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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 May 2026 09:40:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Viagens de verão: 67% dos portugueses vão gastar até 500 euros por pessoa em reservas online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:37:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os portugueses não deverão abdicar das viagens este verão, apesar da pressão sobre os preços no setor turístico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="110" data-end="415">Os portugueses não deverão abdicar das viagens este verão, apesar da pressão sobre os preços no setor turístico. Segundo dados do II Estudo sobre “Consumo online em Portugal 2026”, realizado pela Webloyalty, 77% dos portugueses prevê comprar serviços turísticos online igual ou mais do que no ano passado.</p>
<p data-start="417" data-end="683">O estudo revela ainda que 67% dos portugueses tenciona destinar até 500 euros por viagem e por pessoa nas reservas online de serviços turísticos. Já 10% dos inquiridos prevê gastar mais de 1.000 euros por viagem e por pessoa, mais um ponto percentual do que em 2025.</p>
<p data-start="685" data-end="736"><strong>Viagens são a quarta categoria mais comprada online</strong></p>
<p data-start="738" data-end="955">As viagens surgem como a quarta categoria mais comprada online pelos portugueses, referida por 35% dos inquiridos. À frente estão moda e acessórios, com 66%, tecnologia, com 40%, e produtos de saúde e beleza, com 38%.</p>
<p data-start="957" data-end="1155">Por regiões, os residentes na Região Autónoma da Madeira são os que mais recorrem à Internet para adquirir serviços turísticos, com 47%. Seguem-se a Região Autónoma dos Açores e Faro, ambos com 41%.</p>
<p data-start="1157" data-end="1451">“A Internet consolida-se como o canal preferido para planear e reservar férias, precisamente porque permite comparar preços em tempo real e aceder às melhores ofertas num momento em que cada euro conta mais do que nunca”, afirma Eduardo Esparza, VP General Manager da Webloyalty Iberia &amp; LATAM.</p>
<p data-start="1453" data-end="1583">Segundo o responsável, os dados mostram que as viagens estão já entre as categorias mais relevantes do consumo online em Portugal.</p>
<p data-start="1585" data-end="1629"><strong>Alojamento lidera reservas online de turismo</strong></p>
<p data-start="1631" data-end="1784">No tipo de serviço turístico comprado online, o alojamento é a opção mais escolhida pelos portugueses, com 60% dos inquiridos a indicar esta preferência.</p>
<p data-start="1786" data-end="1980">Segue-se a compra de bilhetes e atividades, com 42%, e o transporte, com 41%. Os pacotes de férias também têm peso na organização das viagens, sendo escolhidos por um em cada quatro portugueses.</p>
<p data-start="1982" data-end="2023"><strong>Pressão nos combustíveis encarece turismo</strong></p>
<p data-start="2025" data-end="2437">O setor turístico português e global enfrenta um contexto de forte pressão sobre os preços. O conflito no Médio Oriente, que levou ao encerramento do Estreito de Ormuz, está a esgotar as reservas mundiais de petróleo a um ritmo recorde, uma vez que impede a passagem de 20% do fornecimento mundial de combustível que normalmente circula por essa via, de acordo com dados do IEA Oil Market Report de maio de 2026.</p>
<p data-start="2439" data-end="2744">Como consequência, o preço do barril de Brent atingiu máximos históricos, com impacto nos vários produtos e serviços do setor turístico. O transporte aéreo é uma das áreas mais expostas, uma vez que o combustível representa 30% dos custos operacionais das companhias aéreas, segundo dados da IATA de 2026.</p>
<p data-start="2746" data-end="2795"><strong>Poupança online ganha peso nas reservas de férias</strong></p>
<p data-start="2797" data-end="2911">Num contexto de preços mais elevados, a poupança nas reservas online torna-se mais relevante para os consumidores.</p>
<p data-start="2913" data-end="3117">“Num ano em que a gasolina ultrapassa os 2 euros em Portugal e o bilhete de avião encareceu consideravelmente, a poupança nas reservas online já não é um extra: é uma necessidade”, afirma Eduardo Esparza.</p>
<p data-start="3119" data-end="3360">O responsável destaca que plataformas como a Compra e Poupa oferecem um reembolso mínimo de 10% nas compras online realizadas através da plataforma, o que, numa reserva de viagem de valor elevado, pode representar uma poupança significativa.</p>
<p data-start="3362" data-end="3561">O estudo indica ainda que 87% dos portugueses já conhece o conceito de cashback e que 88% mostra interesse em plataformas que devolvam parte do valor das compras realizadas nas suas marcas habituais.</p>
<p data-start="3563" data-end="3609"><strong>Empresas turísticas procuram novas estratégias</strong></p>
<p data-start="3611" data-end="3841">A crise do combustível não afeta apenas a carteira dos viajantes. Também as empresas turísticas enfrentam margens mais pressionadas, num contexto em que os custos operacionais aumentaram e a competição pelo preço continua elevada.</p>
<p data-start="3843" data-end="4102">“As empresas turísticas que apostarem em soluções de Retail Media no ponto de venda digital ou no final do processo de reserva terão uma via clara para gerar receitas adicionais que compensem as margens ajustadas que o mercado impõe”, conclui Eduardo Esparza.</p>
<p data-start="4104" data-end="4249" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Segundo o responsável, estas soluções permitem também apresentar ao consumidor ofertas e serviços no momento mais adequado do processo de compra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767068]]></sapo:autor>
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		<title>Renovar Cartão de Cidadão… só para o ano. Há distritos (incluindo Lisboa) sem qualquer vaga disponível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:32:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Cidadão]]></category>
		<category><![CDATA[irn]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[O distrito de Lisboa está praticamente bloqueado no que toca ao agendamento para renovação do cartão de cidadão, numa situação que está a obrigar milhares de portugueses a procurar atendimento noutros pontos do país, enfrentar longas filas nas lojas de cidadão ou percorrer centenas de quilómetros para garantir a renovação dos documentos de identificação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O distrito de Lisboa está praticamente bloqueado no que toca ao agendamento para renovação do cartão de cidadão, numa situação que está a obrigar milhares de portugueses a procurar atendimento noutros pontos do país, enfrentar longas filas nas lojas de cidadão ou percorrer centenas de quilómetros para garantir a renovação dos documentos de identificação. Multiplicam-se os relatos de dificuldades generalizadas em vários concelhos, devido à falta de recursos humanos, que é uma das principais causas da crise nos serviços de registos e notariado.</p>
<p>Segundo a <a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/bloqueio-total-em-lisboa-agendamentos-para-renovar-cartao-de-cidadao-so-em-2027" target="_blank" rel="noopener">revista Sábado</a>, a situação tornou-se particularmente crítica na Área Metropolitana de Lisboa. A 21 de maio, data em que foi feita a verificação no portal siga.pt, do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), não existia qualquer balcão no distrito de Lisboa com disponibilidade para marcações destinadas à renovação do cartão de cidadão. O problema afeta especialmente jovens entre os 18 e os 25 anos, faixa etária em que a renovação continua a exigir atendimento presencial.</p>
<p>Foi precisamente esse o cenário enfrentado por Patrícia Monteiro, residente no concelho de Mafra, que tentou marcar a renovação dos cartões de cidadão dos dois filhos, de 18 e 23 anos. Depois de procurar vagas em vários concelhos do distrito de Lisboa e até em Setúbal — onde os tempos de espera rondavam já os dois meses — acabou por aconselhar os filhos a deslocarem-se até Ferreira do Alentejo, no distrito de Beja, onde conseguiram marcação para o dia seguinte. A viagem obrigou-os a percorrer cerca de 180 quilómetros para tratar de um procedimento administrativo que, noutras circunstâncias, deveria ser resolvido localmente. A preocupação era acrescida pelo facto de o filho mais novo ter um exame nacional marcado para as semanas seguintes e necessitar obrigatoriamente do documento de identificação válido.</p>
<p>A Sábado relata ainda que o problema não se limita à capital. Em concelhos como Leiria, Portimão e Albufeira também não existiam vagas para agendamento na data consultada. No Porto, as marcações disponíveis apontavam para finais de julho, enquanto em Bragança e Setúbal os primeiros horários livres surgiam apenas para o mesmo período. Em Vila Franca de Xira, uma funcionária da conservatória explicou à revista que “se não dá para marcar no site é porque não há disponibilidade até ao final do ano”, acrescentando que o serviço não realiza marcações presenciais. Nesse mesmo dia, às 12h30, já não existiam senhas disponíveis para atendimento espontâneo, distribuídas por ordem de chegada logo após a abertura do serviço.</p>
<p>Em resposta à Sábado, o Instituto dos Registos e do Notariado procurou desvalorizar a ideia de colapso, sublinhando que “a ausência de vagas para agendamento de Cartão de Cidadão não corresponde a indisponibilidade do atendimento”, uma vez que continua a existir a possibilidade de atendimento sem marcação prévia. O IRN esclareceu ainda que as vagas são disponibilizadas com um horizonte de três meses e renovadas diariamente, admitindo, contudo, que em zonas de maior procura, como Lisboa, os lugares acabam preenchidos rapidamente. Ainda assim, o organismo rejeita a ideia de inexistência de atendimento até 2027, tese que, segundo refere, tem circulado entre os utentes e alguns trabalhadores no terreno.</p>
<p>Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado, Arménio Maximino, atribui diretamente a situação à falta crónica de funcionários. Citado pela Sábado, o dirigente sindical afirma existirem “problemas gravíssimos de recursos humanos” e sustenta que “sem ovos não se fazem omeletes”. Como exemplo, refere que a conservatória de Alcanena deveria ter 14 trabalhadores, mas conta apenas com um em funções, enquanto a conservatória de Queluz permanece encerrada desde junho de 2025. Na Amadora, acrescenta, existem apenas quatro funcionários para um quadro previsto de 22 trabalhadores. Segundo os dados do sindicato, faltam atualmente 270 conservadores — cerca de 38% do total necessário — e 2.731 oficiais de registo, o equivalente a 55% do universo previsto. O cenário agrava-se devido à elevada média etária dos profissionais, situada nos 60 anos, e ao ritmo de aposentações, estimado em cerca de 30 trabalhadores por mês.</p>
