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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Promotores dos festivais de música encaram um público mais exigente &#8211; Aporfest</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 07:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O público dos festivais de música está mais exigente e os promotores têm mais "dores de cabeça" em garantir rentabilidade e em manter a qualidade, disse hoje à Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Festivais de Música, Ricardo Bramão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O público dos festivais de música está mais exigente e os promotores têm mais &#8220;dores de cabeça&#8221; em garantir rentabilidade e em manter a qualidade, disse hoje à Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Festivais de Música, Ricardo Bramão.</P><br />
<P>Com o início do verão, a época do ano que concentra maior número de festivais e eventos de música, o presidente da Aporfest reconhece, em entrevista ao &#8216;podcast&#8217; Lusa Extra da agência Lusa, que um promotor tem de &#8220;ter cuidado nas acessibilidades, na sustentabilidade, no modo como comunica, no modo como realiza o cartaz, se está equiparado, se tem a questão da igualdade de género lá colocada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O público está mais exigente, o público hoje também tem a perceção do que se faz lá fora: Inserir boas práticas, inserir bons comportamentos. Hoje para fazer festivais não basta só ter um palco em cima, bares&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes da Aporfest, 2025 foi um ano recorde e &#8220;atípico&#8221;, com a realização de 557 festivais de música &#8212; um número que é enquadrado por Ricardo Bramão por ter sido ano de eleições autárquicas.</P><br />
<P>&#8220;Neste ano certamente esse número não será ultrapassado e temos uma ideia de que ficará ao nível do ano anterior&#8221;, que rondará os 300 festivais de música anuais, disse o presidente da Aporfest, sublinhando uma tendência de crescimento de festivais de música eletrónica.</P><br />
<P>Ricardo Bramão alerta que o setor dos festivais e eventos de música é &#8220;extremamente concorrencial&#8221; e que &#8220;não existe nenhuma outra área de negócios em que tenha concorrência pública, associativa e privada&#8221;, com a coexistência de festivais produzidos por empresas ou por municípios, por exemplo.</P><br />
<P>Quando questionado sobre o aumento generalizado do preço dos bilhetes, Ricardo Bramão refere não só o aumento dos custos de produção, por via da atualidade geopolítica internacional, como também uma competição na contratação de artistas com mercado potenciais como os asiáticos.</P><br />
<P>&#8220;Hoje é muito mais difícil realizar um festival de música; [o promotor] tem muito mais dores de cabeça do que era antes e a rentabilidade também não vai ser a mesma. Portanto, também temos que ver aqui o outro lado daquilo que é. E o promotor, a última questão que quer é aumentar os bilhetes, porque sabe que vai ter resistência e sabe também que o contexto é diferente&#8221;, disse Ricardo Bramão.</P><br />
<P>Há ainda o cumprimento de legislação, a aplicação de regras sobre acessibilidade ou sobre bilhética ou ter capacidade de assegurar, a longo prazo, o apoio de patrocínio junto de grandes empresas.</P><br />
<P>&#8220;Se estamos num mercado global, Portugal fica um bocadinho mais pequenino. Os promotores estão a trabalhar a longo prazo, não tanto a médio prazo, para obter o financiamento para os seus eventos. [&#8230;] É impossível hoje preparar um médio festival com nove meses ou um mês de antecedência para ele ser bem-sucedido&#8221;, disse.</P><br />
<P>Segundo a Aporfest &#8211; que representa cerca de 800 associados &#8211; os festivais de música somaram 2,6 milhões de espectadores em 2025, com o festival NOS Alive (em julho em Oeiras) a liderar com 165 mil entradas. </P><br />
<P>No ano passado, julho foi o mês mais preenchido, com a realização de 117 festivais de música, seguindo-se agosto com 88 eventos e junho com 69.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775786]]></sapo:autor>
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		<title>Ainda vai à Feira do Livro? O que não deve perder antes do encerramento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 07:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[feira do livro]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Feira do Livro de Lisboa decorre desde 27 de maio e termina este domingo, depois de uma edição com 350 pavilhões, 900 marcas editoriais, 128 participantes e mais de 2200 eventos programados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 96ª edição da Feira do Livro de Lisboa entra no último fim de semana, com os pavilhões do Parque Eduardo VII a encerrarem no domingo. Até lá, ainda há apresentações, debates, sessões de autógrafos, cinema ao ar livre, atividades para crianças e uma homenagem a D. Daniel Batalha Henriques, antigo Bispo Auxiliar de Lisboa, numa sessão apresentada pelo Patriarca de Lisboa, D. Rui Valério.</p>
<p>Afinal, o que pode ainda esperar até domingo, nesta reta final que junta novidades editoriais, autores nacionais e internacionais, clubes de leitura, workshops e propostas para famílias.</p>
<p>A Feira do Livro de Lisboa decorre desde 27 de maio e termina este domingo, depois de uma edição com 350 pavilhões, 900 marcas editoriais, 128 participantes e mais de 2200 eventos programados.</p>
<p><strong>Livros novos e autores internacionais</strong></p>
<p>Entre os últimos lançamentos em destaque está A Casa da Falésia, de Filipa Amorim, que será apresentado este sábado, às 16h00, na Praça Azul. O novo romance, editado pela Penguin Random House, passa-se na propriedade da família Saavedra, onde um aparente suicídio ameaça revelar segredos guardados para proteger a imagem de um clã.</p>
<p>No domingo, às 17h30, a Praça Leya recebe a apresentação de Pátria, romance gráfico de Toni Fejzula baseado na obra homónima de Fernando Aramburu. A história acompanha Bittori, marcada pelo assassinato do marido, vítima da ETA, e aborda temas como memória, luto, perdão e reconciliação. A conversa contará com Fejzula e Aramburu, com moderação do jornalista Pedro Cordeiro.</p>
<p>O próprio Fernando Aramburu regressa ainda no domingo, às 18h30, à Praça Leya, para apresentar Maite, novo romance editado pela Dom Quixote, numa conversa com João de Melo e moderação da jornalista Maria João Costa.</p>
<p><strong>Homenagem a D. Daniel Batalha Henriques</strong></p>
<p>Um dos momentos de destaque do último dia da feira será a apresentação do livro Uma vocação dentro da vocação – Diários e crónicas da doença. Testamento espiritual, que reúne o diário da doença e outros textos de D. Daniel Batalha Henriques, antigo Bispo Auxiliar de Lisboa, falecido em 2022.</p>
<p>A sessão está marcada para domingo, às 18h00, na Praça Azul, e é promovida pela Paulinas Editora. A apresentação estará a cargo do Patriarca de Lisboa, D. Rui Valério.</p>
<p>A iniciativa contará ainda com intervenções do cónego Duarte da Cunha, pároco da Estrela, de Isabel Galriça Neto, médica especialista em Cuidados Paliativos, e de Esmeralda Batalha, irmã de D. Daniel Batalha Henriques.</p>
<p><strong>Conversas para todos os públicos</strong></p>
<p>A programação de debates e conversas mantém-se intensa até ao encerramento. Esta sexta-feira, às 18h00, a Praça Azul recebe Que moda é essa?, encontro com jovens responsáveis por clubes de leitura, numa conversa sobre o modo como acolhem leitores e não leitores.</p>
<p>No sábado, às 15h30, a Praça Roxa recebe As periferias que reescrevem o mundo, com Henrique Rodrigues, Bruno Vieira Amaral e Geovani Martins. A moderação estará a cargo de Amanda Lima, jornalista e diretora executiva do DN Brasil.</p>
<p>Também no sábado, às 19h00, a Praça Laranja acolhe A cultura pop traiu as mulheres que a sustentaram, conversa com Sophie Gilbert, autora de Girl on Girl, sobre hiperobjetificação, sexualização das mulheres e cultura pop na viragem do milénio.</p>
<p><strong>Crianças, jovens leitores e clubes do livro</strong></p>
<p>Para os mais novos, um dos momentos mais aguardados acontece este sábado, às 14h00, no Auditório Lusíadas Saúde, com Jamie Smart, autor das coleções Coelho vs Macaco e Looshkin, editadas pela Porto Editora.</p>
<p>Ainda no sábado, às 15h00, a Praça Penguin recebe Ana Punset e Diana Vicedo, autoras de Unicórnia, coleção da Booksmile centrada em temas como amizade, confiança, coragem e autoestima.</p>
<p>O último fim de semana inclui também clubes de leitura. No sábado, às 21h00, a Praça Porto Editora/Bertrand recebe uma sessão dedicada à obra de John Grisham. No domingo, às 17h00, o Auditório Norte acolhe um clube do livro sobre A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón, com moderação das booktokers Maria João Ferreira e Mariana Mouzinho.</p>
<p><strong>Tomás Noronha faz 20 anos</strong></p>
<p>Os leitores de José Rodrigues dos Santos também têm encontro marcado na feira. No domingo, às 15h00, na Praça Vermelha, assinalam-se os 20 anos de Tomás Noronha, protagonista de romances como Codex 632 e A Fórmula de Deus.</p>
