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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>?Médio Oriente: &#8220;Preocupação&#8221; de Israel comprova &#8220;vitória&#8221; do Irão &#8211; Presidente Pezeshkian</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, defendeu hoje que a "preocupação" de Israel com o anúncio do acordo preliminar entre Estados Unidos e Irão comprova a "vitória" da República Islâmica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, defendeu hoje que a &#8220;preocupação&#8221; de Israel com o anúncio do acordo preliminar entre Estados Unidos e Irão comprova a &#8220;vitória&#8221; da República Islâmica.</P><br />
<P>&#8220;A preocupação e a raiva do regime sionista (Israel) em relação a este processo são um sinal claro do sucesso e da vitória da nação iraniana. Com a graça divina, continuaremos firmes neste caminho&#8221;, afirmou Pezeshkian num evento público transmitido pela emissora estatal iraniana Press TV.</P><br />
<P>Mais tarde, nas redes sociais, Pezeshkian ressalvou que o entendimento alcançado não é um acordo final. </P><br />
<P>&#8220;O que foi acordado é um passo importante para interromper a guerra e iniciar as negociações. Ainda não foi alcançado um acordo final&#8221;, observou.</P><br />
<P>&#8220;A República Islâmica do Irão preparou-se para todas as situações, e a abordagem do governo, com ou sem acordo, é servir sinceramente o povo. A nação iraniana aprendeu com o seu imã mártir (Ayatollah Ali Khamenei, morto no início dos bombardeamentos de Teerão) que não se deve submeter à humilhação&#8221;, enfatizou.</P><br />
<P>Pezeshkian destacou os esforços dos membros da equipa de negociação, incluindo o chefe da delegação, Mohammad Bagher Qalibaf, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araqchi, sublinhando que têm &#8220;absoluta obediência&#8221; ao líder supremo iraniano, o Ayatollah Mokhtaba Khamenei, filho do defunto Ali Khamenei.</P><br />
<P>Este &#8220;sucesso diplomático&#8221; é o resultado da &#8220;coesão, empatia e coordenação exemplares entre os três poderes&#8221; do Estado iraniano, das Forças Armadas e também do apoio do &#8220;povo&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O regime islamita ultraconservador iraniano foi alvo de diversas vagas de protestos populares, que varreram o país desde 2023, sob o mote &#8220;Mulher, Vida, Liberdade&#8221;, e mais recentemente de agricultores e empresários devido ao colapso da economia do país.</P><br />
<P>No final do ano passado, o regime enfrentou a maior vaga de protestos das últimas décadas, em todas as 31 províncias, reprimidas com brutalidade, com dezenas de milhares de mortos e detidos, segundo organizações não-governamentais. </P><br />
<P>Após Teerão ter retaliado pelos ataques israelitas e norte-americanos disparando mísseis e &#8216;drones&#8217; contra alvos nos países vizinhos, incluindo infraestruturas civis, agora Pezeshkian defende a melhoria das relações com os países muçulmanos &#8220;irmãos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O consenso sobre os princípios fundamentais entre os países muçulmanos é uma certeza absoluta&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O acordo-quadro entre Estados Unidos e Irão para terminar as hostilidades foi assinado eletronicamente pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, revelou hoje um alto responsável dos EUA.</P><br />
<P>Ao abrigo deste acordo, que também teve a assinatura do vice-presidente dos EUA, JD Vance, Trump assegura que o estreito de Ormuz estará &#8220;totalmente aberto&#8221; na próxima sexta-feira, data prevista para a ratificação formal pelas duas partes e, segundo a mesma fonte, o líder norte-americano optou por assinar pessoalmente o documento para demonstrar o seu envolvimento direto no processo.</P><br />
<P>A mesma fonte, que falou sob condição de anonimato, indicou que a troca formal de mensagens entre Washington e Teerão para consolidar o fim das hostilidades e desbloquear a navegação no leste do estreito de Ormuz deverá ocorrer nas próximas 24 a 48 horas.</P><br />
<P>O responsável informou ainda que o memorando de entendimento servirá de base às negociações técnicas destinadas a concretizar os compromissos assumidos pelas duas partes para solucionar o conflito iniciado a 28 de fevereiro com os bombardeamentos israelitas e norte-americanos contra o Irão.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente quis assiná-lo pessoalmente, porque queria demonstrar o seu sacrifício pessoal na procura de um resultado favorável&#8221;, afirmou o responsável, referindo-se a Donald Trump.</P><br />
<P>Trump abordou o tema pouco depois de chegar a Évian para participar na cimeira do G7.</P><br />
<P>Ao lado do Presidente francês, Emmanuel Macron, o chefe de Estado norte-americano acrescentou que o texto integral do acordo negociado com o Irão poderá ser tornado público após a cerimónia de assinatura em Genebra, na próxima sexta-feira.</P><br />
<P>O entendimento alcançado entre Washington e Teerão visa colocar fim ao recente conflito regional e inclui medidas para restaurar a segurança da navegação no Golfo, bem como o lançamento de novas negociações sobre questões bilaterais, incluindo o programa nuclear iraniano. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776600]]></sapo:autor>
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		<title>Turismo Centro de Portugal admite faltar à BTL em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Turismo Centro de Portugal, Rui Ventura, admitiu hoje que a região poderá não marcar presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) de 2027, numa decisão que poderá ser acompanhada por várias sub-regiões do Centro do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Turismo Centro de Portugal, Rui Ventura, admitiu hoje que a região poderá não marcar presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) de 2027, numa decisão que poderá ser acompanhada por várias sub-regiões do Centro do país.</P><br />
<P>&#8220;Provavelmente, o Centro de Portugal não estará na próxima BTL, em 2027. Não estará e não estará com mais algumas sub-regiões, nomeadamente de Coimbra, de Viseu Dão Lafões e, eventualmente, mais duas ou três: nós somos oito sub-regiões&#8221;, revelou.</P><br />
<P>Durante a conferência de imprensa de apresentação da 34.ª da Expofacic &#8212; Exposição/Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede, que decorreu ao final da tarde de hoje em Cantanhede (distrito de Coimbra), Rui Ventura defendeu uma mudança de estratégia na promoção turística do território.</P><br />
<P>&#8220;Quem conhece a BTL percebe que é um palco principal do Turismo de Portugal, onde apresentámos já a Expofacic, mas que não pode ser uma feira de vaidades. Nós vamos para a BTL para promover o território, para o vender, para criar riqueza para o território e, portanto, temos que vender o território como um todo&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>O atual modelo da BTL não responde às necessidades de promoção do Centro de Portugal, sustentou.</P><br />
<P>&#8220;É preferível não estar dessa forma e nos reinventarmos, como vocês fazem aqui também, e fazermos uma promoção completamente diferente. O território ganha mais com esta união entre todos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O antigo presidente da Câmara Municipal de Pinhel (distrito da Guarda) considerou ainda que os recursos atualmente investidos na BTL poderão ser canalizados para outras ações com maior retorno.</P><br />
<P>&#8220;Com aquilo que é o investimento feito por todo o Centro de Portugal numa feira como a BTL, nós temos seguramente, já fizemos esse trabalho de casa, capacidade para estar em outros certames, de outra forma, criando mais riqueza para o território&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776599]]></sapo:autor>
