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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>CCILC assina protocolo com a Universidade de São José para reforçar cooperação entre Portugal e Macau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:43:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) e a Universidade de São José (USJ) assinaram um protocolo de cooperação com a duração de cinco anos, com o objetivo de aprofundar a colaboração nas áreas da investigação, ensino, formação profissional, inovação, desenvolvimento económico e social e diplomacia cultural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) e a Universidade de São José (USJ) assinaram um protocolo de cooperação com a duração de cinco anos, com o objetivo de aprofundar a colaboração nas áreas da investigação, ensino, formação profissional, inovação, desenvolvimento económico e social e diplomacia cultural.</p>
<p>O acordo foi formalizado no dia 18 de julho, na sede da CCILC, em Lisboa, tendo sido assinado por Álvaro Barbosa, vice-reitor para a Internacionalização e Assuntos Académicos da USJ, e Bernardo Mendia, secretário-geral da CCILC.</p>
<p>O protocolo prevê a realização conjunta de programas de formação, iniciativas de investigação, missões comerciais, projetos de empreendedorismo e atividades artísticas e culturais, incluindo exposições públicas e conferências.</p>
<p>Durante o encontro, as duas instituições analisaram ainda a possibilidade de desenvolver, a curto prazo, um workshop conjunto intitulado &#8220;Global Vision: Developing Effective Entrepreneurial Strategies for International Projects between China and Portuguese- and Spanish-speaking Countries&#8221;. O desenvolvimento desta iniciativa deverá ser aprofundado com a Faculdade de Negócios e Direito da Universidade de São José.</p>
<p>Outro dos temas discutidos foi a possível participação da CCILC numa iniciativa conjunta da USJ e da Casa Pia de Lisboa, destinada a criar oportunidades para que alunos da instituição portuguesa possam prosseguir estudos em Macau.</p>
<p>A colaboração poderá também abranger uma exposição temporária, prevista para 2027 em Macau, dedicada a Pedro Guedes, pintor nascido em Macau, antigo aluno da Casa Pia e um dos fundadores da Sociedade Nacional de Belas-Artes.</p>
<p>A reunião abordou igualmente a possibilidade de apoiar potenciais candidatos às bolsas de estudo da Universidade de São José destinadas a estudantes provenientes de países de língua portuguesa que possam enfrentar dificuldades em suportar os custos de vida em Macau durante a frequência de cursos de licenciatura.</p>
<p>Com este protocolo, a USJ e a CCILC estabelecem uma base para uma cooperação continuada entre as comunidades académica, científica, cultural e empresarial de Macau, Portugal, China e outros países de língua portuguesa e espanhola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791501]]></sapo:autor>
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		<title>CCILC leva empresas portuguesas à China e promete novas oportunidades de negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:26:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) estabeleceu uma parceria com o Grupo Timing para promover a participação de empresas portuguesas na Missão Empresarial à Canton Fair 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) estabeleceu uma parceria com o Grupo Timing para promover a participação de empresas portuguesas na Missão Empresarial à Canton Fair 2026.</p>
<p>A iniciativa pretende facilitar o acesso das empresas nacionais à Fase 1 da Canton Fair, considerada uma das maiores feiras multissetoriais do mundo e uma das principais plataformas internacionais para sourcing, comércio e desenvolvimento de negócios.</p>
<p>A missão empresarial decorrerá entre 12 e 22 de outubro e destina-se a empresas interessadas em encontrar novos fornecedores, diversificar cadeias de abastecimento, descobrir produtos inovadores e estabelecer relações comerciais no mercado chinês. O programa inclui acompanhamento especializado antes, durante e após a deslocação, procurando maximizar os resultados da participação.</p>
<p>O percurso contempla passagens por Guangzhou e Shenzhen, dois dos principais centros industriais e tecnológicos da China, conjugando a presença na feira com visitas a empresas, reuniões de negócios (B2B) e contactos diretos com fabricantes e parceiros estratégicos.</p>
<p>A missão estará centrada na primeira fase da Canton Fair, dedicada aos setores industrial, tecnológico e de equipamentos, sendo especialmente dirigida a empresas ligadas à indústria, distribuição, importação, engenharia e tecnologia. Entre as áreas representadas encontram-se eletrónica e eletrodomésticos, mobilidade, automação industrial, robótica, iluminação, soluções elétricas, maquinaria industrial, ferragens, ferramentas, materiais e produtos químicos.</p>
<p>Segundo a CCILC, a participação organizada permite às empresas ultrapassar algumas das dificuldades normalmente associadas à dimensão da feira e à complexidade do mercado chinês. A parceria com o Grupo Timing pretende oferecer uma solução integrada que inclui apoio logístico e operacional, organização de reuniões empresariais, visitas a fábricas e acompanhamento na validação de fornecedores e oportunidades de negócio.</p>
<p>O programa contempla ainda voos internacionais entre Portugal e a China, alojamento, seguro de viagem, transfers, participação na feira, visitas empresariais e institucionais, bem como apoio permanente da equipa responsável pela missão durante toda a deslocação.</p>
<p>A iniciativa dirige-se tanto a empresas com experiência no mercado chinês como a organizações que pretendam iniciar o seu processo de internacionalização ou encontrar novos parceiros comerciais e fornecedores naquele país.</p>
<p>Enquanto parceiro institucional da missão, a CCILC afirma que disponibilizará aos participantes o seu conhecimento do mercado e rede de contactos, com o objetivo de reforçar as relações económicas entre Portugal e a China e criar novas oportunidades de negócio para as empresas portuguesas.</p>
<p>A Câmara considera que esta parceria com o Grupo Timing reforça o seu compromisso de apoiar a internacionalização das empresas nacionais e de facilitar o acesso ao mercado chinês através de iniciativas estruturadas e orientadas para resultados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791483]]></sapo:autor>
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		<title>AdC sugere regras mais claras sobre remuneração dos intermediários de crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) sugere a criação de regras mais transparentes sobre a política de remuneração dos intermediários de crédito e que os agentes sejam obrigados a dizer aos clientes quantas propostas de financiamento receberam dos bancos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade da Concorrência (AdC) sugere a criação de regras mais transparentes sobre a política de remuneração dos intermediários de crédito e que os agentes sejam obrigados a dizer aos clientes quantas propostas de financiamento receberam dos bancos.</p>
<p>As propostas fazem parte de 17 recomendações que o regulador apresentou aos legisladores e ao Banco de Portugal (BdP) para melhorar a mobilidade dos clientes entre instituições de crédito e promover a concorrência no setor bancário.</p>
<p>Na versão final do estudo &#8220;Mobilidade dos consumidores na banca a retalho em Portugal&#8221;, a que a Lusa teve acesso, a AdC inclui várias sugestões sobre a atividade dos intermediários de crédito, os profissionais que fazem a ponte entre as instituições financeiras e os potenciais clientes, por exemplo, quando alguém quer receber ofertas de crédito à habitação de várias instituições financeiras para decidir com qual contrata o empréstimo para a compra da casa.</p>
<p>Numa recomendação dirigida aos legisladores, a AdC defende que, para se evitarem conflitos de interesse, os intermediários devem ser obrigados a informar os consumidores sobre quais são as instituições de crédito com quem trabalham.</p>
<p>Também devem disponibilizar &#8220;um conjunto de informação&#8221; que permita aos consumidores ter &#8220;informação clara sobre a política de remuneração&#8221; dos agentes e quais as suas implicações para as propostas de crédito recebidas, entende a AdC.</p>
<p>A Autoridade da Concorrência sugere ainda que os legisladores tomem medidas para se &#8220;garantir que a remuneração dos intermediários de crédito vinculados e a título acessório fique sujeita aos limites já previstos para os trabalhadores afetos à prestação de serviços de consultoria&#8221;.</p>
<p>O regulador também recomenda que as condições pré-contratuais disponibilizadas pelos bancos aos intermediários não possam ser &#8220;menos favoráveis para os consumidores do que aquelas que lhes seriam apresentadas caso contactassem diretamente&#8221; as entidades bancárias.</p>
<p>No estudo, a AdC salienta que os intermediários &#8220;podem ter um papel relevante no apoio aos consumidores a decisões mais informadas&#8221;, mas que &#8220;esse papel não é plenamente alcançado dado o reduzido conhecimento por parte dos consumidores quanto às limitações no serviço&#8221; prestado, nomeadamente daqueles que atuam em nome de instituições financeiras.</p>
<p>O documento inclui recomendações dirigidas ao Banco de Portugal, entidade que supervisiona a atividade dos intermediários.</p>
<p>A AdC defende que os profissionais devem ser obrigados a entregar informação sobre &#8220;o número de propostas&#8221; de crédito que receberam dos bancos, identificando as instituições financeiras que as elaboraram.</p>
<p>Caso os intermediários não apresentem aos clientes todas as propostas recolhidas, devem indicar &#8220;os critérios de escolha adotados para selecionar as propostas apresentadas, que devem ser claros, objetivos e adequados ao perfil e às preferências dos consumidores&#8221;, acrescenta a AdC.</p>
<p>Esta recomendação foi ajustada pela AdC na versão final deste estudo, depois de o documento preliminar ter estado em consulta pública entre 13 de fevereiro e 05 de março de 2026.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido na sequência de uma consulta ao mercado sobre a banca a retalho entre 22 de julho e 24 de setembro de 2025, cuja versão preliminar esteve em consulta pública.</p>
<p>A versão final agora conhecida incorpora contributos recebidos este ano no âmbito dessa consulta.</p>
<p>O documento inclui uma nova recomendação dirigida ao Banco de Portugal, para o supervisor ponderar a publicação de uma estratégia plurianual para o &#8216;open banking&#8217; e o &#8216;open finance&#8217; em Portugal, no contexto da transformação digital da banca.</p>