<p>A conversa contará com o autor e João Paulo Sacadura, numa apresentação dedicada a uma das personagens mais reconhecidas da ficção portuguesa contemporânea.</p>
<p><strong>Cinema, silent listening e workshops</strong></p>
<p>Tal como nos fins de semana anteriores, a Feira do Livro de Lisboa inclui propostas que vão além das bancas e das sessões de autógrafos. Esta sexta-feira, às 16h00, o Espaço Bibliotecas de Lisboa recebe uma experiência de silent listening, com curadoria literária da Tale House, que permite ouvir obras através de auscultadores, longe do ruído do recinto.</p>
<p>No sábado, às 18h00, a Praça Amarela recebe o workshop Como investir no negócio imobiliário, com Bruno Nunes Coelho, autor do livro com o mesmo nome, editado pela Ideias de Ler.</p>
<p>À noite, o relvado recebe uma sessão de cinema ao ar livre com Orgulho e Preconceito, filme de 2005 protagonizado por Keira Knightley e Matthew Macfadyen. A entrada é gratuita, mas exige reserva antecipada, devido ao número limitado de lugares.</p>
<p><strong>Última ronda de autógrafos</strong></p>
<p>A reta final da feira traz ainda várias sessões de autógrafos. No sábado, entre os nomes previstos estão Filipa Gomes, Jamie Smart, Maria Inês Almeida, Kiko is Hot, Afonso Cruz, Daniel Sampaio, Pepetela, Afonso Reis Cabral, Valter Hugo Mãe e Cara Hunter.</p>
<p>No domingo, a última ronda inclui Alice Kellen, Miguel Carvalho, José Rodrigues dos Santos, Fernando Aramburu e Luísa Sobral.</p>
<p>A lista completa pode ser consultada no site oficial da Feira do Livro, mas o último fim de semana promete concentrar algumas das sessões mais procuradas da edição deste ano.</p>
<p><strong>Feira distinguida pela acessibilidade</strong></p>
<p>A edição de 2026 foi distinguida como “Festival Acessível 2026”, uma iniciativa do Turismo de Portugal e do Instituto para os Direitos das Pessoas com Deficiência, que reconhece eventos culturais com condições de acessibilidade, conforto, segurança e autonomia para todos os públicos.</p>
<p>A feira volta também a integrar a iniciativa Vamos plantar livros, com o compromisso de plantar 8750 árvores, superando o objetivo do ano anterior e reforçando a ligação entre cultura e ambiente.</p>
<p><strong>Horários do último fim de semana</strong></p>
<p>Nesta sexta-feira, a Feira do Livro de Lisboa pode ser visitada entre as 12h00 e as 23h00. No sábado, o recinto abre às 10h00 e encerra às 23h00. No domingo, último dia da edição deste ano, os pavilhões abrem às 10h00 e fecham às 22h00.</p>
<p>Até lá, o Parque Eduardo VII ainda oferece uma última oportunidade para comprar livros, descobrir novidades, ouvir autores, levar crianças a atividades literárias ou simplesmente percorrer uma das maiores festas do livro em Portugal antes do encerramento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775034]]></sapo:autor>
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		<title>Governo diz que revisão do ensino de português no exterior quer tornar rede &#8220;mais atrativa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:59:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Toronto, Canadá 13 jun 2026 (Lusa) -- O secretário de Estado das Comunidades afirmou que a revisão do regime jurídico do ensino do português no estrangeiro visa tornar a rede "mais atrativa" para os profissionais, garantindo que o processo continua em negociação com os sindicatos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Toronto, Canadá 13 jun 2026 (Lusa) &#8212; O secretário de Estado das Comunidades afirmou que a revisão do regime jurídico do ensino do português no estrangeiro visa tornar a rede &#8220;mais atrativa&#8221; para os profissionais, garantindo que o processo continua em negociação com os sindicatos.</P><br />
<P>&#8220;Uma das grandes apostas do atual Governo está precisamente na revisão do regime jurídico do Ensino Português no Estrangeiro [EPE] porque entendemos que é necessário criar incentivos e tornar este sistema mais atrativo para quem nele trabalha e para quem pretenda integrar esta rede no futuro&#8221;, afirmou Emídio Sousa à Lusa na sexta-feira, em Toronto, durante um torneio de golfe solidário da Luso Canadian Charitable Society (LCCS).</P><br />
<P>Segundo o governante, a decisão de avançar com a reforma resulta da necessidade de responder a dificuldades que têm sido apontadas pelos próprios profissionais da rede ao longo dos últimos anos.</P><br />
<P>&#8220;Existem algumas dificuldades que são conhecidas há bastante tempo e que foram sendo assinaladas por leitores, coordenadores e outros profissionais. Foi precisamente por isso que decidimos iniciar este processo de revisão. Entendemos que não fazia sentido continuar a adiar uma reflexão sobre o futuro deste setor&#8221;, declarou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.</P><br />
<P>Emídio Sousa sublinhou que as negociações com os sindicatos ainda decorrem e considerou prematuro retirar conclusões definitivas sobre o resultado do processo legislativo.</P><br />
<P>&#8220;Estamos numa fase muito inicial da negociação. Naturalmente haverá aproximação de posições, haverá diferenças de opinião e haverá matérias que continuarão a ser discutidas. Esse é precisamente o objetivo do diálogo que estamos a desenvolver com as organizações representativas dos trabalhadores&#8221;, indicou.</P><br />
<P>O secretário de Estado disse que nem todas as reivindicações apresentadas pelos profissionais poderão ser acolhidas na versão final do diploma.</P><br />
<P>&#8220;Nem tudo aquilo que é reivindicado poderá ser aceite integralmente, mas também haverá aspetos que poderão ser ajustados e aperfeiçoados durante as negociações. O nosso objetivo é chegar a um documento final que reúna o maior consenso possível&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Questionado sobre as críticas relativas à ausência de atualizações remuneratórias durante largos anos, o governante admitiu que existe uma situação que justifica uma intervenção.</P><br />
<P>&#8220;A informação que tinha apontava para muitos anos sem revisão do estatuto remuneratório. Independentemente da data exata, estamos perante um período muito longo sem alterações significativas e isso demonstra precisamente a necessidade de olhar para esta realidade e procurar soluções&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Para Emídio Sousa, a decisão do Governo de avançar com a reforma representa uma demonstração de compromisso político com a língua portuguesa e com a rede de ensino no estrangeiro.</P><br />
<P>&#8220;Era muito mais fácil não fazer nada. Era muito mais cómodo deixar tudo como estava. Mas entendemos que havia necessidade de intervir porque acreditamos que é possível melhorar este regime jurídico e criar condições que reforcem a atratividade destas funções&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>O secretário de Estado defendeu ainda que o ensino da língua portuguesa no estrangeiro continua a ocupar um lugar central na estratégia do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Para nós, a língua portuguesa é absolutamente estratégica. É um dos principais ativos de Portugal, um instrumento de ligação às comunidades portuguesas e um elemento fundamental da afirmação internacional do país&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O governante acrescentou que o processo negocial continuará nas próximas semanas e garantiu que os sindicatos continuarão a ser ouvidos.</P><br />
<P>&#8220;A garantia que posso dar é que estamos num processo negocial sério, que as reuniões continuam a decorrer e que iremos procurar encontrar as melhores soluções para o futuro da rede. Existem diferenças de opinião, mas o diálogo prossegue&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>As declarações surgem numa altura em que coordenadores, adjuntos, docentes e leitores da rede EPE promovem uma petição, já com mais de 5.200 assinaturas, dirigida à Assembleia da República, na qual manifestam preocupação relativamente à anunciada revisão legislativa.</P><br />
<P>Os subscritores defendem a manutenção do atual modelo de vinculação profissional, a possibilidade de renovação das comissões de serviço e a valorização das condições remuneratórias e dos apoios atribuídos aos profissionais colocados no estrangeiro.</P><br />
<P>Na petição, os signatários argumentam que a estabilidade profissional e a continuidade das comissões de serviço têm permitido consolidar projetos educativos, académicos e culturais de longo prazo em diversos países da rede EPE.</P><br />
<P>O secretário de Estado visitou ainda as instalações da LCCS em Mississauga, acompanhado pelo presidente da instituição, Jack Prazeres, pela cônsul-geral de Portugal em Toronto, Ana Luísa Riquito, e pelo embaixador de Portugal no Canadá, Bernardo Lucena.</P><br />
<P>A visita permitiu contactar com uma das mais relevantes organizações comunitárias luso-canadianas, dedicada ao apoio social e à prestação de cuidados a idosos e membros mais vulneráveis da comunidade portuguesa.</P><br />
