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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Trabalhadores do setor da saúde iniciam hoje dois dias de greve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da saúde iniciam hoje uma greve de dois dias para reivindicar melhores salários e condições dignas de trabalho, um protesto que inclui também uma manifestação em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhadores da saúde iniciam hoje uma greve de dois dias para reivindicar melhores salários e condições dignas de trabalho, um protesto que inclui também uma manifestação em Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;A greve abrangerá todos os trabalhadores do setor da saúde, independentemente do vínculo, carreira ou filiação sindical, e decorrerá entre as 00:00 e as 24:00 dos dias 04 e 05 de maio&#8221;, refere o pré-aviso do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS).</P><br />
<P>Com esta paralisação, o sindicato exige do Governo e das entidades empregadoras a &#8220;reposição dos pontos retirados aos trabalhadores&#8221; no âmbito do sistema de avaliação, a &#8220;contratação urgente&#8221; de pessoal, que permita terminar com o &#8220;uso e abuso dos turnos suplementares e cargas horárias de 14 e 16 horas de serviço contínuo&#8221;, e a reposição das &#8220;horas não pagas e não gozadas&#8221;.</P><br />
<P>A estrutura sindical justifica ainda os dois dias de greve, que está sujeita a serviços mínimos, com a necessidade de os trabalhadores do setor se manifestarem contra o pacote laboral apresentado pelo Governo, estando agendada para a manhã de hoje uma manifestação junto ao Hospital Santa Maria, em Lisboa.</P><br />
<P>Para 12 de maio já foi convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) uma outra greve nacional, que vai abranger os setores público, privado e social para exigir ao Governo que &#8220;resolva vários problemas&#8221; para permitir dignificar a profissão.</P><br />
<P>É uma paralisação pela &#8220;dignidade dos enfermeiros e pela dignificação da enfermagem&#8221;, salientou o presidente do SEP, José Carlos Martins, para quem, apesar de estarem a decorrer negociações com o Governo sobre o Acordo Coletivo de Trabalho, &#8220;importa resolver problemas&#8221; que estão a afetar esses profissionais de saúde há vários anos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757346]]></sapo:autor>
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		<title>Combustíveis com (mais uma) subida de preços a partir de hoje. Veja os postos mais baratos do País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de, nas últimas semanas, os combustíveis terem registado descidas de preços (em particular o gasóleo), esta semana traz más notícias, com previsão de aumentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de, nas últimas semanas, os combustíveis terem registado descidas de preços (em particular o gasóleo), esta semana traz más notícias, com previsão de aumentos: de acordo com fontes do setor contactadas pela &#8216;Executive Digest&#8217;, &#8220;a orientação será para uma subida de até 8 cêntimos por litro no preço do gasóleo&#8221; e de &#8220;uma subida até cinco cêntimos por litro no preço da gasolina 95&#8221;.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência dos postos de abastecimento ‘normais’ e reportam “uma subida de 0,0778 euros no gasóleo e uma subida de 0,0500 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>Com as subidas de preços previstas para esta semana, gasóleo vai voltar a subir acima do patamar dos 2 euros/litro, à semelhança do que aconteceu na reta final de março, enquanto a gasolina ficará muito próxima deste limiar. Ainda assim, a média final apenas ficará fechada no final do dia de sexta-feira, podendo sofrer ajustes em função da evolução das cotações internacionais do petróleo.</p>
<p>De acordo com a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) o preço médio do litro do gasóleo custava na passada quinta-feira 1,955 euros, enquanto o preço médio da gasolina totaliza 1,928 euros. Caso se confirmem as previsões, o preço médio do gasóleo simples vai subir para 2,032 euros por litro, enquanto o preço médio da gasolina simples 95 deverá subir para 1,978 euros por litro.</p>
<p>Veja como evoluíram os preços desde o início do ano:<br />
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<p><strong>Portugal está em 7º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong><br />
No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no sétimo lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 8,5 cêntimos acima da média europeia e 42 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 11.ª posição do preço mais caro, a 23 cêntimos do preço no país vizinho.</p>
<p>Os Países Baixos têm, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,323 euros/litro. No caso do gasóleo, a Finlândia é ‘campeã’ dos preços caros: 2,337 euros/litro.</p>
<p>Com a subida de preço previsto para segunda-feira, saiba que pode poupar alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:<br />
<img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-30.png" alt="" width="1214" height="515" class="alignnone size-full wp-image-756890" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-30.png 1214w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-30-300x127.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-30-900x382.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-30-768x326.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-30-1200x509.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-30-600x255.png 600w" sizes="(max-width: 1214px) 100vw, 1214px" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-31.png" alt="" width="1215" height="504" class="alignnone size-full wp-image-756893" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-31.png 1215w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-31-300x124.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-31-900x373.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-31-768x319.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-31-1200x498.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/Capturar-31-600x249.png 600w" sizes="(max-width: 1215px) 100vw, 1215px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756749]]></sapo:autor>
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		<title>Pesca da sardinha reabre hoje após quase cinco meses encerrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A pesca da sardinha reabre hoje, após quase cinco meses encerrada, mas com um limite de 33.446 toneladas para a frota portuguesa, confirmou à Lusa o Ministério da Agricultura e Mar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A pesca da sardinha reabre hoje, após quase cinco meses encerrada, mas com um limite de 33.446 toneladas para a frota portuguesa, confirmou à Lusa o Ministério da Agricultura e Mar. </P><br />
<P>A pesca da sardinha tinha encerrado em 03 de dezembro, para proteger o recurso. A quota da sardinha tem gestão partilhada entre Portugal e Espanha. </P><br />
<P>Um despacho publicado em Diário da República no dia 22 de abril define os períodos nos quais não é possível capturar, descarregar ou colocar à venda sardinha, além dos limites definidos.</P><br />
<P>As embarcações com comprimento de fora a fora inferior ou igual a nove metros têm um limite de 2.250 quilogramas (kg) ou 100 cabazes.</P><br />
