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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Jul 2026 17:24:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ucrânia: UE prolonga teto ao preço do petróleo russo até 23 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[sançoes]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia concordou hoje em prolongar o teto ao preço do petróleo russo até dia 23 de julho, enquanto não chega a acordo sobre o 21.º pacote de sanções a Moscovo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia concordou hoje em prolongar o teto ao preço do petróleo russo até dia 23 de julho, enquanto não chega a acordo sobre o 21.º pacote de sanções a Moscovo.</P><br />
<P>A decisão de prolongar esta medida foi tomada esta tarde durante uma reunião dos embaixadores da União Europeia (UE), em Bruxelas, indicaram fontes europeias.</P><br />
<P>Caso esta medida não tivesse sido prolongada, o teto ao preço do petróleo russo teria expirado hoje, o que elevaria o preço do barril dos atuais 44,10 dólares para quase 60 dólares, um incremento que, na prática, permitiria aumentar as fontes de rendimento de Moscovo. </P><br />
<P>A prorrogação do teto ao preço do petróleo estava a ser negociada no âmbito do 21.º pacote de sanções à Rússia, apresentado pela Comissão Europeia em junho, e que se esperava inicialmente que fosse aprovado esta segunda-feira na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE).</P><br />
<P>No entanto, têm surgido várias divergências sobre este pacote entre os Estados-membros, que têm impedido a sua aprovação. </P><br />
<P>Entre os pontos mais contenciosos está o facto de a proposta da Comissão Europeia sugerir restrições às pescas russas, designadamente proibir a importação de bacalhau, ou medidas que, na prática, impediriam o trânsito de gás natural liquefeito para países terceiros através do bloco comunitário.</P><br />
<P>A versão inicial incluía também a proibição de entrada em solo europeu de russos que tenham combatido na guerra na Ucrânia ou ainda a imposição de sanções a personalidades de relevo, como o patriarca de Moscovo Cirilo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789778]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“Estamos cercados pelo fogo”: comboio atravessa incêndio no Canadá e tripulação pede resgate. Veja as imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Canadian National Railway informou que todos os trabalhadores ficaram a salvo, embora não tenha explicado de que forma foi feita a retirada. As operações ferroviárias na região foram temporariamente suspensas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um comboio de mercadorias atravessou uma zona cercada por chamas no Canadá, enquanto os trabalhadores a bordo pediam um resgate de emergência e alertavam que o incêndio poderia alcançá-los a qualquer momento.</p>
<p>“Estamos cercados pelo fogo. Isto pode apanhar-nos aqui, a situação ficou um pouco assustadora”, ouve-se dizer um dos elementos da tripulação num vídeo divulgado pela &#8216;BBC&#8217;, enquanto a composição passa junto a árvores em chamas perto de Armstrong, na província de Ontário.</p>
<p>A Canadian National Railway informou que todos os trabalhadores ficaram a salvo, embora não tenha explicado de que forma foi feita a retirada. As operações ferroviárias na região foram temporariamente suspensas.</p>
<p>Ontário enfrenta mais de uma centena de incêndios florestais, vários deles próximos de comunidades do noroeste da província. Em todo o Canadá, estavam ativos 838 fogos, segundo o Canadian Interagency Forest Fire Centre.</p>
<p>O fumo chegou também a Toronto, onde os habitantes acordaram com o céu amarelado e fortes restrições devido à qualidade do ar. A plataforma IQAir chegou a colocar a maior cidade canadiana no topo da lista mundial das cidades com o ar mais poluído.</p>
<p>Segundo a &#8216;BBC&#8217;, foram cancelados eventos ao ar livre relacionados com o jogo entre Inglaterra e Argentina no Mundial e encerradas piscinas infantis, numa semana em que Toronto também enfrentou temperaturas extremas.</p>
<p>As autoridades recomendaram que a população permanecesse dentro de casa, evitasse esforços físicos no exterior e reduzisse atividades que provoquem respiração intensa. Crianças, idosos e pessoas com problemas de saúde são considerados os grupos mais vulneráveis.</p>
<p>O fumo deverá deslocar-se para várias cidades dos Estados Unidos nos próximos dias. Entre as regiões sob vigilância está Nova Jérsia, onde está marcada a final do Mundial no domingo.</p>
<p>Mais de uma dezena de incêndios estão igualmente ativos no estado americano do Minnesota, junto à fronteira canadiana, favorecidos pelo calor extremo, pela vegetação seca e pelos ventos fortes.</p>
<p>As autoridades admitem sintomas como irritação nos olhos, nariz e garganta, dores de cabeça ou tosse ligeira. Pieira, dores no peito e tosse intensa podem exigir assistência médica urgente.</p>
<p>Nova Iorque anunciou a distribuição gratuita de máscaras KN95 em bibliotecas públicas, embora as previsões não apontem, para já, para uma repetição da crise de 2023, quando o fumo dos incêndios do Quebec cobriu grande parte da costa leste dos Estados Unidos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">This was in Northern ontario and listen to this. ( copy n paste from a friend but still.) </p>
<p>Apparently they had cut off from the train but went back to rescue a foreman. </p>
<p>They couldn’t see their own train in the smoke and flames and they crashed into it so hard it shut the… <a href="https://t.co/jMCW6TX6iy">pic.twitter.com/jMCW6TX6iy</a></p>
<p>&mdash; @Shitty_Edits_Archives (@shittyeditsarc) <a href="https://x.com/shittyeditsarc/status/2077160814105022815?ref_src=twsrc%5Etfw">July 14, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789779]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Caso Luís Neves: faturas revelam 23 mil euros em obras e deixam pagamentos por esclarecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Informação consta de uma lista enviada pelo Ministério da Administração Interna ao 'Observador']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As obras no terreno do ministro da Administração Interna, Luís Neves, em São Teotónio, Odemira, deram origem a 108 faturas emitidas por 13 empresas, num total de 23.118,19 euros. Apesar da divulgação detalhada das despesas, continuam por apresentar os respetivos comprovativos de pagamento.</p>
<p>A informação consta de uma lista enviada pelo Ministério da Administração Interna ao &#8216;Observador&#8217;. As faturas foram emitidas entre fevereiro de 2024 e junho de 2026 à Alcampos Unipessoal, empresa detida pela mulher do governante e responsável pela contratação dos trabalhos.</p>
<p>A Construbarcelos, pertencente ao empreiteiro João Carvalho, surge como a empresa com o maior valor faturado. Foram emitidas duas faturas de 2.500 euros, num total de 5.000 euros, correspondente a cerca de 21,6% das despesas conhecidas.</p>
<p>A ligação desta construtora à Polícia Judiciária está no centro da polémica. Entre 2019 e 2025, a empresa celebrou vários contratos de obras com a PJ, período em que Luís Neves exercia funções como diretor nacional daquela polícia.</p>
<p>O ministro rejeita qualquer favorecimento e afirma que só conheceu João Carvalho em 2024, devido aos atrasos numa obra da PJ na Guarda. Luís Neves sustenta ainda que mais de 70% dos contratos com a construtora foram celebrados entre 2019 e 2022, antes de conhecer pessoalmente o empresário.</p>
<p>O Observador assinala, contudo, que cerca de 30% das adjudicações ocorreram entre 2024 e 2025, quando já existia uma relação de proximidade entre ambos. Nesse período, a PJ atribuiu à empresa contratos no valor global de 688 mil euros, integrados num total de cerca de 2,1 milhões de euros.</p>
<p>Entre as restantes empresas, a Os Gregos — Transportes e Móveis faturou 4.521,84 euros, enquanto a Matonio Materiais Construção emitiu 47 das 108 faturas, no valor conjunto de 4.143,19 euros. A M. Rodrigues &#038; Filhos faturou 4.037,20 euros.</p>
<p>A lista inclui ainda despesas com empresas como IKEA, Leroy Merlin, Robert Mauser e vários fornecedores locais de materiais de construção, eletricidade, rega, transportes e produtos agrícolas.</p>
<p>As obras começaram em 2024 e continuam por concluir. O caso está igualmente sob escrutínio por não ter sido apresentada, segundo a informação conhecida, comunicação prévia ou pedido de licenciamento à Câmara Municipal de Odemira.</p>
