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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 36</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:17:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE avança também que estão desaparecidos ou incontactáveis 91 portugueses ou lusodescendentes, 49 dos quais homens e 42 mulheres.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes do MNE, entre os 36 mortos estão cinco crianças e 31 adultos, sendo que 29 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 14:00, dava conta de 32 portugueses ou lusodescententes entre as vítimas mortais. </P><br />
<P>O MNE indica também que já foram encontrados 44 portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros dá ainda conta que os dois aviões que transportam a missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros já aterram em Maquetia, próximo de La Guaira, região mais afetada pelos sismos.</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea com os 64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM partiram de Beja na sexta-feira à noite de Beja.</P><br />
<P>Esta força conjunta reúne &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segunda uma nota do MNE de sexta-feira.</P><br />
<P>Seguiram também a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo &#8220;equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares&#8221;, para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, de acordo com o MNE.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa na sexta-feira, o segundo comandante nacional da ANEPC, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos.</P><br />
<P>Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Segundo a ONU, estão mais de 50 mil pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782702]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente do Parlamento Europeu em Cascais pede a jovens que defendam democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:09:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, pediu hoje a uma plateia de cerca de dois mil novos graduados da Nova SBE, em Cascais, que defendam a democracia e os valores europeus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, pediu hoje a uma plateia de cerca de dois mil novos graduados da Nova SBE, em Cascais, que defendam a democracia e os valores europeus.</P><br />
<P>Metsola esteve hoje em Cascais, no distrito de Lisboa, numa visita que incluiu a Praia de Carcavelos e a Nova School of Business and Economics (Nova SBE), avançou a Câmara Municipal de Cascais (CMC), em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Na cerimónia de graduação da Nova SBE, perante cerca de dois mil novos diplomados de dezenas de nacionalidades, a presidente do Parlamento Europeu apelou aos jovens para que assumam um papel ativo na construção do futuro, defendendo a democracia, a liberdade, a participação cívica e os valores europeus, destacando a educação como um dos pilares essenciais para uma Europa mais forte, mais resiliente e mais preparada para os desafios do nosso tempo&#8221;, refere a mesma nota.</P><br />
<P>Antes, na Praia de Carcavelos, Roberta Metsola conheceu um projeto de surf adaptado, que pretende ser um exemplo de desporto como instrumento de integração, igualdade de oportunidades e cidadania.</P><br />
<P>Citado no mesmo comunicado, o presidente da CMC, Nuno Piteira Lopes, afirmou que a visita da representante europeia &#8220;representa o reconhecimento de uma comunidade que acredita na democracia vivida todos os dias, na proximidade, na inclusão e na construção de oportunidades para todos&#8221;.</P><br />
<P>O autarca agradeceu ainda o apoio da União Europeia e dos fundos europeus que têm permitido concretizar investimentos no concelho, nas áreas da habitação pública, da educação, da saúde e da coesão social.</P><br />
<P>A presidente do Parlamento Europeu foi recebida na sexta-feira pelo Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar Branco, tendo assinalado em Portugal os 40 anos da adesão do país à Comunidade Económica Europeia (CEE).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782701]]></sapo:autor>
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		<title>Jogo da final no Nacional de feminino de hóquei em patins interrompido por desacatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Gulpilhares, Porto, 27 jun (2026) -- O segundo jogo da final do campeonato feminino de hóquei em patins, entre Gulpilhares e Benfica, foi hoje interrompido, ao minuto 10, devido a desacatos na bancada do Pavilhão Municipal de Gulpilhares, em Vila Nova de Gaia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Gulpilhares, Porto, 27 jun (2026) &#8212; O segundo jogo da final do campeonato feminino de hóquei em patins, entre Gulpilhares e Benfica, foi hoje interrompido, ao minuto 10, devido a desacatos na bancada do Pavilhão Municipal de Gulpilhares, em Vila Nova de Gaia.</P><br />
<P>Os incidentes ocorreram numa zona onde estavam os adeptos da equipa da casa, com agressões entres adeptos, levando à interrupção da partida.</P><br />
<P>Sem forças de segurança no pavilhão, foram os assistentes de recinto desportivo e outros adeptos a intervir na ocorrencia.</P><br />
<P>Na altura da interrupção, o Gulpilhares vencia por 2-1 ao Benfica, 12 vezes campeão nacional e que venceu o primeiro encontro da final, em casa, por 7-0.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782700]]></sapo:autor>
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		<title>O segredo mediterrânico para manter a casa fresca durante uma onda de calor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-segredo-mediterranico-para-manter-a-casa-fresca-durante-uma-onda-de-calor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Com ondas de calor cada vez mais frequentes, essas soluções antigas estão a ganhar novo interesse em países menos habituados ao calor extremo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, parecia uma imagem quase turística: casas brancas, pátios sombreados, janelas fechadas nas horas de maior calor e persianas a proteger os interiores do sol. Eram marcas da arquitetura mediterrânica, pensadas para viver com temperaturas altas muito antes de o ar condicionado se tornar uma resposta automática. Agora, com ondas de calor cada vez mais frequentes, essas soluções antigas estão a ganhar novo interesse em países menos habituados ao calor extremo.</p>
<p>Num artigo publicado no &#8216;The Independent&#8217;, a partir de um texto originalmente divulgado no &#8216;The Conversation&#8217;, Rosa Schiano-Phan, especialista em arquitetura e desenho ambiental na Universidade de Westminster, recorda um aviso que ouviu no final dos anos 90: dentro de 30 anos, o clima de Londres poderia parecer-se com o de Marselha. Na altura, a previsão parecia simultaneamente alarmante e até vagamente agradável. Hoje, escreve, deixou de ser uma hipótese distante.</p>
<p>A ideia central é simples: quando o clima muda, a forma como construímos e usamos as casas também tem de mudar. E uma das respostas mais acessíveis pode estar na cor. Superfícies brancas refletem a luz solar em vez de a absorverem. Estudos citados pela autora indicam que pintar telhados de branco ou aplicar revestimentos refletivos pode reduzir as temperaturas interiores em mais de 1°C e, em alguns casos, em mais de 4°C. Em zonas urbanas, estas soluções também podem ajudar a baixar a temperatura exterior envolvente até 2°C.</p>
<p>A diferença pode parecer pequena numa casa isolada, mas ganha peso quando aplicada a bairros inteiros. Nas cidades, o asfalto, o betão, as fachadas escuras e os telhados absorvem calor durante o dia e libertam-no lentamente à noite. É o chamado efeito de ilha de calor urbana, que faz com que as cidades sejam mais quentes do que as zonas rurais à volta. Telhados e fachadas mais refletivos podem ajudar a reduzir esse efeito.</p>
