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	<title>Motores &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 May 2026 20:27:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Portugal anda mais cedo: saiba porque a hora de ponta dos TVDE começa às 16 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:24:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O dado coloca Portugal numa das extremidades do mapa europeu da mobilidade e evidencia um dos contrastes mais expressivos dentro da Península Ibérica. Enquanto os utilizadores portugueses concentram o pico de TVDE a meio da tarde, Espanha atinge esse máximo às 20h00 e França apenas às 23h00]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal é o país da Europa do Sul com o pico de procura por TVDE mais antecipado, segundo uma análise da Bolt aos seus mercados europeus. Em território nacional, a procura atinge o máximo às 16 horas, quatro horas antes de Espanha e sete horas antes de França.</p>
<p>O dado coloca Portugal numa das extremidades do mapa europeu da mobilidade e evidencia um dos contrastes mais expressivos dentro da Península Ibérica. Enquanto os utilizadores portugueses concentram o pico de TVDE a meio da tarde, Espanha atinge esse máximo às 20h00 e França apenas às 23h00.</p>
<p>A análise é divulgada no Dia da Europa e mostra que não existe uma única “hora europeia” da mobilidade. Pelo contrário, os padrões variam de forma significativa entre países, refletindo ritmos de trabalho, hábitos urbanos, rotinas familiares e diferentes formas de combinar transporte público, TVDE, trotinetes e bicicletas elétricas.</p>
<p><strong>Meio-dia concentra 34% das viagens de TVDE</strong></p>
<p>De acordo com a Bolt, o padrão português está relacionado com a diversidade de utilizadores que recorrem às plataformas TVDE, incluindo estudantes universitários, trabalhadores e cidadãos mais seniores.</p>
<p>Com muitos horários a terminarem entre as 17h30 e as 18h00, a procura começa a subir de forma acentuada a meio da tarde e depois diminui progressivamente ao longo da noite.</p>
<p>O meio-dia representa 34% de todas as viagens de TVDE em Portugal, enquanto o regresso a casa ao final do dia corresponde a 19%. A atividade noturna fica também nos 19%, um dos valores mais baixos da Europa, apenas comparável ao da Roménia.</p>
<p><strong>Trotinetes e bicicletas elétricas atingem pico às 18h00</strong></p>
<p>A micromobilidade acrescenta uma segunda leitura ao retrato da mobilidade portuguesa. Enquanto a procura por TVDE atinge o pico às 16h00, as trotinetes e bicicletas elétricas da Bolt registam o seu máximo duas horas depois, às 18h00.</p>
<p>Para a empresa, esta diferença mostra que os dois modos de transporte respondem a momentos distintos do mesmo percurso diário.</p>
<p>O TVDE tende a acompanhar o regresso a casa quando os escritórios fecham. Já a micromobilidade prolonga as deslocações ao final da tarde, cobrindo trajetos curtos, recados e deslocações de início de noite.</p>
<p>No caso das trotinetes e bicicletas elétricas, o meio-dia representa 31% das viagens, enquanto o regresso ao fim do dia corresponde a 23% do total.</p>
<p><strong>Micromobilidade repete padrão em quase toda a Europa</strong></p>
<p>Ao contrário dos TVDE, cujos picos variam várias horas entre países, a micromobilidade apresenta um comportamento mais estável.</p>
<p>Em quase todos os mercados europeus onde a Bolt opera trotinetes e bicicletas elétricas, o pico de utilização ocorre entre as 16h00 e as 18h00, independentemente da hora a que a procura por TVDE atinge o seu máximo.</p>
<p>Para a Bolt, esta convergência sugere que a micromobilidade desempenha um papel semelhante em diferentes cidades europeias: deslocações de fim de tarde, trajetos curtos e ligações de primeiro e último quilómetro.</p>
<p>Portugal ilustra esta complementaridade de forma clara: TVDE às 16h00, micromobilidade às 18h00.</p>
<p><strong>“A mobilidade europeia não é uma história, são muitas”</strong></p>
<p>A empresa defende que a combinação entre TVDE, trotinetes, bicicletas elétricas e transporte público permite cobrir diferentes momentos do dia de trabalho dos portugueses de uma forma que nenhum modo conseguiria fazer isoladamente.</p>
<p>Esta complementaridade ganha peso num contexto de crescimento das redes de transporte público. Em 2025, a Carris Metropolitana de Lisboa transportou quase 200 milhões de passageiros, enquanto a CP – Comboios de Portugal ultrapassou os 200 milhões, mais de metade nas linhas metropolitanas de Lisboa.</p>
<p>Para Mário de Morais, diretor-geral da Bolt em Portugal, os dados mostram que qualquer política de mobilidade deve partir da realidade concreta de cada mercado.</p>
<p>“As cidades portuguesas fazem parte de uma tendência europeia mais ampla para uma mobilidade partilhada e sustentável, uma tendência que exige sistemas suficientemente abertos e conectados para acompanhar cada período do dia e cada modo de transporte”, afirma.</p>
<p>O responsável acrescenta que “a mobilidade europeia não é uma história, são muitas, que acontecem a horas diferentes, num continente de nações muito diversas”.</p>
<p>Segundo Mário de Morais, Portugal, com um dos picos mais antecipados do sul da Europa, é uma peça importante deste retrato. “O que estes dados demonstram é que qualquer mudança e evolução estrutural no que toca a políticas europeias de mobilidade tem de partir de dados concretos e não de perceções”, defende.</p>
<p><strong>Dez horas separam os picos de mobilidade na Europa</strong></p>
<p>A análise da Bolt abrange 24 mercados europeus e revela diferenças marcadas entre países.</p>
<p>A Croácia atinge o pico de procura por TVDE às 14h00. Portugal surge às 16h00. Espanha atinge o máximo às 20h00 e França às 23h00. Já a Bélgica e os Países Baixos chegam ao pico apenas à meia-noite.</p>
<p>No total, há uma diferença de dez horas entre os países com o pico mais cedo e os mercados com o pico mais tardio.</p>
<p>Para a Bolt, esta diversidade mostra que os modelos europeus de mobilidade não devem ser desenhados com base em soluções uniformes. A empresa defende que qualquer quadro regulatório deve ter em conta os hábitos reais de deslocação em cada país e a forma como os diferentes modos de transporte se complementam no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759784]]></sapo:autor>
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		<title>A guerra no Médio Oriente chega à Ferrari: o problema inesperado que até os supercarros sentiram</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:07:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Região do Golfo tem sido, ao longo de décadas, um mercado natural para os modelos do Cavallino Rampante, impulsionado por clientes de elevado poder de compra e por uma forte tradição de procura por automóveis de luxo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra no Irão e a tensão no Estreito de Ormuz estão a criar obstáculos à Ferrari no Médio Oriente, uma região historicamente importante para a marca italiana. O problema está sobretudo no risco associado ao tráfego marítimo, que levou o construtor de Maranello a recorrer a uma solução pouco comum: entregar automóveis por via aérea em vez de marítima, escreve a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;.</p>
<p>A região do Golfo tem sido, ao longo de décadas, um mercado natural para os modelos do Cavallino Rampante, impulsionado por clientes de elevado poder de compra e por uma forte tradição de procura por automóveis de luxo. Mas o agravamento da instabilidade geopolítica no Médio Oriente está a afetar a logística e a obrigar a Ferrari a adaptar a sua estratégia comercial.</p>
<p>De acordo com informações citadas pelo &#8216;Financial Times&#8217;, a marca já recorre a entregas aéreas para o Médio Oriente há algum tempo, procurando contornar as dificuldades criadas pelo tráfego marítimo na zona. Ao mesmo tempo, a Ferrari tem redirecionado parte do foco comercial para outras regiões, nomeadamente a Ásia e as Américas, onde a procura continua elevada.</p>
<p><strong>Entregas caem 4,4% no primeiro trimestre</strong></p>
<p>No primeiro trimestre, as entregas globais da Ferrari caíram 4,4% face ao mesmo período do ano passado, para 3463 veículos novos. A queda foi mais acentuada na Europa e no Médio Oriente, onde as entregas recuaram 14%.</p>
<p>A Ferrari atribui esta quebra sobretudo à renovação da gama de produtos, numa fase em que tem atualizado alguns dos seus modelos, incluindo o lançamento do Amalfi e da respetiva variante Spider.</p>
<p>Ainda assim, o impacto no Médio Oriente é sensível, precisamente por se tratar de uma região tradicionalmente relevante para a marca. A resposta passou por compensar a quebra com outros mercados. Na China e na Ásia, as matrículas aumentaram 7,6%, ajudando a equilibrar a redução observada noutras geografias.</p>
<p>Benedetto Vigna, CEO da Ferrari, assegurou que a situação no Médio Oriente está “sob controlo” e que não há cancelamentos de encomendas. A marca sustenta que a procura global continua suficientemente forte para compensar eventuais dificuldades regionais.</p>
<p><strong>Carteira de encomendas cheia até ao final de 2027</strong></p>
<p>Apesar das dificuldades logísticas e da queda nas entregas, a Ferrari mantém um discurso otimista. A empresa afirma ter a carteira de encomendas preenchida em todo o mundo até ao final de 2027, um sinal de resiliência num momento em que o mercado de luxo enfrenta sinais de abrandamento.</p>
<p>Os resultados financeiros também continuam sólidos. A Ferrari apresentou um lucro antes de impostos de 722 milhões de euros e receitas acima das expectativas dos investidores.</p>
<p>Ainda assim, os mercados financeiros reagiram de forma negativa. As ações da Ferrari caíram mais de 3% após a apresentação dos resultados e acumulam uma descida superior a 11% desde o início do ano.</p>
<p>Para os investidores, a quebra nas entregas parece ter pesado mais do que a solidez dos resultados financeiros. A &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; nota que o mercado de luxo como um todo atravessa um período menos favorável, com dificuldades também sentidas por marcas premium alemãs na China.</p>
<p><strong>Tarifas nos Estados Unidos podem pesar</strong></p>
<p>Além da guerra no Irão e das dificuldades no Médio Oriente, a Ferrari enfrenta outro risco: o aumento das tarifas sobre veículos produzidos na Europa e importados para os Estados Unidos.</p>
<p>A marca italiana será diretamente afetada por este agravamento, embora o impacto final nos clientes seja ainda incerto. Tratando-se de uma marca de luxo, com compradores menos sensíveis ao preço do que os clientes de construtores generalistas, a Ferrari poderá ter maior margem para absorver ou repercutir esses custos.</p>
<p>Ainda assim, o tema é relevante porque os Estados Unidos continuam a ser um mercado essencial para a marca.</p>
<p><strong>Primeiro Ferrari elétrico continua envolto em expectativa</strong></p>
<p>Entre os próximos grandes momentos da Ferrari está a chegada do primeiro modelo totalmente elétrico da marca, o Luce, que deverá ser apresentado em breve.</p>
<p>A carteira de encomendas para este modelo é vista como uma possível boa notícia para o construtor, que avança para a eletrificação antes de rivais como Lamborghini, Aston Martin ou Bentley neste segmento.</p>
<p>O projeto continua, no entanto, envolto em mistério. Para a Ferrari, o desafio passa por entrar no universo elétrico sem perder aquilo que distingue a marca: desempenho, exclusividade, som, emoção e identidade mecânica.</p>
<p>Para já, a prioridade passa por manter a estabilidade num contexto internacional mais difícil. A guerra no Irão tornou o Médio Oriente mais complexo para a Ferrari, mas a marca tenta responder com logística aérea, redistribuição da procura e uma carteira de encomendas que continua cheia até 2027.</p>
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		<title>Iberdrola chega aos 358 pontos de carregamento em Portugal e aposta na mobilidade elétrica de conveniência</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 09:25:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo dados da ACAP referentes a 2025, cerca de 70% dos automóveis ligeiros de passageiros novos matriculados em Portugal foram veículos elétricos ou híbridos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carregar um veículo elétrico durante um almoço, uma ida às compras ou uma estadia num hotel é cada vez mais uma realidade em Portugal. A Iberdrola reforçou a sua rede própria de carregamento para veículos elétricos e atingiu os 358 pontos de carregamento em todo o país, dando mais um passo na expansão de soluções de mobilidade elétrica integradas no dia a dia dos consumidores.</p>
<p>A evolução surge num contexto de forte crescimento da eletrificação automóvel. Segundo dados da ACAP referentes a 2025, cerca de 70% dos automóveis ligeiros de passageiros novos matriculados em Portugal foram veículos elétricos ou híbridos, confirmando a crescente adesão dos consumidores a soluções de mobilidade mais sustentáveis.</p>
<p>A aposta da Iberdrola centra-se em localizações de conveniência, ou seja, espaços onde os utilizadores já permanecem durante períodos mais prolongados, como restaurantes, hotéis, centros urbanos ou áreas comerciais. Desta forma, o carregamento do veículo elétrico pode acontecer de forma natural, sem obrigar a alterações significativas nas rotinas.</p>
<p><strong>Carregamento integrado no dia a dia</strong></p>
<p>Este modelo complementa as soluções de carregamento rápido, habitualmente associadas a paragens curtas em vias estruturantes ou áreas de serviço. A lógica é responder a diferentes contextos de utilização: de um lado, quem precisa de carregar rapidamente em viagem; do outro, quem pode aproveitar momentos do quotidiano para recuperar autonomia.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, os novos pontos de carregamento instalados pela Iberdrola refletiram esta estratégia de proximidade e integração territorial. No centro da vila de Sintra, a empresa reforçou a infraestrutura disponível numa zona urbana de elevada afluência.</p>
