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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Plataformas criadas após terramotos na Venezuela já ajudam a localizar centenas de pessoas. Mas há mais de 20 mil pessoas procuradas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As operações de busca e salvamento continuam a decorrer na Venezuela na sequência dos dois fortes sismos registados a 24 de junho, enquanto aumenta o número de pessoas dadas como desaparecidas nas zonas mais afetadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As operações de busca e salvamento continuam a decorrer na Venezuela na sequência dos dois fortes sismos registados a 24 de junho, enquanto aumenta o número de pessoas dadas como desaparecidas nas zonas mais afetadas. Para ajudar a localizar vítimas e reunir famílias separadas pela catástrofe, foram criadas plataformas digitais colaborativas que já acumulam cerca de 20 mil registos de pessoas procuradas ou encontradas.</p>
<p>Duas das principais iniciativas são as plataformas <a href="https://venezuelatebusca.com/" target="_blank" rel="noopener">“Venezuela Te Busca”</a> e <a href="https://desaparecidosterremotovenezuela.com/" target="_blank" rel="noopener">“Desaparecidos Terramoto Venezuela”</a>, criadas para centralizar informações sobre desaparecidos na sequência dos abalos sísmicos de magnitude 7,1 e 7,5 na escala de Richter. As ferramentas permitem que familiares e amigos comuniquem desaparecimentos, consultem registos existentes e atualizem informações sempre que uma pessoa é localizada.</p>
<p>Os números divulgados pelas plataformas revelam a dimensão da crise humanitária. Na página “Desaparecidos Terramoto Venezuela”, que já reúne cerca de 10 mil registos, mais de 500 pessoas foram encontradas. Já na plataforma “Venezuela Te Busca”, o número de reencontros ultrapassa as 300 pessoas, demonstrando a importância destas ferramentas num contexto em que milhares de famílias continuam sem notícias dos seus familiares.</p>
<p>Uma das iniciativas partiu da empreendedora digital Julia Alessandra Mariano, que desenvolveu a plataforma colaborativa “Venezuela Te Busca” durante os trabalhos de emergência desencadeados após os terramotos. O objetivo passa por criar um ponto único de consulta para facilitar a troca de informações entre familiares, equipas de socorro e cidadãos que procuram desaparecidos.</p>
<p>Em declarações ao jornal venezuelano El Diario, Julia Alessandra Mariano explicou que a adesão à plataforma superou todas as expectativas. Segundo a responsável, o elevado volume de acessos provocou várias interrupções temporárias no funcionamento do sistema. “O sistema entrou em colapso em várias ocasiões, mas encontra-se operacional”, afirmou.</p>
<p>A plataforma funciona como um registo colaborativo online onde qualquer utilizador pode comunicar o desaparecimento de uma pessoa, consultar relatórios já existentes e indicar quando alguém foi localizado. O mesmo objetivo é partilhado pela plataforma “Desaparecidos Terramoto Venezuela”, que também continua a receber novos registos à medida que avançam as operações de resgate.</p>
<p>A tragédia provocada pelos sismos deixou dezenas de mortos confirmados, milhares de edifícios destruídos ou danificados e um número ainda indeterminado de desaparecidos. À medida que as equipas de emergência avançam para zonas mais isoladas e continuam a remover destroços, as autoridades admitem que o balanço de vítimas poderá aumentar.</p>
<p>Entretanto, as autoridades portuguesas acompanham a situação devido à presença de uma significativa comunidade luso-descendente no país sul-americano. Os consulados-gerais de Portugal em Caracas e Valência disponibilizaram contactos de emergência para apoiar cidadãos portugueses afetados pela catástrofe ou que necessitem de assistência consular.</p>
<p>Numa comunicação divulgada nas redes sociais, o Consulado-Geral de Portugal em Caracas informou que está a acompanhar permanentemente a evolução da situação e permanece atento a quaisquer emergências que possam envolver cidadãos portugueses.</p>
<p>Para a região de Caracas, os pedidos urgentes podem ser comunicados através do número +58 414-466.53.50 ou do endereço eletrónico cgcaracas@mne.pt. Já para a área de Valência, está disponível o número +58 412-040.55.65 e o endereço de correio eletrónico valencia@mne.pt.</p>
<p>Enquanto prosseguem os esforços de resgate no terreno, as plataformas digitais de procura de desaparecidos tornaram-se uma das principais ferramentas de apoio às famílias, permitindo acelerar a identificação de sobreviventes e facilitar o reencontro de milhares de pessoas separadas pela maior tragédia sísmica que a Venezuela enfrenta nos últimos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781496]]></sapo:autor>
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		<title>“Criar um limite por zonas com base em números que não existem é arriscar errar na decisão”: TVDE em Lisboa abre nova frente polémica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[TVDE]]></category>
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					<description><![CDATA[APTAD – Associação Portuguesa de Transportadores em Automóveis Descaracterizados reagiu à decisão com uma posição clara: aceita o diagnóstico, mas rejeita a solução de limites por zonas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação da moção “Regular o TVDE” pela Câmara Municipal de Lisboa abriu uma nova frente no debate sobre o futuro dos veículos descaracterizados na capital. A proposta, apresentada pelo PCP e aprovada esta quarta-feira, defende que o Governo e a Assembleia da República avancem com regimes de contingentação territorial da atividade, atribuindo aos municípios competências próprias para limitar o número de viaturas TVDE a operar em cada território.</p>
<p>A APTAD – Associação Portuguesa de Transportadores em Automóveis Descaracterizados reagiu à decisão com uma posição clara: aceita o diagnóstico, mas rejeita a solução de limites por zonas. “Criar um limite por zonas com base em números que não existem é arriscar errar na decisão”, alerta a associação, num comunicado divulgado esta quinta-feira.</p>
<p>A associação começa por sublinhar que “valoriza e saúda a atenção dada ao setor do TVDE e aos problemas que hoje enfrenta”. Para a APTAD, o reconhecimento de que existem veículos a mais no mercado, com efeitos diretos na rentabilidade das empresas e nas condições de trabalho dos motoristas, é um diagnóstico que partilha e para o qual diz ter alertado “de forma pública e repetida, há vários anos”.</p>
<p>“Há, por isso, acordo no diagnóstico”, afirma a associação. A divergência está nas soluções propostas e, sobretudo, na ideia de limitar a atividade por zonas geográficas. Para a APTAD, este caminho pode reduzir o serviço, tornar a oferta mais rígida e criar desigualdades entre territórios.</p>
<p>A moção aprovada pela Câmara de Lisboa parte de um diagnóstico duro sobre o impacto dos TVDE na cidade. O texto defende que o crescimento “ilimitado” do setor tem acumulado problemas no funcionamento do transporte de passageiros, no congestionamento das vias urbanas, na utilização abusiva de espaços de circulação e estacionamento e na degradação das condições de trabalho dos motoristas.</p>
<p>No documento, o PCP sustenta que o problema deixou de ser apenas uma questão de mobilidade e passou a ser “um problema urbano”, com efeitos no ordenamento do território, na qualidade de vida, na circulação dos transportes coletivos e na sustentabilidade do setor do táxi. A moção defende, por isso, a criação de contingentes de base territorial, de escala municipal ou intermunicipal.</p>
<p>A APTAD contesta precisamente esse modelo. “O TVDE é, por lei e na prática, um serviço de âmbito nacional”, defende a associação. Segundo o comunicado, os números disponíveis sobre veículos inscritos, motoristas, viagens e taxa de ocupação são contabilizados a essa escala, e não por município ou zona da cidade.</p>
<p>“Não há dados separados que permitam saber, com rigor, quantos veículos a mais existem especificamente em Lisboa”, acrescenta a APTAD. É por isso que a associação considera arriscado criar limites territoriais com base em informação que diz não existir de forma autónoma para a capital.</p>
<p>A crítica vai além da falta de dados. Para a APTAD, uma contingentação por zonas aproximaria o TVDE do regime do táxi e apagaria a diferença entre os dois serviços. A associação entende que qualquer medida deste tipo “acaba por reduzir o serviço, tornar a oferta mais rígida e criar desigualdades entre territórios”.</p>
<p>Outro risco apontado é o chamado problema das fronteiras e do regresso vazio. A associação alerta que um veículo que transporte um cliente para fora da sua zona poderia ser obrigado a regressar sem passageiro. “No TVDE, que trabalha com preços variáveis e depende de manter os carros ocupados, esse custo é impossível de suportar”, sustenta.</p>
<p>A moção aprovada também critica o acordo de colaboração anunciado entre a Câmara Municipal de Lisboa e as plataformas Uber e Bolt, por considerar que esse entendimento não toca na questão central: limitar o número de veículos TVDE a operar na cidade. O acordo previa restrições territoriais, locais de paragem dedicados e metas de descarbonização da frota até 2030, mas, segundo a moção, fica aquém da resposta necessária.</p>
