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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 10:33:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Gigante do private equity entra na Quadrante e aposta na engenharia portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[private equity]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrante]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa de consultoria em engenharia, arquitetura, ambiente e sustentabilidade anunciou a entrada da Permira, uma das maiores gestoras internacionais de private equity.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A portuguesa Quadrante vai ter um novo acionista. A empresa de consultoria em engenharia, arquitetura, ambiente e sustentabilidade anunciou a entrada da Permira, uma das maiores gestoras internacionais de private equity, numa operação destinada a acelerar a estratégia de crescimento e internacionalização da empresa, com especial enfoque no mercado norte-americano.</p>
<p>Embora o valor do investimento não tenha sido divulgado, a empresa adianta que os fundadores, a equipa de gestão e a Henko Partners manterão posições relevantes no capital após a conclusão da operação.</p>
<p>Fundada em 1998, a Quadrante presta serviços especializados de engenharia nas áreas da energia, cidades sustentáveis e mobilidade. Atualmente, está presente em mais de 20 países, conta com mais de 1.500 colaboradores e possui operações consolidadas em Portugal, Espanha, Brasil e México.</p>
<p>Com a entrada da Permira, a empresa pretende acelerar a sua expansão internacional, reforçar o apoio aos principais clientes e intensificar a utilização de soluções de inteligência artificial para aumentar a eficiência e desenvolver novas soluções de engenharia. A estratégia passa por posicionar a Quadrante como um parceiro global no desenvolvimento de projetos ligados à transição energética e às infraestruturas críticas.</p>
<p>Para Nuno Costa, CEO Global e cofundador da Quadrante, a entrada da Permira representa &#8220;um novo e entusiasmante capítulo&#8221; na história da empresa. O responsável considera que a experiência internacional do novo investidor, aliada às suas capacidades digitais e ao foco na transição energética, permitirá acelerar o crescimento da empresa sem comprometer a visão estratégica nem a cultura organizacional.</p>
<p>Do lado da Permira, Kush Patel, Partner e Co-Head de Transição Energética, destaca que a Quadrante está posicionada no centro de duas grandes tendências globais: a transição energética e o desenvolvimento de infraestruturas críticas. O responsável sublinha ainda que existe uma oportunidade significativa para expandir a atividade da empresa, sobretudo nos Estados Unidos, onde a procura por competências de engenharia nas áreas da energia, das energias renováveis, dos centros de dados e das infraestruturas continua a crescer.</p>
<p>Também Anish Patel, Partner e Co-Head de Transição Energética da gestora britânica, considera que a Quadrante reúne as características procuradas pela Permira: forte especialização técnica, relações consolidadas com clientes e uma equipa de gestão com uma visão clara para o futuro do setor. O objetivo passa igualmente por colocar ao serviço da empresa a experiência da Permira em inteligência artificial para apoiar a próxima fase de crescimento.</p>
<p>Já Lars Becker, Partner da Henko Partners, salienta que a Quadrante construiu uma posição diferenciadora no mercado e elogia a capacidade da equipa de gestão para executar uma estratégia de crescimento ambiciosa, mostrando-se entusiasmado com a entrada da Permira neste novo ciclo.</p>
<p>A operação está sujeita às habituais aprovações regulatórias e deverá ficar concluída durante o quarto trimestre de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786223]]></sapo:autor>
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		<title>O desafio da retenção em 2026: O fosso entre as expectativas do talento e a resposta das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Randstad Insight]]></category>
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					<description><![CDATA[A 11.ª edição do estudo Randstad Employer Brand Research 2026 traça um retrato particularmente claro do mercado de trabalho em Portugal. Por Raul Neto, CEO da Randstad Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por : Raul Neto, CEO da Randstad Portugal</p>
<p style="text-align: justify;">A 11.ª edição do estudo Randstad Employer Brand Research 2026 traça um retrato particularmente claro do mercado de trabalho em Portugal: o talento está mais informado, mais exigente e mais consciente do seu valor, enquanto muitas organizações continuam a enfrentar dificuldades em responder, de forma consistente, às suas principais expectativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados mostram, sem surpresa, que a proposta de valor mais determinante para os profissionais continua a ser a combinação de salário e benefícios competitivos. Este fator lidera de forma destacada as preferências do talento, mas é simultaneamente a dimensão onde os empregadores apresentam uma das avaliações mais baixas. Este desalinhamento estrutural ajuda a explicar porque razão a remuneração in- suficiente surge como o principal motivo de saída, referi- do por 50% dos inquiridos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a retenção de talento já não pode ser explicada apenas pela componente salarial. O estudo evidencia que outros dois fatores assumem um peso equivalente na decisão dos profissionais: o equilíbrio entre vida pessoal e profissional e as oportunidades de progressão na carreira. A ausência de desenvolvimento profissional é apontada por 42% dos respondentes como motivo de saída, enquanto 41% referem a procura por um melhor equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Este conjunto de prioridades, e o facto da diferença entre elas não ser muito significativo, reforça a ideia de que os profissio- nais procuram hoje uma proposta de valor mais completa e integrada, onde a compensação financeira é apenas um dos elementos de uma experiência de trabalho mais ampla, sustentada em crescimento, flexibilidade e bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Do lado das empresas, verifica-se um desempenho relativamente consistente em dimensões estruturais, como a segurança no emprego e a qualidade do ambiente de trabalho, ambos os fatores são altamente valorizados na percepção dos atuais empregadores. Contudo, estes atributos, apesar de essenciais, deixaram de ser suficientes enquanto proposta de retenção autónoma, sobretudo num contexto de maior mobilidade e expectativas mais elevadas por parte das novas gerações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em particular, a Geração Z tende a redefinir o conceito de segurança profissional, valorizando cada vez mais a transparência organizacional, a clareza na comunicação e a aposta contínua na aprendizagem e na empregabilidade futura, em detrimento de uma noção exclusivamente associada à estabilidade contratual.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2026, o desafio para as organizações é claro: alinhar a sua proposta de valor com aquilo que o talento efetivamente valoriza. Isso implica reforçar políticas de compensação, investir em percursos de desenvolvimento estruturados e promover modelos de trabalho mais equilibrados.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mercado em que o talento escolhe com maior liberdade, a capacidade de atrair e reter não depende só da reputação das empresas, mas passa a estar fortemente correlacionado com a coerência entre o que é prometido e o que na realidade é experimentado.</p>
<p style="text-align: justify;">A<em>rtigo publicado na Revista Executive Digest n.º 243 de Junho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780708]]></sapo:autor>
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		<title>Wellow Group: Pessoas primeiro, negócio depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Wellow Group]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sectores tão distintos quanto os recursos humanos, a energia ou o imobiliário, a Wellow Group encontrou um denominador comum: as pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Numa altura em que a sustentabilidade empresarial é cada vez mais escrutinada e em que o risco de greenwashing paira sobre qualquer estratégia ESG, o Wellow Group aposta numa lógica diferente: a de que o ponto de partida e de chegada de todas as decisões são as pessoas. É essa convicção que Tatiana Vale, Chief Marketing Officer (CMO) do grupo, descreve como o fio condutor de um ecossistema que actua em áreas tão diversas como os Recursos Humanos, a Energia, o Imobiliário ou os Seguros.</p>
<p style="text-align: justify;">A diversidade de negócios poderia tornar difícil a construção de uma estratégia ESG coerente, mas a responsável vê nessa heterogeneidade um denominador comum: «criar valor através e para pessoas». Esse princípio manifesta-se de forma concreta nos três pilares da abordagem do grupo. Na dimensão social; na vertente ambiental; e a governança.</p>