<p>O Ministério da Justiça tem tentado responder através da abertura de concursos de recrutamento, mas os resultados continuam aquém das necessidades. Dos 485 lugares para oficiais de registo criados em julho de 2025 pela então ministra Ana Rita Júdice, apenas 135 foram preenchidos. Para Arménio Maximino, estes processos de recrutamento são “mera propaganda”, defendendo que as medidas tomadas pelo Governo são insuficientes face à dimensão do problema. O sindicalista considera que a falta de planeamento está a degradar progressivamente o funcionamento dos serviços públicos e alerta que “quem paga são os funcionários, que são maltratados, e os cidadãos, que pagam mas não têm acesso ao serviço”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767056]]></sapo:autor>
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		<title>Pensões na Europa: jovens pagam hoje, mas duvidam do que vão receber amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora a reforma ainda pareça distante para quem tem entre 18 e 35 anos, uma parte significativa desta geração mostra preocupação sobre se terá, de facto, uma pensão suficiente no futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="74" data-end="364">Os jovens europeus continuam a contribuir para sistemas de pensões nos quais muitos dizem não confiar. Embora a reforma ainda pareça distante para quem tem entre 18 e 35 anos, uma parte significativa desta geração mostra preocupação sobre se terá, de facto, uma pensão suficiente no futuro.</p>
<p data-start="366" data-end="618">De acordo com um estudo do think tank independente Friends of Europe, 22% dos jovens inquiridos apontam as pensões como uma das suas principais preocupações. Ainda assim, 30% admitem ter apenas um conhecimento limitado sobre o funcionamento do sistema.</p>
<p data-start="620" data-end="663"><strong>Sistema de pensões preocupa jovens europeus</strong></p>
<p data-start="665" data-end="818">O relatório Voices for Choices 2026 ouviu 2.000 europeus entre os 18 e os 35 anos em seis países: Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Polónia e Espanha.</p>
<p data-start="820" data-end="1100">Entre os inquiridos, os jovens dinamarqueses e franceses são os que dizem conhecer pior o funcionamento do sistema de pensões, com 34% e 33%, respetivamente, a assumirem esse desconhecimento. Em sentido contrário, italianos e espanhóis afirmam ter maior conhecimento sobre o tema.</p>
<p data-start="1102" data-end="1340">“Para mim, a maior preocupação sobre as pensões é que o sistema já não funcione para a minha geração e para as seguintes”, afirmou um participante francês no estudo. “Que tenhamos de pagar o preço por más escolhas políticas e económicas.”</p>
<p data-start="1342" data-end="1381"><strong>Quase metade já desconta para a reforma</strong></p>
<p data-start="1383" data-end="1537">Apesar da falta de confiança, quase metade dos jovens inquiridos já contribui para um regime de pensões. Apenas 9% dizem não tencionar contribuir de todo.</p>
<p data-start="1539" data-end="1695">No entanto, só 17% acreditam que a sua pensão será suficiente para garantir a reforma. Pelo contrário, 43% esperam que o valor fique aquém das necessidades.</p>
<p data-start="1697" data-end="1822">O estudo resume a conclusão de forma clara: muitos jovens sentem que estão a colocar dinheiro num sistema em que não confiam.</p>
<p data-start="1824" data-end="2022">Entre os dinamarqueses, mais de um em cada quatro acredita que a sua pensão será relativamente suficiente para suportar a reforma. Já em Itália, mais de um em cada três jovens considera o contrário.</p>
<p data-start="2024" data-end="2071"><strong>Jovens defendem reforma dos sistemas de pensões</strong></p>
<p data-start="2073" data-end="2220">Os dados mais recentes da OCDE mostram que as fontes de rendimento dos idosos na Europa, na sua maioria pensionistas, variam bastante entre países.</p>
<p data-start="2222" data-end="2467">Em média, as transferências públicas, como pensões ligadas aos rendimentos, representam 56% do rendimento das pessoas mais velhas. Já as transferências privadas profissionais, incluindo pensões obrigatórias e subsídios por morte, representam 7%.</p>
<p data-start="2469" data-end="2603">Em países como Áustria, Bélgica, Finlândia, França e Luxemburgo, cerca de 80% do rendimento dos idosos vem de transferências públicas.</p>
<p data-start="2605" data-end="2651"><strong>Reformar mais tarde? Jovens europeus divididos</strong></p>
<p data-start="2653" data-end="2814">Ainda faltam várias décadas até que os atuais jovens europeus cheguem à idade da reforma, mas as expectativas sobre o tempo de trabalho variam de país para país.</p>
<p data-start="2816" data-end="2972">Os jovens da Dinamarca e de Itália esperam ter as carreiras mais longas. Já os jovens em França e na Polónia imaginam sair mais cedo do mercado de trabalho.</p>
<p data-start="2974" data-end="3244">A maioria dos inquiridos em Espanha, Itália, Alemanha, Polónia e França considera que o atual sistema de pensões está quebrado e precisa de reforma. Na Dinamarca, o cenário é diferente: 43% dos jovens dizem acreditar que o sistema funciona bem e não precisa de mudanças.</p>
<p data-start="3246" data-end="3489">Apesar disso, os jovens europeus estão divididos sobre os sacrifícios que aceitariam para reformar o sistema. Cerca de 45% apoiam mudanças que evitem medidas impopulares, com França e Dinamarca a revelarem menor abertura a reformas mais duras.</p>
<p data-start="3491" data-end="3594" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Por outro lado, 40% defendem que a reforma deve avançar mesmo que implique escolhas políticas difíceis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767063]]></sapo:autor>
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		<title>Técnicos de emergência pré-hospitalar manifestam-se na 4ªfeira frente à AR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os técnicos de emergência pré-hospitalar vão manifestar-se na quarta-feira, frente à Assembleia da República, numa ação de protesto contra a reorganização prevista para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), revelou o sindicato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os técnicos de emergência pré-hospitalar vão manifestar-se na quarta-feira, frente à Assembleia da República, numa ação de protesto contra a reorganização prevista para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), revelou o sindicato.</p>
<p>Promovida pelo Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH), a manifestação segue-se à vigília que decorreu na passada quinta-feira, junto ao Ministério da Saúde, durante a qual os técnicos entregaram um manifesto com críticas à reorganização do INEM e propostas para &#8220;salvar a emergência&#8221;.</p>
<p>Fonte sindical disse à Lusa que a manifestação vai decorrer frente à Assembleia da República, entre as 10:00 e as 17:00 e tem como foco as mudanças anunciadas pelo Governo para o INEM, entre elas a aprovação, há das semanas, da nova Lei Orgânica do instituto.</p>
<p>Na altura, após o Conselho de Ministros, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, explicou que o INEM passará a ter o estatuto jurídico de Instituto Público de Regime Especial, permitindo &#8220;maior flexibilidade, maior remuneração e um modelo de governação clínica que o atual não tinha&#8221;.</p>
<p>O STEPH considerou inaceitável que se pretenda alterar uma lei tão estruturante como a Lei Orgânica do INEM através de decreto, sem promover &#8220;um debate alargado&#8221; e sem discussão na Assembleia da República.</p>
<p>Na vigília da passada quinta-feira, o presidente do sindicato, Rui Lázaro, considerou que as medidas conhecidas através dos despachos publicados e das declarações do Governo após a aprovação da nova lei orgânica &#8220;são muito preocupantes&#8221;, frisando que se traduzem &#8220;numa redução da quantidade e da qualidade da capacidade de resposta do INEM&#8221;.</p>
<p>Disse ainda que a anunciada reforma do INEM contempla uma redução do número de ambulâncias, da capacidade de transporte de doentes e da formação prestada, além de abrir espaço à intervenção de entidades privadas &#8220;sem formação adequada&#8221; no transporte urgente de doentes.</p>
<p>Na mesma vigília, o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar anunciou que vai aderir à greve geral marcada para dia 03 de junho.</p>
<p>No manifesto que entregaram no Ministério da Saúde, os técnicos exigem &#8220;a manutenção e reforço do número de ambulâncias do INEM dedicadas à emergência pré-hospitalar&#8221;, a &#8220;preservação da missão operacional do INEM&#8221; e o &#8220;reforço da formação e qualificação profissional&#8221;.</p>
<p>&#8220;A redução de ambulâncias do INEM dedicadas à emergência, a transformação de ambulâncias em veículos ligeiros, a transferência de meios para funções de transporte inter-hospitalar e a desvalorização progressiva dos Técnicos de Emergência representam um caminho que fragiliza a resposta às populações e coloca em risco a eficácia do socorro&#8221;, refere o manifesto dirigido à ministra da Saúde.</p>
<p>Os técnicos consideram ainda que a intenção de abrir parte da resposta urgente ao setor privado &#8220;levanta sérias dúvidas legais, operacionais e financeiras&#8221;, alertando que pode representar &#8220;um primeiro passo&#8221; para a descaracterização e privatização progressiva de uma missão que deve permanecer pública, coordenada e centrada no interesse dos cidadãos.</p>
<p>Propõem a contratação de mais profissionais, dando-lhes a formação adequada e &#8220;fazendo-a evoluir&#8221;, tal como a abertura de mais ambulâncias do INEM em zonas onde as carências estão identificadas.</p>
<p>As mudanças anunciadas para o INEM têm sido alvo de muitas criticas, a última das quais através de uma carta assinada por ex-presidentes do instituto (Sérgio Janeiro, Luis Meira, Miguel Oliveira e Regine Pimentel).</p>
<p>Na missiva, assinada também por Vitor Almeida, ex-presidente do Colégio da Competência de Emergência Médica e que chegou a ser convidado para dirigir o INEM, os ex-responsáveis dizem-se preocupados com algumas medidas previstas, apontando o regresso das Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER) aos transportes inter-hospitalares, a concentração do nível básico de socorro nos bombeiros e Cruz Vermelha Portuguesa e a passagem das Ambulâncias de Emergência Médica (AEM), próprias do INEM, tripuladas por técnicos de emergência pré-hospitalar para as Unidades Locais de Saúde e o seu enfoque na transferência de doentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767062]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Técnico integra rede da Agência Espacial Europeia com lançamento de incubadora em Oeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:25:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Instituto Superior Técnico passa a integrar a rede de incubadoras da Agência Espacial Europeia (ESA) com o lançamento oficial do ESA BIC Tagus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Superior Técnico passa a integrar a rede de incubadoras da Agência Espacial Europeia (ESA) com o lançamento oficial do ESA BIC Tagus, que será apresentado esta segunda-feira no Campus de Oeiras, no Taguspark. A iniciativa marca um novo passo no ecossistema nacional de inovação ligado ao setor espacial e pretende apoiar a criação e aceleração de startups com base em tecnologia desenvolvida em Portugal.</p>
