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	<title>Atualidade &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 May 2026 15:05:57 +0000</lastBuildDate>
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		<title>OMS alerta: mundo está menos preparado para nova pandemia do que há dez anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 15:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Risco de uma nova pandemia é real e encontraria hoje um mundo “mais dividido, endividado e menos capaz de proteger as suas populações” do que há uma década]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde e o Banco Mundial alertam que o mundo está cada vez menos preparado para enfrentar uma nova pandemia, apesar das lições deixadas pela Covid-19. A conclusão, indicada pelo site &#8217;20 Minutos&#8217;, aponta para uma regressão em indicadores considerados essenciais, incluindo o acesso a vacinas, diagnósticos e tratamentos.</p>
<p>Segundo o documento, o risco de uma nova pandemia é real e encontraria hoje um mundo “mais dividido, endividado e menos capaz de proteger as suas populações” do que há uma década. O relatório foi elaborado por um conselho de especialistas que acompanha há vários anos a preparação global para surtos de doenças infecciosas.</p>
<p>“Uma década depois de o Ébola ter exposto lacunas perigosas na preparação para surtos e seis anos depois de a Covid-19 ter transformado essas lacunas numa catástrofe global, as evidências são claras: o mundo não está mais seguro contra pandemias”, afirmam os especialistas citados pela agência &#8216;EFE&#8217;.</p>
<p>O alerta surge num momento de renovada preocupação sanitária internacional. Um novo surto de Ébola foi declarado na República Democrática do Congo e, nas últimas semanas, um surto de hantavírus a bordo de um navio de cruzeiro também gerou alarme. Para os especialistas, os surtos de doenças infecciosas estão a tornar-se “mais frequentes” e “mais prejudiciais”, com impactos que ultrapassam a área da saúde e podem atingir de forma severa a economia.</p>
<p>O relatório identifica vários fatores para esta fragilidade. Os investimentos não acompanharam o aumento do risco pandémico, enquanto as tensões geopolíticas, a degradação dos ecossistemas, o crescimento das viagens internacionais e os cortes na ajuda ao desenvolvimento dificultam a resposta global.</p>
<p>Um dos pontos mais críticos é o acesso desigual a meios médicos. O relatório indica que a distribuição equitativa de vacinas, testes e tratamentos piorou, usando como exemplo o surto de mpox. As vacinas contra este vírus chegaram aos países de baixo rendimento afetados quase dois anos depois do início do surto, ainda mais tarde do que aconteceu com as vacinas contra a Covid-19.</p>
<p>Perante este cenário, os especialistas defendem três prioridades urgentes: criar um sistema independente de vigilância do risco de pandemias, garantir financiamento robusto para prevenção e resposta imediata e assegurar acesso equitativo a vacinas, diagnósticos e tratamentos. O relatório aponta ainda para a necessidade de concluir o Pacto Global sobre Pandemias.</p>
<p>A negociação desse pacto continua, porém, bloqueada por divergências entre países. Um dos principais obstáculos é o sistema que deverá regular o acesso a agentes patogénicos, como vírus, bactérias e amostras biológicas, e a forma como serão distribuídos os benefícios resultantes da informação obtida a partir desses materiais.</p>
<p>A mensagem central do relatório é clara: a Covid-19 expôs as fragilidades do sistema global de resposta, mas não foi suficiente para as corrigir. Pelo contrário, a combinação de desigualdade, falta de investimento e instabilidade geopolítica pode fazer com que o mundo enfrente a próxima pandemia em condições ainda mais difíceis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764359]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Centro europeu ativa Grupo de Trabalho para a Saúde da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla em inglês) ativou hoje o Grupo de Trabalho para a Saúde da UE para apoiar na resposta ao surto de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla em inglês) ativou hoje o Grupo de Trabalho para a Saúde da UE para apoiar na resposta ao surto de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo).</P><br />
<P>Segundo o comunicado da ECDC, a diretora do organismo de saúde, Pamela Rendi-Wagner, e o diretor-geral dos Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC África), Jean Kaseya, reuniram-se para discutir a situação atual e os esforços em curso perante o surto na RDCongo. </P><br />
<P>&#8220;Concordaram nos detalhes da colaboração, e o ECDC irá prontamente enviar os seus especialistas para a região&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Como primeiro passo, o ECDC, refere que &#8220;enviará imediatamente um especialista do Grupo de Trabalho para a Saúde da UE para a sede do CDC África para apoiar a coordenação e o planeamento operacional&#8221;. </P><br />
<P>Paralelamente, e segundo a mesma nota, o ECDC &#8220;está em discussões com a Proteção Civil Europeia e as Operações de Ajuda Humanitária e com a Rede Global de Alerta e Resposta a Surtos sobre a possível mobilização de especialistas adicionais à medida que a situação evolui, por exemplo, na prevenção de infeções, epidemiologia, vigilância e comunicação de risco, para apoiar as atividades de resposta na RDCongo e Uganda&#8221;. </P><br />
<P>De acordo com o comunicado da ECDC, até 16 de maio foram notificados 246 casos suspeitos e 80 mortes suspeitas em pelo menos três zonas de saúde na província de Ituri na RDCongo. </P><br />
<P>Também foram notificados dois casos adicionais com histórico de viagem da RDCongo para Uganda.</P><br />
<P>Segundo a ECDC, &#8220;persistem incertezas significativas quanto à escala de transmissão, e o surto pode ser maior do que o atualmente detetado&#8221;.</P><br />
<P>Por último, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças refere que os esforços de resposta são muitos e são desafiados pela insegurança e, ainda, &#8220;pelos desafios humanitários nas áreas afetadas, bem como pelo facto de o surto ser causado pelo vírus Bundibugyo, para o qual atualmente não existem vacinas licenciadas nem tratamentos específicos disponíveis&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764326]]></sapo:autor>
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		<title>PRR: Ministro assegura que plano vai ser 100% executado se não houver &#8220;anormalidades&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, defendeu hoje, em Lisboa, que o Plano de Recuperação e Resiliência vai ser 100% executado se, até ao final do ano, "não houver anormalidades".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, defendeu hoje, em Lisboa, que o Plano de Recuperação e Resiliência vai ser 100% executado se, até ao final do ano, &#8220;não houver anormalidades&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estamos convencidos de que, se não houver anormalidades até ao final do ano, o PRR vai ser executado&#8221;, afirmou Manuel Castro Almeida, na conferência PTRR: Um novo ciclo de investimento, em Lisboa. </P><br />
<P>O governante já tinha anunciado que Bruxelas já aprovou a última revisão do PRR que Portugal apresentou e que, ainda hoje, a Comissão Europeia vai receber o novo pedido de pagamento no âmbito deste plano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764341]]></sapo:autor>
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		<title>Trump desiste de processo de 10 mil milhões contra o IRS, mas aliados podem receber fundo bilionário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente americano retirou a ação judicial sobre a fuga das suas declarações fiscais numa altura em que a administração prepara, segundo a imprensa dos EUA, um fundo de 1,7 mil milhões de dólares para compensar apoiantes que alegam ter sido alvo de investigações injustas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump desistiu voluntariamente do processo de 10 mil milhões de dólares, cerca de 9,2 mil milhões de euros, que tinha movido contra o Internal Revenue Service, o fisco americano, num caso ligado à fuga das suas declarações fiscais. </p>
<p>A decisão foi noticiada pela &#8216;Forbes&#8217; e confirmada por uma declaração judicial citada pela &#8216;Reuters&#8217;, numa altura em que surgiram relatos de que a administração estaria a discutir a criação de um fundo de 1,7 mil milhões de dólares, cerca de 1,6 mil milhões de euros, para compensar aliados políticos que alegam ter sido alvo de perseguição governamental.</p>
<p>O processo tinha sido apresentado por Trump em janeiro e acusava o IRS e o Departamento do Tesouro de não terem protegido adequadamente as suas informações fiscais confidenciais. Em causa estava a divulgação das declarações fiscais do presidente e da sua família a órgãos de comunicação social, durante o seu primeiro mandato, um episódio que revelou que Trump pagou pouco ou nenhum imposto sobre o rendimento em vários anos.</p>
<p>A fuga de informação foi atribuída a Charles Edward Littlejohn, antigo contratado do IRS, que acabou condenado a cinco anos de prisão por ter divulgado dados fiscais de Trump e de outros americanos ricos. O caso tornou-se um dos símbolos da tensão entre o presidente e as instituições federais que Trump acusa há anos de terem sido usadas contra si e contra os seus apoiantes.</p>
<p>A desistência do processo surge num momento politicamente sensível. De acordo com relatos citados pela pAssociated Pressp, a Administração Trump estaria a considerar a criação de um fundo de 1,7 mil milhões de dólares, cerca de 1,6 mil milhões de euros, destinado a compensar pessoas que afirmam ter sido vítimas da chamada “instrumentalização” do Governo. O mecanismo ainda não foi formalmente detalhado nos documentos judiciais, mas já provocou críticas dos democratas.</p>