<p>A rede cresceu também em destinos turísticos e unidades hoteleiras, com novas instalações no Artema Hotel, em Leiria, no Six Senses Douro Valley e no Oca Grande Hotel Pezo, em Melgaço, permitindo aos visitantes carregar os veículos durante a estadia.</p>
<p>“A estratégia da Iberdrola passa por expandir a rede de carregamento de forma próxima dos clientes, integrada nos seus hábitos de mobilidade e adaptada aos diferentes contextos do dia a dia.”</p>
<p>A afirmação é de Pedro Torres, diretor de SMART Solutions da Iberdrola Clientes Portugal, que destaca a aposta da empresa num modelo baseado na conveniência, personalização e comodidade.</p>
<p>Segundo o responsável, esta abordagem está integrada num ecossistema mais amplo de soluções energéticas, que inclui eletricidade e energia solar. O objetivo é permitir uma gestão mais eficiente da energia, com maior poupança para os consumidores, maior previsibilidade de custos e uma utilização mais inteligente dos recursos.</p>
<p><strong>Cartão, app e descontos para clientes</strong></p>
<p>A expansão da infraestrutura é acompanhada por uma proposta de valor dirigida aos utilizadores de veículos elétricos. A Iberdrola disponibiliza um cartão para carregamento com tarifa competitiva, descontos exclusivos para clientes, um plano de eletricidade adaptado ao consumo de quem carrega o carro em casa e a possibilidade de acompanhar todo o processo através da app.</p>
<p>A aplicação permite monitorizar o carregamento em casa e fora de casa, bem como consultar os pontos disponíveis em todo o território nacional.</p>
<p>Os clientes Iberdrola podem ainda beneficiar do programa +Iberdrola, que permite acumular vantagens convertíveis em desconto na fatura. A empresa posiciona assim a mobilidade elétrica como parte de uma experiência energética mais simples, eficiente e economicamente vantajosa.</p>
<p><strong>Rede presente em cidades, interior e destinos turísticos</strong></p>
<p>Com presença em centros urbanos, regiões do interior e destinos turísticos, a rede própria da Iberdrola procura responder a diferentes padrões de mobilidade. A empresa quer tornar o veículo elétrico uma opção mais prática e acessível, integrada tanto nas deslocações diárias como nas viagens de lazer ou trabalho.</p>
<p>A estratégia reforça uma visão de mobilidade elétrica mais equilibrada, complementar à rede de carregamento rápido e adaptada às necessidades reais dos utilizadores. Para a Iberdrola, a eletrificação assume-se como um pilar da mobilidade sustentável e de um sistema energético mais eficiente.</p>
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		<title>Mercedes-Benz Classe C elétrico já pode ser encomendado em Portugal: 743 km de autonomia e 489 cv desde 70.600 euros</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 09:11:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nova limousine elétrica da Mercedes-Benz combina 489 cv de potência, tração integral, tecnologia de 800 V e uma autonomia de até 743 quilómetros em ciclo WLTP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Mercedes-Benz Classe C 400 4MATIC elétrico já está disponível para encomenda em Portugal, nos concessionários da marca e online, com preço a partir de 70.600 euros. A nova limousine elétrica da Mercedes-Benz combina 489 cv de potência, tração integral, tecnologia de 800 V e uma autonomia de até 743 quilómetros em ciclo WLTP.</p>
<p>A versão topo de gama acelera dos zero aos 100 km/h em 4,1 segundos e anuncia um consumo combinado entre 18,5 e 14,1 kWh/100 km, com emissões de CO₂ de 0 g/km. Segundo a marca, o modelo permite percorrer mais de 1000 quilómetros com apenas uma breve paragem para carregamento, graças à autonomia elevada e à capacidade de carregamento rápido.</p>

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<p><strong>Até 320 quilómetros recuperados em 10 minutos</strong></p>
<p>Um dos principais argumentos do novo Classe C elétrico está na tecnologia de carregamento. A bateria de iões de lítio tem 94,5 kWh de capacidade útil e permite carregamento rápido em corrente contínua em postos de 800 V, com potência até 330 kW.</p>
<p>Nessas condições, é possível recuperar até 320 quilómetros de autonomia WLTP em apenas 10 minutos. O modelo inclui ainda um conversor DC de série, permitindo também utilizar postos de carregamento rápido de 400 V.</p>
<p>A Mercedes-Benz adianta que, no próximo ano, serão lançadas novas versões com tração traseira e integral, bem como diferentes variantes de bateria. Entre elas estará uma variante de tração traseira com autonomia prevista de aproximadamente 800 quilómetros, valor que a marca posiciona como referência no segmento das limousines elétricas de segmento médio.</p>
<p><strong>Primeiro Classe C elétrico aposta em silhueta de coupé</strong></p>
<p>O novo Classe C totalmente elétrico assume uma identidade visual própria dentro da gama. A dianteira baixa e plana, a linha de tejadilho alongada e a traseira arredondada criam uma silhueta próxima de um coupé, reforçada por projeções dianteira e traseira curtas.</p>
<p>As superfícies fluidas, os guarda-lamas salientes e as linhas de carroçaria mais marcadas procuram dar ao modelo uma imagem mais desportiva e emocional. A traseira GT atlética e a grelha icónica iluminada reforçam a ligação ao novo posicionamento estético da Mercedes-Benz.</p>
<p><strong>MB.OS transforma o Classe C num ‘supercomputador’ sobre rodas</strong></p>
<p>O novo Classe C elétrico estreia uma abordagem digital mais avançada, assente no sistema operativo MB.OS. Esta arquitetura gere os principais domínios do veículo, desde informação, entretenimento e conforto até carregamento, desempenho de condução, assistência ao condutor e estacionamento.</p>
<p>Ligado à Mercedes-Benz Intelligent Cloud, o MB.OS permite atualizações over-the-air, mantendo o software do veículo atualizado ao longo do tempo e permitindo acrescentar novas funções sem necessidade de deslocação à oficina.</p>
<p>Esta base tecnológica suporta a nova geração do MBUX e os sistemas MB.DRIVE, incluindo funções avançadas de assistência à condução e ao estacionamento.</p>
<p><strong>Equipamento de série com Pack Advanced Plus</strong></p>
<p>O novo Classe C 400 4MATIC elétrico chega ao mercado com o Pack Advanced Plus de série, que inclui linha AVANTGARDE, vidros acústicos com isolamento térmico e sonoro, Pack de Espelhos, faróis LED de alta performance com Assistente de Máximos Adaptativos, Pack de Estacionamento com câmara de marcha atrás e TIREFIT.</p>
<p>A lista inclui ainda bancos elétricos com apoio lombar e função memória, bancos dianteiros aquecidos, ar condicionado automático THERMATIC, Pack USB Plus, integração com smartphone, carregamento wireless para dispositivos móveis, câmara de selfie e vídeo, iluminação ambiente e embaladeiras das portas iluminadas com capas alteráveis.</p>
<p><strong>Premium, Premium Plus e Hyperscreen entre as opções</strong></p>
<p>Para quem procura mais equipamento, a Mercedes-Benz disponibiliza o Pack Premium, que acrescenta teto panorâmico com SKY CONTROL, MBUX Superscreen, grelha icónica Mercedes-Benz iluminada com 1050 pontos de luz e Pack Conectividade Mercedes-Benz por três anos.</p>
<p>Acima, o Pack Premium Plus reforça o conforto e a tecnologia com iluminação ambiente ativa e plus, Pack Conveniência KEYLESS-GO, carregamento wireless dianteiro duplo, sistema de som surround 3D Burmester, DIGITAL LIGHT, bancos desportivos plus, bancos climatizados, função de massagem plus nos bancos dianteiros, PRE-SAFE Impulse Side, sistema Burmester High-End 4D, teto panorâmico iluminado com padrão de estrelas, bancos traseiros aquecidos, MBUX Hyperscreen e ENERGIZING AIR CONTROL.</p>
<p><strong>Packs específicos para Portugal</strong></p>
<p>No mercado português, a Mercedes-Benz desenvolveu ainda dois packs específicos para o novo Classe C elétrico.</p>
<p>O Pack Night AMG inclui linha AMG, Pack Conforto Plus com Extras Digitais e Pack Night.</p>
<p>O Pack Night AMG Pro acrescenta ao Pack Night e à linha AMG o MBUX Hyperscreen, Pack Bancos Desportivos Linha AMG, Pack Conforto Plus com Extras Digitais e jantes AMG em liga leve multirraios de 20 polegadas.</p>
<p>A gama de opções inclui ainda Pack Interior Vegan, Pack Conforto Plus com Extras Digitais, MB.DRIVE ASSIST, DIGITAL LIGHT, MB.DRIVE PARKING ASSIST 360º, ENERGIZING AIR CONTROL, Pack Night, Pack Agilidade e Conforto, Pack Inverno, Proteção do veículo GUARD 360º, Proteção do veículo GUARD 360º Plus e Pack ENERGIZING COMFORT.</p>
<p><strong>Nova referência elétrica no segmento médio premium</strong></p>
<p>Com até 743 quilómetros de autonomia, carregamento ultrarrápido, 489 cv e uma forte aposta em digitalização, o novo Mercedes-Benz Classe C 400 4MATIC elétrico chega ao mercado português para reforçar a ofensiva elétrica da marca no segmento médio premium.</p>
<p>A combinação entre desempenho, conforto, autonomia e personalização coloca o modelo num território em que a Mercedes-Benz procura preservar os atributos tradicionais do Classe C, agora reinterpretados numa limousine totalmente elétrica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759443]]></sapo:autor>
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		<title>Startup portuguesa quer eletrificar milhões de scooters na Europa com baterias trocadas em menos de um minuto: projeto arranca em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 08:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Pollen]]></category>
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					<description><![CDATA[A solução assenta numa rede de estações automatizadas, disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, e num modelo por subscrição, que dispensa a compra da bateria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eletrificação das cidades não se faz apenas com automóveis. Há milhões de scooters, ciclomotores e motociclos a gasolina a circular todos os dias na Europa, muitos deles usados em deslocações urbanas intensivas e serviços de entrega, mas este segmento continua a ser um dos mais esquecidos na transição energética. É precisamente aí que entra a Pollen, nova startup portuguesa fundada por Rui Bento, antigo líder da Uber em Portugal e fundador da Kitch, e por Miguel Morgado, fundador da Hunter Boards.</p>
<p>A empresa acaba de lançar em Lisboa um sistema universal de troca de baterias para motas e scooters elétricas, pensado para eliminar uma das principais barreiras à eletrificação das duas rodas: o tempo de carregamento. Em vez de esperar pela bateria, o utilizador troca uma bateria descarregada por outra carregada em menos de um minuto.</p>
<p>A solução assenta numa rede de estações automatizadas, disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, e num modelo por subscrição, que dispensa a compra da bateria. Para utilizadores intensivos e frotas de delivery, o objetivo é claro: reduzir custos, evitar paragens e tornar a opção elétrica mais prática do que a gasolina.</p>
<p>“Para eletrificar as scooters e motas na Europa, não basta replicar o modelo dos automóveis: é necessária uma solução que torne o modelo elétrico mais barato e mais prático do que a gasolina. É isto que a Pollen oferece”, afirma Rui Bento, cofundador e CEO da startup.</p>
<p><strong>Uma bateria universal para várias marcas e modelos</strong></p>
<p>O elemento diferenciador da Pollen está na bateria universal. A empresa desenvolveu uma solução compatível com veículos de diferentes marcas e modelos, baseada na sua tecnologia proprietária ECS, sigla de Electronic Cell Switching.</p>
<p>Segundo a startup, esta tecnologia permite que a bateria alimente diferentes veículos elétricos leves com segurança e sem perda de performance. A ambição é criar um padrão transversal para um mercado que continua fragmentado, com múltiplos modelos, diferentes baterias e pouca interoperabilidade.</p>
<p>Essa fragmentação tem sido uma das razões que travam a adoção elétrica nas duas rodas. Apesar do crescimento da mobilidade elétrica nos automóveis, mais de 97% dos ciclomotores e motociclos na Europa continuam a funcionar a gasolina. A Pollen quer atacar esse problema com uma solução simples: uma bateria que possa ser usada em diferentes veículos e trocada rapidamente numa rede urbana de estações.</p>
<p><strong>Lisboa arranca com três estações</strong></p>
<p>A operação já está disponível em Lisboa, com três estações instaladas em postos de abastecimento da Galp nas Amoreiras, em Alvalade e no Lumiar. A Pollen prevê abrir novas localizações nos próximos meses, começando pela expansão na capital e avançando depois para outros mercados.</p>
<p>O foco inicial está nas frotas de entrega e nos utilizadores intensivos, que fazem muitos quilómetros por dia e para quem o tempo parado representa custo direto. Para este perfil de utilizador, a promessa da startup é eliminar carregamentos demorados, ansiedade de autonomia e tempo de inatividade.</p>
<p>A rede funciona de forma automatizada: o utilizador dirige-se à estação, retira uma bateria carregada e deixa a bateria descarregada. O processo demora segundos e foi desenhado para funcionar como uma alternativa rápida ao abastecimento tradicional.</p>
<p><strong>Pollen capta 3,2 milhões de euros</strong></p>
<p>A startup portuguesa já captou 3,2 milhões de euros em investimento, numa ronda liderada pela Pale Blue Dot e pela Mustard Seed Maze, dois fundos de impacto. A operação contou ainda com a participação da Kfund, Bynd, 4P Capital e Masia, além de vários investidores individuais ligados à mobilidade e energia.</p>
<p>Entre os angel investors estão Gui Telles, antigo COO da Uber e da Jump, Bastian Cransac, VP for Europe &amp; Americas da Lime, e Luís Santiago Pinto, CEO da Powerdot.</p>
<p>O capital levantado será usado para consolidar a operação em Lisboa, acelerar o desenvolvimento tecnológico e preparar a expansão internacional. A curto prazo, a Pollen aponta à Península Ibérica. A médio prazo, quer chegar às principais cidades europeias.</p>
<p><strong>Oportunidade de 55 milhões de veículos</strong></p>
<p>A dimensão do mercado é um dos pontos centrais da proposta da Pollen. A Europa tem mais de 55 milhões de scooters e motociclos a gasolina, uma categoria ainda pouco eletrificada e particularmente relevante nas cidades.</p>