<p>A questão dos pagamentos permanece por esclarecer. Luís Neves tem defendido que o registo das faturas no portal e-fatura constitui comprovativo suficiente e afirmou que 90% das despesas com materiais foram liquidadas por transferência bancária ou multibanco.</p>
<p>Essa explicação não abrange, porém, de forma inequívoca, o pagamento dos 5.000 euros faturados pela Construbarcelos, o que mantém dúvidas sobre a relação financeira entre a empresa da mulher do ministro e o empreiteiro.</p>
<p>Fonte oficial do Ministério da Administração Interna indicou que toda a documentação considerada relevante será reunida e disponibilizada quando a intervenção estiver concluída. Até lá, o ministério não prevê prestar novos esclarecimentos sobre o caso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789770]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ormuz volta a fechar e petróleo dispara: “Queimámos todas as reservas que tínhamos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Rutura da trégua entre Washington e Teerão voltou a paralisar grande parte do estreito, interrompendo a breve recuperação dos carregamentos através de uma rota por onde passa habitualmente cerca de um quinto do petróleo mundial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo agravamento das tensões no Estreito de Ormuz ameaça provocar outra crise de abastecimento de petróleo, mas agora sem as reservas que ajudaram a proteger a economia mundial durante a primeira fase da guerra entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>A rutura da trégua entre Washington e Teerão voltou a paralisar grande parte do estreito, interrompendo a breve recuperação dos carregamentos através de uma rota por onde passa habitualmente cerca de um quinto do petróleo mundial.</p>
<p>“Queimámos todas as almofadas que tínhamos. Tudo. Agora desapareceu”, afirmou um operador ao &#8216;Financial Times&#8217;, resumindo a preocupação que regressou aos mercados energéticos.</p>
<p>A Agência Internacional de Energia revelou que os países-membros já libertaram quase três quartos dos 400 milhões de barris previstos no plano de emergência anunciado em março. Restam apenas algumas semanas até que esse petróleo suplementar deixe de chegar ao mercado.</p>
<p><strong>Petróleo sobe 11% numa semana</strong></p>
<p>O preço do Brent tinha caído de cerca de 100 dólares por barril, aproximadamente 87,67 euros, para pouco mais de 70 dólares, perto de 61,37 euros, depois do anúncio da trégua.</p>
<p>A inversão foi rápida. O Brent ultrapassou os 87 dólares na terça-feira, cerca de 76,28 euros, atingindo o valor mais elevado em mais de um mês. Na quarta-feira, seguia próximo dos 84,50 dólares, aproximadamente 74,08 euros, acumulando uma valorização semanal de 11%.</p>
<p>As conversões são aproximadas e têm por base a taxa de referência do Banco Central Europeu de 15 de julho, segundo a qual um euro correspondia a 1,1406 dólares.</p>
<p>Durante os quatro meses de encerramento anteriores ao acordo entre os Estados Unidos e o Irão, governos ocidentais e asiáticos recorreram praticamente a todas as medidas disponíveis para evitar uma crise económica mais profunda.</p>
<p>Foram libertados volumes recorde das reservas estratégicas, a China reduziu para metade as importações de petróleo e obrigou empresas estatais a utilizar combustível armazenado. A Casa Branca chegou também a admitir uma possível intervenção nos mercados de futuros caso os preços escapassem ao controlo.</p>
<p>Apesar daquela que a Agência Internacional de Energia classificou como a maior perturbação de abastecimento da história, o Brent atingiu um máximo de 126 dólares por barril em abril, aproximadamente 110,47 euros, permanecendo abaixo do seu recorde histórico.</p>
<p><strong>“Agora temos quase nada”</strong></p>
<p>Antes do início da guerra, o mercado dispunha de cerca de 400 milhões de barris em inventários excedentários, sem contar com as reservas estratégicas dos governos.</p>
<p>“Agora temos quase nada”, alertou Amrita Sen, diretora de informação de mercado da Energy Aspects, citada pelo &#8216;Financial Times&#8217;. A especialista considera que a confiança na manutenção dos fluxos através de Ormuz está agora a ser severamente testada.</p>
<p>Caso o novo bloqueio dure vários meses, não é claro de onde poderá vir o petróleo necessário para compensar a quebra. Alguns operadores suspeitam que o Irão pretende manter a pressão sobre Donald Trump até às eleições intercalares de novembro.</p>
<p>O impacto já chegou aos consumidores. Desde o início da guerra, os preços da gasolina e do gasóleo têm subido mais rapidamente — e descido mais lentamente — do que o petróleo bruto.</p>
<p><strong>Gasóleo europeu dispara 14%</strong></p>
<p>O mercado dos combustíveis refinados está particularmente pressionado. A situação agravou-se depois de ataques ucranianos de longo alcance terem atingido o sistema de refinação da Rússia, o segundo maior exportador mundial de gasóleo.</p>
<p>A Agência Internacional de Energia alertou para um possível défice de gasolina e gasóleo, enquanto os futuros grossistas do gasóleo na Europa subiram 14% numa semana.</p>
<p>Os países ocidentais, que reduziram as compras de combustível russo depois da invasão da Ucrânia, enfrentam agora a concorrência de mercados como a Turquia e o Brasil. Estes países continuaram a comprar gasóleo russo, mas também procuram alternativas devido às perturbações na produção.</p>
<p>Os receios de que as companhias aéreas pudessem ficar sem combustível para aviões ainda não se concretizaram. As refinarias ajustaram a produção e algumas transportadoras reduziram voos menos rentáveis.</p>
<p>Ainda assim, os inventários deverão cair durante o pico da procura no verão e serão difíceis de recompor antes da época de viagens do inverno.</p>
<p><strong>Superpetroleiros atacados em Ormuz</strong></p>
<p>A descida do petróleo após a trégua resultou parcialmente de um excesso temporário de oferta. Os produtores do Golfo aproveitaram a reabertura de Ormuz para esvaziar depósitos e enviar milhões de barris para o mercado.</p>
<p>Só a Adnoc, petrolífera estatal dos Emirados Árabes Unidos, colocou à venda 84 milhões de barris. A empresa organizou ainda um sistema de transporte através do estreito para abastecer superpetroleiros que continuavam receosos de entrar no Golfo.</p>
<p>Dois desses navios, cada um com capacidade para cerca de dois milhões de barris, foram atacados pelo Irão na terça-feira enquanto atravessavam Ormuz. Pelo menos um tripulante morreu.</p>
<p>Alguns produtores conseguiram criar rotas alternativas. A Arábia Saudita aumentou as exportações pelos portos do mar Vermelho para cerca de cinco milhões de barris diários, abaixo dos sete milhões que enviava através de Ormuz antes da guerra.</p>
<p>Países como o Iraque e o Kuwait, contudo, permanecem praticamente isolados, por disporem de poucas alternativas para escoar a produção.</p>
<p><strong>Mar Vermelho pode agravar crise</strong></p>
<p>Os operadores acompanham também o mar Vermelho, depois de ataques dos houthis contra a Arábia Saudita em resposta a um bombardeamento sobre o aeroporto de Sana.</p>
<p>O grupo apoiado pelo Irão conseguiu interromper grande parte da navegação no mar Vermelho durante mais de um ano, a partir do final de 2023.</p>
<p>O regresso dessa campanha poderia comprometer o acesso ao porto saudita de Yanbu, a principal rota de exportação de petróleo da Arábia Saudita fora do Estreito de Ormuz.</p>
<p>“O mercado estava a antecipar uma trajetória otimista para os fluxos, mas é agora evidente que essa possibilidade já não está em cima da mesa, pelo menos até existir uma nova ronda diplomática”, afirmou Joel Hancock, analista sénior de matérias-primas do Natixis.</p>
<p>Sem um novo acordo, a economia mundial enfrenta uma combinação particularmente perigosa: uma das suas principais rotas petrolíferas novamente bloqueada, reservas de emergência perto do fim e mercados de gasolina e gasóleo já sob forte pressão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789766]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BES: Banco de Portugal dispõe de 630 M€ para reembolsar credores a partir de dezembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[BES]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) colocou hoje em consulta pública um projeto de aviso sobre as regras das compensações aos credores do Banco Espírito Santo (BES), dispondo de 630 milhões de euros para iniciar os reembolsos a partir de 01 de dezembro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) colocou hoje em consulta pública um projeto de aviso sobre as regras das compensações aos credores do Banco Espírito Santo (BES), dispondo de 630 milhões de euros para iniciar os reembolsos a partir de 01 de dezembro. </P><br />
