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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sat, 18 Jul 2026 08:12:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A guerra vista por quem a fotografa todos os dias: 16 ucranianos expõem hoje nas Caldas da Rainha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 08:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma exposição de 16 fotógrafos ucranianos relacionada com a conflito entre a Rússia e a Ucrânia vai estar patente a partir de sábado até ao final de agosto no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra na Ucrânia chega este sábado às Caldas da Rainha através do olhar de 16 fotógrafos que documentam diariamente a destruição, a resistência e as vidas afetadas pela invasão russa.</p>
<p>A exposição “They Fight For Us Too” — “Eles também lutam por nós”, em tradução livre — ficará patente até ao final de agosto no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, reunindo imagens captadas na linha da frente, junto de civis, refugiados e comunidades atingidas pelo conflito.</p>
<p>Segundo a Lusa, os trabalhos mostram a violência e os danos provocados pela guerra, mas também a capacidade de resistência da população ucraniana perante as condições extremas vividas desde o início da invasão em grande escala, em fevereiro de 2022.</p>
<p>As fotografias procuram preservar não apenas os acontecimentos militares, mas também as histórias individuais que correm o risco de desaparecer no meio dos números, dos mapas e das notícias sobre o conflito.</p>
<p><strong>Fotografias em diálogo com escritores portugueses</strong></p>
<p>A exposição inclui ainda textos inéditos de cinco escritores portugueses: Ana Bárbara Pedrosa, Ana Margarida de Carvalho, Gonçalo M. Tavares, Julieta Monginho e Rui Couceiro.</p>
<p>Cada texto foi inspirado pelas imagens apresentadas, criando um diálogo entre fotografia e literatura em torno da guerra, da memória e da condição humana.</p>
<p>“Estas fotografias são muito mais do que documentos de guerra, são testemunhos de vidas interrompidas, de resistência e de esperança”, afirma João Carlos, curador da exposição e presidente da associação portuguesa F/SOS — Fotografia, Solidariedade e Obras Sociais.</p>
<p>O responsável explica que trazer a mostra para Portugal era um dos objetivos do projeto desde a sua criação.</p>
<p>A exposição foi produzida pela Ukrainian Association of Professional Photographers e pela F/SOS, com o propósito de preservar a memória da guerra através do trabalho dos profissionais que continuam a documentá-la no terreno.</p>
<p><strong>“Garantir que estas histórias não são esquecidas”</strong></p>
<p>A associação ucraniana sublinha que os seus membros assumiram, desde o início da invasão em grande escala, a responsabilidade de registar um momento decisivo da história do país.</p>
<p>“Esta exposição reúne parte desse trabalho coletivo e demonstra o papel fundamental da fotografia na preservação da memória”, refere a organização.</p>
<p>A passagem por Portugal permite levar estas histórias a novos públicos e impedir que as experiências das vítimas, dos combatentes e das comunidades atingidas sejam esquecidas à medida que o conflito se prolonga.</p>
<p>A mostra integra a programação do F/262 — Festival Internacional de Fotografia, criado para promover o diálogo através da fotografia e da cultura.</p>
<p><strong>Fotógrafas ucranianas presentes na inauguração</strong></p>
<p>A inauguração contará com a presença de Vlada Liberova, fotógrafa ucraniana e autora de algumas das imagens expostas.</p>
<p>Estará também presente a fotojornalista Yelyzaveta Kovtun, responsável da Frontliner, um órgão de comunicação social independente da Ucrânia. A profissional representará Andrii Dubchak, fotógrafo e correspondente de guerra cujo trabalho integra igualmente a exposição.</p>
<p>A iniciativa chega a Portugal com o mecenato da TEKEVER, grupo português ligado às áreas da tecnologia, aeronáutica, segurança e defesa.</p>
<p>Ricardo Mendes, diretor executivo da empresa, considera que a exposição apoia os profissionais que documentam a realidade da guerra e preservam testemunhos que não podem desaparecer.</p>
<p>“A tecnologia permite-nos compreender melhor o que nos rodeia, mas são as pessoas e as suas histórias que lhe dão significado”, afirma.</p>
<p>A mostra já passou pelas cidades de Pelt, na Bélgica, e Cheb, na Chéquia. Nas Caldas da Rainha, permanecerá aberta ao público até ao final de agosto, propondo um encontro com a guerra através dos olhos de quem escolheu não desviar a câmara.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789210]]></sapo:autor>
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		<title>Angola perdeu 713 exportadores portugueses desde 2021 &#8211; INE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 08:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Menos 713 empresas portuguesas exportaram para Angola em 2025 do que em 2021, apesar de o valor das vendas ter aumentado 14,6% no mesmo período, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Menos 713 empresas portuguesas exportaram para Angola em 2025 do que em 2021, apesar de o valor das vendas ter aumentado 14,6% no mesmo período, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) português.</P><br />
<P>O número de empresas portuguesas que vendem bens ao mercado angolano passou de 4.225 em 2021 para 3.512 em 2025, uma quebra de 16,9%, depois de ter atingido um máximo de 4.784 em 2022, indicam as estatísticas oficiais consultadas pela Lusa</P><br />
<P>Só entre 2024 e 2025 saíram 211 empresas do mercado angolano.</P><br />
<P>Entre 2021 e 2025, Angola desceu do quinto para o sétimo lugar entre os destinos com mais exportadores portugueses, representando agora 16,3% do total das empresas exportadoras nacionais, contra 18,8% em 2021.</P><br />
<P>A redução do número de agentes económicos revela uma forte concentração das vendas com 200 empresas a faturar 72% do total: 11 empresas asseguraram 24,4% das exportações portuguesas para Angola em 2025 e outras 189 empresas 47,6%.</P><br />
<P>Outras 2.950 empresas, ou seja 84% dos exportadores, realizaram 26,7% do valor exportado.</P><br />
<P>Os dados revelam ainda que 2.020 destas empresas concentram no país africano mais de três quartos das suas vendas ao exterior, e que quase metade (1.635) exporta exclusivamente para Angola, indicando elevada dependência do mercado angolano.</P><br />
<P>Em 2025, as exportações portuguesas de bens para Angola fixaram-se em 1.090,8 milhões de euros.</P><br />
<P>Já as importações portuguesas provenientes de Angola somaram 233,6 milhões de euros, mais do dobro face a 2024, com um crescimento de 144,4%, resultando num saldo favorável a Portugal de 857,2 milhões de euros.</P><br />
<P>As máquinas e aparelhos lideraram as exportações para Angola, com 319,2 milhões de euros (29,3% do total), seguidos dos químicos, com 137,5 milhões, dos produtos alimentares, com 119,6 milhões, e dos metais comuns, com 111,9 milhões.</P><br />
<P>Entre os produtos mais vendidos, destacaram-se os vinhos, com 53,7 milhões de euros, mais 21,9% do que em 2024, os medicamentos, com 51,5 milhões, e os instrumentos e aparelhos para medicina e cirurgia, com 33,7 milhões, que subiram 35,8%.</P><br />
<P>Do lado das importações, os combustíveis minerais representaram 83,1% do total, com 194,1 milhões de euros, um aumento de 176,1%, com o petróleo bruto a valer, isoladamente, 189,4 milhões, seguindo-se os crustáceos, com 17,8 milhões de euros, e as bananas, com 5,2 milhões.</P><br />
<P>Dados preliminares apontam para uma subida de 9% nas exportações portuguesas para Angola nos primeiros quatro meses de 2026, para 361,4 milhões de euros, lideradas pelas máquinas e aparelhos, com 104 milhões, pelos químicos, com 48,6 milhões, e pelos produtos alimentares, com 40,7 milhões.</P><br />
<P>Seguiram-se os metais comuns, com 36,9 milhões de euros, os produtos agrícolas, com 28,6 milhões, e os instrumentos de ótica e precisão, com 27 milhões.</P><br />
<P>As importações portuguesas de Angola caíram 83,2% no mesmo período, para 13,9 milhões de euros, não tendo sido registada qualquer importação de combustíveis minerais entre janeiro e abril, face aos 71,5 milhões de euros do período homólogo.</P><br />
<P>Os produtos agrícolas representaram 71,8% das importações portuguesas de Angola no período.</P><br />
<P>Portugal manteve-se em 2025 como o segundo maior fornecedor de Angola, mas foi apenas o 23.º cliente do país, absorvendo 0,5% das exportações angolanas, segundo dados do International Trade Centre.</P><br />
<P>A quota portuguesa nas importações angolanas recuou de 11,9% em 2021 para 9,8% em 2025, de acordo com a mesma fonte.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791090]]></sapo:autor>
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		<title>A casa de férias pode esconder armadilhas para os idosos: saiba o que verificar antes de chegar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-casa-de-ferias-pode-esconder-armadilhas-para-os-idosos-saiba-o-que-verificar-antes-de-chegar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 08:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Tapetes soltos, cabos no chão, degraus mal assinalados, casas de banho sem apoios e terraços com desníveis são alguns dos perigos mais comuns. A estes juntam-se as temperaturas elevadas, que podem provocar fadiga, tonturas, desidratação ou agravar doenças crónicas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O regresso à segunda habitação durante o verão é, para muitas famílias, sinónimo de descanso. Mas uma casa fechada durante vários meses pode esconder riscos pouco evidentes, sobretudo para pessoas idosas, cuja mobilidade, visão ou estado de saúde podem ter mudado desde a última estadia.</p>
<p>Tapetes soltos, cabos no chão, degraus mal assinalados, casas de banho sem apoios e terraços com desníveis são alguns dos perigos mais comuns. A estes juntam-se as temperaturas elevadas, que podem provocar fadiga, tonturas, desidratação ou agravar doenças crónicas.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde, 30% das pessoas com mais de 65 anos sofrem pelo menos uma queda por ano. Entre os maiores de 80 anos, a percentagem sobe para 50%.</p>
<p>Para Miriam Piqueras, diretora médica da Sanitas Mayores, não basta limpar e arrumar a habitação antes da chegada. É necessário observar se a pessoa idosa consegue circular em segurança entre o quarto, a casa de banho, a cozinha e o exterior.</p>