<p>O tema é particularmente controverso porque, segundo a imprensa americana, o fundo poderia beneficiar aliados políticos de Trump que dizem ter sido injustamente investigados ou processados durante administrações anteriores. O &#8216;New York Post&#8217; noticiou que a família Trump e a Trump Organization ficariam impedidas de receber compensações desse fundo, mas receberiam um pedido formal de desculpa.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; sublinha, contudo, que os termos exatos da desistência continuam por esclarecer. A Casa Branca não comentou de imediato e não foram divulgados detalhes oficiais sobre qualquer acordo associado ao encerramento do processo.</p>
<p>O caso também levantava dúvidas jurídicas delicadas. Como Trump voltou à presidência, o processo colocava uma questão invulgar: até que ponto um presidente em funções pode processar uma agência federal que, em última análise, integra a administração que dirige. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, a juíza responsável pelo processo já tinha manifestado reservas sobre se as partes estavam verdadeiramente em posições adversariais. Uma audiência sobre essa questão estava marcada para 27 de maio.</p>
<p>Para os críticos, a possível criação de um fundo de compensação alimenta suspeitas de uso político de dinheiro público. O congressista democrata Jamie Raskin classificou a ideia como um fundo de “queixas políticas”, de acordo com a &#8216;Associated Press&#8217;. Do lado de Trump, o argumento é o inverso: o presidente tem defendido que o Departamento da Justiça e outras instituições federais foram politizadas contra si, contra a sua família e contra aliados republicanos.</p>
<p>A desistência do processo não encerra, por isso, a polémica. Pelo contrário, desloca o foco da fuga das declarações fiscais de Trump para uma questão maior: se a administração americana deve ou não criar um mecanismo de compensação para pessoas que alegam ter sido vítimas de perseguição política por parte do Estado.</p>
<p>O caso combina três temas explosivos da política americana atual: os impostos de Trump, a relação do Presidente com as instituições federais e a acusação recorrente de “weaponization”, ou instrumentalização política do Governo. Mesmo sem julgamento, a decisão de abandonar o processo contra o IRS promete manter a disputa no centro do debate em Washington.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764280]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>&#8220;Coexistência insustentável&#8221;: Pavões tornam-se na mais recente arma política do partido de Meloni</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Georgia Meloni]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[pavões]]></category>
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					<description><![CDATA[O partido da primeira-ministra italiana Giorgia Meloni entrou numa disputa política improvável depois de uma explosão da população de pavões numa estância balnear da costa adriática italiana ter provocado queixas crescentes de moradores e empresários locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O partido da primeira-ministra italiana Giorgia Meloni entrou numa disputa política improvável depois de uma explosão da população de pavões numa estância balnear da costa adriática italiana ter provocado queixas crescentes de moradores e empresários locais. O caso está a ganhar dimensão nacional após vídeos das aves a circular pelas ruas de Punta Marina se tornarem virais nas redes sociais.</p>
<p>Na localidade costeira de Punta Marina, os residentes denunciam noites sem dormir devido aos sons emitidos pelos pavões durante o período de acasalamento, além de danos em telhados, automóveis e jardins privados. As aves também são apontadas como responsáveis por problemas de higiene relacionados com dejetos espalhados pelas zonas residenciais e turísticas.</p>
<p>Segundo relatos locais, os pavões começaram a habituar-se às áreas urbanas durante os anos mais silenciosos da pandemia de covid-19, quando a redução da atividade humana favoreceu a sua aproximação às habitações. Desde então, a população terá aumentado para cerca de uma centena de animais, num fenómeno que muitos moradores consideram agora “insustentável”.</p>
<p>Perante o aumento das críticas, o partido Fratelli d&#8217;Italia, liderado por Giorgia Meloni, decidiu transformar o caso num tema político direto contra a autarquia local, controlada pelo Partido Democrático, de centro-esquerda. Os dirigentes locais acusam o município de inação e prometem pressionar para encontrar soluções concretas para o problema.</p>
<p>Os responsáveis do partido convocaram uma reunião pública para esta segunda-feira, defendendo a necessidade de uma “resposta política e administrativa” ao crescente número de reclamações relacionadas com os danos provocados pelas aves, os problemas de higiene e a perturbação do descanso dos habitantes. Em declarações citadas pelo portal Ravenna Today, representantes locais do partido afirmaram que, numa cidade fortemente dependente do turismo, é fundamental “garantir o decoro urbano e a proteção da propriedade privada”.</p>
<p>Uma das organizadoras da reunião, a vereadora Anna Greco, descreveu a situação aos meios de comunicação locais como “quase insuportável”. A eleita afirmou que os moradores enfrentam há anos uma “coexistência insustentável” com os pavões e defendeu medidas para a sua transferência para outros locais.</p>
<p>Os habitantes de Punta Marina relatam que as aves entram frequentemente em jardins privados, sobem para telhados e carros e emitem sons durante a noite junto a casas e hotéis. Apesar de várias tentativas anteriores para controlar o fenómeno, o problema continua sem solução definitiva.</p>
<p>Os pavões estão presentes naquela zona pelo menos desde 2014, mas o aumento da população nos últimos anos acabou por transformar um elemento exótico da paisagem local num dos temas mais divisivos da política municipal. Com a crescente atenção mediática internacional em torno do caso, o partido de Giorgia Meloni procura agora capitalizar o descontentamento popular e apresentar-se como a força política disposta a agir perante aquilo que descreve como falhas da gestão local.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764318]]></sapo:autor>
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		<title>Sonha ter uma ilha privada na Grécia? Esta está à venda por menos de 250 mil euros (mas há uma condição)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ilha privada de Makri, localizada no mar Jónico e integrada no arquipélago das Echinades, na Grécia, vai ser colocada em leilão no próximo mês de novembro com um preço base de 247 mil euros, num valor muito inferior ao inicialmente pedido há quatro anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ilha privada de Makri, localizada no mar Jónico e integrada no arquipélago das Echinades, na Grécia, vai ser colocada em leilão no próximo mês de novembro com um preço base de 247 mil euros, num valor muito inferior ao inicialmente pedido há quatro anos. Apesar do cenário paradisíaco e do crescente interesse internacional por destinos isolados e experiências de “digital detox”, os potenciais compradores enfrentam fortes limitações legais e ambientais que praticamente impedem grandes projetos turísticos ou imobiliários.</p>
<p>Segundo informações avançadas pelo jornal grego THEMA, Makri surge como uma proposta invulgar para investidores ou compradores privados que procurem isolamento absoluto. A ilha possui apenas algumas estruturas abandonadas, entre as quais uma pequena habitação, uma cisterna de água e uma capela, sem infraestruturas modernas ou condições de luxo associadas a muitas ilhas privadas colocadas no mercado internacional.</p>
<p>O principal obstáculo para qualquer desenvolvimento prende-se com o estatuto ambiental do território. A ilha está classificada como área florestal protegida e integra igualmente a rede europeia Natura 2000, destinada à preservação de habitats e ecossistemas considerados sensíveis. De acordo com o THEMA, este enquadramento permite apenas “infraestrutura ligeira mínima” e atividades agrícolas, inviabilizando projetos de grande dimensão, como resorts turísticos, hotéis ou urbanizações de luxo.</p>
<p>A diferença de preço em relação ao passado é significativa. Makri já tinha sido colocada em leilão em 2022 com um valor de cerca de oito milhões de euros, mas a reavaliação do imóvel acabou por refletir as limitações impostas pela proteção ambiental e as reduzidas possibilidades de exploração económica. O novo valor-base, fixado em 247 mil euros, representa assim uma tentativa de tornar a venda mais atrativa para compradores interessados num refúgio privado mais simples e afastado dos circuitos turísticos tradicionais.</p>
<p>O interesse crescente por destinos remotos e desconectados da vida digital tem alimentado novas tendências no turismo internacional, como o chamado “deadzoning” ou o “digital detox”, centrados na procura de locais isolados e sem dependência tecnológica. Makri encaixa precisamente nesse conceito, oferecendo uma experiência de regresso ao essencial, embora sem os níveis de conforto frequentemente associados ao mercado das ilhas privadas.</p>
<p>Ainda assim, quem quiser experimentar a vida numa ilha privada não precisa necessariamente de avançar para uma compra. Na própria Grécia existem opções de arrendamento de luxo, como a Turquoise Private Island, situada na Riviera de Atenas. A propriedade dispõe de dez quartos, oito casas de banho e capacidade para receber até 20 hóspedes, incluindo acesso por helicóptero, mordomo e chef privados.</p>
<p>Também em Espanha, a ilha de Tagomago, localizada a menos de um quilómetro de Ibiza, pode ser reservada em exclusivo. O espaço inclui uma vivenda com cinco quartos, piscina de água salgada com 17 metros, jacuzzi exterior e ginásio, além de uma equipa permanente composta por gestor da ilha, chef privado, empregados de mesa e funcionários de limpeza.</p>
