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	<title>Editorial &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>No caminho da simplificação e digitalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 09:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Portugal pode ter uma palavra a dizer ao Mundo, nas energias renováveis, na Inovação, na Tecnologia, na Educação, na Saúde, no Turismo, nos temas do Mar, e em muitos outros sectores de actividade. Somos bons! Porque não Extraordinários?</p>
<p style="text-align: justify;">Comecemos pelo princípio, ou pelo fim, conforme a perspectiva. Por nós, portugueses. Porque não somos extraordinários? Talvez falte ambição, arrojo, risco e que deixemos de pensar que somos pequenos. De pensar pequeno. Talvez nos falte a alegria e o gosto de partilhar e enaltecer o sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos o Estado. Os seus organismos e instituições devem definir regras e fiscalizar. Mas também deve ser um impulsionador, um dinamizador e não um entrave. O conjunto de burocracias, processos e procedimentos que têm de ser ultrapassados – muitos deles até se sobrepõem! –, assim como prazos surreais, podem levar à perda de oportunidade do investimento. E aqui, sim, é decisivo todo o trabalho de simplificação de processos e procedimentos, assim como de digitalização, que está a ser conduzido pelo actual Executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, não se coloque este ónus apenas sobre o Estado. As empresas também têm de mudar. Têm de criar, inovar, renovar. E, para serem mais competitivas, têm de ganhar escala. O nosso tecido empresarial não se pode basear em PME, micro ou nano empresas. Precisamos de empresas com estofo, capacidade e dimensão para ombrear com as suas concorrentes internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além de exportar, têm de se internacionalizar. E que não se venha com a habitual retórica de que somos pequenos, já que na Europa, em população e área, somos maiores do que uma Dinamarca, Áustria ou Irlanda.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além do Estado e das empresas, nós, enquanto cidadãos, também temos um papel decisivo. Pois só com todos podemos ser um País extraordinário! Um País que cresça mais, e mais depressa, mais competitivo, com maiores índices de produtividade e uma maior criação de riqueza.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 241 de Abril de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750637]]></sapo:autor>
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		<title>E se por uns momentos, deixássemos a política de lado…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 10:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As tempestades que assolaram várias regiões de Portugal em Janeiro/Fevereiro, deixaram um rasto de destruição material e impacto económico e social, muito significativo. Infraestruturas danificadas, elevados prejuízos para empresas locais, e não só – atendendo a toda a cadeia de valor –, e comunidades inteiras confrontadas com a necessidade urgente de reconstrução. Ao mesmo tempo, o mundo vive um período de instabilidade marcado por guerras, em diversos locais e em simultâneo, e que pressionam cada vez mais acentuadamente cadeias de abastecimento, mercados energéticos, matérias-primas, criando uma elevada instabilidade a nível global. Nos últimos tempos temos assistido a uma volatilidade tal nos mercados, que não transmite nenhuma confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante tudo isto, interessa colocar um desafio: e se por alguns momentos deixássemos a política de lado e nos concentrássemos naquilo que realmente interessa? Nos focássemos onde deve incidir realmente a nossa atenção? A economia real não funciona ao ritmo do debate político. Empresas precisam de previsibilidade para investir, autarquias precisam de meios para reconstruir rapidamente e as populações esperam respostas concretas. Interessa definir um rumo e acelerar a execução. Prevenir, preparar, implementar. Este deveria ser o nosso foco.</p>
<p style="text-align: justify;">É óbvio que a política é um pilar essencial da democracia. No entanto, há alturas em que o interesse colectivo exige menos confrontação e mais cooperação. Do ponto de vista económico, a eficiência das decisões e a rapidez da execução fazem a grande diferença entre uma recuperação sólida ou um prolongamento desnecessário das dificuldades. Penso que estamos perante um desses momentos. Em que o País, todos nós, muito ganharíamos com menos retórica e mais acção.</p>
<p><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 240 de Março de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_736319]]></sapo:autor>