<p>A AdC defende que essa estratégia deve englobar, em particular, &#8220;serviços de agregação de informação, com objetivos de acompanhamento, indicadores públicos e mecanismo de revisão periódica, suportada por informação recolhida junto das instituições supervisionadas e de outros intervenientes relevantes&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791478]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>AdC sugere criação de comparador de remunerações de depósitos pagas pelos bancos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) recomenda ao Banco de Portugal (BdP) que crie um comparador das taxas de remuneração dos depósitos pagas pelos bancos, para incentivar a mobilidade dos clientes entre as instituições financeiras e melhorar a concorrência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade da Concorrência (AdC) recomenda ao Banco de Portugal (BdP) que crie um comparador das taxas de remuneração dos depósitos pagas pelos bancos, para incentivar a mobilidade dos clientes entre as instituições financeiras e melhorar a concorrência.</p>
<p>A sugestão faz parte da versão final do estudo &#8220;Mobilidade dos consumidores na banca a retalho em Portugal&#8221;, a que a Lusa teve acesso, e que inclui 17 recomendações dirigidas ao banco central e aos legisladores (Governo e deputados) para diminuir os custos de pesquisa e comparação dos produtos bancários (das contas de pagamento, dos créditos e dos depósitos).</p>
<p>No estudo, a AdC refere que &#8220;os depósitos são a principal fonte de financiamento dos bancos e o principal instrumento de poupança das famílias e das empresas&#8221;, notando que, em Portugal, a remuneração dos depósitos a prazo está &#8220;em níveis inferiores à média ponderada da zona euro&#8221;, e sublinhando que &#8220;a concorrência induz&#8221; os bancos a oferecer taxas mais elevadas.</p>
<p>Atualmente, o portal do &#8220;Cliente Bancário&#8221; do BdP inclui uma ferramenta que permite aos consumidores comparar as comissões dos serviços associados às contas de pagamento (como os custos com a manutenção de conta, disponibilização de cartões de débito e de crédito, levantamentos em numerário e transferências).</p>
<p>A Autoridade da Concorrência propõe que o BdP pondere &#8220;o alargamento do âmbito do &#8216;comparador de comissões&#8217; no sentido de incluir produtos de poupança&#8221;.</p>
<p>Em relação à ferramenta que já existe, considera necessário que o comparador inclua &#8220;todos os elementos das ofertas bancárias relevantes&#8221;, que sejam introduzidos &#8220;filtros personalizados&#8221;, melhorada &#8220;a forma como os resultados do exercício de comparação são apresentados&#8221; e permitido &#8220;o acesso de outras entidades à base de dados subjacente à ferramenta&#8221;.</p>
<p>No caso dos depósitos, o estudo refere que são &#8220;uma importante fonte de financiamento dos bancos&#8221;, valendo 73,8% dos ativos das instituições, com as poupanças dos clientes particulares a representarem &#8220;a maior parte dos depósitos totais dos bancos&#8221;.</p>
<p>No caso dos particulares, situa a AdC, a taxa de juro de novos depósitos a prazo até um ano atingiu 1,37%, o que compara com 1,77% da média na zona euro.</p>
<p>Nas empresas não financeiras, &#8220;embora as diferenças sejam menores, a remuneração média da zona euro (1,91%) continua a ser superior à portuguesa (1,60%)&#8221;.</p>
<p>Entre as 17 recomendações do estudo, a AdC refere que o banco central deve &#8220;definir obrigações de informação aplicáveis às contas pacote e às ofertas combinadas&#8221;, com a eventual disponibilização de &#8220;um indicador padronizado do custo total das ofertas agregadas&#8221;.</p>
<p>A entidade presidida por Nuno Cunha Rodrigues aconselha ainda o banco central a definir indicadores de satisfação dos consumidores quando mudam de conta, e metas anuais a cumprir pelas instituições de crédito.</p>
<p>Na perspetiva da autoridade, também devem ser avaliados os custos e benefícios de alargar o âmbito do serviço de mudança de conta ao redirecionamento temporário de pagamentos e à transferência de contas de depósito a prazo e de contas poupança.</p>
<p>A AdC sugere ainda que o banco central avalie os custos e benefícios de criar soluções de portabilidade nacional da identificação dos clientes bancários.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido na sequência de uma consulta ao mercado sobre a banca a retalho entre 22 de julho e 24 de setembro de 2025, cuja versão preliminar esteve em consulta pública entre 13 de fevereiro e 05 de março de 2026.</p>
<p>A versão final agora conhecida incorpora contributos dessa consulta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791477]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sistema Volta divide opiniões três meses depois: mais de 55 milhões de embalagens recolhidas, mas críticas persistem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Três meses após a entrada em funcionamento do sistema Volta, o modelo nacional de depósito e reembolso de embalagens de plástico e metal continua a gerar opiniões contraditórias entre consumidores, especialistas e entidades responsáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três meses após a entrada em funcionamento do sistema Volta, o modelo nacional de depósito e reembolso de embalagens de plástico e metal continua a gerar opiniões contraditórias entre consumidores, especialistas e entidades responsáveis. Enquanto alguns utilizadores consideram a iniciativa uma mudança estrutural na reciclagem em Portugal, outros apontam dificuldades no funcionamento das máquinas, problemas de acessibilidade e um processo que classificam como demasiado complexo. Apesar das críticas, o sistema já permitiu recolher mais de 55 milhões de embalagens e mantém como meta alcançar uma taxa de recolha seletiva de 90% até 2029.</p>
<p>Segundo dados citados pela <a href="https://rr.pt/especial/pais/2026/07/20/tres-meses-de-sistema-volta-revolucionario-ou-um-fracasso/478240/" target="_blank" rel="noopener">Rádio Renascença</a>, entre 10 de abril e 6 de julho, o sistema Volta recolheu cerca de 55,5 milhões de embalagens, um número que representa o arranque de um projeto que pretende transformar a forma como Portugal recicla plástico e metal. O objetivo é responder a um universo de cerca de 2,1 mil milhões de embalagens consumidas anualmente no país, incentivando os consumidores a devolver garrafas e latas mediante o pagamento de um depósito, posteriormente reembolsado através de um voucher ou em numerário.</p>
<p>Nos pontos de recolha já é possível encontrar diferentes perfis de utilizadores. Em Lisboa, junto à estação de Sete Rios, há quem entregue centenas de embalagens de uma só vez, acumulando vouchers superiores a dez euros. Também foram observadas pessoas a recolher garrafas e latas dos caixotes do lixo para recuperar o valor do depósito. Para Nicole Pataca, utilizadora frequente do sistema, o Volta é &#8220;revolucionário&#8221;, considerando que contribui diretamente para reduzir o impacto ambiental. Em sentido contrário, Sandra Ferreira considera que o sistema &#8220;não tem muita lógica&#8221;, argumentando que os consumidores &#8220;estão a pagar para devolver&#8221; as embalagens, enquanto alguns receiam que os comerciantes beneficiem financeiramente caso as embalagens nunca sejam entregues.</p>
<p>O presidente da SDR Portugal, Leonardo Mathias, entidade responsável pela gestão do sistema, rejeita essa visão e defende que o Volta representa uma mudança profunda no modelo de reciclagem nacional. Recorda que durante décadas os portugueses foram incentivados a colocar todas as embalagens no ecoponto amarelo, mas sublinha que grande parte desses resíduos acabava contaminada ou seguia para aterro. Segundo explica, o novo sistema permite uma recolha seletiva, preservando a qualidade do plástico e do metal para que possam voltar a ser utilizados na produção de novas embalagens alimentares. &#8220;O Volta é, talvez, o sistema mais puro de reciclagem&#8221;, afirma, acrescentando que Portugal se tornou o 19.º país europeu a implementar este modelo e que a tendência passa pela sua generalização em toda a União Europeia.</p>
<p>Esta avaliação é partilhada por Ismael Rienda, da associação ambientalista ZERO, que considera o sistema de depósito e reembolso &#8220;o único método&#8221; capaz de alcançar taxas muito elevadas de recolha destes materiais, com base na experiência de outros países europeus. Ainda assim, o especialista entende que Portugal chegou &#8220;quatro ou cinco anos&#8221; atrasado à implementação do sistema e defende que este deveria incluir também embalagens de vidro, uma possibilidade que a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, admite estar a ser estudada. Para a ZERO, uma das maiores vantagens do Volta está precisamente na melhoria da qualidade do material reciclado, evitando contaminações que impedem a reutilização do plástico em novas embalagens para alimentos e bebidas.</p>
<p>Apesar dos resultados alcançados, o arranque do sistema tem sido marcado por várias dificuldades práticas. Simone Rossi considera que a ideia &#8220;é interessante, mas é um fracasso&#8221;, criticando o facto de apenas algumas embalagens serem aceites e a existência frequente de máquinas avariadas. Maria Santos diz sentir-se &#8220;enganada&#8221;, afirmando que a devolução é demasiado difícil para compensar o valor pago. Leonardo Mathias reconhece que existem falhas inevitáveis numa fase inicial e explica que as embalagens precisam de estar praticamente intactas para que os equipamentos consigam identificar corretamente o código de barras, o peso e outras características, reduzindo simultaneamente o risco de fraude. Até 9 de agosto decorre um período de transição durante o qual coexistem embalagens abrangidas e não abrangidas pelo sistema. A partir de 10 de agosto, todas as novas embalagens elegíveis terão o símbolo Volta e existirão cerca de 3.000 pontos de recolha, face aos atuais 2.500. Quando uma máquina estiver indisponível, os supermercados deverão assegurar a recolha manual das embalagens.</p>
<p>Outro dos problemas identificados prende-se com a acessibilidade. A Associação Portuguesa de Deficientes confirmou já ter recebido reclamações de pessoas com mobilidade reduzida que não conseguem utilizar algumas máquinas. A vice-presidente da associação, Helena Rato, lamenta que estas situações continuem a acontecer e afirma que as pessoas com deficiência acabam frequentemente esquecidas em soluções tecnológicas deste tipo. Leonardo Mathias admite que algumas máquinas apresentam obstáculos físicos, como plataformas elevadas, garantindo que o SDR está a trabalhar com distribuidores e retalhistas para implementar soluções como rampas de acesso, botões de assistência e outras adaptações. Está igualmente prevista a disponibilização de informação em braille para tornar o sistema mais inclusivo.</p>
