Em causa estão crimes de burla qualificada, falsificação e branqueamento de capitais e associação criminosa, indica o Jornal de Notícias.
O líder deste esquema desmantelado pela Polícia Judiciária foi condenado a sete anos de prisão e os restantes 24 a penas suspensas entre os 5 anos e os 3 anos e 4 meses.
Um dos arguidos era empregado bancário e prestava informação do melhor momento e local para os depósitos e levantamentos.
Em tribunal ficou provado que os arguidos criavam páginas clonadas de outras legítimas, garantindo seguro de risco na transação, assim iludindo os clientes, todos eles estrangeiros, indica ainda o JN.
As vítimas depositavam o dinheiro em contas bancárias barriga de aluguer, tituladas por 23 arguidos.
Estes levantavam os valores e entregavam-nos aos chefes da associação criminosa.
Os montantes, na ordem das largas dezenas de milhares de euros, foram, nalguns casos, retidos pela investigação e devolvidos aos ofendidos.
Carros topo de gama: 25 condenados por vendas fictícias
O Tribunal de Almada condenou 25 arguidos por estarem envolvidos num esquema em que colocavam anúncios em sites estrangeiros, para venda de viaturas topo de gama, a preços apelativos, sem que as possuíssem de facto.
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