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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Região na Bolívia pede intervenção militar do Governo após &#8220;vaga de violência extrema&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:16:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Santa Cruz (leste), região mais povoada da Bolívia, pediu às autoridades que acione uma "intervenção militar conjunta" perante uma "vaga de violência extrema", após vários homicídios, emboscadas a polícias e uma recente fuga de reclusos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Santa Cruz (leste), região mais povoada da Bolívia, pediu às autoridades que acione uma &#8220;intervenção militar conjunta&#8221; perante uma &#8220;vaga de violência extrema&#8221;, após vários homicídios, emboscadas a polícias e uma recente fuga de reclusos.</P><br />
<P>O secretário de Segurança Cidadã do Governo Regional de Santa Cruz, Jorge Santistevan, disse na quarta-feira aos meios de comunicação que estes recentes acontecimentos &#8220;revelam a presença de organizações criminosas com elevadas capacidades que estão acima das forças da ordem e do próprio Estado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É nosso dever convocar e recomendar ao Governo nacional que, perante a vigência do Estado de exceção, aplique (&#8230;) a imediata intervenção militar conjunta, o apoio às forças da ordem para combater e desarticular, se necessário, grupos criminosos de grande escala&#8221;, afirmou Santistevan.</P><br />
<P>O governante pediu que o Governo nacional que autorize a força militar a &#8220;fazer uso das suas armas de regulamento isenta de responsabilidade criminal para uma intervenção eficaz e não decorativa ou dissimulada&#8221;.</P><br />
<P>Para Santistevan, estes acontecimentos &#8220;não são isolados&#8221; e não comprometem apenas &#8220;uma população ou o departamento de Santa Cruz, mas são ações que comprometem&#8221; todo o país.</P><br />
<P>O pedido surge horas após o homicídio de um cidadão estrangeiro em pleno centro da cidade de Santa Cruz, contra quem dois alegados criminosos dispararam várias vezes, segundo a imprensa local.</P><br />
<P>Dois reclusos brasileiros escaparam do estabelecimento prisional de Palmasola, o mais povoado e considerado o mais conflituoso do país, situado em Santa Cruz, aproveitando um corte de energia num dos pavilhões.</P><br />
<P>A Polícia publicou nas redes sociais os retratos de Alex Heleno Da Silva, detido por homicídio, e de Junior Da Silva Fernando, que cumpria pena por uma acusação de alegado tráfico de armas, e ativou um plano de &#8220;busca e recaptura&#8221;.</P><br />
<P>No fim de semana, um cidadão brasileiro também foi morto a tiro no município de San Ignacio de Velasco, em Santa Cruz, e a Polícia acredita que se tratou de um ajuste de contas.</P><br />
<P>A estes acontecimentos soma-se o homicídio de quatro pessoas por parte de um grupo de criminosos que, na quarta-feira, invadiu uma herdade na localidade de San Matías, fronteiriça com o Brasil.</P><br />
<P>Um dia depois, um grupo de pessoas armadas emboscou agentes de investigação que se dirigiam a San Matías para investigar o incidente na herdade. Um dos polícias foi baleado mortalmente e os atacantes levaram o corpo do agente, abandonando-o mais tarde numa pista clandestina.</P><br />
<P>O Governo de Paz assegurou que os acontecimentos em San Matías estão vinculados às organizações criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), que mantêm uma disputa pelas rotas do narcotráfico na fronteira da Bolívia com o Brasil, o que gerou uma vaga de violência nessa zona.</P><br />
<P>Desde a tomada de posse, em novembro do ano passado, do Governo do Presidente de centro-direita, Rodrigo Paz, 17 chefes de organizações criminosas internacionais foram detidos e posteriormente expulsos do país.</P><br />
<P>O Ministério do Interior boliviano anunciou que a Polícia Federal do Brasil abrirá brevemente uma delegação permanente na Bolívia para reforçar o combate às organizações criminosas e facilitar a troca de informação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798113]]></sapo:autor>
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		<title>Famílias realizam vigília há sete meses para pedir a libertação de presos políticos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:13:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Familiares de presos políticos venzuelanos estão há sete meses a realizar uma vigília permanente junto da prisão de El Rodeo I, a 50 quilómetros a leste de Caracas, para reclamar pelas detenções e pedir que sejam libertados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Familiares de presos políticos venzuelanos estão há sete meses a realizar uma vigília permanente junto da prisão de El Rodeo I, a 50 quilómetros a leste de Caracas, para reclamar pelas detenções e pedir que sejam libertados.</P><br />
<P>A vigília, segundo o Comité pela Libertação dos Presos Políticos (Clippve), começou a 08 de janeiro de 2026 e rapidamente se converteu num espaço de solidariedade e resistência pacífica que se estendeu a outras prisões venezuelanas como Guaicaipuro, Ramo Verde, Tocorón e Tocuyito, entre outras.</P><br />
<P>Com velas que acesas desenham em número a contagem dos dias em vigília, e com cartazes e jornadas de oração, os familiares tentam dar visibilidade às centenas de casos de presos políticos. Este protesto também se fez sentir junto da Embaixada dos Estados Unidos em Caracas, onde, desde junho último, têm sido submetidas cartas solicitando a intervenção norte-americana pela libertação dos detidos.</P><br />
<P>Representantes do Clippve têm denunciado a jornalistas que apesar de as detenções arbitrárias terem acontecido desde há meses, em alguns casos desde há anos, o duplo sismo de 24 de junho de 2024 revelou a ausência de protocolos de evacuação, a falta de informação verificável sobre as pessoas detidas e a necessidade de avaliações técnicas, independentes, dos centros prisionais.</P><br />
<P>Os familiares exigem que o Estado venezuelano implemente medidas eficazes para proteger a vida, a saúde e integridade dos presos políticos e também a implementação de protocolos de emergência.</P><br />
<P>Pedem também que seja autorizado o acesso de organismos internacionais especializados aos centros de detenção, e que haja garantia de verdade, justiça e responsabilização, face a alegadas detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados, mortes sob custódia e outras violações dos direitos humanos.</P><br />
<P>&#8220;Quando as suas vidas estão em risco sob custódia do Estado, a liberdade também é uma medida humanitária de proteção&#8221;, afirma o Clippve na campanha &#8216;A liberdade também salva-vidas&#8217;, que propõe a liberdade como resposta humanitária perante situações em que, afirma, &#8220;a vida e integridade estão em risco&#8221;.</P><br />
<P>Para assinalar os sete meses de vigília, a ONG Programa Venezuelano de Educação e Ação em Direitos Humanos (PROVEA), convocou para 07 de agosto, uma concentração frente ao Ministério de Relações Exteriores, que terá ainda como motivo exigir que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos e outros organismos possam verificar a situação dos presos políticos.</P><br />
<P>Segundo a Provea, &#8220;a crise dos direitos humanos que afeta a Venezuela agravou-se na sequência do duplo sismo de 24 de junho, com famílias que continuam sem resposta por parte do Estado e com pessoas privadas de liberdade em condições que ninguém conseguiu verificar de forma independente&#8221;.</P><br />
<P>Dados divulgado pela ONG Fórum Penal dão conta que em 03 de agosto de 2026 estavam detidas 382 pessoas por motivos políticos na Venezuela, 356 homens e 26 mulheres. Do total de detidos, 222 são civis e 160 militares, todos adultos. Entre os detidos encontram-se 40 cidadãos com nacionalidade estrangeira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798112]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 1,31%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 00:22:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Bolsa de Tóquio abriu hoje a perder, com o principal índice, o Nikkei, a cair 1,31% para os 65.434,58 pontos na abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Bolsa de Tóquio abriu hoje a perder, com o principal índice, o Nikkei, a cair 1,31% para os 65.434,58 pontos na abertura da sessão.</P><br />
<P>Por outro lado, o segundo indicador, o Topix, subiu 0,23% para 4,055.49 pontos, às 09:18 locais (01:18 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Ex-primeira-ministra Hasina anuncia regresso ao Bangladesh em dezembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:55:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ex-primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, exilada na Índia, revelou que vai regressar ao seu país em dezembro, mesmo que isso signifique ser presa, defendendo que "o medo não pode ditar o seu "dever para com o povo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, exilada na Índia, revelou que vai regressar ao seu país em dezembro, mesmo que isso signifique ser presa, defendendo que &#8220;o medo não pode ditar o seu &#8220;dever para com o povo&#8221;.</P><br />
