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	<title>Notícias &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>UE tem nova &#8216;diretiva dos pequenos-almoços&#8221;. Mudam regras para sumos, compotas e mel nos supermercados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 17:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia já começou a aplicar uma nova legislação alimentar que está a provocar mudanças visíveis nos supermercados e na forma como vários produtos do dia a dia são apresentados ao consumidor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia já começou a aplicar uma nova legislação alimentar que está a provocar mudanças visíveis nos supermercados e na forma como vários produtos do dia a dia são apresentados ao consumidor. Conhecida informalmente como a “diretiva dos pequenos-almoços”, esta medida representa uma das alterações regulatórias mais amplas dos últimos anos no setor alimentar europeu.</p>
<p>A nova legislação resulta da Diretiva (UE) 2024/1438, que altera normas anteriores em vigor desde 2001 e obriga todos os Estados-membros a adaptar as respetivas legislações nacionais. Em países como Espanha, essa adaptação foi feita através de um real decreto aprovado em novembro, dentro do prazo estabelecido.</p>
<p>A aplicação efetiva da diretiva começou a 14 de junho de 2026, o que significa que, durante um período transitório, continuam a coexistir produtos já adaptados com outros ainda não atualizados, até esgotamento de stock.</p>
<p><strong>O que muda com a diretiva dos pequenos-almoços</strong><br />
A nova regulamentação europeia incide sobretudo sobre sumos, compotas, geleias, mel e leite em pó, com o objetivo de uniformizar definições e aumentar a transparência para o consumidor. A intenção das instituições europeias é tornar mais clara a composição destes produtos e reduzir ambiguidades na rotulagem.</p>
<p>Nos sumos embalados, por exemplo, passam a surgir indicações mais explícitas sobre o conteúdo real do produto, incluindo esclarecimentos adicionais em versões com baixo teor de açúcar, reforçando a distinção entre diferentes tipos de preparação.</p>
<p><strong>Novas regras para compotas, geleias e marmeladas</strong><br />
A diretiva estabelece critérios mais rigorosos para a definição de produtos à base de fruta. No caso das compotas, estas passam a ser descritas como misturas com consistência gelificada adequada, compostas por açúcares, polpa ou puré de uma ou várias frutas e água.</p>
<p>Além disso, são definidos mínimos obrigatórios de fruta: a compota deve conter pelo menos 450 gramas de polpa ou puré por cada quilo de produto, enquanto a compota extra deve ser feita com, no mínimo, 500 gramas de polpa não concentrada por quilo.</p>
<p>No caso das chamadas “marmelada” de citrinos, a quantidade mínima de fruta não pode ser inferior a 200 gramas por quilo de produto. A legislação permite ainda que a designação especifique o tipo de citrino utilizado, em vez do termo genérico.</p>
<p><strong>Alterações na rotulagem dos sumos</strong><br />
Os sumos de fruta passam a estar sujeitos a regras mais detalhadas de rotulagem, com o objetivo de clarificar a sua composição. Uma das indicações que poderá surgir nos rótulos é a frase de que os sumos “contêm apenas açúcares naturalmente presentes”, reforçando a distinção entre açúcares adicionados e naturais.</p>
<p>A nova regulamentação distingue três categorias de produto: sumos de fruta com baixo teor de açúcar, sumos de fruta com baixo teor de açúcar a partir de concentrado e sumos de fruta concentrados com baixo teor de açúcar. Esta diferenciação pretende facilitar a compreensão do consumidor sobre o tipo de processamento utilizado.</p>
<p><strong>Novas exigências para o mel</strong><br />
No caso do mel, a diretiva introduz a obrigatoriedade de indicar na embalagem o país ou países de origem do néctar, apresentados por ordem decrescente de proporção. Esta informação torna-se obrigatória em toda a União Europeia.</p>
<p>A medida visa aumentar a transparência e reforçar o controlo sobre possíveis práticas de fraude, especialmente em produtos que resultam da mistura de méis de diferentes origens.</p>
<p><strong>Período de transição nos supermercados</strong><br />
A implementação das novas regras está a ser feita de forma gradual, permitindo que produtos fabricados antes da entrada em vigor possam continuar a ser comercializados até ao esgotamento de stock. Por esse motivo, é possível encontrar temporariamente nos supermercados produtos com rotulagens diferentes, consoante o momento da sua produção.</p>
<p>A nova diretiva europeia representa uma mudança significativa na regulamentação de produtos alimentares associados ao pequeno-almoço. Com regras mais rigorosas sobre composição e rotulagem, a União Europeia pretende aumentar a transparência e reforçar a confiança dos consumidores.</p>
<p>Embora muitas das alterações possam parecer subtis, o impacto será progressivo e visível nas prateleiras dos supermercados, com mudanças nos rótulos de sumos, compotas e mel ao longo dos próximos meses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778823]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Hezbollah está numa &#8220;situação muito difícil&#8221; &#8211; exército israelita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 16:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, afirmou hoje que o movimento xitta Hezbollah está numa "situação muito difícil", durante uma visita a tropas destacadas no sul do Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, afirmou hoje que o movimento xitta Hezbollah está numa &#8220;situação muito difícil&#8221;, durante uma visita a tropas destacadas no sul do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;O Hezbollah sofreu um golpe severo e significativo&#8221; e &#8220;está numa situação muito difícil&#8221;, disse o tenente-general Eyal Zamir, citado num comunicado das Forças de Defesa de Israel (FDI).</P><br />
<P>O responsável militar afirmou que o exército estava pronto &#8220;para continuar as operações para impedir a reconstrução&#8221; do movimento libanês apoiado pelo Irão.</P><br />
<P>As forças israelitas no sul do Líbano têm prosseguido a ofensiva, apesar de ter sido declarado um cessar-fogo no sábado, alegando estar a responder a ataques do Hezbollah.</P><br />
<P>Segundo o Ministério da Saúde libanês, mais de 120 pessoas morreram em ataques israelitas nas últimas 48 horas. </P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita afirmou que as forças armadas vão manter-se &#8220;na zona de segurança do Líbano&#8221; e operam &#8220;sem restrições&#8221;, depois de Teerão ter considerado prioritário o conflito entre Israel e Hezbollah nas conversações com os Estados Unidos em curso na Suíça. </P><br />
<P>Segundo o ministro da Defesa, &#8220;todas as conquistas das FDI na campanha no Líbano estão a ser mantidas&#8221;.</P><br />
<P>Israel Katz insistiu que as forças israelitas &#8220;não se vão retirar da zona de segurança no Líbano&#8221;, como tem afirmado o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu.</P><br />
<P>O cessar-fogo no Líbano está previsto no memorando de entendimento assinado na quarta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian.</P><br />
<P>O Irão declarou que a situação no Líbano ia ser o principal tema das conversações com os Estados Unidos a decorrer na Suíça, com a mediação do Paquistão e do Qatar.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, e o presidente do parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, que tem encabeçado as negociações, do lado de Teerão, bem como o vice-presidente dos EUA, JD Vance, participaram no encontro na cidade suíça de Bürgenstock.</P><br />
<P>O exército israelita anunciou no sábado à noite que estava a encerrar as &#8220;operações proativas&#8221; no país, um dia depois de os EUA terem anunciado um novo cessar-fogo, uma vez que o anterior, em vigor desde 17 de abril, nunca tinha sido respeitado. </P><br />
<P>O Irão considera os ataques israelitas no Líbano uma violação de uma cláusula do tratado e da responsabilidade dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Em retaliação, no sábado, as forças armadas iranianas anunciaram que estavam &#8220;a encerrar&#8221; novamente o estreito de Ormuz, uma via navegável crucial por onde transitavam cerca de 20% do petróleo mundial antes da guerra iniciada em 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779357]]></sapo:autor>