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		<title>Acabar de vez com o “sempre se fez assim”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acabar-de-vez-com-o-sempre-se-fez-assim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 10:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O “sempre se fez assim” é uma prática habitual e muito comum no nosso País. Quantas vezes ouvimos, ou percebemos por omissão, que “é assim”. Só que muitas vezes já nem se sabe por que é que se faz assim, e tantas outras vezes percebe-se que já não faz qualquer sentido fazer-se assim. Só que proceder a alterações, mudanças, cria desconforto. Mas temos de acabar definitivamente com o “Sempre se fez assim”. E, também por isso, recomendo a leitura de um pequeno livro escrito por Mercè Dedeu e Joan Alfons Torrent, que se intitula “Na Tribo Sempre Fizemos Assim”, pois podemos rever-nos em muitas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos de acabar definitivamente com o “Sempre se fez assim”. Não há outra forma de evoluirmos, de crescermos. Temos de ter um pensamento crítico, uma outra visão, outros objectivos. E aqui, e mais uma vez continuo a insistir, temos de reformar, alterar, seja a designação aquela que lhe queiram dar. Reforma essa que tem que assentar em três grandes eixos, que se encaixam, que se cruzam, que têm de funcionar em ecossistema: simplificação, desburocratização, digitalização. E, isto, m todo o aparelho do Estado, nas estruturas autárquicas, nas empresas públicas, mas também nas empresas privadas, pois não se pense que esta situação acontece só na esfera pública.</p>
<p style="text-align: justify;">É que só assim podemos ambicionar a ter um País Extraordinário.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 239 de Fevereiro de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_719310]]></sapo:autor>
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		<title>Para um Portugal Extraordinário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 10:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Novembro do ano passado escrevi nesta nota, e com rescaldo da Conferência realizada nesse mesmo mês, que Portugal, que nós, somos bons, mas que nos falta ser extraordinários! E volto a insistir. Realmente somos bons, mas podemos ser extraordinários. A questão é: o que nos falta? A reflexão ganhou nova força, durante e depois dessa conferência. Os exemplos apresentados, os testemunhos que foram escritos e o que foi debatido, mostra que temos todas as potencialidades para atingir esse objectivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos últimos anos, escrevemos, debatemos, insistimos, promovemos conferências, fóruns, entrevistas, onde enaltecemos, com dados e exemplos concretos, as qualidades que distinguem o nosso País. Portugal tem talento, tem capacidade de inovação, adaptação, flexibilidade e sectores que demonstram ambição, sofisticação e competitividade internacional. O tecido empresarial português prova diariamente que sabe criar valor, exportar, inovar e competir em mercados exigentes. Há visão estratégica, liderança, empreendedorismo e uma nova geração de empresas que pensa global desde o primeiro dia. O que nos falta, portanto, é escala de ambição, consistência de políticas e uma execução que acompanhe o potencial existente. Já demonstrámos que somos bons. Está na hora de assumir que temos todas as condições para sermos extraordinários.</p>
<p style="text-align: justify;">E nós, aqui na Executive Digest, vamos insistindo, pelo que a próxima Conferência, já agendada para 15 de Abril de 2026, terá como tema “Que Caminhos para um Portugal Extraordinário”.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que, e como se constatou nessa Conferência de Novembro passado, há barreiras e custos de contexto a derrubar. Não fazendo uma lista exaustiva, incidia a minha atenção num: a burocracia. Hoje, não há razão para que tenhamos de ultrapassar tanta burocracia, processos complexos e tempos ilimitados, para obter uma aprovação, uma autorização. Tudo tem de ser mais rápido e eficiente. E aí o Estado tem um papel fundamental, na desburocratização.</p>
<p style="text-align: justify;">Que todos, sem excepção, possamos remar para o mesmo lado, pois todos temos a beneficiar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 238 de Janeiro de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></sapo:autor>
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		<title>Uma necessidade – “Foco”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 10:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos últimos encontros que temos levado a cabo, há uma palavra, uma expressão, que tem sido muito utilizada: foco. A necessidade de nos focarmos. Portugal tem uma elevada capacidade de elaborar diagnósticos, mas dispersamo-nos na forma como tentamos resolvê-los. Queremos crescer mais, ser mais produtivos, atrair investimento, reter talento, reduzir desigualdades, acelerar a transição digital e climática, e muito mais, mas&#8230; tudo ao mesmo tempo. O resultado é o que se sabe. Uma economia permanentemente em esforço, mas raramente em verdadeira aceleração. Falta-nos foco. Um País com a tipologia da nossa economia não pode apostar em tudo ao mesmo tempo, pois arrisca-se a não ter os resultados que se esperam. Corremos, trabalhamos, mas em muitas e diversas direcções. A ausência de prioridades claras traduz-se, assim, em incentivos e esforços dispersos e reformas que ficam a meio caminho. Mudam-se programas, ajustam-se metas, cria-se novas agendas, mas sem continuidade, e, logo, sem a escala necessária. A economia precisa de escolhas estratégicas firmes. Precisamos de optar. Precisamos de decidir onde queremos competir, que sectores podem gerar mais valor acrescentado, que tipo de investimento queremos atrair e que competências devemos desenvolver. Sem estas decisões totalmente esclarecidas, continuaremos a crescer abaixo do nosso potencial, presos a um modelo económico de baixos salários e fraca produtividade, sem um real valor acrescentado. Temos de fazer opções, e isso implica dizer não. Sim a uns caminhos, não a outros. Não há outra alternativa. Foco é a capacidade de concentrar recursos, tempo e energia no que realmente pode transformar a economia. Sem essa capacidade de escolha, sem essa capacidade de tomar opções, iremos continuar em esforço, mas não necessariamente a avançar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 237 de Dezembro de 2025</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Somos bons! Por que não Extraordinários?