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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Defesa-central Ibrahima Ba assina pelo Sporting por cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 20:17:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O futebolista senegalês Ibrahima Ba, de 21 anos, que alinhava no Famalicão, assinou hoje um contrato de cinco anos com o Sporting, até 2031, anunciaram os 'leões' no seu site oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O futebolista senegalês Ibrahima Ba, de 21 anos, que alinhava no Famalicão, assinou hoje um contrato de cinco anos com o Sporting, até 2031, anunciaram os &#8216;leões&#8217; no seu site oficial.</P><br />
<P>&#8220;O Sporting Clube de Portugal contratou Ibrahima Ba para a equipa principal de futebol. O defesa-central, de 21 anos, chega a Alvalade oriundo do Famalicão e assinou um contrato válido até 2031, tendo uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros&#8221;, pode ler-se na nota publicada.</P><br />
<P>O defesa-central chegou ao Famalicão na temporada 2024/25, com um contrato válido por cinco anos, proveniente dos franceses do Valenciennes, pelos quais jogou uma temporada por empréstimo dos senegaleses do AJEL Rufisque, clube no qual se formou.</P><br />
<P>Ao serviço do Famalicão, Ibrahima Ba disputou 39 jogos e marcou quatro golos.</P><br />
<P></P><br />
<P>VR/AO // VR</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792725]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil anuncia 3,11 mil ME para socorrer setores afetados pelas tarifas dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 20:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro anunciou hoje 18 mil milhões de reais, cerca de 3,11 mil milhões de euros, em créditos para ajudar empresas afetadas pelas tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro anunciou hoje 18 mil milhões de reais, cerca de 3,11 mil milhões de euros, em créditos para ajudar empresas afetadas pelas tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Chamado &#8220;Plano Brasil Soberano III&#8221;, o programa também abrange os setores afetados pela guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>Segundo o Palácio do Planalto, os recursos poderão ser utilizados para capital operacional, aquisição de bens de capital, investimentos produtivos, inovação tecnológica, adaptação de produtos e processos, além de prospecção e abertura de novos mercados.</P><br />
<P>Entre os principais setores atingidos pela medida de Washington estão os do aço, do alumínio, dos automóveis e móveis, da madeira, do carvão, de máquinas e equipamentos elétricos, as cerâmicas, os plásticos, o calçado, o papel e o açúcar.</P><br />
<P>Para ter acesso aos créditos, o Governo brasileiro impôs algumas condições, como, por exemplo, a manutenção dos empregos.</P><br />
<P>Na semana passada, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, em inglês) confirmou a aplicação da nova tarifa aos produtos brasileiros, por entender que o Brasil tem adotado práticas comerciais &#8220;desleais&#8221; às empresas norte-americanas.</P><br />
<P>O Plano Brasil Soberano 3 também abrangerá setores prejudicados pela guerra no Médio Oriente, especialmente aqueles que exportam para países do Golfo Pérsico, como Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Irão, Kuwait e Omã.</P><br />
<P>&#8220;Também serão contemplados setores considerados estratégicos para a balança comercial e para a segurança produtiva do país&#8221;, mencionou o Palácio do Planalto no comunicado.</P><br />
<P>Na nota são citados fertilizantes, minerais críticos e estratégicos, produtos químicos, farmacêuticos, têxteis, automóveis, equipamentos eletrónicos, máquinas e materiais elétricos.</P><br />
<P>Ao anunciar a nova linha de crédito, o Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou que &#8220;há males que vêm para o bem&#8221; e disse acreditar que o Brasil pode procurar novos parceiros comerciais e sair fortalecido.</P><br />
<P>&#8220;Mesmo com a decisão abrupta do Governo americano (&#8230;), estamos conversando com países para ganhar mais do que estávamos ganhando. Temos que procurar saída, o Brasil é grande, respeitado, tem credibilidade conquistada no mercado internacional&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Lula voltou a repetir que &#8220;ninguém vai ganhar do Brasil mentindo&#8221;, em referência aos argumentos usados por Washington para justificar as tarifas aos produtos brasileiros.</P><br />
<P>&#8220;Nós estamos na mesa de negociação, já mandámos vários documentos e propostas, eu pessoalmente fui aos Estados Unidos (&#8230;), a gente nunca encontrou reciprocidade na conversa. Isso vai aumentar o nosso antagonismo aos Estados Unidos? Não&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Em seguida, disse que o Brasil &#8220;não vai sair da mesa de negociação&#8221; e que cabe aos EUA dizer &#8220;que não vão negociar&#8221;.</P><br />
<P>Após o discurso de Lula, durante conferência de imprensa no Palácio do Planalto, as autoridades brasileiras foram categóricas em repetir que o Governo ainda avalia o &#8220;momento adequado&#8221; para aplicar a Lei da Reciprocidade, e voltaram a negar que uma eventual medida terá como finalidade uma retaliação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792726]]></sapo:autor>
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		<title>Nuno Melo diz ter &#8220;muito orgulho&#8221; no ministro da Educação e destaca resultados na Administração Interna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 19:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do CDS-PP e ministro da Defesa disse hoje ter "muito orgulho" em estar num Governo ao lado do ministro da Educação e, questionado sobre as polémicas que envolvem Luís Neves, destacou os resultados na área da Administração Interna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do CDS-PP e ministro da Defesa disse hoje ter &#8220;muito orgulho&#8221; em estar num Governo ao lado do ministro da Educação e, questionado sobre as polémicas que envolvem Luís Neves, destacou os resultados na área da Administração Interna.</P><br />
<P>Em declarações à comunicação social numa iniciativa em Lisboa destinada a assinalar os 52 anos do partido, Nuno Melo considerou que o Governo PSD/CDS-PP conseguiu &#8220;resultados notáveis&#8221; em dois anos.</P><br />
<P>&#8220;Este Governo é um Governo que tem dado respostas relevantes e é um Governo que, como em tudo na vida, tem melhores momentos e aqui ou ali momentos que podem não ser tão bons, mas que, no balanço, com razões de dever cumprido&#8221;, disse.</P><br />
<P>O também ministro da Defesa disse ser &#8220;solidário no Governo&#8221; com os seus colegas de Conselho de Ministros, preferindo, na administração interna, salientar que se atravessa uma fase &#8220;muito importante de prevenção de incêndios&#8221; e remeter para Luís Neves as explicações que o ministro já disse pretender dar sobre outros temas.</P><br />
<P>&#8220;Pela primeira vez em muitos anos, vejo quatro áreas de tutela &#8211; Administração Interna, Defesa Nacional, a Agricultura e o Ambiente &#8211; a trabalharem coordenadamente, sentando à mesa todas as entidades que tutelam&#8221;, disse, falando ao lado de Telmo Correia, secretário de Estado da Administração Interna e dirigente do CDS-PP.</P><br />
<P>Nuno Melo salientou que este trabalho &#8220;interdisciplinar e interministerial parte, em grande medida, da Administração Interna&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O sr. ministro da Administração Interna já foi suficientemente afirmativo perante a comunicação social, no sentido de que dará todas as explicações. Ora, é o senhor ministro da Administração Interna que dará essas explicações, não sou eu&#8221;, disse, recusando comentar um eventual inquérito parlamentar a pedido do Chega.</P><br />
<P>O ministro Luís Neves tem estado envolto numa polémica relacionada com obras realizadas numa propriedade sua em Odemira pela empresa Construbarcelos, &#8211; anteriormente responsável por obras na PJ, quando era diretor nacional &#8211; e com um atrelado apreendido num processo de tráfico de droga, posteriormente encontrado nas instalações da mesma empresa.</P><br />
