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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Fazer a mala sem perder a cabeça: os truques dos especialistas para viajar melhor este verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 12:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fazer a mala pode parecer uma tarefa simples, até ao momento em que a bagagem não fecha, o peso ultrapassa o limite da companhia aérea ou o frasco de champô decide abrir-se em pleno voo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer a mala pode parecer uma tarefa simples, até ao momento em que a bagagem não fecha, o peso ultrapassa o limite da companhia aérea ou o frasco de champô decide abrir-se em pleno voo. Para quem vai viajar este verão, a &#8216;Euronews Travel&#8217; reuniu conselhos de especialistas e da sua própria equipa para tornar a preparação da bagagem mais leve, prática e menos stressante.</p>
<p>A primeira regra é aproveitar todos os espaços mortos. Michael Starling, editor-chefe da &#8216;Euronews Travel&#8217;, recomenda usar aquilo a que chama o “espaço dos sapatos”: colocar meias, produtos de higiene ou pequenos objetos dentro de sapatos e botas. Além de poupar espaço, este truque ajuda a proteger frascos de champô, gel de banho ou outros recipientes que possam partir-se ou verter durante a viagem.</p>
<p>Para quem tem dificuldade em viajar com pouca bagagem, os sacos de vácuo podem ser uma solução. Elena Galli, fundadora da Jaspacks, defende que estes sacos reduzem significativamente o volume da roupa, permitindo colocar mais peças numa mala pequena e, em alguns casos, viajar apenas com bagagem de mão. A vantagem não é apenas física: evitar bagagem despachada pode poupar dinheiro em taxas e reduzir o tempo perdido no aeroporto.</p>
<p>Outro conselho passa por repensar a roupa antes de começar a arrumar. Izzy Nicholls, fundadora do The Gap Decaders, recomenda fazer a mala com base na versatilidade e não em todos os cenários possíveis. A lógica é simples: três partes de cima, duas partes de baixo e uma peça exterior podem cobrir a maioria das necessidades, desde que tudo combine entre si. Se uma peça só funcionar com um único conjunto, é provável que seja peso morto.</p>
<p>A escolha dos tecidos também conta. Materiais de secagem rápida permitem lavar uma peça à noite e voltar a usá-la no dia seguinte, reduzindo a tentação de levar roupa duplicada. Um pequeno kit de lavagem pode ser suficiente para prolongar a vida de um guarda-roupa de férias sem que pareça repetitivo.</p>
<p>Há ainda truques específicos para peças difíceis. Fakhriya M. Suleiman, jornalista da &#8216;Euronews Travel&#8217;, recomenda colocar primeiro metade de um vestido comprido na mala e dobrar a outra metade por cima do restante conteúdo já arrumado. A técnica ajuda a evitar vincos profundos e mantém as peças com melhor aspeto à chegada.</p>
<p>Nos produtos de higiene, o erro mais comum é confiar demasiado nas tampas dos frascos. Sarah-Jane Outten, especialista em lifestyle e compras na MyVoucherCodes, aconselha abrir o frasco, colocar uma película de plástico sobre a abertura e só depois voltar a enroscar a tampa. A barreira extra reduz o risco de fugas dentro da mala. Outra opção é trocar líquidos por champô sólido, sabonetes em barra ou pasta de dentes em pastilha, que não vertem e não contam para os limites de líquidos na bagagem de mão.</p>
<p>Durante o voo, o essencial deve estar à mão. Nick Gaskin, diretor de vendas e marketing da IT Luggage, sugere guardar bálsamo labial, auscultadores, snacks e outros objetos pequenos numa bolsa fácil de retirar da mala e manter debaixo do assento. Assim evita-se abrir o compartimento superior a meio da viagem.</p>
<p>A organização também deve ter em conta o momento de chegada. Dianne Apen-Sadler, jornalista sénior da &#8216;Euronews Travel&#8217;, lembra que muitos hotéis só permitem check-in a partir da tarde. Por isso, quem chega cedo deve deixar no topo da mala a roupa para depois do voo, o biquíni ou qualquer peça de que possa precisar antes de entrar no quarto. A mesma especialista recomenda enrolar quase toda a roupa, exceto peças mais rígidas como jeans, casacos ou camisolas grossas, e preencher primeiro os espaços irregulares criados pela estrutura da mala.</p>
<p>Fotografar a bagagem antes de sair de casa é outro gesto simples que pode evitar problemas. Segundo Gaskin, uma imagem da mala já feita pode ajudar num pedido ao seguro em caso de extravio e servir de lembrete do que foi levado. Outten sugere ainda espalhar tudo em cima da cama antes de arrumar, enquanto Apen-Sadler aconselha fotografar conjuntos de roupa para facilitar decisões durante a viagem.</p>
<p>Quando a mala já não fecha, há uma solução pouco elegante mas eficaz: vestir o que não coube. Jane Hawkes, especialista em consumo, sugere usar peças sobrepostas, atar camisolas à cintura ou substituir o casaco por um lenço grande. Também recomenda levar sacos extra de pano ou plástico, úteis no regresso para separar a roupa suja ou acomodar compras inesperadas.</p>
<p>Alguns dos objetos mais úteis são precisamente os que quase ninguém se lembra de levar. Mateusz Dul, especialista da agência eSky Group, recomenda uma pequena extensão ou concentrador USB, sobretudo em hotéis com poucas tomadas. Uma garrafa de água reutilizável com filtro, sprays faciais ou gotas para os olhos também podem fazer diferença, já que o ar dos aviões e o ar condicionado dos hotéis tendem a secar mais do que muitos viajantes antecipam.</p>
<p>Nos cruzeiros, a lógica muda. Como os camarotes têm pouco espaço, Parul Jadav, da &#8216;Brightsun Travel&#8217;, aconselha levar um porta-sapatos de pendurar e um nécessaire também suspenso, soluções que criam arrumação extra sem ocupar chão ou lavatório. E há um detalhe importante: medicamentos, carregador, livro e fato de banho devem ficar na bagagem de mão, porque a mala principal pode demorar a chegar à cabina.</p>
<p>No fim, a mala perfeita não é necessariamente a mais pequena nem a mais cheia. É aquela que evita decisões inúteis, aproveita melhor o espaço e antecipa os pequenos problemas que podem estragar o início das férias. Viajar mais leve, afinal, começa antes de sair de casa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767510]]></sapo:autor>
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		<title>Instituto da Segurança Social fecha lar clandestino em Palmela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 11:56:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto da Segurança Social encerrou, na sexta-feira, um lar clandestino em Lagameças (Palmela, distrito de Setúbal) que albergava 11 idosos, por falta de condições higiossanitárias, de salubridade e de segurança, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto da Segurança Social encerrou, na sexta-feira, um lar clandestino em Lagameças (Palmela, distrito de Setúbal) que albergava 11 idosos, por falta de condições higiossanitárias, de salubridade e de segurança, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>Em comunicado, o Instituto da Segurança Social (ISS) adianta que o encerramento ocorreu na sequência de uma ação de fiscalização, que constatou &#8220;que as condições higiossanitárias, de salubridade e de segurança em que os idosos se encontravam acolhidos constituíam um perigo iminente para a sua integridade física, saúde, conforto e bem-estar, justificando-se o encerramento imediato e coercivo&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o instituto liderado por Pedro Corte Real, entre os 11 idosos estavam &#8220;nove mulheres e dois homens, com média de idades de 78 anos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Dos 11 idosos que se encontravam neste estabelecimento ilegal, 10 ficaram com as suas famílias e uma pessoa foi encaminhada para instituição de saúde&#8221;, refere a mesma nota.</P><br />