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/somos-bons-por-que-nao-extraordinarios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 10:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">No passado dia 4 de Novembro desenvolvemos a 29.ª Conferência da Executive Digest, na Culturgest, com o tema “As reformas necessárias e os entraves, as barreiras a derrubar!”. Mais uma vez um grande sucesso, com um conjunto de oradores, apresentações e debate extraordinários, cuja reportagem será publicada na próxima edição.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa das apresentações que tivemos, levada a palco por Nuno Moreira da Cruz, dean da Católica-Lisbon | Executives, foi levantada a seguinte interrogação: “Somos bons. Por que não Extraordinários?”.</p>
<p style="text-align: justify;">É, de facto, uma excelente questão. Se em todos os eventos que levamos a cabo, e também noutros que vão sendo desenvolvidos, enaltecemos as nossas competências, capacidades e características enquanto povo, quais as razões, os motivos, as causas, de não chegarmos a patamares superiores?. Nessa mesma apresentação, Nuno Moreira da Cruz invoca quatros grandes óbices às reformas que têm de ser levadas a cabo, que nos impedem de atingir esses patamares e, de uma vez por todas, agarrarmos e explorarmos todo o nosso potencial: as lideranças inspiradoras, uma narrativa que nos una, os processos, ou a falta deles, e a cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos então a isso, arregacemos as mangas e acção…</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 236 de Novembro de 2025</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_692304]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal, Turismo e não só</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-turismo-e-nao-so/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 10:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Portugal tem no Turismo, no clima ameno, gastronomia, património e hospitalidade, o reconhecimento mundial. Isso é inequívoco. No entanto, tem potencial para se afirmar mundialmente, noutros domínios estratégicos, capazes de reforçar a sua relevância económica e tecnológica. Um desses caminhos é o da inovação e tecnologia. Lisboa e Porto tornaram-se centros de desenvolvimento de startups, atraindo talento e investimento internacional. Empresas portuguesas como a OutSystems, a Feedzai, a Sword Health, a Defined.ai, entre outras, já competem ao mais alto nível global, mostrando que a criatividade e a competência nacionais, podem gerar soluções tecnológicas de impacto mundial. O ecossistema digital português, apoiado por universidades e por um custo de vida competitivo, tem condições ideais para se consolidar como um hub europeu de Inteligência Artificial, software e inovação sustentável. Aliás, Portugal já se posicionou no mercado mundial como um local de criação de hubs, de centros de inovação e investigação, exportando para todo o mundo esse conhecimento. Temos diversos exemplos de multinacionais, cujos centros de desenvolvimento encontram-se instalados em Portugal, com grande sucesso, e com sinais claros de crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, Portugal lidera a transição energética. Com mais de metade da electricidade proveniente de fontes renováveis, o País está a posicionar-se como referência na produção de energia limpa. Esta aposta pode não só garantir independência energética, mas também transformar Portugal num exportador de soluções verdes para a Europa e o Mundo. Complementarmente, o investimento em ciência, biotecnologia e saúde, revela um futuro promissor em investigação aplicada e inovação médica.</p>
<p style="text-align: justify;">E a lista não acaba por aqui, pois temos ainda outras áreas e sectores de actividade, onde o nosso País pode, e se deve, distinguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Portugal tem, assim, a oportunidade de se tornar um exemplo baseado no conhecimento, na sustentabilidade e na inovação. Um País pequeno em dimensão, mas com talento e ambição para ser grande em ideias e impacto global. Agora, é acção…</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 235 de Outubro de 2025</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O estado do “Estado”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-estado-do-estado-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 09:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Ricardo Florêncio Quando se analisa o estado do Estado, o resultado não é nada famoso. Há demasiadas situações que não estão a correr bem. São as crises na educação, na saúde, na segurança social, no campo da justiça, uma certa confusão em organismos do Estado, em que todos se baralham para conseguirmos obter alguns [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando