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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Von der Leyen quer propor que crianças só usem redes sociais numa idade mais avançada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Ursula von der Leyen]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, admitiu hoje propor, já este verão, uma proposta legislativa para que as crianças só usem redes sociais numa idade mais avançada, estando a ouvir especialistas do setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, admitiu hoje propor, já este verão, uma proposta legislativa para que as crianças só usem redes sociais numa idade mais avançada, estando a ouvir especialistas do setor.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que temos de fazer mais e foi por isso que criámos um painel especial de especialistas sobre segurança infantil &#8216;online&#8217; para nos aconselhar. Sem antecipar as conclusões do painel, acredito que devemos ponderar tardar o acesso das crianças às redes sociais e, dependendo dos resultados, poderemos apresentar uma proposta legislativa neste verão&#8221;, disse Ursula von der Leyen.</P><br />
<P>Discursando na abertura de uma Cimeira Europeia sobre Inteligência Artificial e Crianças, em Copenhaga na Dinamarca, a responsável destacou a &#8220;velocidade relâmpago com que a tecnologia avança e a forma como se infiltra em todos os cantos da infância e da adolescência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As discussões sobre uma idade mínima para as redes sociais já não podem ser ignoradas [pois] quase todos os Estados-membros da UE pedem uma avaliação sobre a necessidade dessa medida&#8221;, assinalou, quando muitos países comunitários colocam 15 ou 16 anos como requisito etário.</P><br />
<P>Em Portugal, o parlamento aprovou em fevereiro de 2026 um projeto de lei que restringe o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, sendo que a nova regulamentação exige consentimento parental expresso para jovens entre 13 e 16 anos e proíbe o uso antes dos 13 anos para proteger de riscos digitais e conteúdos viciantes. </P><br />
<P>O Parlamento Europeu já apoiou a ideia de uma idade mínima europeia de 16 anos para o acesso às redes, com exceções mediante autorização parental entre os 13 e os 16 anos.</P><br />
<P>&#8220;A questão não é se os jovens devem ter acesso às redes sociais, a questão é se as redes sociais devem ter acesso aos jovens&#8221;, salientou Ursula von der Leyen.</P><br />
<P>Para a responsável, &#8220;a infância e o início da adolescência são anos formativos&#8221;, pelo que se deve &#8220;dar mais tempo às crianças para desenvolverem resiliência nesta fase vulnerável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tempo para brincar com amigos reais e não para perseguir seguidores. Tempo no campo de futebol ou a tocar numa banda. Tempo para desenvolverem as suas próprias ideias, em vez de serem guiadas por um algoritmo. Tempo para aprenderem a diferença entre realidade e falsidade. Por isso, devolvamos a infância às crianças&#8221;, elencou.</P><br />
<P>No seu discurso sobre o Estado da União, em setembro de 2025, Ursula von der Leyen defendeu a necessidade de proteger crianças e adolescentes dos impactos das redes sociais, admitindo estabelecer limites de idade e regras mais rigorosas para o acesso às plataformas digitais.</P><br />
<P>Em meados de abril deste ano, a Comissão Europeia lançou uma nova aplicação móvel europeia para confirmar a idade mínima para aceder às redes sociais, que já está tecnicamente pronta e em breve estará disponível na União Europeia, avisando que terá &#8220;tolerância zero&#8221; com as plataformas digitais que não usarem.</P><br />
<P>A ideia é responsabilizar as plataformas &#8216;online&#8217; para protegerem os menores, como as gigantes&#8217; tecnológicas como Meta (dona do Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads), a Alphabet (que detém o YouTube), a ByteDance (do TikTok) e a Snap Inc. (do Snapchat).</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761478]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mercedes chama 144 mil carros à oficina por falha que pode apagar painel em andamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mercedes-Benz]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[recall]]></category>
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					<description><![CDATA[Estão em causa modelos produzidos entre 2024 e 2026, incluindo AMG GT, Classe C, Classe E, Classe SL, Classe CLE e Classe GLC]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mercedes-Benz está a chamar à oficina cerca de 144 mil veículos devido a uma falha de software que pode fazer apagar temporariamente o painel de instrumentos digital durante a condução. Segundo a Revista ACP, estão em causa modelos produzidos entre 2024 e 2026, incluindo AMG GT, Classe C, Classe E, Classe SL, Classe CLE e Classe GLC.</p>
<p>A campanha foi comunicada nos Estados Unidos pela National Highway Traffic Safety Administration, a autoridade americana de segurança rodoviária. De acordo com a &#8216;Reuters&#8217;, o recall abrange 144.049 veículos naquele mercado e está relacionado com problemas no painel de instrumentos.</p>
<p>O problema não está no motor nem nos travões, mas pode afetar a segurança. A falha tem origem no software da unidade de controlo do sistema de infoentretenimento, responsável por funções como navegação e multimédia. Essa unidade pode reiniciar enquanto o veículo está em movimento e levar o ecrã do painel de instrumentos a ficar temporariamente sem imagem.</p>
<p>Na prática, o condutor pode deixar de ver informações essenciais, como velocidade, alertas e outros avisos do veículo. É por isso que o problema é tratado como uma questão de segurança: mesmo que a falha seja temporária, a perda de informação no painel pode aumentar o risco de acidente.</p>
<p><strong>Quais são os modelos afetados?</strong></p>
<p>A informação disponível aponta para determinados veículos Mercedes-Benz dos anos-modelo 2024 a 2026.</p>
<p>Entre os modelos abrangidos estão:</p>
<p>AMG GT</p>
<p>Classe C</p>
<p>Classe E</p>
<p>Classe SL</p>
<p>Classe CLE</p>
<p>Classe GLC</p>
<p>A ACP refere estes mesmos modelos e explica que a origem do problema está no software da unidade de controlo do sistema de infoentretenimento. Segundo os documentos da NHTSA, a unidade pode acionar mais reinicializações do sistema do que o esperado, provocando o desligamento temporário do painel digital.</p>
<p><strong>O que vai ser feito?</strong></p>
<p>A solução prevista é uma atualização de software.</p>
<p>Os proprietários dos veículos afetados deverão levar os carros a um concessionário autorizado da Mercedes-Benz, onde será feita a atualização da unidade de controlo do sistema de infoentretenimento. A &#8216;Reuters&#8217; adianta que a intervenção será feita sem custos para os proprietários.</p>
<p>Segundo a informação divulgada pelo ACP, as concessionárias já começaram a ser notificadas e as cartas aos proprietários deverão ser enviadas a partir de 26 de junho de 2026.</p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Facp.pt%2Fposts%2Fpfbid02UF41QuuRKoyPKqzv4yNBmNDpuqiD4ahHnmXu38SCNBX6Gt24Y4uxVgvACNmki4adl&#038;show_text=true&#038;width=500" width="500" height="648" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761484]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus. Erro com doente do cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217; põe 12 profissionais de saúde em quarentena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Países Baixos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O caso ocorreu no centro médico universitário Radboudumc, em Nijmegen]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doze profissionais de saúde de um hospital universitário nos Países Baixos foram colocados em quarentena preventiva depois de ter sido seguido um procedimento incorreto durante a assistência a um doente com hantavírus evacuado do cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217;, avança a &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>O caso ocorreu no centro médico universitário Radboudumc, em Nijmegen. O doente tinha sido transferido para aquela unidade a 7 de maio, depois de ter sido retirado do navio, que esteve no centro de um alerta sanitário internacional provocado por casos de hantavírus a bordo.</p>
<p>Segundo o hospital, a falha aconteceu durante a recolha de sangue ao paciente. Em vez de ser aplicado o protocolo mais rigoroso exigido pela natureza do vírus, foi seguido um procedimento padrão.</p>
<p>A unidade de saúde admitiu ainda que as regras internacionais mais recentes também não foram cumpridas no descarte da urina do doente.</p>
<p>Apesar de sublinhar que o risco de infeção é baixo, o hospital decidiu colocar os 12 trabalhadores em quarentena preventiva durante seis semanas. O próprio doente com hantavírus permanece igualmente isolado.</p>
<p>“Lamentamos que isto tenha acontecido no nosso centro médico universitário. Vamos investigar cuidadosamente o curso dos acontecimentos para aprender com o sucedido e evitar que se repita no futuro”, afirmou Bertine Lahuis, presidente do conselho de administração do Radboudumc.</p>
<p><strong>O &#8216;MV Hondius&#8217; regressa aos Países Baixos</strong></p>
<p>O incidente hospitalar surge depois da evacuação dos últimos passageiros e tripulantes do &#8216;MV Hondius&#8217;, navio de bandeira neerlandesa que esteve fundeado em Tenerife, nas Canárias, devido ao surto de hantavírus.</p>
<p>Os últimos 28 evacuados deixaram o navio e seguiram em autocarros fretados para o aeroporto de Tenerife Sul, onde embarcaram em dois voos com destino aos Países Baixos.</p>
<p>Um dos aviões transportava sobretudo tripulantes: 17 cidadãos filipinos, um neerlandês, um alemão, um médico britânico e dois epidemiologistas.</p>
<p>À chegada ao aeroporto de Eindhoven, os evacuados desembarcaram com máscaras e sacos brancos com os seus pertences.</p>
<p><strong>Sete casos confirmados e três mortos</strong></p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde, pelo menos sete evacuados testaram positivo ao hantavírus, havendo ainda um oitavo caso considerado “provável”.</p>
<p>Três pessoas morreram depois de o vírus ter sido detetado a bordo do &#8216;MV Hondius&#8217;.</p>
<p>O hantavírus é raro e está normalmente associado a roedores. A infeção pode ocorrer através do contacto com animais infetados ou com excreções contaminadas.</p>
