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	<title>Actualidade &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Pessoas que deixam o telemóvel no silêncio têm uma característica comum de personalidade: saiba qual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 17:10:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há várias ações ou tendências que podemos ter com o nosso smartphone, e embora possamos pensar que não significam nada, a verdade é que podem ter um significado profundo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os smartphones tornaram-se, sem sombra de dúvidas, dispositivos essenciais no nosso dia &#8211; provavelmente, voltamos a casa mais rapidamente se nos esquecermos do telemóvel do que a carteira, por exemplo. Dificilmente conseguimos fazer alguma coisa sem ele, seja no bolso, à nossa frente ou nas nossas mãos. E o que fazemos com ele revela características da nossa personalidade e de quem somos.</p>
<p>Há várias ações ou tendências que podemos ter com o nosso smartphone, e embora possamos pensar que não significam nada, a verdade é que podem ter um significado profundo, apontou o jornal espanhol &#8216;El Economista&#8217;. Uma das ações é ajustar o volume ou deixar o telemóvel no silêncio, que a psicologia apontou poder indicar como a pessoa é.</p>
<p>De acordo com alguns estudos, as pessoas que mantêm os seus telemóveis no modo silencioso têm algumas características em comum &#8211; ou determinados traços de personalidade. Quais?</p>
<p>Valorizam seu espaço pessoal: tendem a ser pessoas que querem controlar as interações no seu ambiente e estabelecer limites claros com os outros.</p>
<p>Administram bem seu tempo: preferem evitar interrupções e concentrar-se no que estão a fazer.</p>
<p>Prestam mais atenção: ao eliminar distrações, podem ficar mais conscientes do ambiente e concentrar-se melhor.</p>
<p>Priorizam conexões interpessoais: valorizam conversas significativas e preferem não ser interrompidos por notificações.</p>
<p>Podem ser mais introvertidos: algumas pessoas que preferem o silêncio podem ser mais reservadas e reflexivas.</p>
<p>Procuram tranquilidade: o silêncio pode ser uma forma de reduzir o stress e a ansiedade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_580967]]></sapo:autor>
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		<title>A temida lagarta-do-pinheiro está de volta: não lhe toque nem a queime — saiba o que fazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 17:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Se se sentirem atacados, separam-se dos seus pelos e podem causar reações alérgicas sérias. Pelo que o melhor é mesmo afastar-se delas, controlar as crianças e também tomar conta dos animais de estimação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há milhares de anos que vivem nas florestas de pinheiros do Mediterrâneo, mas as infinitas fileiras das lagartas do pinheiro (&#8216;thaumetopoae Pityocampa&#8217;) continuam a causar calafrios à população. Agora é a hora &#8211; embora adiantada e com maior duração do que no passado &#8211; em que muitos destes temidos insetos descem das árvores e começam a cruzar-se com pessoas e os seus animais de estimação.</p>
<p>Se se sentirem atacados, separam-se dos seus pelos e podem causar reações alérgicas sérias. Pelo que o melhor é mesmo afastar-se delas, controlar as crianças e também tomar conta dos animais de estimação.</p>
<p>O seu ciclo biológico é complexo: no verão, a lagarta adulta põe os ovos nas agulhas dos pinheiros e 30 ou 40 dias depois (em setembro a outubro), as lagartas nascem. Quando chega o inverno, constroem os ninhos nos ramos dos pinheiros, que só abandonam para continuar a alimentar-se e a crescer.</p>
<p>Ainda no inverno (no momento em que estamos agora) ou no início da primavera, dependendo da área, os insetos descem das árvores para se enterrar, tornam-se em crisálidas e transformam-se em borboletas. E comece de novo. Alguns espécimes podem permanecer enterrados durante um ano ou mais para garantir a sobrevivência.</p>
<p>A sua mera presença não mata os pinheiros. &#8220;É muito raro que isso ocorra, porque eles não comem os rebentos macios e quando este saem, na primavera, a lagar já não está lá, o que permite que as árvores afetadas voltem&#8221;, explicou Mireia Banqué, do centro de investigação CREAF e responsável pelo programa Alerta Florestal, citado pelo jornal espanhol &#8216;El País&#8217;.</p>
<p><strong>O que fazer caso entre em contacto?</strong></p>
<p>Sinais e sintomas</p>
<p>Os sinais e sintomas resultantes do contacto com os pelos urticantes traduzem uma reação alérgica cuja gravidade depende da intensidade da exposição e da sensibilidade individual. Os sintomas podem surgir alguns minutos ou horas após o contacto e persistir por várias horas ou dias.</p>
<p>Esteja atento/a aos seguintes sintomas:</p>
<p>&#8211; Reação urticariforme: irritação cutânea com prurido (comichão), ardor, eritema (pele vermelha) e edema (inchaço). As lesões cutâneas têm características maculopapulares e podem ser acompanhadas de vesículas.<br />
&#8211; Irritação ocular: em tudo semelhante a uma conjuntivite com os olhos avermelhados, prurido e edema.<br />
&#8211; A inalação dos pelos pode desencadear tosse e dispneia (dificuldade respiratória) de gravidade variável.</p>
<p>Estes episódios são muito frequentes tanto nos adultos, como nas crianças, principalmente na fase em que os pelos são libertados.</p>
<p>O tratamento depende da intensidade dos sintomas. Em caso de contacto com a lagarta do pinheiro, estes são os procedimentos que deve ter:</p>
<p>&#8211; Remoção do vestuário;<br />
&#8211; Lavagem da pele ou olhos com água corrente;<br />
&#8211; Remoção dos pelos urticantes que possam ter ficado aderentes à pele (por exemplo, com um adesivo);<br />
&#8211; Aplicação local de creme hidratante;<br />
&#8211; Administração de anti-histamínico por via oral.<br />
&#8211; No caso de contacto por via ocular deve sempre recorrer-se à observação por oftalmologista.<br />
&#8211; Perante uma reação alérgica mais intensa deve ser feita uma observação no serviço de urgência.<br />
&#8211; Se necessário, ligue 112.</p>
<p>E os animais?</p>
<p>Os animais são igualmente sensíveis ao contacto com as lagartas sendo aconselhado procedimentos idênticos. Será conveniente uma observação por um veterinário particularmente no caso de cães e gatos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_593901]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Abastecer ao &#8216;método alemão&#8217;: o segredo que o pode fazer poupar até 20 euros em cada abastecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 15:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço da gasolina simples 95 em Portugal custa atualmente 1,899 euros/litro, ao passo que o gasóleo está a valer 1,980 euros/litro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço da gasolina simples 95 em Portugal custa atualmente 1,899 euros/litro, ao passo que o gasóleo está a valer 1,980 euros/litro. Um custo que naturalmente aumenta conforme a capacidade do tanque do seu carro.</p>
<p>Os preços dos combustíveis dispararam e têm mostrado forte volatilidade nos últimos meses, pelo que abastecer o depósito do carro continua a representar uma dor de cabeça para muitos condutores. Entre subidas rápidas e oscilações semanais, encher um depósito de 60 litros pode já custar entre 114 e 119 euros, um encargo pesado para muitos bolsos. Mas há um &#8216;truque&#8217; que pode reduzir a despesa em até 20 euros esse valor.</p>
<p><strong>Abastecer ao &#8216;método alemão&#8217;</strong></p>
<p>O primeiro truque importante é evitar postos de gasolina em autoestradas. De acordo com o Automóvel Clube Alemão (ADAC), os preços nesses postos podem ser superiores em mais de 50 cêntimos por litro do que aqueles que se situam em estradas secundárias.</p>
<p>Portanto, vale a pena fazer um pequeno desvio para abastecer de forma mais barata e economizar combustível. O segundo truque, menos conhecido, é reabastecer nos momentos certos. Segundo o ADAC, os preços costumam ser mais baixos à tarde do que pela manhã.</p>
<p>Com um detalhe adicional: de acordo com o organismo germânico, é melhor evitar os horários de maior calor, pois as altas temperaturas fazem o combustível expandir-se, pelo que acaba por receber menos combustível pelo mesmo preço. É melhor reabastecer no início ou no final do dia, quando a temperatura é mais baixa.</p>
<p>Também é altamente recomendável evitar fins de semana e feriados, pois é quando os preços dos combustíveis mais sobem. Por isso, aproveite o início da semana para economizar alguns cêntimos por litro.</p>
<p>Para além do combustível, não compre mais nada nos postos de combustível, ressalva o ADAC, a não ser que seja urgentemente necessário, pois é tudo mais caro do que num estabelecimento comercial normal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_608144]]></sapo:autor>
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		<title>IRS: Só recebe o reembolso se for superior a este valor (e o Fisco também só cobra a partir de determinada quantia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Numa altura em que vários milhares de contribuintes particulares esperam o reembolso do seu IRS, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) esclarece os montantes mínimos de cobrança e de reembolso para os diferentes impostos, porque os valores não são todos iguais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A lei contempla valores mínimos abaixo dos quais a administração fiscal nem emite nota de cobrança nem faz reembolsos de impostos e, no caso do IRS, estes tetos estão balizados em, respetivamente, 25 e 10 euros.</p>