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		<title>Só existe um Ferrari KC23 no mundo. E quase tudo à sua volta continua em segredo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Ferrari KC23 nasceu através da divisão Special Projects, o departamento responsável por criar automóveis feitos à medida para alguns dos clientes mais exclusivos da marca italiana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há Ferrari raros, há Ferrari milionários e depois há o KC23: um exemplar único, criado para um só cliente e rodeado de segredo. O modelo foi apresentado em 2023, mas continua praticamente desconhecido para grande parte dos fãs da marca, escreve a &#8216;Supercar Blondie&#8217;.</p>
<p>O Ferrari KC23 nasceu através da divisão Special Projects, o departamento responsável por criar automóveis feitos à medida para alguns dos clientes mais exclusivos da marca italiana. A identidade do proprietário nunca foi revelada publicamente, reforçando o mistério em torno deste supercarro &#8211; pode ver o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rf5AZJAbml4" target="_blank" rel="noopener">vídeo da marca de luxo aqui</a>.</p>
<p>O projeto terá levado mais de três anos a concluir e teve como ponto de partida o 488 GT3 Evo, um carro de competição com histórico vencedor. O resultado foi um automóvel pensado para pista, mas com uma imagem quase futurista, mais próxima de um protótipo de salão do que de um modelo tradicional de corrida.</p>
<p><strong>Um exemplar único baseado num carro de competição</strong></p>
<p>O KC23 apareceu em público no Festival de Velocidade de Goodwood, em 2023, onde chamou a atenção pela carroçaria limpa, pelas entradas de ar ocultas e por proporções pouco habituais.</p>
<p>O desenho foi pensado para esconder vários elementos aerodinâmicos funcionais, mantendo uma aparência fluida e quase minimalista. O objetivo era criar um supercarro visualmente limpo, mas sem abdicar da tecnologia necessária para utilização em pista.</p>
<p>Um dos detalhes mais marcantes está nos painéis motorizados da carroçaria. Estas peças podem abrir quando é necessário arrefecimento adicional e voltar a desaparecer quando deixam de ser precisas, funcionando como uma espécie de guelras integradas no automóvel.</p>
<p><strong>Tecnologia que não será repetida</strong></p>
<p>O KC23 inclui sistemas de refrigeração de nível profissional e engenharia derivada diretamente do programa GT3. Muitos dos seus detalhes técnicos, porém, continuam sob sigilo, precisamente por se tratar de um projeto feito para um único cliente.</p>
<p>A marca confirmou que existirá apenas um exemplar e que o modelo nunca foi pensado para venda ao público. Isso coloca o KC23 num patamar de exclusividade praticamente inalcançável, mesmo dentro de um universo onde a raridade já faz parte da identidade da marca.</p>
<p>O preço pago pelo proprietário também nunca foi divulgado. Ainda assim, estimativas do setor apontam para um valor superior a cinco milhões de dólares, cerca de 4,6 milhões de euros.</p>
<p>Para a maioria dos entusiastas, o KC23 será sempre um daqueles carros que só se veem em fotografias ou em raras aparições públicas. Um Ferrari único, feito a partir de um carro de corrida, escondido por uma aura de segredo e reservado a uma única garagem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776262]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Seguro avisa que Portugal e UE não podem ser passivos sobre tecnologia e inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:09:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República avisou hoje que Portugal e a União Europeia não podem ter uma &#8220;atitude passiva&#8221; em relação à tecnologia e inteligência artificial, referindo que, em termos europeus, parece que ainda não se saiu do &#8220;mundo analógico&#8221;.</P><br />
<P>Na sessão de encerramento da Grande Conferência Anual do Diário de Notícias, que decorreu na Fundação Champalimaud, em Lisboa, António José Seguro falou da tecnologia, inteligência artificial e cibersegurança e referiu que &#8220;os países que souberem integrar estas tecnologias nas suas empresas e na sociedade sairão mais fortes&#8221;, enquanto &#8220;os outros ficam na fila do supermercado&#8221;, ou seja, são &#8220;países com o estatuto de um vulgar consumidor&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No meu entender, este é um dos motivos por que Portugal e a União Europeia não podem ter uma atitude passiva. Não podem esperar anos para avançarem com um plano que visa recuperar anos de atraso. Com alguma ironia, é paradoxal a agilidade europeia, num mundo cuja velocidade é vertiginosa. Parece que ainda não saiu do mundo analógico&#8221;, avisou.</P><br />
<P>Para o Presidente da República, a questão tecnológica não é apenas económica, mas &#8220;também política e civilizacional&#8221;.</P><br />
<P>Seguro avisou que esta questão &#8220;agudiza os efeitos das mudanças no relacionamento entre os estados&#8221; e que não haver regras &#8220;pode ser um contexto fértil para a proliferação de novos instrumentos e redes tecnológicas com estratégias ofensivas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Por outro lado, vivemos numa era em que algoritmos influenciam as nossas escolhas. Talvez, mais grave, a desinformação é produzida em escala industrial e personalizada à medida de cada cidadão&#8221;, apontou, considerando que a cibersegurança já não é um tema técnico, mas sim &#8220;uma dimensão central da soberania dos Estados&#8221;.</P><br />
<P>É neste contexto de &#8220;desinformação industrial&#8221; que o Presidente da República considerou o jornalismo de qualidade como &#8220;um pilar crítico da democracia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sem jornalismo livre não há escrutínio do poder, não há debate de qualidade, não há cidadãos com a informação de que precisam para decidir bem. A qualidade da nossa democracia depende, também, da qualidade do jornalismo que se faz e o país tem de aferir, com seriedade, o que quer fazer, os valores que deseja garantir, para ter um jornalismo livre e plural&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>O Presidente da República partilhou com a plateia uma experiência que fez com um modelo de linguagem, ao qual fez um pedido: &#8220;conta-me a verdade e só a verdade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A resposta que obtive foi sincera: &#8216;a verdade, sem rodeios: sou um modelo de linguagem. Não sou uma pessoa, não tenho experiência nem uma vida fora desta conversa, e não sei com certeza se tenho algo a que se possa chamar sentimentos ou consciência'&#8221;, leu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776598]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Netanyahu anuncia candidatura às próximas eleições legislativas em Israel</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/netanyahu-anuncia-candidatura-as-proximas-eleicoes-legislativas-em-israel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:07:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje que vai candidatar-se às próximas eleições legislativas em outubro e sublinhou que tem a "intenção de ganhar".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje que vai candidatar-se às próximas eleições legislativas em outubro e sublinhou que tem a &#8220;intenção de ganhar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vou candidatar-me e tenho a intenção de ganhar&#8221;, disse, em resposta às perguntas dos jornalistas na sua primeira conferência de imprensa após o anúncio do acordo entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>O líder israelita procura assim um quarto mandato enquanto primeiro-ministro, embora enfrente agora uma onda crescente de contestação de vários partidos da oposição e até de membros da sua coligação, conm críticas à sua atuação durante o mais recente conflito com o Irão e o movimento xiita Hezbollah no Líbano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776597]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Câmara de Minas de Moçambique preocupada com mineração desregrada em Manica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:03:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Minas de Moçambique (CMM) manifestou hoje preocupação com a mineração desregrada que causa problemas ambientais na província de Manica, centro do país, e pediu união no setor num contexto de descoberta de novos minérios críticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara de Minas de Moçambique (CMM) manifestou hoje preocupação com a mineração desregrada que causa problemas ambientais na província de Manica, centro do país, e pediu união no setor num contexto de descoberta de novos minérios críticos.</P><br />
