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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Estado da nação: Primeiro-ministro abre hoje debate com exames no centro da polémica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 04:05:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro abre hoje o debate do estado da nação, que deverá ficar marcado pelos problemas registados na correção dos exames nacionais, e com o ministro da Administração Interna também alvo de fortes críticas por parte do Chega.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro abre hoje o debate do estado da nação, que deverá ficar marcado pelos problemas registados na correção dos exames nacionais, e com o ministro da Administração Interna também alvo de fortes críticas por parte do Chega.</P><br />
<P>O debate tem uma duração aproximada de quatro horas e será aberto com uma intervenção de Luís Montenegro, de até 30 minutos, sendo igualmente encerrado pelo Governo. Seguem-se pedidos de esclarecimento dos partidos, a começar pelo Chega, e depois PSD, PS, IL, Livre, PCP, CDS-PP, BE, PAN e JPP.</P><br />
<P>Os problemas nas correções dos exames, no ano de estreia da avaliação digital das provas feitas em papel, levaram o Governo a adiar o prazo de afixação das notas para sexta-feira e a um coro de críticas da oposição, entre propostas de comissões de inquérito (BE) e pedidos de um debate de urgência (Chega e PCP) com o ministro da Educação, Fernando Alexandre, entretanto agendado para sexta-feira.</P><br />
<P>O primeiro-ministro já assegurou que mantém a confiança no ministro da Educação, admitiu que pode ter havido &#8220;alguma falha dos responsáveis políticos e dos serviços&#8221;, mas apontou igualmente à resistência de alguns professores, que &#8220;perturba o processo&#8221;, embora ressalvando que &#8220;a grande maioria está com este passo&#8221;.</P><br />
<P>Numa iniciativa sobre ciência e inovação, em que não se referiu diretamente aos exames, Montenegro defendeu que &#8220;o país tem de perder o medo de falhar, porque só quem não tem medo de falhar é que consegue acertar verdadeiramente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mesmo que aqui ou ali as coisas possam correr menos bem, nós vamos arriscar na mesma&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>O Chega já prometeu repetir hoje no plenário as críticas que tem feito nos últimos dias ao ministro da Administração Interna, não só acusado de ameaçar o líder do partido, André Ventura, mas também de um eventual conflito de interesses por ter contratado, a título particular, um empreiteiro que fazia obras para a Polícia Judiciária, quando Luís Neves dirigia esta instituição.</P><br />
<P>O debate realiza-se cerca de um mês depois da derrota do Governo na revisão da legislação laboral: após meses de negociações infrutíferas na concertação social e algumas semanas na Assembleia da República com o Chega &#8212; que pretendia como contrapartida uma descida da idade da reforma -, o diploma acabou chumbado por todos os partidos. </P><br />
<P>Há um ano, o debate ficou marcado pelo anúncio, logo no arranque, de que o Governo iria aprovar um novo suplemento extraordinário entre 100 e 200 euros para todas as pensões até 1.567,50 euros e uma proposta de lei de redução do IRC para 19% em 2026, 18% em 2027 e 17% em 2028.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o ministro das Finanças afirmou no parlamento que o Governo ainda está a avaliar se existe margem para um novo suplemento de pensões este ano.</P><br />
<P>A previsão do executivo para 2026 é de um saldo orçamental equilibrado, de 0% do PIB, tendo em conta o impacto das tempestades que atingiram o país no início do ano e do conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>PSD e CDS-PP governam em coligação desde abril de 2024, em dois executivos liderados por Luís Montenegro, com uma interrupção para eleições legislativas antecipadas em maio de 2025, na sequência do chumbo de uma moção de confiança apresentada pelo Governo após semanas de críticas da oposição sobre a vida patrimonial e pessoal do primeiro-ministro e a empresa Spinumviva.</P><br />
<P>Nessas eleições, a coligação AD (PSD/CDS-PP) voltou a vencer sem maioria, aumentando o número de deputados que suportam o Governo de 80 para 91. As eleições resultaram na subida do Chega a segunda força parlamentar, ultrapassando o PS.</P><br />
<P>Desde então, Montenegro tem insistido na tese da equidistância entre PS e Chega e que não tem um parceiro preferencial para a aprovação de diplomas e, sobretudo após o chumbo da legislação laboral, tem acusado os dois maiores partidos &#8212; que já aprovaram juntos várias iniciativas contra a vontade de PSD e CDS-PP &#8211; de &#8220;decisões imponderadas e irresponsáveis&#8221; e de &#8220;falta de coragem&#8221; para mudar e reformar.</P><br />
<P></P><br />
<P>SMA/MES // SF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789879]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: CPLP/30 anos: PR timorense defende que próxima presidência deve ser brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 04:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Isabel Marisa Serafim, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Isabel Marisa Serafim, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Díli, 16 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente timorense, José Ramos-Horta, defendeu que a próxima presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa dever ser do Brasil, apesar de Timor-Leste ter afirmado que vai assumir a liderança da organização no próximo biénio.</P><br />
<P>&#8220;Eu defendo que seja o Brasil. O Brasil não preside há muitos anos e deveríamos todos acordar e entregar ao Brasil. Mesmo a nível da CPLP, tem de haver algum respeito pela alternância&#8221;, disse José Ramos-Horta, quando questionado pela Lusa sobre a próxima presidência da organização lusófona, entre 2027 e 2029.</P><br />
<P>&#8220;Os irmãos africanos já receberam, foram anfitriões de várias cimeiras da CPLP, muito bem organizadas, as cimeiras. Houve a cimeira de Luanda, de São Tomé, Guiné-Bissau. É uma norma para alternância geográfica. Timor-Leste fez em 2014. Eu creio que é altura de todos acordarmos e entregar ao Brasil&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, anunciou em junho, na sede da CPLP, que o seu país será o próximo a dirigir a organização, explicando que a presidência atual corresponde ao período que estava destinado à Guiné-Bissau e que foi suspensa da organização após o golpe de Estado de novembro de 2025.</P><br />
<P>José Ramos-Horta justifica a sua posição com o facto de Timor-Leste ir assumir a presidência da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASENA) em 2029.</P><br />
<P>&#8220;Já estamos a trabalhar a todo o vapor nas agendas domésticas e na agenda ASEAN 2029. Portanto, não creio que vá sobrar tempo e recursos para assumirmos as responsabilidades da CPLP para além de 2027&#8221;, salientou o chefe de Estado.</P><br />
<P>Na cimeira de Bissau, em 2025, os chefes de Estado e de Governo não chegaram a consenso sobre a atribuição da próxima presidência da organização lusófona, com uns a apoiarem a Guiné Equatorial e outros o Brasil.</P><br />
<P>&#8220;Não chegámos a uma decisão. Houve oposição forte por parte do país anfitrião ao Brasil e a Guiné-Bissau apoiava a Guiné Equatorial. Mas eu creio que a Guiné Equatorial poderia concordar em que é preferível entregarmos ao Brasil e depois do Brasil, podíamos voltar a África e então para a Guiné Equatorial&#8221;, disse o Presidente timorense.</P><br />
<P>O assunto da próxima presidência da organização lusófona deverá ser abordado no Conselho de Ministros da CPLP, que vai realizar-se em Díli entre 18 e 19 de agosto.</P><br />
<P>Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau. Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789878]]></sapo:autor>
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		<title>EUA dizem que não vão impedir regresso de Maria Corina Machado à Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 03:55:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos declararam que não colocam obstáculos ao regresso da líder da oposição Maria Corina Machado à Venezuela, mas que é necessário que estejam reunidas as condições necessárias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos declararam que não colocam obstáculos ao regresso da líder da oposição Maria Corina Machado à Venezuela, mas que é necessário que estejam reunidas as condições necessárias.</P><br />
