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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>O erro mais bonito dos ralis: a Subaru queria cinzento, recebeu dourado e criou uma lenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 18:45:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há erros que custam dinheiro, há erros que dão dores de cabeça e há erros que acabam pendurados na parede da história. Foi isso que aconteceu com uma das imagens mais reconhecíveis dos ralis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há erros que custam dinheiro, há erros que dão dores de cabeça e há erros que acabam pendurados na parede da história. Foi isso que aconteceu com uma das imagens mais reconhecíveis dos ralis: o Subaru azul com jantes douradas. A combinação que muitos associam a uma decisão genial de marketing nasceu, afinal, de uma trapalhada logística, revela o &#8216;Carscoops&#8217; a partir das declarações de David Richards, presidente da Prodrive.</p>
<p>A história remonta ao Rali de Monte Carlo de 1997, a primeira prova da nova era WRC para a Subaru. A Prodrive, parceira técnica da marca japonesa, preparava a estreia do novo Impreza WRC97 e o designer Peter Stevens tinha imaginado o carro com jantes em cinzento antracite. O plano era modernizar a imagem do modelo de competição e afastá-lo ligeiramente da estética anterior.</p>
<p>Mas quando chegaram as jantes enviadas pela Speedline, fornecedor italiano da equipa, havia um problema muito visível: não eram cinzentas. Eram douradas. Todas douradas. E, com o arranque do rali à porta, já não havia grande margem para resolver o engano.</p>
<p>David Richards contou no podcast &#8216;The Intercooler&#8217; que a reação inicial foi de choque. A equipa tinha recebido as jantes na cor errada e o designer do carro ficou horrorizado. Ainda assim, havia um rali para disputar. A Subaru avançou para Monte Carlo com as jantes douradas, mesmo que essa não fosse a intenção original.</p>
<p>O detalhe que transformou o erro em lenda veio logo a seguir: a Subaru venceu a prova com Piero Liatti. Depois da vitória, Richards terá ido pedir desculpa ao presidente da Subaru pelo engano e explicar que as jantes iam ser devolvidas para serem pintadas de cinzento. A resposta foi simples: não. A marca já tinha material publicitário feito, a combinação tinha acabado de vencer em Monte Carlo e, a partir daí, as jantes douradas ficavam.</p>
<p>O Carscoops recorda que o Impreza WRC97 acabaria por vencer oito das 14 provas da temporada de 1997, garantindo à Subaru o título de construtores. Colin McRae ficou ainda muito perto do título de pilotos, perdendo por apenas um ponto para Tommi Mäkinen, da Mitsubishi.</p>
<p>A cor dourada, ainda assim, não era completamente estranha ao universo Subaru. O Impreza WRX STI de estrada de 1994 e o Legacy RS de 1993 já tinham usado jantes douradas, numa inspiração ligada às cores do patrocinador State Express 555, presente nos carros de Grupo A. Mas, em 1997, com as novas regras do WRC, a ideia era seguir outro caminho.</p>
<p>Foi o engano da Speedline que impediu esse corte visual. A Subaru podia ter entrado na nova era WRC com jantes cinzentas, mas entrou com douradas, ganhou logo em Monte Carlo e descobriu que, às vezes, a identidade de uma marca não nasce numa reunião de design, mas numa encomenda mal despachada.</p>
<p>Hoje, é quase impossível pensar na Subaru de ralis sem imaginar a carroçaria azul e as jantes douradas. A combinação tornou-se uma assinatura visual, uma memória de infância para muitos fãs dos anos 90 e uma das imagens mais fortes da história do Mundial de Ralis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778731]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Irão interrompe negociações com EUA após novas ameaças de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 18:43:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Irão interrompeu hoje as negociações com os Estados Unidos (EUA) na Suíça, após novas ameaças do Presidente norte-americano, Donald Trump, contra a República Islâmica, informou a agência de notícias estatal IRNA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão interrompeu hoje as negociações com os Estados Unidos (EUA) na Suíça, após novas ameaças do Presidente norte-americano, Donald Trump, contra a República Islâmica, informou a agência de notícias estatal IRNA.</P><br />
<P>&#8220;A delegação da República Islâmica do Irão abandonou o local das negociações&#8221;, informou o órgão oficial do Governo iraniano, explicando que a decisão foi uma resposta às ameaças de Trump durante as conversações realizadas hoje em Bürgenstock, na Suíça.</P><br />
<P>Segundo a IRNA, a delegação iraniana interrompeu as negociações com os EUA, que estavam a ser mediadas pelo Qatar e pelo Paquistão, e abandonou o local após uma reunião com o mediador qatari.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano advertiu hoje o Irão durante as negociações, afirmando que caso o país não impedisse as ações do seu aliado libanês, o Hezbollah, os Estados Unidos retomariam os ataques &#8220;com muita força&#8221; contra o regime iraniano. </P><br />
<P>Além disso, em entrevista à estação televisiva Fox News, Trump alertou Teerão para o encerramento do estreito de Ormuz, afirmando que, se tal acontecesse, &#8220;não teriam mais um país e nem sequer poderiam regressar ao seu&#8221;, numa aparente referência à equipa de negociação iraniana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779362]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Espanha goleia Arábia Saudita e também já espreita 16 &#8216;avos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 18:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Espanha goleou hoje a Arábia Saudita 4-0 e refez-se do arranque menos bom no Mundial2026 de futebol, quando empatou 0-0 com Cabo Verde, ficando mais próxima de assegurar a presença nos 16 avos de final.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Espanha goleou hoje a Arábia Saudita 4-0 e refez-se do arranque menos bom no Mundial2026 de futebol, quando empatou 0-0 com Cabo Verde, ficando mais próxima de assegurar a presença nos 16 avos de final.</P><br />
<P>Um golo de Lamine Yamal, logo aos 10 minutos, acabou com a resistência saudita e conferiu maior confiança aos espanhóis, que chegaram ao intervalo a vencer já por 3-0, após um &#8216;bis&#8217; de Oyarzabal, aos 21 e 24. Tambakti, aos 49, marcou na própria baliza o quarto.</P><br />
<P>Com o triunfo, a Espanha isola-se na frente no Grupo H, com quatro pontos, sendo seguida por Uruguai e Cabo Verde, com um, formações que se defrontam ainda hoje, enquanto a Arábia Saudita é quarta, igualmente com um ponto, mas pior diferença de golos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779361]]></sapo:autor>
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		<title>O erro simples que pode estar a multiplicar as chamadas de spam no seu telefone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 18:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante vários dias seguidos, uma utilizadora descreveu uma experiência cada vez mais comum: chamadas e mensagens de spam a surgir com frequência elevada, por vezes a cada poucos minutos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante vários dias seguidos, uma utilizadora descreveu uma experiência cada vez mais comum: chamadas e mensagens de spam a surgir com frequência elevada, por vezes a cada poucos minutos. Entre contactos aparentemente legítimos, como mensagens atribuídas a tribunais ou chamadas identificadas como “potencial spam”, a sensação de sobrecarga tornou-se evidente.</p>
<p>Apesar de se considerar relativamente informada sobre tecnologia, rapidamente percebeu que até mensagens e chamadas que pareciam credíveis faziam parte de um padrão mais amplo de spam. A dúvida que se impôs foi simples: porque é que estas chamadas estão a aumentar?</p>
