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	<title>Revista Risco &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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	<item>
		<title>Euro volta a cair face ao dólar face à incerteza sobre acordo entre EUA e Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 17:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O euro voltou hoje a cair, mantendo-se no patamar dos 1,17 dólares, numa altura em que se mantém a incerteza sobre as negociações entre os EUA e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O euro voltou hoje a cair, mantendo-se no patamar dos 1,17 dólares, numa altura em que se mantém a incerteza sobre as negociações entre os EUA e o Irão.</p>
<p>Pelas 18:02 (hora de Lisboa), a moeda única seguia a negociar a 1,1742 dólares, face aos 1,1788 dólares de segunda-feira.</p>
<p>O euro desceu face à libra e avançou em relação ao iene.</p>
<p>O Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio de referência do euro em 1,1767 dólares.</p>
<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, acusou hoje o Irão de ter &#8220;violado o cessar-fogo em inúmeras ocasiões&#8221;, numa altura em que permanece incerta a realização de uma nova ronda de negociações em Islamabad.</p>
<p>Numa mensagem publicada na sua rede social, Trump apontou diretamente responsabilidades a Teerão, sem detalhar incidentes concretos que sustentem as acusações.</p>
<p>A eventual deslocação do vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, ao Paquistão para participar nas negociações não foi confirmada por Washington.</p>
<p>A televisão estatal iraniana informou, por sua vez, que &#8220;nenhuma delegação&#8221; vai a Islamabad, acrescentando que Teerão espera uma &#8220;mudança de comportamento&#8221; dos Estados Unidos.</p>
<p>A incerteza em torno das conversações surge num contexto de tensões persistentes entre os dois países, apesar dos esforços diplomáticos para estabilizar a situação.</p>
<p>Em vigor desde 08 de abril, a trégua entre Teerão e Washington deve terminar na &#8220;quarta-feira à noite, hora norte-americana&#8221;, tinha afirmado anteriormente Trump.</p>
<p>Donald Trump afirmou hoje ainda que ficaria desapontado se o seu candidato à presidência da Reserva Federal (Fed), Kevin Warsh, não baixasse as taxas de juro ao assumir o cargo.</p>
<p>Questionado pela CNBC sobre se ficaria desapontado caso Warsh não reduzisse as taxas &#8220;imediatamente&#8221; após receber a aprovação para substituir Jerome Powell como presidente da Fed, Trump respondeu: &#8220;Ficaria&#8221;.</p>
<p>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;segunda-feira</p>
<p>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.1,1742&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.1,1788</p>
<p>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86989&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,87061</p>
<p>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;187,26&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.187,04</p>
<p>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..159,48&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.158,68</p>
<p>ALN (RJP/PNG/PYR) // MSF</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751743]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Benfica SAD aumenta valor do empréstimo obrigacionista para 65 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 16:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Benfica SAD decidiu subir a oferta do empréstimo obrigacionista de 40 milhões de euros (ME) para 65 milhões de euros, informou hoje a entidade em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Benfica SAD decidiu subir a oferta do empréstimo obrigacionista de 40 milhões de euros (ME) para 65 milhões de euros, informou hoje a entidade em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</p>
<p>Lançada em 08 de abril, a operação &#8220;Benfica SAD 2026-2031&#8221; envolve agora a emissão de até 13.000.000 obrigações, com o valor nominal unitário de cinco euros, e oferece juros de 4,65% e maturidade de cinco anos.</p>
<p>A operação de subscrição decorre até 24 de abril e inclui a possibilidade de troca das obrigações antigas (2023-2026) por novas.</p>
<p>O objetivo passa por financiar a atividade da sociedade &#8216;encarnada&#8217;, fortemente dependente dos resultados desportivos, das receitas de competições europeias, dos direitos televisivos e das transferências de jogadores.</p>
<p>O prospeto destaca que &#8220;o desempenho desportivo e os resultados obtidos nas competições nacionais e internacionais têm um impacto considerável nos rendimentos e ganhos de exploração da Benfica SAD, designadamente os que estão dependentes das receitas resultantes das alienações de direitos de atletas, da participação da sua equipa de futebol nas competições europeias (&#8230;) e os provenientes de receitas de bilheteira e de bilhetes de época, entre outros&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751673]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha em queda seguindo tendência europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 16:23:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, de 0,45%, para 9.136,34 pontos, seguindo a tendência europeia, com a Ibersol a perder mais de 3%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, de 0,45%, para 9.136,34 pontos, seguindo a tendência europeia, com a Ibersol a perder mais de 3%.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 10 desceram, quatro subiram e a Altri e a Navigator mantiveram-se inalteradas em 4,86 euros e 3,38 euros, respetivamente.</p>
<p>Os principais mercados europeus fecharam hoje em queda, com Londres e Paris a registarem as maiores descidas, de 1,05% e 1,14%, respetivamente. A descer estiveram ainda Frankfurt (0,60%), Madrid (0,65%) e Milão (0,63%).</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751668]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IRS. Reembolso já caiu a 204 mil portugueses e soma 164 milhões: como consultar o seu estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 14:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[No total, já foram entregues mais de 2,1 milhões de declarações de IRS, confirmando forte adesão dos contribuintes nas primeiras semanas da campanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os reembolsos do IRS relativos aos rendimentos de 2025 continuam a avançar a ritmo acelerado. Até 20 de abril, a Autoridade Tributária indicou à &#8216;Executive Digest&#8217; que já tinha pago 204 mil reembolsos por transferência bancária, num valor global de 164,7 milhões de euros, segundo dados divulgados pelo Ministério das Finanças.</p>
<p>No total, já foram entregues mais de 2,1 milhões de declarações de IRS, confirmando forte adesão dos contribuintes nas primeiras semanas da campanha.</p>
<p><strong>Mais de 432 mil reembolsos já apurados</strong></p>
<p>Dos 2,1 milhões de declarações submetidas, 745 mil já foram liquidadas pela Autoridade Tributária.</p>
<p>Dessas liquidações:</p>
<p>&#8211; 432 mil originaram reembolsos, num montante global superior a 330 milhões de euros<br />
&#8211; 93 mil resultaram em notas de cobrança, no valor total de 46 milhões de euros</p>
<p>Isto significa que muitos contribuintes já sabem quanto vão receber, mesmo que o dinheiro ainda não tenha entrado em conta.</p>
<p><strong>Porque nem todos receberam já</strong></p>
<p>Embora 432 mil declarações já tenham dado origem a reembolso, apenas 204 mil pagamentos tinham sido concretizados até 20 de abril.</p>
<p>Isto acontece porque existe um intervalo entre:</p>
<p>&#8211; Liquidação da declaração<br />
&#8211; Emissão do reembolso<br />
&#8211; Transferência bancária para a conta do contribuinte</p>
<p>Depois de emitida a ordem de pagamento, o valor costuma entrar na conta no prazo de cerca de três dias úteis.</p>
<p><strong>IRS Automático continua a ser o mais rápido</strong></p>
<p>Os contribuintes abrangidos pelo IRS Automático continuam entre os primeiros a receber.</p>
<p>Como estas declarações são mais simples de validar, o processamento tende a ser mais rápido do que nos casos com rendimentos independentes, rendas, capitais ou situações fiscais mais complexas.</p>
