<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2026 21:29:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Wall Street fecha sem rumo mas a regressar aos valores tecnológicos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-fecha-sem-rumo-mas-a-regressar-aos-valores-tecnologicos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-fecha-sem-rumo-mas-a-regressar-aos-valores-tecnologicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 21:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-fecha-sem-rumo-mas-a-regressar-aos-valores-tecnologicos/</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, com os investidores a regressarem aos valores tecnológicos, depois de uma onda de vendas na segunda metade da semana passada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem rumo, com os investidores a regressarem aos valores tecnológicos, depois de uma onda de vendas na segunda metade da semana passada. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice tecnológico Nasdaq progrediu 0,86% e o alargado S&amp;P500 avançou 0,30%, enquanto o seletivo Dow Jones Industrial Average recuou 0,16%.</P><br />
<P>&#8220;Parecia lógico assistir-se hoje a algumas compras a bom preço, depois do fecho muito mau na sexta-feira&#8221;, comentou Steve Sosnick, da Interactive Brokers, em declarações à AFP.</P><br />
<P>Os valores ligados à inteligência artificial (IA), particularmente castigados na semana passada, foram hoje os mais procurados. </P><br />
<P>A Nvidia, primeira capitalização bolsista mundial, avançou 1,73% e voltou a passar o limiar simbólico dos cinco biliões (milhão de milhões) de dólares. </P><br />
<P>Outros grandes nomes do setor também viveram um dia bom, como Intel (+11,19%), AMD (+5,14%), Micron (+9,87%) ou Qualcomm (+0,85%).</P><br />
<P>&#8220;São essencialmente os setores da tecnologia e da energia que fizeram hoje o mercado subir&#8221;, avançou Sosnick.</P><br />
<P>&#8220;Constata-se uma diminuição da atividade no resto do mercado&#8221;, salientaram os analistas da Briefing.com, o que explica a retração do Dow Jones, integrado por valores mais tradicionais.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, os investidores estiveram atentos à geopolítica, como o anúncio de uma paragem das hostilidades entre Israel e Irão, depois dos ataques recíprocos durante o fim de semana.  </P><br />
<P>Donald Trump, que não tem escondido as suas divergências com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, deu mesmo um murro na mesa. </P><br />
<P>&#8220;Os investidores estão convencidos que Trump não quer continuar com esta guerra&#8221;, disse John Kilduff, da Again Capital, à AFP.</P><br />
<P>&#8220;Mas é evidente que ainda existem operações relacionadas que continuam (&#8230;). É um vai-e-vem constante&#8221;, acrescentou. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-fecha-sem-rumo-mas-a-regressar-aos-valores-tecnologicos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773611]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Zelensky conversou com enviados dos EUA para reativar negociações de paz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-zelensky-conversou-com-enviados-dos-eua-para-reativar-negociacoes-de-paz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-zelensky-conversou-com-enviados-dos-eua-para-reativar-negociacoes-de-paz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 21:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-zelensky-conversou-com-enviados-dos-eua-para-reativar-negociacoes-de-paz/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, falou hoje por telefone com os enviados norte-americanos, Steve Witkoff e Jared Kushner, num esforço para reativar as negociações e encontrar uma solução para a guerra com a Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, falou hoje por telefone com os enviados norte-americanos, Steve Witkoff e Jared Kushner, num esforço para reativar as negociações e encontrar uma solução para a guerra com a Rússia.</P><br />
<P>&#8220;Estou grato pela sua disponibilidade em trabalhar o mais ativamente possível nas próximas semanas para revitalizar a diplomacia com o objetivo de pôr fim à guerra da Rússia contra a Ucrânia&#8221;, frisou Zelensky nas suas redes sociais após a chamada telefónica.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que a atenção mundial está focada na situação em torno do Irão. Mas o nosso objetivo comum de paz na Europa continua na agenda&#8221;, frisou ainda, acrescentando que teve esta conversa &#8220;muito positiva&#8221; durante uma escala na Moldova.</P><br />
<P>Zelensky referiu que foram discutidas &#8220;as perspetivas no contexto da cimeira do G7 (prevista para meados de junho em França) e de outros acontecimentos em junho&#8221;, especificando que forneceu aos seus interlocutores informações sobre as intenções de Moscovo.</P><br />
<P>O líder ucraniano mencionou repetidamente a possibilidade de uma visita dos dois enviados a Kiev, a primeira desde o início da invasão russa em grande escala, em fevereiro de 2022.</P><br />
<P>No início de junho, Zelensky lamentou que a organização desta visita estivesse a demorar &#8220;demasiado tempo&#8221;, ao mesmo tempo que reconhecia que o Irão era, naquele momento, o &#8220;problema número um&#8221; de Washington.</P><br />
<P>Nos últimos meses, várias rondas de negociações sob os auspícios dos Estados Unidos não conseguiram aproximar Kiev e Moscovo de um acordo, com o processo a ficar cada vez mais emperrado à medida que a atenção de Washington se voltava para o Irão.</P><br />
<P>Na semana passada, Volodymyr Zelensky propôs um encontro bilateral com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, para negociar uma saída para o conflito.</P><br />
<P>Mas Putin rejeitou a ideia, exigindo um acordo final antes de qualquer reunião.</P><br />
<P>Moscovo exige concessões políticas e territoriais à Ucrânia, incluindo uma retirada total da região de Donetsk (leste). Kiev rejeita estas exigências, considerando-as equivalentes à capitulação.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-zelensky-conversou-com-enviados-dos-eua-para-reativar-negociacoes-de-paz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773610]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: PR entrega bandeira de Portugal à comitiva para ser usada na final</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-pr-entrega-bandeira-de-portugal-a-comitiva-para-ser-usada-na-final/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-pr-entrega-bandeira-de-portugal-a-comitiva-para-ser-usada-na-final/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 21:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-pr-entrega-bandeira-de-portugal-a-comitiva-para-ser-usada-na-final/</guid>

					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, entregou hoje uma bandeira nacional à seleção portuguesa de futebol, para que esta a possa utilizar após a final do Mundial2026, manifestando esperança de que se sagre campeã.</P><br />
<P>&#8220;O país acredita em vós. Façam-nos sonhar e tragam para Portugal a taça que nos falta. Vamos todos torcer por vocês. Acredito que, com o vosso entusiasmo, força, fibra, talento e trabalho, isso é possível. Entrego hoje, simbolicamente, a bandeira nacional, para que todos a possam transportar no dia 19 de julho. Será o sinal que conseguimos e que o sonho se tornou realidade e são de novo os campeões, mas, desta vez, campeões do mundo&#8221;, afirmou, numa cerimónia na Cidade do Futebol.</P><br />
<P>Foi com este mote que António José Seguro visitou a comitiva que vai disputar o Campeonato do Mundo, numa organização tripartida entre Estados Unidos da América, Canadá e México, que arranca na quinta-feira e termina em 19 de julho. </P><br />
<P>&#8220;Joguem uns pelos outros, trabalhem uns pelos outros, joguem e trabalhem em memória do nosso Diogo Jota também. Quero que saibam que, mais importante do que tudo, está a alegria e o orgulho de vestir a camisola das &#8216;quinas'&#8221;, apelou.</P><br />
<P>O Presidente da República lembrou que, a torcer, vão estar todos os portugueses que vivem no país, os portugueses que vivem &#8220;espalhados pelo mundo&#8221; e ainda muitos que, não sendo portugueses, &#8220;se identificam com o espírito e entusiasmo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Num torneio desta dimensão, também se passa por muitas dificuldades e muitas exigências, mas é aí que se mostra a fibra e a alma de ser português. Nessa altura, estarão milhões de pessoas em todos os cantos do mundo a torcer por vós e a dar-vos o máximo apoio&#8221;, frisou o Chefe de Estado, eleito em março deste ano.</P><br />
<P>Pelas mãos do capitão Cristiano Ronaldo, António José Seguro recebeu também a camisola oficial da equipa das &#8216;quinas&#8217;, personalizada com o seu nome, além de um busto com essa mesma camisola representada, entregue pelo presidente da Federação Portuguesa Futebol (FPF), Pedro Proença.</P><br />
<P>&#8220;A seleção nacional parte em breve para um desafio de enorme exigência, mas fá-lo com a confiança de saber que leva consigo o apoio de todo o país. O exemplo, dedicação e espírito ao serviço público de vossa excelência é uma inspiração para a nossa seleção. Tal como no exercício das mais altas funções de Estado, também o futebol se exige de amor, compromisso e sentido de missão&#8221;, salientou Proença.</P><br />
<P>O presidente da FPF apontou o significado e a importância do futebol na vida coletiva, sendo um espaço de &#8220;identidade, coesão e esperança&#8221;, e espera que a seleção corresponda às expectativas depositadas.</P><br />
<P>No final da cerimónia, o Presidente da República e o líder da FPF juntaram-se ao selecionador Roberto Martínez e a todos os 27 futebolistas convocados para uma fotografia oficial e para juntos entoarem o hino oficial do país, A Portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;A sua presença aqui representa a união de todos os portugueses à volta da nossa equipa e dá-nos ainda mais força para os desafios que temos pela frente. A nossa seleção vai dar tudo por Portugal e vai entrar em campo com a responsabilidade de levar os sonhos de milhões de portugueses&#8221;, disse o selecionador de Portugal, o espanhol Roberto Martínez, na qualidade de porta-voz de toda a comitiva lusa.</P><br />
<P>Portugal viaja na sexta-feira rumo a Palm Beach, em Miami, na Florida, onde vai &#8216;montar&#8217; o seu centro de estágio, iniciando a prova inserido no Grupo K, tendo a estreia marcada para 17 de junho frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 locais (18:00 horas de Lisboa).</P><br />
<P>Segue-se o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (18:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia, em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-pr-entrega-bandeira-de-portugal-a-comitiva-para-ser-usada-na-final/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773609]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Trump instou Netanyahu a ter &#8220;muito cuidado&#8221; para não ficar sozinho na guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-instou-netanyahu-a-ter-muito-cuidado-para-nao-ficar-sozinho-na-guerra/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-instou-netanyahu-a-ter-muito-cuidado-para-nao-ficar-sozinho-na-guerra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-instou-netanyahu-a-ter-muito-cuidado-para-nao-ficar-sozinho-na-guerra/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, numa conversa recente, que poderá ficar "sozinho contra o Irão muito em breve" se não tiver "muito cuidado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, numa conversa recente, que poderá ficar &#8220;sozinho contra o Irão muito em breve&#8221; se não tiver &#8220;muito cuidado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deve ter muito cuidado com o que faz, porque pode acabar sozinho contra o Irão muito em breve&#8221;, disse Trump, segundo o próprio Presidente norte-americano em declarações a Barak Ravid, do Canal 12 de Israel.</P><br />
<P>Trump pediu a Netanyahu que não respondesse ao ataque com mísseis iranianos na noite de domingo, mas Israel decidiu retaliar na mesma e só informou Washington à última hora. </P><br />
<P>&#8220;Já estavam a caminho do Irão. Consegui reduzir o alcance do ataque&#8221;, explicou Trump.</P><br />
<P>Além disso, Trump revelou que cinco países da região do Golfo Pérsico que participam no processo de negociação pediram a sua ajuda para evitar uma escalada.</P><br />
<P>Por fim, segundo Trump, o Irão transmitiu a mensagem de que &#8220;não iria realizar mais ataques contra Israel&#8221; e pediu aos Estados Unidos que pressionassem Israel para cessar os ataques. </P><br />
<P>&#8220;Liguei ao &#8216;Bibi&#8217; (Netanyahu) e fi-lo parar&#8221;, apontou o republicano.</P><br />
<P>Trump insistiu ainda que um acordo vantajoso com o Irão está próximo e que Teerão deseja assiná-lo.</P><br />
<P>As Forças Armadas do Irão anunciaram hoje o fim dos seus ataques contra Israel, após o lançamento de mísseis em resposta ao bombardeamento levado a cabo no domingo pelo exército israelita contra a capital do Líbano, Beirute, embora tenham prometido &#8220;medidas muito mais duras e esmagadoras&#8221; se Israel &#8220;continuar as suas agressões&#8221;, também em território libanês.</P><br />
<P>O Irão defende que o Líbano deve ser abrangido pelo cessar-fogo e ameaçou responder contra a ofensiva israelita no sul do Líbano contra o movimento xiita Hezbollah.</P><br />
<P>Contudo, Israel afirmou que vai prosseguir com os seus ataques no Líbano.</P><br />
<P>Teerão lançou mísseis contra território israelita entre domingo e hoje, alegando estar a responder a um ataque aéreo israelita contra posições do Hezbollah nos subúrbios do sul de Beirute.</P><br />
<P>Os disparos iranianos levaram Israel a realizar novos ataques em retaliação, alimentando receios de uma escalada regional e colocando sob pressão a trégua alcançada há dois meses.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-instou-netanyahu-a-ter-muito-cuidado-para-nao-ficar-sozinho-na-guerra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773608]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Livro reúne 108 vozes para &#8220;elevar o debate&#8221; sobre habitação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/livro-reune-108-vozes-para-elevar-o-debate-sobre-habitacao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/livro-reune-108-vozes-para-elevar-o-debate-sobre-habitacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/livro-reune-108-vozes-para-elevar-o-debate-sobre-habitacao/</guid>

