questionado sobre o assunto, Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, salientou hoje que a delegação palestiniana é membro observador permanente da ONU e, portanto, &#8220;deveria ter acesso a Nova Iorque, viajar para Nova Iorque e trabalhar em Nova Iorque&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tudo isso está previsto no Acordo com o País Anfitrião e não gostaríamos de ver qualquer alteração nesse sentido&#8221;, acrescentou o porta-voz de António Guterres.</P><br />
<P>Segundo alguns meios de comunicação, esta não é a primeira vez que a Palestina retira a sua candidatura a um cargo na ONU após sofrer pressão.</P><br />
<P>A representação palestiniana nas Nações Unidas funciona como uma missão permanente de observação, uma vez que a Palestina tem o estatuto de Estado observador, e não de Estado-membro pleno.</P><br />
<P>Após a retirada da Palestina, o Líbano apresentou a sua candidatura para um dos 21 cargos de vice-presidente na Assembleia-Geral das Nações Unidas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766150]]></sapo:autor>
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		<title>Suspeitos de abandono de duas crianças francesas presentes a juiz na 6.ª feira &#8211; GNR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:12:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os suspeitos de abandonarem duas crianças francesas encontradas sozinhas em Alcácer do Sal vão ser presentes a um juiz de instrução criminal em Setúbal, em principio na sexta-feira à tarde, adiantou hoje o porta-voz da GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os suspeitos de abandonarem duas crianças francesas encontradas sozinhas em Alcácer do Sal vão ser presentes a um juiz de instrução criminal em Setúbal, em principio na sexta-feira à tarde, adiantou hoje o porta-voz da GNR.</P><br />
<P>O homem, de 55 anos, e a mulher, de 41 anos, suspeitos de violência doméstica e abandono das duas crianças, foram hoje detidos em Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém.</P><br />
<P>Os suspeitos vão ser presentes, por crimes alegadamente cometidos em território nacional, a um juiz de instrução criminal do Tribunal de Setúbal, em principio sexta-feira à tarde, indicou Carlos Canatário, porta-voz da GNR, na RTP Notícias.</P><br />
<P>A Lusa tentou procurar obter mais informações junto do porta-voz da GNR, mas não foi possível até ao momento.</P><br />
<P>Carlos Canatário destacou ainda hoje à noite na RTP Notícias que existiam dois processos em França relacionados com a mulher, um sobre responsabilidade de poder parental, entre pai e mãe, e um por subtração de menores, um outro filho de 16 anos, que alegadamente também terá sido abandonado em França aquando da vinda para Portugal.</P><br />
<P>O porta-voz da GNR indicou ainda que, pelo facto de existir em simultâneo mandatos de detenção europeus, os suspeitos &#8220;terão que ser presentes também ao Tribunal da Relação, independente do que seja tratado neste primeiro tribunal, porque é esse o circuito que está estabelecido&#8221; nestes casos.</P><br />
<P>Questionado sobre a cooperação dos suspeitos desde que foram detidos, Carlos Canatário apontou, na entrevista pelas 21:00, que não tinha existido até agora &#8220;grande cooperação&#8221; com a GNR, acrescentando que no momento da detenção não houve qualquer reação, nem foram hostis.</P><br />
<P>Na terça-feira, por volta das 19:00, os dois irmãos, de nacionalidade francesa e com 4 e 5 anos, foram encontrados quando se encontravam sozinhos e a vaguear junto à Estrada Nacional 253 (EN253), na zona do Monte Novo do Sul, entre Comporta e Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.</P><br />
<P>A ministra da Justiça disse hoje já haver por parte das autoridades franceses um pedido de retorno das duas crianças encontradas no Alentejo em situação de abandono.</P><br />