<P>Já sobre Fernando Alexandre, que tem tido nas últimas semanas sob a sua tutela os problemas relacionados com a correção digital dos exames nacionais, Nuno Melo classificou-o como &#8220;um grande ministro&#8221;, dizendo que o seu mandato não é definido por um episódio &#8220;que possa ter corrido um bocadinho pior&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando vamos na rua e ouvimos os professores &#8211; não os sindicatos, mas até um ou outro sindicalista &#8211; vemos neles o reconhecimento pelo que está a ser feito. Pela justiça que foi conseguida, pela resolução de problemas (&#8230;) Nesse balanço, eu devo-lhe dizer que eu tenho muito orgulho de me sentar no Conselho de Ministros ao lado deste ministro da Educação&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Sobre o momento do partido, Nuno Melo destacou o papel do CDS-PP como &#8220;fundador da democracia&#8221; e defendeu que, ao longo de 52 anos, &#8220;tem sido muito relevante&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi relevante quando houve que assegurar a vitória da democracia e da liberdade, foi relevante em múltiplos governos &#8211; são mais de dez até agora &#8211;  no poder autárquico, foi relevante e é relevante nas regiões autónomas e também no Parlamento Europeu&#8221;, disse.</P><br />
<P>Nuno Melo considerou que, 52 anos depois, &#8220;o CDS é tão importante e tão relevante no regime como era no momento da sua fundação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Só o CDS representa a democracia-cristã em Portugal e é hoje, como era em 1974, um fator de moderação, de senso, de estabilidade&#8221;, sublinhou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792724]]></sapo:autor>
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		<title>LE: Marco Silva pede seriedade competitiva na estreia do Benfica em 2026/27</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 19:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica necessita de seriedade competitiva no arranque da época 2026/27 frente aos suíços do St. Gallen, na quinta-feira, para a primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol, advertiu hoje o treinador Marco Silva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica necessita de seriedade competitiva no arranque da época 2026/27 frente aos suíços do St. Gallen, na quinta-feira, para a primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol, advertiu hoje o treinador Marco Silva.</P><br />
<P>&#8220;É importante começar da melhor forma e ser competitivos, atendendo ao momento e à pré-temporada atípica que temos tido. O nosso objetivo é estar na próxima eliminatória. Queremos e ambicionamos um bom jogo e um bom resultado amanhã [quinta-feira], sabendo que teremos uma partida em casa na segunda mão&#8221;, afirmou o técnico, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>O Benfica, finalista derrotado da Taça UEFA em 1982/83 e da Liga Europa em 2012/13 e 2013/14, precisa de ultrapassar três fases preliminares para aceder à fase de liga da segunda prova continental de clubes, após ter terminado a temporada passada no terceiro lugar da I Liga portuguesa, falhando a sexta participação consecutiva na Liga dos Campeões.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos a grandeza do clube que representamos. Qualquer percentagem de favoritismo prova-se em campo e não antecipadamente ou a pensar se [a tarefa] será mais ou menos acessível. Defrontaremos um adversário que vem de uma época muito boa pela forma como competiu no campeonato e na Taça da Suíça. Independentemente do momento da pré-temporada, temos de ser sérios e profissionais, como é a nossa obrigação&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Marco Silva vai cumprir o primeiro duelo oficial pelo Benfica, ao qual chegou depois de cinco épocas nos ingleses do Fulham, sucedendo nos &#8216;encarnados&#8217; a José Mourinho, de regresso aos espanhóis do Real Madrid.</P><br />
<P>&#8220;O St. Gallen tem uma equipa física, que gosta de pressionar, procura muitos duelos e joga direto. Há que tentar impor o nosso jogo&#8221;, observou, sobre o vice-campeão helvético e vencedor da Taça da Suíça em 2025/26.</P><br />
<P>Leandro Barreiro falhou o treino matinal no Benfica Campus, no Seixal, devido a uma infeção respiratória, e juntou-se a Joshua Wynder e Jaden Umeh no boletim clínico do Benfica, que rumou à Suíça com 24 futebolistas.</P><br />
<P>Gianluca Prestianni, suspenso, e os reforços Gabriel Índio e Jhon Durán, ambos não inscritos, também ficaram ausentes dos convocados de Marco Silva, que chamou os recém-contratados Clément Lenglet e Jakub Kaminski e admitiu ter um &#8220;número limitado de soluções&#8221; no meio-campo.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a 22 de julho e vamos competir, o que não é muito normal na pré-época de um clube como o Benfica&#8221;, lembrou, garantindo que Amar Dedic e Tomás Araújo ainda &#8220;não estão em condições de começar&#8221; este embate frente ao St. Gallen, na sequência da presença no Mundial2026.</P><br />
<P>Fredrik Aursnes, Richard Ríos, Dodi Lukébakio e Andreas Schjelderup estiveram igualmente na principal prova internacional de seleções e vão integrar mais tarde os trabalhos do Benfica, desfalcando, para já, os planos de Marco Silva, que rejeitou abordar possíveis ajustes no plantel.</P><br />
<P>Questionado sobre António Silva, cuja saída para os ingleses do Bournemouth estará iminente, de acordo com a imprensa desportiva, Marco Silva ressalvou que o defesa central participou nos encontros de preparação do Benfica porque &#8220;estava em condições de jogar e treinar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se o António Silva não estivesse diariamente com a cabeça no treino, na sua obrigação e no que representa ser jogador do Benfica, não estaria sequer nos jogos de pré-temporada. Se algum atleta dá sinais de que não está comprometido com a sua profissão e com o clube que representa, não pode estar no treino seguinte, quanto mais no próximo jogo&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O Benfica visita os suíços do St. Gallen na quinta-feira, às 20:00 locais (19:00 em Lisboa), no Estádio Sitter, na primeira mão da segunda pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa, com arbitragem do italiano Luca Pairetto.</P><br />
<P>As duas equipas reencontram-se em 30 de julho, em Lisboa, para a segunda mão, e o vencedor encontrará na ronda seguinte uma formação relegada das pré-eliminatórias da Liga dos Campeões, mais concretamente o Sturm Graz ou o Hearts, sendo que, na terça-feira, os escoceses foram goleados em casa dos austríacos (4-0), na abertura da segunda fase de acesso à prova &#8216;milionária&#8217;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792723]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cibersegurança no verão: dez dicas para umas férias digitais seguras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 19:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Devoteam Cyber Trust]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora esta conectividade torne a experiência de viagem mais cómoda, também aumenta a exposição a riscos de cibersegurança, tornando essencial adotar alguns cuidados antes e durante as férias-]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Viajar nunca foi tão simples, nem tão digital. Hoje, basta um smartphone para reservar voos, fazer o check-in no hotel, efetuar pagamentos, consultar mapas ou planear um itinerário com recurso à inteligência artificial. </p>
<p>Embora esta conectividade torne a experiência de viagem mais cómoda, também aumenta a exposição a riscos de cibersegurança, tornando essencial adotar alguns cuidados antes e durante as férias. Para aproveitar as férias com tranquilidade, siga estas 10 recomendações Devoteam Cyber Trust para proteger os seus dispositivos, os seus dados e a sua identidade digital. Boa viagem e boas férias!</p>
<p><strong>1. Proteja os seus dispositivos em locais públicos</strong></p>
<p>Mantenha o smartphone, computador portátil e tablet consigo ou em locais seguros. Em aeroportos, hotéis, cafés ou transportes públicos, evite deixar equipamentos sem supervisão e utilize sempre que possível um filtro de privacidade no ecrã do computador.</p>
<p><strong>2. Evite redes Wi-Fi públicas sem proteção</strong></p>
<p>As redes Wi-Fi gratuitas continuam a ser um dos principais riscos de segurança em viagem. Desative a ligação automática a redes Wi-Fi, Bluetooth, AirDrop ou serviços semelhantes, ativando-as apenas quando precisar delas. Sempre que possível utilize os seus dados móveis, recorra a uma VPN de confiança ou utilize o hotspot do seu telemóvel.</p>
<p><strong>3. Atualize todos os dispositivos antes de viajar</strong></p>
<p>Antes de iniciar a viagem verifique os seus dispositivos: confirme que o sistema operativo está atualizado, as aplicações estão na versão mais recente, o software antivírus está ativo e atualizado : as atualizações corrigem vulnerabilidades exploradas diariamente por cibercriminosos.</p>