<p>A APTAD não rejeita a necessidade de limitar o excesso de veículos. Pelo contrário, afirma que “não é contra limitar o excesso de veículos” e que defende essa limitação. A diferença está no critério. Para a associação, a solução deve passar pela “taxa de ocupação de cada plataforma”, e não por fronteiras geográficas.</p>
<p>Segundo a APTAD, a taxa de ocupação é “um indicador simples, claro e fácil de medir”, capaz de mostrar quantos veículos a mais cada plataforma tem. A associação considera que este modelo atua “sobre a verdadeira causa do problema, sem os efeitos negativos da divisão por zonas”.</p>
<p>Além desta proposta, a associação defende uma medida local que considera capaz de produzir efeitos imediatos: a criação de um preço mínimo por viagem de TVDE ligado ao valor do bilhete de transporte público. “Há, no entanto, uma medida verdadeiramente local que pode ter resultados imediatos”, afirma o comunicado.</p>
<p>A proposta da APTAD é que as câmaras e as áreas metropolitanas passem a exigir que cada viagem de TVDE tenha “um preço mínimo igual a 2,5 vezes o valor do bilhete de transporte público”. Em Lisboa, esse mínimo seria de 4,75 euros por viagem, tendo por base o bilhete de 1,90 euros.</p>
<p>A associação justifica esta medida com o impacto dos preços baixos na concorrência com os transportes públicos. “O excesso de veículos faz baixar os preços de forma artificial, levando o TVDE a competir de forma direta e injusta com os transportes públicos”, sustenta a APTAD.</p>
<p>O comunicado destaca ainda que “cerca de 50% das viagens de TVDE são feitas com um só passageiro”. Para a associação, trata-se de uma utilização pouco eficiente, que ocupa espaço na via pública e agrava o trânsito que a própria moção pretende combater. Um preço mínimo ligado ao transporte público poderia, segundo a APTAD, desincentivar viagens individuais em percursos onde os transportes coletivos servem melhor a procura.</p>
<p>A discussão surge num momento politicamente sensível para o setor. A APTAD recorda que os projetos de lei apresentados pelos grupos parlamentares estão agora a ser discutidos na especialidade na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação. “É aí que se vai decidir o futuro da regulação do setor”, sublinha a associação.</p>
<p>A APTAD reafirma, por isso, a sua disponibilidade para participar no debate e defender uma regulação “assente em dados, tecnicamente sólida” e capaz de respeitar “a forma como o TVDE realmente funciona”.</p>
<p>O ponto de partida parece comum: há veículos a mais, pressão sobre empresas e motoristas e impactos na cidade. A divergência está no caminho. A moção aprovada em Lisboa quer abrir a porta a contingentes territoriais; a APTAD responde que o excesso deve ser travado pela taxa de ocupação das plataformas e por preços mínimos ligados ao transporte público, não por fronteiras dentro do serviço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781476]]></sapo:autor>
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		<title>Sonae celebra 40 anos de programa criado por Belmiro de Azevedo e vai recrutar 80 jovens talentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:00:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Sonae]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa Contacto, iniciativa de atração e desenvolvimento de talento jovem do grupo Sonae, assinalou 40 anos de existência com um encontro que reuniu mais de uma centena de jovens talentos e quadros de liderança, no âmbito do Dia Contacto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Contacto, iniciativa de atração e desenvolvimento de talento jovem do grupo Sonae, assinalou 40 anos de existência com um encontro que reuniu mais de uma centena de jovens talentos e quadros de liderança, no âmbito do Dia Contacto.</p>
<p>Este ano, o programa vai integrar cerca de 80 jovens de elevado potencial, que iniciarão em setembro o seu percurso profissional nas várias empresas do grupo, através de experiências em diferentes áreas de negócio e projetos multidisciplinares.</p>
<p>A CEO da Sonae, Cláudia Azevedo, sublinhou a importância das novas gerações para a evolução da organização. “O Programa Contacto é uma das ferramentas mais poderosas de renovação da Sonae. Não podemos ter uma visão estagnada do mundo e é cada vez mais importante compreendermos o que cada geração pode trazer”, afirmou, destacando o contributo dos jovens para desafiar a forma como o grupo pensa e atua.</p>
<p>Criado em 1986 por iniciativa de Belmiro de Azevedo, o Programa Contacto tornou-se uma das principais portas de entrada para jovens talentos no grupo, tendo já proporcionado oportunidades a cerca de dois mil participantes ao longo de quatro décadas. Muitos deles viriam a construir carreiras dentro da própria Sonae e em posições de liderança no mercado.</p>
<p>O programa distingue-se por um modelo de desenvolvimento que combina desafios reais, formação contínua, mentoria, networking e contacto direto com líderes das várias áreas do grupo. Este ano, a iniciativa reforça também a dimensão internacional, acompanhando a expansão global das empresas do ecossistema Sonae.</p>
<p>Entre as empresas envolvidas estão a MC, Worten, Sierra, Musti, BrightPixel, Sparkfood, Universo, Sonae Arauco, SC Investments e The Editory Hotels, entre outras unidades do grupo.</p>
<p>O processo de seleção incluiu várias etapas, desde candidaturas online até vídeo pitches, assessment days no Porto e em Lisboa e momentos de networking com líderes e equipas de recursos humanos. O modelo termina com entrevistas finais e uma fase de matching entre candidatos e necessidades das empresas.</p>
<p>Sob o mote “Own your journey”, o programa continua a apostar numa abordagem centrada nas competências, valorizando não apenas o percurso académico, mas também o potencial de aprendizagem, o pensamento analítico, a curiosidade e a capacidade de colaboração.</p>
<p>Os jovens selecionados iniciam funções em setembro de 2026 e terão acesso a um percurso estruturado de formação e acompanhamento, com o objetivo de acelerar a integração e potenciar a criação de soluções e projetos dentro do grupo.</p>
<p>Ao longo dos seus 40 anos, o Programa Contacto tornou-se uma referência nacional e internacional na área da gestão de talento, tendo sido distinguido em prémios como os HRO Today Awards EMEA e reconhecido pela Gartner pelas suas boas práticas na experiência do candidato.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781490]]></sapo:autor>
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		<title>Vai de férias? 6 erros que deve evitar para não gastar mais do que o previsto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Dr. Finanças]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Planear bem as férias não elimina os imprevistos, mas pode reduzir significativamente o seu impacto financeiro. Descubra quais são os erros mais comuns no planeamento das férias e o que pode fazer para aproveitar este período com toda a tranquilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As férias de verão estão aí e a forma como planeia este momento tão aguardado pode ter impacto não só no seu orçamento, mas também na forma como poderá lidar com eventuais imprevistos.</p>
<p>Fazer reservas de última hora, não verificar as condições de cancelamento, subestimar o custo real da viagem ou assumir que o seguro cobre qualquer situação podem parecer meros detalhes, mas são erros que podem sair caro. A boa notícia é que muitos deles podem ser evitados com um pouco de planeamento. Antes de partir, descubra quais são os erros mais comuns na preparação das férias e o que pode fazer para os prevenir.</p>
<p><strong>1. Reservar tudo à última hora</strong></p>
<p>Esperar por promoções de última hora é uma tática que nem sempre resulta. Embora possam existir oportunidades pontuais, deixar a marcação de voos, alojamento ou transporte para os dias que antecedem a viagem acaba por reduzir as opções disponíveis e, em muitos casos, aumenta os custos totais.</p>
<p>Reservar com antecedência permite não só comparar preços com mais calma, como também beneficiar de campanhas promocionais e distribuir os gastos ao longo de vários meses. Além disso, terá mais flexibilidade para escolher datas, horários e alojamentos que se ajustem ao seu orçamento.</p>
<p>Se já sabe que pretende viajar durante as férias de verão ou noutra época de elevada procura, começar a planear a viagem com alguns meses de antecedência pode valer-lhe uma poupança significativa.</p>
<p><strong>2. Escolher a opção mais barata sem analisar as condições</strong></p>
<p>Quando se procura reduzir custos, é natural privilegiar as ofertas mais económicas. No entanto, focar-se apenas no preço pode ser um erro. Um voo aparentemente barato pode incluir custos adicionais com bagagem, escolha de lugares ou alterações de reserva. O mesmo acontece com alguns alojamentos, que podem cobrar taxas adicionais ou aplicar regras mais restritivas em caso de cancelamento.</p>
<p>Assim, antes de concluir uma reserva, é muito importante que verifique aspetos como:</p>
<p>&#8211; Condições de cancelamento e reembolso;</p>
<p>&#8211; Custos associados à bagagem;</p>
<p>&#8211; Taxas adicionais não incluídas no preço apresentado;</p>
<p>&#8211; Possibilidade de alterar datas sem penalizações elevadas.</p>
<p>Ter alguma flexibilidade pode ser particularmente importante quando a viagem é marcada com vários meses de antecedência. Caso surja um imprevisto, poder cancelar ou alterar a sua reserva sem grandes penalizações pode protegê-lo de prejuízos indesejados.</p>
<p><strong>3. Fazer contas apenas ao custo da viagem</strong></p>