<p style="text-align: justify;">O ano de 2021 marcou uma viragem. Os planos estratégicos de todas as empresas e marcas do grupo passaram a incluir objectivos, metas e indicadores ligados aos critérios ESG. A criação de um Comité de Sustentabilidade e a publicação do primeiro Relatório de Sustentabilidade são dois marcos dessa evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">A vertente social é talvez aquela em que a Wellow tem uma história mais longa. O grupo nasceu na área dos Recursos Humanos e, ao longo de mais de duas décadas, desenvolveu um trabalho significativo na integração de trabalhadores imigrantes. Tatiana Vale enquadra esse trabalho no contexto da escassez de mão-de-obra que tem afectado vários sectores da economia portuguesa, defendendo que o valor gerado é simultaneamente social e económico. O mesmo raciocínio aplica-se às iniciativas de bem-estar e desenvolvimento dos colaboradores, descritas como «investimentos que geram resultados concretos». Para o sustentar, aponta indicadores medidos regularmente (envolvimento, satisfação, retenção) e os sucessivos reconhecimentos do grupo como uma das melhores organizações para trabalhar em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionada sobre os desafios que se avizinham, a CMO não minimiza a complexidade. O principal está na capacidade de manter uma visão ESG comum e transversal à medida que o grupo continua a diversificar a sua presença em sectores cada vez mais distintos — dos Recursos Humanos à Restauração, passando pela Energia ou pelos Seguros —, sem perder a especificidade de cada negócio. Actualmente, a Wellow avança para a certificação ISO 45001, que reforçará o comprometimento na área da Saúde e Segurança no Trabalho, somando-se às já existentes ISO 9001 e ISO 14001.</p>
<p style="text-align: justify;">O objectivo final é, de acordo com Tatiana Vale, «construir um modelo de crescimento sustentável, capaz de gerar valor económico, social e ambiental de forma consistente e duradoura». Uma ambição que, no caso da Wellow, parte de uma convicção anterior a qualquer relatório ou certificação: a de que são as pessoas que fazem mover os negócios e não o contrário.</p>
<p><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “ESG”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781002]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Luís Simões entra para a elite europeia das empresas mais comprometidas com o clima pelo Financial Times</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Financial Times]]></category>
		<category><![CDATA[luis simões]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Luís Simões foi distinguida como uma das empresas europeias com melhor desempenho na redução da intensidade das emissões de gases com efeito de estufa, ao integrar a quinta edição do ranking "Europe's Climate Leaders 2026", elaborado pelo Financial Times em parceria com a Statista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Luís Simões foi distinguida como uma das empresas europeias com melhor desempenho na redução da intensidade das emissões de gases com efeito de estufa, ao integrar a quinta edição do ranking &#8220;Europe&#8217;s Climate Leaders 2026&#8221;, elaborado pelo Financial Times em parceria com a Statista.</p>
<p>O operador logístico, uma das referências na Península Ibérica, integra a lista das 600 empresas europeias que mais se destacaram pela redução da intensidade das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) de Âmbito 1 e 2 entre 2019 e 2024.</p>
<p>A seleção foi feita a partir de um universo de cerca de 3.000 empresas, provenientes de 33 países e 24 setores de atividade, sendo elegíveis apenas as organizações que registaram uma redução média anual superior a 3% na intensidade das emissões.</p>
<p>Com esta distinção, a Luís Simões torna-se uma das duas empresas portuguesas do setor dos transportes, logística e embalagem presentes no ranking e ocupa a 10.ª posição entre as 12 empresas nacionais distinguidas pelo Financial Times.</p>
<p>Segundo a empresa, este reconhecimento reflete a estratégia de longo prazo assente na sustentabilidade ambiental, na eficiência operacional e na transparência da informação climática, áreas que considera centrais para o desenvolvimento do negócio.</p>
<p>No âmbito dessa estratégia, o Grupo reforçou também o seu compromisso com a iniciativa Science Based Targets (SBTi), definindo metas concretas e mensuráveis para a redução das emissões. Durante o período avaliado pelo Financial Times, entre 2019 e 2024, a Luís Simões respondeu igualmente ao questionário do CDP Climate, tendo alcançado uma classificação de B- em 2025.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786211]]></sapo:autor>
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		<title>O best-seller fica mais prático: novo Polestar 4 SUV chega em setembro com até 630 km de autonomia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-best-seller-fica-mais-pratico-novo-polestar-4-suv-chega-em-setembro-com-ate-630-km-de-autonomia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[polestar]]></category>
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					<description><![CDATA[Polestar vai reforçar a família do seu best-seller elétrico com uma nova versão SUV do Polestar 4, disponível para encomenda a partir de 2 de setembro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polestar vai reforçar a família do seu best-seller elétrico com uma nova versão SUV do Polestar 4, disponível para encomenda a partir de 2 de setembro. O novo Polestar 4 SUV parte da base do Polestar 4 coupé, mas acrescenta maior versatilidade e capacidade de carga, procurando responder aos clientes que querem manter o desenho mais distintivo do modelo sem abdicar de mais espaço e funcionalidade.</p>
<p>A marca sueca de automóveis elétricos de performance confirma que esta nova versão foi concebida para alargar a oferta no segmento, mantendo os principais argumentos que têm sustentado o sucesso comercial do Polestar 4: design, desempenho, eficiência e uma abordagem centrada na sustentabilidade.</p>
<p>Segundo Michael Lohscheller, presidente executivo da Polestar, o Polestar 4 “estabeleceu-se rapidamente como um dos favoritos” dos clientes da marca, com forte procura por parte de condutores que valorizam “design distintivo e elevadas performances” combinados com versatilidade. Com o novo SUV, acrescenta, a Polestar pretende dar continuidade a esse sucesso, oferecendo mais flexibilidade sem perder o carácter original do modelo.</p>
<p>Além da nova carroçaria SUV, tanto o Polestar 4 SUV como a versão mais recente do Polestar 4 coupé passam a contar com componentes de chassis revistos. A atualização tem como objetivo reforçar a dinâmica de condução dos modelos, com uma afinação pensada para tornar a experiência ao volante mais refinada, sem abandonar o posicionamento desportivo da marca.</p>
<p>A arquitetura elétrica de 400 V mantém-se como base técnica do modelo e permite autonomias até 630 quilómetros em ciclo WLTP nas versões Rear motor. Nas variantes Dual motor, o Polestar 4 SUV poderá atingir até 544 cv, conjugando maior capacidade de utilização familiar com prestações de elevado desempenho.</p>
<p>O novo Polestar 4 SUV será produzido em Busan, na Coreia do Sul, e ficará disponível para encomenda na maioria dos mercados onde a marca está presente. A chegada desta versão reforça a aposta da Polestar em modelos elétricos de maior versatilidade, num segmento em que os SUV continuam a dominar as preferências dos consumidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786195]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quase 4 mil milhões em três anos: o negócio grego do transporte de petróleo russo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quase-4-mil-milhoes-em-tres-anos-o-negocio-grego-do-transporte-de-petroleo-russo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[Negócio é legal dentro de limites muito específicos: os navios podem transportar crude russo desde que a carga respeite o teto de preço definido pelo G7]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As sanções ocidentais tentavam cortar as receitas energéticas de Moscovo. Mas, nos últimos três anos, companhias marítimas gregas terão faturado pelo menos 3,8 mil milhões de dólares — cerca de 3,3 mil milhões de euros — no transporte de petróleo russo, segundo uma análise do &#8216;Financial Times&#8217;.</p>
<p>O negócio é legal dentro de limites muito específicos: os navios podem transportar crude russo desde que a carga respeite o teto de preço definido pelo G7. Ainda assim, o papel dos armadores gregos tornou-se um dos pontos mais sensíveis entre Atenas e Kiev, sobretudo depois de várias empresas terem sido incluídas, em 2023, numa lista ucraniana de “patrocinadores internacionais da guerra”. Foram depois retiradas dessa lista, após pressão do Governo grego.</p>