<P>&#8220;Não vamos impedir Maria Corina Machado de regressar&#8221;, assegurou na quarta-feira o responsável norte-americano encarregado da América Latina Luis Mendez.</P><br />
<P>&#8220;Penso, no entanto, que ainda há trabalho a fazer no que diz respeito à Venezuela, para que, quando regressar, ela não seja detida&#8221;, acrescentou perante uma subcomissão da Câmara dos Representantes dedicada à América Latina.</P><br />
<P>Maria Corina Machado encontra-se no exílio desde dezembro, quando deixou o país para receber o Prémio Nobel da Paz.</P><br />
<P>Na sequência dos sismos de 24 de junho, tentou regressar ao país sem sucesso e acusou o Governo venezuelano de a impedir de o fazer.</P><br />
<P>Questionado sobre se o Governo norte-americano tinha pressionado a presidente interina venezuelana, Delcy Rodriguez, para que a líder da oposição pudesse regressar, Mendez respondeu: &#8220;Sim, deixámos isso bem claro às autoridades interinas&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;É preciso organizar eleições na Venezuela&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Delcy Rodriguez assumiu o poder após a captura do líder de esquerda Nicolás Maduro durante uma operação militar norte-americana em janeiro. Rodriguéz governa sob pressão de Washington, que afirma estar no comando do país petrolífero.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789877]]></sapo:autor>
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		<title>China lidera armazenamento em baterias mas continua a subutilizar a rede &#8211; ONG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 03:55:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A China poderia ter aproveitado mais 23 terawatts-hora (TWh) de eletricidade limpa em 2025, caso tivesse utilizado de forma mais eficiente a capacidade de armazenamento em baterias, segundo um relatório divulgado hoje pela organização não-governamental Ember.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China poderia ter aproveitado mais 23 terawatts-hora (TWh) de eletricidade limpa em 2025, caso tivesse utilizado de forma mais eficiente a capacidade de armazenamento em baterias, segundo um relatório divulgado hoje pela organização não-governamental Ember.</P><br />
<P>O volume equivale, segundo a organização, ao consumo de eletricidade da economia de Singapura durante cerca de cinco meses e demonstra que o principal desafio para o país asiático já não passa apenas por aumentar a capacidade instalada, mas por integrar de forma mais eficaz as baterias num sistema elétrico cada vez mais dependente das energias eólica e solar.</P><br />
<P>O relatório indica que a China instalou apenas em dezembro de 2025 cerca de 18,76 gigawatts (GW) e 65,46 gigawatts-hora (GWh) de &#8220;novo armazenamento de energia&#8221;, mais do que o total acrescentado nesse ano pelos Estados Unidos, o segundo maior mercado mundial. No primeiro trimestre de 2026, o país aproximava-se já dos 150 GW de capacidade em baterias de iões de lítio.</P><br />
<P>Segundo a Ember, esta rápida expansão foi impulsionada durante vários anos por regras que obrigavam os projetos de energia eólica e solar a incorporar sistemas de armazenamento. </P><br />
<P>A política ajudou a reduzir o desperdício de energia renovável e facilitou a ligação à rede elétrica, mas também deu origem a sistemas de utilização mais rígidos e menos orientados para o mercado.</P><br />
<P>A organização calcula que a utilização das baterias ligadas à rede duplicou entre 2022 e 2025. Ainda assim, as instalações associadas a projetos de energias renováveis realizaram cerca de menos cem ciclos anuais do que os sistemas independentes, que podem ser geridos diretamente pela rede e participar de forma mais flexível no mercado elétrico.</P><br />
<P>Apenas a eliminação dessa diferença teria permitido deslocar mais 9,5 TWh de eletricidade renovável em 2025. Num cenário otimizado, com toda a capacidade de armazenamento ligada à rede a operar 350 ciclos por ano, o potencial adicional ascenderia a 23 TWh.</P><br />
<P>&#8220;A China construiu, em tempo recorde, a maior capacidade mundial de armazenamento em baterias, mas ter baterias não é o mesmo que utilizá-las&#8221;, afirmou Siming Liu, responsável de estratégia da TrinaSolar, citado no relatório.</P><br />
<P>A análise surge depois de a China ter eliminado, em fevereiro de 2025, a obrigatoriedade de associar baterias a novos projetos de energias renováveis e de ter alargado, em janeiro de 2026, os mecanismos de remuneração por capacidade aos sistemas independentes, numa transição de um modelo baseado em imposições administrativas para outro mais orientado pelo mercado.</P><br />
<P>Maior emissor mundial de gases com efeito de estufa, a China elevou em junho a meta de &#8220;novo armazenamento de energia&#8221; para 300 GW até 2030 e prevê que as fontes não fósseis produzam metade da eletricidade do país nesse ano, no âmbito do objetivo de atingir o pico das emissões de dióxido de carbono antes de 2030 e a neutralidade carbónica antes de 2060.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789876]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Acidente com autocarro no sudoeste da China provoca seis mortos e 11 feridos</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 03:50:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seis pessoas morreram e outras 11 ficaram feridas depois de uma carrinha se ter despistado e caído num rio na província chinesa de Sichuan (sudoeste), informaram hoje as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Seis pessoas morreram e outras 11 ficaram feridas depois de uma carrinha se ter despistado e caído num rio na província chinesa de Sichuan (sudoeste), informaram hoje as autoridades locais.</P><br />
<P>O veículo, que transportava 17 pessoas, embateu na barreira de proteção da estrada e caiu numa zona de leito fluvial no condado de Baoxing, no município de Ya&#8217;an, pelas 18:00 locais de quarta-feira (11:00, hora de Lisboa), de acordo com a agência noticiosa oficial Xinhua.</P><br />
<P>Todos os feridos foram transportados para um hospital local, encontrando-se uma das vítimas em estado grave, mas estável.</P><br />
<P>As autoridades abriram uma investigação para determinar as causas do acidente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789875]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pyongyang e Pequim defendem laços de amizade durante visita do principal ideólogo de Xi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 03:48:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pyongyang e Pequim defenderam hoje o reforço dos laços de amizade entre os dois países durante a visita à Coreia do Norte de Wang Huning, quarto na hierarquia do poder chinês, num momento de intensificação dos contactos bilaterais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pyongyang e Pequim defenderam hoje o reforço dos laços de amizade entre os dois países durante a visita à Coreia do Norte de Wang Huning, quarto na hierarquia do poder chinês, num momento de intensificação dos contactos bilaterais.</P><br />
<P>Wang, quarto na hierarquia do todo-poderoso Comité Permanente do Politburo do Partido Comunista Chinês (PCC) e considerado o principal ideólogo do Presidente chinês, Xi Jinping, chegou na quarta-feira à Coreia do Norte, onde se reuniu com Jo Yong-won, secretário do Partido dos Trabalhadores da Coreia.</P><br />
<P>Jo afirmou que a atual situação política internacional, &#8220;em constante evolução, exige que ambos os países reforcem ainda mais a unidade, o apoio e a solidariedade fraternal, e intensifiquem e desenvolvam de forma constante as relações de amizade e cooperação para o avanço da causa comum do socialismo&#8221;.</P><br />
<P>O dirigente norte-coreano sublinhou o desejo de &#8220;ampliar e desenvolver as relações bilaterais de forma multifacetada, mantendo uma estreita comunicação estratégica e cooperação tática&#8221;, em áreas como a economia e a cultura.</P><br />