<P>O ISS informa ainda que encerrou no passado dia 21 de maio um outro lar clandestino no Pinhal Novo, distrito de Setúbal, onde se encontravam &#8220;13 pessoas idosas&#8221;, das quais nove mulheres e quatro homens, com média de idades de 80 anos&#8221;.</P><br />
<P>Esta ação foi realizada em conjunto com o Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas/GNR de Setúbal e a Autoridade de Saúde e, &#8220;após contacto com as respetivas famílias, cinco pessoas foram encaminhadas para respostas sociais condignas e oito ficaram com familiares&#8221;. </P><br />
<P>Desde o arranque do ano e até 30 de abril, os serviços de fiscalização do Instituto da Segurança Social fizeram 167 ações de fiscalização relacionadas com a área de idosos, tendo encerrado, de forma urgente e imediata, sete estabelecimentos clandestinos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770154]]></sapo:autor>
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		<title>Greve geral: CP divulga serviços mínimos e alerta para perturbações na circulação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 11:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A CP alertou hoje para possíveis perturbações na circulação de comboios entre terça e quinta-feira, devido à greve geral de 03 de junho, e publicou os serviços mínimos previstos para os comboios urbanos, regionais e de longo curso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A CP alertou hoje para possíveis perturbações na circulação de comboios entre terça e quinta-feira, devido à greve geral de 03 de junho, e publicou os serviços mínimos previstos para os comboios urbanos, regionais e de longo curso.</P><br />
<P>&#8220;Por motivo de greve convocada pelos sindicatos SFRCI, SMAQ, ASCEF, ASSIFECO, FECTRANS/SNTSF, FENTCOP, SINDEFER, SINFA, SINFB, SINTTI, SIOFA, STF e SNAQ, para 3 de junho &#8212; dia de greve geral &#8211; preveem-se perturbações na circulação de comboios, com possíveis impactos também no dia anterior e seguinte&#8221;, alertou a transportadora ferroviária, num aviso publicado na sua página na internet.</P><br />
<P>A CP apontou ainda que foram definidos serviços mínimos para a circulação, que podem ser consultados no seu &#8216;site&#8217;, para os comboios Alfa Pendular e Intercidades, Regional e InterRegional, Urbanos do Porto, de Coimbra e de Lisboa.</P><br />
<P>Aos clientes que já tenham bilhetes para viajar em comboios dos serviços Alfa Pendular, Intercidades, Internacional, InterRegional e Regional, a CP vai permitir o reembolso total, ou troca gratuita para outro comboio da mesma categoria e na mesma classe.</P><br />
<P>Segundo a transportadora, o reembolso ou troca podem ser efetuados em &#8216;online&#8217; para bilhetes comprados por esta via e na &#8216;app&#8217; CP, até 15 minutos antes da partida do comboio da estação de origem do cliente.</P><br />
<P>O reembolso pode ser pedido nas bilheteiras, antes ou após a data da viagem, e até 10 dias após o fim da greve, podendo também ser solicitado através do formulário &#8216;online&#8217; &#8220;Reembolso por Atraso ou Supressão&#8221;, sujeito a tempos de resposta superiores.</P><br />
<P>A CGTP entregou um pré-aviso de greve geral para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.</P><br />
<P>O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento, uma semana depois de o executivo de Luís Montenegro ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.</P><br />
<P>A paralisação de quarta-feira deverá contar com uma adesão alargada, com vários sindicatos de diversos setores a terem já anunciado a sua participação, nomeadamente a função pública, com destaque para saúde e ensino, bem como transportes, aviação, comércio, entre outros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770153]]></sapo:autor>
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		<title>Óbito/Edgar Morin: PR salienta perda de um dos grandes pensadores do século XX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 11:28:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República recebeu com "profunda tristeza" a notícia da morte do filósofo e sociólogo francês Edgar Morin, salientando que foi um dos grandes pensadores do século XX e teve uma relação especial com Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República recebeu com &#8220;profunda tristeza&#8221; a notícia da morte do filósofo e sociólogo francês Edgar Morin, salientando que foi um dos grandes pensadores do século XX e teve uma relação especial com Portugal.</P><br />
<P>Edgar Morin nasceu em Paris, em 08 de julho de 1921, filho único de uma família judia originária de Salónica, na Grécia, e morreu na sexta-feira, aos 104 anos.</P><br />
<P>Numa nota publicada no &#8216;site&#8217; oficial da Presidência da República, António José Seguro envia condolências à família de Edgar Morin e refere que recebeu com profunda tristeza a notícia da sua morte, considerando que foi &#8220;um dos grandes pensadores do século XX e do nosso tempo&#8221;.</P><br />
<P>Edgar Morin &#8220;viveu e pensou um século que foi o mais violento e o mais transformador da história humana. Quando a Alemanha nazi invadiu a França, em 1940, não hesitou, juntou-se à Resistência e adotou o pseudónimo Morin, nome com que ficaria para sempre conhecido e com que assinou uma obra que atravessou décadas e fronteiras. Pensamento e ação, democracia e liberdade nunca estiveram nele separados&#8221;, sustenta-se na nota do chefe de Estado.</P><br />
<P>Investigador do Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS) de França, Edgar Morin, segundo o Presidente da República, &#8220;construiu uma obra de rara amplitude, combinando a complexidade e a reflexão sobre os media e a cultura de massas, a crítica do pensamento simplificador e a pedagogia do futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A sua obra não se deixou encerrar em nenhuma disciplina. Foi precisamente isso que fez dele uma referência incontornável para gerações de investigadores, professores, políticos e cidadãos em todo o mundo&#8221;, realça-se na nota de António José Seguro.</P><br />
<P>O chefe de Estado destaca também que Edgar Morin &#8220;escolheu Portugal como um espaço de relação especial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Veio pela primeira vez nos anos 60, a convite de António Alçada Baptista e da revista O Tempo e o Modo, e regressou ao longo de várias décadas. Recebeu distinções académicas em universidades portuguesas, apresentou obras e chamou a Portugal um país extraordinário, tão profundas eram as suas ligações ao mundo da língua portuguesa. Portugal reconhece nele um mestre do pensamento e da liberdade&#8221;, acentua o Presidente da República.</P><br />
<P>&#8220;Até aos seus últimos dias, Edgar Morin manteve-se atento ao mundo, aos outros e aos grandes desafios humanos que alimentaram o seu pensamento&#8221;, referiu a mulher, Sabah Abouessalam Morin, num comunicado citado pela agência de notícias francesa AFP.</P><br />