<p>Numa altura em que vários milhares de contribuintes particulares esperam o reembolso do seu IRS, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) esclarece os montantes mínimos de cobrança e de reembolso para os diferentes impostos, porque os valores não são todos iguais.</p>
<p>Relativamente às cobranças, e além do IRS, os contribuintes não são chamados a pagar qualquer quantia quando o valor em falta é inferior a 25 euros e está relacionado com o IRC e o IVA.</p>
<p>Há ainda um conjunto de impostos em que não há lugar a cobrança quando o valor em causa é inferior a 10 euros. São eles o IMI, o Imposto do Selo, o IUC e o IMT (exceto em caso de liquidação adicional, situação em que o valor mínimo sobe para os 25 euros).</p>
<p>Em sede de IEC, o limite até ao qual não há lugar a cobrança é também de 10 euros bem como, refere a AT, no caso das bebidas sem fins comerciais em que não seja excedido o limite de 30 litros de produto acabado por ano e por produtor.</p>
<p>Já os limites para que haja emissão e envio do reembolso ao contribuinte estão balizados nos 10 euros, no caso do IRS e do IMT, e nos 30 euros no caso do ISV, o que significa que se o valor a devolver for inferior a estes montantes, o ‘cheque’ não é emitido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_610122]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Com a primavera chegam as alergias: saiba os cuidados que deve ter para evitar sintomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 08:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Nariz entupido, espirros, comichão, olhos vermelhos ou tosse: para quem sofre de alergias aos pólenes, vai ser um problema com o aumento das temperaturas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aproximação da primavera vai ser uma dor de cabeça para milhares de portugueses. Nariz entupido, espirros, comichão, olhos vermelhos ou tosse: para quem sofre de alergias aos pólenes, vai ser um problema com o aumento das temperaturas, que vai fazer maiores concentrações no ar.</p>
<p>Os pólenes que mais causam alergias em Portugal são o das gramíneas, das parietárias e depois o da oliveira. E é na primavera que estes existem em maior concentração na atmosfera.</p>
<p>“O pólen do cipreste é habitualmente de dezembro a março e por isso está a terminar. O que nos vai preocupar agora são os pólenes de gramíneas, das parietárias, da oliveira. O do plátano, que dá habitualmente aquele algodão, também vai aumentando nesta altura do ano, apesar de não ser um dos pólenes mais preocupantes”, sublinhou Pedro Carreiro Martins, em declarações à ‘CNN Portugal’.</p>
<p><strong>E o que fazer para evitar os sintomas?</strong></p>
<p>Os sintomas de doença alérgica podem afetar profundamente a qualidade de vida dos doentes. Tendem a persistir durante um longo período de tempo e normalmente agravam-se: somente 8% dos doentes apresenta remissão clínica espontânea, ou seja, deixa de ter sintomas sem tratamento.</p>
<p>A gravidade das manifestações alérgicas depende da concentração de pólen na atmosfera mas também a exposição do indivíduo, pelo que são necessárias medidas de proteção. E quais são?</p>
<p>. estar atento à divulgação dos boletins clínicos que são publicados pela SPAIC, referiu o médico;</p>
<p>. “quem tem alergias na primavera deve tomar a sua medicação e não tomar só a medicação quando precisa”;</p>
<p>. nos dias de maiores picos clínicos, “evitar caminhadas ao ar livre” e “evitar praticar exercício físico no exterior”;</p>
<p>. na rua, “utilizar óculos escuros, que acabam por ser uma proteção”;</p>
<p>. se andar de carro deve “fechar os vidros para os pólenes não entrarem”;</p>
<p>. os motociclistas devem usar “capacete integral”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_470698]]></sapo:autor>
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		<title>Hoje o dia vai durar o mesmo que a noite: porque é celebrado o equinócio da primavera?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 08:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Em termos concretos, o equinócio vernal, mais conhecido por equinócio da primavera, coincide com o primeiro dia da primavera]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem duas ocasiões por ano ano em que o dia e a noite têm quase exatamente 12 horas de duração cada: uma em março e outra em setembro – ambas chamadas de equinócio. Devido à órbita irregular da Terra em torno do Sol, essas datas variam de um ano para outro, com a primeira a ocorrer entre 20 e 21 de março, e a segunda entre 21 e 23 de setembro.</p>
<p>Esta sexta-feira, celebra-se o equinócio da primavera, o primeiro dia da nova estação, que vai ocorrer às 14h46 &#8211; nesse preciso momento, o Sol estará na vertical sobre o equador da Terra e nascerá quase exatamente a leste e pôr-se-á a oeste. E com razão: a partir desta sexta-feira, entra-se oficialmente na primavera e ganha-se uma média de 4 minutos de sol por dia até 21 de junho, o solstício de verão.</p>
<p>Em termos concretos, o equinócio vernal, mais conhecido por equinócio da primavera, coincide com o primeiro dia da primavera, de acordo com o calendário gregoriano. Este facto marca o fim do inverno no hemisfério norte. Inversamente, no hemisfério sul, corresponde ao início do outono.</p>
<p><strong>Por que é que as datas dos equinócios não são fixas?</strong></p>
<p>A Terra orbita o Sol uma vez a cada 365 dias, 5 horas e 48,77 minutos, e este é o período durante o qual o ciclo de solstícios e equinócios, e consequentemente o início das estações da Terra, repetem-se de um ano para o outro.</p>
<p>Em qualquer ano que não seja bissexto, os equinócios ocorrem cerca de 5 horas e 48 minutos mais tarde de um ano para o próximo. Desse modo, as estações do ano arrastam-se cada vez mais para frente, se não fosse por um dia adicional inserido em cada quatro anos – 29 de fevereiro – que &#8220;reinicia&#8221; o ciclo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_598816]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dia Mundial dos Direitos do Consumidor: Recebeu uma fatura de água ou luz com mais de um ano e tem de a pagar até ao final do mês? Veja o que fazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 11:30:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[São tantos os prazos de prescrição de dívidas que se pode tornar confuso para os consumidores saberem exatamente quando é que expira a validade para pagamento de algumas das suas dívidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São tantos os prazos de prescrição de dívidas que se pode tornar confuso para os consumidores saberem exatamente quando é que expira a validade para pagamento de algumas das suas dívidas. Neste artigo vamos esclarecer as suas dúvidas e dar-lhe a conhecer a lei que o protege neste tipo de situações.</p>
<p><strong>As dívidas aos serviços públicos essenciais prescrevem ao fim de quantos anos?</strong></p>
<p>Estas dívidas, nomeadamente da água, gás, eletricidade e telecomunicações, têm um prazo de prescrição de apenas seis meses. O mesmo acontece para as dívidas a estabelecimentos que forneçam alojamento ou alimentação.</p>
<p><strong>E se já pagou uma dívida prescrita?</strong></p>
<p>Se o consumidor tiver pago o montante em falta após a prescrição de dívidas, então legalmente assumiu essa falta de pagamento e, como tal, não terá possibilidade de reaver esse valor.</p>
<p>Assim, antes de pagar as suas dívidas, o melhor será confrontar a data dessa mesma dívida e perceber se esta já prescreveu ou não. No entanto, não se esqueça de que deve invocar a prescrição de dívidas à entidade em questão para que a anulação do montante em dívida seja legalmente válida.</p>
<p><strong>Como invocar prescrição de dívida?</strong></p>
<p>Para invocar o término de uma dívida, deverá enviar uma carta registada manifestando essa mesma intenção. Guarde também uma cópia da mesma e o registo que certifique que foi, de facto, enviada.</p>
<p>Embora por email também possa ser uma opção, o método preferido é ainda por carta registada.</p>
<p>Invocar a prescrição de uma dívida é importante porque, legalmente, as empresas podem continuar a cobrar pelos consumos feitos. Não é suficiente já ter decorrido o prazo para poder invocar legalmente a sua caducidade, sendo que terá sempre de solicitar formalmente a sua prescrição.</p>
<p>No site da DECO está disponível uma carta-tipo que poderá ser utilizada para invocação de prescrição de dívidas. A Associação também oferece aos consumidores um serviço de mediação junto das empresas prestadoras ou cobradoras dos serviços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_468729]]></sapo:autor>
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		<title>Este teste de QI tem apenas 3 perguntas, mas 83% das pessoas falham: Consegue acertar em todas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 20:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos de nós gostamos de testar o nosso conhecimento e inteligência em programas de perguntas e respostas, acreditando que as nossas respostas rápidas nos colocam à frente. Contudo, um teste de QI simples, mas desafiador, criado pelo professor Shane Frederick, coloca até as mentes mais confiantes à prova.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos de nós gostamos de testar o nosso conhecimento e inteligência em programas de perguntas e respostas, acreditando que as nossas respostas rápidas nos colocam à frente. Contudo, um teste de QI simples, mas desafiador, criado pelo professor Shane Frederick, coloca até as mentes mais confiantes à prova.</p>