<P>A atribuição das compensações aos credores vai decorrer ao abrigo do princípio &#8220;no creditor worse off&#8221;, um princípio legal que estabelece que nenhum credor pode suportar perdas maiores numa resolução &#8211; neste caso do BES &#8211; do que teria se o banco tivesse entrado em processo de liquidação. </P><br />
<P>Caso o montante de 630 milhões de euros, provisionado no final de 2025, venha a revelar-se insuficiente para reembolsar os credores do BES, o Fundo de Resolução (FdR) poderá vir a ter de reforçar aquele valor. </P><br />
<P>De acordo com um relatório da consultora Deloitte encomendado pela instituição, a perspetiva de reembolso dos credores comuns do BES ascende a 31,7% dos créditos que venham a ser reconhecidos pela justiça. </P><br />
<P>Neste momento, os créditos de 1.079 credores, no valor de cerca de 2,2 mil milhões de euros, estão já reconhecidos judicialmente, o que ultrapassa em cerca de 300 milhões de euros o montante de 1,9 mil milhões de euros que se encontrava reconhecido no final de 2025.</P><br />
<P>A confirmar-se a existência de pedidos de reembolso no valor de 2,2 mil milhões de euros, o valor de 31,7% a pagar pelo FdR ascenderá a cerca de 700 milhões de euros, acima dos 630 milhões já provisionados no final de 2025.  </P><br />
<P>Antes de começar a receber os pedidos dos credores, o BdP vai aguardar até 15 de setembro os resultados da consulta pública sobre o princípio &#8220;no creditor worse off&#8221;, de forma a ultimar o aviso antes da sua publicação. </P><br />
<P>O lançamento do processo de reembolso aos credores deverá, assim, ter início em 01 de dezembro, ainda antes do final da liquidação do BES, por o banco central entender que esse processo pode ainda demorar vários anos. </P><br />
<P>Além disso, as sentenças judiciais já transitadas em julgado nesse ano deram à instituição uma clarificação sobre o reconhecimento dos créditos elegíveis para reembolso, o que levou o BdP a antecipar o procedimento.</P><br />
<P>Assim, podem candidatar-se os credores do BES cujos créditos tenham sido reconhecidos pelo tribunal, os seus herdeiros ou os titulares de uma cessão de posição.</P><br />
<P>No caso em que os credores se encontram em litigação contra a resolução do BES, podem ser elegíveis, mas se o pedido for aceite, o FdR exigirá uma caução ou garantia por parte do credor, ou em alternativa efetuará uma transferência para uma conta &#8216;escrow&#8217; (conta-garantia).</P><br />
<P>Se mais tarde o tribunal não der razão ao credor, a garantia, ou a transferência da conta &#8216;escrow&#8217;, serão revertidas a favor do FdR. </P><br />
<P>O pagamento aos credores deverá ser feito em 15 dias úteis, após a comunicação da aprovação, não havendo limite temporal para pedir a compensação ao FdR. </P><br />
<P>A resolução do BES decorreu em agosto de 2014, e pouco depois a consultora Deloitte, a pedido do Banco de Portugal, concluiu que os credores comuns recuperariam 31,7% dos seus créditos caso o banco tivesse ido para liquidação, em vez de resolução, pelo que o FdR terá de agora assumir esse valor. Os acionistas e os credores subordinados não receberão qualquer compensação. </P><br />
<P>Nos tribunais, decorrem ainda muitos processos judiciais colocados por investidores contra várias entidades (Banco de Portugal, Novo Banco, Estado, etc). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789738]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa acompanha tendência de congéneres europeias e fecha em queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:38:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje a cair 0,46%, para 9.084,95 pontos, acompanhando a tendência dos principais mercados europeus, e com a Teixeira Duarte a recuar 2,07%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje a cair 0,46%, para 9.084,95 pontos, acompanhando a tendência dos principais mercados europeus, e com a Teixeira Duarte a recuar 2,07%.</P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 10 desceram e seis subiram.</P><br />
<P>As principais praças europeias fecharam maioritariamente em queda, com exceção de Paris, que subiu 0,19%.</P><br />
<P>Londres caiu 0,13%, Frankfurt 0,59%, Madrid 0,42% e Milão 0,85%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789745]]></sapo:autor>
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		<title>Operação policial no Brasil vê possível conexão de fações brasileiras com Al-Qaeda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma operação policial no Brasil identificou hoje uma possível conexão financeira entre um esquema de lavagem de dinheiro para três fações criminosas brasileiras e um integrante de uma estrutura de financiamento da organização terrorista Al-Qaida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma operação policial no Brasil identificou hoje uma possível conexão financeira entre um esquema de lavagem de dinheiro para três fações criminosas brasileiras e um integrante de uma estrutura de financiamento da organização terrorista Al-Qaeda.</p>
<p>Segundo informou hoje a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ), a estrutura financeira para lavar dinheiro para o tráfico de drogas, chefiada por pessoas de origem libanesa, movimentou 100 milhões de reais (17,2 milhões de euros).</p>
<p>Os serviços eram prestados para as fações criminosas Terceiro Comando Puro (TCP), Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>&#8220;Durante as apurações, os agentes identificaram ainda uma possível conexão financeira internacional com um integrante de uma estrutura de financiamento da organização terrorista Al-Qaida&#8221;, informou, em nota, a PCRJ.</p>
<p>A ação de hoje, chamada &#8220;Operação Hawala&#8221;, que resultou na prisão de 10 pessoas, foi realizada pela PCRJ com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo a investigação, entre 2021 e 2024 a organização movimentou mais de 100 milhões de reais através de dezenas de empresas de fachada criadas em vários estados brasileiros.</p>
<p>As autoridades alegam que essas empresas eram utilizadas para dar aparência legal a dinheiro proveniente do tráfico de droga, da receptação qualificada e da comercialização de produtos falsificados.</p>
<p>Na investigação concluíram que o mesmo mecanismo financeiro servia diferentes organizações criminosas, funcionando como uma prestadora de serviços para o TCP, o CV e o PCC.</p>
<p>Segundo os investigadores, o esquema recorria a empresas de fachada, transferências sucessivas entre sociedades relacionadas, depósitos fracionados em numerário, testas de ferro e operações incompatíveis com a capacidade financeira declarada pelos suspeitos.</p>
<p>Foi também identificado um núcleo de empresários de origem libanesa que alegadamente ampliava a circulação nacional e internacional dos recursos ilícitos através de empresas sediadas nos estados de São Paulo e Minas Gerais.</p>
<p>As autoridades referem que encontraram indícios de atuação desse núcleo na região da Tríplice Fronteira entre o Brasil, Paraguai e Argentina, considerada por &#8220;organismos nacionais e internacionais uma área historicamente monitorizada por suspeitas de financiamento do terrorismo&#8221;.</p>
<p>Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, foi ainda identificada uma relação comercial entre uma empresa ligada aos investigados e um indivíduo sancionado pelo Office of Foreign Assets Control (OFAC), do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo as autoridades brasileiras, esse indivíduo integra uma estrutura de financiamento da Al-Qaida.</p>
<p>No comunicado, a Polícia afirma que &#8220;esse vínculo será aprofundado a partir da análise das provas apreendidas durante a operação&#8221;.</p>
<p>As investigações envolveram inteligência financeira, cruzamento de dados fiscais, societários e telemáticos, além da reconstrução do fluxo dos recursos utilizados para ocultar valores de origem ilícita, informou a corporação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789756]]></sapo:autor>