<p>Não existem vacinas nem tratamentos específicos para o vírus, mas as autoridades de saúde têm insistido que o risco para a população em geral é baixo.</p>
<p>As autoridades afastam também comparações com a pandemia da Covid-19.</p>
<p><strong>Navio será desinfetado em Roterdão</strong></p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, o &#8216;MV Hondius&#8217; iniciou a viagem de regresso aos Países Baixos depois de concluída a evacuação.</p>
<p>O navio deverá chegar a Roterdão, onde será submetido a procedimentos de desinfeção.</p>
<p>O episódio no hospital de Nijmegen acrescenta uma nova frente ao caso. Depois do surto a bordo e da operação de evacuação em Tenerife, o alerta passa agora também pelos procedimentos adotados em ambiente hospitalar.</p>
<p>Ainda assim, a quarentena dos 12 profissionais está a ser apresentada como uma medida preventiva. Para já, as autoridades continuam a considerar baixo o risco de propagação para a população.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761480]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ana Paula Martins admite processar líder dos médicos tarefeiros: “Não se pode acusar um Governo de homicídio”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ana-paula-martins-admite-processar-lider-dos-medicos-tarefeiros-nao-se-pode-acusar-um-governo-de-homicidio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Associação dos Médicos Prestadores de Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Figueiredo e Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministra da Saúde acusou o responsável de fazer declarações de “uma gravidade enorme”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra da Saúde admite avançar com um processo contra Nuno Figueiredo e Sousa, presidente da Associação dos Médicos Prestadores de Serviço, depois de este ter classificado o novo regime de incompatibilidades para médicos tarefeiros como “uma tentativa de homicídio às populações do interior do país”. Em entrevista ao podcast &#8216;Política com Assinatura&#8217;, da &#8216;Antena 1&#8217;, Ana Paula Martins acusou o responsável de fazer declarações de “uma gravidade enorme”.</p>
<p>A governante considera que as palavras do presidente da AMPS ultrapassam o confronto político e profissional. “Está a cometer perjúrio afirmando algo que não pode comprovar”, afirmou Ana Paula Martins, defendendo que a declaração será analisada juridicamente pelo Governo.</p>
<p>“Admito processar, sim senhora. Não se pode acusar um Governo de homicídio sem que estas afirmações sejam altamente escrutinadas e altamente avaliadas”, declarou a ministra.</p>
<p>Em causa está o novo regime aprovado pelo Governo para regular o acesso dos prestadores de serviços ao Serviço Nacional de Saúde, com regras e incompatibilidades destinadas a reduzir a dependência do SNS em relação aos médicos tarefeiros.</p>
<p>Ana Paula Martins garante que o objetivo não é acabar com estes profissionais, mas alterar o modelo contratual. “Não vamos acabar com os tarefeiros”, assegurou, defendendo que o país ficou “demasiado dependente” deste regime.</p>
<p><strong>Ministra acusa empresas de lucrarem com dependência do SNS</strong></p>
<p>A ministra da Saúde foi mais longe e acusou Nuno Figueiredo e Sousa de estar a proteger “um negócio” que, segundo afirmou, lucrou 249 milhões de euros em 2025, em prejuízo de “uma solução organizada” para a prestação de cuidados de saúde aos portugueses.</p>
<p>Ana Paula Martins criticou ainda a forma como algumas empresas atuam junto das Unidades Locais de Saúde, denunciando a existência de “leilões” feitos, por vezes, na véspera, para pressionar as ULS a pagar valores mais elevados.</p>
<p>Segundo a ministra, as empresas recebem entre 120 e 150 euros por hora por médico, mas desse valor apenas cerca de 40 euros, ou menos, chega ao profissional tarefeiro.</p>
<p>“Isto não é um sistema. Isto é fazer da medicina um negócio”, afirmou.</p>
<p><strong>“Não sou condicionável”, diz ministra</strong></p>
<p>Na entrevista à &#8216;Antena 1&#8217;, Ana Paula Martins respondeu também aos pedidos de demissão que se têm multiplicado nos últimos meses. A ministra rejeitou estar fragilizada e afirmou que sairá apenas quando chegar o momento político para isso.</p>
<p>“Eu sairei no dia em que tiver de sair. Ou quando o senhor primeiro-ministro entender que é essa altura. Não me escudo com o primeiro-ministro”, disse.</p>
<p>A governante deixou ainda uma crítica direta ao PS, apontando o dedo a José Luís Carneiro e Mariana Vieira da Silva. “Quando andam lá em ebulição e à procura de si mesmos, atiram contra a ministra da Saúde. Mas eu já me habituei, sobretudo vindo dali”, afirmou.</p>
<p>E rematou com uma frase que resume o tom da entrevista: “Nunca ninguém me condicionou. Eu não sou condicionável.”</p>
<p><strong>Listas de espera preocupam na cardiologia e oncologia</strong></p>
<p>Outro dos temas abordados foi o aumento das listas de espera no SNS, em particular nas áreas da cardiologia e da oncologia. A ministra admitiu que estes setores exigem “cuidado especial”, depois de a Entidade Reguladora da Saúde ter divulgado dados relativos ao segundo semestre de 2025 que apontam para menos cirurgias cardíacas e oncológicas e para um agravamento dos tempos de espera.</p>
<p>Ana Paula Martins rejeitou, contudo, falar em falência do sistema. “Não é uma falência. É uma dificuldade”, afirmou.</p>
<p>A ministra defendeu que o atual modelo de gestão das listas de espera não era eficiente, por falta de auditoria clínica, pontos de controlo e transparência para os cidadãos. Por isso, recordou que o novo sistema de gestão de listas de espera deverá entrar em funcionamento a 1 de agosto.</p>
<p>Ana Paula Martins admitiu ainda que a pressão sobre o SNS vai continuar, devido ao envelhecimento da população e ao aumento das necessidades de cuidados de saúde.</p>
<p><strong>Preços com privados e setor social vão ser atualizados</strong></p>
<p>A ministra confirmou também que o Governo pretende aperfeiçoar o modelo de contratualização com o setor privado e social.</p>
<p>No âmbito do Sistema Nacional de Gestão do Acesso a Consultas e Cirurgia, o SINACC, Ana Paula Martins anunciou que os preços pagos aos hospitais protocolados serão atualizados “nos próximos dias”.</p>
<p>Estes hospitais recebem utentes do SNS quando o setor público não consegue dar resposta em tempo útil. A ministra justifica a atualização com a necessidade de garantir que o privado e o setor social mantêm capacidade para receber estes doentes.</p>
<p><strong>Incentivos à cirurgia adicional vão mudar</strong></p>
<p>Ana Paula Martins assumiu ainda que os incentivos à chamada cirurgia adicional, feita fora do horário normal de trabalho para reduzir listas de espera, estavam mal desenhados.</p>
<p>“Os incentivos, como estavam feitos, eram perversos”, afirmou.</p>
<p>A ministra garante que a cirurgia adicional não vai acabar, mas terá novas regras. O Governo pretende fixar um valor máximo, tanto em termos financeiros como em volume face à produção de base.</p>
<p><strong>Médicos do INEM incluídos no novo regime</strong></p>
<p>Sobre o INEM, Ana Paula Martins garantiu que os médicos do instituto estão incluídos no novo regime de incentivos ao trabalho suplementar nas urgências.</p>
<p>A ministra respondeu assim às preocupações da comissão de trabalhadores do INEM, que tinha pedido esclarecimentos urgentes sobre uma eventual exclusão destes profissionais.</p>
<p>“A comissão de trabalhadores do INEM não tem a informação suficiente para assumir que está de fora, porque não está de fora”, afirmou.</p>
<p>Questionada sobre a existência de uma crise no INEM, a governante respondeu: “Não creio que exista uma crise no INEM neste momento.”</p>
<p><strong>PPP na saúde continuam nos planos</strong></p>
<p>Ana Paula Martins voltou a defender a revisão da Lei de Bases da Saúde, mas sublinhou que o calendário pertence ao primeiro-ministro.</p>
<p>A ministra explicou que a revisão é importante para permitir alterações em matérias como as Parcerias Público-Privadas. O Governo pretende avançar com cinco PPP até ao final da legislatura, mas está ainda a reavaliar quais devem ser as primeiras unidades abrangidas.</p>
<p>Essa reavaliação deverá estar concluída até ao verão. Para a ministra, faz sentido começar por unidades com menor grau de complexidade, onde o risco seja mais controlado para o Estado e para o operador privado.</p>
<p>Sobre o Pacto Estratégico para a Saúde, iniciativa impulsionada pelo Presidente da República, Ana Paula Martins disse que o Governo acolhe bem o contributo, mas deixou um aviso político: “Quem governa é o Governo.”</p>
<p><strong>Hantavírus: “não há motivo de alarme”</strong></p>
<p>A ministra foi ainda questionada sobre o risco de hantavírus em Portugal. Ana Paula Martins garantiu que, neste momento, “não há nenhum motivo de alarme” para a população portuguesa.</p>
<p>A governante assegurou que mantém contacto permanente com a Direção-Geral da Saúde e que existem planos de contingência nos países europeus para este tipo de situação.</p>
<p>No conjunto, a entrevista deixa uma ministra em rota de confronto com os médicos tarefeiros, pressionada pelas listas de espera e pelas críticas políticas, mas determinada a manter a reforma do SNS. A frase que resume a posição de Ana Paula Martins é também a mais política: “Eu não sou condicionável.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761464]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Zelensky acusou a Rússia de ter atacado com 200 drones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:21:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia lançou 200 drones contra a Ucrânia durante a última madrugada, após o fim de um cessar-fogo de três dias, afirmou hoje o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia lançou 200 drones contra a Ucrânia durante a última madrugada, após o fim de um cessar-fogo de três dias, afirmou hoje o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</P><br />
<P>Zelensky acusou, também nas redes sociais, a Rússia de &#8220;quebrar o silêncio&#8221;, referindo-se ao cessar-fogo que vigorou durante as celebrações da vitória da ex-União Soviética contra a Alemanha nazi, em 1945. </P><br />
<P>Os ataques aéreos russos na Ucrânia mataram pelo menos uma pessoa durante a última madrugada, disseram anteriormente as autoridades de Kiev.</P><br />
<P>A vítima mortal e quatro feridos registaram-se na região ucraniana Dnipropetrovsk.</P><br />