<P>Já para as embarcações com comprimento superior a nove metros e inferior ou igual a 16 metros o máximo é de 3.938 kg (175 cabazes), enquanto para as embarcações com comprimento superior a 16 metros é de 6.750 quilos (300 cabazes). </P><br />
<P>É ainda definido que, a partir das 00:00 de 01 de junho, as embarcações com comprimento de fora a fora inferior ou igual a nove metros têm um limite de 2.700 kg (120 cabazes). </P><br />
<P>Com mais de nove e menos de 16 metros, o máximo é de 4.725 kg (210 cabazes) e para as embarcações com comprimento superior a 16 metros é de 6.750 kg (300 cabazes). </P><br />
<P>Em dias de feriado nacional é interdita a captura, manutenção a bordo, descarga e venda de sardinha. </P><br />
<P>É também proibida a transferência de sardinha para uma lota diferente da correspondente ao porto de descarga, bem como uma mesma embarcação descarregar em mais de um porto durante cada dia. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757345]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Semana começa com descida de temperaturas mas sem chuva na maior parte do País</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/semana-comeca-com-descida-de-temperaturas-mas-sem-chuva-na-maior-parte-do-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O arranque desta semana traz uma descida gradual das temperaturas em Portugal continental, com máximos previstos entre os 13 ºC na Guarda e os 22 ºC em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O arranque desta semana traz uma descida gradual das temperaturas em Portugal continental, com máximos previstos entre os 13 ºC na Guarda e os 22 ºC em Lisboa.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-de-precipitacao-a-medio-prazo-veja-como-vai-chover-em-portugal-entre-4-e-10-de-maio.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, as anomalias térmicas negativas deverão abranger praticamente toda a geografia continental, apresentando valores até 6 ºC abaixo da média, com exceção de uma pequena área do Sotavento Algarvio, onde se esperam temperaturas ligeiramente acima do habitual.</p>
<p>Após um fim de semana marcado por períodos de chuva no Norte e Centro do país, o início da semana deverá ser praticamente seco. A melhoria gradual do estado do tempo será sentida a partir das primeiras horas de segunda-feira, embora não se descarte a ocorrência de chuva fraca no litoral Norte e Centro entre as 13h e as 16h. À medida que o dia progride, a precipitação deverá dissipar-se, assim como grande parte da nebulosidade, permitindo uma tarde mais amena e com céu parcialmente limpo.</p>
<p><strong>Temperaturas em ligeira subida na terça-feira</strong><br />
Na terça-feira, dia 5, prevê-se uma recuperação gradual das temperaturas máximas, com valores situando-se entre os 14 ºC na Guarda e os 24 ºC em Faro. Os mapas do Tempo.pt indicam uma evolução crescente da nebulosidade até ao início da tarde, especialmente nas regiões Norte e Centro, seguida de um período de maior sol e sem previsão de chuva. As anomalias térmicas negativas estarão menos expressivas, situando-se até 3 ºC abaixo da média nas regiões mais afetadas.</p>
<p><strong>Quarta-feira mantém tempo seco e anticiclónico</strong><br />
O padrão de tempo seco deverá manter-se na quarta-feira, dia 6, sob influência de um regime anticiclónico que abrangerá Portugal Continental. Prevê-se uma recuperação ligeira das temperaturas máximas, permitindo condições mais amenas, especialmente no litoral e no Sul do país. A ausência de precipitação será a característica dominante deste dia, garantindo céu geralmente limpo em grande parte do território.</p>
<p><strong>Quinta-feira traz nova instabilidade e possibilidade de aguaceiros</strong><br />
A partir de quinta-feira, dia 7, as condições meteorológicas começam a sofrer alterações devido à aproximação de baixas pressões. Apesar de se esperar um dia maioritariamente seco, não se exclui a ocorrência de alguns aguaceiros fracos e dispersos em pontos do Norte e Centro, principalmente no final da tarde. As temperaturas poderão atingir até 26 ºC em algumas localidades do Centro e Sul, representando o pico da subida térmica prevista para esta semana.</p>
<p><strong>Chuva mais intensa regressa na sexta-feira e fim de semana</strong><br />
Na sexta-feira, dia 8, a instabilidade deverá aumentar de forma significativa, com previsão de chuva em praticamente todo o continente. Os episódios poderão ser localmente fortes, sobretudo nas áreas indicadas em azul mais escuro nos mapas do Tempo.pt. A precipitação deverá começar pelo Sul durante a manhã e estender-se ao longo do dia, com expectativa de persistir durante a madrugada e dia de sábado, 9 de maio. Este dia poderá apresentar chuva fraca a moderada, mas com períodos de intensidade mais elevada em algumas regiões. No domingo, dia 10, o litoral Norte e Centro deverá continuar a registar chuva fraca a moderada durante algumas horas, embora com maior incerteza devido à distância temporal da previsão.</p>
<p>Ao longo desta semana, os portugueses deverão estar atentos às atualizações meteorológicas, dado que a alternância entre períodos secos, subida gradual das temperaturas e novas incursões de precipitação pode influenciar atividades ao ar livre, transportes e agricultura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756319]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Atividade do vulcão Mayon nas Filipinas obriga à retirada de 300 famílias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/atividade-do-vulcao-mayon-nas-filipinas-obriga-a-retirada-de-300-familias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 300 famílias foram retiradas de casa depois do vulcão Mayon ter lançado enormes quantidades de cinzas durante o fim de semana, devido ao colapso de depósitos de lava, informaram hoje as autoridades filipinas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 300 famílias foram retiradas de casa depois do vulcão Mayon ter lançado enormes quantidades de cinzas durante o fim de semana, devido ao colapso de depósitos de lava, informaram hoje as autoridades filipinas.</P><br />
<P>Não houve nenhuma erupção explosiva do Mayon, que tem entrado em erupção de forma moderada e intermitente desde janeiro, mas enormes depósitos de lava na encosta sudoeste do vulcão desceram repentinamente numa corrente piroclástica &#8212; uma avalanche de rochas quentes, cinzas e gás &#8212; antes do anoitecer de sábado, informou o diretor do Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia, Teresito Bacolcol.</P><br />
<P>As autoridades afirmaram que não foram registadas mortes nem feridos, mas enormes nuvens de cinzas espalharam-se por 87 aldeias em três cidades, apanhando muitos de surpresa e afetando o trânsito rodoviário devido à fraca visibilidade.</P><br />
<P>&#8220;A queda de cinzas foi tão densa que a visibilidade era nula, mesmo na nossa estrada nacional&#8221;, informou o presidente da Câmara de Camalig, Caloy Baldo, cuja cidade fica perto do sopé do vulcão.</P><br />
<P>&#8220;Alguns aldeões entraram em pânico, mas aconselhámos que se acalmassem&#8221;, disse Baldo, em declarações à agência de notícias Associated Press.</P><br />
<P>As explorações agrícolas foram danificadas pela queda de cinzas, que também matou quatro búfalos e uma vaca em Camalig, disse Baldo, acrescentando que estava em curso uma operação de limpeza na cidade de oito mil habitantes, na província filipina de Albay.</P><br />