<p>Mais longe da Europa, destinos como as Maldivas ou as Caraíbas continuam igualmente a apostar no mercado de ilhas privadas de luxo. Entre os exemplos mais conhecidos encontra-se Necker Island, propriedade do empresário Richard Branson, onde os visitantes podem reservar tanto a ilha inteira como quartos individuais em períodos específicos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764283]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Greve geral: Revisores e trabalhadores das bilheteiras aderem à paralisação de 03 de junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/greve-geral-revisores-e-trabalhadores-das-bilheteiras-aderem-a-paralisacao-de-03-de-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI), que representa os trabalhadores com funções comerciais (itinerantes e fixos) da CP, anunciou hoje que vai aderir à greve geral de 03 de junho contra a reforma laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI), que representa os trabalhadores com funções comerciais (itinerantes e fixos) da CP, anunciou hoje que vai aderir à greve geral de 03 de junho contra a reforma laboral.</P><br />
<P>&#8220;Todos os trabalhadores ferroviários, de todas as categorias profissionais, da CP (Comboios de Portugal, EPE) [&#8230;] farão greve à prestação de todo e qualquer trabalho durante todo o seu período de trabalho entre as 00:00 e as 24:00 do dia 03 de junho de 2026&#8221;, lê-se numa nota hoje divulgada.</P><br />
<P>Segundo o SFRCI, são também abrangidos pelo pré-aviso de greve todos os trabalhadores ferroviários cujos períodos de trabalho se iniciem a 02 de junho e terminem depois das 00:00 horas de 03 de junho, fazendo greve em todo o seu período de trabalho, assim como aqueles cujo turno arranque no dia 02 e termine fora da sede, fazendo greve em todo o seu período de trabalho.</P><br />
<P>O pré-aviso inclui ainda os trabalhadores cujos períodos de trabalho se iniciem fora da sede no dia 04, fazendo neste caso greve a todo o seu período de trabalho, e aqueles que comecem no dia 03 e terminem depois das 00:00 horas do dia 04, fazendo também neste caso greve a todo o seu período de trabalho.</P><br />
<P>Adicionalmente, os trabalhadores com as categorias integrantes das carreiras abrangidas pelo pré-aviso, &#8220;quando solicitados por parte da empresa para acompanhamentos de comboios a fim de substituir trabalhadores em greve, nos dias 02 de junho de 2026 e 04 de junho de 2026, efetuam greve a todo o seu período de trabalho&#8221;.</P><br />
<P>O pré-aviso emitido pelo SFRCI precisa ainda que, &#8220;nas situações de supra/ou de serviço a indicar, os trabalhadores farão greve por um período de oito horas após o período de repouso mínimo, caso não lhes tenha sido indicado serviço a efetuar entre as 00:00 horas e as 24 horas do 03 de junho de 2026&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em caso de indicação atempada de serviço, os trabalhadores farão greve nos termos do presente pré-aviso de greve&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Também prevista está a &#8220;recusa de qualquer alteração à escala/ordem de serviço efetuada ou comunicada para os dias 02, 03 e 04 de junho de 2026, após o envio do pré-aviso&#8221;.</P><br />
<P>A CGTP entregou um pré-aviso de greve geral para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.</P><br />
<P>O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.</P><br />
<P>O anúncio foi feito pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, em conferência de imprensa, uma semana depois de o Governo ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764292]]></sapo:autor>
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		<title>Europa sem combustível de aviação? Companhias e refinarias dizem que há &#8220;quase zero preocupação&#8221; com escassez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[As companhias aéreas e refinarias europeias estão cada vez mais confiantes de que a Europa conseguirá evitar uma escassez de combustível para aviões durante o verão, apesar do impacto provocado pela guerra com o Irão e pela quebra de fornecimentos oriundos do Médio Oriente. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As companhias aéreas e refinarias europeias estão cada vez mais confiantes de que a Europa conseguirá evitar uma escassez de combustível para aviões durante o verão, apesar do impacto provocado pela guerra com o Irão e pela quebra de fornecimentos oriundos do Médio Oriente. Depois de semanas de forte tensão nos mercados energéticos, o setor considera agora que o aumento da produção interna, o reforço das importações e a utilização de reservas estratégicas permitiram estabilizar parcialmente o abastecimento.</p>
<p>O receio de uma rutura no fornecimento de combustível de aviação chegou a levantar preocupações sérias no setor aeronáutico europeu, sobretudo numa altura em que se aproxima o pico das viagens de verão. Ainda assim, o presidente executivo da companhia aérea irlandesa Ryanair, Michael O’Leary, afirmou esta segunda-feira ter “quase zero preocupações com os fornecimentos de combustível em toda a Europa” para os próximos meses. O responsável reconheceu que “havia uma preocupação real há um ou dois meses”, mas considerou que o aumento das importações provenientes dos Estados Unidos, da África Ocidental e da Noruega acabou por aliviar significativamente a pressão sobre o mercado europeu.</p>
<p>Segundo vários operadores do setor petrolífero, os avisos lançados em abril pela Agência Internacional da Energia, que alertavam para a possibilidade de a Europa ter apenas “seis semanas de combustível de aviação disponível”, dificilmente se irão concretizar. Apesar disso, as refinarias admitem que o período de maior tráfego aéreo durante o verão continuará a funcionar como um verdadeiro “teste de stress” para o sistema energético europeu.</p>
<p>A petrolífera espanhola Repsol revelou ter aumentado entre 20% e 25% a produção de combustível de aviação para os próximos meses, comparando com o mesmo período do ano passado. Para alcançar esse objetivo, a empresa reconfigurou as suas refinarias de forma a aumentar o rendimento de querosene obtido por cada barril de crude processado. Antonio Mestre, responsável pelas operações de refinação da companhia, explicou que a medida pretende “garantir cobertura para a época de verão”, numa altura em que Espanha regista tradicionalmente uma procura muito elevada por combustível aeronáutico. A empresa decidiu também adiar trabalhos de manutenção programados para manter a capacidade produtiva em níveis máximos.</p>
<p>A estratégia está a ser seguida por outras empresas europeias. A energética portuguesa Galp garantiu igualmente que está a “maximizar” a produção de combustível para aviação e afirmou não antecipar “quaisquer perturbações no abastecimento nos próximos meses”. A empresa acrescentou ainda que o consumo nacional deverá ficar totalmente assegurado através do aumento da produção e de contratos de importação já estabelecidos.</p>
<p>O aumento dos preços acabou também por incentivar novos fluxos comerciais. József Váradi, presidente executivo da companhia aérea Wizz Air, afirmou que a subida do preço do combustível ajudou o mercado europeu a adaptar-se rapidamente, levando refinarias norte-americanas e nigerianas a enviarem mais exportações para a Europa. “Este tipo de preços mobiliza forças de mercado”, sustentou o responsável.</p>
<p>Os preços do combustível de aviação chegaram a atingir máximos históricos no norte da Europa no início de abril, alcançando os 1.904 dólares por tonelada, mais do dobro dos valores registados antes da crise, segundo dados da Argus Media. Entretanto, os preços recuaram parcialmente e o combustível estava a ser negociado na semana passada em torno dos 1.328 dólares por tonelada, ainda assim cerca de 60% acima dos níveis pré-guerra.</p>
<p>O impacto da crise energética também obrigou algumas companhias aéreas a ajustarem operações. A procura europeia por combustível de aviação no segundo trimestre deste ano deverá ter caído cerca de 2%, devido ao cancelamento de algumas rotas de curta distância consideradas pouco rentáveis. Ainda assim, o cenário ficou longe da quebra severa inicialmente temida pelo setor.</p>
<p>A companhia British Airways assegurou recentemente que dispõe de fornecedores suficientes para cumprir toda a programação de verão, enquanto a Air France afirmou que os seus aeroportos têm reservas capazes de garantir vários meses de operação. Já o aeroporto de Aeroporto de Istambul indicou que o aumento do tráfego de passageiros em trânsito, provocado pelo encerramento parcial de grandes plataformas no Golfo, não afetou o abastecimento graças à diversificação de fornecedores. “A diversificação é a chave”, afirmou Server Aydin, diretor comercial da infraestrutura.</p>
<p>Analistas do setor estimam que o aumento da produção europeia possa acrescentar cerca de 100 mil barris diários de combustível de aviação ao mercado, o equivalente a aproximadamente 20% das importações que a Europa recebia anteriormente do Médio Oriente antes da guerra com o Irão. Além disso, a libertação de reservas estratégicas pelos membros da Agência Internacional da Energia poderá compensar cerca de 34% do défice europeu previsto para 2025.</p>
<p>Apesar do maior otimismo, o setor continua cauteloso. Łukasz Strupczewski, operador sénior da empresa energética polaca Orlen, alertou que o verão deverá representar “um teste de stress para todo o sistema global de segurança energética”. O especialista sublinhou que pequenas alterações nas atuais condições de mercado poderão voltar a criar dificuldades significativas no abastecimento europeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764284]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-diretora financeira julgada em Aveiro por desviar 750 mil euros de empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:39:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma ex-diretora financeira de duas empresas de Águeda e o então companheiro vão começar a ser julgados na quarta-feira, no Tribunal de Aveiro, por alegadamente se terem apropriado de mais de 750 mil euros das sociedades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma ex-diretora financeira de duas empresas de Águeda e o então companheiro vão começar a ser julgados na quarta-feira, no Tribunal de Aveiro, por alegadamente se terem apropriado de mais de 750 mil euros das sociedades.</P><br />