					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O livro &#8220;108 vozes pela habitação&#8221;, hoje lançado na Feira do Livro de Lisboa, pretende &#8220;elevar o debate&#8221; sobre &#8220;um tema que mobiliza o país&#8221;.</P><br />
<P>A secretária de Estado da Habitação fez a apresentação da coletânea, editada pela Oficina do Livro/Leya e coordenada pelo Iscte Executive Education. </P><br />
<P>&#8220;É muito importante elevar o debate da habitação&#8221;, saudou Patrícia Gonçalves Costa, também ela autora de um dos 108 textos, destacando o pensamento &#8220;plural&#8221; e &#8220;informado&#8221; do livro.</P><br />
<P>Reunir 108 vozes pela habitação &#8220;é um claro sinal de que a habitação deixou de ser apenas um tema setorial de uma política pública, ela é, acima de tudo, um reflexo de uma coesão territorial (&#8230;) e pode e deve vir a ser um sinal de competitividade do nosso país também (&#8230;) da qualidade da nossa democracia&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Entre os autores dos textos que fazem as mais de 700 páginas do livro há pessoas de &#8220;diversos quadrantes, diversas áreas, quer empresariais, quer de formação&#8221;, apontou à Lusa Ana Maria Simões, da comissão executiva do Iscte Executive Education, recordando que as &#8220;vozes&#8221; são uma coleção que o instituto tem desenvolvido sobre vários temas que considera relevantes.</P><br />
<P>&#8220;Nesta fase achámos que seria toda a relevância olhar para a habitação, não só através dos olhos das pessoas que trabalham e que se envolvem na temática da habitação, mas também pelos olhos da sociedade civil e das pessoas que de alguma forma também se sentem na pele ou têm algo a dizer sobre os problemas da habitação&#8221;, justificou.</P><br />
<P>Os textos assumem essencialmente o formato de opinião, &#8220;não são textos de natureza científica&#8221;, pois o livro está &#8220;virado para um público alargado&#8221;, situou. </P><br />
<P>As 108 vozes foram algumas das muitas que responderam ao apelo por contributos, acrescentou José Crespo de Carvalho, coordenador da coletânea salientando que a habitação &#8220;é um tema que mobiliza o país&#8221;.</P><br />
<P>Os textos abordam a oferta, a procura, a regulação, os consumidores. &#8220;Queremos afastar uma discussão técnica da discussão política&#8221;, realçou, reconhecendo que a habitação tem &#8220;um cunho político, como é óbvio&#8221;.</P><br />
<P>Para tal, a obra reúne &#8220;pessoas que estejam em lugares que possam tecnicamente contribuir para soluções e não necessariamente tornar isto apenas um debate político no sentido convencional&#8221;, identifica.</P><br />
<P>A secretária de Estado da Habitação apontou a necessidade de &#8220;perceber quais são os erros, para conseguirmos construir diferente&#8221;, mas &#8220;sem diabolizar nada do que está feito no passado&#8221; e mantendo &#8220;o que está bem feito&#8221;.</P><br />
<P>Assinalando que Portugal foi respondendo, em matéria de habitação, &#8220;em situações recorrentes de emergências sociais&#8221;, Patrícia Gonçalves Costa considerou que isso explica &#8220;esta forma de legislar [que] acaba por ser fragmentada&#8221;, assente em &#8220;políticas públicas desgarradas e medidas avulso que em nada contribuem para um equilíbrio e a sustentabilidade&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;faltou o planeamento&#8221; e &#8220;houve incapacidade de criar escala de ação&#8221; e de envolver todos.</P><br />
<P>&#8220;A habitação não é um problema isolado, nem nunca foi, a habitação faz-se de uma mescla de várias dimensões da economia, da mobilidade, dos transportes, da tecnologia, da política pública e do nosso território e das nossas pessoas&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>A secretária de Estado elencou as medidas do atual Governo para responder à crise habitacional, referindo, nomeadamente, que foram identificados 14 imóveis devolutos do Estado &#8211; o que levou uma pessoa que assistia à sessão a questionar, em voz alta, &#8220;só?&#8221;.</P><br />
<P>Esses imóveis poderão &#8220;previsivelmente&#8221; resultar em &#8220;cinco mil casas para habitação acessível, em que o promotor celebra com o Estado o contrato de concessão e nesse período ele constrói a resposta e a renda para a habitação acessível&#8221;, detalhou Patrícia Gonçalves Costa, acrescentando que, &#8220;entre 2024 e 2025, foram transferidos 74 imóveis do Estado para 48 autarquias, num investimento de 62 milhões&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Estado está a fazer o seu papel naquilo que é a cedência do património devoluto. (&#8230;) O aumento da resposta pública é fundamental, porque, quando o mercado falha, o público não pode falhar&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>No texto que escreveu para o livro, a governante defende que só se vai &#8220;conseguir ultrapassar esta crise habitacional com qualidade (&#8230;) em toda a cadeia de produção&#8221; da habitação. </P><br />
<P>&#8220;O nosso parque público é demasiado estigmatizado, é demasiado codificado, temos uma arquitetura com grandes deficiências, materiais de construção mais pobres, falta de integração territorial&#8221;, constatou, defendendo &#8220;uma oferta com mais qualidade, com mais integração urbanística&#8221;.</P><br />
<P>Hoje em dia &#8211; observou -, &#8220;quem procura casa pública já não é aquela família historicamente carenciada, o perfil mudou&#8221;, são os jovens, os seniores, as famílias monoparentais, a classe média.</P><br />
<P>&#8220;Esta evolução precisa de uma resposta diferenciada, precisa de novas formas de habitar&#8221;, defendeu.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/livro-reune-108-vozes-para-elevar-o-debate-sobre-habitacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773607]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: ONU alerta que conflito está a intensificar-se e avizinha-se escalada</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-onu-alerta-que-conflito-esta-a-intensificar-se-e-avizinha-se-escalada/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-onu-alerta-que-conflito-esta-a-intensificar-se-e-avizinha-se-escalada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-onu-alerta-que-conflito-esta-a-intensificar-se-e-avizinha-se-escalada/</guid>

					<description><![CDATA[A ONU alertou hoje que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia está a intensificar-se e que se avizinha uma escalada ainda maior, apelando às partes para que retomem o caminho da diplomacia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU alertou hoje que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia está a intensificar-se e que se avizinha uma escalada ainda maior, apelando às partes para que retomem o caminho da diplomacia.</P><br />
<P>De acordo com a subsecretária-geral da ONU para Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz, Rosemary DiCarlo, a &#8220;Ucrânia continua a melhorar a sua capacidade de prejudicar os esforços logísticos da Rússia, enquanto as forças russas exploram a sua considerável capacidade de lançar ataques com mísseis e drones de longo alcance em todo o território ucraniano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há sinais de que [o conflito] vá diminuir&#8221;, frisou DiCarlo numa reunião do Conselho de Segurança da ONU convocada a pedido da Ucrânia.</P><br />
<P>A representante das Nações Unidas sublinhou que a guerra na Ucrânia está atualmente mais mortífera do que em qualquer outro momento desde o início da invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, em 2022.</P><br />
<P>&#8220;Cada ano subsequente da guerra registou mais civis mortos do que o anterior. Entretanto, em toda a região, crescem as preocupações com o risco de uma escalada ainda maior. De forma alarmante, os últimos meses testemunharam alguns dos ataques aéreos mais extensos da guerra&#8221;, recordou, fazendo referência ao ataque lançado por Moscovo no início do mês e que foi um dos maiores bombardeamentos com mísseis e drones registados na Ucrânia, destruindo casas, instalações médicas, infraestruturas energéticas e outros bens civis essenciais.</P><br />
<P>Embora o Gabinete do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) ainda esteja a verificar os dados, os números preliminares indicam que as baixas civis em maio passado ultrapassaram as registadas em abril, avançou hoje DiCarlo.</P><br />
<P>Desde o início da invasão em grande escala, a ONU confirmou a morte de 15.850 civis, incluindo 791 crianças, na Ucrânia. Outros 44.809,incluindo 2.752 crianças, ficaram feridos.</P><br />
<P>&#8220;Os números reais são provavelmente significativamente mais elevados&#8221;, sublinhou a organização.</P><br />
<P>Ao saudar a recente troca de prisioneiros de guerra entre Kiev e Moscovo na semana passada, Rosemary DiCarlo instou hoje a que sejam tomadas medidas adicionais para o regresso imediato de todas as crianças ucranianas deportadas e transferidas à força pela Rússia.</P><br />
<P>No entanto, a subsecretária-geral frisou que a guerra está agora numa &#8220;fase perigosa e avizinha-se uma escalada ainda maior&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As partes devem retomar o caminho da diplomacia. Ainda não é tarde para retomar o diálogo e as negociações de boa-fé. A segurança e a estabilidade a longo prazo da Europa dependem de esforços diplomáticos concertados e inclusivos para pôr fim a esta guerra&#8221;, insistiu, defendendo um cessar-fogo imediato, pleno e incondicional.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o representante do gabinete de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU, Indrika Ratwatte, indicou que, entre a passada sexta-feira e as primeiras horas de hoje, pelo menos 30 civis foram mortos e mais de 200 ficaram feridos em toda a Ucrânia, incluindo crianças.</P><br />
<P>Ratwatte destacou que a escala e a intensidade dos ataques aos grandes centros estão a aumentar, levando a guerra ainda mais para as zonas urbanas populosas.</P><br />
<P>Ainda de acordo com Ratwatte, a Ucrânia continua a ser uma das maiores crises humanitárias do mundo, com 10,8 milhões de pessoas a necessitarem de assistência humanitária.</P><br />
<P>&#8220;No entanto, recebemos menos de metade do financiamento necessário para as alcançar&#8221;, lamentou, pedindo o financiamento necessário para que as organizações humanitárias se mantenham presentes onde as necessidades são maiores.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-onu-alerta-que-conflito-esta-a-intensificar-se-e-avizinha-se-escalada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773606]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Do Porsche 911 ao Toyota Hilux: as escolhas mais bizarras dos carros mais vendidos no mundo em 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/do-porsche-911-ao-toyota-hilux-as-escolhas-mais-bizarras-dos-carros-mais-vendidos-no-mundo-em-2025/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/do-porsche-911-ao-toyota-hilux-as-escolhas-mais-bizarras-dos-carros-mais-vendidos-no-mundo-em-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carindustryanalysis]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[porsche 911]]></category>
		<category><![CDATA[Toyota Hilux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=773406</guid>