<P>Hasina, de 78 anos, transmitiu a sua decisão num mensagem de áudio divulgada na quarta-feira pelos meios de comunicação social indianos no segundo aniversário da queda do seu regime, em 05 de agosto de 2024, por uma revolta estudantil.</P><br />
<P>&#8220;Não posso ficar de braços cruzados enquanto os meus queridos compatriotas sofrem&#8221;, acrescentou a antiga líder, condenada à morte no Bangladesh pela violenta repressão da revolta que levou à sua queda em 2024.</P><br />
<P>No poder desde 2009, Hasina fugiu do seu palácio na capital, Daca, para escapar às multidões enfurecidas que protestavam contra o seu governo.</P><br />
<P>Segundo as Nações Unidas, pelo menos 1.400 pessoas, a maioria manifestantes, foram mortas na repressão dos protestos.</P><br />
<P>Em novembro, Hasina foi considerada por um tribunal de Daca culpada de crimes contra a humanidade e condenada, à revelia, à morte por enforcamento, por ter ordenado à polícia que abrisse fogo.</P><br />
<P>Daca solicitou formalmente a extradição de Hasina, um pedido que Nova Deli afirmou estar &#8220;em análise&#8221;.</P><br />
<P>Hasina declarou que deseja regressar ao Bangladesh em dezembro, mês que marca a independência do país, em 1971.</P><br />
<P>As suas declarações provocaram indignação em Daca, onde os manifestantes queimaram uma imagem da antiga governante.</P><br />
<P>Dezenas de milhares de pessoas acompanharam as suas declarações, que foram transmitidas &#8216;online&#8217;.</P><br />
<P>As autoridades do Bangladesh proibiram os meios de comunicação locais de transmitir o seu discurso.</P><br />
<P>No final de julho, numa entrevista escrita à agência France-Presse (AFP), Hasina já tinha afirmado a sua determinação em regressar ao país antes do final do ano, apesar dos riscos para a sua vida.</P><br />
<P>&#8220;Estou plenamente consciente do meu destino&#8221;, insistiu no e-mail enviado à AFP.</P><br />
<P>O governo do Bangladesh garantiu que a ex-líder terá direito a um julgamento justo em todos os processos contra si, caso decida regressar.</P><br />
<P>As organizações de defesa dos direitos humanos acusaram o regime de Hasina de abusos como o assassínio de rivais, a repressão dos partidos da oposição, a manipulação dos tribunais e eleições viciadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798110]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Helicóptero de Trump e avião comercial aproximaram-se demasiado em Washington</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/helicoptero-de-trump-e-aviao-comercial-aproximaram-se-demasiado-em-washington/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:47:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um helicóptero que transportava o Presidente norte-americano Donald Trump aproximou-se demasiado de um avião comercial na terça-feira em Washington, incidente sob investigação do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um helicóptero que transportava o Presidente norte-americano Donald Trump aproximou-se demasiado de um avião comercial na terça-feira em Washington, incidente sob investigação do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).</P><br />
<P>&#8220;O NTSB está a investigar um alegado incidente de perda de separação entre o helicóptero Marine One e um avião comercial que descolou do Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington, D.C.&#8221;, indicou a agência na rede social Facebook na quarta-feira, sem fornecer mais detalhes.</P><br />
<P>Kush Desai, porta-voz da Casa Branca, declarou em comunicado que os voos do Marine One eram pilotados por alguns dos melhores pilotos do mundo e que &#8220;o Presidente nunca esteve em perigo&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) explicou que, segundo a sua análise preliminar de segurança, houve uma perda momentânea de separação, após a qual cada aeronave continuou a afastar-se da outra.</P><br />
<P>&#8220;O controlador de tráfego aéreo manteve contacto com o piloto do avião comercial e com o piloto do helicóptero Marine One durante esta perda de separação&#8221;, referiu ainda a FAA, garantindo também que Trump esteve sempre em segurança.</P><br />
<P>O organismo regulador especificou que continuará a investigar as circunstâncias do incidente e que implementará todas as medidas corretivas adequadas, com base nas suas conclusões.</P><br />
<P>Segundo o Wall Street Journal, as medidas de segurança nestas circunstâncias exigem uma separação de pelo menos 2,4 km na horizontal e 150 metros na vertical.</P><br />
<P>O jornal, indicando que o incidente ocorreu por volta das 14:30 de terça-feira (19:30 de terça-feira em Lisboa), especificou que o Embraer E-170 da American Airlines, operado pela sua subsidiária Envoy Air, em descolagem, aproximou-se do helicóptero, que seguia para a Base Aérea de Andrews, onde o Presidente embarcou para a Califórnia no avião presidencial.</P><br />
<P>A FAA reforçou drasticamente as medidas de segurança em torno do Aeroporto Ronald Reagan desde a colisão entre um avião comercial em aproximação e um helicóptero Black Hawk do Exército, que matou 67 pessoas em janeiro de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798109]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump oferece recompensa de 22 ME por alegado lider do mais poderoso cartel do México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:39:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Departamento de Estado norte-americano ofereceu uma recompensa de 25 milhões de dólares (21,6 milhões de euros) em troca de informações sobre o procurado Juan Carlos González, cidadão dos Estados Unidos e alegado líder do cartel mais poderoso do México.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento de Estado norte-americano ofereceu uma recompensa de 25 milhões de dólares (21,6 milhões de euros) em troca de informações sobre o procurado Juan Carlos González, cidadão dos Estados Unidos e alegado líder do cartel mais poderoso do México. </P><br />
<P>A recompensa por González foi aumentada de 5 milhões para 25 milhões de dólares e, no total, o executivo de Donald Trump ofereceu 100 milhões de dólares por informações sobre vários líderes do Cartel Jalisco Nueva Generación, ou CJNG, e restringiu os vistos de familiares e parceiros de membros daquele grupo do crime organizado.</P><br />
<P>O Departamento de Estado afirmou na quarta-feira que a medida visa &#8220;paralisar a liderança da organização&#8221;, cujo alegado chefe é González (&#8220;Pelón&#8221;).</P><br />
<P>Trump também tem intensificado a pressão sobre o México e outras nações da América Latina para prosseguir a sua agenda de segurança.</P><br />
<P>O CJNG está entre os oito cartéis mexicanos designados como organização terrorista estrangeira. </P><br />
<P>O grupo sofreu um duro golpe em fevereiro, quando o líder Nemesio Rubén Oseguera Cervantes (&#8220;El Mencho&#8221;) foi morto pelo exército mexicano. </P><br />
<P>Os Estados Unidos deram informações para a operação, que resultou num surto de violência no estado de Jalisco. </P><br />
<P>González, enteado de Oseguera Cervantes e cidadão do México e dos Estados Unidos, é apontado como novo líder do cartel, que está envolvido em todo o tipo de atividades, desde a produção de abacate até ao tráfico de drogas. </P><br />
<P>O executivo Trump impôs recentemente sanções a 50 indivíduos e empresas ligadas ao cartel, incluindo González, congelando ativos e bloqueando transações financeiras com os citados.</P><br />
<P>O cartel é considerado o maior do México, com presença em 21 dos 32 estados. As suas operações também se estenderam a vários países, incluindo aos Estados Unidos. </P><br />
<P>A administração Trump aumentou a pressão sobre o governo da Presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, para combater os cartéis de forma mais intensa, chegando a ameaçar com uma ação militar contra os grupos.</P></p>
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		<item>
		<title>Venezuela: Opositora Dinorah Figuera regressa a Caracas para diálogo com regime</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:29:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ex-deputada venezuelana da oposição Dinorah Figuera, que defende a continuidade da Assembleia Nacional (AN) eleita em 2015, regressou quarta-feira ao país para continuar o diálogo iniciado com o regime chavista com apoio dos Estados Unidos, noticiou a agência EFE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-deputada venezuelana da oposição Dinorah Figuera, que defende a continuidade da Assembleia Nacional (AN) eleita em 2015, regressou quarta-feira ao país para continuar o diálogo iniciado com o regime chavista com apoio dos Estados Unidos, noticiou a agência EFE.  </P><br />