<P>Segundo a agência norte-coreana KCNA, durante o encontro, realizado num &#8220;ambiente de camaradagem e amizade&#8221;, Wang afirmou que o Tratado de Amizade, Cooperação e Assistência Mútua entre os dois países, assinado em 1961 e considerado um dos pilares formais das relações bilaterais, constitui um &#8220;importante entendimento comum&#8221; que &#8220;escreveu um belo capítulo&#8221; nos laços entre Pequim e Pyongyang.</P><br />
<P>A visita de Wang ocorre poucos dias depois da deslocação a Pequim do primeiro-ministro norte-coreano, Pak Thae-song, e corresponde a uma &#8220;visita oficial de amizade&#8221;, inserida no novo impulso dado aos contactos bilaterais após a visita de Estado que Xi Jinping realizou em junho à Coreia do Norte, a primeira em sete anos, durante a qual os dois países acordaram abrir um &#8220;novo capítulo&#8221; nas relações.</P><br />
<P>Durante essa deslocação, Pequim manifestou também a intenção de reforçar os intercâmbios militares com a Coreia do Norte, uma formulação que Seul classificou como inédita em declarações públicas, enquanto os comunicados chineses e norte-coreanos não fizeram referência à desnuclearização norte-coreana.</P><br />
<P>A aproximação entre os dois países coincide ainda com o aprofundamento dos laços entre Pyongyang e Moscovo, levando Pequim a intensificar os esforços para reafirmar a sua influência sobre o país vizinho.</P><br />
<P>A China é o principal parceiro político e económico da Coreia do Norte, com a qual partilha uma fronteira de mais de 1.400 quilómetros, desempenhando um papel central nas trocas comerciais bilaterais e no fornecimento de alimentos e energia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789874]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 500 refugiados rohingya poderão ter morrido em naufrágios em Myanmar &#8211; ONU</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 03:45:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) afirmaram hoje que mais de 500 refugiados rohingya terão morrido recentemente em dois naufrágios ao largo de Myanmar (antiga Birmânia).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) afirmaram hoje que mais de 500 refugiados rohingya terão morrido recentemente em dois naufrágios ao largo de Myanmar (antiga Birmânia).</P><br />
<P>Segundo as duas agências, os dois barcos partiram do estado de Rakhine, junto ao Bangladesh, no final de junho, &#8220;principalmente com passageiros rohingya a bordo&#8221;, alguns provenientes dos campos improvisados em torno de Cox&#8217;s Bazar, onde vivem mais de um milhão de membros desta minoria muçulmana que fugiram da guerra civil.</P><br />
<P>Um dos barcos, com cerca de 250 pessoas, &#8220;perdeu todo o contacto pouco depois da partida&#8221;. O segundo, com aproximadamente 280 passageiros, &#8220;terá naufragado ao largo da região de Ayeyarwady&#8221; a 08 de julho. </P><br />
<P>Embora os incidentes e o número de vítimas não estejam ainda confirmados oficialmente, o ACNUR e a OIM manifestaram estar &#8220;extremamente preocupados com as perdas humanas potencialmente consideráveis&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o ACNUR, perto de 900 refugiados rohingya morreram ou desapareceram no norte do oceano Índico em 2025, entre os mais de 6.500 que tentaram a perigosa travessia marítima em embarcações precárias rumo à Malásia ou Indonésia. </P><br />
<P>Desde janeiro, outras 300 pessoas estão desaparecidas ou presumivelmente mortas no mar de Andaman e no golfo de Bengala, incluindo rohingya e cidadãos do Bangladesh.</P><br />
<P>As agências sublinharam que estas travessias ocorreram fora da época habitual de navegação, quando as condições marítimas são mais perigosas, agravadas pelas chuvas torrenciais e inundações recentes. </P><br />
<P>&#8220;A intensificação do conflito e a degradação da situação humanitária em Myanmar, combinadas com a falta de ajuda e de perspetivas nos campos de refugiados no Bangladesh, estão a levar cada vez mais pessoas a empreender travessias arriscadas&#8221;, alertaram, apelando para &#8220;esforços regionais e internacionais mais robustos&#8221; para evitar novas perdas de vidas humanas.</P><br />
<P>Reconhecendo &#8220;a notável generosidade do Bangladesh ao acolher refugiados rohingya durante anos&#8221;, o ACNUR e a OIM pediram também &#8220;um apoio internacional duradouro a favor dos refugiados e das comunidades que os recebem&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789873]]></sapo:autor>
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		<title>Número de mortos em incêndio em bar de Banguecoque aumenta para 32</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 03:12:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos devido ao incêndio num bar da capital da Tailândia, Banguecoque, subiu para 32, confirmaram as autoridades locais, que indicaram ainda que cerca de 15 feridos permanecem hospitalizadas em estado grave.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos devido ao incêndio num bar da capital da Tailândia, Banguecoque, subiu para 32, confirmaram as autoridades locais, que indicaram ainda que cerca de 15 feridos permanecem hospitalizadas em estado grave.</P><br />
<P>A Administração Metropolitana de Banguecoque indicou na quarta-feira, em comunicado divulgado nas redes sociais, que os 32 mortos já foram identificados e esclareceu também que entre os 73 feridos, 58 não são casos graves.</P><br />
<P>A administração da área de Chatuchak, situada no norte da cidade e onde se encontra o bar Rong Beer Na Lat Phrao, onde ocorreu o incêndio no último domingo, indicou estar a coordenar as operações de apoio aos afetados e a facilitar a retoma dos serviços públicos na zona o mais rapidamente possível. </P><br />
<P>&#8220;Todos os afetados pelo incêndio podem apresentar pedidos de assistência na sede da referida administração&#8221;, acrescenta o comunicado.</P><br />
<P>Após o incidente, as autoridades encontraram indícios de que tanto a entrada como as saídas de emergência do bar estavam obstruídas por mobiliário e materiais armazenados, o que dificultou significativamente a evacuação do espaço.</P><br />
<P>Entretanto, o Departamento de Prevenção e Mitigação de Desastres Públicos de Banguecoque apontou que o incêndio foi causado por um curto-circuito numa unidade de ar condicionado instalada sobre o teto metálico do edifício. </P><br />
<P>As autoridades vão determinar se houve negligência por parte dos administradores do bar, cujo proprietário permanece hospitalizado em estado crítico. </P><br />
<P>O proprietário do bar é também dono de outro estabelecimento situado na província de Yasothon, que ficou destruído em 2019 devido a um incêndio, nesse caso sem vítimas.</P><br />
<P>O incidente levou o governador de Banguecoque, Chadchart Sittipunt, a ordenar realização de inspeções para verificar os sistemas de prevenção de incêndios em centenas de estabelecimentos noturnos da capital turística da Tailândia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789872]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Exército dos Estados Unidos termina nova onda de ataques aéreos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 02:24:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O exército norte-americano anunciou hoje ter terminado a mais recente vaga de ataques aéreos contra o Irão, numa onda de bombardeamentos que atingiu pela primeira vez zonas no norte do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército norte-americano anunciou hoje ter terminado a mais recente vaga de ataques aéreos contra o Irão, numa onda de bombardeamentos que atingiu pela primeira vez zonas no norte do país.</P><br />
<P>A imprensa estatal iraniana relatou explosões em redor da capital, Teerão, na última ronda de ataques norte-americanos relacionados com o controlo do estreito de Ormuz, via marítima do Golfo Pérsico por onde, em tempos de paz, passava um quinto de todo o petróleo e gás natural mundial.</P><br />
<P>Os &#8216;media&#8217; iranianos acrescentaram que os ataques norte-americanos tiveram como alvo a província de Semnan, onde se localiza a produção de mísseis balísticos e o programa espacial do país. Não houve de imediato informação sobre vítimas ou danos.</P><br />