<p>O arranque da incubadora será assinalado com a conferência “Space Tech Entrepreneurship in the Artemis Generation 2026–2040”, agendada para as 16h30, e dedicada ao debate sobre o papel da Europa e de Portugal na nova fase de exploração espacial e desenvolvimento tecnológico associado.</p>
<p>A sessão contará com a presença de várias personalidades, entre as quais o presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino de Morais, o presidente do Instituto Superior Técnico, Rogério Colaço, o responsável da ESA Niels Eldering, a diretora do MIT Media Lab e antiga administradora adjunta da NASA, Dava Newman, e o docente do Técnico e antigo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, além de representantes de startups e projetos de investigação ligados ao espaço.</p>
<p>Num contexto em que o espaço assume uma crescente relevância enquanto fronteira económica e tecnológica, o ESA BIC Tagus surge como uma plataforma de apoio a estudantes, investigadores, empreendedores e startups, promovendo a transformação de conhecimento científico em soluções com impacto real. As aplicações abrangem áreas como observação da Terra, telecomunicações, inteligência artificial e sustentabilidade.</p>
<p>Inserido na chamada “Geração Artemis” — que designa a nova geração de cientistas, engenheiros e empreendedores envolvidos na preparação do regresso à Lua e futuras missões a Marte — o evento pretende destacar o espaço não apenas como domínio de exploração científica, mas também como motor de competitividade económica, cooperação internacional e criação de talento altamente qualificado.</p>
<p>Ao integrar a rede de incubadoras da ESA, o Instituto Superior Técnico, em parceria com diversas entidades, passa a dispor de uma estrutura dedicada ao apoio ao empreendedorismo espacial, com o objetivo de acelerar projetos inovadores e reforçar a ligação entre investigação e mercado.</p>
<p>Organizado em colaboração com o MIT Portugal, o evento reúne investigadores, estudantes, empreendedores e especialistas nacionais e internacionais num programa que inclui intervenções institucionais, apresentações de projetos e um painel de debate sobre o futuro da economia do espaço, com o objetivo de inspirar uma nova geração de empreendedores a desenvolver soluções com impacto global a partir de Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767057]]></sapo:autor>
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		<title>Eleições locais em Itália: mais de seis milhões votam em novo teste para Giorgia Meloni</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está a eleição de presidentes de câmara e novos conselhos municipais em cerca de 700 municípios, incluindo uma capital regional, Veneza, e várias capitais provinciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="89" data-end="278">Mais de seis milhões de italianos são chamados às urnas nas eleições municipais em Itália, vistas como um novo teste político ao Governo de coligação de direita liderado por Giorgia Meloni.</p>
<p data-start="280" data-end="471">A votação, que começou no domingo, prossegue esta segunda-feira em cerca de 749 municípios italianos, naquele que é o último grande teste eleitoral antes das legislativas previstas para 2027.</p>
<p data-start="473" data-end="649">Em causa está a eleição de presidentes de câmara e novos conselhos municipais em cerca de 700 municípios, incluindo uma capital regional, Veneza, e várias capitais provinciais.</p>
<p data-start="651" data-end="690"><strong>Participação abaixo da eleição anterior</strong></p>
<p data-start="692" data-end="851">Segundo relatos locais, a participação eleitoral no domingo rondou os 46,5%, ligeiramente abaixo da registada na eleição anterior, quando tinha atingido 50,1%.</p>
<p data-start="853" data-end="959">Nos municípios com mais de 15 mil habitantes, uma eventual segunda volta está marcada para 7 e 8 de junho.</p>
<p data-start="961" data-end="1088">Na Sardenha, a votação em 149 municípios decorrerá também nessas datas, estando a segunda volta prevista para 21 e 22 de junho.</p>
<p data-start="1090" data-end="1125"><strong>Veneza entre as principais disputas</strong></p>
<p data-start="1127" data-end="1350">Os eleitores votam em Veneza e em quinze capitais provinciais, incluindo Andria, Agrigento, Arezzo, Avellino, Chieti, Crotone, Enna, Fermo, Lecco, Macerata, Mantua, Messina, Pistoia, Prato, Reggio Calabria, Salerno e Trani.</p>
<p data-start="1352" data-end="1546">A disputa mais relevante decorre em 118 municípios com mais de 15 mil habitantes, onde os principais blocos políticos procuram conquistar bastiões anteriormente governados pelo campo adversário.</p>
<p data-start="1548" data-end="1672">Em Veneza, a centro-esquerda tenta recuperar a cidade depois de dez anos de governação de centro-direita sob Luigi Brugnaro.</p>
<p data-start="1674" data-end="1796">Em Reggio Calabria, o cenário é inverso: a centro-direita procura vencer após os mandatos do democrata Giuseppe Falcomatà.</p>
<p data-start="1798" data-end="1851"><strong>Novo teste para Meloni depois da derrota no referendo</strong></p>
<p data-start="1853" data-end="1973">Estas eleições são vistas como um teste importante para Giorgia Meloni e para a solidez do apoio ao seu Governo no país.</p>
<p data-start="1975" data-end="2159">A votação surge depois da derrota de Meloni no referendo sobre a reforma da justiça, em março, resultado que quebrou a imagem de invencibilidade política da primeira-ministra italiana.</p>
<p data-start="2161" data-end="2384">O resultado das municipais poderá tranquilizar a maioria de centro-direita sobre a estabilidade da sua ligação ao eleitorado ou, pelo contrário, lançar um novo sinal de alerta antes das eleições legislativas do próximo ano.</p>
<p data-start="2386" data-end="2420"><strong>Centro-esquerda também sob pressão</strong></p>
<p data-start="2422" data-end="2570">A votação servirá também para medir a força do chamado campo progressista alargado e perceber se é viável construir uma alternativa unida para 2027.</p>
<p data-start="2572" data-end="2802">As coligações apresentam-se fragmentadas de território para território, com dinâmicas locais distintas. Em algumas cidades-chave, o partido Azione surge aliado à centro-direita, enquanto noutras a centro-esquerda aparece dividida.</p>
<p data-start="2804" data-end="2993">Em Crotone e Salerno, os cenários são particularmente complexos, com destaque para a candidatura cívica do antigo governador Vincenzo De Luca, num contexto de divisão no campo progressista.</p>
<p data-start="2995" data-end="3167" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O desfecho destas disputas locais, consideradas sensíveis e equilibradas, poderá ser decisivo para perceber que coligação sai politicamente reforçada desta ronda eleitoral.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767055]]></sapo:autor>
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		<title>Dívidas nas casas municipais atingem 48 milhões de euros. Despejos aumentam nas maiores cidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:13:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[No final de 2025, as dívidas acumuladas em Lisboa, Porto, Cascais e Sintra ascendiam a cerca de 48 milhões de euros, num cenário em que pelo menos 86 despejos foram executados devido à falta de pagamento ou utilização indevida das casas municipais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As rendas em atraso nas habitações geridas pelas maiores câmaras municipais portuguesas continuam a representar um pesado encargo financeiro para as autarquias, apesar de os níveis de incumprimento terem vindo a diminuir nos últimos anos. No final de 2025, as dívidas acumuladas em Lisboa, Porto, Cascais e Sintra ascendiam a cerca de 48 milhões de euros, num cenário em que pelo menos 86 despejos foram executados devido à falta de pagamento ou utilização indevida das casas municipais.</p>
<p>Segundo dados divulgados pela <a href="https://rr.pt/especial/pais/2026/05/25/rendas-em-atraso-nas-maiores-camaras-valem-48-milhoes-de-euros-e-houve-86-despejos-em-2025/471840/" target="_blank" rel="noopener">Rádio Renascença</a>, Lisboa concentra praticamente a totalidade do valor em dívida. A capital tinha no ano passado cerca de 44,1 milhões de euros de rendas por cobrar em habitação municipal, o equivalente a mais de 90% do universo analisado. Ainda assim, a taxa de incumprimento desceu de 19% em 2021 para 9,4% em 2025. A Gebalis, empresa municipal responsável pela gestão dos bairros lisboetas, atribui esta evolução ao reforço dos mecanismos de acompanhamento das famílias e à criação de estratégias de prevenção da dívida. Em resposta à Renascença, a empresa sublinhou que “o valor médio mensal do incumprimento desceu de cerca de 324 mil euros para aproximadamente 190 mil euros mensais”, apesar do aumento do número de fogos sob gestão.</p>
<p>Cascais surge como o segundo município com maior volume de dívida acumulada, com cerca de 2,5 milhões de euros, seguido pelo Porto, com um milhão, e Sintra, com aproximadamente 471 mil euros. No entanto, em termos percentuais, Sintra apresenta a situação mais preocupante: no ano passado, 12% dos inquilinos estavam em incumprimento, embora o cenário represente uma melhoria face a 2023, quando mais de 30% dos arrendatários não pagavam renda. Já Cascais é o município com menor taxa de incumprimento entre os analisados, registando apenas 1,6% de rendas em atraso, muito abaixo dos 8% registados em 2021.</p>
<p>As autarquias defendem que têm privilegiado soluções de negociação e apoio social antes de avançarem para despejos. A Câmara do Porto destaca os Planos de Pagamento em Prestações, que permitem regularizar dívidas até 60 mensalidades, com prestações mínimas de 28,49 euros. Segundo a autarquia, mais de oito mil agregados familiares já recorreram a este mecanismo, possibilitando recuperar mais de um milhão de euros ao longo dos últimos anos. Também Cascais refere ter reforçado os acordos de pagamento e mecanismos de recuperação de dívida, incluindo pagamentos por referência Multibanco, solução que terá permitido recuperar cerca de 93,4 mil euros apenas em 2025.</p>
<p>Apesar destas medidas, os despejos continuam a acontecer. Sintra liderou no último ano o número de desocupações forçadas, com 48 casos registados. Cascais realizou 22 despejos e Lisboa avançou com 16 processos. Já o Porto refere ter registado apenas um despejo motivado exclusivamente pela acumulação de rendas em atraso superiores a seis meses entre 2022 e 2025. A Câmara de Sintra justificou a atuação mais rigorosa afirmando que a atual gestão será “implacável junto de quem não cumpre com as obrigações e as regras”, defendendo que a recuperação dos fogos permite disponibilizar habitação a famílias mais carenciadas.</p>