<P>A opositora chegou ao Aeroporto Internacional General José Antonio Anzoátegui, no leste do país, vinda de Espanha e acompanhada de uma comissão de ex-deputados da AN de 2015, e espera-se que esteja nas próximas horas na capital, Caracas, disse à EFE fonte próxima de Figuera.  </P><br />
<P>Após a sua chegada, Figuera reiterou à imprensa local que a agenda de trabalho dos próximos dias estará focada na resposta às consequências dos sismos de 24 de junho, que deixaram mais de 6.000 mortos, 16.740 feridos e quase 18.000 desalojados.  </P><br />
<P>&#8220;Isto vai ter uma agenda prioritária que significará o reconhecimento da zona, o impacto desta tragédia, como as vítimas desta situação serão acompanhadas e o que estamos comprometidos a proporcionar&#8221;, afirmou Figuera ao El Diario. </P><br />
<P>A ex-deputada informou também que a comissão irá abordar questões como a recomposição do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), para o tornar &#8220;credível e fiável&#8221;, a institucionalização do Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) e a &#8220;garantia de direitos políticos e civis&#8221;.</P><br />
<P>Figuera disse ainda ao canal de televisão privado Televen que este processo levará tempo e decorrerá &#8220;até dezembro de 2026&#8221;, quando &#8220;todo o produto&#8221; da obra será &#8220;formalmente apresentado&#8221;, e agradeceu ao chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, o apoio na elaboração da agenda de trabalho. </P><br />
<P>O Departamento de Estado norte-americano confiou a Figuera a tarefa de dialogar com o regime chavista num contexto de transição no país, após a captura do ex-líder Nicolás Maduro em janeiro passado por tropas norte-americanas em Caracas. </P><br />
<P>Desde então, Delcy Rodríguez exerce o cargo de Presidente interina do país. </P><br />
<P>Este novo diálogo começou no sábado, com uma chamada telefónica entre Figuera e o presidente do Parlamento e principal negociador do Governo, Jorge Rodriguez, irmão da presidente interina. </P><br />
<P>O processo não conta com a participação dos líderes da oposição María Corina Machado e Edmundo González Urrutia (ex-candidato presidencial), que disseram esperar que esta aproximação conduza a eleições presidenciais.  </P><br />
<P>A acompanhar Figuera estão os ex-deputados da oposição Marco Aurelio Quiñones, Ramón López, Jorge Millán, Juan Miguel Matheus e Sergio Vergara, enquanto pelo Governo estão Rodríguez, a ministra da Educação Universitária, Ana María Sanjuán; o primeiro vice-presidente do Parlamento, Pedro Infante; e os deputados América Pérez, Génesis Garvett e Jorge Arreaza. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798107]]></sapo:autor>
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		<title>Detido no campo de golfe de Trump na Califórnia acusado de posse ilegal de arma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:18:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ex-militar detido no domingo no estado norte-americano da Califórnia num campo de golfe propriedade de Donald Trump, dois dias antes da visita do Presidente, está acusado de posse ilegal de arma de fogo, revelaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-militar detido no domingo no estado norte-americano da Califórnia num campo de golfe propriedade de Donald Trump, dois dias antes da visita do Presidente, está acusado de posse ilegal de arma de fogo, revelaram as autoridades.</P><br />
<P>O suspeito, Jeanine John Taele, deveria ter sido presente quarta-feira a um juiz federal em Los Angeles, para decidir se podia ou não ser libertado sob fiança, mas o Departamento de Justiça anunciou que a audiência tinha sido adiada por tempo indeterminado.</P><br />
<P>Nesta fase, o suspeito está a ser acusado de posse de uma espingarda de cano curto não registada, um crime punível com até 10 anos de prisão.</P><br />
<P>Além das acusações federais, é também acusado pelas autoridades da Califórnia de múltiplas violações das leis sobre armas.</P><br />
<P>&#8220;Embora ainda estejamos a investigar os motivos deste indivíduo, estamos aliviados por ele ter sido detido antes da visita do Presidente&#8221;, realçou o procurador federal Bill Essayli num comunicado.</P><br />
<P>As autoridades não apresentaram ainda qualquer prova de que Taele tivesse como alvo o chefe de Estado, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Mas &#8220;não há margem para erros, especialmente tendo em conta as tentativas de assassinato anteriores contra o Presidente Trump&#8221;, insistiu Patrick Gandy, vice-diretor do gabinete do FBI (polícia federal) em Los Angeles, prometendo uma &#8220;investigação minuciosa&#8221;.</P><br />
<P>O suspeito, de 38 anos, é um veterano do Exército e antigo membro do Corpo de Fuzileiros Navais que esteve destacado no Iraque e no Afeganistão entre 2008 e 2010 e recebeu várias medalhas, segundo órgãos de comunicação social norte-americanos.</P><br />
<P>Taele suscitou suspeitas pela primeira vez na sexta-feira, no campo de golfe Rancho Palos Verdes, de acordo com a acusação.</P><br />
<P>Foi visto a usar um auricular e a tirar fotografias e a gravar vídeos das atividades de planeamento de segurança realizadas por agentes federais antes da visita presidencial.</P><br />
<P>No domingo, voltou a ser visto no campo de golfe, o que levou à sua detenção.</P><br />
<P>Durante a detenção, os agentes encontraram nas suas calças um carregador com munições e no seu carro uma pistola de 9mm carregada, bem como binóculos e um distintivo de agente de segurança.</P><br />
<P>O suspeito alegou inicialmente estar numa missão de segurança para o Departamento de Estado. Após investigação, descobriu-se que era procurado por furto.</P><br />
<P>Foi então realizada uma busca, pelo xerife e pela unidade antiterrorismo do FBI, à casa do suspeito em Downey, um subúrbio de Los Angeles.</P><br />
<P>Na habitação, foi descoberta uma espingarda de assalto, uma pistola, um colete à prova de balas, carregadores de alta capacidade, munições, dois rádios e &#8220;vários cadernos contendo declarações perturbadoras&#8221;.</P><br />
<P>O jantar oferecido na noite de terça-feira por Donald Trump no seu campo de golfe, para angariar fundos para o Partido Republicano antes das eleições intercalares, decorreu sem incidentes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798103]]></sapo:autor>
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		<title>EUA mantêm alerta máximo de incêndio e combate a 94 grandes fogos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:01:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos mantêm o nível máximo de prontidão para incêndios florestais, enquanto os bombeiros lutam para conter pelo menos 94 grandes fogos em todo o país, que já forçaram a retirada de milhares de pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos mantêm o nível máximo de prontidão para incêndios florestais, enquanto os bombeiros lutam para conter pelo menos 94 grandes fogos em todo o país, que já forçaram a retirada de milhares de pessoas.</P><br />
<P>O Centro Nacional Interagências de Incêndios (NIFC, na sigla em inglês) manteve na quarta-feira o nível 5, o mais elevado, na sua alocação de recursos para o combate a incêndios, declarado no mês passado, com poucas tréguas nos fogos.</P><br />
<P>As condições meteorológicas não melhoraram em agosto e a perspetiva não é promissora. Na terça-feira, foram reportados 97 novos incêndios em todo o país, incluindo três de grandes dimensões.</P><br />
<P>De acordo com os dados do NIFC, os bombeiros trabalham atualmente para conter 94 grandes incêndios florestais ativos em todo o país, com mais de 28.700 pessoas mobilizadas para estes esforços.</P><br />
<P>Este ano, os bombeiros responderam a 45.184 incêndios florestais, o número mais elevado numa só temporada nos últimos dez anos. Quase 2,1 milhões de hectares arderam nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O noroeste do país continua a sofrer com a atividade de incêndios florestais mais intensa, com 49 grandes focos ativos nos estados de Washington e Oregon.</P><br />
<P>Em Washington, o incêndio de Sinlahekin cresceu para mais de 47.348 hectares numa área muito próxima da fronteira com o Canadá, enquanto o incêndio de Little Giant ultrapassou os 28.327 hectares em redor do Lago Chelan, o terceiro mais profundo do país. </P><br />
<P>Ambos os incêndios apresentam um comportamento extremo, observou o NIFC.</P><br />
<P>Pelo menos 65.000 pessoas permanecem sob ordens de retirada naquele Estado.</P><br />
<P>No Oregon, a situação é ainda mais grave e os incêndios Big Grass, Coleman Creek e Rowe Creek Complex continuam entre os maiores do país, enquanto os bombeiros continuam a proteger as comunidades e as infraestruturas.</P><br />
<P>O incêndio de Widemouth 2, no Utah, cresceu mais de 6.474 hectares, enquanto o de Tartar, no Idaho, ultrapassou os 55.846 hectares. Este Estado registou também um novo grande incêndio.</P><br />
<P>Em Nevada, o incêndio de Ward continua a apresentar um comportamento extremo.</P><br />
