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	<title>Advisory &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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	<item>
		<title>Abreu Advogados assina capítulo português de relatório mundial do setor da aviação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:37:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presença portuguesa no mais recente retrato jurídico da aviação internacional volta a fazer-se notar. A Abreu Advogados participou na edição de 2026 do IATA Liability Report 2026, ao assegurar a análise do enquadramento legal em Portugal, num documento que reúne contributos de várias jurisdições sobre os principais temas que marcam o setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença portuguesa no mais recente retrato jurídico da aviação internacional volta a fazer-se notar. A Abreu Advogados participou na edição de 2026 do IATA Liability Report 2026, ao assegurar a análise do enquadramento legal em Portugal, num documento que reúne contributos de várias jurisdições sobre os principais temas que marcam o setor.</p>
<p>Publicado pela International Air Transport Association (IATA), o relatório compila os mais recentes desenvolvimentos jurídicos na aviação a nível global, incluindo a evolução da jurisprudência associada à Convenção de Montreal de 1999, a regulamentação europeia dos direitos dos passageiros, bem como questões relacionadas com concorrência, drones e novas tendências do setor.</p>
<p>O contributo relativo a Portugal foi preparado por João Marques de Almeida, Sócio Contratado da sociedade, com o apoio das advogadas estagiárias Laura Cecília Lourenço e Maria Inês Carapeta, no âmbito da assessoria contínua prestada a companhias aéreas, sobretudo em matérias regulamentares e de direitos dos passageiros.</p>
<p>A edição deste ano integra 14 decisões judiciais portuguesas consideradas relevantes, abordando temas como competência internacional, lei aplicável, prazos para o exercício de direitos dos passageiros, compensações por disrupções de voo e circunstâncias extraordinárias.</p>
<p>O relatório é coordenado pelas sociedades Condon &amp; Forsyth e HFW, sendo a Abreu Advogados a única firma responsável pelo capítulo português. O documento é apresentado anualmente no IATA Legal Symposium e posteriormente distribuído junto de companhias aéreas a nível mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754796]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Deloitte Legal TELLES assessora venda da Porcelanas da Costa Verde à portuguesa Vallis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[A Deloitte Legal TELLES assessorou a Vallis Capital Partners na aquisição, pela Anagama II, de mais de 90% do capital social e dos direitos de voto da Porcelanas da Costa Verde, S.A, incluindo a negociação dos acordos de investimento e parassocial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Deloitte Legal TELLES assessorou a Vallis Capital Partners na aquisição, pela Anagama II, de mais de 90% do capital social e dos direitos de voto da Porcelanas da Costa Verde, S.A, incluindo a negociação dos acordos de investimento e parassocial.</p>
<p>Fundada em 1992, a Costa Verde é uma empresa portuguesa especializada no fabrico de porcelana para uso doméstico e profissional, com foco particular no canal hoteleiro e da restauração (HoReCa). Ao longo de mais de três décadas de atividade, consolidou uma posição de referência no setor, destacando-se pela qualidade dos produtos, inovação contínua, design e forte vocação exportadora.</p>
<p>Atualmente, a empresa emprega cerca de 320 colaboradores e está presente em mais de 50 geografias. Mais de dois terços do volume de negócios têm origem nos mercados externos. Em 2025, a Costa Verde registou um volume de negócios próximo dos 16 milhões de euros, traduzindo a consistência da sua estratégia comercial e a solidez da carteira de clientes internacionais.</p>
<p>No âmbito desta operação, a Deloitte Legal TELLES prestou assessoria jurídica em todas as fases do processo, incluindo a due diligence à empresa-alvo com emissão de red-flags, a preparação e negociação da documentação jurídica da transação e apoio na estruturação, negociação e celebração de um conjunto de contratos de financiamento, incluindo os respetivos pacotes de garantias, destinados à aquisição da sociedade e ao refinanciamento da dívida existente do grupo.</p>
<p>A equipa multidisciplinar da Deloitte Legal TELLES foi liderada por Mariana Ferreira Martins, sócia da área de Corporate, M&amp;A &amp; Private Equity, e contou com a participação de Maria Isabel Saunders e Tomás Soares Freire, associados da mesma área.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754741]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Alterações à Lei da Nacionalidade. Da cidadania inclusiva para uma abordagem mais restritiva?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 10:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Roberta Fraser, Advogada e Managing Partner da BRF Legal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Roberta Fraser, Advogada e Managing Partner da BRF Legal</strong></p>
<p>A Lei da Nacionalidade portuguesa tem sofrido, nos últimos anos, alterações frequentes, deixando de ser um regime estável para se tornar um campo de forte intervenção legislativa. Estamos novamente prestes a passar por outra alteração legislativa sobre o tema, encontrando-se nas mãos do Presidente da República a segunda versão do projeto de lei que, se concretizada, aponta para uma mudança de paradigma: de um modelo relativamente inclusivo para uma abordagem mais restritiva.</p>
<p>Uma das alterações mais relevantes diz respeito às crianças nascidas em Portugal de pais estrangeiros. Até aqui, bastava uma ligação mínima dos progenitores ao país para garantir a nacionalidade de origem. Com as novas regras, passa a exigir-se que um dos pais tenha residência legal há pelo menos cinco anos. Esta mudança reduz significativamente o alcance do <em>jus soli</em>, valorizando mais o estatuto formal dos pais do que a realidade de vida da criança.</p>
<p>No caso dos netos de portugueses, também se verifica uma mudança. O acesso à nacionalidade deixa de assentar sobretudo no vínculo familiar e no conhecimento da língua, passando a exigir provas mais amplas de ligação efetiva ao país, incluindo conhecimentos culturais e históricos. Isto torna o processo mais exigente, sobretudo para quem tem menos recursos.</p>
<p>A naturalização sofre igualmente alterações profundas. O prazo de residência aumenta de cinco para sete anos (para cidadãos da CPLP e da União Europeia) ou dez anos (para os restantes). Além disso, surgem novos requisitos, como testes de integração, conhecimentos do sistema jurídico e demonstração de capacidade económica. A nacionalidade deixa assim de ser uma consequência previsível do tempo de residência e passa a depender de um conjunto mais complexo de condições.</p>
<p>Os titulares de Autorizações de Residência por Investimento também são afetados. O prazo para aceder à nacionalidade torna-se mais longo e os critérios mais exigentes, sem um regime transitório claro. Isto levanta questões de confiança jurídica, uma vez que muitos investidores tomaram decisões com base nas regras anteriores.</p>
<p>Outro ponto marcante é o fim do regime especial para descendentes de judeus sefarditas. Criado como forma de reparação histórica, este mecanismo é agora praticamente encerrado, refletindo uma mudança de abordagem política, da inclusão simbólica para uma lógica mais restritiva.</p>
<p>Por fim, destaca-se a introdução da possibilidade de perda da nacionalidade como sanção penal em casos graves. Embora de aplicação excecional, esta medida representa uma rutura significativa com o princípio tradicional de que a cidadania não pode ser retirada pelo Estado, passando a ser também um instrumento de política criminal.</p>
<p>No conjunto, estas alterações colocam Portugal mais próximo de modelos europeus restritivos. A nacionalidade torna-se mais difícil de obter, mais dependente de critérios formais e mais ligada a preocupações de segurança. O debate deixa assim de ser apenas sobre acesso, passando também a abranger as condições de pertença à comunidade.</p>
<p>Enquanto a nova lei não entra em vigor, mantém-se o regime atual. Ainda assim, a tendência é clara: um afastamento progressivo de uma cidadania inclusiva para um modelo mais exigente e seletivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Roberta Fraser, Advogada e Managing Partner da BRF Legal]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Abreu Advogados cria nova área de Direito Aduaneiro e Comércio Internacional e reforça equipa com três especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 08:27:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Direito Aduaneiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Abreu Advogados anunciou o reforço da sua equipa com a integração de José Rijo, Sofia Rijo e Nuno Rijo, provenientes da SPCA – Sociedade de Advogados, no âmbito da criação de uma nova Área de Prática dedicada ao Direito Aduaneiro e Comércio Internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Abreu Advogados anunciou o reforço da sua equipa com a integração de José Rijo, Sofia Rijo e Nuno Rijo, provenientes da SPCA – Sociedade de Advogados, no âmbito da criação de uma nova Área de Prática dedicada ao Direito Aduaneiro e Comércio Internacional.</p>
<p>A equipa será ainda composta por Sara Soares, Maria João Melícias e Joana Maldonado Reis, consolidando uma abordagem multidisciplinar que cruza fiscalidade, concorrência e contencioso.</p>
<p>A criação desta nova área surge num contexto internacional marcado por crescente instabilidade geopolítica, políticas protecionistas e maior complexidade regulatória, fatores que têm vindo a reforçar a importância do Direito Aduaneiro e do Comércio Internacional para a competitividade das empresas. Com esta aposta, a sociedade pretende reforçar a sua capacidade de assessoria em operações transfronteiriças complexas e responder às exigências crescentes de compliance e enquadramento regulatório nos mercados globais.</p>
<p>A nova prática será coordenada por José Rijo e Sofia Rijo, integrando ainda Nuno Rijo, profissionais com experiência consolidada nestas áreas, nomeadamente em matérias como regimes aduaneiros, fiscalidade indireta, classificação pautal, origem de mercadorias e contencioso associado.</p>
<p>Para Inês Sequeira Mendes, Managing Partner da Abreu Advogados: “A chegada desta equipa reforça de forma muito relevante a nossa capacidade de assessorar clientes em operações transfronteiriças complexas, sendo a criação desta nova Área de Prática uma mais-valia importante para a Abreu, quer no aprofundamento da nossa relação com clientes atuais, quer na criação de novas oportunidades de negócio, num setor particularmente dinâmico e exposto às grandes mudanças económicas e geopolíticas do nosso tempo”.</p>