<p>Além do uso particular, o crescimento das entregas urbanas aumentou a pressão sobre frotas que procuram reduzir custos operacionais, cumprir metas ambientais e evitar restrições futuras à circulação de veículos a combustão.</p>
<p>A Pollen posiciona-se precisamente nesse cruzamento entre mobilidade urbana, sustentabilidade e eficiência operacional. Ao retirar a bateria da equação de compra e ao transformar o acesso à energia num serviço por subscrição, a startup quer reduzir a barreira inicial de entrada e acelerar a adoção de veículos elétricos leves.</p>
<p><strong>Ambição vai além da mobilidade</strong></p>
<p>Fundada em 2024, a Pollen quer viabilizar 100 milhões de viagens e entregas diárias em todo o mundo sem recurso a combustíveis fósseis. A empresa acredita que a sua tecnologia pode ter aplicações para lá da mobilidade urbana, incluindo soluções distribuídas de energia de reserva para cidades.</p>
<p>Para já, o primeiro teste é Lisboa. Se a promessa se confirmar, a capital portuguesa poderá tornar-se o ponto de partida de uma rede europeia de baterias universais para motas e scooters elétricas.</p>
<p>A proposta é simples, mas ambiciosa: fazer pelas duas rodas elétricas aquilo que os carregamentos demorados ainda dificultam — tornar a alternativa limpa mais rápida, mais prática e mais barata do que continuar a circular a gasolina.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757484]]></sapo:autor>
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		<title>PSP não consegue provar infração e Montenegro escapa a multa por falta de cinto de segurança</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psp-nao-consegue-provar-infracao-e-montenegro-escapa-a-multa-por-falta-de-cinto-de-seguranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cinto de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Montenegro]]></category>
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					<description><![CDATA[A PSP confirmou que não vai levantar auto de contraordenação ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, nem ao seu motorista, na sequência da divulgação de um vídeo promocional em que ambos surgem numa viatura em andamento sem cinto de segurança. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PSP confirmou que não vai levantar auto de contraordenação ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, nem ao seu motorista, na sequência da divulgação de um vídeo promocional em que ambos surgem numa viatura em andamento sem cinto de segurança. A decisão assenta na ausência de elementos considerados essenciais para a instauração do processo, designadamente o dia, a hora, o local e as circunstâncias da alegada infração.</p>
<p>Ao <a href="https://www.publico.pt/2026/05/06/politica/noticia/psp-nao-sabe-dia-hora-montenegro-nao-vai-multado-falta-cinto-seguranca-2173757" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a PSP explicou que, para poder agir, “necessita dos elementos essenciais de informação” previstos no Código da Estrada, nomeadamente “o dia, a hora, o local e as circunstâncias em que foi cometida” a infração, razão pela qual não é possível “lavrar auto de notícia de contra-ordenação” apenas com base nas imagens divulgadas nas redes sociais.</p>
<p>Recorde-se que o episódio em causa remonta ao Domingo de Páscoa, quando o gabinete do primeiro-ministro publicou um vídeo promocional nas plataformas digitais no qual é visível Luís Montenegro e um dos seus motoristas, num carro em andamento, ambos sem o respetico cinto de segurança.</p>
<p>A divulgação gerou polémica, não só pelo exemplo dado pelo primeiro-ministro, mas também por ocorrer numa altura em que o executivo lançara um “apelo muito forte” à segurança rodoviária. A Operação Páscoa terminou este ano com 20 mortos, número que levou o ministro da Administração Interna a manifestar “profunda preocupação e consternação”.</p>
<p>Ao mesmo jornal, a PSP esclarece ainda que “a autoridade ou agente de autoridade que tiver notícia, por denúncia ou conhecimento próprio”, tem de dispor dos elementos exigidos por lei para aplicar a contraordenação. Segundo a polícia, apenas com as imagens publicadas não é possível determinar a data concreta nem as circunstâncias em que os factos ocorreram. Acrescenta ainda que “outro aspecto a considerar é a condição de saúde do cidadão, nomeadamente se está isento (…) do uso do cinto de segurança”, frisando que, como “não foi fiscalizado, logo, desconhece-se”.</p>
<p>Desde a divulgação do vídeo não houve qualquer justificação ou pedido de desculpas por parte de Luís Montenegro, mas o tema acabou mesmo por chegar à Assembleia da República. Em plenário, o deputado do PSD Miguel Guimarães desvalorizou a situação, afirmando que “o senhor primeiro-ministro estava a fazer um vídeo com o carro meio parado ou estava no estacionamento” e que “não estava seguramente a fazer uma viagem normal”, apesar de nas imagens ser visível o veículo em circulação na cidade de Lisboa, com o motorista a prestar declarações à câmara enquanto conduz.</p>
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		<title>Petroprix inaugura maior posto no distrito de Lisboa e promete combustíveis até 15 cêntimos mais baratos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:31:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta é a 13ª unidade da marca no país e a terceira no distrito de Lisboa, sendo também a maior que a empresa inaugura até agora nesta região]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petroprix abriu um novo posto de abastecimento em Frielas, no concelho de Loures, reforçando a expansão da sua rede de combustíveis low-cost em Portugal. Esta é a 13ª unidade da marca no país e a terceira no distrito de Lisboa, sendo também a maior que a empresa inaugura até agora nesta região.</p>
<p>O novo posto está localizado na Rua 28 de Setembro, nº 103, em Frielas, e permite o abastecimento simultâneo de até seis veículos com Gasóleo Simples ou Gasolina Simples 95. Tal como as restantes estações da Petroprix, funciona 24 horas por dia e opera num modelo 100% automatizado.</p>
<p>Na fase inicial, a marca terá colaboradores no local para apoiar os clientes na utilização do sistema e da aplicação. Para novos utilizadores, mantém-se a oferta de três litros gratuitos no primeiro abastecimento.</p>
<p>“A entrada em Frielas reforça a nossa aposta na zona de Lisboa, uma região prioritária no plano de crescimento que traçámos”, afirma Jaime Vega de Seoane, diretor de Desenvolvimento Europeu da Petroprix.</p>
<p><strong>Terceira unidade no distrito de Lisboa</strong></p>
<p>A abertura em Frielas surge depois das recentes inaugurações em Massamá e Castanheira do Ribatejo, consolidando a presença da Petroprix no distrito de Lisboa e em zonas de elevada densidade populacional.</p>
<p>Segundo Jaime Vega de Seoane, a empresa está a crescer “de forma muito consistente” para garantir que mais portugueses conseguem aceder a combustível de qualidade ao melhor preço, através de um serviço rápido, simples e eficiente.</p>
<p>A Petroprix mantém um plano ativo de expansão em Portugal, com novas aberturas previstas nas próximas semanas. A nível global, a marca conta atualmente com 204 estações de serviço, distribuídas por Espanha, Panamá e Chile, além de Portugal.</p>
<p><strong>Modelo automatizado e preços mais competitivos</strong></p>
<p>A Petroprix posiciona-se como uma empresa de tecnologia a operar no setor dos combustíveis. A marca projeta e constrói as suas próprias estações e desenvolve internamente os sistemas de pagamento e controlo.</p>
<p>Esta integração permite, segundo a empresa, reduzir custos estruturais e praticar preços mais competitivos. A Petroprix afirma que os seus combustíveis ficam, em média, entre 10 e 15 cêntimos por litro abaixo dos preços praticados por operadores tradicionais, mantendo a qualidade e o cumprimento das normas legais em vigor.</p>
<p>O modelo automatizado permite também reduzir tempos de espera e simplificar o processo de abastecimento. Através da aplicação, disponível na Google Play e na App Store, os utilizadores podem localizar postos, consultar preços em tempo real e realizar pagamentos de forma autónoma.</p>
<p><strong>Poupança e conveniência para o consumidor</strong></p>
<p>Com a nova unidade em Frielas, a Petroprix reforça o seu posicionamento no mercado português, assente na eficiência, inovação tecnológica e poupança para o consumidor.</p>
<p>A proposta da marca combina funcionamento 24 horas, abastecimento digital, preços baixos e uma experiência pensada para reduzir custos e tempo no momento de abastecer. Para os novos utilizadores, a oferta de três litros no primeiro abastecimento serve como incentivo adicional à experimentação do serviço.</p>
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		<title>Crise energética: FMI exige aos países da UE medidas mais direcionadas para travar escalada dos preços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:32:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os países da União Europeia precisam de adotar medidas mais direcionadas para enfrentar a escalada dos preços da energia, defendeu Helge Berger.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os países da União Europeia precisam de adotar medidas mais direcionadas para enfrentar a escalada dos preços da energia, defendeu Helge Berger, diretor-adjunto do Departamento Europeu do Fundo Monetário Internacional (FMI). </p>
<p>Em declarações à Euronews, o responsável alertou que muitos governos europeus falharam na proteção eficaz das famílias e empresas mais afetadas, ao recorrerem a soluções generalizadas que podem ter efeitos contraproducentes.</p>
<p>Berger sublinhou que os agregados familiares mais vulneráveis devem ser o principal alvo dos apoios públicos e advertiu os governos para garantirem que as medidas adotadas não façam “mais mal do que bem”. Segundo o responsável, desde que a guerra liderada pelos Estados Unidos contra o Irão fez disparar os preços da energia, os Estados-membros apresentaram um “misto de boas e más políticas”. “A maioria dos governos, de uma forma ou de outra, interferiu nos preços da energia, o que não é o caminho a seguir. À medida que o tempo passa, se a situação continuar, precisamos de ser mais direcionados”, afirmou.</p>
<p><strong>Preços dos gás e petróleo continuam elevados (e sem vislumbre de grande alívio)</strong><br />
De acordo com dados citados pelo FMI, os preços do petróleo aumentaram cerca de 70%, enquanto o gás natural na Europa permanece aproximadamente 45% acima dos níveis anteriores ao conflito. Embora o impacto não seja tão severo como o choque energético de 2022, após a invasão russa da Ucrânia, o Fundo alerta que as atuais subidas continuarão a pesar sobre o crescimento económico europeu.</p>
<p>Como resposta, vários governos reduziram impostos sobre a energia, tornando-a artificialmente mais barata. Berger advertiu que esta estratégia pode desincentivar a poupança energética e a transição para alternativas mais sustentáveis. O representante do FMI alertou para o risco de “atenuar o sinal de preço” resultante da subida do petróleo, do gás natural e da eletricidade, defendendo antes um apoio direcionado aos grupos mais afetados.</p>
<p><strong>Subsídios generalizados favorecem rendimentos mais elevados, acusa FMI</strong><br />
Durante a reunião do Eurogrupo na segunda-feira à noite, o FMI informou os ministros das Finanças de que cerca de 70% do custo total das medidas adotadas em 2022 — na sequência da invasão da Ucrânia pela Rússia — não foram direcionadas ou distorceram os preços, ou ambas as situações.</p>
<p>No atual choque energético, o Fundo destacou que, se não forem direcionados, 33% dos subsídios à eletricidade podem beneficiar os 20% mais ricos da população, enquanto apenas 11% chegam aos 20% mais pobres. A discrepância é ainda maior nos apoios aos combustíveis para transporte: 34% poderão favorecer os agregados mais ricos, contra apenas 9% destinados aos mais vulneráveis, caso não haja critérios de focalização.</p>
<p>Apesar deste cenário, o FMI reconhece que a Europa se tornou mais resiliente nos últimos anos graças a ganhos de eficiência energética e a uma matriz energética mais limpa. Segundo a instituição, as famílias europeias tiveram custos 12% inferiores nos últimos cinco anos devido a estas melhorias.</p>
<p><strong>Europa está mais resiliente, mas ainda vulnerável</strong><br />
O presidente do Eurogrupo, Kyriakos Pierrakakis, afirmou após a reunião que as expectativas de uma rápida normalização da crise no Médio Oriente não se confirmaram. “Esta é a realidade difícil que enfrentamos e devemos abordá-la com realismo e responsabilidade”, declarou.</p>
<p>Pierrakakis referiu que o FMI reconhece o “ponto de partida positivo” da Europa, destacando um “mercado de trabalho robusto” e níveis de desemprego historicamente baixos. No entanto, alertou que os efeitos da crise não são distribuídos de forma uniforme. “Importadores líquidos de energia e economias com margem orçamental limitada enfrentam maior pressão. Isso obriga-nos a agir com cautela, com políticas bem concebidas e direcionadas”, acrescentou.</p>
<p>Com a guerra com o Irão e o encerramento do Estreito de Ormuz, a dependência europeia de combustíveis fósseis importados voltou a evidenciar fragilidades estruturais. Ainda assim, segundo o FMI, a situação não é tão crítica como em 2022. Helge Berger reforçou que o aumento da quota de energias renováveis na matriz energética europeia tornou o continente mais resistente aos choques externos. “Qualquer aumento dos preços da energia continua a ser negativo para a economia, mas já não é tão grave como anteriormente”, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758962]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da BMW cai 23,1% para 1.672 M€ no 1.º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:47:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O lucro líquido da BMW caiu 23,1%, para 1.672 milhões de euros, no primeiro trimestre em termos homólogos, penalizado pelos direitos aduaneiros, nomeadamente dos EUA sobre os veículos europeus, e pelas provisões para riscos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O lucro líquido da BMW caiu 23,1%, para 1.672 milhões de euros, no primeiro trimestre em termos homólogos, penalizado pelos direitos aduaneiros, nomeadamente dos EUA sobre os veículos europeus, e pelas provisões para riscos.</P><br />