<P>Rita Alarcão Júdice manifestou-se satisfeita por as autoridades em Portugal terem &#8220;rapidamente conseguido encontrar ou deslindar este problema&#8221;, depois de a mãe e o padrasto das duas crianças terem sido encontrados pela GNR em Fátima.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766140]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro diz que o país deve inspirar-se nos seus atletas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que o país deve inspirar-se nos seus atletas e multiplicar em todos os setores de atividade aquilo que os portugueses fazem no desporto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que o país deve inspirar-se nos seus atletas e multiplicar em todos os setores de atividade aquilo que os portugueses fazem no desporto.</P><br />
<P>&#8220;Tenho dito muitas vezes que o país se deve inspirar no desporto, se deve inspirar nos nossos atletas, e deve multiplicar em todos os setores de atividade o espírito do trabalho, da entreajuda, de levar mais longe e bater o recorde (&#8230;) Nós temos tudo para poder multiplicar, noutras áreas, aquilo que fazemos no desporto&#8221;, disse Montenegro.</P><br />
<P>O governante falava durante a gala de condecoração de atletas olímpicos, paralímpicos e surdolímpicos, que decorreu esta noite no velódromo nacional de Sangalhos, em Anadia, no Distrito de Aveiro.</P><br />
<P>No seu discurso, Montenegro confessou que o Governo tem uma paixão pelo desporto, considerando que se trata de &#8220;um elemento fundamental na formação dos cidadãos e da coesão social e um elemento formativo, por ser uma escola de princípios e por ser um terreno onde à partida somos todos iguais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta filosofia é uma filosofia que nos traz medalhas, que nos traz alegrias, que nos traz às vezes alguns dissabores, mas é uma filosofia que faz um povo progredir, um povo que acredita em si, um povo que acredita nas suas capacidades e as explora e as potencia, é um povo com maior capacidade de criar riqueza&#8221;, disse.</P><br />
<P>O chefe do executivo destacou ainda o investimento que o Governo tem vindo a fazer em infraestruturas desportivas, em condições e equipamentos, em possibilidade de treino, &#8220;no apoio constante, permanente e perseverante&#8221;, adiantando que isso pode efetivamente trazer resultados.</P><br />
<P>Como exemplo, apontou o velódromo de Sangalhos que está a ser alvo de requalificação, cumprindo uma promessa que o próprio fez aos campeões olímpicos Iúri Leitão e Rui Oliveira, no dia em que conquistaram a medalha na vertente de Madison em ciclismo de pista dos Jogos Olímpicos.</P><br />
<P>&#8220;Dificilmente alcançaríamos as medalhas sem que este velódromo existisse. E, portanto, ele não é a condição para o resultado ser obrigatório, mas é uma condição necessária para atingir esse resultado&#8221;, afirmou, adiantando que não será por desinvestimento, que Portugal não pode levar bem alta a sua bandeira e explorar todo o potencial que os atletas nacionais têm dentro de si.</P><br />
<P>Sob o lema &#8220;Em nome de Portugal: Muito para além do pódio&#8221;, a cerimónia teve como objetivo homenagear atletas medalhados que até à data não tinham sido alvo do reconhecimento institucional.</P><br />
<P>No total, foram galardoados cerca de 50 atletas de alto rendimento, que conquistaram medalhas de ouro, prata e bronze, em diversas modalidades, sendo que alguns deles foram distinguidos a título póstumo.</P><br />
<P>Entre os condecorados esteve o campeão olímpico Nélson Évora, vencedor da medalha de ouro para Portugal nos Jogos Olímpicos Pequim2008.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766136]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street fecha em alta e com recorde do Dow Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:00:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, graças à baixa da cotação do petróleo e à esperança dos investidores com um acordo EUA-Irão, levando mesmo o Dow Jones a um recorde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, graças à baixa da cotação do petróleo e à esperança dos investidores com um acordo EUA-Irão, levando mesmo o Dow Jones a um recorde. </P><br />
<P>O recorde do índice seletivo Dow Jones Industrial Average, o primeiro desde fevereiro foi alancado graças a uma valorização de 0,55%, enquanto o tecnológico Nasdaq ganhou 0,09% e o alargado S&amp;P500 progrediu 0,17%.</P><br />