<P>Entre as teses centrais da sua filosofia, Edgar Morin considerava que quanto mais graves eram os riscos de crise, maiores eram as hipóteses de encontrar soluções e apresentava-se como um &#8220;optipessimista&#8221;, explicando: &#8220;tenho esperança num contexto de desesperança&#8221;.</P><br />
<P>Edgar Nahoum aderiu em 1941 ao Partido Comunista e integrou a Resistência sob o pseudónimo de Morin, apelido que passou a usar como autor. Entrou em rutura com o comunismo em 1959, tendo escrito a obra &#8220;Autocrítica&#8221;, muito dura para o partido francês, as intervenções soviéticas e os erros políticos.</P><br />
<P>Precursor da &#8220;sociologia do presente&#8221;, interessou-se por fenómenos pouco estudados pela sociologia como o cinema, novas tecnologias ou desporto.</P><br />
<P>No quinto volume da sua obra-prima, &#8220;O Método&#8221;, escreve: &#8220;Quanto mais conhecemos o ser humano, menos o compreendemos. As dissociações entre disciplinas fragmentam-no, esvaziam-no de vida, de carne, de complexidade e certas ciências consideradas humanas esvaziam mesmo a noção de homem&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770152]]></sapo:autor>
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		<title>Homem de 72 anos morre na Aguda, Gaia, enquanto praticava caça submarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 11:02:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um homem de 72 anos morreu na tarde de sexta-feira enquanto praticava caça submarina perto da Praia da Aguda, em Vila Nova de Gaia, informou hoje a Autoridade Marítima Nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem de 72 anos morreu na tarde de sexta-feira enquanto praticava caça submarina perto da Praia da Aguda, em Vila Nova de Gaia, informou hoje a Autoridade Marítima Nacional.</P><br />
<P>Em comunicado, esta autoridade esclareceu que o alerta foi dado às 18:05 por um popular que se encontrava naquela zona e, à chegada dos meios de socorro ao local, a vítima foi retirada da água pelos Bombeiros Voluntários da Aguda, &#8220;tendo o auto de verificação do óbito sido realizado pelo Delegado de Saúde&#8221;.</P><br />
<P>No local estiveram ainda o Comando Local da Polícia Marítima do Douro e Leixões e o INEM. </P><br />
<P>&#8220;Após contacto com o Ministério Público, o corpo foi posteriormente transportado para o Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses do Porto&#8221;, avançou ainda a Autoridade Marítima Nacional, que acrescentou que os familiares da vítima estão a receber apoio do Gabinete de Psicologia da Polícia Marítima.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770151]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quer usar a air fryer para tudo? Especialistas garantem que há alimentos que nunca deviam entrar na gaveta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 11:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Air Fryer]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A air fryer tornou-se um dos eletrodomésticos mais populares das cozinhas modernas, prometendo refeições mais rápidas, menos gordura e menos confusão do que uma fritadeira tradicional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A air fryer tornou-se um dos eletrodomésticos mais populares das cozinhas modernas, prometendo refeições mais rápidas, menos gordura e menos confusão do que uma fritadeira tradicional. Mas há uma regra que muitos utilizadores aprendem tarde: o facto de quase tudo poder entrar na gaveta não significa que tudo deva ser cozinhado ali. O &#8216;Daily Mail&#8217; reuniu conselhos de especialistas e há alimentos que podem dar mau resultado, criar sujidade desnecessária ou até levantar riscos de segurança.</p>
<p>No topo da lista está um clássico das noites de cinema: pipocas. A ideia pode parecer tentadora, mas Jamie Darlow, investigador da Which?, explica que a maioria das air fryer não atinge temperatura suficiente para fazer rebentar os grãos de milho. O resultado pode ser uma longa espera, poucos grãos abertos e uma experiência bastante menos eficaz do que no micro-ondas.</p>
<p>A massa crua é outro alimento que deve ficar longe da air fryer. A razão é simples: precisa de água a ferver para cozinhar corretamente. O mesmo princípio aplica-se ao arroz, que exige cozedura em água ou vapor. Para estes alimentos, a panela, o fogão, uma panela elétrica ou até uma slow cooker continuam a ser opções mais adequadas.</p>
<p>Também os molhos de massa não são propriamente amigos deste eletrodoméstico. Não é impossível aquecê-los na air fryer, mas pode tornar-se uma tarefa suja e pouco prática. Segundo Darlow, a air fryer pode servir para reaquecer massa já cozinhada com molho, mas o micro-ondas acaba por ser uma solução mais eficiente e menos trabalhosa.</p>
<p>A torrada é outro caso em que o aparelho pode funcionar, mas dificilmente compensa. A air fryer tende a secar o pão, as migalhas podem acumular-se no fundo da gaveta e as fatias podem ser empurradas pelo fluxo de ar quente durante a cozedura. Além disso, é necessário virar o pão a meio do processo. Para uma torrada simples, a torradeira continua a ganhar.</p>
<p>A recomendação dos especialistas não significa, porém, que a air fryer esteja limitada a batatas, frango ou legumes. Pelo contrário, há alimentos inesperados que podem resultar muito bem. Liana Green, autora de vários guias sobre air fryer, defende que é possível fazer ovos com textura semelhante à dos ovos cozidos, sem usar água a ferver. A sugestão passa por cozinhar os ovos a 150ºC: cerca de oito minutos para uma gema mais líquida ou 12 minutos para um centro mais firme.</p>
<p>Outro exemplo curioso é o ravioli. Apesar de ser massa, pode funcionar na air fryer se já estiver preparado de forma adequada. A recomendação passa por envolver os ravioli em ovo batido e pão ralado antes de os cozinhar a 175ºC durante cerca de dez minutos, virando-os a meio. O resultado é uma versão crocante, mais próxima de um snack do que de um prato tradicional de massa.</p>
<p>O halloumi também entra na lista dos alimentos que surpreendem pela positiva. Ao contrário de muitos queijos frescos, que podem derreter depressa demais ou queimar, este queijo tem um ponto de fusão mais elevado. Isso permite que fique dourado e crocante por fora, mantendo o interior macio. A sugestão de Green é cozinhá-lo a 200ºC durante oito a dez minutos e, no final, juntar um pouco de mel.</p>
<p>A air fryer popularizou-se por usar ar quente em vez de óleo abundante, tornando-se uma alternativa mais rápida e, em muitos casos, mais leve à fritura tradicional. Ainda assim, não é um aparelho mágico. Como lembra Emily Seymour, editora de energia da Which?, erros como encher demasiado a gaveta ou não limpar corretamente o equipamento podem acabar em frango mal cozinhado, batatas pouco crocantes ou até fumo na cozinha.</p>
<p>A regra mais útil talvez seja esta: a air fryer é excelente para alimentos que beneficiam de circulação de ar quente e textura crocante, mas é pouco indicada para receitas que dependem de água, vapor ou líquidos soltos. Pipocas, arroz, massa crua, molhos e torradas podem parecer experiências inocentes, mas acabam muitas vezes por provar que, na cozinha, a ferramenta certa ainda faz diferença.</p>