se analisa o estado do Estado, o resultado não é nada famoso. Há demasiadas situações que não estão a correr bem. São as crises na educação, na saúde, na segurança social, no campo da justiça, uma certa confusão em organismos do Estado, em que todos se baralham para conseguirmos obter alguns tipos de aprovações, é a própria gestão do aparelho do Estado que se mantém confusa, burocrática, que causa problemas a ele próprio, o Estado. E este estado do “Estado” não é por falta de recursos. Nem humanos, nem financeiros. Nunca o Estado teve tantos trabalhadores, nem nunca o Estado arrecadou tanto dinheiro em impostos. A pergunta que se impõe é: então, porquê? Porquê este estado do Estado, quando pressupostamente reúne todas as condições para prestar um serviço de excelência aos seus cidadãos, aos seus contribuintes. Não vale a pena ir pelo caminho mais fácil e rápido, que é criticar de imediato os trabalhadores do Estado, pois, tal como na iniciativa privada, existem todos os tipos de colaboradores. A questão é mesmo na organização, nos processos, nas metodologias, na falta de uma análise criteriosa, do que está a mais, do que pode facilitar, agilizar, desburocratizar, na forma de alocar os recursos aos sítios certos e combater energeticamente o status quo do sempre se fez assim, do manter tudo como está, pois é muito mais confortável.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quantos anos andamos a falar neste tema, e há quantos anos se vêm poucos resultados? É altura de começarmos a ver resultados em concreto.</p>
<p><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 234 de Setembro de 2025</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_674845]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Foquemo-nos no Prioritário e Essencial!!!</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/foquemo-nos-no-prioritario-e-essencial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 09:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Temos estado a ser fustigados por notícias (quase) todas com um alto teor negativo: guerras e fogos. Se, sobre as guerras, a nossa capacidade e intervenção e influência é muito escassa, restando-nos a indignação, a revolta, e mesmo a repulsa em relação a tudo o que vai acontecendo, já quanto aos fogos haverá muito a falar. Em primeiro lugar, uma justa homenagem e agradecimento aos bombeiros, outras forças de intervenção, e aos populares, por todo o trabalho e esforço que vêm desenvolvendo no combate a essas calamidades. Mas, por outro lado, não se compreende porque é que se continua a repetir tudo, todos os anos. E muito menos se compreende, porque não se consegue actuar de modo convincente sobre aqueles que incendeiam as florestas, causando uma devastação total, mortes, e prejuízos incalculáveis a diversos níveis, e que nunca serão repostos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além destes horrores, há muito mais. Há muito trabalho a fazer, muitos projectos a desenvolver, muitas decisões e acções. É altura de nos focarmos no prioritário, no essencial, e deixar cair o acessório, os comentários, os “bitaites” (e a expressão não é minha), que só servem para entreter, nada acrescentam e desviam o foco.</p>
<p style="text-align: justify;">Com tudo o que está a acontecer no Mundo, é altura de Portugal se erguer, fazer valer as nossas capacidades, as nossas competências, o nosso valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 233 de Agosto de 2025</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_669441]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Derrubem-se os entraves à reforma do Estado!!!</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/derrubem-se-os-entraves-a-reforma-do-estado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 09:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Para Portugal poder avançar e crescer, temos de acabar da vez com dogmas e ideologias que não fazem qualquer sentido. Basta não pensar no seu umbigo, mas no bem geral, no futuro de Portugal, para se perceber que temos mesmo de avançar, e com rapidez, para uma profunda reforma do Estado e Administração Pública. Para isso, há que derrubar várias barreiras que são autênticos entraves a esta transformação. A primeira é, desde logo, “o sempre se fez assim”, e alguma aversão à mudança, que curiosamente todos estão a favor, desde que não seja na sua área. Temos de ter melhor Estado. Maior ou mais pequeno, o que de facto importa é que tem que ser Melhor. E muitas vezes cai-se na guerra de números. As despesas na área da Saúde e Educação, apenas como exemplos, têm tido subidas acentuadas nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos tido melhor Saúde e melhor Educação? Pois&#8230; Não é despejando sucessivos milhões de euros em cima de algo que não funciona, que o vai pôr a funcionar. A questão é mesmo de organização, planeamento, gestão, desburocratização, simplificação, etc, etc, etc. Temos de derrubar uma série de barreiras, e ultrapassar um conjunto de práticas que deixaram de fazer sentido e que são autênticos “nós górdios” do nosso desenvolvimento. Só assim teremos um melhor Estado, que é fundamental para todos nós, agora, e no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 232 de Julho de 2025</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_651176]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A