<p><strong>4. Utilize autenticação multifator (MFA)</strong></p>
<p>Ative autenticação multifator nas contas mais importantes como o e-mail, o banco, as reservas de viagens, as redes sociais e as carteiras digitais. Mesmo que a palavra-passe seja comprometida, será muito mais difícil alguém aceder às suas contas.</p>
<p><strong>5. Tenha cuidado com QR Codes</strong></p>
<p>Os QR Codes tornaram-se comuns em restaurantes, aeroportos, parques de estacionamento e hotéis. No entanto, estes podem ser substituídos por versões falsas que conduzem a páginas fraudulentas. Antes de abrir qualquer ligação confirme o endereço apresentado.</p>
<p><strong>6. Desative ligações automáticas</strong></p>
<p>Desative a ligação automática a Wi-Fi, Bluetooth, AirDrop ou serviços semelhantes ou a dispositivos desconhecidos. Ative estas funcionalidades a partir de fontes oficiais e apenas quando realmente precisar delas.</p>
<p><strong>7. Utilize apenas aplicações e plataformas oficiais</strong></p>
<p>Faça reservas apenas através de plataformas reconhecidas ou diretamente nos websites oficiais das companhias aéreas e hotéis. Desconfie de mensagens que pedem pagamentos adicionais, alterações inesperadas da reserva, pedidos recebidos via WhatsApp ou SMS.</p>
<p><strong>8. Ative a localização e o bloqueio remoto dos dispositivos</strong></p>
<p>Certifique-se de que funcionalidades como encontrar o meu iPhone ou o meu dispositivo (Android) ou mesmo a localização do computador portátil estão ativas antes da viagem. Caso o equipamento seja perdido ou roubado, poderá localizá-lo, bloqueá-lo remotamente ou apagar os dados.</p>
<p><strong>9. Proteja os seus pagamentos digitais</strong></p>
<p>Algumas boas práticas incluem utilizar cartões virtuais para compras online, ativar notificações de pagamentos, bloquear imediatamente cartões perdidos e evitar guardar fotografias dos cartões no telemóvel. Verifique se as suas contas mais importantes dependem exclusivamente de códigos enviados por SMS.</p>
<p><strong>10. Partilhe a viagem nas redes sociais apenas quando regressar</strong></p>
<p>Publicar fotografias em tempo real pode revelar muito mais do que imagina: que a casa está vazia e onde se encontra. Adicionalmente, as fotografias e vídeos publicados podem ser utilizados em esquemas de engenharia social ou até para criar conteúdos falsos com recurso à inteligência artificial.</p>
<p>A cibersegurança também deve fazer parte da preparação de qualquer viagem. Alguns cuidados simples podem ajudar a evitar que um momento de descanso se transforme num problema com impacto nos seus dados, nas suas contas ou na sua identidade digital.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792406]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Partido de Lula acusa Flávio de adotar &#8220;métodos golpistas&#8221; de Bolsonaro contra urnas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 19:23:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula da Silva, acusou hoje de golpista o pré-candidato a presidente do Brasil Flávio Bolsonaro por colocar em dúvida a credibilidade das urnas eletrónicas durante um encontro com diplomatas em Brasília.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula da Silva, acusou hoje de golpista o pré-candidato a presidente do Brasil Flávio Bolsonaro por colocar em dúvida a credibilidade das urnas eletrónicas durante um encontro com diplomatas em Brasília.</P><br />
<P>&#8220;Flávio Bolsonaro prova que tem a mesma cultura golpista do pai, Jair Bolsonaro, e adota os mesmos métodos utilizados nas eleições de 22&#8221;, lê-se numa nota assinada pelo presidente do PT, Edinho Silva. </P><br />
<P>Numa reunião com diplomatas, na terça-feira, Flávio Bolsonaro acusou, sem provas, que as urnas brasileiras têm a mesma origem das urnas da empresa venezuelana Smartmatic, envolvida numa suposta fraude nas eleições de 2012 do país vizinho, identificada pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Esse argumento, no entanto, já foi desmentido pela própria Justiça Eleitoral brasileira em 2020, em 2022 e em 08 de julho deste ano, ao dizer que o Brasil não usa urnas eletrónicas fornecidas pela empresa venezuelana.</P><br />
<P>Ainda no seu discurso para diplomatas e representantes de organizações internacionais, Flávio declarou que não estava &#8220;questionando o sistema de votação brasileiro&#8221;, mas pediu que os países enviem a &#8220;maior quantidade possível&#8221; de observadores internacionais para acompanhar as eleições brasileiras.   </P><br />
<P>Para o PT, Flávio repetiu o mesmo gesto do ex-presidente brasileiro que, em 2022, reuniu embaixadores na residência oficial do chefe de Estado, ocasião em que difundiu informações falsas e distorcidas sobre o processo eleitoral brasileiro a três meses da votação.</P><br />
<P>Em 2023, a Justiça Eleitoral do Brasil tornou Jair Bolsonaro inelegível por oito anos pelos ataques ao sistema de votação e por entender que houve abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.</P><br />
<P>&#8220;O senador reuniu diplomatas internacionais para questionar as urnas eletrónicas e, por consequência, o sistema eleitoral brasileiro, pelo qual ele foi eleito parlamentar por diversas vezes, bem como seus familiares&#8221;, destaca o PT no comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos quais são as consequências dessa ofensiva antidemocrática. Como provado na investigação e, posteriormente, no julgamento, da tentativa de golpe de janeiro de [20]23, tentar descredibilizar as urnas é método contra a nossa democracia&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos tolerar a desinformação e as &#8216;fake news&#8217; contra o nosso sistema de votação por um pré-candidato à Presidência da República&#8221;, conclui o PT.</P><br />
<P>O evento em que Flávio discursou, &#8220;Debatendo o Brasil&#8221;, foi promovido pelo Novo Selo Comunicação em parceria com o portal de notícias The Brazilian Report, e faz parte de uma série de encontros entre agentes internacionais e os pré-candidatos a Presidente do Brasil. </P><br />
<P>O próprio presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, participou no primeiro encontro, no dia 16 de julho, ocasião que apresentou as medidas adotadas pela Justiça Eleitoral para garantir a integridade do voto e segurança das eleições.</P><br />
<P>Em resposta enviada hoje à Lusa, a campanha do bolsonarista informou não ser verdade que &#8220;Flávio Bolsonaro tenha questionado a integridade do sistema de votações no Brasil&#8221;, mas não explicou a menção falsa do pré-candidato à origem das urnas eletrónicas usadas no país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792722]]></sapo:autor>
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		<title>Estoril Open: Cabral e Borges nos quartos de final de pares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 19:12:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os tenistas portugueses Francisco Cabral e Nuno Borges, campeões em 2022, qualificaram-se hoje para os quartos de final de pares do Estoril Open, depois de vencerem os franceses Arthur Reymond e Luca Sanchez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os tenistas portugueses Francisco Cabral e Nuno Borges, campeões em 2022, qualificaram-se hoje para os quartos de final de pares do Estoril Open, depois de vencerem os franceses Arthur Reymond e Luca Sanchez.</P><br />
<P>Algumas horas depois de ter sido eliminado nos oitavos de final em singulares, Nuno Borges (387.º do ranking de pares) juntou-se ao seu amigo Francisco Cabral (27.º) para a estreia em pares, conseguindo um triunfo sobre Arthur Reymond (79.º) e Luca Sanchez (78.º), por 7-6 (7-4) e 7-6 (7-0), em uma hora e 42 minutos.</P><br />
<P>Nos quartos de final, Cabral e Borges vão jogar com o norte-americano Vasil Kirkov (52.º) e o neerlandês Bart Stevens (51.º), quartos cabeças de série e que hoje venceram o brasileiro Marcelo Demoliner (66.º) e o norte-americano Robert Galloway (43.º).</P><br />
<P>Francisco Cabral chega ao Clube de Ténis do Estoril depois de perder a final do torneio de Bastad, na Suécia, ao lado do francês Theo Arribage, naquele que poderia ter sido o seu sétimo título ATP.</P><br />
<P>Cabral e Borges sabem que vão ter a companhia de outra dupla portuguesa nos quartos de final, uma vez que Tiago Torres e João Domingues foram repescados para defrontar os compatriotas Jaime Faria e Henrique Rocha.</P><br />
<P></P><br />
<P>NFO/SRYS // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792721]]></sapo:autor>