<P>A previsão meteorológica é negativa, sendo esperados dias quentes, secos e ventosos em grande parte do oeste do país, criando o combustível perfeito para as chamas.</P><br />
<P>O nível 5 de alerta para incêndios florestais no início de agosto é superior ao registado em 2025, quando se manteve no nível 3, tal como em 2022 e 2023.</P><br />
<P>Apenas em 2024 e 2021 foi registado o nível 5 no início de agosto. O nível mais baixo declarado recentemente foi em 2019, quando o alerta para incêndios era de nível 2. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798099]]></sapo:autor>
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		<title>NASA confirma que destroços de foguetão da SpaceX atingiram a Lua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:51:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma parte superior de um foguetão da empresa espacial SpaceX colidiu hoje de forma não planeada com a superfície lunar, confirmou a agência espacial norte-americana NASA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma parte superior de um foguetão da empresa espacial SpaceX colidiu hoje de forma não planeada com a superfície lunar, confirmou a agência espacial norte-americana NASA.</P><br />
<P>Num vídeo publicado na rede social X, a NASA classificou o acontecimento como um evento seguro e sem risco para a Terra e para as missões que operam na Lua.</P><br />
<P>Esta parte superior do foguetão resultou de um lançamento realizado em 2025 que permitiu colocar em órbita o módulo de aterragem Blue Ghost One, da empresa norte-americana Firefly Aerospace, como parte da iniciativa CLPS (Commercial Lunar Payload Services) da NASA, um programa de serviços comerciais para transportar cargas científicas e tecnológicas para a superfície lunar.</P><br />
<P>Segundo explicou a NASA, a colisão ocorreu devido a uma combinação de atividade solar e das forças gravitacionais que alteraram a trajetória do objeto.</P><br />
<P>&#8220;A NASA não planeou deliberadamente que esta parte superior colidisse com a Lua&#8221;, explicou uma porta-voz da agência no vídeo, que indicou que este tipo de eliminação de equipamento é uma prática aceite nas operações lunares. </P><br />
<P>&#8220;Na realidade, este é um método tecnicamente aceite e seguro para descarte de equipamentos em órbita lunar baixa&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>A agência acrescentou que alguns operadores optam por terminar as suas operações fazendo com que os equipamentos impactem na superfície lunar, porque &#8220;é uma estratégia previsível e verificável para eliminar equipamento no fim da sua vida útil&#8221;. </P><br />
<P>O impacto não representa qualquer perigo para a Terra nem para qualquer equipamento que se encontre na Lua, sublinhou a NASA. </P><br />
<P>&#8220;Os cientistas estão desejosos de estudar este evento de impacto, pois pode ajudar-nos a compreender melhor como rastrear coisas deste tipo no futuro&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>A NASA explicou que a Lua funciona como um &#8220;laboratório natural para estudar processos que ocorrem em todo o sistema solar&#8221;, devido à ausência de atmosfera e à sua superfície permanecer estável durante longos períodos. </P><br />
<P>O estudo deste tipo de impactos permite aos cientistas analisar a formação de crateras, um fenómeno que ocorre em diferentes corpos do sistema solar. </P><br />
<P>&#8220;Ao fazer tocar um objeto de tamanho conhecido a uma velocidade conhecida contra a superfície lunar, isso pode ajudar os cientistas a compreender o processo de formação de crateras por impacto e que tipo de cratera resulta de um impacto desse tamanho&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>A agência lembrou que a Lua tem recebido impactos de forma constante durante os seus aproximadamente 4.000 milhões de anos de história. </P><br />
<P>&#8220;Meteoritos, asteroides, cometas e outros objetos colidem com a Lua a toda a altura&#8221;, indicou. </P><br />
<P>Além disso, a NASA destacou que os astronautas da missão Artemis II observaram este ano, durante um sobrevoo lunar de poucas horas, vários fenómenos de impacto, incluindo clarões de impactos ativos ou crateras a formarem-se na superfície. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798092]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Novos navios de guerra dos EUA &#8220;classe Trump&#8221; podem custar 238 mil ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:38:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A anunciada frota de 15 navios de guerra norte-americanos "classe Donald Trump" pode custar 275 mil milhões de dólares (238 mil milhões de dólares), tornando-se os mais caros já construídos pelo país, indicou hoje uma agência do Congresso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A anunciada frota de 15 navios de guerra norte-americanos &#8220;classe Donald Trump&#8221; pode custar 275 mil milhões de dólares (238 mil milhões de dólares), tornando-se os mais caros já construídos pelo país, indicou hoje uma agência do Congresso.</P><br />
<P>O primeiro destes navios de propulsão nuclear custaria aproximadamente 23,4 mil milhões de dólares (20,2 mil milhões de euros), enquanto os navios subsequentes teriam um custo médio de 18 mil milhões de dólares (15,5 mil milhões de euros) cada, de acordo com um relatório do Gabinete de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês).</P><br />
<P>Em comparação, o USS Gerald Ford, o maior porta-aviões do mundo, custou aproximadamente 13,3 mil milhões de dólares em 2008, o que equivale a mais de 20 mil milhões de dólares em 2026 (17,3 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O Presidente norte-americano anunciou em dezembro o seu plano para uma nova classe de navios de guerra com o seu nome, uma distinção geralmente reservada aos ex-presidentes.</P><br />
<P>Os navios estarão fortemente armados, com mísseis antiaéreos e terra-terra, armas hipersónicas, mísseis de cruzeiro nucleares, lasers e um canhão eletromagnético, detalhou o CBO, uma agência independente do Congresso.</P><br />
<P>Estes navios serão significativamente maiores do que os atuais contratorpedeiros e cruzadores norte-americanos, mas o seu deslocamento (o volume de água deslocado pelo casco) continuará a ser ligeiramente inferior ao dos últimos couraçados norte-americanos, da classe Iowa, desativados na década de 1990.</P><br />
<P>Washington está agora consideravelmente atrás de Pequim em termos de número de navios na sua Marinha.</P><br />
<P>Um relatório apresentado ao Congresso no ano passado destacou as preocupações dos oficiais militares norte-americanos e de outros observadores relativamente ao elevado ritmo da construção naval chinesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798090]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Líbano e Israel interrompem conversações devido a ataque do Exército israelita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:20:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo dos Estados Unidos disse hoje que houve "avanços" no encontro entre as delegações libanesa e israelita em Roma, mas este foi interrompido devido ao ataque do exército de Israel no Líbano que matou uma pessoa e feriu 12.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo dos Estados Unidos disse hoje que houve &#8220;avanços&#8221; no encontro entre as delegações libanesa e israelita em Roma, mas este foi interrompido devido ao ataque do exército de Israel no Líbano que matou uma pessoa e feriu 12.</P><br />
<P>Um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano informou à Europa Press que a ronda de conversações, a sétima desde março, terminou às 15:30, &#8220;mais cedo do que previsto devido aos acontecimentos no terreno&#8221;, embora tenha assegurado que &#8220;serão retomadas&#8221; na manhã desta quinta-feira. </P><br />
<P>As conversações, que começaram na terça-feira na capital italiana foram &#8220;extremamente produtivas&#8221;, de acordo com o porta-voz diplomático, que adianta ter havido &#8220;avanços&#8221; na aplicação do acordo-quadro alcançado pelos três países em junho passado. </P><br />
<P>Ao abrigo do acordo-quadro, o exército libanês iniciou a 21 de julho o seu destacamento na localidade do sul de Zawtar al-Gharbiya, primeira &#8220;zona piloto&#8221;, e autorizou os habitantes a regressarem. </P><br />
<P>O Hezbollah rejeitou este acordo várias vezes e recusa-se a depor as armas enquanto não for definido qualquer calendário para a retirada total de Israel.</P><br />
<P>As negociações diretas com Israel só trarão &#8220;vergonha e humilhação&#8221;, criticou na terça-feira o seu líder, Naim Kassem, acusando o presidente libanês de fomentar divisões no país em vez de atuar como &#8220;árbitro&#8221;.</P><br />
<P>Este movimento xiita envolveu o Líbano na guerra regional ao disparar contra Israel, no dia 02 de março, em apoio a Teerão, desencadeando importantes ataques aéreos israelitas e uma ofensiva terrestre.</P><br />
<P>A violência diminuiu desde junho, mas Beirute continua a relatar ataques israelitas esporádicos e denuncia explosões no sul do país. </P><br />