<P>&#8220;Os investidores estão a mostrar os seus músculos e a apostarem no fim da guerra no Médio Oriente em breve&#8221;, disse Peter Cardillo, da Spartan Capital Securities, em declarações à AFP.</P><br />
<P>Os esforços para acabar com esta guerra intensificaram-se hoje, com a visita a Teerão de um dirigente do Paquistão, que está a mediar as negociações. </P><br />
<P>&#8220;O anúncio por um meio saudita de um eventual acordo de cessar-fogo entre as duas partes&#8221; também foi acolhido positivamente pelos operadores, destacaram os analistas da Briefing.com.</P><br />
<P>Estas esperanças de uma resolução da guerra fizeram cair as cotações do petróleo, bem como os rendimentos da dívida pública dos EUA, com os dos títulos a 10 anos a passarem de 4,59% de quarta-feira para 4,57%. </P><br />
<P>Ao mesmo tempo, os investidores não foram afetados pelos resultados divulgados na quarta-feira pela Nvidia, que hoje fechou em baixa de 1,77%.</P><br />
<P>A primeira capitalização mundial apresentou um lucro de 58,3 mil milhões de dólares no primeiro trimestre, mais do triplo do homólogo e acima do esperado. </P><br />
<P>Mas a ação sofreu com as &#8220;inquietações ligadas a uma concorrência cada vez mais viva&#8221;, sublinhou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Por outro lado, &#8220;alguns analistas apontam que a Nvidia estaria a investir em empresa que, por sua vez, utilizariam este capital para adquirir os semicondutores da Nvidia, criando assim um círculo vicioso, que aumenta o volume de negócios sem que isso reflita uma procura final real&#8221;, observou Mark Malek, de Siebert Financial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766129]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ventura pede aos militantes responsabilidade e unidade em torno da sua liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 21:47:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega pediu hoje aos militantes responsabilidade e unidade em torno da sua liderança, avisando que, caso o partido se preocupe mais com a vida interna do que com o país, arrisca tornar-se secundário para os portugueses.</P><br />
<P>&#8220;Luís Montenegro disse que sabia que havia pessoas no PSD que não concordavam com ele e, por isso, que os seus adversários saíssem da toca e viessem à luta. Eu tenho outra coisa para vos propor hoje. Eu não vos quero propor que venham à luta, eu quero vos propor que nos juntemos por Portugal nestes próximos meses&#8221;, disse André Ventura na intervenção de abertura do Conselho Nacional do Chega, que decorre hoje em Lisboa.</P><br />
<P>Falando na abertura da reunião deste órgão do partido que tem na ordem de trabalhos, entre outros temas, a calendarização do próximo congresso, Ventura pediu responsabilidade aos militantes nestes próximos meses para evitar &#8220;distúrbio de sintonia e perturbação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não vos estou a pedir que desistam daquilo que são, não vos estou a pedir que abdiquem daquelas que são as vossas convicções, não vos estou a pedir que abdiquem das vossas ambições, não vos estou a pedir sequer que abdiquem das vossas aspirações internas. Estou-vos a pedir o que um líder político deve pedir quando mete o seu país primeiro&#8221;, justificou.</P><br />
<P>O presidente do Chega recorreu àquele que foi um dos seus lemas nas legislativas de há um ano.</P><br />
<P>&#8220;Nas últimas eleições pedi aos portugueses uma oportunidade para poder transformar o país. Agora, hoje e no próximo Congresso, pedir-vos-ei essa oportunidade, não contra mim, mas para juntos vencermos por Portugal&#8221;, apelou.</P><br />
<P>Ventura deixou ainda um aviso sobre a vida interna do Chega.</P><br />
<P>&#8220;Cada vez que um partido se perde a olhar para dentro, em vez de olhar para fora, cada vez que um líder se preocupa com questões de natureza secundária em vez da vida das pessoas, as pessoas entendem que esse partido também se tornou secundário na vida deles. Quando nós nos preocupamos mais com a nossa vida interna do que com a vida das pessoas, as pessoas começarão a pensar que talvez nós não sejamos a solução que eles querem&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Na perspetiva do presidente do Chega, &#8220;ninguém se levanta de manhã para chegar a casa à noite quer saber que deliberação vamos tomar hoje sobre o não sei quantos congresso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Muitas vezes perguntam-me porque é que não estamos a olhar mais para o que se passa nos Açores, na Madeira, no Algarve, no Porto, em Braga, em Viseu, em Faro, em Lisboa, onde for. E por que é que o presidente insiste tanto em falar para fora? Mas, caros, os partidos não existem para dentro&#8221;, justificou. </P><br />