<P>&#8220;Agora está tudo calmo novamente, mas o perigo está sempre presente&#8221;, disse Bacolcol, sobre o estado do Mayon hoje.</P><br />
<P>O vulcão de 2.462 metros é uma das principais atrações turísticas das Filipinas devido à forma cónica quase perfeita. Mas é também o mais ativo dos 24 vulcões do país.</P><br />
<P>As autoridades elevaram o alerta de cinco níveis em torno do Mayon para o nível 3 em janeiro, após uma série de erupções moderadas, que causaram quedas intermitentes de rochas, algumas do tamanho de carros, a partir da cratera do pico, juntamente com fluxos piroclásticos mortais.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757344]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crianças com apetite &#8220;emocional&#8221; correm risco de ter pior saúde &#8212; estudo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/criancas-com-apetite-emocional-correm-risco-de-ter-pior-saude-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) hoje divulgado mostra que crianças com apetite "emocional" arriscam ter pressão arterial elevada, resistência à insulina e perímetro da cintura mais elevado no início da adolescência.   ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) hoje divulgado mostra que crianças com apetite &#8220;emocional&#8221; arriscam ter pressão arterial elevada, resistência à insulina e perímetro da cintura mais elevado no início da adolescência.   </P><br />
<P>A investigação teve como base a análise de crianças que apresentam uma ingestão alimentar dita &#8220;emocional&#8221;, ou seja comem em resposta a emoções e demonstram um apetite ávido.</P><br />
<P>Apresentando níveis elevados de triglicerídeos (gorduras) no sangue, pressão arterial elevada, resistência à insulina e perímetro da cintura mais elevado no início da adolescência, estas crianças &#8220;correm risco de ter pior saúde&#8221;, lê-se no resumo enviado à agência Lusa.</P><br />
<P>O objetivo do estudo foi analisar o impacto de fatores ambientais e hábitos familiares nas &#8220;trajetórias&#8221; dos comportamentos alimentares de crianças e adolescentes, entre os 7 e os 13 anos, relacionando-os com fatores como as condições socioeconómicas, hábitos das mães na gravidez e índice de massa corporal (IMC).</P><br />
<P>&#8220;Demonstrámos que os determinantes do ambiente alimentar estão relacionados com o apetite e têm impacto na saúde cardiometabólica&#8221;, explica Alexandra Costa, doutorada em Saúde Pública pela FMUP e principal autora deste trabalho.</P><br />
<P>De acordo com a investigadora, &#8220;aos 13 anos, já existe uma grande diferença nos indicadores cardiometabólicos das crianças, de acordo com os seus comportamentos alimentares.</P><br />
<P>&#8220;O grupo com o apetite mais ávido registou piores marcadores, comparativamente com outros grupos&#8221;, explicou a investigadora que dedicou a sua tese de doutoramento, defendida em março deste ano, a este assunto e tem já sete estudos sobre o tema.</P><br />
<P>Salvaguardando que não se pode já falar em doença metabólica, Alexandra Costa salienta que as crianças com apetite &#8220;descontrolado&#8221; tendem a apresentar um risco mais elevado de virem a ter problemas como obesidade e diabetes na idade adulta.</P><br />
<P>O estudo identificou dois tipos de comportamentos extremos perante a comida: apetite ávido e pouco apetite.</P><br />
<P>O apetite ávido, mais voraz, que envolve uma maior ingestão de alimentos, associa-se a fatores socioeconómicos desfavoráveis, mães mais novas e com mais peso.</P><br />
<P>Em causa está um perfil que tende a estar mais presente em casos de insegurança alimentar e de experiências adversas na infância.</P><br />
<P>Estas crianças comem mais de todo o tipo de alimentos, incluindo os mais saudáveis. </P><br />
<P>&#8220;Muitos pais pensam que, se os filhos têm muita fome e comem muito, é bom sinal e desconhecem as consequências para a saúde, que vão além do sobrepeso e da obesidade&#8221;, alerta. </P><br />
<P>Pelo contrário, as crianças que apresentaram um menor apetite têm baixa resposta emocional à comida, melhor regulação da ingestão alimentar, padrões alimentares mais saudáveis, caracterizando-se por fatores socioeconómicos mais favoráveis, designadamente mães com mais escolaridade e mais magras. </P><br />
<P>Nesta investigação, foram utilizados dados de diferentes &#8216;coortes&#8217;.</P><br />
<P>Entre os três meses e os 12 meses de idade, foi usada a &#8216;coorte&#8217; BITWIN, com cerca de 300 participantes.</P><br />
<P>Nas restantes idades, foi utilizada a &#8216;coorte&#8217; longitudinal (Geração XXI). </P><br />
<P>Defendendo que a responsabilidade não é apenas dos pais e famílias, a autora aponta para a necessidade de envolver as escolas e o marketing alimentar.</P><br />
<P>&#8220;Os determinantes socioeconómicos e ambientais só podem ser mudados com políticas globais. Devemos sensibilizar os pais e famílias para a regulação das quantidades dos alimentos e, no extremo oposto, para a necessidade de oferecer várias vezes uma diversidade de alimentos saudáveis&#8221;, conclui.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757343]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Segundo navio atacado no Estreito de Ormuz em menos de 24h</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 04:14:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A agência britânica de Operações Marítimas Comerciais (UKMTO), que monitoriza a segurança de navios e marinheiros em todo o mundo, registou hoje um ataque contra um petroleiro no estreito de Ormuz, o segundo em menos de 24 horas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência britânica de Operações Marítimas Comerciais (UKMTO), que monitoriza a segurança de navios e marinheiros em todo o mundo, registou hoje um ataque contra um petroleiro no estreito de Ormuz, o segundo em menos de 24 horas.</P><br />
<P>O petroleiro, de bandeira não identificada, foi atingido às 20:40 de domingo (hora de Lisboa) &#8220;por um projétil desconhecido&#8221;, sem causar feridos entre a tripulação nem impacto ambiental.</P><br />
<P>O incidente ocorreu a 78 milhas náuticas (cerca de 144 quilómetros) a norte de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, segundo a agência britânica, que pediu aos navios que transitam pela zona para redobrarem as precauções e informarem a agência de qualquer atividade suspeita.</P><br />
<P>Horas antes, às 12:30 (hora de Lisboa), a UKMTO informou que várias embarcações de pequeno porte atacaram um graneleiro que navegava ao largo da costa da cidade de Sirik, no sudoeste do Irão, com destino ao norte do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Três semanas após o início do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão, as partes continuam a manter um bloqueio seletivo do estreito de Ormuz, uma via estratégica para o comércio global de petróleo e gás, pela qual, em tempos de paz, circula cerca de 20% das energias fósseis mundiais.</P><br />
<P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo que as negociações com o Irão estão a correr &#8220;muito bem&#8221;, horas depois de garantir que irá analisar o plano de paz enviado por Teerão.</P><br />