<P>A acusação do Ministério Público (MP), consultada hoje pela Lusa, refere que a arguida decidiu, em conjunto com o então companheiro, aproveitar-se das funções que exercia nas referidas empresas para se apropriar de quantias monetárias pertencentes a estas.</P><br />
<P>Os dois arguidos estão acusados de crimes de abuso de confiança na forma continuada, falsificação de documento, burla informática na forma continuada e burla qualificada na forma continuada, sendo que o então companheiro está acusado como cúmplice, o que poderá valer-lhe uma pena atenuada.</P><br />
<P>Os factos ocorreram entre 2010 e 2018, quando a arguida desempenhava funções como diretora financeira de uma empresa dedicada ao fabrico de componentes e acessórios para veículos automóveis e seus motores e outra de injeção de plásticos que tinham a administração.</P><br />
<P>Segundo o MP, neste período a arguida efetuou transferências das contas das empresas para contas tituladas por si e pelo seu marido, sem autorização e conhecimento da administração, no valor global de mais de 300 mil euros.</P><br />
<P>A arguida terá ainda utilizado o cartão bancário de uma das empresas e efetuado levantamentos no valor global de quase 100 mil euros.</P><br />
<P>A acusação refere ainda que a arguida conseguiu enganar as duas empresas levando-as a pagar despesas relacionadas com serviços prestados por fornecedores na sua casa e em estabelecimentos comerciais geridos por ela e pelo marido e compras por eles realizadas, num valor global de cerca de 360 mil euros.</P><br />
<P>O MP calcula que a vantagem económica obtida pelos arguidos com todas as condutas tenha ascendido a 764.043,17 euros, quantia que requereu que seja declarada perdida a favor do Estado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764288]]></sapo:autor>
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		<title>Governo recusa suspender no verão sistema de controlo europeu nos aeroportos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo recusou hoje suspender durante o verão a aplicação nos aeroportos do novo sistema europeu de controlo de fronteiras, embora admita que a recolha de dados biométricos possa ser interrompida em períodos limitados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo recusou hoje suspender durante o verão a aplicação nos aeroportos do novo sistema europeu de controlo de fronteiras, embora admita que a recolha de dados biométricos possa ser interrompida em períodos limitados.</P><br />
<P>Em 08 de maio, a companhia aérea Ryanair apelou mais uma vez ao Governo português que suspenda até setembro a aplicação do Sistema de Entradas/Saídas (EES), destinado ao controlo de passageiros de fora do espaço Schengen, de modo a evitar constrangimentos nos aeroportos nacionais durante a época alta de verão.</P><br />
<P>Questionado hoje pela Lusa, o Ministério da Administração Interna informou que Portugal &#8220;mantém o compromisso de assegurar&#8221; o funcionamento do EES &#8220;em conformidade com o direito da União Europeia, não estando prevista qualquer suspensão deste sistema&#8221;.</P><br />
<P>Apesar disso, ressalvou, &#8220;o quadro europeu aplicável admite, em circunstâncias excecionais e devidamente limitadas, a adoção de medidas operacionais, como a suspensão da recolha de biometria (imagem facial e impressões digitais), em determinados pontos de passagem fronteiriça, quando a intensidade do tráfego possa gerar tempos de espera excessivos&#8221;.</P><br />
<P>Esta gestão operacional é da competência da PSP e, &#8220;durante as suspensões temporárias, o controlo de fronteiras cumpre todos os protocolos de segurança definidos, sendo a recolha de biometria retomada logo que atingidos os parâmetros de referência&#8221;, explicou a tutela.</P><br />
<P>No domingo de manhã, o controlo de fronteiras registou tempos de espera superiores a duas horas no aeroporto do Porto e a hora e meia nos de Lisboa e de Faro, justificados pela PSP com razões técnicas e informáticas associadas a um elevado fluxo de passageiros de fora do espaço Schengen.</P><br />
<P>No sábado, verificaram-se igualmente atrasos de mais de uma hora no controlo na área de partidas do aeroporto de Lisboa, devido a &#8220;dificuldades técnicas/informáticas&#8221;.</P><br />
<P>Em 11 e 12 de abril, a recolha de biometria nas partidas dos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro já tinha sido suspensa devido ao tempo de espera acima do desejado para os passageiros embarcarem, indicou então a PSP. </P><br />
<P>O EES, que substituiu o carimbo de passaportes pelo registo digital da fotografia e das impressões digitais dos passageiros extracomunitários, entrou progressivamente em funcionamento em 12 de outubro de 2025 em Portugal e nos restantes países do espaço Schengen e, desde então, os tempos de espera agravaram-se, principalmente no aeroporto de Lisboa.</P><br />
<P>No final de dezembro de 2025, o Governo anunciou medidas de contingência no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, para reduzir os tempos de espera na zona das chegadas, nomeadamente a suspensão por três meses do EES, que entretanto voltou a funcionar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764286]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da Leroy Merlin Portugal aumenta 7,6% para 70,2 M€ em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Leroy Merlin Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Leroy Merlin Portugal atingiu um lucro líquido de 70,2 milhões de euros em 2025, registando um aumento de 7,6% em comparação com o período homólogo, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Leroy Merlin Portugal atingiu um lucro líquido de 70,2 milhões de euros em 2025, registando um aumento de 7,6% em comparação com o período homólogo, anunciou hoje a empresa.</P><br />
<P>No ano passado, a faturação bruta foi de 1.386 milhões de euros, o que representa um crescimento de 9,8% face a 2024.</P><br />
<P>O investimento (CAPEX) atingiu 22,8 milhões de euros, em ativos físicos e modernização da rede de lojas, nomeadamente na abertura de novas lojas em Portimão e na Ilha Terceira. </P><br />
<P>Nas áreas de tecnologia e digital, a Leroy Merlin investiu 33,5 milhões de euros na otimização do &#8216;site&#8217;, &#8216;app&#8217; e &#8216;marketplace&#8217; da marca.</P><br />
<P>Em 2025, o Centro de Distribuição Nacional (CDN) completou o primeiro ano de operação, processou de mais de 800 mil pedidos de clientes e movimentou mais de 625 milhões de euros em mercadorias, centralizando 85% da atividade total da empresa.</P><br />
<P>Num ano em que a massa salarial cresceu 7%, em cerca de 6 milhões de euros, a empresa anunciou a distribuição de 21,8 milhões de euros pelos trabalhadores, em prémios e participação nos lucros, o que significou, em média, 2,8 salários por trabalhador. </P><br />
<P>Cerca de 39,5% das compras da Leroy Merlin foram realizadas a fornecedores nacionais, num período em que as vendas em produtos mais sustentáveis cresceram 14,3%.</P><br />
<P>Para o triénio 2026-2028, o plano estratégico da empresa prevê um investimento (Capex) de 116 milhões de euros em infraestruturas e ativos físicos, focado na expansão e melhoria da rede de lojas, e um investimento operacional (Opex) de 108 milhões de euros em tecnologia e digital. </P><br />
<P>A Leroy Merlin emprega em Portugal mais de 6 mil trabalhadores e tem 47 lojas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764265]]></sapo:autor>
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		<title>Extraterrestres, lasers espaciais e rivais em camisa de forças: o fim de semana surreal de Trump nas redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:59:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Truth Social]]></category>
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					<description><![CDATA[Fim de semana digital de Trump teve ainda uma componente ligada à sua imagem física e política. O Presidente republicou mensagens que o descreviam como alguém que “fica mais novo” ou “envelhece ao contrário”, a menos de um mês de completar 80 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump voltou a transformar a sua conta na Truth Social num palco de imagens geradas por inteligência artificial. O presidente americano publicou durante o fim de semana uma série de montagens em que surge em cenários de ficção científica, incluindo uma imagem na qual aparece acompanhado por agentes dos serviços secretos a escoltar um extraterrestre prateado e musculado, aparentemente algemado, numa base militar, relata o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591901587847680/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>A imagem foi publicada sem qualquer legenda ou explicação. Pouco depois, Trump partilhou outras montagens com estética espacial, nas quais surge num centro de comando futurista da Space Force, sobre a Terra, enquanto satélites, asteroides e explosões ocupam o fundo. Noutra imagem, o Presidente aparece numa espécie de estação espacial com capacidade para disparar lasers contra alvos no planeta.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591989539415412/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591982606626739/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>As publicações surgiram depois do regresso de Trump a Washington, após uma cimeira de três dias na China. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, o presidente passou parte do fim de semana a jogar golfe e a publicar conteúdos na sua rede social, alternando imagens de tom fantástico com ataques a adversários políticos.</p>