<p>Mas a pintura branca, por si só, não faz milagres. A autora sublinha que estas estratégias funcionam melhor quando combinadas. Um telhado branco é mais eficaz se as janelas forem mantidas fechadas nas horas de maior calor, com estores, portadas ou sombreamento exterior a impedir a entrada direta do sol. Abrir tudo a meio da tarde pode parecer intuitivo, mas muitas vezes só deixa entrar ar quente.</p>
<p>A ventilação noturna é outra peça importante. A lógica é aproveitar as horas em que a temperatura exterior desce para refrescar paredes, pavimentos e interiores. Casas com materiais mais pesados, capazes de armazenar frescura durante a noite e libertá-la ao longo do dia, tendem a aguentar melhor o calor. É uma das razões pelas quais muitas casas mediterrânicas tradicionais permanecem mais confortáveis durante mais tempo, mesmo em períodos quentes.</p>
<p>A questão torna-se mais difícil em cidades onde a noite já não arrefece o suficiente. Em locais com forte ilha de calor urbana, como Londres ou Manchester, a ventilação noturna pode ter menos efeito. Nesses casos, medidas como telhados refletivos e a redução do calor libertado por aparelhos de ar condicionado tornam-se ainda mais importantes.</p>
<p>Há, no entanto, uma dúvida recorrente: uma casa mais branca e refletiva não será pior no inverno? Segundo Rosa Schiano-Phan, o impacto tende a ser marginal, sobretudo se o telhado estiver bem isolado. Em climas do norte da Europa, a luz solar de inverno é mais fraca e muitas vezes bloqueada por nuvens. Para manter a casa quente, conta sobretudo a capacidade do edifício de reter o calor no interior, não a capacidade de absorver calor pelo exterior.</p>
<p>Quando há sol de inverno e se quer aproveitá-lo, a solução mais eficaz passa por deixar a luz entrar através de janelas bem isoladas, por exemplo com vidro duplo, em vez de depender de materiais escuros na cobertura ou na fachada. Ou seja, uma casa preparada para o calor não tem necessariamente de ser uma casa fria no inverno.</p>
<p>Do ponto de vista prático, pintar paredes exteriores de branco pode ser uma intervenção relativamente acessível quando comparada com os custos gerais de manutenção, aquecimento e arrefecimento de uma casa. Em telhados planos ou de baixa inclinação, podem ser aplicados revestimentos refletivos a custos relativamente contidos.</p>
<p>A situação é diferente nos telhados muito inclinados, sobretudo com telhas ou ardósia. Nesses casos, aplicar tinta pode não ser a melhor solução: a pintura desgasta-se, pode ficar visualmente degradada e exigir manutenção frequente. Além disso, telhados de telha precisam de respirar e libertar humidade; uma camada de tinta inadequada pode criar problemas de humidade. A alternativa passa por substituir materiais escuros por telhas mais refletivas, uma opção mais cara e demorada.</p>
<p>Segundo o artigo, no Reino Unido, a substituição por telhas refletivas pode começar em cerca de 148 euros por metro quadrado. Não é uma intervenção ligeira, mas pode fazer sentido em obras de renovação mais profundas, sobretudo em zonas cada vez mais expostas a calor extremo.</p>
<p>A conclusão é menos tecnológica do que se poderia imaginar. Perante ondas de calor mais frequentes e energia mais cara, algumas das respostas podem estar em soluções antigas: paredes claras, sombra exterior, janelas fechadas nas horas certas, ventilação noturna e materiais que ajudem a casa a respirar. A casa mediterrânica, tantas vezes associada a férias, pode estar a tornar-se um manual de sobrevivência climática para uma Europa cada vez mais quente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782028]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 36</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 13:54:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE avança também que estão desaparecidos ou incontactáveis 91 portugueses ou lusodescendentes, 49 dos quais homens e 42 mulheres.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes do MNE, entre os 36 mortos estão cinco crianças e 31 adultos, sendo que 29 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 14:00, dava conta de 32 portugueses ou lusodescententes entre as vítimas mortais. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782699]]></sapo:autor>
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		<title>Canoagem/Europeus maratonas: Portugal soma oito &#8216;metais&#8217;, com mais uma prata e dois bronzes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 13:38:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal conquistou hoje mais três medalhas, uma de prata e duas de bronze, no Europeu de canoagem em maratonas, a decorrer em Pitesti, na Roménia, elevando para oito os pódios na competição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal conquistou hoje mais três medalhas, uma de prata e duas de bronze, no Europeu de canoagem em maratonas, a decorrer em Pitesti, na Roménia, elevando para oito os pódios na competição.</P><br />
<P>Na prova longa de C1 sénior, Portugal garantiu dois lugares no pódio, com Rui Lacerda a sagrar-se vice-campeão europeu com o tempo de 01:48.51,08 horas, à frente de Ricardo Coelho, bronze, em 01:48.52,28.</P><br />
<P>Os canoístas lusos foram apenas superados pelo polaco Mateusz Borgiel, que venceu a regata em 01:47.53,33 horas.</P><br />
<P>A terceira medalha da jornada foi a de bronze alcançada pela dupla constituída por Beatriz Sá e Joana Peixoto, na final de K2 júnior, terminando o percurso em 01:27.41,05 horas, atrás das embarcações da Dinamarca, campeãs da Europa, e da Hungria, segundas classificadas.</P><br />
<P>Ainda no escalão júnior, Nuno Barros, que já tinha amealhado uma medalha de bronze na prova curta de K1 na passada quinta-feira, terminou na prova longa à beira do pódio, na quarta posição, em 01:41.30,44 horas.</P><br />
<P>A comitiva nacional poderá voltar a alargar o número de medalhas na sessão da tarde, com as participações de Francisco dos Santos e de José Ramalho na final de K1 sénior.</P><br />
<P>Com os três pódios alcançados durante a manhã de hoje, a seleção portuguesa eleva para oito o número total de medalhas conquistada em Pitesti.</P><br />
<P>Gabriel Fernandes conquistou a medalha de ouro na &#8216;short race&#8217; de C1 júnior), título ao qual juntou na prova longa a prata, metal também alcançado por Leonardo Barbosa (C1 sub-23) e Rui Lacerda (C1 sénior), enquanto Nuno Barros se quedou pelo bronze (K1 júnior).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782698]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 32</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 13:26:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 32 portugueses e lusodescendentes morreram devido aos sismos que atingiram a Venezuela e 96 estão desaparecidos ou incontactáveis, indicou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 32 portugueses e lusodescendentes morreram devido aos sismos que atingiram a Venezuela e 96 estão desaparecidos ou incontactáveis, indicou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Segundo o MNE, entre os 32 mortos estão três crianças e 29 adultos, sendo que 25 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>Dos 96 portugueses desaparecidos ou incontactáveis, 53 são homens e 43 são mulheres, avança ainda o MNE.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782697]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>‘Nostradamus dos Balcãs’, Mundial&#8217;2026 e uma ‘nova luz no céu’: a teoria que está a agitar a internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 13:00:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Baba Vanga]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma suposta profecia atribuída a Baba Vanga voltou a circular nas redes sociais, alimentando teorias sobre um alegado fenómeno celeste que poderia coincidir com um grande evento desportivo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mundial&#8217;2026 já está a concentrar atenções nos Estados Unidos, México e Canadá, mas nem todas as conversas em torno do torneio passam por favoritos, estrelas ou previsões desportivas. Nos últimos dias, uma suposta profecia atribuída a Baba Vanga voltou a circular nas redes sociais, alimentando teorias sobre um alegado fenómeno celeste que poderia coincidir com um grande evento desportivo.</p>