<P>A agenda de sexta-feira incluiu ainda a presença no Centro Cultural Português de Mississauga para assistir ao encontro do Mundial de Futebol entre o Canadá e a Bósnia-Herzegovina, seguindo-se a inauguração do mural &#8220;Conceição&#8221;, em Toronto, uma homenagem à mulher portuguesa emigrante promovida pela associação comercial de Little Portugal de Toronto.</P><br />
<P>Este sábado, Emídio Sousa participa na Parada do Dia de Portugal, organizada pela Aliança de Clubes e Associações Portuguesas do Ontário (ACAPO), seguindo-se a presença no almoço-arraial comunitário e na abertura oficial do 32.º Festival de Folclore &#8220;Raízes do Nosso Povo&#8221;, no Earlscourt Park, uma das principais iniciativas das celebrações do Dia de Portugal na região de Toronto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775785]]></sapo:autor>
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		<title>Da mercearia dos pais açorianos à direção financeira do Banco do Canadá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A diretora financeira do Banco do Canadá, Coralia Bulhões, reconhece que os valores transmitidos pelos pais, emigrantes açorianos, sustentaram o percurso que a levou da mercearia familiar, em Gatineau, até um dos mais altos cargos do banco central canadiano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A diretora financeira do Banco do Canadá, Coralia Bulhões, reconhece que os valores transmitidos pelos pais, emigrantes açorianos, sustentaram o percurso que a levou da mercearia familiar, em Gatineau, até um dos mais altos cargos do banco central canadiano.</P><br />
<P>Nascida no Canadá e filha de emigrantes de São Miguel, nos Açores, Coralia Bulhões recorda uma infância marcada pelo trabalho familiar e pelo exemplo dos pais, que chegaram ao país com poucos recursos em busca de melhores oportunidades.</P><br />
<P>&#8220;Os meus pais vieram para o Canadá com muito pouco e sempre nos ensinaram que, para alcançar alguma coisa na vida, é preciso trabalhar, fazer sacrifícios e dar o melhor de nós próprios. Esses valores acompanharam-me em todas as etapas da minha carreira&#8221;, afirmou numa entrevista à Lusa.</P><br />
<P>Coralia recordou que começou a trabalhar ainda jovem na Mercearia Victória, negócio explorado pela família nas décadas de 1980 e 1990, onde atendia clientes e ajudava nas tarefas do dia-a-dia.</P><br />
<P>&#8220;Foi ali que aprendi o valor do serviço, da responsabilidade e do esforço. Desde pequena percebi que o sucesso de uma organização depende do contributo de cada pessoa e essa mentalidade continua comigo até hoje&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Licenciada em Contabilidade pela Universidade do Quebeque em Outaouais e contabilista profissional certificada (CPA) desde 1997, Coralia Bulhões construiu a sua carreira inicialmente na Federação Canadiana de Municípios.</P><br />
<P>Durante cerca de duas décadas, assumiu responsabilidades crescentes naquela organização, passando de diretora financeira a diretora de operações.</P><br />
<P>Em março de 2020 foi nomeada diretora financeira e diretora-geral de Serviços Financeiros do Banco do Canadá, precisamente no início da pandemia da covid-19.</P><br />
<P>A gestora assegurou que não procurava deixar a Federação Canadiana de Municípios quando foi contactada para integrar o banco central canadiano.</P><br />
<P>&#8220;Quando me perguntaram porque deveria ser escolhida, respondi de forma honesta e autêntica. Mais tarde disseram-me que foi precisamente essa autenticidade, aliada à vontade de ajudar e de servir a organização, que fez a diferença&#8221;, contou.</P><br />
<P>Para Coralia Bulhões, a crescente presença de lusocanadianos em posições de liderança reflete o trabalho desenvolvido por várias gerações de imigrantes portugueses no Canadá.</P><br />
<P>&#8220;Vejo cada vez mais portugueses e lusodescendentes em cargos importantes no setor público, nas finanças e nos negócios. Isso dá-me orgulho e demonstra que a nossa comunidade continua a progredir sem perder os valores que a caracterizam&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A responsável considera igualmente importante que os profissionais mais experientes apoiem as novas gerações através de orientação e partilha de oportunidades.</P><br />
<P>&#8220;Faz parte da nossa cultura ajudar os outros. Às vezes basta abrir uma porta, fazer uma apresentação ou dar um conselho para ajudar alguém a avançar na carreira&#8221;, disse.</P><br />
<P>Atualmente responsável por cerca de uma centena de trabalhadores diretos numa instituição com aproximadamente 2.200 funcionários, Coralia Bulhões mantém uma forte ligação às suas origens açorianas, participando nas tradições do Espírito Santo e acompanhando a atividade da comunidade portuguesa da região de Gatineau.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775784]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Alfama vence edição de 2026 das Marchas Populares de Lisboa</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:41:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Alfama venceu a edição deste ano do Concurso das Marchas Populares de Lisboa, anunciou hoje a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), responsável pela organização da iniciativa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Alfama venceu a edição deste ano do Concurso das Marchas Populares de Lisboa, anunciou hoje a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), responsável pela organização da iniciativa.</P><br />
<P>Em segundo lugar ficou Alcântara e em terceiro Madragoa.</P><br />
<P>&#8220;Oito anos depois, a Marcha de Alfama volta a vencer o concurso das Marchas Populares de Lisboa, com o tema &#8216;Os santos devem estar loucos&#8217;, que retrata o contraste entre a tradição da marcha e as mudanças sentidas no bairro&#8221;, lê-se num comunicado da EGEAC.</P><br />
<P>Outros grupos estiveram este ano no concurso: Graça (4.º), Bairro Alto (5.º), Beato e Bica (6.º ex-aequo), Carnide e Olivais (8.º ex-aequo), Mouraria (10.º), Alto do Pina (11.º), Marvila e Penha de França (12.º ex-aequo), Benfica (14.º), São Vicente (15.º), São Domingos de Benfica (16.º), Bela Flor Campolide (17.º), Bairro da Boavista e Castelo (18.º ex-aequo) e Ajuda (20.º).</P><br />
<P>Em 2025, Alcântara e Bairro Alto tinham vencido o concurso.</P><br />
<P>De acordo com informação da EGEAC, Alfama e Madragoa ganharam na categoria de Melhor Coreografia. A Melhor Cenografia foi para Alcântara, que venceu também o Melhor Figurino, em conjunto com a Bica.</P><br />
<P>A distinção da Melhor Letra foi para Alcântara, Alfama, Graça e Olivais.</P><br />
<P>Quem venceu a Melhor Musicalidade foram as marchas do Alto do Pina e de Alfama, e a Melhor Composição Original foi para Alfama com &#8220;Os Santos devem estar loucos&#8221;, para a Graça com &#8220;Na Graça o 13 é sorte&#8221; e Alcântara com &#8220;À moda de Alcântara&#8221;.</P><br />
<P>O Melhor Desfile na Avenida foi para Alfama.</P><br />
<P>O desfile teve início com a tradição folclórica chinesa Dança do Dragão e dos Leões Dourados, apresentada pela Associação Geral Desportiva de Macau Lo Leong. </P><br />
<P>Antes das Marchas em concurso, desfilaram a Marcha Infantil das Escolas de Lisboa, a Marcha Infantil A Voz do Operário, a Marcha dos Mercados e a Marcha Santa Casa.</P><br />
<P>Sob o tema &#8220;Somos Lisboa. Somos Europa&#8221;, as 20 marchas a concurso, que já se apresentaram na MEO Arena, foram avaliadas e pontuadas por um júri consoante os figurinos, as músicas e as coreografias originais, retratando os vários bairros lisboetas participantes.</P><br />
<P>Além das Marchas, casamentos e arraiais, a programação das Festas de Lisboa tem este ano, durante o mês de junho, mais de 40 iniciativas, &#8220;maioritariamente gratuitas&#8221;, espalhadas pela cidade, com concertos, cinema ao ar livre, exposições e festivais multiculturais.</P><br />
<P>O encerramento das Festas de Lisboa decorre no dia 26 de junho nos Jardins da Torres de Belém, com um concerto a cargo de Matias Damásio, Rita Guerra, Ivandro e Héber Marques, terminando com um espetáculo de fogo-de-artifício a iluminar o céu da cidade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775783]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial 2026: REPORTAGEM: Cabo Verde veste-se com as cores nacionais para estreia histórica no Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:31:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Kivia Rodrigues (texto) e Elton Monteiro (foto), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Kivia Rodrigues (texto) e Elton Monteiro (foto), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Praia, 13 jun 2026 (Lusa) &#8212; Bandeiras, murais, artigos da seleção e espaços para ver a estreia na TV multiplicam-se em Cabo Verde, antes do jogo com Espanha, na segunda-feira, refletindo o entusiasmo dos adeptos pela primeira participação do país num Mundial.</P><br />