<P>O Irão lançou também ataques contra o Bahrein e o Kuwait na madrugada desta quinta-feira, depois de os Estados Unidos terem reimposto um bloqueio naval e intensificado a campanha aérea em retaliação às ofensivas iranianas contra navios que tentavam atravessar o estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Dias de ofensivas cruzadas entre os EUA e o Irão em todo o Médio Oriente &#8212; e novas ameaças ao estreito crucial para o abastecimento energético mundial &#8212; destruíram o acordo interino para pôr fim ao conflito, aumentando o risco de regressar a uma guerra total.</P><br />
<P>Os EUA tinham imposto um bloqueio em abril, levantado no mês passado após a assinatura de um acordo interino que suspendeu os combates e estabeleceu um período de 60 dias para negociações sobre questões como o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>As conversações estagnaram com a intensificação da luta pelo controlo do estreito.</P><br />
<P>Quando os EUA e Israel lançaram a guerra contra o Irão a 28 de fevereiro, Teerão fechou efetivamente a passagem ao tráfego marítimo, provocando uma escalada nos preços do petróleo, fertilizantes e outros bens, dando ao Irão uma vantagem nas negociações. </P><br />
<P>A subida dos preços representa um desafio para o Presidente norte-americano, Donald Trump, e para o Partido Republicano, que procura manter o controlo do Congresso nas eleições de novembro. Washington tem enfrentado dificuldades em reabrir o estreito.</P><br />
<P>Cerca de 24 horas após o bloqueio entrar em vigor, os militares norte-americanos abriram fogo e neutralizaram um navio mercante, com a Guarda Revolucionária iraniana a ameaçar suspender todas as exportações de energia do Médio Oriente devido ao bloqueio.</P><br />
<P>&#8220;A exportação de petróleo e gás da região será para todos ou para ninguém&#8221;, declarou a força de elite iraniana.</P><br />
<P>Pouco depois de os EUA lançarem uma terceira vaga de ataques, Trump disse que o Irão estava pronto para um acordo de paz, sem dar detalhes. </P><br />
<P>&#8220;Eles não gostam do que estamos a fazer e querem chegar a um entendimento. Vamos ver se chegamos a acordo ou se simplesmente acabamos com isto&#8221;, afirmou na quarta-feira, num encontro de defesa no Colégio de Guerra do Exército dos Estados Unidos, na Pensilvânia.</P><br />
<P>O Comando Central norteamericano informou ter atingido dezenas de alvos na quarta-feira, com bombardeamentos realizados durante o dia, um movimento invulgar que demonstra o ritmo crescente das ofensivas. </P><br />
<P>Entre os alvos esteve a ilha de Greater Tunb, considerada estratégica no estreito de Ormuz, com outro ataque a atingir um quartel da 388.ª Brigada de Infantaria Mecanizada iraniana, na província de Sistão e Baluchistão.</P><br />
<P>Os ataques norte-americanos na quarta-feira mataram pelo menos sete militares e feriram centenas de pessoas em várias regiões, segundo autoridades iranianas. </P><br />
<P>Segundo o porta-voz do Ministério da Saúde iraniano, Hossein Kermanpour, mais de 35 pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas nos ataques aéreos dos EUA nos últimos dias. Foi o primeiro balanço oficial divulgado pelas autoridades iranianas nesta ronda de combates.</P><br />
<P>Entretanto, os preços do petróleo continuam a subir, com o barril de Brent, referência internacional, a ultrapassar os 85 dólares por barril na quarta-feira &#8212; mais de 15% acima do valor anterior à guerra, embora ainda abaixo dos quase 120 dólares atingidos no auge do conflito. </P><br />
<P>Analistas do Fundo Monetário Internacional alertaram que, embora o excedente de petróleo tenha mantido os preços baixos, &#8220;grande parte dessa margem já foi utilizada&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789871]]></sapo:autor>
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		<title>Buenos Aires protesta contra presença de navio militar britânico em águas argentinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 01:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Argentina apresentou um protesto formal ao Reino Unido contra a presença de um navio da Marinha britânica em águas do Atlântico Sul sob jurisdição do país sul-americano, informaram esta quarta-feira fontes oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Argentina apresentou um protesto formal ao Reino Unido contra a presença de um navio da Marinha britânica em águas do Atlântico Sul sob jurisdição do país sul-americano, informaram esta quarta-feira fontes oficiais.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Argentina comunicou que, na passada segunda-feira, entregou uma nota de protesto à embaixada britânica em Buenos Aires para expressar o &#8220;mais enérgico repúdio pela realização de movimentos do navio HMS Medway, destacado ilegalmente nas Ilhas Malvinas&#8221;, arquipélago sob domínio britânico cuja soberania é reivindicada pela Argentina.</P><br />
<P>Segundo o comunicado, os movimentos do HMS Medway, um navio de patrulha da Marinha britânica, &#8220;não foram devidamente notificados em conformidade com os acordos e declarações bilaterais vigentes, envolvendo o trânsito pelo mar territorial argentino&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Governo argentino rejeita com firmeza esta incursão militar britânica em espaços sob jurisdição argentina, que se soma a uma política sustentada de atos unilaterais incompatíveis com as resoluções das Nações Unidas e com o dever de ambas as partes se absterem de alterar a situação enquanto a disputa de soberania permanecer pendente de solução&#8221;, acrescenta o texto.</P><br />
<P>A Argentina afirmou que os &#8220;movimentos sem consulta e ilegais&#8221; do navio &#8220;contrariam os compromissos bilaterais sobre medidas de fomento da confiança no plano militar vigentes entre os dois países&#8221;.</P><br />
<P>O Governo argentino sustentou ainda que os movimentos do HMS Medway &#8220;se somam à longa série de ações unilaterais&#8221; que o Reino Unido realiza em contravenção da resolução 31/49 da Assembleia Geral das Nações Unidas, que exorta ambas as partes a absterem-se de ações unilaterais relativas às Malvinas enquanto a controvérsia de soberania não estiver resolvida.</P><br />
<P>&#8220;Longe de gerar condições de confiança e entendimento que uma relação bilateral madura exige, estas ações aprofundam as tensões no Atlântico Sul, ignoram o mandato reiterado da comunidade internacional e dificultam os esforços argentinos para avançar rumo a uma solução pacífica e negociada da controvérsia&#8221;, afirmou o comunicado.</P><br />
<P>O país sul-americano, que em 1982 esteve em guerra com o Reino Unido pelo controlo das Malvinas, reafirmou &#8220;os seus legítimos e imprescritíveis direitos de soberania&#8221; sobre as ilhas e os espaços marítimos circundantes. </P><br />
<P>&#8220;Por história, por direito e por convicção, as Malvinas são argentinas&#8221;, conclui a nota.</P><br />
<P>Embora a nota de protesto tenha sido apresentada na segunda-feira, o comunicado diplomático só se tornou público na quarta-feira, pouco depois de a seleção argentina de futebol vencer a Inglaterra nas meias-finais do Mundial de 2026, partida em que voltou a pairar a questão das Malvinas. </P><br />
<P>Após o triunfo por 2-1, os próprios jogadores argentinos exibiram uma bandeira com a frase: &#8220;As Malvinas são argentinas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789870]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Guerra pode arrastar 23,4 milhões de crianças para a pobreza &#8211; Unicef</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 01:30:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Unicef advertiu num relatório que até 23,4 milhões de crianças poderão ficar em situação de pobreza até ao fim do ano, devido à diminuição dos rendimentos e em consequência do impacto económico da guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Unicef advertiu num relatório que até 23,4 milhões de crianças poderão ficar em situação de pobreza até ao fim do ano, devido à diminuição dos rendimentos e em consequência do impacto económico da guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>O documento, publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) na quarta-feira e elaborado com base em dados de mais de 167 países, indica que o aumento dos preços dos alimentos e da energia, juntamente com o enfraquecimento da atividade económica, &#8220;ameaça reverter anos de progressos na redução da pobreza infantil e ampliar as desigualdades&#8221;.</P><br />
