O Presidente francês Emmanuel Macron disse esta quinta-feira que respeita a decisão da construtora Renault de suspender a sua produção na fábrica de Moscovo, afirmando que “cabe às empresas decidir se querem permanecer na Rússia se o seu setor não tiver sido atingido por sanções”.
As declarações foram feitas à margem da conferência do G7 e da NATO.
Macron sublinhou ainda que há um “risco de reputação” para as empresas que decidiram ficar.
Desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia que centenas de empresas anunciaram que iriam abandonar o mercado russo, fechar lojas e parar com as suas atividades no país. No entanto há empresas que decidiram continuar neste mercado.
A Universidade Yale, uma instituição de ensino superior privada americana, identificou várias dezenas de empresas com exposição particularmente significativa aos mercados russos. Decidiram assim elaborar uma lista com as empresas que abandonaram e que permanecem a sua atividade na Rússia, lista essa atualizada diariamente por Jeffrey Sonnenfeld e sua equipa de pesquisa no Yale Chief Executive Leadership Institute.