<p>O texto citado pelo &#8217;20 Minutos&#8217; sublinha desde logo uma cautela importante: a vidente búlgara, muitas vezes chamada de ‘Nostradamus dos Balcãs’, não terá feito qualquer referência direta ao Mundial de futebol. Ainda assim, vários utilizadores encontraram pontos de contacto entre a frase que lhe é atribuída e o torneio que junta seleções e adeptos de todo o mundo.</p>
<p>A suposta previsão fala de “uma nova luz” que apareceria no céu durante um grande evento desportivo e seria vista por pessoas em várias partes do planeta. A formulação vaga abriu espaço a interpretações, especulações e publicações virais, sobretudo num momento em que o Mundial&#8217;2026 ocupa a agenda global.</p>
<p>A ligação ao torneio é, por isso, uma construção feita nas redes sociais, não uma previsão explícita sobre a competição. A profecia atribuída a Baba Vanga não menciona a FIFA, o futebol, as seleções participantes nem os países anfitriões. O que existe é uma frase genérica, associada por alguns utilizadores a um evento desportivo de grande escala.</p>
<p>Mesmo assim, a teoria ganhou força porque encaixa num tipo de narrativa que costuma circular em torno de Baba Vanga: mensagens pouco concretas, reinterpretadas anos depois à luz de acontecimentos mediáticos. Neste caso, a ideia de uma luz no céu foi associada ao Mundial por ser um dos eventos mais vistos do planeta.</p>
<p>Entre os seguidores destas profecias, há quem relacione os alegados flashes no céu com fenómenos aéreos inexplicáveis. Outros vão mais longe e ligam a frase à possibilidade de contacto com vida extraterrestre, uma hipótese que tem aumentado a circulação da teoria nas redes sociais.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, esta leitura ganhou novo impulso depois de as autoridades americanas terem tornado públicos relatórios e documentos sobre fenómenos aéreos anómalos. Esse contexto ajudou a alimentar a associação entre a suposta profecia, o céu e o Mundial&#8217;2026.</p>
<p>A história deve, porém, ser lida pelo que é: uma especulação viral, não uma previsão comprovada. Baba Vanga continua a ser uma figura frequentemente recuperada sempre que há grandes acontecimentos mundiais, mas muitas das frases que lhe são atribuídas circulam sem contexto claro, sem data precisa ou sem confirmação documental sólida.</p>
<p>No meio da febre do Mundial, a suposta profecia cumpre todos os ingredientes de uma história de fim de semana: futebol, mistério, redes sociais, céu, possíveis fenómenos inexplicáveis e uma frase suficientemente ambígua para permitir várias interpretações. Mas, para já, a única certeza é que a competição está a decorrer na Terra — e que a alegada “nova luz” continua no campo das teorias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782049]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Plus Ultra retoma voos entre Venezuela e Espanha na terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Plus Ultra informou hoje que retoma na próxima terça-feira, 30 de junho, os voos entre a Venezuela e Espanha, depois de terem sido suspensos devido aos sismos que provocaram pelo menos 589 mortes e milhares de feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Plus Ultra informou hoje que retoma na próxima terça-feira, 30 de junho, os voos entre a Venezuela e Espanha, depois de terem sido suspensos devido aos sismos que provocaram pelo menos 589 mortes e milhares de feridos.</P><br />
<P>    Segundo informou a companhia, nas diferentes operações será utilizado o aeroporto Arturo Michelena da cidade de Valencia (Venezuela), onde os passageiros deverão estar quatro horas antes da descolagem.</P><br />
<P>A Plus Ultra voará de Madrid para a cidade venezuelana de Valencia nos dias 30 de junho, 2, 4, 7, 9 e 11 de julho, e voltará para a capital espanhola nos dias 1, 2, 5, 7, 9 e 12 de julho.</P><br />
<P>A companhia aérea conta com outra rota que une Valência e Tenerife, com voos previstos nos dias 5 e 12 de julho em ambos os casos. </P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 589 mortos e 2.980 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 15 portugueses e luso-descendentes.</P><br />
<P>Segundo a ONU, estão mais de 50 mil pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782696]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BE condena reunião entre Comissão Europeia e talibãs e quer saber se Portugal esteve presente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O BE entregou hoje um voto de protesto no Parlamento contra a reunião, em Bruxelas, entre a Comissão Europeia e uma delegação do regime talibã do Afeganistão, e questionou o Governo sobre se Portugal esteve representado no encontro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O BE entregou hoje um voto de protesto no Parlamento contra a reunião, em Bruxelas, entre a Comissão Europeia e uma delegação do regime talibã do Afeganistão, e questionou o Governo sobre se Portugal esteve representado no encontro.</P><br />
<P>Num voto de protesto entregue na Assembleia da República, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, propõe que o parlamento português condene a realização da reunião, considerando-a &#8220;um gesto político de profunda gravidade&#8221;, um mês depois de o Parlamento Europeu aprovar &#8220;uma resolução que qualifica o regime talibã como um sistema de apartheid de género e a sua atuação como um crime contra a humanidade&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está uma reunião realizada em 23 de junho, em Bruxelas, entre serviços da Comissão Europeia, representantes de Estados-membros e uma delegação do regime talibã sobre o regresso ao Afeganistão de pessoas que cometeram crimes graves ou que representam uma ameaça para a Europa.</P><br />
<P>No projeto, o Bloco defende que as instituições da União Europeia devem  cessar &#8220;qualquer negociação que vise conferir estatuto ou imunidades consulares a representantes de um regime cuja liderança é alvo de mandados de detenção do Tribunal Penal Internacional&#8221;.</P><br />
<P>O partido quer também que a Assembleia da República &#8220;reafirme a sua solidariedade para com as mulheres, raparigas e meninas afegãs e para com todos os que, no Afeganistão e no resto do mundo, resistem ativamente à perseguição imposta pelo regime talibã&#8221;, depois de ter já aprovado, em 2024, uma resolução de denúncia deste movimento fundamentalista que governa o Afeganistão.</P><br />
<P>Sobre a mesma matéria, o deputado bloquista dirigiu uma pergunta, por via parlamentar, ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e ao Ministério da Presidência para saber se Portugal esteve representado nesta reunião e, em caso afirmativo, qual o serviço, organismo ou representante que assegurou essa participação, bem como &#8220;em que termos foi transmitida a posição nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Qual a posição do Governo português, no quadro das instâncias da União Europeia, quanto à pretensão talibã de repor a rede consular afegã e retomar serviços consulares em solo europeu, tendo presente que tal implicaria conferir estatuto e imunidades diplomáticas a representantes de um regime cuja liderança é alvo de mandados de detenção do Tribunal Penal Internacional?&#8221;, questiona também Fabian Figueiredo.</P><br />