<p>As autarquias alertam, contudo, que o incumprimento continuado compromete diretamente a capacidade de investimento na manutenção e reabilitação dos bairros municipais. A Gebalis sublinha que as rendas cobradas são reinvestidas na conservação do património habitacional e em projetos de proximidade social, advertindo que níveis elevados de dívida limitam a resposta às necessidades dos próprios moradores. Em Lisboa, a empresa lembra ainda que entre 2022 e 2025 não houve aumentos de renda nas habitações municipais e que cerca de seis mil famílias beneficiaram de revisões em baixa do valor a pagar, numa tentativa de prevenir situações de incumprimento e garantir maior estabilidade habitacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767021]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ébola: Mais de 900 casos suspeitos ou confirmados na RDCongo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-mais-de-900-casos-suspeitos-ou-confirmados-na-rdcongo-oms/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casos suspeitos ou confirmados de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) ascendem a mais de 900, incluindo 101 em que a presença do vírus foi identificada em laboratório, alertou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos suspeitos ou confirmados de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) ascendem a mais de 900, incluindo 101 em que a presença do vírus foi identificada em laboratório, alertou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>O diretor-geral da agência, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou as dificuldades em lidar com o surto na província de Ituri, epicentro da crise, onde uma em cada quatro pessoas necessita de assistência humanitária e uma em cada cinco é deslocada interna.</p>
<p>&#8220;A violência está a obrigar as pessoas a fugir, incluindo profissionais de saúde e humanitários, o que está a dificultar gravemente os esforços para alargar o rastreio de contactos do Ébola e identificar as infeções com antecedência suficiente para prestar apoio&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Até à data, foram registadas 204 &#8220;mortes prováveis&#8221; devido à epidemia declarada em 15 de maio, informou no sábado o Governo congolês.</p>
<p>Angola, que faz fronteira com a RDCongo, está entre os 10 países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além RDCongo e do Uganda, alertou no sábado a agência de saúde Africa CDC.</p>
<p>As crises de longa data no leste da RDCongo, que tornaram a região palco de um dos piores desastres humanitários do mundo, afetam a resposta ao Ébola por vários motivos.</p>
<p>Por um lado, a região enfrenta uma ameaça constante de violência. O leste da RDCongo tem sido palco de violência por parte de dezenas de grupos rebeldes distintos há anos, alguns deles com ligações a países estrangeiros ou ao Estado Islâmico(EI).</p>
<p>Por outro lado, os rebeldes do grupo armado Movimento 23 de Março (M23), alegadamente apoiados pelo Ruanda, controlam partes da região e, embora o Governo da RDCongo ainda controle em grande parte a província de Ituri, no nordeste, que é o epicentro do surto de Ébola, esse controlo é frágil.</p>
<p>A RDCongo é regularmente afetada por surtos e epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</p>
<p>A atual epidemia corresponde a uma nova estirpe do Ébola, para a qual não existe vacina e cuja taxa de mortalidade varia entre 30% e 50%, segundo a OMS.</p>
<p>O Ébola provoca uma febre hemorrágica mortal, mas o vírus, que causou mais de 15 mil mortes em África nos últimos 50 anos, é menos contagioso do que a covid-19 ou o sarampo.</p>
<p>Na ausência de vacina e de tratamento aprovado contra a estirpe Bundibugyo do vírus, responsável pela epidemia atual, as diretrizes de contenção assentam essencialmente no cumprimento das medidas de prevenção sanitária e na deteção rápida dos casos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767051]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BPI Gestão de Ativos vende loja ‘prime’ com três pisos no coração de Lisboa a investidor privado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:55:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A BPI Gestão de Ativos concluiu a venda de um ativo de retalho localizado na Avenida da República, em Lisboa, a um investidor privado, numa operação assessorada pela JLL. Os valores da transação não foram divulgados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A BPI Gestão de Ativos concluiu a venda de um ativo de retalho localizado na Avenida da República, em Lisboa, a um investidor privado, numa operação assessorada pela JLL. Os valores da transação não foram divulgados.</p>
<p>O imóvel, situado no número 3 da Avenida da República, conta com cerca de 768 metros quadrados distribuídos por três pisos e encontra-se totalmente arrendado a um banco privado português. Integrado num edifício residencial, o ativo beneficia de uma localização considerada prime no mercado lisboeta, combinando visibilidade, acessibilidade e um contrato de arrendamento de longo prazo.</p>
<p>Segundo as entidades envolvidas, o imóvel foi alvo de um processo de renovação e reposicionamento antes da venda, estratégia que permitiu reforçar a sua valorização junto de investidores privados.</p>
<p>Citado em comunicado, Augusto Lobo, diretor de Capital Markets da JLL Portugal, sublinha que “o mercado português continua a demonstrar um forte interesse por ativos de retalho bem localizados e arrendados a inquilinos sólidos”, acrescentando que existe “um claro apetite por parte do capital com retorno de investimento a longo prazo”.</p>
<p>Já Jorge Sousa Teixeira, CEO da BPI Gestão de Ativos, refere que a operação “reflete a criação de valor através de uma gestão dinâmica, orientada para a otimização contínua dos ativos sob gestão”, destacando ainda o processo de reposicionamento do imóvel e a escolha de um inquilino capaz de potenciar “o espaço, a localização e o potencial comercial do ativo”.</p>
<p>A operação surge num contexto de procura contínua por ativos de retalho prime em Lisboa, sobretudo em zonas urbanas centrais e com forte dinâmica comercial. A Avenida da República mantém-se como uma das principais artérias da capital, concentrando escritórios, comércio e serviços, além de uma elevada oferta de transportes públicos, incluindo metro e autocarros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767044]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSI em alta com Mota-Engil a liderar os ganhos e a subir mais de 3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:47:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com 14 das 16 empresas do PSI a valorizarem-se, lideradas pela Mota-Engil, que subia 3,13% para 4,81 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com 14 das 16 empresas do PSI a valorizarem-se, lideradas pela Mota-Engil, que subia 3,13% para 4,81 euros.</p>
<p>Cerca das 09:25 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e avançava 0,78% para 9.238,56 pontos, com 14 empresas a subir e as outras duas a descer a cotação (Galp, -1,15% para 18,88 euros e NOS, -0,47% para 5,29 euros).</p>
<p>Às ações da Mota-Engil e a subir mais de 2% seguiam-se as da Teixeira Duarte, Corticeira Amorim e BCP, que se valorizavam 2,59% para 0,44 euros, 2,27% para 6,75 euros e 2,06% para 0,98 euros.</p>
<p>Mais moderadamente, a Altri, CTT e Sonae também se valorizavam, designadamente 1,91% para 5,34 euros, 1,26% para 6,42 euros e 1,17% para 1,91 euros.</p>
<p>Também a subir mais de 1% estavam a Navigator e a EDP Renováveis, que avançavam 1,12% para 3,43 euros e 1,05% para 14,5 euros.</p>
<p>A Jerónimo Martins e a Semapa subiam 0,80% para 18,85 euros e 0,64% para 23,75 euros.</p>
<p>As outras três empresas que se valorizavam eram a Ibersol (0,51% para 11,84 euros), EDP (0,25% para 4,45 euros) e a REN (0,14% para 3,58 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, devido ao bom andamento das negociações de paz no Médio Oriente e para a reabertura do estreito de Ormuz, com o preço do petróleo a cair quase 5%.</p>
<p>Hoje as bolsas de Londres e Nova Iorque não operam devido a feriados.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, descia 4,86% para 98,51 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, recuava 5,19% para 91,59 dólares.</p>
<p>Para a semana que começa hoje, destacam-se numerosos dados macroeconómicos relevantes, nos EUA, a atenção vai concentrar-se na quinta-feira no deflator do consumo privado (Personal Consumption Expenditures Price Index, PCE), medida chave para a política monetária da Reserva Federal dos EUA.</p>
<p>Nesse mesmo dia, será conhecida a primeira revisão do produto interno bruto (PIB) do primeiro trimestre, as ordens de bens duráveis preliminares e os pedidos iniciais de desemprego semanais, enquanto antes, na terça-feira, a atenção estará na confiança do consumidor do Conference Board de maio.</p>
<p>Na Europa, o interesse vai concentrar-se nos indicadores de confiança de maio da zona euro, que ajudarão a calibrar a extensão da deterioração depois do choque energético, e na sexta-feira será publicado o IPC (inflação) de maio nas principais economias europeias (França, Alemanha e Espanha), bem como os dados finais do PIB do primeiro trimestre em França e em Itália e, na Alemanha, a taxa de desemprego de maio.</p>
<p>O euro estava em alta e subia 0,25% para 1,1632 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767041]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Professores processam direções escolares e acusam escolas de ocultar falhas na saúde laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de 18 professores de várias regiões do país avançou com ações judiciais contra direções escolares para obrigar os agrupamentos a disponibilizar documentação relacionada com o cumprimento das normas de saúde e segurança no trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de 18 professores de várias regiões do país avançou com ações judiciais contra direções escolares para obrigar os agrupamentos a disponibilizar documentação relacionada com o cumprimento das normas de saúde e segurança no trabalho. Em causa estão informações sobre consultas de medicina do trabalho, adaptações de horários por motivos clínicos, cumprimento das fichas de aptidão médica e mecanismos internos de proteção dos docentes, numa ofensiva judicial que já começou a produzir decisões favoráveis aos professores.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/05/25/sociedade/noticia/professores-recorrem-tribunais-obrigar-directores-provar-cumprem-lei-saude-trabalho-2175121" target="_blank" rel="noopener">jornal Público</a>, os docentes pretendem perceber até que ponto as escolas estão efetivamente a cumprir a legislação laboral e as obrigações legais relacionadas com a proteção da saúde dos trabalhadores. A iniciativa conta com o apoio da Associação Jurídica pelos Direitos Fundamentais (AJDF) e da sociedade Pragma Advogados, responsáveis pelo acompanhamento das ações em vários tribunais administrativos e fiscais do país.</p>