<P>Em comunicado, a fabricante automóvel alemã indica que os direitos aduaneiros reduziram a margem de rentabilidade operacional em 1,25 pontos percentuais no primeiro trimestre, um valor superior ao do ano anterior, quando a União Europeia (UE) aplicou direitos aduaneiros apenas aos veículos elétricos produzidos na China.</P><br />
<P>As importações de automóveis europeus para os Estados Unidos estão sujeitas a um direito aduaneiro de 15% ao abrigo de um acordo com a UE celebrado em julho de 2025 e parcialmente implementado.</P><br />
<P>Para explicar a queda no lucro, a fabricante automóvel alemã citou também a &#8220;concorrência feroz, particularmente na China&#8221;, que pesou sobre os preços de venda e os volumes.</P><br />
<P>No mercado chinês, onde os grupos automóveis europeus enfrentam fabricantes locais tecnologicamente muito avançados, a BMW registou no primeiro trimestre uma queda de 10% nas entregas de veículos.</P><br />
<P>Ainda assim, teve melhores resultados do que os seus concorrentes em crise, a Volkswagen (-14,8%) e a Mercedes (-27%).</P><br />
<P>O grupo de Munique, que inclui as marcas BMW, Mini e Rolls-Royce, entregou cerca de 566.000 veículos, entre janeiro a março, em todo o mundo, uma queda de 3,5% em relação ao ano anterior. </P><br />
<P>A marca BMW registou uma queda nas entregas (-4,6%), assim como a Rolls-Royce (-8%), mas a Mini registou um aumento (+6%), especialmente nas entregas de veículos elétricos.</P><br />
<P>No total, as entregas de veículos elétricos recuaram 20%, mas as novas encomendas para este tipo de carros subiram 40% no primeiro trimestre na Europa, a única região em crescimento para o grupo.</P><br />
<P>Segundo os dados hoje divulgados pela BMW, no primeiro trimestre deste ano o volume de negócios diminuiu 8,1%, para 31.007 milhões de euros, devido à queda nas vendas e à forte concorrência na China. As vendas caíram 10% na China e 4% na região das Américas.</P><br />
<P>Excluindo os efeitos negativos das taxas de câmbio, sobretudo do dólar e do renminbi, a queda no volume de negócios teria sido de 4,3%.</P><br />
<P>O resultado operacional piorou 36,2% entre janeiro e março, para 2.004 milhões de euros, tendo a margem de rentabilidade operacional no segmento automóvel caído para 5% (6,9% no ano anterior), enquanto no segmento das motos subiu para 11,4% (9,4%).</P><br />
<P>&#8220;Mais uma vez, os nossos resultados do primeiro trimestre demonstram o valor da consistência estratégica, da solidez operacional e de um elevado nível de flexibilidade. Estamos bem posicionados para alcançar um sucesso contínuo&#8221;, afirmou o presidente executivo da BMW, Oliver Zipse, durante a apresentação dos resultados.</P><br />
<P>A BMW confirmou ainda os seus objetivos para o ano de 2026, embora indicando que os resultados poderão variar &#8220;devido a alterações nas condições políticas e macroeconómicas&#8221;.</P><br />
<P>Assim, prevê uma queda moderada do lucro antes de impostos em relação a 2025 e uma margem de rentabilidade operacional no segmento automóvel entre 4% e 6%. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758936]]></sapo:autor>
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		<title>BYD assinala três anos em Portugal com o B-DAY: check-up gratuito, test-drives e prémios nos concessionários</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 11:49:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marca chegou ao mercado português a 11 de maio de 2023 e, em apenas três anos, ultrapassou os 11 mil clientes a nível nacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A BYD celebra em maio três anos de presença em Portugal e assinala a data com o BYD B-DAY, um evento aberto ao público que decorrerá este sábado em todos os concessionários e oficinas da marca. A iniciativa vai reunir experiências exclusivas, ofertas para clientes e oportunidades para conhecer de perto a gama elétrica e híbrida plug-in da fabricante.</p>
<p>A marca chegou ao mercado português a 11 de maio de 2023 e, em apenas três anos, ultrapassou os 11 mil clientes a nível nacional. O percurso tem sido marcado pelo crescimento da rede de concessionários, por novos lançamentos e pelo reforço da presença da BYD na mobilidade elétrica em Portugal.</p>
<p>“A BYD chegou a Portugal a 11 de maio de 2023 e, em apenas três anos, consolidou-se como um dos principais protagonistas da mobilidade elétrica em Portugal”, sublinha a marca, que assume o B-DAY como uma celebração da relação com os clientes e do compromisso de longo prazo com o mercado nacional.</p>
<p><strong>Evento aberto a clientes e interessados</strong></p>
<p>Durante o dia, os showrooms BYD em Portugal estarão em ambiente de festa para receber clientes, visitantes e interessados em conhecer a marca.</p>
<p>Os clientes BYD terão acesso a um check-up gratuito, que inclui chassis, pneus, travões e sistema elétrico, além de lavagem e vouchers de desconto em serviços de oficina.</p>
<p>Para quem ainda não é cliente, o BYD B-DAY será também uma oportunidade para conhecer a gama de modelos 100% elétricos e Super Híbridos Plug-in, realizar experiências nos concessionários e habilitar-se a prémios, incluindo um fim de semana ao volante de um BYD e artigos exclusivos da marca.</p>
<p>Para participar, os interessados devem inscrever-se no <a href="https://portal.is-intelligentsolutions.com/lp/byd/?" target="_blank" rel="noopener">site da BYD</a>, identificando o concessionário preferido.</p>
<p><strong>Uma gama com 13 modelos eletrificados</strong></p>
<p>A BYD conta atualmente em Portugal com uma gama composta por 13 modelos movidos a novas energias, entre 100% elétricos e Super Híbridos Plug-in.</p>
<p>Na oferta elétrica estão os BYD ATTO 3 EVO, ATTO 2, DOLPHIN SURF, DOLPHIN, SEAL, SEAL U, SEALION 7, TANG e HAN. A estes juntam-se os Super Híbridos Plug-in com tecnologia DM-i: ATTO 2 DM-i, SEAL 6 DM-i, SEAL 6 DM-i Touring e SEAL U DM-i.</p>
<p>A gama deverá continuar a crescer ainda este ano, com a marca a preparar novas apresentações para o mercado nacional.</p>
<p><strong>Prémios reforçam presença da marca</strong></p>
<p>A BYD tem vindo a afirmar-se no mercado português com uma aposta em tecnologia, inovação e mobilidade sustentável. Esse posicionamento tem sido acompanhado por vários prémios atribuídos à marca e aos seus modelos.</p>
<p>O BYD SEAL foi distinguido nos Prémios Carro do Ano/Volante de Cristal 2024, conquistando os títulos de Carro do Ano 2024, Elétrico do Ano e Prémio Design. O modelo recebeu ainda os prémios ACP Elétrico do Ano 2024 e Familiar do Ano.</p>
<p>Nos Fleet Awards Portugal 2025, o BYD ATTO 2 venceu na categoria “Carro de Empresa Ligeiro de Passageiros SUV até 25.000 euros”, enquanto o BYD SEALION 7 foi distinguido como “Carro de Empresa Ligeiro de Passageiros SUV até 40.000 euros”.</p>
<p><strong>Cliente no centro da estratégia</strong></p>
<p>O BYD B-DAY reforça a estratégia da marca centrada no cliente e na mobilidade sustentável. A celebração dos três anos em Portugal serve também para aproximar a marca do público, promover a sua rede nacional e mostrar a diversidade da oferta eletrificada.</p>
<p>Com mais de 11 mil clientes, 13 modelos e uma rede em crescimento, a BYD assinala o terceiro aniversário em Portugal com uma mensagem clara: consolidar a presença no mercado nacional e continuar a disputar espaço entre os principais protagonistas da mobilidade elétrica e híbrida plug-in.</p>
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		<title>Primeiro EBRO já circula em Portugal: marca estreia-se em Coimbra com SUV de sete lugares e 1.100 km de autonomia</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 11:17:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[EBRO entra em Portugal com uma proposta centrada em SUV a gasolina, híbridos, híbridos plug-in e, a partir do próximo inverno, também com um citadino 100% elétrico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EBRO abriu o seu primeiro concessionário em Portugal, em Coimbra, e entregou a primeira viatura a um cliente nacional. O momento assinala o arranque oficial da marca espanhola no mercado português, com o EBRO s800 PHEV a tornar-se o primeiro modelo da nova gama multi-energia a circular no país.</p>
<p>A entrega decorreu na passada segunda-feira no novo espaço da marca em Coimbra. A EBRO entra em Portugal com uma proposta centrada em SUV a gasolina, híbridos, híbridos plug-in e, a partir do próximo inverno, também com um citadino 100% elétrico.</p>
<p>“A entrega da primeira viatura EBRO em Portugal representa um marco muito relevante para a marca e para a nossa operação no país. É o primeiro passo de um projeto ambicioso, que assenta na qualidade dos nossos veículos e numa oferta multi-energia pensada para responder às necessidades reais dos consumidores”, afirma Francisco Cabral, diretor de marketing e comunicação da EBRO em Portugal.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que a marca está focada “numa rápida implementação” da rede de concessionários e serviços de após-venda em território nacional.</p>
<p><strong>Coimbra abre caminho à expansão nacional</strong></p>
<p>O novo concessionário de Coimbra é o primeiro da rede EBRO em Portugal e marca o início de um plano de expansão progressivo. Durante o próximo mês, a marca prevê abrir três novos espaços em Aveiro, Leiria e Oliveira de Azeméis.</p>
<p>Até ao final do ano, o objetivo é atingir mais de 10 pontos de venda no país, incluindo nas áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa.</p>
<p>“É com enorme entusiasmo que representamos a EBRO em Coimbra, integrando um projeto com forte potencial de crescimento em Portugal”, refere André Serra, responsável comercial do concessionário EBRO em Coimbra.<br />
Segundo o responsável, o espaço foi pensado para proporcionar uma experiência completa aos clientes, desde o primeiro contacto com a marca até ao acompanhamento no pós-venda.</p>
<p><strong>Primeiro modelo entregue foi o s800 PHEV</strong></p>
<p>O primeiro automóvel EBRO entregue em Portugal foi o s800 PHEV, um SUV de sete lugares que combina motorização híbrida plug-in, espaço familiar e autonomia alargada.</p>
<p>O modelo apresenta uma potência combinada de 279 cv, autonomia elétrica até 90 km e autonomia total que pode atingir os 1.100 km. Os preços começam nos 47.240 euros na versão PHEV.</p>
<p>O interior aposta em materiais premium, ecrãs de grande formato e sistema de som Sony de alta-fidelidade. A capacidade da bagageira pode chegar aos 1.930 litros, reforçando o posicionamento do s800 como uma proposta para famílias e utilizadores que valorizam espaço, conforto e versatilidade.</p>
<p>O EBRO s800 está também disponível com motorização a gasolina de 147 cv, com preços a partir de 42.240 euros.</p>
<p>“Procurei um carro espaçoso, confortável e com uma solução híbrida eficiente para o dia a dia. O EBRO s800 PHEV surpreendeu-me pela qualidade e pela autonomia em modo elétrico. Estou muito satisfeita por ser a primeira cliente da marca em Portugal”, afirma Susana Simões, primeira proprietária de um EBRO s800 PHEV no país.</p>
<p><strong>Quatro SUV multi-energia para Portugal</strong></p>
<p>A gama EBRO para o mercado nacional é composta por quatro SUV, com diferentes dimensões, motorizações e posicionamentos.</p>
<p>O EBRO s400 é um SUV compacto híbrido, pensado para utilização urbana e quotidiana. Tem consumo anunciado de 5,3 l/100 km, potência combinada de 211 cv e preços a partir de 29.240 euros.</p>
<p>O EBRO s700 posiciona-se como SUV familiar e está disponível em versões gasolina, híbrida e híbrida plug-in. A autonomia pode chegar aos 1.200 km, com até 90 km em modo 100% elétrico. Os preços começam nos 33.740 euros.</p>
<p>O EBRO s800, agora entregue pela primeira vez em Portugal, é o SUV de sete lugares da gama, com foco no conforto e no espaço, bagageira até 1.930 litros e versões gasolina e PHEV. Começa nos 42.240 euros.<br />
No topo da oferta surge o EBRO s900, um PHEV 4&#215;4 com 428 cv, autonomia elétrica até 177 km e autonomia combinada até 1.050 km. Está disponível a partir de 56.740 euros.</p>
<p><strong>Tecnologia, segurança e garantia até oito anos</strong></p>
<p>A gama SUV da EBRO assenta nas plataformas multi-energia T1X e T2X, desenvolvidas com o Grupo Chery. Entre os principais elementos tecnológicos estão o processador Qualcomm Snapdragon 8155, ecrãs até 15,6 polegadas, sistema de som Sony e a aplicação EBROAuto para controlo remoto.</p>
<p>No domínio da segurança, os modelos incluem carroçarias reforçadas com aço de ultra alta resistência, até nove airbags e 24 sistemas ADAS. Entre eles estão cruise control adaptativo e visão 540º.</p>
<p>A marca oferece garantia de sete anos ou 150.000 km, alargada até oito anos ou 160.000 km nos modelos híbridos plug-in.</p>
<p><strong>Citadino elétrico chega no inverno</strong></p>
<p>Além da gama SUV, a EBRO prepara o lançamento de um utilitário 100% elétrico, com chegada a Portugal prevista para o próximo inverno.</p>
<p>O modelo deverá estar equipado com motor elétrico traseiro de 90 kW, equivalente a 122 cv, e 111 Nm de binário. A aceleração dos 0 aos 100 km/h deverá ficar abaixo dos 11 segundos.</p>
<p>A marca prevê duas opções de bateria, ambas com autonomia próxima dos 400 km, e capacidade de carregamento dos 30% aos 80% em 20 a 30 minutos.</p>
<p>Todos os modelos são fabricados na EBRO Factory da Zona Franca, em Barcelona, reforçando o posicionamento da marca como projeto industrial espanhol com ambição europeia, associado à reindustrialização, criação de emprego, sustentabilidade e desenvolvimento de uma base produtiva competitiva no setor automóvel.</p>