<p>O responsável pelo SDR considera que estas dificuldades fazem parte de um período de adaptação de um projeto que classifica como &#8220;o maior projeto que já existiu na área dos resíduos em Portugal&#8221;. Até ao final do período de transição serão introduzidos vários ajustamentos técnicos e operacionais. Paralelamente, estão a ser instalados os chamados quiosques Volta, destinados sobretudo aos setores da restauração e hotelaria, permitindo entregar sacos completos de embalagens e receber diretamente o respetivo valor por transferência bancária. Existem já unidades no Funchal e em Albufeira, estando previstas instalações em mais 14 municípios.</p>
<p>O funcionamento financeiro do sistema também tem sido alvo de esclarecimentos. Quando uma embalagem é devolvida, esta é imediatamente triturada e encaminhada para centros de contagem e triagem na Grande Lisboa e no Grande Porto, onde os materiais são separados, enfardados e posteriormente vendidos a recicladores que os transformam novamente em matéria-prima para a indústria das bebidas. Quanto aos depósitos não reclamados pelos consumidores, Leonardo Mathias garante que o SDR &#8220;não está a ganhar com isto&#8221;. Explica que os valores permanecem durante três anos no balanço da entidade e apenas podem ser reinvestidos no próprio sistema após esse período, desde que as metas ambientais estejam a ser cumpridas. Além destes montantes, o financiamento provém da venda dos materiais reciclados e das contribuições pagas pelos produtores por cada embalagem colocada no mercado.</p>
<p>O Volta introduziu ainda um novo nível de monitorização da reciclagem em Portugal. Segundo o presidente do SDR, todas as embalagens passam a ser rastreáveis praticamente em tempo real, permitindo saber onde foram recolhidas, em que quantidade e em que momento. Essa informação é enviada às entidades reguladoras nacionais, como a ERSAR, a Agência Portuguesa do Ambiente e a Direção-Geral da Economia, sendo posteriormente comunicada às instituições europeias. Para Leonardo Mathias, trata-se de uma evolução significativa num setor onde, afirma, existe &#8220;muita falta de informação&#8221;. Recorda que, atualmente, Portugal trabalha ainda com estatísticas referentes a 2024, situação que considera desajustada para a realidade tecnológica atual.</p>
<p>A implementação do Volta surge num contexto em que Portugal continua abaixo da média europeia em matéria de economia circular. Segundo dados da Agência Portuguesa do Ambiente citados na reportagem, a taxa nacional de utilização circular de materiais era de apenas 2,8% em 2023, bastante distante da média da União Europeia, fixada em 11,8%. Para os responsáveis pelo sistema, o objetivo passa agora por consolidar a fase de arranque, aumentar gradualmente a adesão da população e cumprir a primeira grande meta: atingir 40% de recolha seletiva ainda durante este ano, antes de avançar para o objetivo de 90% em 2029.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791475]]></sapo:autor>
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		<title>Bosch vai investir 200 milhões de euros para lançar 20 startups de indústria inteligente e fabrico digital até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:11:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O objetivo passa por desenvolver novas ideias de negócio para além das atuais áreas de atividade da empresa e conduzi-las de forma sistemática até à maturidade de mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bosch vai investir cerca de 200 milhões de euros nos próximos cinco anos através da Bosch Business Innovations, nova unidade dedicada à criação e desenvolvimento de startups em áreas estratégicas para o futuro da indústria e da tecnologia.</p>
<p>A unidade, que funciona como uma incubadora corporativa de negócios, pretende combinar o conhecimento tecnológico e a capacidade de industrialização da Bosch com a agilidade e flexibilidade do ecossistema de startups. O objetivo passa por desenvolver novas ideias de negócio para além das atuais áreas de atividade da empresa e conduzi-las de forma sistemática até à maturidade de mercado.</p>
<p>A Bosch Business Innovations identificou, numa primeira fase, três áreas prioritárias para os seus investimentos: fabrico controlado por software, monitorização remota da saúde e captura, utilização e armazenamento de gases com efeito de estufa. Ao longo dos próximos quatro anos deverão ser acrescentadas novas áreas de negócio, com a meta de ter 20 startups de sucesso em operação até 2030.</p>
<p>“O nosso objetivo é desenvolver de forma sistemática novas ideias para além do nosso atual negócio principal. Para o conseguir, apoiamo-nos nos pontos fortes da Bosch, em particular no seu conhecimento tecnológico e na sua capacidade de inovação patenteada. Combinamos esta vantagem estrutural de uma grande empresa com a rapidez e flexibilidade do universo das startups”, afirma Axel Deniz, CEO da Bosch Business Innovations.</p>
<p>Para acelerar o desenvolvimento das novas empresas, a Bosch Business Innovations vai estabelecer parcerias com venture studios especializados, que irão colaborar na criação de negócios desde a raiz e na sua evolução até à maturidade de mercado. O modelo pretende combinar as competências da Bosch, que incluem conhecimento tecnológico, um portefólio de patentes e capacidade de industrialização em larga escala, com a experiência dos parceiros na criação e desenvolvimento de startups.</p>
<p>A estratégia passa também por envolver empreendedores externos numa fase inicial dos projetos, permitindo-lhes assumir responsabilidades e participar ativamente na construção das empresas desde os primeiros passos. Investidores externos deverão igualmente ser integrados desde cedo, com o objetivo de garantir acesso a capital adicional e a novos mercados.</p>
<p>Na área da monitorização remota da saúde, a Bosch identifica um mercado em crescimento e ainda bastante fragmentado. A empresa pretende tirar partido do seu ecossistema na área da saúde, que inclui o Hospital Robert Bosch e várias parcerias com hospitais, bem como da sua experiência tecnológica no desenvolvimento de sensores MEMS, componentes utilizados neste tipo de aplicações.</p>
<p>Já no fabrico controlado por software, a Bosch pretende explorar a sua experiência industrial e competências em dados, software e inteligência artificial para desenvolver modelos de negócio baseados em plataformas de software destinadas a operações industriais.</p>
<p>A captura, utilização e armazenamento de carbono constitui a terceira área prioritária. Neste domínio, a Bosch está a analisar formas de transformar a descarbonização da indústria e a captura de carbono da atmosfera em modelos de negócio economicamente viáveis.</p>
<p>A Bosch Business Innovations resulta da transformação da grow platform GmbH, subsidiária integral da Bosch que estava dedicada ao desenvolvimento de startups internas. O portefólio existente foi entretanto reestruturado, com o objetivo de criar novas perspetivas de crescimento sustentável para as equipas e negócios desenvolvidos pela unidade, dentro ou fora do grupo Bosch.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791470]]></sapo:autor>
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		<title>Exames Nacionais: Alunos podem fazer a 2.ª fase amanhã e a época especial de setembro? &#8220;Não pensámos nisso&#8221;, admite ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação, Fernando Alexandre, admitiu esta segunda-feira que o Ministério da Educação não equacionou a possibilidade de alguns alunos realizarem simultaneamente a 2.ª fase dos exames nacionais, que começa já esta terça-feira, e a época especial anunciada para setembro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação, Fernando Alexandre, admitiu esta segunda-feira que o Ministério da Educação não equacionou a possibilidade de alguns alunos realizarem simultaneamente a 2.ª fase dos exames nacionais, que começa já esta terça-feira, e a época especial anunciada para setembro. A declaração foi feita durante a conferência de imprensa em que o governante voltou a pedir desculpa pelos problemas registados na classificação digital dos exames nacionais e anunciou um conjunto de medidas destinadas a garantir que nenhum estudante seja prejudicado no acesso ao ensino superior.</p>
<p>Fernando Alexandre foi hoje questionado sobre o caso dos alunos que apenas esta segunda-feira receberam, ou continuam a receber, as classificações da 1.ª fase e que, por isso, praticamente não dispõem de tempo para decidir se devem inscrever-se na 2.ª fase dos exames, cujo calendário arranca já no dia seguinte. Confrontado com essa hipótese, o ministro respondeu de forma direta: &#8220;Não pensámos nisso, mas diria que devia fazer só a época especial.&#8221;</p>
<p>A resposta deixou em aberto uma das principais dúvidas levantadas pelos atrasos e erros verificados no processo de avaliação externa. Muitos alunos só conheceram agora as classificações ou continuam sem acesso à informação necessária para avaliar se precisam de repetir um exame para melhorar a nota ou garantir aprovação. Com a inscrição para a 2.ª fase a coincidir praticamente com a realização das primeiras provas, vários estudantes enfrentam dificuldades em tomar uma decisão informada.</p>
<p>Apesar destas incertezas, Fernando Alexandre confirmou que a 2.ª fase dos exames nacionais decorrerá conforme o calendário já definido, arrancando esta terça-feira, 21 de julho. Nesse dia realizam-se as provas de Português, Português Língua Segunda, Português Língua Não Materna, Literatura Portuguesa, Economia A, História da Cultura e das Artes e Latim, mantendo-se igualmente o restante calendário previsto para esta fase.</p>
<p>Como resposta aos constrangimentos provocados pela classificação digital, o Ministério anunciou, contudo, a criação de uma época especial de exames no início de setembro, destinada aos alunos que &#8220;não disponham de toda a informação necessária para decidir se devem ir à 2.ª fase dos exames nacionais&#8221;. Segundo explicou o ministro, estes estudantes não serão prejudicados no acesso ao ensino superior, uma vez que essa época especial terá o mesmo valor que uma 2.ª fase normal e será acompanhada por alterações ao calendário da 2.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, cujas datas serão divulgadas posteriormente.</p>
<p>Na prática, os alunos que realizarem exames nessa época especial continuarão a concorrer através da 2.ª fase do concurso nacional, tal como aconteceria caso optassem agora pela 2.ª fase dos exames. A principal diferença residirá no ajustamento dos prazos e, inevitavelmente, num eventual atraso no calendário académico para este grupo de estudantes, que o ministro considerou ser uma minoria.</p>