Reforma do Estado e da Administração Pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 09:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">E no espaço de três anos, tivemos três eleições Legislativas. Esperemos agora que não sejamos chamados tão rapidamente a nova ida às urnas (excluindo aqui que vamos ter as Autárquicas e as Presidenciais no espaço de sete meses). Pois, como já referi anteriormente, Portugal precisa de muita coisa. Precisa de decisões, de acções, de executar os planos e projectos previstos. O que Portugal não precisa, mesmo, é de mais umas eleições Legislativas”. E nesta nova legislatura, nesta nomenclatura de Governo, uma surpresa. Não, porque só agora se chegou à conclusão que era necessário (já há mesmo muito tempo que se fala neste tema), mas porque finalmente se retirou um “elefante da sala”. Falo do Ministério da Reforma do Estado. Há quantos anos se fala da necessidade de levar a cabo uma reforma do Estado? Anos? Décadas? Mas, desta vez, temos um ministro que se vai ocupar directamente deste tema. E há muito que fazer. Desburocratizar, simplificar, acabar com as sobreposições de responsabilidades que muitas instituições têm sobre um determinado assunto, diminuir de forma acentuada os prazos demasiado prolongados que temos ao nível de aprovações, e muito mais. Simplificando e agilizando, teremos um Estado mais eficiente, mais rápido (sem deixar de desempenhar o seu papel de fiscalização) e que só trará benefícios para todos. Para o País, para a Economia, para as empresas, inclusive para o próprio Estado e para todos os seus colaboradores e profissionais e, no final, para todos nós. Faço votos que tenha os maiores sucessos, pois do seu sucesso também vai resultar o nosso.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 231 de Junho de 2025</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_641185]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um tipo de “Plano Draghi para Portugal”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-tipo-de-plano-draghi-para-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 09:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Portugal precisa com alguma urgência de um estilo “Plano Draghi para Portugal”. Em 2004, foi encomendado e apresentado o estudo “Porter”, que constituiu um marco importante na reflexão estratégica sobre a competitividade da economia portuguesa. E o estudo rapidamente identificou diversas fragilidades estruturais, como a baixa produtividade, pouco investimento na inovação, e pouca diversificação, entre outras. Apresentou-se um relatório com diversas acções e. passados 20 anos, poder-se-á dizer que temos uma economia mais competitiva, com maior inovação, diversificação, com mais mercado. Mas, e infelizmente, persistem diversos problemas identificados há 20 anos. Continuamos com taxas de crescimento muito baixas, com pouca criação de riqueza e estamos constantemente a adiar investimentos que são cruciais para o nosso desenvolvimento, Portugal tem caraterísticas e capacidades, para crescer mais, e mais depressa, e criar maior valor acrescentado.</p>
<p style="text-align: justify;">Portugal necessita de um Plano, de um Projeto, estruturante, como uma estratégia baseada em investimento público e privado, apontando claramente quais as áreas e sectores onde devemos investir, onde nos podemos diferenciar, e ter vantagens competitivas. É assim necessário elaborar um “Plano Draghi” para Portugal. Mas na verdade, só valerá a pena levar a cabo este projecto, se houver efectivamente vontade para depois levar avante e concretizar o que venha a ser as suas conclusões.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 230 de Maio de 2025</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_629763]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Uma mudança de cultura… de mentalidade!</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/uma-mudanca-de-cultura-de-mentalidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 09:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Já muito se escreveu, e se disse, que Portugal tem de crescer, que pode crescer e que tem tudo para crescer. Que reúne características, potencialidade e condições especificas, a diversos níveis, para que possa desenvolver-se muito mais depressa. E que muitas vezes dá ideia que só não o fazemos porque não queremos. Mas, para que Portugal possa crescer de forma sustentada e afirmar-se internacionalmente, é imperativo implementar, porventura, a maior mudança de todas. Uma mudança, de cultura, de mentalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma transformação cultural que vai muito mais além de reformas estruturais ou políticas públicas. É uma profunda alteração no modo como pensamos, vivemos, valorizamos e agimos enquanto sociedade. Hoje, vivemos numa atitude de conformismo e de desvalorização do mérito. Há uma tendência para nivelar por baixo, para criticar quem conseguiu destacar-se, para desconfiar do sucesso em vez de o reconhecer como resultado do esforço, trabalho, visão e competência. Esta mentalidade limita o empreendedorismo, a inovação, o talento. Portugal precisa de se libertar da ideia de que é “pequeno”, de que, por alguma razão, é “menor”. Temos de subir nas cadeias de valor. O que é português é bom, é muito bom. E não tem de ser barato para ganhar escala ou mercados. Temos de ser ambiciosos e não nos deixar arrastar por discursos ou visões míopes. Um País que não valoriza os seus melhores exemplos, e que critica e mesmo vilipendia quem se destaca, está a comprometer o seu futuro. Esta mudança de cultura, de mentalidade, passa por educar para a excelência, incentivar e reconhecer publicamente o mérito. É urgente termos um ambiente, um clima, em que seja natural aspirar a mais, e que o sucesso seja natural, elogiado, estimulado e incentivado.</p>