<P>O Conselho Nacional de hoje vai também debater a revisão e aprovação do regulamento eleitoral dos órgãos nacionais, secções regionais e secções distritais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766127]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>NATO: Proposta de 0,25% de PIB para Ucrânia discutida em encontro informal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 21:14:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro dos negócios estrangeiros, Paulo Rangel, esteve hoje no encontro informal do Conselho NATO-Ucrânia, onde foi abordada a recente proposta do secretário-geral da Aliança de alocação de 0,25% do PIB dos membros para apoio à Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos negócios estrangeiros, Paulo Rangel, esteve hoje no encontro informal do Conselho NATO-Ucrânia, onde foi abordada a recente proposta do secretário-geral da Aliança de alocação de 0,25% do PIB dos membros para apoio à Ucrânia.</P><br />
<P>À Lusa, Paulo Rangel disse que o tema &#8220;foi referido (&#8230;) nos discursos de abertura, nas conversações a dois, a três e a mais que aqui houve, porque se trata, obviamente, de um jantar informal&#8221;.</P><br />
<P>A proposta foi avançada por Mark Rutte em finais de Abril, mas só veio a público há cerca de uma semana. A ideia tem vindo a circular, apesar da oposição de países como a França e o Reino Unido, segundo noticiou o jornal Politico.</P><br />
<P>Paulo Rangel não quis revelar a posição do Governo português sobre a proposta. &#8220;Não vou adiantar-me sobre isso, primeiro porque isso exige um consenso de todos. Há uma coisa que todos sabem: Portugal é totalmente solidário com a Ucrânia, ainda hoje tive aqui um encontro informal, muito substantivo, com o ministro [dos negócios estrangeiros ucraniano] Andrii Sybiha&#8221;, disse.</P><br />
<P>Sobre o encontro de amanhã, com os homólogos dos outros países-membros da Aliança Atlântica, o ministro dos negócios estrangeiros disse que &#8220;o objetivo principal é trocar impressões sobre a situação na Ucrânia e a situação no Médio Oriente&#8221;, assim como preparar a cimeira da NATO em Ancara, que se realizará em Julho.</P><br />
<P>&#8220;Obviamente haverá um balanço daquilo que têm sido as relações transatlânticas e julgo que temos aqui um trabalho muito importante na preparação e na formatação daqueles que podem ser os resultados práticos dessa cimeira para o futuro da NATO&#8221;, disse em declarações à Lusa.</P><br />
<P>Quanto ao sobressalto de ontem na capital da Lituânia, onde o presidente e primeiro-ministro tiveram que se abrigar num bunker após um alarme de actividade de drones junto à fronteira bielorrussa, Rangel fala em &#8220;provocação russa&#8221; que o Governo segue &#8220;com preocupação&#8221; e relembra que Portugal tem forças presentes na Estónia e na Lituânia.</P><br />
<P>Paulo Rangel está em Helsingborg para a reunião ministerial da NATO, em que a Ucrânia, o Médio Oriente e orçamentos de Defesa dos Estados-membros da NATO vão dominar a agenda. A Suécia recebe um encontro da Aliança pela primeira vez, desde que se tornou o seu mais recente membro em 2024. </P><br />
<P>O encontro contará com a presença do secretário de Estado norte-americano Marco Rubio, que tem feito duras critícas à NATO, num momento em que a administração Trump declara abertamente a sua intenção de reduzir a presença militar americana na Europa da Aliança.</P></p>
