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	<title>Motores &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Carros chineses já conquistam os portugueses: procura quase triplica e elétricos aceleram no Standvirtual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:12:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo os dados do portal automóvel, a procura por marcas chinesas aumentou 274% face ao período homólogo de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procura por marcas automóveis chinesas no Standvirtual quase triplicou no último ano, refletindo o crescente interesse dos portugueses por estas insígnias, sobretudo no segmento dos veículos elétricos. Segundo os dados do portal automóvel, a procura por marcas chinesas aumentou 274% face ao período homólogo de 2025.</p>
<p>Esta evolução traduziu-se também numa duplicação da quota de mercado destas marcas no Standvirtual, que passou de aproximadamente 1% para 2,35%, tendo atingido o valor mais elevado em abril.</p>
<p>O crescimento é ainda mais expressivo quando se olha para os veículos elétricos. A procura por modelos elétricos chineses aumentou 329% face ao ano anterior e representa atualmente 10% da procura total por elétricos no portal. Na prática, cerca de um em cada dez contactos gerados para veículos elétricos já corresponde a uma marca chinesa.</p>
<p>Entre os modelos mais procurados, o BYD Atto 3 ocupa a primeira posição. As marcas BYD e MG dominam igualmente o ranking dos modelos chineses mais procurados, com nove dos dez lugares a pertencerem a estas duas insígnias. A MG destaca-se por apresentar a maior diversidade de modelos entre os mais pesquisados.</p>
<p>“O crescimento da procura por marcas chinesas resulta de uma combinação entre uma oferta cada vez mais diversificada, preços competitivos e uma forte aposta na eletrificação”, afirma Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual.</p>
<p>O responsável acrescenta que estas marcas têm vindo a ganhar notoriedade junto dos consumidores portugueses, apoiadas por investimentos significativos em comunicação e marketing, bem como por estratégias comerciais que lhes permitem reforçar a presença num mercado cada vez mais competitivo.</p>
<p>A subida da procura tem sido acompanhada por uma expansão da oferta disponível. O stock de anúncios de veículos chineses novos quadruplicou face ao período homólogo, confirmando o reforço da presença destas marcas no mercado nacional.</p>
<p>Desde outubro de 2025, as marcas chinesas representam de forma consistente, na generalidade dos meses, mais de 10% da oferta de veículos novos no Standvirtual, tendo atingido um pico de 12% nesse mesmo mês.</p>
<p>No mercado de usados, a oferta também está a crescer. Comparando março de 2026 com março de 2025, o número de anúncios de veículos chineses usados aumentou 132%.</p>
<p>Ao nível dos preços médios, o Standvirtual identifica uma estabilização progressiva do mercado. Depois de uma fase inicial de ajustamento, os veículos chineses novos estabilizaram em torno dos 38 mil euros entre o final de 2025 e abril de 2026.</p>
<p>Já no mercado de usados, os preços médios situaram-se entre os 28 mil e os 29 mil euros. Esta aproximação entre novos e usados reduz a diferença de preço e reforça a competitividade dos modelos novos junto dos consumidores portugueses.</p>
<p>Os dados apontam, assim, para uma presença cada vez mais relevante das marcas chinesas no mercado automóvel português, com destaque para o segmento elétrico, onde estas insígnias estão a ganhar terreno através de maior oferta, preços competitivos e modelos com crescente notoriedade junto dos condutores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780998]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial’2026: conheça a maior operação da Hyundai, entre frota recorde e robôs autónomos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:12:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marca é Parceiro Oficial de Mobilidade da competição e está a disponibilizar a maior frota de sempre numa fase final do torneio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Hyundai Motor Company está a realizar a maior operação de mobilidade e robótica da sua história durante o Campeonato do Mundo FIFA 2026, reforçando uma parceria com a FIFA que já dura há 27 anos. Numa edição que decorre em três países e 16 cidades anfitriãs, a marca é Parceiro Oficial de Mobilidade da competição e está a disponibilizar a maior frota de sempre numa fase final do torneio.</p>
<p>No total, a operação inclui 994 veículos ligeiros de passageiros e 506 autocarros, destinados a apoiar as deslocações das seleções nacionais, responsáveis oficiais, equipas operacionais e meios de comunicação social ao longo do Mundial, que se realiza nos Estados Unidos da América, Canadá e México.</p>
<p>A edição de 2026 assinala também a primeira implementação oficial de soluções robóticas da Hyundai numa competição FIFA. A marca, que renovou em 2023 a parceria como Parceiro Oficial de Robótica da FIFA, está a integrar quatro robôs Spot, da Boston Dynamics, em funções de patrulhamento autónomo, monitorização e inspeção em tempo real de infraestruturas associadas ao torneio.</p>
<p>A presença da Hyundai no Mundial’2026 vai, assim, além da mobilidade tradicional. A operação combina transporte, logística, robótica e tecnologias de nova geração, num evento que exige coordenação entre três países, 16 cidades anfitriãs e várias estruturas de apoio à competição.</p>
<p>“A FIFA está a organizar o maior Campeonato do Mundo de futebol de sempre, distribuído por três países e 16 cidades anfitriãs, e a nossa parceria de 27 anos reflete um compromisso comum com a excelência, a inovação e a colaboração global”, afirma Sungwon Jee, vice-presidente executivo e Global Chief Marketing Officer da Hyundai Motor Company.</p>
<p>O responsável sublinha que, enquanto parceiro de mobilidade e de robótica, a Hyundai se orgulha de contribuir para a operação do torneio “através de soluções de transporte eficientes e de tecnologias robóticas avançadas” que ajudam a elevar a experiência global deste grande evento.</p>
<p><strong>A maior frota da Hyundai num Campeonato do Mundo</strong></p>
<p>A frota colocada ao serviço do Mundial’2026 é a maior alguma vez disponibilizada pela Hyundai numa fase final do Campeonato do Mundo. Os 994 veículos ligeiros e os 506 autocarros estão a assegurar deslocações nas 16 cidades anfitriãs, respondendo às necessidades logísticas de uma competição sem precedentes em escala territorial.</p>
<p>A operação pretende garantir transporte eficiente, fiável e integrado durante todo o torneio, desde as deslocações de seleções e responsáveis oficiais até ao apoio às equipas operacionais e aos meios de comunicação social.</p>
<p>A frota é composta por vários modelos Hyundai, incluindo versões híbridas conhecidas no mercado português como KAUAI, TUCSON e SANTA FE, além de outros modelos específicos dos mercados da América do Norte e Central.</p>
<p>A diversidade de veículos permite responder a diferentes necessidades operacionais, combinando conforto, eficiência e fiabilidade num dos maiores eventos desportivos do mundo. Para a Hyundai, a operação funciona também como uma demonstração da capacidade da marca para gerir desafios de mobilidade de grande dimensão.</p>
<p><strong>Robôs Spot apoiam patrulhamento e inspeção</strong></p>
<p>A grande novidade tecnológica da operação está na robótica. Pela primeira vez, a Hyundai está a implementar oficialmente robôs Spot, da Boston Dynamics, em infraestruturas de uma competição FIFA.</p>
<p>Os quatro robôs foram especialmente configurados para esta operação e estão a apoiar funções autónomas de patrulhamento, monitorização e inspeção em tempo real. A utilização decorre no International Broadcast Center, em Dallas, e no Estádio de Nova Iorque-Nova Jérsia.</p>
<p>Equipados com soluções de Enterprise Asset Management, incluindo aplicações de inspeção industrial e gestão avançada de ativos, os robôs Spot foram integrados para reforçar a eficiência operacional e os níveis de segurança em ambientes de elevada afluência.</p>
<p>A Hyundai apresenta esta implementação como um marco na sua estratégia de robótica, ao demonstrar a aplicação de soluções autónomas em contexto real e numa operação de grande escala. A iniciativa reforça também a visão da marca para a mobilidade inteligente, cruzando transporte, automação e tecnologia aplicada.</p>
<p><strong>Uma parceria de quase três décadas com a FIFA</strong></p>
<p>A operação no Campeonato do Mundo FIFA 2026 prolonga a ligação histórica entre a Hyundai e a FIFA, iniciada há 27 anos. Ao longo desse período, a marca tem estado associada à mobilidade de grandes competições internacionais, mas a edição deste ano acrescenta uma nova dimensão com a integração oficial de soluções robóticas.</p>
<p>Com a campanha “Next Starts Now”, a Hyundai procura associar a sua presença no torneio à inovação aplicada em escala global. A operação junta veículos ligeiros, autocarros, tecnologia híbrida e robôs autónomos numa competição que decorre simultaneamente em três países.</p>
<p>Para a marca, o Mundial’2026 representa uma montra internacional da sua capacidade de apoiar grandes eventos desportivos com soluções de mobilidade e robótica. Ao mesmo tempo, permite testar e demonstrar tecnologias de nova geração em infraestruturas exigentes e de elevada complexidade.</p>
<p>Com quase 1.500 veículos no terreno e a estreia oficial dos robôs Spot numa competição FIFA, a Hyundai transforma o Mundial’2026 numa das maiores ativações globais da sua história e reforça o papel da tecnologia no funcionamento dos grandes eventos desportivos.</p>
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		<title>Combustíveis nas férias: parceria Moeve e DECO PROteste permite poupar até 40 euros no verão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/combustiveis-nas-ferias-parceria-moeve-e-deco-proteste-permite-poupar-ate-40-euros-no-verao/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:28:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Campanha destaca a possibilidade de os associados da DECO PROteste pouparem 10 euros num abastecimento de 50 litros, através da combinação de benefícios acumuláveis que podem atingir até 20 cêntimos por litro nos postos aderentes Moeve e Cepsa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Moeve e a DECO PROteste lançaram uma nova vaga de comunicação da sua parceria, sob o lema “Parar para Poupar”, com o objetivo de reforçar os benefícios disponíveis para os consumidores portugueses durante o verão, numa altura marcada pelo aumento das deslocações para férias e lazer.</p>
<p>A campanha destaca a possibilidade de os associados da DECO PROteste pouparem 10 euros num abastecimento de 50 litros, através da combinação de benefícios acumuláveis que podem atingir até 20 cêntimos por litro nos postos aderentes Moeve e Cepsa.</p>
<p>Num período em que muitas famílias percorrem mais quilómetros e fazem viagens de maior distância, a poupança em combustível pode ter impacto direto no orçamento das férias. De acordo com a parceria, considerando quatro abastecimentos de 50 litros ao longo do verão, uma família poderá acumular até 40 euros de poupança apenas em combustível.</p>
<p>A iniciativa surge num contexto em que os custos da mobilidade continuam a preocupar muitos consumidores e em que os preços dos combustíveis podem registar oscilações ao longo do ano. Para a Moeve e a DECO PROteste, soluções de poupança imediata e acumulável ganham assim maior relevância na gestão do orçamento familiar.</p>
<p>Além do abastecimento tradicional, a parceria acompanha também a evolução dos hábitos de mobilidade dos consumidores. Os benefícios incluem descontos de 4 cêntimos por kWh em carregamentos elétricos, vantagens em lojas e lavagens Moeve e cashback até 10% em mais de 40 marcas parceiras através do Clube Moeve gow.</p>
<p>A parceria entre a Moeve e a DECO PROteste foi iniciada em 2014 e já permitiu gerar cerca de 46 milhões de euros de poupança acumulada para os consumidores portugueses. As duas entidades apresentam-na como uma das iniciativas mais duradouras no setor da mobilidade e energia orientadas para a valorização do consumidor.</p>
<p>Com esta nova campanha, a Moeve e a DECO PROteste reforçam o compromisso de disponibilizar soluções que combinam poupança, transparência e mobilidade, procurando ajudar os consumidores a viajar com maior tranquilidade durante o período de verão.</p>
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		<title>A nova carrinha familiar da Kia chega a Portugal com espaço para tudo — e preço abaixo dos 30 mil euros</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:01:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Representada em Portugal pela Astara, a Kia vai disponibilizar a nova K4 Sportswagon exclusivamente no nível de equipamento Tech, associado a duas motorizações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Kia K4 Sportswagon prepara-se para chegar ao mercado português já em julho, reforçando a presença da marca no segmento C com uma carrinha familiar que combina design, tecnologia, versatilidade e uma afinação dinâmica pensada para a Europa.</p>