<P>O Bloco pergunta ainda que diligências foram tomadas pelo executivo desde a aprovação da resolução do Parlamento de 2024 sobre esta matéria e também como é que Portugal assegura que a eventual cooperação com o &#8220;regresso e readmissão respeita integralmente o princípio de &#8216;non-refoulement&#8217; [não-repulsão] e as obrigações de Portugal em matéria de direito de asilo e proteção internacional&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (TA) // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782695]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Canal Conta Lá manda trabalhadores para &#8216;lay-off&#8217; em processo de redução de custos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O canal de televisão Conta Lá, que transmite no cabo desde 2025, vai recorrer à suspensão temporária dos contratos de trabalho ou redução de horário ('lay-off'), numa restruturação para reduzir custos, em contexto de salários em atraso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O canal de televisão Conta Lá, que transmite no cabo desde 2025, vai recorrer à suspensão temporária dos contratos de trabalho ou redução de horário (&#8216;lay-off&#8217;), numa restruturação para reduzir custos, em contexto de salários em atraso.</P><br />
<P>Esta informação foi transmitida aos trabalhadores pelo presidente executivo, Sérgio Figueiredo, num email enviado na sexta-feira, a que a Lusa teve hoje acesso.</P><br />
<P>&#8220;Em setembro, com o dia 15 como referência, o projeto entra numa nova fase, conseguindo meios que nunca teve para acelerar investimentos e cumprir o Conta Lá tal qual ele foi pensado. [&#8230;] A questão é &#8216;como sobreviver até lá&#8217;? O que tem de ser feito para que o colapso não seja drástico e definitivo&#8221;, refere a missiva.</P><br />
<P>A comissão executiva adiantou que a solução que pretende implementar &#8220;imediatamente&#8221; é um processo de &#8216;lay-off&#8217;, por entender que &#8220;protege mais as pessoas e a empresa&#8221;, evita a &#8220;bomba atómica&#8221; do despedimento coletivo, mantém os trabalhadores vinculados e é reversível a qualquer momento.</P><br />
<P>&#8220;Reduzir a escala de custos é vital. Temos de voltar a ser menos, para voltarmos a ser mais&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O também ex-diretor de informação da TVI apontou que o atraso no pagamento dos salários de maio se deve à falta de &#8220;fundos suficientes para pagar a todos&#8221;, tendo sido possível regularizar a situação a cerca de 40 trabalhadores, &#8220;mas a maioria continua sem receber o que lhe é devido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Como não se comete segunda vez o mesmo erro (e apesar de novamente nos terem assegurado o pagamento até dia 7 de uma verba que permite liquidar todos os vencimentos e prestações de serviço do mês de maio), a única data possível de ser mencionada para o acerto das nossas contas é 31 de julho&#8221;, adiantou Sérgio Figueiredo, garantindo que a administração continua a &#8220;fazer de tudo para antecipar&#8221; essa data.</P><br />
<P>A empresa assegurou que vai cooperar com os trabalhadores que, em caso extremo de dificuldades financeiras, se queiram desvincular rapidamente para procurar uma alternativa de trabalho que garanta fonte de rendimento imediato e adiantou que nas próximas 12 semanas é &#8220;crítico&#8221; encontrar uma grelha de programas que, &#8220;de forma inteligente e a baixo custo, crie a sensação de que há sempre algo de novo a cada dia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tenho a noção de que uma empresa que não está a conseguir pagar às suas pessoas não pode exigir-lhes que trabalhem normalmente, sobretudo quando não existe uma certeza absoluta relativamente à data em que o primeiro pagamento acontecerá. O que vos estou a dizer é que estão isentos de cumprir as obrigações que o contrato de trabalho vos vincula, a partir de segunda-feira&#8221;, esclareceu o presidente executivo.</P><br />
<P>O &#8216;lay-off&#8217; consiste na redução temporária do horário de trabalho ou na suspensão dos contratos por iniciativa da empresa, em que o Estado assegura, através da Segurança Social, entre 60% e 70%)da remuneração dos trabalhadores afetados.</P><br />
<P>O Conta Lá é um canal de televisão por cabo, com uma programação direcionada para as regiões e jornalismo de proximidade.</P><br />
<P>A Lusa tentou contactar Sérgio Figueiredo, mas ainda não foi possível até ao momento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782693]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PS pede ao ministro da Educação &#8220;palavra de tranquilidade&#8221; e garantias sobre exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS pediu hoje ao ministro da Educação que "não perca nem mais uma hora" e venha a público "dar uma palavra de tranquilidade" e garantias aos estudantes e famílias após as recentes polémicas sobre os exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 27 jun 2026 (Lusa) &#8211; O PS pediu hoje ao ministro da Educação que &#8220;não perca nem mais uma hora&#8221; e venha a público &#8220;dar uma palavra de tranquilidade&#8221; e garantias aos estudantes e famílias após as recentes polémicas sobre os exames nacionais.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o deputado socialistas Porfírio Silva sublinhou que o país está num período de exames em que &#8220;dezenas de milhares de famílias estão preocupadas com a sucessão de notícias que têm vindo a público sobre incidentes vários no processo de exames nacionais&#8221;.</P><br />
<P>O socialista disse que o Grupo Parlamentar do PS não quer, para já, &#8220;entrar no escrutínio&#8221; político do processo, remetendo essa avaliação para uma audição do ministro da Educação no parlamento, prevista para o dia 01 de julho, mas pediu a Fernando Alexandre que se pronuncie antes disso.</P><br />
<P>&#8220;O senhor ministro da Educação não pode perder nem mais uma hora para dar uma palavra de tranquilidade aos estudantes e às famílias sobre o processo dos exames de ensino secundário, que como sabemos implicam diretamente com o acesso ao ensino superior&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Porfírio Silva acrescentou que esta é uma fase da vida dos estudantes e das famílias em que &#8220;já há muita pressão&#8221; e &#8220;muita ansiedade&#8221;, sendo por isso necessário que o Governo transmita &#8220;uma palavra de tranquilidade sustentada e de garantia&#8221; de que o processo vai decorrer &#8220;sem mais perturbações e será concluído em devidas condições&#8221;.</P><br />
<P>O deputado socialista referiu ainda que o PS tem recebido mensagens &#8220;de todo o país&#8221; de pessoas preocupadas com o processo dos exames nacionais.</P><br />
<P>Questionado sobre que garantias concretas devem ser dadas, Porfírio Silva remeteu para o escrutínio na audição parlamentar da próxima semana do ministro, referindo também que não se sabe ainda &#8220;exatamente o que é que está a acontecer&#8221;, mas que há &#8220;muitos indicadores de que há várias coisas que não estão a correr como deviam&#8221;. </P><br />
<P>No início da polémica está o item de desenvolvimento no exame nacional do ensino secundário de Português que era igual ao de um manual publicado pela Leya em agosto de 2025 e que levou vários professores a alertar para o perigo de a situação poder favorecer os alunos que tiveram acesso ao manual.</P><br />
<P>Em 19 de junho, foi divulgado um parecer assinado pela presidente do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), Ana Cristina Cortesão Casimiro, que rejeita que essa pergunta tenha violado o princípio da equidade ou beneficiado os alunos que já a tinham treinado.</P><br />
<P>No entanto, o jornal Público noticia hoje que esse parecer, disponibilizado pelo Ministério da Educação, foi redigido à revelia dos conselheiros científicos do EduQA.</P><br />