<p>Muitas pessoas planeiam as férias somente com base no preço da viagem e/ou do alojamento, esquecendo-se de todas as despesas que surgem durante a estadia. Alimentação, combustível ou transportes locais, visitas, atividades de lazer e pequenas despesas como cafés, snacks ou souvenirs podem representar uma parte significativa do orçamento.</p>
<p>Por isso, antes de viajar, procure fazer uma estimativa realista dos gastos totais. Uma forma simples de o fazer passa por criar um orçamento, atribuindo um valor máximo a cada categoria de despesa. Já nas férias, pode ir registando os gastos que for fazendo. Desta forma, consegue perceber se se mantém dentro do orçamento previsto e corrigir eventuais desvios.</p>
<p><strong>4. Viajar sem uma margem financeira para imprevistos</strong></p>
<p>Mesmo quando tudo parece cuidadosamente planeado, podem surgir situações inesperadas. Uma avaria no carro, um atraso no voo, uma despesa médica ou a necessidade de prolongar a estadia por mais um dia são exemplos de acontecimentos que podem gerar custos adicionais.</p>
<p>Por esse motivo, é aconselhável reservar uma pequena almofada financeira para emergências. Idealmente, este montante deve estar separado do orçamento previsto para as férias e ser utilizado apenas quando necessário. Ao criar esta margem de segurança, reduz a probabilidade de recorrer ao cartão de crédito ou a outras formas de financiamento para suportar despesas inesperadas.</p>
<p><strong>5. Desconhecer os custos associados aos meios de pagamento</strong></p>
<p>Os meios de pagamento são um aspeto frequentemente negligenciado durante a preparação das férias. Mas, quando viaja para o estrangeiro, conhecer as condições de utilização dos seus cartões é particularmente importante.</p>
<p>Dependendo do destino, poderá ter de suportar custos com levantamentos, pagamentos ou conversão cambial. Estas despesas tendem a ser mais avultadas quando viaja para países fora da Zona Euro.</p>
<p>Assim, antes de partir, confirme:</p>
<p>&#8211; Os custos de levantamentos; &#8211; As comissões bancárias aplicáveis ao seu cartão pela utilização no estrangeiro;</p>
<p>&#8211; As regras de conversão de moeda;</p>
<p>&#8211; Os limites diários de utilização;</p>
<p>&#8211; A validade dos cartões.</p>
<p><strong>6. Não verificar as condições e exclusões do seguro de viagem</strong></p>
<p>Contratar um seguro de viagem pode garantir uma proteção importante contra um sem número de imprevistos. No entanto, um dos erros mais comuns dos viajantes consiste em não verificar as condições da apólice para saberem, ao certo, o que está efetivamente coberto. Esta verificação é importante porque as apólices incluem limites, exclusões e condições específicas que variam de seguradora para seguradora.</p>
<p>Dependendo do contrato, podem existir restrições relacionadas com:</p>
<p>&#8211; Doenças preexistentes;</p>
<p>&#8211; Determinadas atividades desportivas;</p>
<p>&#8211; Cancelamentos por motivos específicos; &#8211; Destinos considerados de risco;</p>
<p>&#8211; Limites máximos de indemnização.</p>
<p>Por isso, antes de viajar, leia atentamente as condições do seguro e confirme se as coberturas são adequadas ao destino e ao tipo de férias que pretende realizar.</p>
<p>Outra dica importante: antes de contratar o seguro de viagem, verifique se, entre os seus outros seguros ou até por via do cartão de crédito, já tem proteção para situações como assistência em viagem, despesas médicas, repatriamento ou cancelamento da viagem. Dessa forma, evitará duplicar coberturas.</p>
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		<item>
		<title>Ucrânia: PM polaco pede respeito pela História para acabar com tensão entre Gdansk e Kiev</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, apelou hoje para que polacos e ucranianos construam o seu futuro comum com base na verdade e no respeito mútuo, de forma a pôr fim às tensões entre os dois países em relação à memória da II Guerra Mundial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, apelou hoje para que polacos e ucranianos construam o seu futuro comum com base na verdade e no respeito mútuo, de forma a pôr fim às tensões entre os dois países em relação à memória da II Guerra Mundial.</p>
<p>&#8220;Lembrai-vos, todos vós, sem exceção, (&#8230;) na Polónia, (&#8230;) na Ucrânia e entre os nossos amigos na Europa: só podemos construir o futuro sobre a verdade, o respeito mútuo e a compreensão da História&#8221;, afirmou Tusk na abertura da conferência anual para a reconstrução da Ucrânia, que teve hoje início em Gdansk, na Polónia, sem a presença do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>A primeira-ministra ucraniana, Yulia Svyrydenko, enviada à conferência para substituir Zelensky, cuja presença era esperada antes dos recentes atritos diplomáticos, elogiou o desejo do povo polaco de &#8220;construir um futuro comum&#8221;.</p>
<p>As relações diplomáticas entre a Ucrânia e a Polónia têm estado muito tensas desde que Zelensky batizou uma unidade das forças especiais do exército ucraniano com o nome de &#8220;Heróis do Exército Insurgente Ucraniano&#8221; (UPA).</p>
<p>O UPA foi um movimento da época da II Guerra Mundial (1939-1945) que lutou contra diversas frentes que ocupavam ou ameaçavam o território ucraniano, incluindo a Alemanha nazi, embora alguns elementos tenham tido uma cooperação tática inicial com os nazis.</p>
<p>Este movimento entrou em confrontos violentos com o Estado Subterrâneo Polaco (a resistência clandestina que operou na Polónia ocupada pelos nazis e soviéticos), tendo sido responsável pelos massacres de polacos na Volínia e na Galiza Oriental (regiões que hoje pertencem à Ucrânia), oficialmente reconhecidos pela Polónia como genocídio.</p>
<p>Em retaliação, o Presidente polaco, Karol Nawrocki, retirou a Zelensky a prestigiada Ordem da Águia Branca, que lhe tinha sido concedida em 2023 e, em solidariedade, vários responsáveis ucranianos, como o ministro dos Negócios Estrangeiros Andrii Sybiha, anunciaram a devolução das suas próprias condecorações polacas.</p>
<p>Em maio, Nawrocki tinha criticado a Ucrânia pelo repatriamento dos restos mortais do histórico líder ultranacionalista e colaborador nazi Andriy Melnik, pondo em causa as aspirações de Kiev à entrada na União Europeia.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, o Presidente Zelensky demonstrou que a Ucrânia tem uma mentalidade de glorificação de bandidos e assassinos do Exército Insurgente Ucraniano e não está pronta para fazer parte da família europeia&#8221;, disse Nawrocki na altura, defendendo que &#8220;não há lugar na família europeia para bandidos e assassinos que mataram mulheres e crianças, que assassinaram polacos&#8221;.</p>
<p>A Conferência sobre a Reconstrução da Ucrânia reúne anualmente governos, instituições financeiras e setor privado para mobilizar apoio político e económico para a estabilização e recuperação do país em guerra com a Rússia.</p>
<p>Zelensky participou e liderou as Conferências sobre a Reconstrução da Ucrânia que se realizaram em Berlim e Roma nos últimos dois anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781491]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses procuram cada vez mais casas abaixo dos 308 mil euros e mudam foco para novos concelhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A procura por habitação em Portugal continua a crescer de forma expressiva, mas os compradores estão cada vez mais atentos à acessibilidade dos preços e a direcionar as pesquisas para concelhos onde os valores procurados permanecem abaixo da média nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procura por habitação em Portugal continua a crescer de forma expressiva, mas os compradores estão cada vez mais atentos à acessibilidade dos preços e a direcionar as pesquisas para concelhos onde os valores procurados permanecem abaixo da média nacional. A conclusão resulta de uma análise divulgada pelo Imovirtual, que revela uma mudança gradual no comportamento dos utilizadores, com maior interesse por mercados situados fora dos principais centros urbanos.</p>
<p>De acordo com os dados do portal imobiliário, a procura nacional por apartamentos e moradias para compra aumentou 147% nos últimos três meses em comparação com o mesmo período do ano anterior. O número de pesquisas passou de cerca de 170 mil para 422 mil. Em simultâneo, o preço médio procurado pelos utilizadores subiu 14,2%, passando de 270.198 euros para 308.488 euros.</p>
<p>Segundo o comunicado do Imovirtual, é precisamente nos concelhos onde o preço médio procurado se mantém abaixo dos 308.488 euros que se observam alguns dos maiores aumentos de procura. Entre os mercados que mais cresceram destaca-se Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, que registou uma subida de 438% nas pesquisas. Neste concelho, o preço médio procurado situa-se nos 164.824 euros, valor cerca de 46,6% inferior à média nacional.</p>
<p>Também os Açores surgem entre os territórios com maior crescimento, apresentando uma subida de 432% nas pesquisas e um preço médio procurado de 290.714 euros, cerca de 5,8% abaixo da média nacional. Seguem-se Valença, com um crescimento de 356% e um preço médio procurado de 203.716 euros, e Paços de Ferreira, onde as pesquisas aumentaram 292%, para um valor médio procurado de 281.417 euros. Castelo de Paiva integra igualmente este grupo, com uma subida de 284% e um preço médio de 252.602 euros, aproximadamente 18% abaixo da média nacional.</p>