<p>Representada em Portugal pela Astara, a Kia vai disponibilizar a nova K4 Sportswagon exclusivamente no nível de equipamento Tech, associado a duas motorizações. A gama nacional inclui o motor 1.0 T-GDi com caixa manual de seis velocidades e a versão 1.0 T-GDi MHEV, com tecnologia mild-hybrid de 48 volts e transmissão automática 7DCT de dupla embraiagem e sete relações.</p>
<p>Na versão 1.0 T-GDi com caixa manual, a nova carrinha da Kia chega ao mercado português por 29.990 euros para clientes particulares, com um preço especial para empresas de 28.330 euros. Já a versão mild-hybrid com transmissão automática 7DCT terá preço de 32.990 euros para particulares e de 30.813 euros para clientes empresariais.</p>
<p>Desenvolvida exclusivamente para o mercado europeu, a K4 Sportswagon posiciona-se no segmento C superior e surge como uma alternativa para famílias e utilizadores profissionais que procuram mais espaço de bagagem e maior polivalência, sem abdicar da tecnologia e do desenho já introduzidos no K4 Hatchback.</p>
<p>“Com o K4 Sportswagon, a Kia expande a versatilidade da gama K4 na Europa com um modelo que combina o pragmatismo do quotidiano, tecnologia avançada e um carácter de condução adaptado às expectativas regionais”, afirma Pablo Martínez Masip, vice-presidente de Produto, Marca e Experiência do Cliente na Kia Europe.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que este é “um modelo importante” para a gama de veículos de passageiros da marca e que reflete o foco da Kia em disponibilizar “tecnologias eficientes e acessíveis adaptadas aos clientes europeus”.</p>
<p>No exterior, a K4 Sportswagon aplica a filosofia de design ‘Opposites United’ a uma carroçaria de carrinha, procurando equilibrar forma e funcionalidade. A frente é marcada pela assinatura luminosa Star Map da Kia, enquanto a lateral combina uma linha de tejadilho fluida, uma secção traseira alongada e manípulos das portas traseiras embutidos no pilar C.</p>
<p>Com 4.695 milímetros de comprimento, 1.850 milímetros de largura, 1.435 milímetros de altura e 2.720 milímetros de distância entre eixos, a nova carrinha aposta numa presença visual ampla e numa utilização familiar. Na traseira, as luzes LED em forma de L invertido, os elementos horizontais e o para-choques esculpido reforçam o carácter desportivo do modelo.</p>
<p>O espaço interior é um dos principais argumentos da K4 Sportswagon. A distância entre eixos permite 964 milímetros de espaço para as pernas dos passageiros traseiros, 991 milímetros de espaço para a cabeça à frente e 982 milímetros atrás. A bagageira oferece até 604 litros de capacidade, valor que pode aumentar para 1.439 litros com os bancos traseiros rebatidos.</p>
<p>O habitáculo partilha a arquitetura interior com o K4 Hatchback até ao pilar C, mas acrescenta uma secção traseira específica para responder às necessidades de carga e flexibilidade no uso diário. A proposta combina espaço para passageiros, capacidade de bagagem e soluções de conforto orientadas para viagens longas e utilização familiar.</p>
<p>A bordo, a nova K4 Sportswagon integra o sistema Connect Car Navigation Cockpit, que reúne um painel de instrumentos de 12,3 polegadas, comandos de climatização de 5,3 polegadas e um ecrã tátil de infoentretenimento de 12,3 polegadas. A disposição cria uma interface horizontal ao longo do tablier, orientada para uma utilização mais intuitiva.</p>
<p>A conectividade inclui Apple CarPlay e Android Auto sem fios, carregamento sem fios para telemóveis e atualizações remotas over-the-air. A Kia inclui ainda os Connected Services e a Automotive Content Platform, baseada no sistema webOS da LG, que permite acesso a streaming a bordo e a outras plataformas digitais pagas.</p>
<p>Na condução, a marca privilegiou uma afinação de chassis específica para as estradas europeias, procurando combinar conforto, estabilidade e respostas previsíveis. O desenvolvimento incidiu na estabilidade do eixo traseiro, no controlo lateral e na adaptação dos sistemas eletrónicos à carroçaria Sportswagon.</p>
<p>A direção foi calibrada para oferecer uma resposta progressiva e uma sensação mais consistente ao centro, enquanto o trabalho de afinação teve também em conta a condução em autoestrada e a utilização em viagens longas, cenários particularmente relevantes no mercado europeu.</p>
<p>A nova carrinha estará disponível com um conjunto alargado de sistemas avançados de assistência à condução. Entre os destaques estão o Controlo da Velocidade Inteligente e a Assistência à Prevenção de Colisões Frontais 1.5, concebidos para reforçar a segurança e a assistência ao condutor em diferentes situações de circulação.</p>
<p>A produção da K4 Sportswagon decorre na fábrica da Kia no México, em Pesquería, Nuevo Léon, a mesma unidade onde é produzido o K4 Hatchback destinado à Europa. A marca investiu 150 milhões de dólares em 2023 na adaptação e expansão destas instalações para a produção do K4.</p>
<p>Em atividade desde setembro de 2016, a unidade KMMX tem capacidade anual para até 400 mil veículos e exporta para mais de 190 países. A fábrica integra processos avançados de automatização, incluindo uma secção de carroçaria totalmente robotizada, bem como soluções de sustentabilidade, como um sistema de tratamento de águas de ciclo fechado.</p>
<p>Com a chegada da K4 Sportswagon, a Kia reforça a sua oferta familiar no mercado português com uma carrinha que procura responder a uma procura ainda relevante na Europa: mais espaço, tecnologia de bordo, eficiência e conforto, num formato pensado para o quotidiano, para empresas e para viagens de maior distância.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780800]]></sapo:autor>
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		<title>Até 655 km de autonomia e 646 cv: Zeekr 7GT já tem preço para Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:23:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com preço a partir de 55.450 euros, IVA incluído, o Zeekr 7GT já está disponível para pré-reserva e assume-se como uma das novas apostas da marca no segmento dos elétricos premium]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Zeekr reforça a sua ofensiva no mercado europeu com o novo Zeekr 7GT, um gran turismo 100% elétrico que combina desempenho, tecnologia, conforto e uma abordagem premium pensada para clientes europeus. O modelo foi apresentado na semana passada, em Málaga, Espanha, e tem chegada ao mercado nacional prevista para o verão.</p>
<p>Com preço a partir de 55.450 euros, IVA incluído, o Zeekr 7GT já está disponível para pré-reserva e assume-se como uma das novas apostas da marca no segmento dos elétricos premium. O modelo foi desenvolvido para responder às exigências de condutores que procuram autonomia, rapidez de carregamento, sofisticação interior e comportamento dinâmico adaptado às estradas europeias.</p>

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<p>Desenvolvido no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, na Suécia, o 7GT propõe uma nova interpretação do conceito gran turismo. A marca combina uma silhueta baixa e musculada com uma linha de tejadilho fluida, portas sem moldura, puxadores integrados e uma assinatura luminosa dianteira e traseira pensada para reforçar a presença visual do modelo.</p>
<p>A distância entre eixos de 2.900 milímetros contribui para a postura dinâmica e para o espaço interior, enquanto os elementos aerodinâmicos, como o spoiler traseiro, o difusor integrado e a gestão ativa do fluxo de ar, permitem alcançar um coeficiente aerodinâmico de 0,25 Cd. As jantes de 19 ou 20 polegadas completam uma imagem marcada pela combinação entre elegância e desportividade.</p>
<p>No habitáculo, o Zeekr 7GT aposta numa experiência orientada para o conforto e para a tecnologia. Os bancos dianteiros elétricos incluem, de série, funções de aquecimento, ventilação e massagem, enquanto os passageiros traseiros beneficiam de espaço generoso e bancos reclináveis eletricamente.</p>
<p>A componente digital é assegurada por um painel de instrumentos de 13 polegadas, um ecrã central OLED de 15 polegadas e um Head-Up Display de realidade aumentada com 35,5 polegadas. O modelo integra ainda carregamento sem fios de 50 W, conectividade avançada e sistemas de áudio premium Zeekr Sound, disponíveis em configurações até 23 altifalantes e 2.160 W de potência.</p>
<p>A versatilidade também foi tida em conta. O Zeekr 7GT oferece uma bagageira com capacidade até 456 litros, expansível para 1.390 litros com os bancos traseiros rebatidos, além de uma bagageira dianteira com capacidade até 65 litros.</p>
<p>Ao nível tecnológico, o novo elétrico utiliza uma arquitetura eletrónica de elevada capacidade, suportada pelo processador Qualcomm Snapdragon 8295. O sistema de infoentretenimento baseado em Android Automotive inclui navegação inteligente, serviços de entretenimento integrados, atualizações remotas e uma experiência de utilização complementada por comandos físicos colocados em zonas estratégicas.</p>
<p>Na assistência à condução, o Zeekr Assisted Drive reúne funcionalidades de Nível 2, incluindo controlo de velocidade adaptativo inteligente, assistência à manutenção na faixa de rodagem, mudança automática de faixa, reconhecimento de semáforos e estacionamento automático.</p>
<p>Assente numa arquitetura elétrica de 800 V, o Zeekr 7GT estará disponível com diferentes configurações de bateria e motorização. A versão Long Range RWD combina um motor elétrico de 310 kW com uma bateria NMC de 100 kWh, permitindo uma autonomia até 655 quilómetros em ciclo WLTP.</p>
<p>No topo da gama surge a versão Privilege AWD, que associa dois motores elétricos a uma potência combinada de 646 cv e 710 Nm de binário. Nesta configuração, o modelo acelera dos 0 aos 100 km/h em 3,3 segundos e inclui suspensão pneumática ativa, travões de maiores dimensões e elementos exclusivos de design.</p>
<p>O carregamento é outro dos argumentos do novo modelo. O Zeekr 7GT suporta carregamento ultrarrápido em corrente contínua até 420 kW, além de carregamento em corrente alternada até 22 kW, permitindo reduzir os tempos de paragem em viagem.</p>
<p>A dinâmica foi desenvolvida especificamente para a Europa, com afinação do chassis pensada para as estradas do continente. O modelo recorre a uma suspensão dianteira de braços duplos e a um eixo traseiro multilink de cinco braços, procurando combinar precisão de condução, estabilidade e conforto em percursos longos.</p>
<p>A suspensão pneumática ativa permite ajustar automaticamente a altura ao solo em função das condições de utilização, enquanto os diferentes modos de condução adaptam o comportamento do veículo às preferências do condutor.</p>
<p>Com o novo 7GT, a Zeekr procura reforçar a sua presença no segmento premium europeu, apostando num elétrico que cruza autonomia elevada, carregamento rápido, tecnologia embarcada e uma proposta de utilização pensada tanto para o quotidiano como para viagens de longa distância.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780754]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses entre os mais castigados da UE: encher o depósito exige quase o dobro do esforço face aos Países Baixos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:31:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal esteve entre os países da União Europeia onde o aumento dos preços dos combustíveis teve um impacto mais severo sobre os orçamentos familiares durante os meses marcados pela guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal esteve entre os países da União Europeia onde o aumento dos preços dos combustíveis teve um impacto mais severo sobre os orçamentos familiares durante os meses marcados pela guerra no Médio Oriente. Embora a subida dos preços tenha ficado a meio da tabela europeia em termos nominais, o peso que os combustíveis têm nas despesas das famílias e o menor rendimento disponível dos portugueses fizeram com que o esforço financeiro exigido fosse significativamente superior ao registado em muitas economias europeias.</p>
<p>Segundo uma análise divulgada <a href="https://www.publico.pt/2026/06/24/economia/noticia/esforco-portugal-combustiveis-durante-guerra-violentos-ue-2179099" target="_blank" rel="noopener">pelo Público</a>, com base em dados oficiais do Eurostat, entre março e maio os combustíveis em Portugal registaram uma subida homóloga média trimestral de cerca de 20,4%. Apesar de países como Luxemburgo, Letónia, Roménia, França ou Países Baixos terem registado aumentos percentuais iguais ou superiores, a realidade económica portuguesa tornou o impacto muito mais pesado para os consumidores nacionais.</p>