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		<title>Adeus à luta com a sombrinha? Novo toldo ajusta-se sozinho ao vento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/adeus-ao-guarda-sol-tradicional-novo-toldo-insuflavel-conquista-as-praias-e-da-sombra-a-quatro-pessoas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 16:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, o guarda-sol foi um dos acessórios indispensáveis para quem procura proteção contra o sol nas praias. Contudo, um novo produto está a captar atenções e a ganhar popularidade graças a um conceito que pretende resolver alguns dos problemas mais comuns associados aos modelos tradicionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, o guarda-sol foi um dos acessórios indispensáveis para quem procura proteção contra o sol nas praias. Contudo, um novo produto está a captar atenções e a ganhar popularidade graças a um conceito que pretende resolver alguns dos problemas mais comuns associados aos modelos tradicionais. O ShadeSock, desenvolvido pela empresa Jobean, apresenta-se como o primeiro toldo ultraleve insuflável pelo vento e promete oferecer mais espaço de sombra, maior estabilidade e uma utilização mais simples em ambiente de praia.</p>
<p>Com a chegada do verão e o aumento da procura por zonas de sombra nas praias, muitos veraneantes continuam a enfrentar dificuldades na instalação dos guarda-sóis convencionais. Entre mastros difíceis de fixar na areia, estruturas instáveis perante o vento e uma área de cobertura limitada, a experiência nem sempre corresponde às expectativas. Foi precisamente para responder a estes desafios que surgiu o ShadeSock, uma solução que dispensa mecanismos tradicionais de abertura e que utiliza a própria força do vento para funcionar.</p>
<p>Segundo o fabricante, o equipamento insufla-se automaticamente através de um sistema patenteado que capta o vento sem o repelir, permitindo manter a estrutura estável e silenciosa. Ao contrário de outras soluções semelhantes, não possui aletas e consegue suportar rajadas de vento até 20 quilómetros por hora. Além disso, incorpora um sistema rotativo de 360 graus que ajusta automaticamente a posição da estrutura à direção do vento, eliminando a necessidade de reajustes constantes por parte dos utilizadores.</p>
<p>Outra das características destacadas pela empresa é a rapidez de montagem. De acordo com a Jobean, o processo demora apenas entre dois e três minutos. Depois de instalado, bastam algumas rajadas de vento para que o toldo fique totalmente insuflado e operacional. O ShadeSock integra ainda duas camadas de tecido com proteção solar UPF 50+, obrigando os raios solares a atravessarem ambos os materiais antes de chegarem aos utilizadores. Segundo o fabricante, esta solução proporciona um nível de proteção superior ao normalmente encontrado em muitos sistemas de sombra convencionais.</p>
<p>Em termos de dimensões, o toldo mede aproximadamente 2,4 metros por 3 metros, oferecendo uma área de sombra suficiente para acomodar confortavelmente até quatro pessoas. A pensar no transporte e armazenamento, o produto é fornecido numa bolsa com compartimentos separados para a estrutura e para os restantes elementos do sistema. O espaço disponível permite ainda guardar objetos habitualmente utilizados na praia, como toalhas, óculos de sol, livros ou brinquedos.</p>
<p>O ShadeSock pesa cerca de quatro quilogramas e está disponível por 279,99 dólares, o equivalente a cerca de 240 euros. O produto é comercializado através do site oficial da Jobean e também em plataformas de comércio eletrónico como a Amazon, onde se encontra atualmente esgotado. A crescente atenção em torno deste acessório tem sido impulsionada pela divulgação de vídeos virais nas redes sociais, especialmente no TikTok, contribuindo para aumentar a curiosidade dos consumidores e para alimentar o debate sobre se o tradicional guarda-sol poderá, no futuro, perder espaço para soluções mais modernas e tecnológicas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778846]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Morreu ex-presidente de Timor-Leste Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 15:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo chefe de Estado timorense e presidente da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), Francisco Guterres "Lu Olo", morreu hoje em Kuala Lumpur, na Malásia, anunciou a família.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo chefe de Estado timorense e presidente da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, morreu hoje em Kuala Lumpur, na Malásia, anunciou a família. </P><br />
<P>Na mensagem, divulgada na página oficial do antigo chefe de Estado na rede social Facebook, a família comunicou com &#8220;profunda tristeza e enorme pesar&#8221; que &#8220;Lu Olo&#8221; &#8220;faleceu hoje no Hospital Prince Court em Kuala Lumpur, Malásia, após ter recebido tratamento médico intensivo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A sua partida representa uma perda para a sua esposa, filhos e toda a família, para a Fretilin, para os seus companheiros de luta e para todos os que partilharam com ele o sonho e a construção de um Timor-Leste livre, democrático e soberano&#8221;, pode ler-se na mensagem.</P><br />
<P>A família remeteu para mais tarde informações relativas às cerimónias fúnebres.</P><br />
<P>&#8220;Pedimos a todos que respeitem a privacidade da família neste momento difícil, unindo-se a nós em oração e prestando homenagem à sua memória, ao seu legado e à sua dedicação ao povo timorense&#8221;, acrescentou a família na mesma mensagem.</P><br />
<P>Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221; foi Presidente de Timor-Leste entre 2017 e 2022 e antigo presidente da Assembleia Constituinte e do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Enquanto presidente da Assembleia Constituinte, &#8220;Lu Olo&#8221; proclamou oficialmente a restauração da independência de Timor-Leste, em 20 de maio de 2002, tendo, depois, dado posse a Xanana Gusmão como Presidente da República.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779356]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Não é lixo, é decoração: ideias para reutilizar telefones fixos antigos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nao-e-lixo-e-decoracao-ideias-para-reutilizar-telefones-fixos-antigos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 15:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, o telefone fixo foi um dos equipamentos mais importantes das casas portuguesas. Ligado por cabo e limitado à realização e receção de chamadas, era um elemento indispensável do quotidiano familiar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, o telefone fixo foi um dos equipamentos mais importantes das casas portuguesas. Ligado por cabo e limitado à realização e receção de chamadas, era um elemento indispensável do quotidiano familiar. No entanto, a popularização dos telemóveis e, mais tarde, dos smartphones, reduziu drasticamente a sua utilidade prática, levando muitos destes aparelhos a serem guardados em arrecadações, gavetas ou sótãos.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol elEconomista.es, apesar de terem perdido protagonismo, os antigos telefones fixos estão a ganhar uma nova vida graças às tendências de reutilização criativa que se multiplicam nas redes sociais e em plataformas de inspiração como o Pinterest. Em vez de serem descartados, muitos utilizadores estão a transformá-los em peças decorativas originais para as suas casas.</p>
<p>Uma das ideias mais populares passa por aproveitar a estrutura exterior do aparelho para criar um suporte decorativo para plantas. Após a remoção dos componentes internos, a carcaça do telefone pode servir de base para pequenos vasos, transformando-se num elemento decorativo invulgar que combina o estilo vintage com a presença de plantas no interior da habitação.</p>
<p>Outra solução consiste em converter o telefone num porta-lápis. O processo é semelhante ao anterior: depois de esvaziar o interior do equipamento, o espaço pode ser utilizado para guardar canetas, lápis e outros materiais de escritório. O resultado é um acessório funcional e distinto, especialmente adequado para secretárias ou espaços de trabalho com uma estética retro.</p>