<P>Falando no final de um encontro entre a Câmara de Minas de Moçambique e o chefe do Estado, Daniel Chapo, o presidente do Conselho de Administração da CMM, Edson Matches, afirmou que na reunião foram abordadas todas as questões que preocupam o setor, como o caso de Manica e das perspetivas &#8220;nesta fase de crescimento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos numa fase de descoberta de minerais críticos e é de grande importância que todas as instituições devem estar juntas para melhor enquadramento e agregação de valores&#8221;, disse, salientando que &#8220;a descoberta destes novos minérios no país abre novas frentes de investimento, exigindo uma forte articulação entre o setor público e privado para potenciar a industrialização local&#8221;.</P><br />
<P> Em 05 de junho, o Presidente moçambicano admitiu a possibilidade de retirar licenças a mineradoras que desrespeitam normas ambientais em Manica, após a suspensão da mineração em 2025 e o levantamento gradual do impedimento a empresas que corrigiram irregularidades.</P><br />
<P>&#8220;Da avaliação que estamos a fazer, algumas dessas empresas [de mineração] que estavam no amarelo podem passar também para o verde. Mas temos um grupo que faz parte do vermelho, que de forma clara e inequívoca mostra-se que nunca vão passar nem para o amarelo nem para o verde&#8221;, disse Daniel Chapo.</P><br />
<P>A suspensão das licenças mineiras em Manica ocorreu após o executivo moçambicano ter apreciado o relatório do comando operativo das Forças de Defesa e Segurança (FDS) que, em julho de 2025, constatou no terreno uma &#8220;mineração descontrolada&#8221; feita por operadores licenciados, com empresas a operar sem plano de recuperação ambiental nem sistemas de contenção de resíduos.</P><br />
<P>Em dezembro, o Governo anunciou que as mineradoras tinham 90 dias para repor e estabilizar solos, bem como restaurar os caudais de rios afetados pela mineração.</P><br />
<P>Em março deste ano, pediu que a prática do garimpo seja organizada através de associações ou cooperativas, para evitar a poluição dos rios e a contaminação de fontes de água.</P><br />
<P>Uma comissão parlamentar de inquérito, criada em janeiro, declarou ter constatado que o uso de químicos perigosos na mineração em Manica continuava &#8220;desafiante e difícil&#8221;, prometendo continuar a investigar.</P></p>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel lança mais de 130 projéteis contra o Líbano após acordo entre EUA e Irão &#8211; ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:58:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ONU registou hoje mais de 130 disparos de projéteis de Israel em direção ao sul do Líbano e nenhum proveniente do Hezbollah, desde que foi anunciado o acordo de paz entre Washington e Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU registou hoje mais de 130 disparos de projéteis de Israel em direção ao sul do Líbano e nenhum proveniente do Hezbollah, desde que foi anunciado o acordo de paz entre Washington e Teerão.</P><br />
<P>Segundo o porta-voz do secretário-geral da ONU, Stéphane Dujarric, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) observou &#8220;uma diminuição da violência e dos tiroteios&#8221; entre a meia-noite e as 16:00 de hoje, ou seja, entre as 21:00 de domingo e as 13:00 de segunda-feira, hora de Lisboa.</P><br />
<P>Nesse intervalo de tempo, a missão ainda detetou &#8220;133 projéteis e dois ataques aéreos atribuídos às Forças de Defesa de Israel [IDF]&#8221;, no entanto, &#8220;não foram notificados projéteis do Hezbollah nem de atores não estatais durante esse período&#8221;.</P><br />
<P>A Agência Nacional de Notícias libanesa (ANN) avançou hoje que pelo menos uma pessoa morreu hoje num bombardeamento com um drone israelita no sul do Líbano, aquele que foi o primeiro ataque mortal de Israel após o anúncio do memorando de paz entre Estados Unidos e Irão.</P><br />
<P>&#8220;Um drone inimigo atingiu um carro na aldeia de Kfar Tebnit, no sul do Líbano, causando a morte do condutor&#8221;, informou a Agência Nacional de Notícias libanesa (ANN), que anteriormente tinha afirmado que um jornalista tinha sido ferido na mesma zona &#8220;por um projétil&#8221;.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e o Irão anunciaram um acordo de paz para travar a guerra, após mais de 100 dias de conflito, e reabrir o estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Embora ainda não se conheça todo o conteúdo do memorando, Teerão propôs há algumas semanas o cessar-fogo da ofensiva israelita no sul do Líbano como uma das condições para a sua assinatura.</P><br />
<P>No entanto, os Estados Unidos negaram hoje que a retirada das forças israelitas seja uma condição incluída no acordo.</P><br />
<P>&#8220;A retirada não é uma condição do acordo. O acordo é um cessar-fogo. E não é um cessar-fogo unilateral. Isso significa que, se o Irão não conseguir controlar o Hezbollah e este grupo atacar os israelitas, Israel terá o direito de se defender e de responder&#8221;, explicou à imprensa um alto responsável da Administração de Donald Trump, sob condição de anonimato.</P><br />
<P>O movimento xiita libanês Hezbollah agradeceu a Teerão por ter insistido na inclusão do Líbano no acordo global com os Estados Unidos.</P><br />
<P>O grupo libanês, apoiado pelo Irão, afirmou estar &#8220;profundamente grato&#8221; ao aliado pela &#8220;posição constante ao lado do Líbano, do povo e da resistência, bem como pela insistência em que o Líbano seja parte integrante de qualquer acordo que conduza a um cessar-fogo&#8221;, de acordo com um comunicado.</P><br />
<P>O Irão, através do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, afirmou que os EUA devem garantir que Israel se compromete a pôr fim à guerra no Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos devem honrar os compromissos. Devem assegurar-se de que o regime sionista [Israel] também cumpre os compromissos relativamente ao Líbano&#8221;, disse Esmail Baghaei durante uma conferência de imprensa.</P><br />
<P>Antes do anúncio do acordo entre Washington e Teerão, a FINUL registou 135 violações do espaço aéreo libanês por parte de Israel.</P><br />
<P>Durante o fim de semana, a missão observou 1.374 trajetórias de projéteis, dos quais 1.328 foram atribuídos a Israel e o restante a atores não estatais, presumivelmente o Hezbollah.</P><br />
<P>Desde o início das hostilidades entre Hezbollah e Israel em 02 de março, cerca de 3.800 pessoas morreram no Líbano, enquanto mais de um milhão foram deslocadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776595]]></sapo:autor>
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		<title>Despedimentos coletivos caem 4% até abril para 192 &#8211; DGERT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:49:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas comunicaram 192 despedimentos coletivos até abril, o que representa um recuo de cerca de 4% face ao período homólogo, segundo os dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As empresas comunicaram 192 despedimentos coletivos até abril, o que representa um recuo de cerca de 4% face ao período homólogo, segundo os dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).</P><br />