<P>O estudo analisa a chamada pobreza monetária, isto é, a situação de quem vive em lares com rendimentos abaixo dos limiares de pobreza definidos internacionalmente, que variam consoante o nível de rendimento de cada país. </P><br />
<P>Num cenário &#8220;adverso&#8221;, cerca de 18,3 milhões de menores ficarão em situação de pobreza este ano. Num cenário &#8220;grave&#8221;, que contempla um prolongamento ou intensificação do conflito, o número sobe para 23,4 milhões.</P><br />
<P>&#8220;A infância está a pagar o preço da escalada do conflito no Médio Oriente, incluindo crianças que vivem longe dessa região&#8221;, afirmou em comunicado a diretora-executiva da Unicef, Catherine Russell. </P><br />
<P>Segundo Russell, o aumento do custo de vida está a tornar &#8220;alimentos e educação inacessíveis para muitas famílias&#8221;, enquanto os menores já em situação de pobreza enfrentam &#8220;privações cada vez mais profundas, com consequências que podem prolongar-se por toda a vida&#8221;.</P><br />
<P>A Unicef considerou que o encarecimento dos alimentos e da energia, aliado ao reduzido espaço fiscal de muitos países, está a limitar a capacidade dos lares para satisfazer necessidades básicas. </P><br />
<P>O relatório indicou que cerca de 80% do aumento previsto da pobreza infantil se concentrará na Ásia e sobretudo em África, &#8220;regiões que já registam elevados níveis de pobreza e maior vulnerabilidade a crises externas&#8221;.</P><br />
<P>Entre os exemplos citados figura a Somália, onde os preços do combustível duplicaram poucos dias após a escalada do conflito em fevereiro, elevando também o custo da água, dos alimentos e das operações humanitárias. </P><br />
<P>Na Etiópia, as interrupções ligadas ao estreito de Ormuz elevaram em 31% o preço do gasóleo e entre 50% e 70% o custo do combustível utilizado em operações humanitárias.</P><br />
<P>Segundo a Unicef, sem medidas urgentes &#8220;milhões de crianças ficarão ainda mais para trás&#8221;, dificultando a recuperação dos avanços em desenvolvimento. </P><br />
<P>Por fim, a organização apelou a governos, países doadores e instituições financeiras para que &#8220;protejam o financiamento de serviços essenciais&#8221; como saúde, nutrição, educação e proteção infantil. </P><br />
<P>A agência da ONU pede também que se garanta o acesso &#8220;a bens e serviços básicos, se aumente o espaço fiscal dos países mais vulneráveis através de medidas como a suspensão ou reestruturação da dívida, e se reforcem os sistemas de resposta para proteger a infância perante futuras crises&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789869]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump anuncia libertação de cidadã norte-americana detida no Irão desde 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 01:10:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na quarta-feira a libertação de uma cidadã norte-americana impedida de sair do Irão desde dezembro de 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na quarta-feira a libertação de uma cidadã norte-americana impedida de sair do Irão desde dezembro de 2024.</P><br />
<P>&#8220;O Irão autorizou uma cidadã norte-americana, detida ilegalmente a partir de dezembro de 2024 (&#8230;) a deixar o país. Ela encontra-se agora em segurança fora do Irão e está bem. Os Estados Unidos da América apreciam este gesto de boa vontade do Irão!&#8221;, escreveu Trump na plataforma Truth Social.</P><br />
<P>Segundo Jared Genser, advogado especialista em direitos humanos, trata-se de Dena Karari, uma cidadã com dupla nacionalidade iraniana e norte-americana, acusada de colaborar com um Estado hostil e de espionagem.</P><br />
<P>&#8220;Embora nunca tenha sido fisicamente detida, sofreu enormes privações&#8221;, tendo sido proibida de sair do território iraniano e &#8220;interrogada dezenas de vezes&#8221;, acrescentou o advogado em comunicado.</P><br />
<P>De acordo com a mesma fonte, Dena Karari dirigia a organização Children of Mehr Foundation, dedicada a apoiar crianças desfavorecidas no Irão. </P><br />
<P>Atualmente, encontra-se &#8220;a caminho dos Estados Unidos&#8221;, informou Jared Genser, agradecendo ao Presidente norte-americano &#8220;a ajuda e o apoio&#8221;.</P><br />
<P>Trump, que nos últimos dias ordenou a retoma dos bombardeamentos no Irão e impôs um novo bloqueio portuário, não revelou a identidade da mulher nem explicou os motivos da detenção.</P><br />
<P>O Irão mantém sob custódia vários cidadãos ocidentais, sendo acusado de os utilizar como moeda de troca em negociações bilaterais.</P><br />
<P>Em maio, Washington anunciou a libertação de um cidadão iraniano com estatuto de residente permanente nos EUA, após cumprir uma pena de dez anos de prisão no Irão.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789868]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livreiros de Hong Kong detidos por venda de publicações consideradas sediciosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 00:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades de Hong Kong fizeram rusgas em duas livrarias e detiveram cinco pessoas por suspeita de venderem publicações alegadamente sediciosas, noticiaram os meios de comunicação social locais, em mais um processo contra livrarias independentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de Hong Kong fizeram rusgas em duas livrarias e detiveram cinco pessoas por suspeita de venderem publicações alegadamente sediciosas, noticiaram os meios de comunicação social locais, em mais um processo contra livrarias independentes.</P><br />
<P>Vídeos e fotos de vários órgãos de comunicação social mostraram na quarta-feira polícias a apreender caixas no edifício que alberga a livraria Have A Nice Stay, fundada por ex-jornalistas.</P><br />
<P>Um livreiro foi visto a ser levado, noticiou a agência Associated Press (AP).</P><br />
<P>A poucos quarteirões de distância, ocorreu uma ação semelhante, com caixas a serem apreendidas no edifício que alberga a livraria Greenfield Book Store, de acordo com um vídeo do portal de notícias online The Collective.</P><br />
<P>A polícia informou posteriormente que fez rusgas em duas lojas no distrito de Mong Kok, sem as identificar. </P><br />
<P>Dois homens e três mulheres foram detidos por suspeita de violação da Lei de Segurança Nacional de 2024, segundo um comunicado da corporação.</P><br />
<P>Esta é a terceira ronda de detenções ligadas a livrarias independentes, depois de operações semelhantes em março e junho, amplamente vistas como uma forma de sufocar a dissidência no centro financeiro asiático.</P><br />
<P>A polícia refere no comunicado que uma investigação revelou que as cinco pessoas são suspeitas de exibir e vender materiais sediciosos no local.</P><br />
<P>O conteúdo das publicações inclui incitamento ao ódio contra o governo, o poder judicial e as forças de segurança da cidade, segundo o comunicado.</P><br />
<P>A polícia informou que o caso foi encaminhado para a alfândega após a descoberta de livros alegadamente sediciosos num lote de mercadorias enviadas do estrangeiro para Hong Kong, sem especificar os títulos.</P><br />
<P>As livrarias estiveram fechadas na quarta-feira durante o horário normal de funcionamento.</P><br />
<P>A Have A Nice Stay já tinha anunciado o seu encerramento a 30 de agosto. Numa publicação nas redes sociais, a livraria afirmou que as dificuldades financeiras e problemas em definir uma &#8216;linha vermelha&#8217; estiveram entre os fatores que levaram ao encerramento.</P><br />
<P>Hong Kong já foi conhecida pela sua liberdade de publicação e de expressão.</P><br />
<P>Alguns residentes chineses atravessaram a fronteira para comprar livros considerados demasiado sensíveis politicamente no continente.</P><br />
<P>Também na quarta-feira, a Feira do Livro de Hong Kong abriu portas, num evento marcado pela exclusão de duas livrarias independentes de renome.</P><br />
<P>A sua exclusão da principal montra editorial local evidencia o crescente controlo sobre o conteúdo cultural, marcado por encerramentos forçados, prisões por alegada sedição e estrangulamento administrativo de espaços dissidentes, noticiou a agência Efe.</P><br />