<p>Segundo especialistas em cibersegurança, a resposta pode estar ligada a um comportamento aparentemente inofensivo: atender chamadas de números desconhecidos.</p>
<p><strong>O hábito de atender números desconhecidos</strong><br />
O comportamento em causa é comum: atender chamadas de números que não estão guardados na lista de contactos, muitas vezes por receio de que se trate de um médico, um serviço importante ou um contacto pessoal legítimo.</p>
<p>O problema, explicam especialistas ao HuffPost, é que este simples gesto pode ter consequências inesperadas. Mesmo verificar o número através do indicativo ou confiar em identificações do telefone não é suficiente para garantir segurança.</p>
<p>De acordo com Stanislav Kazanov, responsável de GRC e cibersegurança na Innowise, os burlões recorrem frequentemente a técnicas como o “neighborhood spoofing”, que permite mascarar a origem real da chamada.</p>
<p>“Isto permite disfarçar a localização verdadeira e até usar números com o mesmo indicativo ou com dígitos semelhantes aos do próprio utilizador”, explicou.</p>
<p><strong>Como uma simples chamada pode validar o seu número</strong><br />
O impacto de atender uma chamada desconhecida vai além do contacto imediato. Segundo especialistas, muitas destas chamadas têm como objetivo confirmar se um número está ativo.</p>
<p>Kazanov explica que, muitas vezes, o primeiro contacto não é sequer uma tentativa direta de fraude, mas sim uma verificação automatizada. “O objetivo principal é perceber se há alguém real a atender e se o número está ativo”, referiu.</p>
<p>Este processo, conhecido informalmente como “prova de vida”, permite aos sistemas automatizados identificar números válidos. Mesmo uma simples resposta como “está?” já pode ser suficiente para confirmar a existência de um utilizador real.</p>
<p>Essa informação tem valor significativo para redes de spam, que passam a classificar o número como ativo e mais valioso.</p>
<p><strong>O valor dos dados para redes de spam</strong><br />
Segundo o especialista em cibersegurança e autor de “The Cyber Threat”, Bob Gourley, estas chamadas geram dados comportamentais relevantes: quem atende, a que horas atende e quanto tempo permanece na chamada.</p>
<p>Esses padrões permitem criar perfis detalhados. Por exemplo, é possível identificar utilizadores mais propensos a atender chamadas de manhã ou aqueles que desligam rapidamente.</p>
<p>Com base nestes dados, o número passa de “desconhecido” para “verificado e ativo”, o que aumenta significativamente a sua exposição a novas campanhas de spam.</p>
<p>Além disso, sistemas automáticos conseguem gerar milhares de chamadas por minuto, permitindo que listas de contactos sejam rapidamente validadas e posteriormente revendidas.</p>
<p>Kazanov acrescenta que estes números podem acabar distribuídos por várias redes criminosas. “Cada vez que atende uma chamada de spam, o seu número pode ser classificado como válido e partilhado entre diferentes redes”, explicou.</p>
<p><strong>O efeito de rede e a monetização dos números</strong><br />
Outro especialista em identidade digital, Conor White, da Daon, explica que uma parte significativa das chamadas de spam provém de grupos que partilham bases de dados de contactos validados.</p>
<p>Quando um número é identificado como “ativo”, passa a integrar sistemas automatizados e redes de afiliados, sendo explorado repetidamente.</p>
<p>Este processo faz com que, na prática, um único contacto com uma chamada de spam possa desencadear um aumento contínuo de chamadas futuras.</p>
<p><strong>Outros fatores que explicam o aumento de spam</strong><br />
Para além do comportamento dos utilizadores, existem outros fatores que ajudam a explicar o crescimento das chamadas de spam:</p>
<p>fugas de dados em empresas ou aplicações, que expõem números de telefone a bases de dados ilegais na dark web<br />
utilização de sistemas de inteligência artificial e vozes sintéticas para automatizar chamadas em massa<br />
integração de bases de dados entre diferentes redes criminosas, que facilita a reutilização de contactos validados</p>
<p>Mesmo ações aparentemente inofensivas, como responder a mensagens de spam ou clicar em opções de “cancelar subscrição”, podem confirmar aos sistemas que o número está ativo.</p>
<p>Especialistas alertam que qualquer interação com chamadas ou mensagens de origem desconhecida pode aumentar a exposição a spam.</p>
<p>“Se suspeita que é spam, provavelmente é mesmo spam”, afirmou White, sublinhando que a melhor estratégia é simplesmente não atender.</p>
<p>A recomendação geral é clara: evitar qualquer interação com contactos desconhecidos ou suspeitos, reduzindo assim a probabilidade de validação do número em sistemas automatizados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778854]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Negociador iraniano aconselha EUA a medir palavras após ameaças de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 17:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe dos negociadores iranianos  aconselhou hoje os Estados Unidos a "pesarem as palavras", depois do Presidente norte-americano ter ameaçado atacar o Irão, durante as negociações na Suíça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe dos negociadores iranianos  aconselhou hoje os Estados Unidos a &#8220;pesarem as palavras&#8221;, depois do Presidente norte-americano ter ameaçado atacar o Irão, durante as negociações na Suíça.</P><br />
<P>&#8220;Mais vale ponderarem as palavras. As nossas forças armadas estão prontas para responder a elas de forma diferente&#8221;, disse Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do parlamento iraniano, nas redes sociais, sem nomear Donald Trump, mas numa referência explícita à mais recente mensagem do líder dos EUA.</P><br />
<P>Antes, Trump tinha instado Teerão a impedir que os aliados do regime no Líbano, referindo-se ao grupo xiita Hezbollah, &#8220;causassem problemas&#8221;, caso contrário os Estados Unidos iam retomar os ataques ao Irão.</P><br />
<P>&#8220;O Irão deve imediatamente impedir que os seus aliados altamente bem pagos no Líbano causem problemas. Se não o fizerem, atacaremos o Irão com muita força outra vez, tal como fizemos na semana passada, só que com mais força!!&#8221;, escreveu Trump na sua rede Truth Social.</P><br />
<P>Os combates entre o Hezbollah e Israel têm vindo a acalmar desde a noite de sábado no sul do Líbano, onde Israel afirmou querer permanecer numa zona segura, o que o Hezbollah considerou impossível.</P><br />
<P>As declarações de Ghalibaf surgiram enquanto Teerão e Washington realizam as primeiras conversações na Suíça, mediadas pelo Paquistão e pelo Qatar, desde a assinatura, na semana passada, de um memorando de entendimento destinado a um fim duradouro das hostilidades no Médio Oriente.</P><br />
<P>A agência de notícias Fars do Irão afirmou que as ameaças levaram à suspensão das negociações. Esta afirmação não foi imediatamente confirmada por uma fonte oficial.</P><br />
<P>A televisão estatal iraniana relatou esta tarde uma pausa nas negociações na Suíça e adiantou que o programa nuclear iraniano não tinha sido discutido.</P><br />
<P>&#8220;Não houve negociações relativas ao programa nuclear do Irão durante os 80 minutos da primeira ronda de conversações&#8221;, afirmou, acrescentando que as discussões tinham estado centradas no cumprimento do memorando de entendimento alcançado entre Teerão e Washington, bem como na situação no Líbano.</P><br />
<P>A primeira cláusula do memorando de entendimento assinado remotamente na quarta-feira por Donald Trump e pelo Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, estipula que os dois países se comprometem a &#8220;abster-se da ameaça ou uso da força um contra o outro&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779360]]></sapo:autor>