<P>Trata-se do valor mais baixo desde 2024, quando tinham sido registados 175 despedimentos coletivos nos primeiros quatro meses, sendo que nos quatro primeiros meses de 2025 tinham sido comunicados 200 despedimentos coletivos.</P><br />
<P>Dos 192 despedimentos coletivos comunicados pelas empresas até abril deste ano, 59 foram de microempresas, 91 de pequenas empresas, 29 de médias empresas e 13 de grandes empresas.</P><br />
<P>Em termos regionais, a região de Lisboa e Vale do Tejo continua a liderar com 114 despedimentos coletivos comunicados, seguida pelo Norte (com 51), pelo Centro (20), pelo Algarve (4) e pelo Alentejo (3)</P><br />
<P> Já o número de trabalhadores abrangidos por despedimentos coletivos caiu 2,5% nos quatro primeiros meses de 2026, face ao período homólogo.</P><br />
<P>Até abril, houve 2.450 trabalhadores abrangidos por despedimentos coletivos, dos quais 2.311 foram efetivamente despedidos (em igual período de 2025 tinham sido 2.514 trabalhadores abrangidos por despedimentos coletivos, dos quais 2.450 efetivamente despedidos).</P><br />
<P>Deste modo, o número de trabalhadores efetivamente despedidos em processos de despedimentos coletivos caiu 5,7% até abril, face aos 2.450 registados no período homólogo, de acordo com os dados disponíveis.</P><br />
<P>No que toca especificamente ao mês de abril, foram efetivamente despedidos 540, um valor inferior aos 857 registados no período homólogo, bem como aos 878 registados em março.</P><br />
<P>Dos 540 trabalhadores efetivamente despedidos em abril deste ano, a região de Lisboa e Vale do Tejo liderava (com 39% do total), com 211 trabalhadores efetivamente despedidos.</P><br />
<P>As indústrias transformadoras e o comércio por grosso e a retalho foram as atividades com maior número de trabalhadores despedidos em abril, sendo que, de modo global, a redução do número de trabalhadores é a principal razão apontada (41%), seguida pelo encerramento de uma ou várias secções (32%) e pelo encerramento definitivo (27%). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776594]]></sapo:autor>
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		<title>Lusa e RTP assinam acordo que prevê partilha de instalações a nível regional e internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lusa e a RTP vão assinar um memorando de entendimento que prevê o reforço da colaboração, incluindo a possibilidade de partilha de instalações a nível regional e internacional, informou hoje o Conselho de Administração da agência noticiosa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Lusa e a RTP vão assinar um memorando de entendimento que prevê o reforço da colaboração, incluindo a possibilidade de partilha de instalações a nível regional e internacional, informou hoje o Conselho de Administração da agência noticiosa. </P><br />
<P>&#8220;A Lusa &#8212; Agência de Notícias de Portugal e a RTP &#8212; Rádio e Televisão de Portugal estabeleceram um acordo de colaboração que prevê o reforço da cooperação operacional entre as duas entidades, incluindo a possibilidade de partilha de instalações a nível regional e internacional, mantendo total autonomia editorial e excluindo qualquer cenário de fusão entre as duas entidades&#8221;, lê-se na nota enviada aos trabalhadores. </P><br />
<P>O acordo prevê o reforço da eficiência operacional e da presença do serviço público no território, através de sinergias e da otimização de recursos, refere. </P><br />
<P>Segundo a mesma nota, o memorando de entendimento, que vai ser assinado brevemente, garante que a Lusa e a RTP vão manter a sua identidade e autonomia. </P><br />
<P>Conforme precisou a Administração da Lusa, composta por Joaquim Carreira, Ana Alves e Luís Ferreira Lopes, a cooperação &#8220;é limitada a situações em que se verifiquem ganhos efetivos de eficiência e criação de valor para o serviço público&#8221;. </P><br />
<P>Com este acordo, as duas administrações pretendem &#8220;potenciar a cobertura jornalística&#8221; e desenvolver projetos em áreas como tecnologia e informação. </P><br />
<P>&#8220;No domínio da verificação de informação, a Lusa será parceira preferencial da RTP&#8221;, sublinhou. </P><br />
<P>Será ainda avaliado o desenvolvimento de programas de formação conjuntos e a criação de centros de competência partilhados em áreas como cibersegurança, análise de dados e inteligência artificial. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776593]]></sapo:autor>
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		<title>Temperaturas acima dos 30 ºC? Especialistas avisam que há três componentes do carro que deve verificar já</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Euromaster recomenda atenção redobrada a três componentes do automóvel especialmente sensíveis às variações de temperatura: pneus, bateria e escovas do limpa-para-brisas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal passou, em poucos dias, de temperaturas amenas de primavera para valores típicos de verão, com máximas acima dos 30 ºC em várias regiões. Perante esta mudança brusca, a Euromaster recomenda atenção redobrada a três componentes do automóvel especialmente sensíveis às variações de temperatura: pneus, bateria e escovas do limpa-para-brisas.</p>
<p>A empresa, especializada em manutenção integral de veículos, alerta que estas alterações térmicas podem afetar diretamente a segurança, a fiabilidade e o conforto de condução, sobretudo numa altura em que aumentam as deslocações de fim de semana e as viagens mais longas.</p>
<p><strong>Pneus: a pressão muda com o calor</strong></p>
<p>Os pneus são o único ponto de contacto do automóvel com a estrada e têm um papel essencial na aderência, travagem e estabilidade do veículo. Por isso, a Euromaster recomenda a verificação regular da profundidade do piso e da pressão.</p>
<p>Com a subida da temperatura, as moléculas de ar movimentam-se mais rapidamente, o que provoca um aumento da pressão interna dos pneus. Esta variação pode alterar o comportamento do veículo e comprometer a segurança se a pressão não estiver ajustada aos valores recomendados pelo fabricante.</p>
<p>A Euromaster aconselha a verificar a pressão pelo menos uma vez por mês, seguindo as indicações habitualmente disponíveis na moldura da porta do condutor ou no manual do veículo.</p>
<p><strong>Bateria: uma falha que pode surgir sem aviso</strong></p>
<p>A bateria é outro dos componentes mais sensíveis às oscilações térmicas. Embora seja comum associar falhas de bateria ao inverno, o calor também pode acelerar o desgaste, sobretudo quando as temperaturas ultrapassam os 28 ºC.</p>
<p>Perante mudanças sazonais ou variações bruscas de temperatura, a Euromaster recomenda a monitorização do estado da bateria, um dos elementos com maior risco de falha. A empresa aconselha uma verificação anual, uma vez que as avarias podem ocorrer sem sintomas evidentes.</p>
<p>Quando a bateria falha, o automóvel pode simplesmente não arrancar. Apesar de não se tratar de uma avaria complexa, pode causar transtornos significativos, sobretudo se acontecer durante uma deslocação longa, num local isolado ou em pleno período de férias.</p>
<p><strong>Escovas do limpa-para-brisas: visibilidade também conta no verão</strong></p>
<p>As escovas do limpa-para-brisas exigem igualmente atenção, mesmo em períodos de menor precipitação. O seu bom estado é essencial para garantir visibilidade adequada, tanto à frente como atrás do veículo.</p>
<p>A Euromaster recomenda a verificação das escovas pelo menos uma vez por ano ou após períodos prolongados sem chuva, já que pó, sujidade e resíduos podem acumular-se nas borrachas e reduzir a sua eficácia.</p>