<P>A somar a esta questão, a nova classificação digital dos exames tem registado constrangimentos, com professores a relatarem atrasos na distribuição das credenciais de acesso às provas, o que levou o Júri Nacional de Exames a ajustar o calendário para a correção.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782692]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Falta dois dias para cuidar do filho e perde 84 euros no salário. Agora a empresa terá de pagar 3.000 euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/falta-dois-dias-para-cuidar-do-filho-e-perde-84-euros-no-salario-agora-a-empresa-tera-de-pagar-3-000-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[Mãe pediu uma licença remunerada para cuidar do filho, com base num relatório do Serviço de Saúde das Ilhas Canárias que indicava a necessidade de cuidados maternos durante três dias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha um bebé de 15 meses doente em casa e um relatório médico a dizer que a criança precisava dos cuidados da mãe durante três dias. Ainda assim, a empresa recusou a licença e disse-lhe que tinha de se apresentar ao trabalho, por considerar que o documento não indicava uma doença suficientemente grave. A trabalhadora decidiu ficar com o filho. Acabou penalizada no salário, mas o caso chegou ao tribunal — e a decisão foi contra a empresa.</p>
<p>O caso, relatado pelo &#8216;El Economista&#8217;, aconteceu nas Ilhas Canárias e expõe uma tensão comum entre regras laborais, necessidades familiares e a forma como algumas empresas interpretam o direito à conciliação entre trabalho e vida pessoal. A mãe pediu uma licença remunerada para cuidar do filho, com base num relatório do Serviço de Saúde das Ilhas Canárias que indicava a necessidade de cuidados maternos durante três dias.</p>
<p>A empresa recusou. Entendeu que o relatório não provava a existência de uma doença grave e, por isso, considerou que a trabalhadora tinha de comparecer ao serviço. Apesar da recusa, a mulher não foi trabalhar nos dias 10 e 11 de fevereiro para ficar com o bebé. Em consequência, foram-lhe descontados 84 euros do salário.</p>
<p>A trabalhadora contestou a decisão e o Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias deu-lhe razão. A empresa foi condenada a devolver os 84 euros descontados e a pagar uma indemnização de 3.000 euros por danos morais: 1.500 euros à mãe e 1.500 euros à criança.</p>
<p>No centro do caso esteve uma pergunta simples, mas decisiva: pode uma empresa exigir mais detalhes sobre a doença de uma criança para autorizar uma licença de cuidado familiar? Para os juízes, a resposta foi negativa. O relatório médico era suficiente para demonstrar que o bebé precisava de cuidados da mãe. A empresa não podia exigir informação sensível sobre a saúde da criança para decidir se autorizava ou não a ausência.</p>
<p>A decisão também chama a atenção para um erro frequente: avaliar a doença de uma criança pequena com critérios pensados para adultos. Uma situação que pode parecer ligeira num adulto pode exigir atenção constante num bebé de 15 meses, por maior fragilidade, dependência e menor capacidade de resposta do organismo.</p>
<p>É essa a leitura destacada pelo advogado Pere Vidal, citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, ao sublinhar que aquilo que é uma doença leve para um adulto pode exigir cuidados intensivos quando está em causa uma criança tão pequena. Para o tribunal, a autorização da licença devia basear-se na necessidade real de cuidado, não numa classificação rígida da doença feita pela empresa.</p>
<p>O enquadramento jurídico espanhol prevê uma licença remunerada de até cinco dias em caso de acidente ou doença grave do cônjuge, companheiro ou familiares até ao segundo grau, incluindo filhos, pais, avós, netos e irmãos. O objetivo é permitir que o trabalhador acompanhe situações familiares que exigem presença e cuidado.</p>
<p>Neste caso, os juízes entenderam que a interpretação da empresa foi demasiado restritiva e prejudicou direitos fundamentais da trabalhadora. O tribunal teve ainda em conta que o direito à conciliação entre vida profissional e familiar afeta de forma particular as mulheres e que, quando está em causa um bebé de 15 meses, deve prevalecer uma interpretação favorável à efetividade da licença e ao superior interesse da criança.</p>
<p>A decisão acabou por anular a atuação da empresa e confirmar que a proteção da família não pode depender apenas da leitura administrativa feita pelo empregador. Quando há um relatório médico a justificar a necessidade de cuidados, a empresa não pode exigir detalhes clínicos sensíveis nem tratar um bebé doente como se fosse um adulto com autonomia.</p>
<p>Mais do que uma disputa por 84 euros, o caso tornou-se um aviso às empresas: negar licenças familiares com base numa leitura estreita da gravidade da doença pode sair caro. E, para os trabalhadores, deixa uma mensagem igualmente clara: a necessidade de cuidar de um filho pequeno pode e deve ser protegida quando está devidamente comprovada.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782041]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>GNR deteve quatro pessoas e apreendeu duas embarcações com droga em Setúbal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR deteve hoje de madrugada, na zona de Setúbal, quatro pessoas e apreendeu cerca de quatro toneladas de fardos de haxixe e duas embarcações após a deteção da droga no mar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A GNR deteve hoje de madrugada, na zona de Setúbal, quatro pessoas e apreendeu cerca de quatro toneladas de fardos de haxixe e duas embarcações após a deteção da droga no mar.</P><br />
<P>O comandante de destacamento de Controlo Costeiro de Lisboa, Pedro Marujo, disse à Lusa que a Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF) da GNR deteve hoje de madrugada quatro homens com idades entre os 26 e os 66 anos que seguiam nas duas embarcações que foram apreendidas.</P><br />
<P>A Guarda Nacional Republicana apreendeu também 101 fardos de haxixe e 10 jerricãs, quatro deles ainda com combustível no seu interior.</P><br />
<P>Pedro Marujo explicou que o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) detetou, na noite de sexta-feira, uma embarcação de alta velocidade a navegar em direção à barra de Setúbal, cujos movimentos foram permanentemente identificados, o que permitiu identificar um transbordo de carga entre esta embarcação e duas outras de menor dimensão.</P><br />
<P>O comandante de destacamento de Controlo Costeiro de Lisboa adiantou que este transbordo de carga indiciava o crime de tráfico de droga, pelo que foi iniciada uma ação policial para deteção das embarcações. </P><br />
<P>Em comunicado, a GNR refere que, &#8220;numa ação concertada entre as componentes marítima, terrestre e aérea da UCCF, foi possível intercetar uma das embarcações&#8221;, tendo sido detidos os dois ocupantes e apreendida a droga e o combustível que estava no interior. </P><br />
<P>A GNR indica que a segunda embarcação tentou a fuga, mas &#8220;os meios projetados conseguiram&#8221; intercetá-la junto à península de Tróia e deter os dois tripulantes e apreender a embarcação, bem como a droga e o combustível no interior.</P><br />
<P>Os quatro detidos, um deles em processo de expulsão do país, vão ser hoje apresentados ao Tribunal Judicial de Setúbal para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782691]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Vídeos descontextualizados circulam nas redes sociais após desastre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Conteúdos enganadores estão a circular nas redes sociais, atribuindo vídeos descontextualizados ou imagens de incidentes anteriores, sem relação com o duplo sismo que afetou a Venezuela na quarta-feira, um padrão comum após desastres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Conteúdos enganadores estão a circular nas redes sociais, atribuindo vídeos descontextualizados ou imagens de incidentes anteriores, sem relação com o duplo sismo que afetou a Venezuela na quarta-feira, um padrão comum após desastres.</P><br />
