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	<title>Revista Risco &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 16:22:46 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Semapa e setor energético seguram bolsa de Lisboa no &#8216;verde&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje com ganhos ligeiros, com o PSI a subir 0,09% para 9.070,71 pontos, sustentada pelos ganhos da Semapa e das cotadas ligadas ao setor energético.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje com ganhos ligeiros, com o PSI a subir 0,09% para 9.070,71 pontos, sustentada pelos ganhos da Semapa e das cotadas ligadas ao setor energético. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, sete fecharam em terreno positivo e as restantes nove no &#8216;vermelho&#8217;.</P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX subiu 0,06% e o francês CAC-40 avançou 0,02%, enquanto o britânico FTSE 100 perdeu 0,71% e o espanhol IBEX-35 desvalorizou 0,05%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791575]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Xi Jinping apresenta propostas para reforçar a governança global da inteligência artificial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xi-jinping-apresenta-propostas-para-reforcar-a-governanca-global-da-inteligencia-artificial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente chinês, Xi Jinping, defendeu a construção de um sistema global de governança da inteligência artificial mais justo e equilibrado durante a abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial 2026, que decorre em Shanghai.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Conteúdo Patrocinado por Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.</strong></em></p>
<p>No discurso de abertura, intitulado <em>“Construir em conjunto um sistema global de governança da inteligência artificial justa e razoável”</em>, Xi Jinping destacou os desafios colocados pelo rápido desenvolvimento da inteligência artificial, sublinhando a necessidade de encontrar respostas para questões relacionadas com a segurança, a ética, a tomada de decisões automatizada e a distribuição equitativa dos benefícios gerados pela tecnologia.</p>
<p>O líder chinês apresentou quatro propostas consideradas centrais para o futuro da governança global da inteligência artificial: promover a abertura e o benefício mútuo para estimular a inovação; reforçar os mecanismos de gestão de riscos para garantir uma utilização segura da tecnologia; incentivar a inclusão e o intercâmbio entre diferentes civilizações; e aprofundar a cooperação internacional na definição de modelos de governança.</p>
<p>Segundo analistas citados pelos meios oficiais chineses, estas orientações refletem a visão da China para o desenvolvimento da inteligência artificial, assente em quatro dimensões fundamentais: desenvolvimento, segurança, civilização e governança. A abordagem procura conciliar a inovação tecnológica com a proteção dos interesses sociais e o bem-estar coletivo.</p>
<p>A China destacou igualmente o crescimento do seu setor de inteligência artificial. De acordo com dados apresentados durante a conferência, o valor dos setores centrais da economia inteligente chinesa já ultrapassa um bilião de yuans, enquanto os modelos de código aberto desenvolvidos no país registaram mais de 10 mil milhões de downloads acumulados.</p>
<p>No plano internacional, Pequim tem procurado reforçar a cooperação em matéria de inteligência artificial. As autoridades chinesas salientaram os progressos alcançados na criação da Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (WAICO), iniciativa apresentada como uma plataforma destinada a promover a coordenação internacional, a harmonização de normas e o aprofundamento da cooperação tecnológica entre os países.</p>
<p>Segundo a China, a nova organização poderá contribuir para responder aos desafios globais colocados pela inteligência artificial e favorecer uma utilização mais inclusiva e equilibrada desta tecnologia à escala mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791283]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ibersol recompra 46.900 por 426.747 euros e passa deter 433.585 ações próprias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ibersol-recompra-46-900-por-426-747-euros-e-passa-deter-433-585-acoes-proprias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal anunciou hoje junto do mercado a recompra de 46.900 ações, passando agora a deter 433.585 ações próprias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal anunciou hoje junto do mercado a recompra de 46.900 ações, passando agora a deter 433.585 ações próprias.</p>
<p>O valor do investimento ascendeu a 426.747 euros, com o preço médio por ação adquirida a rondar os 9,10 euros.</p>
<p>No dia 09 de julho a empresa anunciou que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros, passando para um valor de 40 milhões de euros.</p>
<p>Em comunicado enviado ao mercado, a Ibersol anunciou que, &#8220;em cumprimento da deliberação aprovada na assembleia-geral de acionistas de 20 de maio de 2026, tal como oportunamente divulgado, foi cumprida a inscrição, junto da Conservatória do Registo Comercial, mostrando-se concluído, em 08 de julho de 2026, o respetivo registo, da redução do capital social da sociedade&#8221;.</p>
<p>Com esta alteração, a Ibersol extinguiu 899.126 ações próprias para libertação de excesso de capital.</p>
<p>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, anunciou então que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros, passando agora para um valor de 40 milhões de euros.</p>
<p>Em comunicado enviado ao mercado, a Ibersol anunciou então que, &#8220;em cumprimento da deliberação aprovada na assembleia-geral de acionistas de 20 de maio de 2026, tal como oportunamente divulgado, foi cumprida a inscrição, junto da Conservatória do Registo Comercial, mostrando-se concluído, em 08 de julho de 2026, o respetivo registo, da redução do capital social da sociedade&#8221;.</p>
<p>Com esta alteração, a Ibersol extinguiu 899.126 ações próprias para libertação de excesso de capital.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791269]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A economia mundial ainda cresce, mas economistas apontam três riscos que estão a preocupar os investidores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-economia-mundial-ainda-cresce-mas-economistas-apontam-tres-riscos-que-estao-a-preocupar-os-investidores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:13:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia mundial deverá continuar a crescer acima da tendência na segunda metade de 2026 e nos anos seguintes, impulsionada pelo investimento em IA, pelo consumo resiliente e pelo alívio da política orçamental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia mundial deverá continuar a crescer acima da tendência na segunda metade de 2026 e nos anos seguintes, impulsionada pelo investimento em inteligência artificial (IA), pelo consumo resiliente e pelo alívio da política orçamental.</p>
<p>A previsão é da Aberdeen Investments, que, na sua análise trimestral House View para o terceiro trimestre, alerta, contudo, para uma maior volatilidade da inflação, riscos geopolíticos e sinais de uma fase mais avançada do ciclo económico.</p>