<P>Paralelamente às negociações, Trump anunciou o &#8220;Projeto Liberdade&#8221;, uma operação que envolverá mais de cem aeronaves, navios e drones, na qual participarão 15mil efetivos militares em operações de escolta de navios em trânsito pelo estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Desde 28 de fevereiro, quando teve início a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, a UKMTO recebeu 46 relatos de incidentes que afetam navios que operam no golfo Pérsico, no estreito de Ormuz e no golfo de Omã, dos quais cerca de 20 foram associados a &#8220;atividades suspeitas&#8221; com envolvimento de projéteis.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757342]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Primeiro &#8220;astronauta análogo&#8221; moçambicano quer levar talento e país à NASA (C/ÁUDIO, C/VÍDEO E C/FOTOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 04:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Lina Cebola (texto, fotos e vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviços áudio e vídeo disponíveis em www.lusa.pt ***</P><br />
<P>   </P><br />
<P>*** Lina Cebola (texto, fotos e vídeo), da agência Lusa *** </P><br />
<P>   </P><br />
<P>Maputo, 04 mai 2026 (Lusa) &#8211; Ao unir espaço e arquitetura, Fernando Cavele tornou-se, aos 25 anos, no primeiro moçambicano com o título de &#8220;astronauta análogo&#8221;, simulando em terra missões espaciais, sonhando levar o talento e Moçambique à agência espacial norte-americana NASA.</P><br />
<P>   &#8220;O desejo de ingressar pela área de exploração espacial começa exatamente em 2019, quando começo a pesquisar sobre astronomia e de igual modo conheço um professor, que por acaso foi um professor de física, em que numa das aulas foi falando dessa relação entre astronomia e arquitetura&#8221;, explica à Lusa o jovem arquiteto, na sua residência, em Maputo, que também serve de oficina criativa.</P><br />
<P>   Com referências que se cruzam dentro e fora da sala de aula, Fernando encontrou no diálogo entre a ciência académica e a curiosidade pessoal a revelação de que o estudo do universo podia juntar-se ao desenho dos espaços habitáveis, levando-o a explorar a astronomia como uma extensão natural da arquitetura que começava a aprender.</P><br />
<P>   &#8220;A partir daí, comecei a aprofundar mais os conhecimentos sobre astronomia, mas na vertente de tentar trazer esse conhecimento ligado à área da arquitetura, que era o curso que eu estava a começar a fazer em 2019&#8221;, conta Fernando Cavele, no quarto onde esboços de projetos arquitetónicos convivem com plantas rabiscadas e partituras musicais, num espaço íntimo onde ciência, arte e imaginação se cruzam diariamente.</P><br />
<P>   Com a primeira referência em nomes internacionais como Elon Musk, Fernando diz construir também o seu percurso a partir de influências próximas, encontrando em Moçambique figuras que lhe deram incentivo e orientação nos primeiros passos ligados à astronomia e à exploração espacial, como Edson Jackson, fundador do primeiro clube de astronomia do país.</P><br />
<P>   &#8220;Portanto, são essas pessoas até este momento. Mas inspira-me a forma como a SpaceX também nasceu, a própria NASA [Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço, na sigla inglesa], que é uma agência que almejo chegar lá, como um trabalhador e um técnico que trabalha lá na NASA, como arquiteto espacial&#8221;, relata.</P><br />
<P>   O jovem admite que, desde que decidiu olhar para o céu como um projeto possível e alcançável, viu-se num terreno marcado por recusas, entraves institucionais e dificuldades de acesso a informação para concretizar ideias e projetos: &#8220;Passei por muitas dificuldades, turbulências e até negações institucionais ao longo do caminho&#8221;.</P><br />
<P>   O percurso de Fernando foi feito de persistência e tentativas falhadas, até que, em 2025, surgiu o primeiro sinal claro de reconhecimento externo, quando o jovem arquiteto decidiu submeter, a concurso, uma pesquisa que desenvolvia na área da ciência de materiais, que logo foi aprovada, entre vários candidatos internacionais, para uma conferência realizada na Índia.</P><br />
<P>   &#8220;Acreditaram em mim, convidaram-me e financiaram toda a participação. Fui um dos mais novos naquela bancada&#8221;, salienta.</P><br />
<P>   Um astronauta análogo realiza atividades de simulação espacial na terra, recriando condições, ambientes e desafios semelhantes aos que seriam encontrados numa missão espacial real, como em Marte ou na Lua. Participam desta forma em missões análogas, cenários de investigação que testam tecnologias, procedimentos operacionais e o comportamento humano em ambientes extremos.</P><br />
<P>   O jovem moçambicano participou numa missão análoga realizada na Índia, no início deste ano, em ambiente de isolamento rigoroso e exigência científica. Ao viver durante sete dias, na terra, as rotinas concebidas para o espaço, conquistou o título de astronauta análogo, assinalando não apenas uma vitória pessoal.</P><br />
<P>   &#8220;Foi um bocadinho difícil&#8221;, conta, assinalando algumas barreiras relacionadas com a língua, os horários diferentes e também questões relacionadas ao uso de recursos de forma equilibrada, dificuldades atenuadas por alguns treinos.</P><br />
<P>   Segundo o arquiteto, o primeiro grande entrave surgiu antes mesmo das exigências técnicas ou científicas na missão, o financeiro, uma limitação que marcou o início do percurso e continua a ser, até hoje, um dos principais obstáculos à concretização dos seus projetos.</P><br />
<P>   &#8220;Mas, dentro da própria missão, a coisa tornou-se um bocadinho acessível, porque as pessoas que estavam lá comigo, a minha equipa, também colaborou bastante para que eu pudesse sentir-me quase que em casa e à vontade&#8221;, conta.</P><br />
<P>   Depois da missão, a conquista exigiu mais do que celebração, Fernando diz ter mergulhado numa pesquisa cuidadosa para confirmar a dimensão do feito: &#8220;Tive de fazer muitas pesquisas para ver se antes de mim ninguém chegou lá e constatei que fui o primeiro&#8221;.</P><br />
<P>   Segundo Fernando, o levantamento revelou também tentativas pontuais de outros profissionais moçambicanos em aproximação a agências como a NASA, mas nenhuma que tivesse chegado a concretizar o mesmo objetivo, um sonho que o jovem continua a perseguir, apesar de reconhecer que segue um caminho que exige coragem, numa área onde, no país, &#8220;não há garantias de nada&#8221;.</P><br />
<P>   Mas é pela convicção de que o sonho precisa de bases concretas que promove ao mesmo tempo uma angariação de fundos para assegurar vaga num mestrado em Arquitetura Avançada no Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha, Espanha, e criou e lançou uma &#8216;start-up&#8217; pensada para atuar no domínio das indústrias ligadas à exploração espacial em Moçambique.</P><br />
<P>   &#8220;Estamos a trabalhar no desenvolvimento de tecnologias capazes de responder às exigências da exploração espacial e de integrar Moçambique nesse ecossistema global&#8221;, explica Fernando, sublinhando que a origem não é um fator limitador do progresso individual, daí que a juventude moçambicana deve &#8220;abstrair-se das dificuldades&#8221; e continuar a acreditar que, com visão, esforço e sonho, &#8220;tudo pode tornar-se possível&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757341]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Japão e Austrália discutem abastecimento energético e minerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 03:39:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, reuniu-se hoje com o homólogo da Austrália, Anthony Albanese, para conversações centradas no abastecimento energético, fortemente afetado pela guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, reuniu-se hoje com o homólogo da Austrália, Anthony Albanese, para conversações centradas no abastecimento energético, fortemente afetado pela guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>A energia, os minerais estratégicos e a defesa estão na ordem do dia do encontro entre os dois líderes, que deverão fazer uma declaração à imprensa ainda hoje.</P><br />