<p>A primeira decisão conhecida surgiu a 13 de abril, quando o Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé condenou a diretora do Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres, em Quarteira, a facultar a documentação solicitada por uma professora do quadro. Na sentença, o tribunal sublinhou que “o direito à informação é um corolário dos princípios da publicidade e da transparência”, recordando que esse princípio está consagrado na Constituição. Após a decisão judicial, a direção do agrupamento confirmou ter entregue os documentos requeridos.</p>
<p>Os pedidos apresentados pelos professores incluem dados detalhados sobre o número de docentes encaminhados para consultas de medicina do trabalho, tempos médios de espera, quantidade de fichas de aptidão emitidas e medidas adotadas pelas escolas para adaptar horários ou funções a trabalhadores com limitações de saúde. Os docentes querem ainda conhecer critérios utilizados para reduções da componente letiva, teletrabalho e reorganização de serviço. Numa exposição enviada ao jornal, a AJDF sustenta que muitos casos de assédio laboral nas escolas “não surgem através de atos explícitos, mas antes através da omissão”, apontando exemplos como recomendações médicas ignoradas, isolamento profissional, distribuição abusiva de serviço e desgaste emocional prolongado.</p>
<p>O advogado Luciano Rezende, da Pragma Advogados, afirma que várias escolas apenas responderam já depois de instauradas as ações judiciais e, em muitos casos, de forma incompleta. Há processos em curso em tribunais de cidades como Almada, Aveiro, Braga, Mirandela e Porto. Em maio, os tribunais administrativos de Sintra e Braga concluíram que os agrupamentos de Massamá e Dona Maria II acabaram por disponibilizar a informação solicitada, embora apenas durante o decorrer das ações, o que levou à condenação das escolas no pagamento das custas judiciais. Segundo os advogados dos professores, algumas direções limitaram-se a enviar “documentos avulsos” sem fornecer relatórios consolidados ou dados estatísticos completos.</p>
<p>As direções escolares têm contestado os pedidos, alegando que os professores não possuem legitimidade para fiscalizar a atividade administrativa das escolas e defendendo que a recolha da documentação implica um esforço técnico e jurídico complexo, sobretudo devido à necessidade de anonimização de dados pessoais e clínicos. No entanto, a Comissão de Acesso aos Dados Administrativos (CADA), entidade que funciona junto da Assembleia da República, já emitiu pareceres favoráveis aos docentes. Em novembro de 2025, a CADA concluiu que, desde que os pedidos não incluam informação individualizada identificável, “o acesso será, em regra, livre”. A comissão acrescentou ainda que o acesso a documentos administrativos não exige que o requerente demonstre interesse específico, desde que a informação já exista em documentos pré-existentes na posse da entidade pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767036]]></sapo:autor>
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		<title>Arrendamento em Portugal: procura cresce 20% e cada anúncio recebe 24 contactos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:44:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[No arranque do ano, as rendas desceram 2,7%, mas os dados mostram que a pressão sobre o mercado de arrendamento continua elevada em várias zonas do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="81" data-end="335">A procura por casas para arrendar em Portugal aumentou 20% no primeiro trimestre de 2026, segundo uma análise do idealista. Entre janeiro e março, cada anúncio de arrendamento recebeu, em média, 24 contactos, mais do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p data-start="337" data-end="490">No arranque do ano, as rendas desceram 2,7%, mas os dados mostram que a pressão sobre o mercado de arrendamento continua elevada em várias zonas do país.</p>
<p data-start="492" data-end="641">Para Ruben Marques, porta-voz do idealista, “a procura por casas para arrendar continua bastante acima da oferta disponível em várias zonas do país”.</p>
<p data-start="643" data-end="821">“A pressão sobre o mercado mantém-se elevada, sobretudo nos grandes centros urbanos, onde continua a existir forte competição entre famílias por cada casa anunciada”, acrescenta.</p>
<p data-start="823" data-end="870"><strong>Leiria lidera pressão da procura entre capitais</strong></p>
<p data-start="872" data-end="1059">Entre as capitais portuguesas, Leiria registou a maior média de contactos por anúncio, com 31 contactos. Seguiram-se Santarém, com 29, Faro, com 27, e Beja e Castelo Branco, ambas com 26.</p>
<p data-start="1061" data-end="1204">Também com níveis elevados de procura surgem Ponta Delgada e Setúbal, com 23 contactos por anúncio, Lisboa e Bragança, com 21, e Porto, com 20.</p>
<p data-start="1206" data-end="1349">No extremo oposto, Guarda e Vila Real registaram 12 contactos por anúncio, sendo as capitais com menor pressão da procura no período analisado.</p>
<p data-start="1351" data-end="1396"><strong>Porto teve a maior subida face ao ano passado</strong></p>
<p data-start="1398" data-end="1531">Face ao primeiro trimestre de 2025, o Porto registou a maior subida da procura entre capitais, com mais 82% de contactos por anúncio.</p>
<p data-start="1533" data-end="1627">Seguiram-se Beja, com uma subida de 30%, Coimbra, com 27%, Lisboa, com 24%, e Leiria, com 15%.</p>
<p data-start="1629" data-end="1780">Em sentido contrário, Vila Real teve a maior quebra, com menos 33%, seguida da Guarda, com menos 25%, e de Évora e Santarém, ambas com descidas de 24%.</p>
<p data-start="1782" data-end="1824"><strong>Setúbal destaca-se entre distritos e ilhas</strong></p>
<p data-start="1826" data-end="1973">Ao nível dos distritos e ilhas, Setúbal registou a maior média de contactos por anúncio no primeiro trimestre, com 30 contactos por casa anunciada.</p>
<p data-start="1975" data-end="2110">Lisboa ficou em segundo lugar, com 27 contactos, seguida de Bragança e Portalegre, ambas com 23, e de Leiria, Porto e Santarém, com 22.</p>
<p data-start="2112" data-end="2301">Também nesta análise territorial, o Porto liderou a subida da procura, com mais 57% de contactos por anúncio face ao período homólogo. Lisboa aumentou 23%, Coimbra 17%, Beja 14% e Braga 6%.</p>
<p data-start="2303" data-end="2453">As maiores descidas foram registadas em Portalegre, com menos 31%, Évora, com menos 29%, Santarém, com menos 24%, e na ilha da Madeira, com menos 18%.</p>
<p data-start="2455" data-end="2607" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A análise foi realizada pelo idealista/data, a proptech do idealista que fornece informação de mercado para profissionais em Portugal, Espanha e Itália.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767037]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Mohammad Bagher Qalibaf foi reeleito presidente do Parlamento iraniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, foi reeleito hoje para mais um mandato de um ano no cargo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, foi reeleito hoje para mais um mandato de um ano no cargo.</p>
<p>A votação em Teerão decorreu na mesma altura em que prosseguem negociações entre os Estados Unidos da América e o Irão, com o objetivo de alcançar um acordo de paz.</p>
<p>Segundo informações da emissora estatal iraniana IRIB, Qalibaf obteve 235 votos: uma vantagem expressiva em relação a Mohammad Taqi Naqd Ali que obteve 29 votos.</p>
<p>Na mesma votação, Ali Nikzad foi reeleito vice-presidente do Parlamento.</p>
<p>As eleições para o cargo de presidente do Parlamento de Teerão, realizadas presencialmente, consolidaram a posição de Qalibaf como uma das figuras políticas mais influentes do Irão.</p>
<p>Qalibaf foi eleito presidente do Parlamento em maio de 2020, depois de ter liderado a autarquia da capital, Teerão, entre 2005 a 2017.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767035]]></sapo:autor>
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		<title>Crise no Médio Oriente pode atrasar em cerca de um ano o regresso da inflação na Europa a níveis considerados normais, alerta economista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:28:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A guerra no Médio Oriente poderá atrasar em cerca de um ano o regresso da inflação na Europa a níveis considerados normais, alerta Martin Wolburg, economista sénior da Generali Investments. O especialista avisa que o conflito está já a penalizar a confiança dos consumidores e empresas, ao mesmo tempo que impulsiona os preços da energia e agrava as perspetivas económicas da Zona Euro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra no Médio Oriente poderá atrasar em cerca de um ano o regresso da inflação na Europa a níveis considerados normais, alerta Martin Wolburg, economista sénior da Generali Investments. O especialista avisa que o conflito está já a penalizar a confiança dos consumidores e empresas, ao mesmo tempo que impulsiona os preços da energia e agrava as perspetivas económicas da Zona Euro.</p>
<p>Segundo a análise da gestora de ativos, a inflação acelerou de 1,9% em fevereiro para 3% em abril, refletindo sobretudo o impacto da subida dos preços energéticos. Em paralelo, os indicadores de confiança deterioraram-se de forma acentuada: o PMI composto caiu para 48,6 pontos, abaixo da linha que separa expansão de contração económica, enquanto a confiança dos consumidores atingiu o nível mais baixo desde a pandemia.</p>
<p>A instituição prevê agora uma estagnação da atividade económica no segundo trimestre deste ano e reviu em baixa as projeções de crescimento para 2026, antecipando uma expansão de apenas 0,8% da economia da Zona Euro. Para 2027, a previsão aponta para um crescimento de 1,1%.</p>
<p>O cenário-base da Generali AM assume, contudo, uma reabertura atempada do Estreito de Ormuz, considerado crucial para estabilizar os mercados energéticos globais. Caso o bloqueio se prolongue, a gestora alerta para um agravamento das pressões inflacionistas e um impacto mais profundo na atividade económica.</p>
<p>“A inflação deverá atingir o pico no segundo trimestre e regressar gradualmente a níveis mais normais ao longo de aproximadamente um ano”, refere Martin Wolburg.</p>
<p>O conflito no Médio Oriente também está a influenciar a política monetária do Banco Central Europeu. De acordo com a análise, a escalada das tensões levou o BCE a adotar um discurso mais cauteloso e “hawkish”, ainda que a instituição continue a considerar temporário o atual aumento da inflação.</p>
<p>A presidente do BCE, Christine Lagarde, já tinha sinalizado que mesmo uma subida temporária dos preços poderia justificar prudência nas taxas de juro para evitar efeitos persistentes nas expectativas de inflação.</p>