					<description><![CDATA[Análise parte de dados publicados pela 'Carindustryanalysis', conta especializada em estatísticas automóveis gerida por um especialista da 'Jato Dynamics']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Toyota Hilux foi o modelo mais vendido em mais de 40 países em 2025, num mapa automóvel mundial que mostra realidades muito diferentes consoante o mercado, escreve a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;. Entre elétricos chineses, pequenos citadinos japoneses, SUV europeus e grandes 4&#215;4 do Médio Oriente, a lista dos carros mais vendidos por país revela que a transição automóvel não avança ao mesmo ritmo em todo o mundo.</p>
<p>A análise parte de dados publicados pela &#8216;Carindustryanalysis&#8217;, conta especializada em estatísticas automóveis gerida por um especialista da &#8216;Jato Dynamics&#8217;. Apesar de algumas imprecisões assinaladas em certos mercados, o retrato geral é claro: fora dos grandes mercados europeus mais previsíveis, há um mundo automóvel muito mais diverso, onde Toyota continua a dominar e onde o Hilux mantém uma força difícil de igualar.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DYuf_ObDMfK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
<div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DYuf_ObDMfK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> </p>
<div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg)"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style=" width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DYuf_ObDMfK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Felipe Munoz | Automotive (@carindustryanalysis)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Em França, as preferências continuam habitualmente repartidas entre modelos como Renault Clio, Peugeot 208 ou Dacia Sandero. Na Alemanha, a Volkswagen Golf conserva o peso histórico. No Japão, a liderança cabe ao Honda N-Box, uma kei car adaptada às regras e hábitos locais. Mas, noutros países, a escolha dos consumidores aponta para soluções muito diferentes.</p>
<p><strong>Toyota lidera em dezenas de países</strong></p>
<p>A Toyota surge no topo das vendas em cerca de 40 países, muito à frente de outros fabricantes. Renault e Volkswagen aparecem na liderança em cerca de uma dúzia de mercados, enquanto a Suzuki lidera em perto de dez.</p>
<p>Essa distribuição ajuda a explicar a força global do grupo japonês, mesmo num momento em que continua atrasado face a rivais chineses na corrida ao veículo elétrico. A Toyota compensa esse atraso com uma presença muito ampla em mercados onde a robustez, a fiabilidade e a adaptação ao terreno continuam a pesar mais do que a eletrificação.</p>
<p>Entre os modelos, nenhum se destaca tanto como o Hilux. A pick-up japonesa lidera as vendas em mais de 40 países, enquanto o segundo modelo mais repetido no topo, o Renault Clio, fica abaixo dos dez países. Argentina, Chile, vários mercados da América Central, Gana, Namíbia e Nova Caledónia estão entre os exemplos onde o Hilux continua a ser uma escolha de referência.</p>
<p>O sucesso explica-se pela procura de veículos resistentes, com capacidade todo-o-terreno e vocação profissional. Nestes mercados, a versão diesel continua a ser a preferida, e não a elétrica, mostrando que a realidade automóvel de grande parte do mundo ainda está longe da eletrificação total.</p>
<p><strong>Da BYD Seagull à Porsche 911</strong></p>
<p>A lista também deixa curiosidades. Na Albânia, a BYD Seagull foi o carro mais vendido em 2025 e representou sozinha 12% do mercado nacional. A marca chinesa teve um desempenho tão forte que ocupou praticamente os cinco primeiros lugares naquele país, um sinal de como os construtores chineses começam a entrar na Europa por mercados menos óbvios.</p>
<p>Ainda na Europa, o Toyota Yaris Cross liderou em países como Lituânia, Finlândia, Letónia e Grécia, confirmando o peso crescente dos SUV compactos. A &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; destaca que os SUV são hoje a carroçaria dominante em mais de 40 países, enquanto as pick-up lideram em cerca de 30.</p>
<p>Há também casos mais invulgares. Em Andorra, a Porsche 911 volta a surgir em destaque, num mercado muito particular. No Qatar, Bahrain e Kuwait, o Toyota Land Cruiser lidera as vendas, refletindo a preferência local por grandes todo-o-terreno. No Brunei, os compradores escolheram antes o Toyota Fortuner.</p>
<p><strong>O mapa real da indústria automóvel</strong></p>
<p>A diversidade dos modelos mais vendidos mostra que o mercado automóvel global não pode ser lido apenas a partir da Europa, da China ou dos Estados Unidos. Em alguns países, a prioridade está no preço e na mobilidade urbana. Noutros, no estatuto. Noutros ainda, na capacidade de enfrentar estradas difíceis, trabalho duro e longas distâncias.</p>
<p>É por isso que modelos tão diferentes como o BYD Seagull, o Honda N-Box, o Skoda Octavia, o Toyota Land Cruiser ou o Toyota Hilux podem ser líderes nacionais no mesmo ano. Cada um responde a uma necessidade local distinta.</p>
<p>A grande conclusão é que, embora o elétrico avance rapidamente em alguns mercados, a robustez mecânica e a adaptação ao terreno continuam a decidir as vendas em muitos países. O Toyota Hilux é o melhor exemplo dessa realidade: discreto na conversa europeia sobre eletrificação, mas dominante no mapa mundial das vendas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/do-porsche-911-ao-toyota-hilux-as-escolhas-mais-bizarras-dos-carros-mais-vendidos-no-mundo-em-2025/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773406]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Navegante disponibiliza informação em tempo real de transportes na Área Metropolitana de Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/navegante-disponibiliza-informacao-em-tempo-real-de-transportes-na-area-metropolitana-de-lisboa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/navegante-disponibiliza-informacao-em-tempo-real-de-transportes-na-area-metropolitana-de-lisboa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:17:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/navegante-disponibiliza-informacao-em-tempo-real-de-transportes-na-area-metropolitana-de-lisboa/</guid>

					<description><![CDATA[A plataforma digital navegante passou a disponibilizar informação integrada em tempo real de diferentes operadores de transportes na Área Metropolitana de Lisboa, para um melhor planeamento da mobilidade na região, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A plataforma digital navegante passou a disponibilizar informação integrada em tempo real de diferentes operadores de transportes na Área Metropolitana de Lisboa, para um melhor planeamento da mobilidade na região, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>&#8220;A informação em tempo real encontra-se disponível para serviços da Carris Metropolitana, Carris, MobiCascais, CP, Fertagus, Transtejo/Soflusa, Metropolitano de Lisboa e TCB [Transportes Coletivos do Barreiro] estando prevista a integração progressiva de novos operadores e serviços&#8221;, indicou, em comunicado, a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML).</P><br />
<P>Segundo a secretária de Estado da Mobilidade, a iniciativa de informação sobre transportes em tempo real apresentado pela TML constituiu um passo &#8220;absolutamente decisivo na transformação da mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa&#8221; que progressivamente vai ser estendido a todo o país.</P><br />
<P>&#8220;Durante anos acreditámos que criávamos os sistemas e as pessoas adaptavam-se. Hoje sabemos todos, cada um de nós, que não é assim e é exatamente o contrário. Se nós queremos pessoas no transporte público, somos nós que devemos e temos que ir ter com elas&#8221;, defendeu Cristina Pinto Dias, na cerimónia de apresentação da plataforma.</P><br />
<P>Por isso, acrescentou, &#8220;fazer integração na mobilidade convoca todos&#8221; para &#8220;fazer o seu melhor e em cooperação e em conjunto&#8221;, de &#8220;forma alinhada&#8221;, integrada e colaborativa.</P><br />
<P>&#8220;Temos de trabalhar para garantir que o passageiro faz a sua viagem de forma contínua, fluida, simples e sem perder tempo. Faz a sua viagem sem barreiras entre modos e ou entre operadores, sem barreiras nos sistemas tarifários&#8221;, nos sistemas de bilhética e de informação em tempo real, defendeu.</P><br />
<P>Para o presidente da administração da TML, Carlos Humberto, a iniciativa é &#8220;mais um passo, entre outros que será necessário dar, para que cada ser humano que viva ou visite a região metropolitana de Lisboa, conheça melhor como se deslocar, como viajar, como gerir o seu tempo&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção na cerimónia de apresentação da plataforma, que decorreu em Lisboa, o responsável comprometeu-se &#8220;a construir os desenvolvimentos necessários a esta nova funcionalidade que permite integrar, em tempo real, a operação de múltiplas empresas de transporte na nossa área metropolitana, com mais de 2,8 milhões de habitantes&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não foi apenas um desafio tecnológico, foi um passo importante para construir um sistema de transportes único e verdadeiramente metropolitano&#8221;, considerou.</P><br />
<P>De acordo com a TML, a nova funcionalidade permite acompanhar a localização dos transportes públicos e consultar previsões de chegada atualizadas em toda a Área Metropolitana, resultado de &#8220;um amplo trabalho de integração tecnológica e operacional com os diferentes operadores de transporte&#8221; da região.</P><br />
<P>A solução, concebida e desenvolvida pela TML, assenta &#8220;numa infraestrutura pública e independente de fornecedores tecnológicos externos&#8221; e &#8220;garante total autonomia na gestão e evolução do sistema, reforça a soberania tecnológica da mobilidade metropolitana e cria condições para a sua expansão futura a outras regiões e sistemas de transporte do país&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nesta fase inicial, a plataforma já processa mais de seis milhões de posições GPS por dia, agregando informação de autocarros, comboios, barcos e metro&#8221;, segundo a entidade metropolitana.</P><br />
<P>O objetivo é &#8220;disponibilizar informação cada vez mais fiável sobre horários, localização dos veículos e estado do serviço, tornando as viagens mais previsíveis e contribuindo para uma melhor experiência de utilização dos transportes públicos&#8221;.</P><br />
<P>Através da plataforma podem-se consultar linhas, percursos, horários, paragens e alertas operacionais, bem como um mapa interativo que permite visualizar a localização dos veículos em circulação e acompanhar o seu percurso ao longo da rede.</P><br />
<P>Para uma próxima etapa, a TML está a desenvolver &#8220;um planeador de viagens que permitirá, numa fase futura, encontrar as melhores opções para chegar ao destino pretendido, combinando diferentes modos de transporte e apresentando percursos alternativos&#8221;.</P><br />
<P>A AML é composta por 18 municípios das margens norte e sul do Rio Tejo, designadamente Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/navegante-disponibiliza-informacao-em-tempo-real-de-transportes-na-area-metropolitana-de-lisboa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773602]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Socialistas pedem a Carneiro que suspenda eleições no PS/Coimbra e apontam ilegalidades</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/socialistas-pedem-a-carneiro-que-suspenda-eleicoes-no-ps-coimbra-e-apontam-ilegalidades/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/socialistas-pedem-a-carneiro-que-suspenda-eleicoes-no-ps-coimbra-e-apontam-ilegalidades/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/socialistas-pedem-a-carneiro-que-suspenda-eleicoes-no-ps-coimbra-e-apontam-ilegalidades/</guid>