<p>Publicada originalmente em 2005, a avaliação chamada <em>Reflexão Cognitiva e Tomada de Decisão</em> (CRDM) consiste em apenas três perguntas. Apesar da simplicidade, o teste provou ser extremamente difícil: Quando o professor Frederick testou 3.000 participantes, apenas 17% conseguiram responder corretamente a todas as questões. Isso significa que 83% dos participantes falharam, revela o ‘Unilad Tech’.</p>
<p>O teste, ainda disponível online, continua a atrair pessoas de todo o mundo, que procuram ver se conseguem juntar-se aos 17% que acertaram todas as respostas. Abaixo, veja as três questões do teste e tente resolvê-las antes de conferir as respostas.</p>
<p><strong>As Perguntas:</strong></p>
<ol>
<li>Um taco e uma bola custam 1,10 euros no total. O taco custa 1 euro a mais que a bola. Quanto custa a bola?</li>
<li>Se cinco máquinas levam cinco minutos para fabricar cinco widgets, quanto tempo levariam 100 máquinas para fabricar 100 widgets?</li>
<li>Num lago, um pedaço de nenúfares dobra de tamanho a cada dia. Se leva 48 dias para o pedaço cobrir o lago inteiro, quanto tempo levaria para cobrir metade do lago?</li>
</ol>
<p><strong>Respostas erradas mais comuns:</strong></p>
<ul>
<li>A bola custa 10 cêntimos</li>
<li>100 minutos para as 100 máquinas</li>
<li>24 dias para cobrir metade do lago</li>
</ul>
<p><strong>Respostas corretas:</strong></p>
<ul>
<li>A bola custa 5 cêntimos</li>
<li>Levaria 5 minutos para as 100 máquinas</li>
<li>O lago estaria meio cheio no 47º dia</li>
</ul>
<p>O professor Frederick explica que a resposta à primeira questão exige pensar além da resposta instintiva. Se a bola custa X, então o taco custa X + 1, e o total deve ser 1,10 euros. Assim, a bola custa 5 cêntimos, e o taco, 1,05 euros. Para a segunda questão, é importante perceber que cada máquina faz um widget em 5 minutos, portanto, 100 máquinas também levariam 5 minutos. Já na terceira questão, o pedaço de nenúfares dobra a cada dia, então, no 47º dia, ele cobriria metade do lago.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_596875]]></sapo:autor>
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		<title>Costuma encher totalmente o depósito do seu carro? Não devia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/costuma-encher-totalmente-o-deposito-do-seu-carro-nao-devia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 19:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os dias, milhares de pessoas vão ao posto de gasolina abastecer os seus veículos, geralmente com diesel ou gasolina. Em muitos casos, aproveitam os fins de semana para evitar sair das suas rotas habituais para chegar à bomba]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias, milhares de pessoas vão ao posto de gasolina abastecer os seus veículos, geralmente com diesel ou gasolina. Em muitos casos, aproveitam os fins de semana para evitar sair das suas rotas habituais para chegar à bomba.</p>
<p>Nesse momento, o mais comum é encher o tanque do carro até ao limite, mesmo depois de a mangueira ter feito aquele click característico que interrompe o abastecimento quando deteta que está cheio. Na realidade, nessas situações, o tanque não está completamente cheio, então a lógica dita que, para atrasar o reabastecimento, o enchemos o máximo possível.</p>
<p>No entanto, esta tendência &#8211; disseminada entre praticamente todos os condutores &#8211; é extremamente prejudicial, conforme relatou <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ozg71KRCs0Y" target="_blank" rel="noopener">Scotty Kilmer</a>, especialista em mecânica com mais de 50 anos de experiência profissional, citado pelo jornal &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>&#8220;Se se encher demais o tanque, pode-se arruinar o sistema EVAP. Uma vez que a gasolina entra no recipiente de carvão ativado, ele é arruinado e caro para consertar&#8221;, sublinhou. Por outro lado, expor o tanque de gás a pressões tão altas quanto as causadas pelo enchimento excessivo não é uma coisa boa. Muito menos no verão, pois o líquido tende a expandir-se com o calor.</p>
<p>Mas o que é o sistema EVAP? É um sistema que tem como missão controlar os gases gerados pelo combustível (gasolina) no tanque, algo essencial para reduzir a poluição. Uma eventual reparação não é exatamente barata, já que o sistema custa entre 200 e 560 euros.</p>
<p>Além disso, o benefício de encher o tanque de combustível além do tempo em que a bomba dispara para detetar um tanque cheio seguro é insignificante.</p>
<p>O que é conhecido como &#8216;topping off&#8217;, encher o tanque depois daquele &#8216;clique&#8217;, pode dar-lhe um máximo de um ou dois litros a mais, o que lhe permitirá na prática entre 25 e 30 quilómetros a mais de autonomia. Pelo que não vale a pena&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_600927]]></sapo:autor>
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		<title>Nova tendência turística ganha força em todo o mundo: visitar supermercados em vez de monumentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 13:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova tendência entre viajantes, especialmente da geração Z, é explorar supermercados em vez dos clássicos pontos turísticos. Produtos locais, sabores exclusivos e experiências quotidianas motivam este fenómeno que cresce com as redes sociais. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova tendência entre viajantes, especialmente da geração Z, é explorar supermercados em vez dos clássicos pontos turísticos. Produtos locais, sabores exclusivos e experiências quotidianas motivam este fenómeno que cresce com as redes sociais. Países como Japão e Estados Unidos são alguns dos destinos preferidos, onde os viajantes encontram artigos difíceis ou impossíveis de adquirir em Espanha, como Kit-Kat de matcha ou sake, konjac, furikake ou guisantes rebozados em wasabi.</p>
<p>Segundo dados citados pelo Daily Mail, cerca de 77% dos viajantes participam neste tipo de turismo, visitando supermercados para descobrir produtos locais. Entre estes, 35% planeia repetir a experiência na sua próxima viagem. Esta prática tornou-se viral principalmente devido às plataformas sociais, onde os visitantes partilham as suas compras e experiências gastronómicas, guardando posteriormente os produtos nas malas para trazer para casa.</p>
<p>O Travel Trends 2026 revela que 63% dos viajantes espanhóis visitam supermercados durante as viagens para conhecer novos sabores. As motivações incluem descobrir alimentos e bebidas típicas (36%), provar versões locais de produtos já conhecidos (31%) e observar o dia a dia do país visitado (29%). A popularidade do Airbnb, em detrimento dos hotéis, facilita o acesso a cozinhas próprias, tornando a compra de produtos locais ainda mais prática.</p>
<p>Além de experimentar produtos, muitos viajantes compram itens como recordação ou presentes, aproveitando a diferença entre a oferta de cada país. Criadores de conteúdo, como @khoslaa, têm partilhado nas redes sociais vídeos mostrando as compras realizadas em supermercados espanhóis, reforçando a tendência internacional. Entre as cadeias mais visitadas destacam-se Walmart, Costco, Lawson, Family Mart e 7-Eleven.</p>
<p>O turismo de supermercado representa uma mudança na forma como os viajantes exploram a cultura local, focando-se nos sabores e produtos que caracterizam cada país. Este fenómeno alia descoberta gastronómica, experiência cultural e interação social, mostrando que a visita a um supermercado pode ser tão enriquecedora quanto a visita a monumentos icónicos como a Torre Eiffel ou o Big Ben.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_720385]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal é &#8216;sacudido&#8217; a espaços: recorde os maiores sismos do último século</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-e-sacudido-a-espacos-recorde-os-maiores-sismos-do-ultimo-seculo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 19:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois sismos, ambos com magnitude 4,1 na escala de Richter, e, posteriormente, duas réplicas foram registados hoje à tarde com epicentro em Alenquer, no distrito de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois sismos, ambos com magnitude 4,1 na escala de Richter, e, posteriormente, duas réplicas foram registados hoje à tarde com epicentro em Alenquer, no distrito de Lisboa.</p>
<p class="text-paragraph">O primeiro abalo, de 4,1 na escala de Richter (que mede a energia libertada), ocorreu às 12:14 locais, com epicentro a 14 quilómetros de profundidade, e a quatro quilómetros a oeste-noroeste da vila de Alenquer, sede de concelho.</p>
<p class="text-paragraph">Um segundo sismo, com a mesma magnitude na escala de Richter, ocorreu dois minutos depois, às 12:16, também em Alenquer, a 12 quilómetros de profundidade, indicou o IPMA.</p>
<p>O instituto registou posteriormente duas réplicas no mesmo concelho, às 15:15 e às 15:16, de 2,2 e de 2,4, respetivamente, na escala de Richter.</p>
<p>Os abalos sísmicos foram sentidos em vários pontos de Portugal continental, sem causar danos pessoais ou materiais. Entre eles, Évora, Leiria, Lisboa, Santarém e Setúbal.</p>
<p>Na escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).</p>
<p>Nos últimos 100 anos, houve vários casos de sismos ocorridos em Portugal: vamos recordar os mais fortes.</p>
<p><strong>16-2-2022:</strong> sismo de 5.1 na escala de Richter com epicentro a cerca de 45 km a sul do Funchal, na Madeira.</p>
<p><strong>7-3-2020:</strong> sismo de 5.2 com epicentro a cerca de 35 km a sul do Funchal, na Madeira.</p>
<p><strong>25-4-2015:</strong> abalo sísmico de 4.8 com epicentro a cerca de 45 km a Oeste-Noroeste do Capelo, no Faial, nos Açores.</p>