<p style="text-align: justify;">Continuamos a insistir: queremos um País que cresça mais e mais depressa, mais competitivo, com maiores índices de produtividade, com maior criação de riqueza, pois só assim poderemos ter um futuro melhor.</p>
<p><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 229 de Abril de 2025</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_616168]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>As eleições e a Economia…</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/as-eleicoes-e-a-economia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 10:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Escrevo esta nota numa altura em que é anunciado que vamos ter Eleições Legislativas antecipadas em 2025, no dia 18 de Maio. As terceiras Eleições Legislativas no espaço de pouco mais de três anos. O que é um pouco absurdo. Portugal precisa de muita coisa. Precisa de decisões, de acções, de executar os planos e projectos previstos. O que Portugal não precisa mesmo é de mais umas Eleições Legislativas. Os partidos até podem estar preparados. Mas as empresas, os empresários, os gestores, a sociedade, os cidadãos, o País, dispensavam-nas. É óbvio que a Economia vai continuar a funcionar. As empresas, gestores, empresários, sociedade, já deram provas, mais do que evidentes, que podem, e que vão continuar a trabalhar, apesar de toda esta instabilidade política.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, obviamente, também se sabe que não é a mesma coisa. Todos estes processos, estas crises políticas, trazem uma imprevisibilidade adicional ao já complexo panorama com que nos debatemos atualmente, que são factores que podem inibir empresas, gestores, empresários de avançarem com alguns dos seus investimentos. Além disso, estes momentos de paragem trazem atrasos, adiamentos, cancelamentos, que é aquilo exatamente que não podemos ter. Não há tempo a perder.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o impacto ainda pode ser maior, dado que temos um País em que o Estado tem uma presença significativa na Economia. E esse pode ser outro tema a ter em conta para o futuro. De ter menos Estado na Economia. Que o Estado fique com os papéis que deve ter, de regular, de controlar, de verificar, mas não com uma intervenção tão directa na Economia e em tantos sectores de actividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, dispensávamos estas Eleições Legislativas antecipadas de 18 de Maio, mas o caminho faz-se para a frente e as empresas, empresários, gestores, cidadãos, continuarão a trilhar o seu caminho.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 228 de Março de 2025</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_600789]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O efeito “Trump” e a resposta da Europa e Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-efeito-trump-e-a-resposta-da-europa-e-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 10:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos da América em Novembro de 2024, tomou posse a 20 de Janeiro de 2025 e, desde aí, o Mundo mudou. E agora? E agora é a altura para a Europa “acordar” da sonolência em que viveu nas últimas décadas. Mais do que criticar, maldizer, reclamar (ainda que podendo haver algumas razões para isso), o que interessa mesmo é perceber de que forma é que a Europa, e nomeadamente Portugal, podem responder a este novo Mundo, a este desafio, e passar à acção. Mais uma vez, o tema não é novo. Já tinham ocorridos vários alertas, sendo que o Relatório Draghi, apresentado em Setembro do ano passado, foi claro sobre os equívocos e os atrasos que a Europa tinha face aos outros blocos. E o que aconteceu desde aí? Mais uma vez muitas reuniões, muitas conversas, mas, na verdade, pouca acção. Mas olhemos para a frente. E sim, é altura de articularmos uma posição europeia, um plano que englobe todos, mas que se implemente sem mais demoras. Vai ser fácil? Não, não vai, pois a Europa não está propriamente num momento de grande sintonia. E Portugal? Pois Portugal tem de ver em que temas, em que áreas, se pode destacar, dar o seu contributo, e ser mesmo uma alavanca para esse plano. E com quatro temas onde deve incidir a sua especial atenção: transformação, inovação, competitividade e industrialização.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 227 de Fevereiro de 2025</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_586768]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dois grandes desafios &#8211; Regulação e Burocracia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dois-grandes-desafios-regulacao-e-burocracia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 10:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando abordamos os principais intervenientes na economia portuguesa, e lhes questionamos quais os grandes entraves ao nosso desenvolvimento, dois temas costumam surgir nos primeiros lugares. A regulação e a burocracia têm sido apontadas como alguns desses grandes entraves ao desenvolvimento de Portugal. E afirmam que os mesmos, têm verdadeiro impacto negativo no nosso crescimento económico e na nossa competitividade.