					<description><![CDATA[Militantes do PS, incluindo o histórico António Campos, pediram hoje ao secretário-geral socialista que suspenda as eleições para a federação de Coimbra, denunciando "violação dos estatutos", pagamento "massivo de quotas", "ativação de sindicatos de votos" e cadernos eleitorais nulos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Militantes do PS, incluindo o histórico António Campos, pediram hoje ao secretário-geral socialista que suspenda as eleições para a federação de Coimbra, denunciando &#8220;violação dos estatutos&#8221;, pagamento &#8220;massivo de quotas&#8221;, &#8220;ativação de sindicatos de votos&#8221; e cadernos eleitorais nulos.</P><br />
<P>Numa carta enviada a José Luís Carneiro, à qual a agência Lusa teve acesso, António Campos, Américo Batista (que é candidato a estas eleições para o PS/Coimbra) e Rui Moreira Claro denunciam &#8220;violações grosseiras dos estatutos e do regulamento internos&#8221; e consideram que isso torna &#8220;inviável a realização do ato eleitoral agendado para o próximo dia 20 de junho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Razão pela qual se solicita ao camarada que imediatamente decrete a suspensão do mesmo, e seu adiamento, com a depuração dos Cadernos, nos termos estatutários, e a imediata participação ao Ministério Público &#8211; atenta a circunstância de se tratar de obrigação legal &#8211; dos elementos referentes ao pagamento massivo de quotas &#8212; por ser ilegal &#8211; para aferição das eventuais atividades de âmbito criminal, e dos seus agentes, tudo em nome da Democracia, Transparência e, finalmente, da Declaração de Princípios do PS&#8221;, defendem.</P><br />
<P>Segundo estes socialistas, para as eleições internas para a distrital do PS/Coimbra &#8212; à qual concorrem ainda Pedro Coimbra e Vitor Batista &#8211; tem-se &#8220;assistindo ao pagamento massivo de quotas em determinadas secções e concelhias&#8221;, com casos de &#8220;aumentos de pagamentos na ordem de 300%, face ao recente ato de eleição do secretário-geral&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ora, os pagamentos massivos, e as afirmações sigilosas de camaradas que assumem que lhes pagaram as referidas quotas, e que apenas receberam telefonemas a indicarem onde votar, demonstram um fenómeno de adulteração das eleições por parte de algum, ou alguns dos candidato, com o intuito claro de defraudar as regras internas, e o livre exercício da cidadania e militância, além de impedir o debate e alternâncias decisivas para uma saudável democracia interna&#8221;, acusam.</P><br />
<P>De acordo cm estes militantes, trata-se de &#8220;ativação de sindicatos de votos, que visam assegurar que apenas os detentores de muito poder económico, poderão opor-se em fenómenos eleitorais internos&#8221;, indicando que esta situação &#8220;tem maior expressão nas três maiores concelhias&#8221; e &#8220;numa outra em que é militante e originário um candidato à liderança da Federação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A situação relatada e reportada ao dia 03 do corrente mês (e notícias existem do agravamento da situação) apenas é possível por os cadernos eleitorais e de militantes se encontrarem em contravenção total com o disposto no Regulamento de Militância e Participação&#8221;, avisam.</P><br />
<P>De acordo com esta carta enviada a Carneiro, está prevista &#8220;a suspensão dos militantes com mais de dois anos de quotas por pagar, e que, depois de regularizado o seu pagamento, apenas 60 dias depois, poderá constar do recenseamento interno&#8221;, o que dizem que não acontece nos atuais cadernos.</P><br />
<P>&#8220;Ora, tais quotas estão a ser massivamente pagas, e a serem considerados como militantes e com plena capacidade eleitoral, quem, por força regulamentar, não o pode ser&#8221;, condenam</P><br />
<P>Para estes militantes &#8220;mais grave&#8221; é constarem dos cadernos &#8220;militantes com mais de quatro anos sem pagamento de quotas&#8221;, que deveriam &#8220;estar fora do recenseamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quer isto dizer que os Cadernos de Militantes recenseados é absolutamente nulo, por inclusão de quem, nos termos estatutário ali não podia constar, e também por conferir direito de voto a quem apenas 60 dias apôs a regularização da sua situação contributiva, poderia exercer tal direito&#8221;, sintetizam.</P><br />
<P>António Campos, fundador do PS e próximo do ex-líder e Presidente da República Mário Soares, foi secretário de Estado em três Governos e deputado em várias legislaturas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/socialistas-pedem-a-carneiro-que-suspenda-eleicoes-no-ps-coimbra-e-apontam-ilegalidades/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773601]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ataques israelitas no sul do Líbano matam 7 pessoas e ferem outras 12</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ataques-israelitas-no-sul-do-libano-matam-7-pessoas-e-ferem-outras-12/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ataques-israelitas-no-sul-do-libano-matam-7-pessoas-e-ferem-outras-12/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ataques-israelitas-no-sul-do-libano-matam-7-pessoas-e-ferem-outras-12/</guid>

					<description><![CDATA[Beirute, 08 jun 026 (Lusa) - Ataques israelitas mataram hoje, no sul do Líbano, sete pessoas e feriram outras 12 feridas, segundo as autoridades e a Cruz Vermelha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Beirute, 08 jun 026 (Lusa) &#8211; Ataques israelitas mataram hoje, no sul do Líbano, sete pessoas e feriram outras 12 feridas, segundo as autoridades e a Cruz Vermelha.</P><br />
<P>&#8220;O raide do inimigo israelita, hoje de madrugada, na localidade de Zifta, na região de Nabatiyé&#8221; fez sete mortos, dos quais uma criança síria e uma mulher e oito feridos, dos quais duas mulheres&#8221;, anunciou o Ministério da Saúde libanês, em comunicado. </P><br />
<P>Os ataques israelitas atingiram hoje mais de 15 localidades no sul do Líbano, em particular em Tyr, segundo a oficial agência noticiosa libanesa (ANI).</P><br />
<P>Um dos ataques &#8220;atingiu uma viatura (&#8230;) perto de um edifício da Cruz Vermelha&#8221; nesta pequena vila costeira, segundo a mesma fonte. Quatro socorristas ficaram feridos. Atingidos por estilhaços de vidro, foram hospitalizados, detalhou a Cruz Vermelha.</P><br />
<P>O Hezbollah reivindicou novo ataques contra forças israelitas, mas no sul do país, não no norte de Israel. </P><br />
<P>Ao meio do dia, após ataques recíprocos durante a noite entre Irão e Israel, a chefia militar iraniana anunciou &#8220;a cessação de operações&#8221;, qualificada de &#8220;resposta severa&#8221; a Israel.  </P><br />
<P>Mas preveniu que &#8220;em caso de continuação da agressão e das hostilidades, incluindo no sul do Líbano, ações bem mais severas e repressivas serão realizadas&#8221;. </P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israël Katz, retorquiu que iria &#8220;continuar a agir contra o Hezbollah&#8221; e prometeu que &#8220;qualquer tentativa iraniana de ligar Líbano e Irão para atacar Israel receberia uma resposta com grande força&#8221;. l </P><br />
<P>Desde o início, em 02 de março, da nova guerra no Líbano, entre Israel e o Hezbollah, os ataques israelitas já causaram mais de 3.600 mortos, segundo as autoridades libanesas. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ataques-israelitas-no-sul-do-libano-matam-7-pessoas-e-ferem-outras-12/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773600]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Quanto paga realmente ao Estado quando abastece? ISP, taxa de carbono e IVA explicados</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-paga-realmente-ao-estado-quando-abastece-isp-taxa-de-carbono-e-iva-explicados/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-paga-realmente-ao-estado-quando-abastece-isp-taxa-de-carbono-e-iva-explicados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[isp]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de carbono]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=773316</guid>