<p>Citada no comunicado, Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual, considera que o mercado está a revelar uma procura mais estratégica. Segundo a responsável, “a procura por casa continua muito ativa, mas também mais orientada por critérios de acessibilidade”. Acrescenta ainda que, numa altura em que o preço médio procurado a nível nacional já ultrapassa os 308 mil euros, os concelhos onde os compradores pesquisam imóveis abaixo desse valor estão a ganhar importância, demonstrando que muitas famílias procuram “maior equilíbrio entre preço, espaço e localização”.</p>
<p>A análise identifica igualmente vários concelhos que combinam crescimento elevado com um volume significativo de pesquisas. Guimarães destaca-se com 6.405 pesquisas, um aumento de 248% e um preço médio procurado de 255.856 euros, cerca de 17% abaixo da média nacional. Já Viana do Castelo registou 3.339 pesquisas, um crescimento de 236% e um valor médio procurado de 267.976 euros, aproximadamente 13% abaixo da referência nacional.</p>
<p>Na Área Metropolitana do Porto e zonas envolventes, Matosinhos mantém um forte dinamismo, contabilizando 12.618 pesquisas e uma subida de 222%. Apesar da elevada procura, o preço médio procurado situa-se nos 299.696 euros, permanecendo 2,9% abaixo da média nacional. Penafiel e Santo Tirso também registaram crescimentos superiores a 220%, com preços médios procurados de 285.244 euros e 281.349 euros, respetivamente.</p>
<p>Os dados revelam ainda que a procura abaixo da média nacional está fortemente associada a habitações familiares de maior dimensão. Em 15 dos 20 concelhos analisados pelo Imovirtual, a tipologia mais procurada é a moradia T4, um indicador de que muitos compradores estão a procurar mais espaço sem ultrapassar determinados limites orçamentais.</p>
<p>O interior do país continua igualmente a captar interesse de quem procura preços mais competitivos. Concelhos como Fornos de Algodres, Gavião e Figueiró dos Vinhos apresentam preços médios procurados entre cerca de 104 mil e 156 mil euros, valores que ficam entre 50% e 66% abaixo da média nacional registada no período analisado.</p>
<p>No conjunto, os dados do Imovirtual apontam para um mercado imobiliário em forte crescimento, mas também para uma mudança clara nas prioridades dos compradores. A procura continua intensa, porém cada vez mais orientada para concelhos onde seja possível encontrar um melhor equilíbrio entre orçamento disponível, espaço habitacional e localização, numa altura em que o acesso à habitação permanece um dos maiores desafios para muitas famílias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781464]]></sapo:autor>
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		<title>CTT levam inovação portuguesa ao palco internacional e são distinguidos com quatro galardões em Atenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CTT]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[prémio]]></category>
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					<description><![CDATA[Os CTT – Correios de Portugal foram distinguidos com quatro prémios nos World Post &#038; Parcel Awards, uma das mais relevantes competições internacionais do setor, reforçando a posição da empresa no processo de transformação e adaptação a um mercado logístico em rápida evolução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os CTT – Correios de Portugal foram distinguidos com quatro prémios nos World Post &amp; Parcel Awards, uma das mais relevantes competições internacionais do setor, reforçando a posição da empresa no processo de transformação e adaptação a um mercado logístico em rápida evolução.</p>
<p>“Estes quatro prémios reconhecem uma transformação profunda dos CTT, que vai para além da reinvenção do modelo de negócio e assenta, também, na nossa capacidade de inovar e de integrar tecnologia para nos diferenciarmos na última milha e tornarmos a rede física e digital mais integrada e acessível. É o talento das nossas equipas que sustenta esta evolução e que afirma os CTT, em Portugal e internacionalmente, como um operador logístico de referência”, destacou o CEO dos CTT, Guy Pacheco, na respetiva cerimónia que decorreu em Atenas, na Grécia.</p>
<p>Entre os projetos premiados está a Rede de Entrega de Dupla Velocidade (DSD), vencedora na categoria de Melhor Solução Alternativa de Entrega. O modelo introduz uma lógica de níveis de serviço diferenciados, ajustados à urgência das encomendas, permitindo maior eficiência operacional através da otimização de rotas e da gestão mais flexível da capacidade de distribuição.</p>
<p>Na categoria de Melhor Estratégia de Inovação, foi distinguido o projeto Galaxy, que visa transformar a rede de retalho dos CTT num ecossistema digital integrado, mais fluido e centrado numa experiência omnicanal. Já o prémio de Melhor Solução Tecnológica foi atribuído ao Ecossistema Self-Service, uma plataforma disponível 24 horas por dia que evoluiu de um sistema de cacifos para uma rede urbana multifuncional, com serviços que vão da recolha e devolução de encomendas ao armazenamento refrigerado e serviços digitais.</p>
<p>A empresa recebeu ainda o galardão de Evolução Postal, que reconhece a sua capacidade de reinvenção ao longo do tempo, conciliando a sua história com uma estratégia contínua de inovação e modernização.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781472]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Entrámos na era da empresa agêntica&#8221; onde a IA está nas operações diárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A responsável ('country manager') da Google Cloud em Portugal, Sofia Marta, afirmou hoje que se entrou na era da empresa agêntica, onde a inteligência artificial (IA) está integrada nas operações diárias, acelerando a transformação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A responsável (&#8216;country manager&#8217;) da Google Cloud em Portugal, Sofia Marta, afirmou hoje que se entrou na era da empresa agêntica, onde a inteligência artificial (IA) está integrada nas operações diárias, acelerando a transformação.</p>
<p>&#8220;As organizações portuguesas já não estão apenas a explorar a IA, estão a construir com ela a uma escala sem precedentes&#8221;, disse a responsável, citada em comunicado, no dia em que decorre o evento Google Cloud AI Live Lisboa.</p>
<p>&#8220;Entrámos na era da empresa agêntica, onde a IA se integra perfeitamente no tecido das operações diárias&#8221;, referiu a responsável, adiantando que a tecnológica se reuniu hoje em Lisboa com os inovadores locais &#8220;que lideram esta mudança&#8221;.</p>
<p>Por exemplo, a Sonae MC fez uma parceria com a Google Cloud para desenvolver um Centro de Operações de Segurança (SOC) resiliente e de próxima geração, potenciado pelo Google SecOps e Gemini AI.</p>
<p>&#8220;Esta transição automatiza a deteção de ameaças, capacitando os analistas e troca o trabalho manual por investigações de segurança proativas e de alto valor&#8221;, explica a Google.</p>
<p>Já a NOS &#8220;está a colaborar com a Google Cloud para se transformar num líder de telecomunicações ágil e focado em dados (&#8216;data-first&#8217;), através da implementação de uma estrutura abrangente de &#8216;data mesh'&#8221;, e a Farfetch &#8220;está a evoluir a sua parceria com a Google Cloud para ser pioneira na aplicação prática de inteligência artificial avançada no setor global do retalho de luxo&#8221;, adianta a Google.</p>
<p>A Caixa Geral de Depósitos (CGD), por sua vez, está a usar a Google Cloud &#8220;para acelerar a sua transformação digital, tirando partido de capacidades de &#8216;cloud&#8217;, dados e inteligência artificial para exponenciar a eficiência operacional e reimaginar a experiência dos clientes&#8221;, segundo a tecnológica.</p>
<p>Entretanto, a Google Cloud anunciou recentemente novas funcionalidades de IA generativa para o Google Workspace, com suporte para a língua portuguesa como o Gemini 3.5 Live Translate no Google Meet.</p>
<p>Ou seja, &#8220;o Google Meet está a começar a disponibilizar o Gemini 3.5 Live Translate, o nosso mais recente modelo de áudio para tradução em tempo real de voz para voz&#8221;, suportando 70 idiomas, entre os quais o português.</p>
<p>&#8220;Todo o áudio gerado inclui uma marca de água com a tecnologia impercetível SynthID da Google para garantir que o conteúdo gerado por IA permaneça detetável. A partir deste mês, esta funcionalidade começa a ser disponibilizada em versão de avaliação privada (&#8216;private preview&#8217;) para clientes empresariais selecionados do Google Workspace&#8221;, adianta a tecnológica.</p>
<p>A Google também está a apostar na criação de vídeo de próxima geração com o Google Vids, que &#8220;está a introduzir novas capacidades criativas, incluindo avatares de IA de alta qualidade disponíveis e sem custos, potenciados pelo Nano Banana 2&#8221;.</p>
<p>A Google Cloud está a apoiar a capacitação em Portugal, tendo várias iniciativas, entre as quais, em parceria com a Católica-Lisbon SBE e a Kellogg School of Management, o programa &#8216;Shaping Tomorrow&#8217;, que proporciona imersão de executivos portugueses de cargos de liderança (C-level) no ecossistema de inovação de Silicon Valley, para os ajudar a liderar a transformação baseada em IA nas suas indústrias, e o &#8216;Impulso AI&#8217;, desenvolvido com a APDC.</p>