<p><strong>Como saber se vai receber em breve</strong></p>
<p>Os contribuintes podem consultar o estado da declaração no Portal das Finanças.</p>
<p>Os estados mais relevantes são:</p>
<p>Declaração certa – validada sem erros<br />
Liquidação processada – imposto calculado<br />
Reembolso emitido – pagamento prestes a seguir<br />
Pagamento confirmado – valor transferido</p>
<p>Se surgir “reembolso emitido”, o dinheiro costuma entrar nos dias seguintes.</p>
<p><strong>Falha técnica gerou dúvidas</strong></p>
<p>Nas últimas semanas, alguns contribuintes reportaram erros ao consultar o estado do reembolso no Portal das Finanças.</p>
<p>O Ministério das Finanças reconheceu um “constrangimento pontual”, garantindo que a falha afetava apenas a área de consulta e não a entrega da declaração.</p>
<p>Segundo o Governo, os pagamentos continuam a ser feitos normalmente por transferência bancária.</p>
<p><strong>Prazo final mantém-se</strong></p>
<p>A entrega do IRS decorre até 30 de junho.</p>
<p>A lei determina que as liquidações estejam concluídas até 31 de julho e que os reembolsos sejam pagos até 31 de agosto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751573]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mercados resistem à guerra, mas riscos estão a aumentar e estagflação pode estar no horizonte, alerta o CEO da Plenisfer Investments</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 10:51:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mercados]]></category>
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					<description><![CDATA[A eclosão da guerra no Irão e o encerramento do Estreito de Ormuz marcaram o último trimestre, pressionando os mercados globais e elevando os riscos para a economia mundial. Ainda assim, a reação dos investidores tem sido mais moderada do que o esperado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eclosão da guerra no Irão e o encerramento do Estreito de Ormuz marcaram o último trimestre, pressionando os mercados globais e elevando os riscos para a economia mundial. Ainda assim, a reação dos investidores tem sido mais moderada do que o esperado, segundo a análise de Giordano Lombardo, CEO da Plenisfer Investments, parte da Generali Investments.</p>
<p>O conflito levou a uma subida significativa dos preços da energia, com o preço da gasolina nos Estados Unidos a ultrapassar os 4 dólares por galão, ao mesmo tempo que as taxas de juro no crédito à habitação a 30 anos atingiram os 7%. A pressão estendeu-se também aos fertilizantes, com impacto direto nos preços dos alimentos, e aumentou o risco de disrupções nas cadeias de abastecimento globais.</p>
<p>Apesar deste contexto, os mercados financeiros registaram movimentos relativamente contidos. As bolsas recuaram, as yields das obrigações subiram e, de forma menos habitual em períodos de crise, o ouro caiu cerca de 10% em março. Segundo Lombardo, esta descida poderá estar ligada à necessidade de liquidez por parte de operadores do Médio Oriente afetados pelos danos nas infraestruturas energéticas.</p>
<p>No mercado obrigacionista, as taxas de curto prazo mantiveram-se estáveis, enquanto as yields das obrigações a 10 anos subiram cerca de 30 pontos base, refletindo expectativas de inflação persistente. Já nas ações, a correção foi considerada moderada, com o prémio de risco a aumentar entre 40 e 50 pontos base. Os spreads das obrigações corporativas também alargaram, mas de forma limitada.</p>
<p>O setor energético destacou-se como o principal refúgio, sendo atualmente o mais rentável nos mercados acionistas globais, tanto no curto como no longo prazo. Este segmento foi, aliás, o único a permitir alguma diversificação face às perdas registadas em ações e obrigações.</p>
<p><strong>Dois cenários em aberto</strong></p>
<p>A incerteza quanto à evolução do conflito mantém-se elevada, com duas trajetórias possíveis a delinearem-se. Num cenário otimista, a guerra poderá terminar rapidamente, permitindo a recuperação das infraestruturas e a eventual redução dos preços do petróleo, caso as sanções ao Irão sejam levantadas.</p>
<p>Por outro lado, um cenário mais negativo aponta para um conflito prolongado, com danos duradouros nas infraestruturas e nas cadeias de abastecimento, preços da energia elevados e impacto significativo no comércio global.</p>
<p>Independentemente do desfecho, Lombardo sublinha que o conflito já alterou o equilíbrio global, com efeitos que vão além do mercado petrolífero. Fluxos de capital provenientes de países produtores de petróleo poderão ser redirecionados, privilegiando investimentos em infraestruturas energéticas e segurança, em detrimento de projetos ligados ao consumo de luxo ou inovação.</p>
<p><strong>Risco de estagflação no horizonte</strong></p>
<p>Um dos principais riscos identificados é o de estagflação — combinação de crescimento económico fraco com inflação elevada. A subida dos preços da energia funciona como uma “taxa global”, pressionando a atividade económica, ao mesmo tempo que fatores como tarifas comerciais, restrições à imigração e choques energéticos poderão prolongar o ciclo inflacionista.</p>
<p>Ainda assim, há forças que podem contrariar esta tendência, nomeadamente ganhos de produtividade associados à adoção crescente de inteligência artificial. Nos Estados Unidos, o crescimento dos salários desacelerou para mínimos de cinco anos, enquanto os ganhos de produtividade têm ajudado a conter os custos laborais.</p>
<p>Neste contexto, os bancos centrais deverão manter uma postura prudente, aguardando sinais mais claros de desaceleração económica antes de ajustarem a política monetária.</p>
<p>A par destes fatores, persistem desafios estruturais, como políticas fiscais expansionistas nas principais economias, o aumento dos défices nos EUA e a crescente procura por energia e matérias-primas, impulsionada também pelo reforço do investimento em defesa e segurança energética.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751374]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Erro no Portal das Finanças atrasa reembolsos do IRS: Saiba o que está a acontecer</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/erro-no-portal-das-financas-atrasa-reembolsos-do-irs-saiba-o-que-esta-a-acontecer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 08:57:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Vários contribuintes estão a enfrentar atrasos no reembolso do IRS devido a uma falha informática no Portal das Finanças, que surge já depois da entrega da declaração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários contribuintes estão a enfrentar atrasos no reembolso do IRS devido a uma falha informática no Portal das Finanças, que surge já depois da entrega da declaração. O Ministério das Finanças reconhece a existência de um “constrangimento pontual”, assegurando tratar-se de um problema técnico que afeta apenas uma parte dos processos.</p>
<p>A situação tem gerado dúvidas e incerteza entre os contribuintes, sobretudo no momento em que tentam consultar o estado do reembolso.</p>
<p><strong>O que está a causar o atraso nos reembolsos do IRS?</strong><br />
De acordo com a informação disponibilizada, a falha está relacionada com a área do Portal das Finanças onde o contribuinte consulta a situação do reembolso.</p>
<p>Na prática, a declaração de IRS pode ser submetida normalmente e dentro do prazo legal, mas, quando o contribuinte tenta verificar o estado do reembolso, o sistema apresenta uma indicação de erro.</p>
<p>O Ministério das Finanças classifica o problema como um “constrangimento pontual”, sublinhando que não está a afetar todos os contribuintes. Ainda assim, não foi avançado qualquer número concreto sobre quantos processos poderão estar envolvidos.</p>
<p><strong>A falha compromete a entrega da declaração?</strong><br />
Segundo as informações disponíveis, não. A entrega da declaração de IRS não está comprometida por esta falha técnica. Os contribuintes que submeteram a declaração com sucesso e dentro do prazo continuam a ter a sua situação fiscal regularizada.</p>
<p>O problema limita-se à consulta do estado do reembolso, podendo gerar atrasos e incerteza quanto à data em que o montante será efetivamente creditado.</p>