<p>A gestora de ativos estima que o crescimento global atinja cerca de 3,2% este ano, apesar de a inflação permanecer elevada na sequência do recente choque energético. Embora o contexto macroeconómico continue a favorecer os ativos de risco, a Aberdeen considera que o nível de incerteza é elevado e limita a convicção dos investidores.</p>
<p>&#8220;A economia global continua a demonstrar resiliência, apoiada pelos fortes resultados das empresas e pela continuidade do ciclo de investimento em IA. No entanto, estamos claramente numa fase mais complexa do ciclo, em que os riscos geopolíticos permanecem elevados e os choques inflacionistas são mais frequentes&#8221;, afirma Peter Branner, Chief Investment Officer da Aberdeen Investments.</p>
<p>O cenário central da gestora prevê uma estabilização dos mercados petrolíferos e a continuidade da expansão económica, embora os riscos extremos permaneçam significativos. Neste contexto, a Aberdeen recomenda uma postura ainda construtiva face aos ativos de risco, mas defende uma maior diversificação e resiliência das carteiras.</p>
<p>A inflação deverá permanecer acima do anteriormente previsto devido aos efeitos persistentes da energia, embora as pressões subjacentes tendam a moderar-se. Por isso, a gestora antecipa que os bancos centrais poderão alterar as taxas de juro menos do que os mercados atualmente esperam.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Reserva Federal deverá manter as taxas inalteradas durante 2026, retomando os cortes apenas em 2027. Também o Banco de Inglaterra e o Banco Central Europeu deverão interromper o ciclo de subida das taxas, enquanto o Banco do Japão deverá continuar a aumentá-las de forma gradual.</p>
<p>Na China, o crescimento continua a beneficiar da procura associada à IA e às tecnologias verdes. No entanto, a fragilidade do consumo interno e os desafios no setor imobiliário deverão levar Pequim a adotar novas medidas de estímulo direcionadas.</p>
<p>Os mercados emergentes mantêm, de forma geral, uma perspetiva resiliente, apoiados pelo investimento relacionado com a IA, embora com diferenças significativas entre regiões.</p>
<p>&#8220;A economia global entrou num regime de maior volatilidade da inflação, impulsionada em parte pela geopolítica e pelas perturbações nas cadeias de abastecimento. Embora o choque energético esteja a revelar-se temporário, futuros choques do lado da oferta poderão tornar-se mais frequentes&#8221;, afirma Paul Diggle, Chief Economist da Aberdeen Investments.</p>
<p>Segundo o economista, este cenário aumenta a probabilidade de períodos em que as ações e as obrigações evoluem na mesma direção, reforçando a importância de diversificar os investimentos por diferentes classes de ativos e regiões.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Emergentes e imobiliário entre as apostas</strong></p>
<p>A gestora mantém uma visão positiva sobre as obrigações e ações dos mercados emergentes, que continuam a apresentar um crescimento superior às tendências registadas antes da pandemia. A dinâmica é particularmente evidente na Ásia emergente, onde o investimento associado à IA constitui um importante motor de crescimento.</p>
<p>O recente choque energético poderá penalizar temporariamente os países que não são exportadores de matérias-primas, mas os fatores estruturais continuam a ser favoráveis. Na América Latina, várias economias mantêm margem para novos cortes nas taxas de juro. Ainda assim, a dispersão de desempenho entre mercados está a aumentar, com os ganhos cada vez mais concentrados num grupo restrito de exportadores ligados à tecnologia.</p>
<p>No crédito privado, a Aberdeen mantém uma posição neutra, refletindo preocupações crescentes relacionadas com uma fase mais avançada do ciclo económico. Os segmentos de investment grade continuam resilientes e oferecem um prémio de rendimento atrativo face aos mercados públicos, mas começam a surgir sinais de pressão em algumas áreas do mercado de direct lending, nomeadamente ao nível dos critérios de concessão de crédito, da liquidez dos fundos e do risco de deterioração das condições à medida que o ciclo económico avança.</p>
<p>Já no imobiliário direto global, a gestora mantém uma visão positiva, sustentada pela procura resiliente dos arrendatários e pela estabilidade dos fluxos de rendimento. A evolução está a tornar-se mais equilibrada entre regiões e setores, refletindo a melhoria dos fundamentos, embora alguns segmentos, como o alojamento estudantil no Reino Unido, continuem a ser considerados menos atrativos.</p>
<p>A infraestrutura é, por sua vez, uma das áreas onde a Aberdeen mantém uma visão mais otimista. A digitalização, a descarbonização e o aumento da despesa em defesa deverão gerar necessidades significativas de investimento em todo o mundo e uma oferta sustentada de oportunidades.</p>
<p>A gestora antecipa ainda um papel crescente do capital privado no financiamento destas necessidades. Embora as energias renováveis continuem a dominar o volume de transações, as infraestruturas digitais estão a conquistar uma fatia cada vez maior do valor total investido. As avaliações são, segundo a Aberdeen, geralmente mais atrativas nas operações de pequena e média dimensão.</p>
<p>No conjunto, a gestora considera que ações e obrigações deverão manter um desempenho moderadamente positivo, com a inteligência artificial a continuar a ser um dos principais motores dos mercados. A maior volatilidade da inflação, a geopolítica e os riscos associados à fase avançada do ciclo económico deverão, contudo, exigir uma abordagem mais diversificada e seletiva por parte dos investidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791249]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSI em alta com Galp a subir 2% e Altri a cair mais de 2,2%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-alta-com-galp-a-subir-2-e-altri-a-cair-mais-de-22/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Galp a subir 2% para 19,33 euros e a Altri a descer 2,24%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Galp a subir 2% para 19,33 euros e a Altri a descer 2,24%.</p>
<p>Cerca das 09:15 em Lisboa, o PSI avançava 0,22% para 9.082,18 pontos, com sete empresas a subir e nove a descer a cotação.</p>
<p>Às ações da Galp seguiam-se as da EDP Renováveis, EDP e Mota-Engil, que subiam 1% para 13,96 euros, 0,82% para 4,55 euros e 0,67% para 4,53 euros.</p>
<p>A Teixeira Duarte, BCP e CTT também se valorizavam, designadamente 0,62% para 0,49 euros, 0,34% para 1,03 euros e 0,17% para 5,77 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, além da Altri, a Navigator, Ibersol e Semapa recuavam 1,07% para 3,15 euros, 0,99% para 9,02 euros e 0,49% para 20,15 euros.</p>
<p>A NOS, Corticeira Amorim e REN baixavam 0,33% para 4,89 euros, 0,31% para 6,53 euros e 0,27% para 3,63 euros.</p>
<p>As outras duas empresas que desciam de cotação eram a Sonae (-0,24% para 2,08 euros) e a Jerónimo Martins (-0,18% para 16,81 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, perante a nova subida do petróleo Brent, que se encontra em 90 dólares na sequência do recrudescimento do conflito entre os EUA e o Irão, com novos bombardeamentos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,03% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1442 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Depois da nona noite de ataques dos EUA contra o Irão, estendendo os objetivos além dos estritamente militares, ao visarem pontes, infraestruturas e portos, e perante a perspetiva de que o retorno ao cessar-fogo é mínima, o preço do Brent sobe 3% e o barril encontra-se acima de 90 dólares, embora tenha chegado a superar os 91 dólares na passada madrugada.</p>