<p>Ainda assim, a Generali AM considera que existe “necessidade limitada” para um novo ciclo de subida das taxas de juro, antecipando apenas um aumento preventivo de 25 pontos base por parte do BCE.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767031]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Demissão no MAI lança suspeitas sobre contratos e gestão do SIRESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro, abriu uma nova crise política e administrativa em torno da gestão do SIRESP, o sistema integrado de redes de emergência e segurança de Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro, abriu uma nova crise política e administrativa em torno da gestão do SIRESP, o sistema integrado de redes de emergência e segurança de Portugal. Segundo adianta o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/ministro-ignora-denuncia-sobre-siresp-e-secretario-geral-do-mai-bate-com-a-porta" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, o responsável apresentou a exoneração depois de alegadamente ter alertado o ministro da Administração Interna, Luís Neves, para um conjunto de situações que considerava graves, envolvendo o general Paulo Viegas Nunes, recentemente reconduzido na liderança da empresa responsável pela gestão do sistema.</p>
<p>De acordo com o CM, António Pombeiro sustenta que enviou ao ministro várias denúncias relacionadas com alegadas irregularidades em contratos públicos, potenciais conflitos de interesses e decisões de gestão que classificou como “eticamente reprováveis e juridicamente questionáveis”. Num email citado pela CNN Portugal e referido pelo jornal, o antigo dirigente afirmou possuir documentação interna, mensagens de correio eletrónico e elementos de auditorias da Inspeção-Geral de Finanças (IGF) que apontariam para “um padrão sistemático” de práticas irregulares. Entre os casos mencionados está a contratação da empresa Euritex, através de ajuste direto, num processo que terá sido posteriormente analisado pela IGF por possíveis desconformidades com o Código dos Contratos Públicos.</p>
<p>As denúncias atingem também o antigo diretor técnico do SIRESP, Carlos Leitão. António Pombeiro acusa o responsável de ter alegadamente adjudicado um contrato à empresa da própria mulher e refere ainda suspeitas relacionadas com consultorias e avenças atribuídas no contexto da estrutura. O ex-secretário-geral adjunto do MAI critica igualmente aquilo que descreve como uma tentativa de aproximação do SIRESP à esfera militar, acusando Paulo Viegas Nunes de procurar transferir a gestão operacional da rede para a Arma de Transmissões do Exército. No pedido de exoneração, citado pelo CM, Pombeiro chega a caracterizar o SIRESP como uma alegada “placa giratória” destinada à promoção de oficiais generais ligados às estruturas militares.</p>
<p>Apesar da polémica, o Ministério da Administração Interna mantém total confiança no general Paulo Viegas Nunes. Em resposta às acusações, o MAI confirmou ter recebido dois pedidos de exoneração de António Pombeiro — um em abril e outro na passada sexta-feira — mas garantiu que “todos os procedimentos legais e institucionais aplicáveis” foram respeitados na recondução do responsável. O ministério sublinha ainda que a auditoria da IGF “não apontou ilegalidades”, acrescentando que as desconformidades identificadas terão sido entretanto corrigidas. O Governo destaca também o percurso do general nas áreas das comunicações, cibersegurança e sistemas de informação, recordando que foi durante a sua liderança que avançou o concurso internacional para a modernização da rede SIRESP e que o sistema respondeu ao elevado nível de exigência operacional durante a Jornada Mundial da Juventude de 2023.</p>
<p>As revelações conhecidas nos últimos dias aprofundam, contudo, a pressão política sobre a gestão do sistema nacional de comunicações de emergência. A auditoria da IGF, divulgada em janeiro de 2025 e agora novamente referida no debate público, já tinha identificado fragilidades relacionadas com procedimentos de contratação pública, acumulação de funções, utilização de viaturas e pagamentos considerados excessivos a administradores. Com a saída de António Pombeiro e a divulgação das denúncias internas, a polémica ganha uma nova dimensão política num momento em que o SIRESP continua sob escrutínio devido às sucessivas falhas operacionais registadas nos últimos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767013]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão nega acordo iminente com EUA apesar de avanços nas negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os responsáveis do regime da República Islâmica iraniana negaram hoje estar iminente um acordo de paz com os Estados Unidos da América (EUA) devido a "constantes mudanças" das posições de Washington, apesar de reconhecidos avanços nas negociações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os responsáveis do regime da República Islâmica iraniana negaram hoje estar iminente um acordo de paz com os Estados Unidos da América (EUA) devido a &#8220;constantes mudanças&#8221; das posições de Washington, apesar de reconhecidos avanços nas negociações.</p>
<p>&#8220;É verdade que chegámos a conclusões sobre muitas questões em discussão, mas isso não significa que a assinatura de um acordo esteja iminente&#8221;, disse o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Ismail Bagaei, em conferência de imprensa.</p>
<p>O mesmo responsável reiterou que as negociações estão focadas no fim da guerra e não no programa nuclear iraniano, assunto que disse ir ser será abordado posteriormente.</p>
<p>Por sua vez, os EUA afirmaram hoje que estão prestes a chegar a um acordo &#8220;sólido&#8221; com o Irão, depois de o seu presidente, Donald Trump, ter atenuado, na véspera, as esperanças de um acordo iminente.</p>
<p>&#8220;Temos o que considero ser algo bastante sólido em cima da mesa no que diz respeito à capacidade deles para abrir o estreito&#8221; de Ormuz, mas também &#8220;de entrar em negociações&#8221; sobre o programa nuclear iraniano, declarou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, em Nova Deli.</p>
<p>Desencadeado a 28 de fevereiro por um ataque norte-americano e israelita ao Irão, o conflito alastrou-se a grande parte do Médio Oriente e causou milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano, onde o movimento pró-iraniano Hezbollah se juntou às hostilidades no início de março, atacando território israelita.</p>
<p>Há um cessar-fogo em vigor desde 08 de abril entre o Irão e os Estados Unidos, mas a economia mundial continua a ser abalada pelo quase bloqueio do estratégico Estreito de Ormuz, por iniciativa do Irão, há quase três meses.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767022]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias em alta animadas com negociações entre EUA e Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:07:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, devido ao bom andamento das negociações de paz no Médio Oriente e para a reabertura do estreito de Ormuz, com o preço do petróleo a cair quase 5%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, devido ao bom andamento das negociações de paz no Médio Oriente e para a reabertura do estreito de Ormuz, com o preço do petróleo a cair quase 5%.</p>
<p>Cerca das 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 avançava 0,64% para 629,14 pontos.</p>
<p>Hoje sem a referência de Londres e Nova Iorque devido a feriados, as bolsas de Paris e Frankfurt subiam 0,22% e 1,04%, bem como as Madrid e Milão, que se valorizavam 1,17% e 1,57%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de alta da abertura, com o principal índice, o PSI, a avançar 0,81% para 9.241,28 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos).</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, descia 4,86% para 98,51 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, recuava 5,19% para 91,59 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em junho no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, baixava 5,08% para 46,21 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Por enquanto, haverá um esboço de acordo que incluiria um cessar-fogo de 60 dias para negociar um acordo permanente, a reabertura do estreito de Ormuz, o levantamento pelos EUA do bloqueio naval e a concessão de um alívio parcial das sanções sobre o petróleo iraniano.</p>
<p>A questão nuclear ficaria adiada para uma segunda ronda, com garantias verbais do Irão de não procurar fabricar armas nucleares, mas sem compromissos escritos sobre as suas reservas acumuladas de urânio enriquecido, enquanto o conflito no Líbano também está incluído no acordo.</p>
<p>Os principais índices bolsistas dos EUA fecharam na sexta-feira em alta, com o Dow Jones a subir 0,58% e o Nasdaq 0,19%.</p>
<p>Na Ásia, onde o Hang Seng de Hong Kong também não abre hoje devido à festividade do Nascimento de Buda, o índice Nikkei de Tóquio fechou com a subir 2,87%, o índice de referência da bolsa de Xangai ganhou 0,96% e o da bolsa de Shenzhen subiu 1,66%.</p>
<p>Para a semana que começa hoje, destacam-se numerosos dados macroeconómicos relevantes, nos EUA, a atenção vai concentrar-se na quinta-feira no deflator do consumo privado (Personal Consumption Expenditures Price Index, PCE), medida chave para a política monetária da Reserva Federal dos EUA.</p>
<p>Nesse mesmo dia, será conhecida a primeira revisão do produto interno bruto (PIB) do primeiro trimestre, as ordens de bens duráveis preliminares e os pedidos iniciais de desemprego semanais, enquanto antes, na terça-feira, a atenção estará na confiança do consumidor do Conference Board de maio.</p>
<p>Na Europa, o interesse vai concentrar-se nos indicadores de confiança de maio da zona euro, que ajudarão a calibrar a extensão da deterioração depois do choque energético, e na sexta-feira será publicado o IPC de maio nas principais economias europeias (França, Alemanha e Espanha), bem como os dados finais do PIB do primeiro trimestre em França e em Itália e, na Alemanha, a taxa de desemprego de maio.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos recuava significativamente, para 2,981%, depois de ter fechado em 3,037% na sessão anterior.</p>
<p>O euro estava em alta e subia 0,25% para 1,1632 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Os metais preciosos estão em alta, com uma subida de 1% no caso do ouro, para 4.554,50 dólares a onça, e um avanço de 2,71% no caso da prata, para 77,59 dólares.</p>
<p>Em relação às criptomoedas, a bitcoin avança 1% para 77.331 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767020]]></sapo:autor>
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		<title>Número de famílias portuguesas com rendimentos elevados nunca foi tão alto. Valores acima dos cem mil euros disparam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 07:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ número de famílias portuguesas com rendimentos anuais superiores a 100 mil euros aumentou de forma expressiva em 2024, atingindo níveis nunca antes registados no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de famílias portuguesas com rendimentos anuais superiores a 100 mil euros aumentou de forma expressiva em 2024, atingindo níveis nunca antes registados no país. Segundo os dados mais recentes da Autoridade Tributária e Aduaneira relativos ao exercício fiscal do ano passado, existem agora 127.111 agregados familiares nesse escalão de rendimento, o que representa um crescimento de quase 25 mil famílias face ao ano anterior.</p>