<p>Quando os dados são ajustados ao rendimento disponível das famílias e ao peso dos combustíveis no orçamento doméstico, Portugal surge entre os países mais afetados da União Europeia. Numa classificação baseada no chamado “índice de esforço real”, apenas Roménia, Letónia, Bulgária, Lituânia, Grécia e República Checa apresentaram uma situação mais gravosa. A análise demonstra que o sacrifício financeiro exigido às famílias portuguesas foi quase o dobro daquele sentido em países como os Países Baixos. Enquanto um consumidor neerlandês registou um índice de esforço de 57,1, o português atingiu 104,2, refletindo uma realidade em que os rendimentos são mais baixos e os gastos com combustíveis representam uma fatia maior das despesas mensais.</p>
<p>A diferença explica-se por fatores estruturais. De acordo com os indicadores de poder de compra do Eurostat, o rendimento disponível das famílias portuguesas situa-se cerca de 15% abaixo da média da União Europeia. Ao mesmo tempo, os combustíveis representam aproximadamente 3,5% do orçamento mensal de consumo em Portugal, uma proporção superior à registada em países como os Países Baixos, onde esse peso ronda os 2,4%, ou a Alemanha, com cerca de 2,8%. A estrutura fiscal aplicada aos combustíveis também contribui para agravar o impacto. O preço final pago pelos consumidores inclui não apenas o custo da matéria-prima, mas também impostos como o Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP), a taxa de carbono e o IVA de 23%, que incide igualmente sobre os restantes encargos fiscais, criando um efeito multiplicador quando os preços sobem.</p>
<p>A comparação com Espanha evidencia ainda mais a diferença de impacto. Durante o período de forte pressão inflacionista, o Governo espanhol adotou medidas mais agressivas de apoio aos consumidores, incluindo subsídios diretos e reduções temporárias da carga fiscal sobre a energia. Como resultado, em maio os combustíveis em Espanha registaram uma subida homóloga de 15,9%, com um índice de esforço real de 58,1. Considerando o trimestre completo entre março e maio, a inflação média dos combustíveis em território espanhol foi de 14,3%, traduzindo-se num esforço médio de 52,3. Em Portugal, pelo contrário, a subida média de 20,4% elevou o índice médio de esforço para 84,0, colocando o país entre os mais penalizados da União Europeia pelo encarecimento dos combustíveis durante o conflito no Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780656]]></sapo:autor>
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		<title>“Empresas já não procuram apenas carros, procuram previsibilidade”: especialista da Athlon analisa crescimento do renting em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à 'Executive Digest', Gonçalo Proença, branch manager da Athlon Portugal, defende que o modelo deixou de ser apenas uma solução financeira e passou a funcionar como uma ferramenta de gestão perante a incerteza]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, o carro de empresa foi visto sobretudo como um ativo, uma ferramenta de trabalho ou um benefício para colaboradores. Hoje, num contexto de custos mais imprevisíveis, transição elétrica, novas regras ambientais e maior pressão sobre a eficiência, a pergunta mudou. Mais do que saber se querem ter carros, muitas empresas querem saber quanto vão gastar, como podem adaptar a frota e que riscos conseguem evitar.</p>
<p>É neste ponto que o renting tem vindo a ganhar espaço em Portugal. Em entrevista à &#8216;Executive Digest&#8217;, Gonçalo Proença, branch manager da Athlon Portugal, defende que o modelo deixou de ser apenas uma solução financeira e passou a funcionar como uma ferramenta de gestão perante a incerteza.</p>
<p>“O renting automóvel é uma ferramenta essencial de gestão num contexto empresarial cada vez mais marcado pela incerteza”, afirma o responsável, apontando desafios que vão da evolução económica ao aumento dos custos operacionais, passando pelas mudanças regulatórias, pela transição para a mobilidade elétrica e pelos avanços tecnológicos nos veículos.</p>
<p><strong>O que mudou nas empresas</strong></p>
<p>A mudança é tanto financeira como estratégica. Durante muito tempo, a posse de veículos era encarada como uma vantagem ou como parte natural da operação. Mas, para muitas empresas, a propriedade deixou de ser o ponto central da decisão.</p>
<p>“Aquilo que constatamos é que as empresas procuram previsibilidade, flexibilidade e controlo sobre os seus custos operacionais”, explica Gonçalo Proença.</p>
<p>Na prática, o renting permite transformar custos variáveis numa despesa previsível, reduzir o investimento inicial e simplificar a gestão da frota. Manutenção, seguros, assistência, documentação e gestão de ocorrências passam a estar integrados numa solução que liberta recursos internos e reduz a carga administrativa.</p>
<p>“As empresas querem saber exatamente quanto vão gastar, evitar surpresas relacionadas com a manutenção, os seguros ou a depreciação, e garantir que a sua frota responde às necessidades reais da sua atividade”, sublinha o branch manager da Athlon Portugal.</p>
<p>Num ambiente em que cada decisão de investimento é mais ponderada, esta previsibilidade tornou-se um argumento forte. As empresas querem evitar surpresas com avarias, depreciação, manutenção ou alterações tecnológicas rápidas. Querem também garantir que a frota acompanha as necessidades reais da operação, sem ficarem presas a ativos durante longos períodos.</p>
<p><strong>O carro de empresa já não é apenas um benefício</strong></p>
<p>A transformação também se sente no papel do próprio automóvel dentro das organizações. Segundo Gonçalo Proença, o carro de empresa deixou de ser apenas um benefício ou uma ferramenta de trabalho para assumir uma função mais estratégica.</p>
<p>“Hoje em dia, o veículo reflete a visão da empresa em temas como a sustentabilidade, a eficiência, a tecnologia e a experiência do colaborador”, afirma.</p>
<p>A crescente adoção de veículos eletrificados, os modelos de mobilidade mais flexíveis e a digitalização da gestão de frotas estão a alterar a forma como as organizações olham para os seus veículos.</p>
<p>O trabalho híbrido, as equipas descentralizadas e os padrões de deslocação mais variados também obrigam a repensar a frota. Já não basta ter carros disponíveis. É preciso perceber quem os usa, quando são usados, que custos geram e se continuam adequados à função.</p>
<p>“Hoje é possível monitorizar consumos, otimizar rotas, antecipar manutenções e gerir a mobilidade em tempo real”, acrescenta Gonçalo Proença, defendendo que os veículos se tornaram “uma fonte valiosa de dados e eficiência para o negócio”.</p>
<p><strong>Portugal e a pressão da eletrificação</strong></p>
<p>Em Portugal, a eletrificação das frotas empresariais está a acelerar. Dados recentes do setor apontam para uma presença crescente de viaturas eletrificadas nas empresas portuguesas e para uma atenção cada vez maior à instalação de pontos de carregamento nas próprias instalações.</p>
<p>Esse contexto ajuda a explicar porque o renting se tornou uma opção mais relevante. A transição elétrica cria oportunidades, mas também dúvidas. O custo dos veículos, a autonomia, a rede de carregamento, a fiscalidade, a evolução tecnológica e a familiaridade dos utilizadores com os elétricos tornam a decisão mais complexa.</p>
<p>“A eletrificação está a ter um duplo impacto no mercado do renting. Por um lado, está a acelerar a procura: muitas empresas querem antecipar-se às exigências ambientais e regulatórias, reduzir emissões e projetar uma imagem mais sustentável incorporando veículos elétricos nas suas frotas”, afirma.</p>
<p>Mas há outro lado da equação. “A transição para a mobilidade elétrica também coloca desafios que tornam a decisão mais complexa”, reconhece Gonçalo Proença, apontando fatores como o custo ainda elevado dos veículos elétricos, a autonomia, a infraestrutura de carregamento e o grau de familiaridade com a tecnologia.</p>
<p>Para muitas empresas, o renting funciona como forma de reduzir o risco desta transição. Permite testar veículos elétricos, adaptar a frota à evolução tecnológica e evitar compromissos demasiado longos numa fase em que o mercado continua a mudar rapidamente.</p>
<p>“O renting está a consolidar-se como uma ferramenta-chave para facilitar e acompanhar o processo de eletrificação da mobilidade empresarial”, defende o responsável da Athlon Portugal.</p>
<p><strong>Os erros que ainda pesam na gestão das frotas</strong></p>
<p>Apesar da evolução do mercado, continuam a existir erros frequentes na gestão de frotas em Portugal. O primeiro, segundo a Athlon, é olhar para a frota apenas como um custo e não como uma área estratégica da operação.</p>
<p>“Um dos erros mais frequentes continua a ser encarar a frota apenas como um custo e não como uma área estratégica da operação”, afirma Gonçalo Proença. “Quando isto acontece, muitas decisões são tomadas de forma reativa, sem um planeamento estruturado nem baseadas em dados concretos.”</p>
<p>Há empresas com veículos que já não se ajustam às necessidades reais, frotas sobredimensionadas ou contratos que deixaram de acompanhar a evolução do negócio. Outro problema passa pela falta de indicadores.</p>
<p>“Continuamos a encontrar empresas com veículos que não se ajustam às necessidades reais, frotas sobredimensionadas ou contratos que já não acompanham a evolução do negócio”, explica.</p>
<p>Sem acompanhar o custo por quilómetro, o tempo de inatividade, os consumos ou os padrões de utilização, torna-se mais difícil perceber se a frota está bem dimensionada ou se está a gerar desperdício.</p>
<p>Adiar a renovação dos veículos ou a manutenção preventiva é outro erro recorrente. “Embora possa parecer uma poupança a curto prazo, esta estratégia traduz-se normalmente em maiores custos operacionais, mais avarias e um impacto negativo na produtividade”, alerta Gonçalo Proença.</p>
<p>Há ainda uma dimensão administrativa que muitas empresas subestimam. A gestão de seguros, manutenção, documentação, assistência e ocorrências consome tempo e recursos que poderiam estar concentrados na atividade principal da empresa.</p>
<p><strong>O impacto para empresas e colaboradores</strong></p>
<p>A evolução do renting não afeta apenas os departamentos financeiros ou os gestores de frota. Também tem impacto na experiência dos colaboradores e na forma como a mobilidade é integrada no dia a dia das organizações.</p>
<p>Uma frota mais ajustada pode reduzir tempos de paragem, melhorar a previsibilidade das deslocações e facilitar a adaptação a novas formas de trabalho. Nos casos em que entram veículos eletrificados, pode também ajudar as empresas a cumprir metas ambientais e a reforçar a imagem de sustentabilidade.</p>
<p>Mas esta transição exige planeamento. A eletrificação não depende apenas da escolha dos veículos. Depende também da infraestrutura de carregamento, dos percursos habituais, da utilização diária, da formação dos condutores e da capacidade de gerir custos energéticos.</p>
<p>“Cada vez mais, os clientes valorizam a proximidade, o aconselhamento personalizado e a capacidade de adaptação às suas necessidades reais”, sublinha Gonçalo Proença. As empresas procuram, diz, um parceiro “que compreenda o seu negócio e proponha soluções à medida”.</p>
<p><strong>A escala internacional e a adaptação local</strong></p>
<p>A Athlon gere cerca de 400 mil veículos na Europa e está presente em Portugal desde 2010. Para Gonçalo Proença, esta dimensão internacional permite combinar experiência global com adaptação ao mercado português.</p>
<p>“A dimensão internacional da Athlon permite-nos oferecer uma combinação muito valiosa: experiência global com capacidade de adaptação local”, afirma.</p>
<p>A escala, explica, permite beneficiar de economias que podem traduzir-se em condições mais competitivas para os clientes em Portugal. Também ajuda a antecipar tendências, identificar boas práticas e adaptar soluções às necessidades específicas de cada mercado.</p>
<p>“Esta dimensão internacional reforça a nossa capacidade de investimento em tecnologia, inovação e sustentabilidade, aspetos fundamentais num momento de grande transformação para o setor da mobilidade”, acrescenta.</p>
<p>Ainda assim, o responsável sublinha que Portugal tem características próprias, tanto ao nível do tecido empresarial como da fiscalidade e das necessidades de mobilidade. Por isso, a resposta não pode ser importada de forma automática de outros mercados.</p>
<p>“Temos consciência de que o mercado português tem características próprias”, afirma Gonçalo Proença. “Por isso damos muita importância a uma relação próxima, personalizada e ajustada à realidade de cada cliente.”</p>
<p><strong>O que esperar de 2026</strong></p>
<p>Em 2026, a mobilidade empresarial deverá continuar marcada por eletrificação, digitalização e procura de flexibilidade. As empresas deverão manter uma abordagem prudente ao investimento, tentando controlar custos sem perder capacidade de adaptação.</p>
<p>“Podemos esperar uma crescente eletrificação das frotas, impulsionada tanto por políticas ambientais mais exigentes como pela procura de soluções mais sustentáveis e eficientes por parte das empresas”, antecipa Gonçalo Proença.</p>