<p>“A habitação deve adaptar-se à sua situação atual, e não à forma como se deslocava há alguns anos”, sublinha a médica. Isso significa avaliar se consegue levantar-se da cama sem dificuldade, aceder à casa de banho durante a noite, cozinhar sem risco de queimadura e chegar ao terraço sem encontrar obstáculos.</p>
<p><strong>Retirar obstáculos dos percursos habituais</strong></p>
<p>Os especialistas recomendam começar pelos trajetos mais utilizados dentro de casa. O caminho entre o quarto, a casa de banho, a cozinha e o terraço deve ficar desimpedido.</p>
<p>Tapetes que escorregam devem ser retirados ou fixados, os cabos presos à parede e os móveis pequenos afastados das zonas de passagem. Também é importante verificar se existem degraus inesperados ou mudanças de nível difíceis de identificar.</p>
<p>A iluminação merece atenção especial. Uma luz suave nos corredores, na entrada do quarto e na casa de banho pode reduzir o risco de tropeções durante a noite. Os interruptores devem ser fáceis de localizar e, sempre que possível, ficar próximos da cama.</p>
<p><strong>Casa de banho concentra vários riscos</strong></p>
<p>O chão molhado, a ausência de apoios e a dificuldade de entrar numa banheira tornam a casa de banho uma das divisões com maior risco de queda.</p>
<p>A instalação de barras de apoio, tapetes antiderrapantes e, quando necessário, uma cadeira de duche pode tornar o espaço mais seguro. Também é aconselhável confirmar se os equipamentos estão firmes e se existe iluminação suficiente.</p>
<p>No exterior, importa verificar escadas, corrimões, entradas e terraços. Os desníveis devem estar visíveis e as zonas de circulação livres de vasos, cadeiras ou outros objetos.</p>
<p>Toldos, persianas, janelas e respetivos fechos também devem ser testados antes dos dias de calor intenso, para evitar avarias precisamente quando forem mais necessários.</p>
<p><strong>Medicação e contactos devem ficar acessíveis</strong></p>
<p>A mudança de ambiente pode alterar rotinas e levar a esquecimentos na toma da medicação. Preparar os comprimidos por dias e horários pode evitar falhas ou duplicações.</p>
<p>Os especialistas aconselham ainda a levar os relatórios médicos essenciais e a deixar visíveis os contactos de emergência, do centro de saúde e dos familiares mais próximos.</p>
<p>A adaptação não é apenas física. Soledad Scarcella, psicóloga da Blua de Sanitas, alerta que um ambiente menos familiar pode aumentar a insegurança e o receio de cair, levando algumas pessoas a reduzir a atividade habitual.</p>
<p>“Antecipar a chegada, explicar as mudanças na habitação e manter rotinas reconhecíveis ajuda a pessoa a sentir-se mais orientada”, afirma.</p>
<p><strong>Calor exige vigilância adicional</strong></p>
<p>Durante a estadia, a casa deve ser arejada nas horas mais frescas e protegida do calor durante o resto do dia. Beber água com frequência e evitar saídas nas horas de maior temperatura são cuidados particularmente importantes para quem tem doenças crónicas ou toma medicação.</p>
<p>Tonturas, confusão, fraqueza intensa ou sonolência fora do habitual são sinais que não devem ser ignorados. Perante estes sintomas, é aconselhável procurar apoio médico.</p>
<p>Uma revisão simples da habitação antes da chegada pode evitar quedas, queimaduras e outros acidentes. Nas férias, a segurança começa muitas vezes nos detalhes mais pequenos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789737]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Teerão ataca bases dos EUA no Kuwait e Barém e diz ter matado vários soldados</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-ataca-bases-dos-eua-no-kuwait-e-barem-e-diz-ter-matado-varios-soldados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão anunciou hoje que vários soldados norte-americanos morreram em novos ataques contra alvos militares dos Estados Unidos no Kuwait, numa nova vaga de operações de retaliação que incluiu também ataques no Barém.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão anunciou hoje que vários soldados norte-americanos morreram em novos ataques contra alvos militares dos Estados Unidos no Kuwait, numa nova vaga de operações de retaliação que incluiu também ataques no Barém.</P><br />
<P>Os ataques atingiram bases militares, radares, centros de comunicações, depósitos de combustível, aeronaves e várias pontes.</P><br />
<P>&#8220;Os poderosos combatentes das Forças Terrestres da Guarda Revolucionária atacaram o local de concentração das forças agressoras em Arifjan (Kuwait) e provocaram a morte de vários militares&#8221;, afirmou a força militar de elite iraniana num comunicado divulgado pela agência Fars e citado pela EFE.</P><br />
<P>A declaração surge um dia depois de os Estados Unidos terem desmentido as alegações iranianas de que as suas forças tinham matado militares norte-americanos num ataque à zona militar de Al Tanf, na Síria.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária indicou ainda que, noutro ataque com drones, destruiu o radar da base norte-americana de Ali al Salem, no Kuwait, bem como um hangar de reparação e manutenção de armamento e um abrigo para &#8216;drones&#8217;.</P><br />
<P>Num outro comunicado, a Guarda Revolucionária informou igualmente ter realizado &#8220;operações contundentes&#8221; com drones e mísseis contra o cais de apoio e abastecimento de combustível da frota norte-americana no porto de Al Ahmadi, no Kuwait, e contra a área de concentração de aeronaves de combate inimigas na base de Sheikh Isa, no Bahrein.</P><br />
<P>O Kuwait disse hoje que uma segunda central de energia e dessalinização de água foi atacada pelo Irão, o que provocou um incêndio e forçou a paralisação de várias unidades de produção.</P><br />
<P>Além disso, o Irão afirmou ter destruído o centro de dados de inteligência do inimigo conhecido como &#8220;Batelco&#8221;, no Barém, bem como um centro norte-americano de sinais e comunicações no Kuwait.</P><br />
<P>Um jornalista da agência AFP, na capital do país, Manama ouviu várias explosões durante a manhã, após terem sido acionadas as sirenes de alerta.</P><br />
<P>&#8220;Os sistemas de defesa antiaérea da Força de Defesa do Barém intercetaram e destruíram vários ataques aéreos iranianos traiçoeiros este sábado&#8221;, declarou o exército em comunicado, depois de o Ministério do Interior ter anunciado que as sirenes de alerta foram acionadas por quatro vezes desde o amanhecer.</P><br />
<P>Por sua vez, o Exército iraniano anunciou que atacou os hangares de aeronaves e os depósitos de combustível das forças norte-americanas na base de Sheikh Isa, no Barém, bem como várias pontes.</P><br />
<P>Segundo as Forças Armadas do Irão, estes ataques foram realizados em resposta aos bombardeamentos norte-americanos contra território iraniano, que prosseguiram durante a madrugada deste sábado pelo sétimo dia consecutivo.</P><br />
<P>&#8220;Os países que acolhem militares norte-americanos e que colocaram os seus territórios à disposição destes agressores criminosos para atacar o Irão devem preparar-se para receber uma resposta equivalente&#8221;, advertiu a Guarda Revolucionária no seu comunicado.</P><br />
<P>A força militar iraniana afirmou que, para já, optou por atacar objetivos militares nos países que acolhem forças dos Estados Unidos, mas alertou que a resposta poderá ser alargada caso os ataques contra o Irão continuem.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791086]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Um ano e mio depois: Museu Gulbenkian reabre hoje com entrada gratuita para celebrar os 70 anos da Fundação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Museu Calouste Gulbenkian reabre este sábado ao público, depois de cerca de um ano e meio encerrado para obras de renovação e requalificação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu Calouste Gulbenkian reabre este sábado ao público, depois de cerca de um ano e meio encerrado para obras de renovação e requalificação. A reabertura coincide com a celebração do 70.º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian e será assinalada com entrada gratuita durante nove dias, até 26 de julho, permitindo aos visitantes conhecerem o espaço renovado e a nova exposição permanente &#8220;Gulbenkian: 70 anos em cartaz&#8221;. A iniciativa marca o arranque de um vasto programa comemorativo que se prolongará até ao final do ano.</p>
<p>A intervenção realizada no museu teve como principal objetivo modernizar as condições de exposição da coleção, preservando simultaneamente o conceito arquitetónico original do edifício. Entre as principais melhorias encontram-se a instalação de novas vitrinas, um sistema de iluminação renovado, climatização otimizada e um profundo trabalho de conservação e restauro das peças do acervo. Segundo a Fundação Calouste Gulbenkian, esta renovação procurou devolver maior harmonia ao espaço e dotar as galerias das melhores condições técnicas para a preservação e valorização da coleção.</p>
<p>As comemorações arrancam logo durante a manhã deste sábado. A partir das 10h00, o presidente do Conselho de Administração da Fundação, António Feijó, e o diretor do Museu, Xavier F. Salomon, dão as boas-vindas aos visitantes. Ao longo do dia realizam-se visitas acompanhadas por mediadores culturais e oficinas de gravura, ambas de participação gratuita mediante inscrição prévia.</p>
<p>Ainda este sábado, a celebração dos 70 anos da Fundação prossegue com um concerto especial do Coro e da Orquestra Gulbenkian, dirigidos pelo maestro Carlo Rizzi, com a participação da soprano Sonya Yoncheva. O programa foi concebido especificamente para assinalar a efeméride e reúne algumas das mais emblemáticas páginas do repertório operático europeu, incluindo obras de Georges Bizet, Giacomo Puccini, Pietro Mascagni, Antonín Dvořák, Jules Massenet, Charles Gounod e Giuseppe Verdi.</p>
<p>Um dos destaques da reabertura é precisamente a exposição &#8220;Gulbenkian: 70 anos em cartaz&#8221;, que ficará patente até 19 de outubro. A mostra reúne 70 cartazes históricos e diversos materiais gráficos relacionados com atividades promovidas ou apoiadas pela Fundação nas áreas da arte, educação e ciência ao longo das últimas sete décadas. Entre os autores representados encontram-se nomes como Marcelino Vespeira, Sebastião Rodrigues, Alda Rosa, José Brandão, Jorge Silva, Vivó Eusébio, o coletivo Change is Good, Ian Anderson (The Designers Republic) e Kiko Farkas.</p>