<p>Para preparar a próxima geração, &#8220;a Google.org atribuiu um financiamento de um milhão de dólares para proporcionar formação em competências avançadas de IA a mais de 7.000 estudantes universitários em todo o país&#8221;.</p>
<p>Também está a estabelecer uma parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL), para garantir que os futuros médicos estão preparados para tirar partido da IA.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781471]]></sapo:autor>
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		<title>Europa deve estar preparada para mais casos importados de ébola mesmo que risco seja &#8220;baixíssimo&#8221;, alerta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A confirmação do primeiro caso de ébola em território europeu está a levar as autoridades de saúde a reforçar a vigilância, embora os especialistas sublinhem que o risco de propagação na Europa permanece extremamente reduzido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A confirmação do primeiro caso de ébola em território europeu está a levar as autoridades de saúde a reforçar a vigilância, embora os especialistas sublinhem que o risco de propagação na Europa permanece extremamente reduzido. O caso foi identificado em França e envolve um médico humanitário que regressou da República Democrática do Congo, onde decorre desde maio um surto da variante Bundibugyo do vírus do ébola. O profissional de saúde foi colocado em isolamento numa unidade especializada e encontra-se estável.</p>
<p>Em declarações à <a href="https://www.sabado.pt/ciencia---saude/detalhe/caso-de-ebola-em-franca-paises-europeus-devem-estar-preparados-mas-risco-baixissimo" target="_blank" rel="noopener">revista Sábado</a>, a infecciologista Margarida Tavares considerou que o risco para a Europa é “baixíssimo”, recordando que esta não é a primeira vez que profissionais envolvidos em missões humanitárias são transferidos do Congo para países como Estados Unidos, Espanha ou Alemanha após infeção. Segundo a especialista, a transmissão nestes contextos é rara e a mortalidade entre profissionais evacuados é significativamente inferior à observada nas regiões afetadas pelo surto. As autoridades francesas iniciaram igualmente uma investigação para identificar eventuais contactos de risco, embora tenham assegurado que não existe motivo para alarme entre a população.</p>
<p>A especialista explicou que a variante Bundibugyo apresenta um período de incubação que pode variar entre dois e 21 dias e destacou que, de acordo com a evidência científica disponível, não existe transmissão da doença antes do aparecimento dos sintomas. Margarida Tavares atribui a rápida disseminação observada no Congo a fatores específicos daquela região, incluindo a demora na identificação inicial do surto, a escassez de equipamentos de proteção individual e determinados rituais fúnebres que envolvem contacto direto com pessoas falecidas, numa fase de elevada capacidade de transmissão do vírus. Para a médica, os países europeus devem manter sistemas de vigilância preparados, identificar profissionais que regressam de zonas afetadas e garantir que hospitais e equipas de saúde dispõem dos meios necessários para responder a eventuais casos importados.</p>
<p>Nos casos confirmados, os doentes devem permanecer isolados durante 21 dias sob acompanhamento especializado e com recurso a equipamentos de proteção adequados. Embora não existam vacinas ou medicamentos específicos dirigidos à variante em causa, a infecciologista sublinha que há tratamentos de suporte capazes de melhorar significativamente o prognóstico dos pacientes. O acompanhamento médico centra-se no controlo dos sintomas e na proteção de funções vitais, numa doença que pode evoluir de sintomas iniciais, como dores musculares e de cabeça, para vómitos, diarreia, desidratação grave e, nos casos mais severos, hemorragias internas e externas. A identificação e monitorização dos contactos de risco é igualmente considerada essencial para evitar novas cadeias de transmissão.</p>
<p>Entretanto, a situação epidemiológica continua a agravar-se na República Democrática do Congo. Segundo os dados mais recentes da Organização Mundial de Saúde, a variante Bundibugyo já provocou 1.048 infeções e 267 mortes, tendo sido registadas 112 recuperações. A província de Ituri concentra a maioria dos casos. A OMS associa a rápida propagação ao contexto humanitário e de conflito vivido na região, marcado por dificuldades de acesso a cuidados de saúde, água potável, alimentação e proteção básica. Também o Uganda registou infeções associadas ao surto, contabilizando até agora 20 casos e duas mortes. O ébola é uma febre hemorrágica grave, com uma taxa de mortalidade que pode variar entre 25% e 90%, sendo transmitido através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados, bem como por superfícies e objetos contaminados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781434]]></sapo:autor>
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		<title>Chega acelera &#8216;Lei da Burca&#8217; e quer aprovação final antes das férias parlamentares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[burca]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega pretende acelerar a tramitação parlamentar da proposta que visa proibir a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designada como “Lei da Burca”, com o objetivo de garantir a sua aprovação final antes da interrupção dos trabalhos parlamentares para as férias de verão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega pretende acelerar a tramitação parlamentar da proposta que visa proibir a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designada como “Lei da Burca”, com o objetivo de garantir a sua aprovação final antes da interrupção dos trabalhos parlamentares para as férias de verão. A iniciativa, aprovada na generalidade em outubro passado, esteve vários meses sem avanços na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, mas o partido solicitou agora o agendamento da discussão e votação na especialidade.</p>
<p>Segundo informações avançadas <a href="https://expresso.pt/parlamento/2026-06-24-lei-da-burca-chega-pede-agendamento-e-quer-aprovacao-final-antes-das-ferias-parlamentares-4a1ad495" target="_blank" rel="noopener">pelo Expresso</a>, o pedido foi apresentado na reunião de mesa e coordenadores da comissão parlamentar competente, procurando viabilizar a conclusão do processo legislativo ainda durante a atual sessão. A presidente da comissão, Paula Cardoso, deputada do PSD, admitiu que o tema possa ser discutido já na próxima semana, embora o calendário dependa da eventual realização de audições, da apresentação de propostas de alteração ou de pedidos de adiamento por parte dos grupos parlamentares.</p>
<p>A responsável explicou que, caso não sejam requeridas audições nem introduzidas alterações ao texto, a proposta poderá mesmo seguir diretamente para votação. Já fonte do grupo parlamentar do Chega não esclareceu se o partido pretende ouvir entidades externas durante esta fase do processo. A proximidade do encerramento dos trabalhos parlamentares, previsto para daqui a cerca de duas semanas, sugere, contudo, uma tentativa de encurtar os prazos e acelerar a aprovação de uma das iniciativas mais controversas da legislatura.</p>
<p>A proposta foi aprovada na generalidade a 17 de outubro com os votos favoráveis de PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS. PAN e JPP optaram pela abstenção, enquanto PS, Livre, PCP e Bloco de Esquerda votaram contra. Além da oposição dos partidos à esquerda, a iniciativa recebeu pareceres negativos de várias entidades, incluindo o Ministério Público, o Conselho Superior do Ministério Público, a Ordem dos Advogados e a Associação de Mulheres Juristas. Estas instituições alertaram para potenciais conflitos com direitos e garantias constitucionalmente protegidos, nomeadamente a liberdade religiosa, a liberdade de culto, o direito à identidade pessoal e a proibição da discriminação, além de levantarem dúvidas sobre a proporcionalidade e eventual arbitrariedade das coimas previstas na proposta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781439]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: O que está por trás do regresso da inflação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:55:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[explicador]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os mercados financeiros atravessam um período marcado por forças contraditórias, com o entusiasmo em torno da inteligência artificial (IA) a impulsionar os ativos de risco, enquanto as tensões geopolíticas e energéticas continuam a alimentar pressões inflacionistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados financeiros atravessam um período marcado por forças contraditórias, com o entusiasmo em torno da inteligência artificial (IA) a impulsionar os ativos de risco, enquanto as tensões geopolíticas e energéticas continuam a alimentar pressões inflacionistas.</p>
<p>A análise é de Mauro Ratto, cofundador e co-diretor de investimentos da Plenisfer Investments, que alerta para o risco de os mercados estarem a subavaliar um cenário de estagflação mais persistente.</p>
<p>No início de 2026, o consenso dos investidores apontava para uma desaceleração da inflação, cortes nas taxas de juro e um contexto favorável para o mercado obrigacionista. No entanto, a evolução dos últimos meses contrariou essas expectativas. Por um lado, o investimento em inteligência artificial continua a sustentar a valorização dos mercados e a reforçar a narrativa de excecionalismo da economia norte-americana. Por outro, as tensões geopolíticas e os novos desafios energéticos mantêm os riscos inflacionistas elevados e aumentam a probabilidade de as taxas de juro permanecerem altas durante mais tempo.</p>