<p>Já José Rijo, que será coordenador da nova Área de Prática com Sofia Rijo, realça a importância desta área do Direito: “Nos dias de hoje, um eficaz planeamento aduaneiro das importações e exportações de bens é fundamental para que as empresas possam reforçar a sua competitividade na disputa de quotas nos mercados globais. Por isso, é crucial que, por um lado, possam assegurar o recurso adequado a todas as prerrogativas e benefícios aduaneiros e fiscais previstos na legislação e, por outro, mitigar riscos e contingências decorrentes das exigências impostas aos operadores económicos em áreas tão diversas quanto práticas concorrenciais desleais, ambiente e sustentabilidade, conformidade dos produtos, fiscalização dos mercados, controlos à exportação, ou mesmo, licenciamento”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_749021]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lopes Barata &#038; Associados reforça área de Direito do Trabalho com uma nova contratação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lopes Barata &#038; Associados anuncia a integração de Rita Tavares Catarino como associada sénior, no âmbito da estratégia de crescimento da sua prática de Direito do Trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>A Lopes Barata &amp; Associados anuncia a integração de Rita Tavares Catarino como associada sénior, no âmbito da estratégia de crescimento da sua prática de Direito do Trabalho.</p>
</div>
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<div class="ms-time">Com 21 anos de experiência, a advogada desenvolveu o seu percurso profissional tanto em sociedades de advogados como em contexto empresarial, nomeadamente nas áreas dos Recursos Humanos e da Banca. Ao longo da sua carreira, tem prestado assessoria jurídica a administrações e equipas de gestão, bem como a clientes empresariais nacionais e internacionais, com especial enfoque nas relações individuais e colectivas de trabalho.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>A sua experiência inclui o acompanhamento jurídico diário de empresas nacionais e multinacionais com actividade em Portugal, a participação em auditorias legais, a condução de processos de contencioso laboral e o desenvolvimento de ações de formação interna.</p>
<p>Antes de integrar a Lopes Barata &amp; Associados, foi associada sénior na AFMA e desempenhou funções como directora Jurídica e de Compliance na Adecco Portugal.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748025]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Entrevistas de offboarding – gestão empresarial que lê nas entrelinhas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/entrevistas-de-offboarding-gestao-empresarial-que-le-nas-entrelinhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Margarida Rosenbusch, associada Coordenadora de Direito do Trabalho &#038; Fundos de Pensões da CMS Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
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</div>
<p><em>Por Margarida Rosenbusch, associada Coordenadora de Direito do Trabalho &amp; Fundos de Pensões da CMS Portugal</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não me aflige, mas já me perdi por diversas vezes na designação atribuída a cada uma das gerações. Sei que, no essencial, a umas caracteriza o início do avanço tecnológico, enquanto outras – a mais recente será a dos chamados <em>Beta</em> – caracteriza terem nascido num mundo que é cada vez mais impactado pelo poder da inteligência artificial e da conectividade mundial.</p>
<p>Nas relações de trabalho também se faz sentir esta diversidade geracional. Distanciados, já, da concepção do “trabalho para a vida”, que privilegiava a segurança e a estabilidade no emprego, o panorama actual reveste-se de trabalhadores despidos da pretensão de permanecer num mesmo emprego, que iniciam relações de trabalho sabendo que “ninguém é insubstituível” e em que chegará um dia em que quererão, eles próprios, pôr termo à relação laboral.</p>
<p>Também o modelo de gestão das empresas é marcado pelo correr dos anos. Num passado não muito distante, não se assumia, sequer como necessário, apurar dos motivos da saída dos vários profissionais, e, ao invés, era o trabalhador quem tantas vezes assumia a derrota de não ter sido capaz de se manter motivado ao serviço do empregador. Hoje, a crescente humanização da gestão das empresas tornou necessária a criação de um “Departamento para Pessoas” que, de entre outras missões, assume também a de pôr a descoberto o que de frágil e ou desajustado na empresa não serviu para cativar ou reter o talento.</p>
<p>Por isso, entrevistas de saída ou a definição de procedimentos de <em>offboarding</em> assumem um papel cada vez mais relevante na gestão quotidiana das instituições, as quais querendo saber mais sobre o impacto das suas políticas internas, fazem-no escutando também quem sai. E estes profissionais, que contam com a liberdade de ter de agradar e para quem o mundo passou a apresentar uma multiplicidade de formas de prestação de trabalho, tendem a ser assertivos na identificação do que não encantou, da promessa ou da expectativa que não se chegou a concretizar.</p>
<p>A gestão empresarial que lê nas entrelinhas procura mais no feedback dos seus trabalhadores, do que a mera motivação pessoal que tenha levado a uma decisão de saída.</p>
<p>Numa óptica de melhoria contínua e promoção de cultura de empresa, procuram-se indícios de eventual desajustamento das políticas sociais, com o que é praticado por concorrentes ou a nível interno. Abrangem-se temáticas como a transparência salarial, o teletrabalho ou a articulação entre as vidas pessoal e profissional. Quer-se aferir do alinhamento com a generalidade do sector, dos normativos de progressão salarial e política de carreira. E pode, inclusivamente, aproveitar-se para – marcando a diferença para o futuro – definir a implementação de medidas aptas à retenção e captação de talento. No âmbito da prevenção do conflito e da litigância laboral, aproveita-se para corrigir desvios que podem, até, envolver a prevenção do assédio no trabalho e redefinem-se políticas pouco claras, desajustadas ou mesmo potenciadoras de situações desiguais ou discriminatórias.</p>
<p>Mas ao humanizar-se o procedimento de desvinculação, é também o trabalhador que conta com uma gestão empresarial que atenta ao seu caso concreto. Que procura ajustar eventuais condições de saída, podendo até permitir-se a manutenção temporária de eventuais benefícios, como um seguro de saúde ou um automóvel. Que por atender às características próprias do trabalhador desvinculado promove a integração do mesmo em programas de <em>mentoring </em>ou de<em> outplacement,</em> como facilitadores à reintegração no mercado de trabalho.</p>
<p>Só gera saudade o passado que é melhor.</p>
<p>E hoje, mesmo uma empresa de nome sonante, mas cujas relações de trabalho sejam desacompanhadas da valorização do indivíduo, tenderá a deixar de conseguir garantir o seu espaço no mercado actual. Já que este deixou de compactuar com a vigência de políticas internas, como tantas do antigamente, geralmente dissociadas ou alheias à necessidade de assegurar o bem-estar e a saúde mental dos seus trabalhadores.</p>
<p>A adopção de uma política de escuta activa – que também se materializa na atenção dispensada ao colaborador no momento da sua saída – assume-se como ferramenta necessária e essencial à gestão empresarial do presente. Ocupando-se de endereçar as necessidades dos trabalhadores, de igual forma serve os propósitos empresariais de preservação da imagem, bom nome e reputação social, que vão devidamente impressos à experiência pessoal que o trabalhador demissionário partilha com os demais <em>players</em> no mercado.</p>
<p>Recorde-se, sem saudade, a experiência que nos deu o passado. E tratemos de continuar a dotar as instituições que acolherão as futuras gerações de trabalhadores das competências de gestão que promovem a conciliação dos interesses e necessidades de ambos, colaboradores e empresas.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748017]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Direito ao Essencial. Salário mínimo: tem de ser pago todo em dinheiro?</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/direito-ao-essencial-salario-minimo-tem-de-ser-pago-todo-em-dinheiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste destaque do “Direito ao Essencial”, Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca, foca-se nas formas de pagamento do salário mínimo. A rubrica da Human Resources tem como objectivo descomplicar os conceitos jurídicos que todos os profissionais de gestão de Recursos Humanos devem saber. Sem floreados, directo ao ponto.]]></description>
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<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>Neste destaque do “Direito ao Essencial”, Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca, foca-se nas formas de pagamento do salário mínimo. A rubrica da Human Resources tem como objectivo descomplicar os conceitos jurídicos que todos os profissionais de gestão de Recursos Humanos devem saber. Sem floreados, directo ao ponto.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-413915 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2025/08/ines-arruda-300x300.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/08/ines-arruda.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/08/ines-arruda-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O salário mínimo, oficialmente designado por retribuição mínima mensal garantida (RMMG), é o valor mínimo que um trabalhador tem direito a receber por mês. Este valor é fixado todos os anos por lei, após audição da Comissão Permanente de Concertação Social, tendo em conta as necessidades dos trabalhadores, o custo de vida e a produtividade. A partir de Janeiro de 2026, a RMMG é de 920€.</p>
<p>A RMMG não precisa de ser paga integralmente em dinheiro. Podem contar para o valor mínimo as seguintes parcelas: prestações em espécie (como alimentação ou alojamento fornecidos pela entidade empregadora), comissões sobre vendas, prémios de produção e gratificações que sejam consideradas retribuição pela lei.</p>
<p>Quando o empregador fornece alimentação ou alojamento, o valor é calculado pelos preços da região, mas há limites máximos: alimentação completa até 35% do salário mínimo, uma refeição principal até 15%, alojamento até 12%, habitação para o trabalhador e família a 27,36€ por divisão, e o total de todas as prestações em espécie não pode passar de 50%.</p>
<p>Não entram no cálculo da RMMG os subsídios, prémios ou gratificações ocasionais, nem as prestações pagas com periodicidade superior a um mês, como o subsídio de férias ou de Natal.</p>
<p>A lei admite reduções em situações específicas: 20% para formandos, estagiários ou aprendizes em formação certificada (máximo de um ano, ou seis meses com formação técnico-profissional), e até 50% para trabalhadores com capacidade de trabalho reduzida, mediante certificação oficial.</p>
<p>Não pagar o salário mínimo constitui contraordenação muito grave, devendo a decisão que aplique a coima ordenar o pagamento imediato ao trabalhador do valor em dívida.</p>
<p><strong>Exemplo prático 1:</strong></p>
<p>Considerando um trabalhador que recebe uma média mensal de 200€ em comissões, a empresa tem de garantir que ele recebe mensalmente, no mínimo, 920€. Assim, a empresa teria de pagar 720€ em dinheiro (valor fixo), que somados aos 200€ de comissões, perfazem os 920€ de retribuição mínima garantida. O valor das comissões poderá variar, mas a empresa tem sempre de assegurar que, mensalmente, o trabalhador recebe o salário mínimo de 920€, complementando em dinheiro aquilo que faltar para atingir esse valor.</p>
<p><strong>Exemplo prático 2:</strong></p>