<P>Esta é a sétima ronda de contactos entre o Líbano e Israel desde que o Hezbollah e as forças israelitas retomaram os combates. Desde então, mais de 4.300 pessoas morreram e 12.200 ficaram feridas no Líbano às mãos do Exército israelita, segundo o último balanço das autoridades libanesas, que não discriminam quantas são combatentes do movimento islamita, que Israel afirma visar.</P><br />
<P>No ataque de hoje, uma pessoa morreu e 12 ficaram feridas devido a um ataque do Exército israelita contra Tebnin, um município do distrito de Bint Jbeil, no sul do Líbano. </P><br />
<P>As Forças de Defesa de Israel (FDI) também realizaram ataques contra o distrito de Tiro (sul), pouco depois de emitirem uma ordem de retirada forçada dos residentes do município de Al Mansuri, onde, em julho, ainda viviam cerca de 1.500 pessoas, segundo as autoridades locais. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798080]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: EUA suspendem sanções a companhia aérea e iraquiano ligado à Guarda Revolucionária</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:50:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Departamento do Tesouro norte-americano anunciou hoje a suspensão das sanções a uma companhia aérea, duas aeronaves e um cidadão iraquiano ligado à Guarda Revolucionária iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento do Tesouro norte-americano anunciou hoje a suspensão das sanções a uma companhia aérea, duas aeronaves e um cidadão iraquiano ligado à Guarda Revolucionária iraniana.</P><br />
<P>A medida divulgada pelo do Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro visa a Fly Baghdad Airlines Company, também registada como Iraq Express e Fly Baghdad, com sede na capital iraquiana.</P><br />
<P>Abrange também duas aeronaves, identificadas como Yi-Baf e Yi-Ban, operadas pela referida companhia aérea.</P><br />
<P>Além disso, o OFAC suspendeu as sanções a um cidadão iraquiano identificado como Bashir Abdulkadhim Alwan al-Shababni, que estava na lista da agência desde janeiro de 2024 como presidente executivo da Fly Baghdad.</P><br />
<P>Washington tinha imposto sanções alegando o apoio às operações da Guarda Revolucionária, o Exército ideológico do Irão, bem como aos aliados deste grupo militar iraniano noutros países da região, como o partido-milícia Hezbollah no Líbano, o Kataeb Hezbollah no Iraque ou a Guarda Republicana Síria, leal ao ex-presidente sírio Bashar al-Assad.</P><br />
<P>EUA e Irão estão em guerra desde 28 de fevereiro, na sequência de uma ofensiva conjunta israelo-americana, a que Teerão respondeu com ataques na região e o bloqueio do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Irão anunciou hoje que chegou a acordo com Omã sobre uma nova rota marítima no estreito de Ormuz, mas avisou, no entanto, que a conclusão do entendimento não significa a reabertura imediata da estratégica via.</P><br />
<P>As negociações entre o Irão e Omã, dois países que fazem fronteira no estreito de Ormuz, decorrem há dois meses de forma &#8220;profissional&#8221; e &#8220;progressiva&#8221;, segundo a República Islâmica, com objetivo de estabelecer uma rota segura para a navegação comercial e definir um mecanismo para regular o tráfego marítimo, tendo em conta os aspetos técnicos, jurídicos, de segurança e ambientais.</P><br />
<P>O diálogo entre as autoridades de Teerão e Mascate ocorre após o colapso do memorando de entendimento assinado por Estados Unidos e a República Islâmica em 17 de junho, que previa um cessar-fogo imediato e a abertura de negociações durante 60 dias com vista a um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>As partes voltaram, porém, à confrontação militar, com Teerão a repor as restrições no estreito de Ormuz, por onde antes da guerra passava 20% do comércio petrolífero global, e Washington a aplicar novamente um bloqueio naval aos portos iranianos.</P><br />
<P>O líder da Casa Branca ordenou, entretanto, uma suspensão dos ataques aéreos, alegando que agiu a pedido dos países mediadores e da própria República Islâmica, que no entanto desmente a existência de conversações com Washington, mas não com Omã.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798073]]></sapo:autor>
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		<title>Três mortos num tiroteio em massa na Carolina do Norte (EUA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Três pessoas morreram e outra ficou ferida num tiroteio na localidade americana de Prospect Hill, no estado da Carolina do Norte, informaram hoje as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Três pessoas morreram e outra ficou ferida num tiroteio na localidade americana de Prospect Hill, no estado da Carolina do Norte, informaram hoje as autoridades locais. </P><br />
<P>As autoridades adiantaram que um dos mortos é suspeito de ser o autor dos disparos e que se tratou de um incidente isolado. Tony Durden, xerife do Condado de Caswell, onde se situa Prospect Hill, declarou em conferência de imprensa que todos os envolvidos são adultos e pertencem à mesma família.</P><br />
<P>No sábado passado, noutro tiroteio em massa num restaurante na localidade de Twin Falls (Idaho), morreram três pessoas e outras sete ficaram feridas.</P><br />
<P>Os tiroteios em massa são recorrentes nos Estados Unidos e, segundo as estatísticas do Gun Violence Archive, este ano já ocorreram 290 em todo o país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798072]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky sugere que redução da ajuda militar ocidental visa pressionar Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sugeriu hoje que a redução da ajuda militar ocidental a Kiev este ano, em particular de defesa antiaérea, poderá ser uma medida para pressionar o país a negociar a paz com a Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sugeriu hoje que a redução da ajuda militar ocidental a Kiev este ano, em particular de defesa antiaérea, poderá ser uma medida para pressionar o país a negociar a paz com a Rússia.</P><br />
<P>Numa reunião com o Conselho Nacional de Segurança e Defesa, o líder ucraniano disse que desde o início de 2026 Kiev está a receber três vezes menos mísseis antibalísticos do que antes, o que dificulta a tarefa de se defender dos ataques russos.</P><br />
<P>&#8220;Está relacionado com a guerra, ou seja, com as hostilidades e guerras no Médio Oriente. Pelo menos esta é a razão oficial que recebemos dos nossos aliados, principalmente dos Estados Unidos, e também dos nossos parceiros europeus&#8221;, afirmou Zelensky em declarações citadas pela agência Ukrinform.</P><br />
<P>&#8220;Talvez se trate de medidas políticas para tornar a Ucrânia mais complacente. Na minha opinião, há algo disso&#8221;, sugeriu o presidente. </P><br />
<P>Na reunião, Zelensky pediu aos Ministérios da Defesa e dos Negócios Estrangeiros que façam tudo o que for possível para convencer os aliados de Kiev a fornecerem mais munições para as defesas antiaéreas. </P><br />
<P>No sábado passado, a Força Aérea ucraniana informou que apenas um dos 27 mísseis balísticos lançados pela Rússia contra o país tinha sido derrubado, num ataque que deixou nove mortos em Kiev. </P><br />
<P>Hoje, os ataques noturnos russos causaram 17 mortos, sem que as defesas conseguissem derrubar qualquer um dos 24 mísseis balísticos usados. </P><br />
<P>Zelensky intensificou nos últimos dias os apelos aos seus aliados para que forneçam munições para defesas antiaéreas e na semana passada viajou para a Washington para discutir com o Presidente norte-americano, Donald Trump, a autorização para fabricar na Ucrânia mísseis para baterias Patriot.</P><br />
<P>Depois de inicialmente se ter mostrado recetivo a um acordo de fabrico, esta semana Trump levantou reservas sobre a transferência de tecnologia.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e «desnazificar» o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente. </P><br />
<P>No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões &#8211; Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia &#8211; além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798071]]></sapo:autor>
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		<title>Incidente com drone em Leipzig representa &#8220;nova dimensão de ameaça&#8221; &#8211; ministro alemão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro alemão da Administração Interna, Alexander Dobrindt, disse hoje que a descoberta de um drone com um suposto engenho explosivo no aeroporto de Leipzig-Halle representa "uma nova dimensão" de ameaça, referindo um possível "cenário de ataque híbrido".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro alemão da Administração Interna, Alexander Dobrindt, disse hoje que a descoberta de um drone com um suposto engenho explosivo no aeroporto de Leipzig-Halle representa &#8220;uma nova dimensão&#8221; de ameaça, referindo um possível &#8220;cenário de ataque híbrido&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Nada neste caso sugere a ação de um amador. Estamos perante uma ameaça híbrida profissional, com a qual teremos de continuar a lidar&#8221;, afirmou o ministro. </P><br />