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		<title>Pressão sobre Starmer para se demitir deixa futuro dos Trabalhistas e do Reino Unido em aberto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 17:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, está sob intensa pressão para se demitir e espera-se uma declaração sobre o seu futuro na segunda-feira, mas o processo de sucessão pode levar semanas ou meses. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, está sob intensa pressão para se demitir e espera-se uma declaração sobre o seu futuro na segunda-feira, mas o processo de sucessão pode levar semanas ou meses. </P><br />
<P>O jornal Observer foi o primeiro a avançar, no domingo, que Starmer ia &#8220;definir um calendário para a sua saída&#8221; na segunda-feira, seguindo-se notícias nesse sentido por outros meios de comunicação britânicos.</P><br />
<P>O ministro da Economia britânico, Peter Kyle, não desmentiu, em entrevista às estações Sky News e BBC, confirmando que Starmer consultou uma série de pessoas nos últimos dias e estava a &#8220;refletir sobre as realidades políticas, os desafios e as oportunidades com que se confronta&#8221;.</P><br />
<P>Kyle fazia uma referência à eleição do presidente da câmara de Manchester, Andy Burnham, como deputado por Makerfield na sexta-feira, posição que lhe permite concorrer à liderança dos Trabalhistas (Labour) numa eleição interna.</P><br />
<P>O tom deste aliado do primeiro-ministro foi mais cauteloso do que aquele usado por Starmer na sexta-feira, quando reiterou que não pretendia demitir-se e pretendia recandidatar-se se fosse desafiado.</P><br />
<P>&#8220;Vamos encontrar uma forma para que, aconteça o que acontecer, exista um processo funcional&#8221;, garantiu Kyle.</P><br />
<P>Se Keir Starmer se demitir de líder do Partido Trabalhista, inicia-se o processo de uma eleição interna, cujo calendário será determinado pelo comité nacional. </P><br />
<P>Os candidatos à sucessão terão de ter o apoio de pelo menos 20% do grupo parlamentar do &#8216;Labour&#8217;, ou seja, 81 entre os atuais 403. </P><br />
<P>Depois de uma vitória confortável em Makerfield com 55% dos votos, Andy Burnham é considerado por analistas e imprensa o favorito. Se não tiver adversários, poderá ser &#8220;coroado&#8221; rapidamente. </P><br />
<P>Mas o antigo ministro da Saúde Wes Streeting já declarou a intenção de concorrer e outros candidatos podem ainda surgir, prolongando o processo. </P><br />
<P>Desde 2018, é também requerido que os candidatos obtenham o apoio de 5% das concelhias trabalhistas ou de pelo menos três entidades afiliadas do partido, como sindicatos.</P><br />
<P>Os candidatos são depois sujeitos ao escrutínio dos militantes, que votam nos candidatos de ordem de preferência. O vencedor será aquele com mais de 50% dos votos. </P><br />
<P>O Partido Trabalhista reúne-se em congresso de 27 a 30 de setembro, pelo que a eleição e preparativos para a transição podem acontecer durante as férias parlamentares de verão.  </P><br />
<P>Só após ser encontrado um sucessor é que Starmer vai apresentar a demissão ao Rei, que chamará então o líder do Partido Trabalhista para formar governo enquanto líder do partido com maioria parlamentar.</P><br />
<P>Keir Starmer foi eleito há 23 meses com uma maioria absoluta nas eleições legislativas, mas o mandato como primeiro-ministro tem sido marcado por controvérsias e recuos políticos.</P><br />
<P>A mais grave foi a nomeação de Peter Mandelson para embaixador britânico nos Estados Unidos, apesar de saber que Mandelson manteve contacto com o pedófilo norte-americano Jefrey Epstein depois de este ter sido condenado em 2008 por aliciar uma menor de 14 anos.</P><br />
<P>Posteriormente, os maus resultados nas eleições locais e regionais de maio desencadearam uma série de demissões no Governo e declarações de cerca de 100 deputados a pedir a saída do atual primeiro-ministro. </P><br />
<P>Starmer é bastante impopular junto de grande parte da população e o Partido Trabalhista caiu nas sondagens, lideradas pelo Partido Reformista, formação populista de direita anti-imigração, há quase dois anos.</P><br />
<P>O potencial sucessor de Starmer será o sétimo primeiro-ministro em 10 anos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779359]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Hezbollah recusa zona de segurança com tropas israelitas no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 17:08:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder do movimento xiita Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou hoje qualquer zona de segurança com forças israelitas no sul do Líbano, depois de Israel ter dito que ia manter o exército no local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do movimento xiita Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou hoje qualquer zona de segurança com forças israelitas no sul do Líbano, depois de Israel ter dito que ia manter o exército no local.</P><br />
<P>Manter as forças israelitas em solo libanês &#8220;é impossível&#8221; e &#8220;não existem zonas seguras para Israel&#8221;, afirmou o chefe do grupo pró-iraniano numa declaração transmitida pela televisão.</P><br />
<P>&#8220;Temos um exército libanês que é o único capaz de ser mobilizado e responsável por salvaguardar a soberania [do Líbano] e é com ele que cooperamos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A posição do líder do grupo apoiado pelo Irão surgiu depois de o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Israel Katz, terem garantido que as tropas israelitas vão manter-se &#8220;na zona de segurança&#8221; no sul do Líbano.</P><br />
<P>Netanyahu reiterou já que o exército israelita vai continuar no sul do Líbano &#8220;pelo tempo que for necessário&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Permaneceremos na zona de segurança no sul do Líbano pelo tempo necessário para proteger o povo do norte [de Israel], que nos é querido, bem como todos os cidadãos do Estado&#8221;, disse Netanyahu numa cerimónia de homenagem ao irmão, que morreu em combate em 1976.</P><br />
<P>&#8220;Independentemente dos desenvolvimentos diplomáticos que virão, não permitirei que o Irão adquira armas nucleares. Enquanto eu for primeiro-ministro de Israel, isso não acontecerá&#8221;, insistiu. </P><br />
<P>Também o ministro da Defesa israelita tinha afirmado antes que as forças armadas vão manter-se &#8220;na zona de segurança do Líbano&#8221; e operam &#8220;sem restrições&#8221;.</P><br />
<P>Israel e Hezbollah não registaram hoje combates, depois de sexta-feira e sábado terem sido dos dias mais sangrentos desde o início do conflito, com mais de 120 mortos causados por ataques israelitas, segundo o Ministério da Saúde libanês. </P><br />
<P>O cessar-fogo entre as forças israelitas e o grupo xiita estava previsto no memorando de entendimento assinado na quarta-feira pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pelo homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian.</P><br />
<P>A trégua entrou em vigor no sábado, mas ambos os lados acusaram-se mutuamente de violações.</P><br />
<P>Teerão anunciou no sábado que ia voltar a encerrar o estreito de Ormuz, o que não aconteceu até agora, responsabilizando os EUA pelos ataques israelitas no sul do Líbano.</P><br />
<P>O secretário da Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou já que a passagem de petroleiros pelo estreito de Ormuz se mantém em números semelhantes aos de antes do início da guerra com o Irão, a 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Em entrevista à rede norte-americana Fox, Wright disse que &#8220;nas últimas 24 horas, 67 navios passaram pelo estreito de Ormuz, no dia anterior tinham sido 55&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Então, o trânsito está agora a fluir normalmente pelo estreito,&#8221; insistiu.</P><br />
<P>Estados Unidos e Irão iniciaram esta tarde conversações para pôr fim à guerra, num encontro na cidade suíça de Bürgenstock, mediadas pelo Paquistão e pelo Qatar.</P><br />