<p>As comemorações prolongam-se até dezembro com um vasto conjunto de iniciativas culturais. Estão previstos concertos, ciclos de cinema, conferências, encontros, conversas públicas, o lançamento de um estudo e de uma plataforma digital de acesso livre dedicada aos 70 anos de apoios da Fundação, bem como a estreia de novas obras musicais encomendadas para a próxima temporada. Em setembro arranca o ciclo de cinema &#8220;Don&#8217;t Look Back&#8221;, dedicado à relação entre música, cultura e sociedade, com exibições de filmes como A Hard Day&#8217;s Night, Don&#8217;t Look Back, The Last Waltz, Stop Making Sense, Summer of Soul e Purple Rain. Cada sessão contará com comentários de convidados como Pedro Mexia, Isilda Sanches, Rui Miguel Abreu e Nuno Galopim.</p>
<p>A programação inclui ainda, em outubro, a estreia de novas composições de Carlos Caires e Andreia Pinto Correia, integradas na Temporada de Música da Gulbenkian, bem como obras de Luís Tinoco e Joly Braga Santos. Em novembro realiza-se a conferência inaugural do recém-criado Instituto Gulbenkian de Estudos Avançados, proferida pelo historiador David Nirenberg, diretor do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, seguindo-se uma conversa pública sobre o papel das Humanidades na sociedade contemporânea. Nesse mesmo mês terá igualmente lugar o encontro &#8220;A Arte da Crítica&#8221;, promovido pela revista Colóquio.</p>
<p>As celebrações do 70.º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian terminam nos dias 10 e 11 de dezembro, com dois concertos da Orquestra Gulbenkian que incluirão a estreia absoluta da obra &#8220;O Que Fica&#8221;, do compositor neerlandês Hawar Tawfiq, encerrando um programa comemorativo que pretende revisitar sete décadas de atividade cultural, científica, educativa e artística, ao mesmo tempo que projeta a visão da instituição para o futuro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790749]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Diego Miranda atua hoje pela 10.ª vez no Tomorrowland e é o português com mais presenças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Matos Neves, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Boom, Bélgica, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; O DJ Diego Miranda atua hoje pela 10.ª vez no Tomorrowland, na Bélgica, sendo o artista português com mais participações neste que é dos maiores festivais de música eletrónica do mundo, e pretende aproximar Portugal do público internacional.</P><br />
<P>&#8220;Cada atuação no Tomorrowland é uma experiência intensa e inspiradora. Independentemente do número de vezes que lá atuemos, a sensação nunca se torna rotina&#8221;, afirmou Diogo Miranda (de nome artístico Diego Miranda), em entrevista à agência Lusa.</P><br />
<P>A relação entre Diego Miranda e o festival começou em 2015 e manteve-se ao longo de várias edições (como em 2016, 2017, 2018, 2019, 2022, 2023, 2024, 2025 e agora em 2026), num percurso que o DJ português descreve como uma &#8220;relação construída ao longo dos anos&#8221;.</P><br />
<P>Nesta edição, atua hoje no palco Celestia juntamente com o DJ e produtor português Pette, e depois a solo no próximo domingo (26 de julho) num outro palco, denominado The great library.</P><br />
<P>&#8220;Existe confiança entre mim, a organização e toda a equipa, mas essa confiança nasce do trabalho consistente, da preparação e do profissionalismo demonstrados em cada edição. Nada é garantido, por isso cada convite representa um reconhecimento muito especial&#8221;, confessou.</P><br />
<P>Para o artista, a presença no festival belga representa também uma oportunidade de aproximar Portugal de uma audiência internacional.</P><br />
<P>&#8220;É sempre muito emocionante olhar para o público e encontrar bandeiras portuguesas. Sinto que há cada vez mais portugueses no Tomorrowland e isso deixa-me muito feliz&#8221;, defendeu nas declarações à Lusa.</P><br />
<P>Para esta edição do Tomorrowland, Diego Miranda quer apresentar uma fase renovada da sua identidade artística, com novas produções e colaborações, incluindo trabalhos com o produtor brasileiro DJ Glen e colaborações com o sacerdote católico e DJ Padre Guilherme que contam com a voz da fadista Marta Alves e a participação do guitarrista Rui Poço.</P><br />
<P>&#8220;É uma forma de dar palco ao talento português e de criar momentos de ligação à nossa identidade, sem nunca perder a linguagem universal da música nem o contexto internacional de festivais como o Tomorrowland&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;quero mostrar claramente a fase artística que estou a viver&#8221;, razão pela qual &#8220;o &#8216;set&#8217; foi pensado como uma viagem, com momentos de muita energia, mas também de emoção e surpresa&#8221;, explicou Diego Miranda à Lusa.</P><br />
<P>De acordo com o produtor português, &#8220;o Tomorrowland tem uma energia muito própria&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um festival que reúne pessoas de todo o mundo e isso cria uma atmosfera única. Quando estou naquele palco sei que estou a comunicar com diferentes culturas através da música. É uma experiência muito intensa e que nunca se torna rotina, por mais vezes que eu lá toque&#8221;, admitiu.</P><br />
<P>Com mais de 20 anos de carreira, Diego Miranda é um dos nomes portugueses com maior projeção internacional na música eletrónica.</P><br />
<P>Natural da Ericeira, iniciou-se como DJ ainda adolescente e construiu um percurso marcado por atuações nos principais festivais e clubes internacionais.</P><br />
<P>Aos 47 anos, Diego Miranda continua a encarar a carreira internacional como uma prioridade, procurando levar a música portuguesa aos principais palcos mundiais.</P><br />
<P>&#8220;Tenho muito orgulho em ser português e em mostrar que Portugal tem artistas capazes de competir ao mais alto nível da música eletrónica mundial&#8221;, afirmou ainda à Lusa, considerando ser &#8220;muito importante haver cada vez mais portugueses nos grandes palcos&#8221;, numa alusão a MXGPU e BIIA, que se estreiam este fim de semana no Tomorrowland.</P><br />
<P>Nesta que é a 21.ª edição do festival Tomorrowland na Bélgica, Diego Miranda vai reforçar a crescente presença portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791085]]></sapo:autor>
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		<title>Anitta atua hoje em Algés: PSP reforça segurança e deixa avisos a quem vai ao concerto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[algés]]></category>
		<category><![CDATA[Anitta]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Portas do recinto abrem às 16h00 e o espetáculo tem início às 18h00]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PSP reforçou o dispositivo de segurança para o concerto &#8220;Ensaios da Anitta – Cosmos&#8221;, que decorre hoje no Passeio Marítimo de Algés e deverá reunir cerca de 35 mil pessoas.</p>
<p>Segundo a polícia, a operação envolve equipas de trânsito, brigadas de prevenção criminal e equipas de intervenção rápida, com o objetivo de garantir a segurança dos participantes, gerir a circulação rodoviária e pedonal e assegurar uma resposta rápida a qualquer incidente.</p>
<p>As portas do recinto abrem às 16h00 e o espetáculo tem início às 18h00.</p>
<p><strong>Trânsito condicionado durante o dia</strong></p>
<p>A PSP alerta para vários condicionamentos de trânsito na zona de Algés.</p>
<p>Desde as 16h00, registam-se constrangimentos na Avenida Brasília, na Avenida Marginal (entre Algés e o Alto da Boa Viagem), no viaduto da CRIL/IC17 (Algés) e na Praça D. Manuel I.</p>
<p>Há também limitações nos acessos à CRIL por Miraflores, na Avenida Humberto Melo Pereira e na Avenida Ivens.</p>
<p>A partir das 21h30, a circulação será interrompida na via descendente da CRIL/IC17, entre o nó de Miraflores e a rotunda junto à Avenida Brasília.</p>
<p>A PSP aconselha a utilização de percursos alternativos pela A5, N117/Belém e N6-3 (Alto da Boa Viagem), recomendando igualmente o recurso aos transportes públicos.</p>
<p><strong>Chegue cedo e evite levar objetos proibidos</strong></p>
<p>Face à elevada afluência prevista, a PSP recomenda que os espectadores cheguem ao recinto com antecedência para facilitar os procedimentos de segurança.</p>
<p>À entrada serão realizadas revistas e os objetos não autorizados serão retirados.</p>
<p>Entre os artigos proibidos estão bebidas alcoólicas, armas, objetos cortantes, artigos de pirotecnia, garrafas de vidro ou metal, garrafas reutilizáveis de metal, guarda-chuvas, &#8220;selfie sticks&#8221;, apontadores laser, equipamento fotográfico profissional, mochilas de grandes dimensões, computadores portáteis, bicicletas, trotinetes e animais, exceto cães-guia.</p>
<p>São permitidas garrafas de água de plástico até 50 centilitros com tampa, protetor solar até 100 mililitros, &#8220;powerbanks&#8221; com dimensões não superiores às de um telemóvel, snacks individuais e álcool-gel até 50 mililitros.</p>
<p>A PSP alerta ainda que os objetos apreendidos durante as revistas não serão devolvidos. Quem transportar artigos não permitidos pode deixá-los no bengaleiro instalado junto às bilheteiras, mediante o pagamento de um euro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790905]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fim de semana traz nortada, nevoeiro, possibilidade de chuviscos e máximas até 34ºC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As temperaturas mantêm-se relativamente estáveis, embora o domingo possa registar uma ligeira subida das máximas, que deverão atingir os 34 ºC nas zonas mais quentes do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra neste fim de semana sob a influência de um padrão atmosférico marcado por tempo estável e seco, mas também pela presença da habitual nortada, nevoeiro matinal em várias regiões e possibilidade de precipitação fraca e dispersa em alguns pontos do território. As temperaturas mantêm-se relativamente estáveis, embora o domingo possa registar uma ligeira subida das máximas, que deverão atingir os 34 ºC nas zonas mais quentes do país.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/nortada-nevoeiro-chuviscos-e-maximas-ate-34-c-eis-a-previsao-para-o-fim-de-semana-em-portugal.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, o estado do tempo será condicionado pelo estabelecimento de uma crista anticiclónica sobre o Atlântico Norte, associada ao reforço do anticiclone na região euro-atlântica. Este cenário favorece tempo seco e estável em Portugal continental, ao mesmo tempo que intensifica o fluxo de vento do quadrante norte junto à costa, fenómeno típico dos meses de verão. Os modelos meteorológicos apontam para um anticiclone robusto localizado a oeste da Irlanda, com as isóbaras orientadas de norte para sul ao largo da costa portuguesa, sustentando a persistência da nortada.</p>