<p>Por sua vez, a Guarda Revolucionária iraniana assegurou hoje que dois petroleiros que tentavam transitar por uma rota &#8220;insegura&#8221; ao sul do estreito de Ormuz explodiram no domingo à noite e &#8220;ficaram imobilizados&#8221;, enquanto se mantém a escalada militar e o confronto com os Estados Unidos pelo controlo deste estreito marítimo.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3% para 90,75 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em setembro, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), sobe 2,53% para 83,85 dólares.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam agora uma queda de 0,12% e um avanço de 0,15%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791235]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias em baixa devido à subida do Brent provocada pela escalada do conflito no Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-baixa-devido-a-subida-do-brent-provocada-pela-escalada-do-conflito-no-medio-oriente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:09:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante a nova subida do petróleo Brent, que se encontra em 90 dólares após o recrudescimento do conflito entre os EUA e o Irão, com novos bombardeamentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante a nova subida do petróleo Brent, que se encontra em 90 dólares após o recrudescimento do conflito entre os EUA e o Irão, com novos bombardeamentos.</p>
<p>Às 08:35 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 0,34% para 639,34 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,70%, 0,02% e 0,30%, bem como as de Madrid e Milão, que baixavam 0,41% e 0,40%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de alta da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,17% para 9.077,32 pontos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,03% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1442 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Depois da nona noite de ataques dos EUA contra o Irão, estendendo os objetivos além dos estritamente militares, ao visarem pontes, infraestruturas e portos, e perante a perspetiva de que o retorno ao cessar-fogo é mínima, o preço do Brent sobe 3% e o barril encontra-se acima de 90 dólares, embora tenha chegado a superar os 91 dólares na passada madrugada.</p>
<p>Por sua vez, a Guarda Revolucionária iraniana assegurou hoje que dois petroleiros que tentavam transitar por uma rota &#8220;insegura&#8221; ao sul do estreito de Ormuz explodiram no domingo à noite e &#8220;ficaram imobilizados&#8221;, enquanto se mantém a escalada militar e o confronto com os Estados Unidos pelo controlo deste estreito marítimo.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3% para 90,75 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em setembro, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), sobe 2,53% para 83,85 dólares.</p>
<p>De maior amplitude é a subida do gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, que aumenta 3,96% para 59,665 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Numa sessão em que o mercado não contou com a referência da bolsa de Tóquio, que permaneceu fechada devido à festividade do Dia do Mar, o índice de referência da bolsa de Xangai ganhou 0,85%, o da de Shenzhen perdeu 0,71% e o Hang Seng de Hong Kong subia mais de 2% no final da sessão.</p>
<p>Na Ásia, foi anunciado que o banco central da China decidiu manter a taxa de juro de referência em 3% pelo décimo quinto mês consecutivo, cumprindo assim com as previsões mais amplamente divulgadas entre os analistas, que não antecipavam qualquer mudança.</p>
<p>Na sexta-feira, o Dow Jones terminou a cair 0,77% e o Nasdaq 1,40% e os futuros registam agora uma queda de 0,12% para o primeiro e um avanço de 0,15% para o segundo.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos continuava a subir, designadamente para 3,143%, depois de ter fechado em 3,124% na sessão anterior.</p>
<p>O preço do ouro descia 0,29% para 4.005,82 dólares, enquanto o da prata subia 1,51% para 567572 dólares por onça.</p>
<p>A bitcoin cai 0,63% para 64.094 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791219]]></sapo:autor>
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		<title>Mercados chineses recuperam com intervenção de fundos públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 04:40:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As bolsas chinesas recuperaram hoje parte das fortes perdas da semana passada, após dois grandes fundos estatais anunciarem novas compras e o regulador dos mercados convocar uma reunião com os principais participantes do setor para reforçar a estabilidade financeira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As bolsas chinesas recuperaram hoje parte das fortes perdas da semana passada, após dois grandes fundos estatais anunciarem novas compras e o regulador dos mercados convocar uma reunião com os principais participantes do setor para reforçar a estabilidade financeira.</p>
<p>O índice de referência CSI 300 chegou a subir 2% nas primeiras horas da sessão, depois de ter recuado 3,6% na sexta-feira e acumulado uma perda semanal de 5,3%, a maior desde outubro de 2022, num contexto de forte correção das ações tecnológicas a nível mundial.</p>
<p>A recuperação ocorreu após a China Reform Holdings Corporation e a China Chengtong Holdings Group, duas gestoras estatais associadas à chamada &#8220;equipa nacional&#8221; (&#8220;national team&#8221;), anunciarem no domingo o reforço das suas posições em ações chinesas.</p>
<p>As duas entidades comprometeram-se igualmente a continuar a aumentar os investimentos, em particular em empresas estatais sob controlo do Governo central.</p>
<p>A China Reform Holdings revelou que uma das suas subsidiárias recorreu a mais de 50 mil milhões de yuan (cerca de 6,4 mil milhões de euros) da facilidade de &#8216;swap&#8217; do Banco Popular da China (banco central) para apoiar a estabilidade dos mercados.</p>
<p>Já a China Chengtong indicou que duas subsidiárias adquiriram recentemente ativos acionistas chineses no valor de quase 10 mil milhões de yuan (cerca de 1,3 mil milhões de euros).</p>
<p>Entretanto, a Comissão Reguladora do Mercado de Valores da China vai reunir-se hoje com empresas cotadas, corretoras e gestoras de fundos para recolher propostas destinadas a promover &#8220;um desenvolvimento estável e saudável&#8221; dos mercados de capitais, segundo a imprensa estatal.</p>
<p>As medidas surgem depois de uma vaga de vendas iniciada pelas ações chinesas ligadas à inteligência artificial (IA), que acabou por alastrar ao conjunto do mercado.</p>
<p>O índice STAR 50, que agrega empresas tecnológicas cotadas em Xangai, caiu 17% na semana passada, refletindo também as preocupações dos investidores com a pressão da oferta antes da esperada entrada em bolsa da fabricante chinesa de memória ChangXin Memory Technologies (CXMT).</p>
<p>Na sexta-feira, os fundos negociados em bolsa (ETF) habitualmente associados à chamada &#8220;equipa nacional&#8221; registaram entradas líquidas de cerca de 28 mil milhões de yuan (3,6 mil milhões de euros), o valor mais elevado desde abril de 2025.</p>