<P>O memorando de entendimento estipulou um prazo de 60 dias para negociações, que deverão incidir sobre o estreito de Ormuz, a situação no Líbano e o programa nuclear iraniano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779358]]></sapo:autor>
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		<title>UE tem nova &#8216;diretiva dos pequenos-almoços&#8221;. Mudam regras para sumos, compotas e mel nos supermercados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 17:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia já começou a aplicar uma nova legislação alimentar que está a provocar mudanças visíveis nos supermercados e na forma como vários produtos do dia a dia são apresentados ao consumidor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia já começou a aplicar uma nova legislação alimentar que está a provocar mudanças visíveis nos supermercados e na forma como vários produtos do dia a dia são apresentados ao consumidor. Conhecida informalmente como a “diretiva dos pequenos-almoços”, esta medida representa uma das alterações regulatórias mais amplas dos últimos anos no setor alimentar europeu.</p>
<p>A nova legislação resulta da Diretiva (UE) 2024/1438, que altera normas anteriores em vigor desde 2001 e obriga todos os Estados-membros a adaptar as respetivas legislações nacionais. Em países como Espanha, essa adaptação foi feita através de um real decreto aprovado em novembro, dentro do prazo estabelecido.</p>
<p>A aplicação efetiva da diretiva começou a 14 de junho de 2026, o que significa que, durante um período transitório, continuam a coexistir produtos já adaptados com outros ainda não atualizados, até esgotamento de stock.</p>
<p><strong>O que muda com a diretiva dos pequenos-almoços</strong><br />
A nova regulamentação europeia incide sobretudo sobre sumos, compotas, geleias, mel e leite em pó, com o objetivo de uniformizar definições e aumentar a transparência para o consumidor. A intenção das instituições europeias é tornar mais clara a composição destes produtos e reduzir ambiguidades na rotulagem.</p>
<p>Nos sumos embalados, por exemplo, passam a surgir indicações mais explícitas sobre o conteúdo real do produto, incluindo esclarecimentos adicionais em versões com baixo teor de açúcar, reforçando a distinção entre diferentes tipos de preparação.</p>
<p><strong>Novas regras para compotas, geleias e marmeladas</strong><br />
A diretiva estabelece critérios mais rigorosos para a definição de produtos à base de fruta. No caso das compotas, estas passam a ser descritas como misturas com consistência gelificada adequada, compostas por açúcares, polpa ou puré de uma ou várias frutas e água.</p>
<p>Além disso, são definidos mínimos obrigatórios de fruta: a compota deve conter pelo menos 450 gramas de polpa ou puré por cada quilo de produto, enquanto a compota extra deve ser feita com, no mínimo, 500 gramas de polpa não concentrada por quilo.</p>
<p>No caso das chamadas “marmelada” de citrinos, a quantidade mínima de fruta não pode ser inferior a 200 gramas por quilo de produto. A legislação permite ainda que a designação especifique o tipo de citrino utilizado, em vez do termo genérico.</p>
<p><strong>Alterações na rotulagem dos sumos</strong><br />
Os sumos de fruta passam a estar sujeitos a regras mais detalhadas de rotulagem, com o objetivo de clarificar a sua composição. Uma das indicações que poderá surgir nos rótulos é a frase de que os sumos “contêm apenas açúcares naturalmente presentes”, reforçando a distinção entre açúcares adicionados e naturais.</p>
<p>A nova regulamentação distingue três categorias de produto: sumos de fruta com baixo teor de açúcar, sumos de fruta com baixo teor de açúcar a partir de concentrado e sumos de fruta concentrados com baixo teor de açúcar. Esta diferenciação pretende facilitar a compreensão do consumidor sobre o tipo de processamento utilizado.</p>
<p><strong>Novas exigências para o mel</strong><br />
No caso do mel, a diretiva introduz a obrigatoriedade de indicar na embalagem o país ou países de origem do néctar, apresentados por ordem decrescente de proporção. Esta informação torna-se obrigatória em toda a União Europeia.</p>
<p>A medida visa aumentar a transparência e reforçar o controlo sobre possíveis práticas de fraude, especialmente em produtos que resultam da mistura de méis de diferentes origens.</p>
<p><strong>Período de transição nos supermercados</strong><br />
A implementação das novas regras está a ser feita de forma gradual, permitindo que produtos fabricados antes da entrada em vigor possam continuar a ser comercializados até ao esgotamento de stock. Por esse motivo, é possível encontrar temporariamente nos supermercados produtos com rotulagens diferentes, consoante o momento da sua produção.</p>
<p>A nova diretiva europeia representa uma mudança significativa na regulamentação de produtos alimentares associados ao pequeno-almoço. Com regras mais rigorosas sobre composição e rotulagem, a União Europeia pretende aumentar a transparência e reforçar a confiança dos consumidores.</p>
<p>Embora muitas das alterações possam parecer subtis, o impacto será progressivo e visível nas prateleiras dos supermercados, com mudanças nos rótulos de sumos, compotas e mel ao longo dos próximos meses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778823]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Hezbollah está numa &#8220;situação muito difícil&#8221; &#8211; exército israelita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 16:02:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, afirmou hoje que o movimento xitta Hezbollah está numa "situação muito difícil", durante uma visita a tropas destacadas no sul do Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, afirmou hoje que o movimento xitta Hezbollah está numa &#8220;situação muito difícil&#8221;, durante uma visita a tropas destacadas no sul do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;O Hezbollah sofreu um golpe severo e significativo&#8221; e &#8220;está numa situação muito difícil&#8221;, disse o tenente-general Eyal Zamir, citado num comunicado das Forças de Defesa de Israel (FDI).</P><br />
<P>O responsável militar afirmou que o exército estava pronto &#8220;para continuar as operações para impedir a reconstrução&#8221; do movimento libanês apoiado pelo Irão.</P><br />
<P>As forças israelitas no sul do Líbano têm prosseguido a ofensiva, apesar de ter sido declarado um cessar-fogo no sábado, alegando estar a responder a ataques do Hezbollah.</P><br />
<P>Segundo o Ministério da Saúde libanês, mais de 120 pessoas morreram em ataques israelitas nas últimas 48 horas. </P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita afirmou que as forças armadas vão manter-se &#8220;na zona de segurança do Líbano&#8221; e operam &#8220;sem restrições&#8221;, depois de Teerão ter considerado prioritário o conflito entre Israel e Hezbollah nas conversações com os Estados Unidos em curso na Suíça. </P><br />
<P>Segundo o ministro da Defesa, &#8220;todas as conquistas das FDI na campanha no Líbano estão a ser mantidas&#8221;.</P><br />
<P>Israel Katz insistiu que as forças israelitas &#8220;não se vão retirar da zona de segurança no Líbano&#8221;, como tem afirmado o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu.</P><br />
<P>O cessar-fogo no Líbano está previsto no memorando de entendimento assinado na quarta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian.</P><br />
<P>O Irão declarou que a situação no Líbano ia ser o principal tema das conversações com os Estados Unidos a decorrer na Suíça, com a mediação do Paquistão e do Qatar.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, e o presidente do parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, que tem encabeçado as negociações, do lado de Teerão, bem como o vice-presidente dos EUA, JD Vance, participaram no encontro na cidade suíça de Bürgenstock.</P><br />