<p>Considerando uma empregada doméstica em regime interno, a quem a entidade empregadora fornece alimentação completa (pequeno almoço, almoço, lanche, jantar e ceia) e alojamento, estas prestações em espécie podem contar para a RMMG nos seguintes termos: alimentação completa até 35% (322€) e alojamento até 12% (110,40€). Somando estas prestações, obtemos 432,40€, valor que está dentro do limite máximo de 50% (460€) do total de prestações em espécie. Assim, a entidade empregadora poderia pagar 487,60€ em dinheiro mais 432,40€ em prestações em espécie (alimentação e alojamento), perfazendo os 920€ de retribuição mínima garantida. No entanto, em nosso entender, os subsídios de férias e de Natal deverão ser pagos na totalidade em dinheiro, não podendo ser consideradas as prestações em espécie para efeitos do cálculo destes subsídios.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748014]]></sapo:autor>
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		<title>CMS assessora Vinci Energies na aquisição da consultora tecnológica portuguesa AMT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:56:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A CMS Portugal assessorou a Vinci Energies Portugal na aquisição da AMT – Consulting S.A., empresa portuguesa especializada em soluções de HCM (Human Capital Management) e ERP, com forte presença no ecossistema SAP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A CMS Portugal assessorou a Vinci Energies Portugal na aquisição da AMT – Consulting S.A., empresa portuguesa especializada em soluções de HCM (Human Capital Management) e ERP, com forte presença no ecossistema SAP.</p>
<p>A AMT – Consulting, fundada em 2006, afirma-se como uma das referências nacionais em tecnologias SAP, incluindo soluções como SAP SuccessFactors, SAP Concur, SAP Ariba e SAP S/4HANA. A empresa conta com 245 colaboradores e atua em áreas como recursos humanos e sistemas empresariais, servindo clientes de setores como banca, indústria, utilities e serviços.</p>
<p>Com escritórios em Lisboa, Porto, Funchal e Ponta Delgada, a consultora tecnológica atingiu em 2025 um volume de negócios de 15 milhões de euros, reforçando a sua posição no mercado nacional.</p>
<p>A operação foi acompanhada por uma equipa multidisciplinar da CMS Portugal, liderada pelo sócio Francisco Xavier de Almeida, responsável pela área de Corporate M&amp;A, e pelo associado coordenador David Apolónia, com o apoio de vários especialistas em concorrência, fiscalidade, trabalho e imobiliário.</p>
<p>Para Francisco Xavier de Almeida, “acompanhar esta transação estratégica com um cliente com quem temos uma parceria consolidada foi extremamente gratificante. Estamos muito orgulhosos por ter participado nesta expansão, em consequência da confiança mútua que construímos ao longo dos anos, a qual fortalece a posição da Vinci Energies no mercado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_747557]]></sapo:autor>
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		<title>Advogada portuguesa Sandra Bento nomeada Diretora Jurídica Executiva da Baloise Luxembourg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:58:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Baloise Luxembourg anunciou a nomeação de Sandra Bento como Diretora Jurídica Executiva, com efeitos a partir de 1 de abril de 2026. A responsável integrará igualmente o Comité Executivo alargado da empresa e sucede a Benoît Piccart, que desempenhava anteriormente estas funções.c]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Baloise Luxembourg anunciou a nomeação de Sandra Bento como Diretora Jurídica Executiva, com efeitos a partir de 1 de abril de 2026. A responsável integrará igualmente o Comité Executivo alargado da empresa e sucede a Benoît Piccart, que desempenhava anteriormente estas funções.</p>
<p>Com uma carreira na companhia desde 2012, Sandra Bento tem vindo a assumir várias responsabilidades nas áreas de Wealth Planning (planeamento patrimonial) e Product Management (gestão de produto), no segmento de Vida Internacional. Desde 2022, desempenhava funções como Chefe do Departamento Jurídico, com responsabilidade sobre o mercado local, Vida Internacional e jurídico societário, assegurando também a supervisão das áreas de planeamento patrimonial e gestão de produto na atividade de International Life.</p>
<p>Antes de ingressar na Baloise, exerceu advocacia em Portugal, com especialização em direito fiscal. É licenciada em Direito e possui um mestrado em Direito e Fiscalidade. Conta ainda com formação executiva na General Counsel Academy e uma certificação em Corporate Governance Officer pelo ILA – Instituto de Governação do Luxemburgo.</p>
<p>A empresa destaca o seu “rigor, capacidade analítica e profundo conhecimento do setor”, sublinhando que o seu percurso e experiência interna constituem ativos relevantes para a continuidade do crescimento e consolidação da Baloise Luxembourg.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_747491]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Abreu Advogados assessora operação que leva Iberis a assumir controlo da Aquitex</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 09:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Iberis Capital passou a deter uma posição maioritária na Aquitex, mantendo-se a família Faria — Jorge Faria e Matilde Faria — na estrutura acionista e na gestão executiva, assegurando a continuidade do negócio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Abreu Advogados assessorou juridicamente a entrada da Iberis Capital no capital da Aquitex, numa operação que marca o início de um novo ciclo de crescimento para a empresa portuguesa do setor químico.</p>
<p>A Iberis Capital passou a deter uma posição maioritária na Aquitex, mantendo-se a família Faria — Jorge Faria e Matilde Faria — na estrutura acionista e na gestão executiva, assegurando a continuidade do negócio.</p>
<p>Com esta operação, a Aquitex pretende acelerar a sua expansão, reforçar o desenvolvimento de novos produtos e explorar novos segmentos de mercado, consolidando a sua posição como player internacional de referência.</p>
<p>A equipa de gestão mantém-se inalterada, sendo, no entanto, reforçado o Conselho de Administração, com o objetivo de aumentar a capacidade de execução neste novo ciclo.</p>
<p><strong>Operação complexa com coordenação internacional</strong></p>
<p>A Abreu Advogados assessorou a parte vendedora, num processo marcado pela sua complexidade jurídica e pela necessidade de coordenação de múltiplos atos formais e regulatórios.</p>
<p>Segundo Pedro Pessanha, consultor da Abreu Advogados nas áreas de societário, comercial, M&amp;A e imobiliário, tratou-se de uma operação de “cash and equity” com diversas condições suspensivas, incluindo a autorização da Autoridade da Concorrência.</p>
<p>O processo envolveu ainda diferentes enquadramentos jurídicos internacionais, uma vez que uma das entidades vendedoras opera ao abrigo do direito italiano, exigindo uma articulação jurídica adicional.</p>
<p><strong>Novo ciclo com parceiro estratégico</strong></p>
<p>A entrada da Iberis Capital surge como um passo estratégico para o crescimento da Aquitex. “Ter um parceiro com capacidade financeira e know-how acrescenta valor neste novo ciclo”, destacou Jorge Faria, administrador da empresa.</p>
<p>Também David Pinheiro, sócio da Iberis, sublinha o potencial da empresa, destacando a aposta na inovação e a ambição de crescimento, tanto orgânico como através de aquisições.</p>
<p>Do lado da Iberis, a operação contou com assessoria jurídica da Deloitte Legal Telles, enquanto a BDO apoiou na identificação da oportunidade e no alinhamento estratégico entre as partes.</p>
<p>Com esta transação, a Abreu Advogados reforça a sua posição em operações de M&amp;A de elevada complexidade, particularmente em contextos internacionais e em setores industriais estratégicos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_743933]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sociedades multidisciplinares: Na cooperação é que está o ganho?</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/sociedades-multidisciplinares-na-cooperacao-e-que-esta-o-ganho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Anabela Veloso, Bastonária da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
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<p>Opinião de Anabela Veloso, Bastonária da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução</p>
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<div class="brxe-code" data-script-id="fxjjzj"><img decoding="async" class="attachment-large size-large wp-post-image" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/02/Anabela-Veloso.png" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/02/Anabela-Veloso.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/02/Anabela-Veloso-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" data-type="string" /></div>
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<p><em>Por Anabela Veloso, Bastonária da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante décadas, as ordens profissionais estruturaram-se em torno de modelos assentes na especialização e na delimitação clara de competências, com, designadamente, leis de actos próprios. Cada profissão desenvolveu o seu espaço, com regras – nomeadamente de acesso -, práticas e culturas bem definidas. Este modelo garantiu rigor técnico, identidade profissional e confiança social. No entanto, o contexto actual — marcado pela complexidade dos problemas, pela crescente flexibilização, pela transformação digital e pela exigência de respostas integradas — está a desafiar a rigidez dessas fronteiras.</p>
<p>As alterações estatutárias mais recentes vieram viabilizar as sociedades multidisciplinares e trouxeram uma mudança relevante neste paradigma. A possibilidade de reunir, numa mesma estrutura, profissionais de diferentes áreas do saber abre caminho a uma nova forma de organização do trabalho e, consequentemente, de prestação de serviços. De repente, o valor é criado não apenas pela especialização, mas também pela articulação entre saberes.</p>
<p>No contexto da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução e das restantes ordens profissionais, esta evolução levanta questões estratégicas que vão muito além do enquadramento jurídico. Será que as sociedades multidisciplinares permitem responder de forma mais eficaz às necessidades dos cidadãos e das empresas? Serão sinónimo de soluções mais completas e menos fragmentadas? Como será possível atrair, integrar e gerir pessoas em estruturas cujo modelo deixa de ser unidimensional e passa a ser colaborativo e interdisciplinar?</p>
<p>Sem grande esforço, rapidamente conseguimos imaginar que se possa encontrar benefício em, por exemplo, num mesmo espaço, obter aconselhamento jurídico, serviços de topografia e acompanhamento em áreas como arquitectura e/ou engenharia. A integração destas competências numa mesma estrutura reduz fricções, aumenta a eficiência e reforça a abrangência. Contudo, não deixa de surgir a dúvida: deverá, pela protecção do cidadão, haver limites a estas uniões? Ou deverá prevalecer sempre o interesse da flexibilização, na certeza de que haverá sempre ganhos?</p>
<p>É neste cenário que as ordens profissionais continuam a ter de ser capazes de preservar a identidade e a exigência técnica das suas profissões, garantindo que a multidisciplinaridade não dilui competências, mas antes as valoriza. Este equilíbrio exige uma gestão cuidada das carreiras, da formação e dos modelos de desenvolvimento profissional. A especialização continua a ser essencial, mas passa a coexistir com a necessidade de adaptação a um mercado de trabalho mais volátil. Ou seja, as ordens também terão de encontrar novas formas de dialogar e colaborar no acompanhamento dos profissionais – inclusive quanto à sua formação e fiscalização.</p>