<p>A gestão em tempo real das frotas, a análise de dados e a integração de tecnologias inteligentes deverão ganhar mais peso. Ao mesmo tempo, a transição energética continuará a pressionar decisões sobre veículos, carregamento e modelos de utilização.</p>
<p>“Outro fator decisivo será a procura de uma maior flexibilidade e previsibilidade na mobilidade empresarial, com os modelos de renting a manterem o seu crescimento”, defende.</p>
<p>Num contexto económico e geopolítico ainda incerto, a mobilidade empresarial deixou de ser apenas uma questão de carros. Passou a ser uma questão de previsibilidade, eficiência e capacidade de resposta. E é aí que o renting parece estar a encontrar o seu lugar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780095]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O carro está parado, o calor aperta e o ar condicionado ligado. Quanto perde afinal um elétrico?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-carro-esta-parado-o-calor-aperta-e-o-ar-condicionado-ligado-quanto-perde-afinal-um-eletrico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 17:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Teste realizado pelo clube automóvel alemão ADAC a um Tesla Model Y obteve um resultado menos dramático do que muitos condutores poderiam imaginar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É uma das dúvidas que pode surgir em plena onda de calor: se um carro elétrico ficar parado durante horas num engarrafamento, com o ar condicionado ligado, quanto perde realmente de bateria? O &#8216;El Economista&#8217; recupera um teste realizado pelo clube automóvel alemão ADAC a um Tesla Model Y e o resultado é menos dramático do que muitos condutores poderiam imaginar.</p>
<p>O ensaio foi feito na câmara climática do Centro Tecnológico do ADAC, criada para simular temperaturas entre -20 e 40 graus. Para inaugurar o equipamento, os técnicos escolheram um cenário cada vez mais relevante durante os meses de verão: um automóvel parado em condições de calor intenso, com ocupantes a bordo e necessidade de manter o habitáculo fresco durante várias horas.</p>
<p>O teste simulou uma situação comum em muitas estradas durante o verão: um engarrafamento prolongado, com temperaturas exteriores a chegar aos 35 graus e uma paragem máxima de oito horas. O Tesla Model Y iniciou o ensaio com 60% de bateria, o ar condicionado regulado para 20 graus e o chamado “modo camping” ativado, de forma a garantir climatização constante no interior.</p>
<p>As lâmpadas ultravioletas da câmara climática elevaram a temperatura até o painel do Tesla atingir 45 graus, enquanto o para-brisas chegou aos 60 graus. Mesmo assim, o sistema de climatização conseguiu manter a temperatura interior em torno dos 25 graus, medida à altura da cabeça e dos pés dos ocupantes.</p>
<p>Durante as oito horas de teste, os técnicos simularam ainda alterações na posição do sol e abriram e fecharam as portas do automóvel, aproximando o ensaio de uma situação real. A questão principal era perceber até que ponto o ar condicionado poderia descarregar a bateria quando o veículo está imobilizado durante muito tempo.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, o ar condicionado consumiu 1,5 kWh por hora, totalizando 12 kWh ao fim das oito horas. Esse valor correspondeu a cerca de 16% da carga da bateria do Tesla Model Y usada no ensaio.</p>
<p>Na prática, o carro gastou aproximadamente 2% da bateria por hora para manter o habitáculo fresco em condições de calor intenso. Em termos de autonomia, a perda estimada foi de cerca de oito quilómetros por cada hora parado no engarrafamento simulado.</p>
<p>O ADAC comparou ainda este resultado com o consumo de um veículo com motor a combustão em condições semelhantes. Segundo os técnicos, um automóvel a gasolina ou gasóleo precisaria de cerca de 1 a 1,5 litros de combustível por hora para manter o ar condicionado a funcionar.</p>
<p>Essa quantidade equivale a um consumo energético entre 10 e 15 kWh por hora, muito superior ao registado no veículo elétrico. Além disso, ao contrário do Tesla, o automóvel de combustão continuaria a emitir gases poluentes enquanto permanecesse parado.</p>
<p>A conclusão do teste é que o consumo do ar condicionado num elétrico, mesmo em condições exigentes, é relativamente controlado. Ainda assim, o ADAC deixa uma recomendação importante: é preciso garantir que há carga suficiente na bateria para manter a temperatura ideal no interior do veículo, sobretudo em cenários de calor extremo e paragens prolongadas.</p>
<p>O teste mostra que ficar parado ao calor num elétrico não esgota a bateria de forma imediata, mas também não é irrelevante. Em viagens de verão, especialmente antes de trajetos longos ou períodos previsíveis de congestionamento, a margem de carga continua a ser um fator essencial para evitar ansiedade e garantir conforto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780204]]></sapo:autor>
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		<title>Onda de calor: esta é mesmo a pior altura para o carro avariar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/onda-de-calor-esta-e-mesmo-a-pior-altura-para-o-carro-avariar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 17:15:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se precisa de fazer uma revisão antes de viajar, o melhor é marcar com antecedência, conclui estudo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as temperaturas a subir e as férias de verão à porta, as oficinas entram todos os anos numa das fases mais complicadas. O &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; cita um estudo da plataforma Vroomly que quantifica esse aumento de atividade e deixa um aviso simples aos condutores: se precisa de fazer uma revisão antes de viajar, o melhor é marcar com antecedência.</p>
<p>Nunca há uma boa altura para uma avaria no carro, mas o verão pode ser uma das piores. Entre 15 de junho e 31 de julho, período que coincide com a preparação das férias e com deslocações mais longas, as oficinas independentes analisadas pela Vroomly registam um aumento de 30% nas reservas de serviços.</p>
<p>O problema é que esse pico de procura nem sempre é acompanhado por mais capacidade nas oficinas. Pelo contrário, alguns mecânicos e especialistas em carroçaria também entram de férias em julho, o que pode tornar mais difícil conseguir uma marcação rápida ou resolver uma avaria complexa em poucos dias.</p>
<p>A recomendação é especialmente importante para quem precisa de fazer intervenções mais exigentes antes de pegar na estrada. A substituição da correia de distribuição ou da embraiagem, por exemplo, exige planeamento e pode implicar mais tempo de oficina. No caso da embraiagem, os pedidos aumentam 19% neste período.</p>
<p>Mas é no ar condicionado que a procura mais dispara. De acordo com os dados citados pelo &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, as marcações relacionadas com este equipamento chegam a quintuplicar no verão. Muitas vezes, o problema resolve-se com uma recarga do fluido refrigerante, mas também podem existir avarias mais sérias, como falhas no compressor, cuja reparação tende a ser mais demorada e dispendiosa.</p>
<p>O sistema de arrefecimento é outro ponto crítico. As intervenções nesta área aumentam 43%, algo pouco surpreendente numa altura em que o calor, as viagens longas e os congestionamentos exigem mais do motor. Um problema de refrigeração pode transformar rapidamente uma deslocação de férias numa paragem forçada na berma da estrada.</p>
<p>A Vroomly resume o fenómeno com duas necessidades típicas das viagens longas: por um lado, a manutenção rápida e corrente, como ar condicionado ou mudança de óleo; por outro, reparações preventivas mais complexas, como embraiagem ou correia de distribuição, que devem ser feitas antes da partida e não depois de a avaria acontecer.</p>
<p>Ainda assim, nem todas as avarias são tratadas da mesma forma quando as oficinas estão cheias. Uma falha complexa, sobretudo em modelos mais recentes com problemas eletrónicos, pode exigir diagnóstico demorado e peças difíceis de obter. Nesses casos, a espera pode prolongar-se, especialmente se a oficina der prioridade a operações mais simples, rápidas e rentáveis.</p>
<p>A situação pode ser ainda mais difícil quando o carro avaria antes de chegar à oficina. Embora por vezes seja possível obter um veículo de substituição, sobretudo quando o automóvel ainda está abrangido pela garantia, esse apoio não é automático e pode estar sujeito a limitações, como quilometragem reduzida ou disponibilidade condicionada.</p>
<p>Por isso, a principal conclusão é prática: antes das férias, vale a pena antecipar a manutenção. Verificar ar condicionado, sistema de arrefecimento, óleo, correia de distribuição, embraiagem e estado geral do veículo pode evitar uma avaria precisamente na altura em que as oficinas estão mais cheias e o carro faz mais falta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780087]]></sapo:autor>
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		<title>Um Wrangler grátis, um nome histórico e uma vitória quase impossível: a aposta &#8216;mais louca&#8217; da Jeep no Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:40:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Campanha foi lançada para acompanhar o Mundial'2026, atualmente a decorrer, e aposta numa mistura de futebol, identidade americana e humor publicitário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Jeep decidiu entrar no ambiente do Mundial&#8217;2026 com uma campanha tão patriótica quanto improvável: oferecer até 100 exemplares do Wrangler 2026 se a seleção dos Estados Unidos vencer o torneio. Mas há uma condição adicional que torna a promoção ainda mais peculiar: os vencedores têm de se chamar legalmente George Washington.</p>
<p>A &#8216;Car and Driver&#8217; escreve que a campanha foi lançada para acompanhar o Mundial&#8217;2026, atualmente a decorrer, e aposta numa mistura de futebol, identidade americana e humor publicitário. A ideia é simples na aparência, mas quase impossível na prática: só os primeiros 100 americanos legalmente chamados George Washington poderão receber um Wrangler, e apenas se os Estados Unidos forem campeões mundiais.</p>
<p>As inscrições estão abertas até 19 de julho, às 15 horas da costa leste dos Estados Unidos, coincidindo com o dia da final do Mundial. Mesmo assim, o registo não garante qualquer prémio. A oferta só será ativada se a seleção americana conquistar o torneio, um cenário considerado altamente improvável pelos próprios meios especializados.</p>
<p>A campanha, chamada “Wrangler for Washingtons”, joga com a figura do primeiro presidente dos Estados Unidos e com a imagem da Jeep como marca associada ao patriotismo americano. O objetivo é aproveitar um dos maiores eventos desportivos do ano sem recorrer a uma campanha convencional de patrocínio ou apoio à seleção.</p>
<p>O tom é assumidamente humorístico. A &#8216;Road &amp; Track&#8217; destaca que a iniciativa coloca George Washington, o nome mais simbólico da história política americana, no centro de uma campanha automóvel ligada ao futebol, num país onde o Mundial é também uma oportunidade para as marcas explorarem o crescimento da modalidade.</p>
<p>A Jeep acrescentou ainda uma figura promocional à campanha: a comediante Iliza Shlesinger, apresentada como “Chief Soccer Officer” da marca. Num anúncio de tom paródico, surge vestida com inspiração na Guerra da Independência, reforçando o contraste entre a solenidade patriótica e a improbabilidade da oferta.</p>
<p>Na prática, há duas barreiras difíceis de ultrapassar. A primeira é encontrar americanos que se chamem legalmente George Washington e estejam atentos à campanha. A segunda é esperar que a seleção dos Estados Unidos consiga vencer o Mundial, num torneio em que terá pela frente algumas das seleções mais fortes do mundo.</p>
<p>É precisamente essa improbabilidade que torna a ação eficaz do ponto de vista publicitário. A Jeep não está apenas a prometer carros; está a criar uma história fácil de partilhar, com uma condição absurda, um prémio apetecível e uma ligação direta ao momento desportivo mais mediático do verão.</p>
<p>O Wrangler encaixa bem nessa narrativa. É um dos modelos mais reconhecíveis da Jeep e continua associado à ideia de aventura, liberdade e identidade americana. Ao ligá-lo a George Washington e a uma eventual vitória dos Estados Unidos no Mundial, a marca transforma o SUV num símbolo publicitário de patriotismo levado ao extremo.</p>
<p>A campanha também mostra como o Mundial&#8217;2026 está a ser usado pelas marcas automóveis para criar histórias que vão além dos carros oficiais, das frotas de transporte e dos patrocínios tradicionais. Neste caso, a Jeep escolheu um caminho mais estranho: uma promessa real, mas dependente de uma combinação de fatores quase impossível.</p>
<p>Se os Estados Unidos levantarem o troféu e houver 100 George Washington elegíveis inscritos, a Jeep terá de entregar os Wrangler. Se isso não acontecer, a campanha já terá cumprido grande parte do objetivo: pôr toda a gente a falar de uma das promoções mais insólitas do Mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780368]]></sapo:autor>