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		<title>Ministra do Trabalho diz que alargamento da licença parental não é sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:22:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Trabalho defendeu hoje que a proposta da Iniciativa de Cidadãos para alargar a licença parental inicial não é financeiramente sustentável, apesar do mérito social, argumentando que a solução do Governo protege melhor a igualdade de género.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra do Trabalho defendeu hoje que a proposta da Iniciativa de Cidadãos para alargar a licença parental inicial não é financeiramente sustentável, apesar do mérito social, argumentando que a solução do Governo protege melhor a igualdade de género.</P><br />
<P>De acordo com Maria do Rosário Palma Ramalho, a proposta da iniciativa de cidadãos para alargar a licença parental inicial até 180 dias, com remuneração a 100%, independentemente da partilha entre progenitores &#8211; não pode avançar nos moldes apresentados por representar um encargo financeiro incomportável, apesar de reconhecer o mérito social da proposta.</P><br />
<P>Em audição na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, requerida pelo PSD, a governante afirmou que o executivo partilha o objetivo de permitir que as famílias permaneçam mais tempo com os filhos nos primeiros meses de vida, mas frisou que esse objetivo tem de ser conciliado com a sustentabilidade financeira da Segurança Social e com a promoção da igualdade entre homens e mulheres.</P><br />
<P>Segundo as contas do Ministério, a proposta do Governo, prevista no Orçamento do Estado para 2026 e que alarga a licença parental inicial para seis meses pagos a 100%, tem um custo estimado entre 226 milhões de euros e 230 milhões de euros por ano, enquanto a iniciativa de cidadãos elevaria esse valor para entre 485 milhões de euros e 500 milhões de euros, cerca de 275 milhões acima da solução governamental.</P><br />
<P>&#8220;Não há neste momento sustentabilidade financeira para esta proposta&#8221;, afirmou, acrescentando que o Governo apenas dispõe de margem para acomodar as medidas já previstas no orçamento.</P><br />
<P>Palma Ramalho insistiu, contudo, que a principal divergência não reside no objetivo da iniciativa, mas na sua modelação, considerando que uma extensão da licença sem incentivos à partilha poderá reforçar desigualdades já existentes no mercado de trabalho.</P><br />
<P>A ministra sustentou esta posição com dados da Segurança Social, segundo os quais a duração média da licença parental inicial é de 152 dias, dos quais 138,9 são gozados pelas mulheres e apenas 34,5 pelos homens. </P><br />
<P>Também na licença parental alargada são as mães que recorrem maioritariamente ao regime, enquanto na licença exclusiva do pai, os homens aderem sobretudo ao período obrigatório e menos ao facultativo.</P><br />
<P>Acrescentou que existem cerca de 72 mil processos relativos à utilização da licença exclusiva do pai no período obrigatório, contra 54 mil no facultativo, defendendo que estes números justificam o reforço das componentes obrigatórias para aumentar a participação dos pais nos cuidados aos filhos.</P><br />
<P>A governante argumentou que o atual desequilíbrio na utilização das licenças tem consequências na carreira das mulheres, contribuindo para dificuldades na contratação e progressão profissional, diferenças salariais, menor acesso a cargos de direção e pensões mais baixas.</P><br />
<P>Destacou que 27% das mulheres recebem o salário mínimo, face a 19% dos homens, que a disparidade salarial ronda 12,5% no salário-base e 15,3% no ganho médio e que apenas 17% dos cargos de direção são ocupados por mulheres. </P><br />
<P>Acrescentou que os pedidos de parecer à Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego relativos a despedimentos ou não renovação de contratos por motivos parentais incidem maioritariamente sobre mulheres.</P><br />
<P>Defendeu, por isso, que o modelo do Governo protege melhor a igualdade de género ao fazer depender o pagamento do subsídio a 100% da partilha equilibrada dos últimos 60 dias da licença parental entre pai e mãe, classificando esta solução como uma medida de ação positiva prevista na Constituição.</P><br />
<P>Sobre o direito ao aleitamento, Palma Ramalho rejeitou críticas de que o Executivo pretendesse limitar esse direito, afirmando que nunca esteve em causa o período de amamentação, mas apenas a duração do regime em que o empregador suporta a redução do horário de trabalho. </P><br />
<P>Segundo disse, a proposta inicial mantinha Portugal com o regime mais favorável da Europa e seria complementada pela criação da jornada contínua, permitindo aos pais reduzir o tempo diário de trabalho e acompanhar os filhos durante mais tempo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792720]]></sapo:autor>
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		<title>Maior produtora de lítio de África passa a usar Maputo para exportar metal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:15:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Zimbabué, um dos maiores produtores de lítio de África, passou a exportar aquele metal através do Porto de Maputo, em Moçambique, para reduzir custos e garantir o desenvolvimento económico do país, anunciou hoje a ferroviária zimbabueana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Zimbabué, um dos maiores produtores de lítio de África, passou a exportar aquele metal através do Porto de Maputo, em Moçambique, para reduzir custos e garantir o desenvolvimento económico do país, anunciou hoje a ferroviária zimbabueana.</P><br />
<P>A nova rota, a exportar concentrado de lítio via Maputo, resulta de uma parceria entre a National Railways of Zimbabwe (NZR) e a Beitbridge Bulawayo Railway (BBR), indica a ferroviária zimbabueana numa nota consultada pela Lusa.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro comboio, que transportava 1.000 toneladas de concentrado de lítio, partiu ontem [terça-feira] do desvio de West Nicholson da BBR, recentemente colocado em funcionamento&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Segundo a ferroviária daquele país africano, o maior produtor e detentor das maiores reservas de lítio de África, a BBR fará o transporte do produto ao longo de 180 quilómetros de Gwanda, onde se localiza a mina de lítio, até Beitbridge e, neste último ponto, a NZR assumirá a carga, percorrendo mais 300 quilómetros até Chicualacuala, no sul de Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;A NRZ está totalmente empenhada em garantir o cumprimento do seu papel como transportadora de mercadorias a granel, assegurando assim que o desenvolvimento económico contínuo do país não abrande&#8221;, conclui-se.</P><br />
<P>Fonte dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) confirmou hoje à Lusa a entrada do primeiro comboio de lítio zimbabueano no país, referindo que a empresa mantém contactos &#8220;com os donos da carga&#8221;. </P><br />
<P>Os CFM também operam mais de 230 quilómetros de linha férrea no Zimbabué, no transporte de carga em dois corredores, em resultado de acordos com a NRZ.</P><br />
<P>A empresa moçambicana explicou, em abril, que o entendimento envolve o corredor sul, entre Chicualacuala e Rutenga, numa extensão de 148 quilómetros, e o corredor centro, entre Machipanda e Nyazura, totalizando 84 quilómetros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792719]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Flávio Bolsonaro e partido de Lula trocam farpas em dia de novas tarifas dos EUA ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:12:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro e o Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula da Silva, trocaram hoje críticas no primeiro dia de vigência das novas tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro e o Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula da Silva, trocaram hoje críticas no primeiro dia de vigência das novas tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.</P><br />
<P>Pelas redes sociais, o senador Flávio Bolsonaro fez uma analogia com o futebol ao acusar o Presidente brasileiro de ter provocado um penálti, e, por isso, o país foi punido com as tarifas.</P><br />
<P>&#8220;Depois de muita provocação e esforço do Governo brasileiro, hoje começou a valer um novo tarifaço contra o Brasil. Infelizmente, Lula cavou esse penálti&#8221;, escreveu na rede social X.</P><br />
<P>No Brasil, a imprensa, as autoridades e os políticos chamam &#8220;tarifaço&#8221; à política de sobretaxas do Governo Donald Trump.</P><br />