<P>&#8220;Energia positiva, sou cabo-verdiana 100%, tenho de apostar em nós&#8221;, afirma Elly Pereira, 30 anos, funcionária de uma loja de acessórios para automóveis em Achada Santo António, enquanto ajudava a colocar uma grande bandeira nacional à entrada do estabelecimento.</P><br />
<P>A poucos dias do primeiro jogo dos Tubarões Azuis, a capital cabo-verdiana veste-se de azul, vermelho e branco, cores de fundo da bandeira com dez estrelas amarelas, uma por cada ilha.</P><br />
<P>Nas varandas das casas, em lojas, bares e automóveis multiplicam-se bandeiras nacionais, enquanto dezenas de pessoas procuram camisolas, cachecóis e outros artigos relacionados com a seleção.</P><br />
<P>Na Rua da Arte, Terra Branca, artistas locais dão os últimos retoques em murais inspirados na participação histórica de Cabo Verde na maior competição do futebol mundial.</P><br />
<P>&#8220;A nossa inspiração foi a nossa seleção, que nos levou pela primeira vez ao maior palco do futebol. Temos esperança numa boa exibição&#8221;, disse o artista plástico Etson Garcia, 38 anos.</P><br />
<P>Um dos murais inclui um jogador a cantar o hino, lado a lado com um tubarão, espécie protegida das águas do arquipélago.</P><br />
<P>&#8220;Este mural ficou bonito. Muitas pessoas vêm cá tirar fotografias e fazer vídeos. É uma grande homenagem à nossa seleção&#8221;, afirmou Eller Santos, barbeiro, de 27 anos.</P><br />
<P>Aquela zona da capital, à semelhança de tantas outras, vai também acolher a transmissão dos jogos da seleção.</P><br />
<P>Cabo Verde vai enfrentar ainda, no grupo H, as seleções do Uruguai (21 de junho) e Arábia Saudita (26 de junho).</P><br />
<P>&#8220;Aqui, na Rua de Arte, haverá uma tela gigante e todas as pessoas estão convidadas a assistir&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Bandeirolas nacionais decoram a rua e até os contentores do lixo foram pintados com motivos ligados a Cabo Verde.</P><br />
<P>Também no comércio já se sente o efeito do Mundial.</P><br />
<P>No mercado de Sucupira, o maior da capital, Fátima Cabral, vendedora, de 51 anos, disse que a procura aumentou nos últimos dias e o que mais se vende &#8220;é a bandeira&#8221;.</P><br />
<P>Vítor Semedo, comerciante, de 28 anos, confirmou a tendência, mas só tem pena que o seu fornecedor não tenha trazido mais camisolas: &#8220;esperamos tornar a receber antes de segunda-feira&#8221;, até porque também há &#8220;europeus e outros africanos que vivem aqui&#8221; e procuram vestir as cores da seleção.</P><br />
<P>Na Rua Pedonal, no Plateau, centro histórico, a procura é tanta que poucos comerciantes têm tempo para falar, ocupados a atender clientes interessados em camisolas, panos e outros artigos alusivos à seleção nacional.</P><br />
<P>Carlos Lopes, 23 anos, funcionário de uma loja da zona, disse que o aumento da procura é evidente.</P><br />
<P>&#8220;Aumentou mesmo, até demais. O que as pessoas mais procuram é um pano onde está escrito &#8216;Cabo Verde na Copa'&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Além das ruas e do comércio, os preparativos decorrem também nos espaços de transmissão pública dos jogos.</P><br />
<P>Em Achadinha, o proprietário João Alfredo, de 52 anos, já decorou o estabelecimento com bandeiras nacionais e prepara-se para receber adeptos.</P><br />
<P>O entusiasmo estende-se também a outros concelhos.</P><br />
<P>Na Cidade Velha, a Câmara da Ribeira Grande &#8212; berço da nação &#8212; anunciou a instalação de um ecrã gigante no Largo do Pelourinho para a transmissão da partida entre Cabo Verde e Espanha, acompanhada de música, animação e serviços de restauração.</P><br />
<P>Na Praça Center, Palmarejo, na cidade da Praia, decorrem os preparativos para instalar uma bancada destinada aos adeptos que irão acompanhar os jogos, numa iniciativa dos comerciantes locais.</P><br />
<P>&#8220;Já temos quase tudo pronto. O nosso relvado está praticamente concluído e a bancada também&#8221;, afirmou Marcelino Carvalho, DJ, de 56 anos, e um dos responsáveis pela animação do espaço.</P><br />
<P>Segundo o organizador, a estrutura tem capacidade para cerca de 200 pessoas sentadas e funcionará durante toda a competição.</P><br />
<P>&#8220;Nos dias dos jogos de Cabo Verde teremos várias atividades. Mesmo que Cabo Verde não passe, estaremos cá a fazer festa&#8221;, garantiu, acrescentando que além da transmissão dos jogos, estão previstas atuações musicais.</P><br />
<P>Questionado sobre as expectativas para a estreia frente à Espanha, Marcelino Carvalho resumiu o sentimento que parece dominar a cidade.</P><br />
<P>&#8220;O jogo é um bocado ingrato, mas esperamos um bom resultado. Temos 1% de chance e 99% de fé&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775782]]></sapo:autor>
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		<title>Do estádio ao altar: Taylor Swift e Travis Kelce casam-se este sábado em Rhode Island</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[taylor swift]]></category>
		<category><![CDATA[Travis Kelce]]></category>
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					<description><![CDATA[Data tem um peso particular no universo de Taylor Swift. A cantora nasceu a 13 de dezembro e o casamento acontece exatamente seis meses depois do seu aniversário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Taylor Swift e Travis Kelce vão casar-se este sábado, em Rhode Island, nos Estados Unidos, avançou o &#8216;Entertainment Tonight&#8217;, pondo fim a mais de dois meses de especulação sobre a data escolhida pelo casal. A cerimónia acontece a 13 de junho, o mesmo dia em que Lisboa celebra Santo António, tradicionalmente associado aos casamentos na capital portuguesa.</p>
<p>A coincidência não passou despercebida em Portugal. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, fez o paralelo nas redes sociais, lembrando a ligação da data aos casamentos de Santo António. Mas, segundo a imprensa americana, a escolha terá mais a ver com o simbolismo pessoal da cantora do que com qualquer referência lisboeta.</p>
<p><strong>O número 13 volta a entrar na história</strong></p>
<p>A data tem um peso particular no universo de Taylor Swift. A cantora nasceu a 13 de dezembro e o casamento acontece exatamente seis meses depois do seu aniversário. Além disso, o número 13 é há muito apresentado como o seu número favorito, surgindo várias vezes associado à carreira e à relação da artista com os fãs.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Page Six&#8217;, citado pela imprensa internacional, Taylor Swift terá mesmo garantido a data e o local em Rhode Island depois de outro casal ter sido compensado para alterar a reserva na Ocean House, em Watch Hill. A informação não foi confirmada oficialmente pelo casal.</p>
<p>Para Travis Kelce, jogador dos Kansas City Chiefs, o calendário também poderá fazer sentido por outra razão: junho antecede o regresso aos compromissos desportivos, habitualmente marcados para julho.</p>
<p><strong>O noivado que parou as redes sociais</strong></p>
<p>Taylor Swift anunciou o noivado a 26 de agosto de 2025, numa publicação no Instagram que rapidamente se tornou viral. “A professora de inglês e o professor de educação física vão casar-se”, escreveu então a cantora, numa brincadeira com a sua imagem pública e a carreira desportiva de Kelce.</p>
<p>A publicação incluía fotografias do casal num jardim florido e uma imagem do anel de noivado, criado pela designer de joias Kindred Lubeck, filha do joalheiro Jay Lubeck, de Neptune Beach, na Florida.</p>
<p>As imagens do pedido de casamento foram captadas pela fotógrafa colombiana Valheria Rocha e evocavam, para muitos fãs, a estética do álbum Lover, lançado em 2019. Na altura, a música que dava nome ao disco chegou a ser interpretada por alguns seguidores como uma espécie de anúncio de casamento, então associado ao relacionamento da cantora com o ator Joe Alwyn.</p>
<p><strong>Da pulseira da amizade ao estádio dos Chiefs</strong></p>
<p>A história de Taylor Swift e Travis Kelce começou no verão de 2023, depois de o jogador ter tentado entregar à cantora uma pulseira da amizade com o seu número de telefone durante a passagem da The Eras Tour pelo Arrowhead Stadium, em Kansas City.</p>
<p>A relação tornou-se pública a 24 de setembro de 2023, quando Swift foi vista no estádio dos Chiefs, num camarote ao lado de Donna Kelce, mãe do jogador. Nesse mesmo dia, o casal foi visto a sair do estádio e, mais tarde, fotografado num descapotável.</p>
<p>Desde então, a relação manteve-se sob forte atenção mediática. Taylor Swift tornou-se presença frequente nos jogos dos Kansas City Chiefs, enquanto Travis Kelce marcou presença em concertos da The Eras Tour e chegou mesmo a participar numa das atuações em Londres, em junho de 2024.</p>
<p><strong>Vestido ainda é segredo</strong></p>
<p>Pouco se sabe sobre os detalhes da cerimónia, que já é apontada como um dos casamentos mais mediáticos do ano. O vestido de noiva é um dos principais focos de especulação.</p>
<p>No pedido de casamento, Taylor Swift usou Ralph Lauren, o que levou a imprensa especializada a admitir a possibilidade de a escolha se repetir no casamento. A marca já assinou vestidos usados em cerimónias de figuras conhecidas, como Selena Gomez e Jennifer Lopez.</p>