<p>A empresa que mais terá beneficiado deste comércio foi a Dynacom Tankers, fundada pelo magnata grego George Prokopiou. A companhia terá obtido pelo menos 915 milhões de dólares — cerca de 800 milhões de euros — em receitas com o transporte de crude russo desde julho de 2023, quase um quarto do total atribuído a armadores gregos. A Olympic Shipping and Management, do grupo Onassis, surge em segundo lugar, com pelo menos 404 milhões de dólares, cerca de 353 milhões de euros. Stealth Maritime e Polembros Shipping, ambas sediadas em Atenas, terão ultrapassado os 200 milhões de dólares cada uma.</p>
<p>A escala do envolvimento grego é relevante: entre as 20 empresas que mais receitas fizeram com carregamentos russos desde junho de 2023, oito são gregas. As restantes são sobretudo companhias russas ligadas ao Estado, como a Sovcomflot e a Rosnefteflot, ou estruturas associadas. Em maio, quase 15% das exportações russas de crude terão sido transportadas por empresas gregas, segundo dados de plataformas de análise marítima e energética.</p>
<p>O teto imposto pelo G7 ao petróleo russo foi criado em dezembro de 2022 com um objetivo duplo: reduzir as receitas do Kremlin sem retirar demasiado crude do mercado mundial, o que poderia provocar uma subida dos preços. Atualmente, esse limite está nos 44,10 dólares por barril, cerca de 38,55 euros. Na prática, porém, antigos responsáveis por sanções e juristas citados pelo jornal consideram que a fiscalização tem sido irregular.</p>
<p>O sistema depende em grande parte de declarações formais. Os armadores têm de apresentar documentação que indique que a carga respeita o limite de preço, mas muitas vezes dependem da informação fornecida pelo fretador do navio ou pelo fornecedor russo. Stefanos Roulakis, advogado de empresas gregas de navegação, resume o problema: em teoria, o mecanismo funciona; na prática, as autoridades esperam que os armadores avaliem riscos que nem sempre conseguem confirmar diretamente.</p>
<p>O incentivo financeiro ajuda a explicar a persistência do negócio. Corretores marítimos indicam que os comerciantes pagam cerca de 30% a 40% mais para transportar crude russo do que para transportar petróleo de países não abrangidos por medidas ocidentais. Michelle Wiese Bockmann, analista de inteligência marítima, sintetiza a lógica do setor: há dinheiro a ganhar e poucos operadores dispostos a assumir esse risco.</p>
<p>A pressão política, contudo, está a aumentar. Estados Unidos e União Europeia procuram novas formas de cortar receitas energéticas a Moscovo, numa altura em que tentam enfraquecer a posição russa antes de uma eventual negociação de paz com a Ucrânia. A queda relativa dos preços do petróleo nos últimos três anos — e o facto de o conflito com o Irão não ter provocado a escalada inicialmente temida — deu margem aos governos ocidentais para ponderarem sanções mais duras.</p>
<p>Algumas empresas gregas já recuaram. A TMS Tankers e a Thenamaris reduziram fortemente a exposição ao petróleo russo no final de 2023, depois de Washington ter sancionado operadores marítimos da Turquia e dos Emirados Árabes Unidos por alegado transporte de cargas russas acima do teto definido. Segundo os cálculos citados, a Thenamaris terá faturado pelo menos 30 milhões de dólares, cerca de 26 milhões de euros, enquanto a TMS terá alcançado pelo menos 150 milhões de dólares, cerca de 131 milhões de euros, antes de abandonar em larga medida esse comércio.</p>
<p>As empresas rejeitam irregularidades. A Dynacom afirmou que todas as escalas em portos russos cumpriram os enquadramentos legais e sancionatórios aplicáveis, defendendo que o transporte por armadores gregos ajudou a limitar a pressão sobre os custos da energia. A Olympic Shipping garantiu cumprir as sanções da União Europeia, Reino Unido e Estados Unidos, recusando comentar operações específicas. A Stealth disse que todas as cargas transportadas foram verificadas por advogados americanos e britânicos. Já a Polembros e a Thenamaris não responderam ao pedido de comentário.</p>
<p>Para grupos ucranianos que defendem o fim do comércio de petróleo e gás russos, o problema está nas falhas do próprio sistema. Svitlana Romanko, diretora da campanha Razom We Stand, acusa os governos de não fecharem brechas conhecidas e critica Atenas por proteger os interesses da sua poderosa indústria marítima. O debate coloca a Grécia no centro de uma contradição ocidental: sancionar Moscovo sem paralisar o mercado energético global — e sem impedir que alguns dos maiores armadores europeus continuem a lucrar com a rota russa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786190]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acidente com autocarro faz dois mortos e vários feridos em Agualva-Cacém</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-dois-mortos-em-acidente-em-agualva-cacem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:51:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos duas pessoas morreram num acidente na zona de Agualva-Cacém, concelho de Sintra, que provocou ainda outros oito feridos, disseram à Lusa fontes dos bombeiros e INEM.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O despiste e atropelamento que ocorreu hoje na União de Freguesias de Agualva e Mira-Sintra envolveu um autocarro da Carris Metropolitana e provocou dois mortos e 14 feridos, quatro dos quais em estado grave, segundo a Proteção Civil.</p>
<p class="text-paragraph">Conforme disse à Lusa fonte do Comando Sub-regional da Grande Lisboa da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o alerta para o despiste e atropelamento foi dado às 09:42, na Rua Elias Garcia, em Agualva e Mira-Sintra, concelho de Sintra.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o Instituto Nacional de Emergência Médica, as vítimas mortais são duas mulheres entre os 30 e 40 anos.</p>
<p class="text-paragraph">Pelas 10:50 estavam no local 35 operacionais dos bombeiros de Agualva-Cacém, Belas e Queluz e da PSP, apoiados por 16 viaturas, entre elas duas viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) dos hospitais Amadora-Sintra e S. Francisco Xavier.</p>
<p class="text-paragraph">Foi ainda enviada para o local uma unidade móvel de intervenção psicológica de emergência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786191]]></sapo:autor>
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		<title>Multicare e centro climático da Fidelidade querem antecipar os impactos dos incêndios na saúde pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:43:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Fidelidade]]></category>
		<category><![CDATA[Multicare]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Multicare e o Impact Center for Climate Change (ICCC) da Fidelidade associaram-se ao colóquio "Incêndios Florestais e Saúde Humana", promovido pelo Conselho Português para a Saúde e Ambiente (CPSA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Multicare e o Impact Center for Climate Change (ICCC) da Fidelidade associaram-se ao colóquio &#8220;Incêndios Florestais e Saúde Humana&#8221;, promovido pelo Conselho Português para a Saúde e Ambiente (CPSA), que decorre no próximo dia 8 de julho, no auditório da Multicare, em Lisboa.</p>
<p>A iniciativa vai reunir especialistas, responsáveis de entidades públicas e representantes do setor da saúde para debater os efeitos dos incêndios florestais na saúde humana e identificar respostas integradas para mitigar o seu impacto, numa altura em que Portugal continua a ser um dos países europeus mais expostos a este fenómeno.</p>
<p>Segundo a organização, os incêndios florestais representam um desafio crescente, impulsionado pelas alterações climáticas, pelo aumento da frequência das ondas de calor e pela intensificação dos fenómenos extremos. Nos últimos 20 anos, já ardeu em Portugal uma área equivalente a quase um quarto do território nacional, colocando o país entre os que registam maior área ardida na Europa.</p>
<p>O programa inclui sessões dedicadas à vulnerabilidade de Portugal aos incêndios florestais, ao impacto destes fenómenos na saúde humana e à apresentação do Guia CPSA para os incêndios. Entre os oradores confirmados estão Luís Campos, presidente do CPSA, José Miguel Cardoso Pereira, professor catedrático do Instituto Superior de Agronomia, José Chen, da Lancet Countdown, Filipe Duarte Santos, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Filipe Santos Martins, CEO da Multicare.</p>
<p>Está igualmente prevista uma mesa-redonda sobre os desafios e oportunidades para reduzir o impacto dos incêndios na saúde, com a participação de José Manuel Moura, presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Nuno Banza, presidente do conselho diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, Pimenta Machado, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Miguel Arriga, diretor do Departamento de Prevenção da Doença e Promoção da Saúde da Direção-Geral da Saúde, e Rui Esteves, diretor-geral técnico Não Vida e Vida Risco da Fidelidade e colíder do ICCC.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786185]]></sapo:autor>