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		<title>Putin pode usar drones ucranianos para fabricar pretexto contra a NATO, avisa Varsóvia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[Radoslaw Sikorski]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Chefe da diplomacia polaca considera que Vladimir Putin poderá recorrer a uma provocação deste tipo por estar “desesperado e a perder”, usando o incidente como justificação política e militar para uma nova escalada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia poderá estar a preparar uma operação de falsa bandeira com drones ucranianos para justificar uma escalada contra a NATO ou reforçar a mobilização interna, alertou o ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radosław Sikorski.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, Varsóvia suspeita que Moscovo possa lançar drones de origem ucraniana contra um país da NATO — ou até contra território russo — e atribuir depois o ataque a Kiev.</p>
<p>“Suspeitamos que planeia preparar drones ucranianos e utilizá-los para atacar um país da NATO ou a própria Rússia, respondendo depois a esse ataque”, afirmou Sikorski, citado pela agência polaca &#8216;PAP&#8217;.</p>
<p>O chefe da diplomacia polaca considera que Vladimir Putin poderá recorrer a uma provocação deste tipo por estar “desesperado e a perder”, usando o incidente como justificação política e militar para uma nova escalada.</p>
<p>Outros serviços de informações europeus têm igualmente admitido que a Rússia poderá testar a capacidade de resposta da NATO através de provocações limitadas na região do Báltico.</p>
<p>Alguns observadores consideram ainda que uma crise deliberada com a Aliança Atlântica poderia ajudar o Kremlin a justificar uma mobilização geral, numa altura em que as forças russas enfrentam dificuldades de recrutamento.</p>
<p>Sikorski reconheceu, contudo, que Moscovo não terá atualmente capacidade militar suficiente para lançar um ataque convencional contra um Estado-membro da NATO.</p>
<p>O ministro alertou, ainda assim, que a guerra híbrida conduzida pela Rússia contra a Europa continua ativa, incluindo ciberataques, campanhas de desinformação e interferência em processos eleitorais.</p>
<p>As declarações surgem depois de Washington ter avisado Varsóvia, no início de julho, de que a Rússia poderia estar a considerar uma provocação armada em território polaco nos próximos meses, com o objetivo de testar a determinação da NATO.</p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; recorda que a Polónia já foi alvo de uma provocação direta em setembro de 2025, quando 19 drones russos entraram no seu espaço aéreo e se despenharam no país.</p>
<p>As forças polacas abateram quatro desses aparelhos e Varsóvia invocou posteriormente o artigo 4.º da NATO, que permite consultas entre os aliados quando um deles considera ameaçada a sua segurança.</p>
<p>O incidente levou a novas discussões sobre o reforço da defesa aérea europeia e sobre a criação de uma “muralha de drones”, mas não resultou num confronto militar direto com a Rússia.</p>
<p>Sikorski procurou, apesar de tudo, afastar cenários de pânico. O ministro afirmou que a Polónia se prepara para escaladas com a Rússia “há cerca de 500 anos”, embora tenha insistido que qualquer provocação deve ser levada a sério.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789751]]></sapo:autor>
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		<title>Infarmed manda retirar do mercado protetor solar Perfect Skin FPS 50</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/infarmed-manda-retirar-do-mercado-protetor-solar-perfect-skin-fps-50/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[infarmed]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Perfect Skin FPS 50]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Infarmed determinou a suspensão imediata da comercialização e retirada do mercado nacional do produto e apela às entidades que eventualmente disponham deste protetor solar para não o disponibilizar ou utilizar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Infarmed mandou retirar do mercado o protetor solar Perfect Skin FPS 50 após detetar discrepâncias entre o fator de proteção indicado e o valor apurado em laboratório, apelando aos consumidores para que deixem de utilizar o produto.</p>
<p>No âmbito de uma ação de fiscalização no mercado nacional e após análise da informação disponibilizada, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) concluiu que o produto &#8220;Perfect Skin 50 FPS Protetor Solar&#8221;, da empresa ACBB Nails, Import &#038; Export, não cumpre as normas legais.</p>
<p>&#8220;[O produto] não se encontra em conformidade, uma vez que foi colocado no mercado nacional sem que tenha sido previamente acautelado o cumprimento das normas legais em vigor, nomeadamente foram verificadas discrepâncias entre o valor do Fator de Proteção Solar (SPF) determinado laboratorialmente e o aposto na rotulagem do produto e ausência de fundamentação para o UVA&#8221;, refere o Infarmed numa circular informativa publicada no &#8220;site&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, foi constatada a existência da alegação &#8220;atua 100% contra os raios solares&#8221; que não cumpre com os critérios de veracidade, honestidade e tomada de decisão informada, pelo que o produto não cumpre com os requisitos legalmente previstos no Regulamento da Comissão (UE) n.º 655/2013, de 10 de julho, acrescenta.</p>
<p>Na sequência da fiscalização, o Infarmed determinou a suspensão imediata da comercialização e retirada do mercado nacional do produto e apela às entidades que eventualmente disponham deste protetor solar para não o disponibilizar ou utilizar.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789747]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fisco suspeita de faturas falsas nas plataformas digitais e quer reforçar controlos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:09:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade Tributária e Aduaneira]]></category>
		<category><![CDATA[evasão fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[fisco]]></category>
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		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração tributária quer reforçar os controlos sobre o funcionamento das plataformas digitais, por suspeitar da existência de faturação falsa com o objetivo de reduzir o IVA a entregar ao Estado, indica um relatório do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A administração tributária quer reforçar os controlos sobre o funcionamento das plataformas digitais, por suspeitar da existência de faturação falsa com o objetivo de reduzir o IVA a entregar ao Estado, indica um relatório do Governo.</p>
<p>O objetivo de melhorar a monitorização deste setor de atividade é elencado no relatório sobre o combate à fraude e evasão fiscais e aduaneiras em 2025, elaborado pelo gabinete da secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, e entregue pelo Governo em junho na Assembleia da República.</p>
<p>O executivo refere que, em 2025, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) fez um estudo sobre os modelos de negócio das plataformas digitais e concluiu que é necessário reforçar o acompanhamento fiscal para detetar as irregularidades precocemente.</p>
<p>O setor é identificado no relatório como tendo um elevado risco de fraude.</p>
<p>&#8220;No ano de 2025, na sequência da monitorização efetuada aos novos modelos de negócio e setores/áreas que configuram um maior risco de fraude, foram desenvolvidas análises que incidiram sobre o modo de funcionamento da prestação de serviços de plataformas eletrónicas e a caracterização da situação tributária dos seus intervenientes&#8221;, diz o Governo no relatório.</p>
<p>As análises feitas pela AT tiveram como objetivo &#8220;identificar riscos ou fragilidades, relacionadas com a organização e estrutura dos modelos, face aos indícios existentes de utilização de &#8216;faturas falsas&#8217; por parte dos intervenientes a montante das plataformas&#8221;.</p>
<p>Os esquemas de fraude implicam o &#8220;envolvimento de longas cadeias de sujeitos passivos, cujo intuito é reduzir o IVA a entregar nos cofres do Estado daqueles que diretamente se relacionam com as plataformas (parceiros)&#8221;, detalha o relatório.</p>
<p>Ao fazer essas análises, a AT concluiu &#8220;pela necessidade de acompanhar e monitorizar continuamente estes novos modelos de negócio, criando indicadores de risco que permitam a identificação precoce de situações irregulares, bem como a realização de ações a desenvolver no terreno, de âmbito nacional&#8221;.</p>