<p>Para os adeptos de trabalhos manuais mais elaborados, existe ainda a possibilidade de transformar o aparelho numa lâmpada decorativa. Aproveitando a estrutura original do telefone e adaptando componentes elétricos modernos, alguns utilizadores criam peças de iluminação únicas que conjugam design vintage e criatividade. Embora exija mais conhecimentos técnicos, esta é uma das reutilizações mais impressionantes.</p>
<p>Por fim, há quem defenda que a melhor solução é simplesmente manter o telefone como objeto decorativo. Muitos modelos antigos possuem um design que continua a despertar interesse e nostalgia, podendo funcionar como peça de destaque numa sala, escritório ou hall de entrada. Em vez de permanecer esquecido numa caixa, o antigo telefone fixo pode assim ganhar um novo papel na decoração da casa, preservando uma parte da história das telecomunicações domésticas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778710]]></sapo:autor>
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		<title>SÍNTESE: PSD/Congresso: Montenegro mantém porta aberta ao Chega e PS apesar das críticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 14:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O 43.º Congresso Nacional do PSD terminou hoje em Anadia com a aprovação unânime da estratégia de Luís Montenegro, que mantém a porta aberta a negociações com o Chega e o PS, apesar de os rotularem como imobilistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O 43.º Congresso Nacional do PSD terminou hoje em Anadia com a aprovação unânime da estratégia de Luís Montenegro, que mantém a porta aberta a negociações com o Chega e o PS, apesar de os rotularem como imobilistas.</P><br />
<P>O chumbo da proposta do Governo de revisão do Código Laboral, na sexta-feira, através de uma conjugação de votos do Chega com a esquerda parlamentar, nada mudou na estratégia que Luís Montenegro tinha traçada na sua moção e que acabou aprovada por unanimidade no sábado, mas teve impacto no tom da reunião magna.</P><br />
<P>Num congresso que teve de inédito a &#8220;prestação de contas&#8221; de 14 dos 16 ministros do Governo de Montenegro, a tónica dominante das intervenções foi de crítica às posturas do PS e do Chega no plano político, mas sem defesa de ruturas.</P><br />
<P>Uma única voz destoou, a do recém-eleito líder da distrital de Braga, Carlos Eduardo Reis, para quem o Chega &#8220;é inconfiável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não posso acompanhar a ideia de que negociar com o PS é igual a negociar com o Chega&#8221;, disse o líder do PSD/Braga, argumentando que é preciso dialogar com os socialistas, também para os responsabilizar e comprometer.</P><br />
<P>Se dúvidas houvesse quanto ao caminho a seguir face ao partido de André Ventura, após o chumbo da legislação laboral, o secretário-geral desfê-las logo no início da reunião magna. Hugo Soares admitiu que sexta-feira &#8220;foi um dia mau para o país&#8221;, mas que &#8220;não vai mudar nada&#8221; nem alterar o rumo do Governo, que &#8220;tem uma estratégia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu quero dizer ao congresso e ao país: se o Chega e o PS desistiram do país, nós não vamos desistir de os chamar à razão, nós temos de governar e continuar com o dialogo na Assembleia da República&#8221;, acentuou o número dois do PSD, que acumula as funções de secretário-geral e presidente do grupo parlamentar.</P><br />
<P>Também o presidente do PSD, logo na abertura dos trabalhos, defendeu a estratégia de ausência de parceiros preferenciais, mantendo a linha de equidistância política entre Chega e PS, apesar de acusar os dois partidos de preferirem a politiquice à mudança.</P><br />
<P>&#8220;Eu estou tudo menos preocupado com o meu futuro político, sabem que eu sou de assumir o risco, de ousar, de sonhar, não sou de me intimidar&#8221;, disse.</P><br />
<P>A resposta mais direta relativamente ao partido de André Ventura, que colocou a baixa da idade da reforma como &#8220;questão central&#8221; para viabilizar a aprovação das leis do trabalho, aconteceu no discurso de encerramento, quando Montenegro pediu aos portugueses para que &#8220;não se deixem enganar&#8221; pelo Chega, sem referir o nome do partido, avisando que &#8220;baixar a idade das reformas hoje significa cortar pensões amanhã&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro terminou a reunião a anunciar oito medidas, como a criação de um fundo soberano de Portugal para o Estado poder intervir &#8220;em setores estratégicos&#8221; e uma reforma da justiça administrativa e fiscal, classificando-as como &#8220;decisões e novas transformações estratégicas e estruturantes para o futuro&#8221; que serão desenvolvidas a breve prazo. </P><br />
<P>Na tarde do primeiro dos dois dias de trabalhos falaram vários ministros, com destaque para as titulares das pastas do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, e da Saúde, Ana Paula Martins, ambas aplaudidas de pé pelos delegados.</P><br />
<P>Palma Ramalho manifestou-se confiante de que o primeiro-ministro vai insistir na reforma laboral, enquanto Ana Paula Martins assumiu ser impopular, de acordo com os critérios da comunicação social, mas defendeu que a característica essencial é a responsabilidade no cumprimento do programa do Governo.</P><br />
<P>O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, também subiu à tribuna dos oradores para apontar como objetivo eleitoral uma vitória do PSD na autarquia da capital, em 2029, com maioria absoluta.</P><br />
<P>Carlos Moedas, juntamente com o eurodeputado Sebastião Bugalho e o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, foram as novidades anunciadas por Luís Montenegro como novos vice-presidentes do PSD. Hugo Soares continuará como secretário-geral do PSD e Sebastião Bugalho será também porta-voz do partido.</P><br />
<P>O primeiro dia do congresso ficou também marcado por uma homenagem a Francisco Pinto Balsemão, fundador do partido e antigo primeiro-ministro, que morreu no ano passado, aos 88 anos, e pelo regresso de Pedro Santana Lopes à condição de militantes do PSD.</P><br />
<P>Pedro Santana Lopes entrou no congresso poucos minutos antes da meia-noite, com pouco delegados na sala. Falou, depois, para explicar a sua saída do partido em 2018 com discordâncias de fundo face à liderança de Rui Rio e para elogiar o atual líder, Luís Montenegro.</P><br />
<P></P><br />
<P>JPS/PMF // NS</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779355]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump ameaça atacar com mais força se Teerão não travar aliados no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 14:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos ameaçou hoje voltar a atacar o Irão, "mas com mais força", se Teerão não impedir os seus aliados de "causarem problemas" no Líbano, referindo-se ao grupo xiita Hezbollah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos ameaçou hoje voltar a atacar o Irão, &#8220;mas com mais força&#8221;, se Teerão não impedir os seus aliados de &#8220;causarem problemas&#8221; no Líbano, referindo-se ao grupo xiita Hezbollah.</P><br />
<P>&#8220;O Irão deve imediatamente impedir que os seus aliados altamente bem pagos no Líbano causem problemas. Se não o fizerem, atacaremos o Irão com muita força outra vez, tal como fizemos na semana passada, só que com mais força!!&#8221;, escreveu Donald Trump na sua rede Truth Social.</P><br />
<P>O memorando de entendimento para pôr fim à guerra, assinado na quarta-feira passada por Trump e pelo Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, prevê a cessação de hostilidades no Líbano entre Israel e Hezbollah. </P><br />
<P>Apesar de um cessar-fogo ter entrado em vigor no sábado, os combates mantêm-se no sul do Líbano e os ataques israelitas fizeram mais de 120 mortos nas últimas 48 horas, afirmou o Ministério da Saúde libanês. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779354]]></sapo:autor>