<P>A Austrália é um importante fornecedor de carvão e gás natural liquefeito ao Japão, que, por sua vez, assegura cerca de 7% das necessidades australianas de gasóleo.</P><br />
<P>&#8220;O gás ocupa um lugar central em todas as nossas discussões, pois é o pilar fundamental da segurança energética comum entre os nossos países&#8221;, declarou a ministra japonesa dos Negócios Estrangeiros, Penny Wong, aos jornalistas, em Camberra, antes das conversações.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos parceiros de exportação sempre nos deram a entender que esperavam de nós fiabilidade&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz, por onde transita, em tempos de paz, um quinto do petróleo e do gás natural mundiais, está em grande parte bloqueado desde o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, a 28 de fevereiro.</P><br />
<P>O Governo japonês indicou também que procura garantir um abastecimento estável de minerais estratégicos, indispensáveis para o fabrico de semicondutores, baterias de veículos elétricos e sistemas de armamento.</P><br />
<P>A Austrália é um fornecedor importante de minerais críticos, setor largamente dominado pela China, que controla o abastecimento mundial de terras raras.</P><br />
<P>&#8220;Queremos garantir a nossa resiliência numa época marcada por inúmeras perturbações económicas e globais&#8221;, afirmou Wong. &#8220;Os minerais estratégicos são indispensáveis para a nossa economia&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A Austrália e o Japão reforçaram nos últimos anos os laços em matéria de defesa, tendo celebrado em 2025 um acordo no valor de 10 mil milhões de dólares australianos (6,14 mil milhões de euros), que prevê o fornecimento pelo Japão de navios de guerra da classe Mogami à Armada australiana.</P><br />
<P>Num discurso proferido no Vietname no sábado, Sanae Takaichi prometeu que o Japão irá desempenhar &#8220;um papel ainda mais ativo&#8221; para garantir uma região Ásia-Pacífico &#8220;livre e aberta&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757340]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA mobilizam mais de 100 aviões, navios e 15 mil militares nas escoltas em Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 02:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação dos Estados Unidos para libertar os navios retidos no estreito de Ormuz devido ao bloqueio iraniano mobilizará mais de 100 aeronaves, contratorpedeiros, drones e 15 mil efetivos militares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A operação dos Estados Unidos para libertar os navios retidos no estreito de Ormuz devido ao bloqueio iraniano mobilizará mais de 100 aeronaves, contratorpedeiros, drones e 15 mil efetivos militares.</P><br />
<P>A missão, denominada, segundo Donald Trump, &#8220;Projeto Liberdade&#8221;, terá início na segunda-feira, informou o chefe de Estado norte-americano, no domingo, numa mensagem na rede social que detém, Truth Social, depois de &#8220;países de todo o mundo&#8221; terem solicitado a ajuda dos EUA para permitir a passagem segura dos respetivos navios.</P><br />
<P>Segundo o Presidente, muitos dos países com navios bloqueados são inocentes e não têm qualquer relação com o conflito no Irão, pelo que os Estados Unidos entendem a escolta pelo estreito de Ormuz como um &#8220;gesto humanitário&#8221;, no qual instam o Irão a participar.</P><br />
<P>O Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações dos EUA na região, informou que na operação participarão &#8220;contratorpedeiros com mísseis guiados, mais de 100 aeronaves com base em terra e no mar, plataformas autónomas [drones] de domínio múltiplo e 15 mil militares&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O nosso apoio a esta missão defensiva é essencial para a segurança regional e a economia global, ao mesmo tempo que mantemos o bloqueio naval&#8221;, afirmou o comandante do Centcom, Brad Cooper.</P><br />
<P>O comando acrescentou que o estreito de Ormuz é um corredor comercial essencial, que serve de passagem para um quinto do comércio mundial de petróleo por via marítima e &#8220;volumes significativos&#8221; de combustível e fertilizantes.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757339]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Morreu Paulo Mirpuri, empresário e fundador da extinta Air Luxor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 23:13:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O empresário e médico Paulo Mirpuri, líder do grupo familiar Mirpuri e um dos fundadores da extinta companhia aérea Air Luxor, morreu no sábado, segundo o jornal Económico, informação confirmada esta noite pela Fundação Mirpuri.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O empresário e médico Paulo Mirpuri, líder do grupo familiar Mirpuri e um dos fundadores da extinta companhia aérea Air Luxor, morreu no sábado, segundo o jornal Económico, informação confirmada esta noite pela Fundação Mirpuri. </P><br />
<P>Numa nota publicada na página de Facebook da fundação, é partilhada &#8220;a notícia profundamente triste do falecimento&#8221; de Paulo Mirpuri, que &#8220;inspirou tantas pessoas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A forma como viveu, com coragem, determinação e um desejo constante de fazer mais e melhor, deixou uma marca em todos aqueles que cruzaram o seu caminho&#8221;, lê-se na nota da fundação Mirpuri.</P><br />
<P>Destaca que Paulo Mirpuri &#8220;ajudou a moldar a indústria da aviação, contribuiu para investigação médica significativa e apoiou expedições que levaram à descoberta de novas espécies e a uma compreensão mais profunda do planeta&#8221;. </P><br />
<P>Empresário, piloto e médico, Paulo Mirpuri foi líder do grupo familiar Mirpuri, ligado sobretudo ao setor da aviação. </P><br />
<P>Foi um dos fundadores da extinta Air Luxor e era atualmente presidente da Hi Fly, companhia especializada no aluguer de aeronaves e operações &#8220;wet lease&#8221;, ou seja, aluguer de aviões com tripulação.</P><br />
<P>Licenciado em medicina pela Universidade Nova de Lisboa, dedicou-se posteriormente à aviação comercial, tendo fundado a Air Luxor em 1988 e, após a insolvência da companhia aérea, a Hi Fly em 2006.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757338]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>I Liga: Rio Ave e Gil Vicente empatam sem golos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 21:32:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio Ave e o Gil Vicente empataram hoje sem golos, em partida da 32.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, com os gilistas a desperdiçar a oportunidade de aproximação ao quinto lugar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Rio Ave e o Gil Vicente empataram hoje sem golos, em partida da 32.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, com os gilistas a desperdiçar a oportunidade de aproximação ao quinto lugar.</P><br />