<p>A verdade é que, para os Recursos Humanos, esta realidade também implica uma mudança profunda na forma como se pensa e integra o talento numa estrutura que não tem uma especialização perene. Já não basta recrutar bons profissionais em cada área. Nesta lógica de partilha de recursos, é necessário identificar perfis capazes de trabalhar em equipa, de comunicar entre disciplinas e de compreender problemas de forma transversal. A colaboração e a versatilidade deixam de ser elementos acessórios e passam a ser competências centrais.</p>
<p>No entanto, apesar de todas estas exigências, tal poderá ser, afinal, uma oportunidade. As novas gerações procuram ambientes dinâmicos, onde possam aprender, experimentar e desenvolver competências em diferentes áreas. Estruturas mais abertas e colaborativas tornam-se, por isso, mais apelativas e alinhadas com as expectativas actuais do mercado de trabalho.</p>
<p>Não nos deixemos petrificar pelas dúvidas e percamos os medos. A multidisciplinaridade pode funcionar como um catalisador de mudança. Ao promover a integração de diferentes competências, cria-se um ecossistema mais dinâmico, mais resiliente e mais preparado para o futuro. A questão central não é, portanto, se as sociedades multidisciplinares devem existir. Creio que o foco deverá ser a sua integração de forma inteligente e sustentável, sempre com atenção ao cumprimento dos limites estatutários. Importa, portanto, que saibamos desenhar modelos de colaboração eficazes, promover culturas organizacionais abertas e garantir que a diversidade de competências se traduz em valor concreto.</p>
<p>Quando tudo parece interligado – os problemas e as soluções -, as sociedades multidisciplinares surgem como uma evolução natural desse contexto. Para as ordens profissionais, representam um convite à adaptação. Para os Recursos Humanos, são uma oportunidade clara de redefinição da forma como se gere talento. Para os profissionais, esta é uma plataforma estratégica para sinergias. E, para a sociedade, podem inaugurar um caminho mais célere para soluções mais completas, mais eficientes e mais alinhadas com as expectativas. Poderemos então todos vir a ganhar com este modelo? A resposta só depende de nós. Todos. Afinal de contas, na cooperação é que está o ganho.</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_741943]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Direito ao Essencial. O contexto geopolítico e o impacto nas relações laborais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Catarina Santos Ferreira, partner da DLA Piper, foca-se na importância dos factores agilidade e adaptabilidade das empresas no actual cenário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
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<div id="MPUPos1" data-pub-siteid="MP_Human_Resources" data-pub-pageid="ARTICLE_ROS" data-pub-formatid="MPU" data-pub="appNexus" data-pub-target="" data-observer="true"><strong>No destaque de hoje do “Direito ao Essencial”, Catarina Santos Ferreira, partner da DLA Piper, foca-se na importância dos factores agilidade e adaptabilidade das empresas no actual cenário. A rubrica da Human Resources tem como objectivo descomplicar os conceitos jurídicos que todos os profissionais de gestão de Recursos Humanos devem saber. Sem floreados, directo ao ponto.</strong></div>
</div>
</div>
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<p><em>Por Catarina Santos Ferreira, partner da DLA Piper</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-434784 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2026/01/Catarina-Santos-Ferreira-300x300.png" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O actual ambiente geopolítico tem vindo a transformar de forma significativa o mundo do trabalho e a forma como as organizações estruturam as suas relações laborais. A intensificação de tensões políticas, a instabilidade económica em várias regiões do mundo e a aceleração da inovação tecnológica têm contribuído para a criação de um contexto particularmente exigente para empresas que operam em mercados cada vez mais interligados e voláteis.</p>
<p>Neste enquadramento, muitas organizações têm vindo a reavaliar as suas políticas de gestão de Recursos Humanos e as estratégias de organização do trabalho, procurando soluções que lhes permitam responder com maior agilidade a um ambiente marcado pela incerteza. A crescente prudência nas decisões de investimento e de expansão internacional reflecte precisamente essa necessidade de adaptação. Em simultâneo, observa-se uma maior abertura à adopção de modelos de trabalho mais flexíveis, incluindo contratação temporária, outsourcing, trabalho remoto ou outras formas de colaboração que permitam ajustar de forma célere a capacidade operacional das empresas às circunstâncias económicas e políticas.</p>
<p>A mobilidade internacional de trabalhadores constitui igualmente um domínio particularmente afectado por estas transformações. Em diversos casos, algumas organizações multinacionais têm optado por deslocalizar trabalhadores que desenvolviam a sua actividade em países onde a instabilidade política, sanções internacionais ou mesmo cenários de conflito armado passaram a representar riscos relevantes para a segurança das pessoas e para a continuidade das operações. Estas decisões implicam frequentemente a transferência de equipas para outras jurisdições consideradas mais estáveis, gerando novos desafios em matéria de enquadramento jurídico-laboral, segurança social, fiscalidade e gestão de talento em contexto internacional.</p>
<p>Paralelamente, a rápida integração de ferramentas baseadas em inteligência artificial nos processos de gestão de Recursos Humanos constitui outro vector relevante de transformação. Os sistemas de inteligência artificial estão a ser utilizados em várias fases do ciclo laboral, desde o recrutamento e selecção de candidatos até à avaliação de desempenho ou à análise de indicadores de <em>engagement </em>dos trabalhadores.</p>
<p>Embora estas tecnologias possam contribuir para ganhos de eficiência e apoiar uma tomada de decisões mais informada e baseada em dados, a sua utilização suscita também questões jurídicas e éticas relevantes, designadamente no que respeita à transparência dos processos decisórios automatizados, ao risco de viés algorítmico e à protecção de dados pessoais. Neste contexto, muitas organizações têm vindo a desenvolver mecanismos internos de avaliação de risco e estruturas de governação destinadas a assegurar uma utilização responsável destas ferramentas e a garantir a conformidade com os quadros normativos aplicáveis.</p>
<p>Organizações capazes de antecipar estas tendências e adaptar os seus modelos de gestão, nomedamente de recursos humanos, estarão melhor posicionadas para enfrentar os desafios de um mercado global cada vez mais complexo e dinâmico.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_741939]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Afinal, o que está a travar o acordo para a nova lei laboral? Será que vai ficar tudo na mesma? Advogados respondem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:50:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi em Julho do ano passado que o governo apresentou a reforma da legislação laboral, conhecida como “Trabalho XXI”. Desde então, entre reuniões com parceiros sociais e confederações empresariais, têm sido vários os avanços e recuos, nomeadamente nos contratos a prazo e dias extra de férias por assiduidade.]]></description>
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<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
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<p>A Human Resources Portugal perguntou a várias sociedades de advogados o que está a travar o acordo para a nova lei laboral e, se, na sua opinião, vamos mesmo ter uma nova lei ou, no essencial, vai ficar tudo na mesma?</p>
</div>
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<p>Foi em Julho do ano passado que o governo apresentou a reforma da legislação laboral, conhecida como “Trabalho XXI”. Desde então, entre reuniões com parceiros sociais e confederações empresariais, têm sido vários os avanços e recuos, nomeadamente nos contratos a prazo e dias extra de férias por assiduidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Abreu Advogados</strong></p>
<p><em>Diogo Orvalho, sócio de Direito do Trabalho</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-446552 alignright" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Diogo-Orvalho-Abreu-advogados.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Diogo-Orvalho-Abreu-advogados.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Diogo-Orvalho-Abreu-advogados-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>«À data em que escrevo, não é conhecida a versão do Anteprojecto de Lei da reforma da legislação laboral que está hoje em cima da mesa das negociações entre o Governo, as confederações empresariais e a UGT. Aquilo que sabemos é que já não se trata da versão original apresentada em Julho de 2025 e que são já várias as cambalhotas que o texto sofreu.</p>
<p>Se é verdade que existem matérias mais ou menos consensuais, existem outras que se têm vindo a revelar para os parceiros sociais uns verdadeiros deal breakers ou, utilizando uma expressão tão em voga no panorama político nacional, “linhas vermelhas”.</p>
<p>Apesar de a CGTP ter sido célere a anunciar, de forma não surpreendente, que todas as medidas constantes do Anteprojecto eram linhas pintadas a vermelho e, nessa medida, nem valeria a pena sentar-se à mesa das negociações, já a UGT tem progressivamente revelado uma maior capacidade de diálogo e vontade de chegar a um acordo.</p>
<p>Decorridos 9 meses, existe ainda, todavia, um conjunto de matérias que têm vindo a revelar-se um travão a um consenso. Entre estas matérias encontra-se o alargamento da duração máxima e dos motivos justificativos para a contratação a termo, a eliminação da norma que veda o acesso ao outsourcing após a cessação de contratos de trabalho no âmbito de processos de despedimento que envolvem a extinção de postos de trabalho, o regresso do banco de horas individual, a chamada “simplificação dos despedimentos” (que mais não é do que o fim da obrigação do empregador realizar as diligências de prova requeridas pelo trabalhador no âmbito de procedimentos disciplinares), e, talvez a mais polémica e fracturante, o alargamento a todas as empresas do regime da oposição à reintegração em caso de despedimento ilícito.</p>
<p>Correndo o risco deste texto envelhecer mal, arrisco dizer que no final deste processo negocial a legislação laboral não ficará igual.</p>
<p>O que todos esperamos é que o resultado final seja um diploma equilibrado, que traga mais segurança jurídica, torne o mercado de trabalho menos rígido, responda melhor às necessidades empresariais, promova uma maior conciliação entre a vida pessoal e profissional dos trabalhadores, e potencie o crescimento e a competitividade da economia nacional.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Antas da Cunha Ecija</strong></p>