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		<title>Centros de dados de IA poderão consumir tanta água como 1.300 milhões de pessoas até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 14:00:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Crescimento acelerado da inteligência artificial está a trazer consigo um desafio ambiental de enorme dimensão. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento acelerado da inteligência artificial está a trazer consigo um desafio ambiental de enorme dimensão. À medida que milhões de pessoas recorrem diariamente a ferramentas de IA e que as empresas aumentam a capacidade de processamento dos seus sistemas, cresce também a pressão sobre os centros de dados que sustentam esta tecnologia. Um dos principais problemas prende-se com o calor gerado por estas infraestruturas, que necessitam de sistemas permanentes de refrigeração para evitar falhas graves ou mesmo danos nos equipamentos.</p>
<p>Tal como acontece com um smartphone quando é utilizado intensivamente, os centros de dados aquecem à medida que executam tarefas complexas e processam quantidades massivas de informação. Para controlar essas temperaturas, a solução mais comum continua a ser a utilização de água. Bikash Koley, vice-presidente de Infraestrutura Global da Google, explicou que este método pode também reduzir o consumo energético das instalações. “Em muitos locais, a refrigeração por água pode reduzir o consumo energético dos centros de dados em aproximadamente 10% em comparação com a refrigeração por ar”, afirmou.</p>
<p>Apesar dessas vantagens operacionais, vários estudos alertam para o impacto que este modelo poderá ter sobre os recursos hídricos globais. Um relatório do Instituto das Nações Unidas para a Água, Ambiente e Saúde conclui que o consumo de água associado ao funcionamento dos centros de dados poderá duplicar até ao final da década. Segundo as projeções, o volume utilizado deverá passar de 4,5 biliões de litros em 2025 para cerca de 9 biliões de litros em 2030, refletindo a rápida expansão das infraestruturas ligadas à inteligência artificial e aos serviços digitais.</p>
<p>Os investigadores destacam que esta quantidade de água equivale às necessidades anuais de aproximadamente 1.300 milhões de pessoas que vivem na África Subsaariana. O relatório sublinha ainda que o problema não pertence apenas ao futuro. Uma investigação recente realizada pela Universidade Livre de Amesterdão concluiu que os sistemas associados à inteligência artificial já consomem anualmente um volume de água semelhante à quantidade total de água engarrafada consumida pela população mundial.</p>
<p>Os impactos desta realidade já são visíveis em vários países. Em Espanha, por exemplo, o megacentro de dados da Amazon localizado em Aragão deverá consumir cerca de 50 milhões de litros de água por ano, um volume comparável ao consumo anual de uma localidade com cerca de mil habitantes. A situação preocupa representantes do setor agrícola. Ángel Estanislao Gálve Andrés, agricultor espanhol e presidente do sindicato COAG Castilla-La Mancha, criticou estes níveis de utilização, afirmando que “os centros de dados consomem aquilo que me parecem quantidades excessivas de água, quando já nos falta para a agricultura e para o consumo humano”.</p>
<p>Além da questão hídrica, os especialistas alertam para o enorme consumo energético destas infraestruturas. O mesmo estudo estima que os centros de dados dedicados à inteligência artificial possam consumir, em 2030, cerca de 945 terawatts-hora (TWh) de eletricidade por ano. Trata-se de um valor equivalente a aproximadamente três vezes o consumo combinado do Paquistão, Bangladesh e Nigéria. À medida que a inteligência artificial se torna cada vez mais presente na economia e na vida quotidiana, os especialistas defendem que o debate sobre os benefícios da tecnologia deve ser acompanhado por uma reflexão séria sobre os seus custos ambientais, particularmente num contexto global marcado pela escassez de água e pela crescente procura de energia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778702]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Livre contra privatização de linhas suburbanas da CP e diz que Montenegro fez &#8220;salto à vara&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:59:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Livre acusou hoje o presidente do PSD de ter feito &#8220;salto à vara&#8221; após ter sido &#8220;derrotado&#8221; na revisão das leis laborais e manifestou-se contra uma eventual privatização das linhas ferroviárias suburbanas da CP. Estas posições foram transmitidas pelo deputado do Livre e ex-candidato presidencial Jorge Pinto no final do Congresso Nacional do PSD, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Livre acusou hoje o presidente do PSD de ter feito &#8220;salto à vara&#8221; após ter sido &#8220;derrotado&#8221; na revisão das leis laborais e manifestou-se contra uma eventual privatização das linhas ferroviárias suburbanas da CP.</P><br />
<P>Estas posições foram transmitidas pelo deputado do Livre e ex-candidato presidencial Jorge Pinto no final do Congresso Nacional do PSD, que decorreu em Anadia, no distrito de Aveiro.</P><br />
<P>&#8220;Este congresso decorreu num velódromo, mas, na verdade, parece que estamos numa pista de atletismo, porque o primeiro-ministro fez salto à vara. Passou por cima daquele que deveria ter sido um dos pontos principais do seu discurso, que é a mudança política que aconteceu esta sexta-feira&#8221;, declarou, numa alusão ao chumbo da proposta do Governo de revisão das leis do trabalho.</P><br />
<P>Com essa votação no parlamento, de acordo com Jorge Pinto, ficou provado o erro da equidistância entre Chega e partidos da esquerda democrática feita pelo primeiro-ministro.</P><br />
<P>&#8220;Mas parece que o primeiro-ministro ainda não aprendeu nada com aquilo que aconteceu na sexta-feira. Este Governo tem uma excelente oportunidade, já na próxima semana, durante a discussão da PSU (Prestação Social Única), para mostrar um bocadinho mais de humildade, tendo esta discussão séria e franca com os outros partidos da Assembleia da República em pé de igualdade. Uma discussão sem o Chega, uma vez mais, como parceiro preferencial ou único&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O deputado do Livre manifestou também oposição à intenção transmitida pelo primeiro-ministro de concessionar &#8220;linhas suburbanas da CP, que são aquelas que precisamente dão lucro&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Também aí se exigia maior clareza por parte de Luís Montenegro&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779353]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD/Congresso: IL contra fundo soberano do Estado para empresas e insiste na reforma laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:49:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A IL pediu hoje ao PSD para insistir na revisão da legislação laboral, não recuando perante &#8220;forças de bloqueio&#8221; da esquerda e Chega, e manifestou oposição à criação de um fundo soberano do Estado para setores estratégicos.</P><br />
<P>Mário Amorim Lopes falava aos jornalistas no fim do Congresso Nacional do PSD, que decorreu em Anadia, no distrito de Aveiro.</P><br />
<P>&#8220;A mensagem que deixamos é que, perante uma reforma que falhe por causa da esquerda e do Chega, a IL irá apresentar medidas que melhorem a vida dos portugueses.</P><br />
<P>&#8220;Apelamos ao PSD que nos acompanhe no ímpeto reformista, não recue, não se resigne, não desista de apresentar reformas que melhorem a vida dos portugueses e não deixe que esquerda e o Chega &#8212; partido este que hoje em dia está cada vez mais à esquerda &#8211; sejam forças de bloqueio para a mudança do país&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O líder parlamentar da IL disse ter ouvido atentamente o discurso primeiro-ministro, aqui na qualidade presidente do PSD, relativamente à ideia de constituir um fundo soberano para intervir em empresas que possam ser estratégicas&#8221;.</P><br />
<P>Um ponto em que manifestou absoluta discordância: &#8220;Nesse preciso momento, confesso que fiquei na dúvida se estava a ouvir um discurso de Pedro Nuno Santos ou mesmo de Luís Montenegro&#8221;:</P><br />