<P>Esta ameaça pode envolver &#8220;potências estrangeiras&#8221;, acrescentou, sem dar mais detalhes.</P><br />
<P>Segundo Dobrindt, seria &#8220;demasiado simplista&#8221; pensar que uma única medida seria suficiente para responder a este tipo de ameaça e o incidente insere-se num contexto mais amplo destinado a &#8220;contribuir para um sentido de insegurança&#8221; na Alemanha.</P><br />
<P>No entanto, o ministro recusou-se a fazer conjeturas sobre as motivações das pessoas por detrás deste caso ou sobre a sua identidade, afirmando que essas questões agora faziam parte da investigação. </P><br />
<P>Na noite de terça-feira para hoje, o tráfego aéreo foi interrompido durante duas horas no aeroporto de Leipzig/Halle (leste), após ter sido descoberto um drone com um &#8220;dispositivo explosivo não identificado&#8221;, que foi logo desativado, segundo os investigadores alemães. </P><br />
<P>O incidente levou ao encerramento temporário deste aeroporto e perturbou o tráfego aéreo. Mais tarde, um avião de carga da DHL interrompeu a sua aproximação para aterragem e teve de ganhar altitude antes de colidir com um objeto não identificado a alguns quilómetros do aeroporto, causando danos ligeiros na aeronave, constatados após a sua chegada a Hanôver (noroeste). </P><br />
<P>O aeroporto de Leipzig/Halle é um dos principais centros logísticos da Alemanha e desempenha um papel chave no transporte de equipamento militar e civil para a Ucrânia, apoiada por Berlim desde o início da invasão russa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798069]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em terreno misto à espera do acordo entre Washington e Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, com o otimismo dos últimos dias a dar sinais de arrefecimento, enquanto o mercado aguarda um acordo entre Washington e Teerão para a reabertura do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, com o otimismo dos últimos dias a dar sinais de arrefecimento, enquanto o mercado aguarda um acordo entre Washington e Teerão para a reabertura do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice S&amp;P 500, mais abrangente, recuou 0,17%, para 7.723,55 pontos, e o tecnológico Nasdaq caiu 0,83%, para 26.363,44 pontos. </P><br />
<P>Apenas o seletivo Dow Jones (+0,49%) fechou em terreno positivo, conseguindo atingir o seu terceiro recorde consecutivo de fecho, nos 54.349,12 pontos.</P><br />
<P>&#8220;O mercado parece estar a atravessar uma fase de consolidação&#8221; depois de uma forte subida nas últimas sessões, referiu Patrick O&#8217;Hare, analista da Briefing.com, à agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>&#8220;Estamos a regressar gradualmente a uma tendência de estabilidade, enquanto os investidores aguardam para ver como se vai desenvolver a situação no Médio Oriente&#8221;, indicou, por sua vez José Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na terça-feira que o Estreito de Ormuz seria reaberto &#8220;muito em breve&#8221;, caso contrário o Irão seria &#8220;duramente atingido&#8221;, e assegurou que um acordo poderia ser alcançado até quinta-feira.</P><br />
<P>No entanto, Teerão negou qualquer negociação com Washington, anunciando um acordo com Omã sobre uma nova rota de trânsito para os navios através de Ormuz.</P><br />
<P>Qualquer reabertura desta rota marítima dependerá, no entanto, das ações de Washington, que impôs um bloqueio aos portos iranianos, disseram fontes iranianas aos meios de comunicação social locais.</P><br />
<P>Aguardando mais detalhes, os preços do petróleo mantiveram-se estáveis, fechando perto do ponto de equilíbrio.</P><br />
<P>O mesmo ocorreu no mercado obrigacionista, onde o rendimento dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos a 10 anos se manteve estável em 4,61%, em comparação com o fecho do dia anterior.</P><br />
<P>No âmbito empresarial, o índice Nasdaq foi pressionado pela queda da gigante espacial SpaceX, que perdeu 13,61%, fechando nos 108,27 dólares, o que significa uma perda de mais de 200 mil milhões de dólares na sua capitalização bolsista.</P><br />
<P>A joia da coroa de Elon Musk superou largamente as expectativas nos seus primeiros resultados públicos desde a entrada em bolsa em junho, com a receita a quase duplicar no segundo trimestre.</P><br />
<P>Mas os seus gastos elevados (18,4 mil milhões de dólares no total para o trimestre), particularmente em inteligência artificial, abalaram os investidores.</P><br />
<P>Outra ação tecnológica em queda foi a da gigante de chips AMD (-7,04%, para 482,05 dólares), penalizada por superar apenas ligeiramente as expectativas com os resultados apresentados.</P><br />
<P>&#8220;No geral, os resultados financeiros continuam muito bons&#8221; neste trimestre, observou Patrick O&#8217;Hare.</P><br />
<P>De acordo com a empresa de dados FactSet, a taxa de crescimento dos lucros das empresas do S&amp;P 500 é atualmente de cerca de 50%, em comparação com os 20% esperados.</P><br />
<P>A gigante norte-americana do entretenimento Disney (+3,66% para 101,77 dólares) esteve hoje em alta, após ter divulgado um aumento de 7% na receita trimestral, impulsionado pelo streaming e pelos parques temáticos.</P><br />
<P>A empresa anunciou ainda uma parceria com o TikTok, permitindo a utilização de excertos dos seus filmes e séries em vídeos curtos publicados na plataforma.</P><br />
<P>Wall Street aguarda também a divulgação, na sexta-feira, dos dados oficiais de emprego de julho.</P><br />
<P>&#8220;Muitas pessoas acompanharão este relatório de perto, dado que estamos a enfrentar uma inflação persistente&#8221;, explicou O&#8217;Hare.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798068]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>LUSA VERIFICA: É falso que portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico na Caparica por falarem português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 05 ago 2026 (Lusa Verifica) -- É falsa a história viral de que "portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico por falarem português". A expulsão aconteceu num restaurante da Caparica porque os portugueses chamaram "p... refugiada" a uma funcionária que não falava português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 05 ago 2026 (Lusa Verifica) &#8212; É falsa a história viral de que &#8220;portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico por falarem português&#8221;. A expulsão aconteceu num restaurante da Caparica porque os portugueses chamaram &#8220;p&#8230; refugiada&#8221; a uma funcionária que não falava português.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Alegação: &#8220;portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico por falarem português&#8221; +++ </P><br />
<P>Na terça-feira, 07 de agosto, o deputado do Chega Rui Paulo Sousa denunciou em várias redes sociais que &#8220;em Portugal, portugueses foram expulsos de um restaurante indostânico por falarem português&#8221;, uma situação que considera &#8220;uma vergonha&#8221;: https://archive.ph/Opvzi, https://archive.ph/YHDSB e https://archive.ph/anUTY. </P><br />
<P>Segundo o deputado, que é presidente da Comissão de Transparência do parlamento e vereador na Câmara da Amadora, &#8220;o responsável, que não falava a nossa língua, exigiu que falassem inglês e ainda ameaçou chamar a polícia&#8221;.</P><br />
<P>Anexo às publicações, Rui Paulo Sousa junta um vídeo de 20 segundos copiado de uma conta do Instagram onde se vê um homem a apontar a porta de saída a um grupo de quatro pessoas, três mulheres e um homem, que tentam explicar que &#8220;são portugueses, não sabem falar inglês e queriam explicações do que iriam consumir&#8221;, ao que o homem insiste em pedir &#8220;por favor&#8221; para saírem e ameaça chamar a polícia.</P><br />
<P>No dia seguinte, o tema foi amplificado pelo presidente do Chega, André Ventura, que convidou os seus seguidores a verem o vídeo. &#8220;Vocês têm de ver isto. Parece que agora em Portugal podemos ser expulsos de restaurantes porque falamos, imaginem, português. Vejam o vídeo&#8221;, apelou.</P><br />
<P>Depois das imagens, Ventura afirma que &#8220;isto é o resultado de sermos uns cornos mansos, de deixarmos que os outros façam o que querem&#8221; e lamenta que tenhamos de &#8220;nos vergar aos outros&#8221;, assegurando no final que não aceita isto. &#8220;Por nós não passarão&#8221;, remata no final das publicações que já somam mais de 1,7 milhões de visualizações: https://archive.ph/DYuqR, https://archive.ph/E9Dfb e https://archive.ph/nKCgs.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Factos: o vídeo conta apenas metade da história e o restaurante assegura que expulsou os clientes após comentários racistas +++ </P><br />