<p><strong>15-1-2018:</strong> sismo a cerca de oito quilómetros Norte-Nordeste de Arraiolos, em Évora, com magnitude de 4.9.</p>
<p><strong>17-12-2009:</strong> sismo com epicentro localizado no mar a cerca de 264 km de Lisboa, com magnitude 6.1.</p>
<p><strong>8-9-2008:</strong> sismo de 4.2 com epicentro localizado a 110 km a Sul de Faro.</p>
<p><strong>9-7-1998:</strong> sismo no Faial, Pico e São Jorge, com 8 mortes (todas no Faial), e 1.700 pessoas desalojadas: o abalo provocou grandes desabamentos de falésias costeiras.</p>
<p><strong>18-11-1995:</strong> sismo de 4.8 com epicentro localizado a Sudoeste do Cabo de S. Vicente.</p>
<p><strong>23-6-1993:</strong> sismo com epicentro localizado no Cabo de S. Vicente de 4.8 de magnitude.</p>
<p><strong>8-4-1989:</strong> sismo de 5.6 com epicentro localizado na Serra dos Candeeiros (90 km a Norte de Lisboa).</p>
<p><strong>1-1-1980:</strong> violento abalo de 7.2 na escala de Richter nas ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa causa 71 mortos (51 na Terceira e 20 em São Jorge) e mais de 400 feridos. Ficaram danificadas 15.500 habitações e a cidade de Angra do Heroísmo ficou seriamente atingida.</p>
<p><strong>1973:</strong> sismo nas ilhas do Pico e Faial causa destruições em habitações, estradas e muros.</p>
<p><strong>28-2-1969:</strong> sismo de 6.7/7.5 com epicentro localizado 200 km a Sudoeste do Cabo de S. Vicente, que causou a morte de 13 pessoas.</p>
<p><strong>1964:</strong> a ilha de São Jorge é abalada por um sismo, que causou grande destruição nos Rosais e nas Velas: houve 1.300 habitações destruídas.</p>
<p><strong>27-9-1957 a 10-1958:</strong> erupções sucessivas do vulcão dos Capelinhos, na ilha do Faial. O tremor associado ao vulcão e queda de cinzas e materiais provocaram a destruição generalizada no oeste do Faial. Milhares de faialenses tiveram de emigrar para os Estados Unidos.</p>
<p><strong>31-8-1926:</strong> ilha do Faial é &#8216;sacudida&#8217; por um violento tremor de terra &#8211; a cidade da Horta e seis freguesias são frequentemente atingidas pelos estrados, com 8 mortos, 200 feridos e mais de 4 mil casas derrubadas, parcialmente ou totalmente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_515675]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Apple deve lançar hoje novo iPhone &#8216;low cost&#8217;: o que se sabe antes da apresentação oficial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 08:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Apple deverá apresentar esta quinta-feira o novo iPhone 17e, um modelo que surge como a mais recente aposta da empresa no segmento intermédio do mercado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Apple deverá apresentar esta quinta-feira o novo iPhone 17e, um modelo que surge como a mais recente aposta da empresa no segmento intermédio do mercado. De acordo com uma fuga de informação divulgada na passada sexta-feira, o equipamento deverá chegar às lojas com um preço inicial de 599 dólares, num lançamento que foge ao calendário habitual da marca e que tem levantado dúvidas sobre a estratégia adotada.</p>
<p>Descrito como um dos segredos menos bem guardados de Cupertino, já que foi alvo de várias fugas de informação, o iPhone 17e posiciona-se como uma opções mais económicas da Apple. Ainda assim, as especificações conhecidas até ao momento sugerem uma abordagem conservadora, num contexto de forte concorrência por parte de fabricantes Android.</p>
<p>O novo modelo deverá contar com um ecrã de 6,1 polegadas com Dynamic Island, aproximando-se visualmente dos restantes iPhones mais recentes. No entanto, a taxa de atualização do painel deverá manter-se nos 60 Hz, uma escolha que tem sido alvo de críticas, tendo em conta que, em 2026, vários smartphones de gama média já oferecem ecrãs de 120 Hz a preços inferiores.</p>
<p>No interior, o iPhone 17e deverá ser equipado com o processador A19, mas na sua versão base, e não na variante Pro. Apesar de continuar a oferecer um desempenho elevado face à maioria dos concorrentes, esta decisão segue a estratégia habitual da Apple de utilizar tecnologia do ano anterior em modelos intermédios, mantendo as versões mais avançadas reservadas para os equipamentos premium.</p>
<p>A área da fotografia é outro dos pontos que tem gerado discussão. Segundo a informação divulgada, o iPhone 17e contará apenas com uma câmara traseira de 48 megapíxeis, identificada como Fusion. Não há referência à inclusão de uma lente ultra grande angular ou teleobjetiva, o que representa um recuo face ao iPhone 16, que oferecia um sistema de dupla câmara a um preço semelhante. A Apple deverá apostar fortemente em processamento computacional para compensar a limitação de hardware.</p>
<p>Uma das maiores novidades técnicas do iPhone 17e poderá estar na conectividade. O modelo deverá marcar a primeira utilização em larga escala de um modem celular desenvolvido internamente pela Apple, o chamado C1X, sinalizando um afastamento progressivo da dependência da Qualcomm. Trata-se de uma aposta estratégica relevante, mas também arriscada, uma vez que eventuais problemas de conectividade poderão ter impacto direto na experiência do utilizador.</p>
<p>O equipamento deverá manter a compatibilidade com carregamento MagSafe e chegar ao mercado em preto, branco e roxo, sendo esta última cor frequentemente associada aos modelos de posicionamento mais acessível da marca.</p>
<p>A escolha de fevereiro para o lançamento é considerada pouco habitual para a Apple, que tradicionalmente reserva novos iPhones para o outono. Este calendário poderá indicar um lançamento mais discreto ou uma resposta direta à pressão crescente da concorrência no segmento intermédio.</p>
<p>Com um preço de 599 dólares, o iPhone 17e entra numa faixa de mercado particularmente competitiva, onde deverá enfrentar tanto modelos Android com especificações mais agressivas como versões anteriores do iPhone que, previsivelmente, sofrerão reduções de preço. A Apple parece apostar novamente na força do seu ecossistema, na fidelidade dos utilizadores e na integração entre hardware e software para justificar algumas escolhas técnicas mais conservadoras.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_720562]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rússia e Irão realizam hoje exercícios navais conjuntos no Golfo de Omã e no Oceano Índico</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/russia-e-irao-realizam-hoje-exercicios-navais-conjuntos-no-golfo-de-oma-e-no-oceano-indico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 07:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades iranianas anunciaram que vão realizar exercícios navais conjuntos com a Rússia esta quinta-feira nas águas do Golfo de Omã e do norte do Oceano Índico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades iranianas anunciaram que vão realizar exercícios navais conjuntos com a Rússia esta quinta-feira nas águas do Golfo de Omã e do norte do Oceano Índico.</p>
<p>“As Marinhas do Irão e da Rússia vão realizar amanhã [hoje] exercícios navais conjuntos no Golfo de Omã e no norte do Oceano Índico”, disse o vice-almirante Hassan Maqsudlu, porta-voz dos exercícios, sublinhando que o objetivo “é desenvolver a cooperação marítima conjunta e fortalecer as relações entre as marinhas de ambos os países no planeamento e execução de operações conjuntas”.</p>
<p>A Rússia e o Irão têm reforçado os seus laços nos últimos anos, incluindo a assinatura, em janeiro de 2025, de um novo acordo de parceria estratégica, um pacto que estava em negociação há anos e que representa as principais linhas de orientação para as próximas duas décadas de relações bilaterais.</p>
<p>Na segunda-feira, a Guarda Revolucionária do Irão iniciou exercícios militares no Estreito de Ormuz, noticiou a televisão estatal iraniana, um dia antes de negociações com os Estados Unidos em Genebra.</p>
<p>A manobra, cuja duração não foi especificada, visou preparar a Guarda Revolucionária para “potenciais ameaças à segurança e militares” no Estreito de Ormuz.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_720559]]></sapo:autor>
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		<title>Como deduzir PPR no IRS em 2026? Um guia completo para não se perder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 07:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional; IRS 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Investir em Planos Poupança e Reforma (PPR) é uma estratégia inteligente para garantir segurança financeira no futuro. No entanto, declará-los no IRS e aproveitar ao máximo os seus benefícios fiscais é essencial, de forma a maximizar os seus investimentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-v-1d41837b="">Investir em <strong data-v-1d41837b="">Planos Poupança e Reforma (PPR)</strong> é uma estratégia inteligente para garantir segurança financeira no futuro. No entanto, declará-los no IRS e aproveitar ao máximo os seus benefícios fiscais é <strong data-v-1d41837b="">essencial</strong>, de forma a maximizar os seus investimentos.</p>
<p data-v-1d41837b="">Os PPR não apareceram na <a href="https://www.comparaja.pt/blog/deducoes-irs" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">página das deduções</a> e está preocupado? Não tema, estes deverão estar contemplados na declaração de IRS. Neste guia completo, vamos explicar em detalhe todos os aspetos relacionados com PPR na entrega do IRS em 2026.</p>
<h2 id="heading-1" data-v-1d41837b="">Benefícios Fiscais dos PPR</h2>