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		<title>BYD Dolphin G DM-i chega a Portugal em julho com até 1.040 km de autonomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:19:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[BYD Dolphin G DM-i]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Desenvolvido especificamente para o mercado europeu, o novo BYD Dolphin G DM-i combina evoluções no grupo motopropulsor, na gestão térmica e na integração eletrónica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A BYD vai estrear no mercado europeu a nova geração da sua tecnologia Super Híbrida DM 5.0 com o novo BYD Dolphin G DM-i, o primeiro hatchback híbrido plug-in do segmento B na Europa. O modelo ficará disponível em Portugal para venda e test-drives nos concessionários oficiais da marca no início de julho.</p>
<p>Desenvolvido especificamente para o mercado europeu, o novo BYD Dolphin G DM-i combina evoluções no grupo motopropulsor, na gestão térmica e na integração eletrónica, com o objetivo de elevar a eficiência e reforçar a versatilidade num segmento onde a marca pretende ganhar espaço.</p>
<p>O novo modelo anuncia até 1.040 quilómetros de autonomia combinada, com depósito e bateria totalmente carregados, e um consumo homologado ponderado de 1,4 l/100 km. Em modo exclusivamente elétrico, a autonomia pode chegar aos 105 quilómetros, valor pensado para cobrir a maioria das deslocações diárias.</p>
<p>A tecnologia Super Híbrida DM da BYD já acumula mais de 8,5 milhões de veículos vendidos em todo o mundo. Na Europa, esta solução está disponível numa gama crescente de modelos DM-i, incluindo o Atto 2 DM-i, o Seal 6 DM-i e o Seal U DM-i.</p>
<p>Com o Dolphin G DM-i, a marca leva a nova evolução DM 5.0 para um formato mais compacto, dirigido ao mercado europeu. A proposta combina utilização elétrica no quotidiano com autonomia alargada para viagens mais longas, procurando reduzir a ansiedade associada ao carregamento e aos trajetos fora de cidade.</p>
<p>Stella Li, vice-presidente executiva da BYD, afirma que “a inovação é um processo contínuo” na marca e que a chegada da tecnologia DM 5.0 demonstra que essa ambição se estende a toda a gama. Segundo a responsável, o novo Dolphin G DM-i destaca-se pela eficiência em utilização real, pela autonomia elétrica adequada ao dia a dia e pela versatilidade proporcionada por uma autonomia total de até 1.040 quilómetros.</p>
<p>“A combinação entre o BYD Dolphin G e a tecnologia DM 5.0 foi concebida para desafiar as convenções do segmento e acreditamos que terá um impacto significativo no mercado europeu”, acrescenta Stella Li.</p>
<p>A evolução tecnológica começa no motor a gasolina de 1,5 litros, desenvolvido especificamente para utilização com a tecnologia Super Híbrida da BYD. Este bloco apresenta uma taxa de compressão de 16:1 e integra sistemas inteligentes de injeção de combustível, combustão otimizada, arrefecimento dividido e lubrificação variável. No Dolphin G DM-i, debita 95 cv.</p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/byd-dolphin-g-dm-i-chega-a-portugal-em-julho-com-ate-1-040-km-de-autonomia/novo-byd-dolphin-g-dm-i-marca-a-estreia-da-tecnologia-super-hibrida-dm-5-no-mercado-europeu-2/" rel="attachment wp-att-780261"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-BYD-DOLPHIN-G-DM-i-marca-a-estreia-da-Tecnologia-Super-Hibrida-DM-5-no-mercado-europeu-2.webp" alt="" width="2000" height="1125" class="alignnone size-full wp-image-780261" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-BYD-DOLPHIN-G-DM-i-marca-a-estreia-da-Tecnologia-Super-Hibrida-DM-5-no-mercado-europeu-2.webp 2000w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-BYD-DOLPHIN-G-DM-i-marca-a-estreia-da-Tecnologia-Super-Hibrida-DM-5-no-mercado-europeu-2-300x169.webp 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-BYD-DOLPHIN-G-DM-i-marca-a-estreia-da-Tecnologia-Super-Hibrida-DM-5-no-mercado-europeu-2-800x450.webp 800w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-BYD-DOLPHIN-G-DM-i-marca-a-estreia-da-Tecnologia-Super-Hibrida-DM-5-no-mercado-europeu-2-768x432.webp 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-BYD-DOLPHIN-G-DM-i-marca-a-estreia-da-Tecnologia-Super-Hibrida-DM-5-no-mercado-europeu-2-1536x864.webp 1536w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-BYD-DOLPHIN-G-DM-i-marca-a-estreia-da-Tecnologia-Super-Hibrida-DM-5-no-mercado-europeu-2-1200x675.webp 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-BYD-DOLPHIN-G-DM-i-marca-a-estreia-da-Tecnologia-Super-Hibrida-DM-5-no-mercado-europeu-2-600x338.webp 600w" sizes="auto, (max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></a></p>
<p>A tecnologia DM 5.0 inclui também melhorias no sistema híbrido elétrico, através da otimização dos sistemas de arrefecimento e transmissão e da utilização de chapas de aço silício ultrafinas, com ganhos adicionais de eficiência.</p>
<p>Outro ponto central é a gestão térmica. A nova arquitetura integra o compartimento dianteiro, o habitáculo e a bateria, recorrendo a soluções como o arrefecimento direto da BYD Blade Battery e o controlo inteligente da climatização interior. O objetivo é melhorar o desempenho e a eficiência energética em diferentes condições climatéricas.</p>
<p>Na componente eletrónica, a tecnologia DM 5.0 estreia uma integração de três controladores na gestão do sistema de propulsão, permitindo maior capacidade de processamento e comunicações mais rápidas entre sistemas. Em conjunto com a tecnologia de controlo eletrónico 7 em 1 da BYD, o veículo adapta continuamente o funcionamento às condições da estrada, à temperatura ambiente e ao tipo de utilização.</p>
<p>Em termos de desempenho, o sistema híbrido plug-in atinge uma potência máxima combinada de 212 cv, permitindo acelerar dos 0 aos 100 km/h em 8,3 segundos. A proposta procura, assim, juntar eficiência, autonomia e uma resposta dinâmica adequada à utilização diária.</p>
<p>O BYD Dolphin G DM-i mede 4.160 mm de comprimento, 1.825 mm de largura e tem uma distância entre eixos de 2.610 mm. A marca destaca o espaço interior para a categoria e uma bagageira com 425 litros de capacidade.</p>
<p>O modelo reflete a estratégia da BYD de democratizar o acesso a tecnologias avançadas, disponibilizando de série ou consoante a versão equipamentos pouco comuns no segmento. Entre os destaques estão o ecrã tátil de 12,8 polegadas com serviços Google integrados, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmara panorâmica de 360 graus, bancos e volante aquecidos, iluminação de boas-vindas projetada no solo, jantes de liga leve de 18 polegadas e a funcionalidade Vehicle-to-Load, que permite alimentar dispositivos elétricos externos.</p>
<p>Os níveis completos de equipamento e as especificações técnicas serão divulgados posteriormente. Para já, a chegada a Portugal está prevista para o início de julho, com o novo Dolphin G DM-i a assumir o papel de porta de entrada da tecnologia Super Híbrida DM 5.0 da BYD no mercado europeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780251]]></sapo:autor>
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		<title>Ensaio. Dacia Duster Eco-G 120 automático: o SUV improvável que faz cada vez mais sentido</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ensaio-dacia-duster-eco-g-120-automatico-o-suv-improvavel-que-faz-cada-vez-mais-sentido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:47:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Jorge Farrromba]]></category>
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					<description><![CDATA[Jorge Farromba salientou que o novo Dacia conjuga várias qualidades numa embalagem muito moderna, muito jovem mas que curiosamente não serve só para jovens mas atravessa toda as gerações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Previamente agendado com o importador, o ensaio do Dacia Duster GPL com caixa automática era uma novidade que faria sentido, por vários motivos:</p>
</div>
<ul>
<li dir="ltr" data-olk-copy-source="MessageBody">Nesta geração surge mais musculado, quadrado e com uma linguagem até direcionada para o off-road, que volta a colher seguidores</li>
<li dir="ltr" data-olk-copy-source="MessageBody">A ergonomia, a qualidade da montagem e acabamentos evoluíram &#8211; mesmo mantendo os plásticos rijos (mas com os luxos modernos como bancos e volante aquecidos, ecrã central até 10.1&#8243;, painel de instrumentos digital, câmaras&#8230; )</li>
<li dir="ltr" data-olk-copy-source="MessageBody">Espaço interior mais que suficiente para 4/5 passageiros</li>
<li dir="ltr" data-olk-copy-source="MessageBody">Capacidade da bagageira</li>
<li dir="ltr" data-olk-copy-source="MessageBody">Custos (combustível e manutenção) e emissões reduzidos, através da utilização do GPL + gasolina com autonomia até 1.400kms (o GPL ainda está a menos de metade do preço da gasolina)</li>
<li dir="ltr" data-olk-copy-source="MessageBody">Caixa automática para tirar o melhor partido do 1.2 tricilíndrico com 120cv</li>
<li dir="ltr" data-olk-copy-source="MessageBody">Automóvel prático e robusto</li>
<li dir="ltr" data-olk-copy-source="MessageBody">Preço a partir dos 20.000€</li>
<li dir="ltr" data-olk-copy-source="MessageBody">&#8230;</li>
</ul>
<p>Só que, casualmente, passou a existir um destes modelos em casa, mas na versão com (ainda) mais equipamento e as premissas foram quase as mesmas acima enumeradas, sendo que três outras recaíram na fiabilidade, ser descomplicado e o custo por km.</p>
<p>O Duster reúne todos estes predicados e agora desde que acabou a caricata situação em que se viu envolvido o GPL, declaradamente por falta de informação &#8211; da proibição da colocação em garagens &#8211;  este automóvel tem tudo para ser um sucesso,  porque a marca romena, depois de adquirida pela Renault, ganhou ainda um estatuto mais elevado e entrou com um propósito diferente: uma marca mais irreverente, descomplicada, prática que pudesse colher as sinergias do grupo Renault com tecnologias já testadas e onde o design fosse a chave para o sucesso.</p>
<p>A personalidade desta geração mais mais retro com vários vincos que lhe elevam a personalidade tem colhido seguidores e as personas tanto são jovens, como famílias, como seniores.Sim, não possui plásticos moles mas estão bem montados e possuem qualidade; incorpora toda a tecnologia necessária para o dia-a-dia, em cidade, a estrada e no campo. O interior é minimalista mas apresenta todo o conforto de um automóvel moderno com a caixa automática, o écrã central, os bancos ergonómicos e acolhedores e o volante com patilhas (aquecido).</p>
<p>Em termos de condução podemos optar pelo modo eco ou normal e pela utilização do GPL ou gasolina; ou deixar essa gestão para o Duster. A  grande vantagem deste modelo é pela primeira vez termos a combinação da gasolina e do GPL com  a caixa automática  e a gestão do software, que consegue equilibrar muito bem este motor, ser responsivo em toda a sua gama, com  dois depósitos independentes que garantem 1400 km de autonomia.</p>
<p>Além disso o GPL é ambientalmente mais interessante até que a gasolina, em termos de emissões e pouco se fala disso;  os materiais parecem resistentes ao passar do tempo e o espaço interior é mais que suficiente para famílias com muitas malas e bagagens, sendo que as personas deste modelo são famílias, jovens e mesmo público sénior.</p>
<p>O Dacia conjuga isso tudo numa embalagem muito moderna, muito jovem mas que curiosamente não serve só para jovens mas atravessa toda as gerações sendo que o preço continua a ser um outro fator competitivo bastante importante, num automóvel onde o conforto é bem conseguido, a direção está mais comunicativa e assertiva e o comportamento é o correto e expectável.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779325]]></sapo:autor>
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		<title>De carros para mísseis: Trump diz que GM e Ford vão entrar na produção militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:38:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[produção militar]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente americano disse, esta segunda-feira, na Casa Branca, que as fabricantes automóveis estão a preparar-se para reconverter capacidade industrial parada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump afirmou que a General Motors e a Ford vão começar a produzir armamento, incluindo mísseis Patriot e Tomahawk, numa altura em que Washington procura acelerar a capacidade industrial de defesa dos Estados Unidos, avança o &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>O presidente americano disse, esta segunda-feira, na Casa Branca, que as fabricantes automóveis estão a preparar-se para reconverter capacidade industrial parada e que já foram alcançados entendimentos para fabricar produtos ligados a mísseis.</p>