<P>A equipa orientada por César Peixoto passou a ter 50 pontos e ocupa o sexto lugar a duas jornadas do final da época, a dois pontos do Famalicão, quinto classificado após empate com o Benfica, posição que pode dar acesso à Liga Conferência, se o Sporting vencer a Taça de Portugal.</P><br />
<P>Já com a permanência na I Liga assegurada e antes de receber o Sporting, o Rio Ave não conseguiu regressar às vitórias, após uma derrota e um empate, respetivamente, frente a Guimarães e AVS, e segue na 12.ª posição, com 35 pontos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757337]]></sapo:autor>
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		<title>Donald Trump anuncia que Marinha americana vai escoltar navios presos no Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 21:32:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Marinha dos Estados Unidos vai começar a escoltar na segunda-feira navios de países terceiros retidos através do Estreito de Ormuz, anunciou hoje Donald Trump na sua plataforma "Truth Social".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Marinha dos Estados Unidos vai começar a escoltar na segunda-feira navios de países terceiros retidos através do Estreito de Ormuz, anunciou hoje Donald Trump na sua plataforma &#8220;Truth Social&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Informámos esses países que iremos guiar os seus navios em segurança por estas vias navegáveis&#8221;, escreveu o Presidente norte-americano, referindo-se a embarcações pertencentes a países &#8220;que não estão envolvidos&#8221; no conflito em curso com o Irão. </P><br />
<P>&#8220;Este processo, Projeto Liberdade, começará na manhã de segunda-feira, hora do Médio Oriente&#8221;, acrescentou Donald Trump.</P><br />
<P>Também na &#8220;Truth Social&#8221;, o Presidente disse que os Estados Unidos estavam a ter &#8220;discussões muito positivas&#8221; com o Irão, que &#8220;poderiam levar a algo muito positivo para todos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os meus representantes estão a ter discussões muito positivas com o Irão, e estas discussões podem levar a algo muito positivo para todos&#8221;, escreveu Donald Trump.</P><br />
<P>Um cessar-fogo está em vigor desde 08 de abril, após quase 40 dias de ataques aéreos israelitas e norte-americanos contra o Irão e ataques de retaliação de Teerão na região, mas as negociações entretanto paralisaram.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757336]]></sapo:autor>
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		<title>Cabo Verde presta assistência a cruzeiro em que morreram três pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 21:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades sanitárias cabo-verdianas prestaram hoje assistência, ao largo da cidade da Praia, a um navio cruzeiro em que, segundo a OMS, morreram três pessoas devido a síndrome respiratória aguda, disse à Lusa fonte governamental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades sanitárias cabo-verdianas prestaram hoje assistência, ao largo da cidade da Praia, a um navio cruzeiro em que, segundo a OMS, morreram três pessoas devido a síndrome respiratória aguda, disse à Lusa fonte governamental.</P><br />
<P>Profissionais de saúde com equipamento de proteção integral subiram a bordo do navio holandês Hondius que, desde a madrugada, se encontra parado a alguma distância do porto da Praia, visível a partir da capital.</P><br />
<P>Foi realizada uma operação de avaliação e assistência médica e, segundo a mesma fonte, não haverá desembarque de qualquer pessoa no arquipélago.</P><br />
<P>O navio vai manter contacto permanente com as autoridades das ilhas para qualquer necessidade, mas passageiros e tripulantes vão continuar no mar, acrescentou.</P><br />
<P>A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou a existência de casos de síndrome respiratória aguda grave, acrescentando que estão em curso investigações e uma resposta internacional coordenada de saúde pública.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, um caso de infeção por hantavirus foi confirmado em laboratório e cinco outros casos são suspeitos. Das seis pessoas afetadas, três morreram e uma está atualmente em cuidados intensivos na África do Sul&#8221;, disse fonte da OMS à agência France Presse.</P><br />
<P>A embarcação fazia a ligação entre Ushuaia, na Argentina, e Cabo Verde.</P><br />
<P>Segundo informação transmitida às autoridades cabo-verdianas, o navio esteve no Atlântico Sul visitando diversas ilhas para turismo de observação da vida selvagem.</P><br />
<P>Além dos mortos, um terceiro passageiro, cidadão britânico de 69 anos, foi hospitalizado em Joanesburgo, África do Sul, tendo testado positivo para hantavírus &#8211; um grupo de vírus que pode provocar febres hemorrágicas -, anunciaram as autoridades sul-africanas.</P><br />
<P>Segundo a Associated Press, o MarineTraffic, site global que monitoriza navios, localiza o cruzeiro de bandeira holandesa como estando atualmente ao largo da Praia, capital de Cabo Verde.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757335]]></sapo:autor>
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		<title>PR quer que processos pendentes não sejam afetados pela revisão da Lei da Nacionalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 20:59:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República defendeu hoje que é preciso garantir que os processos pendentes não são afetados pela revisão da Lei da Nacionalidade, o que no seu entender constituiria uma quebra de confiança no Estado, interna e externamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República defendeu hoje que é preciso garantir que os processos pendentes não são afetados pela revisão da Lei da Nacionalidade, o que no seu entender constituiria uma quebra de confiança no Estado, interna e externamente.</P><br />
<P>Esta posição de António José Seguro consta de uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet em que anunciou a promulgação do decreto do parlamento que revê a Lei da Nacionalidade, que aumenta os prazos para os estrangeiros que residem legalmente em Portugal adquirirem a nacionalidade portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente da República assinala a importância de garantir que os processos pendentes não são &#8212; efetivamente &#8212; afetados pela alteração legislativa, o que constituiria uma indesejável quebra de confiança no Estado, ao nível interno e externo&#8221;, lê-se na nota.</P><br />
<P>Nesta mensagem, o chefe de Estado &#8220;assinala ainda a importância de a contagem dos prazos legalmente fixados para a obtenção de nacionalidade não ser afetada pela morosidade do Estado&#8221;.</P><br />
<P>A revisão da Lei da Nacionalidade, hoje promulgada, aumenta os prazos para os estrangeiros que residem legalmente em Portugal adquirirem a nacionalidade portuguesa, de cinco para sete anos, no caso dos cidadãos de países de língua oficial portuguesa e da União Europeia, ou para dez, no caso dos nacionais de outros países.</P><br />