<p><em>Pedro da Quitéria Faria, sócio responsável pelo Departamento de Direito do Trabalho e Segurança Social</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-446564 alignright" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Pedro-Faria-Antas-da-Cunha.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Pedro-Faria-Antas-da-Cunha.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Pedro-Faria-Antas-da-Cunha-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>«O que está a travar o acordo para a nova lei laboral não é a falta de trabalho técnico e a falta de negociação — pelo contrário, existe já um grau relevante de convergência em várias matérias — mas sim o bloqueio em torno de um núcleo duro de temas estruturais e politicamente sensíveis. Em causa estão, sobretudo, matérias como a flexibilização da organização do tempo de trabalho, a revisão de alguns mecanismos associados ao despedimento e o papel da contratação colectiva, onde as posições entre parceiros sociais continuam significativamente afastadas.</p>
<p>No essencial, este impasse reflecte um padrão recorrente: a dificuldade de conciliar interesses profundamente divergentes. Do lado das empresas, subsiste uma necessidade clara de maior flexibilidade para responder a um contexto económico cada vez mais incerto e competitivo. Do lado sindical, qualquer alteração que possa ser percepcionada como redução de direitos — ainda que visando maior eficiência ou adaptação — é recebida com resistência. É verdadeiramente inaudito suspender-se um processo negocial com esta dimensão para se executar uma greve. O Governo, por seu turno, tende a procurar um equilíbrio que minimize o risco político, o que frequentemente resulta em soluções intermédias e menos ambiciosas.</p>
<p>Olhando para o que tem sido tornado público, percebe-se que os avanços se concentram em matérias de menor fricção, enquanto as questões verdadeiramente estruturais permanecem sem consenso. Isso levanta uma dúvida legítima sobre o alcance efectivo da reforma. É provável que venha a existir uma nova lei — eventualmente mesmo sem acordo em sede de concertação social — mas tudo indica que o resultado final ficará aquém de uma revisão estrutural consistente, sem ser disruptiva, como era o desejo (que acompanho) da ministra do Trabalho.</p>
<p>A minha convicção, expressa com franqueza, é a de que o mais provável será perder-se uma oportunidade relevante. O contexto actual — marcado por desafios demográficos, segmentação do mercado de trabalho e necessidade de reforçar a competitividade — justificava uma intervenção mais profunda e modernizadora. Receio, contudo, que o desfecho se traduza em ajustamentos pontuais, que no essencial deixam o sistema inalterado.</p>
<p>Em suma, poderemos ter uma “nova lei laboral”, mas dificilmente uma reforma verdadeiramente transformadora. E isso, na minha perspectiva, configura verdadeiramente mais uma oportunidade perdida.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>CCA Law Firm</strong></p>
<p><em>Carlos de Oliveira Sarmento, Associado coordenador da área de prática de Laboral</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-446562 alignright" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Sarmento-CCA.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Sarmento-CCA.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Sarmento-CCA-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>«Duas semanas após a retoma das negociações entre o Governo, a UGT e as confederações empresariais, a reunião realizada no passado dia 24 de Março voltou a deixar claro que a chegada a um acordo quanto à reforma laboral é ainda uma miragem.</p>
<p>Apesar de, alegadamente, já haver consenso sobre cerca de 60–80 artigos, segundo a Ministra do Trabalho, persiste um impasse em matérias onde nenhuma das partes parece ceder. Em causa estão:</p>
<ul>
<li>O regresso do <strong>banco de horas individual</strong>, que o Governo pretende reintroduzir como instrumento de flexibilidade, com o apoio das confederações empresariais. Do lado sindical, porém, a oposição mantém-se firme, sobretudo por considerar que abrirá espaço a situações em que o trabalho suplementar não seja devidamente compensado;</li>
<li>O regime da <strong>reintegração em caso de despedimento ilícito:</strong> Enquanto o Governo, com apoio da CIP, propõe alargar a todas as empresas a possibilidade de substituir a reintegração por indemnização em caso de despedimento ilícito, a UGT opõe-se e defende, ainda, o aumento da indemnização em substituição da reintegração a pedido do trabalhador, para 30 a 60 dias de retribuição-base e diuturnidades por ano de antiguidade (face aos actuais 15 a 45 dias);</li>
<li><strong>Contratação a termo</strong>: a proposta apresentada pelo Governo prevê um aumento da duração máxima dos contratos a termo certo de dois para três anos, e dos contratos a termo incerto, de quatro para cinco anos. Proposta altamente contestada, por esbarrar em preocupações com o aumento da precariedade;</li>
<li>Regime de <strong><em>outsourcing </em>após despedimento colectivo ou por extinção de posto de trabalho</strong>: o Governo propõe a revogação da proibição do regime de <em>outsourcing </em>durante um ano após despedimentos colectivos ou extinção de posto de trabalho, instituído pela Agenda de Trabalho Digno. Conta com o apoio da CIP, e a oposição da UGT, que identifica este tema como uma das usas linhas vermelhas.</li>
</ul>
<p>Resta saber: haverá reforma? Tudo indica que sim, mas diríamos que podemos confortavelmente afirmar que não nos termos inicialmente pensados. O Governo tem vindo a sinalizar que não pretende prolongar indefinidamente as negociações e deverá avançar com uma proposta para o Parlamento, mesmo sem consenso na Concertação Social. Simultaneamente, o Presidente da República tem insistido na importância desse acordo, aumentando a pressão para uma solução equilibrada.</p>
<p>Acreditamos que a reforma avançará, e que não ficará tudo na mesma, mas também não nos parece que haverá uma ruptura como inicialmente foi apresentado ao país e que tanta comoção gerou.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CMS Portugal</strong></p>
<p><em>Susana Afonso, sócia de direito do trabalho &amp; fundos de pensões</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-446565 alignright" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Susana-Afonso-CMS.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Susana-Afonso-CMS.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Susana-Afonso-CMS-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>«Falta de diálogo por parte do Governo no momento certo com as estruturas representativas dos trabalhadores é, sem dúvida, a razão que leva a ainda não ter sido possível um acordo sobre os termos desta reforma laboral, mas acredito que em algum momento haverá concertação sobre as temáticas que estão na origem das principais divergências e a reforma irá acontecer.</p>
<p>Não vamos ficar na mesma, pois a verdade é que as matérias que têm gerado maior controvérsia, como seja o prazo da contratação a termo, a proibição de recurso ao outsourcing após um despedimento colectivo ou o banco de horas, nas novas propostas agora em cima da mesa pelo Executivo constituem, ainda assim, uma alteração relevante, com impacto na gestão das empresas, face às condições actualmente em vigor.</p>
<p>Por exemplo, o executivo propôs agora reduzir dos actuais 12 para seis meses o prazo em que é proibido recorrer à prestação de serviços externos para substituir a actividade prestada pelos trabalhadores que tenham sido despedidos, mas separa entre os que têm uma função que se insere no âmbito da actividade principal da empresa e aqueles que não têm. Trata-se de uma medida que não tem a amplitude que se desejava mas que corresponde a um compromisso razoável de interesses, estabelecendo a limitação consoante a importância da função no contexto da empresa.</p>
<p>No fundo, esta nova fase de negociação permitirá também aos sindicatos introduzirem em temáticas mais sensíveis alguns mecanismos de controlo e/ou restrições que criam um equilibro nas alterações proposta e que viabilizam as mesmas.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Deloitte Legal TELLES</strong></p>
<p><em>Gonçalo Pinto Ferreira, sócio e coordenador da área de Trabalho e Segurança Social</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-446563 alignright" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Goncalo-Pinto-Ferreira-Deloitte-legal-TELLES.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Goncalo-Pinto-Ferreira-Deloitte-legal-TELLES.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Goncalo-Pinto-Ferreira-Deloitte-legal-TELLES-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>«A discussão em torno da nova lei laboral tem sido marcada por um impasse que pode bem ser o reflexo das divergências estruturais profundas entre os parceiros sociais e o próprio enquadramento político. Avaliando a situação enquanto advogado que se dedica ao Direito do Trabalho, parece-me que não se trata apenas de negociar normas, mas de conciliar visões distintas sobre o papel do trabalho na economia contemporânea.</p>
<p>As confederações patronais defendem maior flexibilidade, sobretudo ao nível da organização do tempo de trabalho, mecanismos de adaptabilidade e simplificação dos regimes de contratação. Argumentam que a competitividade das empresas, num contexto global, exige instrumentos mais ágeis. As estruturas sindicais insistem na necessidade de reforçar a segurança no emprego, limitar a precariedade e garantir uma efectiva valorização salarial. Esta tensão não é nova, mas talvez se tenha intensificado, num contexto global especialmente exigente.</p>
<p>O Governo, colocado no centro desta equação, tem de encontrar um equilíbrio difícil. Qualquer alteração legislativa relevante implica cedências que podem ter custos políticos significativos, sobretudo num clima de escrutínio social elevado.</p>
<p>Então, o que está verdadeiramente a travar o acordo? Na minha opinião, essencialmente a falta de um ponto de convergência sobre prioridades: competitividade versus protecção, flexibilidade versus estabilidade. Enquanto estas dimensões forem vistas como opostas, o consenso continuará distante.</p>
<p>Quanto ao futuro, não creio que venha a ser possível muito mais do que alguns ajustamentos pontuais. Não tenho quaisquer expectativas de que ocorra uma reforma estrutural profunda. A probabilidade de uma nova lei laboral existe, mas tudo indica que, no essencial, o quadro actual será preservado, com alterações cirúrgicas em matérias específicas. Mas também isto não é surpreendente, já que a história demonstra que, em Direito do Trabalho, a evolução tende a ser gradual e não disruptiva ou revolucionária.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DLA Piper</strong></p>
<p><em>Catarina Santos Ferreira, partner</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-434784 alignright" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/01/Catarina-Santos-Ferreira.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/01/Catarina-Santos-Ferreira.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/01/Catarina-Santos-Ferreira-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" />«Volvidos cerca de oito meses de negociação e mais de cinquenta reuniões com os parceiros sociais, continua por alcançar um entendimento global quanto ao Anteprojecto Trabalho XXI. Ao longo deste período, a proposta inicial — que incidia sobre aproximadamente uma centena de artigos do Código do Trabalho — terá sido já ajustada, sendo hoje difícil identificar, com rigor, a versão efectivamente em discussão.</p>
<p>Ainda assim, do que é conhecido, terá sido possível alcançar um princípio de acordo em cerca de 76 pontos, revelando algum progresso, embora insuficiente para um compromisso abrangente.</p>