<p>No mesmo documento, o Governo refere que a administração tributária tem acompanhado a atividade inicial de novos operadores económicos com &#8220;um risco potencial de envolvimento em situações de fraude&#8221; e encontrou &#8220;fortes indícios&#8221; de que algumas empresas visadas emitem faturas falsas &#8220;no âmbito de circuitos de fraude fiscal&#8221; no IVA e nos impostos sobre o rendimento (caso do IRC).</p>
<p>O relatório refere ainda, noutro ponto, que a AT identificou, &#8220;numa fase muito precoce, uma sociedade nacional que recorrendo à utilização de &#8216;faturas falsas&#8217;, emitidas por fornecedores sem atividade real, deduzia o IVA&#8221; (nunca entregue nos cofres do Estado)&#8221;.</p>
<p>Com esse ganho, a empresa conseguia &#8220;praticar preços mais baixos junto dos seus clientes, obtendo assim vantagens concorrenciais através do prejuízo causado ao Estado&#8221;, lê-se no relatório.</p>
<p>A AT também encontrou &#8220;oito situações de emissão/utilização de &#8216;faturas falsas&#8217; que se traduziram na interposição de sociedades emitentes de faturação&#8221; com o único objetivo de &#8220;dotar as principais clientes&#8221; de IVA dedutível &#8220;que não era posteriormente entregue nos cofres do Estado&#8221; pelas primeiras empresas.</p>
<p>Dos oito casos, três envolviam práticas noutros países da União Europeia, através de um esquema conhecido como &#8220;fraude carrossel&#8221;, situa o relatório.</p>
<p>As irregularidades encontradas aconteceram em vários setores de atividade económica, que &#8220;vão desde a prestação de serviços de logística a construção de edifícios, a extração de rochas e o comércio por grosso de bens de consumo&#8221;, lê-se no relatório.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789721]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Caso Lyhanna: assassinato de menina de 11 anos leva França a rever 69 mil processos e a deter 675 suspeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[abuso sexual]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Lyhanna]]></category>
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					<description><![CDATA[Auditoria nacional foi lançada depois do assassinato de Lyhanna, uma menina de 11 anos, num caso que expôs falhas graves na atuação policial e judicial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades francesas identificaram 970 casos considerados prioritários entre dezenas de milhares de denúncias de violência sexual contra menores revistas nas últimas semanas. A auditoria nacional foi lançada depois do assassinato de Lyhanna, uma menina de 11 anos, num caso que expôs falhas graves na atuação policial e judicial.</p>
<p>Segundo o 20 Minutos, a revisão abrangeu 69.626 processos, correspondentes a 85.047 denúncias, analisadas pelos gabinetes do Ministério Público em todo o país.</p>
<p>O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, explicou no Parlamento que 38,5% dos processos dizem respeito a crimes e 61,5% a infrações de menor gravidade. Em 83,5% dos casos, o presumível autor já tinha sido identificado.</p>
<p>A maioria dos investigados, 91,4%, não apresentava antecedentes criminais. Ainda assim, 36% das vítimas continuam a ser menores, enquanto as restantes só denunciaram os factos depois de atingirem a idade adulta, por vezes décadas mais tarde.</p>
<p>Os 970 processos classificados como prioritários representam 1,14% do universo analisado. Foram selecionados por reunirem três fatores: autor identificado, existência de antecedentes criminais e vítima ainda menor de idade.</p>
<p>A revisão teve efeitos imediatos. Desde 8 de junho, foram abertas 1.350 investigações judiciais, um aumento de 309%, e detidas 675 pessoas, mais 173% do que antes do início da operação, segundo os dados divulgados pelo Ministério da Justiça.</p>
<p>O 20 Minutos refere que os processos permanecem, em média, 14,2 meses nas mãos dos procuradores antes da abertura de uma investigação judicial. Darmanin considera este prazo excessivo e quer acelerar a resposta das autoridades.</p>
<p>O ministro anunciou ainda reuniões individuais com os 36 procuradores-gerais franceses até ao final de julho, com o objetivo de avaliar os resultados em cada jurisdição, identificar bloqueios e definir novas prioridades.</p>
<p>Darmanin voltou também a defender o fim do prazo de prescrição para os crimes sexuais cometidos contra menores, tendo em conta que muitas vítimas só conseguem denunciar os abusos vários anos depois.</p>
<p>O caso que desencadeou a revisão provocou forte indignação em França. O corpo de Lyhanna foi encontrado num moinho abandonado perto de Toulouse, num local onde o principal suspeito, pai de uma amiga da criança, tinha trabalhado anos antes.</p>
<p>O homem, de 41 anos, já estava associado a vários casos de abuso sexual de menores, mas nunca tinha sido detido nem chamado a prestar declarações. A situação alimentou críticas severas à polícia e à Justiça pela forma como acompanharam denúncias anteriores.</p>
<p>Para o governo francês, a auditoria pretende agora impedir que processos com risco elevado permaneçam parados e reforçar a proteção das vítimas menores, numa altura em que o caso Lyhanna continua a pressionar as autoridades a explicar como um suspeito reincidente escapou durante tanto tempo ao escrutínio judicial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789730]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“As empresas enriquecem, nós derretemos”: estátuas de gelo expõem trabalhadores ao calor extremo em Roma</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/as-empresas-enriquecem-nos-derretemos-estatuas-de-gelo-expoem-trabalhadores-ao-calor-extremo-em-roma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Coliseu]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[Romã]]></category>
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					<description><![CDATA[As esculturas representavam um agricultor, um ciclista e um operário da construção civil. Segundo a 'Euronews', o protesto foi organizado pela Greenpeace Itália e pela central sindical CGIL, esta quarta-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três figuras humanas feitas de gelo começaram a derreter junto ao Coliseu, em Roma, numa ação destinada a mostrar o impacto das ondas de calor sobre quem trabalha ao ar livre.</p>
<p>As esculturas representavam um agricultor, um ciclista e um operário da construção civil. Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, o protesto foi organizado pela Greenpeace Itália e pela central sindical CGIL, esta quarta-feira.</p>
<p>Ao lado das figuras, os ativistas exibiam cartazes com a mensagem: “As empresas de combustíveis fósseis enriquecem, nós derretemos”.</p>
<p>A iniciativa procurou chamar a atenção para os riscos enfrentados por milhares de trabalhadores expostos durante várias horas a temperaturas extremas, sobretudo nos setores da agricultura, construção e entregas.</p>
<p>Simona Abbate, da Greenpeace Itália, defendeu o abandono progressivo dos combustíveis fósseis e uma tributação mais elevada sobre as empresas de petróleo e gás.</p>
<p>A ativista considera que essa receita deve ser utilizada para financiar medidas de adaptação às alterações climáticas e reforçar a proteção das populações e dos trabalhadores mais vulneráveis.</p>
<p>Natale Di Cola, representante da CGIL, afirmou que as ondas de calor não estão apenas a prejudicar o planeta, mas também a destruir empregos e a degradar as condições de trabalho.</p>
<p>De acordo com a &#8216;Euronews&#8217;, a manifestação decorreu depois de várias semanas de temperaturas elevadas em diferentes países europeus, num verão marcado por sucessivas ondas de calor desde o final de maio.</p>
<p>Em junho, quando os termómetros se aproximaram dos 40 graus, Roma instalou canhões de água e sistemas de nebulização junto ao Coliseu para ajudar turistas e trabalhadores a suportar o calor.</p>
<p>A Europa está a aquecer a um ritmo próximo do dobro da média mundial, segundo o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas.</p>
<p>Para os organizadores, as esculturas a desaparecer lentamente ao sol pretendiam transformar esse fenómeno numa imagem direta: enquanto a temperatura sobe, quem trabalha no exterior é dos primeiros a sentir os efeitos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789709]]></sapo:autor>