<p><strong>Quando será resolvido o problema técnico?</strong><br />
O Ministério das Finanças garante que a situação deverá ficar resolvida ainda esta semana. Assim que o constrangimento estiver ultrapassado, os reembolsos serão processados normalmente por transferência bancária.</p>
<p>Em alguns casos, contribuintes afetados reportaram que o Portal das Finanças indicava inicialmente que o reembolso seria feito por cheque bancário. No entanto, o gabinete do ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, esclareceu que, apesar dessa indicação, a solução será sempre a transferência bancária.</p>
<p>A opção pela transferência é considerada mais rápida, menos sujeita a extravios e mais simples para o contribuinte.</p>
<p><strong>Campanha do IRS mantém-se sem alterações</strong><br />
Para já, não há qualquer indicação de que a campanha de entrega do IRS esteja comprometida devido a esta falha técnica. As declarações podem continuar a ser submetidas normalmente.</p>
<p>De acordo com os dados disponíveis no Portal das Finanças, mais de 2,1 milhões de contribuintes já tinham entregue a sua declaração até ao momento — um número ligeiramente superior ao registado no mesmo período do ano passado.</p>
<p>O prazo limite para a entrega do IRS termina a 30 de junho.</p>
<p><strong>Recomendações das Finanças aos contribuintes</strong><br />
Para garantir que o reembolso é creditado corretamente, a Autoridade Tributária aconselha os contribuintes a verificarem se o IBAN está correto e atualizado no Portal das Finanças, condição essencial para que o pagamento seja efetuado por transferência bancária.</p>
<p>As Finanças alertam ainda para que sejam evitadas submissões repetidas ou declarações de substituição apenas devido ao erro na consulta do reembolso, exceto se existir efetivamente algum erro na declaração entregue.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751252]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSI em contraciclo com Europa segue no &#8216;vermelho&#8217; ao fim de hora e meia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 08:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de abertura e continuava no 'vermelho' após uma hora e meia de negociação, em contraciclo com a Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de abertura e continuava no &#8216;vermelho&#8217; após uma hora e meia de negociação, em contraciclo com a Europa.</p>
<p>Pelas 09:30 em Lisboa, o PSI perdia 0,11%, para 9.167,44 pontos, num dia em que as principais bolsas europeias seguiam em terreno positivo, com sete papéis a subirem, oito a descerem e a EDP Renováveis a manter os 13,33 euros da abertura.</p>
<p>As descidas eram lideradas pela EDP, que perdia 0,59% para 4,40 euros, seguindo-se a Ibersol, que recuava 0,48% para 12,32%, e a Jerónimo Martins, que recuava 0,47% para 21,04 euros.</p>
<p>A Navigator registava perdas de 0,24%, para 3,37 euros, a NOS de 0,18%, para 5,58 euros e a REN de 0,13%, para 3,75 euros.</p>
<p>Com perdas mais modestas estavam Altri (-0,10% para 4,85 euros) e CTT (-0,08% para 6,51 euros).</p>
<p>Em sentido inverso, a Mota-Engil era a que mais subia, com uma valorização de 0,98% para 4,93 euros, sendo seguida pela Corticeira Amorim (0,61% para 6,64 euros) e Semapa (0,45% para 22,55 euros.</p>
<p>Também no &#8216;verde&#8217; estavam Sonae (0,20% para 1,96 euros), BCP (0,18% para 0,89 euros), Galp (0,16% para 18,93 euros) e Teixeira Duarte (0,12% para 0,43 euros).</p>
<p>As bolsas europeias abriram a sessão de hoje em alta, com exceção de Paris, continuando a incerteza sobre a retoma das negociações de paz entre EUA e Irão.</p>
<p>Depois das fortes subidas na segunda-feira, o barril de Brent para entrega em junho, a principal referência para a Europa, voltava hoje a cair, em cerca de 0,04%, sendo negociado a 95,43 dólares.</p>
<p>Ainda no mercado energético, o preço do gás natural TTF descia 0,81% para 39,27 euros por megawatt/hora.</p>
<p>Nos mercados cambiais, o euro perdia 0,10% e era negociado a 1,177 dólares. Já a bitcoin recuava 0,49% e cifrava-se em 75.943 dólares.</p>
<p>A onça de ouro perdia 0,53%, para 4.982,6 dólares, e a de prata 1,32%, para 78,97 dólares.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751243]]></sapo:autor>
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		<title>Juros da dívida de Portugal voltam a descer a dois, cinco anos e 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 07:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os juros da dívida portuguesa desciam hoje a dois, a cinco e a 10 anos em comparação com segunda-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os juros da dívida portuguesa desciam hoje a dois, a cinco e a 10 anos em comparação com segunda-feira.</p>
<p>Cerca das 08:15 em Lisboa, os juros a 10 anos baixavam para 3,350%, contra 3,370% na véspera.</p>
<p>No mesmo sentido, os juros a cinco anos recuavam, para 2,792%, contra 2,814%.</p>
<p>Os juros a dois anos também desciam, para 2,504%, contra 2,523% na segunda-feira.</p>
<p>A descida neste três prazos também era verificável nos juros da dívida de Espanha, Itália, Grécia e Irlanda.</p>
<p>Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, baixavam para 2,973%, contra 2,987% na sessão anterior.</p>
<p>Juros da dívida soberana em Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda e Itália às 08:15:</p>
<p>2 anos&#8230;5 anos&#8230;10 anos</p>
<p>Portugal</p>
<p>21/04&#8230;&#8230;.2,504&#8230;2,792&#8230;..3,350</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,523&#8230;2,814&#8230;..3,370</p>
<p>Espanha</p>
<p>21/04&#8230;&#8230;.2,558&#8230;2,844&#8230;..3,407</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,568&#8230;2,866&#8230;..3,425</p>
<p>Grécia</p>
<p>21/04&#8230;&#8230;.2,570&#8230;2,973&#8230;..3,666</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,578&#8230;2,983&#8230;..3,685</p>
<p>Irlanda</p>
<p>21/04&#8230;&#8230;.2,449&#8230;2,643&#8230;..3,175</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,454&#8230;2,659&#8230;..3,192</p>
<p>Itália</p>
<p>21/04&#8230;&#8230;.2,628&#8230;3,052&#8230;..3,705</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,632&#8230;3,062&#8230;..3,725</p>
<p>Fonte: Bloomberg Valores de &#8216;bid&#8217; (juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida) que compara com fecho da última sessão.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751201]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA abrem mega-reembolsos das tarifas ilegais de Trump: 112 mil milhões de euros já estão na fila</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[Sistema foi lançado pelo Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) e permite que importadores peçam formalmente o reembolso de taxas cobradas ao abrigo de um vasto pacote tarifário posteriormente travado pelo Supremo Tribunal americano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades americanas abriram esta segunda-feira um portal há muito aguardado para devolver às empresas milhares de milhões pagos em tarifas impostas durante a presidência de Donald Trump. A &#8216;Euronews&#8217; relata que já estão registados pedidos elegíveis no valor de 127 mil milhões de dólares (cerca de 112 mil milhões de euros), num processo que promete marcar a relação entre política comercial e economia nos Estados Unidos.</p>
<p>O sistema foi lançado pelo Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) e permite que importadores peçam formalmente o reembolso de taxas cobradas ao abrigo de um vasto pacote tarifário posteriormente travado pelo Supremo Tribunal americano.</p>
<p>Recorde-se que em fevereiro último, o tribunal decidiu por seis votos contra três que Trump excedeu os poderes constitucionais atribuídos ao Congresso ao impor parte dessas tarifas.</p>
<p>Os números mostram a dimensão do caso. Mais de 330 mil importadores terão pago 166 mil milhões de dólares (cerca de 146 mil milhões de euros) em mais de 53 milhões de envios. Até meados de abril, quase 56.500 empresas já se tinham registado na plataforma de reembolsos.</p>
<p>Mas recuperar o dinheiro não será imediato.</p>