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito à regulação, é óbvio que tem de haver regras, e quem as verifique que estão a ser implementadas. Mas o excesso das mesmas, a complexidade dos processos administrativos, e até o número de entidades que existem, e em que muitas vezes a regulação parece atrapalhar a própria regulação, frequentemente resultam em entraves, em atrasos ao empreendedorismo, ao investimento, à inovação, às empresas, à economia, à sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à burocracia, o seu peso é sentido em muitas e diversas áreas. As inúmeras entidades pelas quais um processo, um projeto, uma autorização, tem de percorrer, e em que muitas vezes assistimos a uma sobreposição de funções e responsabilidade, leva a atrasos significativos, e muitas vezes inexplicáveis, pois não se entende os seus porquês. E esta situação conjugada com a sobrecarga de requisitos, gera incertezas, e muitas vezes desmotivação, levando à desistência de várias ideias.</p>
<p style="text-align: justify;">E estes dois temas têm de ser prioridades para 2025. Pois a sua resolução assenta na simplificação e desburocratização. Uma regulação mais clara e simplificada, e uma redução do peso da burocracia são fatores críticos para o nosso sucesso, competitividade e crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 226 deJaneiro de 2025</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_573528]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Não se entende o porquê!</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nao-se-entende-o-porque/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 10:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta edição que chega agora às bancas, o tema principal é a reportagem sobre a 27.ª Conferência da Executive Digest que decorreu na Culturgest. Uma Conferência fantástica, onde 12 presidentes, CEO’s, administradores, líderes apresentaram um conjunto de medidas, caminhos e acções que deveriam ser implementadas em Portugal para que crescesse e melhorasse. Se não assistiu, desafio-o a ver as diversas intervenções que estão no nosso site da Executive Digest.</p>
<p style="text-align: justify;">Se todas, ou grande parte, dessas ideias fossem desenvolvidas e implementadas, não tenho dúvidas que daríamos um grande salto na nossa economia e no nosso bem-estar. E, por mais incrível que pareça, não são propostas megalómanas, de muito difícil execução, que obrigam a grandes investimentos. São ideias de estratégias, de posicionamento, de caminhos, de opções, uma boa parte delas quase que diria, de bom senso, e muito de vontade, de querer.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez as mais difíceis de implementar sejam aquelas que podem implicar com a nossa cultura do “sempre se fez assim”, ou com alguma mentalidade vigente do “alinhar por baixo”, ou das “pequenas quintas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a maior dificuldade que temos enfrentado é mesmo no plano da acção, da execução. De colocar em prática estas ideias. Mas isso, só depende mesmo de nós. Por isso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 225 de Dezembro de 2024</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_561944]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Basta querermos!</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/basta-querermos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 10:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Já foram utilizados todos os adjectivos conhecidos para classificar os tempos em que temos vivido. Mas, a verdade é que todos os dias somos confrontados com novos desafios, novas situações, novas realidades, o que nos leva a um desassossego permanente. As guerras e as suas diversas implicações; as eleições americanas e as interrogações que daí decorrem, não só ao nível da geopolítica, mas também no mundo económico e financeiro; a instabilidade política que se vive em alguns países europeus, alguns deles verdadeiros motores da economia europeia, e o que daí nos pode afectar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, há que analisar o relatório Draghi que veio expor de modo claro as fragilidades da Europa, tudo o que a Europa não fez e deveria ter feito nos últimos anos, assim como as suas consequências e aquilo que deverá fazer depressa. Tudo isto são pontos determinantes e que merecem uma reflexão e um debate aprofundado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há outros temas que cabem a nós, e só a nós, aos decisores, aos gestores, levar para a frente, discutir, decidir e agir. Continuamos a ser um País de excelentes oportunidades, que tem características únicas e um elevado potencial. Quais as razões, então, para nas últimas décadas termos crescido tão pouco? Quais os motivos por termos um baixo grau de investimentos?</p>
<p style="text-align: justify;">Estes são outros temas que também merecem reflexão. Mas mais, muito mais importante do que estarmos a apontar o dedo e enumerar responsáveis destas situações, o que interessa para o País e para os portugueses é como podemos avançar? Como podemos crescer mais, e depressa? Como podemos melhorar Portugal?</p>