<p>A substituição das escovas tem, habitualmente, um custo aproximado entre 10 e 50 euros, incluindo também a reposição do líquido do limpa-para-brisas.</p>
<p>Com vários dias consecutivos de temperaturas elevadas, aumenta também a presença de insetos, sobretudo em zonas rurais e costeiras. O impacto destes resíduos no para-brisas pode dificultar a visibilidade durante a condução, tornando ainda mais importante manter as escovas e o líquido de lavagem em bom estado.</p>
<p>A Euromaster recomenda ainda a verificação regular do nível do líquido do limpa-para-brisas e a utilização de produtos específicos para remover resíduos de insetos e outras sujidades. Num verão que chegou quase de repente, uma revisão simples pode evitar avarias, melhorar a segurança e reduzir imprevistos na estrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776392]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Mundial2026: Cabo Verde eufórico nas ruas festeja empate como uma vitória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Luís Fonseca (texto), Ernesto Júnior (vídeo) e Elton Monteiro (foto) ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Fonseca (texto), Ernesto Júnior (vídeo) e Elton Monteiro (foto) ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Praia, 15 jun 2026 (Lusa) &#8212; Cabo Verde festejou nas ruas com a mesma euforia de uma vitória o empate de hoje dos &#8220;Tubarões Azuis&#8221; com Espanha (0-0), na estreia a pontuar em mundiais de futebol, no Estádio de Atlanta, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Podemos ter 1% de chances, mas temos 99% de fé&#8221;, disse à Lusa John Nunes, uma das pessoas entre a multidão de centenas que acompanhou a estreia a pontuar na praça do Palmarejo, na capital cabo-verdiana, Praia, onde foram instaladas bancadas amovíveis e dois ecrãs gigantes.</P><br />
<P>O país parou durante a tarde para acompanhar aquilo que muitos classificaram como um momento histórico, fosse qual fosse o resultado: 51 anos depois da independência, Cabo Verde estreou-se num Campeonato do Mundo e empatou frente a Espanha.</P><br />
<P>&#8220;Agora vamos fazer de tudo para ganhar. Vamos até ao fim&#8221;, diz Patrick Gomes, abraçado aos amigos, numa animação difícil de controlar.</P><br />
<P>Mayra Delgado também festeja, aos saltos, por entre música e muitas buzinas: &#8220;Estamos muito felizes por ter empatado o jogo: é como uma vitória&#8221;.</P><br />
<P>Alguns mal conseguem falar, tal a comoção: &#8220;É muito emocionante. É como uma vitória muito significativa&#8221;, descreve Cristiano Silva, a tentar encontrar palavras por entre um soluçar que espelha a alegria: &#8220;Agora, vamos pelos três pontos&#8221;.</P><br />
<P>Mayra, apoiante cabo-verdiana vestida a rigor, não para de dançar: &#8220;Não tenho palavras, estamos todos unidos por um propósito: pequeninos como país, mas a nossa esperança é do tamanho do mar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;De qualquer maneira já estamos orgulhosos por termos chegado onde chegámos, para dar toda a força aos rapazes que ali estão&#8221;, refere.</P><br />
<P>A plateia é maioritariamente jovem e Ney Moreira fala do dia de hoje como &#8220;um grande sonho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos orgulhosos. Na vitória, empate ou derrota, somos Cabo Verde&#8221;, descreve</P><br />
<P>Na praça do Palmarejo, conhecida como Praça Center, o ambiente mudou a cada ataque cabo-verdiano, com aplausos, &#8220;vuvuzelas&#8221;, bandeiras e cânticos que juntaram crianças, jovens e idosos.</P><br />
<P>De cada vez que Cabo Verde recuperava a bola, a praça levantava-se, assim como com as grandes defesas de Vozinha, guarda-redes dos &#8220;Tubarões Azuis&#8221; cujo nome foi entoado várias vezes.</P><br />
<P>Nas bancadas amovíveis, quase ninguém ficou sentado.</P><br />
<P>No final, a festa instalou-se de forma generalizada por todas as ruas, com música, muitos carros em cortejo, buzinas e música.</P><br />
<P>Mónica Andrade resume o dia em poucas palavras: &#8220;Não importa o resultado, estamos a vibrar com eles, muito orgulhosos&#8221;.</P><br />
<P>Cabo Verde está inserido no Grupo H do Mundial e vai enfrentar ainda as seleções do Uruguai, em 21 de junho, em Miami, e da Arábia Saudita, em 26 de junho, em Houston.</P><br />
<P>Vários murais pela cidade evocam esta campanha desportiva, enquanto nas varandas das casas, em lojas, bares e automóveis, as bandeiras nacionais multiplicaram-se nos últimos dias e prometem continuar firmes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776592]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Netanyahu diz que guerra salvou Israel de ameaça de &#8220;destruição nuclear&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:41:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que a guerra contra o Irão salvou Israel da ameaça de "destruição nuclear" e garantiu que o exército israelita permanecerá em Gaza, Líbano e Síria "pelo tempo que for necessário".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que a guerra contra o Irão salvou Israel da ameaça de &#8220;destruição nuclear&#8221; e garantiu que o exército israelita permanecerá em Gaza, Líbano e Síria &#8220;pelo tempo que for necessário&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O mais importante é que salvámos o Estado de Israel da ameaça de aniquilação nuclear&#8221;, disse Netanyahu, numa conferência de imprensa, após o anúncio de um acordo entre Washington e Teerão para pôr fim à guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>O acordo alcançado entre os Estados Unidos e o Irão foi amplamente considerado um fracasso para Israel pela sociedade e por grande parte da classe política.</P><br />
<P>O primeiro-ministro defendeu o historial da guerra contra Teerão e as operações militares israelitas no Irão, Líbano e Gaza.</P><br />
<P>Netanyahu insistiu também que o Irão nunca terá armas nucleares.</P><br />
<P>&#8220;Defendi-o até hoje e continuarei a defendê-lo no futuro. Com ou sem acordo, o Irão não terá armas nucleares. Nem hoje nem amanhã. Enquanto eu for primeiro-ministro de Israel, isso não acontecerá&#8221;, disse o chefe do Governo à imprensa israelita, na qual quis enumerar as &#8220;conquistas&#8221; alcançadas após esta guerra. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776591]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montepio emite 350 ME em obrigações verdes preferenciais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/montepio-emite-350-me-em-obrigacoes-verdes-preferenciais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O banco Montepio emitiu 350 milhões de euros em obrigações sénior preferenciais, a cinco anos, com cupão de 3,625%, segundo um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O banco Montepio emitiu 350 milhões de euros em obrigações sénior preferenciais, a cinco anos, com cupão de 3,625%, segundo um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>O Montepio informou assim que &#8220;fixou com sucesso as condições finais de uma emissão verde de 350 milhões de euros em obrigações sénior preferenciais&#8221;, ao abrigo do seu &#8220;Programa EMTN (Euro Medium Term Note) e do seu Green, Social and Sustainability Bond Framework, elegíveis para MREL&#8221;, ou seja, requisitos de fundos próprios e passivos elegíveis, referiu.</P><br />
<P>Segundo o Montepio, a liquidação terá lugar a 22 de junho de 2026 e a emissão tem um prazo de cinco anos, com opção de reembolso antecipado pelo Montepio no final do quarto ano.</P><br />