<p>Numa primeira fase, apenas entram pedidos ligados a tarifas ainda não finalizadas ou dentro de um prazo legal de 80 dias após o fecho das contas. Mesmo depois de aprovados, os pagamentos podem demorar entre 60 e 90 dias.</p>
<p>Mais adiante, a &#8216;Euronews&#8217; sublinha que advogados e consultores alertam para dificuldades técnicas e exigência documental elevada. Um erro num único registo poderá comprometer pedidos inteiros.</p>
<p>Para pequenas empresas, o atraso é crítico. Brad Jackson, cofundador da After Action Cigars, no Minnesota, diz que suportou 34 mil dólares (cerca de 30 mil euros) em custos tarifários no último ano sem os passar aos clientes.</p>
<p>A principal preocupação agora é a liquidez: um reembolso que demora meses pode chegar tarde demais para muitas empresas que precisavam desse dinheiro no imediato.</p>
<p>Para os consumidores, porém, as perspetivas são mais limitadas. As empresas que recebam reembolsos não são obrigadas a baixar preços nem a devolver esse benefício aos clientes.</p>
<p>Isto significa que muitos americanos poderão não sentir qualquer alívio no bolso, apesar da devolução multimilionária às empresas.</p>
<p>Os setores com mais a ganhar são tecnologia, media e telecomunicações, com potenciais reembolsos de 47,6 mil milhões de dólares (cerca de 42 mil milhões de euros), seguidos da indústria e fabrico com 39,7 mil milhões de dólares (35 mil milhões de euros).</p>
<p>Entre as grandes marcas já associadas a pedidos surgem nomes como Costco, Toyota, Goodyear, Xerox e Bath &#038; Body Works.</p>
<p>Para os particulares, a melhor hipótese de recuperar dinheiro poderá surgir através de empresas de entregas. A FedEx confirmou que pretende devolver aos clientes os montantes cobrados diretamente assim que receba os respetivos reembolsos.</p>
<p>O caso reabre assim o debate sobre uma das marcas da era Trump: tarifas agressivas que prometeram proteger a economia americana, mas que acabaram por gerar uma longa conta judicial e financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751100]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Da guerra no Irão à autonomia europeia: Especialistas explicam que o investimento mudou de direção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 11:45:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[As recentes tensões geopolíticas no Médio Oriente, incluindo o conflito no Irão, estão a reforçar a necessidade de autonomia estratégica e resiliência na Europa, num contexto em que os riscos globais voltam a condicionar as prioridades económicas e de investimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As recentes tensões geopolíticas no Médio Oriente, incluindo o conflito no Irão, estão a reforçar a necessidade de autonomia estratégica e resiliência na Europa, num contexto em que os riscos globais voltam a condicionar as prioridades económicas e de investimento.</p>
<p>De acordo com a análise da Allianz Global Investors, os decisores políticos europeus estão a acelerar a aposta em áreas consideradas críticas para a segurança e competitividade do continente, como a segurança do abastecimento, as capacidades de defesa, a independência energética e a soberania tecnológica — temas que já integravam as agendas de política pública de longo prazo, mas que ganham agora maior urgência.</p>
<p><strong>Defesa e segurança com maior previsibilidade de investimento</strong></p>
<p>Num comunicado conjunto, a Comissão Europeia e o Conselho da UE classificaram os desenvolvimentos no Irão como “altamente preocupantes”, reafirmando o compromisso com a estabilidade e segurança regional.</p>
<p>Este enquadramento está a traduzir-se numa aceleração e consolidação do investimento europeu em defesa. Programas de rearmamento e modernização militar em curso deverão reforçar a arquitetura de segurança do continente ao longo da próxima década.</p>
<p>Neste contexto, setores como defesa, aeroespacial e cibersegurança passam a beneficiar de maior visibilidade orçamental e de ciclos de investimento mais longos, impulsionados pela procura crescente por soluções tecnológicas avançadas.</p>
<p><strong>Energia: reduzir dependências e reforçar infraestruturas</strong></p>
<p>A escalada do conflito no Médio Oriente voltou também a expor a vulnerabilidade europeia às disrupções energéticas externas, em particular devido à importância de rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz, por onde transitam volumes significativos de petróleo e gás natural liquefeito.</p>
<p>Para a AllianzGI, este cenário reforça a prioridade de reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados e de aumentar a resiliência dos sistemas energéticos. Investimentos em eletrificação, energias renováveis, redes elétricas e armazenamento são cada vez mais enquadrados não apenas como objetivos climáticos, mas também como questões de segurança económica e geopolítica.</p>
<p><strong>Soberania tecnológica e industrial em destaque</strong></p>
<p>Para além da defesa e energia, a fragmentação geopolítica está a intensificar a aposta europeia em tecnologias críticas e capacidade industrial. Semicondutores, infraestruturas digitais, inteligência artificial e cibersegurança são identificados como áreas estratégicas.</p>
<p>As políticas públicas de reindustrialização e de reforço das cadeias de abastecimento procuram reduzir dependências externas e fortalecer ecossistemas de inovação locais, permitindo à Europa maior autonomia operacional num cenário global mais instável.</p>
<p><strong>Um tema amplo de autonomia estratégica</strong></p>
<p>A análise sublinha ainda que a autonomia estratégica europeia não se limita ao setor da defesa, abrangendo também energia, tecnologia, saúde e infraestruturas financeiras.</p>
<p>Neste contexto, uma abordagem de investimento diversificada em torno destes eixos estruturais poderá ajudar a mitigar riscos associados a estratégias demasiado concentradas, alinhando simultaneamente as carteiras com tendências políticas e económicas de longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750775]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taxa Euribor desce a três meses e sobe a seis e a 12 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 10:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Euribor]]></category>
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					<description><![CDATA[Com as alterações verificadas esta segunda-feira, 20, a taxa a três meses, que recuou para 2,204%, continuou abaixo das taxas a seis (2,416%) e a 12 meses (2,702%)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa Euribor desceu, de novo, a três meses e subiu a seis e a 12 meses face a sexta-feira.</p>
<p>Com as alterações verificadas esta segunda-feira, 20, a taxa a três meses, que recuou para 2,204%, continuou abaixo das taxas a seis (2,416%) e a 12 meses (2,702%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu hoje, ao ser fixada em 2,416%, mais 0,001 pontos do que na sexta-feira.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a fevereiro indicam que a Euribor a seis meses representava 39,18% do ‘stock’ de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,73% e 24,79%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor avançou hoje, para 2,702%, mais 0,017 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>Já a Euribor a três meses fixou-se hoje em 2,194%, menos 0,010 pontos, sendo a quarta descida consecutiva.</p>
<p>Em março, a média mensal da Euribor subiu nos três prazos, mas de forma mais acentuada nos dois mais longos.</p>
<p>A média mensal da Euribor em março avançou 0,098 pontos para 2,109% a três meses.</p>
<p>Já a seis e a 12 meses, a média da Euribor subiu 0,178 pontos para 2,322% e 0,344 pontos para 2,565%.</p>
<p>Em 19 de março, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sexta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 29 e 30 de abril em Frankfurt, Alemanha.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750699]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsas europeias no &#8216;vermelho&#8217; enquanto Brent sobe mais de 4%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 08:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As bolsas europeias iniciaram a semana com quedas acima de 1%, enquanto se aproxima o fim do cessar-fogo no Irão e com o barril de Brent a subir mais de 4% com o estreito de Ormuz encerrado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As bolsas europeias iniciaram a semana com quedas acima de 1%, enquanto se aproxima o fim do cessar-fogo no Irão e com o barril de Brent a subir mais de 4% com o estreito de Ormuz encerrado.</p>