<p>“Estamos a construir muitas fábricas por todo o país. Estão em conversações com a General Motors e a Ford. Tanto quanto sei, a General Motors está muito interessada nesta iniciativa e poderá reabrir várias fábricas”, afirmou Trump, citado pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>A medida surge num contexto de preocupação crescente com os ‘stocks’ de munições dos Estados Unidos. Segundo o texto, o Pentágono tem estado em conversações com grandes fabricantes automóveis no âmbito de uma estratégia mais ampla para aumentar rapidamente a produção de armamento.</p>
<p>“Temos muitas armas, mas queremos sempre garantir que mantemos reservas ainda maiores”, acrescentou o presidente americano.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Wall Street Journal&#8217;, o secretário da Defesa, Pete Hegseth, descreveu este esforço como uma operação em “modo de guerra”, destinada a mobilizar a indústria comercial para reforçar as capacidades militares dos Estados Unidos.</p>
<p>A reconversão de capacidade industrial civil para fins militares não é inédita nos Estados Unidos. Durante a II Guerra Mundial, a indústria automóvel americana foi adaptada à produção de material militar. Mais recentemente, durante a pandemia de Covid-19, a Administração Trump recorreu também a fabricantes automóveis para produzir ventiladores.</p>
<p>O impulso atual surge depois de relatos sobre a diminuição de reservas americanas de mísseis. O &#8216;Financial Times&#8217; noticiou este ano que Washington gastou grandes quantidades de munições críticas durante o conflito com o Irão, em particular mísseis de cruzeiro Tomahawk.</p>
<p>A &#8216;Bloomberg&#8217; já tinha avançado que Trump pretende também incentivar empresas americanas de defesa a estabelecerem produção licenciada de mísseis na Europa e na Ucrânia.</p>
<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse ter levantado diretamente essa questão com Trump, pedindo uma licença que permita à Ucrânia fabricar mísseis para os sistemas de defesa aérea Patriot.</p>
<p>Segundo Zelensky, Trump respondeu positivamente ao pedido de fornecimento adicional de mísseis para os Patriot, mas ainda não confirmou publicamente uma decisão final sobre a produção licenciada.</p>
<p>O objetivo de Washington passa, assim, por reforçar rapidamente a produção militar, proteger os ‘stocks’ americanos e, ao mesmo tempo, explorar formas de aumentar a capacidade de fabrico de mísseis junto dos aliados europeus e da Ucrânia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780224]]></sapo:autor>
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		<title>Xiaomi faz história no Nürburgring: SUV elétrico bate recorde sem ninguém ao volante. Veja o vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 15:19:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nürburgring]]></category>
		<category><![CDATA[Xiaomi YU7]]></category>
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					<description><![CDATA[No traçado alemão, conhecido pela sua dificuldade técnica e pela extensão superior a 20 quilómetros, o modelo completou uma volta em 10 minutos, 29 segundos e 483 milésimos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Xiaomi levou a condução autónoma a um dos palcos mais exigentes do mundo automóvel. Segundo o Motor1, o construtor chinês registou o primeiro tempo oficial no Nürburgring Nordschleife com um veículo em condução totalmente autónoma, sem intervenção humana ao volante.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Xiaomi YU7 GT 10:29.483.</p>
<p>The world’s first autonomous driving lap record at the Nürburgring. <a href="https://t.co/X5yUP0JbKV">pic.twitter.com/X5yUP0JbKV</a></p>
<p>&mdash; DriveGreenLiveGreen (@DriveGreen80167) <a href="https://x.com/DriveGreen80167/status/2068925453407064331?ref_src=twsrc%5Etfw">June 22, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O protagonista foi o Xiaomi YU7 GT, versão de alto desempenho do SUV elétrico da marca. No traçado alemão, conhecido pela sua dificuldade técnica e pela extensão superior a 20 quilómetros, o modelo completou uma volta em 10 minutos, 29 segundos e 483 milésimos.</p>
<p>O resultado representa uma etapa simbólica para os automóveis elétricos autónomos, mas também mostra que a tecnologia ainda está longe do ritmo de um condutor humano em contexto de pista. O mesmo SUV, conduzido por uma pessoa, já tinha completado o Nürburgring em 7 minutos, 22 segundos e 755 milésimos.</p>
<p>A diferença é expressiva: mais de três minutos separam a volta autónoma da volta com piloto. O desfasamento ajuda a explicar uma das limitações atuais da condução autónoma de alto desempenho: os algoritmos tendem a conservar margens de segurança muito mais prudentes do que um condutor experiente.</p>
<p>No caso de um circuito como o Nürburgring, essa prudência pesa no cronómetro. Travagens antecipadas, trajetórias menos agressivas e menor exploração dos limites de aderência podem tornar a condução autónoma mais segura, mas também bastante mais lenta.</p>
<p>Ainda assim, o feito tem valor tecnológico. A condução sem intervenção humana num circuito tão complexo exige leitura permanente da pista, gestão de aceleração e travagem, interpretação de curvas rápidas e lentas, e capacidade de manter o veículo dentro de uma margem controlada ao longo de uma volta completa.</p>
<p>O YU7 GT tem argumentos técnicos de peso. O SUV elétrico assenta numa arquitetura de 897 volts, usa uma bateria de 101,7 kWh e conta com uma motorização capaz de desenvolver até 1.003 cv.</p>
<p>As prestações colocam o modelo em território de supercarro: acelera dos 0 aos 100 km/h em 2,92 segundos e atinge uma velocidade máxima de 300 km/h. De acordo com a Xiaomi, a arquitetura elétrica permite também carregamentos ultrarrápidos, com recuperação de 570 quilómetros de autonomia em 15 minutos.</p>
<p>No mercado chinês, o SUV está disponível a partir de 389.900 yuan, cerca de 47.000 euros ao câmbio atual. As entregas atingiram 8.736 unidades logo em maio de 2026, sinal da ambição da Xiaomi em transformar o YU7 GT numa das suas referências tecnológicas.</p>
<p>O Motor1 sublinha que a demonstração no Nürburgring não deve ser lida apenas como uma corrida contra o cronómetro. O tempo autónomo é claramente mais lento do que o obtido por um piloto, mas mostra que a Xiaomi quer colocar a condução autónoma no centro da sua imagem tecnológica.</p>
<p>A grande pergunta é menos se a máquina já consegue bater o humano e mais quando começará a aproximar-se dele. Por agora, o YU7 GT mostrou que consegue dar uma volta sozinho ao “Inferno Verde”. Falta-lhe ainda a coragem, ou o risco, que um piloto aceita assumir quando procura o limite.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">10:29.483. One take. No cuts.</p>
<p>Experience the moment the world’s first autonomous driving lap record at the Nürburgring was set from the driver’s perspective. <a href="https://t.co/P8pzvrNl2v">pic.twitter.com/P8pzvrNl2v</a></p>
<p>&mdash; DriveGreenLiveGreen (@DriveGreen80167) <a href="https://x.com/DriveGreen80167/status/2068920116671140045?ref_src=twsrc%5Etfw">June 22, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779793]]></sapo:autor>
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		<title>Gasóleo cai 4,7% e gasolina desce 2,5%: os números desta semana nos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:48:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de impostos, o preço eficiente é de 0,906 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 0,956 euros por litro para o gasóleo simples]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) fixou em 1,884 euros por litro o Preço Eficiente da gasolina 95 simples para a semana que hoje se inicia. No caso do gasóleo simples, o valor eficiente definido pela ERSE é de 1,803 euros por litro.</p>
<p>Antes de impostos, o preço eficiente é de 0,906 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 0,956 euros por litro para o gasóleo simples. Incluindo a carga fiscal, os valores finais ficam nos 1,884 euros por litro na gasolina e nos 1,803 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>Relativamente à semana anterior, adianta a ERSE, verificou-se que a média dos Preços de Venda ao Público anunciados nos pórticos, e reportada no Balcão Único da Energia, “situou-se 2,9 cênt/l acima do Preço Eficiente no caso da gasolina 95 simples e 3,0 cênt/l acima no caso do gasóleo simples. Em termos relativos, estas diferenças correspondem a desvios de +1,5% e +1,6%, respetivamente”.</p>
<p>O Preço Eficiente “registou uma variação de -2,5% na gasolina e de -4,7% no gasóleo, refletindo a evolução semanal das cotações internacionais da gasolina 95 simples, de -7,1%, e do gasóleo simples, de -11,7%”, apontou a ERSE.</p>
<p>“Quanto aos Preços com Descontos, publicados pela DGEG, a gasolina 95 simples e o gasóleo simples apresentaram desvios face ao Preço Eficiente de -0,8% e -2,0%, respetivamente. Em termos absolutos, estas estimativas situam-se 1,5 cênt/l abaixo do respetivo Preço Eficiente na gasolina 95 simples e 3,7 cênt/l abaixo no gasóleo simples”, indica a ERSE.</p>
<p>A Portaria n.º 427-A/2025/1, de 28 de novembro, fixou, com efeitos a 1 de dezembro de 2025, as taxas unitárias do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) em 0,49752 €/l para a gasolina e 0,36160 €/l para o gasóleo. Desde então, no âmbito do mecanismo temporário e extraordinário de redução do ISP, estas taxas têm sido revistas semanalmente, procurando acomodar a evolução dos preços dos combustíveis e mitigar o impacto da volatilidade dos mercados internacionais no preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>“A Portaria n.º 270-A/2026/1, de 19 de junho, aplicável a partir de 22 de junho de 2026, reviu as taxas unitárias do ISP, fixando-as em 0,46631 €/l na gasolina sem chumbo e 0,33674 €/l no gasóleo rodoviário. Estes valores integram o desconto temporário e extraordinário de redução do ISP, correspondente a 0,03121 €/l na gasolina e 0,02486 €/l no gasóleo, e da consignação de serviço rodoviário, correspondente a 0,087 €/l na gasolina e 0,111 €/l no gasóleo”, acrescenta a ERSE.</p>
<p>Face à semana anterior, a revisão representa um aumento de cerca de 1,01 cêntimos por litro na gasolina e de 1,86 cêntimos por litro no gasóleo, antes de IVA. Ainda assim, mantém-se um alívio fiscal face a dezembro de 2025 de cerca de 3,12 cêntimos por litro na gasolina e 2,49 cêntimos por litro no gasóleo.</p>
<p>A estas taxas acresce a taxa de adicionamento sobre as emissões de CO2, atualizada para 2026 pela Autoridade Tributária, correspondente a 0,15911 €/l na gasolina e 0,17334 €/l no gasóleo.</p>
<p>O Preço Eficiente é um preço médio semanal determinado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e resulta da soma de várias componentes: os preços dos combustíveis nos mercados internacionais de referência e os respetivos fretes marítimos, a logística primária, incluindo as reservas estratégicas e de segurança do Sistema Petrolífero Nacional, os sobrecustos com a incorporação de biocombustíveis, a componente de retalho e os impostos aplicáveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779790]]></sapo:autor>
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		<title>Kia transforma o PV5 num elétrico de sete lugares para a cidade, a família e o trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 11:56:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Kia]]></category>
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		<category><![CDATA[PV5 Passenger]]></category>
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					<description><![CDATA[Kia vai alargar a gama PV5 Passenger com novas configurações de maior lotação, reforçando a aposta no transporte de passageiros 100% elétrico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Kia vai alargar a gama PV5 Passenger com novas configurações de maior lotação, reforçando a aposta no transporte de passageiros 100% elétrico. As versões de 6 e 7 lugares chegam no outono e foram desenvolvidas para responder a diferentes utilizações, desde viagens em família e em grupo até serviços de táxi, transferes de aeroporto, transporte comercial e mobilidade partilhada.</p>
<p>O modelo, integrado na estratégia Platform Beyond Vehicle da marca, passa assim a complementar a atual versão de 5 lugares com variantes de três filas de bancos. Em Portugal, a configuração prevista será a de 7 lugares, com disposição 2-2-3.</p>
<p>A nova variante de 7 lugares oferece 318 litros de capacidade de carga atrás da terceira fila e até 785 litros com a terceira fila rebatida. A Kia destaca ainda a altura de acesso de apenas 399 milímetros e as portas deslizantes automáticas, soluções pensadas para facilitar a entrada e saída de passageiros, incluindo nas segunda e terceira filas.</p>
<p>As novas versões assentam na plataforma E-GMP.S, desenvolvida para veículos elétricos modulares e configuráveis. Segundo a Kia, esta base permite oferecer espaço interior líder da categoria, com até 1.041 milímetros de espaço para as pernas, até 1.076 milímetros de altura livre e até 1.732 milímetros de largura ao nível dos ombros.</p>