<p>Contudo, permanecem dúvidas sobre quem poderá beneficiar desta solução extraordinária. Questionado sobre os critérios, Fernando Alexandre afirmou que &#8220;diria que têm direito a ir à época especial todos os alunos que tenham constatado desconformidades no PDF da prova que realizaram&#8221;. Durante a conferência de imprensa, deu como exemplo os casos em que a classificação venha a ser alterada devido a problemas relacionados com a digitalização das provas, acrescentando que o Júri Nacional de Exames (JNE) e o EduQA divulgarão posteriormente regras mais detalhadas.</p>
<p>Entre essas desconformidades incluem-se diversas situações já identificadas pelos alunos e pelas escolas. Há estudantes com classificações suspensas, outros que detetaram erros na soma das cotações, provas em que as classificações parcelares não aparecem discriminadas, casos em que ainda não foi disponibilizada a cópia digital do exame e até situações em que os alunos receberam páginas que não correspondem às provas que realizaram. Todos estes cenários podem comprometer a capacidade de decidir, em tempo útil, se vale a pena repetir o exame.</p>
<p>O ministro revelou igualmente que, às 11h30 desta segunda-feira, tinham sido disponibilizadas cerca de 180 mil das aproximadamente 290 mil provas realizadas na 1.ª fase, o que significa que uma parte significativa dos estudantes continuava sem acesso à digitalização dos exames e respetivas classificações detalhadas.</p>
<p>Fernando Alexandre voltou a garantir que nenhum aluno será prejudicado por estas falhas, reiterando o pedido de desculpas dirigido aos estudantes, famílias, professores e escolas. &#8220;Lamentamos e pedimos desculpa, mais uma vez, pela perturbação causada na vida dos alunos numa altura decisiva para o seu futuro, das famílias, dos professores e das escolas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Relativamente às notas classificadas como &#8220;suspensas&#8221;, o governante defendeu que se trataram de situações pontuais e justificou a decisão com a necessidade de assegurar o rigor do processo. Segundo explicou, &#8220;não pode ser publicada uma nota se existir uma dúvida sobre a classificação&#8221;, sublinhando que a prioridade foi garantir a correção das avaliações antes da sua divulgação.</p>
<p>Apesar dos problemas registados nas últimas semanas, Fernando Alexandre reafirmou a confiança no sistema de classificação eletrónica, assegurando que este será mantido na 2.ª fase dos exames nacionais. O ministro admitiu, contudo, que serão introduzidos &#8220;melhoramentos estruturais&#8221; no processo e mostrou-se convicto de que a nova fase das provas nacionais poderá decorrer &#8220;com toda a tranquilidade&#8221;, procurando restabelecer a confiança dos alunos num momento decisivo do calendário escolar e do acesso ao ensino superior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791463]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal vai adquirir três fragatas a Itália num investimento de 3,9 mil milhões euros, revela Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai adquirir três fragatas de nova geração de construção italiana, num investimento na ordem dos 3,9 mil milhões de euros, anunciou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro, após uma reunião em Roma com a sua homóloga italiana, Giorgia Meloni.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal vai adquirir três fragatas de nova geração de construção italiana, num investimento na ordem dos 3,9 mil milhões de euros, anunciou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro, após uma reunião em Roma com a sua homóloga italiana, Giorgia Meloni.</p>
<p>Acompanhado na sua visita ã Roma &#8212; a primeira de um chefe de Governo português a Itália em 12 anos &#8212; pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e da Defesa, Nuno Melo, Montenegro anunciou numa conferência de imprensa conjunta com Meloni a assinatura de acordos na área da política externa e da defesa, com este último, celebrado no âmbito do SAFE (Instrumento de Ação para a Segurança da Europa) a contemplar a aquisição de três fragatas &#8220;FREMM EVO&#8221;, multifuncionais, que serão entregues à Marinha portuguesa entre 2029 e 2030.</p>
<p>&#8220;Este acordo que hoje celebramos na área da Defesa para a aquisição de três fragatas, estamos a falar de um investimento de três mil e 900 milhões de euros, aproximadamente. Estamos a falar de capacidade, que é a capacidade portuguesa e a capacidade europeia, de vigilância dos nossos recursos marítimos e de salvaguarda dos nossos interesses estratégicos. De salvaguarda também da navegabilidade internacional e das condições de comércio livre e justo a nível global&#8221;, declarou Montenegro.</p>
<p>&#8220;Estamos a falar de ciência, estamos a falar de conhecimento, estamos a falar de oportunidades económicas que não se esgotam nestes equipamentos. Há um conjunto de indústrias e atividades que colaboram para que estes equipamentos sejam depois considerados de vanguarda a nível mundial, e tão de vanguarda que a nossa opção foi adquiri-los. Estamos a falar daquilo que é a nossa estratégia na Europa, de termos maior autonomia, maior capacidade, mas ao mesmo tempo fazer isso criando mais emprego, melhor emprego, mais negócios e melhores oportunidades&#8221;, prosseguiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791464]]></sapo:autor>
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		<title>O dinheiro chega quando a floresta já está a arder: porque falha Portugal todos os verões</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-dinheiro-chega-quando-a-floresta-ja-esta-a-arder-porque-falha-portugal-todos-os-veroes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Para Manuel Sousa, arquiteto paisagista, professor do ISAG – European Business School e especialista em Turismo, Planeamento e Desenvolvimento, Portugal continua a concentrar demasiados recursos no combate e poucos na gestão permanente do território]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quinze concelhos de cinco distritos encontravam-se esta segunda-feira em perigo máximo de incêndio rural e mais de 80 estavam sob perigo muito elevado, num cenário que deverá agravar-se com a subida das temperaturas ao longo da semana. </p>
<p>O alerta volta a colocar Portugal perante um flagelo que regressa todos os verões, mobilizando milhares de operacionais e milhões de euros quando as chamas já avançam sobre florestas, aldeias e explorações agrícolas.</p>
<p>Mas o problema começa muito antes da primeira ignição. Para Manuel Sousa, arquiteto paisagista, professor do ISAG – European Business School e especialista em Turismo, Planeamento e Desenvolvimento, Portugal continua a concentrar demasiados recursos no combate e poucos na gestão permanente do território.</p>
<p>“O combate aos incêndios é um problema global que tem causas profundas e difíceis de resolver”, afirma, à &#8216;Executive Digest&#8217;. Entre essas causas estão “a falta de recursos humanos capacitados nos territórios de baixa densidade, o envelhecimento das populações rurais, a baixa capacidade financeira” e o reduzido investimento na proteção e valorização da floresta.</p>
<p>Na leitura do especialista, o país continua a responder às manifestações mais visíveis da crise sem resolver aquilo que permite que os incêndios adquiram dimensões catastróficas.</p>
<p>“Este é o resultado da ausência de políticas públicas adequadas à resolução dos problemas de fundo”, sustenta Manuel Sousa, acrescentando que as medidas continuam “essencialmente focadas no investimento nos meios de combate direto ao fogo”.</p>
<p><strong>Oito vezes mais para o combate</strong></p>
<p>O desequilíbrio torna-se evidente quando se comparam os valores apontados pelo especialista. Segundo Manuel Sousa, são gastos anualmente cerca de 550 milhões de euros no apoio às corporações de bombeiros, incluindo a aquisição e manutenção de viaturas, quartéis e equipamentos de proteção individual.</p>
<p>A este montante acrescentam-se os custos do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal e cerca de 80 milhões de euros destinados à contratação de meios aéreos, refere.</p>
<p>Em sentido contrário, “com os sapadores florestais, o Estado gasta anualmente cerca de 38 milhões de euros”.</p>
<p>“É um valor cerca de oito vezes inferior ao que é gasto no combate”, alerta. Para o professor do ISAG, Portugal deveria “investir mais na gestão da floresta, para não ter a dimensão do custo de combate aos incêndios que tem atualmente”.</p>
<p>O argumento ganha peso num momento em que os números nacionais continuam longe das metas traçadas. Uma avaliação divulgada pela associação ambientalista Zero concluiu que os incêndios de 2025 fizeram Portugal consumir cerca de 98% do limite de área ardida previsto para toda a década entre 2020 e 2030. Nesse ano, arderam aproximadamente 271 mil hectares e os 44 maiores incêndios concentraram 91% da área destruída.</p>
<p><strong>Uma floresta construída para arder</strong></p>
<p>Para compreender a vulnerabilidade atual, Manuel Sousa recua à transformação da paisagem portuguesa ao longo do último século.</p>
<p>“Portugal era um país desflorestado no início do século XX”, recorda. Durante o Estado Novo avançou-se com uma forte arborização, “focada principalmente na utilização de resinosas, espécies de combustão rápida”.</p>
<p>A partir da década de 1970, acrescenta, chegaram as grandes plantações de eucalipto, outra espécie com elevada capacidade de combustão. O resultado foi uma alteração profunda do território, sobretudo nas regiões Norte e Centro.</p>
<p>“A floresta portuguesa passou a ser uma floresta com elevado risco de combustão”, explica.</p>
<p>Contudo, a escolha das espécies é apenas parte do problema. A transformação social e económica das zonas rurais retirou do território as atividades que, durante décadas, ajudavam a controlar a vegetação.</p>
<p>“Com o êxodo rural, os espaços florestais deixaram de fornecer os matos para a cama dos animais e o pastoreio foi também sendo gradualmente reduzido”, afirma Manuel Sousa. “A carga combustível foi-se acumulando e o risco de grandes incêndios intensificou-se.”</p>
<p>Existia anteriormente “uma economia rural agrícola que sustentava a limpeza da floresta”. Com o despovoamento, essa economia desapareceu, mas “não foi substituída por nenhuma nova economia”, com exceções pontuais, como as instalações eólicas e algumas indústrias extrativas.</p>
<p><strong>Proprietários envelhecidos, terrenos desconhecidos</strong></p>