<p>No fundo, o segredo está menos em usar a air fryer para tudo e mais em perceber onde ela realmente brilha. Para crocância, rapidez e pequenas porções, pode ser uma aliada. Para cozer, ferver ou transformar a gaveta num substituto universal da cozinha, talvez seja melhor resistir à tentação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767525]]></sapo:autor>
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		<title>Aeroporto: Governo destina até 4,5 ME para desmilitarizar Campo de Tiro de Alcochete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 10:43:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, uma autorização de despesa de até 4,5 milhões de euros para desmilitarizar o Campo de Tiro de Alcochete, local previsto para o novo Aeroporto de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, uma autorização de despesa de até 4,5 milhões de euros para desmilitarizar o Campo de Tiro de Alcochete, local previsto para o novo Aeroporto de Lisboa. </P><br />
<P>No comunicado do Conselho de Ministros, divulgado na sexta-feira à noite, o Governo sustenta que desativar o Campo de Tiro de Alcochete é uma &#8220;condição necessária para avançar com o novo Aeroporto de Lisboa &#8212; Aeroporto Luís de Camões&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta intervenção é essencial para permitir que a concessionária possa realizar os estudos técnicos e ambientais e iniciar os trabalhos de campo, assegurando o cumprimento do calendário do projeto do novo aeroporto&#8221;, acrescenta. </P><br />
<P>Deste modo, segundo o executivo, o diploma &#8220;prevê um investimento de até 4,5 milhões de euros, destinado a operações como a deteção e inativação de engenhos explosivos e a preparação segura dos terrenos, atualmente afetos a uso militar&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770150]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Ataques noturnos fazem pelo menos quatro mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 10:37:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia e a Ucrânia voltaram a atacar-se na última noite, provocando pelo menos quatro mortes, três na região russa de Belgorod e uma em Zaporijia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia e a Ucrânia voltaram a atacar-se na última noite, provocando pelo menos quatro mortes, três na região russa de Belgorod e uma em Zaporijia.</P><br />
<P>A equipa de gestão de crises na região fronteiriça russa de Belgorod adiantou que três homens foram mortos em Oktyabrsky, a poucos quilómetros da fronteira com a Ucrânia, durante dois ataques distintos.</P><br />
<P>Em Armavir, na região de Krasnodar, no sul da Rússia, as autoridades reportaram um incêndio num depósito de combustível, que já tinha sido alvo de drones ucranianos, mas sem provocar vítimas.</P><br />
<P>Um outro incêndio ocorreu no porto de Taganrog, na região sul de Rostov, atingindo um navio-tanque, um depósito de combustível e um edifício administrativo, segundo o governador Yuri Slyusar, adiantando que duas pessoas ficaram feridas. </P><br />
<P>O Ministério da Defesa de Moscovo informou que 127 drones ucranianos foram abatidos durante a noite sobre território russo e a península da Crimeia anexada, informação que não foi confirmada por fontes independentes.</P><br />
<P>Já a Força Aérea ucraniana avançou que a Rússia lançou seis mísseis de cruzeiro e 290 drones durante a noite, garantindo que 284 foram intercetados, mas há relatos de impactos em sete locais e destroços em outros dez.</P><br />
<P>A vítima mortal foi identificada pelo governador regional ucraniano, Ivan Fedorov, como residente em Zaporijia.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após o desmoronamento da União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se da esfera de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.</P><br />
<P>A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia a cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos militares em território russo e na península da Crimeia, ilegalmente anexada por Moscovo em 2014.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770149]]></sapo:autor>
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		<title>Retomados voos no aeroporto de Munique após suspeita de drone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 10:09:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os voos no aeroporto de Munique foram retomados após uma suspensão de uma hora, depois de um drone ter sido reportado por dois pilotos, pelas das 09:00 locais (08:00 em Lisboa).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os voos no aeroporto de Munique foram retomados após uma suspensão de uma hora, depois de um drone ter sido reportado por dois pilotos, pelas das 09:00 locais (08:00 em Lisboa).</P><br />
<P>Durante o encerramento, mais de 20 voos que deveriam aterrar em Munique foram desviados para outros aeroportos, informou um porta-voz do aeroporto, salientando que não se encontrou nada de suspeito nas proximidades da infraestrutura aeroportuária. </P><br />
<P>Em declarações à agência de notícias francesa AFP, fonte do aeroporto referiu que, &#8220;em coordenação com o controlo aéreo alemão, as autoridades responsáveis pela segurança decidiram então encerrar as pistas&#8221;.</P><br />
<P>Vários aeroportos dos países de leste europeu têm feito interrupções na operação por avistamento de drones.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770148]]></sapo:autor>
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		<title>Governo dá &#8216;luz verde&#8217; a venda de participações sociais não estratégicas da Parpública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 10:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo autorizou a venda de participações sociais não estratégicas detidas pela Parpública, de modo a permitir "uma gestão mais eficiente da carteira pública", segundo uma deliberação aprovada em Conselho de Ministros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo autorizou a venda de participações sociais não estratégicas detidas pela Parpública, de modo a permitir &#8220;uma gestão mais eficiente da carteira pública&#8221;, segundo uma deliberação aprovada em Conselho de Ministros. </P><br />
<P> A deliberação, que &#8220;prevê a alienação de participações sociais não estratégicas detidas&#8221; pela Parpública, foi aprovada na sexta-feira e tem como intuito permitir &#8220;uma gestão mais eficiente da carteira pública e a reconfiguração da presença do Estado no setor empresarial&#8221;, adianta o comunicado do Conselho de Ministros. </P><br />
<P>Não obstante, o executivo refere que a decisão &#8220;determina ainda que a alienação deve assegurar condições de mercado, maximização do encaixe financeiro e salvaguarda do interesse público&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770146]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalha 861 horas extra num ano sem receber: loja é condenada a indemnizar em mais de 20 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 10:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[A trabalhadora estava ao serviço do bazar desde agosto de 2015 e tinha assinado vários contratos sucessivos a tempo inteiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante quase um ano, entre turnos longos, dias repartidos e uma rotina que ocupava praticamente toda a semana, uma vendedora de um bazar em Málaga acumulou 861 horas extraordinárias sem receber por elas. Agora, o Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia confirmou que a empresa terá de lhe pagar 20.107,04 euros por salários em atraso e horas extra não pagas, num caso relatado pelo &#8216;HuffPost&#8217;.</p>