<P>Por outro lado, a Rússia afirmou ter abatido cerca de 30 drones ucranianos após o fim do cessar-fogo anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, na sexta-feira.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761441]]></sapo:autor>
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		<title>DE-CIX Lisboa duplica capacidade instalada para troca de dados em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:20:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A DE-CIX Lisboa duplicou a sua capacidade instalada no ano passado, de acordo com o relatório hoje divulgado que indica que o operador de Internet Exchange ocupa o primeiro lugar na Europa, Médio Oriente e Índia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DE-CIX Lisboa duplicou a sua capacidade instalada no ano passado, de acordo com o relatório hoje divulgado que indica que o operador de Internet Exchange ocupa o primeiro lugar na Europa, Médio Oriente e Índia.</p>
<p>De acordo com o relatório anual, &#8220;a DE-CIX Lisboa terminou o ano de 2025 com mais de 60 redes ligadas ou em ligação&#8221;.</p>
<p>Num ano, &#8220;duplicou a capacidade instalada para troca de dados (+122%) que atingiu o potencial de 1,8 Terabits e o triplo do número de portas 100GE (&#8216;Gigabit Ethernet&#8217;), passando de cinco em 2024 para 16 em 2025 (+220%)&#8221;, refere a empresa.</p>
<p>Só para se ter uma ideia, 1,8 Terabits de capacidade instalada da DE-CIX é o equivalente a 594.000 vídeos em qualidade HD (alta definição) transmitidos em simultâneo. Ou seja, mais de 5% da população portuguesa a transmitir simultaneamente um vídeo em qualidade HD.</p>
<p>Além disso, o pico de tráfego &#8220;aumentou 13% para 102,14 Gigabits face a 2024&#8221;.</p>
<p>O relatório indica ainda que a dE-CIX reforçou também a sua posição &#8220;como o principal operador mundial de Internet Exchange (IX) neutro em relação a centros de dados e operadoras, detendo a posição número um na Europa, Médio Oriente e Índia, ao mesmo tempo que fortalece a sua posição para se tornar o 3.º maior na América do Norte&#8221;.</p>
<p>O início deste ano, segundo o documento, está a ser &#8220;sustentado por um aumento de 25% das redes ligadas, para mais de 4.300, e um aumento de 40% na capacidade total ligada para 220 terabits durante 2025&#8221;.</p>
<p>&#8220;A implementação da primeira porta de cliente de 800 GE do mundo na DE-CIX Frankfurt, e o crescimento de 120% nas portas de 400 GE a nível global, refletem um esforço deliberado para antecipar as exigências de capacidade que a IA [inteligência artificial] e a Cloud [armazemanento em nuvem] estão agora a colocar na infraestrutura central da Internet&#8221;, refere a tecnológica.</p>
<p>Segundo a empresa, &#8220;o sul da Europa está a evoluir para um ponto de convergência multicontinental (Europa-África-Américas), incorporando o mega-hub ibérico interligado de Lisboa, Madrid e Barcelona&#8221;.</p>
<p>A região demonstra &#8220;um forte dinamismo empresarial, impulsionado pela crescente procura de serviços de Cloud e IA. Por outro lado, Lisboa e Marselha estão a reforçar as rotas de tráfego no Este e Oeste em África e transcontinentais&#8221;, acrescenta.</p>
<p>&#8220;O sul da Europa reforçou ainda mais a sua posição como uma região estratégica de interligação transcontinental, com Lisboa a assumir-se como uma porta de entrada atlântica crucial para África ocidental e as Américas&#8221; explica Theresa Bobis, diretora regional da DE-CIX para o Sul da Europa, citada em comunicado.</p>
<p>&#8220;Com a evolução de Portugal em termos de cabos submarinos e plataformas de interligação como o DE-CIX, tanto os ISP locais como os de África e da América Latina têm também a oportunidade de aceder a outros fornecedores de conteúdos que, tradicionalmente, apenas estavam acessíveis em Londres e/ou Frankfurt reduzindo significativamente a latência e os custos&#8221;, remata.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761458]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: UE equaciona missão no Líbano para substituir força da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[A chefe da diplomacia da União Europeia referiu hoje que os ministros da Defesa vão decidir se tencionam substituir a força de manutenção da paz da ONU no Líbano com uma missão própria do bloco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chefe da diplomacia da União Europeia referiu hoje que os ministros da Defesa vão decidir se tencionam substituir a força de manutenção da paz da ONU no Líbano com uma missão própria do bloco.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas à entrada para uma reunião dos ministros da Defesa da União Europeia (UE), em Bruxelas, Kaja Kallas referiu que a missão da ONU de manutenção da paz no Líbano, UNIFIL, termina em dezembro e &#8220;há uma vontade dos europeus para desenvolver uma nova missão para apoiar as Forças Armadas libanesas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Já as estamos a ajudar, mas temos de ver se há vontade de se criar uma nova missão europeia para substituir a UNIFIL&#8221;, referiu.</p>
<p>A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança indicou também que, na reunião de hoje, os ministros vão decidir se expandem o mandato da missão naval Aspides, que escolta atualmente navios mercantes no Mar Vermelho, para o Estreito de Ormuz.</p>
<p>&#8220;Só precisamos de mudar o plano operacional no mandato [da missão], o que é fácil de fazer se os Estados-membros quiserem reforçá-la e dar-lhe mais meios navais. A estrutura já está toda estabelecida&#8221;, indicou.</p>
<p>Kallas indicou ainda que, na reunião de hoje, os ministros vão também discutir sobre a necessidade de desenvolverem mais projetos comuns a nível de Defesa e como aumentar a produção de armamento.</p>
<p>Questionada sobre como é que vê o facto de os Estados Unidos terem decidido retirar cinco mil militares da Alemanha, a chefe da diplomacia da UE respondeu: &#8220;Isso claramente mostra que temos de aumentar a nossa própria produção em Defesa&#8221;.</p>
<p>&#8220;E desenvolver projetos comuns para conseguirmos produzir [armamento] para nós próprios&#8221;, salientou.</p>
<p>Nesta declaração aos jornalistas, a Alta Representante foi ainda interrogada sobre o conteúdo dos exercícios de simulação que tem apresentado aos Estados-membros e que visam mostrar como é que, na prática, poderia ser ativado o artigo 42.7 do Tratado da UE, que estabelece a cláusula de defesa mútua em caso de agressão a um dos países.</p>
<p>Kallas referiu que, nesses exercícios, há três cenários diferentes: o primeiro cenário é o de um ataque armado contra um Estado-membro da NATO, o que faz com que sejam ativados dois artigos: o artigo 5 da Aliança Atlântica e o 42.7 da UE.</p>
<p>&#8220;O outro cenário é que a agressão é contra outro Estado-membro que não pertence à NATO, ou seja em que só é ativado o artigo 42.7, e o terceiro cenário é quando o ataque se situa abaixo do limiar necessário para o artigo 5 [da NATO], ou seja, quando é um ataque híbrido&#8221;, indicou.</p>
<p>Kallas salientou, contudo, que não tenciona comentar publicamente o teor concreto desses exercícios, porque mostram &#8220;as falhas que a UE tem&#8221;.</p>
<p>&#8220;E é precisamente esse o objetivo desses exercícios: garantir que nos tornamos mais concretos. Quem faz o quê? Quem pode pedir o quê da Comissão? O que é que a Comissão Europeia e os Estados-membros podem fazer? É complicado, porque o artigo é muito vago e precisamos de lhe dar mais substância&#8221;, frisou.</p>
<p>Os ministros da Defesa da UE estão hoje reunidos em Bruxelas, com três pontos na agenda: guerra na Ucrânia, situação no Médio Oriente e a prontidão europeia no domínio da Defesa.</p>
<p>O Governo português está representado pelo ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761460]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Dos Açores à Turquia: sem os EUA, a Europa perde o seu escudo militar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Resposta, olhando para a atual arquitetura da NATO, é desconfortável para várias capitais europeias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão americana de retirar cerca de cinco mil militares de bases na Alemanha abriu um novo debate sobre a segurança europeia: até que ponto a Europa consegue defender-se sem os Estados Unidos? A resposta, olhando para a atual arquitetura da NATO, é desconfortável para várias capitais europeias. O continente tem mais investimento em Defesa, mais urgência estratégica e mais consciência do risco russo, mas continua dependente de uma rede militar americana que nenhum país europeu consegue substituir no imediato.</p>
<p>A medida foi anunciada num contexto de tensão entre Washington e aliados europeus e está a ser acompanhada com preocupação na NATO. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, a retirada de cinco mil militares da Alemanha pode fazer regressar a presença americana na Europa para níveis anteriores ao reforço ordenado depois da invasão russa da Ucrânia, em 2022. A mesma agência recorda que os EUA têm atualmente cerca de 85 mil militares no continente europeu. A &#8216;Euronews&#8217; assinala que a legislação americana não impede uma retirada, mas exige consultas e justificações em caso de cortes relevantes.</p>
<p>O número, por si só, não explica tudo. Cinco mil soldados representam uma fração do contingente americano na Europa, mas o sinal político é muito maior. Como sublinha o major-general Arnaut Moreira à &#8216;CNN Portugal&#8217;, “a redução em cinco mil tem uma leitura de natureza política que é muito superior à leitura de natureza militar”. O problema é que, na defesa europeia, os militares americanos não são apenas homens no terreno: são comando, logística, inteligência, aviões, radares, mísseis, depósitos de armamento, capacidade nuclear e resposta rápida.</p>
<p>É por isso que a presença dos Estados Unidos funciona como uma espécie de “sistema operativo” da defesa europeia. A Europa tem forças próprias, exércitos nacionais e duas potências nucleares, França e Reino Unido, mas a engrenagem integrada que permite deslocar tropas, vigiar ameaças, abastecer meios, intercetar mísseis e projetar força continua assente, em larga medida, na infraestrutura americana.</p>
<p><strong>O que significa a influência militar dos EUA na Europa?</strong></p>
<p>A influência americana na Europa concretiza-se de várias formas. A mais visível é a presença de tropas e bases. A menos visível, mas provavelmente a mais importante, é a capacidade de ligar todos os pontos: comando, comunicações, transporte, inteligência, defesa aérea, dissuasão nuclear e reforço rápido em caso de guerra.</p>