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		<title>Receitas do grupo OLX sobem 28% para 853 M€ no exercício terminado em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:24:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O grupo OLX, de classificados online, registou, no exercício terminado em 31 de março de 2026, receitas de 992 milhões de dólares (cerca de 853 milhões de euros), um aumento homólogo de 28%, adiantou, num comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo OLX, de classificados online, registou, no exercício terminado em 31 de março de 2026, receitas de 992 milhões de dólares (cerca de 853 milhões de euros), um aumento homólogo de 28%, adiantou, num comunicado.</P><br />
<P>Segundo a empresa, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) ajustado &#8220;aumentou mais de 50% face ao ano anterior, com a margem EBITDA a crescer oito pontos percentuais&#8221;.</P><br />
<P>Em Portugal, o grupo opera os portais OLX, Standvirtual e Imovirtual, tendo ainda presença na Bulgária, França, Polónia, Roménia, África do Sul e Ucrânia.</P><br />
<P>Segundo a empresa, no mercado nacional a inteligência artificial &#8220;passou a assumir um papel central nos segmentos automóvel e imobiliário.</P><br />
<P>&#8220;O Imovirtual aumentou em 60% o número de &#8216;downloads&#8217; da aplicação [baixar a aplicação] face ao ano anterior e registou um crescimento de 10% nas respostas aos anúncios&#8221;, referiu.</P><br />
<P>No último exercício fiscal, o OLX investiu 30 milhões de dólares (26,2 milhões de euros) em capacidades de IA, subindo para mais de 200 milhões de dólares (175,2 milhões de euros) o investimento realizado nesta área desde 2018.</P><br />
<P>No exercício fiscal de 2026, o grupo &#8220;reforçou a sua presença na Europa Ocidental com a aquisição da plataforma francesa de automóveis La Centrale , complementando o seu portefólio num mercado considerado estratégico&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>A empresa &#8220;também alienou ativos não estratégicos no Uzbequistão e no Cazaquistão, bem como a plataforma polaca de serviços Fixly e a plataforma romena de financiamento imobiliário Kiwi Finance&#8221;, rematou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789710]]></sapo:autor>
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		<title>Poeira do deserto está a aumentar na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:24:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A poluição por poeiras do deserto está a aumentar na Europa e a concentração é maior no sul, mostra um estudo divulgado hoje, que analisa dados recolhidos na última década em mais de 100 estações de medição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A poluição por poeiras do deserto está a aumentar na Europa e a concentração é maior no sul, mostra um estudo divulgado hoje, que analisa dados recolhidos na última década em mais de 100 estações de medição.</P><br />
<P>A análise, realizada por investigadores do Instituto Paul Scherrer (PSI), na Suíça, indica que &#8220;a quantidade de poeira aumentou cerca de meio micrograma por metro cúbico (µ g/m³)&#8221; durante aquele período.</P><br />
<P>&#8220;Isto corresponde a um aumento de dez a vinte e cinco por cento desta poluição por poeiras&#8221;, afirma o líder do projeto, Kaspar Dällenbach, do Centro de Energia e Ciências Ambientais do PSI, citado num comunicado deste centro de investigação.</P><br />
<P>&#8220;Não é negligenciável, tanto em termos de eficiência e custo-benefício das grandes instalações solares como em relação aos impactos na saúde do aumento da poluição por partículas&#8221;.</P><br />
<P>Quanto à concentração média de poeira do deserto, no sul da Europa é de 5,3 microgramas por metro cúbico de ar, mais do dobro da encontrada no centro e norte da Europa (2,1 µ g/m³).</P><br />
<P>Para determinar com maior precisão o nível desta poluição em diferentes regiões do continente, os investigadores do PSI, além de Kaspar Dällenbach, Petros Vasilakos, o principal autor do estudo, e Imad El Haddad, também recorreram à inteligência artificial.</P><br />
<P>E, para fazer comparações a longo prazo, &#8220;utilizaram dados de núcleos de gelo do Colle Gnifetti, na fronteira suíço-italiana&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;As partículas de pó retidas no gelo do glaciar alpino ao longo dos últimos séculos revelam que ali a concentração de poeira do deserto mais do que duplicou ao longo da industrialização &#8212; ou seja, nos últimos 150 anos&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>Os cientistas receiam que as concentrações de pó do deserto continuem a aumentar devido à dessecação do Saara, prejudicando parcialmente os esforços para conter a poluição atmosférica por partículas causada pelo homem (transportes, indústria, etc), que tem diminuído na Europa graças a regulamentos rigorosos.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;alterações dos padrões de circulação atmosférica estão a trazer ventos cada vez mais fortes&#8221; daquela região para o continente europeu. </P><br />
<P>Segundo Dällenbach, crê-se que &#8220;o aumento da poeira do deserto é, pelo menos, facilitado pelas emissões humanas de gases com efeito de estufa e pelo aquecimento global associado&#8221;, o que leva a &#8220;condições mais secas em certas regiões e à expansão dos desertos&#8221;.</P><br />
<P>Em relação às consequências para a saúde das elevadas concentrações, os efeitos a longo prazo (doenças pulmonares, asma e bronquite) &#8220;só poderiam ser definitivamente comprovados com extensos estudos de longa duração&#8221;, mas &#8220;o aumento imediato da mortalidade em dias com níveis altos de poeira do deserto no ar está bem documentado: um número consideravelmente maior de pessoas morre com ataques cardíacos e problemas respiratórios&#8221; nesses dias.</P><br />
<P>Petros Vasilakos diz que &#8220;o número de tempestades que transportam poeira do deserto do Saara e do deserto da Arábia não aumentou&#8221;, mas estas tornaram-se &#8220;mais intensas ao longo dos dez anos estudados e, como resultado, transportam agora mais poeira para a Europa do que antes.&#8221;</P><br />
<P>E, ao contrário das partículas nocivas devido aos gases de escape e ao fumo das chaminés, estas &#8220;não podem ser reduzidas por intervenção direta&#8221;.</P><br />
<P>Sugere-se a criação de sistemas de alerta para concentrações elevadas de pó do deserto, semelhantes aos utilizados para partículas urbanas, como o poluente ozono.</P><br />
<P>Isto permitiria que os mais vulneráveis pudessem tomar precauções e que os fornecedores de energia estivessem mais atentos à acumulação das poeiras nos painéis solares o que reduz a produção de eletricidade, para o compensar e manter a estabilidade da rede.</P></p>
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		<title>Guerras esgotam arsenais dos EUA e Trump exige produção acelerada de armas aos gigantes da defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:21:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Guerras na Ucrânia e no Médio Oriente estão a consumir reservas de mísseis e munições e a expor fragilidades nas cadeias de abastecimento americanas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump prepara-se para dirigir uma mensagem direta aos maiores fabricantes de armamento dos Estados Unidos: a indústria de defesa tem de produzir mais e fazê-lo muito mais depressa. As guerras na Ucrânia e no Médio Oriente estão a consumir reservas de mísseis e munições e a expor fragilidades nas cadeias de abastecimento americanas.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, o presidente dos Estados Unidos participa esta quarta-feira numa mesa-redonda com altos responsáveis militares, dirigentes das principais empresas de defesa, tecnológicas e investidores. O encontro encerra a Cimeira de Defesa e Inovação, realizada no U.S. Army War College, na Pensilvânia.</p>
<p>Trump deverá exigir um aumento substancial da capacidade industrial e anunciar novos investimentos no setor da defesa naquele estado. A administração considera que a atual produção não acompanha o ritmo das operações militares nem permite repor rapidamente o material enviado para os aliados.</p>
<p>A pressão já tinha sido transmitida na terça-feira pelo general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA. “Vão mais depressa. Por favor, vão mais depressa. Pensem de forma mais ousada”, pediu aos representantes da indústria, defendendo que as empresas têm de acompanhar a velocidade da guerra moderna.</p>