<P>O exército israelita anunciou no sábado à noite que estava a encerrar as &#8220;operações proativas&#8221; no país, um dia depois de os EUA terem anunciado um novo cessar-fogo, uma vez que o anterior, em vigor desde 17 de abril, nunca tinha sido respeitado. </P><br />
<P>O Irão considera os ataques israelitas no Líbano uma violação de uma cláusula do tratado e da responsabilidade dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Em retaliação, no sábado, as forças armadas iranianas anunciaram que estavam &#8220;a encerrar&#8221; novamente o estreito de Ormuz, uma via navegável crucial por onde transitavam cerca de 20% do petróleo mundial antes da guerra iniciada em 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779357]]></sapo:autor>
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		<title>Adeus à luta com a sombrinha? Novo toldo ajusta-se sozinho ao vento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/adeus-ao-guarda-sol-tradicional-novo-toldo-insuflavel-conquista-as-praias-e-da-sombra-a-quatro-pessoas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 16:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, o guarda-sol foi um dos acessórios indispensáveis para quem procura proteção contra o sol nas praias. Contudo, um novo produto está a captar atenções e a ganhar popularidade graças a um conceito que pretende resolver alguns dos problemas mais comuns associados aos modelos tradicionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, o guarda-sol foi um dos acessórios indispensáveis para quem procura proteção contra o sol nas praias. Contudo, um novo produto está a captar atenções e a ganhar popularidade graças a um conceito que pretende resolver alguns dos problemas mais comuns associados aos modelos tradicionais. O ShadeSock, desenvolvido pela empresa Jobean, apresenta-se como o primeiro toldo ultraleve insuflável pelo vento e promete oferecer mais espaço de sombra, maior estabilidade e uma utilização mais simples em ambiente de praia.</p>
<p>Com a chegada do verão e o aumento da procura por zonas de sombra nas praias, muitos veraneantes continuam a enfrentar dificuldades na instalação dos guarda-sóis convencionais. Entre mastros difíceis de fixar na areia, estruturas instáveis perante o vento e uma área de cobertura limitada, a experiência nem sempre corresponde às expectativas. Foi precisamente para responder a estes desafios que surgiu o ShadeSock, uma solução que dispensa mecanismos tradicionais de abertura e que utiliza a própria força do vento para funcionar.</p>
<p>Segundo o fabricante, o equipamento insufla-se automaticamente através de um sistema patenteado que capta o vento sem o repelir, permitindo manter a estrutura estável e silenciosa. Ao contrário de outras soluções semelhantes, não possui aletas e consegue suportar rajadas de vento até 20 quilómetros por hora. Além disso, incorpora um sistema rotativo de 360 graus que ajusta automaticamente a posição da estrutura à direção do vento, eliminando a necessidade de reajustes constantes por parte dos utilizadores.</p>
<p>Outra das características destacadas pela empresa é a rapidez de montagem. De acordo com a Jobean, o processo demora apenas entre dois e três minutos. Depois de instalado, bastam algumas rajadas de vento para que o toldo fique totalmente insuflado e operacional. O ShadeSock integra ainda duas camadas de tecido com proteção solar UPF 50+, obrigando os raios solares a atravessarem ambos os materiais antes de chegarem aos utilizadores. Segundo o fabricante, esta solução proporciona um nível de proteção superior ao normalmente encontrado em muitos sistemas de sombra convencionais.</p>
<p>Em termos de dimensões, o toldo mede aproximadamente 2,4 metros por 3 metros, oferecendo uma área de sombra suficiente para acomodar confortavelmente até quatro pessoas. A pensar no transporte e armazenamento, o produto é fornecido numa bolsa com compartimentos separados para a estrutura e para os restantes elementos do sistema. O espaço disponível permite ainda guardar objetos habitualmente utilizados na praia, como toalhas, óculos de sol, livros ou brinquedos.</p>
<p>O ShadeSock pesa cerca de quatro quilogramas e está disponível por 279,99 dólares, o equivalente a cerca de 240 euros. O produto é comercializado através do site oficial da Jobean e também em plataformas de comércio eletrónico como a Amazon, onde se encontra atualmente esgotado. A crescente atenção em torno deste acessório tem sido impulsionada pela divulgação de vídeos virais nas redes sociais, especialmente no TikTok, contribuindo para aumentar a curiosidade dos consumidores e para alimentar o debate sobre se o tradicional guarda-sol poderá, no futuro, perder espaço para soluções mais modernas e tecnológicas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778846]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu ex-presidente de Timor-Leste Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 15:34:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo chefe de Estado timorense e presidente da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), Francisco Guterres "Lu Olo", morreu hoje em Kuala Lumpur, na Malásia, anunciou a família.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo chefe de Estado timorense e presidente da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, morreu hoje em Kuala Lumpur, na Malásia, anunciou a família. </P><br />
<P>Na mensagem, divulgada na página oficial do antigo chefe de Estado na rede social Facebook, a família comunicou com &#8220;profunda tristeza e enorme pesar&#8221; que &#8220;Lu Olo&#8221; &#8220;faleceu hoje no Hospital Prince Court em Kuala Lumpur, Malásia, após ter recebido tratamento médico intensivo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A sua partida representa uma perda para a sua esposa, filhos e toda a família, para a Fretilin, para os seus companheiros de luta e para todos os que partilharam com ele o sonho e a construção de um Timor-Leste livre, democrático e soberano&#8221;, pode ler-se na mensagem.</P><br />
<P>A família remeteu para mais tarde informações relativas às cerimónias fúnebres.</P><br />
<P>&#8220;Pedimos a todos que respeitem a privacidade da família neste momento difícil, unindo-se a nós em oração e prestando homenagem à sua memória, ao seu legado e à sua dedicação ao povo timorense&#8221;, acrescentou a família na mesma mensagem.</P><br />
<P>Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221; foi Presidente de Timor-Leste entre 2017 e 2022 e antigo presidente da Assembleia Constituinte e do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Enquanto presidente da Assembleia Constituinte, &#8220;Lu Olo&#8221; proclamou oficialmente a restauração da independência de Timor-Leste, em 20 de maio de 2002, tendo, depois, dado posse a Xanana Gusmão como Presidente da República.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779356]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Não é lixo, é decoração: ideias para reutilizar telefones fixos antigos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 15:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, o telefone fixo foi um dos equipamentos mais importantes das casas portuguesas. Ligado por cabo e limitado à realização e receção de chamadas, era um elemento indispensável do quotidiano familiar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, o telefone fixo foi um dos equipamentos mais importantes das casas portuguesas. Ligado por cabo e limitado à realização e receção de chamadas, era um elemento indispensável do quotidiano familiar. No entanto, a popularização dos telemóveis e, mais tarde, dos smartphones, reduziu drasticamente a sua utilidade prática, levando muitos destes aparelhos a serem guardados em arrecadações, gavetas ou sótãos.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol elEconomista.es, apesar de terem perdido protagonismo, os antigos telefones fixos estão a ganhar uma nova vida graças às tendências de reutilização criativa que se multiplicam nas redes sociais e em plataformas de inspiração como o Pinterest. Em vez de serem descartados, muitos utilizadores estão a transformá-los em peças decorativas originais para as suas casas.</p>