<p>O PV5 Passenger de 6 ou 7 lugares deverá oferecer mais de 390 quilómetros de autonomia no ciclo WLTP, ainda pendente de homologação. A capacidade de carregamento rápido em corrente contínua até 150 kW permite recuperar dos 10% aos 80% da bateria em menos de 30 minutos.</p>
<p>A localização da porta de carregamento na secção dianteira foi pensada para utilização prática, evitando obstruir o acesso à área de carga durante o carregamento. Através da plataforma Kia Charge, os clientes têm acesso a cerca de um milhão de pontos de carregamento em 27 países europeus.</p>
<p>O modelo oferece também tecnologia V2L, que permite alimentar dispositivos externos através de uma tomada interna ou externa, alargando a utilidade do veículo em contextos profissionais, familiares ou de lazer.</p>
<p>“O facto de disponibilizarmos agora três filas de lugares no PV5 reforça a proposta de valor deste modelo no seu segmento”, afirma Erhan Eren, diretor de PBV na Kia Europe. Para o responsável, o PV5 “redefine o que se espera de um furgão elétrico”, ao trazer mais flexibilidade, conforto e espaço para todos os ocupantes.</p>
<p>O Kia PV5 Passenger combina uma estética futurista com uma arquitetura assente em software. O habitáculo integra um ecrã de infotainment de 12,9 polegadas e um painel de instrumentos digital de 7,5 polegadas, com acesso a aplicações de terceiros através do sistema da Kia e do mercado de aplicações Pleos.</p>
<p>A marca destaca ainda a integração com sistemas de gestão de frotas, as atualizações over-the-air e a conectividade avançada, elementos particularmente relevantes para clientes comerciais e operadores de mobilidade.</p>
<p>A condução foi configurada para privilegiar conforto, silêncio e facilidade de utilização. O PV5 conta com melhor isolamento acústico, maior absorção das vibrações da estrada e afinação refinada do chassis. O raio de viragem de 5,5 metros, apontado pela marca como líder da categoria, procura facilitar a manobra em ambientes urbanos.</p>
<p>O modelo dispõe também de um conjunto alargado de sistemas avançados de assistência à condução, com o objetivo de reduzir a fadiga do condutor e aumentar a segurança em utilizações frequentes, nomeadamente em cidade ou em contexto profissional.</p>
<p>As novas versões de 7 lugares chegam em conjunto com as atualizações do ano-modelo de 2027. No PV5 Passenger, estas melhorias incluem um apoio de braço regulável em altura, pensado para cenários de utilização urbana e profissional, bem como novas funcionalidades de conveniência e segurança.</p>
<p>Entre essas novidades estão o Walk Away Lock, que tranca automaticamente o veículo quando o condutor se afasta, e uma antena plana que permite manter a altura do PV5 abaixo dos 1,9 metros, facilitando o acesso a parques e locais com restrições de altura.</p>
<p>A gama PV5 inclui diferentes carroçarias, como Cargo, Passenger, Chassis Cab, veículo acessível a cadeira de rodas e Crew Van. Nas versões Cargo, a Kia prevê introduzir progressivamente configurações de 3 lugares no último trimestre de 2026, seguindo-se variantes L1H1, L2H2 e Chassis Cab no primeiro trimestre de 2027.</p>
<p>O PV5 já recebeu reconhecimento internacional, incluindo o título de “Carro Familiar do Ano” para o PV5 Passenger nos prémios TopGear.com 2026 e o prémio de “Furgão Internacional do Ano” para o PV5 Cargo.</p>
<p>O PV5 Cargo detém ainda um título do Guinness World Records pela maior distância percorrida por um furgão ligeiro elétrico a bateria com carga máxima e um único carregamento, ao atingir 693,38 quilómetros.</p>
<p>A Kia pretende expandir a estratégia PBV nos próximos anos, com o lançamento do PV7 em 2027 e do PV9 em 2029. A marca prevê disponibilizar mais de 40 tipos de carroçaria, com soluções de mobilidade personalizáveis para diferentes clientes, empresas e serviços.</p>
<p>O Kia PV5 dispõe de garantia de sete anos ou 150.000 quilómetros, incluindo oito anos para a bateria de tração.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779648]]></sapo:autor>
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		<title>Inteligência Artificial e o Mercado Automóvel: O volante continua humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 11:32:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Opinião de Miguel Lucas, Head of Go-To-Market Product do Standvirtual]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Miguel Lucas, Head of Go-To-Market Product do Standvirtual</strong></em></p>
<p>Durante décadas, o mercado automóvel foi evoluindo passo a passo. Motores mais eficientes, novos modelos de financiamento, plataformas digitais, processos de venda mais rápidos e pontos de contacto cada vez mais integrados. Mas a transformação que está a acontecer agora é diferente.</p>
<p>A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa distante para passar a fazer parte do funcionamento diário do setor. Muitas vezes, nem é visível para o cliente. Está nos bastidores, a ajudar a organizar informação, acelerar tarefas e apoiar melhores decisões.</p>
<p>E há uma razão simples para isso: o tempo.</p>
<p>Num mercado cada vez mais competitivo, responder depressa já não é apenas uma vantagem. É uma condição para não perder oportunidades. Um cliente que pede informação sobre uma viatura espera uma resposta rápida. Uma equipa que gere dezenas, centenas ou milhares de anúncios precisa de processos ágeis. Um gestor que acompanha resultados precisa de perceber, quase em tempo real, o que está a funcionar e o que deve ser ajustado.</p>
<p>A IA surge precisamente neste ponto crítico, não como substituta do humano, mas como amplificador da sua capacidade de decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na prática, o impacto começa em tarefas aparentemente simples. A criação de anúncios, por exemplo, deixou de ser um processo manual e repetitivo. Com base em dados estruturados como o <em>Vehicle Identification Number</em> (VIN), sistemas inteligentes conseguem preencher automaticamente especificações técnicas, sugerir descrições e reduzir significativamente o tempo de publicação. O que antes exigia atenção detalhada e minutos preciosos, hoje acontece em segundos, com maior consistência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas o verdadeiro valor não está apenas em automatizar tarefas. Está na capacidade de condensar complexidade. Quando uma empresa gere um grande volume de viaturas, acompanhar visualizações, contactos, <em>leads </em>e conversões pode tornar-se difícil. Há demasiados dados, em demasiados pontos diferentes. A IA pode ajudar a transformar essa informação em sinais úteis: que anúncios estão a gerar interesse, onde há oportunidades por explorar, que viaturas precisam de maior atenção ou que processos estão a atrasar a resposta ao cliente.</p>
<p>No fundo, não se trata apenas de ter mais dados. Trata-se de conseguir perceber melhor o que esses dados significam.</p>
<p>Outro ponto muitas vezes subestimado é o impacto organizacional. Ferramentas colaborativas potenciadas por IA estão a redefinir a forma como as equipas operam. A possibilidade de múltiplos utilizadores trabalharem sobre a mesma infraestrutura, com níveis de acesso diferenciados, não é somente uma questão de conveniência, é uma questão de governação e segurança. Ao mesmo tempo, a autonomia operacional aumenta: menos dependência de processos centralizados, mais capacidade de resposta no terreno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E essa capacidade de resposta é crítica. Num mercado onde o cliente espera interações quase imediatas, atrasos traduzem-se diretamente em oportunidades perdidas. Soluções que agregam comunicações como chamadas, mensagens ou pedidos de contacto num único ponto permitem não só ganhar eficiência, mas também consistência na experiência do utilizador. A IA, neste contexto, funciona como uma camada de orquestração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, seria um erro olhar para esta evolução só pela lente da eficiência. A sua adoção no mercado automóvel levanta questões importantes. Que dados estão a ser usados? Como são tomadas as recomendações? Que riscos existem de enviesamento? Até que ponto uma decisão deve ser automatizada? E, sobretudo, qual continua a ser o papel das pessoas? Automatizar não pode significar retirar responsabilidade.</p>
<p>A IA deve ajudar as equipas a decidir melhor, não substituir o seu critério. Deve reduzir ruído, não criar dependência cega. Deve acelerar processos, mas sem fazer com que as empresas percam controlo sobre aquilo que fazem, como fazem e porquê.</p>
<p>Esse será talvez o maior desafio estratégico dos próximos anos. A diferença não estará apenas em usar IA, porque isso tenderá a tornar-se comum. A diferença estará na forma como cada empresa a integra no seu negócio: se apenas como uma ferramenta para ganhar tempo, ou como parte de uma visão mais ampla sobre dados, experiência do cliente e inteligência operacional.</p>
<p>O mercado automóvel sempre foi um reflexo da inovação tecnológica. Hoje, essa inovação não está apenas nos veículos, mas nos sistemas que suportam a sua comercialização. A Inteligência Artificial está a redesenhar silenciosamente este ecossistema tornando-o mais rápido, mais eficiente, mas também mais exigente.</p>
<p>A questão já não é se a IA fará parte deste setor. É como será utilizada e por quem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Miguel Lucas, Head of Go-To-Market Product do Standvirtual]]></sapo:autor>
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		<title>O smart de dois lugares está de volta? Concept #2 antecipa elétrico urbano com até 300 km de autonomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 11:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Concept #2]]></category>
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					<description><![CDATA[Apresentação decorreu em Roma, cidade escolhida como cenário simbólico para um veículo concebido para ruas estreitas, manobras frequentes e utilização quotidiana em ambiente urbano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A smart revelou, pela primeira vez na Europa, novos detalhes do Concept #2, protótipo que antecipa o futuro smart #2 e marca o regresso da marca a um formato de dois lugares pensado para a mobilidade urbana europeia.</p>
<p>A apresentação decorreu em Roma, cidade escolhida como cenário simbólico para um veículo concebido para ruas estreitas, manobras frequentes e utilização quotidiana em ambiente urbano. O Concept #2 mostra a direção de design e a orientação técnica do próximo modelo, que deverá ter estreia mundial em Paris ainda este ano.</p>
<p>O novo modelo recupera a lógica do smart de dois lugares, num momento em que mais de dois milhões de veículos smart de gerações anteriores continuam em circulação nas cidades europeias e noutros mercados. A marca apresenta o projeto como uma resposta às necessidades atuais de mobilidade urbana, agora com base elétrica e uma nova arquitetura técnica.</p>
<p>“As cidades europeias sempre foram o habitat natural do smart de dois lugares”, afirma Wolfgang Ufer, CEO da smart Europe. Para o responsável, a marca está a escrever “o próximo capítulo da reinvenção deste conceito icónico de veículo”, com uma proposta que pretende ser “mais inteligente, mais desejável e mais alinhada com a forma como as pessoas vivem e se deslocam nas cidades”.</p>
<p>No exterior, o smart Concept #2 aposta em proporções compactas, combinação de duas tonalidades, portas sem moldura e detalhes trabalhados segundo o princípio “Function becomes Fashion”. A ideia é transformar soluções funcionais em elementos de estilo, mantendo a identidade urbana da marca.</p>
<p>No interior, a principal novidade é o banco corrido contínuo, pensado para criar uma experiência mais aberta, fluida e harmoniosa. A solução elimina a separação tradicional entre condutor e passageiro e procura aumentar a sensação de espaço num veículo de dimensões ultracompactas.</p>
<p>A cabine foi desenhada para transmitir amplitude, simplicidade e qualidade percebida. O cockpit em forma de “S” organiza os elementos de condução e conectividade de forma intuitiva, com o objetivo de maximizar a eficiência espacial e tornar o ambiente interior mais aberto e funcional.</p>
<p>A smart defende que a mobilidade urbana não deve ser apenas eficiente, mas também agradável e cuidadosamente pensada. Nesse sentido, o Concept #2 procura mostrar como um automóvel muito compacto pode oferecer uma experiência mais sofisticada, sem perder a vocação prática para a cidade.</p>
<p>A base técnica do futuro modelo será a nova plataforma ECA, sigla de Electric Compact Architecture. Desenvolvida especificamente para um veículo elétrico ultracompacto, esta arquitetura foi concebida pelas equipas internacionais de engenharia da smart para combinar agilidade, segurança, eficiência espacial e utilização diária.</p>
<p>Um dos dados mais relevantes é o raio de viragem de apenas 6,95 metros entre passeios, valor que iguala a agilidade do último smart de dois lugares. Esta característica é central para um automóvel pensado para centros urbanos, estacionamento apertado e manobras em ruas estreitas.</p>