<p>Os Estados Unidos enviaram armamento no valor de milhares de milhões de dólares para países aliados e consumiram grandes quantidades de munições de precisão nas suas próprias operações. Esta procura está a levantar dúvidas sobre os níveis disponíveis de intercetores, mísseis e outros sistemas considerados essenciais.</p>
<p>De acordo com o &#8216;The Independent&#8217;, Trump tem pressionado pessoalmente os fabricantes. No final de junho, reuniu na Casa Branca empresas produtoras de munições para exigir um aumento do volume e maior rapidez nas entregas.</p>
<p>A Casa Branca vê também este esforço como parte de uma estratégia mais ampla para reconstruir a capacidade industrial dos Estados Unidos. O investimento do Pentágono deverá servir para abrir novas fábricas, reforçar fornecedores nacionais e desenvolver métodos de fabrico mais rápidos.</p>
<p>A subida da procura está igualmente a alterar o setor. Empresas emergentes financiadas por investidores de Silicon Valley começam a desafiar os grandes contratantes tradicionais, prometendo fabricar sistemas militares de forma mais rápida e barata.</p>
<p>Fabricantes estabelecidos, entre os quais a Northrop Grumman e a L3Harris, estão entretanto a investir em impressão 3D e noutras técnicas avançadas para acelerar a produção de motores de foguetes, componentes de mísseis e equipamento crítico.</p>
<p>Michael Duffey, responsável pelas aquisições do Pentágono, explicou que o Departamento da Defesa está a recorrer a contratos de longo prazo para dar às empresas maior segurança antes de investirem na expansão das fábricas.</p>
<p>Cerca de 20 mil milhões de dólares, aproximadamente 17,5 mil milhões de euros, em investimento privado já estarão associados a planos para aumentar a produção de mísseis Patriot e de outros sistemas com elevada procura. A conversão é aproximada e utiliza a taxa de referência do Banco Central Europeu de 15 de julho.</p>
<p>“O ambiente mundial exige agora que produzamos a esta escala, a esta velocidade e neste volume”, afirmou Duffey. Para Washington, a questão deixou de ser apenas desenvolver armamento mais avançado: é conseguir fabricá-lo em quantidade suficiente antes que os arsenais sejam pressionados ainda mais.</p>
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		<item>
		<title>Operação Oráculo: PJ detém funcionária judicial suspeita de divulgar online imagens de vítimas e peças processuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:01:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Funcionária está fortemente indiciada pelos crimes de abuso de poder, violação de segredo por funcionário, violação de segredo de justiça, acesso ilegítimo, acesso indevido e desvio de dados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma funcionária judicial de 28 anos foi detida pela Polícia Judiciária por suspeitas de ter acedido ilegalmente a bases de dados e sistemas restritos da Justiça, utilizando depois a informação recolhida para divulgar dados pessoais, imagens de vítimas e documentos processuais.</p>
<p>Segundo o &#8216;Correio da Manhã&#8217;, a mulher exercia funções como técnica de Justiça auxiliar e foi detida no âmbito da operação “Oráculo”, conduzida pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica.</p>
<p>A funcionária está fortemente indiciada pelos crimes de abuso de poder, violação de segredo por funcionário, violação de segredo de justiça, acesso ilegítimo, acesso indevido e desvio de dados.</p>
<p>A investigação começou em outubro de 2025, depois de uma denúncia anónima remetida ao Ministério Público. A informação recebida apontava para a utilização indevida de bases de dados institucionais e de sistemas de informação reservados da Justiça.</p>
<p>De acordo com a Polícia Judiciária, a suspeita terá consultado de forma reiterada informação pessoal e processual a que tinha acesso devido às funções exercidas, divulgando depois parte desse conteúdo em comunidades privadas na plataforma Discord.</p>
<p>A partilha era feita em servidores fechados, nos quais a funcionária utilizava o nome “Incognita”. Nesses espaços, terão sido publicados dados pessoais de cidadãos, fotografias de vítimas de criminalidade violenta e peças retiradas de processos judiciais.</p>
<p>Segundo o &#8216;Correio da Manhã&#8217;, a investigação permitiu identificar acessos realizados a partir de equipamentos informáticos de um tribunal, bem como de outras ligações e moradas associadas à suspeita.</p>
<p>As buscas efetuadas permitiram ainda localizar o equipamento móvel alegadamente utilizado e estabelecer uma correspondência entre os locais de acesso, os dispositivos identificados e o percurso profissional da funcionária.</p>
<p>Para a PJ, os elementos recolhidos reforçaram os indícios de que a técnica de Justiça utilizou repetidamente os sistemas internos para obter e divulgar informação protegida por dever de sigilo.</p>
<p>A detida será presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação consideradas adequadas.</p>
<p>O inquérito é dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Almada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789699]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro do Morgan Stanley aumenta 58% no 2.º trimestre para 4.893 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:55:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Morgan Stanley registou um lucro líquido de 5.581 milhões de dólares (cerca de 4.893 milhões de euros) no segundo trimestre do ano, um aumento de 58% face ao período homólogo, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Morgan Stanley registou um lucro líquido de 5.581 milhões de dólares (cerca de 4.893 milhões de euros) no segundo trimestre do ano, um aumento de 58% face ao período homólogo, anunciou hoje a empresa.</P><br />
<P>A instituição financeira norte-americana registou, no final do segundo trimestre, receitas líquidas de 21.348 milhões de dólares (cerca de 18.718 milhões de euros), mais 27% do que no mesmo período de 2025 e mais 4% do que no trimestre anterior.</P><br />
<P>Citado em comunicação, o presidente executivo (CEO), Ted Pick, afirmou que &#8220;a divisão de gestão de património captou um valor recorde de 148.000 milhões de dólares em novos ativos líquidos, atingindo o marco de 10 biliões de dólares em ativos totais de clientes entre as áreas de gestão de património e gestão de investimentos&#8221;, explicou o executivo.</P><br />
<P>O CEO salientou ainda que a empresa continua a &#8220;acumular capital&#8221;, o que lhe confere &#8220;uma maior flexibilidade para investir nos principais negócios e, ao mesmo tempo, gerar uma rentabilidade sólida para os acionistas&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789660]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Deputado do Chega Pedro Frazão condenado a pagar 4 mil euros por difamação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:54:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O deputado do Chega Pedro Frazão foi hoje condenado ao pagamento de uma multa e de uma indemnização, num valor total de quatro mil euros, por ter difamado, em 2021, o atual coordenador do BE, José Manuel Pureza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O deputado do Chega Pedro Frazão foi hoje condenado ao pagamento de uma multa e de uma indemnização, num valor total de quatro mil euros, por ter difamado, em 2021, o atual coordenador do BE, José Manuel Pureza.</P><br />
<P>Na leitura da sentença, que aconteceu hoje no Tribunal Criminal de Lisboa, o juiz aplicou uma multa de 200 dias, a dez euros por dia, o que corresponde a um total de dois mil euros, e aceitou o pedido de indemnização por danos não patrimoniais feito por José Manuel Pureza que corresponde ao pagamento de dois mil euros. </P><br />
<P>&#8220;As redes sociais são meios de disseminação da informação, são meios que têm um alcance global&#8221;, referiu o juiz responsável pelo processo.</P><br />
<P>Em causa está uma publicação nas redes sociais em que, segundo a acusação do Ministério Público a que a Lusa teve acesso, o deputado do Chega lançou a suspeita de que José Manuel Pureza, à data vice-presidente da Assembleia da República, poderia ter praticado um &#8220;crime contra a liberdade e autodeterminação sexual&#8221; de &#8220;uma jovem militante/simpatizante&#8221; do Bloco de Esquerda.</P><br />