<p data-v-1d41837b="">Ao investir em PPR, tem direito a um benefício fiscal concedido pelo Estado, previsto no <u data-v-1d41837b=""><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/decreto-lei/1989-34554075-" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Estatuto dos Benefícios Fiscais</a></u>. Este benefício varia de acordo com diversos fatores, como <strong data-v-1d41837b="">idade </strong>e <strong data-v-1d41837b="">valor investido</strong>, e pode ser uma vantagem significativa. <strong data-v-1d41837b="">Os benefícios fiscais podem ser aproveitados em duas fases distintas</strong>: na <strong data-v-1d41837b="">subscrição </strong>e no <strong data-v-1d41837b="">resgate</strong>.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">Subscrição de um PPR</h3>
<p data-v-1d41837b="">Ao subscrever um PPR, o contribuinte pode usufruir de <strong data-v-1d41837b="">deduções fiscais</strong> no Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS). Esta dedução permite que parte do valor investido no PPR seja abatido ao rendimento sujeito a IRS. O montante máximo dedutível varia conforme a <strong data-v-1d41837b="">idade do subscritor</strong> e o <strong data-v-1d41837b="">valor investido</strong>.</p>
<p data-v-1d41837b="">Um subscritor com menos de 35 anos pode deduzir até 400 euros, desde que aplique 2.000 euros no PPR no ano em questão. Já um subscritor entre 35 e 50 anos pode deduzir até 350 euros, desde que aplique 1.750 euros, enquanto aqueles com mais de 50 anos podem deduzir até 300 euros, desde que invistam 1.500 euros.</p>
<p data-v-1d41837b="">Além da idade, o benefício fiscal de <strong data-v-1d41837b="">20%</strong> depende ainda do <strong data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/simuladores/calculadora-salario-liquido" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">rendimento</a></strong><a href="https://www.comparaja.pt/simuladores/calculadora-salario-liquido" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b=""> </a>e das <strong data-v-1d41837b="">deduções à coleta</strong>. Isto significa que a soma das deduções à coleta relativa a despesas de saúde, educação, <a href="https://www.comparaja.pt/seguros/seguro-de-saude" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">seguros de saúde</a>, entre outros, não pode exceder determinados limites globais estabelecidos em função do escalão de rendimento coletável.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">Resgate dos PPR</h3>
<p data-v-1d41837b="">No momento do resgate do PPR, os rendimentos obtidos são tributados a uma taxa reduzida em comparação com outros rendimentos sujeitos a IRS. Por exemplo, se optar por <a href="https://www.comparaja.pt/blog/como-escolher-ppr" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">resgatar o capital do PPR</a>, pagará apenas uma taxa de <strong data-v-1d41837b="">8,6%</strong> sobre o rendimento obtido, em vez do imposto de <strong data-v-1d41837b="">28%</strong> aplicado à generalidade dos produtos de poupança.</p>
<p data-v-1d41837b="">Esta taxa de tributação mais favorável varia de acordo com a <strong data-v-1d41837b="">forma de resgate </strong>e a <strong data-v-1d41837b="">duração do contrato</strong>.</p>
<div id="4c2c92e1-b432-462c-b786-c0482bdad049" class="tip-box color-red full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Atenção:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">É importante ressaltar que existem circunstâncias em que o resgate antecipado do PPR pode ser efetuado sem incorreres em penalizações fiscais, como reforma por velhice, desemprego de longa duração, incapacidade permanente para o trabalho, doença grave ou morte do subscritor.</p>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="heading-2" data-v-1d41837b="">Opções ao declarar o IRS em 2026</h2>
<p data-v-1d41837b="">Ao declarar o IRS, tem duas opções em relação aos benefícios fiscais na subscrição dos PPR:</p>
<ol data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Aceitar o benefício fiscal:</strong> se planeia manter o teu PPR a longo prazo, é recomendável aceitar o benefício fiscal. Isso garante que recebes o <strong data-v-1d41837b="">benefício completo</strong>, mas é importante estar ciente das penalizações fiscais caso resgate o PPR antes do tempo.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Não aceitar o benefício fiscal:</strong> se preferir não usufruir do benefício fiscal, tem a flexibilidade de resgatar o PPR a qualquer momento sem incorrer em penalizações fiscais. Esta opção é mais adequada para investidores que não pretendem manter o investimento a longo prazo.</p>
</li>
</ol>
<div id="4c2c92e1-b432-462c-b786-c0482bdad049" class="tip-box color-dark-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c=""></div>
</div>
<h2 id="heading-3" data-v-1d41837b="">O PPR deve aparecer no Anexo H do Modelo 3</h2>
<p data-v-1d41837b="">Uma das vantagens de investir em PPR, ao contrário de outras contribuições, é o pré-preenchimento automático das contribuições no <strong data-v-1d41837b="">Anexo H do Modelo 3</strong> da declaração de IRS. Esta operação é feita pelas entidades que comercializam os PPR, tornando o processo de declaração mais simples para os contribuintes. No entanto, se verificares que os teus PPR não constam da declaração final de IRS, deverás efetuar <u data-v-1d41837b=""><a href="https://www.portaldasfinancas.gov.pt/de/impressos/Mod3AnxH.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">uma correção através do Anexo H</a></u>, onde podes então colocar os valores correspondentes ao PPR, esclareceu a Autoridade Tributária.</p>
<div id="4c2c92e1-b432-462c-b786-c0482bdad049" class="tip-box color-grey full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Apontar:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Caso tenha, em anos anteriores, utilizado o benefício fiscal e tiveres resgatado fora das condições previstas na lei, deve preencher o quadro 8 do anexo H da declaração de IRS, para devolver as deduções de que beneficiou, agravadas com uma taxa de 10% por ano decorrido.</p>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="heading-4" data-v-1d41837b="">Não cometa erros ao deduzir o PPR no IRS em 2026</h2>
<p data-v-1d41837b="">Investir em PPR pode ser uma estratégia financeira inteligente, ao ser <a href="https://www.comparaja.pt/blog/poupanca-ou-investimento" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">um produto de investimento</a> com pouco risco associado e significar preparar a reforma antecipadamente. Se entenderes como declarar o PPR no IRS em 2026, pode maximizar os teus investimentos e garantir uma situação fiscal favorável no futuro.</p>
<p data-v-1d41837b="">Antes de declarar o PPR no IRS, é importante ponderar as opções disponíveis. Se optar por não usufruir do benefício fiscal, evita penalizações no resgate, mas também perderá os benefícios fiscais acumulados. Certifique-se que entende completamente as implicações fiscais antes de tomar uma decisão.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_720677]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Marcelo Rebelo de Sousa inicia esta quinta-feira a última visita oficial a Espanha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/marcelo-rebelo-de-sousa-inicia-esta-quinta-feira-a-ultima-visita-oficial-a-espanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 07:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inicia esta quinta-feira a sua última visita oficial ao estrangeiro antes de cessar funções, a 9 de março.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inicia esta quinta-feira a sua última visita oficial ao estrangeiro antes de cessar funções, a 9 de março. O destino escolhido é Espanha, “cumprindo a tradição do início e final dos seus mandatos”, confirmou a Presidência da República.</p>
<p>A deslocação a Madrid decorre quinta e sexta-feira, a convite do chefe de Estado espanhol, Felipe VI, e assinala o encerramento de um ciclo político marcado por uma forte aposta na diplomacia de proximidade com países vizinhos e instituições europeias.</p>
<p>De acordo com uma nota divulgada pela Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa escolheu o Vaticano e Espanha como primeiros destinos das suas visitas ao estrangeiro no início de cada um dos seus dois mandatos. Agora, repete a opção para as últimas deslocações oficiais antes de deixar o cargo.</p>
<p>Esta viagem a Madrid assume, assim, um simbolismo particular, ao refletir uma linha de continuidade na política externa presidencial e ao sublinhar a relevância estratégica da relação bilateral entre Portugal e Espanha.</p>
<p>Segundo a mesma nota, a visita constitui uma “oportunidade para reafirmar e aprofundar os laços duradouros de amizade e fraternidade entre os dois países e povos”.</p>
<p>A Presidência acrescenta que Marcelo Rebelo de Sousa “terá a oportunidade de agradecer a assistência prestada por Espanha durante as tempestades que afetaram Portugal nas últimas semanas”.</p>
<p>O reconhecimento do apoio espanhol surge num contexto recente de fenómenos meteorológicos adversos que atingiram ambos os países, levando mesmo ao adiamento da visita no início deste mês, por decisão conjunta dos dois chefes de Estado.</p>
<p><strong>Programa oficial no Palácio Real de Madrid</strong><br />
O Presidente da República deverá chegar à capital espanhola ao final da tarde de quinta-feira. O momento central da visita está agendado para sexta-feira.</p>
<p>Pelas 12h30 locais (11h30 em Lisboa), Marcelo Rebelo de Sousa será recebido com honras militares por Felipe VI no Palácio Real de Madrid, segundo informações divulgadas pela Presidência da República e pela Casa Real de Espanha.</p>