					<description><![CDATA[Preço final dos combustíveis em Portugal inclui três componentes fiscais principais: o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos, a taxa de carbono e o IVA de 23%]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço pago pelos condutores portugueses quando abastecem gasolina ou gasóleo continua a ser fortemente condicionado pela carga fiscal. Segundo uma análise da <a href="https://caetano.pt/blog/impostos-combustiveis/" target="_blank" rel="noopener">Caetano</a>, atualizada com valores de maio de 2026, o preço final dos combustíveis em Portugal inclui três componentes fiscais principais: o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos, a taxa de carbono e o IVA de 23%.</p>
<p>No caso da gasolina 95, os impostos representam cerca de 47% do preço de venda ao público. No gasóleo rodoviário, o peso fiscal ronda os 42%. A análise toma como referência o preço médio semanal calculado pela ERSE para a semana de 25 a 31 de maio de 2026, período em que a gasolina 95 se situava em cerca de 2,075 euros por litro e o gasóleo em cerca de 2,068 euros por litro.</p>
<p>O ISP continua a ser a principal componente fiscal. Em maio de 2026, o imposto situava-se em cerca de 0,437 euros por litro na gasolina sem chumbo e em 0,298 euros por litro no gasóleo rodoviário. A estes valores acresce a taxa de carbono, que rondava 0,159 euros por litro na gasolina e 0,173 euros por litro no gasóleo.</p>
<p><strong>IVA incide sobre o preço total, incluindo impostos</strong></p>
<p>Além do ISP e da taxa de carbono, os combustíveis estão sujeitos a IVA de 23%, aplicado sobre o preço final. Isto significa que o IVA incide também sobre as restantes componentes fiscais, criando um efeito de imposto sobre imposto.</p>
<p>Segundo a análise, o total de impostos por litro atinge aproximadamente 0,984 euros na gasolina 95 e 0,858 euros no gasóleo. Num depósito de 50 litros de gasolina, com o preço de referência de 2,075 euros por litro, o custo total seria de cerca de 103,75 euros, dos quais perto de 49 euros corresponderiam a impostos.</p>
<p>A Caetano sublinha que estes valores são indicativos e podem variar ao longo do ano, uma vez que o ISP é revisto por portaria e a componente de IVA depende do preço de venda ao público em vigor em cada momento.</p>
<p><strong>Gasolina paga mais imposto por litro do que o gasóleo</strong></p>
<p>A gasolina mantém uma carga fiscal superior à do gasóleo. A diferença resulta sobretudo do ISP, historicamente mais elevado na gasolina, embora a taxa de carbono seja ligeiramente superior no gasóleo por este combustível emitir mais CO₂ por litro.</p>
<p>A análise recorda que a diferença histórica entre os dois combustíveis resulta de uma política de apoio ao transporte de mercadorias, que beneficiou o gasóleo com taxas mais baixas. Ainda assim, esta diferença tem vindo a diminuir ao longo dos anos.</p>
<p>No contexto europeu, a Caetano cita uma análise do Instituto +Liberdade segundo a qual, em paridade de poder de compra, Portugal está entre os países onde o peso dos impostos sobre combustíveis é mais elevado. A gasolina 95 surge com cerca de 0,98 euros por litro em impostos, o terceiro valor mais alto da União Europeia, enquanto o gasóleo aparece com cerca de 0,84 euros, o sexto valor mais elevado.</p>
<p><strong>Quanto se paga em impostos por ano</strong></p>
<p>A análise apresenta também uma simulação para perceber o impacto anual da carga fiscal. Um condutor que percorra 15 mil quilómetros por ano, com consumo médio de seis litros aos 100 quilómetros, utiliza cerca de 900 litros de gasolina por ano. Com os valores de maio de 2026, isso corresponde a aproximadamente 886 euros pagos apenas em impostos.</p>
<p>A Caetano salienta que os cálculos dependem sempre do consumo real do veículo, do número de quilómetros percorridos e do preço em vigor na altura do abastecimento. Ainda assim, o exemplo mostra como a fiscalidade representa uma parte significativa da despesa anual com combustível.</p>
<p><strong>ISP pode mudar ao longo de 2026</strong></p>
<p>O ISP e a taxa de carbono são atualizados periodicamente, através do Orçamento do Estado ou de portarias específicas. Em 2026, o ISP tem sido revisto com frequência quase semanal, no âmbito do mecanismo temporário criado para amortecer subidas dos preços nos mercados internacionais.</p>
<p>Na prática, o Governo pode ajustar as taxas por portaria quando os preços dos combustíveis sobem de forma significativa, devolvendo aos consumidores parte da receita adicional de IVA gerada pelo aumento do preço. Por isso, o valor exato pago numa semana pode não ser igual ao da semana anterior.</p>
<p>A análise recomenda a consulta de fontes oficiais, nomeadamente Autoridade Tributária e DGEG, para confirmação dos montantes em vigor antes de tomar decisões com base nos valores fiscais aplicáveis aos combustíveis.</p>
<p><strong>Eletrificação como forma de reduzir exposição fiscal</strong></p>
<p>Para reduzir o peso destes impostos, a Caetano aponta três caminhos principais: condução mais eficiente, utilização de descontos em postos parceiros e transição para veículos elétricos ou híbridos.</p>
<p>A eletrificação é apresentada como a solução mais estrutural para diminuir a exposição ao ISP e à taxa de carbono, uma vez que reduz ou elimina o consumo de combustíveis fósseis. Para os condutores que continuam dependentes da gasolina ou do gasóleo, a poupança passa sobretudo por reduzir consumos e acompanhar a evolução dos preços.</p>
<p>A conclusão da análise é clara: sempre que um condutor abastece em Portugal, uma parte muito relevante do valor pago reverte para impostos. Na gasolina, quase metade do preço final corresponde a carga fiscal. No gasóleo, o peso é menor, mas ainda assim superior a 40%.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-paga-realmente-ao-estado-quando-abastece-isp-taxa-de-carbono-e-iva-explicados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773316]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CPLP aprova plano de cooperação para os oceanos para período 2026-2030</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cplp-aprova-plano-de-cooperacao-para-os-oceanos-para-periodo-2026-2030/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cplp-aprova-plano-de-cooperacao-para-os-oceanos-para-periodo-2026-2030/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/cplp-aprova-plano-de-cooperacao-para-os-oceanos-para-periodo-2026-2030/</guid>

					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ministros dos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que tutelam a pasta dos oceanos aprovaram hoje, após uma reunião, o Plano Estratégico de Cooperação para o Oceano (2026-2030).</P><br />
<P>Após a IV Reunião Extraordinária de Ministros dos Assuntos do Mar da CPLP, que ocorreu na sede, em Lisboa, mas também &#8216;online&#8217;, os governantes aprovaram, &#8220;por consenso&#8221; o plano que pretende reforçar a cooperação marítima entre os Estados-membros nos próximos anos, explicou na sessão de encerramento o ministro da Agricultura, Pecuária, Pesca e Florestas de Timor-Leste, Marcos da Cruz, que presidiu à reunião.</P><br />
<P>Segundo o ministro, o plano estratégico permitirá fortalecer a governação dos oceanos, promover uma &#8216;economia azul sustentável&#8217; e inclusive incentivar a investigação científica, a inovação e a transferência de conhecimento, reforçar a proteção e conservação dos ecossistemas marinhos, desenvolver capacidades técnicas e humanas e aprofundar a cooperação institucional entre os países da comunidade. </P><br />
<P>&#8220;Durante esta reunião tivemos a oportunidade de refletir sobre os desafios e as oportunidades que o oceano coloca aos nossos países, bem como sobre a responsabilidade coletiva que partilhamos na promoção de uma governação sustentável dos recursos marinhos&#8221;, referiu o governante timorense.</P><br />
<P>Por outro lado, reforçou que, no contexto global, marcado pelos desafios das alterações climáticas, da degradação ambiental e da crescente pressão sobre os recursos marinhos, este plano representa igualmente um compromisso renovado com o desenvolvimento sustentável, a segurança alimentar, a resiliência das comunidades costeiras e a utilização responsável dos recursos do mar. </P><br />
<P>&#8220;Mais do que um espaço de debate, esta reunião confirmou que a CPLP continua a afirmar-se como uma plataforma privilegiada de concertação política e cooperação técnica, capaz de transformar visões comuns em compromissos concretos e ações efetivas&#8221;, acrescentou Marcos da Cruz.</P><br />
<P>O ministro português da Agricultura e Mar, José Manuel Ferreira Fernandes, afirmou à Lusa, após o plano ter sido aprovado, que este possui vários eixos, como &#8211; além da sustentabilidade já citada &#8211; a segurança marítima, a vigilância e proteção, mas também a literacia.  </P><br />
<P>&#8220;Eu diria que há aqui uma cooperação para os oceanos que nos unem, para, no fundo, nós também tirarmos partido daquilo que são as nossas zonas económicas exclusivas &#8211; sendo que o Brasil e Portugal são os [países] que têm das maiores zonas económicas exclusivas &#8211; e que reforçam a nossa presença e a nossa força à escala global, associada à língua&#8221;, declarou o ministro, que salientou ainda a importância deste acordo, aprovado precisamente no Dia Mundial dos Oceanos.</P><br />
<P>Questionado sobre se o fenómeno El Niño foi mencionado durante a discussão, o governante português respondeu que &#8220;não&#8221;, mas explicou que foi solicitada a criação de comités nacionais no âmbito da Década dos Oceanos (2021-2030), &#8211; uma iniciativa da ONU &#8211; que, segundo o ministro, já existem em Portugal, Brasil e Cabo-Verde, mas que se pretende ter uma maior cooperação e uma maior rede partilhada de conhecimento.</P><br />
<P>A CPLP, que assinala 30 anos em 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, sendo que esta última detém a presidência rotativa da organização.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cplp-aprova-plano-de-cooperacao-para-os-oceanos-para-periodo-2026-2030/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773596]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Gaia prorroga contrato de recolha e limpeza de lixo até lançar novo concurso</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/gaia-prorroga-contrato-de-recolha-e-limpeza-de-lixo-ate-lancar-novo-concurso/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/gaia-prorroga-contrato-de-recolha-e-limpeza-de-lixo-ate-lancar-novo-concurso/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/gaia-prorroga-contrato-de-recolha-e-limpeza-de-lixo-ate-lancar-novo-concurso/</guid>