<p>A plataforma ECA permite também reduzir as projeções dianteira e traseira, integrar de forma compacta os componentes técnicos e libertar mais espaço no habitáculo. A opção por uma motorização exclusivamente elétrica ajuda a reforçar a arquitetura interior aberta apresentada no Concept #2.</p>
<p>O futuro smart #2 deverá contar com uma bateria de 35,7 kWh, ainda como valor-alvo, e uma autonomia prevista de cerca de 300 quilómetros no ciclo WLTP, ainda não homologada. O carregamento rápido em corrente contínua deverá permitir passar dos 10% aos 80% em menos de 20 minutos.</p>
<p>Com estes números, a smart pretende posicionar o #2 não apenas como um automóvel para deslocações curtas dentro da cidade, mas como um elétrico compacto capaz de responder às necessidades diárias de condutores urbanos que exigem maior flexibilidade.</p>
<p>A segurança é outro dos pontos centrais da nova plataforma. A smart prepara uma nova geração da célula Tridion, denominada Hyper Tridion Cell, que adapta um dos elementos históricos da marca às exigências atuais de proteção, estabilidade e confiança.</p>
<p>O objetivo é conciliar dimensões exteriores reduzidas com uma estrutura robusta e elevados padrões de segurança. A marca quer demonstrar que um automóvel ultracompacto pode continuar a poupar espaço, mas também oferecer proteção adequada ao uso quotidiano em cidade.</p>
<p>O smart Concept #2 funciona, assim, como uma antecipação do próximo capítulo da marca: um elétrico de dois lugares, urbano, compacto e tecnologicamente atualizado, que procura recuperar o espírito original do smart fortwo, mas adaptado às exigências atuais de design, conectividade, autonomia e segurança.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779605]]></sapo:autor>
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		<title>EBRO entrega viatura número 100 em Portugal e acelera expansão da rede nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 10:31:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Empresa prevê ultrapassar os 10 pontos de venda até ao final do ano, incluindo presença no Porto e em Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EBRO inaugurou, na passada sexta-feira, o novo concessionário MARTINAUTO, em Oliveira de Azeméis, numa abertura que assinalou mais uma etapa do plano de expansão da marca espanhola em Portugal e coincidiu com a entrega da viatura EBRO número 100 no mercado nacional.</p>
<p>O novo espaço integra a rede nacional da marca e surge poucas semanas depois do arranque comercial da EBRO em Portugal. A empresa prevê ultrapassar os 10 pontos de venda até ao final do ano, incluindo presença no Porto e em Lisboa.</p>
<p>Atualmente, a EBRO conta com quatro espaços de comercialização no país, localizados em Coimbra, Aveiro, Leiria e, agora, Oliveira de Azeméis. O concessionário MARTINAUTO foi desenvolvido para acompanhar os clientes desde o primeiro contacto com a marca até ao serviço pós-venda.</p>
<p>“A entrega da viatura EBRO número 100 em Portugal é um sinal muito positivo da forma como o mercado está a receber a marca. Estamos ainda numa fase inicial, mas este marco demonstra que existe espaço para uma proposta diferenciadora, competitiva e adaptada às necessidades reais dos clientes”, afirma Ricardo Ramos, diretor da EBRO Portugal.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que a abertura do novo concessionário em Oliveira de Azeméis reforça a rede nacional com “um parceiro de referência”, num momento em que a marca procura consolidar a sua presença no mercado português e relançar uma marca histórica com ambição europeia.</p>
<p>A viatura número 100 entregue em Portugal foi um EBRO s700 PHEV, modelo que integra a gama SUV multi-energia da marca. A proposta da EBRO inclui versões a gasolina, híbridas, híbridas plug-in e, em breve, modelos 100% elétricos.</p>
<p>Para Pedro Martins, administrador da MARTINAUTO, a integração na rede EBRO representa uma aposta no potencial da marca e na relevância da sua gama SUV para os clientes da região. “Este concessionário foi preparado para garantir uma experiência de proximidade, confiança e qualidade, tanto na venda como no serviço pós-venda”, refere.</p>
<p>A entrada da EBRO no mercado nacional assenta numa gama composta por quatro SUV. O s400 é um SUV compacto híbrido, pensado para utilização urbana e quotidiana, com potência combinada de 211 cv e preço a partir de 29.240 euros.</p>
<p>O s700 posiciona-se como uma proposta versátil para famílias, com versões a gasolina, híbrida e híbrida plug-in. Segundo a marca, pode atingir até 1.200 quilómetros de autonomia combinada e até 90 quilómetros em modo 100% elétrico, estando disponível desde 33.740 euros.</p>
<p>A gama inclui ainda o s800, um SUV de sete lugares focado no conforto e no espaço, com até 1.930 litros de capacidade de bagageira e motorizações a gasolina e híbrida plug-in de 279 cv. O preço começa nos 42.240 euros.</p>
<p>No topo da oferta está o s900, um SUV híbrido plug-in 4&#215;4 com 428 cv, autonomia elétrica até 177 quilómetros e autonomia combinada até 1.050 quilómetros. O modelo está disponível desde 56.740 euros.</p>
<p>A gama SUV da EBRO assenta em plataformas multi-energia desenvolvidas com o Grupo Chery e integra tecnologias como processador Qualcomm Snapdragon 8155, ecrãs de grande formato, sistema de som Sony e a aplicação EBROAuto para controlo remoto.</p>
<p>Em matéria de segurança, os modelos incluem carroçarias reforçadas com aço de ultra alta resistência, até nove airbags e um conjunto alargado de sistemas avançados de apoio à condução.</p>
<p>A marca oferece uma garantia de sete anos ou 150.000 quilómetros, que se prolonga até oito anos ou 160.000 quilómetros para os sistemas de propulsão elétricos.</p>
<p>A EBRO prepara também o lançamento de um modelo 100% elétrico, com chegada prevista a Portugal no próximo inverno, reforçando a estratégia de eletrificação progressiva da marca.</p>
<p>Todos os modelos são fabricados na EBRO Factory, na Zona Franca de Barcelona. A marca enquadra esta produção no compromisso com a reindustrialização, a criação de emprego, a sustentabilidade e o desenvolvimento de uma base produtiva competitiva em Espanha e na Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779549]]></sapo:autor>
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		<title>Autonomia até 500 km, carregamento mais rápido e Gemini a bordo: Renault atualiza o Megane E-Tech elétrico</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 10:17:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Modelo, lançado em 2022 como um dos primeiros representantes da nova geração elétrica da marca, passa a contar com uma bateria LFP de 67 kWh, uma autonomia WLTP de até 500 quilómetros e carregamento rápido em corrente contínua até 165 kW]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Renault atualizou o Megane E-Tech elétrico com uma nova bateria, mais autonomia, carregamento rápido melhorado, uma imagem exterior redesenhada e uma gama mais simples, composta agora por dois níveis de equipamento: Techno e Esprit Alpine.</p>
<p>O modelo, lançado em 2022 como um dos primeiros representantes da nova geração elétrica da marca, passa a contar com uma bateria LFP de 67 kWh, uma autonomia WLTP de até 500 quilómetros e carregamento rápido em corrente contínua até 165 kW. Segundo a Renault, esta evolução permite carregar a bateria dos 15% aos 80% em cerca de 24 minutos.</p>
<p>A atualização surge num segmento dos familiares compactos elétricos cada vez mais competitivo, no qual a marca francesa pretende reforçar o posicionamento do Megane E-Tech elétrico. A Renault sublinha que mais de dois em cada três compradores do modelo são novos no universo dos automóveis elétricos, razão pela qual procurou tornar a experiência de utilização mais simples, eficiente e intuitiva.</p>
<p>A nível visual, o novo Megane E-Tech elétrico recebe uma dianteira profundamente remodelada. À exceção dos faróis, todos os elementos são novos, incluindo o para-choques, a grelha fechada em preto brilhante e a nova assinatura luminosa com componentes em forma de diamante. O objetivo passa por reforçar a perceção de largura, presença em estrada e dinamismo.</p>
<p>Na traseira, as luzes mantêm a disposição em toda a largura, mas passam a ter uma construção tridimensional, sem lente de cobertura. O modelo fica também ligeiramente mais alto, em 20 milímetros, devido à nova bateria, mantendo elementos de identidade como os puxadores embutidos, a linha de tejadilho inclinada, a linha de cintura elevada e as jantes de 19 ou 20 polegadas.</p>
<p>Laurens van den Acker, diretor de Design do Grupo Renault, afirma que a marca aumentou a largura aparente e a postura em estrada do novo Megane E-Tech elétrico para lhe dar maior presença, com um estilo “desportivo e moderno” que reflete as suas qualidades dinâmicas.</p>
<p>No interior, a versão Techno passa a contar com um painel de instrumentos com acabamento em TEP, enquanto a Esprit Alpine recebe detalhes específicos, incluindo novos acabamentos nos painéis das portas em cinzento espectral. A iluminação LED mantém um papel importante na criação de ambiente a bordo e pode ser personalizada pelo condutor.</p>
<p>A experiência digital continua centrada no sistema openR, composto por um painel digital de 12,3 polegadas e um ecrã multimédia de 12 polegadas. O Megane E-Tech elétrico mantém o sistema openR link com Google integrado, incluindo Google Maps, Google Assistant e acesso a aplicações através do Google Play.</p>
<p>Uma das novidades tecnológicas é a integração do Gemini, que permite ao condutor interagir com o automóvel através de linguagem natural e conversacional. O sistema compreende pedidos em contexto e fornece respostas em tempo real, com o objetivo de facilitar tarefas a bordo sem retirar a atenção da estrada.</p>
<p>A Renault reforçou também a conectividade do modelo, com três anos de Internet incluída no automóvel. Esta atualização permite aceder diretamente ao catálogo de aplicações no sistema openR link, incluindo conteúdos multimédia, sem necessidade de partilhar a ligação de dados do telemóvel.</p>
<p>Entre as novas funcionalidades está ainda o reconhecimento do condutor através de uma câmara instalada no pilar esquerdo do para-brisas. Depois de criado um perfil, o veículo pode ativar automaticamente definições personalizadas, como a posição de condução, os meios favoritos ou o ambiente digital. A Renault garante que estes dados ficam armazenados apenas no automóvel e não são transmitidos para servidores externos.</p>
<p>O novo Megane E-Tech elétrico passa também a disponibilizar a função Smart Mode, que substitui o modo MySense e ajusta automaticamente os modos de condução Multi-Sense entre Eco, Comfort e Sport, em função do comportamento do condutor. A função One Pedal permite acelerar e abrandar até à paragem completa usando apenas o pedal do acelerador, com quatro níveis de travagem regenerativa selecionáveis através das patilhas no volante.</p>
<p>No capítulo da segurança e assistência à condução, o modelo mantém mais de 30 sistemas, incluindo controlo de cruzeiro adaptativo inteligente, visão realista melhorada, assistência à paragem de emergência, conselhos de condução ecológica preditiva, Safety Coach e monitorização do estado de alerta do condutor.</p>
<p>A nova bateria LFP utiliza uma arquitetura “cell-to-pack”, com 232 células dispostas de forma compacta, e está associada a um motor síncrono de rotor bobinado, sem terras raras, produzido em Cléon, em França. O motor desenvolve 220 cv e 300 Nm de binário.</p>
<p>A Renault destaca ainda a disponibilidade de carregador bidirecional de 11 kW ou 22 kW em corrente alternada, consoante a versão ou opção. A função V2L permite alimentar dispositivos externos de 220 V até 3.700 W, enquanto a função V2G, dependendo do país, poderá devolver energia à rede e ajudar a reduzir o custo do carregamento doméstico.</p>
<p>A gama passa a estar estruturada em dois níveis de equipamento. A versão Techno inclui de série o duplo ecrã openR, Google integrado, planeador de percursos para automóveis elétricos, bomba de calor, pré-condicionamento da bateria, motor de 220 cv e jantes de 19 polegadas. A versão Esprit Alpine assume o topo da gama, com jantes de 20 polegadas, elementos de design específicos, bancos com massagem elétrica, sistema de som premium Harman Kardon e uma dotação mais completa de assistências à condução.</p>
<p>O modelo continua a ser produzido em França, no complexo industrial Ampere ElectriCity, em Douai, onde são montados o automóvel e a bateria. O motor é fabricado nas instalações de Cléon, na Normandia.</p>
<p>Fabrice Cambolive, diretor de Crescimento e CEO da marca Renault, defende que a prioridade da empresa é tornar a transição para os veículos elétricos “simples e atrativa”. Para o responsável, a nova bateria LFP é um elemento central desta evolução, ao melhorar a autonomia e o desempenho de carregamento, enquanto o novo design e as tecnologias reforçadas procuram consolidar o Megane E-Tech elétrico como uma referência entre os elétricos compactos.</p>

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