<p>A &#8216;CNN Portugal&#8217; descreve uma teia que vai da Gronelândia à Turquia, dos Açores à Polónia, da Alemanha ao Mediterrâneo. No centro está a Alemanha, onde se encontram algumas das estruturas mais importantes do poder militar americano no continente.</p>
<p>Em Patch Barracks, em Vaihingen, opera o Comando Europeu dos Estados Unidos, o EUCOM. Em Kelley Barracks estão o comando americano para África e as forças de operações especiais. Em Wiesbaden funciona uma parte essencial do comando do Exército americano na Europa. E em Ramstein está uma das bases mais estratégicas de toda a NATO.</p>
<p>Ramstein é mais do que uma base aérea. É um nó logístico e de comando. Por ali passam aviões de transporte, missões de evacuação médica, comunicações e operações que ligam os Estados Unidos ao teatro europeu, africano e do Médio Oriente. Não precisa de ter caças permanentemente estacionados para ser decisiva: a sua importância está na capacidade de manter a máquina militar a funcionar.</p>
<p><strong>Onde entra Portugal nesta rede?</strong></p>
<p>Portugal surge nesta arquitetura através da Base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores. A sua posição no Atlântico faz dela uma infraestrutura relevante para reabastecimento, trânsito aéreo e vigilância marítima.</p>
<p>Num cenário de crise, a geografia volta a ser decisiva. A ponte militar entre os Estados Unidos e a Europa depende do Atlântico. As Lajes funcionam como ponto intermédio nessa travessia, uma espécie de estação estratégica entre o território continental americano e a Europa.</p>
<p>No outro extremo, a Base Espacial de Pituffik, na Gronelândia, tem uma função diferente: vigiar o Ártico e detetar ameaças balísticas. Ou seja, a rede americana não cobre apenas o centro da Europa; cobre as rotas de aproximação, os corredores marítimos, o espaço aéreo e os sinais de alerta precoce.</p>
<p><strong>Como se distribui o poder aéreo americano?</strong></p>
<p>O poder aéreo americano está espalhado por vários pontos-chave. No Reino Unido, a RAF Lakenheath acolhe caças F-35 e F-15E. A base de Mildenhall tem funções de reabastecimento aéreo e operações especiais. Em Itália, Aviano garante capacidade de resposta no Mediterrâneo. Na Turquia, Incirlik é uma ponte para o flanco sul da NATO e para o Médio Oriente.</p>
<p>Esta distribuição não é aleatória. Como explica Arnaut Moreira, as bases aéreas e terrestres seguem uma linha diagonal que vai do Reino Unido à Turquia. Essa linha permite cobrir o norte da Europa, o centro do continente, o Mediterrâneo, o flanco sul e a aproximação ao Médio Oriente.</p>
<p>A presença americana também inclui sistemas de defesa antimíssil. A NATO assumiu formalmente em 2024 o comando do sistema Aegis Ashore em Redzikowo, na Polónia, que se junta à instalação de Deveselu, na Roménia, no escudo antimíssil aliado.</p>
<p>A partir da base naval de Rota, em Espanha, os Estados Unidos operam ainda contratorpedeiros equipados com o sistema Aegis, que patrulham o Mediterrâneo e o Atlântico. Estes navios trabalham em rede com sensores como o radar de Kürecik, na Turquia, capaz de detetar lançamentos a grande distância e enviar dados para os centros de comando.</p>
<p>Sem esta rede, a Europa não ficaria indefesa, mas ficaria muito mais exposta. Os sistemas europeus de defesa aérea existem, mas ainda não substituem de forma plena a cobertura americana contra ameaças balísticas de longo alcance.</p>
<p><strong>O que é o “exército fantasma”?</strong></p>
<p>Uma das peças menos conhecidas desta presença militar é o sistema de material pré-posicionado, conhecido como APS-2. A lógica é simples: em caso de guerra, transportar tanques, blindados e artilharia pesada dos Estados Unidos para a Europa demoraria demasiado tempo. A alternativa foi criar grandes armazéns militares no continente europeu, com equipamento pronto a ser usado.</p>
<p>Esses depósitos existem em países como Polónia, Alemanha, Países Baixos e Bélgica. Guardam tanques M1 Abrams, veículos Bradley, artilharia e outro material pesado, com manutenção permanente.</p>
<p>Num cenário de crise, os soldados podem voar dos Estados Unidos para a Europa e encontrar o equipamento já preparado. É isso que torna esta capacidade tão importante: não se trata apenas de ter tropas, mas de conseguir transformá-las rapidamente numa força de combate pesada.</p>
<p>A &#8216;CNN Portugal&#8217; descreve esta estrutura como uma espécie de “exército fantasma”: não é visível no dia a dia, não aparece em grandes desfiles, mas pode ser ativada rapidamente numa emergência.</p>
<p><strong>E a dissuasão nuclear?</strong></p>
<p>A dependência europeia também passa pela dimensão nuclear. França e Reino Unido têm armas nucleares, mas os Estados Unidos mantêm na Europa um sistema de partilha nuclear no quadro da NATO. Estimativas públicas apontam para a presença de bombas nucleares táticas B61 em bases de vários países europeus, no âmbito desse arranjo. O Bulletin of the Atomic Scientists assinalou que os EUA têm vindo a modernizar a infraestrutura ligada à missão de partilha nuclear na Europa.</p>
<p>Estas armas permanecem sob controlo americano. Em caso extremo, poderiam ser transportadas por aviões de países aliados preparados para essa missão. O objetivo é dissuadir um adversário de atacar a NATO, mostrando que qualquer escalada poderia ter resposta nuclear.</p>
<p>Este é um dos pontos mais sensíveis da autonomia estratégica europeia. A Europa discute há anos a necessidade de reforçar a sua defesa, mas a dissuasão nuclear alargada dos EUA continua a ser uma garantia central para vários aliados, sobretudo no flanco leste.</p>
<p><strong>Porque é que a retirada de cinco mil soldados preocupa tanto?</strong></p>
<p>A retirada em si pode ser absorvida militarmente com dificuldade, mas não representa o colapso imediato da defesa europeia. O problema é o precedente.</p>
<p>Se os Estados Unidos retiram cinco mil militares da Alemanha, a pergunta seguinte é inevitável: poderão retirar mais? Poderão reduzir presença em Itália, Espanha, Polónia ou noutras bases? Poderão transformar uma garantia permanente numa presença mais intermitente? Poderão condicionar o apoio militar à Europa a disputas políticas com aliados?</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; refere que o presidente americano tem autoridade relevante enquanto comandante-chefe, embora o Congresso possa impor limites através do orçamento e de regras de consulta. A preocupação em Washington e nas capitais europeias é que uma redução feita sem coordenação possa enfraquecer a dissuasão perante a Rússia.</p>
<p>Por outras palavras, a questão não é apenas saber se a Europa substitui cinco mil soldados. É saber se consegue substituir aquilo que esses soldados representam: compromisso americano, capacidade de reforço rápido, comando integrado, logística e confiança política.</p>
<p><strong>Como é que isto deixa a Europa?</strong></p>
<p>Deixa a Europa mais pressionada, mais exposta e obrigada a acelerar decisões que foi adiando durante décadas.</p>
<p>A guerra na Ucrânia já tinha mostrado que a segurança europeia voltou a depender de defesa territorial, munições, blindados, artilharia, defesa aérea e capacidade industrial. A ameaça de retirada americana acrescenta outra camada: a Europa não pode continuar a depender dos EUA como se essa presença fosse politicamente automática e eterna.</p>
<p>Mas ganhar autonomia não é rápido. Exige dinheiro, indústria, coordenação, doutrina comum, compras conjuntas, capacidade de transporte estratégico, satélites, inteligência, defesa antimíssil e comando integrado. Tudo isto demora anos.</p>
<p>É esse o dilema europeu: os Estados Unidos podem reduzir presença em meses; a Europa só consegue substituir capacidades críticas em anos.</p>
<p>A ameaça de retirada americana não significa que a NATO esteja a acabar. Mas mostra que a aliança já não vive na mesma lógica de previsibilidade. Durante décadas, a defesa europeia assentou na certeza de que os EUA seriam o garante final da segurança do continente. Agora, essa certeza passou a ser uma variável política.</p>
<p>No fundo, a pergunta deixou de ser apenas quantos soldados americanos estão na Europa. A pergunta passou a ser outra: que parte da segurança europeia continua a depender de uma decisão tomada em Washington? E a resposta, para já, é quase tudo o que torna a NATO uma força verdadeiramente integrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761455]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quem manda no PS? As tribos que sobrevivem à volta de Costa, Seguro, Pedro Nuno e Carneiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
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					<description><![CDATA[Costistas, seguristas, pedronunistas, carneiristas e figuras à espera de espaço político continuam a mover-se no partido, ainda que sem uma guerra aberta pela sucessão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>António Costa e António José Seguro estão afastados da política interna do PS, mas continuam a ter influência através de círculos de proximidade e antigos aliados. A &#8216;<a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/como-se-organizam-os-jogos-de-poder-os-chefes-e-os-indios-das-tribos-do-ps" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>&#8216; descreve um partido onde a liderança de José Luís Carneiro não está, para já, em causa, mas onde várias correntes continuam atentas ao futuro socialista.</p>
<p>A lógica interna é simples: o líder está forte, mas as “tribos” não desapareceram. Costistas, seguristas, pedronunistas, carneiristas e figuras à espera de espaço político continuam a mover-se no partido, ainda que sem uma guerra aberta pela sucessão.</p>
<p>Uma fonte socialista citada pela revista resume o ambiente interno: António Costa e António José Seguro tornaram-se figuras “suprapartidárias”, sem intervenção direta na vida do PS, mas com esferas de influência que podem ser ativadas. São, nas palavras dessa fonte, “mãos invisíveis”.</p>
<p><strong>O peso de Costa a partir de Bruxelas</strong></p>
<p>António Costa desligou-se do quotidiano do PS quando deixou a liderança, em janeiro de 2024, e assumiu depois funções europeias. Ainda assim, a sua opinião continua a circular no partido através de conversas informais com figuras socialistas com experiência governativa e peso mediático.</p>