<p>A obrigação legal de limpar os terrenos tem, segundo o especialista, efeitos limitados porque parte de um pressuposto que não corresponde à realidade: o de que todos os proprietários são conhecidos, dispõem de recursos e conseguem intervir nas suas parcelas.</p>
<p>“A obrigatoriedade de limpeza da floresta, na prática, não funciona”, diz.</p>
<p>Há proprietários que não são localizados, outros que desconhecem a localização ou os limites das propriedades que herdaram e muitos que estão envelhecidos ou descapitalizados.</p>
<p>“Muitos proprietários estão incapazes de controlar a carga combustível”, sublinha Manuel Sousa, que também dirige críticas ao poder público: “O próprio Estado não tem sido exemplo de boa gestão dos seus espaços florestais, pela descontinuidade das rotinas de limpeza.”</p>
<p>Esta fragmentação torna particularmente difícil criar uma gestão integrada, estabelecer descontinuidades na vegetação ou garantir a manutenção regular de áreas que, durante grande parte do ano, não produzem rendimento.</p>
<p><strong>“Deverá ser a parte pública a assumir este custo”</strong></p>
<p>Quando o proprietário não tem dimensão, dinheiro ou incentivo económico para gerir a terra, Manuel Sousa considera que o setor público terá de assumir uma parte da responsabilidade.</p>
<p>“Deverá ser a parte pública a assumir este custo, com uma solução económica associada”, defende.</p>
<p>Uma das possibilidades passa pelo aproveitamento da biomassa resultante das limpezas para produzir energia. O especialista aponta o exemplo de Allariz, na Galiza, onde uma central de biomassa utiliza estilha proveniente da gestão de terrenos públicos e privados para fornecer energia ao concelho.</p>
<p>Com este modelo, explica, “passou a haver um bom controlo de espécies invasoras”, enquanto a vegetação autóctone e a biodiversidade animal recuperaram.</p>
<p>“Neste concelho, praticamente acabaram os incêndios florestais e os custos de limpeza são suportados pela venda da energia”, afirma. Ao mesmo tempo, os proprietários deixaram de suportar diretamente os encargos de manutenção dos povoamentos.</p>
<p>O exemplo mostra, segundo Manuel Sousa, que a gestão da floresta não tem necessariamente de representar apenas uma despesa. Pode ser integrada numa cadeia económica que financie a prevenção e crie atividade nos territórios de baixa densidade.</p>
<p><strong>Proibir queimadas não basta</strong></p>
<p>A mão humana continua a estar na origem de grande parte dos incêndios. Manuel Sousa estima que cerca de metade resulte do uso negligente do fogo, nomeadamente através de queimas e queimadas.</p>
<p>“Todos os anos morrem pessoas queimadas” durante estas práticas, salienta.</p>
<p>A proibição poderia reduzir o número de ocorrências, mas deixaria por resolver o destino dos sobrantes agrícolas e florestais. “Se se proibirem as queimas e queimadas, haveria naturalmente menos incêndios, mas fica a necessidade de dar uma solução aos sobrantes”, explica.</p>
<p>Entre as alternativas está a cedência de biotrituradores aos agricultores, uma prática já seguida por alguns municípios, e a criação de um mercado para a estilha.</p>
<p>Esse material poderia ser utilizado “para o aquecimento de edifícios públicos e privados, para a produção de energia elétrica, para a compostagem e para a fertilização dos solos”.</p>
<p>Em 2025, o incendiarismo e o uso do fogo representaram, em conjunto, cerca de 78% das ocorrências com causa determinada, segundo a análise da Zero ao relatório do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais. As ignições associadas ao uso negligente do fogo aumentaram 27% nesse ano.</p>
<p><strong>Carvalhos a proteger aldeias</strong></p>
<p>A proteção das populações exige também mudanças no desenho da paisagem. Manuel Sousa defende que as aldeias sejam rodeadas por espécies folhosas de combustão lenta, como os carvalhos, reduzindo a velocidade de progressão das chamas nas zonas habitadas.</p>
<p>“As aldeias deverão ter uma envolvência de espécies folhosas de combustão lenta”, afirma.</p>
<p>Estas espécies deveriam igualmente ser utilizadas para criar separações entre manchas de árvores de combustão rápida, aproveitando linhas de água e redes viárias.</p>
<p>Além de funcionarem como zonas de contenção, essas faixas poderiam tornar-se “corredores ecológicos para a circulação de fluxos biogenéticos”.</p>
<p>“Com espécies de copa densa, impede-se o rápido desenvolvimento da vegetação arbustiva e herbácea”, explica. A sombra ajuda ainda a conservar a humidade no solo, criando locais onde a propagação de um incêndio pode ser mais facilmente controlada.</p>
<p><strong>Pastorícia, carbono e turismo</strong></p>
<p>A floresta pode igualmente gerar rendimento através de atividades compatíveis com a preservação ambiental, sustenta Manuel Sousa.</p>
<p>“É possível diminuir os riscos e viabilizar a floresta através de legislação, fiscalização e planeamento territorial e económico”, afirma.</p>
<p>As soluções passam por arborizações adequadas às características de cada local e às necessidades do mercado, pela venda de créditos de carbono, pelo turismo e pela recuperação da pastorícia.</p>
<p>O regresso de rebanhos permitiria produzir carne e leite enquanto reduz a vegetação arbustiva que alimenta os incêndios. Para que seja viável, contudo, a atividade terá de ganhar escala, incorporar tecnologias como cercas virtuais e recuperar a dignidade económica e social da profissão.</p>
<p>O turismo também pode ajudar a financiar a conservação. “A paisagem é uma das grandes motivações de viagem e, por isso, a existência da atividade turística gera receita que pode ajudar a mantê-la”, observa.</p>
<p>Além disso, o turismo tende a valorizar a vegetação autóctone, por esta fazer parte “da identidade do território e do seu património natural e paisagístico”.</p>
<p>Nos espaços turísticos, acrescenta, há maior pressão para garantir simultaneamente a qualidade visual e a segurança. Os privados têm incentivos para afastar espécies de combustão rápida e investir em pontos de água e meios de autoproteção.</p>
<p><strong>O custo de continuar a adiar</strong></p>
<p>A perda provocada pelos incêndios não termina na madeira que desaparece ou nos edifícios atingidos. Manuel Sousa enumera consequências sobre a biodiversidade, o solo, a água, o ar, a paisagem e o clima.</p>
<p>“Os incêndios florestais causam grandes prejuízos pela perda de valor da madeira, pela diminuição da biodiversidade, pela perda de solo, pela contaminação do ar e da água e pela diminuição da recarga dos aquíferos”, afirma.</p>
<p>A estes impactos somam-se as emissões de carbono e a destruição da qualidade cénica da paisagem, que afetam também a capacidade de as regiões atraírem visitantes, habitantes e investimento.</p>
<p>Portugal entra, assim, em mais uma fase de risco elevado carregando um problema que não começa com a temperatura nem termina quando o último fogo é dado como extinto.</p>
<p>Para Manuel Sousa, enquanto o país não reconstruir uma economia rural capaz de pagar a gestão do território, continuará a gastar centenas de milhões de euros na resposta à emergência, todos os anos, depois de as chamas já terem começado.</p>
<p>E, sem essa mudança, o verão português continuará a ser medido em hectares ardidos, aldeias ameaçadas e operacionais enviados para uma floresta que permanece economicamente abandonada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791444]]></sapo:autor>
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		<title>Novo PM britânico promete estabilidade política e medidas imediatas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Burnham]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, assumiu hoje funções com um apelo à estabilidade política e à mudança de rumo no Reino Unido, prometendo um novo modelo político e económico e medidas imediatas para aliviar o custo de vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, assumiu hoje funções com um apelo à estabilidade política e à mudança de rumo no Reino Unido, prometendo um novo modelo político e económico e medidas imediatas para aliviar o custo de vida.</P><br />
<P>Falando à chegada a Downing Street (residência oficial), após ter aceitado o convite do Rei Carlos III para formar governo, Burnham disse estar &#8220;plenamente consciente&#8221; de que é o sétimo primeiro-ministro desde 2016.</P><br />
<P>&#8220;O Reino Unido precisa de mostrar ao mundo que pode recuperar a estabilidade&#8221;, afirmou, reconhecendo o descontentamento dos cidadãos com a política. </P><br />
<P>&#8220;Não temos sido suficientemente bons e precisamos de ser melhores. E vamos ser&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O novo chefe do Governo prometeu um &#8220;ponto de viragem&#8221; para o país, prometendo &#8220;as maiores mudanças dos últimos 40 anos&#8221;, incluindo uma reforma do modelo político, que disse querer tornar mais colaborativo e centrado na resolução de problemas.</P><br />
<P>Burnham reiterou a ambição de promover uma descentralização do poder, distribuindo competências às autarquias, e anunciou a intenção de construir uma &#8220;nova economia&#8221;, com maior controlo público sobre serviços públicos essenciais e uma estratégia de reindustrialização.</P><br />
<P>Entre as medidas, destacou o recurso à contratação pública para apoiar a indústria britânica e a apresentação, ainda este ano, de um plano estratégico a 10 anos para o país.</P><br />
<P>No curto prazo, comprometeu-se a avançar com iniciativas para dar &#8220;algum alívio&#8221; às famílias face ao aumento do custo de vida, com detalhes a serem apresentados a partir de terça-feira, incluindo o financiamento dessas medidas.</P><br />
<P>Burnham concluiu com um apelo à unidade nacional, defendendo a criação de um &#8220;novo sentido de propósito comum e de otimismo. </P><br />
<P>&#8220;Façamos deste o momento em que o Reino Unido volta a acreditar, o momento em que restauramos a esperança&#8221;, disse.</P><br />
<P>Andy Burnham assumiu hoje o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, sucedendo ao também trabalhista Keir Starmer após uma breve audiência com o Rei Carlos III, durante a qual o monarca o convidou a formar Governo. </P><br />
<P>Este breve encontro é conhecido como o &#8220;beija mão&#8221; [&#8220;kissing hands&#8221;], embora a descrição esteja desatualizada e os cumprimentos sejam feitos por um aperto de mãos. </P><br />
<P>Segundo a tradição, o líder do partido com maioria parlamentar pode ser proclamado primeiro-ministro sem a necessidade de eleições legislativas.</P><br />
<P>Minutos antes, o Rei recebeu o antecessor Keir Starmer, que apresentou formalmente a demissão, um mês após ter anunciado a renúncia da liderança do Partido Trabalhista, facilitando uma transição ordeira.</P><br />