<p>Ainda assim, Swift tem usado vários criadores ao longo da sua carreira e nas suas digressões, incluindo Vivienne Westwood, Roberto Cavalli, Atelier Versace, Alberta Ferretti, Oscar de la Renta e Zuhair Murad.</p>
<p><strong>Uma data americana com eco português</strong></p>
<p>A escolha de 13 de junho junta, por coincidência, dois universos muito diferentes: o casamento mais aguardado da cultura pop americana e o dia em que Lisboa celebra Santo António, padroeiro popularmente associado aos casamentos.</p>
<p>Em Lisboa, os casamentos de Santo António continuam a ser uma das tradições mais reconhecidas da cidade. Em Rhode Island, Taylor Swift e Travis Kelce deverão transformar a mesma data num dos momentos mais acompanhados pelos fãs da cantora e pelos meios internacionais.</p>
<p>Segundo o &#8216;Entertainment Tonight&#8217;, o casal prepara-se agora para trocar alianças este sábado, depois de uma relação que começou com uma pulseira da amizade, passou pelos estádios da NFL e pelos palcos da Eras Tour, e chega agora ao altar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775031]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: Portugal vai tornar-se &#8220;extremamente importante&#8221; para NATO com degelo do Ártico &#8212; embaixador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Tiago Almeida, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Tiago Almeida, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Bruxelas, 13 jun 2026 (Lusa) &#8212; O representante permanente de Portugal junto da NATO afirma que, com o degelo do Ártico, a região do Atlântico Norte vai-se tornar crucial e o papel do país vai crescer e tornar-se &#8220;extremamente importante&#8221; para a Aliança.</P><br />
<P>Em entrevista à agência Lusa a pouco menos de um mês da cimeira dos chefes de Estado e de Governo da NATO, em 07 e 08 de julho em Ancara, Paulo Vizeu Pinheiro salientou que um dos principais temas que vai estar em cima da mesa nessa reunião vai ser a necessidade de os europeus e o Canadá assumirem &#8220;mais responsabilidade&#8221; pela sua própria Defesa.</P><br />
<P>&#8220;Os americanos estiveram a pagar aos europeus a sua defesa coletiva durante 77 anos. (&#8230;) É absolutamente necessário, e eu diria justo, que nós, europeus, demos esse contributo para a defesa do espaço euro-atlântico&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>No entanto, o diplomata português recusou que a &#8220;emergência de um pilar europeu&#8221; reduza a importância do espaço do Atlântico Norte na NATO e, por conseguinte, o papel de Portugal na Aliança, contrapondo que, pelo contrário, essa área geográfica vai ganhar &#8220;nova importância e centralidade geoestratégica&#8221;, em particular devido ao degelo do Ártico.</P><br />
<P>&#8220;Com o degelo abrem-se novas rotas, novas ameaças e novas oportunidades. A rota do Ártico vai ser muito importante do ponto de vista do transporte dos bens, mas também do ponto de vista do controlo estratégico de Defesa. Tudo o que vier do Norte, do Ártico, é um ponto de entrada muito importante para o Atlântico&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Por isso, prosseguiu, a Marinha, Força Aérea e Exército portugueses vão ter um &#8220;papel extremamente importante&#8221; no futuro da NATO, &#8220;que vai crescer, não vai diminuir&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vai crescer do ponto de vista nacional, da fiscalização ambiental, pescas, etc., mas vai crescer no plano da NATO. Por isso é tão importante a modernização das Forças Armadas&#8221;, disse, manifestando-se convicto de que Portugal &#8220;vai ser uma peça importante para o futuro da defesa coletiva e da NATO&#8221;.</P><br />
<P>Paulo Vizeu Pinheiro salientou ainda que, na cimeira, vai também ser feita uma avaliação para perceber se os Aliados estão a cumprir o caminho estipulado na cimeira de Haia, no ano passado, para que se atinja a meta de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) dedicado à Defesa até 2035.</P><br />
<P>Nesse aspeto, o embaixador observou que &#8220;Portugal está a cumprir&#8221; com o acordado, sublinhando que o país deu um &#8220;salto muito grande&#8221; no investimento em Defesa.</P><br />
<P>&#8220;Estávamos em 1,58% e estamos no patamar dos 2%. Fomos, talvez dos aliados, quem deu o maior salto do ponto de vista do esforço financeiro, orçamental e de Defesa. E isso deve-se à mobilização do Governo&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Nesta entrevista, Vizeu Pinheiro foi ainda questionado se, nas conversas que tem tido com o seu homólogo dos Estados Unidos, pôde perceber se a administração norte-americana está a pensar em recompensar Portugal de alguma forma, uma vez que já assumiu publicamente que tenciona punir os Aliados que não colaboraram na guerra contra o Irão e beneficiar os que o fizeram, já tendo o secretário de Estado, Marco Rubio, elogiado Portugal.</P><br />
<P>Na resposta, o embaixador afirmou que isso são matérias do foro bilateral e não da NATO, mas salientou que mantém um &#8220;contacto muito próximo&#8221; com o embaixador norte-americano e que o papel de Portugal é reconhecido.</P><br />
<P>&#8220;Os norte-americanos, no quadro da Aliança Atlântica, a expressão é sempre de grande reconhecimento e apreço pelo papel de Portugal enquanto aliado, não esquecendo que nós não somos só os Açores&#8221;, referiu, voltando a insistir que o Atlântico está a ganhar uma &#8220;nova importância e centralidade geoestratégica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém está a mudar o nome da NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte]: o Atlântico Norte é absolutamente indispensável para a segurança e defesa da Aliança. E aí &#8212; em Portugal as pessoas às vezes esquecem-se disso &#8212; nós somos, na área de jurisdição naval marítima e na área da responsabilidade internacional de voo, vizinhos dos Estados Unidos&#8221;, observou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775781]]></sapo:autor>
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		<title>Vai a Lisboa este sábado? Procissão de Santo António condiciona trânsito até ao fim da tarde</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Santos Populares]]></category>
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					<description><![CDATA[Condicionamentos estão previstos entre as 15h30 e as 19h00, embora o corte total da circulação nos arruamentos integrados no percurso da procissão esteja previsto entre as 16h30 e as 19h00]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Procissão de Santo António vai condicionar o trânsito em Lisboa este sábado, sobretudo nas zonas da Sé e de Alfama. A Câmara Municipal de Lisboa alerta para cortes temporários, interrupções progressivas da circulação e desvios durante a passagem do cortejo.</p>
<p>Os condicionamentos estão previstos entre as 15h30 e as 19h00, embora o corte total da circulação nos arruamentos integrados no percurso da procissão esteja previsto entre as 16h30 e as 19h00. A autarquia explica que a circulação será restabelecida de forma faseada após a passagem da procissão.</p>
<p><strong>Trânsito condicionado na Sé e em Alfama</strong></p>
<p>A procissão vai partir da Igreja de Santo António, no Largo de Santo António da Sé, e atravessar várias ruas históricas da capital, numa zona onde a circulação automóvel já é naturalmente limitada.</p>
<p>Segundo a Câmara de Lisboa, haverá cortes temporários de trânsito ao longo do percurso, interrupções progressivas à passagem do cortejo e forte constrangimento à circulação nas zonas de Alfama e da Sé durante o período do evento.</p>
<p>Os acessos à área envolvente também serão condicionados e o trânsito será desviado para vias exteriores ao perímetro da procissão.</p>
<p><strong>O percurso da procissão</strong></p>
<p>A Procissão de Santo António começa e termina na Igreja de Santo António, junto à Sé de Lisboa.</p>
<p>O percurso previsto passa pelo Largo de Santo António da Sé, Largo da Sé, Rua Cruzes da Sé, Rua de São João da Praça, Largo de São Rafael, Rua de São Pedro, Largo do Chafariz de Dentro, Rua dos Remédios, Rua do Vigário, Largo de Santo Estêvão, Rua das Escolas Gerais, Largo das Portas do Sol, Largo de Santa Luzia, Rua do Limoeiro, Largo de São Martinho, Rua Augusto Rosa, Rua das Pedras Negras, Travessa do Correio Velho, regressando depois ao Largo de Santo António da Sé e à Igreja de Santo António.</p>
<p>Nas ruas incluídas neste trajeto, a circulação será cortada à passagem da procissão.</p>
<p><strong>Transportes também podem sofrer alterações</strong></p>
<p>A Câmara Municipal de Lisboa alerta ainda para possíveis alterações e interrupções nas carreiras da Carris nas zonas de Alfama e da Baixa.</p>
<p>Também poderão existir condicionamentos à circulação de táxis, operadores turísticos e outros veículos que habitualmente circulam nos bairros históricos.</p>
<p>A autarquia recomenda que a circulação seja feita pela rede viária envolvente exterior aos bairros de Alfama e Sé, onde são esperados condicionamentos generalizados durante a tarde.</p>