<P>Entre as publicações estão vídeos e imagens de alegadas explosões, tsunamis, derrocadas de edifícios e danos em infraestruturas como consequência do sismo, que, segundo a EFE Verifica, não têm qualquer relação com o desastre na Venezuela.</P><br />
<P>Um dos vídeos mais partilhados, com mais de 400 mil visualizações no Google, mostra uma alegada explosão no metro de Caracas provocada pelo sismo de 24 de junho, mas a gravação corresponde, na verdade, a uma explosão ocorrida em 2021 devido a uma falha no sistema de metro de Caracas. </P><br />
<P>Foi também partilhado um vídeo antigo de um grande cano de água rebentado no bairro El Cafetal, em Caracas, apresentado como se tivesse sido causado pelo duplo sismo, mas, na realidade, embora as imagens correspondam a El Cafetal, o incidente ocorreu no final de maio, devido ao rompimento de um cano principal de água de 72 polegadas.</P><br />
<P>Circula também nas redes sociais um vídeo que mostra um tsunami que terá atingido La Guaira (a zona mais afetada pelos sismos), mas na verdade trata-se de um tsunami que atingiu o Japão em 2011, e não a Venezuela. </P><br />
<P>Estes casos mostram um padrão frequente após desastres naturais, uma vez que, na ausência de imagens verificadas de um acontecimento tão recente, a necessidade de ilustrar a tragédia leva à disseminação de material chocante, muitas vezes real, mas descontextualizado.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 28 portugueses e luso-descendentes, e outros 85 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782690]]></sapo:autor>
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		<title>Estão em alimentos do dia a dia e podem fazer mal ao coração: os oito aditivos que alarmam os especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação analisou dados de mais de 100 mil pessoas e foi publicada no 'European Heart Journal']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão em muitos alimentos processados, ajudam a conservar produtos, impedem a deterioração e fazem parte da alimentação quotidiana de milhões de pessoas. Mas um novo estudo feito em França, citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, associa oito aditivos alimentares a um risco aumentado de hipertensão, uma das principais portas de entrada para problemas cardiovasculares.</p>
<p>A investigação analisou dados de mais de 100 mil pessoas e foi publicada no &#8216;European Heart Journal&#8217;. Os participantes forneceram informação sobre saúde, estilo de vida e alimentação, além de indicarem se desenvolveram problemas cardiovasculares ao longo do período estudado. A partir daí, os cientistas procuraram perceber se havia ligação entre determinados aditivos presentes na dieta e o aparecimento de hipertensão.</p>
<p>A conclusão não significa que estes compostos causem diretamente doença cardíaca, mas deixa um sinal de alerta. Os investigadores encontraram uma associação entre o consumo mais elevado de certos aditivos e um maior risco de desenvolver hipertensão. Como a tensão arterial elevada é um fator de risco importante para eventos cardiovasculares, os resultados reforçam as recomendações para limitar o consumo de alimentos ultraprocessados.</p>
<p>Os cientistas analisaram dois grandes grupos de aditivos: antioxidantes, usados para evitar a deterioração dos alimentos, e não antioxidantes, usados para travar o crescimento de bactérias e fungos. Entre os participantes que consumiram mais aditivos antioxidantes, o risco de hipertensão foi 22% superior ao observado entre os que consumiram menos. No caso dos aditivos não antioxidantes, o aumento do risco chegou aos 29%.</p>
<p>O estudo identificou oito compostos em particular: sorbato de potássio, metabissulfito de potássio, nitrito de sódio, ácido ascórbico, ascorbato de sódio, eritorbato de sódio, ácido cítrico e extratos de alecrim. São nomes pouco familiares para muitos consumidores, mas podem surgir em rótulos de produtos processados, conservas, carnes transformadas, refeições prontas, molhos, snacks ou outros alimentos com maior grau de transformação industrial.</p>
<p>Durante décadas, estes compostos foram usados com objetivos tecnológicos claros: prolongar a validade dos alimentos, preservar o sabor, manter a aparência e reduzir o risco de deterioração. O problema é que, nos últimos anos, alguns aditivos passaram a ser observados com maior atenção pela comunidade científica, sobretudo quando aparecem associados a padrões alimentares ricos em produtos processados.</p>
<p>A leitura prática para o consumidor não passa por entrar em pânico perante cada rótulo. Passa antes por perceber que a exposição repetida a vários compostos, dentro de uma dieta dominada por alimentos processados, pode ter impacto na saúde a longo prazo. O risco não está apenas num ingrediente isolado, mas no padrão alimentar em que esse ingrediente aparece com frequência.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; sublinha que os próprios investigadores defendem a necessidade de mais estudos para compreender melhor os efeitos destes compostos no organismo. A amostra é grande e os resultados são relevantes, mas a investigação ainda não fecha o debate sobre os mecanismos biológicos que podem explicar a associação encontrada.</p>
<p>Ainda assim, a mensagem encaixa nas recomendações de saúde pública já conhecidas: reduzir o peso dos alimentos processados na alimentação diária, privilegiar produtos frescos ou pouco transformados e olhar com mais atenção para os rótulos. Não se trata de eliminar todos os alimentos embalados, mas de evitar que se tornem a base da dieta.</p>
<p>Num tempo em que muitos produtos prometem conveniência, rapidez e longa duração, o estudo deixa uma pergunta simples no prato do consumidor: quantos ingredientes daquilo que comemos todos os dias reconhecemos realmente?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782021]]></sapo:autor>
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		<title>PCP quer novos multibancos em freguesias a mais de cinco quilómetros da rede bancária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 10:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PCP pediu hoje ao Governo que assegure a instalação de novos multibancos em todas as freguesias a mais de cinco quilómetros da rede bancária e questionou o executivo sobre o projeto "Multibanco Social".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PCP pediu hoje ao Governo que assegure a instalação de novos multibancos em todas as freguesias a mais de cinco quilómetros da rede bancária e questionou o executivo sobre o projeto &#8220;Multibanco Social&#8221;.</P><br />
<P>Num projeto de resolução entregue na Assembleia da República, o Grupo Parlamentar do PCP pede ao Governo que assegure que é instalado pela SIBS (empresa responsável pela gestão de todos os caixas automáticos) &#8220;com caráter urgente&#8221; uma rede de novos multibancos nas freguesias identificadas pelo Banco de Portugal como estando a mais de cinco quilómetros de um acesso à rede bancária.</P><br />
<P>A iniciativa propõe ainda que, nas regiões de maior densidade populacional, passe a existir &#8220;um mínimo de 15 caixas automáticos por cada 10.000 habitantes&#8221;.</P><br />
<P>A bancada comunista quer também que, em articulação com o Banco de Portugal, o executivo &#8220;determine a inclusão de uma obrigação de serviço público de caixas automáticos em Portugal que condicione o licenciamento de novos caixas à satisfação de necessidades de acesso das populações previamente identificadas&#8221; pelo supervisor bancário.</P><br />