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		<title>BCE não deve iniciar subida em série das taxas de juro como em 2022, diz Banco de Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:37:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador do Banco de Itália defendeu hoje que o Banco Central Europeu (BCE) não deve responder às atuais pressões inflacionistas com subidas em série das taxas de juro, como fez após a invasão da Ucrânia, em 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador do Banco de Itália defendeu hoje que o Banco Central Europeu (BCE) não deve responder às atuais pressões inflacionistas com subidas em série das taxas de juro, como fez após a invasão da Ucrânia, em 2022.</p>
<p>&#8220;Seria um erro&#8221;, afirmou Fabio Panetta durante a conferência ChaMp, considerando que o contexto económico atual é diferente do vivido há quatro anos.</p>
<p>&#8220;Não estamos na mesma situação que em 2022. A procura está mais fraca e as taxas de juro reais estão mais elevadas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o responsável, as perspetivas económicas para a zona euro continuam &#8220;frágeis&#8221;, pelo que o BCE deverá manter uma abordagem prudente na condução da política monetária.</p>
<p>Panetta recordou que a decisão do banco central de aumentar as taxas de juro em junho foi tomada com base num conjunto de cenários macroeconómicos e teve em conta a expectativa de descida dos preços da energia, na sequência das negociações entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Ainda assim, advertiu que &#8220;os riscos de subida da inflação continuam a coexistir com os riscos de descida do crescimento&#8221;, o que, disse, &#8220;exige um acompanhamento constante&#8221;.</p>
<p>O governador do Banco de Itália acrescentou que a política monetária do BCE não deve seguir &#8220;um caminho pré-determinado&#8221;, devendo as decisões continuar a ser tomadas em função da evolução dos dados económicos.</p>
<p>No mês passado, o banco europeu subiu as taxas de juro em 25 pontos base, para 2,25%, naquele que foi o primeiro aumento das taxas diretoras em quase três anos, desde setembro de 2023.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 22 e 23 de julho em Frankfurt.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786186]]></sapo:autor>
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		<title>Aliança Atlântica acelera defesa contra drones com plano de 40 mil milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os países da NATO vão aplicar mais de 40 mil milhões de dólares, cerca de 34 mil milhões de euros, nos próximos cinco anos no reforço das capacidades de defesa contra drones.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os países da NATO vão aplicar mais de 40 mil milhões de dólares, cerca de 34 mil milhões de euros, nos próximos cinco anos no reforço das capacidades de defesa contra drones. O anúncio foi feito esta terça-feira pelo secretário-geral da Aliança Atlântica, Mark Rutte, durante a cimeira que decorre em Ancara.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mark Rutte revelou também que vários aliados assumiram o compromisso de cooperar na aquisição, armazenamento, transporte e gestão de stocks de materiais críticos para a defesa. A iniciativa envolve Bélgica, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Grécia, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Espanha, Suécia e Turquia.</p>
<p><strong>NATO reforça vigilância aérea com aviões GlobalEye</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além do investimento em capacidades contra drones, a NATO vai comprar dez aviões de vigilância GlobalEye à sueca Saab, numa operação destinada a substituir a frota envelhecida de AWACS. A escolha representa uma aposta num fabricante europeu, em alternativa à norte-americana Boeing.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Saab prevê iniciar as entregas dos GlobalEye em 2030. Embora o valor final do contrato ainda não esteja fechado, a empresa indicou que cada aeronave deverá custar entre 400 e 450 milhões de dólares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mark Rutte anunciou ainda vários contratos de armamento durante o encontro, incluindo um acordo com o grupo Airbus.</p>
<p><strong>Frota de reabastecimento da NATO vai receber novo Airbus A330 MRTT</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Aliança Atlântica vai acrescentar um décimo Airbus A330 MRTT à sua frota multinacional de aviões de reabastecimento aéreo e transporte. O A330 MRTT, sigla de Multi Role Tanker Transport, é uma aeronave militar concebida para missões de transporte e reabastecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com esta nova entrega, a frota da NATO fica mais próxima do objetivo de chegar a 12 aeronaves. Mark Rutte destacou que o A330 MRTT e o A400M vão garantir à Aliança duas frotas multinacionais de elevado desempenho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vários países aliados anunciaram também um projeto multinacional centrado no Airbus A400M, uma aeronave de transporte multifuncional destinada a reforçar a capacidade estratégica de transporte aéreo.</p>
<p><strong>Aliança Atlântica vai comprar drones MQ-4C Triton</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A NATO prepara ainda a compra de cinco drones de vigilância de alta altitude Northrop Grumman MQ-4C Triton. Noruega, Finlândia, Alemanha e Dinamarca assinaram uma carta de intenções para avançar com a aquisição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os anúncios foram feitos por Mark Rutte perante líderes da indústria e responsáveis da NATO, reunidos na capital turca no âmbito de um Fórum da Indústria de Defesa.</p>
<p>O encontro pretende mostrar o empenho dos aliados europeus no desenvolvimento das suas capacidades militares, numa altura em que os Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, têm exigido um maior esforço de defesa por parte dos países europeus da Aliança Atlântica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786179]]></sapo:autor>
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		<title>Augusto Santos Silva e Rui Moreira analisam a nova ordem mundial à mesa da Casa dos Vinhos Verdes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos verdes]]></category>
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					<description><![CDATA[A Casa dos Vinhos Verdes recebe a conferência "Os Novos Tempos da (Des)Ordem Mundial – Desafios para Portugal", num encontro que reunirá Augusto Santos Silva e Rui Moreira para uma reflexão sobre o atual contexto geopolítico e os desafios que este coloca ao país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa dos Vinhos Verdes recebe a conferência &#8220;Os Novos Tempos da (Des)Ordem Mundial – Desafios para Portugal&#8221;, num encontro que reunirá Augusto Santos Silva e Rui Moreira para uma reflexão sobre o atual contexto geopolítico e os desafios que este coloca ao país.</p>
<p>A conferência que se realiza amanhã, dia 8 de julho, tem início marcado para as 16h30 e contará com a participação de Augusto Santos Silva, professor universitário, antigo presidente da Assembleia da República e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, e de Rui Moreira, embaixador de Portugal junto da OCDE e antigo presidente da Câmara Municipal do Porto.</p>
<p>A iniciativa marca o arranque de um ciclo de debates inserido nas celebrações das quatro décadas da agência Lusa, procurando promover a reflexão sobre alguns dos temas mais relevantes da atualidade.</p>
<p>Paralelamente, a Casa dos Vinhos Verdes acolhe até 10 de julho a exposição de fotografia &#8220;40 Anos | 40 Fotografias&#8221;, uma mostra itinerante composta por 40 imagens emblemáticas captadas por fotojornalistas da Lusa, que retratam alguns dos acontecimentos mais marcantes das últimas quatro décadas. Depois de ter estado patente na Assembleia da República durante o mês de maio, a exposição pode agora ser visitada no Palacete Silva Monteiro, no Porto, de segunda a sexta-feira, entre as 9h00 e as 17h00.</p>