<P>Quanto à sua &#8220;aplicação no tempo&#8221;, o decreto hoje promulgado estabelece que &#8220;a presente lei produz efeitos a partir da data da sua entrada em vigor&#8221;, que é &#8220;no dia seguinte ao da sua publicação&#8221;, sem prejuízo de que &#8220;aos procedimentos administrativos pendentes à data da entrada em vigor da presente lei aplica-se a Lei n.º 37/81, de 3 de outubro&#8221; &#8211; a Lei da Nacionalidade &#8220;na redação anterior à presente lei&#8221;.</P><br />
<P>Este decreto foi aprovado no parlamento em 01 de abril, numa segunda versão, após inconstitucionalidades declaradas pelo Tribunal Constitucional (TC), por PSD, Chega, IL e CDS-PP, com votos contra de PS, Livre, PCP, BE e PAN, e a abstenção do JPP, e seguiu para o Palácio de Belém em 13 de abril. O Presidente da República tinha até hoje para o promulgar ou vetar.</P><br />
<P>Na mesma data e com a mesma votação, foi aprovado no parlamento, também numa segunda versão, após inconstitucionalidades declaradas pelo TC &#8212; neste caso, todas elas por unanimidade &#8212; o decreto que altera o Código Penal para criar a pena acessória de perda de nacionalidade. Em 21 de abril, o PS submeteu este decreto para nova fiscalização preventiva da constitucionalidade. O TC tem 25 dias para se pronunciar sobre esse pedido.</P><br />
<P>A maioria com que estes dois decretos foram aprovados, superior a dois terços dos deputados presentes, permite a sua eventual confirmação no parlamento tanto perante um veto do Presidente da República como perante inconstitucionalidades declaradas pelo TC, nos termos da Constituição.</P><br />
<P>Este processo teve origem numa proposta do Governo e foi depois transformada em dois projetos de lei por PSD e CDS-PP, que justificaram a autonomização da perda de nacionalidade como pena acessória com a existência de dúvidas de constitucionalidade sobre essa matéria, sem, porém, deixar cair a proposta.</P><br />
<P>António José Seguro tomou posse como Presidente da República em 09 de março, já a meio deste processo legislativo &#8212; após as inconstitucionalidades declaradas pelo TC em 15 de dezembro, que obrigaram a vetos pelo seu antecessor, Marcelo Rebelo de Sousa, em 19 de dezembro.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757334]]></sapo:autor>
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		<title>PR promulga decreto que altera a Lei da Nacionalidade mas desejava maior consenso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 20:50:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República promulgou hoje o decreto do parlamento que altera a Lei da Nacionalidade, aprovado por PSD, Chega, IL e CDS-PP, mas desejava que tivesse assentado "num maior consenso", sem "marcas ideológicas do momento".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República promulgou hoje o decreto do parlamento que altera a Lei da Nacionalidade, aprovado por PSD, Chega, IL e CDS-PP, mas desejava que tivesse assentado &#8220;num maior consenso&#8221;, sem &#8220;marcas ideológicas do momento&#8221;.</P><br />
<P>Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, António José Seguro reafirma o entendimento que expressou enquanto candidato presidencial de que esta matéria deveria &#8220;assentar num maior consenso em torno das suas linhas essenciais&#8221; distanciando-se de eventuais &#8220;marcas ideológicas do momento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para a tomada de decisão de promulgação do Presidente da República contribuiu a leitura de que os critérios mais exigentes e o aumento dos prazos para a aquisição da nacionalidade não impedem a imprescindível proteção humanitária e a desejável integração das crianças e dos menores nascidos em Portugal, filhos de imigrantes, como estabelecido no quadro jurídico nacional, designadamente o acesso à saúde e à educação&#8221;, lê-se na nota.</P><br />
<P>Na sua mensagem, António José Seguro defende que, nesta matéria, &#8220;eventuais futuras alterações legislativas e formulação de novas políticas públicas devem atribuir, sempre, especial atenção à proteção e à integração de crianças e de menores, nascidos em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>A revisão da Lei da Nacionalidade, hoje promulgada, aumenta os prazos para os estrangeiros que residem legalmente em Portugal adquirirem a nacionalidade portuguesa e restringe a sua atribuição a quem nasce em Portugal &#8212; normas que já constavam da anterior versão e em relação às quais houve debate político, mas em relação às quais não foram suscitadas questões de constitucionalidade.</P><br />
<P>Este decreto foi aprovado no parlamento em 01 de abril, numa segunda versão, após inconstitucionalidades declaradas pelo Tribunal Constitucional (TC), por PSD, Chega, IL e CDS-PP, com votos contra de PS, Livre, PCP, BE e PAN, e a abstenção do JPP, e seguiu para o Palácio de Belém em 13 de abril. O Presidente da República tinha até hoje para o promulgar ou vetar.</P><br />
<P>Na mesma data e com a mesma votação, foi aprovado no parlamento, também numa segunda versão, após inconstitucionalidades declaradas pelo TC &#8212; neste caso, todas elas por unanimidade &#8212; o decreto que altera o Código Penal para criar a pena acessória de perda de nacionalidade. Em 21 de abril, o PS submeteu este decreto para nova fiscalização preventiva da constitucionalidade. O TC tem 25 dias para se pronunciar sobre esse pedido.</P><br />
<P>A maioria com que estes dois decretos foram aprovados, superior a dois terços dos deputados presentes, permite a sua eventual confirmação no parlamento tanto perante um veto do Presidente da República como perante inconstitucionalidades declaradas pelo TC, nos termos da Constituição.</P><br />
<P>No acórdão de 15 de dezembro sobre as alterações à Lei da Nacionalidade, o TC apenas se pronunciou sobre uma pequena parte das normas do decreto, abrangidas pelo pedido de fiscalização do PS, declarando quatro delas inconstitucionais, três por unanimidade. Após a reformulação dessas normas, o PS entendeu, desta vez, não submeter o novo decreto a fiscalização preventiva da constitucionalidade.</P><br />
<P>Também o Presidente da República entendeu não submeter ao TC quaisquer normas da Lei da Nacionalidade.</P><br />
<P>Na nota que hoje promulgou, António José Seguro refere que as normas declaradas inconstitucionais &#8220;foram globalmente revistas no novo diploma, para ultrapassar as inconstitucionalidades declaradas na referida decisão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No entanto, apesar da maioria parlamentar que aprovou o diploma, o Presidente da República reitera que a revisão de uma lei de valor reforçado com a importância da Lei da Nacionalidade deveria também assentar num maior consenso em torno das suas linhas essenciais&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado, &#8220;esse distanciamento recomendaria que a Lei da Nacionalidade não fosse objeto de sucessivas alterações, com prejuízo da segurança jurídica e, consequentemente, das pessoas e do risco de afetar a inabdicável credibilidade das instituições&#8221;.</P><br />
<P>Atualmente, são portugueses de origem os menores nascidos no território português que tenham um dos progenitores residente no país há pelo menos um ano, independentemente do título. Esse direito passa a estar limitado a quem tenha um dos pais a residir legalmente em Portugal há pelo menos cinco anos.</P><br />