<P>A 36.ª edição do evento, organizada pelo Conselho de Desenvolvimento Empresarial de Hong Kong sob o tema &#8220;Património Cultural, Jornadas de Alegria&#8221;, reúne 700 expositores de cerca de 30 territórios e apresenta 600 atividades literárias programadas até 21 de julho, incluindo vendas de livros, palestras com autores e apresentações artísticas.</P><br />
<P>Em março, a polícia deteve o proprietário e os funcionários da livraria independente Book Punch, por suspeita de venderem publicações consideradas sediciosas.</P><br />
<P>Entre os artigos apreendidos estava a biografia do antigo magnata dos media pró-democracia Jimmy Lai, que foi condenado a 20 anos de prisão num caso relacionado com a segurança nacional.</P><br />
<P>Em junho, a polícia de Hong Kong deteve dois livreiros por suspeita de venderem publicações consideradas sediciosas e de receberem financiamento de organizações políticas estrangeiras.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789867]]></sapo:autor>
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		<title>Pentágono promove testes para detetar deficiência de testosterona nos militares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 23:51:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos vão realizar testes para detetar deficiência de testosterona em militares com mais de 30 anos, para garantir que os soldados têm níveis adequados da hormona masculina, anunciou o secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos vão realizar testes para detetar deficiência de testosterona em militares com mais de 30 anos, para garantir que os soldados têm níveis adequados da hormona masculina, anunciou o secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth.</P><br />
<P>Esta medida faz parte da &#8216;batalha&#8217; de Hegseth para restaurar o &#8220;mais alto padrão de masculinidade&#8221; num Exército com novos requisitos físicos para evitar soldados &#8220;com excesso de peso&#8221; e &#8220;barbudos&#8221;.</P><br />
<P>Num vídeo publicado na rede social X na quarta-feira, Hegseth sublinhou que, embora os Estados Unidos invistam consideravelmente em sistemas de armas e equipamentos, a &#8220;vantagem tática mais decisiva será sempre o combatente individual&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos o sagrado dever de manter esta vantagem. Por isso, para cumprir este compromisso, estou a autorizar hoje (quarta-feira) um novo programa de rastreio da deficiência de testosterona para os nossos militares, garantindo que têm níveis adequados desta hormona para um desempenho máximo&#8221;, anunciou.</P><br />
<P>Hegseth referiu que &#8220;está cientificamente comprovado que os níveis de testosterona diminuem naturalmente com a idade&#8221; e explicou que &#8220;os militares com 30 anos ou mais serão submetidos a testes anuais como parte da sua avaliação médica de rotina&#8221;, enquanto os restantes podem optar voluntariamente pelo exame.</P><br />
<P>&#8220;Se o tratamento for recomendado, a terapia de reposição de testosterona é totalmente opcional. Esta iniciativa não visa melhorar artificialmente o desempenho, mas sim restaurar e otimizar as suas capacidades naturais, proteger a sua longevidade e garantir que têm a base biológica necessária para o combate&#8221;, esclareceu.</P><br />
<P>A testosterona é a principal hormona sexual masculina, sendo que níveis insuficientes no organismo podem provocar fadiga, perda de libido, diminuição da massa muscular e da densidade óssea, bem como alterações de humor, dificuldade de concentração e predisposição para a depressão e ansiedade.</P><br />
<P>Hegseth, antigo comentador da Fox News, restabeleceu o nome Departamento de Guerra, exigiu &#8220;padrões masculinos&#8221; para as Forças Armadas, criticou a presença de mulheres nas suas fileiras e revogou o acesso ao Pentágono à maioria dos correspondentes.</P><br />
<P>Segundo dados do Departamento do Trabalho, apenas 10 a 15% dos mais de um milhão de cidadãos norte-americanos classificadas como militares trabalham em funções de combate, sendo que a grande maioria desempenha funções de apoio logístico, administrativas, de saúde, construção ou reparação. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789866]]></sapo:autor>
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		<title>EUA e Trump vistos de forma mais negativa do que China e Xi em 25 países &#8211; estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 23:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um novo estudo do Pew Research Center indica que, pela primeira vez, mais pessoas têm uma visão menos favorável dos Estados Unidos do que da China em 25 dos 36 países e territórios incluídos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um novo estudo do Pew Research Center indica que, pela primeira vez, mais pessoas têm uma visão menos favorável dos Estados Unidos do que da China em 25 dos 36 países e territórios incluídos.</P><br />
<P>A opinião sobre o líder chinês, Xi Jinping, é mais positiva do que do Presidente norte-americano, Donald Trump, em 22 dos 36 territórios inquiridos, entre os quais Canadá, França, Alemanha e Reino Unido, apesar de a confiança da maioria das respetivas populações em ambos os chefes de estado ser reduzida.</P><br />
<P>Nos cerca de 20 anos em que o Pew monitoriza a opinião global, é a primeira vez que a China é vista de forma mais positiva do que os Estados Unidos, afirmou Laura Silver, uma das investigadoras envolvidas no estudo realizado entre fevereiro e maio pela instituição sediada em Washington.</P><br />
<P>As perspetivas acerca de Pequim e Washington já foram muito semelhantes em alguns momentos do passado, mas nunca tinham sido substancialmente mais favoráveis à China, acrescentou.</P><br />
<P>A diretora da unidade de investigação em Atitudes Globais do Pew referiu ainda que a imagem global norte-americana se tem deteriorado na sequência da guerra movida, em conjunto com Israel, contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>&#8220;Houve uma relação factual entre a eclosão da guerra e a sensação de que os Estados Unidos não estão a contribuir para a paz e a estabilidade, além de uma menor confiança das pessoas em Donald Trump&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>As exigências de Trump quanto ao eventual controlo da Gronelândia, a operação militar que capturou o anterior líder da Venezuela, Nicolás Maduro, em 03 de janeiro, e a forma como o chefe de estado norte-americano tem lidado com a guerra entre Israel e o Hamas em Gaza também contribuíram para a visão pouco positiva dos norte-americanos em vários países, detalhou.</P><br />
<P>A China, pelo contrário, está a beneficiar do facto de a memória da pandemia de covid-19 se estar a dissipar e é vista como &#8220;uma parceira muito mais confiável em muitos lugares&#8221;, no sentido de contribuir para &#8220;a paz e a estabilidade globais&#8221;, esclareceu.</P><br />
<P>O Canadá é um dos países em que a opinião pública face aos Estados Unidos mais se alterou, já que a percentagem de habitantes com visão positiva do país vizinho desceu de 57%, em 2023, para 33%, em 2026, após Trump ter imposto tarifas a produtos canadianos em 2025 e afirmar que o território se poderia tornar o &#8220;51.º estado norte-americano&#8221;.</P><br />
<P>Já a opinião favorável relativamente à China subiu de 14% para 44% em solo canadiano, no mesmo período.</P><br />
<P>A França, a Alemanha, a Espanha, a Itália, a Suécia e os Países Baixos também mudaram de opinião em relação às duas maiores economias do mundo, enquanto os habitantes do Reino Unido têm hoje uma visão semelhante sobre os dois países, num contraste com 2023, altura em que 60% dos britânicos tinham uma opinião favorável dos Estados Unidos e 28% atribuía um olhar positivo à China.</P><br />
<P>Entre os seis países onde a população tem uma visão mais favorável dos Estados Unidos, Israel destaca-se, com 80% dos inquiridos a verem os norte-americanos de forma positiva, em comparação com os 19% com opinião semelhante da China.</P><br />
<P>Também o Japão, a Índia, a Coreia do Sul, as Filipinas e a Polónia têm uma visão mais favorável dos Estados Unidos do que da China, embora essa percentagem tenha diminuído.</P><br />
<P>Os inquiridos consideram que o Governo norte-americano respeita mais as liberdades individuais do que o chinês, embora a diferença entre os dois países esteja a diminuir, esclarece o relatório.</P><br />