<p>“Receber esta exposição na Casa dos Vinhos Verdes é, não só, motivo de orgulho pela representatividade que tem em termos de memória colectiva, como é prestigiante pela chancela de qualidade e de rigor que a Agência Lusa aporta à informação, seja ela escrita ou em imagem. O Ciclo de Conferências é igualmente uma oportunidade para conhecer diferentes perspectivas dos temas mais prementes, contando com um leque de oradores de excelência”, destaca Dora Simões, Presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786177]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Luxo global encarece 10,2% e Europa ganha peso no ranking das cidades mais caras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela primeira vez em três anos, nenhuma cidade do continente americano aparece no top 10 global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O custo de manter um estilo de vida de luxo aumentou 10,2% em dólares nos últimos 12 meses, num contexto internacional marcado pela volatilidade geopolítica, alterações nos fluxos comerciais, oscilações cambiais e novas pressões inflacionistas. A conclusão consta do Relatório Global sobre Riqueza e Estilo de Vida 2026 do Julius Baer, que volta a colocar Singapura no topo das cidades mais caras do mundo para indivíduos com elevado património líquido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Singapura mantém a liderança pelo quarto ano consecutivo, enquanto Zurique sobe para o segundo lugar e Mónaco entra pela primeira vez no top três. O estudo mostra que o agravamento do custo de vida premium não resulta apenas da inflação local, mas também do peso das moedas. Cidades associadas a divisas mais fortes, como o franco suíço e o euro, subiram no ranking, ao passo que cidades mais ligadas ao dólar norte-americano perderam posições relativas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Índice de Lifestyle do Julius Baer mede o custo de um cabaz de 20 bens e serviços representativos da manutenção de um padrão de vida de alto nível em 25 cidades internacionais. Para famílias e indivíduos com mobilidade global, o indicador permite perceber como decisões relacionadas com moeda, domicílio e estilo de vida podem influenciar o poder de compra e a preservação financeira ao longo do tempo.</p>
<p><strong>Singapura mantém liderança e Zurique sobe no ranking</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A posição de Singapura reflete o custo elevado dos imóveis residenciais e dos automóveis, bem como a força do dólar de Singapura. Apesar de a evolução dos preços locais ter sido relativamente moderada, a valorização da moeda fez com que os custos, medidos em dólares americanos, acompanhassem a média global. A estabilidade política, a resiliência económica e a conectividade internacional continuam a reforçar a atratividade da cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Zurique subiu três posições e tornou-se a segunda cidade mais cara do índice. A subida ficou sobretudo ligada à valorização do franco suíço face ao dólar, mais do que a aumentos expressivos dos preços locais. Mónaco, por sua vez, entrou pela primeira vez no top três, apoiado pela força do euro e pelos preços excecionalmente elevados do mercado imobiliário residencial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Hong Kong caiu para o quarto lugar e Londres passou para a quinta posição, depois de ter ficado perto da liderança no ranking de 2025.</p>
<p><strong>Ásia-Pacífico continua forte, mas Europa encarece mais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A região Ásia-Pacífico mantém um peso relevante no mercado global da riqueza, com cinco cidades entre as dez mais caras do índice. Além de Singapura e Hong Kong, também Xangai, Sydney e Banguecoque surgem no top 10. Sydney foi a cidade que mais subiu este ano, avançando seis lugares para a oitava posição, impulsionada pela valorização do dólar australiano e pelo elevado custo de importação de bens de luxo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, os preços médios na Ásia-Pacífico aumentaram 7,4% em dólares americanos, abaixo da média global. Já a Europa destacou-se em sentido contrário, com uma subida média de 14,1% em dólares, bem acima do total mundial, sobretudo devido à força do euro e do franco suíço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Zurique, Mónaco, Paris, Milão e Frankfurt subiram no ranking, enquanto Barcelona manteve a posição. Londres caiu para o quinto lugar, uma vez que a libra teve uma evolução mais próxima da do dólar americano, o que limitou a subida relativa da capital britânica face às cidades da Europa continental.</p>
<p><strong>Dubai cai para 14.º lugar e Américas ficam fora do top 10</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Dubai desceu para a 14.ª posição no índice deste ano. A queda não significa necessariamente que a cidade se tenha tornado mais acessível, mas antes que outras cidades ficaram relativamente mais caras. O facto de o dirham estar indexado ao dólar americano teve impacto no posicionamento do Dubai. A recolha dos dados foi concluída antes do início do conflito com o Irão, pelo que os efeitos da atual situação no Médio Oriente não estão refletidos nas conclusões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pela primeira vez em três anos, nenhuma cidade do continente americano aparece no top 10 global. Nova Iorque continua a ser a cidade mais bem classificada da região, seguida de São Paulo, que subiu para o 12.º lugar. Santiago do Chile e Cidade do México também avançaram, apoiadas pelo crescimento dos preços locais e pelas oscilações cambiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório aponta realidades distintas no continente americano. A América do Norte registou uma forte acumulação de riqueza e um comportamento de investimento estável, enquanto a América Latina revelou maior prudência e maior foco na preservação do poder de compra.</p>
<p><strong>Ouro, relógios e joalharia puxam pelos preços</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora a moeda tenha sido o fator dominante no índice deste ano, os custos das matérias-primas também tiveram influência relevante. O preço do ouro mais do que duplicou desde 2024, com reflexos diretos em categorias como joalharia e relógios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os preços da joalharia subiram 16,4%, enquanto os relógios aumentaram 15,5%. No conjunto, os bens de luxo registaram uma subida média de 12,3%, influenciada por custos mais elevados de produção, incluindo couro, metais preciosos, mão-de-obra qualificada e estratégias de preço das marcas globais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Muitas casas de luxo estão sediadas na Europa e definem preços com base em moedas fortes, como o euro e o franco suíço, o que acaba por influenciar os valores praticados no retalho a nível internacional. Este ano, os bens encareceram de forma mais acentuada do que os serviços, invertendo algumas tendências observadas anteriormente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Christian Gattiker, diretor de Investigação do Julius Baer, afirma que a moeda voltou a estar em primeiro plano, mas sublinha que a verdadeira leitura resulta da interação entre divisas, ativos e comportamentos.</p>
<p><strong>Geopolítica preocupa os mais ricos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O inquérito sobre estilo de vida incluído no relatório analisa as tendências de consumo dos indivíduos com elevado património líquido na Europa, Ásia-Pacífico, Médio Oriente, América do Norte e América Latina. Depois de mais um ano turbulento, a incerteza geopolítica tornou-se uma preocupação quase transversal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre 82% e 95% dos inquiridos, consoante a região, afirmaram estar preocupados ou muito preocupados com a geopolítica. Esta realidade está a influenciar a forma como os indivíduos mais abastados gastam, investem e planeiam o futuro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de a riqueza continuar a crescer entre os participantes do estudo, o consumo de luxo mostra uma economia a duas velocidades. As despesas na Ásia-Pacífico e no Médio Oriente superam claramente as registadas na Europa, América do Norte e América Latina. A Europa é a região onde se observa a maior contração do consumo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As experiências continuam a dominar os gastos, com forte procura por hotelaria de luxo e restauração de alta qualidade. As despesas relacionadas com saúde também aumentaram de forma expressiva e, juntamente com as viagens de lazer, foram uma das únicas categorias a crescer em todas as regiões.</p>
<p><strong>Saúde, viagens e mobilidade ganham peso nas decisões</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A tendência de que “saúde é riqueza” continua a ganhar força entre os indivíduos mais abastados. Saúde, resiliência e longevidade são cada vez mais vistas como partes essenciais da riqueza global, e não apenas como despesas de estilo de vida.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo mostra ainda que os consumidores com elevado património líquido estão a adaptar os seus hábitos às tarifas, às flutuações cambiais e à incerteza internacional. Pelo menos um em cada três inquiridos já alterou a origem geográfica de algumas compras de luxo. Mais de metade admite viajar para outro país para adquirir bens de luxo e evitar tarifas, enquanto cerca de um quarto já o faz.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também as carteiras de investimento estão a mudar. A maioria dos inquiridos, em todas as regiões, ajustou os investimentos em resposta ao aumento dos riscos macroeconómicos e políticos. Embora os ativos tradicionais continuem a ser a base das carteiras, há uma aposta crescente em estratégias defensivas, como metais preciosos, diversificação geográfica e maior liquidez.</p>