<p><strong>Santo António leva festa e cortes ao centro histórico</strong></p>
<p>A procissão é um dos momentos centrais das celebrações de Santo António em Lisboa e deverá atrair muitos fiéis, moradores e visitantes às ruas estreitas da cidade.</p>
<p>Para quem pretende deslocar-se ao centro histórico este sábado, a recomendação é planear o percurso com antecedência, evitar circular de carro nas zonas da Sé e de Alfama durante a tarde e confirmar eventuais alterações nos transportes públicos.</p>
<p>A circulação deverá regressar gradualmente ao normal depois da passagem do cortejo, mas os efeitos no trânsito poderão prolongar-se até ao final da tarde.</p>
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		<title>Irão: EUA afirmam ter abatido drones de Teerão que tinham como alvo navios em Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 05:45:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos afirmaram ter abatido hoje vários drones iranianos que tinham como alvo navios comerciais no estreito de Ormuz, apesar do otimismo demonstrado algumas horas antes pelos dois lados relativamente a um acordo de paz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos afirmaram ter abatido hoje vários drones iranianos que tinham como alvo navios comerciais no estreito de Ormuz, apesar do otimismo demonstrado algumas horas antes pelos dois lados relativamente a um acordo de paz.</P><br />
<P>&#8220;O Irão lançou vários drones de ataque com o objetivo de atingir navios comerciais que transitavam pelo estreito de Ormuz&#8221;, escreveu o Comando dos Estados Unidos para o Médio Oriente (Centcom) na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;As forças dos Estados Unidos abateram-nos a todos nas últimas horas, e o tráfego marítimo no estreito continua fluido&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O incidente ocorre precisamente quando Teerão, o mediador paquistanês e Washington manifestam otimismo quanto à possibilidade de concluir um acordo para por fim à guerra na região, após semanas de duras negociações.</P><br />
<P>Mas as versões de um eventual compromisso apresentadas pelos meios de comunicação iranianos e por Washington apresentam diferenças significativas.</P><br />
<P>&#8220;Assim que as últimas etapas das nossas negociações estiverem concluídas, este acordo será assinado e anunciado&#8221;, declarou na sexta-feira à noite o chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, na televisão estatal. </P><br />
<P>&#8220;Isso poderá acontecer nos próximos dias. Estou otimista&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Araghchi afirmou que o projeto de acordo prevê o levantamento do bloqueio norte-americano aos portos iranianos e uma nova gestão do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto não for concluído um acordo completo sobre todas as questões, não se poderá afirmar com certeza que foi encontrado um terreno comum com os Estados Unidos&#8221;, disse hoje.</P><br />
<P>Também o primeiro-ministro do Paquistão, principal negociador no conflito, expressou esperança: &#8220;A paz nunca esteve tão próxima como hoje&#8221;, afirmou Shehbaz Sharif.</P><br />
<P>Em Washington, um alto responsável, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP), estimou em &#8220;80 a 85%&#8221; a probabilidade de um acordo-quadro que dê início a um período de 60 dias de discussões técnicas, mas &#8220;não 100%&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A linha de chegada ainda não foi ultrapassada&#8221;, advertiu o alto responsável, que não quis ser identificado.</P></p>
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		<title>Mulher em estado crítico após ser mordida por tubarão no sul da Austrália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 04:29:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma mulher foi hoje retirada da água gravemente ferida, em Sydney, após ter sido mordida por um tubarão numa das praias mais frequentadas da Austrália, anunciou a polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma mulher foi hoje retirada da água gravemente ferida, em Sydney, após ter sido mordida por um tubarão numa das praias mais frequentadas da Austrália, anunciou a polícia.</P><br />
<P>A vítima, com cerca de trinta anos, encontra-se em estado grave após ter sido &#8220;mordida por um tubarão&#8221; em Coogee Beach, conhecida praia da metrópole do sudeste da Austrália.</P><br />
<P>Quatro pessoas morreram este ano na Austrália em circunstâncias semelhantes.</P><br />
<P>A mulher ficou gravemente ferida nos braços e nas pernas, tendo sido transportada para o hospital por via aérea.</P><br />
<P>Um helicóptero e motas de água foram mobilizados para tentar localizar o tubarão.</P><br />
<P>Várias praias de Sydney foram encerradas por precaução.</P><br />
<P>Cientistas estimam que as águas cada vez mais frequentadas e aquecidas pelas alterações climáticas podem alterar as rotas migratórias dos tubarões, aumentando os riscos de encontros com banhistas.</P><br />
<P>Em janeiro, um adolescente de 12 anos morreu depois de ter sido mordido por um tubarão enquanto nadava no porto de Sydney.</P><br />
<P>Três mergulhadores também foram mortalmente feridos por tubarões entre maio e junho, dois no estado da Austrália Ocidental e o terceiro no de Queensland.</P><br />
<P>Mais de 260 encontros entre humanos e tubarões, dos cerca de 1.300 registados no país desde 1791, foram mortais.</P></p>
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		<title>Venezuela confirma morte de líder do Tren de Aragua em operação com EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 04:11:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo venezuelano confirmou a realização de uma operação com os Estados Unidos, no estado de Bolívar, sudeste do país sul-americano, na qual morreu Héctor Guerrero Flores, considerado o líder máximo do grupo transnacional Tren de Aragua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo venezuelano confirmou a realização de uma operação com os Estados Unidos, no estado de Bolívar, sudeste do país sul-americano, na qual morreu Héctor Guerrero Flores, considerado o líder máximo do grupo transnacional Tren de Aragua.</P><br />
<P>&#8220;Durante o desenrolar da operação, ocorreram confrontos com membros destas estruturas criminosas, nos quais foi neutralizado Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como &#8216;Niño Guerrero&#8217;, líder de uma organização criminosa&#8221;, indicou na sexta-feira o Ministério da Comunicação e Informação da Venezuela, num comunicado publicado na rede social X.</P><br />
<P>O ministério venezuelano indicou ainda que a operação contou com apoio tecnológico especializado e foi desenvolvida através de mecanismos de cooperação e troca de informações de inteligência entre as autoridades da Venezuela e dos Estados Unidos.</P><br />
<P>O Executivo liderado pela presidente interina Delcy Rodríguez reafirmou o compromisso com a luta contra o crime organizado e antecipou que vai continuar a adotar as medidas necessárias para garantir a paz, a tranquilidade e a proteção do povo venezuelano.</P><br />
<P>Momentos antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que um ataque &#8220;rápido e letal&#8221; dos Estados Unidos matou &#8220;o infame líder&#8221; do Tren de Aragua, classificado como terrorista por Washington.</P><br />
<P>&#8220;Esta ação foi coordenada em estreita colaboração com os nossos amigos na Venezuela, com quem estamos a trabalhar muito bem&#8221;, escreveu Donald Trump numa publicação na rede social Truth Social, da qual é proprietário.</P><br />
<P>Guerrero Flores foi acusado num tribunal federal de Nova Iorque de conspiração para extorsão e outros crimes, incluindo apoio a terroristas em atividades que se prolongaram por mais de uma década, anunciaram as autoridades em dezembro.</P><br />
<P>O procurador norte-americano Jay Clayton afirmou na altura que o grupo é responsável por atos de violência, extorsão e tráfico de drogas na América do Norte, América do Sul e Europa. </P><br />
<P>O Departamento de Estado dos EUA tinha oferecido recompensas de até cinco milhões de dólares (4,3 milhões de euros) por informações que levassem à detenção de Guerrero Flores.</P><br />
<P>&#8220;Os terroristas do Tren de Aragua já não têm refúgio seguro na Venezuela nem em qualquer outro lugar e, sob a minha liderança, encontraremos estes assassinos cruéis e barões da droga a qualquer hora, em qualquer lugar, e enviá-los-emos para as profundezas do inferno, onde pertencem&#8221;, escreveu ainda o dirigente norte-americano na Truth Social.</P><br />
<P>Trump tomou uma série de medidas contra este grupo, incluindo ataques a pequenas embarcações que a Administração norte-americana acusou de contrabandear drogas para os Estados Unidos.</P><br />
<P>O Governo de Donald Trump tem culpado o Tren de Aragua de estar na origem da violência e do tráfico ilícito de drogas que assolam algumas cidades norte-americanas.</P><br />