					<description><![CDATA[A Câmara de Gaia aprovou hoje a prorrogação do contrato de recolha e limpeza de lixo com a Suma até lançar um novo concurso para a concessão, por um máximo de um ano e 16 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara de Gaia aprovou hoje a prorrogação do contrato de recolha e limpeza de lixo com a Suma até lançar um novo concurso para a concessão, por um máximo de um ano e 16 milhões de euros.</P><br />
<P>A proposta foi hoje aprovada numa reunião privada extraordinária do executivo liderado por Luís Filipe Menezes (eleito pela coligação PSD/CDS-PP/IL), com votos favoráveis dos vereadores com pelouro (os eleitos pela coligação e o ex-vereador do Chega António Barbosa) e abstenção do PS.</P><br />
<P>No documento em causa, a que a Lusa teve acesso, a Águas de Gaia, que representa o município como parte na relação contratual com a empresa, refere que &#8220;dado que existiu a necessidade de reformular integralmente os pressupostos do novo concurso internacional &#8211; nomeadamente o modelo de serviço, os meios exigidos e o preço base&#8221; -, mantém-se &#8220;a necessidade de assegurar, sem qualquer interrupção, a prestação deste serviço público essencial&#8221;.</P><br />
<P>Tal sucede pois, de acordo com o documento, o processo de lançamento de um novo concurso, dada a sua &#8220;complexidade técnica, consumiu tempo considerável e inviabilizou o lançamento do novo procedimento concorrencial com antecedência suficiente para que o contrato resultante produza efeitos a partir de 08 de julho&#8221;.</P><br />
<P>O atual contrato terminava em 07 de julho, constituindo a prorrogação hoje aprovada &#8220;uma medida excecional e temporária&#8221;, que não altera &#8220;a natureza, o objeto ou a finalidade dos contratos em execução&#8221; durante &#8220;um período transitório e estritamente necessário à conclusão do procedimento concorrencial internacional em preparação e ao início da execução do contrato que dele resulte&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O prazo de execução do contrato é desde 08 de julho de 2026 até à entrada em vigor do contrato a celebrar no âmbito de concurso público com publicidade internacional, sem exceder o prazo de 365 dias&#8221;, e, sem prejuízo destas condições, o contrato &#8220;cessará a sua vigência quando forem faturados serviços em valor correspondente ao preço base global fixado&#8221;, os 16 milhões de euros.</P><br />
<P>Em novembro de 2025, a Câmara de Gaia anunciou o cancelamento do concurso público lançado pelo anterior executivo socialista, considerando-o &#8220;ruinoso&#8221;.</P><br />
<P>À data, numa conferência de imprensa, o presidente da autarquia, Luís Filipe Menezes, disse ficar &#8220;espantado que ninguém fique indignado quando se lança um concurso de 510 milhões de euros, que ia custar 50 milhões de euros por ano, e que ia obrigar os gaienses a pagar, porventura, 150 ou 200 ou 250 euros por mês de resíduos&#8221;.</P><br />
<P>Já o ex-presidente da Câmara, Eduardo Vítor Rodrigues (PS), rejeitou que o concurso da recolha de resíduos sólidos urbanos lançado pelo anterior executivo, e cancelado pelo atual, tivesse um valor muito acima daquilo que é possível, escrevendo nas redes sociais que o concurso avançou por imperativo legal, com a duração por 10 anos, porque o atual contrato, feito por protocolo, termina em julho de 2026.</P><br />
<P>&#8220;O valor do concurso é global, ou seja, pelo tempo total do contrato &#8211; 10 anos. O valor agora referido de 20 milhões é o valor anual, não por 10 anos. Não se pode, por isso, dizer que se faz por 20 o que custaria 500. Os 20 milhões incluem apenas os resíduos sólidos e a varredura. O contrato posto a concurso acrescentava a recolha de biorresíduos (obrigatória), a limpeza de praias e a gestão de monos&#8221;, escreveu o ex-presidente da Câmara.</P><br />
<P>Mais recentemente, em maio, foi conhecido que a autarquia gaiense considera que pagou 10,7 milhões de euros a mais à empresa Suldouro pela recolha de resíduos desde 2022, anunciando que passará a pagar 70% do valor das faturas emitidas à concessionária.</P><br />
<P>A Suldouro &#8220;não se revê nas afirmações&#8221; da Câmara de Gaia quanto a &#8220;custos indevidos&#8221; na recolha de resíduos e alertou para o funcionamento do sistema, pois uma &#8220;decisão unilateral de não pagamento poderá colocar em causa o funcionamento de um serviço público essencial&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/gaia-prorroga-contrato-de-recolha-e-limpeza-de-lixo-ate-lancar-novo-concurso/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773594]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Treinador escocês Ian Cathro troca Estoril Praia pelo Saint-Étienne</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/treinador-escoces-ian-cathro-troca-estoril-praia-pelo-saint-etienne/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/treinador-escoces-ian-cathro-troca-estoril-praia-pelo-saint-etienne/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/treinador-escoces-ian-cathro-troca-estoril-praia-pelo-saint-etienne/</guid>

					<description><![CDATA[O treinador escocês Ian Cathro deixou o comando técnico do Estoril Praia, que terminou em 10.º lugar na I Liga portuguesa de futebol em 2025/26, para orientar o Saint-Étienne, da segunda divisão francesa, anunciaram hoje os dois clubes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O treinador escocês Ian Cathro deixou o comando técnico do Estoril Praia, que terminou em 10.º lugar na I Liga portuguesa de futebol em 2025/26, para orientar o Saint-Étienne, da segunda divisão francesa, anunciaram hoje os dois clubes.</P><br />
<P>Ian Cathro assinou contrato por duas épocas &#8212; até 2028 &#8211; com o Saint-Étienne, que nesta temporada contou com o contributo dos defesas portugueses João Ferreira e Chico Lamba, tendo falhado o acesso ao escalão principal no play-off com o Nice (0-0 em casa, na primeira mão, e derrota por 4-1 fora, na segunda).</P><br />
<P>O treinador escocês, de 39 anos, deixa o Estoril Praia após duas épocas como treinador dos &#8216;canarinhos&#8217;, que terminaram no oitavo lugar do campeonato na primeira, em 2024/25, e receberão &#8220;uma compensação financeira&#8221; (não especificada) pela transferência de Ian Cathro para o emblema francês.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/treinador-escoces-ian-cathro-troca-estoril-praia-pelo-saint-etienne/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773590]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A &#8220;transformação milagrosa&#8221; da economia da Coreia do Norte que está a surpreender analistas (e o mundo)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-transformacao-milagrosa-da-economia-da-coreia-do-norte-que-esta-a-surpreender-analistas-e-o-mundo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-transformacao-milagrosa-da-economia-da-coreia-do-norte-que-esta-a-surpreender-analistas-e-o-mundo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 17:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=773567</guid>

					<description><![CDATA[DurantDurante os primeiros anos da pandemia de Covid-19, a Coreia do Norte parecia estar mergulhada numa das fases mais difíceis da sua história recente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os primeiros anos da pandemia de Covid-19, a Coreia do Norte parecia estar mergulhada numa das fases mais difíceis da sua história recente. O encerramento das fronteiras, a escassez alimentar, as sanções internacionais e o isolamento crescente colocavam uma enorme pressão sobre a população e sobre o regime liderado por Kim Jong-un.</p>
<p>Em 2020, numa rara demonstração pública de vulnerabilidade, Kim Jong-un apareceu na televisão estatal a pedir desculpa aos norte-coreanos. Com lágrimas nos olhos, admitiu que os seus esforços não tinham sido suficientes para aliviar as dificuldades enfrentadas pela população.</p>
<p>&#8220;Estou realmente muito arrependido&#8221;, afirmou na altura. &#8220;Os meus esforços e a minha sinceridade não foram suficientes para libertar o nosso povo das dificuldades das suas vidas.&#8221;</p>
<p>Se para muitos observadores internacionais aquele momento parecia refletir fragilidade política, os anos seguintes mostraram uma realidade muito diferente. Segundo especialistas, desertores e documentos analisados pelo New York Times, Kim aproveitou a crise provocada pela pandemia para consolidar o seu poder de forma sem precedentes e, mais tarde, utilizou a aproximação estratégica à Rússia para impulsionar a economia do país.</p>
<p><strong>Pandemia serviu para reforçar o controlo absoluto do regime</strong><br />
O primeiro passo foi o encerramento quase total da fronteira com a China, principal parceiro comercial da Coreia do Norte.</p>
<p>O regime implementou medidas extremas para impedir fugas do país, incluindo ordens para disparar sobre qualquer pessoa que tentasse atravessar ilegalmente a fronteira. Ao mesmo tempo, reprimiu o comércio informal e o contrabando que durante décadas tinham permitido a milhões de norte-coreanos sobreviver à margem da economia estatal.</p>
<p>Desde a devastadora fome dos anos 90, grande parte da população dependia dos mercados paralelos para comprar produtos chineses, obter rendimentos e aceder a conteúdos estrangeiros. Esses mercados tornaram-se igualmente uma importante fonte de informação sobre o exterior.</p>
<p>Kim decidiu desmantelar esse sistema.</p>
<p>Segundo desertores entrevistados pelo jornal norte-americano, o regime restaurou gradualmente o controlo estatal sobre a distribuição de bens, reduzindo drasticamente a autonomia económica dos cidadãos.</p>
<p><strong>Repressão intensificou-se contra conteúdos estrangeiros</strong><br />
A campanha de controlo não se limitou à economia.</p>
<p>O regime endureceu significativamente a repressão contra conteúdos culturais vindos do exterior, especialmente da Coreia do Sul.</p>
<p>Séries televisivas, filmes e música K-pop passaram a ser tratados como ameaças ideológicas. Leis aprovadas durante a pandemia estabeleceram penas extremamente severas para quem consumisse ou distribuísse conteúdos considerados &#8220;antissocialistas&#8221;.</p>
<p>Segundo testemunhos recolhidos junto de desertores, pessoas acusadas de distribuir dramas sul-coreanos ou músicas K-pop chegaram a ser executadas publicamente.</p>
<p>Kim Jong-un classificou a influência cultural estrangeira como um &#8220;cancro maligno&#8221; capaz de corromper a juventude norte-coreana.</p>
<p>A preocupação do líder estaria também ligada a questões pessoais. Analistas referem que o regime procurou impedir a divulgação de informações sobre a origem da sua mãe, Ko Yong-hui, nascida no Japão, um facto historicamente sensível numa sociedade marcada pelo ressentimento em relação à ocupação japonesa da península coreana.</p>
<p><strong>Arsenais nucleares continuaram a crescer apesar das sanções</strong><br />
Enquanto reforçava o controlo interno, Kim prosseguia a expansão do programa nuclear e balístico do país.</p>
<p>Durante estes anos, a Coreia do Norte desenvolveu novas gerações de mísseis capazes de atingir a Coreia do Sul e o Japão com ogivas nucleares. O regime continuou também a investir em tecnologias para alcançar o território continental dos Estados Unidos, incluindo submarinos de propulsão nuclear e mísseis balísticos intercontinentais.</p>
<p>Esta evolução consolidou a posição internacional da Coreia do Norte como potência nuclear de facto, algo que muitos especialistas consideram ser uma das maiores vitórias estratégicas de Kim Jong-un.</p>
<p><strong>Guerra na Ucrânia abriu uma oportunidade inesperada</strong><br />
A invasão russa da Ucrânia em 2022 alterou profundamente a posição internacional de Pyongyang.</p>
<p>Com Moscovo a necessitar urgentemente de munições e apoio militar, Kim encontrou uma oportunidade para quebrar parte do isolamento económico e diplomático do país.</p>
<p>A Coreia do Norte forneceu armamento e enviou tropas para apoiar o esforço de guerra russo. Segundo informações dos serviços secretos sul-coreanos, cerca de 16 mil militares norte-coreanos terão participado no conflito.</p>
<p>Em troca, a Rússia forneceu assistência alimentar, petróleo, turistas e, sobretudo, tecnologia militar.</p>
<p>Analistas acreditam que Moscovo está a ajudar Pyongyang a modernizar sistemas de defesa aérea, desenvolver drones militares e construir o primeiro submarino nuclear da história norte-coreana.</p>
<p>Os dois países assinaram ainda um tratado de defesa e cooperação mútua que elevou significativamente o estatuto internacional do regime de Kim.</p>
<p><strong>Relações com Rússia aproximaram novamente Pequim</strong><br />
A crescente aproximação entre Moscovo e Pyongyang teve igualmente impacto nas relações com a China.</p>
<p>Embora Pequim continue a considerar a Coreia do Norte um parceiro difícil de gerir, o aprofundamento da rivalidade entre China e Estados Unidos levou o governo chinês a reforçar novamente os laços com o regime norte-coreano.</p>
<p>O presidente chinês, Xi Jinping, iniciou esta semana uma visita oficial de dois dias à Coreia do Norte, a primeira em sete anos.</p>
<p>Os dois países estão a expandir o comércio bilateral, retomaram ligações ferroviárias e aumentaram os voos entre Pequim e Pyongyang. Está também próxima da conclusão uma nova ponte moderna sobre o rio Yalu, destinada a facilitar o intercâmbio económico e turístico.</p>
<p><strong>Economia cresce ao ritmo mais elevado em oito anos</strong><br />
Apesar de persistirem graves problemas estruturais e níveis elevados de pobreza fora da capital, os indicadores económicos mais recentes apontam para uma recuperação significativa.</p>
<p>Segundo as estimativas mais recentes do banco central sul-coreano, a economia norte-coreana cresceu 3,7% em 2024, o melhor resultado dos últimos oito anos.</p>
<p>A atividade das fábricas de armamento aumentou fortemente devido às encomendas russas, enquanto trabalhadores enviados para a Rússia e para a China continuaram a gerar receitas para o regime.</p>
<p>Paralelamente, o país expandiu operações clandestinas destinadas a obter moeda estrangeira, incluindo contrabando de ouro, exportações ilegais e operações de pirataria informática que, segundo especialistas, renderam milhares de milhões de dólares em criptomoedas.</p>
<p><strong>Sinais de mudança tornam-se visíveis em Pyongyang</strong><br />
Nos últimos anos, Kim Jong-un concluiu vários dos seus projetos emblemáticos.</p>
<p>Foram construídos novos bairros residenciais, estâncias balneares, complexos turísticos, centros termais e enormes explorações agrícolas. Novas torres residenciais surgiram não apenas em Pyongyang, mas também em cidades provinciais.</p>
<p>Segundo analistas que acompanham imagens de satélite e visitantes recentes, há hoje mais veículos a circular, mais postos de combustível, mais equipamentos de construção e maior atividade económica visível.</p>
<p>Na capital, os néons iluminam a cidade com intensidade muito superior à de anos anteriores. Os elevadores dos edifícios altos funcionam várias horas por dia, algo que nem sempre acontecia devido à falta de eletricidade.</p>
<p>Aplicações para smartphones permitem efetuar compras e encomendar refeições ao domicílio, enquanto as cervejarias de Pyongyang registam maior afluência de clientes.</p>
<p>Apesar disso, continuam a existir enormes desigualdades entre a elite da capital e o restante país.</p>
<p><strong>Kim proclama uma nova era para a Coreia do Norte</strong><br />
No congresso do Partido dos Trabalhadores realizado este ano, Kim Jong-un declarou que a Coreia do Norte entrou numa nova fase de prosperidade e confiança.</p>
<p>A liderança norte-coreana passou a defender uma estratégia que combina desenvolvimento económico com reforço militar, resumida na ideia de proporcionar simultaneamente &#8220;doces e balas&#8221; à população.</p>
<p>Num discurso perante o parlamento do país em março, Kim descreveu os últimos anos como uma &#8220;transformação milagrosa&#8221; e destacou o aumento do investimento e da construção habitacional.</p>
<p>&#8220;O nosso já não é um país suscetível às ameaças dos outros&#8221;, afirmou.</p>
<p>Embora muitos dos desafios económicos continuem por resolver e as sanções internacionais permaneçam em vigor, especialistas consideram que Kim Jong-un conseguiu transformar uma das maiores crises da sua liderança numa oportunidade para consolidar o regime, reforçar o poder militar e recuperar parte da economia, alterando significativamente a posição da Coreia do Norte no cenário internacional.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-transformacao-milagrosa-da-economia-da-coreia-do-norte-que-esta-a-surpreender-analistas-e-o-mundo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773567]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Marcelo avisa que não se pode continuar &#8220;a correr atrás do prejuízo&#8221; na inteligência artificial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/marcelo-avisa-que-nao-se-pode-continuar-a-correr-atras-do-prejuizo-na-inteligencia-artificial/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/marcelo-avisa-que-nao-se-pode-continuar-a-correr-atras-do-prejuizo-na-inteligencia-artificial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 17:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=773578</guid>