<P>Numa declaração em Downing Street, Starmer despediu-se do cargo com &#8220;orgulho&#8221; pelo trabalho realizado e a convicção de que o Reino Unido está &#8220;mais forte e mais justo&#8221; do que há dois anos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791436]]></sapo:autor>
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		<title>Vídeo mostra momento raro em que dois tornados se fundem na Suécia. As imagens são impressionantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[tornado]]></category>
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					<description><![CDATA[Martina Karlsson reparou, da janela do seu apartamento com vista para a baía, que algo de invulgar estava a acontecer na superfície da água]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os habitantes de Grästorp, uma pequena localidade no oeste da Suécia, assistiram no último sábado a um fenómeno meteorológico raro: dois tornados formaram-se lado a lado, deslocaram-se em paralelo durante vários minutos e acabaram por se fundir numa única coluna de ar. As imagens, divulgadas pela &#8216;Associated Press&#8217; e reproduzidas pelo &#8216;El Mundo&#8217;, rapidamente se tornaram virais.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="es" dir="ltr">🔴 INTERNACIONALES | SUECIA<br />Graba un tornado doble simultáneo atravesando unos lagos y campos en Suecia</p>
<p>El pasado sábado 18 de julio, los residentes de Grästorp, en el oeste de Suecia, grabaron un tornado doble simultáneo desplazándose sobre sus lagos y campos. Este fenómeno… <a href="https://t.co/0oRjIn07Un">pic.twitter.com/0oRjIn07Un</a></p>
<p>&mdash; Jonatan Palacios (@JPActivista) <a href="https://x.com/JPActivista/status/2078846171460555100?ref_src=twsrc%5Etfw">July 19, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Tudo aconteceu por volta das 9h30, quando Martina Karlsson reparou, da janela do seu apartamento com vista para a baía, que algo de invulgar estava a acontecer na superfície da água. Segundo contou ao &#8216;El Mundo&#8217;, dois pontos apresentavam uma agitação anormal, um sinal que antecedeu o aparecimento dos funis.</p>
<p>Pouco depois, os dois tornados ganharam forma e começaram a deslocar-se em paralelo sobre a água e os campos da região. Durante cerca de 15 minutos, os dois vórtices mantiveram-se lado a lado, proporcionando um espetáculo simultaneamente impressionante e inquietante.</p>
<p>Karlsson descreveu a experiência como &#8220;surreal&#8221; e &#8220;aterradora&#8221;. O momento mais marcante ocorreu quando ambos os tornados convergiram e se fundiram num único funil de maiores dimensões, antes de perderem intensidade e desaparecerem.</p>
<p>De acordo com o &#8216;El Mundo&#8217;, o fenómeno ocorreu num dia marcado por forte instabilidade atmosférica em várias zonas da Suécia. A chuva intensa provocou inundações localizadas e pequenos danos materiais, embora as autoridades tenham confirmado que não houve feridos graves nem estragos significativos em Grästorp ou nas áreas circundantes.</p>
<p>Este tipo de formação dupla é considerado extremamente invulgar na Suécia, tornando o episódio um dos fenómenos meteorológicos mais raros registados no país durante este verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791438]]></sapo:autor>
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		<title>Piloto espanhol faz passageiros acreditarem que a Argentina venceu o Mundial&#8230; antes de revelar a verdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:28:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[O momento, gravado por um dos passageiros e partilhado nas redes sociais, tornou-se rapidamente viral]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um piloto espanhol enganou, por breves instantes, os passageiros de um voo ao anunciar que a Argentina tinha vencido a final do Campeonato do Mundo de 2026, levando dezenas de pessoas a festejar antes de revelar que tudo não passava de uma brincadeira.</p>
<p>O momento, gravado por um dos passageiros e partilhado nas redes sociais, tornou-se rapidamente viral.</p>
<p><strong>&#8220;Queríamos felicitar os nossos compatriotas argentinos&#8221;</strong></p>
<p>Dirigindo-se aos passageiros, que tinham viajado durante a final entre Espanha e Argentina e não conheciam o resultado do encontro, o piloto começou por descrever um jogo equilibrado e decidido apenas após prolongamento.</p>
<p>&#8220;As duas equipas deram tudo, mas só uma podia vencer. Queríamos felicitar os nossos compatriotas argentinos&#8221;, anunciou.</p>
<p>Mal terminou a frase, vários passageiros começaram a aplaudir e a celebrar, convencidos de que a Argentina se tinha sagrado campeã do mundo.</p>
<p><strong>A surpresa chegou segundos depois</strong></p>
<p>Pouco depois, o piloto completou a frase que mudou completamente o ambiente dentro da cabine.</p>
<p>&#8220;Porque a Espanha ganhou o Campeonato do Mundo.&#8221;</p>
<p>A revelação provocou gargalhadas entre os passageiros e transformou a cabine numa nova celebração, desta vez da vitória espanhola.</p>
<p>O momento foi registado por um passageiro e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, acumulando milhares de visualizações e reações.</p>
<p>A partida aconteceu horas depois de Espanha conquistar o seu segundo título mundial, ao derrotar a Argentina na final do Mundial de 2026.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="es" dir="ltr">Un piloto español anunciando en pleno vuelo que Argentina había ganado el mundial y todos chillando como locos</p>
<p>ES LA HUMILLACIÓN DEL SIGLO <a href="https://t.co/pSTzVsOZfL">https://t.co/pSTzVsOZfL</a> <a href="https://t.co/wrxxoDvJkS">pic.twitter.com/wrxxoDvJkS</a></p>
<p>&mdash; cheto ⭐️⭐️ (@CaadeOKC) <a href="https://x.com/CaadeOKC/status/2079151875484418472?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791433]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Explicador. Os cinco golpes com que a Ucrânia está a asfixiar as finanças de Putin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:11:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Kiev tem concentrado os ataques na infraestrutura energética e logística da Rússia, procurando reduzir as receitas do petróleo e limitar a capacidade de Moscovo para financiar a guerra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A estratégia militar da Ucrânia deixou de visar apenas tropas e equipamento no campo de batalha. Nos últimos meses, Kiev tem concentrado os ataques na infraestrutura energética e logística da Rússia, procurando reduzir as receitas do petróleo e limitar a capacidade de Moscovo para financiar a guerra.</p>
<p>A campanha, de acordo com o &#8216;El Confidencial&#8217;, combina ataques de longo alcance contra refinarias, terminais petrolíferos, portos de exportação e navios da chamada &#8220;frota fantasma&#8221;, utilizada para contornar as sanções internacionais. Segundo analistas, esta estratégia está a pressionar uma das principais fontes de receita do Kremlin.</p>
<p><strong>1. Refinarias sob ataque</strong></p>
<p>O primeiro objetivo passa por reduzir a capacidade da Rússia para transformar petróleo bruto em combustíveis com maior valor acrescentado.</p>
<p>Desde o início de 2026, dezenas de refinarias russas foram atingidas por drones ucranianos, incluindo instalações estratégicas na região de Moscovo e, mais recentemente, em Omsk, na Sibéria, a cerca de 2.700 quilómetros da fronteira ucraniana.</p>
<p>Segundo o Oxford Institute for Energy Studies (OIES), a capacidade de refinação da Rússia caiu de cerca de 5,2 milhões para 3,8 milhões de barris por dia, o nível mais baixo em mais de duas décadas.</p>
<p>A redução obriga Moscovo a exportar mais petróleo bruto e menos combustíveis refinados, diminuindo as margens de lucro.</p>
<p><strong>2. Exportações mais vulneráveis</strong></p>
<p>Além da produção, Kiev procura dificultar a saída do petróleo russo para os mercados internacionais.</p>
<p>Depois de limitar a liberdade de ação da Frota do Mar Negro, a Ucrânia passou a atacar instalações portuárias em Novorossiysk, Primorsk e Ust-Luga, três dos principais pontos de exportação de crude russo.</p>
<p>Segundo o artigo, os ataques chegaram a reduzir temporariamente até 40% da capacidade de exportação, afetando o escoamento de cerca de um milhão de barris por dia.</p>
<p><strong>3. Pressão sobre a &#8220;frota fantasma&#8221;</strong></p>
<p>Outra frente da estratégia passa pelos navios utilizados pela Rússia para contornar as sanções ocidentais.</p>
<p>Nas últimas semanas, drones ucranianos atacaram embarcações que integrariam esta denominada &#8220;frota fantasma&#8221;, utilizada para transportar petróleo através de empresas de fachada e rotas alternativas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, vários países europeus reforçaram a fiscalização destas embarcações no Mar Báltico, no Canal da Mancha e no Mediterrâneo, aumentando a pressão sobre a logística russa.</p>
<p><strong>4. Escassez de combustíveis dentro da Rússia</strong></p>
<p>Os efeitos começam também a sentir-se no mercado interno.</p>
<p>Segundo o artigo, várias regiões russas enfrentam escassez de combustíveis, obrigando Moscovo a limitar exportações e a recorrer a mecanismos de compensação para estabilizar os preços internos.</p>
<p>O Cazaquistão terá mesmo concordado em fornecer gasolina à Rússia durante o verão, numa tentativa de aliviar as dificuldades de abastecimento.</p>
<p><strong>5. Um território cada vez mais difícil de defender</strong></p>
<p>A crescente autonomia dos drones ucranianos permitiu alargar significativamente o alcance dos ataques.</p>
<p>Refinarias, fábricas químicas, instalações metalúrgicas, centros de produção de drones e outras infraestruturas industriais passaram a integrar a lista de alvos, obrigando Moscovo a dispersar os sistemas de defesa aérea por um território muito mais vasto.</p>
<p>Segundo o Institute for the Study of War (ISW), esta dispersão reduz a eficácia da defesa russa e aumenta a vulnerabilidade das infraestruturas estratégicas.</p>
<p><strong>A guerra económica ganha peso</strong></p>
<p>Embora o petróleo continue a representar uma das principais fontes de financiamento do Estado russo, a combinação entre sanções internacionais e ataques ucranianos está a aumentar os custos da guerra para Moscovo.</p>