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		<title>Só existem 275 no mundo: Mercedes-AMG One com motor de Fórmula 1 pode render até 3 milhões em leilão</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 11:00:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Exemplar, de 2024, destaca-se por uma pintura verde especial feita por encomenda, pelo estado praticamente novo e pelo sistema híbrido derivado da Fórmula 1]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos apenas 275 Mercedes-AMG One produzidos está à venda em leilão, com uma estimativa entre 2,65 e 3 milhões de euros. O exemplar, de 2024, destaca-se por uma pintura verde especial feita por encomenda, pelo estado praticamente novo e pelo sistema híbrido derivado da Fórmula 1.</p>
<p>O hipercarro será leiloado pela <a href="https://rmsothebys.com/auctions/s0526/lots/r0004-2024-mercedesamg-one/" target="_blank" rel="noopener">RM Sotheby’s</a> e tem apenas 185 quilómetros percorridos. Segundo o &#8216;Motor1&#8217;, trata-se de um dos modelos mais exclusivos da Mercedes-AMG, criado para levar para a estrada tecnologia diretamente inspirada nos monolugares da Fórmula 1.</p>
<p>No centro do Mercedes-AMG One está um sistema híbrido extremamente sofisticado. Combina um motor V6 turbo de 1,6 litros com quatro motores elétricos, para uma potência total de 1.063 cv. A base técnica deriva do motor utilizado no Mercedes W07, o monolugar campeão mundial de Fórmula 1 em 2016, época em que Lewis Hamilton e Nico Rosberg competiam pela equipa alemã.</p>
<p><strong>Fórmula 1 homologada para a estrada</strong></p>
<p>A grande promessa do AMG One sempre foi transportar tecnologia de competição para um automóvel legal para circular em estrada. Essa ambição tornou o projeto particularmente complexo: adaptar um motor concebido para pistas às exigências de emissões, durabilidade e utilização fora dos circuitos exigiu anos de desenvolvimento.</p>
<p>O resultado é um dos hipercarros mais extremos alguma vez criados pela Mercedes-AMG. O modelo acelera dos 0 aos 100 km/h em 2,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 352 km/h.</p>
<p>A tração integral e a caixa sequencial de sete velocidades ajudam a colocar no chão os 1.063 cv, garantindo precisão e capacidade de resposta compatíveis com um automóvel que, na prática, aproxima a engenharia da Fórmula 1 do uso em estrada.</p>
<p><strong>Recorde em Nürburgring e aerodinâmica ativa</strong></p>
<p>Além do conjunto motopropulsor híbrido, o Mercedes-AMG One integra soluções aerodinâmicas normalmente associadas à competição. Entre elas está o DRS, sistema de redução de arrasto usado na Fórmula 1, e vários elementos aerodinâmicos ativos, concebidos para otimizar o fluxo de ar em função da condução.</p>
<p>Esta combinação permitiu ao AMG One estabelecer um recorde no circuito de Nürburgring Nordschleife para automóveis de produção, com uma volta em 6 minutos e 29 segundos.</p>
<p>O modelo confirma, assim, a sua natureza de hipercarro de pista homologado para estrada, pensado tanto para colecionadores como para entusiastas de tecnologia automóvel extrema.</p>
<p><strong>Pintura verde custou 27.500 euros</strong></p>
<p>O exemplar agora em leilão distingue-se ainda pela cor Reingrün, uma pintura verde personalizada que custou 27.500 euros. O detalhe torna-o ainda mais raro, sobretudo num modelo já limitado a 275 unidades e muitas vezes associado a pinturas inspiradas nas tradicionais Flechas de Prata da Mercedes.</p>
<p>O carro foi ainda alvo de uma revisão oficial em fevereiro de 2026, com um custo de 37.610 euros. Inclui acessórios exclusivos e garantia estendida até 2028.</p>
<p>Com apenas 185 quilómetros, pintura especial e configuração altamente exclusiva, este Mercedes-AMG One deverá atrair colecionadores dispostos a pagar valores próximos dos 3 milhões de euros por um dos hipercarros mais tecnológicos e raros da última década.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Bosch e Qualcomm aceleram futuro dos carros inteligentes: já há 10 milhões de &#8216;computadores&#8217; na estrada</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 09:44:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A nova fase da parceria centra-se agora nos ADAS, uma área considerada essencial para aumentar a segurança, o conforto e a automatização da condução]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bosch e a Qualcomm Technologies estão a reforçar a sua parceria estratégica no setor automóvel, alargando a colaboração dos computadores de cockpit para os sistemas avançados de assistência à condução, conhecidos como ADAS. O objetivo é acelerar o desenvolvimento de soluções inteligentes, escaláveis e de alto desempenho, capazes de chegar a mais modelos e a mais condutores.</p>
<p>A colaboração entre as duas empresas já ultrapassou um marco relevante: a Bosch desenvolveu e forneceu mais de 10 milhões de computadores de veículo baseados nas plataformas Snapdragon Cockpit da Qualcomm Technologies para fabricantes automóveis em todo o mundo. As entregas abrangem todos os segmentos, desde modelos de entrada até veículos premium, e servem tanto marcas regionais como fabricantes globais.</p>
<p>A nova fase da parceria centra-se agora nos ADAS, uma área considerada essencial para aumentar a segurança, o conforto e a automatização da condução. As duas empresas estão a desenvolver programas de produção baseados na arquitetura de computadores de veículo da Bosch e na plataforma Snapdragon Ride da Qualcomm Technologies, com o objetivo de permitir implementações práticas e escaláveis.</p>
<p>“Ao combinar tecnologia de computação de ponta com a nossa experiência em integração de sistemas — hardware, software e segurança — permitimos aos fabricantes de automóveis responder à crescente procura por experiências de condução personalizadas, seguras e confortáveis”, afirma Christoph Hartung, membro do conselho do setor de Mobilidade da Bosch, diretor de tecnologia para Sistemas, Software e Serviços, e presidente da divisão Cross-Domain Computing Solutions.</p>
<p>Para o responsável, o crescimento da colaboração com a Qualcomm Technologies confirma o papel da Bosch no desenvolvimento de plataformas de computação robustas e de elevado desempenho, que servem de base aos veículos definidos por software.</p>
<p><strong>ADAS: segurança e desempenho com escala industrial</strong></p>
<p>A expansão da parceria inclui novos programas de produção de sistemas ADAS, suportados pela plataforma Snapdragon Ride. Estas soluções permitem configurações que vão desde funções básicas de assistência à condução, como controlo de velocidade e manutenção na faixa de rodagem, até sistemas mais avançados de condução automatizada.</p>
<p>No centro destes desenvolvimentos está a plataforma de integração ADAS da Bosch, um computador de veículo modular e escalável concebido para funções de assistência à condução. A sua capacidade de processamento e de gestão de dados permite integrar múltiplos sensores, criar uma visão abrangente do ambiente em redor do veículo e executar algoritmos complexos de forma segura e dinâmica.</p>
<p>A plataforma foi concebida para responder aos requisitos de segurança e cibersegurança da indústria automóvel, numa fase em que os veículos dependem cada vez mais de software, sensores e computação de alto desempenho.</p>
<p>“Os sistemas ADAS são onde o desempenho e a segurança têm de escalar no mundo real”, sublinha Nakul Duggal, vice-presidente executivo e diretor-geral do grupo de Automóvel, Industrial e IoT Embebido, e Robótica, da Qualcomm Technologies. Segundo o responsável, a expansão da parceria com a Bosch permitirá aos fabricantes disponibilizar sistemas avançados de assistência à condução em diferentes gamas de veículos de forma mais eficiente.</p>
<p><strong>Cockpit e ADAS num único sistema</strong></p>
<p>Uma das grandes apostas da colaboração passa pela integração de funções de cockpit e ADAS numa única plataforma. Esta abordagem permite gerir aplicações com diferentes níveis de criticidade num único chip, graças aos Snapdragon Ride Flex SoC.</p>
<p>Na prática, a consolidação destas funções num só computador de alto desempenho pode reduzir a complexidade das arquiteturas dos veículos, diminuir o consumo energético e baixar custos, facilitando a transição para modelos de computação centralizada.</p>
<p>A plataforma de integração de cockpit e ADAS da Bosch combina funções de condução assistida e automatizada com infotainment, navegação personalizada e assistência por voz. Esta arquitetura responde à evolução da indústria para veículos definidos por software, em que um número reduzido de computadores centrais substitui múltiplas unidades de controlo espalhadas pelo automóvel.</p>
<p>Os primeiros veículos resultantes dos novos contratos ADAS deverão começar a circular a partir de 2028.</p>
<p><strong>Contratos globais e foco no Leste Asiático</strong></p>
<p>A colaboração entre a Bosch e a Qualcomm Technologies já assegurou vários contratos com clientes globais, com especial destaque para o mercado do Leste Asiático. Estes projetos oferecem aos fabricantes automóveis maior flexibilidade no desenvolvimento de novas arquiteturas e um caminho mais claro para a computação centralizada.</p>
<p>As soluções desenvolvidas permitem adaptar a tecnologia a diferentes segmentos de veículos, do nível de entrada ao premium, tornando os sistemas avançados de assistência à condução mais acessíveis e mais fáceis de escalar a nível global.</p>
<p>Este ponto é particularmente relevante num mercado automóvel em transformação acelerada, no qual os fabricantes procuram equilibrar segurança, personalização, eficiência energética, custos e capacidade de atualização ao longo do ciclo de vida do veículo.</p>
<p><strong>Dez milhões de computadores de cockpit entregues</strong></p>
<p>A parceria entre a Bosch e a Qualcomm Technologies começou por ganhar escala no domínio do cockpit digital. Desde as primeiras entregas, em 2021, o volume cresceu de forma expressiva: passou de um milhão de unidades em 2023 para mais de 10 milhões em menos de três anos.</p>
<p>Esta evolução reflete a capacidade das duas empresas para levar tecnologias avançadas de computação automóvel a mercados como América do Norte, Ásia e Europa. A combinação da plataforma de integração de cockpit da Bosch com as plataformas Snapdragon Cockpit permite gerir múltiplos ecrãs, entradas de câmaras, assistentes de voz baseados em inteligência artificial, conteúdos multimédia imersivos e níveis superiores de personalização.</p>
<p>O resultado é uma experiência a bordo mais rápida, conectada e adaptada ao utilizador, num momento em que o cockpit digital se tornou um dos principais elementos de diferenciação entre fabricantes automóveis.</p>
<p><strong>Uma parceria para o veículo definido por software</strong></p>
<p>Com a expansão para os sistemas ADAS, a Bosch e a Qualcomm Technologies reforçam uma colaboração centrada no futuro do automóvel: veículos mais conectados, automatizados, personalizados e dependentes de plataformas de computação de alto desempenho.</p>
<p>Para os fabricantes, a promessa está na escalabilidade. Para os condutores, está na possibilidade de aceder a sistemas de segurança e conforto mais avançados em diferentes gamas de veículos. Para a indústria, está na consolidação de uma arquitetura mais simples, eficiente e preparada para o veículo definido por software.</p>
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		<title>O mito volta à estrada: Rali de Portugal liga o Centro ao Norte antes da apoteose em Fafe</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 06:45:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prova, sexta ronda do Campeonato do Mundo de Ralis, disputa-se oficialmente de 7 a 10 de maio, com 23 classificativas, 345,14 quilómetros cronometrados e cerca de 1.862 quilómetros no total]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 59.ª edição do Rali de Portugal arranca esta quarta-feira com o shakedown em Paredes-Baltar, antes de quatro dias de competição entre o Centro e o Norte do país. A prova, sexta ronda do Campeonato do Mundo de Ralis, disputa-se oficialmente de 7 a 10 de maio, com 23 classificativas, 345,14 quilómetros cronometrados e cerca de 1.862 quilómetros no total, tendo base operacional na Exponor, em Matosinhos, e cerimónia de partida em Coimbra, segundo o guia oficial do Automóvel Club de Portugal.</p>
<p>Este ano, a etapa portuguesa do Campeonato de Portugal de Ralis contará com apenas 14 pilotos nacionais. Integrada na prova mundialista, a competição do CPR fica limitada aos dois primeiros dias de corrida, quinta e sexta-feira, mas será, ainda assim, a etapa mais dura e extensa do calendário nacional.</p>
<p>O pelotão português terá pela frente 10 classificativas e 134,3 quilómetros disputados sobretudo em terra. A exceção será a superespecial da Figueira da Foz, em asfalto, que encerra o primeiro dia competitivo, na quinta-feira.</p>
<p><strong>Rúben Rodrigues lidera, Armindo Araújo parte como favorito</strong></p>
<p>A luta nacional arranca com Rúben Rodrigues, em Toyota Yaris, na liderança do campeonato, depois da vitória na prova de abertura, em Amarante. O piloto soma 25 pontos e chega ao Rali de Portugal no comando das contas do CPR.</p>
<p>Logo atrás surge Armindo Araújo, em Skoda Fabia, a apenas dois pontos. Pela experiência acumulada na prova, parte como um dos grandes favoritos: já foi o melhor português no Rali de Portugal por 14 vezes e conta mesmo com uma vitória à geral.</p>
<p>Entre os restantes candidatos estão Pedro Almeida, em Toyota Yaris, José Pedro Fontes, em Lancia Ypsilon, Pedro Meireles, em Skoda Fabia, Ricardo Teodósio, em Citroën C3, Gonçalo Henriques e Hugo Lopes, ambos em Hyundai i20.</p>
<p>A competição nacional termina na sexta-feira com Mortágua 2, que funcionará como power stage para as contas do CPR. A partir de sábado, a permanência em prova das equipas portuguesas passa a ser opcional, contando apenas para o título honorífico de melhor piloto luso à geral.</p>
<p><strong>Shakedown antecipado e novidades no calendário</strong></p>
<p>A edição deste ano estende-se por mais um dia do que o habitual. O shakedown, usado pelas equipas para os últimos acertos antes da competição, foi antecipado para esta quarta-feira, às 15h01, em Paredes-Baltar. O troço tem 5,72 quilómetros e decorrerá até às 19h30, segundo o guia do ACP.</p>