					<description><![CDATA[ O ex-Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa avisou hoje que se não está a acautelar o avanço da inteligência artificial, mas sim a "correr atrás do prejuízo" num tema que "praticamente não existe" em todas as leis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa avisou hoje que se não está a acautelar o avanço da inteligência artificial, mas sim a &#8220;correr atrás do prejuízo&#8221; num tema que &#8220;praticamente não existe&#8221; em todas as leis.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas no final da apresentação da Carta Encíclica &#8220;Magnífica Humanitas&#8221;, do Papa Leão XIV, na Feira do Livro, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que este documento tem o &#8220;grande mérito de chamar a atenção para um tema que, de uma maneira geral, não se tem acautelado&#8221; porque &#8220;se acha que se tem todo o tempo do mundo&#8221; quando, na sua opinião, &#8220;não se tem&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não podemos continuar a correr atrás do prejuízo porque a realidade é essa: a inteligência artificial avança, galopantemente, com bilhões e bilhões e bilhões ao seu serviço, no sentido de a sofisticar, e as estruturas políticas, económicas, sociais, culturais, não estão a ser capazes de acompanhar isso&#8221;, alertou.</p>
<p>Questionado sobre se esperava que por exemplo na revisão da legislação laboral houvesse uma maior preocupação com o tema, o antigo chefe de Estado começou por referir que há uma responsabilidade &#8220;de todos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu diria que em todas as leis, ao longo dos últimos anos e ainda no presente, a inteligência artificial praticamente não existe. Nem na organização administrativa, nem na parte da educação, nem em muitos aspetos do domínio da solidariedade, ou da saúde, ou do trabalho. Mas é em Portugal, e é na Europa, e é um pouco em todo o mundo&#8221;, defendeu.</p>
<p>De acordo com Marcelo Rebelo de Sousa, &#8220;economias e sociedades muito evoluídas não estão a ser capazes de acompanhar este desafio&#8221;.</p>
<p>&#8220;E isso, obviamente, significa que quanto mais tarde se quiser tentar recuperar o tempo perdido, mais difícil é verdadeiramente recuperá-lo&#8221;, avisou.</p>
<p>Sobre o facto de ter na plateia membros do Governo como Paulo Rangel, Joaquim Miranda Sarmento ou Carlos Abreu Amorim eram um sinal de que este tema vai estar no centro da ação do executivo, o antigo Presidente da República acrescentou o nome do presidente do parlamento, José Pedro Aguiar-Branco, à lista das presenças, referindo que &#8220;surgiram por sua iniciativa&#8221;.</p>
<p>&#8220;E aquilo que me impressionou, quando arrancou esta ideia &#8211; eu estive muito ligado à organização do debate de hoje &#8211; foi porque de repente sai a encíclica, as pessoas dizem, &#8216;olha que interessante, mas há tanta coisa importante no mundo, vamos passar por cima disto, que isto não é importante&#8217; e, no entanto, o que é facto é que ontem o responsável de um país muito poderoso disse que é verdade que isto está nas mãos de privados, é preciso pensar como regular&#8221;, referiu.</p>
<p>Segundo Marcelo está a ser muito difícil dar passos sobre a inteligência artificial, como aconteceu no clima ou nos oceanos que foram considerados temas universais, esperando que o tema se torne central para todos os &#8220;responsáveis políticos de todo o mundo&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/marcelo-avisa-que-nao-se-pode-continuar-a-correr-atras-do-prejuizo-na-inteligencia-artificial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773578]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola: OMS reduz o risco da epidemia para a maior parte do continente africano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-oms-reduz-o-risco-da-epidemia-para-a-maior-parte-do-continente-africano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-oms-reduz-o-risco-da-epidemia-para-a-maior-parte-do-continente-africano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 17:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=773570</guid>

					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) reduziu hoje o risco para a saúde decorrente da epidemia de Ébola no continente africano de "alto" para "baixo", com exceção da República Democrática do Congo (RDCongo) e países vizinhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) reduziu hoje o risco para a saúde decorrente da epidemia de Ébola no continente africano de &#8220;alto&#8221; para &#8220;baixo&#8221;, com exceção da República Democrática do Congo (RDCongo) e países vizinhos.</p>
<p>A OMS reavaliou os riscos e considerou baixo o perigo de a epidemia se alastrar para a maior parte de África, assim como para o resto do mundo, embora o risco na RDCongo, que faz fronteira com Angola, permaneça &#8220;muito alto&#8221;.</p>
<p>No Uganda, onde também foram registadas infeções e a organização considerou o risco como &#8220;alto&#8221;.</p>
<p>Segundo o novo relatório da OMS, até ao momento foram confirmados 534 casos, 515 na RDCongo e 19 no Uganda, e 93 pessoas morreram da doença provocada pelo vírus do Ébola.</p>
<p>A taxa de letalidade é atualmente de 17,4%, inferior à dos dois surtos anteriores desta variante do vírus, chamada Bundibugyo, que ocorreram em 2007 no Uganda, onde 30% dos infetados morreram, e em 2012 na RDCongo, onde a taxa de mortalidade foi de 50%.</p>
<p>O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, viajou para o Uganda esta semana para apoiar a resposta à epidemia, poucos dias depois de visitar a RDCongo com o mesmo propósito.</p>
<p>O Ébola, que se transmite por contacto próximo e por fluidos corporais, matou mais de 15 mil pessoas em África ao longo dos últimos 50 anos.</p>
<p>A OMS e a agência de saúde da União Africana lançaram na sexta-feira um plano de 518 milhões de dólares (446 milhões de euros) para combater a epidemia nos próximos seis meses, com especial foco no reforço da vigilância, nos testes de laboratório e na prevenção de infeções.</p>
<p>O epicentro da epidemia na RDCongo encontra-se na província oriental do Ituri, de difícil acesso devido ao mau estado das estradas e à insegurança mantida por grupos armados.</p>
<p>A comissária da gestão de crises da UE, Hadja Lahbib, em visita a Bunia, capital do Ituri, apelou no domingo a um cessar-fogo no leste da RDCongo, onde uma série de grupos armados estão ativos e onde o grupo antigovernamental Movimento 23 de Março (M23), apoiado pelo Ruanda, está a controlar vastas áreas de território.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-oms-reduz-o-risco-da-epidemia-para-a-maior-parte-do-continente-africano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773570]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Euro sobe mas mantém-se na barreira dos 1,15 dólares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/euro-sobe-mas-mantem-se-na-barreira-dos-115-dolares/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/euro-sobe-mas-mantem-se-na-barreira-dos-115-dolares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 17:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=773569</guid>