<p>A estratégia de Kiev procura transformar a superioridade energética da Rússia numa vulnerabilidade económica, pressionando simultaneamente a produção, a exportação, a logística e o mercado interno dos combustíveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791421]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Hamas anuncia eleição de Khalil al-Hayya como novo líder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:58:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[hamas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento extremista palestiniano Hamas nomeou hoje Khalil al-Hayya como novo líder do gabinete político do grupo, substituindo Yahya Sinwar, morto em outubro de 2024 num bombardeamento israelita na Faixa de Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O movimento extremista palestiniano Hamas nomeou hoje Khalil al-Hayya como novo líder do gabinete político do grupo, substituindo Yahya Sinwar, morto em outubro de 2024 num bombardeamento israelita na Faixa de Gaza.</P><br />
<P>&#8220;O Movimento de Resistência Islâmica Hamas anuncia a eleição do irmão combatente Khalil al-Hayya para a presidência do gabinete político do movimento, em substituição do líder mártir Yahya Sinwar&#8221;, declarou a organização sunita, que governa a Faixa de Gaza desde 2007, através da plataforma Telegram.</P><br />
<P>O anúncio também foi feito através de um breve comunicado divulgado pelo Filastin e pelo Centro de Informação Palestiniano, sem que, até ao momento, tenham sido divulgados mais pormenores ou declarações de Al-Hayya após a sua nomeação.</P><br />
<P>Al-Hayya, 65 anos, que já exercia a função interinamente de líder do gabinete político e principal negociador do movimento islamista palestiniano nas conversações com Israel com vista a um cessar-fogo, reforçou a sua posição na estrutura do Hamas nos últimos meses, na sequência da morte de vários altos responsáveis em ataques israelitas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791423]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Ministro diz que cargo não está em risco porque sente que &#8220;cumpriu a missão&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação, Fernando Alexandre, considerou hoje que cumpriu a sua missão no processo de classificação dos exames nacionais e que os problemas registados foram corrigidos, entendendo por isso que o seu cargo não está em risco.   ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação, Fernando Alexandre, considerou hoje que cumpriu a sua missão no processo de classificação dos exames nacionais e que os problemas registados foram corrigidos, entendendo por isso que o seu cargo não está em risco.   </P><br />
<P>&#8220;Eu cumpri a minha missão&#8221;, afirmou o ministro durante uma conferência de imprensa no dia em que começam as candidaturas do concurso nacional de acesso ao ensino superior e continua a haver relatos de problemas de alunos sem notas ou de erros nas classificações.</P><br />
<P>Fernando Alexandre reconheceu os problemas, mas sublinhou que foram sendo corrigidos e que nenhum aluno será prejudicado. </P><br />
<P>&#8220;Se isto tivesse corrido muito mal, não haveria dúvidas de que a minha posição estaria em causa&#8221;, afirmou em resposta aos jornalistas, dizendo que &#8220;no final do dia de hoje&#8221; poderá &#8220;dormir tranquilamente&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Enquanto aqui estiver será sempre a escolha do primeiro-ministro&#8221;, acrescentou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791422]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump ameaça retaliar contra televisões que recusaram transmitir o seu discurso sobre fraude eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:55:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA['NBC' e a 'ABC' optaram por não transmitir o discurso em direto, preferindo acompanhar a intervenção com análise editorial e verificação dos factos após o seu término]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump voltou a colocar os meios de comunicação social na mira das suas críticas, ameaçando retirar as licenças de emissão da &#8216;NBC&#8217; e da &#8216;ABC News&#8217; depois de ambas terem decidido não transmitir em direto um discurso centrado nas alegações de fraude nas eleições presidenciais de 2020.</p>
<p>Durante a intervenção, o presidente americano voltou a insistir, sem apresentar provas novas, que o sistema eleitoral dos Estados Unidos foi alvo de fraude. No mesmo discurso, acusou também a China de interferência nas eleições de 2020, recuperou alegações sobre a Venezuela e voltou a referir um antigo caso relacionado com a cidade de Muskegon, no Michigan.</p>
<p><strong>Televisões recusaram transmissão sem verificação dos factos</strong></p>
<p>A &#8216;NBC&#8217; e a &#8216;ABC&#8217; optaram por não transmitir o discurso em direto, preferindo acompanhar a intervenção com análise editorial e verificação dos factos após o seu término.</p>
<p>A decisão não é inédita. As duas estações também recusaram transmitir integralmente alguns discursos de Barack Obama e Joe Biden quando consideraram que tinham um caráter predominantemente político.</p>
<p>Trump classificou a decisão como parte de uma alegada &#8220;conspiração&#8221; para proteger o Partido Democrata e impedir que o público conhecesse aquilo que descreveu como &#8220;corrupção&#8221; no sistema eleitoral.</p>
<p><strong>Presidente ameaça revogar licenças de emissão</strong></p>
<p>Durante o discurso, Trump voltou a defender que as emissoras utilizam frequências públicas sem garantirem, na sua perspetiva, uma cobertura imparcial.</p>
<p>&#8220;Tudo o que pedimos é honestidade nas nossas eleições e honestidade na informação&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Presidente ameaçou retirar as licenças de emissão da &#8216;NBC&#8217; e da &#8216;ABC&#8217;, uma possibilidade que já tinha levantado noutras ocasiões em resposta à cobertura mediática que considera desfavorável.</p>
<p><strong>Outras cadeias também limitaram a cobertura</strong></p>
<p>Além da &#8216;NBC&#8217; e da &#8216;ABC&#8217;, outras cadeias norte-americanas optaram por não transmitir integralmente o discurso.</p>
<p>A CNN manteve a programação habitual e exibiu apenas excertos acompanhados de análise. A &#8216;CBS News&#8217; e a &#8216;MS NOW&#8217; seguiram uma estratégia semelhante.</p>
<p>A &#8216;Fox News&#8217; foi a única grande estação a transmitir a intervenção na íntegra.</p>
<p>Ainda assim, a reação posterior revelou prudência pouco habitual. O apresentador Sean Hannity limitou-se a elogiar genericamente o discurso, enquanto o jornalista Brett Baier afirmou que não existiam elementos suficientes para avaliar a veracidade das alegações apresentadas.</p>
<p>Poucos minutos depois, a emissão mudou de tema.</p>
<p><strong>Contexto marcado pelas eleições de 2020</strong></p>
<p>As alegações de fraude eleitoral continuam a marcar o discurso político de Trump, apesar de não terem sido confirmadas pelos tribunais nem pelas autoridades eleitorais americanas.</p>
<p>Em 2023, a &#8216;Fox News&#8217; aceitou pagar 787 milhões de dólares para resolver um processo por difamação relacionado com a divulgação de falsas alegações sobre manipulação das eleições presidenciais de 2020.</p>
<p>Essas teorias alimentaram a contestação aos resultados eleitorais e culminaram na invasão do Capitólio, em 6 de janeiro de 2021, por apoiantes de Trump.</p>
<p><strong>Revogação das licenças enfrentaria obstáculos legais</strong></p>
<p>A eventual retirada das licenças de emissão dependeria da Comissão Federal de Comunicações (FCC), liderada por Brendan Carr.</p>
<p>Contudo, especialistas em direito americano consideram que uma medida dessa natureza enfrentaria fortes obstáculos legais, uma vez que o funcionamento das emissoras está protegido pela Lei das Comunicações e pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791377]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Vamos ser melhores&#8221;: Andy Brunham discursa oficialmente como primeiro-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:51:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo primeiro-ministro britânico já foi convidado pelo rei Carlos III a formar Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Andy Burnham assumiu esta segunda-feira funções como primeiro-ministro do Reino Unido e, no seu primeiro discurso à porta do número 10 de Downing Street, apresentou a chegada ao Governo como um momento de viragem para o país. Perante uma multidão de apoiantes que o recebeu com aplausos, o novo chefe do Executivo afirmou que o Reino Unido atravessa um período que exige reflexão, renovação e uma mudança profunda na forma de fazer política, comprometendo-se a restaurar a estabilidade e a confiança dos britânicos.</p>
<p>No início da intervenção, Burnham descreveu a sua entrada em funções como &#8220;um momento de reflexão e de uma nova determinação&#8221;. O primeiro-ministro sustentou que a atual geração de responsáveis políticos terá de &#8220;elevar o nível&#8221; da sua atuação para responder aos desafios que o país enfrenta, defendendo que o Reino Unido precisa de demonstrar que é capaz de &#8220;recuperar novamente a sua estabilidade&#8221;. Segundo afirmou, esse será o principal desafio do seu Governo e a prioridade dos próximos anos.</p>
<p>Dirigindo-se diretamente aos cidadãos, Burnham reconheceu o crescente afastamento entre a população e a classe política. &#8220;Sei que as pessoas estão fartas da política. Ouço-vos&#8221;, declarou, assumindo que os responsáveis políticos &#8220;não têm sido suficientemente bons&#8221; e garantindo que essa realidade terá de mudar. &#8220;Temos de ser melhores. E vamos sê-lo&#8221;, afirmou, procurando transmitir uma mensagem de compromisso com uma nova forma de governar.</p>
<p>O novo primeiro-ministro classificou este momento como um verdadeiro &#8220;ponto de rutura&#8221; (&#8220;circuit-breaker moment&#8221;) para a Grã-Bretanha, defendendo que o país necessita de um novo modelo político, mais cooperativo e orientado para a resolução de problemas concretos, em vez da confrontação permanente entre partidos. Burnham prometeu promover uma cultura política baseada na colaboração, afastando-se da lógica do conflito e da procura de ganhos partidários imediatos.</p>
<p>Na mesma intervenção, o líder trabalhista fez uma reflexão sobre o percurso económico e social do Reino Unido nas últimas décadas, apontando o que considerou terem sido alguns dos &#8220;caminhos errados&#8221; seguidos durante a década de 1980. Entre eles destacou as políticas de privatização e de desindustrialização, argumentando que muitas regiões britânicas continuam, ainda hoje, sem recuperar plenamente das consequências dessas opções. Para Burnham, corrigir essas desigualdades territoriais será uma das prioridades do novo Executivo.</p>
<p>O primeiro-ministro defendeu que o futuro do país passa por reconstruir a confiança nas instituições e aproximar novamente a política dos cidadãos, através de uma governação focada em soluções práticas para os problemas do dia a dia. Na sua visão, o sucesso do novo Governo dependerá da capacidade de unir diferentes sensibilidades políticas e sociais em torno de objetivos comuns, deixando para trás anos de polarização.</p>