<p>A proposta inicial do Governo visava, entre outros aspectos, rever alterações introduzidas em 2019 e 2023, bem como promover maior flexibilidade na gestão das relações laborais, procurando responder a desafios estruturais do mercado de trabalho.</p>
<p>O impasse resulta, em grande medida, da dificuldade em conciliar prioridades distintas: por um lado, a necessidade de reforçar a competitividade e a capacidade de adaptação das empresas; por outro, a exigência de assegurar estabilidade e previsibilidade nas condições de trabalho.</p>
<p>Acresce que algumas das matérias em discussão apresentam especial sensibilidade, o que limita a margem de convergência. Entre os pontos mais controversos destaca-se o alargamento da possibilidade de excluir a reintegração após despedimento ilícito. Ainda assim, o processo negocial parece ter permitido aproximar posições em áreas específicas, como o outsourcing após despedimentos, os contratos a termo ou o banco de horas individual.</p>
<p>Neste contexto, o cenário mais provável será o de uma lei construída a partir de compromissos: nem todas as mudanças previstas avançarão, mas várias das consensualizadas poderão concretizar-se. Mais do que uma reforma estrutural ou uma ruptura, o que se antecipa é uma evolução gradual, assente em ajustamentos pontuais.</p>
<p>Independentemente do desfecho, o Anteprojecto Trabalho XXI teve o mérito de relançar o debate sobre temas estruturais que continuarão a exigir reflexão e resposta legislativa.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pérez-Llorca</strong></p>
<p><em>Inês Arruda, sócia e Country co-Chair</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-446560 alignright" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Ines-Arruda_Perez-Llorca.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Ines-Arruda_Perez-Llorca.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Ines-Arruda_Perez-Llorca-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>«A proposta de reforma da legislação laboral apresentada pelo Governo não é uma revolução, mas é uma reforma essencial. Portugal tem hoje um regime extremamente rígido, sobretudo em matéria de cessação do contrato de trabalho. Quando não existe flexibilidade para terminar uma relação laboral, é inevitável procurar flexibilidade dentro da própria relação, seja na organização do trabalho, nas funções desempenhadas, nos horários ou na mobilidade geográfica. Essa flexibilidade já existiu em Portugal de forma equilibrada e foi decisiva para que muitas empresas se conseguissem ajustar, atravessar períodos difíceis e continuar a contratar.</p>
<p>Uma parte significativa dessa flexibilidade perdeu se em particular com a reforma laboral operada durante o período da Geringonça, com efeitos claros na capacidade de adaptação e dinamização das empresas. Em vez de haver um debate sério sobre o impacto concreto de cada uma das normas propostas, a discussão pública foi dominada por mensagens simples e alarmistas. Dizer que esta reforma vai trazer mais desemprego, por exemplo, é fácil e eficaz. Mas flexibilidade laboral não significa desemprego. Significa permitir que as empresas se ajustem, sobrevivam e continuem a criar emprego num contexto económico cada vez mais exigente.</p>
<p>O próprio debate sindical contribui pouco para uma discussão construtiva. Ao contrário do que sucede noutros países, onde os sindicatos assumem um papel mais orientado para soluções e compromissos, em Portugal o discurso tende a ser mais combativo do que propositivo. Isso empobrece o debate público e reduz drasticamente o espaço político para tomar decisões difíceis, ainda que necessárias. Sem uma análise séria dos custos e benefícios de cada medida, as reformas acabam bloqueadas à partida. E a verdade é que não vemos debates detalhados sobre o tema. Há pessoas que ainda me dizem: “ainda não percebi o que está em causa nesta reforma”. E a única coisa que sabem é que “vai ser péssima para os trabalhadores”. Há claramente um problema de informação.</p>
<p>A rigidez excessiva da lei laboral tem consequências muito concretas. Protege quem já está dentro do sistema, mas deixa de fora muitos outros, nomeadamente jovens que querem entrar no mercado de trabalho e até mesmo desempregados. Costumo brincar e dizer que em Portugal continuamos sem conseguir despedir um incompetente motivado, porque não tem culpa de ser incompetente, mas vai cumprindo. O resultado é perda de produtividade, desmotivação interna e saída de talento para economias mais dinâmicas e competitivas.</p>
<p>Acresce hoje um factor decisivo que não pode ser ignorado, o impacto crescente da inteligência artificial. A IA vai obrigar as empresas a reorganizar funções, redefinir postos de trabalho e alterar profundamente a forma como o trabalho é prestado. Para que essa transição seja possível, é indispensável que exista flexibilidade interna na organização do trabalho, nas funções e nos horários. Essa adaptação exige também que os trabalhadores sejam incentivados e acompanhados nesse processo de mudança. Sem coragem política para aceitar que o país precisa de regras mais flexíveis e de um mercado de trabalho mais competitivo, arriscamo-nos a transformar Portugal apenas num hub de trabalhadores indiferenciados, presos ao salário mínimo e sem perspectivas reais de progressão.</p>
<p>Por isso, antes de se desistir de reformas laborais que são necessárias, seria essencial promover um debate sério e informado junto da opinião pública, que permita explicar o impacto real das medidas e criar o conforto político indispensável para tomar decisões difíceis, mas inevitáveis.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>PLMJ</strong></p>
<p><em>Nuno Ferreira Morgado, partner</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-446561 alignright" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Nuno-Ferreira-Morgado_PLMJ.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Nuno-Ferreira-Morgado_PLMJ.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/Nuno-Ferreira-Morgado_PLMJ-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>«Se nos parece possível entender que todos desejamos que o mercado laboral português tenha emprego de qualidade, estabilidade e salários mais elevados, a verdade é que quase ninguém concorda com o caminho que devemos percorrer para alcançar esse objectivo. Do lado das confederações patronais exige-se uma muito maior “flexibilidade competitiva” para adaptar o mercado de trabalho à economia moderna, libertando-a de formalidades, anacronismos e de uma excessiva rigidez do mercado de trabalho. Do lado do Governo, o máximo que se pretende, de forma muito pouco ambiciosa, é (substancialmente) reverter a última reforma da Agenda do Trabalho Digno. Pelo lado sindical, há uma significativa indisponibilidade para aceitar a reversão integral da Agenda do Trabalho Digno, pretendendo inclusivamente aprofundar algumas das garantias ali previstas. São estas as visões que se opõem no processo de reforma da legislação laboral lançado pelo Governo e que presentemente se encontra a ser discutido em sede concertação social. Do que nos chega, há, neste momento, principalmente, quatro pontos de divergência, a saber:</p>
<ol>
<li>a) reintegração após despedimento ilícito;</li>
<li>b) regresso do banco de horas individual;</li>
<li>c) outsourcing após despedimentos;</li>
<li>d) regulação da contratação a termo e do período experimental.</li>
</ol>
<p>Neste momento é impossível antecipar se será, ou não, possível chegar a um consenso em sede de concertação social a respeito da reforma que o Governo pretende implementar. No entanto, esse consenso não é legalmente exigível (ainda que politicamente desejável), podendo o Governo submeter a proposta ao Parlamento para apreciação e votação. Restará saber, uma vez iniciado o processo legislativo, o que é que da proposta submetida pelo Governo restará na votação final isto se a lei for, sequer, aprovada.</p>
<p>Sejamos, porém, claros: o modelo de lei laboral dos últimos 50 anos não funcionou. Somos uma economia de baixo valor acrescentando, de baixa produtividade, de salários dos mais baixos da Europa, competimos pelos empregos de mais reduzida qualidade e a precariedade laboral dos mais jovens é das mais elevadas da Europa. Não será esta reforma que, sendo aprovada ou não, irá alterar isso. Sendo aprovada será uma ligeira melhoria, mas não decisiva. É preciso mais, mais coragem, mais clareza e mais ambição e esta é, talvez, uma oportunidade (mais uma) desperdiçada.»</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_741934]]></sapo:autor>
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		<title>Antas da Cunha Ecija cria três novas áreas e reforça equipa de gestão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[A sociedade de advogados Antas da Cunha Ecija anunciou o reforço da sua estrutura de gestão e suporte, através da criação de três novas áreas profissionais — “Business Development”, “Inovação, IA e Conhecimento” e “Pessoas e Cultura”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="362">A sociedade de advogados Antas da Cunha Ecija anunciou o reforço da sua estrutura de gestão e suporte, através da criação de três novas áreas profissionais — “Business Development”, “Inovação, IA e Conhecimento” e “Pessoas e Cultura” — numa aposta clara na profissionalização da sua organização e na resposta aos desafios de um mercado jurídico em transformação.</p>
<p data-start="364" data-end="550">Para liderar estas novas áreas, a firma integrou Maria Clara Brito Goes, Carlota Lima Raposo e Tiago Manuel Moreira, que passam a assumir funções estratégicas no chamado “Business Team”.</p>
<p data-start="552" data-end="834">Maria Clara Brito Goes entra como manager de “Business Development”, depois de quatro anos na Morais Leitão. Com experiência em estratégia e desenvolvimento de negócio em contexto jurídico, traz também passagens pela Savills e pela Beat Balls, bem como formação em Direito e gestão.</p>
<p data-start="836" data-end="1161">Já Carlota Lima Raposo assume a liderança do departamento de “Inovação, IA e Conhecimento”, transitando da Cuatrecasas, onde desempenhou funções na área de knowledge management. Com experiência prévia na Abreu Advogados e na VdA, tem desenvolvido o seu percurso na interseção entre direito, inovação e gestão do conhecimento.</p>
<p data-start="1163" data-end="1407">Por sua vez, Tiago Manuel Moreira ficará responsável pela área de “Pessoas e Cultura”. Com mais de uma década de experiência em recursos humanos e desenvolvimento organizacional, chega da CCA Law Firm, tendo também passado pela VdA e pela PLMJ.</p>
<p data-start="1409" data-end="1785">Segundo Fernando Antas da Cunha, managing partner da sociedade, este reforço responde à necessidade de dotar a organização de competências especializadas em áreas não jurídicas, consideradas hoje críticas para o crescimento sustentável. “Estas funções são determinantes para garantir escala, consistência e capacidade de adaptação, num mercado cada vez mais exigente”, afirma.</p>
<p data-start="1787" data-end="2055">O responsável sublinha ainda que o investimento nestas áreas permitirá libertar os advogados para o foco no aconselhamento jurídico, ao mesmo tempo que promove maior eficiência operacional e um ambiente de trabalho mais alinhado com os objetivos estratégicos da firma.</p>
<p data-start="2057" data-end="2369">“Num escritório com a nossa dimensão, é fundamental que o trabalho jurídico seja a prioridade dos nossos advogados”, refere, acrescentando que a integração de inovação e inteligência artificial nos processos permitirá antecipar melhor as necessidades dos clientes e oferecer um serviço mais ágil e personalizado.</p>