<p>O tema extraterrestre surgiu poucas semanas depois de a administração americana ter divulgado novos ficheiros anteriormente classificados sobre fenómenos aéreos não identificados. A imprensa americana noticiou que o material fazia parte de uma nova vaga de documentos sobre UFO/UAP, embora sem confirmar a existência de tecnologia extraterrestre.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591886804530879/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>A sequência de publicações não se ficou pela ficção científica. Trump também partilhou imagens e ataques dirigidos a vários adversários políticos, incluindo o congressista republicano Thomas Massie e figuras democratas como JB Pritzker, Brandon Johnson, Hakeem Jeffries, Barack Obama e Gavin Newsom.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591877860242804/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>Newsom, governador da Califórnia e apontado como possível candidato democrata em 2028, foi um dos principais alvos. Numa das montagens, Trump apresentou-o com uma camisa de forças numa cela acolchoada, numa referência à expressão “Trump Derangement Syndrome”, usada pelos apoiantes do Presidente para descrever críticas persistentes ao seu comportamento político.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591899358572000/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591875772379598/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>Noutra publicação, o governador da Califórnia surgia associado a uma matrícula fictícia do estado, com uma imagem de zombie e uma inscrição alusiva a “Newscum”, alcunha depreciativa que Trump usa para se referir a Newsom. A equipa do governador reagiu nas redes sociais, questionando o estado do presidente e explorando politicamente a sucessão de imagens publicadas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Trump publicou fotografias de imprensa em que surge em conversa com o Presidente chinês, Xi Jinping, bem como imagens a promover obras no espelho de água junto ao Monumento a Washington. Também surgiram publicações com representações dramáticas de ataques de drones a embarcações iranianas, numa altura em que as conversações com Teerão continuam sob tensão.</p>
<p>O fim de semana digital de Trump teve ainda uma componente ligada à sua imagem física e política. O Presidente republicou mensagens que o descreviam como alguém que “fica mais novo” ou “envelhece ao contrário”, a menos de um mês de completar 80 anos.</p>
<p>Essas publicações surgem num momento em que a sua saúde voltou a ser tema de discussão pública nos Estados Unidos, depois de imagens em que parecia adormecer durante um evento na Sala Oval e de comentários nas redes sociais sobre tornozelos inchados durante a visita a Pequim. Trump deverá realizar um novo exame médico no Walter Reed Military Medical Center a 26 de maio.</p>
<p>A nova série de imagens reforça uma marca já conhecida da comunicação política de Trump: o uso intensivo de memes, ataques personalizados e conteúdos visuais altamente partilháveis. A diferença, agora, está no peso crescente das imagens geradas por IA, que permitem criar versões cada vez mais fantasiosas do Presidente — de comandante espacial a caçador de extraterrestres — enquanto a fronteira entre propaganda, sátira e comunicação oficial se torna mais difusa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764263]]></sapo:autor>
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		<title>Colisão no céu, paraquedas e fumo negro: imagens mostram acidente em exibição aérea nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Gunfighter Skies]]></category>
		<category><![CDATA[Idaho]]></category>
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					<description><![CDATA[Aviões envolvidos eram dois EA-18G Growler, aeronaves de guerra eletrónica da Marinha americana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As imagens são o elemento mais impressionante do acidente: dois aviões militares da Marinha dos Estados Unidos colidiram no ar durante uma exibição aérea em Idaho, obrigando os quatro tripulantes a ejetarem-se antes da queda. O incidente ocorreu este domingo, durante o espetáculo Gunfighter Skies, nas imediações da base aérea de Mountain Home, e levou ao cancelamento do resto do evento.</p>
<p>Os aviões envolvidos eram dois EA-18G Growler, aeronaves de guerra eletrónica da Marinha americana. Segundo a &#8216;BBC&#8217;, todos os tripulantes conseguiram ejetar-se em segurança e estavam em condição estável após o acidente. A Marinha indicou que os militares estavam a ser avaliados por equipas médicas.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Better angle of today&#39;s midair collision in Idaho.</p>
<p>The trailing plane (on the right) appears to have descended onto the plane below it, perhaps after losing sight of it in a blind spot.</p>
<p>Miraculous that all four ejected safely. <a href="https://t.co/Zwwf2Z83Ef">pic.twitter.com/Zwwf2Z83Ef</a></p>
<p>&mdash; Brick Suit (@Brick_Suit) <a href="https://twitter.com/Brick_Suit/status/2056183711549608239?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 18, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O acidente aconteceu no segundo e último dia do Gunfighter Skies Air Show, cerca de 3,2 quilómetros a noroeste da base aérea de Mountain Home. De acordo com a &#8216;Reuters&#8217;, os dois aparelhos colidiram durante uma demonstração aérea e despenharam-se perto da base, levando as autoridades a isolar a zona e a abrir uma investigação.</p>
<p>As imagens captadas no local mostram o momento de tensão após o embate, com paraquedas no céu e uma coluna de fumo negro a subir junto à base militar. Segundo a &#8216;ABC&#8217;, foram vistos quatro paraquedas depois da colisão, sinal de que os tripulantes conseguiram abandonar os aviões antes do impacto.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">BREAKING: Two U.S. Navy jets collided mid-air and exploded during the Gunfighter Skies Air Show at Mountain Home Air Force Base. <a href="https://t.co/R66ADWM2TY">pic.twitter.com/R66ADWM2TY</a></p>
<p>&mdash; Breaking911 (@Breaking911) <a href="https://twitter.com/Breaking911/status/2056088038128685448?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 17, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A queda dos aparelhos provocou um incêndio e levou ao encerramento temporário da base. O restante programa do espetáculo aéreo foi cancelado, enquanto as equipas de emergência respondiam ao incidente. As autoridades pediram ao público que evitasse a zona.</p>
<p>“Os tripulantes envolvidos no incidente estão em condição estável”, informou o esquadrão Gunfighters da base aérea de Mountain Home, numa declaração publicada nas redes sociais. A organização agradeceu ainda a “paciência e compaixão” dos visitantes, que permitiram uma resposta rápida e segura ao acidente.</p>
<p>Os EA-18G Growler estavam atribuídos a um esquadrão de ataque eletrónico do estado de Washington. Cada uma destas aeronaves tem um custo estimado de cerca de 67 milhões de dólares (aproximadamente 58 milhões de euros), segundo a Marinha dos Estados Unidos citada pela &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>A empresa Silver Wings of Idaho, que ajudou a organizar o espetáculo, indicou a uma estação local da &#8216;CBS&#8217; que ninguém na base militar ficou ferido. Também não há indicação de ferimentos entre o público presente.</p>
<p>O Gunfighter Skies Air Show regressava este ano depois de vários anos de ausência. A última edição tinha decorrido em 2018, ano em que um piloto de planador morreu num acidente durante o evento. A nova colisão volta agora a colocar o espetáculo sob escrutínio, embora as autoridades sublinhem que a investigação ainda está em curso.</p>
<p>Para já, o essencial está confirmado: os quatro tripulantes sobreviveram, o espetáculo foi cancelado e as imagens do acidente — com os aviões a cair, os paraquedas a abrir e o fumo negro a marcar o horizonte — tornaram-se o centro visual de um incidente que poderia ter tido consequências muito mais graves.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764258]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia atinge navio mercante ligado à China durante nova vaga de ataques à Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Zelensky, a Rússia realizou mais de seis horas de ataques durante a noite contra Dnipro e a região envolvente, provocando danos num edifício residencial de vários andares e em infraestruturas civis, incluindo habitação e energia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de voltar a colocar civis em risco depois de um drone russo ter atingido um navio mercante ligado à China no Mar Negro. A informação foi avançada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, numa altura em que novas vagas de ataques russos atingiram várias regiões da Ucrânia, incluindo Dnipro e Odessa. A &#8216;Reuters&#8217; também noticiou que três navios de bandeira estrangeira, incluindo um cargueiro chinês, foram atingidos junto a Odessa.</p>
<p>Segundo Zelensky, a Rússia realizou mais de seis horas de ataques durante a noite contra Dnipro e a região envolvente, provocando danos num edifício residencial de vários andares e em infraestruturas civis, incluindo habitação e energia. O presidente ucraniano afirmou ainda que drones russos atingiram Odessa e que um deles acertou num navio pertencente à China, defendendo que Moscovo “não podia desconhecer” que embarcação estava no mar.</p>
<p><script async src="https://telegram.org/js/telegram-widget.js?23" data-telegram-post="V_Zelenskiy_official/19101" data-width="100%"></script></p>
<p>A Marinha ucraniana indicou que forças russas atingiram um navio mercante chinês em águas territoriais ucranianas na madrugada de segunda-feira. Dmytro Pletenchuk, porta-voz da Marinha, afirmou que o ataque foi feito com um drone Shahed e que não houve vítimas. “O que motivou os russos quando decidiram usar um drone Shahed para atingir um navio mercante chinês no nosso mar?”, questionou, ironizando depois: “Aconteceu um terrível erro, camaradas?”</p>