<P>&#8220;Foi emitida a um preço de 99,762% e paga um cupão anual fixo de 3,625% durante os primeiros quatro anos&#8221;, indicou, sendo que caso não seja reembolsada no final do quarto ano, &#8220;na data de reembolso antecipado, a emissão passará a pagar uma taxa variável indexada à Euribor a três meses adicionada de um &#8216;spread&#8217; de 0,92%&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a mesma nota, &#8220;a emissão registou uma forte procura por parte do mercado&#8221;, com a procura total a ascender aproximadamente a 1,5 mil milhões de euros, &#8220;correspondente a mais de quatro vezes o montante da oferta&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As obrigações foram distribuídas por 71 investidores institucionais geograficamente diversificados, incluindo o Reino Unido e Irlanda (19%), a Península Ibérica (17%), a Itália (16%), a França (15%) e a Alemanha (13%), entre outros&#8221;, destacou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776590]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Líbano sublinha a Teerão que estabilidade e soberania são &#8220;prioridade nacional&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:27:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente libanês, Joseph Aoun, transmitiu hoje às autoridades iranianas que a estabilidade, segurança e soberania do Líbano são "uma prioridade nacional" após o acordo entre Estados Unidos e Irão para terminar a guerra, que saudou.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente libanês, Joseph Aoun, transmitiu hoje às autoridades iranianas que a estabilidade, segurança e soberania do Líbano são &#8220;uma prioridade nacional&#8221; após o acordo entre Estados Unidos e Irão para terminar a guerra, que saudou.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente sublinhou que a estabilidade, segurança e soberania do Líbano continuam a ser uma prioridade nacional&#8221;, disse Aoun ao ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, num telefonema, segundo um comunicado da presidência libanesa.</P><br />
<P>Por sua vez, Araghchi respondeu com o desejo de que &#8220;todas as partes respeitem a soberania e a integridade territorial do Líbano&#8221;, indicou a mesma nota.</P><br />
<P>O apelo surgiu pouco após um alto responsável da administração do Presidente dos EUA, Donald Trump, ter dito aos jornalistas, sob condição de anonimato, que a retirada das tropas israelitas do Líbano não é uma condição incluída no memorando entre Washington e Teerão.</P><br />
<P>A fonte explicou que o acordo &#8220;é um cessar-fogo&#8221;, por isso &#8220;se o Irão não conseguir controlar&#8221; o grupo xiita libanês Hezbollah &#8211; aliado do Irão &#8211; para parar os seus ataques a Israel e às suas tropas, o Estado judeu &#8220;terá o direito de se defender e responder&#8221;.</P><br />
<P>Israel ocupa grandes áreas do sul do Líbano e continua a bombardear o país apesar do anúncio do acordo.</P><br />
<P>O acordo, mediado pelo Paquistão, estipula a cessação das hostilidades em todas as frentes, incluindo o Líbano, onde Israel mantém uma ofensiva em resposta aos ataques do Hezbollah.</P><br />
<P>Aoun &#8220;acolheu o entendimento alcançado&#8221; entre o Irão e os EUA, e expressou a sua esperança de que &#8220;constitua um passo positivo para reduzir as tensões e abrir caminho a soluções diplomáticas que contribuam para o reforço da segurança e estabilidade&#8221; tanto no Médio Oriente como no resto do mundo.</P><br />
<P>Desde o início das hostilidades entre Israel e o movimento xiita libanês Hezbollah, apoiado por Teerão, a 2 de março, como parte da guerra lançada pelos EUA e Israel contra o Irão, cerca de 3.800 pessoas foram mortas só no Líbano por ataques israelitas, que também forçaram mais de um milhão de pessoas a fugir das suas casas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776589]]></sapo:autor>
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		<title>TC elege João Carlos Loureiro como presidente e Rui Guerra da Fonseca como vice-presidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:15:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O plenário do Tribunal Constitucional elegeu hoje João Carlos Loureiro como presidente e Rui Guerra da Fonseca vice-presidente, no dia em que tomaram posse quatro novos juízes eleitos pela Assembleia da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O plenário do Tribunal Constitucional elegeu hoje João Carlos Loureiro como presidente e Rui Guerra da Fonseca vice-presidente, no dia em que tomaram posse quatro novos juízes eleitos pela Assembleia da República.</P><br />
<P>&#8220;O plenário do Tribunal Constitucional, reunido a 15 de junho, elegeu como presidente o juiz conselheiro João Carlos Loureiro e como vice-presidente o juiz conselheiro Rui Guerra da Fonseca&#8221;, lê-se numa nota publicada no portal do tribunal na Internet.</P><br />
<P>João Carlos Loureiro, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, designado juiz do Tribunal Constitucional (TC) por cooptação em abril de 2023, tinha sido eleito vice-presidente do TC em outubro de 2025. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776588]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Estreante Cabo Verde &#8216;arranca&#8217; empate frente à Espanha na estreia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:15:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A seleção de Cabo Verde, estreante em campeonatos do mundo, impôs hoje um surpreendente empate 0-0 frente à campeã europeia Espanha, em jogo da primeira jornada do Grupo H, disputado em Atlanta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seleção de Cabo Verde, estreante em campeonatos do mundo, impôs hoje um surpreendente empate 0-0 frente à campeã europeia Espanha, em jogo da primeira jornada do Grupo H, disputado em Atlanta.</P><br />
<P>Frente a uma seleção apontada como uma das favoritas à conquista do título e campeã mundial em 2010, a seleção cabo-verdiana, a segunda a estrear-se no presente campeonato, conseguiu segurar o nulo e conquistar o primeiro ponto de sempre num mundial.</P><br />
<P>O Grupo H vai encerrar hoje com o embate entre o Uruguai, campeão do mundo nas longínquas edições de 1930 e 1950, e a Arábia Saudita, que, há quatro anos, estreou-se com um surpreendente triunfo sobre a Argentina, que se sagrou nessa edição campeã mundial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776587]]></sapo:autor>
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		<title>UE chega a acordo sobre novos direitos para passageiros aéreos após 12 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:07:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[passageiros aéreos]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parlamento Europeu e o Conselho da UE chegaram hoje a acordo, após 12 anos de negociações, sobre novos direitos para passageiros aéreos, que preveem indemnizações por atrasos superiores a três horas e o direito a transportar uma mochila.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Parlamento Europeu e o Conselho da UE chegaram hoje a acordo, após 12 anos de negociações, sobre novos direitos para passageiros aéreos, que preveem indemnizações por atrasos superiores a três horas e o direito a transportar uma mochila. </P><br />
<P>O acordo hoje alcançado revê as regras dos direitos dos passageiros, que não eram atualizadas desde 2004 e estavam a ser negociadas há 12 anos, e precisa agora de ser aprovado pelo Parlamento Europeu (PE) e pelo Conselho da União Europeia (UE) para poder entrar em vigor.</P><br />
<P>Entre as medidas hoje acordadas pelas duas instituições europeias, está a indemnização por atrasos superiores a três horas, uma medida que já existe, mas que o Conselho da UE queria rever para que apenas se aplicasse a atrasos superiores a quatro horas.</P><br />
<P>Os valores da indemnização mantêm-se exatamente iguais aos que estão atualmente em vigor: de 250 euros para viagens até 1.500 quilómetros, 400 para viagens entre 1.500 e 3.500 quilómetros e 600 euros para viagens mais longas.</P><br />
<P>À semelhança do que acontece atualmente, os passageiros continuarão igualmente a ter direito a indemnização se o voo for cancelado menos de 14 dias antes de se realizar.</P><br />