<p>A estreia de Andy Burnham como primeiro-ministro ficou ainda marcada pelo ambiente de entusiasmo junto dos apoiantes concentrados em Downing Street. À chegada, o novo líder foi recebido com uma forte salva de palmas e visivelmente sorridente, antes de subir ao local onde proferiu o primeiro discurso oficial enquanto chefe do Governo britânico, inaugurando assim um novo ciclo político no Reino Unido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791408]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>AliExpress considera &#8220;desproporcionada&#8221; multa de 550 M€ aplicada por Bruxelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[AliExpress]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[A AliExpress considerou "desproporcionada" a multa de 550 milhões de euros aplicada hoje pela Comissão Europeia por falhas na avaliação e mitigação dos riscos associados à venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na plataforma.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A AliExpress considerou &#8220;desproporcionada&#8221; a multa de 550 milhões de euros aplicada hoje pela Comissão Europeia por falhas na avaliação e mitigação dos riscos associados à venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na plataforma.</P><br />
<P>&#8220;Discordamos da decisão proferida hoje e desta multa desproporcionada, que não refletem nem os nossos princípios estabelecidos, nem as medidas significativas e proativas que implementámos&#8221;, indicou a empresa numa declaração à agência de notícias France-Presse (AFP), sem especificar, nesta fase, se irá recorrer da sanção.</P><br />
<P>A reação surge depois de a Comissão Europeia ter multado hoje a empresa chinesa em 550 milhões de euros, considerando que a plataforma violou as suas obrigações ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais (DSA, na sigla inglesa) &#8220;ao não avaliar e mitigar de forma diligente os riscos relacionados com a venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico&#8221;, segundo um comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Desde a entrada em vigor do DSA, a AliExpress comprometeu-se firmemente a cumprir as suas obrigações e continua a fazê-lo&#8221;, assegurou a plataforma chinesa.</P><br />
<P>A coima foi calculada tendo em conta a natureza das infrações, a sua gravidade em termos do número de utilizadores da União Europeia afetados &#8211; 193 milhões &#8211; e a sua duração, que se prolongou pelo menos até junho de 2025, quando a Comissão emitiu conclusões preliminares no processo contra a AliExpress.</P><br />
<P>A Comissão ordenou ainda que a plataforma, que tem o seu maior mercado na UE, adote medidas corretivas.</P><br />
<P>Entre os problemas identificados na avaliação de risco, a AliExpress não tem empregados suficientes para analisar a legalidade dos produtos à venda, tem algoritmos de recomendação e publicidade que promoviam produtos ilegais antes de serem removidos e os seus indicadores de medição são fracos e insuficientes.</P><br />
<P>Já no que se refere a falhas operacionais de segurança, a visada manteve produtos perigosos à venda durante semanas e as sanções contra os vendedores infratores foram ineficazes, tendo ainda sido assinalada a facilidade de contornar regras ao mudar a categoria dos produtos e a ineficácia do sistema de combate à contrafação.</P><br />
<P>A plataforma tem até 20 de outubro para apresentar um plano de ação à Comissão que defina medidas destinadas a corrigir as falhas apontadas.</P><br />
<P>Esta é a terceira e a maior coima aplicada por Bruxelas a plataformas ao abrigo da DSA, depois da X (antigo Twitter) ter sido multada em 120 milhões de euros, por violações das regras de transparência e a Temu em 200 milhões de euros por falhas na identificação e mitigação de riscos sistémicos, incluindo a proliferação e venda de produtos ilegais e perigosos na plataforma &#8216;online&#8217;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791403]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Ministro recusa abolir taxa de 25 euros para pedidos de reapreciação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[ Lisboa, 20 jul 2026 (Lusa) -- O ministro da Educação, Fernando Alexandre, recusou hoje o pedido de professores e pais para abolir os 25 euros exigidos para a reapreciação dos exames nacionais, justificando tratar-se de uma "taxa moderadora".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O ministro da Educação, Fernando Alexandre, recusou hoje o pedido de professores e pais para abolir os 25 euros exigidos para a reapreciação dos exames nacionais, justificando tratar-se de uma &#8220;taxa moderadora&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os 25 euros têm de se manter. É uma taxa moderadora&#8221;, defendeu o ministro durante uma conferência de imprensa no dia em que começam as candidaturas do concurso nacional de acesso ao ensino superior e na véspera do arranque da 2.º fase dos exames nacionais.</P><br />
<P>O representante dos diretores escolares, Filinto Lima, tinha pedido ao início do dia que esse valor fosse abolido tendo em conta os problemas identificados ao longo do processo de classificação dos exames nacionais.</P><br />
<P>Também o calendário da 2.º fase dos exames nacionais não será alterado, acrescentou o ministro, que anunciou que os alunos prejudicados poderão realizar exames nacionais numa época especial que se realizará em setembro, podendo depois concorrer ao ensino superior na 2.º fase.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791407]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Famílias de alunos sobredotados defendem medidas específicas na revisão da educação inclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:46:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de famílias de crianças e jovens sobredotados defende que sejam incluídas medidas específicas para a sobredotação na revisão do Regime Jurídico da Educação Inclusiva, alertando para os prejuízos da exclusão destes alunos, na aprendizagem e nas relações pessoais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo de famílias de crianças e jovens sobredotados defende que sejam incluídas medidas específicas para a sobredotação na revisão do Regime Jurídico da Educação Inclusiva, alertando para os prejuízos da exclusão destes alunos, na aprendizagem e nas relações pessoais. </P><br />
<P>Num documento enviado à agência Lusa, os pais consideram que a proposta de revisão do Decreto-Lei n.º 54/2018 mantém um enquadramento jurídico suficientemente aberto para abranger os alunos com sobredotação, mas apontam que essa flexibilidade continua a deixar a resposta dependente da interpretação de cada escola.</P><br />
<P>Segundo o grupo de 52 pessoas, embora a proposta do Governo reforce conceitos como as barreiras à aprendizagem e à participação, a diferenciação pedagógica, a equidade e o desenvolvimento integral dos alunos, continua a não esclarecer de que forma essas orientações devem ser aplicadas às crianças e jovens com altas capacidades.</P><br />
<P>As famílias sustentam que essa ausência de referências específicas tem contribuído para respostas desiguais entre escolas, dificuldades na identificação da sobredotação e inexistência de medidas adequadas às necessidades pedagógicas e socioemocionais destes alunos.</P><br />
<P>No documento, afirmam que muitos professores e Equipas Multidisciplinares de Apoio à Educação Inclusiva (EMAEI) não dispõem de formação suficiente para reconhecer a sobredotação nem para identificar as barreiras à aprendizagem que podem afetar estes alunos, apesar do elevado desempenho académico.</P><br />
<P>Segundo os pais, a falta de identificação precoce pode conduzir a desmotivação, ansiedade, isolamento social, sub-rendimento escolar e problemas de saúde mental, defendendo que reconhecer estas necessidades &#8220;não é criar privilégios&#8221;, mas garantir uma resposta educativa adequada.</P><br />
<P>Entre as propostas apresentadas na consulta pública, o grupo defende que o conceito de educação inclusiva passe a explicitar que também abrange alunos cujas barreiras à aprendizagem resultem de capacidades significativamente acima do esperado para a idade.</P><br />
<P>Propõe que o Plano de Desenvolvimento Integral (PDI) inclua obrigatoriamente instrumentos de avaliação das altas capacidades e da criatividade, inspirados no modelo em vigor na Região Autónoma da Madeira, bem como a integração desse plano no processo individual do aluno ao longo de todo o percurso escolar.</P><br />
<P>As famílias defendem igualmente que as futuras Equipas Locais de Apoio à Inclusão disponham de consultores especializados em sobredotação e que a formação inicial e contínua dos professores passe a incluir conteúdos obrigatórios sobre neurodivergência, altas capacidades, dupla excecionalidade, diferenciação pedagógica e saúde mental.</P><br />
<P>Outra das propostas passa pela criação de formação específica nos Centros de Formação de Associação de Escolas, aberta também a pais e encarregados de educação.</P><br />
<P>No documento, é defendida a clarificação de que medidas como o ingresso antecipado no ensino obrigatório ou a progressão por disciplinas não devem depender de critérios administrativos, mas ser decididas em função do bem-estar emocional e do potencial académico identificado.</P><br />
<P>As famílias propõem também a criação de uma via prioritária para apreciação, pelas EMAEI, de relatórios de diagnóstico emitidos por entidades especializadas, como a Associação Nacional para o Estudo e Intervenção na Sobredotação (ANEIS), considerando que isso permitirá evitar atrasos na adoção de medidas de apoio.</P><br />
<P>Entre as sugestões consta ainda a elaboração, até ao final de 2026, de uma portaria específica para a sobredotação e altas capacidades, inspirada no modelo da Madeira, que prevê equipas multidisciplinares especializadas para apoiar as escolas na avaliação, definição de estratégias e formação de docentes.</P><br />
<P>Segundo os subscritores, a atual revisão do diploma constitui uma oportunidade para ultrapassar uma lacuna identificada desde 2018, garantindo orientações mais claras para a identificação e acompanhamento de alunos sobredotados e reduzindo as diferenças de resposta entre estabelecimentos de ensino.</P><br />
<P>A consulta pública decorreu entre 30 de junho e 17 de julho, na sequência da proposta de revisão do Regime Jurídico da Educação Inclusiva, feita pelo Governo, que prevê maior participação das famílias e uma transição mais planeada para quando os jovens terminam a escola.</P></p>
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