<p>Ao mesmo tempo, a administração militar regional de Odessa informou que dois navios civis com bandeiras da Guiné-Bissau e das Ilhas Marshall foram atingidos por drones russos enquanto se encontravam na zona de espera e seguiam pelo corredor marítimo ucraniano em direção aos portos da Grande Odessa. As tripulações apagaram pequenos incêndios a bordo e as embarcações prosseguiram viagem, sem registo de vítimas.</p>
<p>O episódio acrescenta uma dimensão diplomática sensível ao ataque, uma vez que uma das embarcações atingidas estaria ligada à China. De acordo com relatos citados por meios ucranianos e internacionais, tratava-se de um navio com tripulação chinesa e propriedade associada a uma empresa chinesa, embora navegasse sob bandeira estrangeira.</p>
<p>O ataque ocorreu durante uma nova vaga de bombardeamentos russos contra a Ucrânia. A &#8216;Associated Press&#8217; noticiou que Moscovo lançou 524 drones e 22 mísseis balísticos e de cruzeiro, ferindo mais de duas dezenas de civis, incluindo crianças. Dnipro foi uma das zonas mais atingidas, com danos em áreas residenciais e infraestruturas.</p>
<p>Em Dnipro, as autoridades regionais indicaram inicialmente que 18 pessoas ficaram feridas, incluindo uma menina de dois anos e um rapaz de dez anos, ambos em tratamento ambulatório. Oito pessoas foram hospitalizadas em estado estável. Em Odessa, outro ataque com drones provocou incêndios, danificou edifícios residenciais e deixou pelo menos dois feridos.</p>
<p>Zelensky voltou a insistir na necessidade de reforçar a defesa aérea ucraniana, em particular contra mísseis balísticos. “A Rússia depende de balísticos para atingir pessoas, e é por isso que nós, na Europa, devemos fazer tudo para garantir proteção fiável contra isto”, afirmou. O presidente ucraniano defendeu ainda que a Europa deve desenvolver os seus próprios sistemas antibalísticos e ser mais autossuficiente perante este tipo de ameaça.</p>
<p>O apelo surge num momento em que Kiev tenta acelerar o apoio dos parceiros ocidentais para reforçar a proteção de cidades, infraestruturas energéticas e corredores logísticos. “Precisamos agora dos nossos próprios mísseis antibalísticos e de uma defesa aérea reforçada”, sublinhou Zelensky, acrescentando que esta semana será dedicada ao trabalho com aliados para proteger vidas.</p>
<p>O ataque a navios civis no Mar Negro volta a colocar em evidência a vulnerabilidade das rotas marítimas ucranianas, essenciais para o comércio e para a ligação dos portos de Odessa ao exterior. Mesmo sem vítimas, o facto de drones terem atingido embarcações estrangeiras em trânsito pelo corredor marítimo aumenta a pressão sobre a segurança da navegação numa zona já marcada por risco militar elevado.</p>
<p>Para Kiev, o incidente confirma que a guerra deixou de se limitar ao território ucraniano e ameaça também interesses comerciais de países terceiros. Ao envolver um navio ligado à China, parceira estratégica de Moscovo, o ataque cria ainda um potencial embaraço diplomático para a Rússia, num momento em que Moscovo depende fortemente de Pequim no plano económico e político.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764251]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro elogia competitividade de Monção e pede aos jovens para ficarem em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Monção]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro convidou hoje os jovens a ficarem no país para aproveitarem o seu potencial em vez de o esbanjarem "noutras paragens", destacando Monção como exemplo de conectividade tecnológica, competitividade e qualidade de vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro convidou hoje os jovens a ficarem no país para aproveitarem o seu potencial em vez de o esbanjarem &#8220;noutras paragens&#8221;, destacando Monção como exemplo de conectividade tecnológica, competitividade e qualidade de vida.</p>
<p>&#8220;Aqui vive-se melhor. Quero deixar um convite, aos menos jovens e aos mais jovens, para que olhem para projetos como este e pensem naquilo que podemos fazer se cá ficarmos todos. Se aproveitarmos o nosso potencial cá dentro, em Portugal, em vez de o esbanjarmos noutras paragens. E para o aproveitarmos obtendo a qualidade de vida que muitos querem, legitimamente&#8221;, afirmou Luís Montenegro em Monção, no distrito de Viana do Castelo, onde inaugurou o Minho Park, uma zona empresarial de 56 hectares situada junto à fronteira com a Galiza, em Espanha.</p>
<p>Para o governante, a região oferece &#8220;um fator de competitividade enorme e não há muitos lugares na Europa e no mundo que o possam oferecer com tanta consistência&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta região oferece uma qualidade de vida enorme. Oferece bons serviços públicos, bons empregos, boas oportunidades de progressão. Oferece proximidade a grandes centros e proximidade é conectividade, em termos de mobilidade física e de mobilidade tecnológica&#8221;, descreveu.</p>
<p>&#8220;Saibamos todos enaltecer, apreciar e desenvolver aquilo que temos. E temos efetivamente uma grande oportunidade connosco&#8221;, insistiu.</p>
<p>Montenegro apontou o Minho Park Monção como &#8220;um bom exemplo&#8221; do que o Governo pretende para Portugal, explicando estar a referir-se a &#8220;fazer convergir vontades, ao arrojo empresarial&#8221; ou &#8220;à capacidade de acreditar nas pessoas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta área empresarial vai ter sobretudo indústria e serviços. Mas quantas áreas de atividade económica vão usufruir daquilo que aqui se vai fazer? Isto multiplica-se. Vai trazer mais comércio, mais turismo, mais necessidade de robustecer os serviços públicos. Tudo isto são âncoras de desenvolvimento.</p>
<p>Montenegro pediu, por isso: &#8220;aproveitemos estes fatores de produtividade, a localização, as condições naturais, o capital humano, a nossa vontade de reformar, transformar e estar na linha da frente do conhecimento e da inovação&#8221;.</p>
<p>O primeiro-ministro disse estar convencido de que será criada em Monção &#8220;uma nova centralidade que se vai alastrar e contaminar positivamente&#8221; o Alto Minho e a região Norte.</p>
<p>&#8220;Procuramos que Portugal seja âncora de infraestruturas modernas e temos hoje &#8216;clusters&#8217; consolidados&#8221;, afirmou.</p>
<p>Por outro lado, o governante apontou o parque empresarial como &#8220;exemplo daquilo que muitos dos nossos autarcas podem, devem e têm procurado fazer para contrariar a inevitabilidade do definhamento populacional e económico das regiões menos povoadas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Fico perturbado quando dizem que Monção é interior, porque estamos a dezenas de quilómetros da costa. Monção está no epicentro do Norte de Portugal e da Galiza, nesta frente atlântica onde vivem mais de três milhões e meio de pessoas, onde estão localizadas infraestruturas fundamentais &#8211; desde portos, aeroportos, vias rodoviárias, vias ferroviárias, centros tecnológicos, centros de conhecimento, boas universidade&#8221;, observou.</p>
<p>Montenegro indicou que &#8220;proximidade é estarmos perto, às vezes em distância física, outras vezes em distância tecnológica, em distância da vanguarda de conhecimento, de presença, de participação&#8221;</p>
<p>O primeiro-ministro respondeu ao apelo do presidente da câmara de Monção para um investimento nos acessos rodoviários ao concelho dizendo saber &#8220;que falta a parte rodoviária&#8221; e reconhecendo as &#8220;limitações&#8221; de acessos.</p>
<p>Montenegro prometeu apenas que a &#8220;primeira ligação é até Monção&#8221; e a segunda até Melgaço.</p>
<p>&#8220;Este é um ramo que merece muita atenção dos poderes públicos. Só quem não vem cá não percebe as limitações de acessos rodoviários&#8221;, observou, destacando a linha de alta velocidade ferroviária, a valorização do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, e a &#8220;ligação de todo este tecido com a Europa e o mundo&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764248]]></sapo:autor>
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		<title>Passageiro morde hospedeira em pleno voo e obriga avião a aterrar de emergência no Taiti</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dallas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Melbourne]]></category>
		<category><![CDATA[Qantas]]></category>
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					<description><![CDATA[Avião descolou de Melbourne às 14h30 locais e seguia há cerca de sete horas quando teve de ser desviado para Papeete, capital do Taiti, devido ao comportamento agressivo do passageiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um passageiro neozelandês foi detido no Taiti e banido para sempre da Qantas depois de ter sido acusado de morder uma hospedeira durante um voo entre a Austrália e os Estados Unidos. O incidente, relatado pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, ocorreu na passada sexta-feira a bordo do voo QF21, que fazia a ligação entre Melbourne e Dallas.</p>
<p>O avião descolou de Melbourne às 14h30 locais e seguia há cerca de sete horas quando teve de ser desviado para Papeete, capital do Taiti, devido ao comportamento agressivo do passageiro. Segundo a companhia aérea australiana, elementos da tripulação e vários passageiros ajudaram a imobilizar o homem depois de este alegadamente ter atacado e mordido uma hospedeira em pleno voo.</p>
<p>A Qantas confirmou que o passageiro ficou proibido de voltar a viajar quer na companhia quer na Jetstar, a sua subsidiária de baixo custo. A empresa sublinhou que a segurança e o bem-estar dos passageiros e dos trabalhadores são a sua “prioridade absoluta”.</p>
<p>Após a aterragem no Taiti, as autoridades locais detiveram o passageiro, cuja identidade não foi divulgada. O voo permaneceu várias horas em solo antes de retomar a rota para Dallas. Não foram comunicados ferimentos graves.</p>