<p>Os dados são avançados pelo <a href="https://www.jn.pt/economia/artigo/ha-mais-25-mil-familias-com-rendimento-acima-dos-cem-mil-euros-por-ano/18087856" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, que destaca uma transformação profunda no perfil dos contribuintes portugueses sujeitos a IRS.</p>
<p>O crescimento foi particularmente visível nos escalões mais elevados da pirâmide fiscal. Entre os agregados com rendimentos entre 100 mil e 250 mil euros anuais, o número subiu de 92.391 para 114.538 famílias, um aumento próximo dos 24%, tendo este grupo declarado mais de 13,4 mil milhões de euros de rendimento englobado. Ainda mais acentuada foi a evolução dos contribuintes com rendimentos superiores a 250 mil euros anuais, cujo número aumentou de 10.045 para 12.573 agregados, uma subida de 25,17%. Apesar de representarem apenas 0,20% do total de famílias do país, estes contribuintes entregaram ao Estado mais de dois mil milhões de euros em IRS liquidado. Em sentido contrário, os escalões mais baixos perderam peso, com o grupo de rendimentos entre cinco mil e dez mil euros a encolher mais de 80 mil agregados, enquanto o escalão seguinte, até 13.500 euros, também registou uma quebra.</p>
<p>A evolução dos rendimentos declarados sugere uma deslocação da base tributária para níveis superiores, impulsionada por aumentos salariais, inflação e maior concentração de riqueza em setores mais qualificados da economia. Todos os escalões acima dos 27.500 euros anuais cresceram mais de 10%, com destaque para o grupo entre 50 mil e 100 mil euros, que ganhou quase 69 mil agregados. Ainda assim, a estrutura do rendimento em Portugal continua fortemente dependente do trabalho dependente e das pensões. A categoria A, correspondente aos salários, representa 64,68% de todo o rendimento englobado declarado no IRS, somando mais de 90,5 mil milhões de euros e envolvendo mais de cinco milhões de titulares. Já as pensões continuam a ser a segunda principal fonte de rendimento, com mais de 2,5 milhões de pensionistas a declararem um total de 35,3 mil milhões de euros, o equivalente a uma pensão média anual de cerca de 13.782 euros, ou aproximadamente 984 euros mensais considerando 14 pagamentos por ano.</p>
<p>Os dados revelam também fortes assimetrias geográficas na distribuição da riqueza em Portugal. Lisboa continua a afirmar-se como principal centro financeiro do país, concentrando 24,39% dos agregados familiares nacionais, mas representando mais de 27% de todo o rendimento englobado e quase 46% dos rendimentos sujeitos a taxas especiais, como dividendos, juros e mais-valias mobiliárias. O distrito da capital gerou mais de 6,2 mil milhões de euros em IRS liquidado, mais do dobro do valor registado no Porto, onde a receita fiscal rondou os 2,9 mil milhões. A taxa efetiva média de tributação também evidencia diferenças significativas: em Lisboa situa-se nos 14,76%, enquanto no Porto fica nos 11,83%. O peso da riqueza no continente é igualmente evidente nos contribuintes sujeitos à taxa adicional de solidariedade, aplicada aos rendimentos muito elevados, já que quase 98% destes agregados residem em território continental.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o Estado continua a aumentar o valor da receita fiscal a que abdica através de benefícios e regimes especiais. Em 2024, a despesa fiscal associada a reduções e incentivos no IRS atingiu 3379 milhões de euros, mais 30% do que no ano anterior. O IRS Jovem foi um dos mecanismos com maior crescimento, representando uma perda de receita de 230 milhões de euros para os cofres públicos, enquanto o regime dos Residentes Não Habituais custou 1945 milhões de euros ao Estado, mais 28,33% do que em 2023. Paralelamente, a OCDE voltou a alertar, num relatório publicado em abril, que Portugal continua excessivamente dependente dos impostos sobre o trabalho, penalizando sobretudo os salários mais baixos, enquanto os impostos sobre património permanecem relativamente reduzidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767007]]></sapo:autor>
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		<title>Dúvidas no Ensino Superior? Cursos com maior empregabilidade e mais saída em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 07:15:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Escolher um curso com boas saídas profissionais é uma das principais preocupações de quem entra para o ensino superior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="top-wrapper" data-v-cfee715d="">
<div class="post-excerpt" data-v-cfee715d="">
<div class="rich-text-container" data-v-cfee715d="" data-v-1d41837b="">Escolher um curso com boas saídas profissionais é uma das principais preocupações de quem entra para o ensino superior. Em Portugal, o portal InfoCursos analisa anualmente os dados de empregabilidade dos recém-diplomados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (<a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/centro-de-emprego" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">IEFP</a>), permitindo perceber com clareza quais as áreas com menor desemprego. A par dos cursos superiores, os cursos profissionais de nível secundário são outra via com taxas de inserção no mercado de trabalho muito relevantes.</div>
</div>
</div>
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<h2 id="heading-1" data-v-1d41837b="">Cursos superiores com maior empregabilidade em Portugal</h2>
<p data-v-1d41837b="">Os dados que se seguem resultam da informação extraída do portal <a href="https://infocursos.medu.pt/" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">InfoCursos</a> — Dados e Estatísticas de Cursos Superiores, Edição 2025, gerido pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência com o apoio da Direção-Geral do Ensino Superior. A edição de 2025 do portal confirma que <strong data-v-1d41837b="">87 cursos superiores atingem taxas de empregabilidade entre 99% e 100%</strong>, concentradas sobretudo nas áreas da Engenharia, Saúde, Gestão e Educação. Os salários médios indicados são baseados nos dados do programa Brighter Future da Fundação José Neves, com tratamento dos dados do GEP/MTSSS.</p>
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Quatro dos oito cursos com maior empregabilidade pertencem à área da saúde</strong> — Enfermagem, Medicina, Ortóptica e Psicologia —, o que reflete a consistência e estabilidade da procura de profissionais neste setor em Portugal.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">1. Enfermagem</h3>
<p data-v-1d41837b="">O curso de Enfermagem encontra-se no topo dos que têm maior empregabilidade, com uma taxa de desemprego próxima dos 0%. O foco essencial reside na prestação de cuidados a pacientes e em técnicas de assistência hospitalar e pré-hospitalar. A profissão exige equilíbrio emocional para lidar com situações de grande fragilidade humana. O salário médio bruto em Portugal ronda os <strong data-v-1d41837b="">1.674 euros</strong>.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">2. Engenharia informática</h3>
<p data-v-1d41837b="">O curso de Engenharia Informática também está em alta, estando geralmente associado a disciplinas mais técnicas, como matemática ou linguagens de programação. Nesta profissão, é possível <strong data-v-1d41837b="">desenvolver aplicações, prestar apoio técnico, e trabalhar com hardware e software</strong>.</p>
<p data-v-1d41837b="">Exige raciocínio lógico e uma excelente capacidade de concentração, organização e disciplina. Trata-se de uma boa opção para quem deseja um emprego estável e de futuro, com um <strong data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/simuladores/calculadora-salario-liquido" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">salário mensal</a></strong><strong data-v-1d41837b=""> a rondar os 2.527 euros</strong>.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">3. Gestão</h3>
<p data-v-1d41837b="">O curso de Gestão encontra-se no top três dos cursos com maior empregabilidade em Portugal. Os gestores são os <strong data-v-1d41837b="">profissionais responsáveis pelas decisões e estratégias de uma empresa, de forma a alcançar os objetivos da organização</strong>.</p>
<p data-v-1d41837b="">O profissional deverá ter uma grande capacidade analítica, proatividade e resiliência, dados os desafios e responsabilidades que esta função exige. O salário médio ronda os <strong data-v-1d41837b="">2.861 euros</strong>.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">4. Arquitetura</h3>
<p data-v-1d41837b="">Com um <strong data-v-1d41837b="">salário médio de 1.732 euros</strong> e reduzida taxa de desemprego, o curso de Arquitetura integra a lista com maior empregabilidade. O profissional desta área <strong data-v-1d41837b="">projeta, planeia e esboça estruturas que integram os espaços urbanos, tornando-os únicos e confortáveis para os habitantes</strong>.</p>
<p data-v-1d41837b="">Entrar na carreira requer foco, persistência, criatividade, sensibilidade urbanística, de forma a poderes conceber projetos que satisfaçam as exigências estéticas e técnicas.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">5. Medicina</h3>
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Impacto na sociedade e salário médio de 4.247 euros</strong>. Estas são algumas das principais características do curso de Medicina, que todos os anos cativa centenas de estudantes.</p>
<p data-v-1d41837b="">Esta área é uma das mais prestigiadas do ponto de vista social, sendo bem remunerada e muito procurada. Como as vagas no ensino superior são habitualmente escassas, a empregabilidade é muito elevada. A competência técnica é essencial, mas a empatia e capacidade de relação são igualmente determinantes.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">6. Ortóptica</h3>
<p data-v-1d41837b="">Este curso forma <strong data-v-1d41837b="">profissionais na área da saúde, especializados em avaliar e tratar distúrbios visuais, principalmente aqueles relacionados à movimentação dos olhos e à coordenação binocular</strong>. A ortóptica combina conhecimentos de oftalmologia, neurologia e fisioterapia, permitindo que os profissionais da área trabalhem para melhorar a visão e a qualidade de vida de pacientes com problemas oculares específicos.</p>
<p data-v-1d41837b="">À semelhança de Medicina, este curso exige uma boa capacidade empática para lidar com as especificidades das relações humanas em períodos de maior vulnerabilidade. O salário? Cerca de <strong data-v-1d41837b="">1.661 euros por mês</strong>.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">7. Psicologia</h3>