<P>&#8220;No entanto, se o atraso ou o cancelamento se deverem a acontecimentos fora do controlo das companhias aéreas, estas poderão evitar o pagamento de indemnizações. As novas regras incluem uma lista aberta destas circunstâncias extraordinárias: por exemplo, catástrofes naturais, guerras, condições meteorológicas, passageiros indisciplinados ou greves&#8221;, refere o Parlamento Europeu.</P><br />
<P>As novas regras preveem também que, em caso de cancelamento ou atraso, &#8220;as transportadoras aéreas têm de enviar aos passageiros que enfrentam perturbações instruções claras sobre como fazer um pedido de indemnização&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estas instruções devem ser enviadas por via eletrónica até quatro dias após o fim da viagem&#8221;, indica o PE, com o Conselho da UE a acrescentar que, assim que um passageiro submeter um pedido de indemnização, as companhias aéreas passam a ser &#8220;obrigadas a acusar imediatamente receção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E, posteriormente, a responder no prazo de 14 dias, pagando a indemnização devida ou apresentando uma justificação clara para a recusa&#8221;, indica a instituição.</P><br />
<P>Entre as novas regras previstas, está &#8220;a proibição de recusar o embarque a um passageiro por este não ter realizado um voo anterior&#8221; &#8211; como nos casos em que, numa viagem de ida e volta, acaba por só se utilizar o voo de regresso -, ou &#8220;o direito de transportar a bordo, sem taxa adicional, um item pessoal, como uma pequena bolsa ou mochila&#8221;.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776554]]></sapo:autor>
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		<title>UE vê como certo um &#8220;El Niño&#8221; forte e alerta para impactos no clima e alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:06:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia considera "praticamente certo" um episódio do El Niño em 2026-2027 e alerta para impactos no clima e nos preços dos alimentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia considera &#8220;praticamente certo&#8221; um episódio do El Niño em 2026-2027 e alerta para impactos no clima e nos preços dos alimentos.</P><br />
<P>O Centro Comum de Investigação (JRC na sigla original, &#8220;Joint Research Centre&#8221;) adverte que o El Niño (aquecimento das águas no oceano Pacífico) pode atingir uma intensidade inédita, com impactos também nas deslocações populacionais e nos riscos humanitários.</P><br />
<P>São conclusões do relatório publicado hoje pelo serviço científico da Comissão Europeia, que analisa antecipadamente os potenciais efeitos do fenómeno, com base em previsões sazonais que alimentam o Serviço de Alterações Climáticas Copernicus. </P><br />
<P>&#8220;A ocorrência do El Niño em 2026-2027 é praticamente certa&#8221;, refere a análise, acrescentando que se prevê também que atinja uma intensidade &#8220;muito elevada&#8221;, com uma &#8220;alta probabilidade&#8221; de se tornar um evento &#8220;muito forte&#8221; e até de ultrapassar os precedentes históricos. </P><br />
<P>O El Niño é um fenómeno climático natural que ocorre com regularidade (intervalo entre três e sete anos em média) devido ao aquecimento anómalo de uma grande área do Pacífico tropical e pode alterar os padrões de chuva, temperatura, seca e tempestades em diferentes regiões do planeta. </P><br />
<P>&#8220;O El Niño apresenta riscos complexos em múltiplas dimensões, desiguais na sua geografia, mas interligados nas suas consequências&#8221;, alerta o JRC, que enumera o calor extremo, a seca, as inundações, a insegurança alimentar e a exposição das populações vulneráveis entre os seus principais efeitos. </P><br />
<P>O relatório sublinha que estes impactos ocorrerão num contexto já marcado pelo aquecimento global, conflitos, deslocações, cadeias de abastecimento frágeis e elevados preços da energia e dos fertilizantes. </P><br />
<P>Segundo o JRC, a diferença entre um evento forte e um de intensidade sem precedentes &#8220;não é meramente meteorológica&#8221;, mas pode traduzir-se diretamente em &#8220;centenas de milhões de pessoas adicionais em risco&#8221;. </P><br />
<P>Os cientistas europeus preveem que o calor extremo aumente nos trópicos e subtrópicos a partir de setembro, atinja o pico entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027 e persista até à primavera.</P><br />
<P>A análise identifica a África Subsariana, o Sul e Sudeste Asiático, a Austrália e grandes partes das Américas como áreas particularmente vulneráveis. </P><br />
<P>O JRC aponta também para um risco acrescido de seca em grandes partes da Austrália, Sudeste Asiático, África Austral, América Central, Sahel e subcontinente indiano, enquanto outras regiões, como a África Oriental, a Ásia Central e partes das Américas, poderão sofrer com chuvas acima da média. </P><br />
<P>Na Europa, o relatório indica que um episódio especialmente intenso poderá alterar o padrão habitual e levar a temperaturas acima da média, com o aquecimento a intensificar-se em toda a Eurásia até à primavera de 2027. </P><br />
<P>Em termos alimentares, o JRC identifica o trigo duro como um dos produtos mais vulneráveis, com potencial aumento de preços, enquanto o impacto noutras culturas, como o milho, o arroz, a soja ou o trigo de inverno, dependerá da intensidade final do fenómeno e das regiões produtoras afetadas. </P><br />
<P>O relatório afirma ainda que a migração relacionada com o clima é essencialmente &#8220;interna e de curta distância&#8221; e acrescenta que as secas provocam deslocações mais graduais e menos visíveis do que as inundações ou as tempestades. </P><br />
<P>O Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia sublinha que a previsibilidade do El Niño oferece &#8220;uma oportunidade real&#8221; para antecipar medidas, mobilizar financiamento, reforçar os sistemas de alerta precoce e preparar respostas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776582]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vida Justa diz que pena suspensa para polícia que matou Odair continua &#8220;cultura de impunidade&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vida-justa-diz-que-pena-suspensa-para-policia-que-matou-odair-continua-cultura-de-impunidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida Justa]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento Vida Justa considerou hoje que a sentença de pena suspensa para o polícia que matou Odair Moniz no Bairro Cova da Moura, na Amadora, representa "uma continuidade histórica da cultura de impunidade" contra negros e pobres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O movimento Vida Justa considerou hoje que a sentença de pena suspensa para o polícia que matou Odair Moniz no Bairro Cova da Moura, na Amadora, representa &#8220;uma continuidade histórica da cultura de impunidade&#8221; contra negros e pobres.</P><br />
<P>&#8220;É uma decisão que representa uma continuidade histórica da cultura de impunidade deste país, porque uma pessoa, o Odair, um pai, um chefe de família e um irmão, um amigo, um companheiro, ser abatido daquela forma e a sentença ser essa [&#8230;] é uma validação de que a morte das pessoas negras e pobres da classe trabalhadora não constitui uma perda social&#8221;, afirmou Flávio Almada.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o porta-voz do Vida Justa salientou que a condenação do agente da PSP a três anos e seis meses de pena suspensa, apesar de o tribunal ter dado como provado que Odair Moniz &#8220;não tinha qualquer faca&#8221;, é &#8220;um estímulo à cultura de impunidade&#8221; que se pode relacionar com os ataques na esquadra do Rato, em Lisboa, e à violência &#8220;contra as populações dos bairros e imigrantes e pessoas pobres&#8221;.</P><br />