<P>Para verificar a autenticidade do vídeo foram feitas várias pesquisas por fotogramas e por palavras chave, bem como analisados os comentários nestas e noutras publicações anteriores com o mesmo teor (https://archive.ph/F0C3U), incluindo a conta de Instagram que publicou o vídeo copiado por Rui Paulo Sousa, que tem uma versão ligeiramente diferente e refere que a cena teve lugar &#8220;num hotel em Portugal&#8221;: https://archive.ph/SM9vO</P><br />
<P>As várias pesquisas permitiram localizar uma versão do vídeo publicada a 14 de julho, no Facebook, onde o autor da partilha descrevia que &#8220;as senhoras foram a um bar na Costa da Caparica(PACHA), pediram esclarecimentos sobre uma bebida ao funcionário que não sabia falar português e acabaram por ser expulsas desse bar, porque o dono achou que as senhoras estavam a ser RACISTAS&#8221;: https://archive.ph/8Qd0T.</P><br />
<P>A esse vídeo foi adicionada uma legenda atabalhoada, alegadamente do testemunho das visadas: &#8220;Fomos expulsas do bar pacha na costa da caparica porque não sabias falar inglês e queríamos saber a sabor da sisha este senhor foi super agressiva e não gravei desde o início. Funcionária não sabe falar português para explicar os sabores da sisha&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Segundo os queixosos, questionaram se tinham alguém que soubesse falar português, mas quem atendeu foi &#8220;super rude&#8221;: &#8220;disse que não sabia e que se fôssemos a França por exemplo tínhamos aue saber falar, atendeu na mesma porgue tínhamos um familiar que sabia o mínimo e fizemos o pedido. Passado 5 minutos vem o &#8216;gerente&#8217; do bar super bruto a expulsar-nos no bar onde parecíamos cães. Fomos acusados de racistas. Foi super agressivo. Chamamos a gnr e claramente não deu em nada&#8221;.</P><br />
<P>Através de pesquisas por palavras chave foi possível identificar o &#8216;link&#8217; deste texto no que parece ser a publicação original no TikTok através da memória &#8216;cache&#8217; da Google, mas o vídeo já tinha sido removido.</P><br />
<P>Já na análise aos comentários foram detectados alertas para o facto de a história poder estar mal contada e vários utilizadores remeteram para um &#8220;pedido de desculpas e esclarecimento público&#8221; já publicado por outra conta de Instagram que também tinha divulgado o vídeo e a história incompleta da expulsão: https://archive.ph/J4but.</P><br />
<P>Nesse texto destacado na página EM FOCO, dedicada a &#8220;informação, atualidade e tendências&#8221;, os autores da publicação inicial explicavam ter obtido esclarecimentos do estabelecimento Pasha e pediam desculpas pela publicação inicial que mostrava apenas parte do incidente: https://archive.ph/XxzrF.  </P><br />
<P>&#8220;A notícia foi publicada com base num vídeo que mostrava apenas os momentos finais da ocorrência, sem que tivéssemos acesso ao contexto completo dos acontecimentos. Após recebermos a versão do estabelecimento, compreendemos que a narrativa inicialmente transmitida não refletia a totalidade dos factos.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Segundo o esclarecimento recebido, os clientes não foram convidados a abandonar o estabelecimento por falarem português ou por qualquer motivo relacionado com a sua nacionalidade ou idioma. A decisão foi tomada na sequência de um alegado comportamento desrespeitoso para com uma colaboradora do espaço, incluindo a alegada utilização da expressão ofensiva &#8220;mais uma p&#8230; refugiada&#8221;, situação que terá motivado a intervenção do gerente.&#8221;</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Contraditório: os clientes foram expulsos devido a &#8220;comentários indecentes&#8221; +++ </P><br />
<P>A Lusa Verifica encontrou esta explicação nas &#8216;stories&#8217; da página do Pasha Beach Club no Instagram (https://archive.ph/FYzwB e https://archive.ph/ELFfb) e ouviu quer a proprietária deste restaturante da Costa de Caparica, quer o homem que surge no vídeo, que é o marido e gerente.</P><br />
<P>A dona, Ana Duram, empresária portuguesa regressada a Portugal há cinco anos após ter vivido e trabalhado no Reino Unido, e Mahmoud Al-Hadad, palestiniano com nacionalidade inglesa, reiteraram que os clientes foram mal educados e racistas. </P><br />
<P>&#8220;Estava na cozinha e os colegas brasileiros que falam português já tinham saído. Só estava a colega argelina que me contou-me que lhe perguntaram &#8220;se não falas português o que fazes aqui?&#8221;, num tom racista e malcriado e, mais tarde, quando explicou que não podia caracterizar os sabores da shisha [cachimbo de água], até por razões legais, ouviu o comentário de que era &#8220;mais uma p&#8230; refugiada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nesse instante decidi pedir-lhes para sair porque foram racistas com a minha colega. Não gritei nem os empurrei, pedi-lhes várias vezes para saírem no meu portugues limitado, é certo. Mas jamais expulsaria clientes se não tivessem sido malcriados&#8221;, contou Mahmoud.</P><br />
<P>Segundo o empresário, todo o episódio foi testemunhado por clientes italianos que fizeram questão de falar com os agentes da Polícia Marítima que entretanto foram chamados ao local pelos clientes. Mas nem os clientes, nem a empresária, que entretanto já tinha chegado, decidiram apresentar queixa no local, nem pedir identificações formais.  </P><br />
<P>Numa conversa interrompida várias vezes pelas lágrimas, Ana Duram mostrou-se muito afetada pelo episódio, sobretudo pela difamação do seu negócio e pelas mensagens de ódio que diz estar a receber nas redes sociais e até por telefone devido a &#8220;um vídeo curto que conta apenas a segunda parte com a narrativa da cliente.&#8221; </P><br />
<P>&#8220;De facto, a nossa funcionária atendeu em inglês e explicou que não falava português, mas percebeu o que eles disseram e ninguém deve admitir aquilo. Mas ela nem reagiu e foi fazer os &#8216;cocktails&#8217;, momento em que comentou com o meu marido. Foi aí que ele decidiu pedir-lhes para sair, em português, porque eles foram mal educados e racistas, mas isso não filmaram&#8221;, lamenta.</P><br />
<P>Apesar de não ter pedido que os clientes fossem identificados, a empresária apercebeu-se que o vídeo do incidente foi colocado no TikTok de uma das clientes mais jovens, que entretanto o apagou, e decidiu processá-la.</P><br />
<P>&#8220;Há muita coisa mal na imigração ilegal, mas isto é indecente e por isso já avancei com um processo porque não aceito que maltratem a nossa funcionária, que não é uma refugiada mas podia ser, porque também temos cá uma refugiada síria. Não admito faltas de respeito nem a clientes nem a empregados. Ela tem de ser respeitada e isto vai ter repercussões porque estamos a receber chamadas e mensagens de ódio e iremos processar quem estiver a difamar-nos, incluindo os deputados do Chega&#8221;, avança.</P><br />
<P>Depois do contato da Lusa Verifica, o Pasha Beach Club divulgou este esclarecimento que denuncia a &#8220;narrativa falsa&#8221; que está a ser amplificada nas redes sociais (https://archive.ph/nG3Ar ): &#8220;a nossa colaboradora Hajar, (&#8230;) que está inserida numa equipa multicultural num restaurante com equipa multicultural não pode ser mal tratada e ser descriminada. (&#8230;) Os factos estão registados pelas câmaras de vigilância e poderão ser comprovados pelas autoridades competentes.&#8221;</P><br />
<P>A Lusa Verifica também identificou a conta da jovem que inicialmente publicou o vídeo no TikTok, apesar de ter mudado o nome, e contactou-a por email, mas ainda não obteve resposta.</P><br />
<P>O gabinete de imprensa do Chega também foi contactado e informado do esclarecimento do restaurante, mas até ao momento não respondeu às questões enviadas.</P><br />
<P>Já o deputado Rui Paulo Sousa, contactado por WhatsApp, num primeiro momento admitiu desconhecer qual é o restaurante e que não fez qualquer verificação antes de partilhar o vídeo: &#8220;publiquei o vídeo do acontecimento, o qual não tenho qualquer motivo para acreditar que seja falso.&#8221;</P><br />
<P>Numa segunda resposta, após ser dado conhecimento do esclarecimento do Pasha, afirmou que manteria as publicações: &#8220;É a palavra deles contra a palavra de quem fez o vídeo. Eles estão no direito de fazer o que quiserem e processarem quem quiserem. Eu coloquei o vídeo que foi partilhado por quem o filmou e vou manter o mesmo até decisão do tribunal de que o vídeo não corresponde à verdade&#8221;. </P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Avaliação Lusa Verifica: Falso, mas +++ </P><br />
<P>É falsa a narrativa que está a ser amplificada por deputados do Chega de que um grupo de portugueses foi expulso de um restaurante indostânico por falarem português e porque os empregados não falavam a língua. </P><br />