<p>A trabalhadora estava ao serviço do bazar desde agosto de 2015 e tinha assinado vários contratos sucessivos a tempo inteiro. O seu horário, segundo a decisão judicial, ia de segunda-feira a sábado, das 10h30 às 15h30 e das 16h30 às 21h00. Na prática, eram jornadas prolongadas, partidas ao meio por uma pausa curta e repetidas seis dias por semana.</p>
<p>O caso chama a atenção não apenas pelo valor da condenação, mas pelo retrato de uma rotina laboral pesada e pouco visível: uma empregada de loja a cumprir centenas de horas para lá do horário normal, sem registo oficial de tempos de trabalho e sem pagamento correspondente. A loja, segundo a sentença, não mantinha qualquer registo das horas trabalhadas nem das horas extraordinárias.</p>
<p>De acordo com o contrato coletivo aplicável ao comércio geral em Málaga, no setor têxtil, a trabalhadora deveria receber 1.499,21 euros brutos por mês. A dívida reconhecida pelo tribunal corresponde ao período entre 1 de março de 2021 e 28 de fevereiro de 2022. Do total de 20.107,04 euros, 4.123,58 euros dizem respeito a diferenças salariais e 15.983,46 euros a horas extraordinárias não pagas.</p>
<p>A empresa não compareceu à audiência de conciliação nem ao julgamento inicial, apesar de ter sido devidamente notificada. Perante a ausência, o Tribunal Social nº 12 de Málaga deu razão à trabalhadora e condenou o bazar ao pagamento da quantia reclamada.</p>
<p>Mais tarde, a loja tentou recorrer da decisão, alegando falhas processuais e contestando as horas extra reconhecidas. Mas o Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia rejeitou os argumentos e manteve a condenação. A instância superior considerou que a primeira decisão estava devidamente fundamentada e que os factos tinham sido apoiados por documentação e prova testemunhal.</p>
<p>O tribunal sublinhou ainda que a ausência da empresa no julgamento inicial teve consequências. Como não compareceu para contestar as alegações no momento próprio, viu reforçada a presunção de veracidade das declarações e documentos apresentados pela trabalhadora.</p>
<p>O resultado é uma decisão que confirma o pagamento de 20.107,04 euros à antiga funcionária. Mas, para lá do valor, o caso expõe uma realidade que raramente aparece com este detalhe: a das horas que se acumulam no fim do dia, das jornadas que se prolongam sem compensação e da dificuldade de provar esse tempo quando a entidade patronal não mantém registos adequados.</p>
<p>Segundo o &#8216;HuffPost&#8217;, a decisão ainda pode ser alvo de recurso para o Supremo Tribunal, destinado à unificação de jurisprudência. Para já, porém, fica confirmada a condenação do bazar e o reconhecimento de uma dívida construída ao longo de centenas de horas de trabalho que ficaram por pagar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768795]]></sapo:autor>
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		<title>GNR detém cinco pessoas por tráfico de droga na Lourinhã</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/gnr-detem-cinco-pessoas-por-trafico-de-droga-na-lourinha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 09:54:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR deteve cinco pessoas por tráfico de droga no concelho da Lourinhã, tendo apreendido mais de 350 doses de droga, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A GNR deteve cinco pessoas por tráfico de droga no concelho da Lourinhã, tendo apreendido mais de 350 doses de droga, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>A operação, realizada pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Torres Vedras, levou à detenção de &#8220;dois homens e três mulheres, com idades compreendidas entre os 19 e 51 anos, por tráfico de estupefacientes no concelho da Lourinhã&#8221;, refere a GNR, em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Os detidos foram presentes ao Tribunal Judicial de Loures, tendo-lhes sido aplicadas uma medida de coação de prisão preventiva, duas de prisão domiciliária com pulseira eletrónica e dois com apresentações periódicas&#8221;, acrescentou a GNR, salientando que a investigação durou um ano.</P><br />
<P>Segundo as autoridades, foram cumpridos &#8220;cinco mandados de detenção fora de flagrante delito, cinco mandados de busca domiciliária e dez mandados de buscas não domiciliárias&#8221;.</P><br />
<P>No total, foram apreendidos 5.394 euros em dinheiro, duas viaturas, peças de ouro no valor de 70 mil euros, 280 doses de cocaína, 72 doses de &#8216;crack&#8217;, oito telemóveis, &#8220;material relacionado com embalamento e acondicionamento de estupefaciente&#8221; e duas televisões.</P><br />
<P>Esta operação contou com o apoio do Grupo de Intervenção de Ordem Pública e do Grupo de Intervenção Cinotécnico da GNR e da PSP.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770145]]></sapo:autor>
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		<title>Giro: Seria &#8220;mau&#8221; para Eulálio perder a camisola branca na última etapa a &#8216;contar&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 09:48:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Afonso Eulálio reconheceu hoje que seria mau perder a camisola branca na última etapa a 'contar' da 109.ª Volta a Itália em bicicleta, prometendo lutar para evitar ser destronado por Davide Piganzoli.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Afonso Eulálio reconheceu hoje que seria mau perder a camisola branca na última etapa a &#8216;contar&#8217; da 109.ª Volta a Itália em bicicleta, prometendo lutar para evitar ser destronado por Davide Piganzoli. </P><br />
<P>&#8220;É um dia duro no final, tão duro como ontem [sexta-feira], mas vamos dar tudo hoje. É o último dia, vamos sofrer e, no final, veremos&#8221;, começou por dizer o português da Bahrain Victorious à Eurosport.</P><br />
<P>O figueirense de 24 anos falava antes do início da 20.ª e penúltima etapa da 109.ª edição, que vai percorrer 200 quilómetros entre Gemona del Friuli e Piancavallo, uma contagem de montanha de primeira categoria com 14,5 quilómetros de extensão que os ciclistas vão escalar duas vezes.</P><br />
<P>&#8220;É demasiado longa. Lembro-me desta subida quando o [Tadej] Pogacar ganhou [em 2024]. Não sei se é a mesma, mas é um esforço superlongo&#8221;, analisou.</P><br />
<P>Eulálio lidera a juventude desde a quinta etapa, na qual integrou a fuga do dia e chegou à camisola rosa, mas partiu para a derradeira jornada de montanha com apenas 01.03 minutos de vantagem sobre Davide Piganzoli, o italiano da Visma-Lease a Bike que tem consistentemente encurtado distâncias para o português. </P><br />
<P>&#8220;Lutarei como lutei nos últimos dias, mas se no final o Piganzoli ganhar, é ciclismo. Seria mau, porque perderia no &#8216;último&#8217; dia, mas o Piganzoli também merece, porque é um corredor super forte&#8221;, concedeu.</P><br />
<P>Questionado sobre o facto de nunca parar de sorrir, mesmo quando está a passar dificuldades, como aconteceu na 19.ª etapa, aquele que foi o &#8216;maglia rosa&#8217; da Volta a Itália durante nove dias foi perentório: &#8220;Sorrio para não chorar&#8221;.</P><br />