<p>Durante este sábado, o vento soprará fraco a moderado do quadrante norte, intensificando-se durante a tarde, sobretudo na faixa costeira ocidental a sul de Cascais. No Barlavento Algarvio, são esperadas rajadas que poderão atingir os 50 km/h. O início do dia será marcado pela formação de nevoeiro ou nebulosidade baixa em várias zonas do Norte, Centro e litoral Oeste, existindo ainda possibilidade de chuviscos fracos no litoral Centro durante a manhã. Durante a tarde, poderão ocorrer aguaceiros fracos e dispersos nas serras do Minho e noutras áreas montanhosas do Norte e Centro-norte, embora a probabilidade de precipitação permaneça reduzida.</p>
<p>Para domingo, o panorama meteorológico deverá sofrer poucas alterações. O nevoeiro matinal voltará a formar-se em grande parte das regiões Norte e Centro, podendo persistir durante boa parte do dia na metade norte do distrito de Viana do Castelo. Mantém-se igualmente a possibilidade de chuviscos matinais no litoral Centro e de aguaceiros fracos e isolados nas serras do Alto Minho e noutras zonas montanhosas do Norte e Centro-norte durante a tarde, ainda que estes fenómenos sejam considerados pouco prováveis.</p>
<p>No que diz respeito às temperaturas, não são esperadas oscilações significativas entre os dois dias, embora o domingo possa registar uma ligeira subida das máximas em algumas capitais de distrito. Para este sábado, os valores máximos deverão variar entre os 24 ºC no Porto e em Aveiro e os 33 ºC em Bragança, Castelo Branco, Évora e Faro. Já no domingo, as temperaturas máximas deverão oscilar entre os 23 ºC em Viana do Castelo e os 34 ºC em Faro, mantendo-se o litoral mais fresco devido à influência marítima e o interior e o Sul com ambiente mais quente.</p>
<p>Apesar da presença de nevoeiro, nortada e da possibilidade de alguns aguaceiros muito localizados, o fim de semana deverá ser dominado por tempo estável na maior parte do território continental, sem alterações significativas no padrão meteorológico e sem previsão de chuva generalizada, mantendo-se o cenário típico de verão, com céu pouco nublado ou limpo durante grande parte do dia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790701]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ativista indiano levado hoje para hospital após 20 dias de greve de fome</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ativista-indiano-levado-hoje-para-hospital-apos-20-dias-de-greve-de-fome/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 06:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ativista indiano Sonam Wangchuk foi levado à força hoje para um hospital após 20 dias de greve de fome em protesto contra o sistema de exames de acesso a Medicina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ativista indiano Sonam Wangchuk foi levado à força hoje para um hospital após 20 dias de greve de fome em protesto contra o sistema de exames de acesso a Medicina.</P><br />
<P>Wangchuk, de 59 anos, está em sem comer desde 28 de junho para exigir a demissão do ministro da Educação, Dharmendra Pradhan, acusado de uma fraude que levou, em maio, à anulação de um exame realizado por dois milhões de candidatos a estudantes de medicina.</P><br />
<P>De acordo com a imprensa local, essa anulação provocou o suicídio de vários candidatos.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, várias centenas de estudantes juntaram-se a Wangchuk em torno do palco que montou no Jantar Mantar, um monumento da capital, Nova Deli.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com as ordens do (&#8230;) Supremo Tribunal e por recomendação médica, devido à deterioração do estado de saúde de Sonam Wangchuk, este foi transferido para o hospital para receber os cuidados médicos indispensáveis&#8221;, declarou o comissário-adjunto da polícia de Deli num comunicado.</P><br />
<P>Um vídeo gravado em Jantar Mantar mostrou a confusão que reinava entre alguns apoiantes de Wangchuk presentes no local durante a manhã, enquanto agentes da polícia, munidos de lençóis brancos, o retiravam apressadamente do palco.</P><br />
<P>&#8220;Embora cumprissem as ordens (&#8230;), os manifestantes tentaram criar obstáculos, o que provocou uma ligeira agitação&#8221;, acrescenta-se no comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Apelamos aos manifestantes presentes em Jantar Mantar para que abandonem o local pacificamente o mais rapidamente possível&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Outras manifestações foram organizadas pelo movimento satírico &#8216;online&#8217; Partido do Povo das Baratas (CJP, na sigla em inglês), que acabara de surgir nas redes sociais.</P><br />
<P>Este partido foi fundado por um estudante indiano recém-licenciado pela Universidade de Boston (Estados Unidos), Abhijeet Dipke, em reação às declarações do presidente do Supremo Tribunal contra os jovens &#8220;baratas&#8221; e &#8220;parasitas&#8221; que criticam o Governo.</P><br />
<P>Ecologista de renome, Sonam Wangchuk é o mais destacado dos grevistas de fome. Libertado em março, após seis meses de detenção por se ter manifestado a favor da autonomia da região himalaia de Ladakh, juntou-se ao protesto daquele movimento de jovens.</P><br />
<P>Vários membros dos partidos da oposição manifestaram apoio a Wangchuk e aos ativistas estudantis.</P><br />
<P>O estado de saúde de Sonam Wangchuk deteriorou-se nos últimos dias. Na quinta-feira, um tribunal de Nova Deli ordenou que médicos do Governo vigiassem diariamente o estado de saúde do ativista.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791084]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Prosseguem buscas para encontrar sobreviventes de deslizamento de terra na China</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/prosseguem-buscas-para-encontrar-sobreviventes-de-deslizamento-de-terra-na-china/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 05:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipas de socorro continuavam hoje em busca de sobreviventes de um deslizamento de terras na cidade de Chongqing, no sudoeste da China, que provocou pelo menos oito mortos e deixou 34 pessoas desaparecidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Equipas de socorro continuavam hoje em busca de sobreviventes de um deslizamento de terras na cidade de Chongqing, no sudoeste da China, que provocou pelo menos oito mortos e deixou 34 pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>O deslizamento ocorreu na sexta-feira de manhã, no condado de Pengshui, na periferia do município de Chongqing, quando grandes quantidades de rochas e terra deslizaram pela encosta, soterrando mais de dez edifícios residenciais, segundo a televisão estatal CCTV. </P><br />
<P>Na sequência do deslizamento de terras, mais de 800 socorristas foram mobilizados para o local, tendo sido encontradas 18 pessoas presas sob os escombros, oito das quais declaradas mortas, anunciou o chefe do condado, Ren Xujiang.</P><br />
<P>Imagens mostraram blocos de rocha maiores do que edifícios de vários andares, espalhados pelo terreno íngreme. Um dos prédios ficou parcialmente destruído e um automóvel foi encontrado meio soterrado junto a outro edifício.</P><br />
<P>De acordo com Wang Chuanjun, responsável pelo departamento de Planeamento e Recursos Naturais de Pengshui, o deslizamento envolveu cerca de 18.000 metros cúbicos de rochas e detritos, incluindo um bloco com cerca de 3.000 metros cúbicos.</P><br />
<P>A CCTV acrescentou que chuvas persistentes atingiram o condado entre sexta-feira à noite e sábado de manhã, com 19,2 centímetros de precipitação registados numa estação meteorológica, dificultando as operações de resgate. </P><br />
<P>Com a ligeira melhoria do tempo, as equipas conseguiram entrar na área para inspecionar os edifícios colapsados e zonas ribeirinhas.</P><br />
<P>As autoridades alertaram que, após a inspeção inicial, será necessário perfurar os blocos de rocha e utilizar explosivos para os fragmentar, operação que comporta riscos devido à instabilidade das pedras.</P><br />
<P>A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma anunciou a atribuição de um fundo de emergência de 30 milhões de yuan (4,4 milhões de euros) para apoiar a reconstrução de infraestruturas e serviços públicos afetados.</P><br />
<P>O deslizamento, provocado pelas chuvas, ocorreu junto a um troço do rio Wujiang, que atravessa montanhas com pequenas localidades e terraços agrícolas. O condado de Pengshui situa-se na parte sudeste de Chongqing, junto às províncias de Hubei e Guizhou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791083]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China saúda EUA por restaurarem privilégios comerciais para Hong Kong</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 05:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China saudou a decisão dos Estados Unidos de não renovar uma ordem executiva que revogava o estatuto comercial especial de Hong Kong, considerando um passo importante na implementação do consenso alcançado durante encontros entre Pequim e Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China saudou a decisão dos Estados Unidos de não renovar uma ordem executiva que revogava o estatuto comercial especial de Hong Kong, considerando um passo importante na implementação do consenso alcançado durante encontros entre Pequim e Washington.</P><br />
<P>O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos confirmou na sexta-feira que não vai renovar a ordem executiva, assinada em julho de 2020 durante o primeiro mandato do Presidente norte-americano, Donald Trump, em resposta à imposição pela China de uma lei de segurança nacional para limitar a dissidência política em Hong Kong.</P><br />
<P>Decisão aplaudida na sexta-feira por um porta-voz do Ministério do Comércio da China que, citado pela agência de notícias Xinhua, confirmou a revogação, este ano, da ordem executiva.</P><br />
<P>Ainda de acordo com este ministério, durante as consultas económicas e comerciais entre a China e os EUA, realizadas em Madrid no ano passado, os Estados Unidos assumiram compromissos sobre questões que incluíram Hong Kong e o investimento. </P><br />
<P>O porta-voz indicou ainda que a manutenção da prosperidade e da estabilidade de Hong Kong serve os interesses comuns da China e dos Estados Unidos, e que o ajustamento da política dos EUA em relação a Hong Kong numa direção positiva também vai ao encontro das expectativas da comunidade internacional.</P><br />