<p>Após a cerimónia oficial de boas-vindas, está previsto um encontro entre os dois chefes de Estado. Segue-se um almoço oferecido pelos Reis de Espanha — Felipe VI e Letizia Ortiz Rocasolano — em honra do Presidente português.</p>
<p>Durante o almoço institucional, estão previstos discursos de Felipe VI e de Marcelo Rebelo de Sousa.</p>
<p>O regresso do chefe de Estado português a Lisboa está marcado para sexta-feira à tarde.</p>
<p><strong>Dois adiamentos antes da visita de despedida</strong><br />
Esta deslocação a Madrid foi adiada por duas vezes. O primeiro adiamento ocorreu em dezembro, na sequência de uma inesperada operação a uma hérnia abdominal a que o Presidente foi submetido, obrigando-o a um período de recuperação.</p>
<p>A visita foi novamente reagendada no início de fevereiro, mas acabou por ser adiada de novo, desta vez por decisão conjunta com o Rei de Espanha, devido às tempestades que atingiram simultaneamente Portugal e Espanha.</p>
<p>Com o termo do mandato marcado para 9 de março, esta será a última visita oficial de Marcelo Rebelo de Sousa ao estrangeiro enquanto Presidente da República.</p>
<p>Ao escolher Espanha para este momento final, o chefe de Estado reforça o simbolismo de uma relação bilateral que marcou o início e o fecho dos seus mandatos, num gesto que conjuga diplomacia institucional, proximidade histórica e reconhecimento político entre os dois países ibéricos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_719904]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Julgamento de jovem português acusado de instigar massacres no Brasil começa hoje em Santa Maria da Feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/julgamento-de-jovem-portugues-acusado-de-instigar-massacres-no-brasil-comeca-hoje-em-santa-maria-da-feira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 06:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O arguido encontra-se em prisão preventiva desde maio de 2024, altura em que foi detido pela Polícia Judiciária no Norte do país, por suspeitas de autoria moral do ataque ocorrido a 23 de outubro de 2023 numa escola em São Paulo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O julgamento do jovem português acusado de ter instigado vários ataques violentos no Brasil, incluindo o chamado Massacre de Sapopemba, tem início esta quinta-feira, pelas 09h30, no Tribunal Central Criminal de Santa Maria da Feira.</p>
<p>O arguido encontra-se em prisão preventiva desde maio de 2024, altura em que foi detido pela Polícia Judiciária no Norte do país, por suspeitas de autoria moral do ataque ocorrido a 23 de outubro de 2023 numa escola em São Paulo.</p>
<p>O caso mais mediático associado ao processo remonta ao ataque armado na Escola Estadual Sapopemba, na zona leste de São Paulo. Nesse dia, um aluno de 16 anos abriu fogo dentro do estabelecimento de ensino, provocando a morte de uma estudante de 17 anos e ferindo outros três colegas.</p>
<p>A jovem vítima mortal não resistiu aos ferimentos provocados por disparos que atingiram a cabeça. O autor material do ataque, conhecido como “Luluzinho”, foi detido pela polícia brasileira pouco depois dos disparos.</p>
<p>Segundo o despacho de acusação, durante a fase de preparação do massacre, o arguido português — identificado no processo como “Mikazz” — terá “incentivado” o menor brasileiro, reforçando “a vontade de praticar atos violentos contra aquelas pessoas”. Após o ataque, “Luluzinho” passou a ser considerado “um ídolo” dentro do grupo online que integrava.</p>
<p>O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa sustenta que, caso o arguido não tivesse “incentivado, orientado e planeado como iria executar o massacre, ‘Luluzinho’ nunca teria tido coragem para praticar tais factos”.</p>
<p><strong>Outros ataques alegadamente instigados</strong><br />
O Ministério Público (MP) entende que o caso de Sapopemba não terá sido isolado. Entre o verão de 2023 e maio de 2024, o arguido terá instigado outros jovens brasileiros a cometer ataques em contexto escolar.</p>
<p>Em novembro, um menor do estado de Minas Gerais terá sido aliciado. De acordo com o despacho de acusação, o jovem afirmou ter sentido que o arguido “entrou na sua mente”, passando a ouvir vozes que lhe ordenavam que matasse colegas da sua sala de aula e, posteriormente, se suicidasse. Antes de concretizar o plano — que passaria pelo uso de uma faca — acabou por ser detido pelas autoridades.</p>
<p>Pouco tempo depois, outro adolescente brasileiro, a norte do Rio de Janeiro, foi igualmente travado pelas autoridades antes de levar a cabo um ataque de moldes semelhantes.</p>
<p>Além destes casos, o processo refere que outros três ataques terão sido planeados por jovens de 12, 13 e 14 anos, mas acabaram impedidos antes de ocorrerem.</p>
<p><strong>Discord, Telegram e transmissões em direto</strong><br />
Grande parte da atividade descrita na acusação terá ocorrido em grupos fechados nas plataformas Discord e Telegram. O arguido é apontado como dinamizador de um grupo onde adolescentes eram incitados à prática e transmissão em direto de atos violentos contra si próprios, contra outras pessoas e contra animais de estimação.</p>
<p>Em fevereiro de 2023, o grupo terá mesmo delineado um plano para matar um sem-abrigo em São Paulo, com o objetivo de transmitir o ataque em direto no Discord. Atendendo, segundo a acusação, “à natureza especial do evento”, o arguido pretendia cobrar uma taxa a quem quisesse assistir.</p>
<p>Em maio de 2024, o Ministério Público acusou formalmente o jovem de:</p>
<ul>
<li>Um crime de instigação de homicídio;</li>
<li>Seis crimes de tentativa de homicídio;</li>
<li>Associação criminosa;</li>
<li>224 crimes de pornografia de menores.</li>
</ul>
<p>Dos 224 ficheiros de vídeo que o arguido terá partilhado com terceiros, 205 referiam-se a menores de 14 anos, 18 a menores de 16 anos e um a menor com idade entre 16 e 18 anos.</p>
<p>A acusação aponta ainda para a promoção sistemática de discursos de ódio e comportamentos violentos.</p>
<p><strong>Maus-tratos a animais e promoção da automutilação</strong><br />
O despacho do MP contém várias referências a alegados maus-tratos a animais, incluindo vídeos transmitidos em direto onde gatos eram afogados, cortados ou enforcados.</p>
<p>Além disso, adolescentes terão sido incentivados a automutilarem-se em direto. Em alguns casos, eram induzidos a cortarem-se desenhando uma cruz suástica no próprio corpo.</p>
<p>O arguido terá também partilhado fotografias exibindo armas e utilizando simbologia nazi, como a cruz suástica e a saudação romana. Entre os membros do grupo, seria tratado por designações associadas ao regime nazi, como “Fuhrer”, e utilizava emojis com o braço levantado em alusão à saudação nazi, acompanhados da bandeira alemã.</p>
<p>De acordo com o Ministério Público, o grupo promovia ataques constantes contra mulheres e homossexuais. A acusação refere que o arguido exigia que raparigas do grupo “lambessem o chão, vomitassem e lambessem o vomitado, bem como latissem para ele como se fossem cadelas”.</p>
<p>O processo menciona ainda uma alegada cúmplice, identificada como “Dyni”, descrita como a única portuguesa do sexo feminino no grupo fechado denominado “The Kiss”.</p>
<p>A jovem, com menos de 16 anos, terá igualmente incentivado adolescentes brasileiros a praticar automutilação, além de ter transmitido em direto atos de tortura do próprio gato de estimação e manifestações de apologia ao nazismo.</p>
<p>O caso da suspeita foi separado do processo principal devido à sua idade.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_711778]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Montenegro regressa hoje ao Parlamento para defender resposta do Governo ao mau tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 06:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta desde 28 de janeiro, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro regressa esta quinta-feira ao Parlamento para um debate quinzenal que deverá centrar-se na resposta do Governo às consequências do mau tempo e que foi adiado por duas vezes na semana passada.</p>
<p>A discussão parlamentar esteve inicialmente marcada para a passada quarta-feira, dia 11, mas o anúncio na véspera à noite da demissão da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, &#8211; cujas competências foram assumidas transitoriamente pelo primeiro-ministro &#8211; levaram ao adiamento do debate: primeiro para sexta-feira e, depois, face ao agravamento das condições meteorológicas na zona Centro, para esta quinta-feira.</p>
<p>Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta desde 28 de janeiro, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.</p>
<p>O Governo decretou situação de calamidade nos 68 concelhos mais afetados, que vigorou desde 29 de janeiro até domingo, e aprovou um pacote inicial de apoios que o primeiro-ministro calculou ter um valor global de 2,5 mil milhões de euros, e que incluía ajudas à subsistência e à reconstrução de habitações e fábricas destruídas, bem como linhas de crédito. Mais tarde, foi anunciada a isenção de portagens em alguns trechos de autoestradas das zonas afetadas, que já terminou.</p>
<p>Na semana passada, o primeiro-ministro anunciou que começou a ser preparado o que chamou de PTRR &#8212; &#8220;um programa de recuperação e resiliência português&#8221; -, que abrangeria todo o território para apoiar a reconstrução e a economia e atuar sobre &#8220;as infraestruturas mais críticas&#8221;, como rodoviárias, ferroviárias, de abastecimento de energia elétrica, de abastecimento de água, de serviços públicos.</p>
<p>&#8220;Nós temos pela frente um desafio enorme nos próximos anos de podermos recuperar e também de nos tornarmos mais resistentes para uma eventual repetição deste ou de outros fenómenos com igual gravidade&#8221;, disse Montenegro, sem detalhar o valor deste programa nem como seria financiado.</p>