<P>A 20.ª etapa do Giro já está na estrada, com Eulálio a partir para a última jornada montanhosa na sexta posição da geral, a 07.26 minutos de Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770144]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Retiradas mais quatro pessoas de gruta inundada no Laos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 09:32:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ Vienciana, 30 mai 2026 (Lusa) - As equipas de resgate no Laos anunciaram hoje a retirada de quatro pessoas que estavam retidas numa gruta inundada há dez dias, um dia depois de um primeiro sobrevivente ter sido resgatado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> As equipas de resgate no Laos anunciaram hoje a retirada de quatro pessoas que estavam retidas numa gruta inundada há dez dias, um dia depois de um primeiro sobrevivente ter sido resgatado.</P><br />
<P>As equipas de resgate do Laos e da Tailândia publicaram nas redes sociais informações sobre o sucesso da operação, juntamente com fotografias dos homens deitados em macas, com máscaras de oxigénio e envoltos em cobertores térmicos.</P><br />
<P>Um grupo de locais terá entrado na caverna na semana passada para procurar minerais valiosos, antes de ficar preso devido a uma cheia repentina que bloqueou a sua saída.</P><br />
<P>Uma pessoa conseguiu escapar a tempo e alertou as autoridades para os sete que ficaram para trás.</P><br />
<P>Duas pessoas permanecem desaparecidas.</P><br />
<P>Os homens tinham recebido água, alimentos de fácil digestão e cobertores térmicos para se manterem aquecidos, embora os vídeos gravados no interior da gruta sugerissem que as suas condições estavam a deteriorar-se.</P><br />
<P>As equipas de resgate do Laos e da vizinha Tailândia foram reforçadas por colegas japoneses, malaios, indonésios, franceses e australianos.</P><br />
<P>A gruta localiza-se numa zona acidentada na província central de Xaisomboun, a cerca de 120 quilómetros a norte da capital do Laos.</P><br />
<P>Vários dos elementos de resgate tinham participado num outro resgate numa gruta, em 2018, no norte da Tailândia, de 12 estudantes e do seu treinador de futebol.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770143]]></sapo:autor>
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		<title>Voos no aeroporto de Munique interrompidos por suspeita de drone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 09:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os voos foram suspensos hoje no aeroporto de Munique, depois de dois pilotos terem comunicado a suposta observação de um drone pouco depois das 09:00 locais (08:00 em Lisboa).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os voos foram suspensos hoje no aeroporto de Munique, depois de dois pilotos terem comunicado a suposta observação de um drone pouco depois das 09:00 locais (08:00 em Lisboa).</P><br />
<P>Em declarações à agência de notícias francesa AFP, fonte do aeroporto referiu que, &#8220;em coordenação com o controlo aéreo alemão, as autoridades responsáveis pela segurança decidiram então encerrar as pistas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É impossível dizer quanto tempo durará o encerramento&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Vários aeroportos dos países de leste europeu têm feito interrupções por avistamento de drones, mas até ao momento não há mais informações sobre o incidente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770142]]></sapo:autor>
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		<title>Duche frio num dia de calor extremo? Pode saber bem, mas há uma razão para evitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 09:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Duche frio]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Corpo humano funciona melhor a uma temperatura próxima dos 37 ºC. Quando a temperatura interna sobe demasiado, o cérebro ativa vários mecanismos de defesa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num dia de calor extremo, a tentação parece óbvia: chegar a casa, abrir a água fria e deixar o corpo recuperar do sufoco. Mas o gesto que muitos associam a alívio imediato pode não ser a melhor forma de arrefecer. Um artigo publicado pelo &#8216;The Independent&#8217;, a partir de um texto do professor Adam Taylor, anatomista da Universidade de Lancaster, explica que o duche frio pode até contrariar o mecanismo natural de arrefecimento do corpo.</p>
<p>O corpo humano funciona melhor a uma temperatura próxima dos 37 ºC. Quando a temperatura interna sobe demasiado, o cérebro ativa vários mecanismos de defesa: os vasos sanguíneos junto à pele dilatam, o sangue aproxima-se da superfície e o organismo tenta libertar calor através da pele. A transpiração é outro processo essencial, sobretudo quando a temperatura exterior se aproxima ou ultrapassa a temperatura corporal.</p>
<p>O problema é que a água muito fria faz precisamente o contrário. Quando o corpo é exposto subitamente ao frio, os vasos sanguíneos junto à pele contraem-se. Isso reduz o fluxo de sangue à superfície e dificulta a libertação do calor acumulado no interior do organismo. Na prática, o corpo interpreta o choque térmico como um sinal para conservar calor, não para o dissipar.</p>
<p>É por isso que um duche gelado pode saber bem na pele, mas não ser eficaz para baixar a temperatura interna. Em algumas situações, pode mesmo representar um risco. A exposição súbita a água fria, sobretudo quando está próxima dos 15 ºC, pode desencadear uma resposta de choque térmico, com aumento da pressão arterial e maior esforço para o coração. O risco é particularmente relevante em pessoas com doenças cardíacas ou problemas cardiovasculares.</p>
<p>Também os banhos muito quentes não são solução. A ideia de que um duche quente ajuda o corpo a arrefecer mais depressa não é sustentada pela explicação fisiológica. Se a água estiver mais quente do que o corpo, transfere calor para o organismo e pode dificultar ainda mais a redução da temperatura interna.</p>
<p>A alternativa mais eficaz é menos extrema: água tépida ou morna. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, uma temperatura entre os 26 ºC e os 27 ºC será mais adequada para ajudar o corpo a arrefecer sem provocar a contração dos vasos sanguíneos. Esse equilíbrio permite que o sangue continue a chegar à superfície da pele, facilitando a dissipação do calor.</p>
<p>Há ainda outro motivo para evitar o duche totalmente frio: pode não limpar tão bem. Com o calor, o suor mistura-se com sebo e bactérias presentes na pele, criando odor corporal. A água fria é menos eficaz a remover essas substâncias do que a água morna, além de poder contrair a pele e reter impurezas nos poros, favorecendo pontos negros, borbulhas e acne.</p>
<p>A recomendação, portanto, não passa por sofrer com água quente nem por provocar um choque de frio. Durante uma vaga de calor, o mais seguro é tomar banho com água tépida ou fresca, mas não gelada. E, se a vontade de arrefecer mais for inevitável, a descida da temperatura deve ser gradual, para não obrigar o corpo a reagir de forma brusca.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768771]]></sapo:autor>