<p>Cerca das 08:35 em Lisboa, o EuroStoxx 600 recuava 1,03%, para 620,14 pontos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Frankfurt descia 1,41%, Milão perdia 1,33%, Paris baixava 1,16%, Madrid desvalorizava 1,08% e Londres contraía 0,62%.</p>
<p>Em Portugal, o PSI contrariava a tendência generalizada da Europa e crescia 0,19% por volta da mesma hora, impulsionado pelo desempenho das energéticas.</p>
<p>O barril de Brent para entrega em junho, a referência para a Europa, era negociado a 94,62 dólares, mais 4,7% que o valor de fecho. O barril recupera, assim, da queda de 11% registada na sexta-feira, ocorrida depois de o Irão ter garantido a reabertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>Ainda no mercado energético, que tem sido a variável dominante e que tem alavancado os mercados, o preço do gás natural TTF subiu 3,3% para 40,97 euros por megawatt/hora.</p>
<p>Nos mercados cambiais, o euro mantinha-se estável, perdendo 0,03%, e era negociado a 1,176 dólares. Já a bitcoin subia 0,19% e cifrava-se em 74.804,6 dólares.</p>
<p>A onça de ouro perdia 1,36%, para 4.812,9 dólares, e a de prata 2,5%, para 79,81 dólares.</p>
<p>Apesar do otimismo gerado na sexta-feira pelas declarações do Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, que apontavam para o fim da guerra no Irão e a reabertura total do estreito de Ormuz, bem como um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano, continuam a pairar dúvidas sobre o acordo de paz.</p>
<p>As declarações de Trump foram desmentidas no fim de semana, seja pelo Irão, que refutou as afirmações do chefe de Estado, seja pelos próprios norte-americanos, que atacaram e capturaram um navio iraniano que não parou num bloqueio da armada Marinha do país &#8212; que levou, posteriormente, a ataques de &#8216;drones&#8217; de Teerão contra embarcações dos EUA.</p>
<p>O atual cessar-fogo entre Irão e EUA expira na quarta-feira e ainda não é claro se Teerão vai voltar à mesa das negociações perante as ameaças de Trump a infraestruturas como pontes e centrais elétricas.</p>
<p>Junto ao Pacífico, o índice japonês Nikkei subiu 0,69%, a bolsa de Xangai 0,76, a de Shenzhen 0,51% e o Hang Seng de Hong Kong fechou com ganhos de 0,87%.</p>
<p>Na sexta-feira, em Nova Iorque, o índice mais abrangente S&amp;P 500, referência do mercado norte-americano, atingiu um novo máximo de 7.126,06 pontos (+1,20%). O tecnológico Nasdaq (+1,52%, para 24.468,48 pontos) também atingiu um máximo histórico pela terceira sessão consecutiva, enquanto o Dow Jones, mais seletivo, subiu 1,79%, para 49.447,43 pontos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750595]]></sapo:autor>
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		<title>Juros da dívida de Portugal descem a dois, cinco anos e 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 07:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os juros da dívida portuguesa desciam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os juros da dívida portuguesa desciam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a sexta-feira.</p>
<p>Cerca das 08:20 em Lisboa, os juros a 10 anos baixavam para 3,370%, contra 3,423% na sexta-feira.</p>
<p>No mesmo sentido, os juros a cinco anos recuavam, para 2,814%, contra 2,872%.</p>
<p>Os juros a dois anos também desciam, para 2,523%, contra 2,591% na sexta-feira.</p>
<p>A descida neste três prazos também era verificável nos juros da dívida de Espanha, Itália, Grécia e Irlanda.</p>
<p>Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, baixavam para 2,987%, contra 3,036% na sessão anterior.</p>
<p>Juros da dívida soberana em Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda e Itália às 08:20:</p>
<p>2 anos&#8230;5 anos&#8230;10 anos</p>
<p>Portugal</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,523&#8230;2,814&#8230;..3,370</p>
<p>17/04&#8230;&#8230;.2,591&#8230;2,872&#8230;..3,423</p>
<p>Espanha</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,568&#8230;2,866&#8230;..3,425</p>
<p>17/04&#8230;&#8230;.2,636&#8230;2,927&#8230;..3,483</p>
<p>Grécia</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,578&#8230;2,983&#8230;..3,685</p>
<p>17/04&#8230;&#8230;.2,693&#8230;3,080&#8230;..3,772</p>
<p>Irlanda</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,454&#8230;2,659&#8230;..3,192</p>
<p>17/04&#8230;&#8230;.2,529&#8230;2,720&#8230;..3,249</p>
<p>Itália</p>
<p>20/04&#8230;&#8230;.2,632&#8230;3,062&#8230;..3,725</p>
<p>17/04&#8230;&#8230;.2,712&#8230;3,138&#8230;..3,804</p>
<p>Fonte: Bloomberg Valores de &#8216;bid&#8217; (juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida) que compara com fecho da última sessão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750585]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preço do petróleo Brent sobe mais de 5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 07:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do petróleo Brent para entrega em junho subiu hoje quase 5,6%, ultrapassando os 95 dólares por barril no mercado de futuros de Londres, no meio de novas tensões entre os Estados Unidos e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do petróleo Brent para entrega em junho subiu hoje quase 5,6%, ultrapassando os 95 dólares por barril no mercado de futuros de Londres, no meio de novas tensões entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Às 07:55 de hoje (06:55 em Lisboa), segundo dados da Bloomberg compilados pela agência de notícias espanhola EFE, o petróleo Brent, referência europeia, estava a subir 5,6%, cotado nos 95,35 dólares.</p>
<p>No entanto, durante a madrugada, chegou a ultrapassar os 97 dólares.</p>
<p>O Brent voltou a subir depois de ter caído mais de 9% na sexta-feira, para pouco mais de 90 dólares, depois do anúncio do Irão sobre a reabertura do Estreito de Ormuz em resposta ao cessar-fogo declarado no Líbano.</p>
<p>Entretanto, o preço do crude West Texas Intermediate (WTI), referência americana, subiu mais de 6%, para 88,9 dólares por barril.</p>
<p>A subida do Brent ao início da manhã ocorreu após uma nova escalada do conflito entre os Estados Unidos e o Irão e o agravamento das tensões no Estreito de Ormuz.</p>
<p>Estas tensões tiveram origem no ataque e na apreensão, por parte dos EUA, de um grande navio cargueiro iraniano no Golfo de Omã, enquanto este tentava contornar o bloqueio imposto por Washington aos portos iranianos.</p>
<p>Hoje de manhã, o Irão denunciou o ataque como uma violação do cessar-fogo entre Teerão e Washington e disse que respondeu com ataques de drones contra navios norte-americanos.</p>
<p>Este incidente ocorre antes da segunda ronda de negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irão no Paquistão, na qual participará o vice-presidente americano JD Vance.</p>
<p>O Irão recusa-se a participar até que os Estados Unidos suspendam o seu bloqueio marítimo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750576]]></sapo:autor>
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		<title>Pode deixar de haver chefes? “Apocalipse” do emprego causado pela IA muda de alvo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pode-deixar-de-haver-chefes-apocalipse-do-emprego-causado-pela-ia-muda-de-alvo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:56:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mercado laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[Cresce entre empresas tecnológicas a convicção de que muitos níveis de gestão intermédia poderão deixar de ser necessários, à medida que sistemas de inteligência artificial passam a coordenar equipas, distribuir tarefas e acompanhar resultados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, o debate sobre inteligência artificial centrou-se nos empregos administrativos, funções repetitivas ou tarefas técnicas de entrada. Mas a nova frente de risco pode surpreender: a IA está a subir na hierarquia e começa a ameaçar cargos de chefia intermédia.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, cresce entre empresas tecnológicas a convicção de que muitos níveis de gestão intermédia poderão deixar de ser necessários, à medida que sistemas de inteligência artificial passam a coordenar equipas, distribuir tarefas e acompanhar resultados.</p>