<P>Para Flávio Almada, a condenação &#8220;devia ser efetiva&#8221; e a decisão de o agente poder voltar ao trabalho &#8220;é uma mensagem muito clara&#8221; que se conjuga com a medida aprovada na Assembleia da República para o aumento de revistas de pessoas nas chamadas zonas com criminalidade de impacto social.</P><br />
<P>&#8220;Isso anuncia automaticamente uma intensificação de uma cultura de repressão, à medida que aumenta a desigualdade, contra os bairros em particular e contra grupos chamados como grupos racializados&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Além disso, o acórdão do Tribunal de Sintra também é &#8220;revelador da cultura racista que está dentro das instituições, de que a polícia pode matar pessoas e pode violentar, desumanizar uma comunidade&#8221; e fica, assim, &#8220;de uma forma impune&#8221; e o autor &#8220;continua a passear e volta ao trabalho&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o ativista do movimento de defesa da habitação e direitos humanos, o que se passou na Cova da Moura, em outubro de 2024, não é diferente do que aconteceu na esquadra de Alfragide, com jovens sequestrados e depois &#8220;torturados&#8221;, ou de outras pessoas negras agredidas ou mortas pelas autoridades.</P><br />
<P>&#8220;É uma cultura de impunidade em que sempre que há pessoas pobres, negras, que são abatidas pela polícia e a polícia é ilibada, e é o morto que é condenado, sendo culpabilizado pela sua própria morte&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Quanto à atribuição de 90 mil euros à família de Odair Moniz, cabo-verdiano de 43 anos residente no Bairro do Zambujal, o também cofundador do Vida Justa classificou como uma das &#8220;formas subtis&#8221; de desresponsabilizar ou de &#8220;não mostrar a gravidade da situação, porque isso não vai substituir a perda de um pai&#8221;, companheiro, amigo e membro da comunidade.</P><br />
<P>&#8220;A justiça não foi feita [&#8230;], o que estava em jogo aqui não é uma questão de indemnização, o que estava no jogo aqui é uma questão de dignidade&#8221;, de &#8220;justiça&#8221; e &#8220;de restaurar a dignidade, não só do Odair, que não perdeu a dignidade, e da sua família, mas de uma comunidade que foi colocada no banco dos réus&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Este tipo de indemnizações, prosseguiu, &#8220;são migalhas&#8221; e, indiretamente, estão a dizer que, com um pouco de dinheiro, &#8220;parem de gritar, mas isso não é questão de dinheiro&#8221;, é &#8220;uma questão de dignidade&#8221; e &#8220;isso não tem preço&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A nossa dignidade não tem preço, uma vida não tem preço e isso é revelador, mas não é isolado, isso conjuga-se com um ataque brutal que, nesta conjuntura, a partir deste governo, que a justiça está a fazer contra o segmento da população pobre, imigrante e racializada&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Embora admitindo que &#8220;cabe à família decidir&#8221; se recorre do acórdão, Flávio Almada advogou que devia recorrer e indicou que o movimento irá protestar o seu &#8220;descontentamento&#8221;, &#8220;indignação&#8221; e &#8220;repúdio&#8221; pela decisão.</P><br />
<P>Questionado se podem ocorrer novos protestos nos bairros, que logo após a morte de Odair provocaram o caos em diversos concelhos da região de Lisboa, o ativista disse não saber, mas defendeu que &#8220;há que tratar a causa fundamental&#8221; da revolta porque &#8220;as pessoas ao longo de décadas&#8221; nos bairros &#8220;são mortas e não acontece nada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando as pessoas recorrem à justiça e não encontram a validação de uma realidade que toda a gente tem conhecimento, inclusive os tribunais, e qualquer pessoa com o mínimo de sinceridade vê claramente que é um caso de justiça, onde mais vão recorrer?&#8221;, questionou, insistindo que &#8220;há que eliminar a causa do descontentamento&#8221;.</P></p>
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		<title>Economia da Polónia está a ultrapassar a Alemanha Oriental e ameaça dividir de novo o motor da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:03:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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		<category><![CDATA[Polónia]]></category>
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					<description><![CDATA[Concorrência chinesa, custos elevados, choques energéticos, estagnação económica e perda de competitividade pressionam o modelo alemão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polónia, durante décadas vista como uma das economias mais frágeis da Europa, está hoje a crescer várias vezes mais depressa do que a Alemanha e a atrair investimento industrial que antes poderia ter seguido para a antiga Alemanha Oriental, analisa o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>O contraste está a redesenhar o mapa económico do centro da Europa. De um lado, uma Polónia em expansão, com desemprego próximo de 3%, forte captação de investimento e ambições crescentes em setores como energia, automóvel, baterias, logística e tecnologia. Do outro, uma Alemanha Oriental que, apesar dos avanços desde a reunificação, volta a mostrar sinais de fragilidade.</p>
<p>Um relatório da associação patronal Saarower Kreis e da filial de Dresden do Instituto Ifo alerta que a convergência da antiga Alemanha Oriental com o oeste do país está em risco. A produtividade por trabalhador nos estados federais do leste passou de 78% da média ocidental há dez anos para 85% em 2025, mas os especialistas temem que este progresso possa estagnar.</p>
<p>A principal fragilidade está no investimento. Entre 2019 e 2023, o investimento produtivo per capita no leste da Alemanha atingiu apenas três quartos do nível observado na Alemanha Ocidental. Excluindo infraestruturas e habitação, o valor cai para dois terços, sinal de que as empresas da região estão a investir demasiado pouco.</p>
<p>Do outro lado da fronteira, a Polónia tem beneficiado de maior flexibilidade regulatória, zonas económicas especiais, salários mais baixos e incentivos ao investimento. O economista Joachim Ragnitz resume a diferença: a Polónia tem mais facilidade em adaptar o seu sistema económico, enquanto a Alemanha Oriental está integrada nas regras laborais, jurídicas e salariais alemãs, o que limita a sua capacidade de competir.</p>
<p>A demografia e a inovação agravam o problema. A população em idade ativa no leste alemão deverá cair cerca de 7% até 2035, com quebras superiores a 12% em regiões como Saxónia-Anhalt e Turíngia. Ao mesmo tempo, os gastos empresariais em investigação e desenvolvimento representam apenas 0,72% do PIB no leste, contra quase 2,5% na Alemanha Ocidental.</p>
<p>A Polónia, pelo contrário, procura subir na cadeia de valor. O país planeia investir cerca de um bilião de zlotys, cerca de 234 mil milhões de euros, no setor energético durante a próxima década, incluindo rede elétrica, novas centrais e o primeiro reator nuclear do país.</p>
<p>A mudança também se vê nas empresas. Companhias polacas anunciaram 22 aquisições na Europa Ocidental no ano passado, incluindo negócios na Alemanha em setores como automóvel, tecnologia e produção alimentar. Uma das operações mais simbólicas foi a compra do grupo alemão Invia pela Wirtualna Polska Holding, avaliada em 240 milhões de euros.</p>
<p>Apesar de a Alemanha continuar a ser a maior economia europeia e a antiga Alemanha Oriental manter polos industriais relevantes, como Leipzig, Dresden e o triângulo químico da Saxónia-Anhalt, os sinais de desgaste são cada vez mais visíveis. Concorrência chinesa, custos elevados, choques energéticos, estagnação económica e perda de competitividade pressionam o modelo alemão.</p>
<p>A pergunta torna-se cada vez mais incómoda para Berlim: a Polónia está apenas a aproximar-se da velha potência industrial europeia ou já começou a ultrapassar parte dela?</p>
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