A Casa Branca saudou, esta terça-feira, os recentes “acordos marcantes” entre a Arábia Saudita e a Boeing, no valor de 37 mil milhões de dólares (34,46 mil milhões de euros).
“A nossa administração espera trabalhar com a Arábia Saudita e todos os parceiros no Médio Oriente para apoiar uma região mais próspera, segura e integrada, que em última análise beneficie o povo americano”, apontou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre.
Depois do acordo celebrado pela Boeing em fevereiro último, naquela que foi a sua segunda maior transação comercial da sua história para mais de 200 aviões para apoiar a expansão da frota comercial da Air India, chega agora o celebrado com a Riyadh Air, nova companhia aérea de propriedade do fundo soberano da Arábia Saudita, e a Saudia Airlines, também de propriedade do Governo – ao todo são 121 aviões Boeing 787 Dreamliner, equipados com motores General Eletric, se exercer uma opção de compra de 43 outros aviões além dos 78 originais.
Se forem compradas todos os 121 aviões, o acordo vai sustentar mais de um milhão de empregos americanos em 44 estados, revelou a Casa Branca. “Esta parceria é mais um marco em oito décadas de cooperação entre a Arábia Saudita e a indústria americana”, apontou a porta-voz.
A embaixadora saudita nos EUA, princesa Reema bint Bandar, saudou o acordo, refletindo a parceria estratégica duradoura entre os dois países. “Não muito depois da fundação do moderno estado saudita, foram as empresas americanas que ajudaram a construir a nossa jovem economia”, apontou, em comunicado. “E as empresas americanas continuarão a ser uma parte importante do nosso futuro ousado.”