<p><strong>Investidores procuram proteção num mundo mais instável</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os investidores da Ásia-Pacífico lideram na adaptação às novas condições, com 73% a reforçarem a diversificação. Dentro deste grupo, 53% aumentaram a exposição a metais preciosos e 46% alargaram a dispersão geográfica dos investimentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Médio Oriente, os investidores apresentam carteiras diversificadas e orientadas para o longo prazo, com interesse em ativos alternativos e colecionáveis. A Europa mantém uma postura mais conservadora, focada na preservação do património e em carteiras com forte presença de fundos. A América do Norte revela maior consistência nas atitudes financeiras e o crescimento de ativos mais forte entre as regiões analisadas. Já a América Latina ocupa uma posição intermédia, com foco na geração de rendimento e preservação de património, mantendo atenção às tendências futuras.</p>
<p>O Relatório Global sobre Riqueza e Estilo de Vida 2026 conclui que a riqueza deixou de ser medida apenas pelos ativos financeiros. Hoje, inclui também estilo de vida, segurança, saúde, mobilidade e harmonia entre gerações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786174]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nova SBE quer “reacender” o tema da democracia e reúne líderes mundiais em mais uma edição das Conferências do Estoril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:55:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A democracia, a inteligência artificial, a saúde, a educação e a paz global vão estar no centro da 10.ª edição das Conferências do Estoril, que decorrem nos dias 29 e 30 de outubro, no campus de Carcavelos da Nova School of Business and Economics.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A democracia, a inteligência artificial, a saúde, a educação e a paz global vão estar no centro da 10.ª edição das Conferências do Estoril, que decorrem nos dias 29 e 30 de outubro, no campus de Carcavelos da Nova School of Business and Economics. Sob o mote &#8220;Reignite Democracy&#8221;, o encontro reunirá líderes políticos, académicos, especialistas e representantes da sociedade civil para debater alguns dos principais desafios que marcam o panorama internacional.</p>
<p>Organizadas pela Nova School of Business and Economics e pela NOVA Medical School, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais e do Turismo de Portugal, as Conferências do Estoril regressam numa edição que pretende mobilizar decisores, especialistas e novas gerações para refletir sobre o fortalecimento das instituições democráticas num contexto internacional marcado por desafios crescentes.</p>
<p>O programa estará estruturado em cinco grandes eixos temáticos: Paz Global, Políticas, Saúde &amp; Preparação, Educação e Inteligência Artificial &amp; Tecnologia.</p>
<p>Entre os primeiros oradores confirmados encontra-se Jesús Armas, ativista social e presidente da organização Ciudadanía sin Límites, conhecido pela oposição ao regime de Nicolás Maduro e pela defesa dos direitos democráticos na Venezuela.</p>
<p>Também já confirmaram presença Helfried Carl, CEO da European Capital of Democracy e cofundador do The Innovation in Politics Institute, e Jenny Romano, especialista em inteligência artificial aplicada ao combate à desinformação e distinguida com o prémio &#8220;She Shapes AI&#8221;.</p>
<p>A lista de participantes inclui ainda Olivier Vandecasteele, fundador da Protect Humanitarians e antigo refém no Irão, e Karla Soares-Weiser, CEO da Cochrane, reconhecida pelo trabalho desenvolvido na área da medicina baseada na evidência e da redução das desigualdades em saúde.</p>
<p>Entre os nomes de maior destaque confirmados para esta edição figuram ainda Marcelo Rebelo de Sousa, Maria Luís Albuquerque, Helena Canhão e Richard J. Roberts.</p>
<p>Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE, sublinha que, ao longo de dez edições, as Conferências do Estoril demonstraram que &#8220;o conhecimento e o diálogo são as ferramentas mais poderosas para fortalecer a democracia&#8221;. O responsável acrescenta que, num momento em que a confiança nas instituições é colocada à prova em várias regiões do mundo, o encontro pretende continuar a afirmar-se como um espaço de debate aberto, onde diferentes perspetivas se cruzam para inspirar ação.</p>
<p>Criadas em 2009, as Conferências do Estoril já reuniram mais de 17.500 participantes de 130 nacionalidades e cerca de 490 oradores internacionais, entre os quais vários laureados com o Prémio Nobel e mais de 40 atuais e antigos chefes de Estado. A iniciativa tem vindo a afirmar-se como uma plataforma internacional dedicada à promoção do diálogo e da cooperação em torno dos principais desafios globais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786166]]></sapo:autor>
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		<title>PSI aumenta ganhos da abertura e Navigator cresce acima de 2%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O PSI, principal índice bolsista português, mantinha a tendência de abertura e ganhava 0,47% cerca de hora e meia depois da abertura, destacando-se a Navigator a subir 2,04% entre as 13 cotadas em terreno positivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PSI, principal índice bolsista português, mantinha a tendência de abertura e ganhava 0,47% cerca de hora e meia depois da abertura, destacando-se a Navigator a subir 2,04% entre as 13 cotadas em terreno positivo.</p>
<p>Pelas 09:35 em Lisboa, 13 &#8216;papéis&#8217; viam a sua cotação subir desde a abertura e dois acusavam uma desvalorização, mantendo-se a Ibersol nos 9,64 euros por ação.</p>
<p>Aos ganhos da Navigator, a negociar nos 3,31 euros, seguiam-se a Jerónimo Martins (1,53% para 16,59 euros), os CTT (1,43% para 6,04 euros) e a Altri (1,38% para 4,79 euros).</p>
<p>A Semapa valorizava 0,98% para 20,55 euros, a Galp crescia 0,93% para 19,01 euros, a EDP subia 0,87% para 4,62 euros, a Corticeira Amorim avançava 0,79% para 6,40 euros e a Sonae escalava 0,72% para 2,10 euros.</p>
<p>Tanto a Teixeira Duarte como o BCP ganhavam 0,56% para, respetivamente, 0,53 euros e 1,08 euros, a NOS valorizava 0,36% para 4,97 euros e a REN aumentava a cotação em 0,13% para 3,76 euros.</p>
<p>Em sentido inverso, a Mota-Engil desvalorizava 0,08% para 4,73 euros e a EDP Renewables recuava 0,07% para 14,28 euros.</p>
<p>Os investidores estão atentos ao fecho dos mercados asiáticos, com o sul-coreano Kospi a perder 4,91%, apesar das previsões da Samsung Electronics que apontam para uma multiplicação dos resultados operacionais em 19 vezes. O japonês Nikkei perdia 2,12%.</p>
<p>A própria Samsung, que fabrica semicondutores, via a sua cotação descer 6,92%.</p>
<p>O índice de referência de Xangai perdeu 1,24% e o Hang Seng, de Hong Kong, fechou com baixas de 0,81%.</p>
<p>O preço do barril de Brent, referência para a Europa, crescia 1,29% para 72,92 dólares por barril, enquanto o norte-americano WTI aumentava 1,44% para 69,54 dólares.</p>
<p>Os futuros de Wall Street não registavam uma tendência definida, depois dos ganhos de segunda-feira (Dow Jones subiu 0,29%, S&amp;P500 0,72% e Nasdaq 1,12%).</p>
<p>A bitcoin descia 0,80% para 63.279,4 dólares, enquanto o euro desvalorizava 0,14% e era negociado perto dos 1,14 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786167]]></sapo:autor>
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		<title>Maioria das bolsas europeias positivas após perdas nos mercados asiáticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:32:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria das principais bolsas europeias seguiam hoje positivas, apesar das quedas nos mercados asiáticos e da subida do barril de Brent.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria das principais bolsas europeias seguiam hoje positivas, apesar das quedas nos mercados asiáticos e da subida do barril de Brent.</p>
<p>Pelas 08:35 em Lisboa, o EuroStoxx 600 ganhava 0,13% para 651,34 unidades.</p>
<p>Pela mesma hora, Paris acumulava 0,64%, Londres subia 0,34%, Madrid crescia 0,32% e Milão valorizava 0,16%, enquanto Frankfurt recuava 0,07%.</p>
<p>O euro desvalorizava 0,14% e era negociado perto dos 1,14 dólares.</p>
<p>Os investidores estão atentos ao fecho dos mercados asiáticos, com o sul-coreano Kospi a perder 4,91%, apesar das previsões da Samsung Electronics que apontam para uma multiplicação dos resultados operacionais em 19 vezes. O japonês Nikkei perdia 2,12%.</p>
<p>A própria Samsung, que fabrica semicondutores, via a sua cotação descer 6,92%.</p>