<p style="text-align: justify;">E é agora que devemos actuar.</p>
<p style="text-align: justify;">Queremos um País que cresça mais, e mais depressa, que seja mais competitivo, com maiores índices de produtividade, com maior criação de riqueza, pois só assim poderemos ter um futuro melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta querermos!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 224 de Novembro de 2024</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_550361]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>As Ideologias e o Racional!</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/as-ideologias-e-o-racional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 10:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=535777</guid>

					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Escrevo esta nota, numa altura em que se discute o Orçamento Geral do Estado para 2025. E talvez muitas pessoas se esqueçam da importância que este documento tem. Não é apenas uma folha de cálculo onde foram inseridos um conjunto de números. Não. Trata-se de um documento que reflecte muito do que se vai passar nos anos seguintes. São as grandes opções, e onde estão apresentadas as regras que vão ser aplicadas na área de rendimentos, na área fiscal, economia, laboral, habitação, saúde, segurança, sociedade, e por aí em diante. Sim, é um documento importante, nomeadamente em Portugal, em que o Estado tem um papel importante e uma participação muito activa na Economia. Por isso deveria ser discutido com toda a racionalidade e deixar toda a carga de ideologia um pouco de lado. Mas, infelizmente, não é isso que acontece. Somos diariamente servidos com episódios, acontecimentos corriqueiros, de guerrilha, de diz que disse, que em nada servem o propósito que deverá ser, o que será melhor para Portugal. O que se deveria estar a discutir era as razões e motivos que levam a que Portugal apenas cresça 2% ao ano nas últimas décadas, e o que fazer para acelerar. Onde deveremos apostar efectivamente para termos uma Economia mais competitiva? Que tipo de infraestruturas nos faltam, que estão a emperrar o nosso desenvolvimento? Como apostar na inovação? Ou na industrialização? Como começar a passar a imagem de um Portugal com produtos de alta qualidade, mas que sejam muito mais valorizados na cadeia de valor? Qual a razão por que temos um baixo nível de investimento? Se a regulação que temos hoje é a adequada, ou se é excessiva e limitadora em diversos sectores. Como reformar o nosso serviço nacional de Saúde, a Justiça, a Educação. Ou seja, há muitos temas sobre os quais deveríamos estar a incidir a nossa atenção e a investir o nosso tempo, deixando de lado quezílias entre pessoas e forças partidárias, que em nada adiantam e acrescentam.</p>
<p><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 223 de Outubro de 2024</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_535777]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O “Relatório Draghi” e as “amarras” da Europa!</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-relatorio-draghi-e-as-amarras-da-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 09:00:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Ricardo Florêncio</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O tão esperado e anunciado Relatório Mário Draghi foi apresentado no início do mês de Setembro. Alguma surpresa no seu conteúdo? Para os mais atentos, talvez não. Apenas, e não é nada pouco nos tempos que correm, colocar por escrito, de uma forma “nua e crua”, uma série de factos, do muito que se vem falando, mas pouco fazendo. Há muito que a Europa tem vindo a perder a sua influência política no Mundo. Mas tinha influência económica. Situação, e poderio, que veio a cair ao longo das últimas décadas. A sua influência nas políticas comerciais globais foi-se desvanecendo. O nível de investimento, a capacidade de inovação, os custos (nomeadamente de matérias-primas e energia) que são praticados na Europa versus os seus “concorrentes”, entre outros factores, levam a uma perda de competitividade. A Europa, hoje, está altamente dependente de outros mercados no que respeita à produção, pois os níveis de investimento na indústria foram caindo, o que, aliado a custos de mão-de-obra e outros recursos mais baixos, as deslocalizou para outras geografias. E se a curto prazo pareceu até ter alguns resultados positivos, hoje conclui-se os efeitos devastadores que traz. E agora, pois agora, e segundo este mesmo relatório, serão necessários 800 mil milhões de euros de investimento anual. Atendendo a que, na verdade, em muito poucos casos, se assistiu a um verdadeiro mercado único europeu, atendendo à diversidade e complexidade dos países que compõem a União Europeia, não será nada fácil quer disponibilizar essas verbas, quer conseguir uma decisão unânime sobre quais os caminhos a percorrer. E, para além de tudo isto, ainda existe uma outra questão que “amarra” a Europa: os níveis de regulação são muitas vezes tão apertados, tão exigentes, que condicionam e fragilizam o tão necessário desenvolvimento. É óbvio que tem de haver regras, mas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 222 de Setembro de 2024</em></p>
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