<P>A China, afirmou ainda o responsável chinês do Ministério do Comércio, espera que os Estados Unidos honrem as convenções internacionais e o consenso alcançado pelas duas partes, respeitem a soberania da China e o Estado de direito na Região Administrativa Especial de Hong Kong, e restabeleçam e reforcem as relações económicas e comerciais com esta cidade vizinha de Macau.</P><br />
<P>Esses esforços contribuiriam para a construção de uma relação construtiva de estabilidade estratégica entre a China e os Estados Unidos, acrescentou o porta-voz.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o porta-voz do Departamento do Tesouro afirmou que continuarão em vigor as sanções previstas na Lei de Autonomia de Hong Kong de 2020, que penaliza autoridades que promovem a política chinesa de limitar a autonomia do território, acrescentando que a decisão de não renovar evita a duplicação de sanções. </P><br />
<P>A ordem executiva de 2020, justificada com a convicção de que Hong Kong deixou de ser suficientemente autónomo para merecer um tratamento diferenciado em relação à China continental sob certas leis, fora renovada pela última vez em julho de 2025, por um ano.</P><br />
<P>A China aprovou a lei de segurança nacional para Hong Kong após os protestos do movimento pró-democracia em 2019, a manifestação política mais significativa naquele território desde que a antiga colónia britânica voltou ao domínio chinês, em 1997.</P><br />
<P>O Governo de Hong Kong afirmou, em comunicado, ter notado uma &#8220;mudança positiva na política dos EUA&#8221; em relação à cidade.</P><br />
<P>&#8220;Salvaguardar a prosperidade e a estabilidade de Hong Kong atende aos interesses comuns da China e dos Estados Unidos e também se alinha com as expectativas gerais da comunidade internacional&#8221;, referiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791082]]></sapo:autor>
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		<title>Marco Martins estreia &#8220;A Ilha&#8221; na aldeia mineira do Lousal em Grândola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:55:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As antigas Minas do Lousal, no concelho de Grândola, recebem hoje a estreia do espetáculo "A Ilha", criado pelo encenador Marco Martins, a partir das memórias dos habitantes daquela antiga aldeia mineira, divulgou a organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As antigas Minas do Lousal, no concelho de Grândola, recebem hoje a estreia do espetáculo &#8220;A Ilha&#8221;, criado pelo encenador Marco Martins, a partir das memórias dos habitantes daquela antiga aldeia mineira, divulgou a organização.</P><br />
<P>A estreia está marcada para as 19:00, sendo proposta uma performance multidisciplinar que cruza teatro, fotografia, música, artes visuais e testemunhos reais da comunidade local.</P><br />
<P>&#8220;Criado em estreita ligação com os habitantes da aldeia, &#8216;A Ilha&#8217; transforma o espaço das minas num lugar de evocação e partilha&#8221;, assinalou a associação cultural Ainda Não Tem Nome, com sede em Grândola, no distrito de Setúbal. </P><br />
<P>Em comunicado enviado à agência Lusa, a associação revelou que a performance conta com os artistas André Cepeda, Gabriel Ferrandini, Henrique Pavão e João Pimenta Gomes. </P><br />
<P>Já a dramaturgia resulta de uma investigação desenvolvida por Afonso Cruz, Joana Pereira Bastos e Raquel Moleiro, a partir de testemunhos recolhidos junto da população.</P><br />
<P>Segundo a associação cultural, o espetáculo baseia-se nos testemunhos de Alberto Rosa Pereira, Avelino Espada, Eduardo Silva, Etelvina Guerreiro (Vina), Fatinha Vaz, Gracinda Dias, José Guerreiro, José Pacheco, Manuel João Vaz e Maria Andrade Soromenho. </P><br />
<P>A criação artística debruça-se sobre a &#8220;memória coletiva, trabalho, resistência e sobre a humanidade inscrita nas ruínas de um mundo isolado como uma ilha&#8221;, acrescentou a organização. </P><br />
<P>Entre essas memórias, precisou, está a de Etelvina Martins Vaz Guerreiro, conhecida por Vina, que recorda o impacto da atividade mineira na vida das famílias.</P><br />
<P>&#8220;O meu pai foi mineiro a vida toda e morreu de silicose. Eu nunca trabalhei na mina. Tinha medo. Nos últimos anos, mesmo à superfície, sentiam-se os rebentamentos do avanço da exploração. Até os vidros das casas se partiam&#8221;, recorda a habitante, citada no comunicado. </P><br />
<P>Reconhecido internacionalmente pelo trabalho em cinema e teatro comunitário, Marco Martins regressa com &#8220;A Ilha&#8221; a uma prática artística onde se cruzam a realidade, ficção e a memória coletiva.</P><br />
<P>Neste espetáculo, o encenador procura refletir &#8220;sobre os sistemas económicos e sociais que moldaram gerações inteiras e sobre aquilo que permanece quando a atividade que lhes deu origem desaparece&#8221;, resumiu a associação. </P><br />
<P>&#8220;Entre ruína e memória, &#8216;A Ilha&#8217; revisita a história singular do Lousal para questionar temas universais como o trabalho, a pertença, a exploração dos recursos naturais e a resistência das comunidades perante a transformação dos territórios&#8221;, disse.  </P><br />
<P>O espetáculo resulta de uma coprodução entre a associação Ainda Não Tem Nome e o Arena Ensemble. </P><br />
<P>A criação conta com financiamento da Direção-Geral das Artes e integra o eixo LA-TITUDES, programa dedicado a criações participativas que colocam as comunidades no centro do processo artístico.</P><br />
<P>Com entrada é livre, mas lotação limitada e sujeita a reserva, a performance tem uma duração aproximada de 130 minutos e inclui um percurso de cerca de 1,5 quilómetros, dos quais 270 metros decorrem numa galeria subterrânea. </P><br />
<P>Entre outros projetos de teatro comunitário de Marco Martins contam-se &#8220;Baralha&#8221;, peça baseada em textos de Shakespeare e desenvolvida com uma comunidade cigana; &#8220;Estaleiros&#8221;, a partir de Samuel Beckett, com trabalhadores dos estaleiros de Viana do Castelo; &#8220;Todo o Mundo É um Palco&#8221;, com um elenco de 20 intérpretes, profissionais e não-profissionais, de onze nacionalidades; &#8220;Provisional Figures Great Yarmouth&#8221;, com a comunidade migrante portuguesa fixada no leste de Inglaterra; &#8220;Selvagem&#8221;, com caretos transmontanos e sardos; &#8220;Pêndulo&#8221;, com um grupo de mulheres imigrantes, cuidadoras e empregadas domésticas; &#8220;Blooming&#8221;, com um grupo de adolescentes acolhidos em instituições; e &#8220;A Colónia&#8221;, que resgata testemunhos da ditadura a partir da memória da colónia de férias para filhos de presos políticos, em 1972, nas Caldas da Rainha.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791081]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Ataque de drones ucranianos em centro logístico russo causa sete mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:50:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ataque de drones ucranianos contra um centro logístico na cidade russa de Kotovsk provocou hoje pelo menos sete mortos e 24 feridos, anunciou o governador regional Evguéni Pervyshov.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ataque de drones ucranianos contra um centro logístico na cidade russa de Kotovsk provocou hoje pelo menos sete mortos e 24 feridos, anunciou o governador regional Evguéni Pervyshov.</P><br />
<P>Segundo o responsável, os aparelhos atingiram esta madrugada um armazém da empresa Wildberries, causando a morte de sete trabalhadores e ferindo outras 24 pessoas. Um incêndio deflagrou no local, mas foi entretanto controlado, embora os bombeiros se mantenham em operação.</P><br />
<P>A Ucrânia tem intensificado nos últimos meses os ataques em território russo, visando sobretudo infraestruturas logísticas e ligadas aos hidrocarbonetos, numa tentativa de reduzir a capacidade de Moscovo para financiar a guerra.</P><br />
<P>Entretanto, o presidente da Câmara de Moscovo, Serguei Sobianine, informou que a região da capital foi alvo de mais de 370 drones durante a noite. </P><br />
<P>&#8220;A maioria foi abatida pelas defesas antiaéreas ainda longe da cidade. Sessenta e quatro drones inimigos foram destruídos já na aproximação a Moscovo&#8221;, escreveu o autarca na rede Telegram.</P><br />
<P>Pelo menos 10 pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas em ataques lançados na sexta-feira na Ucrânia, na Federação Russa e em territórios ocupados pelas forças armadas russas, segundo as respetivas autoridades.</P><br />
<P>A Ucrânia tem intensificado as ações contra infraestruturas russas ligadas à logística e à energia, procurando reduzir a capacidade de Moscovo para sustentar o esforço de guerra.</P><br />
<P> As forças ucranianas atingiram 12 navios da chamada &#8220;frota sombra&#8221; russa no mar Negro, anunciou o comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia, Robert Brovdi, na plataforma de mensagens Telegram.</P><br />
<P>De acordo com o responsável, foram atingidos nove cargueiros, um petroleiro, um navio de transporte de gás e um rebocador, durante uma ofensiva lançada na sexta-feira.</P><br />
<P>Os ataques coincidiram com uma operação de grande escala contra a península da Crimeia, ocupada pela Rússia, onde se registaram explosões em várias cidades, seguidas de incêndios em múltiplos locais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791080]]></sapo:autor>
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		<title>Taiwan suspende programa de facilitação de visto para cambojanos por apoio a Pequim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:01:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan decidiu retirar o Camboja de dois programas de facilitação de vistos citando questões de segurança e por Phnom Penh ter ecoado declarações do Governo Chinês que "desvalorizam a soberania de Taiwan".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan decidiu retirar o Camboja de dois programas de facilitação de vistos citando questões de segurança e por Phnom Penh ter ecoado declarações do Governo Chinês que &#8220;desvalorizam a soberania de Taiwan&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) taiwanês explicou que a decisão, que entra em vigor a partir de 01 de agosto, foi tomada &#8220;com base na defesa da dignidade nacional e da segurança das entradas e saídas do território&#8221;, sublinhando que desde agosto de 2018 o Camboja beneficiava destes programas, criados para promover contactos bilaterais e aumentar o conhecimento sobre Taiwan.</P><br />