<p>O reforço da intervenção estatal faz recordar as medidas adotadas em abril do ano passado, quando Pequim mobilizou vários fundos públicos para apoiar os mercados acionistas após a forte queda provocada pelo anúncio das tarifas globais impostas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.</p>
<p>Nessa altura, a China Reform Holdings, a China Chengtong Holdings e o fundo soberano Central Huijin Investment comprometeram-se igualmente a adquirir ações para restaurar a confiança dos investidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791196]]></sapo:autor>
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		<title>Um salário já não chega? Do segundo emprego às criptomoedas, assim tentam os jovens fazer o dinheiro chegar ao fim do mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 08:30:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conclusão consta de um estudo do Observador Cetelem sobre o consumo jovem, segundo o qual 40% dos inquiridos já conciliam a atividade principal com uma fonte adicional de rendimento. Outros 34% admitem vir a fazê-lo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ter apenas uma fonte de rendimento está a deixar de ser suficiente para muitos jovens portugueses. Sete em cada dez pessoas entre os 18 e os 35 anos já têm ou ponderam procurar um segundo rendimento, através de outro emprego ou de um projeto paralelo.</p>
<p>A conclusão consta de um estudo do Observador Cetelem sobre o consumo jovem, segundo o qual 40% dos inquiridos já conciliam a atividade principal com uma fonte adicional de rendimento. Outros 34% admitem vir a fazê-lo.</p>
<p>O rendimento médio mensal declarado pelos jovens participantes no estudo é de 1.489 euros. Ainda assim, 41% avaliam negativamente o respetivo poder de compra e um em cada três afirma precisar de apoio financeiro para manter o atual estilo de vida.</p>
<p>A pressão sobre o orçamento está também a mudar as decisões de consumo. Metade dos jovens prevê reduzir despesas, um terço pretende adiar compras consideradas não essenciais e 26% procuram alternativas mais económicas.</p>
<p>Mais de metade tem projetos que gostaria de concretizar, mas para os quais não dispõe atualmente de dinheiro. As viagens lideram a lista, referidas por 47%, seguindo-se a compra de casa, com 30%, e a realização de obras ou renovações, com 25%.</p>
<p>Para avançarem com esses planos, 38% admitem pedir apoio financeiro à família. Quase metade considera recorrer a crédito bancário ou a outra instituição financeira.</p>
<p><strong>A habitação absorve uma parte importante do rendimento</strong></p>
<p>A casa continua a representar um dos principais encargos. Entre os jovens inquiridos, 37% vivem em habitação própria, embora 23% ainda estejam a pagar empréstimo, enquanto 26% vivem numa casa arrendada e 30% permanecem em casa de familiares.</p>
<p>Para metade, a renda ou a prestação da casa absorve até 30% do rendimento mensal. Cerca de um em cada três destina entre 31% e 50% do que ganha à habitação.</p>
<p>A estas despesas juntam-se as contas fixas, como água, eletricidade, gás e supermercado. Para metade dos jovens, estes encargos consomem mais 30% do orçamento.</p>
<p>Apesar das limitações, a saúde, a restauração e o vestuário continuam entre as principais áreas de consumo. Os jovens distinguem-se, contudo, por atribuírem maior importância às viagens, às subscrições digitais e ao desporto.</p>
<p>O lazer é uma das áreas em que o orçamento mais facilmente escapa ao planeado. Cerca de 65% reconhecem gastar mais do que tinham previsto nestas atividades.</p>
<p>As promoções são o principal fator de influência nas compras, referidas por 53% dos jovens. Seguem-se as recomendações de familiares e amigos e as redes sociais. No total, 89% admitem ser influenciados nas suas decisões de consumo.</p>
<p><strong>Combustíveis também obrigam a mudar hábitos</strong></p>
<p>A pressão financeira estende-se às deslocações. Embora 70% dos jovens tenham automóvel, quase três quartos destes afirmam ter alterado os hábitos devido ao aumento dos preços dos combustíveis.</p>
<p>A redução das deslocações é a resposta mais comum, adotada por 52%. Outros 17% passaram a recorrer mais frequentemente aos transportes públicos.</p>
<p>O veículo elétrico surge como uma possibilidade futura para 67% dos jovens. O preço de compra e o custo dos combustíveis são os fatores com maior peso numa eventual decisão.</p>
<p><strong>Poupam 15% do rendimento e investem mais em ETFs</strong></p>
<p>Apesar das dificuldades, 78% dos jovens afirmam conseguir poupar. Em média, reservam cerca de 15% do rendimento mensal.</p>
<p>A preparação da reforma é o principal objetivo de poupança, seguida da criação de um fundo de emergência e da compra de casa.</p>
<p>Entre os 70% que possuem produtos financeiros, os depósitos continuam a ser a opção mais comum, com 40%. No entanto, os ETFs já são escolhidos por 23% e as criptomoedas por 18%.</p>
<p>Nas gerações acima dos 35 anos, predominam opções mais tradicionais, como os depósitos, os Planos de Poupança Reforma e os Certificados de Aforro.</p>
<p><strong>Presente apertado, mas futuro visto com otimismo</strong></p>
<p>Mesmo avaliando de forma menos positiva a situação económica atual, os jovens mostram-se mais confiantes em relação aos próximos anos.</p>
<p>Quase metade acredita que a respetiva situação financeira vai melhorar, comparativamente com 31% entre as pessoas com mais de 35 anos.</p>
<p>Os jovens avaliam também a situação do país de forma ligeiramente mais favorável do que a média nacional. Cerca de 28% acreditam numa melhoria da economia portuguesa e 39% esperam recuperar poder de compra.</p>
<p>“Os dados mostram que muitos jovens portugueses estão a responder ao custo de vida procurando reforçar o poder de compra com um segundo rendimento e ajustando os hábitos de consumo”, afirma Hugo Lousada, diretor de Marketing B2B e B2C do Cetelem.</p>
<p>Segundo o responsável, apesar dos desafios, esta geração continua a poupar, a investir e a preparar o futuro — mesmo que, para lá chegar, tenha de trabalhar em mais do que uma frente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789105]]></sapo:autor>
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		<title>Menos hierarquia, mais velocidade: o que as grandes empresas podem aprender com as startups</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 08:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[Bynd Venture Capital identifica cinco ensinamentos que as organizações tradicionais podem retirar da forma como as startups trabalham, crescem e reagem à incerteza]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial está a deixar de ser apenas uma ferramenta destinada a aumentar a produtividade para passar a ocupar um lugar central na infraestrutura das organizações. Perante esta transformação, o acesso à tecnologia ou ao capital já não é suficiente para distinguir as empresas. A capacidade de executar, aprender e ajustar rapidamente tornou-se um dos principais fatores de competitividade.</p>
<p>As startups partem habitualmente de uma posição mais limitada em termos de recursos, mas compensam essa desvantagem com estruturas mais flexíveis, decisões rápidas e uma elevada capacidade de adaptação. Muitas empresas tradicionais continuam, pelo contrário, dependentes de modelos hierárquicos, processos complexos e ciclos de decisão mais prolongados.</p>