<p>Na quinta-feira, a competição começa com duas especiais na região de Aveiro: Águeda/Sever, às 15h05, e Sever/Albergaria, às 16h05. A superespecial da Figueira da Foz encerra o dia, às 18h05. A inclusão de duas classificativas na quinta-feira responde às novas orientações da Federação Internacional do Automóvel sobre a quilometragem total de um dia de prova.</p>
<p>Na sexta-feira, o rali permanece no Centro, com passagem por Mortágua, Arganil, Lousã e Góis. O dia começa às 07h35 com Mortágua 1 e termina às 15h45 com Mortágua 2, power stage do CPR.</p>
<p>O sábado marca o regresso ao Norte, com duplas passagens por Felgueiras, Cabeceiras de Basto, Amarante e Paredes, antes da superespecial de Lousada, marcada para as 19h05. No domingo, a decisão fica entregue a Vieira do Minho e Fafe, com a segunda passagem por Fafe a servir de Power Stage do WRC, às 13h15. O programa oficial confirma o pódio final em Fafe, com hora aproximada às 14h15.</p>
<p><strong>Fafe volta a ser a ‘Catedral’ dos ralis</strong></p>
<p>O domingo volta a colocar Fafe no centro das atenções. O troço, conhecido pelo Salto da Pedra Sentada e pelas multidões que acompanham a passagem dos carros, será novamente decisivo na classificação final.</p>
<p>A organização descreve Fafe como uma classificativa curta, mas exigente, marcada por piso de terra frequentemente degradado, zonas rápidas e secções técnicas, obrigando a um compromisso rigoroso na afinação dos carros.</p>
<p>Antes disso, o rali passará por Vieira do Minho, com duas passagens no domingo, às 08h05 e às 10h35, num percurso pela Serra da Cabreira e com o Gerês como pano de fundo. A última passagem por Fafe, às 13h15, fechará a prova ao cronómetro.</p>
<p><strong>GNR monta operação especial de segurança</strong></p>
<p>A GNR prepara a operação “WRC Vodafone Rally de Portugal 2026”, com o objetivo de garantir a ordem pública, encaminhar e conter espectadores nas zonas destinadas ao público, interditar a circulação nas especiais e assegurar a fluidez nos acessos, itinerários de emergência e percursos de ligação.</p>
<p>A prova passa pelas regiões Centro e Norte, abrangendo os distritos de Aveiro, Coimbra, Viseu, Porto, Braga, Vila Real e Viana do Castelo.</p>
<p>A operação da Guarda será desenvolvida em duas fases. A primeira começa no dia anterior à prova e destina-se à interdição da circulação automóvel nos troços, controlo de acessos e preparação do dispositivo. A segunda decorre durante a prova, acompanhando os horários das classificativas, com interdição de veículos não autorizados, contenção do público nas zonas preparadas e bloqueio das áreas interditas.</p>
<p><strong>Zonas Espetáculo só nas áreas autorizadas</strong></p>
<p>O ACP preparou várias Zonas Espetáculo para o público acompanhar a prova em segurança. As áreas destinadas aos espectadores estão assinaladas a verde e todas as restantes zonas são consideradas interditas.</p>
<p>Na generalidade, o acesso às Zonas Espetáculo será permitido cerca de cinco horas antes da passagem do primeiro concorrente, permitindo uma deslocação mais tranquila do público. A organização recomenda que os espectadores respeitem as indicações da GNR e dos marshals.</p>
<p>Algumas Zonas Espetáculo terão acesso facilitado para cidadãos com mobilidade reduzida, desde que os veículos estejam devidamente identificados com o respetivo dístico.</p>
<p>Além dos mapas e guias de espectador, a prova disponibiliza informação oficial em tempo real através da aplicação Sportity, com o código WRCPOR26, onde podem ser consultados horários, classificações, listas de inscritos, mapas, penalizações e comunicados oficiais.</p>
<p><strong>Calendário resumido da prova</strong></p>
<p>Esta quarta-feira fica reservada ao shakedown em Paredes-Baltar. Na quinta-feira, o rali passa por Águeda/Sever, Sever/Albergaria e Figueira da Foz. Na sexta-feira, o centro da prova está em Mortágua, Arganil, Lousã e Góis.</p>
<p>No sábado, a caravana segue para Felgueiras, Cabeceiras de Basto, Amarante, Paredes e Lousada. No domingo, a decisão passa por Vieira do Minho e Fafe, com a Power Stage final a encerrar a 59.ª edição do Rali de Portugal.</p>
<p>Entre o regresso de troços emblemáticos, a luta nacional com 14 pilotos e a habitual romaria dos adeptos, o Rali de Portugal volta a ligar o Centro e o Norte do país numa das maiores provas desportivas realizadas em Portugal.</p>
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		<title>Honda Prelude regressa este verão depois de 25 anos: veja as imagens da nova geração</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2026 17:35:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após 25 anos fora do mercado, o icónico Honda Prelude está de regresso e chega a Portugal já este verão, agora com motorização híbrida e um preço de 61.500 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um silêncio de um quarto de século, o icónico <strong>Honda Prelude</strong> prepara-se para voltar às estradas portuguesas. A sexta geração do modelo marca o regresso de um dos coupés mais emblemáticos da marca japonesa, agora reinventado com motorização híbrida avançada e tecnologia pensada para manter intacto o ADN de prazer de condução que sempre o distinguiu.</p>
<p>A chegada a Portugal está prevista para este verão, com um preço chave na mão de 61.500 euros.</p>
<p><strong>Um regresso com história e identidade renovada</strong></p>
<p>Passaram 25 anos desde que o Prelude saiu de cena, mas o seu regresso não surge como um exercício de nostalgia. A nova geração assume-se como uma evolução clara, combinando herança desportiva com inovação tecnológica.</p>
<p>O design exterior inspira-se na elegância leve dos planadores, enquanto o interior aposta num ambiente envolvente, com materiais premium e uma configuração centrada no condutor, evocando a sensação de cockpit. A proposta é clara: recuperar a ligação emocional entre carro e condutor, agora adaptada à era eletrificada.</p>

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<p><strong>Tecnologia S+ Shift estreia-se no Prelude</strong></p>
<p>Uma das grandes novidades do novo modelo é a introdução da tecnologia S+ Shift, que surge pela primeira vez no Prelude. Este sistema foi desenvolvido para recriar a sensação de uma caixa de dupla embraiagem, elevando o envolvimento ao volante.</p>
<p>Através de uma gestão precisa das rotações do motor, o sistema simula mudanças de velocidade de forma realista, articulando o motor térmico com o motor elétrico de alta potência. O resultado é uma resposta imediata e uma experiência de condução mais imersiva.</p>
<p>Em conjunto com o Active Sound Control, o S+ Shift ajusta o som do motor à velocidade e às rotações, criando uma sensação mais natural durante a aceleração. Inclui ainda reduções controladas, ajuste de rotação e manutenção da relação de transmissão, reforçando o dinamismo em estrada.</p>
<p>O sistema cria uma transmissão virtual de oito velocidades e pode ser controlado através de patilhas no volante, permitindo ao condutor trocar “mudanças” como numa caixa manual e beneficiar do efeito de travagem do motor nas reduções.</p>
<p><strong>Modos de condução adaptados a diferentes estilos</strong></p>
<p>O S+ Shift está disponível em todos os modos de condução — Sport, GT, Comfort e Individual — permitindo ajustar a experiência ao estilo de cada condutor. No modo Sport, a condução torna-se mais emocional e responsiva, enquanto o modo Comfort privilegia uma condução mais suave, com rotações mais baixas.</p>
<p><strong>Motorização híbrida com foco na performance</strong></p>
<p>O novo Prelude integra o sistema híbrido e:HEV, resultado de mais de 25 anos de experiência da marca nesta tecnologia. A combinação de um motor a gasolina de 2.0 litros com uma transmissão elétrica de motor duplo oferece 184 cv de potência máxima e 315 Nm de binário.</p>
<p>Este conjunto garante uma condução envolvente, aliando eficiência energética a um elevado nível de refinamento.</p>
<p><strong>Dinâmica inspirada no Civic Type R</strong></p>
<p>Pensado para proporcionar desempenho e precisão, o modelo incorpora tecnologia de suspensão do <strong>Honda Civic Type R</strong>, reforçando a estabilidade, a resposta dinâmica e o feedback ao condutor em diferentes condições de condução.</p>
<p><strong>Interior tecnológico e foco na segurança</strong></p>
<p>No habitáculo, o destaque vai para o painel de instrumentos digital de 10,2 polegadas, totalmente personalizável e adaptado aos diferentes modos de condução, alterando gráficos e cores conforme a experiência pretendida.</p>
<p>O sistema é compatível com Apple CarPlay sem fios e Android Auto, garantindo conectividade total.</p>
<p>Ao nível da segurança, o Prelude inclui tecnologias como controlo de velocidade adaptativo, assistente de manutenção de faixa e assistente de saída de estrada, ajustados ao carácter mais dinâmico do coupé.</p>
<p><strong>Um regresso esperado chega este verão</strong></p>
<p>O novo Honda Prelude Hybrid estará disponível em quatro cores — Moonlit White Pearl, Meteoroid Grey Metallic, Crystal Black e Racing Blue Pearl — e representa o reencontro entre passado e futuro.</p>
<p>Mais do que o lançamento de um novo modelo, trata-se do regresso de um nome que marcou gerações e que, 25 anos depois, volta a assumir o seu lugar nas estradas portuguesas com uma proposta totalmente adaptada aos tempos atuais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758400]]></sapo:autor>
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		<title>Koenigsegg de 22 milhões desaparece no Mónaco e Interpol lança caça mundial ao hipercarro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 13:43:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hipercarro, identificado pelo chassis #7107, é um dos apenas sete exemplares produzidos e está avaliado em 22 milhões de dólares, cerca de 18,8 milhões de euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Interpol lançou uma operação internacional para localizar um Koenigsegg One:1 extremamente raro, pertencente ao antigo piloto de Fórmula 1 Adrian Sutil, que desapareceu no início do ano, avança a &#8216;Supercar Blondie&#8217;. O hipercarro, identificado pelo chassis #7107, é um dos apenas sete exemplares produzidos e está avaliado em 22 milhões de dólares, cerca de 18,8 milhões de euros.</p>
<p>Segundo os investigadores, o automóvel terá desaparecido em janeiro e poderá ter sido retirado do Mónaco. Nesta fase, o caso está a ser associado a movimentos na Europa de Leste ou na Rússia, embora muitas perguntas continuem sem resposta.</p>
<p>De acordo com informações avançadas pela &#8216;Auto Motor und Sport&#8217; e citadas pela &#8216;Supercar Blondie&#8217;, o Koenigsegg One:1 estava entre vários veículos retirados da garagem de Adrian Sutil no Mónaco. O caso terá ocorrido depois de a família do antigo piloto ter sido alegadamente ameaçada.</p>
<p><strong>Alegada ameaça ligada ao Grupo Wagner</strong></p>
<p>O advogado de Sutil afirmou que uma pessoa que alegava estar ligada ao Grupo Wagner, uma empresa militar privada financiada pela Rússia, terá avisado que os carros seriam recolhidos, independentemente da vontade do antigo piloto.</p>
<p>Na sequência desse episódio, vários automóveis foram retirados da garagem. Entre eles estavam não só o Koenigsegg One:1 desaparecido, mas também um Koenigsegg Regera e um Mercedes-Benz 600 Saloon que terá pertencido a Elvis Presley.</p>
<p>No total, nove carros foram removidos.</p>
<p>O caso é ainda mais complexo devido a problemas legais anteriores. A &#8216;Road &#038; Track&#8217;, citada no mesmo relato, avançou que cerca de 20 veículos guardados na Alemanha, Suíça e Mónaco tinham sido apreendidos pelas autoridades em processos anteriores.</p>
<p><strong>Um carro quase impossível de esconder</strong></p>
<p>Apesar do mistério, há um detalhe que pode jogar a favor das autoridades: o Koenigsegg One:1 é praticamente impossível de passar despercebido. Além de ser um dos hipercarros mais raros do mundo, este exemplar tem carroçaria em fibra de carbono visível e apontamentos em China Pink, uma combinação visual altamente distintiva.</p>
<p>As autoridades da Alemanha e do Mónaco estão agora a colaborar com a Interpol para tentar localizar o veículo.</p>
<p>A raridade do modelo torna o desaparecimento particularmente sensível. O Koenigsegg One:1 foi concebido como um dos hipercarros mais extremos da marca sueca e ganhou o nome pela relação de um cavalo-vapor por cada quilo de peso.</p>
<p>Para colecionadores, trata-se de uma peça quase irrepetível. Para a polícia, é agora o centro de uma investigação internacional que cruza automóveis de luxo, alegadas ameaças e um desaparecimento envolto em muitas incógnitas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758300]]></sapo:autor>
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		<title>Governo avança com taxa sobre lucros extraordinários das petrolíferas para responder à crise dos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:39:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, confirmou esta terça-feira, em Bruxelas, que o Governo português vai avançar com uma taxa sobre os lucros extraordinários das empresas petrolíferas, medida que poderá também abranger o setor da distribuição alimentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, confirmou esta terça-feira, em Bruxelas, que o Governo português vai avançar com uma taxa sobre os lucros extraordinários das empresas petrolíferas, medida que poderá também abranger o setor da distribuição alimentar. O anúncio surge num contexto de forte pressão sobre os preços dos combustíveis e será calibrado à luz da realidade económica atual, sendo apresentado primeiro ao Parlamento e só depois comunicado ao país.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, ao início da tarde, o governante explicou que Portugal já tinha, há cerca de um mês, subscrito com outros Estados-membros, designadamente Alemanha e Espanha, uma carta dirigida à Comissão Europeia defendendo a criação de um mecanismo europeu de tributação destes lucros. “A Comissão deveria, a nível europeu, propor uma tributação, mas se não o fizesse, que deixasse a cada Estado-membro essa decisão”, afirmou. Segundo Miranda Sarmento, Bruxelas veio entretanto permitir que cada país avance com soluções próprias.</p>
