O CaixaBank e o Bankia esperam ter nas suas mãos esta sexta-feira, dia 26, o registo legal da sua fusão. A primeira instituição vai ‘absorver’ a segunda, numa operação que vai resultar no maior banco espanhol, com ativos de mais de 665.000 milhões de euros, segundo o CincoDías.
O novo banco, que vai eliminar a marca Bankia e manter o nome CaixaBank em toda a rede, foi submetido a um exame exaustivo pela Comissão Nacional de Mercados e Concorrência (CNMC) durante mais de quatro meses.
As duas entidades em processo de fusão esperavam ter formalizado a constituição de um único banco em meados deste mês, mas os constantes pedidos de informação solicitados pela CNMC causaram este ligeiro atraso. Ainda assim, a operação será realizada, na mesma, no primeiro trimestre do ano, permitindo ao novo grupo continuar com o seu calendário e apresentar dados unificados em março.
Este atraso de duas semanas na chegada de todas as autorizações relevantes para aprovar a criação do novo banco significa que o Bankia terá de realizar a sua última reunião de acionistas amanhã, na qual as contas de 2020 serão submetidas para aprovação, bem como a reeleição de alguns diretores.
A fusão das duas instituições já obteve as autorizações do Ministério da Economia, da Direção-Geral de Seguros, da CNMC e do Banco de Espanha, bem como as da Concorrência e do Banco Central Europeu.
A fusão vai permitir criar o maior banco em termos de ativos em Espanha, à frente do Santander ou do BBVA, que têm uma importante percentagem do seu negócio a nível internacional.