<p>A Bynd Venture Capital identifica cinco ensinamentos que as organizações tradicionais podem retirar da forma como as startups trabalham, crescem e reagem à incerteza.</p>
<p>A primeira lição passa por privilegiar a execução em vez do planeamento excessivo. As startups tendem a trabalhar através de ciclos curtos, testando hipóteses e avaliando rapidamente os resultados. Em vez de desenvolverem planos extensos e fechados, avançam com experiências limitadas, estabelecendo desde o início critérios claros de sucesso ou de fracasso.</p>
<p>Este modelo reduz a distância entre a decisão e a aprendizagem. Nas empresas tradicionais, as fases de análise e planeamento são frequentemente prolongadas, aumentando a complexidade antes de qualquer solução ser efetivamente testada.</p>
<p>Outro princípio central é a atribuição clara de responsabilidade. Nas startups, cada iniciativa costuma ter um único responsável, com autonomia para tomar decisões e responder pelo resultado. Esta organização reduz as áreas cinzentas e evita que a responsabilidade se disperse por diferentes departamentos ou níveis hierárquicos.</p>
<p>A mudança exige que as empresas deixem de estruturar os projetos apenas em torno das pessoas envolvidas e passem a definir claramente quem responde pelo resultado final. A autonomia deverá ser acompanhada por responsabilização, objetivos concretos e capacidade de decisão.</p>
<p>A terceira aprendizagem está relacionada com a prática de interromper rapidamente projetos que não apresentam os resultados esperados. Nas startups, falhar depressa não significa trabalhar sem rigor, mas testar hipóteses com critérios previamente estabelecidos e abandonar uma iniciativa quando os dados demonstram que não deverá continuar.</p>
<p>Nas organizações tradicionais, os projetos podem prolongar-se devido à inércia, ao investimento já realizado ou ao compromisso interno das equipas. O desafio consiste em criar mecanismos que permitam encerrar iniciativas sem penalizar quem participou e sem transformar cada desistência num conflito político dentro da empresa.</p>
<p>O recrutamento representa outra diferença importante. Enquanto o mundo empresarial tende a valorizar sobretudo a experiência anterior em funções semelhantes, as startups procuram frequentemente profissionais com capacidade de aprendizagem, adaptabilidade e pensamento crítico.</p>
<p>Esta abordagem permite formar equipas mais flexíveis, capazes de adquirir novas competências e responder a mercados em rápida mudança. Num contexto marcado pela evolução da inteligência artificial, a aptidão para aprender poderá tornar-se tão importante como o conhecimento acumulado.</p>
<p>A quinta lição está na velocidade organizacional. As startups trabalham em ciclos curtos de decisão, execução e revisão, apoiadas por estruturas com menos níveis hierárquicos, maior autonomia individual e menor distância entre a decisão e a ação.</p>
<p>Nas empresas tradicionais, a velocidade é muitas vezes sacrificada em nome do controlo e da redução do risco. A Bynd Venture Capital defende que estas organizações podem simplificar os processos de decisão, eliminar camadas hierárquicas desnecessárias e aumentar a autonomia das equipas, sem perder o alinhamento com os objetivos estratégicos.</p>
<p>“As empresas que mais crescem não são necessariamente as mais complexas, mas aquelas que conseguem alinhar a clareza de responsabilidade com a velocidade de decisão e a capacidade de aprendizagem contínua”, afirma Tomás Penaguião, partner da Bynd Venture Capital.</p>
<p>Segundo o responsável, as empresas tradicionais podem retirar do ecossistema das startups formas de trabalhar com maior clareza e rapidez, sobretudo num período em que a incerteza aumenta e a inteligência artificial está a alterar profundamente os modelos de negócio e a organização do trabalho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788982]]></sapo:autor>
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		<title>Ações da Impresa disparam 31% na sessão de hoje</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acoes-da-impresa-disparam-31-na-sessao-de-hoje/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As ações da Impresa fecharam a sessão de hoje a subir mais de 31%, tendo sido a empresa que mais se valorizou durante a negociação, no índice geral da bolsa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As ações da Impresa fecharam a sessão de hoje a subir mais de 31%, tendo sido a empresa que mais se valorizou durante a negociação, no índice geral da bolsa.</p>
<p>Os títulos da dona da SIC avançaram, assim, 31,05% na última sessão desta semana, para 0,25 euros.</p>
<p>Contactada pela Lusa sobre uma eventual razão para esta subida, fonte oficial disse que &#8220;a Impresa não tem qualquer informação sobre esse motivo&#8221;.</p>
<p>Este ano, o grupo italiano MFE entrou no capital da Impresa através da realização de um aumento de capital no montante de 17,325 milhões de euros, mediante a emissão de 82,5 milhões de novas ações, a um valor de emissão de 21 cêntimos por ação, que foi subscrito pela MFE, segundo foi anunciado em março.</p>
<p>Face a isto, a estrutura acionista da Impresa passou a ser a seguinte: a Impreger com 33,378% (84.514.588 ações), a MFE 32,934% (82.500.00 ações) e os restantes acionistas com 33,328% (83.485.412 ações).</p>
<p>Foi igualmente celebrado um acordo parassocial entre a MFE e a Impreger.</p>
<p>Segundo o acordo, &#8220;a Impreger [família Balsemão] mantém o controlo da sociedade&#8221;, assegurado através de um conjunto de mecanismos.</p>
<p>Um é o direito de designar a maioria dos membros do Conselho de Administração, incluindo o presidente do Conselho de Administração e o Chief Executive Officer (CEO) ou presidente executivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791016]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Preço do petróleo Brent supera 87,5 dólares com intensificação dos ataques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:42:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo Brent]]></category>
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					<description><![CDATA[A cotação do Brent, petróleo de referência na Europa, superou hoje os 87,5 dólares por barril, valorizando-se cerca de 4%, numa altura em que se intensificam os ataques entre os Estados Unidos e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cotação do Brent, petróleo de referência na Europa, superou hoje os 87,5 dólares por barril, valorizando-se cerca de 4%, numa altura em que se intensificam os ataques entre os Estados Unidos e o Irão.</P><br />
<P>O barril de West Texas Intermediate (WTI), a referência nos Estados Unidos, atingia os 82,15 dólares, registando igualmente uma subida intradiária de cerca de 4%.</P><br />
<P>Em Portugal, a Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis (Anarec) estima que, caso a atual tendência do mercado se mantenha, o gasóleo aumente 12 cêntimos por litro e a gasolina suba cinco cêntimos na próxima semana.</P><br />
<P>O Governo anunciou hoje um reforço do desconto fiscal sobre os combustíveis, que será de 7,4 cêntimos por litro no gasóleo e de 5,7 cêntimos na gasolina, incluindo o efeito do IVA.</P><br />