<P>O líder norte-americano passou meses a repetir a alegação &#8212; contrariada por uma avaliação desclassificada dos serviços secretos dos EUA &#8212; de que o Tren de Aragua tinha operado sob o controlo do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.</P><br />
<P>Maduro foi capturado no início deste ano, numa operação norte-americana e levado para os Estados Unidos para ser julgado por acusações relacionadas com tráfico de drogas nos EUA.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Anthropic suspende acesso a modelo mais avançado por ordem de segurança dos EUA</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 03:26:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Anthropic suspendeu o acesso público aos modelos de IA mais avançados, para cumprir uma diretiva de controlo de exportações, que a obriga a impedir o acesso ao serviço por parte de estrangeiros por motivos de segurança nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Anthropic suspendeu o acesso público aos modelos de IA mais avançados, para cumprir uma diretiva de controlo de exportações, que a obriga a impedir o acesso ao serviço por parte de estrangeiros por motivos de segurança nacional.</P><br />
<P>De acordo com a Anthropic, a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país chegou na tarde de sexta-feira e, para poder cumprir a diretiva de última hora, optou por bloquear todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os clientes.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no mesmo dia, a Anthropic afirmou que o Governo norte-americano não forneceu detalhes específicos sobre os motivos pelos quais os novos serviços de inteligência artificial constituem um problema de segurança nacional e pediu desculpa aos  clientes pela interrupção.</P><br />
<P>&#8220;Como já afirmámos publicamente, acreditamos que o Governo deve ter a capacidade de bloquear desenvolvimentos inseguros como parte de um processo transparente, justo, claro e baseado em factos técnicos. Esta ação não está de acordo com esses princípios&#8221;, afirmou a empresa.</P><br />
<P>A suspensão ocorreu poucos dias depois de a Anthropic ter disponibilizado aos assinantes do serviço Claude o modelo Fable 5, apresentado como o mais avançado em vários testes de competências e considerado muito superior aos modelos Opus.</P><br />
<P>O Fable baseava-se no controverso modelo Mythos, sobre o qual a Anthropic alertou em abril possuir capacidades que colocavam em risco a impenetrabilidade dos sistemas mais avançados em cibersegurança em setores sensíveis, como o financeiro.</P><br />
<P>A Anthropic permitiu que o Governo dos EUA e empresas analisassem o Mythos antes do lançamento público deste, para determinar vulnerabilidades nos sistemas e como isso poderia afetar a segurança, e o Fable 5 continha salvaguardas e restrições para evitar o uso indevido, de acordo com a empresa norte-americana.</P><br />
<P>Embora a Anthropic tenha garantido que não publicaria o modelo Mythos, disponibilizou-o a uma lista muito seleta de empresas no âmbito da iniciativa de cibersegurança Project Glasswing. </P></p>
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		<title>Mundial2026: Estados Unidos vence Paraguai no arranque do Grupo D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 03:09:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os coanfitriões Estados Unidos venceram na sexta-feira o Paraguai por 4-1, em encontro da primeira jornada do Grupo D do Mundial de futebol de 2026, disputado em Los Angeles.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os coanfitriões Estados Unidos venceram na sexta-feira o Paraguai por 4-1, em encontro da primeira jornada do Grupo D do Mundial de futebol de 2026, disputado em Los Angeles.</P><br />
<P>A formação da casa resolveu o jogo na primeira parte, com um autogolo de Damian Bobadilla, aos sete minutos, e um &#8216;bis&#8217; de Folarin Balogun, aos 31 e 45+5, Mauricio Prado reduzir, aos 73, e Giovanni Reyna fechou as contas, aos 90+8.</P><br />
<P>A primeira jornada do Grupo D fecha hoje, em Vancouver, no Canadá, com o embate entre a Turquia, que regressa ao Mundial depois do terceiro lugar de 2002, e a Austrália, presente consecutivamente desde 2006.</P></p>
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		<title>Trump diz que ataque dos EUA com ajuda da Venezuela matou líder de Tren de Aragua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 02:17:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na sexta-feira que um ataque "rápido e letal" dos Estados Unidos matou Hector Rusthenford Guerrero Flores, "o infame líder" do grupo Tren de Aragua, classificado como terrorista por Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na sexta-feira que um ataque &#8220;rápido e letal&#8221; dos Estados Unidos matou Hector Rusthenford Guerrero Flores, &#8220;o infame líder&#8221; do grupo Tren de Aragua, classificado como terrorista por Washington.</P><br />
<P>&#8220;Esta ação foi coordenada em estreita colaboração com os nossos amigos na Venezuela, com quem estamos a trabalhar muito bem&#8221;, escreveu Donald Trump numa publicação na rede social Truth Social, da qual é proprietário.</P><br />
<P>Guerrero Flores foi acusado num tribunal federal de Nova Iorque de conspiração para extorsão e outros crimes, incluindo apoio a terroristas em atividades que se prolongaram por mais de uma década, anunciaram as autoridades em dezembro.</P><br />
<P>O procurador norte-americano Jay Clayton afirmou na altura que o grupo é responsável por atos de violência, extorsão e tráfico de drogas na América do Norte, América do Sul e Europa. Clayton foi nomeado na quinta-feira por Trump para o cargo de diretor de Inteligência Nacional.</P><br />
<P>O Departamento de Estado dos EUA tinha oferecido recompensas de até cinco milhões de dólares (4,3 milhões de euros) por informações que levassem à detenção de Guerrero Flores.</P><br />
<P>&#8220;Os terroristas do Tren de Aragua já não têm refúgio seguro na Venezuela nem em qualquer outro lugar e, sob a minha liderança, encontraremos estes assassinos cruéis e barões da droga a qualquer hora, em qualquer lugar, e enviá-los-emos para as profundezas do inferno, onde pertencem&#8221;, escreveu ainda o dirigente norte-americano na Truth Social.</P><br />
<P>Trump tomou uma série de medidas contra este gangue, incluindo ataques a pequenas embarcações que a Administração norte-americana acusou de contrabandear drogas para os Estados Unidos.</P><br />
<P>O Governo de Donald Trump tem culpado o Tren de Aragua de estar na origem da violência e do tráfico ilícito de drogas que assolam algumas cidades norte-americanas.</P><br />
<P>O líder norte-americano passou meses a repetir a alegação &#8212; contrariada por uma avaliação desclassificada dos serviços secretos dos EUA &#8212; de que o Tren de Aragua tinha operado sob o controlo do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.</P><br />
<P>Maduro foi capturado no início deste ano, numa operação norte-americana e levado para os Estados Unidos para ser julgado por acusações relacionadas com tráfico de drogas nos EUA.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Homem de 54 anos morre em praia de Matosinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 00:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um homem de 54 anos morreu na sexta-feira à noite após ter ido a banhos na praia do Cabo do Mundo, em Matosinhos, no distrito do Porto, adiantou à Lusa fonte da Autoridade Marítima Nacional (AMN).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem de 54 anos morreu na sexta-feira à noite após ter ido a banhos na praia do Cabo do Mundo, em Matosinhos, no distrito do Porto, adiantou à Lusa fonte da Autoridade Marítima Nacional (AMN).</P><br />
<P>O alerta para o desaparecimento no mar foi dado pelas 22:08 de sexta-feira, tendo sido acionados elementos do comando local da Polícia Marítima e da estação salva-vidas de Leixões, para realizar buscas.</P><br />
<P>A vítima foi encontrada por pescadores apeados, que avistaram o corpo junto às rochas na linha de maré, indicou fonte da AMN.</P><br />
<P>O óbito foi declarado no local pela equipa do INEM, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775774]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Hezbollah reporta confrontos com Exército israelita no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 23:51:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Hezbollah adiantou na sexta-feira que os seus combatentes entraram em confrontos com forças israelitas que avançavam em direção a uma cidade no sul do Líbano, a cinco quilómetros da fronteira com Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Hezbollah adiantou na sexta-feira que os seus combatentes entraram em confrontos com forças israelitas que avançavam em direção a uma cidade no sul do Líbano, a cinco quilómetros da fronteira com Israel.</P><br />
<P>O Exército israelita, por sua vez, emitiu um apelo para a evacuação de três aldeias no sul do Líbano. </P><br />
<P>Já a agência nacional de notícias oficial libanesa (ANI) relatou uma série de ataques, incluindo em zonas não abrangidas pelo aviso israelita.</P><br />