<P>O período de residência legal para se adquirir a nacionalidade portuguesa, que atualmente é de cinco anos, é aumentado para sete anos, no caso dos cidadãos de países de língua oficial portuguesa e da União Europeia, ou para dez, no caso dos nacionais de outros países.</P><br />
<P>São eliminados os regimes de concessão de nacionalidade a descendentes de judeus sefarditas portugueses, implementado em 2015, e a nascidos em antigos territórios ultramarinos portugueses tornados independentes que tenham permanecido em Portugal, e aos seus filhos aqui nascidos, que visava salvaguardar casos não abrangidos pela lei de 1975.</P><br />
<P>Este processo de revisão da Lei da Nacionalidade teve origem numa proposta do Governo e foi depois transformada em dois projetos de lei por PSD e CDS-PP, que justificaram a autonomização da perda de nacionalidade como pena acessória com a existência de dúvidas de constitucionalidade sobre essa matéria, sem, porém, deixar cair a proposta.</P><br />
<P>António José Seguro assumiu funções em 09 de março, já a meio deste processo legislativo &#8212; após as inconstitucionalidades declaradas pelo TC em 15 de dezembro, que obrigaram a vetos pelo seu antecessor, Marcelo Rebelo de Sousa, em 19 de dezembro.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757333]]></sapo:autor>
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		<title>Inter Milão é campeão de Itália pela 21.ª vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 20:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Inter Milão sagrou-se hoje campeão da Liga italiana de futebol pela 21.ª vez na sua história, ao vencer o Parma por 2-0 na 35.ª jornada, sucedendo ao Nápoles após ter sido segundo em 2024/25.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Inter Milão sagrou-se hoje campeão da Liga italiana de futebol pela 21.ª vez na sua história, ao vencer o Parma por 2-0 na 35.ª jornada, sucedendo ao Nápoles após ter sido segundo em 2024/25.</P><br />
<P>Golos do francês Marcus Thuram, aos 45+1 minutos, e do arménio Mkhitaryan, aos 80, coroaram com a vitória a conquista do 21.º &#8216;scudetto&#8217;, num jogo em que os &#8216;nerazzurri&#8217; só precisavam de empatar, dada a igualdade de sábado dos napolitanos com o Como (0-0) e a derrota de hoje do AC Milan em casa do Sassuolo (2-0).</P><br />
<P>Com 82 pontos, contra 70 dos campeões de 2024/25 e os 67 do rival e vizinho, terceiro classificado, a três jornadas do fim o Inter já não pode ser alcançado.</P><br />
<P>É o 21.º título da Serie A para a equipa, orientada pelo antigo jogador romeno do clube, Christian Chivu, que ainda pode fazer a &#8216;dobradinha&#8217; se vencer a final da Taça de Itália, ante a Lazio, em 13 de maio.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757332]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: PR quer que processos pendentes não sejam afetados pela revisão da Lei da Nacionalidade</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2026 20:35:15 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República defendeu hoje que é preciso garantir que os processos pendentes não são afetados pela revisão da Lei da Nacionalidade, o que no seu entender constituiria uma quebra de confiança no Estado, interna e externamente.</P><br />
<P>Esta posição de António José Seguro consta de uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet em que anunciou a promulgação do decreto do parlamento que revê a Lei da Nacionalidade, que aumenta os prazos para os estrangeiros que residem legalmente em Portugal adquirirem a nacionalidade portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente da República assinala a importância de garantir que os processos pendentes não são &#8212; efetivamente &#8212; afetados pela alteração legislativa, o que constituiria uma indesejável quebra de confiança no Estado, ao nível interno e externo&#8221;, lê-se na nota.</P><br />
<P>Nesta mensagem, o chefe de Estado &#8220;assinala ainda a importância de a contagem dos prazos legalmente fixados para a obtenção de nacionalidade não ser afetada pela morosidade do Estado&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757331]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: PR promulga decreto que altera Lei da Nacionalidade mas desejava maior consenso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 20:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República promulgou hoje o decreto do parlamento que altera a Lei da Nacionalidade, aprovado por PSD, Chega, IL e CDS-PP, mas desejava que tivesse assentado "num maior consenso", sem "marcas ideológicas do momento".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República promulgou hoje o decreto do parlamento que altera a Lei da Nacionalidade, aprovado por PSD, Chega, IL e CDS-PP, mas desejava que tivesse assentado &#8220;num maior consenso&#8221;, sem &#8220;marcas ideológicas do momento&#8221;.</P><br />
<P>Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, António José Seguro reafirma o entendimento que expressou enquanto candidato presidencial de que esta matéria deveria &#8220;assentar num maior consenso em torno das suas linhas essenciais&#8221; distanciando-se de eventuais &#8220;marcas ideológicas do momento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para a tomada de decisão de promulgação do Presidente da República contribuiu a leitura de que os critérios mais exigentes e o aumento dos prazos para a aquisição da nacionalidade não impedem a imprescindível proteção humanitária e a desejável integração das crianças e dos menores nascidos em Portugal, filhos de imigrantes, como estabelecido no quadro jurídico nacional, designadamente o acesso à saúde e à educação&#8221;, lê-se na nota.</P><br />
<P>Este decreto foi aprovado no parlamento em 01 de abril, numa segunda versão, após inconstitucionalidades declaradas pelo Tribunal Constitucional (TC), por PSD, Chega, IL e CDS-PP, com votos contra de PS, Livre, PCP, BE e PAN, e a abstenção do JPP, e seguiu para o Palácio de Belém em 13 de abril. O Presidente da República tinha até hoje para o promulgar ou vetar.</P><br />
<P></P><br />
<P>IEL // MLL</P><br />
<P>Lusa/Fim</P><br />
<P> </P></p>
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		<title>I Liga: Sporting de Braga empata com Estoril Praia antes de visitar Friburgo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 19:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sporting de Braga empatou hoje a uma bola na receção ao Estoril Praia, em jogo da 32.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, adiando a confirmação do quarto lugar por mais uma jornada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting de Braga empatou hoje a uma bola na receção ao Estoril Praia, em jogo da 32.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, adiando a confirmação do quarto lugar por mais uma jornada.</P><br />
<P>Depois do empate de sábado do Famalicão ante o Benfica (2-2), a equipa orientada por Carlos Vicens podia confirmar o quarto lugar mas o golo de Begraoui, aos 78 minutos, ditou a divisão de pontos, após Dorgeles ter aberto o marcador, aos 23.</P><br />
<P>Com este resultado, o Braga, que quinta-feira visita o Friburgo em busca de um lugar na final da Liga Europa, após vencer por 2-1 a primeira mão, segue em quarto, com cinco pontos de vantagem sobre o Famalicão, quando sobram seis em disputa, enquanto os estorilistas são 10.º, com 38.</P><br />
<P></P></p>
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