<P>&#8220;A ideia de ter um Estado acionista já foi experimentada. Ainda estamos a pagar por ela. Aliás, o próprio Governo ainda está a resolver o problema da TAP, que decorre dessa ideia de ter o Estado à frente de empresas estratégicas&#8221;, apontou Mário Amorim Lopes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779352]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD/Congresso: Chega disponível para &#8220;diálogo concreto&#8221; devolve acusação de &#8220;falta de coragem&#8221; a Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:42:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A dirigente e deputada do Chega Rita Matias afirmou hoje que o seu partido está disponível para um "diálogo concreto" com o PSD e devolveu ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, a acusação de "falta de coragem".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A dirigente e deputada do Chega Rita Matias afirmou hoje que o seu partido está disponível para um &#8220;diálogo concreto&#8221; com o PSD e devolveu ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, a acusação de &#8220;falta de coragem&#8221;.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, em representação do Chega, no fim do 43.º Congresso Nacional do PSD, no Velódromo de Sangalhos, em Anadia, no distrito de Aveiro, Rita Matias considerou que Luís Montenegro fez um discurso de encerramento &#8220;pouco animado, para quem diz que quer fazer Portugal melhor&#8221;, sem &#8220;propostas estruturais&#8221;.</P><br />
<P>Interrogada se pensa que o PSD pode perder a confiança no Chega, depois da rejeição da proposta do Governo de revisão do Código de Trabalho na sexta-feira, Rita Matias respondeu: &#8220;Creio que não. Nós já tivemos vários entendimentos em várias matérias&#8221;. Entre outros exemplos, apontou as leis da nacionalidade e sobre a entrada de estrangeiros no território nacional.</P><br />
<P>&#8220;O PSD poderá continuar a continuar com o Chega para o diálogo, mas tem que saber que tem que existir um diálogo concreto. Não pode existir apenas uma encenação de negociação&#8221;, afirmou a deputada, para quem &#8220;o país real está agradecido&#8221; por o Chega ter chumbado o pacote laboral por não ver aceite a exigência a descida da idade de reforma.</P><br />
<P>A dirigente do Chega &#8212; que assinalou as referências ao seu partido feitas no decurso do Congresso do PSD &#8212; argumentou que &#8220;houve mais do que oportunidade&#8221; para se tentar convergir quanto à legislação laboral desde que o Governo apresentou o seu anteprojeto, no ano passado.</P><br />
<P>&#8220;Mas não houve realmente essa vontade política&#8221;, alegou, acrescentando: &#8220;Luís Montenegro falava em falta de coragem. Se houve falta de coragem foi por parte de Luís Montenegro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, se existir vontade política, nós temos caminhos a fazer, por um Portugal genuinamente melhor, e com entusiasmo &#8212; não com esta falta de entusiasmo que nós vimos neste discurso&#8221;, reforçou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779351]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: JD Vance saúda &#8220;encontro histórico&#8221; e quer &#8220;mudança permanente&#8221; nas relações na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente dos Estados Unidos, que lidera a equipa negocial nas conversações com o Irão a decorrer na Suíça, saudou hoje um "encontro histórico" e defendeu uma "mudança permanente" nas relações no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente dos Estados Unidos, que lidera a equipa negocial nas conversações com o Irão a decorrer na Suíça, saudou hoje um &#8220;encontro histórico&#8221; e defendeu uma &#8220;mudança permanente&#8221; nas relações no Médio Oriente.</P><br />
<P>As conversações que arrancaram já na cidade suíça de Bürgenstock entre EUA e Irão, mediadas pelo Paquistão e Qatar, são &#8220;um encontro histórico&#8221; com vista a &#8220;promover paz e prosperidade para todos&#8221;, declarou à imprensa o número dois da administração norte-americana.</P><br />
<P>Vance destacou que o objetivo é encontrar uma &#8220;resolução diplomática para vários temas que interessam aos americanos e ao mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A abertura do estreito de Ormuz, o fim do programa nuclear iraniano, estas coisas já foram feitas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;A questão agora é quanto mais podemos alcançar juntos. Podemos mudar as relações no Médio Oriente de forma permanente, ou voltamos a fazer as coisas como sempre aconteceu, o que não é a nossa preferência, mas certamente algo que pode acontecer&#8221;, avisou.</P><br />
<P>O objetivo do Presidente norte-americano, Donald Trump, é &#8220;um cessar-fogo total na região&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>A reunião está a decorrer na sequência do memorando de entendimento assinado na quarta-feira passada por Trump e o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, para pôr fim à guerra no Médio Oriente e que prevê um prazo de 60 dias para as duas partes debaterem temas como a reabertura do estreito de Ormuz e o programa nuclear iraniano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779350]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSD/Congresso: Montenegro anuncia criação de fundo de soberano e reforma da justiça administrativa e fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:09:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD e primeiro-ministro anunciou hoje a criação de um fundo soberano de Portugal para o Estado poder intervir "em setores estratégicos" e uma reforma da justiça administrativa e fiscal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD e primeiro-ministro anunciou hoje a criação de um fundo soberano de Portugal para o Estado poder intervir &#8220;em setores estratégicos&#8221; e uma reforma da justiça administrativa e fiscal.</P><br />
<P>Estas foram duas das oito áreas em que Luís Montenegro anunciou que o Governo irá avançar com medidas em breve, no discurso de encerramento perante o 43.ª Congresso do PSD em Anadia (Aveiro).</P><br />
<P>A execução do fundo de catástrofes já anunciado, um novo regime jurídico para o arrendamento ou a criação de um regime de incentivos ao desempenho na função pública foram outros dos anúncios.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779349]]></sapo:autor>
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		<title>Afinal, como sabem os pombos-correio voltar a casa? A resposta pode estar no fígado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os pombos-correio continuam a intrigar os cientistas devido à sua extraordinária capacidade de orientação, que lhes permite regressar a casa a partir de locais desconhecidos e situados a centenas de quilómetros de distância.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os pombos-correio continuam a intrigar os cientistas devido à sua extraordinária capacidade de orientação, que lhes permite regressar a casa a partir de locais desconhecidos e situados a centenas de quilómetros de distância. Apesar de décadas de investigação, o mecanismo exato que permite a estas aves navegar com tanta precisão permanece um dos maiores mistérios da biologia animal. Agora, um novo estudo publicado na revista científica Science apresenta uma hipótese inesperada que poderá alterar significativamente a forma como a comunidade científica encara este fenómeno.</p>
<p>Até agora, as principais explicações apontavam para estruturas como o bico, os olhos ou o ouvido interno como responsáveis pela deteção do campo magnético terrestre, utilizado pelas aves para se orientarem. No entanto, a nova investigação sugere que parte deste sistema poderá estar localizada no fígado. Segundo os autores do estudo, determinados macrófagos — células do sistema imunitário carregadas de ferro — poderão funcionar como sensores magnéticos, reagindo ao campo magnético da Terra e transmitindo informação relevante para a orientação das aves.</p>
<p>De acordo com a investigação, estas células especializadas poderão desempenhar um papel particularmente importante quando as referências visuais são limitadas ou inexistentes, como acontece em condições de nevoeiro ou de fraca visibilidade. Os cientistas acreditam que estes macrófagos ricos em ferro podem ajudar os pombos a manter o rumo quando não conseguem recorrer à posição do Sol ou a outros elementos visuais da paisagem, transformando o fígado numa peça potencialmente central do sistema de navegação destas aves.</p>