<p><strong>O alvo já não é só a base da empresa</strong></p>
<p>A mensagem que sai do Silicon Valley é clara: um nível permanente de gestão intermédia pode tornar-se dispensável.</p>
<p>Em vez de supervisores, coordenadores e gestores dedicados a reuniões, alinhamentos internos e controlo operacional, várias empresas defendem modelos em que a IA assume essas funções de organização.</p>
<p>Isto inclui processos como definição de prioridades, circulação de informação, monitorização de desempenho e articulação entre equipas.</p>
<p><strong>Empresas já começaram a cortar</strong></p>
<p>O fenómeno já não está apenas no campo teórico.</p>
<p>Grandes tecnológicas como Amazon, Meta e Oracle anunciaram vagas de despedimentos associadas à automação e à procura de maior eficiência operacional.</p>
<p>Mas um dos exemplos mais simbólicos foi Jack Dorsey, cofundador do Twitter e líder da Block, empresa de pagamentos digitais.</p>
<p>Dorsey anunciou o despedimento de 4.000 trabalhadores, cerca de 40% da força laboral, defendendo que parte do trabalho pode ser substituído por inteligência artificial.</p>
<p><strong>Novo modelo elimina gestores intermédios</strong></p>
<p>Num texto conjunto com Roelof Botha, ex-dirigente da Sequoia Capital, Dorsey questiona o modelo clássico de empresa hierárquica.</p>
<p>A proposta passa por três níveis principais.</p>
<p>O primeiro seriam colaboradores especializados em tarefas concretas, orientados diretamente por sistemas de IA.</p>
<p>O segundo seriam responsáveis por projetos ou problemas específicos.</p>
<p>O terceiro seriam os chamados “jogadores-treinadores”, profissionais que acumulam produção e liderança de equipas, substituindo o gestor intermédio tradicional.</p>
<p>Toda a coordenação geral seria feita por sistemas inteligentes.</p>
<p>No topo ficam CEO e liderança estratégica</p>
<p>Neste modelo, o topo da empresa mantém-se.</p>
<p>CEO e direção continuam a tomar decisões estratégicas, mas com informação mais rápida, organizada e tratada por IA.</p>
<p>Ou seja, a tecnologia não elimina toda a chefia — elimina sobretudo os níveis intermédios entre base operacional e administração.</p>
<p><strong>Porque isto preocupa o mercado de trabalho</strong></p>
<p>Os gestores intermédios representam uma fatia relevante do emprego qualificado em muitas economias.</p>
<p>Além de funções de supervisão, são tradicionalmente a principal ponte para progressão de carreira dentro das empresas.</p>
<p>Se desaparecerem, milhares de profissionais poderão enfrentar requalificação, despromoção salarial ou bloqueio na ascensão interna.</p>
<p><strong>O futuro pode chegar depressa</strong></p>
<p>Dorsey admite que o modelo ainda está numa fase inicial. Mas o ritmo acelerado da IA faz crescer a convicção de que estas mudanças podem espalhar-se rapidamente do setor tecnológico para banca, indústria, retalho e serviços.</p>
<p>Durante anos perguntou-se se a IA tiraria empregos aos trabalhadores de base.</p>
<p>Agora surge outra pergunta: e se começar pelos chefes?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750198]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Próxima semana à lupa: Dos mercados à economia – e outras coisas que precisa de saber</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/proxima-semana-a-lupa-dos-mercados-a-economia-e-outras-coisas-que-precisa-de-saber-156/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:23:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mercadios]]></category>
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					<description><![CDATA[Do calendário económico ao que vai mexer com os mercados na próxima semana. Saiba o que vai estar na agenda nacional e internacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana ficou marcada por uma reação (extremamente) positiva dos índices bolsistas, com os mercados norte-americanos em destaque, depois de o S&amp;P 500 e o Nasdaq-100 terem atingido novos máximos históricos.</p>
<p>O S&amp;P 500 está a registar a maior sequência de ganhos (14 dias consecutivos) nos últimos quatro anos.</p>
<p>Esta reação do mercado tem sido impulsionada, sobretudo, por dois fatores:</p>
<ul>
<li>por um lado, as perspetivas de que o conflito no Médio Oriente possa estar próximo de uma resolução;</li>
<li>por outro, os resultados dos bancos norte-americanos, que brilharam esta semana e trouxeram algum alívio aos investidores mais preocupados com a solidez do setor</li>
</ul>
<p>Em termos de calendário económico, não foi uma semana particularmente preenchida, o que levou a que a atenção dos investidores se mantivesse centrada nas questões geopolíticas e nos resultados das empresas norte-americanas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Destaques da próxima semana</h4>
<p><strong> </strong>Relativamente à próxima semana, e ao nível do calendário económico, espera-se novamente um período relativamente calmo.</p>
<ul>
<li>Os dados mais relevantes serão divulgados na terça-feira, às 13h30, com as vendas a retalho nos Estados Unidos.</li>
<li>Na quinta-feira, serão divulgados os dados preliminares da atividade económica, medidos pelos índices PMI em várias economias da Zona Euro. Os dados dos PMI serão particularmente importantes para avaliar <strong>o impacto que o aumento dos preços da energia poderá estar a ter no setor industrial europeu</strong>, tradicionalmente mais sensível a este tipo de variações.</li>
</ul>
<p>Para além dos indicadores económicos, os investidores continuarão atentos à <strong>época de resultados das empresas norte-americanas</strong>, com a Tesla a destacar-se entre as empresas a apresentarem resultados.</p>
<p>Ainda assim, <strong>a situação geopolítica continua a ser o principal “driver” dos mercados</strong>, podendo gerar momentos de maior volatilidade em todas as classes de ativos, sempre que surjam novos desenvolvimentos, sejam avanços ou recuos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Analistas da XTB</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750107]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Setor da aviação sob pressão: quem ganha e quem perde com a subida do preço do petróleo?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/setor-da-aviacao-sob-pressao-quem-ganha-e-quem-perde-com-a-subida-do-preco-do-petroleo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 09:52:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[A descida dos preços do petróleo não está a traduzir-se num alívio imediato para as companhias aéreas. O fator determinante para o setor não é tanto o preço do Brent ou do WTI, mas sim o custo do combustível de aviação — que, regra geral, ajusta em baixa de forma mais lenta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por João Lampreia, especialista de mercado na Freedom24</em></strong></p>
<p>A descida dos preços do petróleo não está a traduzir-se num alívio imediato para as companhias aéreas. O fator determinante para o setor não é tanto o preço do Brent ou do WTI, mas sim o custo do combustível de aviação — que, regra geral, ajusta em baixa de forma mais lenta.</p>
<p>Desde o início de 2026, muitas transportadoras enfrentam uma forte pressão nos custos, com margens comprimidas, tarifas mais elevadas e cortes de rotas. Ainda assim, o impacto da crise é tudo menos uniforme: enquanto algumas empresas mostram resiliência graças a estratégias eficazes de cobertura, frotas mais eficientes e maior poder de fixação de preços, outras permanecem particularmente expostas.</p>
<p><strong>Porque é que a descida do petróleo não traz alívio imediato</strong></p>
<p>O erro mais comum na leitura do mercado é focar-se exclusivamente no preço do crude. Para as companhias aéreas, o elemento crítico é o combustível de aviação, cujo preço tende a reagir de forma mais intensa e prolongada, refletindo constrangimentos ao nível da refinação, logística e capacidade instalada.</p>