<p>Entre os nomes associados a esse espaço estão Mariana Vieira da Silva, Ana Catarina Mendes e Fernando Medina. A deputada Mariana Vieira da Silva admitiu recentemente não excluir uma candidatura à liderança do PS no futuro, embora vários socialistas ouvidos pela revista semanal considerem que, tal como Fernando Medina, não reúne hoje apoios suficientes para chegar ao cargo de secretário-geral.</p>
<p>Outro nome referido neste núcleo é o de Mário Centeno, antigo governador do Banco de Portugal. Segundo um socialista citado pela revista, Centeno será um dos nomes desejados por Costa e aceite por grande parte deste grupo, embora com reservas por parte de Medina.</p>
<p><strong>Duarte Cordeiro mantém-se à margem</strong></p>
<p>Duarte Cordeiro é outro nome com peso potencial no futuro socialista. Antigo ministro do Ambiente e da Ação Climática, é associado ao universo costista, mas tem uma característica que o distingue: consegue cruzar várias sensibilidades internas.</p>
<p>Cordeiro não tem anticorpos relevantes junto de José Luís Carneiro, elogiou António José Seguro e mantém simpatias na rede que apoiou Pedro Nuno Santos. Essa posição transversal faz com que vários dirigentes o vejam como uma figura com margem para escolher o seu papel futuro.</p>
<p>Para já, porém, optou por manter distância da orgânica formal da atual liderança. Recusou integrar a Comissão Política Nacional do PS, justificando a decisão com a vontade de preservar “liberdade para discordar”.</p>
<p>A relação com Pedro Nuno Santos, que no passado foi próxima, deteriorou-se. O ex-líder do PS deixou recados no regresso ao Parlamento, criticando “taticistas” que, na sua leitura, esperam pelo momento certo para avançar. Duarte Cordeiro respondeu no seu espaço de comentário na NOW, dizendo que Pedro Nuno “falhou o alvo” e que devia concentrar-se “onde residem os problemas do país”.</p>
<p><strong>Os pedronunistas resistem, mas estão enfraquecidos</strong></p>
<p>A derrota eleitoral de maio de 2025, em que o PS obteve 22,83%, o terceiro pior resultado da sua história, levou Pedro Nuno Santos a abandonar a liderança e enfraqueceu a ala mais à esquerda que se organizava à sua volta.</p>
<p>Ainda assim, o grupo não desapareceu. Mantém figuras como Nuno Araújo, Pedro Vaz, Francisco César, Hugo Oliveira e Marina Gonçalves, todos ligados à antiga direção de Pedro Nuno Santos ou próximos da sua área política.</p>
<p>A &#8216;Sábado&#8217; descreve este núcleo como unido, mas fragilizado. Uma fonte socialista considera que a corrente está “meio-morta” e que teria de fazer alianças com outros grupos para apresentar uma alternativa forte numa futura disputa interna.</p>
<p>Alexandra Leitão, que esteve próxima deste universo político, terá perdido ligação ao núcleo com a perda de relevância do pedronunismo, embora mantenha pontes pessoais e políticas com esse espaço.</p>
<p><strong>Carneiro lidera com apoio alargado</strong>  </p>
<p>José Luís Carneiro foi reeleito em março com 96%, um resultado que reforça a ideia de liderança consolidada. O atual secretário-geral conseguiu agregar diferentes sensibilidades, incluindo dirigentes vindos do segurismo e do costismo.</p>
<p>No núcleo político de Carneiro destacam-se Eurico Brilhante Dias, líder parlamentar, e Jamila Madeira, eurodeputada, ambos associados ao universo de António José Seguro.</p>
<p>Entre os nomes mais próximos do atual líder estão André Moz Caldas, presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Luís Soares, chefe de gabinete de Carneiro, e Filipe Santos Costa, dirigente que escreveu a moção global de estratégia. Numa segunda linha surge também Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada.</p>
<p>O apoio interno é amplo, mas não elimina a existência de correntes. Uma fonte socialista citada pela revista admite que, se Carneiro perder legislativas, esses grupos podem entrar “em ebulição” e gerar alternativas.</p>
<p><strong>Seguristas apoiam mais do que disputam</strong></p>
<p>Ao contrário dos costistas, que parecem preocupados em preservar hipóteses de liderança futura, os seguristas não surgem como uma corrente organizada para disputar o partido.</p>
<p>Francisco Assis, Álvaro Beleza e António Galamba são vistos mais como senadores socialistas do que como candidatos. Paulo Lopes Silva, que dirigiu a campanha presidencial de António José Seguro, é outro dos nomes associados a esta área.</p>
<p>A influência segurista funciona sobretudo como apoio político ao Presidente da República e como referência interna para setores do PS que se revêm num perfil mais moderado.</p>
<p><strong>Um partido unido, mas cheio de centros de influência</strong></p>
<p>O retrato é o de um PS sem contestação aberta à liderança de José Luís Carneiro, mas longe de ser um partido sem movimentos internos.</p>
<p>Costa e Seguro não interferem diretamente, Pedro Nuno Santos mantém seguidores apesar da derrota, Duarte Cordeiro preserva margem de manobra e Carneiro tenta segurar uma maioria interna alargada.</p>
<p>A disputa, para já, não é pela liderança imediata. É pelo posicionamento, pela influência e pela preparação do dia seguinte. No PS, as tribos continuam vivas — mesmo quando os chefes parecem fora do campo de batalha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761449]]></sapo:autor>
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		<title>Soares dos Santos lideram dividendos milionários: famílias mais ricas da bolsa recebem 653 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa estão as famílias Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira e Mota, que mantêm posições relevantes em algumas das principais cotadas nacionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cinco maiores famílias acionistas da bolsa portuguesa vão receber, em conjunto, 653,4 milhões de euros em dividendos relativos aos lucros de 2025, um valor cerca de 1% inferior ao do ano anterior, avança esta terça-feira o &#8216;Jornal de Negócios&#8217;. A descida é ligeira, mas marca uma inversão na remuneração acionista destes grandes grupos familiares, apesar de quatro das cinco famílias virem a encaixar mais este ano.</p>
<p>Em causa estão as famílias Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira e Mota, que mantêm posições relevantes em algumas das principais cotadas nacionais. O recuo global deve-se sobretudo à Navigator, que reduziu o dividendo para menos de metade, para o valor mais baixo pelo menos desde 2012.</p>
<p>Essa decisão penaliza diretamente as herdeiras de Pedro Queiroz Pereira. Filipa, Mafalda e Lua Queiroz Pereira tinham recebido no ano passado mais de 120 milhões de euros relativos aos lucros da papeleira. Este ano, a Navigator vai distribuir cerca de 80 milhões de euros aos acionistas, dos quais 56 milhões cabem à família.</p>
<p>Somando a participação na Semapa, o clã Queiroz Pereira deverá encaixar 97,6 milhões de euros. Ainda assim, a descida é suficiente para fazer a família cair do segundo para o quarto lugar no ranking das maiores remunerações acionistas familiares da bolsa de Lisboa, sendo ultrapassada pelos Azevedo e pelos Amorim.</p>
<p><strong>Soares dos Santos recebem o maior cheque</strong></p>
<p>A liderança continua nas mãos da família Soares dos Santos, através da Sociedade Francisco Manuel dos Santos, que controla a maioria do capital da Jerónimo Martins.</p>
<p>A retalhista vai distribuir, pelo quarto ano consecutivo, metade dos lucros obtidos. O dividendo será de 65 cêntimos por ação, ainda abaixo do máximo do século pago em 2022, quando chegou aos 78,5 cêntimos.</p>
<p>No total, a família Soares dos Santos deverá receber 229,6 milhões de euros, mais 10% do que no ano passado. O pagamento começa esta terça-feira, tornando este o maior cheque de dividendos entre as grandes famílias da bolsa portuguesa.</p>
<p><strong>Azevedo sobem com NOS, Sonae e Sonaecom</strong></p>
<p>A família Azevedo, dona da maior parcela da Sonae, da Sonaecom e da NOS, deverá receber 175,6 milhões de euros em dividendos.</p>
<p>A maior fatia vem da NOS, que vai pagar o dividendo mais elevado desde 2007: 45 cêntimos por ação. A subida da remuneração acionista da Sonae e da Sonaecom também contribui para reforçar o montante final.</p>
<p><strong>Amorim beneficiam da Galp e da Corticeira</strong></p>
<p>A família Amorim também vai receber mais este ano. Só através da Galp, os acionistas beneficiam de uma subida de 3% do dividendo, para 64 cêntimos por ação, o valor mais elevado desde 2019. Da petrolífera portuguesa, a família deverá encaixar 97,3 milhões de euros.</p>
<p>A este valor somam-se 28,4 milhões de euros provenientes da Corticeira Amorim. Apesar de os lucros da empresa terem recuado 20%, para 55,6 milhões de euros, a cotada decidiu voltar a aumentar o dividendo para 35 cêntimos por ação, o valor mais alto desde 2015.</p>
<p>No total, os Amorim reforçam a posição entre as famílias portuguesas com maior remuneração acionista em bolsa.</p>
<p><strong>Mota recebem mais com Mota-Engil</strong></p>
<p>A fechar a lista das cinco maiores famílias acionistas está a FM &#8211; Sociedade de Controlo de António da Mota, dona da maioria do capital da Mota-Engil.</p>
<p>O dividendo da construtora é o que mais sobe no PSI em termos percentuais, com uma subida de 15%. Com esta evolução, a família deverá receber 21,4 milhões de euros.</p>
<p>Além disso, o clã Mota deverá encaixar mais 3,5 milhões de euros em dividendos da Martifer, que decidiu recorrer a reservas livres para pagar 9,3 cêntimos por ação, apesar da descida dos lucros para 9,5 milhões de euros, influenciada por provisões.</p>
<p><strong>Outros investidores familiares também recebem milhões</strong></p>
<p>Além das cinco maiores famílias, há outros investidores individuais e grupos familiares com posições relevantes na bolsa portuguesa.</p>
<p>Os Champalimaud vão receber 3,7 milhões de euros em dividendos dos CTT. Já a ATPS, de Alberto Teixeira e António Pinto de Sousa, bem como a Fergie, dos filhos, que controlam a Ibersol, deverão encaixar 18,2 milhões de euros.</p>
<p>Também Ana Mendonça, João e Pedro Borges de Oliveira, Paulo Fernandes e Domingos Vieira de Matos serão remunerados pelas participações que detêm na Altri e na Ramada, num total conjunto de 43,5 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761442]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Chuva&#8217; de 72 milhões de euros? Megajackpot do Euromilhões anda à roda esta noite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta noite anda à roda um jackpot no Euromilhões de 72 milhões de euros, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio não ter saído a um apostador. Ainda assim, para Portugal voou um segundo e terceiro prémios, de mais de 233 e 12 mil euros, respetivamente. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem esta noite a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong><br />