<P>Na exposição de motivos da iniciativa, o PCP sustenta que o &#8220;movimento de encerramento de serviço, balcões e agências agravou-se, particularmente nas últimas duas décadas, a pretexto do advento das tecnologias de informação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os avanços não podem justificar o encerramento de centenas de balcões, o despedimento de milhares de trabalhadores da banca e a perda e degradação do acesso aos serviços bancários por parte significativa da população&#8221;, escreve o partido.</P><br />
<P>O PCP refere ainda que entre 2017 e 2022 encerraram mais de mil balcões em Portugal e que, em 2022, um estudo do Banco de Portugal indicava que mais de mil freguesias não tinham qualquer caixa automático, havendo 30 freguesias em que o ponto de acesso bancário mais próximo ficava a 10 quilómetros e um caso em que essa distância chegava aos 17 quilómetros.</P><br />
<P>Além desta resolução, os comunistas enviaram também, por via parlamentar, uma pergunta ao ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, e ao ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, sobre o projeto &#8220;Multibanco Social&#8221;, anunciado em maio pelo Governo.</P><br />
<P>O PCP aponta que &#8220;não são para já conhecidas as condições fundamentais desta iniciativa do Governo&#8221; e refere que, numa audição parlamentar em 17 de junho, Castro Almeida divulgou detalhes do projeto que, &#8220;a verificarem-se, são absolutamente inaceitáveis&#8221;.</P><br />
<P>Em causa, apontam os comunistas, está a possibilidade de, nas freguesias mais pequenas onde não venham a ser instaladas novas caixas Multibanco, caber às juntas de freguesia disponibilizar numerário às populações e serem instalados equipamentos que não asseguram todos os serviços bancários prestados normalmente disponíveis nos caixas automáticos, incluindo o levantamento de dinheiro.</P><br />
<P>Para o PCP, essa solução &#8220;desresponsabiliza os bancos e a SIBS pela cobertura de todo o território e responsabiliza, incluindo financeiramente, as Juntas de Freguesia&#8221;, aprofundando &#8220;as desigualdades no acesso a serviços bancários&#8221;.</P><br />
<P>Por isso, o partido quer que o Governo &#8220;apresente definitivamente todas as informações&#8221; sobre o projeto, esclareça qual deve ser o &#8220;papel dos bancos e dos seus lucros na garantia de uma rede universal de serviços bancários&#8221; e quais seriam as implicações financeiras desta solução para as juntas.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS // EA</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782689]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quer trabalhar no verão fora de Portugal? Ilhas Baleares têm mais de 4.000 vagas e salários médios de mais de 2 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 10:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Ilhas Baleares]]></category>
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					<description><![CDATA[É a primeira vez que os salários médios destas ofertas ultrapassam os 2.000 euros, segundo o relatório]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão nas Ilhas Baleares não é apenas sinónimo de praias cheias, hotéis lotados e turistas a chegar em massa. Para muitos trabalhadores portugueses, pode também ser uma oportunidade sazonal a poucas horas de distância. De acordo com o &#8216;HuffPost&#8217;, com base em dados do portal especializado &#8216;Turijobs&#8217;, há 4.150 ofertas de emprego ativas para a época de verão nas Baleares, com um salário médio de 2.042 euros por mês, sem contar gorjetas ou bónus.</p>
<p>É a primeira vez que os salários médios destas ofertas ultrapassam os 2.000 euros, segundo o relatório. A subida pode estar ligada à inflação, ao aumento do custo de vida e à necessidade urgente de reforçar equipas numa das regiões turísticas mais pressionadas de Espanha durante os meses de verão.</p>
<p>Para quem vive em Portugal e procura trabalho temporário no estrangeiro, o dado é relevante. As Baleares estão entre os destinos turísticos mais fortes do Mediterrâneo e continuam a precisar de profissionais em hotelaria, restauração, comércio e entregas ao domicílio. Mas é no turismo que se concentra a maior procura, com uma subida salarial de 7,62% face aos valores de 2024.</p>
<p>Os perfis mais procurados são os de cozinha, sala e alojamento. Há 388 ofertas para cozinheiros, 384 para empregados de mesa e 358 para pessoal de limpeza ou quartos. Seguem-se rececionistas, com 292 vagas, chefes de partida, com 196, maîtres, com 156, técnicos de manutenção, com 140, chefs, com 102, auxiliares de cozinha, também com 102, e ajudantes de empregado de mesa, com 100.</p>
<p>A maior concentração de oportunidades está em Palma de Maiorca, que soma 944 vagas ativas, cerca de 23% do total. A cidade é o principal polo de emprego turístico das Baleares, devido à concentração de hotéis, restaurantes, alojamentos e serviços de apoio. Para trabalhadores portugueses com experiência em hotelaria ou restauração, é provavelmente o ponto de entrada mais óbvio.</p>
<p>Ibiza surge logo depois, com 288 vagas, seguida de Calvià, com 220. Também há procura em Alcúdia, com 180 ofertas, Can Picafort, com 156, Santa Eulària des Riu, com 152, Ciutadella de Menorca, com 108, San Antonio Abad, com 92, e Portals Nous, com 90. No caso de Ibiza, a Turijobs destaca a elevada rotação de pessoal, a exigência dos clientes e a necessidade de competências mais especializadas.</p>
<p>Os salários, porém, variam muito consoante a função. O salário médio nas ofertas analisadas é de 2.042 euros, mas os valores mais elevados estão concentrados em cargos de direção e gestão hoteleira. Um diretor financeiro surge com uma remuneração bruta média de 5.187 euros por mês, seguido por diretor de operações, com 4.805 euros, diretor de vendas, com 4.062 euros, diretor de alimentação e bebidas, com 3.764 euros, e diretor de hotel, com 3.216 euros.</p>
<p>Nas funções intermédias também há valores acima da média. Técnico de contabilidade aparece com 2.770 euros mensais, chefe de cozinha com 2.758 euros, responsável de manutenção com 2.669 euros e subdiretor de hotel com 2.665 euros. Ainda assim, o &#8216;HuffPost&#8217; sublinha que a diferença entre as funções de base e os cargos superiores pode ultrapassar os 2.000 euros por mês.</p>
<p>Por ilha, Formentera apresenta os salários médios mais elevados, com 2.317 euros por mês, embora tenha apenas 74 vagas. Ibiza surge com uma média de 2.240 euros e 424 ofertas disponíveis. Menorca aparece nos 2.035 euros, com 268 vagas, enquanto Maiorca combina o maior volume de oportunidades com uma média de 2.019 euros e 3.264 ofertas.</p>
<p>Quando a análise desce ao nível municipal, os salários mais altos surgem em destinos com menos vagas, mas remunerações médias mais elevadas. Es Migjorn Gran chega aos 2.849 euros por mês, seguido de Sóller, com 2.762 euros, Valldemossa, com 2.734 euros, Formentera, com 2.694 euros, e Sant Josep de sa Talaia, com 2.675 euros.</p>
<p>Para trabalhadores portugueses, a oportunidade deve ser lida com pragmatismo. Um salário médio acima dos 2.000 euros pode ser apelativo, sobretudo para trabalho sazonal, mas é essencial confirmar se há alojamento incluído, refeições, horários, folgas, contrato, descontos para a Segurança Social espanhola e condições reais de deslocação. Nas ilhas mais turísticas, o custo de vida e da habitação pode absorver uma parte relevante do salário.</p>