<p data-v-1d41837b="">O curso de Psicologia encontra-se em sétimo lugar no ranking dos cursos com maior empregabilidade, com um <strong data-v-1d41837b="">salário médio de 1.533 euros</strong>. O psicólogo é essencial para a <strong data-v-1d41837b="">saúde mental</strong> da sociedade em geral, uma vez que qualquer pessoa, em determinado momento de vida, pode passar por fragilidades emocionais. O seu papel é <strong data-v-1d41837b="">prevenir, diagnosticar e tratar quando necessário.</strong></p>
<p data-v-1d41837b="">Esta área requer uma elevada capacidade de raciocínio, sendo especialmente importantes o controlo emocional, sensibilidade, imparcialidade e empatia.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">8. Educação Básica</h3>
<p data-v-1d41837b="">O curso de Educação Básica prepara os profissionais para a primeira e mais próxima relação que um professor estabelece com os alunos. Na infância e primeiras aprendizagens, o professor tem como missão <strong data-v-1d41837b="">descobrir e desenvolver os talentos se cada criança</strong>.</p>
<p data-v-1d41837b="">Por isso, deves ser versado em várias áreas, desde a matemática e raciocínio lógico, às artes e criatividade, além do relacionamento interpessoal e desporto. Pelo facto de ser uma profissão ligada à infância, requer grande disponibilidade interna, generosidade, dedicação e senso de justiça. O <strong data-v-1d41837b="">salário médio ronda os 1.658 euros</strong>.</p>
<h2 id="heading-2" data-v-1d41837b="">Cursos profissionais com mais saída em Portugal</h2>
<p data-v-1d41837b="">Os cursos profissionais são formações de nível secundário (Nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações) que combinam componentes teóricas e práticas em empresas. Têm uma <strong data-v-1d41837b="">duração típica de três anos</strong> e conferem tanto um certificado de ensino secundário como uma qualificação profissional. Os dados indicam que cerca de <strong data-v-1d41837b="">80% dos diplomados em cursos profissionais consegue emprego no primeiro ano</strong> após a conclusão.</p>
<p data-v-1d41837b="">As áreas com maior procura e mais saídas profissionais neste nível de formação incluem:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Tecnologias de Informação e Comunicação</strong> — desenvolvimento, redes e suporte informático, em constante procura em todos os setores;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Turismo e Hotelaria</strong> — uma das áreas com recuperação mais forte após 2021 e crescimento sustentado em Portugal;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/apoios-energias-renovaveis" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Energias Renováveis</a></strong><strong data-v-1d41837b=""> e Eletrotecnia</strong> — setor em expansão acelerada, com procura crescente de técnicos qualificados;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Técnicas de Saúde</strong> — auxiliares de farmácia, técnicos de análises clínicas e apoio a cuidados de saúde;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Logística e Transportes</strong> — área transversal a todos os setores económicos, com escassez de profissionais qualificados.</p>
</li>
</ul>
<p data-v-1d41837b="">Para um panorama completo dos cursos disponíveis e candidaturas, o portal <a href="https://infocursos.medu.pt/" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">InfoCursos</a> e o <a href="https://iefponline.iefp.pt/" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">IEFP online</a> são as referências nacionais mais atualizadas.</p>
<h2 id="heading-3" data-v-1d41837b="">Como financiar estudos universitários?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Se gostavas de tirar um curso superior ou voltar à universidade, mas o orçamento não é animador, descobre algumas<strong data-v-1d41837b=""> alternativas para financiar os estudos</strong>.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">1. Bolsa de estudo</h3>
<p data-v-1d41837b="">O <strong data-v-1d41837b="">Estado disponibiliza uma </strong><strong data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/blog/bolsa-de-estudo" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">bolsa de estudo</a></strong> para ajudar a suportar as despesas associadas à frequência de um curso superior, através de uma <strong data-v-1d41837b="">prestação mensal em dinheiro</strong>. Esta bolsa destina-se a pagar as propinas, alojamento quando aplicável e material escolar.</p>
<p data-v-1d41837b="">Para teres direito a esta bolsa de estudo, <strong data-v-1d41837b="">é preciso comprovar que o teu agregado familiar não tem meios económicos para pagar os estudos</strong>. Poderás simular na <a href="https://www.dges.gov.pt/simulador/" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">página da Direção Geral do Ensino Superior</a> se tens direito à bolsa e qual a estimativa do valor que irás receber.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">2. Apoio autárquico</h3>
<p data-v-1d41837b="">Algumas <strong data-v-1d41837b="">autarquias disponibilizam programas de apoio financeiro</strong>, em articulação com instituições de ensino superior, dedicadas a estudantes mais carenciados. Cada autarquia define as regras de atribuição deste apoio.</p>
<p data-v-1d41837b="">Assim, se queres iniciar ou prosseguir os estudos, mas não tens forma de os financiar, <strong data-v-1d41837b="">informa-te junto da autarquia da tua área de residência</strong>.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">3. Emprego part-time</h3>
<p data-v-1d41837b="">Outra forma de financiar os estudos passa por <strong data-v-1d41837b="">conciliar um </strong><strong data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/mercado-trabalho/artigos/trabalhos-de-verao" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">emprego em part-time</a></strong>. Mesmo que consigas uma bolsa de estudo, um part-time pode ser uma boa ajuda financeira para fazer face às despesas associadas ao ensino superior.</p>
<p data-v-1d41837b="">Além disso, <strong data-v-1d41837b="">poderás beneficiar do </strong><strong data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/blog/estatuto-trabalhador-estudante" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">estatuto trabalhador-estudante</a></strong>, que concede algumas regalias relativamente ao horário de trabalho e possibilidade de dispensa do trabalho.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">4. Empréstimos de garantia mútua</h3>
<p data-v-1d41837b="">Os empréstimos de garantia mútua consistem numa <strong data-v-1d41837b="">linha de crédito disponibilizada pelo Estado</strong>, que se distingue dos outros tipos de crédito pelo facto de <strong data-v-1d41837b="">o próprio Estado ser o fiador</strong>. Desta forma não é necessário que o estudante apresente qualquer garantia pessoal ou patrimonial.</p>
<p data-v-1d41837b="">Além disso, os empréstimos de garantia mútua também <strong data-v-1d41837b="">beneficiam de taxas de juros e comissões mais baixas</strong>, e os bancos não podem cobrar comissões por abertura de processo nem por reembolso antecipado.</p>
<p data-v-1d41837b="">Contudo, esta modalidade de crédito não está disponível em todos os bancos, e as tranches estão condicionadas a um bom e comprovado aproveitamento académico do aluno.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">5. Crédito para estudantes</h3>
<p data-v-1d41837b="">O crédito para estudantes, precisamente pela especificidade do seu propósito, <strong data-v-1d41837b="">reúne mais vantagens do que as encontradas em créditos pessoais</strong>. Em regra, o crédito para estudantes <strong data-v-1d41837b="">oferece taxas de juro mais reduzidas</strong>, e <strong data-v-1d41837b="">alguns bancos permitem que o empréstimo comece a ser pago após o término do curso</strong>.</p>
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Durante o curso, o estudante paga apenas os juros</strong> e paga o restante quando o curso acabar e já tiver um emprego. Assim, verifica se a tua instituição de ensino tem parcerias de financiamento para tirar partido das vantagens protocolares.</p>
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<div class="text-wrapper" data-v-58e7ca14=""><span class="text" data-v-58e7ca14="">Ver propostas de crédito para estudar</span></div>
</div>
<h3 data-v-1d41837b="">6. Income Share Agreements</h3>
<p data-v-1d41837b="">Os Income Share Agreements são uma forma inovadora de financiar os estudos. Consistem num <strong data-v-1d41837b="">empréstimo entre o estudante e uma entidade acreditada</strong>. Durante o curso, não se realizam reembolsos. Após os estudos, já empregado, entregas uma parte do salário previamente estabelecida até terminares o pagamento do empréstimo.</p>
<p data-v-1d41837b="">Na hora de escolher um curso superior, é importante pesar também, para além das saídas profissionais e do fator salarial, o que te trará maior realização pessoal. É importante escolheres uma área com a qual te identifiques, para garantires equilíbrio ao longo da vida.</p>
<p data-v-1d41837b="">De seguida, considera as várias alternativas para ajudar a financiar os teus estudos. Pesquisa, compara e <strong data-v-1d41837b="">escolhe a opção mais vantajosa para a tua carteira e para o teu futuro.</strong></p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766463]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel ordena evacuação de 10 aldeias libanesas para previsível ataque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 07:14:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças armadas israelitas pediram hoje a evacuação de 10 aldeias do sul do Líbano, prevendo-se nova ofensiva militar contra o território do país vizinho a visar o grupo islamista pró-iraniano Hezbollah, apesar do cessar-fogo em vigor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As forças armadas israelitas pediram hoje a evacuação de 10 aldeias do sul do Líbano, prevendo-se nova ofensiva militar contra o território do país vizinho a visar o grupo islamista pró-iraniano Hezbollah, apesar do cessar-fogo em vigor.</p>
<p>O porta-voz militar árabe Avichay Adraee nomeou as 10 localidades, maioritariamente na região de Nabatieh, afirmando que o exército israelita estava &#8220;obrigado a agir com força&#8221; contra o Hezbollah &#8220;devido a violações do acordo do cessar-fogo&#8221;.</p>
<p>O número de mortos no Líbano desde o início da ofensiva israelita, em 02 de março, já ultrapassou as três mil pessoas e, desde o início das hostilidades, Israel perdeu 22 dos seus militares.</p>
<p>O Líbano e Israel concordaram na semana passada prolongar o cessar-fogo por mais 45 dias e comprometeram-se a realizar uma reunião militar e política nas próximas semanas, com a intenção de avançar para uma solução a longo prazo.</p>
<p>No entanto, a cessação das hostilidades, mediada pelos Estados Unidos da América, tem sido violada desde o início pelas forças israelitas, enquanto o grupo xiita libanês Hezbollah começou a atacar alvos do estado israelita no quinto dia da trégua.</p>
<p>O Líbano mergulhou na guerra no Médio Oriente em 02 de março, quando o Hezbollah lançou um ataque a Israel para vingar a morte do guia supremo iraniano Ali Khamenei.</p>
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