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		<title>Moonspell lançam &#8220;disco mais importante&#8221; das suas vidas em nova junção de metal e gótico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 08:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os portugueses Moonspell vão editar em julho o 14.º álbum, intitulado "Far from God", que o vocalista Fernando Ribeiro diz ter sentido como o "disco mais importante" da vida do grupo, numa nova junção entre metal e gótico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os portugueses Moonspell vão editar em julho o 14.º álbum, intitulado &#8220;Far from God&#8221;, que o vocalista Fernando Ribeiro diz ter sentido como o &#8220;disco mais importante&#8221; da vida do grupo, numa nova junção entre metal e gótico.</P><br />
<P>&#8220;Sempre senti que este era o disco mais importante das nossas vidas, apesar de termos feito tantos&#8221;, afirmou Fernando Ribeiro à Lusa, que realçou que o grupo se deparou com uma &#8220;crise existencial a nível criativo&#8221; na sequência do disco &#8220;Hermitage&#8221;, lançado em 2021, em plena pandemia de covid-19.</P><br />
<P>&#8220;Eu gosto mesmo do que faço, e foi interessante, porque esta crise existencial toda que tivemos desde o &#8216;Hermitage&#8217; era exatamente para eu e os outros decidirmos se gostamos daquilo que fazemos, se é isto mesmo que a gente quer fazer e se estamos dispostos a pagar os preços que se pagam e a compreender também as oportunidades. [Mesmo quando] tens 33 anos de banda, como nós, saber reconhecer as oportunidades é muito importante&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Assim, &#8220;Far from God&#8221; nasce dessa &#8220;inquietação&#8221; e de uma &#8220;reconciliação&#8221; com &#8220;alguns amores antigos, tipo histórias de vampiros, histórias de terror, romances encarnados na poesia francesa, de Baudelaire, esse espírito mais febril, mais doentio&#8221;, que o vocalista da banda acredita estar muito ligado ao espírito da atualidade.</P><br />
<P>&#8220;Estamos numa altura em que a música é muito política, em que há muitas bandeiras para agarrar. Nem sempre as agarramos na altura certa e no tempo certo, e eu estava a precisar &#8211; e espero que os nossos fãs também precisem, porque é para eles também que escrevemos &#8211; de algo diferente, algo que fosse uma coisa mais clássica&#8221;, afirmou o músico.</P><br />
<P>Fernando Ribeiro explicou que o grupo foi até aos Moonspell de meados de 1990, &#8220;da altura do &#8216;Irreligious&#8217;, que é um álbum que funde sem grandes complicações e sem grandes camadas, por assim dizer, o metal e o gótico&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O &#8216;Irreligious&#8217; esteve oito semanas no top alemão, foi o álbum certo na altura certa. É impossível repetir a sucesso e repetir essas memórias, porque os tempos são outros, mas tinha uma coisa de que nós gostávamos muito, que eram canções. Canções que nós ainda hoje tocamos&#8221;, lembrando temas como &#8220;Opium&#8221;, &#8220;Mephisto&#8221; e &#8220;Full Moon Madness&#8221;.</P><br />
<P>Com dois &#8216;singles&#8217; já disponíveis, &#8220;Far from God&#8221; vai ser editado em 03 de julho, dia em que acontece a primeira de duas conversas sobre o álbum, na loja FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, a que se segue, um dia depois, a FNAC do Norteshopping, em Matosinhos.</P><br />
<P>Como habitualmente, a banda tem um calendário preenchido até ao final do verão, com concertos no Graspop Metal Meeting, na Bélgica, em junho, no Dark River Festival, na Finlândia, em julho, no Bosphorous Metal Fest, na Turquia, e no Cosmic Void, no Reino Unido, em setembro, com datas nacionais pelo meio, no Barreiro e em Porto de Mós, Leiria e Sintra.</P><br />
<P>Os Moonspell vão assinalar o Halloween deste ano no Hard Club, no Porto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770141]]></sapo:autor>
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		<title>Homem detido por suspeita de burla no Montijo fica em prisão preventiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 08:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um homem de 42 anos, detido por suspeitas de burla no concelho do Montijo, distrito de Setúbal, ficou em prisão preventiva, divulgou hoje a GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem de 42 anos, detido por suspeitas de burla no concelho do Montijo, distrito de Setúbal, ficou em prisão preventiva, divulgou hoje a GNR. </P><br />
<P>Em comunicado, o Comando Territorial de Setúbal indicou que o homem foi detido, na quinta-feira, no âmbito de uma ação de fiscalização rodoviária, e foi presente, na sexta-feira, ao Tribunal Judicial do Montijo que decretou a medida de coação mais gravosa.</P><br />
<P>Segundo a GNR, durante a operação, os militares abordaram uma viatura, tendo &#8220;detetado uma infração por falta de inspeção periódica obrigatória&#8221;, explicou.</P><br />
<P>No decorrer da fiscalização, o condutor terá evidenciado &#8220;um comportamento nervoso&#8221;, levando os militares a efetuarem uma busca ao interior do veículo, que continha &#8220;diversos telemóveis, cartões bancários com os respetivos códigos PIN e vários artigos em ouro&#8221;.</P><br />
<P>Segundo aquela força de segurança, o suspeito não terá conseguido &#8220;justificar a posse dos referidos bens&#8221;.</P><br />
<P>Da ação resultou a apreensão de 9. 730 euros em numerário, um veículo ligeiro de passageiros, um computador portátil, 18 telemóveis, 38 cartões bancários, 42 cartões SIM de diversas operadoras, 31 invólucros de cartões SIM.</P><br />
<P>Foram ainda apreendidos diversos artigos em ouro e documentação bancária, precisou.</P><br />
<P>Na mesma nota, a GNR revelou que, no decorrer das diligências policiais, foi possível apurar que sobre o suspeito pendia um mandado de detenção por incumprimento de uma medida decretada pelo tribunal, de permanência na habitação.</P><br />
<P>A ação contou com o reforço do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial do Montijo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770140]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Médio Tejo entra no verão com mais combustível florestal e milhares de árvores caídas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 08:31:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A sub-região do Médio Tejo entra no período mais crítico do verão com milhares de árvores derrubadas pela tempestade Kristin ainda por remover, mais carga combustível acumulada nas florestas e equipas no terreno "sem mãos a medir".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Mário Rui Fonseca, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Abrantes, Santarém, 30 mai 2026 (Lusa) &#8212; A sub-região do Médio Tejo entra no período mais crítico do verão com milhares de árvores derrubadas pela tempestade Kristin ainda por remover, mais carga combustível acumulada nas florestas e equipas no terreno &#8220;sem mãos a medir&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há uma alteração muito significativa da carga combustível no território e isso aumenta naturalmente a preocupação para os próximos meses&#8221;, afirmou à Lusa o presidente da Associação de Agricultores do Ribatejo Norte, entidade que mantém sete equipas de sapadores florestais no terreno ao longo de todo o ano.</P><br />
<P>Segundo Luís Damas, quatro meses depois da tempestade, os trabalhos de desobstrução de caminhos florestais, remoção de árvores tombadas e criação de faixas de contenção continuam em vários pontos de Abrantes, Barquinha, Constância, Sardoal e Mação, no distrito de Santarém, numa altura em que o prazo nacional para a limpeza de terrenos foi prolongado um mês, até 30 de junho, em todo o território nacional.</P><br />