<p>Para testar esta hipótese, os investigadores realizaram experiências com 34 pombos. A 18 aves foi administrada uma substância destinada a reduzir o número destes macrófagos, enquanto as restantes 16 não receberam qualquer tratamento. Os resultados mostraram que os pombos sujeitos à redução destas células apresentaram dificuldades de orientação em condições de nevoeiro. Em contraste, as aves não tratadas conseguiram regressar ao seu pombal, localizado a cerca de 19 quilómetros de distância, em aproximadamente 70 minutos. Contudo, quando os testes foram realizados em dias de céu limpo, até os pombos tratados conseguiram encontrar o caminho de volta, sugerindo que este mecanismo poderá funcionar apenas como um sistema complementar quando as referências visuais falham.</p>
<p>Apesar do entusiasmo gerado pelos resultados, a investigação não convenceu todos os especialistas. Gregory Nordmann, investigador do Instituto Max Planck de Inteligência Biológica, na Alemanha, manifestou reservas relativamente à nova hipótese. “Os pombos são animais extremamente visuais. Para um voo de 20 quilómetros, surpreender-me-ia que dependessem da informação magnética”, afirmou. O investigador considera que existe uma explicação alternativa mais simples, defendendo que “o tratamento modifica as capacidades cognitivas, a motivação ou a acuidade visual” das aves, mantendo-se favorável à teoria que atribui um papel central ao ouvido interno.</p>
<p>Os próprios autores reconhecem que continuam a existir questões fundamentais por esclarecer. Ainda não se sabe de que forma o sinal gerado por estes macrófagos seria transmitido ao cérebro, nem se os resultados observados em ambiente experimental se reproduzem exatamente no organismo vivo e à temperatura corporal normal das aves. Ainda assim, os investigadores consideram que a descoberta abre uma nova linha de investigação para compreender um dos fenómenos mais fascinantes do reino animal: a capacidade dos pombos-correio de encontrar o caminho para casa com uma precisão que continua a desafiar a ciência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778812]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Montenegro coloca transformação em oposição a agarrados ao passado e a interesses de momento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD colocou hoje em oposição a vontade transformadora do seu Governo, defendendo que tem um caminho de modernização, mesmo com incompreensões, com uma oposição agarrada ao passado ou às conveniências de momento.</P><br />
<P>Este dualismo político foi traçado por Luís Montenegro no discurso com que encerrou o Congresso Nacional do PSD, em Anadia, distrito de Aveiro, durante o qual, perante a chefe da Casa Civil do Presidente da República, Cláudia Ribeiro, também acentuou a sua vontade de manter uma &#8220;colaboração estratégica e construtiva&#8221; com o chefe de Estado, António José Seguro.</P><br />
<P>Do ponto de vida político, o primeiro-ministro procurou demarcar-se tanto do PS, como do Chega.</P><br />
<P>&#8220;Escolhemos construir soluções e governar, porque governar significa olhar para além do momento mais mediático. Governar significa pensar nas consequências das decisões, a curto, a médio e a longo prazo&#8221;, começou por dizer.</P><br />
<P>De acordo com Luís Montenegro, &#8220;o PSD nunca escolheu o imobilismo, nunca escolheu o cálculo cínico de esperar pelo melhor momento para agir. Escolheu sempre a responsabilidade da transformação &#8211; e essa continua a ser a nossa missão&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>A seguir, foi mais específico na linha de demarcação política que apresentou.</P><br />
<P>&#8220;Ao longo dos últimos meses, fomos confrontados com uma realidade política que todos conhecem:Sempre que surge uma reforma para responder aos desafios do futuro, logo aparecem forças políticas disponíveis para a travar. Por vezes até obstinadas em fazer com que tudo fique na mesma&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Algumas dessas forças políticas, de acordo com o líder do executivo, &#8220;continuam presas a modelos que pertencem ao passado e não têm futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Outras parecem preferir quase sempre a conveniência do momento à responsabilidade do longo prazo. Nós, no Governo, na AD, fizemos uma escolha diferente&#8221;, sustentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779348]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Montenegro avisa que baixar idade das reformas hoje seria cortar pensões amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:54:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD pediu hoje aos portugueses que "não se deixem enganar" pelo Chega, sem referir o nome do partido, avisando que "baixar a idade das reformas hoje significa cortar pensões amanhã".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD pediu hoje aos portugueses que &#8220;não se deixem enganar&#8221; pelo Chega, sem referir o nome do partido, avisando que &#8220;baixar a idade das reformas hoje significa cortar pensões amanhã&#8221;.</P><br />
<P>No discurso de encerramento perante o 43.ª Congresso do PSD, que decorreu no Velódromo de Sangalhos em Anadia (distrito de Aveiro), Luís Montenegro reafirmou o compromisso expresso na sua primeira campanha eleitoral para as legislativas de que se demitiria caso tivesse de baixar as pensões.</P><br />
<P>&#8220;Este é mesmo um princípio e um valor inegociáveis: cuidar do bem estar de quem cá está, mas cuidar também dos vindouros é um principio que, do nosso ponto de vista, é inegociável&#8221;, afirmou, numa referência à negociação da lei laboral que acabou chumbada com os votos da esquerda e do Chega.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779347]]></sapo:autor>
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		<title>Alemanha e Países Baixos devolvem 2.000 objetos roubados durante o colonialismo &#8211; Gana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:48:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Alemanha e os Países Baixos comprometeram-se a devolver ao Gana cerca de 2.000 objetos de valor cultural que foram saqueados durante o período colonial, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros ganês, Samuel Okudzeto Ablakwa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Alemanha e os Países Baixos comprometeram-se a devolver ao Gana cerca de 2.000 objetos de valor cultural que foram saqueados durante o período colonial, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros ganês, Samuel Okudzeto Ablakwa.</P><br />
<P>Em declarações publicadas na rede social Facebook e divulgadas pelos meios de comunicação locais, Ablakwa refere que os dois países europeus fizeram o anúncio esta semana numa conferência de alto nível realizada na capital ganesa, Acra, sobre a escravatura dos africanos durante o comércio transatlântico de escravos.</P><br />
<P>De acordo com o ministro, o Governo do Gana &#8220;acolhe com agrado o louvável anúncio dos Países Baixos e da Alemanha (&#8230;) de que estão dispostos a devolver ao Gana cerca de 2.000 artefactos e objetos de importância cultural que foram saqueados&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Ablakwa, os embaixadores dos Países Baixos e da Alemanha apresentaram um &#8220;catálogo dos tesouros que serão devolvidos&#8221; ao Presidente do Gana, John Dramani Mahama.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, também pediu desculpa pelo papel daquele país na escravatura transatlântica e comprometeu-se a &#8220;ajudar a preservar os castelos que construíram, como um esforço de boa-fé para evitar o esquecimento histórico, promover a verdade e garantir que tal não se repita&#8221;, disse o chefe da diplomacia ganesa.</P><br />
<P>&#8220;Aplaudimos a atitude positiva em matéria de restituição que começamos a testemunhar por parte dos nossos parceiros internacionais na Europa, desde a adoção da resolução histórica da ONU impulsionada pelo Gana&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Gana realizou, entre quarta e sexta-feira passadas, uma conferência de alto nível para analisar os próximos passos na sequência da adoção pela ONU, em março, de uma resolução histórica que classificou o comércio transatlântico de escravos como o &#8220;crime mais grave contra a humanidade&#8221;.</P><br />
<P>Estiveram presentes, entre outros, os presidentes do Gana, da Libéria, Joseph Boakai, da Namíbia, Netumbo Nandi-Ndaitwah, e do Senegal, Bassirou Diomaye Faye, bem como a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, e o presidente da Comissão da União Africana, Mahamoud Ali Youssouf. </P><br />
<P>Numa declaração, estes líderes exigiram &#8220;desculpas formais&#8221; e reparações aos antigos países traficantes de escravos africanos.</P><br />