<P>Flávio Bolsonaro disse ainda que &#8220;tem plena convicção&#8221; de que, caso seja eleito presidente do Brasil, nas eleições de outubro, conseguirá reverter as tarifas, e chamou o PT de &#8220;Partido do Tarifaço&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Podem ter certeza de que, da mesma forma que mobilizei todas as minhas forças e fui de porta em porta tentando evitar isso, vou fazer o mesmo em 2027. Eu ainda não desisti de reverter essas tarifas&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Já o PT anunciou que vai lançar a campanha &#8220;O Brasil Não Se Entrega&#8221; em resposta às tarifas de Washington e, em nota, acusou a família Bolsonaro de incentivar a medida.  </P><br />
<P>&#8220;Os ataques promovidos pelos Estados Unidos contra a economia brasileira, incentivados pela família Bolsonaro, demonstram que há quem esteja disposto a colocar interesses políticos e pessoais acima dos interesses do país&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>O partido de Lula informou ainda que a campanha será veiculada nas redes sociais com conteúdos que defendam a importância do sistema de pagamentos eletrónico Pix, da indústria nacional, das terras raras e das riquezas minerais estratégicas do Brasil.</P><br />
<P>&#8220;Vamos dialogar diretamente com a população sobre os impactos dos ataques à economia brasileira e reafirmar uma mensagem central: o Brasil é dono do seu próprio destino e não aceita que ninguém decida seu futuro em seu lugar&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Na semana passada, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, em inglês) confirmou a aplicação da nova tarifa aos produtos brasileiros, por entender que o Brasil tem adotado práticas comerciais &#8220;desleais&#8221; às empresas norte-americanas, e cita, por exemplo, o Pix.</P><br />
<P>O Pix é um sistema de pagamento eletrónico e transferência instantânea criado pelo Banco Central do Brasil, que permite enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, 24 horas por dia, todos os dias do ano.</P><br />
<P>O Governo brasileiro chegou a classificar a medida como um &#8220;marco lastimável&#8221; na relação bilateral, criticando a decisão de Washington de aplicar a tarifa, e anunciou que acionaria a Lei de Reciprocidade contra os norte-americanos.</P><br />
<P>Segundo o Governo brasileiro, 18% das exportações brasileiras para os EUA serão atingidas, o que corresponde a 7,2 mil milhões de dólares (6,28 mil milhões de euros na cotação atual), a partir de estimativas dos dados consolidados de 2025.</P><br />
<P>Nos últimos dias, Lula da Silva voltou a referir-se à família Bolsonaro como &#8220;traidores da pátria&#8221; por entender que atuaram junto da Casa Branca desde o ano passado para aplicação de tarifas como forma de interferir na política brasileira.</P><br />
<P>Em resposta a uma provocação do Secretário de Estado norte-americano, Lula também desafiou Marco Rubio a montar um comité no Brasil para apoiar Flávio nas eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>Durante audiência pública promovida pela USTR no início do mês, Flávio Bolsonaro sugeriu que os EUA adiassem a aplicação das tarifas para depois das eleições, porque, alegou, a medida, negativa para o Brasil, ajudaria Lula politicamente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792718]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>EUA dão quatro anos às marcas para retirar chips chineses dos automóveis&#8230; ou alguns modelos podem ser proibidos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eua-dao-quatro-anos-as-marcas-para-retirar-chips-chineses-dos-automoveis-ou-alguns-modelos-podem-ser-proibidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Exigência resulta de regras aprovadas durante a administração de Joe Biden e mantidas por Donald Trump por motivos de segurança nacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria automóvel tem quatro anos para eliminar dos automóveis vendidos nos Estados Unidos os componentes eletrónicos considerados sensíveis de origem chinesa. Caso contrário, alguns modelos poderão ficar impedidos de entrar no mercado americano.</p>
<p>A exigência resulta de regras aprovadas durante a administração de Joe Biden e mantidas por Donald Trump por motivos de segurança nacional, lembrou o site especializado &#8216;L&#8217;Automobile Magazine&#8217;. O objetivo é reduzir a dependência tecnológica da China e impedir que software e hardware chineses possam ser utilizados para recolher dados ou realizar ações de espionagem.</p>
<p>As novas regras proíbem a utilização de software chinês ligado à conectividade dos veículos a partir dos modelos de 2027. Já os componentes eletrónicos, como chips, controladores e módulos de comunicação, terão de ser substituídos até 2030.</p>
<p><strong>Uma tarefa muito mais difícil do que parece</strong></p>
<p>É precisamente a substituição do hardware que está a causar maior preocupação entre os fabricantes.</p>
<p>Durante décadas, a indústria automóvel integrou componentes fornecidos por empresas chinesas ou produzidos sob tecnologia chinesa, pelo que encontrar alternativas em apenas quatro anos está longe de ser simples.</p>
<p>Além de identificarem novos fornecedores, as marcas terão de garantir que estes conseguem produzir os volumes necessários e cumprir os rigorosos calendários da indústria automóvel.</p>
<p><strong>Até os novos fornecedores dependiam&#8230; da China</strong></p>
<p>A nova legislação está, contudo, a abrir oportunidades para empresas americanas.</p>
<p>É o caso da Eagle Wireless, criada no final de 2025, perto de Cleveland, para fabricar módulos eletrónicos utilizados na conectividade dos veículos.</p>
<p>O problema é que a própria empresa produzia até agora componentes&#8230; sob licença chinesa.</p>
<p>Esse detalhe ilustra o grau de dependência da indústria automóvel em relação à tecnologia chinesa e significa que muitos fornecedores terão de desenvolver novas gerações de produtos praticamente do zero.</p>
<p><strong>Custos mais elevados e poucos fornecedores</strong></p>
<p>A substituição destes componentes também terá impacto nos custos de produção.</p>
<p>Segundo especialistas citados pela &#8216;Reuters&#8217;, as alternativas fora da China podem ser entre 5% e 15% mais caras, obrigando os fabricantes a reverem os seus programas industriais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a oferta continua limitada. As empresas chinesas controlam cerca de metade do mercado mundial de controladores para dispositivos ligados à Internet (IoT), componentes fundamentais para funções como atualizações remotas, comunicações, navegação e troca de dados dos automóveis.</p>
<p><strong>Há marcas que já enfrentam problemas</strong></p>
<p>O risco de não cumprir as novas regras é elevado: determinados modelos poderão deixar de ser comercializados nos Estados Unidos.</p>
<p>A Polestar já confirmou que não recorrerá da decisão que impede um dos seus modelos de entrar no mercado americano. Também a Mercedes surge entre as marcas afetadas pelo reforço das regras, devido à utilização de componentes ou ligações industriais associadas à China.</p>
<p>Pequim já reagiu, apelando aos Estados Unidos para que respeitem &#8220;as leis da economia de mercado e os princípios da concorrência leal&#8221;. Ainda assim, Washington mantém a estratégia de reduzir a influência chinesa nas cadeias de abastecimento da indústria automóvel, numa mudança que poderá obrigar praticamente todos os fabricantes a redesenhar parte da eletrónica dos seus veículos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792706]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Duas cidadãs portuguesas morrem em acidente rodoviário em Formentera, revela secretário de Estado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/duas-cidadas-portuguesas-morrem-em-acidente-rodoviario-em-formentera-secretario-de-estado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Emídio Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Formentera]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas cidadãs portuguesas, com cerca de 30 anos, morreram hoje num acidente rodoviário em Formentera, Espanha, confirmou à Lusa o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, que garante estar a ser prestado o devido serviço consular. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Duas cidadãs portuguesas, com cerca de 30 anos, morreram hoje num acidente rodoviário em Formentera, Espanha, confirmou à Lusa o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, que garante estar a ser prestado o devido serviço consular. </P><br />