<p>Dados do setor indicam que o combustível de aviação passou de cerca de 85–90 dólares por barril, em fevereiro, para mais de 200 dólares no início de abril. A Delta Air Lines estima pagar mais de 4,30 dólares por galão no segundo trimestre — cerca do dobro face ao período homólogo. Este desfasamento resulta não apenas da valorização da matéria-prima, mas também da escassez de produtos refinados.</p>
<p>O impacto é significativo: o combustível representa, em condições normais, cerca de 25–30% dos custos operacionais, podendo atingir 40% nas companhias low-cost e em rotas de longo curso.</p>
<p>Mesmo que o petróleo estabilize, os preços do combustível de aviação poderão manter-se elevados durante vários meses. O diretor-geral da IATA, Willie Walsh, já alertou que a recuperação da oferta será mais lenta do que no mercado de crude, devido a danos em infraestruturas de refinação no Médio Oriente. O resultado poderá ser um cenário em que o Brent recua abaixo dos 100 dólares, mas os custos efetivos das companhias permanecem anormalmente elevados.</p>
<p><strong>Quem está melhor posicionado</strong></p>
<p>As companhias que recorrem a instrumentos de cobertura — como futuros e opções — conseguem amortecer melhor estes choques.</p>
<p>Na Europa, a exposição tem sido significativamente menor. Segundo dados do setor, as transportadoras europeias asseguraram, em média, cerca de 80% das suas necessidades de combustível para 2026. A easyJet fixou 84% para o primeiro semestre, a Ryanair 84% no mesmo período e 62% no segundo, enquanto a Lufthansa ronda os 82%.</p>
<p>A Ryanair destaca-se como um caso paradigmático. O seu modelo assenta num controlo rigoroso de custos, numa política ativa de cobertura e em elevadas taxas de ocupação. Para já, a empresa não antecipa pressões significativas sobre tarifas, prevendo apenas aumentos moderados. Ainda assim, admite que um cenário prolongado de disrupção poderá implicar uma redução de 10–20% no abastecimento de combustível durante o verão.</p>
<p>Também a easyJet, a Deutsche Lufthansa e a International Airlines Group beneficiam de níveis elevados de cobertura, o que lhes permite ganhar tempo — adiando a necessidade de repercutir integralmente os custos nos passageiros e protegendo margens por mais tempo.</p>
<p>Contudo, esta proteção é temporária. À medida que os contratos expiram ao longo de 2026, a pressão sobre a rentabilidade tenderá a intensificar-se.</p>
<p><strong>Poder de fixação de preços</strong></p>
<p>As companhias com maior exposição ao segmento premium dispõem de maior flexibilidade para transferir custos.</p>
<p>A Delta Air Lines, a United Airlines e a American Airlines já começaram a ajustar preços, incluindo taxas de bagagem e sobretaxas de combustível. A menor sensibilidade ao preço por parte de clientes corporativos e passageiros premium permite preservar margens com maior eficácia.</p>
<p>A Delta beneficia ainda de uma vantagem estrutural: a sua refinaria na Pensilvânia. A empresa estima que este ativo compense cerca de 300 milhões de dólares no segundo trimestre, face a um aumento global da fatura de combustível de cerca de 2 mil milhões. Embora insuficiente para anular o impacto, este fator reforça a sua posição relativa no mercado norte-americano.</p>
<p><strong>Eficiência da frota</strong></p>
<p>A idade e eficiência da frota assumem particular relevância neste contexto.</p>
<p>Modelos mais recentes, como o Airbus A320neo, A321neo ou o Boeing 737 MAX, permitem reduções de consumo na ordem dos 15–20%. A Ryanair, por exemplo, continua a investir na renovação da frota com 737 MAX equipados com motores LEAP-1B, que proporcionam ganhos de eficiência próximos de 20%.</p>
<p>Por contraste, operadores com frotas mais antigas enfrentam uma tripla desvantagem: maior consumo, custos de manutenção mais elevados e menor capacidade de absorver choques nos custos.</p>
<p><strong>Onde estão os maiores riscos</strong></p>
<p>As companhias low-cost sem cobertura significativa e com clientes altamente sensíveis ao preço encontram-se na posição mais vulnerável.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o setor aparenta menor preparação. Dados recentes indicam que três das quatro maiores transportadoras abandonaram os seus programas de cobertura até ao final de 2024. Até a Southwest Airlines — historicamente uma referência nesta área — encerrou a sua estratégia.</p>
<p>Na prática, isto deixa grande parte do setor exposta aos preços spot. O Barclays estima custos adicionais de cerca de 280 milhões de dólares por semana para as principais companhias, caso os níveis atuais se mantenham — o que poderá traduzir-se em mais de 11 mil milhões de dólares ao longo de 2026.</p>
<p>As companhias ultra low-cost e operadores com estruturas financeiras mais frágeis enfrentam riscos acrescidos, dado o limitado poder de ajustamento de preços sem destruição de procura.</p>
<p><strong>Implicações para investidores</strong></p>
<p>No curto prazo, o setor da aviação mantém-se altamente sensível a choques energéticos.</p>
<p>Mesmo num cenário de queda do petróleo, a pressão sobre as companhias deverá persistir ao longo de vários trimestres, refletindo o custo elevado do combustível de aviação, margens de refinação ainda elevadas e uma recuperação lenta da capacidade industrial.</p>
<p>Empresas com cobertura robusta, frotas eficientes, exposição ao segmento premium e capacidade de ajustar preços surgem como as mais bem posicionadas.</p>
<p>Na Europa, destacam-se Ryanair, easyJet, Deutsche Lufthansa e International Airlines Group. Nos Estados Unidos, a Delta Air Lines aparenta maior resiliência, suportada pela sua estrutura integrada e posicionamento de mercado.</p>
<p>Já as companhias ultra low-cost e operadores sem cobertura permanecem mais expostos — sobretudo se as tensões no Médio Oriente se prolongarem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_749760]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSI em alta ligeira com a NOS a liderar os ganhos e a subir 1,11%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta ligeira, com 10 empresas do PSI a subirem moderadamente, lideradas pela NOS, que se valorizava 1,18% para 5,57 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta ligeira, com 10 empresas do PSI a subirem moderadamente, lideradas pela NOS, que se valorizava 1,18% para 5,57 euros.</p>
<p>Cerca das 09:15 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e avançava 0,02% para 9.234,59 pontos, com 10 empresas a subir e seis a descer a cotação.</p>
<p>Às ações da NOS seguiam-se as da Semapa, Mota-Engil e Altri, que também se valorizavam, respetivamente 0,92% para 22,05 euros, 0,80% para 4,80 euros e 0,72% para 4,91 euros.</p>
<p>Mais moderadamente, a EDP subia 0,58% para 4,55 euros, enquanto os CTT e a Corticeira Amorim se valorizavam ambas 0,46% para 6,59 euros e para 6,61 euros.</p>
<p>As outras três empresas que se valorizavam eram a Teixeira Duarte (0,35% para 0,43 euros), Jerónimo Martins (0,19% para 21,02 euros) e Ibersol (0,17% para 11,76 euros).</p>
<p>Em sentido contrário, a REN, EDP Renováveis e BCP desciam 0,40% para 3,75 euros, 0,36% para 13,75 euros e 0,27% para 0,83 euros.</p>
<p>Também a cair, a Galp, Navigator e Sonae desvalorizavam-se 0,13% para 19,43 euros, 0,12% para 3,34 euros e 0,10% para 1,96 euros.</p>
<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, mas com dúvidas sobre as negociações entre Washington e Teerão e a abertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>O euro desvalorizava-se 0,04% para 1,1777 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1781 dólares na quinta-feira.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em junho, baixava 0,70% para 98,69 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em maio no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, recuava 1,11% para 41,95 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Nesta sessão, o mercado europeu volta a mostrar-se cético em relação às negociações de paz no Médio Oriente depois de Washington ter advertido na quinta-feira que usará a força, se necessário, para cumprir o bloqueio marítimo ao Irão e que os navios que transitarem para ou de portos da república islâmica serão abordados e apreendidos.</p>