O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (222 vezes), o 42 (220 vezes), o 23 (218 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (384 vezes) e no 2 (383 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761284]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Despesas de educação no IRS: Que NIF usar? Um guia para não perder até 800 euros nas deduções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[irs]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em cada ano letivo, multiplicam-se os encargos das famílias com livros, propinas, mensalidades, explicações e outros custos associados à educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em cada ano letivo, multiplicam-se os encargos das famílias com livros, propinas, mensalidades, explicações e outros custos associados à educação. Entre a creche e o ensino superior, setembro é tradicionalmente o mês de maior pressão financeira, mas as despesas prolongam-se até ao final das aulas.</p>
<p>Apesar do peso no orçamento familiar, parte destes encargos pode ser recuperada através do IRS, ao abrigo das deduções à coleta. Para tal, é fundamental incluir o número de identificação fiscal (NIF) nas faturas. A dúvida surge com frequência: deve ser indicado o NIF dos pais ou dos filhos?</p>
<p><strong>Como funciona a dedução das despesas de educação</strong><br />
O Código do IRS permite deduzir 30% do valor suportado com despesas de educação e formação de qualquer membro do agregado familiar, até ao limite global de 800 euros por agregado.</p>
<p>Este teto pode, contudo, ser mais elevado em determinadas situações. Para agregados com estudantes a frequentar estabelecimentos de ensino situados no interior do país ou nas regiões autónomas, o limite máximo sobe para 1.000 euros.</p>
<p>No caso dos estudantes deslocados com idade não superior a 25 anos, é ainda possível deduzir até 400 euros anuais com rendas de alojamento, desde que estas cumpram os requisitos legais. Nestes casos, o limite global das deduções com educação aumenta para 1.100 euros, desde que os 300 euros adicionais resultem de despesas com arrendamento.</p>
<p>Considera-se estudante deslocado aquele que frequenta um estabelecimento de ensino localizado a mais de 50 quilómetros da residência permanente do agregado familiar.</p>
<p><strong>Que despesas são aceites pelo Fisco</strong><br />
Nem todos os gastos associados ao regresso às aulas são considerados despesas de educação para efeitos de IRS.</p>
<p>Apenas são elegíveis as despesas isentas de IVA ou tributadas à taxa reduzida de 6%. Além disso, devem ser realizadas em entidades com códigos de atividade económica (CAE) relacionados com:</p>
<ul>
<li>Educação;</li>
<li>Comércio a retalho de livros em estabelecimentos especializados;</li>
<li>Atividades de cuidados para crianças, sem alojamento.</li>
</ul>
<p>De forma geral, são aceites como despesas de educação os encargos com:</p>
<ul>
<li>Creches, jardins-de-infância, lactários e estabelecimentos de ensino;</li>
<li>Serviços de educação e formação;</li>
<li>Refeições em cantinas escolares;</li>
<li>Propinas;</li>
<li>Manuais e livros escolares.</li>
</ul>
<p>As rendas pagas por estudantes deslocados também podem ser consideradas despesas de educação, desde que exista contrato de arrendamento registado e recibos eletrónicos emitidos.</p>
<p>Desde 2024, as explicações ministradas em centros de estudo passaram a estar sujeitas a IVA à taxa de 6%, passando igualmente a ser enquadradas como despesas de educação dedutíveis.</p>
<p><strong>O que fica de fora das deduções</strong><br />
Um dos principais encargos no início do ano letivo — o material escolar — não é, regra geral, aceite como despesa de educação. Mochilas, estojos, cadernos, lápis ou canetas são normalmente tributados à taxa de IVA de 23%, o que os exclui das deduções nesta categoria.</p>
<p>Existe, contudo, uma exceção prática: quando estes artigos são adquiridos em papelarias pertencentes ao próprio estabelecimento de ensino e devidamente enquadradas com o CAE adequado, podem ser considerados como despesa de educação.</p>
<p><strong>Afinal, que NIF deve constar na fatura?</strong><br />
Ao contrário do que sucede com as despesas gerais familiares, as despesas de educação não têm um limite por sujeito passivo, mas sim um limite global por agregado familiar.</p>
<p>Isso significa que o teto de 800 euros (ou 1.000 ou 1.100 euros, consoante o caso) aplica-se ao conjunto do agregado e não individualmente a cada contribuinte.</p>
<p>Assim, é indiferente se a fatura contém o NIF dos pais ou o dos filhos, desde que o número pertença a um membro do agregado familiar. O essencial é que a despesa fique corretamente associada ao agregado para efeitos de dedução.</p>
<p><strong>A importância de validar as faturas</strong><br />
Para garantir que as despesas são consideradas no cálculo do IRS, é fundamental validar as faturas no portal e-fatura ao longo do ano. Este procedimento permite confirmar que os encargos foram corretamente classificados como despesas de educação e evita trabalho adicional no momento da entrega da declaração.</p>
<p>Habitualmente, o prazo para validação das faturas relativas ao ano anterior termina em fevereiro.</p>
<p><strong>Qual é o limite máximo de dedução?</strong><br />
É possível deduzir 30% das despesas de educação até ao limite de 800 euros por agregado familiar. Este valor pode aumentar para 1.000 euros no caso de estudantes a frequentar estabelecimentos no interior ou regiões autónomas, ou até 1.100 euros quando se trate de estudante deslocado com despesas de arrendamento elegíveis.</p>
<p><strong>Posso deduzir mochilas, estojos e cadernos?</strong><br />
Não, na generalidade dos casos. Estes artigos estão sujeitos a IVA de 23% e não são considerados despesas de educação. Apenas em situações muito específicas, como compras efetuadas na papelaria da própria escola com enquadramento adequado, podem ser aceites.</p>
<p><strong>O que significa ser estudante deslocado?</strong><br />
É o estudante que frequenta um estabelecimento de ensino situado a mais de 50 quilómetros da residência permanente do agregado familiar. Nestas circunstâncias, pode deduzir até 400 euros anuais com rendas, desde que exista contrato registado e recibos eletrónicos.</p>
<p><strong>Até quando os filhos são considerados dependentes?</strong><br />
Os filhos são considerados dependentes para efeitos de IRS até aos 25 anos, desde que não aufiram rendimentos anuais superiores a 14 salários mínimos no ano a que respeita a declaração.</p>
<p>Perceber quais as despesas elegíveis e garantir que as faturas têm o NIF correto são passos essenciais para maximizar o benefício fiscal. Num contexto de forte pressão sobre o orçamento das famílias, cada euro deduzido pode fazer diferença no reembolso ou no valor final a pagar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761163]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Entra hoje em circulação uma nova moeda de 5 euros… e é para os amantes do Mundial de Futebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[moeda]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal vai colocar hoje em circulação uma moeda de coleção com o valor facial de 5 euros, designada “FIFA World Cup”. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal vai colocar hoje em circulação uma moeda de coleção com o valor facial de 5 euros, designada “FIFA World Cup”.</p>
<p>Esta nova moeda para colecionadores apresenta, na face frontal, a representação estilizada da figura de um jogador de futebol descrevendo o movimento de um remate aéreo “de bicicleta”. No fundo, a representação de uma bancada de um estádio de futebol repleta de público, e na parte inferior, a representação do escudo de armas de Portugal, a legenda “Portugal 2026” e o valor facial;</p>
<p>No reverso, ao centro, o logótipo oficial do Campeonato do Mundo de futebol de 2026, a designação oficial do evento “FIFA WORLD CUP” e as legendas “Canada”, “Mexico” e “USA”, os três países anfitriões do evento.</p>
<p>A distribuição ao público será efetuada por intermédio das instituições de crédito, das tesourarias do Banco de Portugal e das lojas da Imprensa Nacional-Casa da Moeda.</p>
<p>Foi definido o limite de emissão de 25.000 moedas com acabamento normal.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758415]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>HRW acusa UE de &#8220;falhas sérias&#8221; no controlo das exportações de vigilância</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hrw-acusa-ue-de-falhas-serias-no-controlo-das-exportacoes-de-vigilancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização Human Rights Watch (HRW) acusou a União Europeia, num relatório divulgado hoje, de permitir a exportação de tecnologia de vigilância para países com histórico comprovado do uso da tecnologia para espiar vozes críticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização Human Rights Watch (HRW) acusou a União Europeia, num relatório divulgado hoje, de permitir a exportação de tecnologia de vigilância para países com histórico comprovado do uso da tecnologia para espiar vozes críticas.</P><br />
<P>No relatório de 54 páginas &#8220;Looking the Other Way: EU Failure to Prevent Surveillance Exports to Rights Violators&#8221; [&#8216;Olhar para o lado: Falha da UE de prevenir exportações de vigilância para violadores de Direitos Humanos&#8217;, numa tradução livre], a HRW afirma que o regulamento de produtos de dupla utilização, em vigor desde 2021, &#8220;não está a ser implementado de forma eficaz&#8221;, permitindo que tecnologias com potencial uso repressivo continuem a ser exportadas.</P><br />
<P>De acordo com a HRW, o regulamento foi criado com a intenção, em parte, de impedir a exportação de tecnologias de dupla utilização &#8212; aquelas que podem ser usadas tanto para fins civis como militares, incluindo tecnologia de vigilância comercial &#8212; &#8220;para locais onde provavelmente serão usadas para violar o direito internacional humanitário ou os direitos humanos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A UE está a fazer demasiado pouco para impedir a exportação de tecnologia de vigilância dos estados-membros para governos que provavelmente a usarão para reprimir a dissidência&#8221;, afirmou o investigador na área da vigilância da HRW, Zach Campbell, citado no documento. </P><br />