<P>A ANI noticiou posteriormente explosões e disparos de artilharia perto das colinas de Ali Taher, na cidade de Nabatieh, também no sul do país.</P><br />
<P>Num comunicado, o Hezbollah indicou que os seus combatentes tinham atacado na quinta-feira à noite tropas israelitas que avançavam em direção a Majdal Zoun, a cerca de cinco quilómetros da fronteira, com &#8220;salvas repetidas de foguetes (&#8216;rockets&#8217;), forçando-as a recuar&#8221;.</P><br />
<P>O movimento xiita pró-iraniano apontou posteriormente ter enfrentado soldados que avançavam no mesmo local na sexta-feira, &#8220;atacando-os com armas ligeiras e médias, bem como com &#8216;rockets'&#8221;.</P><br />
<P>O grupo reivindicou também outros ataques contra tropas israelitas no sul do Líbano.</P><br />
<P>Uma caravana humanitária organizada pelo núncio apostólico no Líbano, que se dirigia para aldeias cristãs do sul onde os habitantes permaneceram apesar do conflito, foi intercetado pelo Exército israelita e obrigado a mudar de rumo, adiantou na sexta-feira à agência France-Presse (AFP) um membro dessa missão.</P><br />
<P>O Líbano foi arrastado para a guerra em 02 de março, quando o Hezbollah atacou território israelita em apoio ao Irão.</P><br />
<P>Desde então, Israel tem bombardeado o país vizinho, visando o movimento pró-iraniano, que, por sua vez, tem atacado as posições que os israelitas ocupam no sul do Líbano e no norte do seu território.</P><br />
<P>As operações israelitas no Líbano mataram mais de 3.700 pessoas, segundo as autoridades libanesas.</P><br />
<P>Um cessar-fogo, acordado em abril, nunca foi respeitado. Os combates continuaram apesar de um novo acordo de trégua condicional anunciado na semana passada, na sequência de negociações entre o Líbano e Israel em Washington, e rejeitado pelo Hezbollah.</P><br />
<P>O Irão insiste em que o Líbano seja parte integrante de qualquer acordo que vise pôr fim à guerra no Médio Oriente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775773]]></sapo:autor>
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		<title>Governo Trump aumenta envolvimento do sistema bancário na repressão da migração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 23:33:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Departamento do Tesouro aumentou na sexta-feira o envolvimento do sistema bancário na repressão da migração promovida por Donald Trump com a emissão de novas orientações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento do Tesouro aumentou na sexta-feira o envolvimento do sistema bancário na repressão da migração promovida por Donald Trump com a emissão de novas orientações.</P><br />
<P>O objetivo é a aceleração da partilha de informações sobre clientes e a procura de sinais de falta de documentos que legalizem situações de imigração. </P><br />
<P>Estas mudanças fazem parte da política de expulsão de clientes indocumentados do sistema bancário sem obrigar explicitamente os bancos a fazê-lo. </P><br />
<P>Para obter a participação dos bancos, o governo enquadrou estas ações como repressão de fraude e crime e não explicitamente sobre imigração. </P><br />
<P>Durante um discurso em Houston, a banqueiros, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse: &#8220;A informação que possuem pode ajudar a terminar com o financiamento de cartéis, desorganizar redes de lavagem de dinheiro, expor exploração laboral ou proteger os contribuintes de fraudes&#8221;. </P><br />
<P>A intervenção de Bessent e as novas orientações do Departamento sucedem a uma ordem executiva de Trump, assinada em maio, que obriga os bancos a analisarem a cidadania dos seus clientes e os reguladores da banca e departamentos governamentais a procurarem sinais de pessoas sem estatuto legal que estejam a abrir contas, obter empréstimos ou aceder a cartões de crédito.  </P><br />
<P>Mas esta ordem executiva não incluía a obrigação explicita de os bancos recolherem a informação relacionada com a cidadania dos clientes, a que aliás a indústria bancária se opôs.  </P><br />
<P>Desde há muito que os bancos são capazes de partilhar informação sobre os seus clientes, quando suspeitam de lavagem de dinheiro ou fraude. </P><br />
<P>As decisões de sexta-feira alargam o sistema em duas frentes.  </P><br />
<P>Os bancos podem agora partilhar em tempo real e com menos condicionantes e, depois, têm mais razões para estas partilhas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775772]]></sapo:autor>
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		<title>EUA aprovam compra da Warner Bros. pela Paramount por 94 mil ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 23:11:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Departamento de Justiça norte-americano aprovou sexta-feira a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance, avançando uma fusão de cerca de 111 mil milhões de dólares (94 mil milhões de euros), que cria um novo gigante dos media.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento de Justiça norte-americano aprovou sexta-feira a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance, avançando uma fusão de cerca de 111 mil milhões de dólares (94 mil milhões de euros), que cria um novo gigante dos media.</P><br />
<P>Após uma investigação de oito meses, o departamento concluiu que &#8220;não é provável&#8221; que o acordo &#8220;prejudique a concorrência ou os consumidores&#8221; do país, no &#8216;streaming&#8217;, na televisão ou na produção e distribuição de filmes para cinema, segundo comunicado.</P><br />
<P>Por conseguinte, decidiu não contestar o acordo, sem exigir a alienação de ativos ou compromissos, concluindo, em vez disso, que a transação deve promover a concorrência e beneficiar &#8220;os consumidores e os trabalhadores&#8221; norte-americanos.</P><br />
<P>Os acionistas da Warner Bros. Discovery deram &#8216;luz verde&#8217; no final de abril à operação pela qual a Paramount Skydance irá adquirir a produtora de Hollywood.</P><br />
<P>A assembleia extraordinária de acionistas aprovou por maioria a fusão com a Paramount e a operação deverá ser concluída no terceiro trimestre, sujeita às condições habituais de encerramento, incluindo autorizações regulatórias.</P><br />
<P>A Paramount conseguiu adquirir a Warner após a batalha para assumir o gigante de Hollywood, na sequência da desistência da Netflix, que optou por não continuar com a guerra de licitação. </P><br />
<P>A Paramount ofereceu um preço de 31 dólares por ação, elevando a transação total para 111 mil milhões de dólares.</P></p>
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		<title>Homens armados matam 17 agricultores no noroeste da Nigéria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 22:49:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 17 pessoas morreram hoje, e outras cinco ficaram feridas, após homens armados terem disparado sobre agricultores no Estado de Zamfara, no noroeste da Nigéria, adiantaram à agência France-Presse (AFP) um responsável local e alguns residentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 17 pessoas morreram hoje, e outras cinco ficaram feridas, após homens armados terem disparado sobre agricultores no Estado de Zamfara, no noroeste da Nigéria, adiantaram à agência France-Presse (AFP) um responsável local e alguns residentes.</P><br />
<P>Grupos &#8216;jihadistas&#8217; e bandos armados especializados em sequestros para obtenção de resgate aterrorizam as comunidades do norte e do centro da Nigéria, onde realizam ataques mortíferos e impõem taxas aos agricultores que desejam aceder às suas terras.</P><br />
<P>Os criminosos, que circulavam de moto e se faziam passar por visitantes, abriram fogo contra agricultores que trabalhavam nos seus campos na aldeia isolada de Goron Namaye, no distrito de Maradun, segundo as mesmas fontes.</P><br />
<P>Além dos 17 mortos, outras cinco ficaram feridas.</P><br />
<P>&#8220;Recebi esta manhã um relatório que indicava 17 mortos na comunidade de Goron Namaye&#8221;, contou Sanusi Dosara, administrador político do distrito de Maradun.</P><br />
<P>Já Abubakar Jarra, um líder comunitário da aldeia, confirmou o número de mortos, acrescentando que outras cinco pessoas ficaram feridas, três delas gravemente.</P><br />
<P>Com o início da estação das chuvas anual, crucial para a Nigéria, os agricultores do norte do país estão a abandonar as suas terras devido aos ataques de grupos armados, ameaçando assim o abastecimento alimentar do país mais populoso de África.</P><br />
<P>No domingo, 39 idosos de uma aldeia do mesmo distrito de Maradun foram raptados quando se dirigiam ao acampamento de um chefe de gangue para negociar um acordo de paz que permitisse à comunidade cultivar as suas terras.</P><br />
<P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou na terça-feira que a insegurança generalizada causada pelos grupos armados pode &#8220;afetar as receitas fiscais e de exportação e agravar a pobreza e a insegurança alimentar&#8221; no país.</P></p>
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