<p>Imagens partilhadas nas redes sociais pelo comediante australiano Mike Goldstein mostram um homem a discutir de forma exaltada com membros da tripulação, insultando-os enquanto estes lhe pediam que se deslocasse para a parte traseira do avião. O vídeo não mostra a alegada agressão.</p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F2493691351066007%2F&#038;show_text=false&#038;width=267&#038;t=0" width="267" height="476" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></p>
<p>Nas imagens, o passageiro surge cambaleante e com a fala arrastada, afirmando que queria “sair para fumar um cigarro”. O Ministério dos Negócios Estrangeiros e Comércio da Nova Zelândia confirmou à imprensa local que tinha conhecimento da detenção de um cidadão neozelandês no Taiti a 16 de maio, mas recusou divulgar mais detalhes por razões de privacidade.</p>
<p>O caso junta-se a uma série de incidentes recentes envolvendo passageiros indisciplinados em voos comerciais, que têm levado companhias aéreas a reforçar alertas sobre comportamentos agressivos a bordo e a aplicar sanções mais duras, incluindo proibições permanentes de embarque.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764246]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndio junto a central nuclear aumenta tensão no Golfo: drone atinge instalação em Abu Dhabi</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendio-junto-a-central-nuclear-aumenta-tensao-no-golfo-drone-atinge-instalacao-em-abu-dhabi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Abu Dhabi]]></category>
		<category><![CDATA[central nuclear de Barakah]]></category>
		<category><![CDATA[eau]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Incidente ocorreu este domingo, depois de três drones terem entrado no espaço dos Emirados Árabes Unidos a partir da “direção da fronteira oeste”, segundo o Ministério da Defesa local]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ataque com drone provocou um incêndio junto à central nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos, aumentando a preocupação internacional com os riscos de segurança nuclear num momento de elevada tensão no Médio Oriente. De acordo com o &#8216;POLITICO&#8217;, as autoridades de Abu Dhabi garantiram que não houve feridos nem libertação radiológica, e que as unidades da central continuam a operar normalmente.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨<a href="https://twitter.com/hashtag/Bigbreaking?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#Bigbreaking</a> news 🇮🇷 🇦🇺 <br /> A high alert has been issued across the Gulf region after a drone strike and fire near the UAE’s Barakah nuclear facility. <a href="https://t.co/ycTOOmhRYj">pic.twitter.com/ycTOOmhRYj</a></p>
<p>&mdash; Tehran Live News (@Tehran_lives) <a href="https://twitter.com/Tehran_lives/status/2056269053946474593?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 18, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O incidente ocorreu este domingo, depois de três drones terem entrado no espaço dos Emirados Árabes Unidos a partir da “direção da fronteira oeste”, segundo o Ministério da Defesa local. Dois aparelhos foram intercetados, mas um terceiro atingiu um gerador elétrico localizado fora do perímetro interno da central nuclear.</p>
<p>A Agência Internacional de Energia Atómica reagiu com preocupação. Rafael Grossi, diretor-geral da AIEA, afirmou que “atividades militares que ameaçam a segurança nuclear são inaceitáveis” e apelou à “máxima contenção militar” perto de qualquer central nuclear, para evitar o risco de um acidente. A agência indicou que os níveis de radiação se mantiveram normais.</p>
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<p lang="en" dir="ltr">The IAEA has been informed by the UAE that radiation levels at the Barakah NPP remain normal and no injuries were reported after a drone strike this morning caused a fire in an electrical generator located outside the inner site perimeter of the NPP. Emergency diesel generators… <a href="https://t.co/km2rg08Gvd">pic.twitter.com/km2rg08Gvd</a></p>
<p>&mdash; IAEA &#8211; International Atomic Energy Agency ⚛️ (@iaeaorg) <a href="https://twitter.com/iaeaorg/status/2055974241313361927?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 17, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A autoridade reguladora nuclear dos Emirados Árabes Unidos afirmou que o incêndio não afetou a segurança da central e que todas as unidades continuavam a funcionar. A central de Barakah, situada na região de Al Dhafra, em Abu Dhabi, é uma das infraestruturas energéticas mais sensíveis do Golfo.</p>
<p>As autoridades emiradenses indicaram que as investigações continuam para determinar a origem do ataque. O episódio surge num contexto regional marcado por forte instabilidade, com repetidos ataques de drones e mísseis associados ao conflito mais amplo com o Irão e com as negociações de cessar-fogo entre Washington e Teerão paralisadas.</p>
<p>O ataque também teve impacto nos mercados da região. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, as bolsas do Golfo registaram quedas após a notícia do ataque junto à central de Barakah e da interceção de outros drones pela Arábia Saudita. A instabilidade regional contribuiu ainda para uma subida dos preços do petróleo para máximos de duas semanas.</p>
<p>A central de Barakah é particularmente sensível por representar o programa nuclear civil dos Emirados Árabes Unidos e por estar localizada numa região atravessada por tensões militares persistentes. Embora o ataque tenha atingido uma infraestrutura fora do perímetro interno da instalação, o simples facto de um drone ter provocado um incêndio junto a uma central nuclear levou a AIEA a reforçar o apelo para que instalações deste tipo sejam mantidas fora de qualquer atividade militar.</p>
<p>O episódio reabre também uma questão mais ampla: a vulnerabilidade de infraestruturas críticas a ataques com drones. Mesmo quando não atingem diretamente reatores ou sistemas nucleares, estes ataques podem afetar equipamentos auxiliares, criar perturbações operacionais e aumentar o risco de erro ou escalada militar.</p>
<p>Para já, as autoridades insistem que não houve consequências radiológicas e que a central está segura. Mas o incidente mostra como, num Médio Oriente sob tensão, a fronteira entre ataque limitado, risco energético e alarme nuclear pode tornar-se cada vez mais estreita.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764220]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: estará a Europa preparada para enfrentar uma nova pandemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O surto de hantavírus associado ao navio de cruzeiro MV Hondius voltou a colocar a Europa perante uma questão que parecia adormecida desde a pandemia da COVID-19: estará a União Europeia realmente preparada para responder a uma nova ameaça sanitária transfronteiriça?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O surto de hantavírus associado ao navio de cruzeiro MV Hondius voltou a colocar a Europa perante uma questão que parecia adormecida desde a pandemia da COVID-19: estará a União Europeia realmente preparada para responder a uma nova ameaça sanitária transfronteiriça? Apesar de as autoridades europeias insistirem que o risco permanece “muito baixo”, as mortes associadas à variante agressiva dos Andes reacenderam preocupações sobre a rapidez de resposta, coordenação internacional e eficácia dos mecanismos criados após a última grande crise pandémica.</p>
<p>Embora os especialistas não tenham emitido alertas de pânico, o Conselho da União Europeia ativou na quinta-feira o mecanismo europeu de resposta a crises em modo de partilha de informação, permitindo acompanhar em permanência a evolução do surto. Paralelamente, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) mantém a situação sob vigilância, numa altura em que vários países europeus e não europeus monitorizam possíveis cadeias de transmissão ligadas aos passageiros do cruzeiro.</p>
<p><strong>O que mudou após a pandemia de COVID-19?</strong><br />
Depois do caos provocado pela pandemia de COVID-19 — marcado por respostas descoordenadas, disputas sobre vacinas e divergências nas regras sanitárias entre países — a União Europeia reformulou parte da sua arquitetura de resposta a emergências de saúde pública. O objetivo passou por garantir uma atuação mais rápida e uniforme perante futuras ameaças.</p>
<p>Dois regulamentos europeus adotados em 2022 tornaram-se peças centrais desse novo sistema. O primeiro, o Regulamento 2022/2371, obriga os Estados-membros a comunicarem potenciais ameaças sanitárias no prazo máximo de 24 horas através do Sistema de Alerta Rápido e Resposta. O mecanismo pode ser ativado quando a ameaça é considerada invulgar, inesperada, altamente letal, de rápida disseminação ou capaz de ultrapassar a capacidade de resposta nacional.</p>
<p>Já o Regulamento 2022/2372 centra-se na coordenação prática da resposta sanitária europeia, incluindo a aprovação conjunta de vacinas e medicamentos e a criação de reservas estratégicas comuns. Este regulamento pretende evitar os conflitos registados durante a pandemia, quando vários países disputaram entre si o acesso a vacinas e equipamentos médicos.</p>
<p>A ativação destes instrumentos depende das instituições europeias. A Comissão Europeia pode avançar com medidas baseadas nas recomendações do ECDC ou da Agência Europeia de Medicamentos, enquanto o Conselho da União Europeia tem capacidade para desencadear mecanismos mais amplos de coordenação.</p>
<p>Além disso, os Estados-membros podem recorrer ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil, destinado ao envio de equipas, equipamentos e apoio logístico em situações de emergência. Espanha acionou recentemente esse mecanismo devido ao surto de hantavírus. O sistema envolve também dez países fora da União Europeia: Albânia, Bósnia e Herzegovina, Islândia, Moldávia, Montenegro, Macedónia do Norte, Noruega, Sérvia, Turquia e Ucrânia.</p>
<p><strong>Ainda não existe uma quarentena europeia unificada</strong><br />