					<description><![CDATA[O euro subiu hoje, mas manteve-se na barreira dos 1,15 dólares, no mesmo dia em que Israel admitiu a suspensão de ataques contra o Irão, mas ameaçou responder "com firmeza" a qualquer nova ameaça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O euro subiu hoje, mas manteve-se na barreira dos 1,15 dólares, no mesmo dia em que Israel admitiu a suspensão de ataques contra o Irão, mas ameaçou responder &#8220;com firmeza&#8221; a qualquer nova ameaça.</p>
<p>Às 18:00 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1540 dólares, quando, na sexta-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1529 dólares.</p>
<p>O euro também avançou em comparação com a libra e com o iene.</p>
<p>O Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio de referência do Euro em 1,1540 dólares.</p>
<p>O primeiro-ministro israelita admitiu hoje a suspensão de ataques contra o Irão, mas ameaçou responder &#8220;com firmeza&#8221; a qualquer novo ataque iraniano.</p>
<p>Benjamin Netanyahu afirmou que os combates cessaram depois de Israel &#8220;ter atingido o regime terrorista em Teerão&#8221; e acrescentou numa mensagem de vídeo que, se o Irão &#8220;cometer o erro&#8221; de voltar a atacar, Israel responderá &#8220;com força&#8221;.</p>
<p>O líder israelita defendeu que os mais recentes ataques israelitas permitiram pôr fim aos disparos de mísseis iranianos.</p>
<p>&#8220;Neste momento, as hostilidades nesta frente cessaram, pois, após os golpes que desferimos contra o regime terrorista de Teerão, este deixou de nos atacar&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Também o Presidente norte-americano, Donald Trump, apelou hoje ao Irão e a Israel para cessarem os disparos.</p>
<p>Momentos depois, o Irão anunciou que iria suspender os ataques contra Israel e também ameaçou responder de forma mais dura a quaisquer novos ataques, que constituíram a mais grave violação do cessar-fogo em vigor desde o acordo alcançado entre Washington e Teerão há dois meses.</p>
<p>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;sexta-feira</p>
<p>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1,1540&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1,1529</p>
<p>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;0,86480&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86335</p>
<p>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.184,82&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;184,81</p>
<p>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;160,15&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;160,29</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/euro-sobe-mas-mantem-se-na-barreira-dos-115-dolares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773569]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Protestos contra turistas aumentam na Europa e Portugal aparece no top 5 dos países mais hostis</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/protestos-contra-turistas-aumentam-na-europa-e-portugal-aparece-no-top-5-dos-paises-mais-hostis/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/protestos-contra-turistas-aumentam-na-europa-e-portugal-aparece-no-top-5-dos-paises-mais-hostis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 17:21:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=773530</guid>

					<description><![CDATA[O crescimento contínuo do turismo em vários destinos europeus está a intensificar as tensões entre visitantes e residentes, num contexto marcado pela escassez de habitação, pelo aumento do custo de vida e pela pressão exercida sobre infraestruturas e serviços locais. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento contínuo do turismo em vários destinos europeus está a intensificar as tensões entre visitantes e residentes, num contexto marcado pela escassez de habitação, pelo aumento do custo de vida e pela pressão exercida sobre infraestruturas e serviços locais. Um novo estudo concluiu que Espanha, Itália e França são atualmente os países europeus onde a contestação ao turismo de massas é mais intensa, enquanto Portugal surge na quinta posição do ranking, com uma taxa de hostilidade de 66%.</p>
<p>A análise foi realizada pela plataforma digital de entretenimento JB.com e avaliou 30 países em todo o mundo, procurando medir o nível de resistência ao turismo através de diversos indicadores, incluindo a intensidade dos protestos, a atenção mediática dedicada ao fenómeno, as taxas turísticas aplicadas aos visitantes e a relação entre o número de turistas e a população residente.</p>
<p><strong>Turismo continua a crescer nos principais destinos europeus</strong><br />
O estudo surge numa altura em que os principais mercados turísticos europeus continuam a registar aumentos significativos no número de visitantes.</p>
<p>Em Espanha, país que ocupa o primeiro lugar entre os 30 analisados no índice de contestação ao turismo, o número de turistas aumentou 3,4% nos primeiros quatro meses de 2026. Além disso, o Ministério do Turismo espanhol prevê um crescimento de 7,1% no número de passageiros transportados em voos internacionais com destino ao país durante o mês de junho, em comparação com o mesmo período do ano anterior.</p>
<p>As previsões apontam igualmente para aumentos relevantes em Itália e França. Segundo uma nota divulgada pelo Ministério do Turismo de Espanha, Itália deverá registar um crescimento de 12% nas chegadas internacionais durante junho, enquanto França deverá verificar uma subida de 2,6% face ao mesmo mês de 2025.</p>
<p>Embora o turismo continue a ser uma das principais fontes de receita para muitas economias europeias, o aumento constante do número de visitantes tem gerado críticas crescentes em várias comunidades locais.</p>
<p><strong>Portugal aparece em quinto lugar com taxa de hostilidade de 66%</strong><br />
Entre os países analisados, Portugal surge na quinta posição dos destinos europeus onde a resistência ao turismo é mais significativa, registando uma taxa de hostilidade de 66%.</p>
<p>O estudo coloca Portugal atrás de Espanha, Itália, França e Grécia, o que reflete um aumento das preocupações relacionadas com os impactos do turismo em áreas como o acesso à habitação, o aumento dos preços e a pressão sobre os centros urbanos e zonas costeiras mais procuradas.</p>
<p>Por outro lado, os países considerados mais acolhedores para os visitantes são Chipre e Albânia. Segundo a análise, nenhum destes destinos registou protestos antiturismo documentados e ambos apresentam níveis reduzidos de pressão regulatória sobre os viajantes.</p>
<p><strong>Espanha lidera contestação ao turismo de massas</strong><br />
O caso espanhol continua a ser o mais expressivo da Europa. De acordo com o estudo, foram registados protestos contra o turismo em mais de 40 cidades espalhadas pelo país, incluindo destinos como Barcelona e as Ilhas Canárias.</p>
<p>A região da Catalunha, onde se localiza Barcelona, recebeu cerca de 20,1 milhões de turistas em 2025, mais 0,6% do que em 2024. Seguiram-se as Ilhas Baleares e as Ilhas Canárias entre os destinos mais procurados.</p>
<p>Em junho do ano passado, milhares de manifestantes desfilaram pelo centro de Barcelona empunhando cartazes com mensagens como “O turismo está a matar Barcelona”. Durante os protestos, alguns participantes utilizaram pistolas de água para atingir turistas em zonas de grande afluência, numa ação que atraiu atenção internacional.</p>
<p><strong>Itália e França também enfrentam crescente oposição dos residentes</strong><br />
A contestação ao turismo de massas também tem sido visível em Itália. Nos últimos tempos, cidades como Veneza, Roma, Florença, Nápoles e Milão foram palco de protestos relacionados com os efeitos do turismo sobre a habitação e o custo de vida.</p>
<p>Alguns ativistas chegaram a sabotar caixas de chaves utilizadas por proprietários de alojamentos de curta duração, numa tentativa de denunciar a falta de habitação acessível para os residentes locais.</p>
<p>Perante a crescente pressão turística, Veneza voltou a aplicar este ano uma taxa específica para visitantes que entram na cidade apenas durante o dia. A medida abrange determinadas datas entre abril e julho, sobretudo às sextas-feiras, sábados e domingos, e pretende reduzir os impactos do excesso de visitantes.</p>
<p>Também em França a contestação tem vindo a aumentar. O estudo refere protestos realizados em cidades como Marselha, Nice e Paris, bem como um crescimento do ativismo contra os navios de cruzeiro, especialmente em destinos costeiros.</p>
<p><strong>Habitação e custo de vida estão no centro das críticas</strong><br />
De acordo com o estudo, o principal fator por detrás do aumento do descontentamento é a perceção de que o turismo de massas está a contribuir para a escassez de habitação disponível para residentes e para a subida dos preços em diversas cidades europeias.</p>
<p>À medida que o número de visitantes continua a aumentar em vários destinos, cresce igualmente o debate sobre a necessidade de encontrar um equilíbrio entre os benefícios económicos do setor e a qualidade de vida das populações locais.</p>
<p>Os resultados da análise da JB.com mostram que esta discussão está longe de se limitar a casos isolados, refletindo uma tendência cada vez mais visível em vários países europeus, incluindo Portugal, que ocupa já o quinto lugar entre os países onde a hostilidade em relação ao turismo apresenta níveis mais elevados.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/protestos-contra-turistas-aumentam-na-europa-e-portugal-aparece-no-top-5-dos-paises-mais-hostis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773530]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal integra rede de aceleradores da NATO DIANA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-integra-rede-de-aceleradores-da-nato-diana/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-integra-rede-de-aceleradores-da-nato-diana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 17:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=773549</guid>

					<description><![CDATA[Portugal passou a integrar uma rede de aceleradores da NATO criada para detetar e acelerar soluções tecnológicas que respondam aos desafios de resiliência e segurança das suas 32 nações, anunciou hoje o Instituto Pedro Nunes, de Coimbra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal passou a integrar uma rede de aceleradores da NATO criada para detetar e acelerar soluções tecnológicas que respondam aos desafios de resiliência e segurança das suas 32 nações, anunciou hoje o Instituto Pedro Nunes, de Coimbra.</p>
<p>O acelerador nacional foi ativado pela rede NATO DIANA (programa de desenvolvimento tecnológico para a indústria da Aliança Atlântica), no âmbito de uma parceria entre a empresa pública idD Portugal Defence e o Instituto Pedro Nunes (IPN).</p>
<p>Segundo o IPN, que é o gestor operacional do acelerador, desta forma Portugal está &#8220;no centro do desenvolvimento de tecnologias emergentes e disruptivas de duplo uso&#8221;, com &#8220;forte aplicabilidade&#8221; na área da Defesa.</p>
<p>&#8220;O acelerador gerido pelo IPN passa agora a fazer parte de uma rede exclusiva de aceleradores distribuídos pela Aliança, acompanhando empresas portuguesas no terreno e apoiando-as a posicionarem-se com sucesso no mercado global de defesa&#8221;, sublinhou.</p>
<p>As empresas e &#8216;startup&#8217; que forem selecionadas para os programas da DIANA recebem um financiamento inicial de 100 mil euros e poderão aceder a 300 mil euros adicionais na fase de crescimento.</p>
<p>&#8220;Beneficiam ainda de uma rede de mais de 200 centros de testes, de participação em exercícios operacionais, de apoio no desenvolvimento de modelos de negócio e de ligação estratégica ao Fundo de Inovação da NATO e a investidores de capital de risco&#8221;, acrescentou o IPN.</p>
<p>A ativação do acelerador português da NATO DIANA acontece pouco depois de as &#8216;startup&#8217; incubadas no IPN &#8212; a Neuraspace (inteligência artificial para gestão de tráfego espacial) e a Connect Robotics (logística autónoma de entrega por drones) &#8212; terem sido selecionadas a nível nacional para integrar a rede de inovadores da DIANA.</p>
<p>As áreas prioritárias são a Inteligência Artificial, a autonomia, os sistemas de energia e propulsão, a cibersegurança, os novos materiais, as ciências biológicas, as infraestruturas críticas e o espaço.</p>
<p>&#8220;Com este novo marco, Portugal e o IPN unem os seus laboratórios de I&amp;D, a sua incubadora e a chancela internacional da NATO num esforço conjunto com a idD para projetar a indústria de Defesa Nacional na vanguarda da inovação tecnológica global&#8221;, frisou a instituição de Coimbra, que promove a ligação entre o meio científico e tecnológico e o tecido empresarial.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-integra-rede-de-aceleradores-da-nato-diana/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773549]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