<P>No entanto, segundo o ministério taiwanês, o Governo cambojano &#8220;nunca respondeu de forma igual e recíproca à boa vontade de Taiwan&#8221; e, pelo contrário, &#8220;tem repetidamente colaborado com Pequim em declarações que desvalorizam a soberania de Taiwan e até insinuam apoio ao recurso à força por parte da China para alcançar a unificação&#8221;.</P><br />
<P>No início do ano, o Governo cambojano declarou que segue a política de &#8216;Uma Só China&#8217;, reconhecendo Pequim como o único governo legítimo que representa toda a China, com Taiwan como parte do seu território.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e não exclui o recurso à força para assumir o controlo da ilha.</P><br />
<P>O Governo taiwanês rejeita essa posição e defende que apenas os cerca de 23 milhões de habitantes de Taiwan têm o direito de decidir o futuro político do território.</P><br />
<P>O MNE de Taiwan acrescentou que os recentes casos de fraude transfronteiriça a envolver cidadãos cambojanos agravaram a preocupação pública e justificam o fim das facilidades de entrada.</P><br />
<P>O cibercrime tem prosperado no Sudeste Asiático, especialmente no Camboja e em Myanmar (antiga Birmânia), com vítimas em todo o mundo a perderem dezenas de milhares de milhões de euros por ano, segundo especialistas das Nações Unidas e outros analistas.</P><br />
<P>A indústria está frequentemente ligada ao tráfico de pessoas, e muitos estrangeiros, incluindo cidadãos taiwaneses, são recrutados com falsas ofertas de emprego e acabam forçados a trabalhar em esquemas de fraude, como burlas românticas ou investimentos falsos em criptomoedas, em condições próximas da escravidão.</P><br />
<P>O Camboja participava nos dois programas desde 2018, com o MNE taiwanês a sublinhar que qualquer reativação da facilitação de vistos dependerá de mudanças futuras na política cambojana em relação a Taiwan.</P><br />
<P>O ministério frisou que, doravante, todos os cidadãos cambojanos que pretendam viajar para Taiwan terão de solicitar vistos junto das representações diplomáticas e consulares de Taipé. </P><br />
<P>Ao mesmo tempo, as autoridades de Taipé anunciaram que vão prolongar regimes de entrada simplificada para a Tailândia, Índia e vários outros países do Sudeste e Sul da Ásia.</P><br />
<P>Paralelamente, Taiwan decidiu prolongar por mais um ano, até 31 de julho de 2027, a entrada sem visto para cidadãos da Tailândia, Brunei e Filipinas. Já os nacionais da Índia, Indonésia, Vietname, Myanmar e Laos continuarão elegíveis para o Projeto Guanhong e para o Certificado de Autorização de Viagem até 31 de dezembro de 2027.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791078]]></sapo:autor>
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		<title>Roças são-tomenses, do inferno de onde não se saía até ao (quase) reconhecimento mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>(REPETIÇÃO) São Tomé, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; O professor universitário e líder da comunidade de Monte Café, em São Tomé e Príncipe, recua aos tempos de escravidão para lembrar o que se dizia sobre as roças: &#8220;um inferno onde se entra e não se sai&#8221;. </P><br />
<P>Filipe Samba, docente de Bio-Ética, nascido e a residir em Monte Café, não resiste a citar os antepassados, como que espreitando alguma garantia de futuro e de reparação: &#8220;a ferida da dor não se cura, o sofrimento não se cura com palavras, mas com ações concretas&#8221;.</P><br />
<P>A cultura esclavagista, pela mão de portugueses, que construiu a memória e o património arquitetónico ligado a seis roças (quatro em São Tomé e duas no Príncipe) alimentou negócios de café e de cacau e tradições de angolanos e moçambicanos, entre outros africanos, arrastados para São Tomé e Príncipe, com os cabo-verdianos a chegarem já numa condição de contratados, explica Samba. </P><br />
<P>A partir deste domingo e até 29 de julho reúne-se na Coreia do Sul o Comité do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Em Busan decidir-se-á se as roças são-tomenses são inscritas na lista de Património Mundial da UNESCO. E São Tomé e Príncipe concorre na categoria Sítios Culturais, com &#8220;As roças de São Tomé e Príncipe: Sistema colonial agrícola e migração forçada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para nós é importante esta inscrição com o património da UNESCO porque isso vem reforçar a nossa dedicação, o nosso empenho para a preservação deste memorial histórico. E assim já ficamos nós a acreditar que as gerações futuras poderão ter a perspetiva de rever essa história&#8221;, começa por argumentar, em declarações à Lusa, o líder da comunidade de Monte Café.</P><br />
<P>&#8220;Vai criar mais emprego, vai mobilizar, vai haver mais sinergias no âmbito da empregabilidade para a nossa população. Nós estamos quase meio abandonados, mas essa infraestrutura é que fala por nós, essa infraestrutura (&#8230;) dignifica a nossa imagem e a nossa identidade&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Depois de passagens pela então União Soviética, onde se formou, o regresso a Monte Café, onde cerca de cinco mil pessoas residem, tem sido marcado pelo trabalho comunitário, agora com um horizonte de esperança que vai até ao final deste mês: &#8220;É um momento de grande relevância para a nossa comunidade, porque, com esse estímulo, a UNESCO reconhece esta memória, não só do ponto de vista memorial, também do ponto de vista económico&#8221;.</P><br />
<P>Até à data, o Comité do Património Mundial inscreveu 1.248 sítios em 170 países na lista do Património Mundial.</P><br />
<P>Segundo a UNESCO, a classificação como Património Mundial permite reconhecer e proteger sítios de valor universal excecional, sejam eles naturais, culturais ou mistos, e &#8220;compromete os Estados membros a preservar estes locais emblemáticos&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>JMC // MLL</P><br />
<P>Lusa /Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791077]]></sapo:autor>
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		<title>Distinção das roças são-tomenses pela UNESCO vai ajudar comunidades e atrair turistas &#8212; ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>(REPETIÇÃO) São Tomé, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Governo de São Tomé e Príncipe antevê mais ajuda às comunidades locais e maior capacidade para atrair turistas se as roças são-tomenses forem inscritas na lista de património mundial da UNESCO no final deste mês.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, a ministra da Cultura, Isabel Maria Correia Viegas de Abreu, admite ainda que a distinção, a acontecer, durante a reunião do comité que começa este domingo e se prolonga até 29 de julho na Coreia do Sul, acarreta acrescidas responsabilidades para o Governo são-tomense.</P><br />
<P>São Tomé e Príncipe concorre à lista do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), na categoria Sítios Culturais, com &#8220;As roças de São Tomé e Príncipe: Sistema colonial agrícola e migração forçada&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a UNESCO, na 48.ª sessão do Comité do Património Mundial será examinada, entre outras questões, a inscrição de 30 novos sítios na lista do Património Mundial, assim como propostas relativas a três sítios já inscritos. Além disso, refere a UNESCO, &#8220;será avaliado o estado de conservação de 147 sítios já incluídos nesta lista&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É uma responsabilidade do Governo&#8221;, que terá também &#8220;responsabilidades com a comunidade das roças, porque nós temos que trabalhar na salvaguarda como forma de compensação às comunidades, para trabalhar na atração turística. E (&#8230;) nós contamos com o apoio de todos, com o apoio dos privados, do Estado, dos &#8216;mini&#8217;-empresários e empreendedores, (&#8230;) depois desse sucesso&#8221;, sublinhou Isabel Abreu.</P><br />
<P>A governante garante que já se está a avançar na preservação e salvaguarda, que é preciso reforçar esse trabalho, mas são óbvias as vantagens com a distinção: &#8220;Depois das roças se tornarem património da UNESCO, nós temos que trabalhar no sentido de que as comunidades próprias comecem a ter apoios para uma indústria criativa e as roças a conquistar os turistas, porque cada roça tem sua especificidade. (&#8230;) E a atração turística é o ponto forte que nós cremos que irão servir as roças&#8221;.</P><br />
<P>O ano passado foi um ano de distinções para São Tomé e Príncipe. Primeiro, tornou-se no primeiro país a ter todo o seu território classificado como Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO. Depois, o Tchiloli foi oficialmente integrado na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade, uma expressão artística secular que funde teatro popular, música tradicional e dança.</P><br />
<P>Agora, São Tomé e Príncipe invoca &#8211; na candidatura, que engloba seis roças &#8211; o período de implantação nacional, com a introdução da monocultura do cacau e do café no século XIX, tornando-se num centro de produção agrícola histórico colonial, &#8220;semelhante ao sistema feudal, cujo processo de produção se realizava através do trabalho forçado, onde a mão-de-obra provinha de vários países da costa africana, nomeadamente Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Cabo Verde, Benim, Congo e Serra Leoa&#8221;, pela mão dos portugueses.</P><br />
<P>A &#8220;roça&#8221; atingiu o seu auge no final do século XIX e início do século XX. Em termos de autenticidade, &#8220;em Sundy, Monte Café, Água-Izé, as infraestruturas urbanas, arquitetónicas e sociais têm atributos como hospitais, creches, escolas, igrejas e infraestruturas recreativas que não foram recriadas ou recentemente construídas&#8221;.</P><br />
<P>Até à data, o Comité do Património Mundial inscreveu 1.248 sítios em 170 países na lista do Património Mundial.</P><br />
<P>Segundo a UNESCO, a classificação como Património Mundial permite reconhecer e proteger sítios de valor universal excecional, sejam eles naturais, culturais ou mistos, e &#8220;compromete os Estados membros a preservar estes locais emblemáticos&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>JMC (MAV) // MLL </P><br />