<P>&#8220;Já não há Pureza no Bloco de Asquereza? #MeToo&#8221;, escreveu Pedro Frazão na publicação, tendo ainda questionado num comentário:: &#8220;quem será o nojento de 62 anos?&#8221;.</P><br />
<P>Para o Ministério Público, Pedro Frazão &#8220;tinha perfeita consciência&#8221; de que José Manuel Pureza &#8220;pertencia aos órgãos do Bloco de Esquerda, que havia sido eleito deputado por aquele partido e que tinha 62 anos de idade&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789663]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministro admite avaliar possibilidade de adesão a constelação de satélites da NATO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:52:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nuno Melo]]></category>
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					<description><![CDATA[ Questionado diretamente se Portugal também vai aderir a este projeto da NATO, à semelhança de Espanha, o ministro da Defesa disse que não iria "confirmar nem desmentir", indicando que "não há neste momento uma decisão que esteja tomada"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Defesa Nacional admitiu hoje avaliar a possibilidade de adesão à constelação de satélites da NATO e referiu que Portugal está focado na &#8220;concretização da constelação do Atlântico&#8221;.</p>
<p>&#8220;O nosso empenho, no momento, está na concretização da constelação do Atlântico, beneficiando de recursos que são sempre escassos, mas em novos mecanismos de financiamento que foram surgindo ao nível europeu&#8221;, afirmou Nuno Melo.</p>
<p>O ministro falava à agência Lusa e à rádio Observador à margem do seminário &#8220;A nova centralidade dos Açores: Perspetiva estratégico-militar&#8221;, que decorreu no Instituto Universitário Militar, em Lisboa.</p>
<p>&#8220;Para já, o nosso foco é esse, temos ainda um caminho a fazer até atingirmos o número de satélites que permitirão essa constelação&#8221;, afirmou.</p>
<p>Nuno Melo disse que isso &#8220;não invalida uma avaliação que é permanente, quer junto da Força Aérea, quer junto do Estado-Maior General das Forças Armadas&#8221;, do projeto da NATO.</p>
<p>Questionado diretamente se Portugal também vai aderir a este projeto da NATO, à semelhança de Espanha, o ministro da Defesa disse que não iria &#8220;confirmar nem desmentir&#8221;, indicando que &#8220;não há neste momento uma decisão que esteja tomada&#8221;.</p>
<p>Na semana passada, no Fórum da Indústria da Aliança, à margem da cimeira dos chefes de Estado e de Governo da NATO, foi divulgado um projeto para uma &#8220;mega constelação&#8221; de satélites, que terá um custo aproximado de quatro mil milhões de dólares e não conta com a participação de Portugal, que integra, juntamente com Espanha, a Constelação Atlântico.</p>
<p>O governante defendeu também que este &#8220;é um dos casos em que Portugal está muito à frente de Espanha&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quando a presidente da Comissão Europeia elogia o investimento no espaço na Europa, fá-lo focando precisamente Portugal, como sendo o país que está a fazer esse trabalho melhor do que os outros&#8221;.</p>
<p>Na ocasião, o ministro da Defesa foi questionado também sobre o parecer favorável do Conselho Superior de Defesa Nacional a uma &#8220;potencial nova missão multinacional&#8221;.</p>
<p>Instado a esclarecer o âmbito desta missão, Nuno Melo disse que esta é uma matéria que &#8220;tem de ser tratada com reserva pela particularidade do conflito, pela sensibilidade da própria comunicação pública e pela necessidade de se assegurarem um conjunto de circunstâncias que levarão à confirmação da disponibilidade do Estado português&#8221;.</p>
<p>&#8220;Portugal tem disponibilidade para, num contexto de segurança e de cessar-fogo, ajudar à garantia de navegabilidade num estreito, numa dimensão que há de ser precisada num momento posterior. Para já fica a disponibilidade, tratada com toda a reserva, porque estamos a falar de uma situação que à escala global é relevante, é sensível, mas aconselha esta reserva&#8221;, indicou.</p>
<p>Questionado sobre se essa missão está relacionada com o Estreito de Ormuz, Nuno Melo respondeu: &#8220;Tem a ver com o contributo de Portugal junto de aliados para, havendo essa garantia de segurança e obviamente cessar-fogo, à escala das nossas possibilidades técnicas, com recurso às Forças Armadas, ajudarmos no esforço&#8221;.</p>
<p>&#8220;A comunicação dessa definição depende de circunstâncias que ainda não é possível dar como certas, mas garante que Portugal é um parceiro credível junto dos aliados e que, se formos a isso chamados, daremos um passo em frente num esforço coletivo, para vantagem comum, mas com todas estas cautelas que têm de ser asseguradas&#8221;, acrescentou.</p>
<p>No seu discurso durante o seminário, o ministro manifestou a disponibilidade das Forças Armadas contribuírem &#8220;para a segurança marítima no estreito de Ormuz, quando as condições o permitirem&#8221;.</p>
<p>Em 18 de junho, o ministro da Defesa disse que Portugal admite integrar operações de desminagem no Estreito de Ormuz com veículos não tripulados e está a estudar o reforço da participação nas missões europeias no Médio Oriente.</p>
<p>Na altura, Nuno Melo indicou que &#8220;tudo isto que está a ser ponderado e será levado oportunamente a Conselho Superior de Defesa Nacional&#8221;.</p>
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		<title>IRS: Fisco já pagou mais de 2,2 mil milhões de euros em reembolsos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Até 30 de junho foram submetidas 6.404.091 declarações relativas aos rendimentos obtidos em 2025. O valor representa mais 126 mil entregas dentro do prazo comparativamente com o ano anterior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade Tributária e Aduaneira já pagou quase 2,3 milhões de reembolsos de IRS, num montante global superior a 2,2 mil milhões de euros, depois de uma campanha marcada por um novo aumento no número de declarações entregues.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pela administração fiscal à &#8216;Executive Digest&#8217;, até 30 de junho foram submetidas 6.404.091 declarações relativas aos rendimentos obtidos em 2025. O valor representa mais 126 mil entregas dentro do prazo comparativamente com o ano anterior.</p>
<p>O IRS automático foi utilizado em mais de 1,7 milhões de declarações, correspondendo a 27,6% do total. Esta modalidade permite ao contribuinte confirmar uma declaração previamente preparada pelo Fisco, desde que cumpra os requisitos definidos.</p>
<p>Até 12 de julho, a Autoridade Tributária já tinha liquidado mais de seis milhões de declarações, mais 104 mil do que no mesmo dia do ano passado. A liquidação corresponde ao cálculo final do imposto devido por cada contribuinte.</p>
<p>Destas declarações, mais de 2,5 milhões deram origem a reembolsos, num valor total superior a 2,5 mil milhões de euros. Nessa data, estavam já pagos quase 2,3 milhões, num montante superior a 2,2 mil milhões.</p>
<p>Entre os reembolsos processados, cerca de 764 mil resultaram de declarações submetidas através do IRS automático. Neste caso, o prazo médio de pagamento ficou abaixo dos 12 dias.</p>
<p>Do acerto anual do IRS pode resultar um reembolso, um valor adicional a pagar ou uma situação em que o contribuinte não tem qualquer quantia a receber ou a entregar ao Estado. O cálculo considera os rendimentos obtidos entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2025, incluindo salários, pensões, rendas ou rendimentos de capitais.</p>
<p>A Autoridade Tributária tem até 31 de julho para concluir a liquidação das declarações entregues dentro do prazo legal. Já os contribuintes que tenham imposto adicional a pagar devem fazê-lo até 31 de agosto.</p>
<p>Também até 31 de agosto, o Fisco deverá emitir os reembolsos em falta. O pagamento é feito para o IBAN indicado pelo contribuinte ou registado na base de dados da Autoridade Tributária.</p>
<p>Caso não exista um IBAN válido, o valor é enviado por cheque para a morada fiscal. Se o reembolso não for emitido até ao fim de agosto, a administração fiscal fica obrigada a pagar juros indemnizatórios.</p>
<p>A lei determina ainda que não são processados reembolsos inferiores a dez euros. Do mesmo modo, o Fisco não exige o pagamento de valores inferiores a 25 euros quando o acerto final do IRS resulta numa quantia adicional a entregar.</p>
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