<p>Ainda assim, para quem tem experiência em restauração, hotelaria, cozinha, receção, limpeza, manutenção ou gestão turística, as Baleares podem oferecer uma janela de entrada rápida no mercado espanhol durante o verão. A procura é elevada, os salários subiram e muitas empresas continuam a precisar de reforços antes do pico da época.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782024]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fórum BCE começa na segunda-feira em Sintra para discutir futuro da Europa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/forum-bce-comeca-na-segunda-feira-em-sintra-para-discutir-futuro-da-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 09:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) começa na segunda-feira, em Sintra, com os olhos postos no futuro da Europa, num contexto de incerteza à volta da política comercial e do conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) começa na segunda-feira, em Sintra, com os olhos postos no futuro da Europa, num contexto de incerteza à volta da política comercial e do conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>Este fórum é um evento anual organizado pelo BCE e realizado em Sintra, Portugal, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.</P><br />
<P>Este ano tem como tema &#8220;Moldar o futuro da Europa: inovação, crescimento e estabilidade&#8221; e arranca no dia 29 de junho com um discurso de abertura de Christine Lagarde, presidente do BCE, às 20:00 (hora de Lisboa).</P><br />
<P>A discussão passará por temas relacionados com o comércio internacional, após os anúncios de tarifas pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, terem motivado uma mudança de cenário, bem como numa altura ainda de incerteza sobre o desenrolar do conflito no Médio Oriente, que afetou os preços da energia e levou o BCE a subir os juros em 25 pontos base na reunião de junho.</P><br />
<P>A manhã do segundo dia do fórum conta com duas sessões, a primeira sobre acelerar o crescimento na Europa e outra sobre os ciclos regulatórios, riscos à estabilidade e oportunidades de crescimento. </P><br />
<P>Segue-se um painel sobre a inteligência artificial (IA) e estabilidade financeira, com responsáveis do FMI, do Banco de Inglaterra, da Universidade da Pennsylvania e da Apollo Global Management, bem como uma conversa também sobre IA entre o economista chefe da OpenAI, Aaron Chatterji, e o membro do Conselho Executivo do BCE Philip R. Lane.</P><br />
<P>Já o terceiro e último dia, 01 de julho, começa com uma sessão sobre as implicações da migração para a produtividade e o crescimento na Europa, analisando um &#8216;paper&#8217; sobre o tema, bem como uma sessão sobre a &#8216;tokenização&#8217;, focada nos pagamentos digitais.</P><br />
<P>Há ainda um painel sobre o papel da Europa no novo cenário global do comércio internacional, com responsáveis do Banco de Desenvolvimento Inter-Americano, da OCDE, da Universidade de Zurique e da Comissão Europeia. </P><br />
<P>Após o almoço há o habitual &#8220;momento alto&#8221; do encontro, um painel sobre política monetária com governadores de bancos centrais: Andrew Bailey, governador do Banco da Inglaterra, Christine Lagarde, Tiff Macklem, governador do Banco do Canadá, e Kevin Warsh, presidente do Conselho de Governadores do Sistema da Reserva Federal dos EUA, que assumiu o cargo em maio.</P><br />
<P>O Fórum BCE termina com a cerimónia de entrega do Prémio Jovem Economista e o discurso de encerramento de Lagarde. </P><br />
<P>Nesse dia, existirá ainda um jantar para os participantes organizado pelo Banco de Portugal, sendo esta a primeira vez que o fórum ocorre sob a liderança do governador Álvaro Santos Pereira, que tomou posse em outubro do ano passado. </P></p>
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		<title>ENTREVISTA: Líderes com aversão ao fracasso não conseguem ser inovadores &#8211; Amy Edmondson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 09:13:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Por Alexandra Luís, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa ***</P><br />
<P>*** Por Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 27 jun 2026 (Lusa) &#8211; A professora de liderança na Harvard Business School Amy Edmondson adverte que os líderes que têm aversão ao fracasso não conseguem ser inovadores e, consequentemente, as suas organizações também não conseguirão inovar.</P><br />
<P>&#8220;A maioria dos líderes tem medo de falhar, e isso acontece, muitas vezes, porque não compreendem que existem três tipos de fracasso&#8221;, afirma a especialista em liderança, segurança psicológica e cultura organizacional, uma das oradoras do QSP Summit, que decorre no Porto e em Matosinhos entre 30 de junho e 02 de julho, um dos principais eventos europeus de gestão, liderança e inovação.</P><br />
<P>Dois desses tipos &#8220;são aqueles que não devemos temer, mas sim fazer o possível para evitar&#8221;, que Amy Edmondson denomina de fracassos básicos e fracassos complexos.</P><br />
<P>&#8220;Estes são os tipos de fracassos que acontecem quando não estamos a prestar atenção, não pensamos no futuro, não estamos vigilantes e conscientes, não garantimos a formação necessária para os colaboradores e assim por diante&#8221;, elenca.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;existem certos tipos de fracassos que são realmente um desperdício e que não devemos celebrar, mas com os quais devemos aprender&#8221; e, depois, &#8220;há um terceiro tipo de fracasso que os líderes precisam genuinamente de abraçar porque são realmente valiosos&#8221;.</P><br />
<P>Porque &#8220;é deles que surge a inovação&#8221; e &#8220;a criação de novo valor&#8221;, &#8220;são fracassos que ocorrem num território desconhecido, na prossecução de um objetivo com uma hipótese, e são os menores possíveis&#8221;, argumenta.</P><br />
<P>Estes são os fracassos essenciais para a inovação, invenção e para aprender qualquer coisa nova, diz.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, se as pessoas têm muita aversão ao fracasso, muito medo de falhar, não conseguem ser inovadoras. Consequentemente, as suas organizações também não conseguem inovar, o que leva a fracassos a longo prazo, à medida que os seus produtos e serviços se tornam mais obsoletos e ultrapassados&#8221;, adverte, referindo-se ao fracasso inteligente e o progresso em novos territórios.</P><br />
<P>Estes conceitos aplicam-se tanto às empresas como aos governantes.</P><br />
<P>Relativamente à inteligência artificial (IA) e à segurança psicológica, a académica destaca dois pontos importantes.</P><br />
<P>&#8220;A segurança psicológica não se refere ao conforto ou sequer à segurança no emprego. Refere-se à permissão para a franqueza. E uma das formas pelas quais a IA inibe a franqueza, ou seja, a honestidade e a abertura, é que muitas vezes as pessoas utilizam a IA individualmente, mas não querem admitir&#8221;, explica, referindo que podem ver isso &#8220;como um sinal de que não estão a fazer o seu próprio trabalho ou de que estão a tomar um atalho fácil&#8221;. </P><br />
<P>Quando isto acontece, &#8220;a honestidade diminui, o que, por definição, é uma redução da segurança psicológica&#8221;, aponta.</P><br />
<P>Outra coisa &#8220;que estamos a ver muito diretamente e que afeta a segurança psicológica em relação à IA é que, à medida que as pessoas, especialmente os engenheiros, utilizam a IA com mais frequência, falam menos entre si&#8221;, diz.</P><br />
<P>Ora, a segurança psicológica, ou esta sensação de permissão para a abertura e a franqueza, &#8220;é construída através de interações repetidas com os outros&#8221;. </P><br />
<P>Se a interação for menor, &#8220;é provável que observemos menor segurança psicológica e as pessoas acabarão por se isolar nas suas áreas de atuação, tornando-se mais independentes no seu trabalho e, consequentemente, menos interdependentes, menos engajadas nas conversas e na resolução de problemas com os outros, o que, por sua vez, acaba por corroer o trabalho em equipa&#8221;, sublinha Amy Edmondson, que irá falar no QSP Summit em 01 de julho.</P><br />
<P>Na sua 19.ª edição, o evento reúne mais de 3.500 participantes, cerca de 100 oradores e sete palcos temáticos dedicados a economia, inteligência artificial, estratégia, comportamento humano e criatividade. </P></p>
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