<P>O responsável defendeu que a Comissão Europeia deve &#8220;agir com urgência&#8221; e garantir &#8220;a tão necessária transparência nas exportações de sistemas de vigilância&#8221;.</P><br />
<P>A HRW pediu informações sobre o licenciamento e as exportações dessa tecnologia por meio de pedidos de acesso à informação em cada um dos 27 Estados-Membros da UE e recebeu dados de quase metade dos países da UE que enviaram dados à Comissão. Portugal não aparece no relatório.</P><br />
<P>A análise realizada pela organização revela &#8220;sérias falhas&#8221; no sistema de controlo europeu. </P><br />
<P>Entre os casos identificados estão exportações de software de intrusão, sistemas de interceção de telecomunicações, ou ambos, da Bulgária para o Azerbaijão, em 2022, e a exportação de sistemas de interceção da Polónia para o Ruanda, em 2023.</P><br />
<P>De acordo com a organização não-governamental, a Comissão Europeia tem reinterpretado as obrigações de transparência previstas no regulamento mencionado, &#8220;de uma forma que prejudicou o propósito da regulamentação&#8221;. </P><br />
<P>Como resultado, os relatórios da comissão &#8220;não fornecem detalhes suficientes para facilitar a análise necessária para avaliar se a regulamentação está a produzir o efeito desejado&#8221;, constatou a HRW.</P><br />
<P>No comunicado, lê-se ainda que, em resposta às perguntas da organização, a Comissão Europeia afirmou que as decisões de licenciamento são &#8220;da exclusiva responsabilidade dos Estados-membros&#8221; e justificou a falta de detalhe nos dados para &#8220;evitar violar a confidencialidade comercial ou revelar a identidade&#8221; de um número limitado de empresas envolvidas.</P><br />
<P>A HRW considera que esta abordagem impede a avaliação do impacto real das exportações. </P><br />
<P>A organização defende que a revisão do regulamento, prevista para o final de 2026, deve reforçar as exigências de diligência devidas, bloquear exportações de risco e garantir a participação de organizações da sociedade civil.</P><br />
<P>&#8220;Parece que países da UE e empresas de vigilância baseadas na UE estão a colocar lucros acima das pessoas, apesar de terem adotado um dos regulamentos mais progressistas para limitar a venda desta tecnologia&#8221;, afirmou Campbell.</P><br />
<P>A HRW lembra que os Estados têm a obrigação de regular a venda e exportação de tecnologias de vigilância devido à &#8220;ameaça inerente&#8221; que representam para direitos fundamentais, incluindo privacidade, liberdade de expressão e proteção contra tortura. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761439]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Moscovo acusou Kiev de ataques com drones durante a madrugada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia anunciou que abateu 27 drones ucranianos durante a última noite, após o fim de uma trégua de três dias entre Moscovo e Kiev, mediada pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia anunciou que abateu 27 drones ucranianos durante a última noite, após o fim de uma trégua de três dias entre Moscovo e Kiev, mediada pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Pelo menos 27 drones ucranianos foram intercetados e destruídos por sistemas de defesa aérea sobre as regiões russas de Belgorod, Voronezh e Rostov, indicou o Ministério da Defesa russo em comunicado.</P><br />
<P>Anteriormente, na Ucrânia, o chefe da administração militar de Kiev afirmou que se registou um ataque aéreo contra a zona da capital ucraniana. </P><br />
<P>Tratou-se do primeiro alerta de ataque aéreo contra a capital da Ucrânia desde 08 de maio. </P><br />
<P>Um cessar-fogo de três dias, anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, começou no sábado.</P><br />
<P>Ambos os países denunciaram várias violações da trégua.</P><br />
<P>Durante o fim de semana, a Ucrânia acusou a Rússia de ataques com drones no leste e sul do país, e a Rússia acusou a Ucrânia de atacar a região de Belgorod.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que a dinâmica da guerra na Ucrânia estava a mudar a favor de Kiev.</P><br />
<P>Kallas mencionou o que classificou de &#8220;perdas recorde de Moscovo no campo de batalha&#8221;, os &#8220;ataques profundos&#8221; realizados por Kiev em território russo e as modestas celebrações de 09 de maio de 1945 na capital russa no passado sábado, sem qualquer equipamento militar.</P><br />
<P>De acordo com a análise da Agência France Presse com base em dados do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), a Rússia perdeu terreno na Ucrânia em abril, algo que não acontecia desde a contraofensiva ucraniana do verão de 2023.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761438]]></sapo:autor>
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		<title>Fundação Champalimaud e Delta Cafés assinam parceria de investigação para o cancro da mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:45:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Grupo Nabeiro - Delta Cafés]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Champalimaud e a Delta Cafés vão hoje anunciar uma parceria de investigação dedicada ao estudo dos potenciais benefícios do café no cancro da mama.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Champalimaud e a Delta Cafés vão hoje anunciar uma parceria de investigação dedicada ao estudo dos potenciais benefícios do café no cancro da mama.</p>
<p>O acordo será formalizado esta terça-feira, 12 de maio, numa cerimónia marcada para as 15h00, nas instalações da Fundação Champalimaud, em Lisboa.</p>
<p>A sessão contará com a presença de Leonor Beleza, Andrea De Censi e Rui Miguel Nabeiro, que irão apresentar os objetivos da colaboração e participar na assinatura do protocolo.</p>
<p>A iniciativa pretende aprofundar a investigação científica sobre a relação entre o consumo de café e o cancro da mama, numa parceria que junta a área da saúde e investigação biomédica ao setor empresarial.</p>
<p>O programa da cerimónia prevê o início da sessão às 15h00, seguindo-se a apresentação do acordo e as intervenções dos responsáveis das duas entidades. A assinatura do protocolo está agendada para as 15h20, com o encerramento previsto para as 15h30.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761245]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a ganhar 0,52%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:36:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,52% para 62.742,57 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,52% para 62.742,57 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, encerrou a sessão a ganhar 0,83% para 3.872,9 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761437]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal canta hoje na Eurovisão: Bandidos do Cante tentam chegar à final numa edição marcada por boicotes a Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eurovisão]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A única vitória portuguesa aconteceu em 2017, com “Amar pelos dois”, canção composta por Luísa Sobral e interpretada por Salvador Sobral]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal sobe esta terça-feira ao palco da primeira semifinal do Festival Eurovisão da Canção, numa edição marcada pela contestação à participação de Israel e pela desistência de cinco países.</p>
<p>Os Bandidos do Cante representam Portugal com a canção “Rosa” e serão os quintos a atuar na primeira semifinal da 70.ª edição do concurso, que decorre este ano em Viena, na Áustria. </p>
<p>A final está marcada para sábado, 16 de maio, mas antes disso há duas semifinais: a primeira realiza-se esta terça-feira e a segunda na quinta-feira.</p>
<p>Em cada uma serão escolhidas dez canções, perfazendo 20 finalistas. A estes juntam-se os países com entrada direta na final.</p>
<p>Quem compete hoje na primeira semifinal?</p>
<p><strong>A primeira semifinal coloca 15 países em competição.</strong></p>
<p>Além de Portugal, sobem hoje ao palco Moldávia, Suécia, Croácia, Grécia, Geórgia, Finlândia, Montenegro, Estónia, Israel, Bélgica, Lituânia, São Marino, Polónia e Sérvia.</p>
<p>No final da noite, apenas dez destes países conseguirão garantir o passaporte para a final de sábado.</p>
<p>Portugal chega à semifinal numa posição difícil nas previsões.</p>
<p>Na sexta-feira à tarde, a média de várias casas de apostas calculada pelo site especializado eurovisionworld.com colocava Portugal em 11.º lugar entre os países da primeira semifinal.</p>
<p>Se esta previsão se confirmar, os Bandidos do Cante ficarão à porta da final.</p>
<p><strong>Portugal já falhou a final em cinco edições</strong></p>
<p>A não qualificação para a final não seria inédita para Portugal.</p>
<p>Desde a introdução das semifinais, o país já falhou a passagem em 2011, 2012, 2014, 2015 e 2019.</p>
<p>Portugal estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1964 e, desde então, falhou cinco edições do concurso: 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016.</p>
<p>A única vitória portuguesa aconteceu em 2017, com “Amar pelos dois”, canção composta por Luísa Sobral e interpretada por Salvador Sobral.</p>
<p><strong>Cinco países desistiram devido à participação de Israel</strong></p>
<p>Este ano, a Eurovisão conta com 35 países em competição.</p>
<p>O número ficou reduzido depois das desistências de Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia, todas motivadas pela participação de Israel no concurso.</p>
<p>Os boicotes surgem na sequência dos ataques militares israelitas na Faixa de Gaza desde outubro de 2023, que já mataram pelo menos 72 mil pessoas.</p>
<p>Uma comissão internacional independente de investigação da Organização das Nações Unidas classificou esses ataques como genocídio.</p>
<p>Ao mesmo tempo, regressam à competição a Bulgária, a Roménia e a Moldávia, depois de três, dois e um ano de ausência, respetivamente.</p>
<p><strong>Carta aberta reuniu mais de 1.100 músicos e profissionais da cultura</strong></p>
<p>A contestação à presença de Israel já vinha a crescer antes do arranque do festival.</p>
<p>Em abril, foi divulgada uma carta aberta subscrita por mais de 1.100 músicos e profissionais da cultura de vários países, incluindo Portugal.</p>
<p>Entre os nomes portugueses surgem Carlos Mendes, Cristina Branco, Hetta, Iolanda, Janeiro, Jorge Palma, Júlio Resende, Linda Martini, Scúru Fitchádu, Selma Uamusse, Stereossauro e The Legendary Tigerman.</p>
