Caixa Geral de Depósitos enviou carta com 32 páginas a clientes

Fotografia: Lusa

A  Caixa Geral de Depósitos (CGD) enviou uma carta com 32 páginas aos clientes com Serviços Mínimos Bancários, usados sobretudo por pessoas com pouca literacia financeira e baixos rendimentos, para informá-los das «condições gerais de abertura de conta».

Segundo o “Correio da Manhã” (CM), a situação está a preocupar, sobretudo os clientes mais idosos que não compreendem a informação enviada. No entanto, o envio do documento «decorre de uma obrigação regulatória imposta à Caixa», explicou ao “CM” fonte do banco, liderado por Paulo Macedo, acrescentando que não há alterações nem à conta nem aos serviços associados.

O documento, com 92 cláusulas, dá conta de questões como reclamações, morte do titular, prevenção de branqueamento de capitais, meios de movimentação a débito da conta e carregamento do saldo em cartão, entre outras. Em matéria de encargos, escreve-se que as comissões não podem representar anualmente «um valor superior a um por cento do indexante dos apoios sociais que em cada momento estiver em vigor», enquanto sobre os preços, a Caixa remete para as agências ou para o preçário na Internet.

O “CM” adianta ainda que, no entanto,o que não está na carta é o facto de a CGD ter passado a cobrar, no início deste ano, pela conta de serviços mínimos bancários, continuando a dar isenção a quem receba menos de 635 euros mensais.

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