<p>Uma das ideias mais populares passa por aproveitar a estrutura exterior do aparelho para criar um suporte decorativo para plantas. Após a remoção dos componentes internos, a carcaça do telefone pode servir de base para pequenos vasos, transformando-se num elemento decorativo invulgar que combina o estilo vintage com a presença de plantas no interior da habitação.</p>
<p>Outra solução consiste em converter o telefone num porta-lápis. O processo é semelhante ao anterior: depois de esvaziar o interior do equipamento, o espaço pode ser utilizado para guardar canetas, lápis e outros materiais de escritório. O resultado é um acessório funcional e distinto, especialmente adequado para secretárias ou espaços de trabalho com uma estética retro.</p>
<p>Para os adeptos de trabalhos manuais mais elaborados, existe ainda a possibilidade de transformar o aparelho numa lâmpada decorativa. Aproveitando a estrutura original do telefone e adaptando componentes elétricos modernos, alguns utilizadores criam peças de iluminação únicas que conjugam design vintage e criatividade. Embora exija mais conhecimentos técnicos, esta é uma das reutilizações mais impressionantes.</p>
<p>Por fim, há quem defenda que a melhor solução é simplesmente manter o telefone como objeto decorativo. Muitos modelos antigos possuem um design que continua a despertar interesse e nostalgia, podendo funcionar como peça de destaque numa sala, escritório ou hall de entrada. Em vez de permanecer esquecido numa caixa, o antigo telefone fixo pode assim ganhar um novo papel na decoração da casa, preservando uma parte da história das telecomunicações domésticas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778710]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>SÍNTESE: PSD/Congresso: Montenegro mantém porta aberta ao Chega e PS apesar das críticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 14:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O 43.º Congresso Nacional do PSD terminou hoje em Anadia com a aprovação unânime da estratégia de Luís Montenegro, que mantém a porta aberta a negociações com o Chega e o PS, apesar de os rotularem como imobilistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O 43.º Congresso Nacional do PSD terminou hoje em Anadia com a aprovação unânime da estratégia de Luís Montenegro, que mantém a porta aberta a negociações com o Chega e o PS, apesar de os rotularem como imobilistas.</P><br />
<P>O chumbo da proposta do Governo de revisão do Código Laboral, na sexta-feira, através de uma conjugação de votos do Chega com a esquerda parlamentar, nada mudou na estratégia que Luís Montenegro tinha traçada na sua moção e que acabou aprovada por unanimidade no sábado, mas teve impacto no tom da reunião magna.</P><br />
<P>Num congresso que teve de inédito a &#8220;prestação de contas&#8221; de 14 dos 16 ministros do Governo de Montenegro, a tónica dominante das intervenções foi de crítica às posturas do PS e do Chega no plano político, mas sem defesa de ruturas.</P><br />
<P>Uma única voz destoou, a do recém-eleito líder da distrital de Braga, Carlos Eduardo Reis, para quem o Chega &#8220;é inconfiável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não posso acompanhar a ideia de que negociar com o PS é igual a negociar com o Chega&#8221;, disse o líder do PSD/Braga, argumentando que é preciso dialogar com os socialistas, também para os responsabilizar e comprometer.</P><br />
<P>Se dúvidas houvesse quanto ao caminho a seguir face ao partido de André Ventura, após o chumbo da legislação laboral, o secretário-geral desfê-las logo no início da reunião magna. Hugo Soares admitiu que sexta-feira &#8220;foi um dia mau para o país&#8221;, mas que &#8220;não vai mudar nada&#8221; nem alterar o rumo do Governo, que &#8220;tem uma estratégia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu quero dizer ao congresso e ao país: se o Chega e o PS desistiram do país, nós não vamos desistir de os chamar à razão, nós temos de governar e continuar com o dialogo na Assembleia da República&#8221;, acentuou o número dois do PSD, que acumula as funções de secretário-geral e presidente do grupo parlamentar.</P><br />
<P>Também o presidente do PSD, logo na abertura dos trabalhos, defendeu a estratégia de ausência de parceiros preferenciais, mantendo a linha de equidistância política entre Chega e PS, apesar de acusar os dois partidos de preferirem a politiquice à mudança.</P><br />
<P>&#8220;Eu estou tudo menos preocupado com o meu futuro político, sabem que eu sou de assumir o risco, de ousar, de sonhar, não sou de me intimidar&#8221;, disse.</P><br />
<P>A resposta mais direta relativamente ao partido de André Ventura, que colocou a baixa da idade da reforma como &#8220;questão central&#8221; para viabilizar a aprovação das leis do trabalho, aconteceu no discurso de encerramento, quando Montenegro pediu aos portugueses para que &#8220;não se deixem enganar&#8221; pelo Chega, sem referir o nome do partido, avisando que &#8220;baixar a idade das reformas hoje significa cortar pensões amanhã&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro terminou a reunião a anunciar oito medidas, como a criação de um fundo soberano de Portugal para o Estado poder intervir &#8220;em setores estratégicos&#8221; e uma reforma da justiça administrativa e fiscal, classificando-as como &#8220;decisões e novas transformações estratégicas e estruturantes para o futuro&#8221; que serão desenvolvidas a breve prazo. </P><br />
<P>Na tarde do primeiro dos dois dias de trabalhos falaram vários ministros, com destaque para as titulares das pastas do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, e da Saúde, Ana Paula Martins, ambas aplaudidas de pé pelos delegados.</P><br />
<P>Palma Ramalho manifestou-se confiante de que o primeiro-ministro vai insistir na reforma laboral, enquanto Ana Paula Martins assumiu ser impopular, de acordo com os critérios da comunicação social, mas defendeu que a característica essencial é a responsabilidade no cumprimento do programa do Governo.</P><br />
<P>O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, também subiu à tribuna dos oradores para apontar como objetivo eleitoral uma vitória do PSD na autarquia da capital, em 2029, com maioria absoluta.</P><br />
<P>Carlos Moedas, juntamente com o eurodeputado Sebastião Bugalho e o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, foram as novidades anunciadas por Luís Montenegro como novos vice-presidentes do PSD. Hugo Soares continuará como secretário-geral do PSD e Sebastião Bugalho será também porta-voz do partido.</P><br />
<P>O primeiro dia do congresso ficou também marcado por uma homenagem a Francisco Pinto Balsemão, fundador do partido e antigo primeiro-ministro, que morreu no ano passado, aos 88 anos, e pelo regresso de Pedro Santana Lopes à condição de militantes do PSD.</P><br />
<P>Pedro Santana Lopes entrou no congresso poucos minutos antes da meia-noite, com pouco delegados na sala. Falou, depois, para explicar a sua saída do partido em 2018 com discordâncias de fundo face à liderança de Rui Rio e para elogiar o atual líder, Luís Montenegro.</P><br />
<P></P><br />
<P>JPS/PMF // NS</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779355]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump ameaça atacar com mais força se Teerão não travar aliados no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 14:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos ameaçou hoje voltar a atacar o Irão, "mas com mais força", se Teerão não impedir os seus aliados de "causarem problemas" no Líbano, referindo-se ao grupo xiita Hezbollah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos ameaçou hoje voltar a atacar o Irão, &#8220;mas com mais força&#8221;, se Teerão não impedir os seus aliados de &#8220;causarem problemas&#8221; no Líbano, referindo-se ao grupo xiita Hezbollah.</P><br />