<P>&#8220;O território ficou diferente. Há locais onde o combustível que estava suspenso passou a estar no chão e isso cria novas dificuldades, quer no acesso, quer no comportamento potencial de um incêndio&#8221;, referiu Luís Damas, apontando para um verão &#8220;mais exigente&#8221; do ponto de vista operacional.</P><br />
<P>O responsável, que também preside à Federação Nacional de Associações de Proprietários Florestais (FNAPF), salientou que, apesar do trabalho já realizado, &#8220;há ainda muitos caminhos secundários por desobstruir&#8221; e zonas onde a remoção de material lenhoso &#8220;vai demorar meses ou até anos&#8221;, sobretudo em áreas de difícil acesso.</P><br />
<P>Também o presidente da Câmara de Abrantes e da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo, Manuel Jorge Valamatos, reconheceu à Lusa que o risco &#8220;aumentou significativamente&#8221; após as tempestades, não apenas em Abrantes, mas noutros concelhos da região.</P><br />
<P>&#8220;Temos concelhos como Ourém, Tomar ou Ferreira do Zêzere ainda com níveis de preocupação maiores, porque existem muitas árvores caídas e muita carga combustível acumulada&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo Valamatos, a prioridade passou pela desobstrução dos principais caminhos florestais e pela proteção das zonas habitadas, embora continuem em curso intervenções em vias secundárias e propriedades privadas.</P><br />
<P>Em causa está &#8220;uma corrida contra o tempo e todas as estruturas no terreno são importantes&#8221;.</P><br />
<P>O segundo comandante sub-regional de Proteção Civil do Médio Tejo, João Pitacas, alertou igualmente para o facto de as tempestades não terem retirado combustível da floresta, mas alterado a sua disposição no território: &#8220;Neste momento temos vastas áreas em que a copa das árvores está no chão. O combustível que estava suspenso passou a estar concentrado no solo.&#8221;</P><br />
<P>Esta nova realidade poderá dificultar operações futuras, sobretudo em cenários de incêndio prolongado e rescaldo, devido à coexistência de combustíveis finos, médios e grossos em grandes massas acumuladas.</P><br />
<P>Agora, acrescentou João Pitacas, &#8220;há ainda muito trabalho de desobstrução da rede viária florestal em vários municípios do Médio Tejo e é um trabalho que leva tempo&#8221;.</P><br />
<P>No terreno, os sapadores florestais descrevem uma pressão crescente perante a aproximação do verão e com as temperaturas altas já a fazerem-se sentir.</P><br />
<P>&#8220;Não há mãos a medir. Há muito trabalho para fazer&#8221;, afirmou Ricardo Lavrador, chefe de uma das sete equipas da associação de agricultores, depois de um dia dedicado à abertura de faixas de contenção e corte de vegetação junto ao quartel militar de Abrantes e ao Parque Urbano da cidade.</P><br />
<P>Com cinco anos de experiência como sapador, Ricardo Lavrador recordou que o cenário encontrado após a tempestade foi o mais difícil que já enfrentou.</P><br />
<P>&#8220;Andámos por Ourém e Ferreira do Zêzere e aquilo estava tudo destruído. Árvores inteiras caídas sobre casas. Foi muito duro&#8221;, contou.</P><br />
<P>Também João Lourenço, chefe de uma equipa de sapadores florestais há quase uma década, admitiu que &#8220;vai ser um ano mais complicado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O combustível ficou todo no terreno. O que estava em pé caiu, foi cortado e ficou acumulado ao lado dos caminhos&#8221;, explicou. As equipas têm estado dedicadas nos últimos meses à desobstrução de estradões florestais no norte do concelho de Abrantes e nos municípios da área de influência da associação de agricultores.</P><br />
<P>Segundo o sapador, continuam a existir vias florestais condicionadas e locais perigosos para intervenção, obrigando à definição de prioridades.</P><br />
<P>&#8220;Temos de escolher as zonas de maior risco e os acessos mais importantes. Não é possível chegar a todo o lado&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O prazo para limpeza de terrenos foi prolongado pelo Governo até 30 de junho em todo o país, depois de associações do setor terem alertado para dificuldades na remoção de material lenhoso, falta de mão-de-obra e aumento dos custos dos trabalhos florestais.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO), foram identificados mais de 12 mil quilómetros de caminhos florestais que necessitavam de intervenção prioritária nas regiões Centro e Lisboa e Vale do Tejo, tendo sido desobstruídos, até meados de maio, cerca de 10 mil quilómetros.</P><br />
<P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, apelou entretanto à colaboração de proprietários, autarquias e cidadãos na prevenção dos incêndios rurais, alertando para a existência de &#8220;muito material combustível&#8221; ainda acumulado nas florestas antes do período de maior risco.</P><br />
<P>O apelo é partilhado no terreno pelos próprios sapadores florestais, envolvidos há vários meses num trabalho de desobstrução e limpeza que &#8220;parece não ter fim&#8221;.</P><br />
<P>   &#8220;Nós fazemos a nossa parte todos os dias, mas as pessoas também têm de perceber o risco que existe este ano&#8221;, alertou João Lourenço.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770139]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Detida mulher em Oeiras por tráfico de pessoas e exploração laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 08:19:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma mulher de 48 anos foi detida em Oeiras, Lisboa, por tráfico de pessoas para fins de exploração laboral, depois de sujeitar a vítima a abusos como funcionária, anunciou hoje a Polícia Judiciária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma mulher de 48 anos foi detida em Oeiras, Lisboa, por tráfico de pessoas para fins de exploração laboral, depois de sujeitar a vítima a abusos como funcionária, anunciou hoje a Polícia Judiciária.</P><br />
<P>A vítima foi aliciada em Angola para vir para Portugal com uma proposta de trabalho para cuidar de crianças e uma remuneração correspondente ao salário mínimo, promessas que não se confirmaram.</P><br />
<P>&#8220;Já em território nacional, terá passado a desempenhar também tarefas domésticas de forma continuada, sem contrato de trabalho, sem horários definidos e com pagamentos irregulares e muito inferiores ao acordado, num quadro de especial vulnerabilidade, dependência e isolamento&#8221;, refere a PJ, em comunicado.</P><br />
<P>Na investigação da Secção Central de Combate ao Banditismo da PJ, as autoridades encontraram indícios de &#8220;práticas de controlo e intimidação sobre a vítima, designadamente a limitação das suas saídas da residência, o condicionamento dos contactos com o exterior, a retenção do passaporte e do telemóvel, bem como o acesso e cópia de conteúdos existentes no aparelho telefónico&#8221;.</P><br />
<P>No decurso da operação, foram cumpridos um mandado de detenção e foi feita uma busca domiciliária.</P><br />
<P>A detida ficou a aguardar o desenrolar do processo sujeita a &#8220;apresentações trissemanais, entrega dos passaportes angolano e português e proibição de se ausentar de Portugal&#8221;, acrescentou ainda a PJ.</P></p>
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