<p>A Plenisfer Investments destaca ainda sinais de enfraquecimento nos motores tradicionais do crescimento global. Apesar da resiliência demonstrada pelos Estados Unidos, esta continua dependente da capacidade do país para atrair capital internacional, sustentando simultaneamente o estatuto privilegiado do dólar e as elevadas valorizações dos ativos financeiros. Contudo, segundo Mauro Ratto, os investidores começam a questionar se esta posição poderá ser mantida indefinidamente, abrindo espaço para um sistema monetário mais multipolar.</p>
<p>Neste contexto, o especialista considera que os investidores em rendimento fixo devem adotar uma abordagem mais flexível, tanto em termos de duração das carteiras como de exposição geográfica e cambial. Em vez de seguirem alocações tradicionais de referência, desenhadas para um regime económico diferente, os investidores deverão procurar novas fontes de diversificação.</p>
<p>Embora o dólar deva continuar a desempenhar um papel central no sistema financeiro global nos próximos anos, a sua função como ativo-refúgio tende a tornar-se mais seletiva. Paralelamente, os mercados emergentes mostram-se menos dependentes do financiamento em dólares do que em ciclos anteriores. Para a Plenisfer Investments, oportunidades em dívida em moeda local, segmentos menos explorados do universo soberano e ativos reais capazes de preservar o poder de compra poderão contribuir para a construção de carteiras mais resilientes num cenário de maior incerteza.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781435]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Agente da PSP acusado de integrar grupo neonazi tinha bomba para drone e explosivos militares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/agente-da-psp-acusado-de-integrar-grupo-neonazi-tinha-bomba-para-drone-e-explosivos-militares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O engenho, produzido com recurso a impressão 3D, incluía um fulminante ativo, carga explosiva e metralha esférica incorporada num polímero destinado a aumentar o potencial destrutivo da explosão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agente da PSP acusado de desempenhar um papel central no Movimento Armilar Lusitano (MAL), organização descrita pelas autoridades como neonazi, fascista e racista, possuía uma munição artesanal concebida para ser lançada manualmente ou através de um drone, segundo a acusação do Ministério Público. O engenho, produzido com recurso a impressão 3D, incluía um fulminante ativo, carga explosiva e metralha esférica incorporada num polímero destinado a aumentar o potencial destrutivo da explosão. De acordo com a investigação, o dispositivo poderia projetar fragmentos até cerca de 25 metros, produzindo efeitos particularmente devastadores num raio mais próximo do ponto de impacto.</p>
<p>Segundo informações avançadas pelo <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/policia-de-grupo-nazi-tinha-bomba-para-drone-com-metralha" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, nas buscas realizadas à residência de Bruno Gonçalves foram ainda encontrados diversos explosivos de origem militar, cuja proveniência não é esclarecida na acusação, bem como armas produzidas em impressoras 3D. Entre os objetos apreendidos estavam soqueiras, facas e pistolas alegadamente fabricadas pelo arguido e distribuídas a outros elementos do grupo. A investigação refere também um interesse significativo no desenvolvimento de drones com capacidade para transportar e largar granadas, uma tática amplamente utilizada em cenários de guerra modernos.</p>
<p>A relevância deste arsenal ganhou maior dimensão após as autoridades terem identificado alegadas conversas internas do MAL sobre potenciais alvos. Entre os nomes mencionados encontravam-se o primeiro-ministro, Luís Montenegro, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e o ex-Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa. A acusação refere igualmente mensagens em que membros do grupo discutiam hipotéticos ataques com drones, granadas e outros meios violentos contra figuras públicas, jornalistas, partidos políticos e instituições. As autoridades identificaram ainda referências a agressões contra comunidades ciganas, ao envio de cocktails molotov e a cenários de violência urbana.</p>
<p>A investigação revela também que o grupo terá ponderado esconder drones e outros equipamentos em zonas florestais, nomeadamente na mata de Monsanto, em Lisboa, e na Serra da Arrábida, locais onde alegadamente pretendiam armazenar mantimentos e realizar atividades de preparação e treino. Entre os planos analisados pelo Ministério Público consta ainda a intenção de gerar alarme durante as comemorações do 25 de Abril de 2024, incluindo a hipótese de enviar uma mensagem ameaçadora a um órgão de comunicação social sugerindo a possibilidade de um atentado durante uma das manifestações previstas para essa data. Apesar dessas discussões, os elementos do MAL acabariam por participar numa manifestação contra os 50 anos do 25 de Abril organizada pelo ex-juiz Rui Fonseca e Castro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781427]]></sapo:autor>
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		<title>Tarifas: Conselho da UE dá aval final ao acordo com os Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho da União Europeia (UE) deu hoje 'luz verde' ao acordo entre o bloco e os Estados Unidos (EUA) sobre tarifas alfandegárias, que entra em vigor após assinatura e publicação no Jornal Oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho da União Europeia (UE) deu hoje &#8216;luz verde&#8217; ao acordo entre o bloco e os Estados Unidos (EUA) sobre tarifas alfandegárias, que entra em vigor após assinatura e publicação no Jornal Oficial.</p>
<p>A adoção, pelos Estados-membros, dos dois regulamentos relativos aos compromissos em matéria de direitos aduaneiros estabelecidos na Declaração Conjunta UE-EUA de 21 de agosto de 2025 concluiu o processo legislativo, tendo o Parlamento Europeu já dado o seu aval.</p>
<p>Os dois textos eliminam os direitos aduaneiros da UE ainda em vigor sobre produtos industriais dos EUA, introduzem acesso preferencial para determinados produtos do mar e produtos agrícolas não sensíveis dos EUA através de contingentes pautais e tarifas reduzidas e prorrogam a suspensão dos direitos aduaneiros sobre as importações de lagosta.</p>
<p>Segundo um comunicado, os regulamentos contêm também mecanismos reforçados de salvaguarda e suspensão, prevendo um mecanismo de salvaguarda específico que permite à Comissão Europeia &#8220;agir rapidamente em casos de aumentos significativos das importações que causem ou ameacem causar prejuízos graves aos operadores da UE, e reforçam a capacidade da UE para suspender as preferências pautais sempre que os EUA não respeitem os seus compromissos, comprometam os objetivos da Declaração Conjunta ou perturbem de qualquer outra forma as relações comerciais equilibradas, nomeadamente através de medidas discriminatórias&#8221;.</p>
<p>O regulamento principal deixará de ser aplicável no final de 2029 e, até 30 de junho de 2029, a Comissão apresentará uma avaliação do seu impacto nos fluxos comerciais entre a UE e os EUA, nas receitas aduaneiras e nos efeitos económicos e acompanhará essa avaliação com uma proposta legislativa para prorrogar a aplicação dos regulamentos, se for caso disso.</p>
<p>O regulamento relativo às importações de lagosta será aplicável retroativamente a partir de 01 de agosto de 2025 e caducará em 31 de julho de 2030, salvo se forem tomadas novas medidas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781425]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em alta ligeira atentas à Ásia e à queda do petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta ligeira, com os olhos postos nos fortes avanços dos mercados asiáticos e dos futuros de Wall Street pelos bons resultados da tecnológica Micron e na queda do preço do petróleo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta ligeira, com os olhos postos nos fortes avanços dos mercados asiáticos e dos futuros de Wall Street pelos bons resultados da tecnológica Micron e na queda do preço do petróleo.</p>
<p>Às 09:00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,60% para 666,72 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt subiam 0,12%, 0,13% e 0,34%, bem como as de Madrid e Milão, que se valorizavam 0,16% e 0,44%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa invertia a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,54% para 9.104,49 pontos.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, estava a recuar 1,26% para 72,81 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), baixava 0,94%, para 69,68 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em julho no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 0,12% para 40,925 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>As bolsas europeias estão atentas à evolução das tecnológicas e às negociações entre os EUA e o Irão para pôr fim à guerra que começou no passado dia 28 de fevereiro. As conversações técnicas devem ser retomadas na próxima semana.</p>