<P>A valorização do petróleo ocorre num contexto de agravamento das tensões entre Washington e Teerão, depois de o Irão ter reivindicado hoje um ataque contra uma base militar norte-americana no Qatar.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter destruído &#8220;vários aviões estratégicos de reabastecimento&#8221;, em resposta aos &#8220;recentes crimes norte-americanos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Durante este ataque, o sistema de radares de longo alcance e vários aviões estratégicos de reabastecimento foram totalmente destruídos, enquanto outros sofreram danos graves&#8221;, declarou a força militar iraniana.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária advertiu ainda que &#8220;ultrapassar linhas vermelhas e atacar a população e as infraestruturas&#8221; iranianas terá &#8220;consequências muito graves&#8221; para os Estados Unidos e para os países que acolhem bases norte-americanas na região.</P><br />
<P>Por outro lado, as autoridades iranianas elevaram para cerca de 40 o número de mortos e para mais de 400 o de feridos na sequência dos ataques realizados pelos Estados Unidos nos últimos dias.</P><br />
<P>Segundo as mesmas autoridades, pelo menos oito pessoas morreram durante a noite de quinta-feira em ataques das forças norte-americanas no sul do Irão.</P><br />
<P>Os ataques atingiram dezenas de pontos do território iraniano, incluindo o condado de Jamir, na província de Fars, onde foram bombardeadas pelo menos seis pontes.</P><br />
<P>A escalada militar está também a dificultar as negociações para alcançar um acordo de paz definitivo, apesar da assinatura de um memorando de entendimento entre as duas partes há cerca de um mês.</P><br />
<P>O agravamento das tensões provocou uma subida acentuada dos preços do petróleo, depois de o Brent ter chegado a aproximar-se dos 70 dólares por barril há algumas semanas.</P><br />
<P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou recentemente que os fluxos mundiais de petróleo poderão demorar entre dois e três meses a regressar a uma relativa normalidade após a reabertura do estreito de Ormuz à navegação.</P><br />
<P>&#8220;Uma preocupação a mais longo prazo é que perturbações prolongadas na produção possam provocar perdas permanentes de capacidade produtiva, sobretudo nos casos em que escasseia o financiamento necessário para reativar os poços&#8221;, advertiu o FMI.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790996]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha a subir impulsionada pelo ganho de 2% da Jerónimo Martins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 16:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Jerónimo Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,27% para 9.062,26 pontos impulsionada pelos ganhos de 2,12% da Jerónimo Martins e com o BCP a travar subidas mais expressivas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,27% para 9.062,26 pontos impulsionada pelos ganhos de 2,12% da Jerónimo Martins e com o BCP a travar subidas mais expressivas. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, 12 encerraram a última sessão da semana com ganhos e as restantes quatro no &#8216;vermelho&#8217;. </P><br />
<P>A praça nacional contrariou o sentimento da generalidade das principais praças europeias, num dia em que o francês CAC-40 caiu 0,47%, o espanhol IBEX-35 perdeu 0,45% e o alemão DAX perdeu 0,34%. Em contrapartida, o britânico FTSE 100 somou 0,27%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790937]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Nova Iorque a descer no ínicio da sessão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 14:01:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negociava em baixa no início da sessão com uma nova onda de vendas de ações de empresas fabricantes de 'chips' relacionados com inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa em Wall Street negociava em baixa no início da sessão com uma nova onda de vendas de ações de empresas fabricantes de &#8216;chips&#8217; relacionados com inteligência artificial (IA).</p>
<p>Pelas 14:49 (hora de Lisboa) o industrial Dow Jones descia 0,12% para 52.492,22 pontos e o agregado S&amp;P 500 regredia 1,31% para 7.435,11 pontos.</p>
<p>O tecnológico Nasdaq caía 2,25% para 25.300,00 pontos.</p>
<p>A maioria dos fabricantes de chips para computadores, incluindo a Micron, a Nvidia, a Broadcom e a Qualcommm, registavam quedas entre 2% e 3% nas negociações pré mercado.</p>
<p>As ações relacionadas com IA têm estado sob pressão há semanas devido a receios de que os seus preços tenham subido demasiado e de que a procura por &#8216;chips&#8217; de memória de computador e processadores possa não ser sustentável, caso a IA acabe por não gerar tanto lucro e produtividade como prometido.</p>
<p>&#8220;Agora, os investidores estão a realizar lucros com os vencedores do primeiro semestre e a migrar para áreas que ficaram para trás&#8221;, afirmou Stephen Innes, da SPI Asset Management, em comentário à AP.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790810]]></sapo:autor>
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		<title>Banca portuguesa passa no teste do FMI, mas PME podem sentir maior pressão no crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:01:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O sistema financeiro português saiu reforçado da mais recente avaliação do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas as pequenas e médias empresas (PME) poderão enfrentar processos de acesso ao crédito mais exigentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema financeiro português saiu reforçado da mais recente avaliação do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas as pequenas e médias empresas (PME) poderão enfrentar processos de acesso ao crédito mais exigentes.</p>
<p>O alerta é da consultora Capitalizar, que considera que o relatório do Programa de Avaliação do Setor Financeiro (FSAP) confirma a estabilidade da banca nacional, embora identifique riscos que poderão levar a um maior escrutínio na concessão de financiamento.</p>
<p>O relatório, divulgado pelo Banco de Portugal, conclui que os bancos portugueses demonstraram capacidade para resistir a choques recentes, como a pandemia, a subida das taxas de juro e a instabilidade geopolítica, apresentando níveis adequados de capitalização, liquidez e rentabilidade.</p>
<p>Na leitura da Capitalizar, estas conclusões reforçam a confiança no sistema bancário e na sua capacidade para continuar a financiar a economia, afastando, para já, o risco de restrições generalizadas ao crédito.</p>
<p>Ainda assim, a consultora destaca que o FMI identifica vulnerabilidades relevantes, nomeadamente a elevada exposição da banca ao mercado imobiliário residencial e à dívida soberana. Na sua perspetiva, estes fatores poderão traduzir-se em ajustamentos das políticas de crédito caso o cenário económico se deteriore.</p>
<p>O FMI recomenda também o reforço da monitorização dos riscos sistémicos e do enquadramento macroprudencial. Segundo a Capitalizar, estas recomendações deverão resultar em critérios de concessão de crédito mais rigorosos, sobretudo para setores considerados de maior risco.</p>
<p>Na prática, a consultora antecipa que as PME poderão enfrentar processos de análise mais exigentes, tornando-se cada vez mais importante a qualidade da informação financeira apresentada e a robustez dos projetos de investimento.</p>