<P>&#8220;O Irão deve imediatamente impedir que os seus aliados altamente bem pagos no Líbano causem problemas. Se não o fizerem, atacaremos o Irão com muita força outra vez, tal como fizemos na semana passada, só que com mais força!!&#8221;, escreveu Donald Trump na sua rede Truth Social.</P><br />
<P>O memorando de entendimento para pôr fim à guerra, assinado na quarta-feira passada por Trump e pelo Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, prevê a cessação de hostilidades no Líbano entre Israel e Hezbollah. </P><br />
<P>Apesar de um cessar-fogo ter entrado em vigor no sábado, os combates mantêm-se no sul do Líbano e os ataques israelitas fizeram mais de 120 mortos nas últimas 48 horas, afirmou o Ministério da Saúde libanês. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779354]]></sapo:autor>
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		<title>Centros de dados de IA poderão consumir tanta água como 1.300 milhões de pessoas até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 14:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Crescimento acelerado da inteligência artificial está a trazer consigo um desafio ambiental de enorme dimensão. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento acelerado da inteligência artificial está a trazer consigo um desafio ambiental de enorme dimensão. À medida que milhões de pessoas recorrem diariamente a ferramentas de IA e que as empresas aumentam a capacidade de processamento dos seus sistemas, cresce também a pressão sobre os centros de dados que sustentam esta tecnologia. Um dos principais problemas prende-se com o calor gerado por estas infraestruturas, que necessitam de sistemas permanentes de refrigeração para evitar falhas graves ou mesmo danos nos equipamentos.</p>
<p>Tal como acontece com um smartphone quando é utilizado intensivamente, os centros de dados aquecem à medida que executam tarefas complexas e processam quantidades massivas de informação. Para controlar essas temperaturas, a solução mais comum continua a ser a utilização de água. Bikash Koley, vice-presidente de Infraestrutura Global da Google, explicou que este método pode também reduzir o consumo energético das instalações. “Em muitos locais, a refrigeração por água pode reduzir o consumo energético dos centros de dados em aproximadamente 10% em comparação com a refrigeração por ar”, afirmou.</p>
<p>Apesar dessas vantagens operacionais, vários estudos alertam para o impacto que este modelo poderá ter sobre os recursos hídricos globais. Um relatório do Instituto das Nações Unidas para a Água, Ambiente e Saúde conclui que o consumo de água associado ao funcionamento dos centros de dados poderá duplicar até ao final da década. Segundo as projeções, o volume utilizado deverá passar de 4,5 biliões de litros em 2025 para cerca de 9 biliões de litros em 2030, refletindo a rápida expansão das infraestruturas ligadas à inteligência artificial e aos serviços digitais.</p>
<p>Os investigadores destacam que esta quantidade de água equivale às necessidades anuais de aproximadamente 1.300 milhões de pessoas que vivem na África Subsaariana. O relatório sublinha ainda que o problema não pertence apenas ao futuro. Uma investigação recente realizada pela Universidade Livre de Amesterdão concluiu que os sistemas associados à inteligência artificial já consomem anualmente um volume de água semelhante à quantidade total de água engarrafada consumida pela população mundial.</p>
<p>Os impactos desta realidade já são visíveis em vários países. Em Espanha, por exemplo, o megacentro de dados da Amazon localizado em Aragão deverá consumir cerca de 50 milhões de litros de água por ano, um volume comparável ao consumo anual de uma localidade com cerca de mil habitantes. A situação preocupa representantes do setor agrícola. Ángel Estanislao Gálve Andrés, agricultor espanhol e presidente do sindicato COAG Castilla-La Mancha, criticou estes níveis de utilização, afirmando que “os centros de dados consomem aquilo que me parecem quantidades excessivas de água, quando já nos falta para a agricultura e para o consumo humano”.</p>
<p>Além da questão hídrica, os especialistas alertam para o enorme consumo energético destas infraestruturas. O mesmo estudo estima que os centros de dados dedicados à inteligência artificial possam consumir, em 2030, cerca de 945 terawatts-hora (TWh) de eletricidade por ano. Trata-se de um valor equivalente a aproximadamente três vezes o consumo combinado do Paquistão, Bangladesh e Nigéria. À medida que a inteligência artificial se torna cada vez mais presente na economia e na vida quotidiana, os especialistas defendem que o debate sobre os benefícios da tecnologia deve ser acompanhado por uma reflexão séria sobre os seus custos ambientais, particularmente num contexto global marcado pela escassez de água e pela crescente procura de energia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778702]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Livre contra privatização de linhas suburbanas da CP e diz que Montenegro fez &#8220;salto à vara&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:59:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Livre acusou hoje o presidente do PSD de ter feito &#8220;salto à vara&#8221; após ter sido &#8220;derrotado&#8221; na revisão das leis laborais e manifestou-se contra uma eventual privatização das linhas ferroviárias suburbanas da CP. Estas posições foram transmitidas pelo deputado do Livre e ex-candidato presidencial Jorge Pinto no final do Congresso Nacional do PSD, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Livre acusou hoje o presidente do PSD de ter feito &#8220;salto à vara&#8221; após ter sido &#8220;derrotado&#8221; na revisão das leis laborais e manifestou-se contra uma eventual privatização das linhas ferroviárias suburbanas da CP.</P><br />
<P>Estas posições foram transmitidas pelo deputado do Livre e ex-candidato presidencial Jorge Pinto no final do Congresso Nacional do PSD, que decorreu em Anadia, no distrito de Aveiro.</P><br />
<P>&#8220;Este congresso decorreu num velódromo, mas, na verdade, parece que estamos numa pista de atletismo, porque o primeiro-ministro fez salto à vara. Passou por cima daquele que deveria ter sido um dos pontos principais do seu discurso, que é a mudança política que aconteceu esta sexta-feira&#8221;, declarou, numa alusão ao chumbo da proposta do Governo de revisão das leis do trabalho.</P><br />
<P>Com essa votação no parlamento, de acordo com Jorge Pinto, ficou provado o erro da equidistância entre Chega e partidos da esquerda democrática feita pelo primeiro-ministro.</P><br />
<P>&#8220;Mas parece que o primeiro-ministro ainda não aprendeu nada com aquilo que aconteceu na sexta-feira. Este Governo tem uma excelente oportunidade, já na próxima semana, durante a discussão da PSU (Prestação Social Única), para mostrar um bocadinho mais de humildade, tendo esta discussão séria e franca com os outros partidos da Assembleia da República em pé de igualdade. Uma discussão sem o Chega, uma vez mais, como parceiro preferencial ou único&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O deputado do Livre manifestou também oposição à intenção transmitida pelo primeiro-ministro de concessionar &#8220;linhas suburbanas da CP, que são aquelas que precisamente dão lucro&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Também aí se exigia maior clareza por parte de Luís Montenegro&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779353]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD/Congresso: IL contra fundo soberano do Estado para empresas e insiste na reforma laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A IL pediu hoje ao PSD para insistir na revisão da legislação laboral, não recuando perante &#8220;forças de bloqueio&#8221; da esquerda e Chega, e manifestou oposição à criação de um fundo soberano do Estado para setores estratégicos.</P><br />