<p>A disputa sobre as inspeções da agência nuclear da ONU nas instalações atómicas iranianas ameaça tornar-se num dos principais obstáculos das negociações.</p>
<p>A Guarda Revolucionária iraniana advertiu hoje contra a utilização de &#8220;novas rotas&#8221; para cruzar o estreito de Ormuz sem coordenação com a República Islâmica, e ameaçou com medidas contra os navios que não seguirem as suas instruções.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam avanços de 0,12% e 2,25%, respetivamente, depois de na quarta-feira o primeiro ter fechado a subir 0,35% e o segundo a recuar 0,43% devido às quedas das empresas de tecnologia.</p>
<p>Na quarta-feira no final da sessão de Nova Iorque, a tecnológica Micron informou que no terceiro trimestre fiscal de 2026 teve um lucro líquido de 28.243 milhões de dólares, contra 1.885 milhões do mesmo período do ano anterior. As ações da companhia subiram 10% nas operações posteriores ao encerramento do mercado.</p>
<p>As bolsas asiáticas sobem hoje impulsionadas pelas tecnológicas depois dos resultados da Micron: o principal índice da bolsa de Tóquio, o Nikkei, conseguiu um novo recorde histórico com uma subida de 4,61%, o principal índice da bolsa de Seul, o Kospi, avançou 5,42%, a bolsa de Xangai 0,23%, a de Shenzhen 1,82% e o Hang Seng de Hong Kong descia 1,63% pouco antes do final da sessão.</p>
<p>Na Europa, destacam-se hoje os resultados da cadeia de moda sueca Hennes and Mauritz (H&amp;M), que obteve um lucro líquido de 4.667 milhões de coroas (421 milhões de euros) no primeiro semestre do seu ano fiscal (dezembro-maio), mais 3% do que no mesmo período de 2025.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos sobe para 2,871%, depois de ter fechado em 2,864% na sessão anterior.</p>
<p>O euro estava estabilizado em 1,1358 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Os metais preciosos estavam em baixa, com uma descida de 0,50% no caso do ouro, para 3.979,22 dólares a onça (um mínimo desde novembro de 2025), e um recuo de 0,99% no caso da prata, para 56,8498 dólares.</p>
<p>A bitcoin subia 1,35% para 61.699 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781424]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Preço do barril de Brent cai para os 72 dólares e toca níveis pré-guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do barril de petróleo Brent para entrega em agosto caiu hoje 1,52%, para 72,62 dólares, embora durante a madrugada tenha tocado os 72,29 dólares, valores registados antes do início da guerra no Irão, em 28 de fevereiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do barril de petróleo Brent para entrega em agosto caiu hoje 1,52%, para 72,62 dólares, embora durante a madrugada tenha tocado os 72,29 dólares, valores registados antes do início da guerra no Irão, em 28 de fevereiro.</p>
<p>Às 07:00 de hoje, o Brent &#8212; referência na Europa &#8212; registava uma queda de 1,52% no mercado futuro de Londres, cotado nos 72,62 dólares, caminhando para a quarta sessão consecutiva de perdas, à medida que o mercado reagia positivamente à reabertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>Segundo dados de mercado compilados pela agência Efe, a queda foi mais acentuada na madrugada, atingindo o mínimo de 72,29 dólares às 04:00.</p>
<p>Na sexta-feira, 27 de fevereiro, véspera do início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irão, o Brent fechou nos 72,48 dólares.</p>
<p>Após o início do conflito, o preço do petróleo disparou 7,26% naquela segunda-feira (02 de março), fechando nos 77,74 dólares.</p>
<p>Nas últimas sessões, o petróleo manteve uma tendência de baixa impulsionada pelo otimismo do mercado quanto a um aumento da oferta global, após a reabertura do Estreito de Ormuz e a suspensão temporária das sanções dos EUA ao petróleo iraniano.</p>
<p>O bloqueio do estreito teve impacto direto nos preços do petróleo, que chegaram perto de 120 dólares por barril.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781422]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Há 27 concelhos em Portugal onde os estrangeiros já representam mais de 20% da população</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ha-27-concelhos-em-portugal-onde-os-estrangeiros-ja-representam-mais-de-20-da-populacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal conta atualmente com 27 concelhos onde os cidadãos estrangeiros representam mais de um quinto da população residente, segundo os mais recentes dados demográficos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal conta atualmente com 27 concelhos onde os cidadãos estrangeiros representam mais de um quinto da população residente, segundo os mais recentes dados demográficos. A maior concentração destes municípios encontra-se na Grande Lisboa, no Alentejo e no Algarve, regiões onde o peso da imigração se tornou particularmente expressivo nos últimos anos. Entre os casos mais destacados está Odemira, onde os estrangeiros representam 52,06% dos residentes, seguindo-se Vila do Bispo, com 41,73%, e vários concelhos algarvios e da Área Metropolitana de Lisboa que ultrapassam igualmente a fasquia dos 20%.</p>
<p>De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e citados pelo <a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/27-concelhos-tem-mais-de-20-de-residentes-estrangeiros" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, no final de 2025 residiam em Portugal 11.424.031 pessoas, das quais 1.597.539 tinham nacionalidade estrangeira. Na Grande Lisboa, destacam-se concelhos como Amadora, com 56.826 residentes estrangeiros (27,65% da população), e Odivelas, com 50.389 (27,13%). No Alentejo, além de Odemira, sobressai Ferreira do Alentejo, onde os estrangeiros representam 30,2% dos residentes. No Algarve, além de Vila do Bispo, registam-se percentagens superiores a 30% em Aljezur, Albufeira, Lagos, Loulé e Tavira. Também alguns concelhos da região Centro apresentam níveis elevados de imigração, como Entroncamento (24,96%), Pedrógão Grande (20,83%) e Rio Maior (20,52%).</p>
<p>Os números mostram ainda que a imigração continua a desempenhar um papel determinante na evolução demográfica do país, embora o saldo migratório tenha vindo a desacelerar. Depois de ter atingido 307.288 pessoas, o saldo migratório desceu para 216.629 em 2024 e para 70.862 em 2025. Ainda assim, a entrada de cidadãos estrangeiros tem permitido compensar o saldo natural negativo, marcado por um número de óbitos superior ao de nascimentos. O INE assinala igualmente que, em 198 concelhos, a população até aos 14 anos aumentou nos últimos cinco anos, com Vila Velha de Ródão, Entroncamento e Vila de Rei entre os municípios que registaram os maiores crescimentos.</p>
<p>Quanto às nacionalidades, o Brasil mantém-se destacadamente como a principal comunidade estrangeira residente em Portugal, com 574.195 cidadãos, seguido por Angola, Índia e Cabo Verde. A lista do INE inclui residentes oriundos de 115 países diferentes, entre os quais Síria, Sudão e Eritreia. Os dados revelam ainda fortes diferenças no envelhecimento da população: apenas Ribeira Grande e Lagoa, nos Açores, apresentam mais jovens até aos 14 anos do que pessoas com 65 ou mais anos, enquanto concelhos do interior continuam a registar alguns dos índices de envelhecimento mais elevados do país. Entretanto, o INE anunciou que irá rever diversos indicadores calculados por habitante, incluindo os relacionados com economia, emprego, saúde, educação e justiça, na sequência da atualização das estimativas da população residente entre 2021 e 2024.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781414]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Agendas Mobilizadoras preveem gerar 8 mil milhões de euros em negócios e acrescentar até 3% ao PIB português</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/agendas-mobilizadoras-preveem-gerar-8-mil-milhoes-de-euros-em-negocios-e-acrescentar-ate-3-ao-pib-portugues/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:23:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PRR]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde o seu lançamento, foram contratadas 51 Agendas Mobilizadoras, envolvendo 1.098 copromotores, entre os quais 874 empresas e 224 entidades do sistema científico, tecnológico e da administração pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Agendas Mobilizadoras do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) já permitiram a conclusão de 1.087 novos Produtos, Processos ou Serviços (PPS), cerca de 90% dos 1.270 projetos contratualizados, consolidando-se como um dos principais instrumentos de transformação económica e industrial do país.</p>
<p>Os resultados serão apresentados no 3.º Encontro das Agendas Mobilizadoras, que decorre sob o lema “A Inovação move o País”, e que pretende demonstrar o impacto dos consórcios na transferência de conhecimento para o mercado e no reforço da competitividade da economia portuguesa.</p>
<p>Desde o seu lançamento, foram contratadas 51 Agendas Mobilizadoras, envolvendo 1.098 copromotores, entre os quais 874 empresas e 224 entidades do sistema científico, tecnológico e da administração pública. O investimento elegível ascende a 5,4 mil milhões de euros, dos quais 3,2 mil milhões correspondem a incentivos contratados. Até ao momento, já foram pagos mais de 2 mil milhões de euros, com uma execução financeira média de 53% da despesa apresentada.</p>