<p>A Capitalizar alerta igualmente para as empresas que recorrem a ativos imobiliários como garantia de financiamento, recomendando que acompanhem a evolução das avaliações dos imóveis e das políticas bancárias nesta matéria.</p>
<p>José Pedro Pais, partner da Capitalizar, recomenda que, &#8220;num contexto internacional marcado por incerteza&#8221;, as empresas reforcem a liquidez, diversifiquem as fontes de financiamento e adotem uma gestão financeira prudente. Apesar da avaliação positiva do FMI, sublinha que os riscos permanecem e defende que as empresas mais preparadas serão as que anteciparem mudanças e fortalecerem a sua capacidade financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790625]]></sapo:autor>
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		<title>Vale a pena fixar a taxa do crédito habitação?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vale-a-pena-fixar-a-taxa-do-credito-habitacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:00:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o Banco Central Europeu a decidir esta semana e a EURIBOR a divergir por prazos, muitos mutuários perguntam se é altura de trocar a variável pela segurança da taxa fixa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dúvida chega a muitas mesas de cozinha: com as taxas a mexer, vale a pena fixar a taxa do crédito da casa e deixar de depender da EURIBOR? A pergunta ganhou força num momento em que o Banco Central Europeu volta a reunir para decidir o rumo dos juros.</p>
<p>Fixar a taxa significa trocar a incerteza da EURIBOR por uma prestação constante durante um período acordado. A taxa mista, hoje dominante, é uma versão suave disto: fixa nos primeiros anos, variável depois. O que está em causa é, no fundo, quanto se está disposto a pagar por previsibilidade.</p>
<p>A favor de fixar: a prestação fica imune às subidas da EURIBOR e ao ruído das decisões do banco central; o orçamento familiar ganha estabilidade e capacidade de planeamento; e, para quem tem pouca folga, dormir descansado tem valor.</p>
<p>Contra: a taxa fixa costuma partir de um patamar mais alto do que a variável no momento da contratação; se as taxas descerem, fica-se a pagar mais do que se pagaria; e sair de um contrato de taxa fixa antes do tempo pode ter custos. Fixar é, no fundo, comprar um seguro, e o seguro tem prémio.</p>
<p>Compensa sobretudo a quem tem a taxa de esforço apertada, um horizonte longo pela frente e baixa tolerância ao risco. Pode não compensar a quem tem folga no orçamento, um prazo curto a terminar, ou a convicção de que as taxas vão descer e quer aproveitar essa descida.</p>
<p>Então vale a pena? Depende, e o critério é honesto: se a estabilidade da prestação vale mais para si do que a hipótese de poupar com eventuais descidas, fixar, ou escolher a mista, faz sentido; se tem margem e tolera oscilações, a variável pode sair mais barata. O que não compensa a ninguém é decidir no escuro. Comparar as propostas e simular os dois cenários antes de assinar é o passo que falta a quase toda a gente.</p>
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		<item>
		<title>Euribor desce a três e a 12 meses e mantém-se a seis meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:33:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e manteve-se a seis meses em relação a quinta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e manteve-se a seis meses em relação a quinta-feira.</p>
<p>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que recuou para 2,483%, continuou abaixo das taxas a seis (2,688%) e a 12 meses (2,873%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, manteve-se hoje, ao ser fixada de novo em 2,688%, depois de na quarta-feira ter subido para 2,717%, um novo máximo desde dezembro de 2024.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a maio indicam que a Euribor a seis meses representava 39,17% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,73% e 24,79%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor caiu hoje para 2,873%, menos 0,003 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>No mesmo sentido, a Euribor a três meses baixou hoje, ao ser fixada em 2,483%, menos 0,002 pontos que na quinta-feira e de na quarta-feira ter subido para um novo máximo desde março de 2025 (2,490%).</p>
<p>Em 11 de junho, como antecipado pelo mercado, o BCE decidiu na reunião de política monetária subir, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente em 0,25 pontos percentuais.</p>
<p>Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como também tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 22 e 23 de julho em Frankfurt.</p>
<p>Em junho, a média mensal da Euribor subiu, de novo, a três e a seis meses, mas desceu no prazo mais longo.</p>
<p>A média mensal da Euribor em junho subiu 0,113 pontos para 2,339% a três meses e 0,060 pontos percentuais para 2,596% a seis meses.</p>
<p>Já a 12 meses, a média da Euribor baixou 0,006 para 2,798%.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790554]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em alta com EDP e REN a liderarem ganhos e a subirem mais de 1,1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:54:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta ligeira, com a EDP e a REN a liderarem os ganhos e a subirem 1,15% para 4,57 euros e 1,11% para 3,64 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta ligeira, com a EDP e a REN a liderarem os ganhos e a subirem 1,15% para 4,57 euros e 1,11% para 3,64 euros.</p>
<p>Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI avançava 0,15% para 9.050,67 pontos, com nove empresas a subir, seis a descer e uma a manter a cotação (Semapa em 20,20 euros).</p>
<p>Às ações da EDP e da REN seguiam-se as da Navigator, Jerónimo Martins e NOS, que subiam 1,08% para 3,18 euros, 1,03% para 16,66 euros e 1,02% para 4,93 euros.</p>
<p>A EDP Renováveis, Galp e Corticeira Amorim também se valorizavam, designadamente 0,79% para 18,95 euros, 0,69% para 19,05 euros e 0,62% para 6,52 euros.</p>
<p>A Alri subia 0,11% para 4,66 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, a Mota-Engil, os CTT e o BCP baixavam 1,02% para 4,44 euros, 0,86% para 5.74 euros e 0,72% para 1,03 euros.</p>
<p>As outras três empresas que desciam de cotação eram a Teixeira Duarte (-0,64% para 0,47 euros), Sonae (-0,24% para 2,07 euros) e a Ibersol (-0,11% para 9,04 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, perante o conflito no Médio Oriente, que está a escalar com incessantes ataques entre Washington e Teerão e a provocar novas subidas dos preços do petróleo e do gás.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,04% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1447 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Tudo indica que hoje o conflito no Irão continuará a intensificar-se depois de na quinta-feira as Forças Armadas dos Estados Unidos terem lançado uma nova onda de ataques contra o Irão pelo quinto dia consecutivo, aos que Teerão respondeu com numerosos ataques militares contra o Catar, Bahrein e Kuwait nas últimas horas.</p>
<p>Estes incidentes provocam novos aumentos dos preços do petróleo, que por enquanto são moderados.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 0,65% para 84,78 dólares.</p>