<P>Lusa /Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791076]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Gulbenkian/70 anos: Um &#8220;laboratório de diversidade&#8221; a céu aberto num jardim privado aberto a todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Joana Ramos Simões (texto), Miguel A. Lopes (fotos) e Hugo Fragata (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Joana Ramos Simões (texto), Miguel A. Lopes (fotos) e Hugo Fragata (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>(REPETIÇÃO) Lisboa, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, um &#8220;laboratório de diversidade&#8221; criado nos anos 1960 para evocar a paisagem portuguesa, algo &#8220;completamente revolucionário&#8221;, foi ao longo dos anos ganhando mais espaço e sendo apropriado pela população.</P><br />
<P>Inaugurado em 1969, o Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, projetado pelos arquitetos paisagistas Gonçalo Ribeiro Telles (1922-2020) e António Viana Barreto (1924-2012), &#8220;foi completamente revolucionário&#8221; naquela época.</P><br />
<P>&#8220;Porque, ao contrário daquilo que toda a gente conhecia em Portugal, não foi construído como um jardim clássico, geométrico, decorativo, mas com uma ideia completamente inovadora, de evocar a paisagem portuguesa, a paisagem mediterrânica, construindo através dos contrastes da luz e da sombra, e procurando recriar os ecossistemas que encontramos naturalmente na paisagem&#8221;, recordou a arquiteta paisagista Paula Corte-Real, responsável pelo Jardim Gulbenkian, numa visita da Lusa ao espaço.</P><br />
<P>Os terrenos na zona das Avenidas Novas onde a Fundação Calouste Gulbenkian, criada faz hoje 70 anos, instalou a sua sede eram um parque, onde até então, e desde 1943, esteve instalada a Feira Popular de Lisboa.</P><br />
<P>A Fundação estudou outras possibilidades na cidade, mas a escolha recaiu sobre o antigo Parque de Santa Gertrudes, devido à grande dimensão do terreno.</P><br />
<P>Embora grande parte do jardim esteja sobre zonas construídas, &#8220;foram criadas as condições mecânicas e biológicas para que se desenvolvessem naturalmente vários ecossistemas distintos &#8211; aquáticos, de rochas, de zonas secas&#8221;.</P><br />
<P>Nas zonas mais baixas do Jardim, junto à água, foram colocados freixos, salgueiros, juncos, íris, &#8220;séries de vegetação características das linhas de água&#8221;.</P><br />
<P>Já nas zonas mais secas, a azinheira é &#8220;a árvore rainha&#8221;, mas há também sobreiros e muitos carvalhos: alvarinho, roble, negral.</P><br />
<P>Apesar de a larga maioria da vegetação ter sido ali colocada, os animais que habitam o Jardim, nomeadamente mais de 40 espécies de aves, sendo o pato-real a mais popular, &#8220;foram chegando à medida que os ecossistemas iam evoluindo e oferecendo condições tanto de alimento como de habitat&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, os animais não foram cá colocados pela Fundação e são animais que, de um modo geral, tanto estão aqui como vão para outras zonas da cidade&#8221;, contou Paula Corte-Real.</P><br />
<P>Os patos-reais, por exemplo, que originalmente são uma espécie migratória, são vistos frequentemente noutras zonas da cidade, como o Jardim Zoológico, o Parque Eduardo VII e Monsanto, mas é na Gulbenkian que passam mais tempo e onde nidificam.</P><br />
<P>Na primavera e no início do verão, é habitual ver-se ninhadas de patos bebé a passearem pelo jardim, &#8220;algo que encanta toda a gente&#8221;.</P><br />
<P>Embora os patos se mantenham na zona de Lisboa, há aves que anualmente chegam e partem para outras paragens.</P><br />
<P>&#8220;Algumas vêm passar o inverno, outras vivem cá o ano todo. Algumas estão cá só no fim de setembro e início de outubro, quando vêm em migrações. Vêm da Ásia, param aqui, depois seguem para África&#8221;, partilhou a responsável, lembrando que no outono é habitual realizar-se uma oficina de anilhagem, uma técnica que permite estudar aspetos da biologia, da ecologia, do comportamento e dos movimentos das aves selvagens.</P><br />
<P>Como qualquer outro ecossistema, &#8220;é um equilíbrio delicado&#8221;, havendo, por exemplo. animais que chegam ao Jardim e ali permanecem durante algum tempo, acabando depois por desaparecer. Paula Corte-Real contou que tal aconteceu com os pintassilgos que faziam ninhos nas floreiras do edifício sede, mas acabaram por ser expulsos pelos gaios.</P><br />
<P>Quase 70 anos depois de ter sido criado, &#8220;o jardim continua a ser um laboratório de biodiversidade na cidade de Lisboa, e assiste-se a esse aumento progressivo da diversidade, não só de animais, mas também de plantas&#8221;.</P><br />
<P>Num livro da Fundação Calouste Gulbenkian estão identificadas mais de 270 espécies de plantas, e, dentro de cada, táxons diferentes.</P><br />
<P>Mas segundo Paula Corte-Real, há no Jardim plantas que não constam da publicação, &#8220;que são espontâneas, vão surgindo e vão sendo incorporadas no elenco vegetal do jardim&#8221;, visto que os jardineiros, durante a manutenção, &#8220;têm o cuidado para não retirar tudo aquilo que não foi plantado&#8221;.</P><br />
<P>As plantas vão sendo mantidas, até porque &#8220;são muito importantes também para a biodiversidade&#8221;, visto haver &#8220;espécies, por exemplo, de borboletas, cujas lagartas só se alimentam de uma ou duas espécies de plantas, algo que acontece com muitos insetos&#8221;.</P><br />
<P>Recentemente, a Gulbenkian fez, com o Tagis &#8211; Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, associação sem fins lucrativos dedicada à investigação, divulgação e preservação dos habitats naturais das borboletas e outros insetos, um levantamento dos insetos, muitos dos quais polinizadores, que habitam o Jardim.</P><br />
<P>&#8220;Mas isso é um mundo. Durante o ano em que vieram aqui fazer o levantamento dos insetos, conseguiram descobrir espécies de que ainda só tinham pouquíssimos registos em Portugal&#8221;, contou a responsável. </P><br />
<P>Paula Corte-Real lembra que, por o Jardim da Gulbenkian ser um espaço com &#8220;muitos ambientes familiares a todos&#8221;, visto evocar a paisagem portuguesa, &#8220;com zonas mais recolhidas e mais privadas, e outras zonas mais abertas de encontro&#8221;, as pessoas procuram-no muito &#8220;para passear, para estudar, para se encontrarem com amigos ou namorados, ou para participar em eventos culturais&#8221;, como se comprova facilmente num passeio pelo jardim.</P><br />
<P>Paula Corte-Real acredita mesmo que &#8220;quase todos os lisboetas têm memórias ligadas ao Jardim da Fundação Gulbenkian&#8221;.</P><br />
<P>Entre esses, há vários que o visitam repetidamente e &#8220;não entram nos edifícios da Fundação&#8221;, algo que a Gulbenkian tenta contrariar. &#8220;Há sempre muita oferta cultural &#8211; exposições, concertos, conversas, conferências -, muitos destes eventos abertos ao público. E quase utilizamos o jardim também para convidar as pessoas para virem conhecer o resto da atividade da Fundação&#8221;, disse.</P><br />
<P>Paula Corte-Real recorda que, além de ter sido criado com a ideia de evocar a paisagem portuguesa, desde o início &#8220;ficou claro que se pretendia que o Jardim fosse um espaço aberto a toda a gente, onde as pessoas pudessem usufruir da cultura, da natureza e do bem-estar&#8221;.</P><br />
<P>Por ano, passam po ali cerca de um milhão de pessoas, sendo os meses de verão e os fins de semana as alturas mais concorridas.</P><br />
<P>As pessoas que vivem, trabalham ou estudam nas imediações, por exemplo, &#8220;utilizam muito o jardim, e utilizam-no no seu quotidiano o mais possível&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os vizinhos fazem questão de, nos seus percursos para o trabalho, atravessá-lo diariamente, porque é um momento de pausa. E utilizam-no quase como um jardim da sua casa, vão buscar as crianças à escola e estão aqui um bocado antes de ir para casa&#8221;, contou.</P><br />
<P>Há dois anos, com a extensão do Jardim para Sul, foi criada uma nova entrada, na Rua Marquês da Fronteira, a juntar às da Avenida de Berna, da Rua Marquês Sá da Bandeira, da Rua Nicolau Bettencourt e da Avenida António Augusto de Aguiar.</P><br />
<P>Ainda sem pensar em possíveis alterações na dimensão do espaço, o jardim foi construído para, &#8220;à imagem da paisagem portuguesa, não ser uma coisa estática&#8221;.</P><br />
<P>Ali consegue &#8220;ler-se a passagem das estações, ver árvores e plantas a morrer e outras a nascer, algumas semeadas por aves ou pelo vento&#8221;.</P><br />
<P>Em alturas em que o jardim entrou em processos de degradação, &#8220;os arquitetos paisagistas Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles foram sendo chamados e executaram ações de regeneração&#8221;.</P><br />
<P>Em 2000, foi pedido a Gonçalo Ribeiro Telles, na altura com quase 80 anos, que criasse novas zonas de estadia e novos caminhos acessíveis, visto que quase todos os do projeto original têm pequenos degraus. </P><br />
<P>O resultado foi uma zona de orla, do lado da Av. António Augusto de Aguiar, com espelhos de água que refletem as copas das árvores. &#8220;É também uma atitude poética em que ele nos chama a atenção para aquilo que está em cima e que nós temos tendência para não ver&#8221;, disse Paula Corte-Real.</P><br />
<P>Na década de 1980, quando foi construído o Centro de Arte Moderna (CAM), entrou na história do Jardim o arquiteto paisagista Edgar Fontes, responsável por enquadrar o novo edifício no jardim.</P><br />
<P>Já mais recentemente, quando a fundação comprou os terrenos a sul do CAM, foi criado um novo jardim, cujo projeto é da responsabilidade do arquiteto paisagista libanês Vladimir Djurovic, &#8220;muito inspirado nas ambiências do jardim original&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Trabalhou-se com o mesmo tipo de vegetação, com os mesmos conceitos de trabalhar a luz e sombra, a construção de ambiências, de recantos mais fechados e de espaços mais abertos, tendo sido preservada toda a vegetação existente, e foram plantadas só espécies autóctones da região de Lisboa&#8221;, contou Paula Corte-Real.</P><br />
<P>O Jardim da Gulbenkian tem uma programação e um serviço educativo próprios, com atividades para todos os níveis de ensino, incluindo universidades sénior.</P><br />
<P>Ao longo do ano, com maior incidência na primavera e no outono, são programadas visitas guiadas, oficinas de fotografia, de desenho, de construção com matérias vegetais. Em 2025, realizaram-se cerca de 450 atividades.</P><br />
<P>Na programação é trabalhado &#8220;tudo aquilo que este jardim tem a oportunidade de contar: podemos aprender imensa coisa, não só o funcionamento dos ecossistemas, as regras da vida natural, processos, fenómenos químicos, biodiversidade&#8230;&#8221;. </P><br />