<p>Na segunda-feira, em Bruxelas, o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou que ainda não existe uma avaliação do prejuízo total causada pelo tempo e referiu que a prioridade do Governo é a reconstrução do país, mas insistindo no equilíbrio orçamental &#8211; depois de o ministro da Economia, Castro Almeida, ter admitido a possibilidade de défice para dar resposta à crise.</p>
<p>Um dia depois, Sarmento disse ter obtido aval da Comissão Europeia para flexibilidade orçamental nas despesas com os apoios do Estado devido ao mau tempo para que não contem para o cumprimento das regras orçamentais da União Europeia (UE).</p>
<p>A ministra da Administração Interna &#8211; que até ao início da tarde de hoje ainda não tinha sucessor anunciado &#8211; foi o alvo preferencial das críticas da oposição, mas estas estenderam-se a outros membros do executivo na gestão da crise, como o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, o da Defesa Nacional, Nuno Melo, ou o da Economia e da Gestão Territorial, Manuel Castro Almeida.</p>
<p>O debate quinzenal abrirá com uma intervenção de Luís Montenegro, e André Ventura será o primeiro a questionar o chefe do Governo, seguindo-se PS, IL, Livre, PCP, BE, PAN, JPP, antes das bancadas que suportam o Governo, CDS-PP e PSD.</p>
<p>Quer Chega quer PS já acusaram o Governo de falhar no apoio às populações afetadas pelas recentes tempestades e defenderam que a situação de calamidade deveria ter sido prolongada.</p>
<p>Este será também o primeiro debate quinzenal após a eleição do novo Presidente da República, o antigo secretário-geral do PS António José Seguro, que venceu com 66,83% (e mais de 3,5 milhões de votos) na segunda volta, conttra André Ventura, que obteve com 33,17% (1,7 milhões), resultados que levaram o presidente do Chega a autointitular-se &#8220;líder da direita&#8221;.</p>
<p>Já o primeiro-ministro defendeu que &#8220;nada mudou&#8221; para a governação que se abre um período de 3,5 anos sem eleições nacionais, referindo-se ao final previsto da legislatura, outono de 2029.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_720511]]></sapo:autor>
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		<title>Anticiclone instala-se em Portugal e muda o tempo: sol está de regresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 06:15:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal entra esta quinta-feira, num novo padrão meteorológico, marcado pela consolidação do anticiclone e pela subida do jato polar em latitude, afastando as principais depressões para norte da Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal entra esta quinta-feira, num novo padrão meteorológico, marcado pela consolidação do anticiclone e pela subida do jato polar em latitude, afastando as principais depressões para norte da Europa. As previsões são do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/anticiclone-jato-19-20-fev-29018/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, que aponta para o início de um período mais seco no Continente e na Madeira, contrastando com maior instabilidade nos Açores.</p>
<p>Depois de vários dias em que o anticiclone tentou afirmar-se sem sucesso — permitindo a passagem sucessiva de frentes associadas a sistemas depressionários, incluindo na quarta-feira a frente ligada à depressão Pedro, com chuva generalizada e vento mais intenso no Norte — o cenário atmosférico altera-se agora de forma mais consistente.</p>
<p>Com a subida em latitude do anticiclone, também o jato polar — corrente atmosférica que orienta as tempestades e funciona como motor das ciclogéneses — se desloca para norte. Isso significa que, pelo menos durante alguns dias, as depressões deverão circular em latitudes mais elevadas.</p>
<p>Este padrão configura um regime NAO positivo (Oscilação do Atlântico Norte positiva), caracterizado por alta pressão entre os Açores e a Europa Ocidental e baixa pressão na região da Gronelândia/Islândia. Em termos práticos, este regime tende a favorecer tempo mais seco em Portugal continental, embora não exclua a passagem ocasional de frentes, sobretudo no Norte.</p>
<p>Segundo o LusoMeteo, sexta-feira poderá mesmo marcar “em largos dias (ou semanas)” o primeiro dia com céu praticamente limpo em todo o território continental.</p>
<p>A consolidação do anticiclone abre a porta a um período mais estável no Continente e na Madeira, facilitando a recuperação após os danos provocados pelas tempestades recentes. A melhoria do estado do tempo deverá permitir trabalhos de reposição de eletricidade, reparação de telhados e infraestruturas, além de atividades ao ar livre.</p>
<p>Ainda assim, este padrão poderá ser transitório. Alguns modelos meteorológicos indicam sinais de nova mudança a partir do dia 24 de fevereiro, com tendência para precipitações ocasionais até ao final do mês. O Atlântico deverá voltar a intensificar a sua atividade, restando saber se as depressões circularão mais a norte ou mais a sul, determinando o eventual impacto em Portugal.</p>
<p>Para esta quinta-feira prevêem-se períodos de céu muito nublado, com abertas progressivas e mesmo céu pouco nublado a partir do meio da tarde na maioria do território.</p>
<p>Até ao meio da manhã há possibilidade de aguaceiros, mais prováveis no Norte, em especial no Minho, Douro Litoral e zonas montanhosas.</p>
<p>O vento sopra moderado de noroeste, entre 20 e 25 km/h, podendo registar rajadas fortes no litoral até meio da manhã (até 55 km/h) e rajadas moderadas a fortes nas terras altas (45 a 50 km/h), acentuando o desconforto térmico.</p>
<p>As temperaturas descem, com possibilidade de formação de gelo e geada no Interior Norte e Centro, sobretudo em locais abrigados.</p>
<p>No litoral, a ondulação na Costa Ocidental deverá situar-se entre 3 e 5 metros, com a temperatura da água do mar entre 13ºC e 14ºC. Na Costa Sul do Algarve, as ondas não deverão ultrapassar 1 metro, com água a cerca de 15ºC.</p>
<p>Sexta-feira será marcada por céu pouco nublado ou limpo em praticamente todo o território, com possibilidade de alguma nebulosidade residual no litoral Norte e Centro, sem significado relevante. O sol deverá predominar.</p>
<p>O vento soprará fraco a moderado de nordeste, entre 10 e 20 km/h.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão subir de forma significativa, com aumentos que poderão atingir 6 a 8ºC em alguns locais. As mínimas, por outro lado, descem ligeiramente, favorecendo a ocorrência de geadas mais generalizadas no Interior Norte e Centro. Em zonas abrigadas, as mínimas poderão descer abaixo de 0ºC.</p>
<p>Prevêem-se valores mínimos entre 3ºC e 9ºC na maioria do território: cerca de 5ºC no Porto, 8ºC em Lisboa e 9ºC em Faro.</p>
<p>A ondulação na Costa Ocidental deverá reduzir gradualmente para 2 a 3 metros, mantendo-se inferior a 1 metro na Costa Sul do Algarve. A temperatura da água do mar oscila entre 13ºC e 15ºC.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_720558]]></sapo:autor>
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		<title>Conselho da Paz de Trump reúne-se hoje em Washington. Quem participa, quem fica de fora e o que está em jogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 06:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, preside esta quinta-feira, em Washington, à primeira reunião oficial do chamado Conselho da Paz, um novo organismo internacional criado por iniciativa da sua administração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, preside esta quinta-feira, em Washington, à primeira reunião oficial do chamado Conselho da Paz, um novo organismo internacional criado por iniciativa da sua administração. O encontro inaugural decorre no Instituto da Paz dos Estados Unidos e junta representantes de países fundadores para discutir estratégias políticas, de segurança e financiamento, com foco principal na reconstrução da Faixa de Gaza.</p>
<p>O Conselho da Paz foi apresentado publicamente no mês passado, à margem do Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, onde Trump anunciou a sua criação e se autoproclamou presidente por tempo indeterminado do novo organismo.</p>
<p>Numa publicação na sua rede social Truth Social, Trump descreveu o conselho como tendo um “potencial ilimitado”, afirmando que “o Conselho da Paz provará ser o organismo internacional mais consequente da História”.</p>
<p><strong>Qual é o principal objectivo desta primeira reunião?</strong><br />
O ponto central da agenda é a apresentação de um plano de reconstrução para Gaza, território que ficou amplamente destruído após a guerra conduzida por Israel, com apoio diplomático e militar dos Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, Washington deverá anunciar 5 mil milhões de dólares em financiamento, provenientes dos Estados-membros, destinados aos “esforços humanitários e de reconstrução em Gaza”.</p>
<p>Está também prevista a apresentação de detalhes adicionais sobre uma Força Internacional de Estabilização, que teria como missão policiar Gaza no pós-conflito, em linha com o plano de 20 pontos anunciado pela administração Trump no ano passado para pôr fim à guerra.</p>
<p>Este plano prevê:</p>
<ul>
<li>Um cessar-fogo faseado;</li>
<li>O desarmamento do Hamas;</li>
<li>A criação de uma estrutura de governação tecnocrática transitória para administrar os territórios palestinianos.</li>
</ul>
<p>A 15 de fevereiro, Trump afirmou ainda que os países membros “se comprometeram a disponibilizar milhares de efectivos” para integrar essa força internacional e a polícia local “para manter a segurança e a paz para os habitantes de Gaza”.</p>