<p>O modelo a adotar terá por base a experiência de 2022, mas com ajustamentos. “O que nós faremos é, com base naquilo que foi feito em 2022, vamos procurar melhorar e calibrar essas medidas”, indicou, sublinhando que “a situação hoje é diferente de 2022”. Atualmente, frisou, a principal pressão incide sobre os preços dos combustíveis, ao contrário do cenário generalizado de inflação registado há quatro anos. “A nossa inflação sem energia e bens alimentares continua próxima dos 2% e, portanto, as medidas serão calibradas e ajustadas ao contexto atual”, acrescentou, considerando prematuro avançar já com estimativas de receita.</p>
<p><strong>Apoios devem ser direcionados para quem mais precisa</strong><br />
O ministro começou por enquadrar a opção do Executivo com dois princípios orientadores. Em primeiro lugar, salientou que “os apoios, quando são generalizados para a população toda, a maior parte do seu benefício é capturado pelas pessoas de maiores rendimentos”. Em segundo, advertiu que, existindo “pouca margem orçamental”, os recursos públicos devem ser utilizados com critério.</p>
<p>Apesar de reconhecer que Portugal é atualmente “dos países que têm, neste momento, uma situação orçamental mais favorável”, Miranda Sarmento alertou que essa vantagem não pode ser perdida. Assim, defendeu que os apoios devem ser “sobretudo, direcionados para famílias de menores rendimentos e para setores que estão a ser profundamente atingidos por esta crise do preço dos combustíveis”.</p>
<p>Entre os setores mais afetados, destacou os transportes de mercadorias e passageiros em regime de obrigações de serviço público e a agricultura, referindo concretamente o gasóleo agrícola e os fertilizantes. Segundo o ministro, foi essa a lógica seguida até agora pelo Governo.</p>
<p><strong>Desconto no ISP mantém-se enquanto preços estiverem acima do referencial</strong><br />
No plano das medidas em vigor, Miranda Sarmento recordou que existe uma componente geral aplicável a todos os consumidores — a consignação da receita adicional do IVA à redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) — complementada por apoios setoriais.</p>
<p>Questionado sobre uma eventual revisão do desconto generalizado no ISP, o ministro foi claro: “Relativamente ao desconto geral do ISP que todos beneficiam na bomba de combustível, enquanto o preço estiver 10 cêntimos acima daquilo que era o preço de referência antes do conflito, no dia 2 de março, enquanto o preço estiver 10 cêntimos acima, nós automaticamente desceremos ou subiremos o desconto do ISP em função da subida ou descida do preço dos combustíveis.”</p>
<p>O governante sublinhou ainda que, segundo um estudo do Fundo Monetário Internacional, Portugal é o segundo país da União Europeia em que os apoios aprovados no contexto da crise associada ao Irão têm maior peso em percentagem do PIB. “Nós estamos a ajudar, ajudamos rápido, estamos a ajudar bastante, mas sempre procurando ser direcionado e usando bem os recursos públicos”, afirmou.</p>
<p><strong>Diferenças face a 2022 e resposta às críticas políticas</strong><br />
Confrontado com declarações feitas em 2022 pelo então líder da oposição, hoje primeiro-ministro, que classificara a taxa sobre lucros extraordinários como “popular e demagógica”, Miranda Sarmento respondeu que “o contexto hoje é muito diferente”.</p>
<p>O ministro apontou, desde logo, a redução da carga fiscal entretanto concretizada. “Este Governo já reduziu vários impostos: reduziu quatro vezes o IRS, fez várias reduções de IRC e continuarão até 2028, uma isenção de IMT e de imposto de selo na compra da primeira casa por parte dos jovens abaixo dos 35”, enumerou.</p>
<p>Da mesma forma, salientou que a natureza da inflação mudou. Em 2022, o aumento dos preços era generalizado e não resultava apenas do choque provocado pela invasão da Ucrânia pela Rússia. “Na altura, o problema da inflação já era um problema generalizado e que não decorria apenas do choque da invasão da Ucrânia por parte da Rússia, que gerou um choque no preço da energia e dos bens alimentares, mas que já vinha atrás”, explicou.</p>
<p>Recordando o período pós-pandemia, o ministro referiu que, a partir do verão de 2021, se registou “um choque de procura”, impulsionado pelo fim das restrições sanitárias e pelo excesso de liquidez existente, que levou a um “aumento substancial do consumo, sem que a produção tenha retomado logo os níveis pré-pandemia”. Esse desfasamento contribuiu para a escalada inflacionista da época.</p>
<p>Agora, com a inflação subjacente próxima dos 2% e a pressão concentrada nos combustíveis, o Executivo entende que há condições para avançar com uma tributação específica dos lucros extraordinários das petrolíferas, enquadrada numa estratégia que combina prudência orçamental, seletividade nos apoios e resposta direta à crise energética.</p>
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		<title>De Hoxton a Westminster: Range Rover revela edições especiais com luxo britânico e motorização plug-in hybrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 10:46:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nova gama temática inclui a Range Rover Evoque Hoxton Edition, a Range Rover Velar Belgravia Edition, a Range Rover Sport Battersea Edition e a Range Rover Westminster Edition, que completa agora a coleção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Range Rover revelou uma série exclusiva de edições inspiradas em Londres, concebidas para celebrar o luxo, o caráter e a originalidade britânicos. A nova gama temática inclui a Range Rover Evoque Hoxton Edition, a Range Rover Velar Belgravia Edition, a Range Rover Sport Battersea Edition e a Range Rover Westminster Edition, que completa agora a coleção.</p>
<p>Cada edição foi criada a partir da identidade de um bairro emblemático da capital britânica: Hoxton, ligado à criatividade e à modernidade; Belgravia, associado à elegância arquitetónica e ao luxo clássico; Battersea, símbolo de reinvenção urbana e energia contemporânea; e Westminster, centro histórico da liderança e do património britânicos.</p>
<p>Todas as edições estão disponíveis com motorização elétrica híbrida plug-in. No caso do Range Rover Sport Battersea Edition, a autonomia em modo exclusivamente elétrico pode chegar aos 117 km, valor suficiente, segundo a marca, para cobrir 75% das deslocações diárias médias dos clientes em modo zero emissões.</p>
<p><strong>Quatro bairros, quatro interpretações do luxo britânico</strong></p>
<p>A Range Rover sublinha que Londres tem sido uma fonte recorrente de inspiração para algumas das suas expressões mais exclusivas. A marca recorda a Range Rover Linley, apresentada em Park Lane em 1999, inspirada na sofisticação de Mayfair, e a colaboração do 50.º aniversário com o alfaiate de Savile Row Henry Poole &amp; Co., que integrou um tecido personalizado inspirado no interior original do Range Rover.</p>
<p>As novas London Editions procuram reinterpretar esse legado de forma contemporânea, associando cada modelo a um território simbólico da capital britânica.</p>
<p>“Esta série de edições inspiradas em Londres representa uma expressão contemporânea do diálogo permanente entre a cidade capital e a marca Range Rover”, afirma Hannah Custance, Range Rover Materiality Senior Manager.</p>
<p>Segundo a responsável, cada bairro foi escolhido pela sua “rica herança britânica”, pela arquitetura moderna icónica ou pelo papel como “epicentro da cena criativa de Londres”.</p>
<p><strong>Range Rover Evoque Hoxton Edition: criatividade e modernidade</strong></p>
<p>Inspirada em Hoxton, bairro ligado a inovadores, criadores e tendências urbanas, a Range Rover Evoque Hoxton Edition aposta numa imagem enérgica e contemporânea.</p>
<p>No exterior, a edição distingue-se pela identificação discreta nas proteções das embaladeiras inferiores, pela inscrição “Hoxton Edition” projetada no piso e pelas jantes de 20 polegadas Satin Gold com contraste Diamond Turned. O conjunto é complementado pelo pack exterior Platinum Atlas.</p>
<p>No interior, os bancos em couro com costura de contraste reforçam o ambiente premium. As proteções das embaladeiras iluminadas Hoxton Edition e o acabamento em alumínio escovado preto com gráfico exclusivo da edição criam uma sensação mais artesanal e personalizada.</p>
<p>A Range Rover Evoque Hoxton Edition está disponível como elétrico híbrido plug-in, com autonomia exclusivamente elétrica de até 60 km.</p>
<p><strong>Range Rover Velar Belgravia Edition: elegância arquitetónica</strong></p>
<p>Belgravia inspira a edição especial do Range Rover Velar, modelo cuja ligação ao design já estava marcada pela apresentação no London Design Museum. A Belgravia Edition procura combinar o legado da Range Rover com uma atenção reforçada ao detalhe.</p>
<p>O exterior integra jantes Dark Agate de 20 polegadas Diamond Turned com Satin Black Tinted Lacquer. A assinatura “Belgravia Edition” surge nas proteções das embaladeiras inferiores, no acabamento em alumínio escovado preto e nas luzes projetadas no piso exterior.</p>
<p>No interior, os bancos em couro suave com costura de contraste reforçam a dimensão artesanal da edição.</p>
<p>A Belgravia Edition Satin terá uma produção ainda mais exclusiva, limitada a 400 unidades a nível mundial. Esta versão acrescenta, pela primeira vez num Velar, uma película protetora mate, jantes Dark Agate Grey Diamond Turned de 22 polegadas com contraste Satin Black e pack exterior preto. Cada unidade ostenta a designação “1 of 400”.</p>
<p>A Range Rover Velar Belgravia Edition está disponível como elétrico híbrido plug-in, com autonomia exclusivamente elétrica de até 60 km.</p>
<p><strong>Range Rover Sport Battersea Edition: reinvenção e performance</strong></p>
<p>A Battersea Edition inspira-se num bairro que transformou arquitetura industrial art déco em espaços culturais contemporâneos. A edição especial do Range Rover Sport assume esse espírito de reinvenção e combina-o com uma imagem mais desportiva e assertiva.</p>
<p>O modelo apresenta tejadilho com contraste preto, pack exterior preto e jantes forjadas pretas de 22 polegadas. No interior, surgem gravações “Battersea Edition” na consola central e nas proteções das embaladeiras, além de costura de contraste nos bancos.</p>
<p>O Range Rover Sport Battersea Edition está disponível como elétrico híbrido plug-in, com autonomia exclusivamente elétrica de até 117 km.</p>
<p>Segundo a marca, esta autonomia permite cobrir 75% das deslocações diárias médias dos clientes em modo exclusivamente elétrico.</p>
<p><strong>Range Rover Westminster Edition: liderança e património</strong></p>
<p>A Westminster Edition completa a gama e presta homenagem ao bairro londrino associado à liderança e ao património britânicos, onde se encontram marcos como o Big Ben, a Abadia de Westminster e o Palácio de Buckingham.</p>
<p>O exterior apresenta a designação distintiva “Westminster Edition” e jantes Diamond Turned de 22 polegadas. No habitáculo, o folheado Natural Black Birch com embutido de 10 linhas faz uma referência subtil ao n.º 10 de Downing Street, sede da liderança britânica.</p>
<p>A especificação inclui ainda pintura metálica premium selecionada de série, sistema de som Meridian 3D e tejadilho panorâmico deslizante.</p>
<p>A Range Rover Westminster Edition está disponível como elétrico híbrido plug-in, com autonomia exclusivamente elétrica de até 116 km.</p>
<p><strong>Londres como assinatura de exclusividade</strong></p>
<p>A Range Rover posiciona estas quatro edições como expressões contemporâneas do luxo britânico, mantendo a ligação da marca ao design modernista, à sofisticação artesanal e à eletrificação.</p>
<p>Do ambiente criativo de Hoxton à elegância de Belgravia, da reinvenção urbana de Battersea à autoridade institucional de Westminster, a série procura traduzir diferentes facetas de Londres em quatro modelos da gama Range Rover.</p>
<p>“Procurámos encapsular o espírito destes bairros culturalmente significativos através de pormenores cuidadosos e requintados em cada edição, disponibilizados em toda a gama Range Rover”, sublinha Hannah Custance.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758062]]></sapo:autor>
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		<title>XPENG P7+ chega a Portugal com design premiado, IA e até 660 km de autonomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 09:07:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[XPENG P7]]></category>
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					<description><![CDATA[Já está disponível em pré-venda em Portugal, com preço a partir de 38.200 euros, mais IVA, para a versão RWD Standard Range, e primeiras entregas previstas para o verão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo XPENG P7+ conquistou o prestigiado Red Dot Design Award 2026, uma das distinções internacionais mais reconhecidas na área do design de produto. A berlina fastback elétrica da marca chinesa já está disponível em pré-venda em Portugal, com preço a partir de 38.200 euros, mais IVA, para a versão RWD Standard Range, e primeiras entregas previstas para o verão.</p>
<p>A XPENG, fabricante global de veículos elétricos inteligentes impulsionados por inteligência artificial, vê neste prémio um reconhecimento da combinação entre desenho aerodinâmico, inovação tecnológica e versatilidade interior. O P7+ foi distinguido na categoria de design de produto por um júri internacional composto por especialistas de várias áreas.</p>
<p>Atribuído anualmente desde 1955, o Red Dot Award avalia critérios como estética, funcionalidade, inovação e inteligência, abrangendo áreas tão diversas como moda, eletrónica de consumo, mobiliário, eletrodomésticos e automóveis.</p>
<p>Com 5,07 metros de comprimento, o XPENG P7+ combina a silhueta elegante e desportiva de uma berlina fastback com um espaço interior de referência. O coeficiente aerodinâmico de apenas 0,211 ajuda a reforçar a eficiência do modelo, sem comprometer o conforto dos ocupantes, incluindo nos bancos traseiros, onde a marca destaca o espaço para cabeça, pernas e ombros.</p>