<p>A lista internacional inclui também Brendan Perry, dos Dead Can Dance, Brian Eno, Chester Hansen, dos BADBADNOTGOOD, IDLES, Massive Attack, Peter Gabriel, Primal Scream e Sigur Rós.</p>
<p>Na carta, os subscritores criticam o facto de Israel voltar a ser celebrado no palco da Eurovisão “pelo terceiro ano consecutivo”, enquanto a Rússia continua banida devido à invasão da Ucrânia.</p>
<p>Como “músicos e profissionais da Cultura”, afirmam rejeitar que o concurso seja usado para “branquear e normalizar o genocídio, o cerco e a brutal ocupação militar de Israel contra os palestinianos”.</p>
<p><strong>Também houve contestação no Festival da Canção</strong></p>
<p>A polémica chegou também ao Festival da Canção da RTP, realizado em março.</p>
<p>A maioria dos participantes anunciou previamente que recusaria representar Portugal na Eurovisão caso vencesse o concurso.<br />
A posição refletiu a contestação de parte do setor cultural à presença de Israel no festival europeu.</p>
<p>Apesar desse contexto, os Bandidos do Cante venceram a seleção nacional e representam Portugal esta terça-feira em Viena.</p>
<p><strong>Quem já está diretamente na final?</strong></p>
<p>Além dos 20 países escolhidos nas duas semifinais, há entradas diretas na final.</p>
<p>Este ano, passam automaticamente o país anfitrião, a Áustria, e quatro dos chamados ‘Big Five’: França, Alemanha, Reino Unido e Itália.</p>
<p>Espanha, que normalmente integra esse grupo, não estará presente na final porque boicotou esta edição.</p>
<p>A segunda semifinal realiza-se na quinta-feira e terá em competição Bulgária, Azerbaijão, Roménia, Luxemburgo, República Checa, Arménia, Suíça, Chipre, Letónia, Dinamarca, Austrália, Ucrânia, Albânia, Malta e Noruega.</p>
<p><strong>Eurovisão volta a ser palco de tensão política</strong></p>
<p>O Festival Eurovisão da Canção é organizado pela União Europeia de Radiodifusão, em cooperação com operadores públicos de televisão de mais de 35 países, entre os quais a RTP.</p>
<p>O concurso realiza-se anualmente desde 1956 e já teve países excluídos por razões políticas.</p>
<p>A Bielorrússia foi afastada em 2021, após a reeleição de Aleksandr Lukashenko.</p>
<p>A Rússia foi excluída em 2022, após a invasão da Ucrânia.</p>
<p>Israel participa no concurso desde 1973, tendo sido o primeiro país não europeu a entrar na Eurovisão, e venceu por quatro vezes.</p>
<p><strong>Protestos marcaram as últimas edições</strong></p>
<p>A contestação à presença de Israel não é nova.</p>
<p>Em 2024, a edição realizada em Malmö, na Suécia, ficou marcada por manifestações nas ruas, protestos na arena e vaias ao representante israelita durante as atuações.</p>
<p>A participação dos Países Baixos foi cancelada depois de um “incidente” nos bastidores com a delegação de Israel.</p>
<p>No ano passado, em Basileia, na Suíça, manifestantes pró-Palestina e polícia entraram em confronto no dia da final.</p>
<p>Nessa 69.ª edição, a Áustria venceu com “Starmania”, interpretada por JJ.</p>
<p>Portugal ficou em 21.º lugar, com “Deslocado”, dos Napa.</p>
<p><strong>O que está em jogo esta terça-feira?</strong></p>
<p>Para Portugal, a noite desta terça-feira tem um objetivo claro: garantir um lugar entre os dez apurados da primeira semifinal.<br />
Para a organização, o desafio é manter o foco no concurso musical num ano em que a Eurovisão volta a ser atravessada por tensões políticas, protestos e boicotes.</p>
<p>A final de sábado revelará o vencedor da 70.ª edição.</p>
<p>Mas, antes disso, os Bandidos do Cante precisam de ultrapassar a primeira barreira.</p>
<p>Portugal canta hoje “Rosa” em Viena e tenta contrariar as apostas que o colocam fora da final.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761175]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Voos domésticos em Moçambique com menos 14% de passageiros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:19:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os voos domésticos em Moçambique registaram menos 14% de passageiros em 2025, recuando para 1.066.812, devido aos problemas nas ligações aéreas, segundo relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM) consultado hoje pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os voos domésticos em Moçambique registaram menos 14% de passageiros em 2025, recuando para 1.066.812, devido aos problemas nas ligações aéreas, segundo relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM) consultado hoje pela Lusa.</P><br />
<P>De acordo com os dados do IACM, este movimento contrasta com os 1.237.566 passageiros nos voos domésticos registados em 2024, refletindo os constrangimentos operacionais que ao longo de 2025 continuaram a afetar a companhia estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), nomeadamente a indisponibilidade da frota e a redução de frequências em várias rotas.</P><br />
<P>Em termos de aeronaves, o movimento doméstico também recuou 12%, passando de 38.089 movimentos em 2024 para 33.580 em 2025.</P><br />
<P>O documento justifica esta redução do movimento de aeronaves com &#8220;atrasos, cancelamentos e suspensão de rotas&#8221;, reconhecendo ainda que o aumento dos custos de combustível, da manutenção de aeronaves e de outros custos operacionais ao longo de 2025 tornou o transporte aéreo menos viável economicamente.</P><br />
<P>No transporte regional em África, a partir de Moçambique, o número de passageiros transportados em 2025 recuou 5%, para 546.906, enquanto nos voos intercontinentais se registou um crescimento de 7%, para 231.282 passageiros, impulsionado sobretudo pela retoma gradual da procura internacional.</P><br />
<P>No final de 2025 estavam registadas em Moçambique 88 aeronaves, de 14 operadores comerciais, para um total de 12 aeroportos, 256 aeródromos públicos e 21 aeródromos privados, de acordo com dados do Instituto de Aviação Civil de Moçambique.</P><br />
<P>Tal como os anteriores, 2025 voltou a ser marcado pelas dificuldades operacionais da LAM em manter as ligações aéreas domésticas, tendo o Governo avançado em maio com um processo de reestruturação da companhia, que envolveu a chegada de novas aeronaves nos meses seguintes.</P><br />
<P>A LAM detém o monopólio das ligações aéreas domésticas, mas a companhia aérea privada Solenta já prepara a instalação no aeroporto da Beira da sua base de operações internas, com três aeronaves a iniciarem os voos no segundo semestre, foi anunciado anteriormente.</P><br />
<P>A companhia prevê disponibilizar inicialmente três aeronaves com capacidade para 50 passageiros cada, estando o início das operações previsto para o segundo semestre de 2026, com base no centro do país. Enquanto isso, decorre para o efeito o processo de implantação da base no Aeroporto Internacional da Beira.</P><br />
<P>O Instituto de Aviação Civil de Moçambique atribuiu em 17 de dezembro a licença de exploração de transporte aéreo regular em rotas domésticas à companhia aérea privada Solenta.</P><br />
<P>&#8220;A Solenta, efetivamente, concluiu com todas as fases que resultaram no seu licenciamento sem nenhum aspeto que possam não ter cumprido. Eles cumpriram com todos os aspetos que lhes dão o direito de poderem operar no mercado doméstico e no mercado regional&#8221;, disse o presidente do conselho de administração do IACM, Emanuel Chaves, durante a entrega da licença à companhia aérea, em Maputo.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a certificação da Solenta, que surge após avaliações para o seu licenciamento pelo Governo em meados de agosto, atrasou pela necessidade de modernizar a legislação aérea nacional, que já não era adequada, para permitir uma &#8220;concorrência saudável&#8221;.</P><br />
<P>A Solenta referiu anteriormente que conta com quatro aeronaves Embraer 145 para operações domésticas em Moçambique, uma das quais será utilizada pela indústria petrolífera em voos &#8216;charter&#8217; [voos privados não regulares, e as demais em rotas de Maputo para Tete, Beira, Quelimane e Nampula.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761436]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Migrações: Malásia procura 14 desaparecidos após naufrágio de embarcação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da Malásia estão à procura de 14 pessoas desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação que alegadamente transportava migrantes indonésios sem documentos, ocorrido na segunda-feira no estado de Perak, no noroeste do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da Malásia estão à procura de 14 pessoas desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação que alegadamente transportava migrantes indonésios sem documentos, ocorrido na segunda-feira no estado de Perak, no noroeste do país.</P><br />
<P>&#8220;O alerta para o naufrágio, que ocorreu na segunda-feira de manhã, foi dado por um pescador local que avisou as autoridades para a presença de várias vítimas a flutuar no mar&#8221;, segundo o diretor da Guarda Costeira de Perak, Mohamad Shukri bin Khotob. </P><br />
<P>Após o alerta, foi iniciada uma operação de busca e salvamento, com o apoio da Polícia Marítima, da Marinha Real da Malásia e da comunidade piscatória local, para encontrar os desaparecidos da embarcação, que alegadamente transportava 37 &#8220;migrantes indonésios em situação irregular&#8221;. </P><br />
<P>Um barco de pesca resgatou 23 pessoas, 16 homens e sete mulheres, todos cidadãos indonésios, enquanto as restantes 14 continuam desaparecidas. </P><br />
<P>As autoridades &#8220;vão continuar a intensificar os esforços de busca até que todas as vítimas sejam localizadas&#8221;, segundo Shukri.</P><br />
<P>As investigações preliminares indicam que o grupo partiu no sábado de Kisaran, no norte de Sumatra, na Indonésia, muito perto da costa oeste da Malásia, com destino a cidades malaias como Penang, Terengganu, Selangor e Kuala Lumpur, de acordo com o Quartel-General Marítimo de Perak.</P><br />
<P>As autoridades recuperaram três malas com roupas que se acredita pertencerem às vítimas e estão a realizar procedimentos de identificação com os sobreviventes do naufrágio.</P><br />
<P>As autoridades malaias indicaram que três tripulantes birmaneses operavam a embarcação. </P><br />
<P>Em novembro passado, 27 pessoas morreram quando um barco que transportava migrantes rohingya, uma minoria muçulmana perseguida em Myanmar, se afundou ao largo da costa da Malásia e da Tailândia. </P><br />
<P></P></p>
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