<p><strong>Quanto custaria reconstruir Gaza?</strong><br />
Segundo estimativas das Nações Unidas, reconstruir os territórios palestinianos devastados, tanto em Gaza como na Cisjordânia, poderá custar cerca de 70 mil milhões de dólares. Trata-se de um esforço de enorme escala, agravado pela destruição quase total de infra-estruturas básicas.</p>
<p>Apesar de inicialmente o Conselho da Paz ter sido apresentado como um mecanismo para mediar o conflito entre Israel e a Palestina, o seu mandato foi entretanto alargado, passando a incluir a resolução de conflitos “em todo o mundo”.</p>
<p>Trump afirmou que o conselho irá apresentar “uma visão arrojada para os civis de Gaza e, mais tarde, muito para além de Gaza — a paz mundial”.</p>
<p><strong>Porque é que o conselho está envolto em polémica?</strong><br />
O organismo tem sido alvo de críticas severas. Analistas e opositores acusam Trump de promover uma agenda imperial, argumentando que o Conselho da Paz poderá rivalizar com as Nações Unidas e enfraquecer o sistema multilateral existente.</p>
<p>A controvérsia intensificou-se quando Trump convidou Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, e Vladimir Putin, presidente da Rússia, para integrarem o conselho — ambos procurados pelo Tribunal Penal Internacional por alegados crimes de guerra. Até ao momento, apenas Netanyahu aceitou formalmente, embora tenha manifestado desagrado pela inclusão de representantes da Turquia e do Qatar no conselho executivo para Gaza.</p>
<p>Também Jared Kushner, genro de Trump e membro executivo do conselho, apresentou em Davos uma visão de reconstrução que incluía resorts de praia e arranha-céus, proposta que foi denunciada por organizações palestinianas como “imperialista”.</p>
<p><strong>Quantos países aderiram ao Conselho da Paz?</strong><br />
A Casa Branca convidou 50 países a integrar o Conselho da Paz. Até agora:</p>
<ul>
<li>35 países manifestaram interesse;</li>
<li>26 tornaram-se membros fundadores;</li>
<li>14 recusaram o convite.</li>
</ul>
<p>A participação ou ausência de vários países revela profundas divisões geopolíticas.</p>
<p><strong>Porque é que a Europa mantém distância?</strong><br />
A União Europeia decidiu não aderir ao Conselho da Paz, alegando preocupações com o seu mandato e com o facto de Trump continuar a presidi-lo mesmo após deixar a Casa Branca.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, recusou o convite para estar presente na reunião. França, Alemanha, Reino Unido e Espanha também rejeitaram a adesão como membros.</p>
<p>Apesar disso, a UE estará representada como observadora, através da comissária para o Mediterrâneo, Dubravka Šuica, indicando que está disposta a cooperar com os Estados Unidos na “implementação do plano de paz para Gaza”.</p>
<p>Entre os Estados-membros da UE, Hungria e Bulgária aderiram formalmente. Hungria será representada pelo primeiro-ministro Viktor Orbán, aliado próximo de Trump. Kosovo e Albânia também se juntaram como membros.</p>
<p>Itália, Chipre, Grécia e Roménia enviam delegações como observadores. O presidente romeno, Nicușor Dan, estará presente pessoalmente.</p>
<p>O Papa Leão, líder espiritual de 1,4 mil milhões de católicos, recusou o convite, defendendo que situações de crise internacional devem ser geridas pelas Nações Unidas.</p>
<p><strong>Porque é que o Médio Oriente aderiu em peso?</strong><br />
Várias potências regionais do Médio Oriente decidiram integrar o Conselho da Paz. Entre os participantes estão:</p>
<ul>
<li>Israel, representado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Gideon Saar;</li>
<li>Emirados Árabes Unidos, Marrocos e Bahrein, seguidos pelo Egipto;</li>
<li>Arábia Saudita, Turquia, Jordânia e Qatar, que afirmaram apoiar o “direito à autodeterminação e à criação de um Estado palestiniano”;</li>
<li>Kuwait.</li>
</ul>
<p>Segundo a analista Tahani Mustafa, estes países estão a adoptar uma postura pragmática, procurando simultaneamente influenciar o futuro de Gaza e reforçar relações com Washington, evitando confrontos com Trump.</p>
<p><strong>Quem participa da Ásia e da Oceânia?</strong><br />
Da Ásia Central, participam os presidentes do Cazaquistão e do Uzbequistão. Arménia e Azerbaijão também enviam os seus líderes.</p>
<p>No Sudeste Asiático, Indonésia e Vietname estão representados ao mais alto nível. Paquistão é o único país do Sul da Ásia a aderir formalmente, com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif presente em Washington.</p>
<p>A Índia está a analisar o convite, mas não participa nem como observadora. Nova Zelândia recusou a adesão e Austrália continua a avaliar a sua posição.</p>
<p><strong>Que líderes enfrentam maior pressão interna?</strong><br />
As decisões tomadas hoje poderão ter impacto político interno significativo, sobretudo na Indonésia e no Paquistão, países onde o apoio à causa palestiniana é historicamente forte.</p>
<p>Na Indonésia, o envolvimento do presidente Prabowo Subianto no Conselho da Paz tem dividido a opinião pública. No Paquistão, Sharif enfrenta igualmente pressão popular num contexto de forte solidariedade com os palestinianos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_719174]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Avalanches, acidentes e caos ferroviário: inverno perigoso multiplica tragédias nas montanhas da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 18:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Alpes]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o jornal britânico 'The Independent', esta época já registou 88 mortes nos Alpes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens impressionantes de uma enorme avalanche a descer as encostas dos Alpes italianos, soterrando esquiadores em fuga, voltaram a colocar o risco nas montanhas europeias no centro das atenções. De acordo com o jornal britânico &#8216;The Independent&#8217;, esta época já registou 88 mortes nos Alpes.</p>
<p>Só na última semana, Itália contabilizou 13 vítimas mortais em zonas montanhosas, dez das quais em avalanches. Na Suíça, um comboio descarrilou na região de Valais após uma avalanche, deixando cinco feridos, num contexto em que as autoridades emitiram o alerta de avalanche mais grave de sempre. Em França, morreram pelo menos 27 pessoas desde o início da temporada, incluindo três esquiadores britânicos na última semana — o maior número desde 2020/2021, quando se registaram 40 mortes.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, várias agências meteorológicas europeias têm emitido alertas de tempo severo. Em Itália, a Aineva classificou recentemente o risco de avalanche em 4 numa escala de 5 — o segundo nível mais elevado — em várias zonas alpinas junto às fronteiras com França, Suíça e Áustria. Grande parte dos Alpes suíços mantém-se igualmente sob alerta máximo.</p>
<p><strong>Porque estão a ocorrer tantas avalanches?</strong></p>
<p>Especialistas explicam que as condições deste inverno criaram o “cenário perfeito” para grandes deslizamentos de neve. Henry Schniewind, especialista em neve e avalanches, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;, afirma que a queda de neve foi “excecionalmente instável”.</p>
<p>O problema está na formação de uma chamada “camada frágil persistente”: uma base de neve menos densa e mais cristalizada — descrita como “açucarada” — sobre a qual se acumula nova neve pesada. Isoladamente, esta camada não é necessariamente perigosa, mas quando coberta por uma forte nevasca torna-se altamente propensa a deslizamentos de grandes dimensões.</p>
<p>Muitas das avalanches recentes ocorreram após um padrão meteorológico semelhante: forte queda de neve e vento, seguida de dias de céu limpo que incentivaram a prática de esqui fora de pista, antes de a montanha estabilizar.</p>
<p><strong>Qual o papel das alterações climáticas?</strong></p>
<p>À primeira vista, poderia parecer que temperaturas globais mais elevadas levariam a menos neve e, portanto, menos avalanches. No entanto, especialistas alertam que o efeito pode ser o oposto em altitudes superiores a 2.000 metros — onde se situam muitas estâncias alpinas, algumas entre os 3.000 e os 4.000 metros.</p>
<p>O aumento das temperaturas pode provocar nevões mais intensos a grande altitude e favorecer avalanches “húmidas”, que contêm maior quantidade de água devido a chuva ou degelo. Estas avalanches são mais densas e exercem maior força de impacto.</p>
<p><strong>O fator humano também pesa</strong></p>
<p>Outro elemento destacado pelo &#8216;The Independent&#8217; é o crescimento da prática de esqui fora de pista e esqui de montanha. Segundo Henry Schniewind, entre 90% e 95% das vítimas de avalanche acabam por desencadear o deslizamento — diretamente ou através de alguém do grupo.</p>
<p>A popularização destas modalidades leva mais pessoas a aventurarem-se em zonas instáveis, muitas vezes com base numa falsa sensação de segurança. O facto de uma encosta não ter cedido anteriormente não significa que esteja estável. Em condições mais frágeis do que o habitual, pequenos estímulos podem desencadear avalanches de grande dimensão.</p>
<p><strong>O que significa este inverno para o futuro?</strong></p>
<p>O aumento do número de vítimas, aliado a padrões meteorológicos mais extremos, reforça as preocupações sobre a segurança nas montanhas europeias. Alertas vermelhos foram emitidos pouco antes de acidentes mortais recentes, incluindo em estâncias de prestígio como Val d’Isère.</p>
<p>A conjugação de neve instável, alterações climáticas e maior exposição humana está a tornar esta época uma das mais letais dos últimos anos nos Alpes.</p>
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