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<p><strong>Espaço de carrinha numa berlina fastback</strong></p>
<p>A traseira de desenho marcante esconde uma bagageira com 573 litros de capacidade, que pode chegar aos 1.931 litros com os bancos traseiros rebatidos. O comprimento máximo de carga é de até 2,10 metros, colocando o P7+ como uma proposta particularmente versátil para utilização familiar e profissional.</p>
<p>No habitáculo, o ambiente tecnológico é reforçado por até cinco ecrãs, que disponibilizam as principais informações aos ocupantes. A sensação premium é complementada por elementos como o revestimento do teto em microfibra de toque suave tipo caxemira, o teto panorâmico em vidro que se prolonga pelas duas filas de bancos e a iluminação ambiente com 256 cores.</p>
<p>“O XPENG P7+ é um futuro ícone de design: a sua silhueta elegante e desportiva e as proporções equilibradas escondem um interior surpreendentemente espaçoso. A nossa berlina Fastback adapta-se tanto a uso profissional como familiar”, afirma Markus Schrick, diretor-geral da XPENG para a região da Europa Central.</p>
<p>“É com grande satisfação que vemos esta combinação reconhecida com um Red Dot Award. Este prémio internacional comprova a qualidade e inovação do nosso produto”, acrescenta o responsável.</p>
<p><strong>Primeiro XPENG definido por inteligência artificial</strong></p>
<p>O novo XPENG P7+ é apresentado como o primeiro modelo da marca definido por inteligência artificial. Integra uma plataforma de computação inteligente e o chip Turing AI, ambos desenvolvidos internamente pela XPENG, com capacidade de processamento de até 750 TOPS, ou tera operações por segundo.</p>
<p>Em Portugal, a berlina elétrica está disponível em pré-venda em três versões. A RWD Standard Range tem tração traseira, bateria LFP de 61,7 kWh e 180 kW de potência, equivalentes a 245 cv. A RWD Long Range utiliza uma bateria de 74,9 kWh e entrega 230 kW, ou 313 cv.</p>
<p>No topo da gama surge a AWD Performance, também com bateria de 74,9 kWh, dois motores, tração integral e 370 kW de potência, equivalentes a 503 cv. Esta versão acelera dos 0 aos 100 km/h em 4,3 segundos. A velocidade máxima está limitada a 200 km/h em todas as versões.</p>
<p><strong>Carregamento dos 10% aos 80% em 12 minutos</strong></p>
<p>O XPENG P7+ utiliza baterias LFP compatíveis com tecnologia de carregamento ultrarrápida 5C. Segundo a marca, o modelo pode carregar dos 10% aos 80% em 12 minutos, suportando até 446 kW de potência de carregamento em corrente contínua.</p>
<p>A versão RWD de topo, equipada com bateria de 74,9 kWh, anuncia até 660 km de autonomia em ciclo WLTP urbano, evidenciando a aposta da marca na eficiência energética.</p>
<p>O novo XPENG P7+ já pode ser reservado em Portugal, com preço de entrada de 38.200 euros, mais IVA, para a versão RWD Standard Range. As primeiras entregas estão previstas para o verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758007]]></sapo:autor>
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		<title>Que carro elétrico comprar em 2026? Guia por preço, autonomia e segmento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 07:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão, porém, depende cada vez mais de três fatores, indica a DECO PROteste: preço, autonomia real e tipo de utilização]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher um carro elétrico em 2026 tornou-se mais difícil, mas também mais interessante. A oferta nunca foi tão vasta, os preços começam abaixo dos 17 mil euros e há modelos capazes de ultrapassar os 600, 700 ou até 800 quilómetros de autonomia. A decisão, porém, depende cada vez mais de três fatores, indica a DECO PROteste: preço, autonomia real e tipo de utilização.</p>
<p>O mercado vai dos citadinos mais acessíveis, como o Dacia Spring Electric, o Leapmotor T03, o Citroën ë-C3 e o Renault Twingo E-Tech elétrico, até propostas familiares e premium como o Tesla Model 3, o BMW iX3, o Audi A6 e-tron, o BMW i5, o Mercedes-Benz EQE Limousine, o Polestar 4 ou o Porsche Macan elétrico.</p>
<p>Há também cada vez mais concorrência chinesa, com propostas como o BYD Dolphin, o BYD Dolphin Surf, o BYD Atto 2 Comfort, o XPeng G6, o XPeng G9, o Leapmotor B10 e o MGS5 EV. Ao mesmo tempo, marcas europeias tradicionais respondem com modelos como o Renault 5 E-Tech elétrico, o Fiat Grande Panda elétrico, o Opel Corsa Electric, o Peugeot e-2008, o Škoda Elroq, o Volkswagen ID.3 por via do Cupra Born, o Renault Scénic, o Ford Puma Gen-E e o Ford Capri.</p>
<p>O primeiro passo é simples: perceber para que serve o carro. Se for um segundo automóvel para deslocações diárias, quase todos os elétricos atuais cumprem. Se a ideia for fazer viagens longas com frequência, a autonomia e a velocidade de carregamento tornam-se decisivas — e o preço sobe.</p>
<p><strong>Citadinos: os elétricos mais baratos continuam limitados, mas fazem sentido na cidade</strong></p>
<p>No segmento dos citadinos, a escolha começa no Dacia Spring Electric, que custa a partir de 16.900 euros. O modelo renovado está disponível com motores de 70 cv ou 100 cv e anuncia uma autonomia WLTP que dificilmente ultrapassa os 220 quilómetros. É uma proposta simples, pensada sobretudo para cidade e trajetos curtos.</p>
<p>O Leapmotor T03 surge como alternativa chinesa de baixo custo. Custa 18.500 euros, mede 3,62 metros de comprimento e tem uma bateria de 37 kWh, com autonomia anunciada de 265 quilómetros. É uma solução básica, mas competitiva para utilização urbana.</p>
<p>O Fiat 500e entra num patamar mais caro. Com bateria de 42 kWh, custa desde cerca de 28 mil euros e promete até 321 quilómetros de autonomia. Já o Renault Twingo E-Tech elétrico, com quatro lugares e 3,79 metros de comprimento, começa nos 19.490 euros e promete até 264 quilómetros.</p>
<p>Até outubro de 2026 deverá chegar também o Smart #2, que reinterpretará o conceito original do pequeno Smart de dois lugares, agora em formato elétrico.</p>
<p><strong>Utilitários: o segmento mais competitivo</strong></p>
<p>Entre os utilitários elétricos, a concorrência é intensa e os preços já variam muito. O Citroën ë-C3 é uma das propostas mais acessíveis. Custa desde 19.990 euros, embora em campanha possa descer para 17.990 euros. Tem motor de 113 cv, bateria de 30 kWh e autonomia declarada de 212 quilómetros.</p>
<p>O Hyundai Inster é outro modelo importante neste patamar. Mede 3,83 metros de comprimento, anuncia até 370 quilómetros de autonomia e custa a partir de 25.800 euros.</p>
<p>O Renault 5 E-Tech elétrico é uma das novidades mais apelativas. A versão de entrada custa 24.900 euros, com bateria de 40 kWh, autonomia de 312 quilómetros e 95 cv. A versão topo de gama sobe para 150 cv, bateria de 52 kWh e até 410 quilómetros de autonomia, por cerca de 33 mil euros.</p>
<p>O BYD Dolphin Surf também entra na luta dos pequenos elétricos. A versão de 88 cv custa 25.225 euros e a mais potente, com 156 cv, chega aos 28.225 euros. O Fiat Grande Panda elétrico, com cerca de quatro metros de comprimento e design retro, deverá custar entre 26 mil e 29 mil euros, com autonomia máxima de 320 quilómetros.</p>
<p>O Kia EV2 chegará em breve por cerca de 26.600 euros. Mede 4,06 metros, terá baterias de 42 kWh ou 61 kWh e autonomias WLTP de 317 ou 448 quilómetros, consoante a versão.</p>
<p>O Opel Corsa Electric está disponível com 136 cv ou 156 cv e autonomia até 429 quilómetros. Os preços começam nos 31.240 euros e sobem para 32.440 euros na versão superior.</p>
<p>O Ford Puma Gen-E, pequeno SUV elétrico de tração dianteira, tem 168 cv, bateria de 54 kWh e autonomia até 417 quilómetros. O preço começa nos 32.426 euros e pode superar os 38 mil euros.</p>
<p>O Peugeot e-2008, com 4,30 metros de comprimento e bateria de 54 kWh, custa oficialmente desde 39.360 euros, embora possa surgir em promoção online a partir de 32.485 euros.</p>
<p>No topo deste grupo surge o Alfa Romeo Junior Elettrica, com 156 cv, autonomia WLTP de 410 quilómetros e preço de 38.500 euros.</p>
<p><strong>Compactos: mais espaço, mais autonomia e preços acima dos 30 mil euros</strong></p>
<p>Nos compactos, o MG4 EV continua a ser uma das alternativas mais acessíveis. Está disponível com baterias de 64 kWh e 77 kWh e custa a partir de 32.400 euros.</p>
<p>O MGS5 EV, SUV elétrico de 4,48 metros, custa entre 28 mil e 36 mil euros, com autonomias entre 340 e 480 quilómetros. É uma das propostas chinesas mais competitivas para quem procura espaço sem chegar aos preços premium.</p>
<p>O Kia EV3 é uma das opções mais fortes do segmento. Permite escolher entre baterias de 58,3 kWh e 81,4 kWh, com autonomias de 436 ou 605 quilómetros. O preço começa nos 36.200 euros.</p>
<p>O BYD Atto 2 Comfort custa desde 36.315 euros e, com a bateria de maior capacidade, chega aos 430 quilómetros de autonomia. O Hyundai Kauai elétrico mantém-se como proposta sólida, com baterias de 48 ou 65 kWh, autonomias de 380 ou 500 quilómetros e preços entre 38.450 e 40.250 euros.</p>
<p>O Cupra Born, tecnicamente próximo do Volkswagen ID.3, aposta numa imagem mais desportiva e custa desde 40.891 euros. A partir de junho deverá receber uma versão ainda mais desportiva.</p>
<p>O BMW iX1 entra já num patamar premium, com bateria de 65,2 kWh, autonomia até 516 quilómetros e preço base de 49.700 euros. O BMW iX2 é a alternativa de estilo mais coupé.</p>
<p>O Mercedes-Benz CLA elétrico também se destaca pela tecnologia, com sistema de 800 volts para carregamentos ultrarrápidos e motorização eficiente. O preço começa nos 49.450 euros.</p>
<p>A lista de compactos inclui ainda o BYD Dolphin, o Opel Astra elétrico e o Škoda Elroq. Para quem precisa de mais espaço familiar, modelos como o BMW iX1, o Opel Frontera, o Kia EV3, o Leapmotor B10 e o Renault Scénic também entram na equação.</p>
<p><strong>Segmento médio: familiares elétricos já chegam aos 750 e 800 quilómetros</strong></p>
<p>No segmento médio, o Tesla Model 3 continua a ser uma das referências. Está disponível em quatro versões, com preços entre pouco menos de 38 mil euros e 58.500 euros. A versão mais acessível anuncia 534 quilómetros de autonomia, a Performance chega aos 571 quilómetros e a Long Range de tração traseira ronda os 750 quilómetros no ciclo WLTP.</p>
<p>O Hyundai Ioniq 5 mantém-se como uma das propostas mais equilibradas. Com bateria de 63 kWh, percorre até 440 quilómetros; com a bateria de 84 kWh, chega aos 570 quilómetros. Os preços variam entre 45.350 e 54.500 euros.</p>
<p>O Audi Q4 e-tron está disponível com baterias de 63 e 82 kWh. A versão de entrada custa 49.700 euros e garante até 404 quilómetros, enquanto a versão com bateria maior pode chegar aos 516 quilómetros.</p>
<p>O Cupra Tavascan, baseado na mesma família técnica do Volkswagen ID.4 e do Škoda Enyaq, aposta num desenho mais dinâmico e afinação desportiva. A versão de base custa 50.320 euros.</p>
<p>O BMW i4, com baterias de 67 ou 84 kWh, oferece autonomias de 514 ou 613 quilómetros e preços desde 57.950 euros. Já o novo BMW iX3 é uma das propostas mais ambiciosas, com sistema de 800 volts, bateria de 108,7 kWh e autonomia que pode ultrapassar os 800 quilómetros. O preço começa nos 72.900 euros.</p>
<p>Neste segmento, também brilham o Ford Capri, o Kia EV6 e o XPeng G6. Este último é apontado como um dos negócios mais interessantes vindos da China, com preço inferior a 47 mil euros e elevado nível de equipamento e requinte.</p>
<p>O Smart #5, com origem parcialmente chinesa e alemã, também se destaca pela combinação entre tecnologia, espaço e posicionamento competitivo.</p>
<p><strong>Segmento médio-alto: conforto, autonomia e preços premium</strong></p>
<p>Nos elétricos de segmento médio-alto e executivo, o Audi A6 e-tron surge como uma das novidades mais relevantes. A versão Sportback custa desde 73.500 euros, enquanto a carrinha Avant começa nos 75.350 euros. É espaçosa, confortável, ágil, carrega rapidamente e promete longas distâncias com uma carga.</p>
<p>O BMW i5 aposta no conforto de viagem e na condução assistida em autoestrada. A versão base eDrive40 berlina custa 73.500 euros, oferece 340 cv e autonomia WLTP de 626 quilómetros. A versão topo de gama i5 M60, com 601 cv, custa 109.500 euros.</p>
<p>O Mercedes-Benz EQE Limousine é uma alternativa muito confortável e tecnológica. A versão EQE 300 custa 69.900 euros, oferece autonomia até 663 quilómetros e carrega em corrente contínua até 170 kW.</p>
<p>O Polestar 4 distingue-se por uma solução incomum: não tem vidro traseiro, sendo a visibilidade assegurada por um espelho digital. A autonomia anunciada é de 620 quilómetros e o preço começa nos 50.900 euros.</p>
<p>O Porsche Macan elétrico partilha plataforma com o Audi Q6 e-tron. Na versão de maior autonomia, chega aos 641 quilómetros e começa nos 83.670 euros. A versão Turbo sobe para 119.367 euros.</p>
<p>Neste patamar entram ainda rivais como o Hyundai Ioniq 9, o Polestar 3, o Volvo ES90 e o XPeng G9, que reforçam a diversidade de uma oferta cada vez mais vasta.</p>
<p><strong>Como escolher: cidade, viagens ou família?</strong></p>
<p>Para quem precisa apenas de um segundo carro para deslocações curtas, modelos como Dacia Spring Electric, Leapmotor T03, Citroën ë-C3, Renault Twingo E-Tech elétrico, Hyundai Inster ou Renault 5 E-Tech podem ser suficientes.</p>
<p>Para quem procura um carro único para cidade e viagens ocasionais, propostas como Kia EV3, MG4 EV, MGS5 EV, Hyundai Kauai elétrico, Opel Corsa Electric, Peugeot e-2008, BYD Atto 2 Comfort ou Ford Puma Gen-E oferecem melhor equilíbrio.</p>
<p>Para famílias e utilizadores que fazem muitos quilómetros, o Tesla Model 3, Hyundai Ioniq 5, Audi Q4 e-tron, BMW i4, Kia EV6, XPeng G6, Renault Scénic, Ford Capri, Škoda Elroq e BMW iX3 tornam-se escolhas mais adequadas.</p>
<p>No topo, para quem privilegia conforto, autonomia, tecnologia e estatuto, entram Audi A6 e-tron, BMW i5, Mercedes-Benz EQE Limousine, Polestar 4, Porsche Macan, Hyundai Ioniq 9, Polestar 3, Volvo ES90, XPeng G9 e Smart #5.</p>
<p>A conclusão é clara: em 2026, o problema já não é encontrar um carro elétrico. É escolher o elétrico certo para o orçamento, para os quilómetros diários e para a paciência de cada condutor com carregamentos.</p>
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