<P>Mas é verdade que os clientes foram expulsos por comportamentos racistas, como revelam os proprietários do restaurante mediterrânico localizado na Costa de Caparica, e até a legenda original do vídeo, no qual os visados admitiam ter sido acusados de racismo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798065]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Presidente aponta que contacto com líder supremo é &#8220;muito difícil de momento&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:44:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, revelou hoje que a comunicação com o líder supremo Mojtaba Khamenei, que não aparece em público desde a sua nomeação em março, é "muito difícil de momento".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, revelou hoje que a comunicação com o líder supremo Mojtaba Khamenei, que não aparece em público desde a sua nomeação em março, é &#8220;muito difícil de momento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A comunicação com ele é muito difícil de momento, mas a sua presença é, sem dúvida, um grande trunfo para nós, permitindo-nos prosseguir&#8221;, frisou Pezeshkian num discurso televisivo, referindo-se ao filho e sucessor de Ali Khamenei, morto no primeiro dia da guerra iniciada por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Ferido durante os ataques, que também mataram vários oficiais iranianos, Mojtaba Khamenei tem comunicado desde a sua nomeação apenas através de declarações que lhe são atribuídas.</P><br />
<P>A sua discrição, apesar dos conflitos com os Estados Unidos, tem alimentado especulações sobre as suas relações com outros altos funcionários iranianos.</P><br />
<P>A ausência no funeral do pai, em julho, também levantou questões sobre a sua saúde e até sobre um possível assassinato.</P><br />
<P>Massoud Pezeshkian, no entanto, defendeu prontamente o Ayatollah, afirmando que o recebeu com &#8220;amabilidade e muita racionalidade&#8221; durante os seus encontros.</P><br />
<P>&#8220;Infelizmente, a situação atual permite que indivíduos mal-intencionados o retratem de forma diferente e apresentem uma imagem distorcida do mesmo&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Também hoje, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kazem Gharibabadi adiantou que recebeu mensagens dos Estados Unidos a manifestar disponibilidade para retomar os compromissos assumidos no memorando de entendimento assinado em junho, mas indicou que ainda não decidiu se vai aceitar reiniciar as negociações.</P><br />
<P>Gharibabadi falava em entrevista à agência de notícias estatal IRNA, em resposta às recentes declarações do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre um possível retomar das negociações entre os dois países.</P><br />
<P>O governante apontou que continua a analisar as mensagens enviadas pela Casa Branca para determinar se existem garantias suficientes de que os Estados Unidos honrarão os seus compromissos e evitarão um novo colapso no processo.</P><br />
<P>O diplomata insistiu que o cumprimento das obrigações dos Estados Unidos é uma condição necessária, mas não suficiente, para a reabertura do estreito de Ormuz, e voltou a negar que Washington esteja a participar nas negociações que o Irão mantém com Omã sobre a gestão desta passagem marítima estratégica.</P><br />
<P>O Irão anunciou hoje que chegou a acordo com Omã sobre uma nova rota marítima no estreito de Ormuz, mas avisou, no entanto, que a conclusão do entendimento não significa a reabertura imediata da estratégica via.</P><br />
<P>Gharibabadi explicou que esta nova rota passará parcialmente por águas territoriais do Irão e de Omã e permitirá o trânsito de embarcações comerciais sob um novo regime de gestão, substituindo as rotas provisórias estabelecidas até agora pelos dois países.</P><br />
<P>O potencial acordo surge depois de Trump ter afirmado ter suspendido um ataque ao Irão no fim de semana para dar tempo às negociações que, segundo o republicano, começariam na segunda-feira, alegação negada por Teerão.</P><br />
<P>O Irão e os Estados Unidos assinaram um memorando de entendimento em 17 de junho, com a mediação do Paquistão e do Qatar, para pôr fim à guerra, mas as hostilidades foram retomadas no início de julho, levando Teerão a encerrar o estratégico estreito de Ormuz e Washington a restabelecer o bloqueio naval na costa iraniana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798066]]></sapo:autor>
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		<title>I Liga: Benfica encerra segunda jornada com visita ao Casa Pia em 17 de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica, envolvido nas fases preliminares da Liga Europa, encerrará a segunda jornada da I Liga em 17 de agosto, com a visita ao Casa Pia, em Rio Maior, anunciou hoje a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica, envolvido nas fases preliminares da Liga Europa, encerrará a segunda jornada da I Liga em 17 de agosto, com a visita ao Casa Pia, em Rio Maior, anunciou hoje a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).</P><br />
<P>O jogo entre &#8216;gansos&#8217; e &#8216;águias&#8217; ficou marcado para uma segunda-feira, às 20:15, após essa calendarização ter estado sujeita a alterações, tal como a receção do Sporting de Braga, integrado nas pré-eliminatórias da Liga Conferência, ao Gil Vicente, que se vai disputar na véspera, pelas 20:30.</P><br />
<P>Casa Pia e Benfica encerram a segunda ronda, cujo programa já estava quase todo definido e abre com a receção do Sporting ao Vitória de Guimarães em 14 de agosto, uma sexta-feira, às 20:15, na véspera da visita do campeão nacional FC Porto ao Rio Ave, a partir das 20:30.</P><br />
<P>A LPFP comunicou ainda os dias e horas das duas jornadas subsequentes do campeonato, com a particularidade de a terceira ronda começar em 22 de agosto e poder prolongar-se até 10 de setembro, devido à participação de Benfica e Sporting de Braga nas competições europeias.</P><br />
<P>As &#8216;águias&#8217; devem visitar o Moreirense no dia 09 do próximo mês, uma quarta-feira, às 20:15, um dia antes de, no mesmo horário, os &#8216;arsenalistas&#8217; jogarem fora com o Estrela da Amadora, embora possa haver alterações.</P><br />
<P>Duas semanas e meia antes, Sporting e FC Porto são anfitriões do Alverca e do Arouca no fim de semana de 22 e 23 de agosto, com os &#8216;leões&#8217; a atuarem no sábado e os &#8216;dragões&#8217; no domingo, sempre a partir das 20:30.</P><br />
<P>A quarta jornada iniciará com a visita do Sporting ao Rio Ave, em 28 de agosto, uma sexta-feira, às 20:15, enquanto o FC Porto joga no terreno do promovido Académico de Viseu no dia seguinte, pelas 18:00.</P><br />
<P>As receções do Benfica ao Estoril Praia e do Sporting de Braga ao rival minhoto Vitória de Guimarães, no fecho da ronda, ficam provisoriamente agendadas para dia 31, uma segunda-feira, e arrancam às 18:45 e 20:45.</P><br />
<P>Na quinta-feira, Benfica e Sporting de Braga começam a disputar a terceira pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa e da Liga Conferência, ao receberem os escoceses do Hearts e os bielorrussos do Dinamo Minsk, respetivamente.</P><br />
<P>A 93.ª edição da I Liga arranca na sexta-feira, com a receção do Estoril Praia ao Famalicão, numa jornada inaugural em que o Sporting visita o Estrela da Amadora no sábado, enquanto FC Porto e Benfica são anfitriões no domingo do Alverca e do Académico de Viseu, de regresso ao escalão principal 37 anos depois.</P><br />
<P> </P><br />
<PRE><br />
Programa da 2.ª jornada da I Liga:<br />
&#8211; Sexta-feira, 14 ago:<br />
Sporting &#8211; Vitória de Guimarães, 20:15<br />
&#8211; Sábado, 15 ago:<br />
Alverca &#8211; Estrela da Amadora, 15:30<br />
Académico de Viseu &#8211; Santa Clara, 18:00<br />
Rio Ave &#8211; FC Porto, 20:30<br />
&#8211; Domingo, 16 ago:<br />
Nacional &#8211; Estoril Praia, 15:30<br />
Arouca &#8211; Moreirense, 18:00<br />
Sporting de Braga &#8211; Gil Vicente, 20:30<br />
Famalicão &#8211; Marítimo, 20:30<br />
&#8211; Segunda-feira, 17 ago:<br />
Casa Pia &#8211; Benfica, 20:15<br />
 <br />
Programa da 3.ª jornada:<br />
&#8211; Sábado, 22 ago:<br />
Marítimo &#8211; Académico de Viseu, 15:30<br />
Estoril Praia &#8211; Rio Ave, 18:00<br />
Sporting &#8211; Alverca, 20:30<br />
&#8211; Domingo, 23 ago:<br />
Vitória de Guimarães &#8211; Nacional, 15:30<br />
Santa Clara &#8211; Famalicão, 17:00 locais (18:00 em Lisboa)<br />
FC Porto &#8211; Arouca, 20:30<br />
&#8211; Segunda-feira, 24 ago:<br />
Gil Vicente &#8211; Casa Pia, 20:15<br />
&#8211; Quarta-feira, 09 set:<br />
Moreirense &#8211; Benfica, 20:15 (*)<br />
&#8211; Quinta-feira, 10 set:<br />
Estrela da Amadora &#8211; Sporting de Braga, 20:15 (*)<br />
 <br />
Programa da 4.ª jornada:<br />
&#8211; Sexta-feira, 28 ago:<br />
Rio Ave &#8211; Sporting, 20:15<br />
&#8211; Sábado, 29 ago:<br />
Alverca &#8211; Santa Clara, 15:30<br />
Arouca &#8211; Marítimo, 15:30<br />
Académico de Viseu &#8211; FC Porto, 18:00<br />
&#8211; Domingo, 30 ago:<br />
Nacional &#8211; Estrela da Amadora, 15:30<br />
Casa Pia &#8211; Moreirense, 18:00<br />
Famalicão &#8211; Gil Vicente, 20:30<br />
&#8211; Segunda-feira, 31 ago:<br />
Benfica &#8211; Estoril Praia, 18:45 (*)<br />
Sporting de Braga &#8211; Vitória de Guimarães, 20:45 (*)<br />
 <br />
(*) &#8211; Jogo sujeito a alterações.<br />
</PRE></p>
]]></content:encoded>
					
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