<p>Os impactos esperados destas iniciativas são significativos. As estimativas apontam para um acréscimo superior a 8 mil milhões de euros no volume de negócios das entidades envolvidas até ao final de 2026, bem como para a criação de mais de 11 mil postos de trabalho qualificados. O contributo para a economia nacional poderá representar entre 2,5% e 3% do Produto Interno Bruto (PIB), refletindo o papel das Agendas na modernização e reindustrialização do tecido empresarial português, assim como na aceleração das transições digital e climática.</p>
<p>Entre os resultados mais visíveis destacam-se projetos ligados a áreas como mobilidade sustentável, espaço, saúde, biotecnologia, energia, economia do mar, semicondutores, jogos digitais e materiais avançados. Os consórcios desenvolveram soluções que incluem satélites portugueses, sistemas de inteligência artificial para gestão do tráfego espacial, medicamentos injetáveis complexos, tecnologias de baterias de nova geração, soluções de mobilidade elétrica, plataformas de telemedicina e iniciativas de valorização de recursos naturais através da bioeconomia.</p>
<p>Segundo os promotores, estes resultados demonstram a capacidade das Agendas Mobilizadoras para transformar conhecimento em inovação, inovação em capacidade industrial e capacidade industrial em crescimento económico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781417]]></sapo:autor>
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		<title>Sondagem: Maioria das famílias já corta em restaurantes, roupa e viagens para suportar crédito à habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:05:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A subida dos custos associados ao crédito à habitação está a levar muitas famílias portuguesas a reduzir despesas do dia a dia, mas a grande maioria continua sem procurar os bancos para renegociar os seus empréstimos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A subida dos custos associados ao crédito à habitação está a levar muitas famílias portuguesas a reduzir despesas do dia a dia, mas a grande maioria continua sem procurar os bancos para renegociar os seus empréstimos. Segundo uma sondagem da Intercampus para o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/credito/detalhe/sondagem-grande-maioria-esta-a-cortar-em-restaurantes-mas-nao-renegoceia-credito-da-casa" target="_blank" rel="noopener">Negócios, Correio da Manhã, CMTV e NOW</a>, 56,8% dos inquiridos com crédito à habitação afirmam que já cortaram ou pretendem cortar noutras despesas para acomodar o aumento dos encargos com a casa, enquanto 28% dizem não tencionar fazê-lo e 15,3% não sabem ou preferem não responder.</p>
<p>Entre os agregados familiares que admitem reduzir gastos, os restaurantes surgem destacadamente como a principal despesa sacrificada, apontada por 82,1% dos inquiridos. Seguem-se a compra de roupa e acessórios (73,9%), as viagens e deslocações consideradas não essenciais (67,9%) e os produtos culturais (61,9%). Os cortes estendem-se ainda às férias, referidas por 45,5% dos participantes, à utilização do automóvel (33,6%) e, em menor escala, à alimentação, mencionada por 21,6%.</p>
<p>A pressão sobre os orçamentos familiares surge num contexto de subida das taxas de juro na Zona Euro e de agravamento da inflação. Em março, a taxa de juro implícita no crédito à habitação aumentou pela primeira vez desde janeiro de 2024, atingindo os 3,088%, o que se traduziu numa prestação média de 402 euros, o valor mais elevado desde dezembro de 2024. Embora a taxa tenha recuado ligeiramente nos meses seguintes, fixando-se em 3,065% em maio, a inflação acelerou para 3,3% em termos homólogos, impulsionada sobretudo pelo aumento dos custos da energia e das matérias-primas energéticas.</p>
<p>Apesar deste cenário, a renegociação dos empréstimos continua a ser uma opção pouco procurada. De acordo com o mesmo estudo, apenas 23% dos inquiridos que têm crédito à habitação afirmam já ter tentado renegociar taxas ou alterar as condições do financiamento junto do banco. Quando analisado o universo total dos portugueses, essa percentagem representa apenas 9%, revelando que, perante o aumento dos encargos, a maioria das famílias prefere cortar noutras despesas em vez de procurar rever os contratos de crédito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781402]]></sapo:autor>
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		<title>PSP nunca foi informada de alegado plano terrorista contra Montenegro e Marcelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 07:52:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia de Segurança Pública (PSP) afirmou que nunca recebeu qualquer informação sobre as alegadas ameaças terroristas dirigidas ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, atribuídas ao Movimento Armilar Lusitano (MAL).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia de Segurança Pública (PSP) afirmou que nunca recebeu qualquer informação sobre as alegadas ameaças terroristas dirigidas ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, atribuídas ao Movimento Armilar Lusitano (MAL). A ausência desse alerta impediu a força policial de ajustar os dispositivos de segurança assegurados pelo Corpo de Segurança Pessoal, responsável pela protecção das mais altas figuras do Estado.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/06/25/sociedade/noticia/movimento-mal-psp-nao-avisada-ameaca-nao-adequou-seguranca-montenegro-marcelo-2179378" target="_blank" rel="noopener">jornal Público</a>, que revelou novos detalhes sobre o caso, a PSP respondeu que “nunca recebeu (até ao momento) qualquer informação dos órgãos competentes” que lhe permitisse gerir e reforçar o dispositivo de segurança dos dois governantes perante esta eventual ameaça.</p>
<p>As alegadas intenções do grupo só vieram a ser conhecidas após a análise de vários terabytes de dados apreendidos durante buscas realizadas em Junho de 2025. Entre os planos identificados pelas autoridades estava a possibilidade de um ataque com uma granada ao apartamento da família de Luís Montenegro, em Lisboa. O primeiro-ministro afirmou recentemente que apenas soube da existência dessa ameaça através da comunicação social, situação que levou o actual ministro da Administração Interna, Luís Neves, a reconhecer a existência de uma falha na comunicação da informação.</p>
<p>Apesar disso, Luís Neves rejeitou que tenha existido uma falha de coordenação entre as entidades responsáveis pela prevenção e combate ao terrorismo, defendendo que o problema se limitou à falta de comunicação aos visados. O governante argumentou ainda que as ameaças só foram identificadas numa fase avançada da investigação, quando os principais suspeitos já se encontravam sujeitos a medidas de coacção e a eventual ameaça estaria neutralizada. A acusação do processo, deduzida este mês, abrange nove arguidos.</p>
<p>O caso levantou também questões sobre a partilha de informações entre as diferentes entidades do Estado. Além da PSP, o Serviço de Informações da República Portuguesa (SIRP) confirmou que não recebeu qualquer informação sobre os alegados planos de ataque e que nada foi partilhado nas reuniões da Unidade de Coordenação Antiterrorismo (UCAT). Já o Ministério Público indicou apenas que os elementos relativos às ameaças foram conhecidos numa fase avançada do inquérito, sem especificar uma data concreta para essa descoberta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781393]]></sapo:autor>
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		<title>Sismo/Venezuela: Secretário de Estado diz que para já não tem informação de portugueses entre vítimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 07:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado das Comunidades, Emídio Sousa, afirmou que para já não há indicação de portugueses entre as vítimas dos sismos registados na Venezuela, adiantando que o Governo está a acompanhar a situação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado das Comunidades, Emídio Sousa, afirmou que para já não há indicação de portugueses entre as vítimas dos sismos registados na Venezuela, adiantando que o Governo está a acompanhar a situação.</p>
<p>&#8220;Para já não. Temos feito múltiplos contactos. Temos todos os nossos serviços no terreno, embaixada e consulados e até com pessoas que conheço do movimento associativo e até ao momento não temos conhecimento de vítimas portuguesas&#8221;, disse à agência Lusa Emídio Sousa.</p>
<p>O Secretário de Estado das Comunidades indicou que a situação está difícil, com derrocadas de alguns edifícios.</p>
<p>&#8220;É possível que haja [vítimas portuguesas], mas para já não temos nenhuma informação de vítimas portuguesas&#8221;, salientou.</p>
<p>Dois sismos de 7,2 e 7,5 na escala de Richter foram registados na Venezuela, pelas 18:00 de quarta-feira (23:00 em Lisboa), causando até ao momento, segundo a Presidente interina do país, Delcy Rodríguez, pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos.</p>
<p>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse numa declaração transmitida pela emissora estatal de televisão que La Guaira terá sido a região mais afetada e declarou o estado, situado no norte do país sul-americano, perto da capital, como uma &#8220;zona de desastre&#8221;.</p>
<p>Rodríguez admitiu que são esperadas mais vítimas mortais, à medida que decorrem os esforços de resgate e salvamento, após os sismos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala de Richter, na quarta-feira, com apenas 39 segundos de intervalo.</p>
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