<p>O índice de referência de Xangai perdeu 1,24% e o Hang Seng, de Hong Kong, fechou com baixas de 0,81%.</p>
<p>O preço do barril de Brent, referência para a Europa, crescia 1,29% para 72,92 dólares por barril, enquanto o norte-americano WTI aumentava 1,44% para 69,54 dólares.</p>
<p>Os futuros de Wall Street não registavam uma tendência definida, depois dos ganhos de segunda-feira (Dow Jones subiu 0,29%, S&amp;P500 0,72% e Nasdaq 1,12%).</p>
<p>A bitcoin descia 0,80% para 63.279,4 dólares.</p>
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		<title>Ouro dispara, petróleo oscila: O que está a acontecer nos mercados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:28:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A evolução recente dos mercados das matérias-primas mostra que os investidores devem evitar olhar para as commodities como uma única classe de ativos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução recente dos mercados das matérias-primas mostra que os investidores devem evitar olhar para as commodities como uma única classe de ativos. Esta é a principal conclusão de uma análise da Wellington Management, que destaca que ouro e petróleo estão a responder a fatores distintos e podem desempenhar papéis diferentes na construção de um portefólio.</p>
<p>Segundo Alex King, Investment Strategy Analyst, e Joshua Riefler, Product Reporting Lead da gestora, o petróleo continua fortemente condicionado pelos desenvolvimentos geopolíticos, em particular pelo conflito no Irão, enquanto o ouro mantém uma tendência estruturalmente positiva iniciada no final de 2022.</p>
<p>No caso do petróleo, a Wellington Management sublinha que os movimentos de preços têm sido historicamente marcados por episódios de forte volatilidade associados a receios sobre a oferta. Antes da escalada do conflito, o mercado antecipava uma continuação da tendência de descida dos preços até 2026. No entanto, a incerteza em torno da duração da guerra voltou a colocar pressão sobre as cotações.</p>
<p>Ainda assim, a gestora considera que o petróleo deve ser encarado sobretudo como uma oportunidade tática e não como uma aposta estratégica de longo prazo. Caso o conflito diminua de intensidade, os preços poderão regressar rapidamente aos níveis suportados pelos fundamentos do mercado antes da guerra.</p>
<p>Já o ouro apresenta uma dinâmica diferente. Depois de iniciar um mercado &#8220;bull&#8221; no final de 2022, impulsionado inicialmente pelas compras dos bancos centrais e, mais tarde, pelos fluxos para ETFs, o metal precioso registou recentemente uma correção. Para a Wellington Management, este recuo poderá refletir apenas um ajustamento temporário, sem comprometer a tendência de longo prazo.</p>
<p>Os analistas defendem que continuam a existir fatores estruturais favoráveis ao ouro, como a diversificação das reservas por parte dos bancos centrais, a procura institucional, a entrada de capital em fundos cotados e uma eventual perda de força do dólar norte-americano.</p>
<p>Neste contexto, a gestora recomenda que os investidores avaliem o contributo específico de cada matéria-prima para a diversificação das carteiras, em vez de tratarem o conjunto das commodities como uma única exposição. Enquanto o petróleo poderá funcionar como proteção contra uma aceleração da inflação, o ouro poderá oferecer maior capacidade de proteção em períodos de maior aversão ao risco.</p>
<p>Entre os principais fatores que a Wellington Management continuará a acompanhar destacam-se a evolução do conflito no Irão e o respetivo impacto na oferta global de energia, as decisões dos principais bancos centrais relativamente às suas reservas de ouro e a trajetória do dólar norte-americano, cuja eventual desvalorização poderá reforçar a atratividade do metal precioso como reserva de valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Duas bombas explodiram em Damasco perto do hotel onde estava Emmanuel Macron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:15:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois engenhos explosivos deflagraram hoje em Damasco, numa zona próxima do hotel situado no centro da capital Síria onde o Presidente francês, Emmanuel Macron, tinha passado a noite, reportou a Agência France Presse (AFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois engenhos explosivos deflagraram hoje em Damasco, numa zona próxima do hotel situado no centro da capital Síria onde o Presidente francês, Emmanuel Macron, tinha passado a noite, reportou a Agência France Presse (AFP).</p>
<p>Fontes policiais disseram à AFP, que um dos engenhos explosivos foi colocado num caixote de lixo perto do hotel onde se encontrava o Presidente francês.</p>
<p>Testemunhas contactadas pela AFP viram fumo na zona da cidade onde se sentiram as explosões no momento em que o chefe de Estado francês abandonava o Hotel Four Seasons e se dirigia ao Palácio Presidencial para uma reunião com o homólogo em funções, Ahmad al-Chareh.</p>
<p>Várias ambulâncias foram enviadas para o local das explosões, enquanto as forças de segurança bloqueavam os acessos à zona central da capital da Síria.</p>
<p>Emmanuel Macron chegou à Síria na segunda-feira, naquela que é a primeira visita de um líder europeu ao país desde que a coligação islamita tomou o poder.</p>
<p>Na noite de segunda-feira, Emmanuel Macron jantou com o Presidente sírio num restaurante do centro de Damasco antes de o acompanhar a uma mesquita no centro da cidade.</p>
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		<item>
		<title>Tekever compra Cloudsweep e reforça aposta em inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tekever, tecnológica de origem portuguesa de sistemas autónomos baseados em inteligência artificial (IA), comprou a startup nacional Cloudsweep, reforçando a aposta em IA, adiantou, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tekever, tecnológica de origem portuguesa de sistemas autónomos baseados em inteligência artificial (IA), comprou a startup nacional Cloudsweep, reforçando a aposta em IA, adiantou, em comunicado.</p>
<p>A Tekever, que não divulgou o investimento na aquisição, indicou que a Cloudsweep é &#8220;uma startup portuguesa especializada na aplicação de inteligência artificial ao desenvolvimento de &#8216;software'&#8221;.</p>
<p>De acordo com a empresa, esta operação enquadra-se na sua estratégia &#8220;de reforçar o ecossistema nacional de inovação, investindo em empresas tecnológicas emergentes, atraindo e retendo talento altamente qualificado e acelerando o desenvolvimento de capacidades críticas para a Europa nas áreas da inteligência artificial, engenharia de &#8216;software&#8217; e sistemas autónomos&#8221;.</p>
<p>Paralelamente, destacou, &#8220;reforça uma transformação tecnológica que já vinha desenvolvendo internamente&#8221;, através da utilização da inteligência artificial como &#8220;elemento nativo dos seus processos de engenharia, permitindo acelerar o desenvolvimento de soluções cada vez mais sofisticadas para defesa, segurança e monitorização&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Cloudsweep destacou-se desde a sua criação pela qualidade da sua equipa e pela inovação na aplicação da IA ao desenvolvimento de &#8216;software'&#8221;, indicou, apontando que a integração na Tekever permitirá &#8220;potenciar esse conhecimento num contexto de escala internacional&#8221;, com o &#8220;desenvolvimento de tecnologias críticas produzidas em Portugal&#8221; e usadas por governos e organizações em toda a Europa.</p>
<p>Com esta aquisição, a Tekever reforça ainda &#8220;o seu compromisso com o crescimento do ecossistema tecnológico português&#8221;, apontando que a inovação passa também &#8220;por apoiar empresas emergentes, integrar equipas altamente especializadas e criar condições para que o talento nacional participe no desenvolvimento das tecnologias estratégicas que irão moldar o futuro da Europa&#8221;.</p>
<p>A Tekever conta com mais de 1.300 colaboradores, e instalações em Portugal, Reino Unido, França, Estónia, Ucrânia e EUA.</p>
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		<title>Rui Tavares acusa Montenegro de ter relação “abusiva e doentia” com a oposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O dirigente do Livre acusa Montenegro de negociar matérias com o Chega, ao mesmo tempo que caricatura e humilha a esquerda, em particular o PS, para depois pedir a viabilização do Orçamento do Estado no fim do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares acusa Luís Montenegro de estar a criar uma relação política “abusiva” com a oposição, sobretudo à esquerda, e deixa um aviso ao primeiro-ministro sobre o Orçamento do Estado para 2027. Em entrevista ao podcast “Política com Assinatura”, da Antena 1, o ainda porta-voz do Livre criticou a estratégia do Governo e defendeu que Montenegro deve negociar com todos os partidos com assento parlamentar se quiser garantir a aprovação do próximo Orçamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Antena 1, Rui Tavares considera “quase doentia e abusiva” a forma como o primeiro-ministro quer conduzir a política nacional. O dirigente do Livre acusa Montenegro de negociar matérias com o Chega, ao mesmo tempo que caricatura e humilha a esquerda, em particular o PS, para depois pedir a viabilização do Orçamento do Estado no fim do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Rui Tavares, o PS não deve passar um “cheque em branco” ao Governo na discussão do OE27. O porta-voz do Livre defende que o primeiro-ministro tem de abandonar a lógica de confronto permanente e reconhecer que a estratégia seguida até agora não resultou.</p>