<P>Mário Amorim Lopes falava aos jornalistas no fim do Congresso Nacional do PSD, que decorreu em Anadia, no distrito de Aveiro.</P><br />
<P>&#8220;A mensagem que deixamos é que, perante uma reforma que falhe por causa da esquerda e do Chega, a IL irá apresentar medidas que melhorem a vida dos portugueses.</P><br />
<P>&#8220;Apelamos ao PSD que nos acompanhe no ímpeto reformista, não recue, não se resigne, não desista de apresentar reformas que melhorem a vida dos portugueses e não deixe que esquerda e o Chega &#8212; partido este que hoje em dia está cada vez mais à esquerda &#8211; sejam forças de bloqueio para a mudança do país&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O líder parlamentar da IL disse ter ouvido atentamente o discurso primeiro-ministro, aqui na qualidade presidente do PSD, relativamente à ideia de constituir um fundo soberano para intervir em empresas que possam ser estratégicas&#8221;.</P><br />
<P>Um ponto em que manifestou absoluta discordância: &#8220;Nesse preciso momento, confesso que fiquei na dúvida se estava a ouvir um discurso de Pedro Nuno Santos ou mesmo de Luís Montenegro&#8221;:</P><br />
<P>&#8220;A ideia de ter um Estado acionista já foi experimentada. Ainda estamos a pagar por ela. Aliás, o próprio Governo ainda está a resolver o problema da TAP, que decorre dessa ideia de ter o Estado à frente de empresas estratégicas&#8221;, apontou Mário Amorim Lopes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779352]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSD/Congresso: Chega disponível para &#8220;diálogo concreto&#8221; devolve acusação de &#8220;falta de coragem&#8221; a Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A dirigente e deputada do Chega Rita Matias afirmou hoje que o seu partido está disponível para um "diálogo concreto" com o PSD e devolveu ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, a acusação de "falta de coragem".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A dirigente e deputada do Chega Rita Matias afirmou hoje que o seu partido está disponível para um &#8220;diálogo concreto&#8221; com o PSD e devolveu ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, a acusação de &#8220;falta de coragem&#8221;.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, em representação do Chega, no fim do 43.º Congresso Nacional do PSD, no Velódromo de Sangalhos, em Anadia, no distrito de Aveiro, Rita Matias considerou que Luís Montenegro fez um discurso de encerramento &#8220;pouco animado, para quem diz que quer fazer Portugal melhor&#8221;, sem &#8220;propostas estruturais&#8221;.</P><br />
<P>Interrogada se pensa que o PSD pode perder a confiança no Chega, depois da rejeição da proposta do Governo de revisão do Código de Trabalho na sexta-feira, Rita Matias respondeu: &#8220;Creio que não. Nós já tivemos vários entendimentos em várias matérias&#8221;. Entre outros exemplos, apontou as leis da nacionalidade e sobre a entrada de estrangeiros no território nacional.</P><br />
<P>&#8220;O PSD poderá continuar a continuar com o Chega para o diálogo, mas tem que saber que tem que existir um diálogo concreto. Não pode existir apenas uma encenação de negociação&#8221;, afirmou a deputada, para quem &#8220;o país real está agradecido&#8221; por o Chega ter chumbado o pacote laboral por não ver aceite a exigência a descida da idade de reforma.</P><br />
<P>A dirigente do Chega &#8212; que assinalou as referências ao seu partido feitas no decurso do Congresso do PSD &#8212; argumentou que &#8220;houve mais do que oportunidade&#8221; para se tentar convergir quanto à legislação laboral desde que o Governo apresentou o seu anteprojeto, no ano passado.</P><br />
<P>&#8220;Mas não houve realmente essa vontade política&#8221;, alegou, acrescentando: &#8220;Luís Montenegro falava em falta de coragem. Se houve falta de coragem foi por parte de Luís Montenegro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, se existir vontade política, nós temos caminhos a fazer, por um Portugal genuinamente melhor, e com entusiasmo &#8212; não com esta falta de entusiasmo que nós vimos neste discurso&#8221;, reforçou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779351]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: JD Vance saúda &#8220;encontro histórico&#8221; e quer &#8220;mudança permanente&#8221; nas relações na região</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-jd-vance-sauda-encontro-historico-e-quer-mudanca-permanente-nas-relacoes-na-regiao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:42:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente dos Estados Unidos, que lidera a equipa negocial nas conversações com o Irão a decorrer na Suíça, saudou hoje um "encontro histórico" e defendeu uma "mudança permanente" nas relações no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente dos Estados Unidos, que lidera a equipa negocial nas conversações com o Irão a decorrer na Suíça, saudou hoje um &#8220;encontro histórico&#8221; e defendeu uma &#8220;mudança permanente&#8221; nas relações no Médio Oriente.</P><br />
<P>As conversações que arrancaram já na cidade suíça de Bürgenstock entre EUA e Irão, mediadas pelo Paquistão e Qatar, são &#8220;um encontro histórico&#8221; com vista a &#8220;promover paz e prosperidade para todos&#8221;, declarou à imprensa o número dois da administração norte-americana.</P><br />
<P>Vance destacou que o objetivo é encontrar uma &#8220;resolução diplomática para vários temas que interessam aos americanos e ao mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A abertura do estreito de Ormuz, o fim do programa nuclear iraniano, estas coisas já foram feitas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;A questão agora é quanto mais podemos alcançar juntos. Podemos mudar as relações no Médio Oriente de forma permanente, ou voltamos a fazer as coisas como sempre aconteceu, o que não é a nossa preferência, mas certamente algo que pode acontecer&#8221;, avisou.</P><br />
<P>O objetivo do Presidente norte-americano, Donald Trump, é &#8220;um cessar-fogo total na região&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>A reunião está a decorrer na sequência do memorando de entendimento assinado na quarta-feira passada por Trump e o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, para pôr fim à guerra no Médio Oriente e que prevê um prazo de 60 dias para as duas partes debaterem temas como a reabertura do estreito de Ormuz e o programa nuclear iraniano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779350]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSD/Congresso: Montenegro anuncia criação de fundo de soberano e reforma da justiça administrativa e fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:09:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD e primeiro-ministro anunciou hoje a criação de um fundo soberano de Portugal para o Estado poder intervir "em setores estratégicos" e uma reforma da justiça administrativa e fiscal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD e primeiro-ministro anunciou hoje a criação de um fundo soberano de Portugal para o Estado poder intervir &#8220;em setores estratégicos&#8221; e uma reforma da justiça administrativa e fiscal.</P><br />
<P>Estas foram duas das oito áreas em que Luís Montenegro anunciou que o Governo irá avançar com medidas em breve, no discurso de encerramento perante o 43.ª Congresso do PSD em Anadia (Aveiro).</P><br />
<P>A execução do fundo de catástrofes já anunciado, um novo regime jurídico para o arrendamento ou a criação de um regime de incentivos ao desempenho na função pública foram outros dos anúncios.</P></p>
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