Apesar dos avanços institucionais, continua a existir uma limitação importante: a União Europeia não dispõe de um protocolo único para medidas de quarentena, isolamento ou distanciamento físico. Tal como aconteceu durante a COVID-19, cada país mantém autonomia para definir as suas próprias regras sanitárias.</p>
<p>No actual surto de hantavírus, contudo, a resposta internacional tem revelado maior convergência. Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos e outros países afetados estão a seguir recomendações semelhantes baseadas nas orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p>Entre as medidas recomendadas encontram-se quarentenas de seis semanas para contactos de alto risco, realização de testes PCR, monitorização rigorosa dos sintomas, limitação de deslocações e manutenção de distanciamento físico entre metro e meio e dois metros.</p>
<p>Ainda assim, persistem diferenças relevantes na aplicação prática dessas medidas. Em muitos países, a quarentena pode ser cumprida em casa, mas Reino Unido e França optaram por regras mais rígidas. No caso britânico, os infetados devem permanecer hospitalizados durante pelo menos 72 horas, enquanto as autoridades francesas exigem isolamento hospitalar durante toda a quarentena, embora admitam o seu levantamento antecipado após os primeiros 14 dias, dependendo da evolução clínica.</p>
<p>Fora da Europa, países como Austrália e Canadá adotaram quarentenas mais curtas, limitadas a três semanas.</p>
<p><strong>O que revela o caso do MV Hondius?</strong><br />
O caso do MV Hondius tornou-se um teste importante aos mecanismos criados pela Europa após a pandemia. O navio de cruzeiro, associado ao actual surto, atracou no porto de Granadilla, em Tenerife, nas Ilhas Canárias, depois de terem sido detetados casos da variante agressiva do hantavírus a bordo.</p>
<p>As imagens do desembarque dos passageiros acabaram por simbolizar uma realidade incómoda para as autoridades europeias: embora a União Europeia esteja hoje mais preparada do que estava há seis anos, continua sem possuir um sistema totalmente harmonizado para responder a crises sanitárias de grande escala.</p>
<p>O atual enquadramento europeu permite maior rapidez de comunicação, melhor coordenação institucional e mecanismos conjuntos de apoio logístico e farmacêutico. No entanto, questões essenciais como quarentenas, confinamentos e regras de isolamento continuam dependentes das decisões nacionais.</p>
<p>Por agora, o ECDC mantém a avaliação de risco em níveis baixos. Ainda assim, o surto de hantavírus funciona como um alerta político e sanitário para a Europa, numa altura em que cresce o receio de futuras pandemias e em que os sistemas de saúde continuam a tentar recuperar do impacto deixado pela COVID-19.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764213]]></sapo:autor>
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		<title>Europa passa do frio ao calor em poucos dias: Portugal pode chegar aos 37ºC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Países como França e Inglaterra registem valores até 15ºC superiores aos da semana anterior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias de frio fora de época em grande parte da Europa, uma viragem brusca no estado do tempo deverá fazer subir as temperaturas de forma acentuada nos próximos dias. A mudança, descrita pelo &#8216;The Guardian&#8217;, poderá fazer com que países como França e Inglaterra registem valores até 15ºC superiores aos da semana anterior, enquanto Espanha e Portugal poderão chegar a máximas de meados ou finais dos 30ºC.</p>
<p>Em Portugal, a subida deverá ser particularmente sentida entre quarta e quinta-feira, depois de um início de semana ainda fresco e algo húmido. A previsão aponta para uma forte subida das temperaturas, com máximas que poderão chegar aos 34ºC a 37ºC no interior do continente, enquanto no litoral os valores deverão ficar mais baixos, entre os 23ºC e os 27ºC.</p>
<p>A mudança será rápida. Segundo a previsão para Portugal pela &#8216;Luso Meteo&#8217;, a semana começa com tempo fresco, alguma nebulosidade e possibilidade de chuva fraca ou chuvisco no Norte e Centro, sobretudo no litoral. Mas a partir de quarta-feira o cenário altera-se, com a entrada de ar mais quente e temperaturas já acima dos 30ºC em várias regiões.</p>
<p>O fenómeno insere-se numa alteração mais ampla no padrão atmosférico europeu. Depois de uma massa de ar ártico ter descido sobre o continente, levando as temperaturas para valores 10ºC a 15ºC abaixo da média sazonal durante mais de uma semana, uma área de altas pressões deverá instalar-se sobre o oeste da Europa e favorecer a subida de ar quente proveniente do norte de África.</p>
<p>O contraste será particularmente expressivo porque chega depois de um período prolongado de instabilidade e frio. Em França, alguns viticultores chegaram a acender fogueiras para proteger as vinhas das geadas noturnas. Entre 11 e 16 de maio, foram registadas cerca de 750 mil descargas elétricas na Europa e nas áreas envolventes, resultado da combinação entre ar frio, instabilidade e forte radiação solar típica de maio.</p>
<p>O &#8216;The Guardian&#8217; sublinha que episódios de frio persistente e generalizado se tornaram menos frequentes nas últimas décadas, num contexto em que a Europa aquece mais depressa do que qualquer outro continente devido à crise climática. Ainda assim, a primavera continua a ser uma estação propícia a oscilações rápidas, sobretudo quando massas de ar frio e quente se sucedem em poucos dias.</p>
<p>Em Portugal, a quinta-feira poderá ser o dia mais quente da semana, com calor intenso para maio em zonas do interior. Na sexta-feira, porém, a previsão aponta já para uma possível descida das máximas, sobretudo no litoral, devido ao regresso do vento marítimo de oeste e ao aumento da nebulosidade. Também poderão surgir neblinas ou nevoeiros.</p>
<p>O fim de semana permanece mais incerto. Parte dos cenários meteorológicos aponta para uma nova descida das temperaturas e eventual instabilidade, incluindo possibilidade de trovoadas. Ainda assim, alguns modelos mantêm a hipótese de persistência ou até intensificação do calor, o que mostra a elevada incerteza associada a este tipo de padrão atmosférico.</p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta para uma semana com mais nuvens, precipitação ocasional e temperaturas geralmente abaixo da média, com possibilidade de vento mais forte entre terça e quarta-feira. Já na Madeira, deverá dominar o tempo estável, seco e quente, com máximas acima do normal para a época.</p>
<p>A mesma instabilidade térmica está também a ser observada nos Estados Unidos. No noroeste do país, zonas que registaram cerca de 30ºC na semana passada deverão enfrentar agora uma nova tempestade de inverno, com neve significativa em áreas elevadas do Wyoming, norte do Colorado e nordeste do Utah. Em algumas zonas de maior altitude, a acumulação poderá chegar a 46 centímetros, acompanhada por ventos fortes e condições de nevão.</p>
<p>Mais a sul e a oeste, o tempo seco, o vento e a baixa humidade aumentam o risco de incêndios, enquanto no centro dos Estados Unidos o choque entre ar frio e massas de ar quente e húmido poderá favorecer o desenvolvimento de novas trovoadas. O Storm Prediction Center alertou mesmo para risco de tornados em vários estados centrais.</p>
<p>A sucessão de frio, trovoadas e calor forte mostra como a transição para o verão pode ser marcada por extremos em rápida sequência. Para Portugal, o ponto central é precisamente esse: depois de um arranque de semana fresco, a subida das temperaturas deverá ser repentina, intensa e possivelmente curta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764189]]></sapo:autor>
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		<title>Shein compra marca de vestuário norte-americana Everlane</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa de moda chinesa Shein comprou a marca de vestuário norte-americana Everlane, numa operação que avalia a empresa dos EUA em 100 milhões de dólares (86 milhões de euros), segundo informam vários meios de comunicação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa de moda chinesa Shein comprou a marca de vestuário norte-americana Everlane, numa operação que avalia a empresa dos EUA em 100 milhões de dólares (86 milhões de euros), segundo informam vários meios de comunicação. </P><br />
<P>O conselho de administração da Everlane aprovou a transação no sábado, fixando aquele preço, que se situa muito abaixo da avaliação que a empresa alcançou há alguns anos, com o auge do comércio eletrónico.</P><br />
<P>Assim, numa nota aos acionistas, divulgada pelo &#8220;Puck News&#8221;, a empresa informou no domingo que os acionistas ordinários não receberão qualquer pagamento pela operação.</P><br />
<P>Os executivos da Everlane, com sede em São Francisco, estavam à procura de um investidor que pudesse ajudar a saldar a dívida de 90 milhões de dólares (77,36 milhões de euros). </P><br />
<P>Nesse sentido, a L Catterton, fundo de investimento do grupo francês Louis Vuitton Moët Hennessy (LVMH) e proprietária da Everlane, mostrou-se disposta há meses tanto a vender a marca de vestuário como a aumentar o seu investimento, caso se aliasse a outro investidor.</P><br />
<P>O gigante do retalho asiático adquiriu esta empresa cujos princípios fundadores se baseiam na venda de produtos de elevada sustentabilidade e na &#8220;transparência radical&#8221;, segundo a qual informavam sobre os custos de produção das peças de vestuário e mantinham um modelo de negócio de venda direta.</P><br />
<P>Outras &#8216;startups&#8217; norte-americanas centradas no comércio &#8216;online&#8217; de vestuário também iniciaram novos caminhos devido às mudanças nas tendências da moda e na publicidade digital. </P><br />
<P>Uma das empresas a mudar foi o fabricante de ténis Allbirds que anunciou há um mês a reconversão do seu negócio para o campo da inteligência artificial (IA).</P></p>
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