<P>Segundo informou a SIC Notícias, as duas vítimas morreram numa colisão entre uma mota e um táxi na ilha de Formentera e a guardia civil está a investigar as circunstâncias do acidente.</P><br />
<P>Ainda segundo o meio de comunicação social português, que cita o jornal espanhol La Razón, as jovens, que estariam a passar férias com outros amigos portugueses, seguiam numa mota quando foram atingidas por um táxi, perto de Cala Saona.</P><br />
<P>A Lusa questionou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, que confirmou a morte das duas cidadãs portuguesas e expressou &#8220;o mais sentido pesar aos familiares e amigos das vítimas&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Confirmamos a informação da morte de duas jovens no trágico acidente, e os nossos serviços consulares estão a acompanhar a situação, em contacto com as autoridades locais, e a prestar o apoio consular necessário&#8221;, acrescentou o governante.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792708]]></sapo:autor>
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		<title>Regulador espanhol autoriza exclusão de ações da Ercros de bolsa após OPA da Bondalti</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:58:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A espanhola Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) autorizou a exclusão das ações da Ercros de bolsa, após a oferta pública de aquisição (OPA) da portuguesa Bondalti, segundo um comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A espanhola Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) autorizou a exclusão das ações da Ercros de bolsa, após a oferta pública de aquisição (OPA) da portuguesa Bondalti, segundo um comunicado.</p>
<p>Assim, a CNMV autorizou &#8220;a oferta de exclusão da Ercros, S.A. apresentada pela Bondalti Iberica, S.L.U. no dia 01 de julho de 2026, por considerar que os seus termos estão em conformidade com a regulamentação em vigor e que o conteúdo do prospeto explicativo apresentado, na sequência das últimas alterações registadas em 17 de julho de 2026, é suficiente&#8221;.</p>
<p>A 30 de junho, a assembleia-geral da Ercros aprovou a saída de bolsa da empresa após a OPA feita pela Bondalti, que adquiriu 77,23% do seu capital em março.</p>
<p>Os acionistas aprovaram também o lançamento de uma oferta pública de aquisição obrigatória pela Bondalti para aquisição das restantes ações que ainda não controla, ao preço de 3,505 euros por ação.</p>
<p>A CNMV lembrou hoje que a &#8220;oferta diz respeito a 100% do capital social da Ercros, S.A., composto por 91.436.199 ações, admitidas à negociação nas Bolsas de Valores de Madrid, Barcelona, Bilbau e Valência e integradas no Sistema de Interconexão Bursátil, excluindo as 70.615.637 ações da Ercros, representativas de 77,23% do seu capital social, que foram imobilizadas pelo oferente [Bondalti]&#8221;.</p>
<p>Consequentemente, destacou, &#8220;a oferta estende-se efetivamente à aquisição de 20.820.562 ações da Ercros, S.A., representativas de 22,77% do seu capital social.</p>
<p>O preço da oferta é de 3,505 euros por ação e foi fixado pela Ercros, recordou.</p>
<p>&#8220;As ações serão excluídas da negociação quando a operação tiver sido liquidada&#8221;, destacou.</p>
<p>Em março, o grupo português Bondalti, controlado pela &#8216;holding&#8217; José de Mello, assumiu o controlo da Ercros ao adquirir 77,23% do capital da química catalã, no âmbito de uma OPA no valor de cerca de 329 milhões de euros.</p>
<p>Inicialmente, o Conselho de Administração da empresa tinha emitido um parecer &#8220;desfavorável&#8221; à OPA da Bondalti, mas sem que a decisão tivesse sido tomada por unanimidade.</p>
<p>O grupo português argumentou que, apesar de um relatório indicar que nas duas últimas assembleias gerais os acionistas da Ercros manifestaram de forma maioritária a sua opinião desfavorável à OPA, &#8220;não há registo de que tenha havido qualquer votação a este respeito&#8221;.</p>
<p>A Bondalti defendeu ainda que tinha sido emitido &#8220;um grave juízo de valor ao insinuar que a Ercros ficaria diluída e perderia a sua relevância num conglomerado muito maior cujo negócio principal não é o químico, quando tal não corresponde à realidade&#8221;, reiterando que &#8220;a indústria química tem sido o negócio fundador do Grupo José de Mello desde a sua criação em 1898&#8221;.</p>
<p>A Bondalti é o maior produtor português e um dos principais operadores ibéricos no setor de químicos industriais, com unidades fabris em Estarreja (Portugal) e Torrelavega (Espanha).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792709]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas aprova compra da Warner Bros pela Paramount com remédios que abrangem Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação suscitava preocupações de concorrência porque a Paramount e a Universal já distribuem conjuntamente filmes através da United International Pictures (UIP) em vários países do Espaço Económico Europeu (EEE)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia aprovou hoje a compra da Warner Bros pela Paramount sujeita a remédios, que incluem a saída da United International Pictures na Europa e restrições durante 10 anos à distribuição conjunta de filmes, incluindo em Portugal.</p>
<p>&#8220;A Comissão Europeia aprovou, ao abrigo do Regulamento da UE relativo às concentrações, a aquisição proposta pela Paramount Skydance Corporation da Warner Bros. Discovery. A aprovação está condicionada ao pleno cumprimento dos compromissos apresentados pela Paramount&#8221;, anuncia o executivo comunitário em comunicado.</p>
<p>A operação suscitava preocupações de concorrência porque a Paramount e a Universal já distribuem conjuntamente filmes através da United International Pictures (UIP) em vários países do Espaço Económico Europeu (EEE) e a aquisição acrescentaria o catálogo da Warner a essa estrutura.</p>
<p>A Comissão Europeia concluiu que tal integração poderia conduzir a &#8220;piores condições de aluguer e distribuição para os operadores de cinema&#8221;, acabando por prejudicar os consumidores.</p>
<p>Para responder às preocupações identificadas, a Paramount comprometeu-se junto de Bruxelas a pôr termo à sua participação na UIP no EEE no prazo de 13 meses após a conclusão da operação.</p>
<p>Durante um período de 10 anos, a empresa comprometeu-se também a não celebrar, direta ou indiretamente, &#8220;qualquer acordo ou entendimento com a Universal para distribuir conjuntamente filmes no EEE&#8221;.</p>
<p>A Paramount não poderá, ainda, transferir a distribuição dos filmes da Warner do atual distribuidor da empresa para o distribuidor cinematográfico utilizado pela Paramount quando este também distribua filmes da Universal ou da Disney nos países do EEE abrangidos pelos compromissos, de acordo com Bruxelas.</p>
<p>A mesma restrição será aplicada, nos países onde a Paramount e a Universal não partilham o mesmo distribuidor, à transferência da distribuição dos filmes da Paramount para o distribuidor cinematográfico utilizado pela Warner quando este também distribua filmes da Universal ou da Disney.</p>
<p>A lista de países abrangidos inclui Portugal, além da Bulgária, Croácia, República Checa, Chipre, Dinamarca, Estónia, Finlândia, Grécia, Hungria, Islândia, Letónia, Lituânia, Noruega, Polónia, Roménia, Eslováquia, Eslovénia e Suécia.</p>
<p>Estes compromissos, segundo o executivo comunitário, &#8220;respondem integralmente às preocupações de concorrência&#8221; identificadas, ao garantir que os filmes da entidade resultante da operação não serão distribuídos conjuntamente com filmes da Universal ou da Disney.</p>
<p>Na sequência da opinião positiva obtido no âmbito do teste de mercado, a Comissão Europeia concluiu que a operação, &#8220;tal como modificada pelos compromissos&#8221;, já não suscitaria preocupações de concorrência.</p>
<p>A aplicação dos compromissos será acompanhada por um administrador independente, sob a supervisão da instituição.</p>
<p>A Paramount e a Warner estão ambas ativas na produção e distribuição de conteúdos de entretenimento cinematográfico e audiovisual, incluindo filmes e séries televisivas.</p>
<p>A operação foi notificada à Comissão Europeia em 02 de junho de 2026.</p>
<p>Na segunda-feira, a Justiça dos Estados Unidos ordenou a suspensão temporária da fusão entre a Paramount e a Warner Bros. Discovery, após 12 estados terem apresentado uma ação judicial para travar o processo devido a riscos de monopólio.</p>
<p>A juíza do Distrito Norte da Califórnia emitiu uma ordem de restrição temporária que impede a Paramount de concluir a transação durante pelo menos 14 dias e marcou uma audiência para o próximo dia 03 de agosto para determinar a decisão, segundo vários meios como a NBC News, a Associated Press (AP) ou a AFP.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792699]]></sapo:autor>