<p>Esta advertência provocou um forte aumento do petróleo Brent, de 4,70%, para 99,39 dólares o barril, mas que no entanto, a esta hora tinha voltado a cair, 0,70%.</p>
<p>Os investidores continuarão atentos nesta sessão a todas as declarações que forem feitas em relação ao Médio Oriente, depois de na quinta-feira o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter reiterado que espera não ter que prorrogar o cessar-fogo de duas semanas com o Irão porque acredita que chegarão a um acordo antes.</p>
<p>Os indicadores norte-americanos terminaram na quinta-feira com modestas subidas, que foram de 0,24% para o Dow Jones e de 0,36% para o Nasdaq, enquanto a esta hora os futuros mostram um avanço de 0,26% para o primeiro e de uma queda de 0,11% para o tecnológico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_749715]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em alta mas com dúvidas sobre as negociações de paz e estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 07:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, mas com dúvidas sobre as negociações entre Washington e Teerão e a abertura do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, mas com dúvidas sobre as negociações entre Washington e Teerão e a abertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>Cerca das 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a descer 0,05% para 616,64 pontos.</p>
<p>As bolsas de Paris e Frankfurt avançavam 0,23% e 0,01%, enquanto as de Madrid e Milão avançavam 0,06% e 0,24%, respetivamente.</p>
<p>Londres era a exceção, com o principal indicador a descer 0,15%.</p>
<p>A bolsa de Lisboa invertia a tendência da abertura, com o principal índice, o PSI, a baixar 0,02% para 9.230,54 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos).</p>
<p>O euro desvalorizava-se 0,04% para 1,1777 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1781 dólares na quinta-feira.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em junho, baixava 0,70% para 98,69 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em junho, de referência nos EUA, cedia 1,16% para 90 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em maio no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, recuava 1,11% para 41,95 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Nesta sessão, o mercado europeu volta a mostrar-se cético em relação às negociações de paz no Médio Oriente depois de Washington ter advertido na quinta-feira que usará a força, se necessário, para cumprir o bloqueio marítimo ao Irão e que os navios que transitarem para ou de portos da república islâmica serão abordados e apreendidos.</p>
<p>Esta advertência provocou um forte aumento do petróleo Brent, de 4,70%, para 99,39 dólares o barril, mas que no entanto, a esta hora tinha voltado a cair, 0,70%.</p>
<p>Os investidores continuarão atentos nesta sessão a todas as declarações que forem feitas em relação ao Médio Oriente, depois de na quinta-feira o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter reiterado que espera não ter que prorrogar o cessar-fogo de duas semanas com o Irão porque acredita que chegarão a um acordo antes.</p>
<p>Os indicadores norte-americanos terminaram na quinta-feira com modestas subidas, que foram de 0,24% para o Dow Jones e de 0,36% para o Nasdaq, enquanto a esta hora os futuros mostram um avanço de 0,26% para o primeiro e de uma queda de 0,11% para o tecnológico.</p>
<p>Na Ásia, o índice Nikkei caiu 1,57%, a bolsa de Xangai, 0,10%, e a de Shenzhen subiu 0,53%, enquanto o Hang Seng, da bolsa de Hong Kong, descia 1,17% pouco antes do final da sessão.</p>
<p>No que diz respeito aos metais preciosos, o ouro parece estável, com a onça a descer 0,08% para 4.787,43 dólares, bem como a prata, com a onça a subir 0,36% para 78,70 dólares.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avançava 3,036%, contra 3,030% na sessão anterior.</p>
<p>Quanto às criptomoedas, a &#8216;bitcoin&#8217; desce 0,18% para 75.103 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_749703]]></sapo:autor>
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		<title>Estatutos e ações sob pressão: saiba o que a Pharol tenta aprovar esta sexta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 07:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pharol]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de os acionistas não terem conseguido deliberar sobre estes pontos na última assembleia, a empresa volta agora a reunir-se numa segunda convocatória, onde poderá tomar decisões com qualquer número de presenças]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A assembleia-geral da Pharol regressa esta sexta-feira com dois temas críticos na agenda: a revisão dos estatutos e o reagrupamento de ações — propostas que ficaram por decidir na reunião anterior devido à falta de quórum.</p>
<p>Depois de os acionistas não terem conseguido deliberar sobre estes pontos na última assembleia, a empresa volta agora a reunir-se numa segunda convocatória, onde poderá tomar decisões com qualquer número de presenças.</p>
<p><strong>Estatutos e estratégia no centro da reunião</strong></p>
<p>Em cima da mesa está uma proposta profunda de revisão dos estatutos, que pretende alterar o posicionamento da Pharol e dar-lhe maior flexibilidade operacional.</p>
<p>A administração quer que a empresa deixe de estar sujeita ao regime das sociedades gestoras de participações sociais (SGPS), argumentando que este enquadramento já não reflete a realidade atual do grupo, hoje mais focado na gestão de ativos financeiros.</p>
<p>Além disso, a proposta prevê a eliminação de limitações a acionistas com atividades concorrentes e o fim de restrições ao exercício de direitos de voto — uma mudança que visa facilitar a entrada de novos investidores e tornar a estrutura acionista mais dinâmica.</p>
<p>Segundo a administração, o atual modelo estatutário tornou-se “mais prejudicial do que benéfico”, dificultando operações estratégicas como fusões, reforço de participações ou reorganizações societárias.</p>
<p><strong>Reagrupamento de ações volta à discussão</strong></p>
<p>Outro ponto-chave da reunião desta sexta-feira é o reagrupamento de ações, uma medida que já tinha sido proposta em 2025, mas acabou chumbada pelos acionistas.</p>
<p>A proposta prevê que cada 100 ações atuais passem a corresponder a uma nova ação, com o valor nominal a subir de três cêntimos para três euros.</p>
<p>O objetivo é afastar a imagem de ‘penny stock’, associada a títulos de baixo valor, que tem penalizado a perceção da empresa no mercado e limitado o interesse de investidores institucionais.</p>
<p>A administração defende que esta operação poderá melhorar a liquidez e a valorização das ações, sem impacto no capital social da empresa.</p>
<p><strong>Falta de quórum adiou decisão</strong></p>
<p>Na assembleia-geral anterior, estes dois pontos não chegaram a ser votados por falta de quórum mínimo — era necessária a presença ou representação de acionistas com pelo menos um terço do capital social.</p>
<p>Perante essa impossibilidade, a reunião foi automaticamente adiada para esta sexta-feira, data em que as decisões poderão ser tomadas independentemente do número de acionistas presentes.</p>
<p><strong>Contexto financeiro aumenta pressão</strong></p>
<p>A reunião acontece num momento sensível para a Pharol, depois de o lucro ter caído para 2,1 milhões de euros em 2025, uma descida significativa face aos 24,1 milhões registados no ano anterior, impulsionados por fatores extraordinários.</p>
<p>Este contexto reforça a pressão sobre a administração para avançar com mudanças estruturais que possam reposicionar a empresa e melhorar a sua atratividade no mercado.</p>
<p><strong>Decisão pode redefinir o futuro da empresa</strong></p>
<p>A assembleia desta sexta-feira assume assim um caráter decisivo para o futuro da Pharol, podendo abrir caminho a uma nova fase estratégica, mais flexível e orientada para a gestão ativa de ativos.</p>
<p>O desfecho destas votações será determinante para perceber se os acionistas estão alinhados com a visão da administração para transformar a empresa.</p>
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