<p data-start="2371" data-end="2647">Os três profissionais passam a integrar uma equipa com mais de 30 colaboradores no “Business Team”, que já inclui áreas como financeiro, comunicação e marca, transformação digital e projetos, logística e client service, distribuídas pelos escritórios de Lisboa, Porto e Braga.</p>
<p data-start="2649" data-end="2970" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Recorde-se que, em setembro de 2025, a sociedade já tinha reforçado esta estrutura com a contratação de Matilde de Mello Cabral para o cargo de COO, num movimento que visou preparar a organização para os desafios da transformação digital e consolidar o posicionamento como uma “Full AI Firm” com presença ibero-americana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_741930]]></sapo:autor>
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		<title>Cuatrecasas regista volume de negócios recorde de 447,1 milhões de euros e reforça posição no mercado ibérico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 11:47:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Cuatrecasas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Cuatrecasas encerrou o exercício de 2025 com um volume de negócios histórico de 447,1 milhões de euros, um crescimento de 2,5% face a 2024. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="194" data-end="560">A Cuatrecasas encerrou o exercício de 2025 com um volume de negócios histórico de 447,1 milhões de euros, um crescimento de 2,5% face a 2024, consolidando-se como uma das sociedades de referência na Península Ibérica. Entre 2020 e 2025, a faturação acumulada aumentou cerca de 42%, correspondendo a mais 131,8 milhões de euros.</p>
<p data-start="562" data-end="875">O desempenho reflete a aposta da firma num modelo equilibrado geograficamente, centrado no eixo Portugal-Espanha, e na combinação entre liderança local e presença internacional crescente. A especialização setorial e a assessoria de alto valor acrescentado são apontadas como fatores-chave para este crescimento.</p>
<p data-start="877" data-end="1277">Nuno Sá Carvalho, managing partner da Cuatrecasas em Portugal, destaca que “em Portugal, num contexto económico e geopolítico muito desafiante, tivemos um resultado muito positivo. Foi um ano importante para consolidar o nosso plano estratégico, assente em inovação, talento e equipas multidisciplinares, reforçando a nossa capacidade técnica e proximidade com clientes nacionais e internacionais”.</p>
<p data-start="1329" data-end="1592">A sociedade divulgou també o Relatório de Sustentabilidade Corporativa 2025, que evidencia um investimento de 4,3 milhões de euros em I&amp;D+i e 2,8 milhões em formação, promovendo planos de carreira mais flexíveis e adaptados às novas tendências do setor.</p>
<p data-start="1594" data-end="1848">A equipa da Cuatrecasas conta atualmente com 1.985 profissionais, 70% advogados e 30% pessoal de organização. A firma implementou um novo Plano de Igualdade, com foco na eliminação da discriminação de género e na promoção da igualdade de oportunidades.</p>
<p data-start="1850" data-end="2036">No âmbito social, o tempo dedicado a serviços pro bono aumentou 47% face a 2024, totalizando 5.887 horas, e os donativos a entidades sem fins lucrativos ultrapassaram os 500 mil euros.</p>
<p data-start="2038" data-end="2362">Em termos ambientais, 78% da energia consumida em 2025 teve origem renovável, 84% dos escritórios possuem certificação LEED ou BREEAM, e a pegada de carbono da sociedade caiu 13,41% face a 2024. Estes indicadores integram a estratégia ESG da Cuatrecasas, que visa promover práticas responsáveis a nível social e ambiental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_741781]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A hora e a vez do advogado In-House é agora</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-hora-e-a-vez-do-advogado-in-house-e-agora-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 08:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Hélder Galvão, Consultor da Abreu Advogados para as áreas de inovação, tecnologia, propriedade intelectual, startups, venture capital e private equity, e Rita Branquinho Lobo, Head of Legal da Novabase/Celfocus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por </strong></em></p>
<p><em><strong>Hélder Galvão, Consultor da Abreu Advogados para as áreas de inovação, tecnologia, propriedade intelectual, startups, venture capital e private equity, e </strong></em><em><strong>Rita Branquinho Lobo, Head of Legal da Novabase/Celfocus.</strong></em></p>
<p>Ao observar trajetórias de líderes empresariais contemporâneos, percebe-se um fio condutor interessante entre estratégia empresarial e formação jurídica. Brad Smith, que começou como advogado e se tornou uma das figuras mais influentes da liderança da Microsoft, e Alan Braverman, durante décadas o principal nome da The Walt Disney Company, representam um novo paradigma: o advogado de empresa que ultrapassa o papel tradicional de gestor de riscos para se tornar conselheiro estratégico do negócio. A mesma lógica aparece na trajetória de Safra Catz, executiva com formação jurídica que ascendeu ao topo da Oracle, demonstrando como a visão legal pode transformar-se em vantagem competitiva no comando de grandes organizações.</p>
<p>Este paralelo revela uma mudança estrutural no governo corporativo. No passado, o advogado <em>in-house</em> era frequentemente percebido como um guardião da conformidade, alguém que dizia “não” para proteger a empresa de riscos regulatórios, por exemplo. Hoje, porém, o panorama é outro. Num ambiente marcado por transformação digital acelerada, regulação crescente e disputas geopolíticas envolvendo tecnologia, dados e sistemas de decisão cada vez mais autónomos, o departamento jurídico tornou-se um verdadeiro centro de inteligência estratégica. O advogado interno participa na formulação de estratégias e modelos de negócio, antecipa impactos regulatórios e influencia decisões de investimento, inovação e desenho de soluções tecnológicas.</p>
<p>Neste contexto, o advogado <em>in-house</em> deixa de ser apenas um tradutor entre dois mundos: o da complexidade jurídica e o da velocidade empresarial, para assumir um papel de orquestrador de decisões em ambientes altamente tecnológios e regulados. Questões como proteção de dados, inteligência artificial &#8211; incluindo sistemas cada vez mais autónomos -, ESG e cadeias globais de abastecimento exigem decisões que são simultaneamente legais, reputacionais, tecnológicas e estratégicas. Ao compreender o negócio por dentro, o advogado in-house consegue oferecer não apenas segurança jurídica, mas também direção estratégica, de modo a contribuir de forma significativa para a empresa crescer com responsabilidade e previsibilidade.</p>
<p>Evidentemente que esse protagonismo exige novas competências e, principalmente, capacidade de compreensão da inexorável mudança imposta pelas ferramentas de inteligência artifical e pelas <em>legaltechs</em>. A adoção dessas tecnologias é não só possivel como necessária, não apenas para ganhos de eficiência e racionalização de custos, incluindo com escritórios externos, mas sobretudo para assegurar a governação responsável de soluções baseadas em dados e inteligência artificial. No entanto, é preciso conhecê-las a fundo e não apenas superficialmente. Neste sentido, manter-se em linha com as tendências do mercado, através <em>workshops</em>, eventos e comunidades, bem como pela atitude de curiosidade e inquietude, é o caminho para se atingirem os exemplos de Smith, Braverman e Catz.</p>
<p>A ascensão desses líderes com formação jurídica não é um mero acaso. Reflete a crescente importância da capacidade de interpretar regras, negociar interesses e construir soluções sustentáveis em ambientes regulatórios complexos. O advogado <em>in-house</em> atual deixa de ser apenas um mero <em>gatekeeper</em>, o defensor da empresa, para se tornar um dos arquitetos do seu futuro, contribuindo ativamente para decisões que moldam a forma como a tecnologia, os dados e a inteligência artificial são usados de forma responsável e sustentável. Em muitas organizações, este advogado já ocupa, formal ou informalmente, um lugar na mesa do Conselho onde se desenham as decisões mais importantes do negócio, refletindo a crescente importância de competências como interpretação de regras complexas, negociação de interesses divergentes, construção de soluções sustentáveis e antecipação de riscos sistémicos. Assim, não é exagero afirmar que a hora e a vez do advogado <em>in-house</em> é, exatamente, agora.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Hélder Galvão, Consultor da Abreu Advogados para as áreas de inovação, tecnologia, propriedade intelectual, startups, venture capital e private equity, e Rita Branquinho Lobo, Head of Legal da Novabase/Celfocus.]]></sapo:autor>
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		<title>A hora e a vez do advogado In-House é agora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 10:43:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Hélder Galvão, Consultor da Abreu Advogados para as áreas de inovação, tecnologia, propriedade intelectual, startups, venture capital, e Rita Branquinho Lobo, Head of Legal da Novabase]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por </strong></em></p>
<p><em><strong>Hélder Galvão, Consultor da Abreu Advogados para as áreas de inovação, tecnologia, propriedade intelectual, startups, venture capital e private equity, e </strong></em><em><strong>Rita Branquinho Lobo, Head of Legal da Novabase</strong></em></p>
<p>Ao observar trajetórias de líderes empresariais contemporâneos, percebe-se um fio condutor interessante entre estratégia empresarial e formação jurídica. Brad Smith, que começou como advogado e se tornou uma das figuras mais influentes da liderança da Microsoft, e Alan Braverman, durante décadas o principal nome da The Walt Disney Company, representam um novo paradigma: o advogado de empresa que ultrapassa o papel tradicional de gestor de riscos para se tornar conselheiro estratégico do negócio. A mesma lógica aparece na trajetória de Safra Catz, executiva com formação jurídica que ascendeu ao topo da Oracle, demonstrando como a visão legal pode transformar-se em vantagem competitiva no comando de grandes organizações.</p>
<p>Este paralelo revela uma mudança estrutural no governo corporativo. No passado, o advogado <em>in-house</em> era frequentemente percebido como um guardião da conformidade, alguém que dizia “não” para proteger a empresa de riscos regulatórios, por exemplo. Hoje, porém, o panorama é outro. Num ambiente marcado por transformação digital acelerada, regulação crescente e disputas geopolíticas envolvendo tecnologia, dados e sistemas de decisão cada vez mais autónomos, o departamento jurídico tornou-se um verdadeiro centro de inteligência estratégica. O advogado interno participa na formulação de estratégias e modelos de negócio, antecipa impactos regulatórios e influencia decisões de investimento, inovação e desenho de soluções tecnológicas.</p>
<p>Neste contexto, o advogado <em>in-house</em> deixa de ser apenas um tradutor entre dois mundos: o da complexidade jurídica e o da velocidade empresarial, para assumir um papel de orquestrador de decisões em ambientes altamente tecnológios e regulados. Questões como proteção de dados, inteligência artificial &#8211; incluindo sistemas cada vez mais autónomos -, ESG e cadeias globais de abastecimento exigem decisões que são simultaneamente legais, reputacionais, tecnológicas e estratégicas. Ao compreender o negócio por dentro, o advogado in-house consegue oferecer não apenas segurança jurídica, mas também direção estratégica, de modo a contribuir de forma significativa para a empresa crescer com responsabilidade e previsibilidade.</p>