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		<title>Rixa entre passageiros obriga avião da easyJet a voltar para trás apenas 30 minutos após descolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[easyJet]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Liverpool]]></category>
		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Tenerife]]></category>
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					<description><![CDATA[Incidente aconteceu na noite da passada terça-feira, a bordo do voo EZY3352, que transportava 186 passageiros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um voo da easyJet com destino a Liverpool foi obrigado a regressar ao aeroporto de Tenerife Sul apenas meia hora depois da descolagem, na sequência de uma violenta rixa que envolveu cerca de dez passageiros e levou o comandante a considerar que a segurança do voo estava em risco.</p>
<p>O incidente aconteceu na noite da passada terça-feira, a bordo do voo EZY3352, que transportava 186 passageiros. Perante a escalada da situação, a tripulação pediu autorização para regressar ao aeroporto e solicitou a presença da polícia à chegada.</p>
<p>Segundo o controlador aéreo que acompanhou a operação, foi o próprio comandante quem decidiu interromper o voo devido ao perigo que a altercação representava.</p>
<p>&#8220;Um grupo de cerca de dez passageiros iniciou uma luta a bordo, e o comandante decidiu regressar devido ao risco para a segurança do voo&#8221;, explicou o serviço de controlo aéreo espanhol.</p>
<p>As autoridades aceleraram o regresso da aeronave e coordenaram a intervenção policial antes da aterragem. O avião aterrou sem incidentes e foi recebido pelas forças de segurança, que aguardavam no aeroporto de Tenerife Sul.</p>
<p>Após a intervenção da polícia, o voo acabou por retomar a viagem e prosseguiu até Liverpool.</p>
<p><strong>easyJet condena comportamento dos passageiros</strong></p>
<p>A companhia aérea confirmou o incidente e explicou que a aeronave regressou ao aeroporto devido ao comportamento perturbador de um grupo de passageiros.</p>
<p>A easyJet sublinhou que as tripulações estão preparadas para atuar rapidamente em situações deste tipo e garantiu que não tolera comportamentos que coloquem em causa a segurança dos passageiros ou da tripulação.</p>
<p>Também o controlo aéreo espanhol manifestou solidariedade para com as equipas de bordo, lamentando que este tipo de situações esteja a tornar-se cada vez mais frequente.</p>
<p><strong>Reino Unido estuda punições mais duras</strong></p>
<p>O incidente acontece numa altura em que o Governo britânico está a estudar novas medidas para combater comportamentos violentos a bordo.</p>
<p>Segundo a imprensa britânica, está a ser preparado um sistema que permitirá às companhias aéreas partilhar informações sobre passageiros problemáticos. O objetivo é que pessoas envolvidas em incidentes graves possam ser impedidas de voar não apenas na companhia onde ocorreu o incidente, mas potencialmente em qualquer transportadora que adira ao sistema.</p>
<p>A proposta encontra-se ainda em fase de desenvolvimento e prevê uma articulação entre as companhias aéreas e o Governo britânico para identificar passageiros considerados uma ameaça à segurança dos voos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792697]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rússia abre a porta a traficantes, contrabandistas nucleares e líderes de gangues para reforçar guerra na Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Moscovo continua a enfrentar dificuldades para recrutar soldados suficientes para compensar as perdas no campo de batalha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia aprovou uma nova lei que alarga significativamente o leque de reclusos que podem trocar a prisão pelo serviço militar na guerra da Ucrânia, numa altura em que Moscovo continua a enfrentar dificuldades para recrutar soldados suficientes para compensar as perdas no campo de batalha.</p>
<p>A legislação, aprovada pela Duma Estatal, permite que condenados por crimes como tráfico de seres humanos, contrabando de materiais nucleares, roubo de substâncias nucleares, organização de redes de imigração ilegal, banditismo ou perda de documentos classificados como segredo de Estado possam integrar as forças armadas. Em troca, os antecedentes criminais poderão ser apagados.</p>
<p>Segundo a imprensa russa, a proposta foi apresentada pelo Governo na semana passada e aprovada poucos dias depois, com o objetivo de aumentar o número de potenciais recrutas.</p>
<p>O vice-ministro da Defesa russo, Viktor Goremykin, afirmou aos deputados que estes condenados serão colocados em &#8220;unidades especiais&#8221;, separadas dos militares contratados que já servem nas forças armadas e não têm antecedentes criminais.</p>
<p>A lista de crimes agora abrangidos inclui ainda contrabando de dinheiro, armas, explosivos, drogas, agentes biológicos patogénicos e materiais nucleares, bem como infrações relacionadas com a segurança de instalações energéticas e nucleares.</p>
<p><strong>Ex-presidiários já foram associados a centenas de homicídios</strong></p>
<p>A decisão surge meses depois de uma investigação do meio de comunicação russo &#8216;Vёрстка&#8217; revelar que militares regressados da guerra na Ucrânia terão matado pelo menos 551 pessoas em território russo.</p>
<p>Segundo essa investigação, mais de metade das vítimas terá sido assassinada por antigos reclusos que tinham sido libertados para combater na Ucrânia e regressaram posteriormente ao país.</p>
<p><strong>Lei surge em plena dificuldade de recrutamento</strong></p>
<p>A aprovação da nova legislação coincide com informações divulgadas pelos serviços de informações militares da Ucrânia, segundo as quais a Rússia está longe de atingir os objetivos de recrutamento definidos para este ano.</p>
<p>De acordo com Kiev, Moscovo pretendia assinar 409 mil contratos militares em 2026, mas, até julho, apenas cerca de 195 mil tinham sido formalizados.</p>
<p>As autoridades ucranianas estimam ainda que a Rússia tenha perdido cerca de 196.700 militares desde o início do ano, incluindo mais de 115 mil baixas consideradas irrecuperáveis, além de dezenas de milhares de feridos e cerca de mil soldados capturados.</p>
<p>Nos últimos meses, vários relatórios apontaram igualmente para dificuldades no recrutamento, apesar dos incentivos financeiros oferecidos aos voluntários, incluindo problemas em preencher as novas unidades dedicadas a sistemas não tripulados.</p>
<p>Entretanto, responsáveis ucranianos afirmam que Moscovo poderá avançar com uma mobilização de até 500 mil militares durante o outono, numa tentativa de reforçar as suas forças na Ucrânia. Essas declarações não foram confirmadas pelas autoridades russas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792693]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Recente onda de calor foi a mais letal em França desde 2003</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/recente-onda-de-calor-foi-a-mais-letal-em-franca-desde-2003/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A vaga de calor que atingiu França entre 17 de junho e 02 de julho provocou 5.764 mortes em excesso, o valor mais elevado desde a canícula de 2003, revelou hoje a agência Santé publique France (SpF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A vaga de calor que atingiu França entre 17 de junho e 02 de julho provocou 5.764 mortes em excesso, o valor mais elevado desde a canícula de 2003, revelou hoje a agência Santé publique France (SpF).</P><br />
<P>Metade destas mortes em excesso, que também afetou faixas etárias mais jovens, embora dois terços das vítimas tivessem 75 ou mais anos, foi registada em apenas três dias, entre 25 e 27 de junho, indicou a agência estatal.</P><br />
<P>O aumento da mortalidade por todas as causas &#8212; que ainda não pode ser atribuído com certeza ao calor &#8212; foi observado &#8220;em todos os grupos etários a partir dos 15 anos&#8221;, com &#8220;um aumento acentuado a partir dos 45 anos&#8221;, uma situação considerada &#8220;inédita&#8221; pelos especialistas.</P><br />
<P>Os dados sobre a mortalidade, que continuam a ser monitorizados e escrutinados nas últimas semanas, têm suscitado um intenso debate político em França, com a oposição a acusar o Governo de falta de preparação para as consequências das alterações climáticas.</P><br />