<p>De maior amplitude é a subida do gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, que aumenta 1,02% para 55,705 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Depois do aumento de quinta-feira, a esta hora, no mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos recua para 3,119%, depois de ter fechado em 3,132% na sessão anterior.</p>
<p>As quedas das rentabilidades dos títulos das dívidas soberanas estão a provocar um aumento moderado no preço do ouro, que sobe 0,45%, para 3.994,34 dólares.</p>
<p>A esta hora, os futuros dos índices norte-americanos voltam a registar quedas que são de 1,71% para o Nasdaq e de 0,6% para o Dow Jones.</p>
<p>Arrastadas pelas tecnológicas, as bolsas asiáticas também fecharam a sessão em baixa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790528]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Do &#8220;Made in China&#8221; ao &#8220;Created in China&#8221;: Investimento estrangeiro muda de paradigma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:27:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O investimento estrangeiro na China deverá manter uma trajetória de crescimento nos próximos meses, impulsionado pela modernização industrial, pela inovação tecnológica, pela continuação da abertura da economia e pela resiliência económica do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investimento estrangeiro na China deverá manter uma trajetória de crescimento nos próximos meses, impulsionado pela modernização industrial, pela inovação tecnológica, pela continuação da abertura da economia e pela resiliência económica do país. A expectativa foi avançada esta sexta-feira pela China&#8217;s State Administration of Foreign Exchange (SAFE).</p>
<p>Segundo os dados divulgados pelo regulador, os vários tipos de investimento de investidores estrangeiros na China registaram um aumento líquido de cerca de 160 mil milhões de dólares (cerca de 147 mil milhões de euros) nos primeiros cinco meses de 2026, um desempenho significativamente superior ao verificado no mesmo período do ano passado.</p>
<p>Os números revelam também uma mudança no perfil do investimento externo, com uma crescente concentração em setores de maior valor acrescentado. No primeiro semestre, os fluxos de capital estrangeiro dirigidos aos serviços de alta tecnologia e à indústria transformadora de alta tecnologia aumentaram 61% em termos homólogos, passando a representar 36% do total das entradas de capital, mais 11 pontos percentuais do que no mesmo período de 2025.</p>
<p>Para Zhao Yuchao, porta-voz da SAFE, esta evolução demonstra que o investimento estrangeiro na China está a deixar de assentar apenas nas vantagens de custo e escala associadas ao conceito de &#8220;Made in China&#8221;, passando a privilegiar uma participação no desenvolvimento de produtos e inovação sob a lógica do &#8220;Created in China&#8221;.</p>
<p>O responsável considera que a transformação industrial em curso e os avanços tecnológicos estão a criar novas oportunidades de investimento, ao mesmo tempo que proporcionam aos investidores estrangeiros um ambiente mais estável e atrativo para projetos de longo prazo.</p>
<p>A SAFE destaca ainda que o aprofundamento da abertura institucional da economia chinesa, a melhoria dos serviços de apoio aos investidores e o reforço da conectividade financeira deverão criar condições mais favoráveis para o investimento internacional.</p>
<p>Num contexto de crescente incerteza económica global, Zhao Yuchao defende ainda que a resiliência da economia chinesa e a estabilidade do yuan oferecem aos investidores internacionais mais oportunidades para diversificar os seus ativos, reforçando a confiança no mercado chinês.</p>
<p>O regulador adiantou igualmente que continuará a trabalhar com outros organismos governamentais para acelerar as reformas no domínio do investimento estrangeiro, simplificar os processos de investimento e financiamento transfronteiriço e criar um enquadramento institucional alinhado com os objetivos de abertura económica e desenvolvimento de elevada qualidade, incentivando um maior número de investidores internacionais a apostar em investimentos de longo prazo na China.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790507]]></sapo:autor>
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		<title>Fabricante de semicondutores TSMC arrasta Bolsa de Taipé para queda histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 07:08:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Bolsa de Taipé registou hoje a maior queda intradiária da sua história, arrastada pelo tombo das ações da TSMC, apesar de a maior fabricante mundial de semicondutores avançados ter anunciado lucros recorde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Bolsa de Taipé registou hoje a maior queda intradiária da sua história, arrastada pelo tombo das ações da TSMC, apesar de a maior fabricante mundial de semicondutores avançados ter anunciado lucros recorde.</P><br />
<P>O índice de referência taiwanês, fortemente exposto ao setor tecnológico, perdeu 2.953,71 pontos, encerrando a sessão nos 42.671,27 pontos, uma descida de 6,47% face ao fecho de quinta-feira.</P><br />
<P>Segundo a agência noticiosa oficial CNA, trata-se da maior queda em pontos da história da bolsa da ilha, superando os recuos de 2.065,87 pontos registados em 7 de abril do ano passado e de 1.807,21 pontos em 05 de agosto de 2024. Ainda assim, nessas sessões as perdas percentuais foram superiores, de 9,7% e 8,35%, respetivamente.</P><br />
<P>As ações da TSMC, que representam mais de 40% do índice Taiex, caíram 7,29%, para 2.290 dólares taiwaneses (61,85 euros).</P><br />
<P>Outras tecnológicas também foram penalizadas pelo sentimento negativo dos investidores, entre as quais a UMC (-10%), a Nanya Technology (-9,91%), a MediaTek (-8,92%), a Delta Electronics (-8,66%) e a Quanta Computer (-7,53%).</P><br />
<P>A queda ocorreu um dia depois de a TSMC divulgar resultados recorde no segundo trimestre, período em que o lucro aumentou 77,4% em termos homólogos, para 706,56 mil milhões de dólares taiwaneses (19,08 mil milhões de euros), impulsionado pela forte procura de aplicações e dispositivos de IA.</P><br />
<P>Durante a apresentação de resultados, a empresa anunciou que prevê investir entre 60 mil milhões e 64 mil milhões de dólares (52,3 mil milhões e 55,7 mil milhões de euros), face aos anteriores 52 mil milhões a 56 mil milhões (45,3 mil milhões e 48,8 mil milhões de euros), e antecipou que as receitas anuais crescerão mais de 40% este ano, em dólares norte-americanos, superando a previsão anterior de 30%.</P><br />
<P>Para Leonid Mironov, gestor de carteira da Gavekal Capital, citado pela Bloomberg, a forte queda das ações após a divulgação de resultados positivos &#8220;significa que o mercado procura diversificar os investimentos, passando dos semicondutores para outros ativos, pelo menos por agora&#8221;.</P></p>
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		<title>Bolsa de Lisboa abre a cair 0,33%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 07:03:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,33%, para 9.007,21 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,33%, para 9.007,21 pontos.</P><br />
<P>Na quinta-feira, a bolsa fechou no &#8216;vermelho&#8217;, com o PSI a cair 0,52% para 9.037,45 pontos, com as cotadas do grupo EDP a caírem mais de 1% e a Jerónimo Martins a travar perdas mais expressivas.</P></p>
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