<P>Embora o tráfico transatlântico histórico tenha terminado no século XIX, persiste atualmente a escravatura moderna, que se manifesta no trabalho forçado, no tráfico de pessoas, no casamento forçado, na exploração infantil e na escravatura imposta pelo Estado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779346]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Qatar anuncia grupos para vigiar aplicação do acordo no início das conversações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:44:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Qatar, mediador nas negociações entre Estados Unidos e Irão para pôr fim à guerra, anunciou hoje a criação de "grupos de acompanhamento" para vigiar a aplicação do acordo, no arranque das conversações na Suíça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Qatar, mediador nas negociações entre Estados Unidos e Irão para pôr fim à guerra, anunciou hoje a criação de &#8220;grupos de acompanhamento&#8221; para vigiar a aplicação do acordo, no arranque das conversações na Suíça. </P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) do Qatar afirmou que vão ser criados &#8220;grupos técnicos especializados para negociar os termos do acordo final, que abrangerá todos os aspetos do memorando de entendimento&#8221;, com 14 pontos, assinado na semana passada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian. </P><br />
<P>Serão igualmente criados &#8220;grupos de acompanhamento para supervisionar a aplicação do memorando até à conclusão do acordo final&#8221;, indicou Doha, em comunicado.</P><br />
<P>O Qatar tinha já anunciado o início formal da cimeira do lago Lucerna, a primeira reunião entre as equipas dos Estados Unidos e do Irão.</P><br />
<P>O vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o presidente do parlamento Iraniano, Mohamed Bagher Ghalibaf, lideram, respetivamente, as delegações que participam nas reuniões mediadas pelo Qatar e pelo Paquistão no castelo suíço de Bürgenstock.</P><br />
<P>O memorando de entendimento define um prazo de 60 dias para as negociações, que incluem a reabertura do estreito de Ormuz, bloqueado por Teerão, na sequência dos ataques israelo-americanos no fim de fevereiro, e o programa nuclear iraniano.</P><br />
<P>O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar, Majid bin Mohammed al Ansari, saudou &#8220;o compromisso de todas as partes em conduzir o processo de negociação de boa-fé, com o objetivo de alcançar um acordo abrangente e sustentável&#8221;.</P><br />
<P>As negociações são ensombradas pela continuação da ofensiva israelita no sul do Líbano, apesar de um novo cessar-fogo em vigor desde sábado, e o novo encerramento do estreito de Ormuz declarado pelo Irão no sábado em retaliação a esses ataques.</P><br />
<P>Al Ansari reiterou &#8220;o total apoio do Estado do Qatar a todos os esforços destinados a alcançar o sucesso das negociações e alcançar um acordo final que promova a paz, segurança, estabilidade e prosperidade sustentáveis na região&#8221;.</P><br />
<P>Também a imprensa oficial iraniana relatou o arranque das conversações.</P><br />
<P>&#8220;Uma reunião tripartida envolvendo o Irão, os Estados Unidos e o Qatar sobre os temas de um cessar-fogo abrangente no Líbano e ativos iranianos congelados está atualmente a decorrer no local das negociações&#8221;, avançou a televisão estatal iraniana.</P><br />
<P>Teerão colocou o cessar-fogo no Líbano no topo da agenda dos encontros, enquanto Israel já garantiu que vai manter as forças no sul do país vizinho e que estas vão poder operar &#8220;sem restrições&#8221; perante ameaças.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779345]]></sapo:autor>
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		<title>Benfica a uma vitória do 13.º título nacional consecutivo de hóquei feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Benfica venceu hoje o Gulpilhares, por 7--0, no primeiro jogo da final do play-off do campeonato feminino de hóquei em patins e ficou a apenas um triunfo da revalidação do título nacional da modalidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	O Benfica venceu hoje o Gulpilhares, por 7&#8211;0, no primeiro jogo da final do play-off do campeonato feminino de hóquei em patins e ficou a apenas um triunfo da revalidação do título nacional da modalidade.</P><br />
<P>	As encarnadas começaram a vencer logo aos 04 minutos após golo de Maria Sofia Silva, que voltaria a marcar aos 26 e 39. Raquel Santos, Sofia Moncóvio, com dois tentos cada, seriam as autoras dos restantes golos da equipa campeão nacional.</P><br />
<P>	O Benfica fica assim a uma vitória do título nacional que vencem consecutivamente desde a época de 2012/13.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779344]]></sapo:autor>
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		<title>Entradas, gelo, copos de água (e não só): Atenção a estas regras nos restaurantes e não se deixe enganar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando detetar, na conta do restaurante, as entradas que não pediu, não poderá reclamar. Se não está interessado em consumir o que está na mesa, alerte o empregado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="content-intro-journalistic content-intro-journalistic-main" data-type="ALineContentIntroJournalisticController" data-rendering="ContentIntroJournalisticMain">
<div class="panel panel--secondary padding-large panel--fat-titles panel--fontsize-large">
<div class="content-lede__text">
<p>Quando detetar, na conta do restaurante, as entradas que não pediu, não poderá reclamar. Se não está interessado em consumir o que está na mesa, alerte o empregado. Veja ainda se o gelo ou os copos de água no restaurante podem ser cobrados, segundo a DECO PROTeste.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="" data-type="ALineSectionRendererController" data-rendering="SectionRenderer" data-datasource="707d7ffe-7114-48ad-af6c-69257d4d08bb">
<div class="wysiwyg">
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<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="2f750dde-aee0-4597-9e22-2b8a8395374e">
<div class="wysiwyg" data-selector="paragraph-content search-content-scraper">
<p>O cliente<strong> </strong>de um restaurante<strong> </strong>pode recusar pagar o <em><strong>couvert</strong></em> que não pediu, mesmo que o consuma? Não pode, porque consumir faz a diferença.</p>
<p>Algumas atitudes do proprietário do restaurante podem revelar falta de boa-fé. Mas o consumidor pode ser acusado do mesmo. Não querer pagar um bem consumido seria um abuso de direito.</p>
<p>E que dizer da cobrança de copos de água, gelo ou da taxa para aquecer a comida do bebé ou partilhar uma sobremesa? Veja quais as regras.</p>
<h2>Nenhum alimento pode ser cobrado se não for consumido</h2>
<p>A <strong>lista de preços deve indicar</strong> que: “Nenhum prato, produto alimentar ou bebida, incluindo o <em>couvert</em>, pode ser cobrado se não for solicitado pelo cliente ou por este inutilizado.” Neste caso, a expressão “inutilizado” refere-se a <strong>consumido </strong>ou <strong>manipulado</strong>, de forma que já não possa ser servido a outros clientes.</p>
<p>A partir do momento em que as <strong>entradas escolhidas e encomendadas pelo cliente</strong> chegam à mesa, as mesmas não podem ser trocadas ou devolvidas.</p>
<p>Colocar na mesa <strong>aperitivos que o cliente não pede</strong> ou trazer uma garrafa<strong> </strong>nova para encher um copo<strong> </strong>vazio são algumas das práticas comerciais mais agressivas de muitos restaurantes. Se não está interessado, nada o impede de alertar o funcionário para retirar os produtos.</p>
<h2>Preçários e outras informações devem estar claros</h2>
<p>O nome, a entidade exploradora, o tipo de estabelecimento e a capacidade máxima estão entre os principais elementos que devem ser exibidos num local bem visível. A informação de que existe um consumo mínimo obrigatório num bar ou num espaço de dança, por exemplo, também deve estar bem exposta desde o exterior.</p>
<p>Nos estabelecimentos de restauração ou de bebidas devem existir listas de preços disponíveis para os clientes, na entrada do estabelecimento e no seu interior, que estejam redigidas obrigatoriamente em português. Isto não impede que sejam também escritas noutras línguas.</p>