<p><strong>Rui Tavares questiona se Governo quer mesmo aprovar o OE27</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na mesma entrevista, Rui Tavares admitiu ter dúvidas sobre o real interesse de Luís Montenegro e de Hugo Soares em ver o Orçamento do Estado para 2027 aprovado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente do Livre questionou se a tática do primeiro-ministro e do líder parlamentar do PSD não poderá ter como objetivo final criar condições para uma nova crise política, responsabilizar a oposição e pedir aos eleitores uma maioria absoluta. Para Rui Tavares, desde o debate sobre o pacote laboral, Montenegro já deveria ter percebido que a estratégia adotada não funcionou e devia ter tido a “humildade” de o reconhecer no Parlamento.</p>
<p><strong>Críticas de Passos Coelho ao Governo vistas como “farsa”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares também comentou as críticas feitas por Pedro Passos Coelho ao atual Governo, mostrando-se cético quanto à sua autenticidade. O líder do Livre afirmou que, por vezes, essas diferenças parecem apenas um “arremedo” e falou mesmo numa “farsa”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Antena 1, Rui Tavares considera que, no essencial, o atual PSD continua ligado à matriz política de Passos Coelho. O dirigente do Livre apontou como exemplo a Segurança Social, defendendo que tanto o Governo como o PSD veriam com bons olhos mecanismos alternativos que, na sua leitura, corresponderiam a uma privatização do sistema.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares foi mais longe e afirmou que, dentro desse espaço político, “são todos Pedro Passos Coelho”, referindo Luís Montenegro, Hugo Soares e também André Ventura, que disse ter sido apadrinhado politicamente pelo antigo primeiro-ministro.</p>
<p><strong>“É preciso tirar a política do esgoto”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O porta-voz do Livre defendeu ainda que Luís Montenegro e a política atual precisam de oposição. Para Rui Tavares, parte da vida política portuguesa entrou num registo que é necessário combater, usando a expressão de que é preciso “tirar a política do esgoto”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares criticou aquilo que descreve como uma política egoísta, agressiva e malcriada, marcada pelo desrespeito pelas instituições. Sem identificar partidos concretos, lamentou também que a mentira se tenha tornado uma forma habitual de atuação política.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente do Livre acrescentou que o país está a seguir uma via assente no “dinheiro fácil”, apontando como exemplos o setor imobiliário, o turismo de massas, os jogos online e os casinos.</p>
<p><strong>Subida do PS é “boa notícia”, mas não chega</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares vê a subida do PS nas sondagens como uma boa notícia, mas considera que essa recuperação está a acontecer ao centro e não numa centralidade à esquerda. Para o Livre, o PS deveria ter uma postura mais firme perante o Governo, sobretudo em matérias como a revisão constitucional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A revisão da Constituição é uma das maiores preocupações do Livre. Rui Tavares defende que o PS deveria exigir a Luís Montenegro um compromisso claro: se houver revisão constitucional, esta deve limitar-se aos temas urgentes e minimalistas que já estavam em cima da mesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Questionado sobre se o PS tem capacidade para assumir esse papel, Rui Tavares respondeu que o Livre tem mais liberdade para o fazer.</p>
<p><strong>Livre quer preparar-se para governar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de estar de saída da liderança, Rui Tavares garante que não está de saída do Livre e deixa uma orientação clara para o futuro do partido: preparar-se para governar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fundador do Livre defende que o partido não é uma força de nicho, mas sim uma estrutura com “vocação maioritária”. Para Rui Tavares, a formação de uma maioria progressista passa, no atual quadro político, pelo crescimento do PS e por um Livre capaz de atingir 10% ou mais dos votos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, afastou completamente qualquer hipótese de integração no PS. Perante a possibilidade de um dia vir a estar no Partido Socialista, Rui Tavares respondeu de forma categórica: “não, nunca, não”.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente justificou a recusa com diferenças políticas entre os dois partidos e defendeu que, quando o PS governa sozinho à esquerda ou com maioria absoluta, o país avança devagar e a governação torna-se hesitante. Para Rui Tavares, seria saudável haver dois partidos à esquerda com capacidade para governar em conjunto.</p>
<p><strong>Rui Tavares sai da liderança no congresso do Livre</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares deixa a liderança do Livre no congresso marcado para o próximo fim de semana, entre 10 e 12 de julho. Ainda assim, defende a continuidade do modelo de liderança bicéfala no partido, rejeitando a ideia de que se trate de uma solução improvisada ou de recurso.</p>
<p>Na entrevista à Antena 1, o ainda porta-voz do Livre sustentou que essa forma de liderança não é tão singular como pode parecer e que deve ser entendida como parte da identidade organizativa do partido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786133]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão não negociará acordo final com EUA enquanto persistirem ameaças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão avisou hoje que as negociações para um acordo final com os Estados Unidos não começarão enquanto o Presidente norte-americano, Donald Trump, continuar a ameaçar a República Islâmica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão avisou hoje que as negociações para um acordo final com os Estados Unidos não começarão enquanto o Presidente norte-americano, Donald Trump, continuar a ameaçar a República Islâmica.</p>
<p>&#8220;O parágrafo 13 do Memorando de Entendimento é claro: as negociações sobre o acordo final não começarão enquanto as ameaças persistirem. Respeito pela sua assinatura&#8221;, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, na rede social X.</p>
<p>Na mensagem, acompanhada de uma foto do cortejo fúnebre do líder supremo Ali Khamenei, assassinado em Teerão, e destacando a união de milhões de iranianos, refere que nem o povo iraniano nem as Forças Armadas do país &#8220;se deixarão intimidar por qualquer ameaça&#8221;.</p>
<p>Na segunda-feira, o Presidente dos EUA disse que, caso não se chegue a um acordo com Teerão, &#8220;terminará o serviço&#8221; com ataques às infraestruturas e às instalações energéticas iranianas.</p>
<p>A cláusula 13, mencionada por Araqchi, estipula que as partes iniciariam negociações para um acordo final após a implementação dos parágrafos 01, 04, 05, 10 e 11 deste memorando de entendimento assinado a 17 de junho, que se referem ao fim da guerra em todas as frentes, à reabertura do estreito de Ormuz por ambos os lados, à libertação dos fundos iranianos congelados e à suspensão das sanções ao petróleo.</p>
<p>O Irão e os Estados Unidos realizaram duas rondas de negociações de alto nível desde a assinatura do memorando.</p>
<p>Segundo as autoridades iranianas, estas conversações centraram-se na implementação das cinco cláusulas antes de avançar para as discussões sobre o programa nuclear da República Islâmica.</p>
<p>Apesar do memorando acordado e das negociações em curso, as tensões entre Teerão e Washington voltaram a aumentar nas últimas semanas, com ataques iranianos a vários navios e ataques aéreos dos EUA contra alvos militares na costa sul do Irão, numa disputa de poder pelo controlo do estreito de Ormuz.</p>
<p>A República Islâmica afirma que os navios que pretendam transitar pelo estreito devem fazê-lo com a sua permissão e através de rotas estabelecidas por Teerão.</p>
<p>Hoje de manhã, a UK Maritime Trade Operations (UKMTO), que monitoriza a segurança de navios e marinheiros em todo o mundo, reportou um novo ataque a um petroleiro no Golfo de Omã, perto do estreito de Ormuz.</p>
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