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		<title>Portugal entre 86 delegações que defenderam na ONU agenda de proteção dos civis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:58:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal está entre as 86 delegações que se comprometeram hoje, na ONU, com o fortalecimento da agenda de proteção aos civis num momento de fortes restrições financeiras no universo das Nações Unidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal está entre as 86 delegações que se comprometeram hoje, na ONU, com o fortalecimento da agenda de proteção aos civis num momento de fortes restrições financeiras no universo das Nações Unidas.</P><br />
<P>&#8220;Em tempos de conflito, reformas e restrições financeiras, proteger os civis não pode tornar-se opcional: é tanto uma obrigação legal quanto um dever moral&#8221;, escreveu hoje a Missão de Portugal na ONU, na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;Portugal juntou-se ao lançamento dos Compromissos Conjuntos e continuará a trabalhar para prevenir conflitos, fazer parcerias para a paz e proteger os civis em todos os lugares&#8221;, acrescentou, referindo-se a uma declaração conjunta lida hoje, na sede da ONU, em Nova Iorque, pelo representante permanente da Suíça junto das Nações Unidas, um momento que contou também com a presença do embaixador português, Rui Vinhas.</P><br />
<P>Oitenta e seis delegações junto da ONU uniram-se hoje para reafirmar que a proteção de civis deve permanecer no centro dos esforços das Nações Unidas em matéria de paz e segurança, ajuda humanitária e direitos humanos, incluindo no Conselho de Segurança, na Assembleia-Geral e em outros fóruns relevantes.</P><br />
<P>&#8220;Num momento de necessidades crescentes, recursos cada vez mais escassos e reformas institucionais, comprometemo-nos a traduzir a vontade política em ações concretas para tornar a proteção de civis uma realidade no terreno&#8221;, diz o comunicado conjunto lido pelo embaixador suíço, Frank Grutter.</P><br />
<P>Comprometeram-se em empenhar esforços que previnam a escalada de conflitos e abordem as causas da violência antes que resultem em danos para os civis, assim como em respeitar o direito internacional humanitário e dos direitos humanos, bem como o direito dos refugiados.</P><br />
<P>&#8220;Também nos empenharemos para garantir a responsabilização por todas as violações, inclusive defendendo investigações sistemáticas e o julgamento de suspeitos, o reconhecimento dos custos diretos e reparações significativas para os civis afetados&#8221;, diz a nota.</P><br />
<P>Em segundo lugar, expressaram compromisso em apoiar os processos de reforma em curso nas Nações Unidas, incluindo a reestruturação institucional e medidas de eficiência em todo o sistema, &#8220;com o objetivo de fortalecer, em vez de enfraquecer, os resultados da proteção aos civis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trabalharemos para garantir que quaisquer mudanças no financiamento humanitário, na coordenação e nos modelos operacionais não aumentem os riscos para os atores locais nem deixem para trás as populações vulneráveis&#8221;, prometeram.</P><br />
<P>Num momento de pressão financeira e política sem precedentes sobre as Nações Unidas, os diplomatas garantiram igualmente dedicar esforços para que as reduções orçamentárias e a austeridade financeira não prejudiquem as funções de proteção e permitam a implementação adequada dos mandatos de proteção.</P><br />
<P>&#8220;Orientaremos as decisões de alocação de recursos com vista à proteção de civis. Buscaremos fornecer financiamento sustentado, flexível e direto aos atores de proteção locais e nacionais, reconhecendo que eles são os primeiros a responder e os últimos a sair&#8221;, frisa o texto.</P><br />
<P>&#8220;Repetiremos isso enquanto for necessário: os civis devem ser protegidos. Não é apenas uma obrigação perante o direito internacional, mas também um dever moral&#8221;, concluiu Frank Grutter.</P><br />
<P>A ONU enfrenta atualmente um grave problema financeiro e orçamental, potenciado pelos cortes de verbas decretados pelo atual Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Apesar da carga de trabalho da ONU aumentar anualmente, os recursos estão a diminuir em todos os setores, o que obrigou o secretário-geral, António Guterres, a fazer reduções significativas no orçamento e cortes de postos de trabalho.</P></p>
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