<P>Para elaborar o estudo, o Pew entrevistou mais de 42 mil pessoas em 35 países, além da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, com as margens de erro a variarem entre os 2,3 e os 5,5 pontos percentuais, dependendo do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789864]]></sapo:autor>
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		<title>Habitantes da segunda metrópole do Canadá aconselhados a ficar em casa pelo fumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os habitantes de Toronto foram aconselhados na quarta-feira a ficar em casa, dado que a segunda cidade mais povoada do Canadá registava uma das piores qualidades de ar do mundo, pelos fumos provenientes de fogos a centenas de quilómetros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os habitantes de Toronto foram aconselhados na quarta-feira a ficar em casa, dado que a segunda cidade mais povoada do Canadá registava uma das piores qualidades de ar do mundo, pelos fumos provenientes de fogos a centenas de quilómetros. </P><br />
<P>A mesma degradação do ar verificou-se no leste dos EUA. </P><br />
<P>A informação coligida pela emrpesa IQAir indica que Toronto era às 21:15 TMG (22:15 de Lisboa) a segunda metrópole mais poluída do mundo, depois de Kinshasa, isto depois de ter sido a mais poluída durante grande parte do dia. </P><br />
<P>&#8220;Os fogos florestais são o principal fator da subida da poluição em Toronto, mesmo que as temperaturas superiores à média também contribuam&#8221;, afirmou Armen Araradian, de IQAir, à AFP. </P><br />
<P>Vários fogos florestais estão em curso a centenas de quilómetros de Toronto, no noroeste da província da qual é capital, Ontario.</P><br />
<P>Levados pelo vento, os fumos que provocam atingiram na terça-feira à noite a metrópole. </P><br />
<P>As autoridades canadianas emitiram um alerta laranja e apelaram para que as pessoas ficassem em casa.</P><br />
<P>&#8220;A saúde de todos está em risco (&#8230;). Limite o tempo que passa no exterior, reorganize ou anule atividades desportivas, atividades ou eventos no exterior&#8221;, insistiram.  </P><br />
<P>As piscinas e a zona onde iria ser transmitido o jogo de futebol entre Argentina e Inglaterra foram encerradas. </P><br />
<P>Vários Estados dos EUA também sofreram esta mesma degradação da qualidade do seu ar, casos de Pensilvânia, Nova Iorque, Connecticut, Massachusetts, Maine e New Hampshire.</P><br />
<P>O agravamento da situação nos últimos dias relativa aos incêndios no Canadá ocorre quando uma vaga de calor, que esmaga desde o fim de semana o oeste dos EUA, estendeu-se à costa leste e ao Canadá. </P><br />
<P>Nos EUA, mais de 90 milhões de pessoas foram destinatários de alertas sobre o calor, na quarta-feira. </P><br />
<P>Segundo as últimas estatísticas oficiais canadianas, a época dos fogos florestais foi até menos dramáticas do que a de 2023, ano recorde, e 2025. </P><br />
<P>Mas no seu imenso território, este ano já arderam 1,9 milhões de hectares, uma superfície equivalente à da Eslovénia. Em 2023, arderam cerca de 18 milhões de hectares no Canadá. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789863]]></sapo:autor>
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		<title>Maioria dos democratas norte-americanos vota corte de ajuda a Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 23:27:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos democratas na Câmara dos Representantes norte-americana votou na quarta-feira favoravelmente um corte de 3,3 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros) em ajuda a Israel, comprovando as divisões partidárias sobre o tema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de metade dos democratas na Câmara dos Representantes norte-americana votou na quarta-feira favoravelmente um corte de 3,3 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros) em ajuda a Israel, comprovando as divisões partidárias sobre o tema.</P><br />
<P>Os 104 votos a favor foram insuficientes para incluir a medida num projeto de lei mais amplo sobre gastos com segurança nacional, já que com os republicanos houve 314 votos contra, mas retratam as mudanças de postura que estão a dividir o Partido Democrata e o país relativamente à estratégia israelita na guerra na Faixa de Gaza, que já causou dezenas de milhares de mortos.</P><br />
<P>A maioria dos republicanos votou pela manutenção da ajuda a Israel.</P><br />
<P>O líder democrata na Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries, votou contra a alteração que ditaria o corte da ajuda a Israel, tendo defendido, numa carta endereçada aos colegas de partido, que existem &#8220;formas mais decisivas de alcançar a mudança urgente necessária no que diz respeito ao governo de extrema-direita de Netanyahu&#8221;.</P><br />
<P>Um número crescente de membros do partido tem-se distanciado da estratégia seguida por Netanyahu desde o ataque do Hamas a Israel, em 07 de outubro de 2023.</P><br />
<P>A crescente divisão em torno de Israel ameaça abalar o Partido Democrata, que enfrenta uma ala esquerda mobilizada, que promove candidatos que se denominam socialistas democráticos em algumas das disputas mais importantes para a Câmara dos Representantes, como ocorreu no mês passado no estado de Nova Iorque.</P><br />
<P>Os republicanos aproveitaram a divisão para retratar o Partido Democrata como uma força política dominada pelas alas mais radicais da extrema-esquerda, embora apresentem também divisões no seu seio, com os republicanos mais fervorosos da vertente &#8216;America First&#8217; (&#8220;América em primeiro lugar&#8221;, em português) a mostrarem-se favoráveis à redução de gastos militares no estrangeiro.</P><br />
<P>A alteração à lei para cortar a ajuda externa a Israel foi, aliás, apresentada, pelo deputado Thomas Massie, um republicano de orientação libertária, que defendeu que a verba poderia ser mais bem aplicada internamente em estradas, pontes e nas necessidades dos veteranos de guerra, numa altura em que o défice orçamental norte-americano cresce.</P><br />
<P>Segundo uma sondagem da plataforma AP-NORC realizada no mês em curso, cerca de um terço dos adultos norte-americanos, incluindo metade dos democratas, crê que Israel cometeu genocídio contra os palestinianos na guerra em Gaza, na sequência das acusações feitas por organizações de defesa dos direitos humanos e negadas por Israel e pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>O Ministério de Saúde de Gaza afirma que, desde o início da ofensiva israelita, há 73.233 mortos e 173.707 pessoas feridas no território controlado pelo movimento islamita Hamas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789862]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pentágono estuda cenários de ataque a Cuba &#8211; media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 23:18:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os analistas e estrategas do Pentágono analisaram nas últimas semanas cenários baseados em eventuais ataques dos Estados Unidos (EUA) a Cuba, informou hoje a CBS News, que cita várias fontes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os analistas e estrategas do Pentágono analisaram nas últimas semanas cenários baseados em eventuais ataques dos Estados Unidos (EUA) a Cuba, informou hoje a CBS News, que cita várias fontes. </P><br />
<P>Este tipo de análise é comum e não implica que a Casa Blanca esteja a ponderar uma autorização de uma operação militar contra a ilha, realçaram as diversas fontes, que adiantaram que nas análises entrou uma operação de assalto liderada pela 101ª Divisão Aerotransportada.</P><br />
<P>Estas análises são organizadas habitualmente pelo Departamento de Guerra e os chefes militares encarregados das operações e integram o exame dos objetivos da missão, o número de efetivos, sequência das ações, considerações logísticas e riscos associados.</P><br />
<P>Neste caso concreto, estas análises ocorrem em um momento em que qualquer operação contra Cuba colocaria problemas logísticos importantes para o Pentágono, uma vez que grande parte da atenção dos militares dos EUA e algumas das suas capacidades ofensivas mais importantes estão afetas a outros cenários, como o Irão.</P><br />
<P>Por isso, as fontes consultadas pela CBS News consideraram muito pouco provável que Washington decida atacar Cuba.</P><br />