<p>O<strong> <em>couvert</em> </strong>diz respeito ao conjunto de alimentos ou aperitivos identificados na lista de produtos como <em>couvert</em>, que sejam fornecidos a pedido do cliente,antes do início da refeição. Não tocou nas entradas? Ao pedir a conta, confirme se são cobradas. Pelo sim, pelo não, avise logo que não as quer.</p>
<p>O preçário deve referir todos os pratos, os produtos alimentares e as bebidas que o estabelecimento forneça, incluindo os do <em>couvert</em>. Todos os preços devem ser mencionados na totalidade (por exemplo,com IVA e em euros), de maneira que os consumidores saibam exatamente quanto têm de pagar.</p>
<p>No <strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/noticias/podem-cobrar-amanhar-peixe-cortar-carne" target="_blank" rel="noopener">preçário devem constar igualmente todos os serviços</a> e taxas cobrados</strong> no restaurante. Alguns estabelecimentos cobram, por exemplo, taxas por partilha de refeições ou pela existência de música ao vivo. Muitas situações não estão previstas na lei. Isto significa que, legalmente, desde que as taxas constem do preçário, nada impede os restaurantes de as cobrarem. Assim, mesmo que não concorde, terá de pagá-las. Caso o preçário não mencione um preço para estes serviços, então poderá recusar-se a pagá-los. Convém, por isso, que consulte atentamente o preçário antes de fazer o seu pedido.</p>
<p>Os estabelecimentos de restauração podem recusar pagamentos com aplicações móveis, cartões de débito ou de crédito. <strong>O dinheiro é o único meio de pagamento que não pode ser recusado</strong>. Não existe obrigatoriedade de o restaurante ter afixada informação sobre os meios de pagamentos que aceita, embora seja considerada uma boa prática que tal esteja indicado de forma clara e visível.</p>
<h2>Só paga pelo que pede ou consome</h2>
<p>Não é permitida a cobrança de taxa, consumo mínimo, preço ou qualquer outro valor que não tenha correspondência a bens ou serviços usufruídos pelo consumidor no restaurante. Caso uma cobrança deste tipo (por exemplo, uma taxa de desperdício) lhe seja exigida, pode questionar a entidade sobre o fundamento legal da cobrança.</p>
<p>Se considerar que os seus direitos enquanto consumidor são postos em causa, pode apresentar uma reclamação formal. A reclamação eletrónica apresenta vantagens relativamente à tradicional. Pode, ainda, expor a sua queixa no <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2026" target="_blank" rel="noopener">portal Reclamar</a>.</p>
<h2>Restaurantes podem cobrar pelo gelo na bebida?</h2>
<p>Os estabelecimentos de restauração ou bebidas podem cobrar pelo gelo (ou pelo limão, por exemplo) que costuma acompanhar certas bebidas, mas apenas se o respetivo preço estiver expressamente previsto no preçário. A mesma indicação de cobrança deve estar exposta para quaisquer outros extras que sejam cobrados.</p>
<h2>Que dizer da taxa por partilha de sobremesa ou para servir um vinho?</h2>
<p>Os restaurantes podem cobrar uma taxa por disponibilizar os talheres para a partilha de uma sobremesa, ou os copos para servir um vinho trazido de casa (a <strong>chamada &#8220;taxa de rolha&#8221;</strong>), sendo que ao preço exibido acresce o IVA. Contudo, neste caso, a cobrança só é permitida se houver correspondência direta com o serviço prestado. E a taxa do respetivo serviço tem de constar explicitamente do preçário. Lembre-se, ainda, de que o restaurante só pode cobrar o serviço caso este tenha sido solicitado pelo consumidor.</p>
<p>Quando fizer o pedido, deixe bem claras as suas intenções. Por exemplo, diga ao funcionário que a sobremesa é para partilhar. Em caso de dúvida, questione se será cobrado algum extra por esse motivo.</p>
<h2>Pode ser cobrada gorjeta?</h2>
<p>A gratificação de serviços (ou seja, o pagamento de gorjeta) não é obrigatória em Portugal. A decisão de gratificar é, por isso, do cliente, por exemplo, se ficar agradado com a qualidade da refeição e do serviço. Não é considerada uma boa prática a sugestão de gorjeta através da inclusão do valor da mesma no talão de caixa ou na lista de preços. Caso a mesma lhe seja apresentada, <strong>pode recusar o pagamento</strong>.</p>
<h2>Restaurantes podem cobrar por copos de água?</h2>
<p>No setor da restauração (por exemplo, em restaurantes, cafés ou bares), é<strong> obrigatório ter água da torneira e copos não descartáveis </strong>higienizados à disposição dos clientes. Esta água destina-se a ser consumida no espaço e é disponibilizada aos clientes que estão a consumir no estabelecimento. A lei não obriga os restaurantes a disponibilizarem gratuitamente água a outros consumidores que não estejam a usufruir dos bens e serviços prestados pelo estabelecimento.</p>
<p>A disponibilização de água deve ser gratuita, não podendo haver qualquer cobrança, mesmo que o valor exigido seja inferior ao da água embalada.</p>
<h2>Garrafas com água filtrada podem ser cobradas?</h2>
<p>A cobrança de água filtrada engarrafada num restaurante só é aceitável se tal constar claramente do preçário. Para tal, não basta que a descrição do produto refira somente “água”, pois essa designação não é suficientemente clara. O preçário deve indicar claramente &#8220;Água filtrada&#8221; e indicar o respetivo preço.</p>
<h2>Posso aquecer comida de fora no restaurante?</h2>
<p>Há restaurantes que aceitam. Alguns até aquecem a comida e disponibilizam pratos e talheres. Outros podem aceitar, mas apenas mediante o pagamento de uma taxa. Há, ainda, certos estabelecimentos que não o permitem por uma questão de segurança alimentar.</p>
<p>A lei não obriga os restaurantes a aceitar, mas nada os impede de deixar entrar comida de fora. Trata-se de uma questão comercial. Não deixarem entrar <strong>comida de bebés ou alimentos para pessoas com restrições alimentares</strong> (celíacos ou quaisquer outras intolerâncias), por exemplo, pode não ser bem aceite pelos clientes que precisarem de o fazer.</p>
<p>A generalidade dos restaurantes não dispõe de pratos adequados a crianças nos primeiros anos de vida e não está preparada para confecionar comida para clientes com restrições alimentares. Mas, em alguns casos, pode mesmo não haver outra solução senão levar comida.</p>
<p>Se a sua refeição for sujeita a marcação prévia e tencionar levar comida consigo por algum motivo atendível, o ideal será questionar o restaurante logo no momento da marcação ou à chegada do restaurante. Quaisquer taxas que o restaurante pretenda cobrar para aquecer a comida que vem de fora, por exemplo, deverão estar expressamente enunciadas por respeito ao direito de informação.</p>
<h2>O restaurante pode impedir-me de ocupar mesa, só porque estou sozinho?</h2>
<p>Se pretender fazer uma refeição sozinho, o restaurante não pode negar-lhe mesa, se esta estiver disponível. Quando muito, pode sugerir-lhe alternativas que passem, por exemplo, por tomar um lugar ao balcão, mas o consumidor tem direito a recusar a proposta.</p>
<p>Ainda que um consumidor sozinho possa ocupar um espaço que daria para servir uma refeição a um maior número de pessoas – que, em teoria, consumiriam mais –, tem direito a ele, e negá-lo pode ser discriminação.</p>
<h2>Verificou algum incumprimento? Faça uma reclamação</h2>
<p>Foram-lhe cobrados indevidamente artigos que não solicitou, nem consumiu? Verificou que faltava a afixação integral dos preços ou das restantes informações obrigatórias? Recorra ao <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2026" target="_blank" rel="noopener">portal Reclamar da DECO PROtest</a>e para reportar estas e outras situações potencialmente lesivas dos seusdireitos enquanto consumidor. Também pode apresentar queixa diretamente à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica(ASAE). Pode, ainda, fazer reclamação através do livro de reclamações tradicional, que não lhe pode ser recusado, ou do eletrónico. Para o efeito, alguns dos elementos de afixação obrigatória, como o nome do estabelecimento, podem ser úteis.</p>
<p>Para esclarecer as dúvidas dos consumidores e sensibilizar os empresários do setor da restauração, a Direcão-Geral do Consumidor e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) editaram, em setembro de 2023, um guia de regras e boas práticas. Na publicação são abordados 25 aspetos desta atividade. Pode ler-se, por exemplo, que a inclusão de gorjeta no talão de caixa ou no preçário não é uma boa prática.</p>
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