<P>E isso é tanto, num jardim que é privado, mas aberto a todos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791079]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 50 pessoas detidas pelas autoridades timorenses por atividades ilegais &#8216;online&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 03:51:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia de Timor-Leste anunciou hoje a detenção de 52 pessoas na sexta-feira em duas operações distintas, em Díli, por atividades ilegais 'online' que visavam vítimas fora do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia de Timor-Leste anunciou hoje a detenção de 52 pessoas na sexta-feira em duas operações distintas, em Díli, por atividades ilegais &#8216;online&#8217; que visavam vítimas fora do país.</P><br />
<P>&#8220;A primeira operação teve lugar no Hotel City 8, onde foram detidas 33 pessoas, e a segunda em Kuluhun, onde foram detidas mais 19 pessoas&#8221;, pode ler-se num comunicado da Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC) na sua página oficial na Internet.</P><br />
<P>Segundo a PCIC, os 52 pessoas são suspeitas de utilizar &#8220;inteligência artificial para cometer burlas e fraude &#8216;online&#8217; relacionada com a promoção de investimentos fictícios e que visavam vítimas fora de Timor-Leste&#8221;.</P><br />
<P>Durante as operações, a PCIC apreendeu telefones, equipamento informático, e dinheiro.</P><br />
<P>O comunicado da PCIC foi acompanhado por outro do primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, que reafirmou a política de &#8220;tolerância zero&#8221; contra a prática de atividades ilícitas em Timor-Leste, incluindo cibercrime, lavagem de dinheiro e atividades de crime organizado.</P><br />
<P>As autoridades policiais de Timor-Leste detiveram nas últimas semanas mais de 300 pessoas, na sua maioria cidadãos da China, do Camboja e da Indonésia, por suspeitas de envolvimento em atividades ilegais &#8216;online&#8217;, sobretudo relacionadas com jogo ilegal e fraude.</P><br />
<P>Em setembro do ano passado, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) alertou para o aumento da presença de redes criminosas em Oecusse, o enclave timorense situado em território indonésio, na ilha de Timor. Segundo o UNODC, investigações recentes demonstram que a região começou a ser influenciada por atividades criminosas organizadas.</P><br />
<P>Na sequência desse alerta público, o Governo de Timor-Leste decidiu cancelar todas as licenças anteriormente concedidas para operações de jogos e apostas &#8216;online&#8217;, bem como suspender a atribuição de novas licenças, devido aos riscos para a segurança e a estabilidade social.</P><br />
<P>Segundo o UNODC, quando redes criminosas digitais se instalam numa determinada região, &#8220;essa região torna-se frequentemente um centro de fraude cibernética, bem como de tráfico de droga e de seres humanos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791075]]></sapo:autor>
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		<title>Supremo brasileiro mantém prisão domiciliária de Bolsonaro mas endurece restrições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 03:47:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal do Brasil manteve esta sexta-feira a prisão domiciliária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, mas endureceu as restrições impostas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal do Brasil manteve esta sexta-feira a prisão domiciliária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, mas endureceu as restrições impostas.</P><br />
<P>Segundo a decisão do juiz Alexandre de Moraes, Bolsonaro não poderá receber visitas sociais durante 30 dias &#8212; exceto médicos, fisioterapeutas e advogados &#8212; nem visitas com fins políticos ou eleitorais até ao fim das eleições legislativas, regionais e presidenciais de outubro.</P><br />
<P>O magistrado concluiu que o ex-chefe de Estado violou medidas cautelares ao redigir uma carta de apoio à pré-candidatura presidencial do filho, o senador Flávio Bolsonaro, posteriormente divulgada nas redes sociais. Na missiva, o ex-presidente reiterava o apoio ao filho e apelava à unidade, após críticas públicas por parte de apoiantes bolsonaristas a Michelle Bolsonaro, mulher do ex-líder.</P><br />
<P>Moraes acolheu a posição da Procuradoria-Geral, que considerou que o episódio não justificava a revogação da prisão domiciliária, mas sim novas restrições para impedir qualquer interferência nas eleições. </P><br />
<P>A decisão proíbe ainda a difusão de manifestos políticos ou eleitorais elaborados por Bolsonaro, lembrando que os seus direitos políticos estão suspensos após a condenação por golpismo.</P><br />
<P>O juiz manteve também a sanção aplicada a Flávio Bolsonaro, que desde 13 de julho está impedido de visitar o pai durante 90 dias por ter divulgado a carta. Rejeitou ainda a defesa, que alegava desconhecimento da publicação.</P><br />
<P>Desde julho de 2025, Bolsonaro está proibido de usar redes sociais, direta ou indiretamente, ou recorrer a terceiros para divulgar conteúdos. </P><br />
<P>Moraes advertiu que todas as medidas cautelares permanecem em vigor e que qualquer novo incumprimento pode levar à revisão imediata do benefício, incluindo a revogação da prisão domiciliária e o regresso ao regime fechado.</P><br />
<P>A primeira volta das presidenciais, marcada para 04 de outubro, terá como principais candidatos Flávio Bolsonaro e o atual Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que procura um quarto mandato não consecutivo.</P><br />
<P>Bolsonaro cumpre prisão domiciliária desde março, quando recebeu alta médica após uma broncopneumonia e Moraes lhe concedeu o direito a prisão domiciliária por razões humanitárias. </P><br />
<P>A condenação de 27 anos e três meses começou a ser cumprida em regime fechado, antes de o Supremo autorizar a transferência temporária para casa por motivos de saúde.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791074]]></sapo:autor>
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		<title>Estátuas do herói da independência Aung San retiradas discretamente em Myanmar</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 03:44:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As estátuas do herói da independência Aung San estão a desaparecer em Myanmar (antiga Birmânia), no âmbito de uma disputa em torno do legado do pai da nação e de Aung San Suu Kyi, figura destronada da democracia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As estátuas do herói da independência Aung San estão a desaparecer em Myanmar (antiga Birmânia), no âmbito de uma disputa em torno do legado do pai da nação e de Aung San Suu Kyi, figura destronada da democracia.</P><br />
<P>O general Aung San, que combateu os colonizadores britânicos e os ocupantes japoneses na luta pela independência, foi assassinado a 19 de julho de 1947, alguns meses antes de ver concretizado o sonho da independência.</P><br />
<P>As estátuas de Aung estão espalhadas pelo país do Sudeste Asiático há décadas. Muitas foram erguidas quando o partido da filha, Aung San Suu Kyi, estava no poder. E muitas estão hoje a ser retiradas pelo Governo de Min Aung Hlaing, que derrubou Aung San Suu Kyi em 2021, na sequência de um golpe de Estado militar.</P><br />
<P>No parque Thu Mingalar, em Rangum, um jornalista da agência de notícias France-Presse (AFP) constatou a ausência de uma imponente estátua instalada há cerca de 10 anos, substituída por um quadrado de relva recém-plantada.</P><br />
<P>Aung San está &#8220;gravado na memória das pessoas&#8221; e muitos veem o legado deste a continuar através da filha, afirma a especialista em Myanmar Moe Thuzar.</P><br />
<P>Desde o golpe de Estado de 2021, que desencadeou uma guerra civil, o exército procura, segundo a especialista, &#8220;desacreditar politicamente&#8221; Aung San Suu Kyi e o partido Liga Nacional para a Democracia (LND).</P><br />
<P>&#8220;Podem retirar as estátuas, mas nunca conseguirão apagar a imagem de Bogyoke&#8221;, disse um habitante de Rangum, utilizando a palavra birmanesa para general.</P><br />
<P>&#8220;Já detêm o poder, as armas e o exército. Não sei do que ainda têm medo&#8221;, acrescenta o homem de 34 anos, que prefere não ser identificado por razões de segurança.</P><br />
<P>Quando os meios de comunicação locais noticiaram a remoção de várias estátuas, a porta-voz do Governo, Khaing Khaing Soe, evocou &#8220;formas e proporções incorretas&#8221;.</P><br />
<P>As estátuas de Aung San têm vindo a ser analisadas desde 2016 em cerca de uma centena de distritos e algumas não seriam &#8220;dignas de uma figura histórica tão importante&#8221;.</P><br />
<P>Estão a ser realizados &#8220;esforços de manutenção&#8221; para evitar &#8220;qualquer falta de respeito para com as estátuas comemorativas&#8221; e garantir que &#8220;as gerações futuras possam continuar a estudar o património histórico de Myanmar de forma adequada&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Uma estátua instalada durante o Governo da LND foi recentemente removida do parque Mya Kan Thar, em Rangum. No entanto, era &#8220;perfeitamente correta, com boas proporções&#8221;, considera um morador.</P><br />
<P>Apesar do estatuto de herói nacional, Aung San é sobretudo celebrado pelas elites bamar, que constituem a maioria no país, em vez dos grupos étnicos minoritários que lutam contra o poder central há décadas, salienta o investigador Morgan Michaels.</P><br />
<P>Os kachin e os karenni, nomeadamente, &#8220;têm os seus próprios heróis&#8221;, explica este especialista em Myanmar do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos.</P><br />
<P>&#8220;Não gostam que lhes seja imposta a sua imagem e o simbolismo que a acompanha, o da dominação bamar sobre o Estado&#8221;, completou.</P><br />
<P>Desde o golpe de Estado, algumas das numerosas fações étnicas de Myanmar aliaram-se a guerrilhas pró-democracia para combater as forças armadas. </P><br />
<P>Um responsável político proveniente de um grupo étnico minoritário reconhece a luta heroica de Aung San pela independência, mas acusa a LND de ter erguido as estátuas &#8220;no interesse do partido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há necessidade de manter tantas estátuas dele&#8221;, prossegue, considerando que a era da LND, dissolvida pela junta, &#8220;já pertence ao passado&#8221;.</P></p>
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