<P>Estas informações são publicadas quando a via diplomática está estancada. </P><br />
<P>O secretário de Estado, Marco Rubio, apostara em conseguir uma transição de governo em Cuba com um novo Executivo temporário liderado por tecnocratas e disposto a fazer reformas económicas, para o que ativou uma campanha de pressão financeira com mais sanções sobre o aparelho militar e o seu conglomerado empresarial, o GAESA. </P><br />
<P>Porém, no passado fim de semana, o secretário da Guerra, Pete Hegseth, disse que, até agora, o regime cubano continua a negar-se às reformas. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Israel anuncia que Colômbia vai reatar relações e mudar embaixada para Jerusalém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 23:14:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O futuro governo da Colômbia vai restabelecer plenas relações diplomáticas com Israel e transferir a embaixada de Telavive para Jerusalém, anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Gideon Sa'ar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O futuro governo da Colômbia vai restabelecer plenas relações diplomáticas com Israel e transferir a embaixada de Telavive para Jerusalém, anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Gideon Sa&#8217;ar.</P><br />
<P>&#8220;A Colômbia vai abrir a sua embaixada em Jerusalém, a capital de Israel. O Ministério dos Negócios Estrangeiros vai fornecer toda a assistência necessária para este passo importante&#8221;, declarou Sa&#8217;ar na rede social X, após uma reunião em Washington na quarta-feira com o futuro homólogo colombiano.</P><br />
<P>O futuro ministro dos Negócios Estrangeiros colombiano, Omar Bula Escobar, que vai assumir o cargo quando o Presidente eleito, Abellardo de la Espriella, tomar posse, em 07 de agosto, ainda não se pronunciou sobre o assunto.</P><br />
<P>Segundo o ministro israelita, os países vão nomear &#8220;imediatamente&#8221; os respetivos embaixadores, que tinham sido chamados de volta em junho de 2024.</P><br />
<P>O ainda Presidente da Colômbia, Gustavo Petro, rompeu as relações diplomáticas com Israel em 01 de maio de 2024, em protesto contra a ofensiva militar israelita na Faixa de Gaza, desencadeada pelos ataques realizados pelo Hamas em 07 de outubro de 2023.</P><br />
<P>&#8220;A Colômbia foi uma grande amiga de Israel, e essa amizade vai regressar mais forte do que nunca&#8221;, escreveu Sa&#8217;ar, prometendo que ambos os governos vão trabalhar para reforçar a ligação bilateral.</P><br />
<P>Os dois responsáveis também acordaram a eliminação recíproca da exigência de vistos para os cidadãos colombianos e israelitas.</P><br />
<P>A reunião em Washington ocorreu durante a visita do vice-presidente eleito, José Manuel Restrepo, de Bula e de outros ministros do futuro governo de Abelardo de la Espriella, para apresentar aos Estados Unidos as prioridades da futura administração colombiana.</P><br />
<P>Omar Bula Escobar afirmou na quarta-feira que a Colômbia pretende reconstruir as relações que mantinha com os Estados Unidos, com Israel e com países que defendam &#8220;ideias semelhantes&#8221;.</P><br />
<P>No início de julho, De la Espriella conversou por telefone com o presidente de Israel, Isaac Herzog, e concordou em avançar com o restabelecimento das relações diplomáticas.</P></p>
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		<title>Professores vão classificar exames na quinta-feira &#8211; Movimento Missão Escola Pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 23:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Professores classificadores receberam na quarta-feira à noite itens para correção e vão estar a corrigir já no dia de hoje, após o prazo para concluir o processo de classificação, afirmou à Lusa fonte do movimento Missão Escola Pública (MEP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Professores classificadores receberam na quarta-feira à noite itens para correção e vão estar a corrigir já no dia de hoje, após o prazo para concluir o processo de classificação, afirmou à Lusa fonte do movimento Missão Escola Pública (MEP).</P><br />
<P>Cristina Mota, porta-voz do MEP, indicou conhecer relatos de colegas que receberam na quarta-feira à noite itens para classificar e que, por isso, não iam terminar essa classificação até às 00:00, o prazo para concluir o processo de classificação dos cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que esse não é o problema. Não existe e não deverá existir uma guilhotina sobre a cabeça de Fernando Alexandre&#8221;, ministro da Educação, sublinhou a porta-voz do MEP à Lusa, defendendo que a classificação deve decorrer &#8220;de forma a se garantir o rigor de todo o processo&#8221;.</P><br />
<P>Cristina Mota realçou que &#8220;efetivamente o processo não vai estar concluído agora à meia-noite [de quinta-feira]&#8221; e que os relatos dizem sobretudo respeito às provas de português e matemática. </P><br />
<P>Relatou ainda que o movimento recebeu um &#8216;print&#8217; das 21:00 de quarta-feira, em que um professor tinha recebido 70 itens para classificar.</P><br />
<P>&#8220;Temos inclusive informação de colegas que acabaram de receber os itens e que se depararam com aqueles constrangimentos que já têm vindo a ser reportados, a ausência de folhas de continuação ou folhas com caligrafia diferente&#8221;, detalhou.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que durante o dia de amanhã (quinta-feira) ainda vai decorrer a classificação e a necessidade da correção de alguns itens&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A agência Lusa procurou obter uma reação do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) mas não foi possível até ao momento.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário estão a ser corrigidos em formato digital, mas o processo tem registado falhas técnicas desde o início e, devido aos constrangimentos, o MECI adiou os prazos inicialmente previstos.</P><br />
<P>Na quarta-feira de manhã, o ministro Fernando Alexandre revelou que 99% das respostas dos exames nacionais do ensino secundário estão corrigidas e que na sexta-feira serão publicadas &#8220;todas as avaliações com rigor e transparência&#8221;.</P><br />
<P>Cristina Mota apontou ainda que o movimento coloca a hipótese de na sexta-feira as pautas divulgadas não conterem todas as classificações.</P><br />
<P>&#8220;Embora os professores estejam a fazer de tudo para conseguirem cumprir a tarefa que lhe foi atribuída, não podem colocar o rigor por cima de qualquer outro objetivo, seja ele político, seja de preservação de imagem. O rigor da classificação dos alunos é o mais importante&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Também Pedro Brito, do movimento MetaPROF, referiu à Lusa na quarta-feira à noite que continuava a receber alguns testemunhos de professores que relatavam terem sido chamados de emergência para classificar itens.</P><br />
<P>Pedro Brito explicou ainda que o movimento estava a reorientar todos os recursos para &#8220;mais um projeto dentro do MetaPROF&#8221;, que envolve a recolha de testemunhos de alunos e as suas famílias sobre o processo.</P><br />
<P>&#8220;Começamos há cerca de uma semana a recolher os testemunhos (&#8230;) que têm a ver com o seu estado de alma, das famílias e alunos&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O MetaPROF divulgou também na quarta-feira um comunicado em reação às declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que considerou existir &#8220;alguma resistência&#8221; por parte dos professores à digitalização dos processos.</P><br />
<P>&#8220;A acusação de &#8216;resistência ao digital&#8217; é o recurso retórico habitual, proferido em momentos de manifesto desespero político, por quem resiste obstinadamente a compreender o que é, na sua essência, a profissão docente. Trata-se de uma narrativa vã, destituída de valor e fundamento, perante a evidência da realidade e da história recente das escolas portuguesas. Os professores não rejeitam as mudanças operadas pela tecnologia; opõem-se, sim, ao caos procedimental, à injustiça pedagógica e à ausência de rigor técnico que têm marcado este processo&#8221;, refere o comunicado. </P></p>
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