<p>Evidentemente que esse protagonismo exige novas competências e, principalmente, capacidade de compreensão da inexorável mudança imposta pelas ferramentas de inteligência artifical e pelas <em>legaltechs</em>. A adoção dessas tecnologias é não só possivel como necessária, não apenas para ganhos de eficiência e racionalização de custos, incluindo com escritórios externos, mas sobretudo para assegurar a governação responsável de soluções baseadas em dados e inteligência artificial. No entanto, é preciso conhecê-las a fundo e não apenas superficialmente. Neste sentido, manter-se em linha com as tendências do mercado, através <em>workshops</em>, eventos e comunidades, bem como pela atitude de curiosidade e inquietude, é o caminho para se atingirem os exemplos de Smith, Braverman e Catz.</p>
<p>A ascensão desses líderes com formação jurídica não é um mero acaso. Reflete a crescente importância da capacidade de interpretar regras, negociar interesses e construir soluções sustentáveis em ambientes regulatórios complexos. O advogado <em>in-house</em> atual deixa de ser apenas um mero <em>gatekeeper</em>, o defensor da empresa, para se tornar um dos arquitetos do seu futuro, contribuindo ativamente para decisões que moldam a forma como a tecnologia, os dados e a inteligência artificial são usados de forma responsável e sustentável. Em muitas organizações, este advogado já ocupa, formal ou informalmente, um lugar na mesa do Conselho onde se desenham as decisões mais importantes do negócio, refletindo a crescente importância de competências como interpretação de regras complexas, negociação de interesses divergentes, construção de soluções sustentáveis e antecipação de riscos sistémicos. Assim, não é exagero afirmar que a hora e a vez do advogado <em>in-house</em> é, exatamente, agora.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Hélder Galvão, Consultor da Abreu Advogados para as áreas de inovação, tecnologia, propriedade intelectual, startups, venture capital e private equity]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Baker Tilly reforça operação em Portugal com aquisição da auditora Anjos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 22:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Baker Tilly]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Baker Tilly vai integrar progressivamente a Anjos, num movimento alinhado com o objetivo de atingir 100 milhões de euros de receitas até 2028]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Baker Tilly anunciou a integração da auditora portuguesa Anjos, uma firma histórica sediada no Porto. A operação insere‑se no novo plano estratégico da empresa para o triénio 2026‑2028, período no qual pretende alcançar uma faturação de 100 milhões de euros e reforçar a sua presença no mercado português, sobretudo na área de auditoria.</p>
<p>Com uma equipa de 30 profissionais e receitas próximas de 2 milhões de euros, a Anjos será integrada de forma faseada. Em 2026, ambas as entidades atuarão sob um contrato de aliança, mantendo a marca original. Em 2027, a auditora passará a operar com prefix branding Baker Tilly, culminando na integração plena da marca em 2028.</p>
<p>A operação permitirá à equipa da Anjos adotar as ferramentas tecnológicas utilizadas pela rede internacional, nomeadamente a migração do sistema ACD para a plataforma Caseware Cloud, garantindo alinhamento com os padrões internacionais.</p>
<p>João Aranha e Tiago Almeida Veloso, Country Managing Partners da Baker Tilly, destacam que esta integração “reforça o posicionamento da Baker Tilly em Portugal, especialmente no segmento de auditoria”, sublinhando ainda o contributo do mercado português para o crescimento da firma. Já a gestão da Anjos considera que a parceria representa “um passo muito relevante” para integrar uma rede internacional de referência, mantendo os valores de rigor e proximidade que caracterizam a empresa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_738020]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Equipas e modelos híbridos. Onde está a fronteira? Especialistas da Microsoft, PLMJ, CTT e MC Sonae respondem, na XXI Conferência Human Resources</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/equipas-e-modelos-hibridos-onde-esta-a-fronteira-especialistas-da-microsoft-plmj-ctt-e-mc-sonae-respondem-na-xxi-conferencia-human-resources/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira mesa-debate da 31.ª Conferência Human Resources incide sobre “Equipas e modelos híbridos. Onde está a fronteira?” e conta com a participação de Maria Kol (Microsoft), Nuno Ferreira Morgado (PLMJ), Patrícia Durães (CTT) e Vera Rodrigues (MC Sonae).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-inner">
<div class="post-header-title">
<div class="post-meta single-post-meta"><strong>A primeira mesa-debate da 31.ª Conferência Human Resources incide sobre “Equipas e modelos híbridos. Onde está a fronteira?” e conta com a participação de Maria Kol (Microsoft), Nuno Ferreira Morgado (PLMJ), Patrícia Durães (CTT) e Vera Rodrigues (MC Sonae). </strong><strong>É já esta quinta-feira, 19 de Março, no Museu do Oriente.</strong></div>
</div>
</div>
<div class="entry-content clearfix single-post-content">
<div class="">
<p>Muito se tem dito (e escrito) sobre os modelos de trabalho. Os prós e contras do regime híbrido, com notória preferência por parte dos colaboradores, são sobejamente conhecidos, mas nem todos os sectores estão convencidos (ou preparados). Numa conversa com Ana Leonor Martins, directora da redacção da Human Resources, Maria Kol, Human Resources lead da Microsoft; Nuno Ferreira Morgado, sócio da PLMJ; Patrícia Durães, directora de Gestão de Talento dos CTT; e Vera Rodrigues, head of People da MC Sonae, partilham a sua visão sobre o tema.</p>
<p>Veja quem mais está <a href="https://hrportugal.sapo.pt/categoria/conferenciashr/xxxi-conferencia/" target="_blank" rel="noopener">confirmado</a> na 31.ª edição Human Resources e, se ainda não assegurou o seu lugar, apresse-se, pois a lotação é limitada e os lugares disponíveis já não são muitos.</p>
<p><strong>Para mais informações, contacte Francisca Garcias – </strong>francisca.garcias@multipublicacoes.pt | telefone 210 123 432.</p>
<p>Como habitualmente, a conferência decorre durante a manhã (das 9h às 13h) no Museu do Oriente, em Lisboa.</p>
<p>Conta com o <strong>patrocínio</strong> das empresas: ANA – Aeroportos de Portugal, Católica Lisbon, Delta Cafés, Doutor Finanças, Fidelidade, Jaba Recordati, L’Oréal, MC Sonae, MEO, novobanco, PLMJ e Randstad. E tem o <strong>apoio</strong> de Neurónio Criativo, Sapo e SENO.</p>
<p>As conferências Human Resources são um ex libris da marca e também do panorama da Gestão de Pessoas em Portugal. Recorde <a href="https://hrportugal.sapo.pt/categoria/conferenciashr/xxx-conferencia/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> os temas e os protagonistas da última edição.</p>
</div>
</div>
<div class="nc-top-pub"></div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_734455]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mulheres e a discriminação algorítmica</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/mulheres-e-a-discriminacao-algoritmica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Tatiana Marinho, advogada da Cerejeira Namora, Marinho Falcão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-header-inner">
<div class="post-header-title">
<div class="post-meta single-post-meta"><strong><em>Por Tatiana Marinho, advogada da Cerejeira Namora, Marinho Falcão</em></strong></div>
</div>
</div>
<div class="entry-content clearfix single-post-content">
<div class="">
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante décadas, o Direito do Trabalho habituou-se a lidar com discriminações que tinham um rosto. Havia decisões tomadas por pessoas, critérios discutíveis, responsáveis identificáveis e, por isso, podiam ser contestadas, impugnadas e corrigidas.</p>
<p>Hoje, porém, essa discriminação começa a mudar de forma e muitas decisões deixam de resultar de uma escolha humana directa, mas antes de sistemas algorítmicos que aprendem com base nos <em>inputs</em> humanos que recebem.</p>
<p>Estes sistemas são já utilizados em vários momentos da relação laboral: recrutamento, avaliação de desempenho, organização dos tempos de trabalho e até em processos de despedimento. Já são as máquinas que, através da análise de dados do passado, conseguem prever (ou decidir) quem é “mais adequado”, “mais produtivo” ou “menos arriscado”.</p>
<p>É aqui que reside o desafio: os algoritmos aprendem com o passado. E o passado do mercado de trabalho não foi neutro em relação às mulheres, já que, durante décadas, as carreiras femininas foram mais interrompidas, mais penalizadas pela maternidade e mais condicionadas por uma distribuição desigual de responsabilidades familiares.</p>
<p>Exemplos simples ajudam a perceber o fenómeno: sistemas de recrutamento que analisam automaticamente os currículos e “aprendem” que os percursos mais valorizados são os percursos contínuos e sem pausas, sempre que encontram um intervalo de um ou dois anos, atribuem uma classificação mais baixa ou excluem o candidato (não porque saibam o motivo dessa pausa, mas porque a interpretam como falta de consistência).</p>
<p>O risco torna-se particularmente evidente quando estas ferramentas são usadas para decisões estruturais, como despedimentos. Em vários contextos internacionais (mas também se conhecem situações ocorridas em Portugal), foram utilizados sistemas de análise algorítmica para identificar trabalhadores considerados “menos estratégicos” com base em indicadores históricos de produtividade, assiduidade ou desempenho. No entanto, essas variáveis, aparentemente neutras, não distinguiam as razões subjacentes aos dados analisados, pelo que, períodos de ausência ligados a licenças parentais, reduções temporárias de horário ou outros factores relacionados com responsabilidades familiares, eram tratados como simples quebras de performance estatística, já que o algoritmo não avaliava direitos legalmente protegidos nem contextos pessoais.</p>
<p>O Regulamento Europeu da Inteligência Artificial (<em>AI Act</em>) reconhece este risco ao classificar os sistemas utilizados na gestão de Recursos Humanos como de “alto risco”. Não proíbe a sua utilização, mas sujeita-a a exigências rigorosas de gestão de risco, qualidade dos dados, transparência, supervisão humana e monitorização, precisamente para prevenir efeitos discriminatórios. Embora tenha entrado em vigor em 2024, estas obrigações só se tornarão plenamente aplicáveis a partir de agosto de 2026, estando a implementação completa prevista para 2027.</p>
<p>Assinalar o Dia Internacional da Mulher neste contexto deve alertar-nos para estes mecanismos silenciosos. A igualdade já não depende apenas das normas que escrevemos, mas também dos dados que utilizamos e da forma como escolhemos utilizá-los. Se o Direito não acompanhar esta transformação, arriscamo-nos a ver repetir, em linguagem matemática, desigualdades que julgávamos ultrapassadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Tatiana Marinho, advogada da Cerejeira Namora, Marinho Falcão]]></sapo:autor>
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