<P>O Governo francês tem procurado afastar comparações com a vaga de calor extremo de 2003, que causou cerca de 15 mil mortos em excesso, muitos deles em lares de idosos.</P><br />
<P>Ainda assim, o gabinete da ministra da Saúde francesa, Stéphanie Rist, salientou hoje que, &#8220;apesar do episódio extremamente intenso de junho (&#8230;), o número de mortes em excesso registado é claramente inferior&#8221; ao de 2003, lembrando que a vaga de calor desse ano durou cerca de três semanas, enquanto a deste ano se prolongou por 16 dias.</P><br />
<P>O especialista da SpF Guillaume Boulanger alertou, contudo, para a necessidade de prudência na comparação entre os dois episódios, separados por mais de duas décadas, devido à evolução dos sistemas de saúde e ao envelhecimento da população.</P><br />
<P>A agência estatal recordou que a recente vaga de calor, que afetou grande parte da Europa, foi marcada por uma &#8220;precocidade&#8221; e uma &#8220;duração sem precedentes&#8221;, atingindo praticamente toda a população francesa numa altura em que ainda decorriam atividades escolares e profissionais.</P><br />
<P>Dois terços das mortes em excesso registaram-se entre pessoas com 75 ou mais anos, grupo particularmente vulnerável devido ao estado de saúde mais frágil.</P><br />
<P>No entanto, a mortalidade aumentou também de forma significativa entre as pessoas com idades entre os 45 e os 64 anos, com 979 mortes em excesso, o equivalente a um aumento de 55% face ao esperado para este período.</P><br />
<P>A SpF sublinhou que estes números permanecem provisórios, aguardando-se para o outono uma avaliação das mortes efetivamente atribuíveis ao calor.</P><br />
<P>Segundo a agência, é provável que o balanço venha a aumentar, uma vez que parte das mortes atualmente classificadas como dentro da mortalidade normal poderá vir a ser atribuída às temperaturas extremas.</P><br />
<P>Na região de Paris, particularmente afetada, a mortalidade duplicou em relação ao nível habitual, com 1.999 óbitos.</P><br />
<P>As mortes aumentaram &#8220;em todos os tipos de estabelecimentos&#8221;, incluindo hospitais, lares e residências para idosos, mas &#8220;sobretudo nos domicílios&#8221;, destacou Guillaume Boulanger.</P><br />
<P>A este balanço juntam-se ainda cerca de 300 mortes em excesso registadas durante a primeira vaga de calor do ano, entre 24 e 28 de maio, menos intensa e mais curta. </P><br />
<P>França enfrentou ainda um terceiro episódio de calor extremo em meados deste mês de julho.</P><br />
<P>Segundo os especialistas, a exposição repetida a vagas de calor provoca um desgaste progressivo do organismo, afetando em especial crianças, idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade e doentes crónicos.</P><br />
<P>Embora os dias de canícula representem apenas entre 4% e 5% dos dias do verão, concentram cerca de 30% das mortes atribuíveis ao calor durante esse período.</P><br />
<P>&#8220;A exposição ao calor pode ter impacto na mortalidade durante todo o verão&#8221;, salientou Guillaume Boulanger.</P><br />
<P>Em 2025, foram contabilizadas em França cerca de 1.900 mortes atribuídas ao calor durante três episódios distintos de canícula, mas o número total de mortes atribuíveis às temperaturas elevadas entre 01 de junho e 30 de setembro desse ano atingiu aproximadamente 5.700.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792687]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>&#8220;A pergunta não é se vão pagar mais impostos. É quando&#8221;: CEO da miio explica como evitar um travão à transição elétrica</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:29:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Daniela Simões, CEO e cofundadora da miio, falou à 'Executive Digest' da forma como o Estado terá de encontrar uma nova solução de tributar a mobilidade, para garantir que essa mudança não compromete a transição energética]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, comprar um carro elétrico significou uma promessa simples: menos emissões, menos manutenção e um custo por quilómetro muito inferior ao de um automóvel a gasolina ou gasóleo. Mas, à medida que os elétricos conquistam quota de mercado, cresce uma pergunta que os Governos europeus já não conseguem ignorar: quando desaparecerem as receitas geradas pelos impostos sobre os combustíveis, quem vai compensar esse dinheiro?</p>
<p>É uma discussão que já começou em países como o Reino Unido, a Austrália ou os Estados Unidos e que, mais cedo ou mais tarde, também chegará a Portugal. Para Daniela Simões, CEO e cofundadora da miio, a questão já não é saber se o Estado terá de encontrar uma nova forma de tributar a mobilidade, mas sim garantir que essa mudança não compromete a transição energética.</p>
<p>&#8220;A pergunta não é &#8216;se&#8217;, é &#8216;quando&#8217;. E sobretudo &#8216;como&#8217;. Não é uma opinião contra os elétricos, é aritmética orçamental.&#8221;</p>
<p>A responsável, em entrevista à &#8216;Executive Digest&#8217;, lembra que o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) continua a representar uma importante fonte de receita para o Estado. À medida que o parque automóvel se eletrifica, essa base fiscal diminuirá de forma inevitável, obrigando os governos a procurar alternativas.</p>
<p>&#8220;Se o desenho for inteligente, pode ser neutro para o condutor e apenas substituir uma fonte de receita por outra equivalente. Se for mal calibrado, pode travar precisamente a transição energética que se pretende incentivar&#8221;, alerta.</p>
<p><strong>Uma taxa para os elétricos? &#8220;Seria o desenho errado&#8221;</strong></p>
<p>Apesar de considerar inevitável uma revisão da fiscalidade automóvel, Daniela Simões acredita que Portugal ainda não está na fase de discutir um imposto específico para veículos elétricos.</p>
<p>&#8220;Acho prematuro e, sobretudo, acho que criar uma taxa dedicada ao elétrico seria o desenho errado.&#8221;</p>
<p>Na sua perspetiva, antes de criar novos impostos poderá fazer mais sentido rever alguns benefícios atualmente atribuídos aos elétricos, como determinadas vantagens fiscais para empresas, em vez de penalizar diretamente quem opta por esta tecnologia.</p>
<p>Caso Portugal avance, no futuro, para um modelo semelhante ao que está a ser estudado noutros países, a CEO da miio defende que esse mecanismo não deve distinguir tecnologias.</p>
<p>&#8220;Se um dia se avançar para um modelo de taxa de utilização, essa taxa devia aplicar-se a todos os veículos, mantendo alguma assimetria a favor do elétrico enquanto o objetivo do país for acelerar a adoção.&#8221;</p>
<p><strong>O risco de penalizar quem já parte em desvantagem</strong></p>
<p>Entre as soluções debatidas além-fronteiras encontra-se a criação de uma taxa sobre os carregamentos efetuados na rede pública. Para Daniela Simões, essa hipótese criaria uma desigualdade difícil de justificar.</p>
<p>Quem dispõe de garagem pode carregar em casa a preços mais baixos. Já quem vive em apartamentos ou não tem estacionamento privado depende dos postos públicos e acabaria por suportar um custo acrescido.</p>
<p>&#8220;Qualquer modelo de tributação futura deve ser neutro relativamente ao ponto de acesso à energia, sob pena de criar um sistema regressivo que penaliza quem tem menos alternativas, não quem tem mais.&#8221;</p>
<p>Na prática, acrescenta, uma medida deste tipo acabaria por atingir precisamente os condutores que enfrentam maiores dificuldades para aderir à mobilidade elétrica, sobretudo nos grandes centros urbanos.</p>
<p><strong>A maior vantagem dos elétricos continua a estar em risco</strong></p>
<p>Se há um argumento que continua a convencer milhares de portugueses a trocar um automóvel a combustão por um elétrico, esse argumento continua a ser económico.</p>
<p>&#8220;O custo por quilómetro é hoje o principal argumento comercial do elétrico, mais até do que a sustentabilidade.&#8221;</p>
<p>É precisamente por isso que Daniela Simões considera essencial que qualquer alteração fiscal seja introduzida de forma gradual e previsível.</p>
<p>&#8220;Isso não significa que a fiscalidade deva ficar congelada indefinidamente. Significa que a introdução tem de ser gradual, previsível e comunicada com antecedência, para não gerar um choque que trava a curva de adoção antes de esta atingir escala.&#8221;</p>
<p><strong>Os condutores querem previsibilidade, não novos cálculos</strong></p>
<p>Se o debate político já começou a olhar para a forma como os veículos elétricos poderão vir a contribuir para as receitas do Estado, quem já conduz um elétrico parece estar preocupado com outras questões.</p>
<p>A miio acompanha atualmente mais de meio milhão de condutores em Portugal e, segundo Daniela Simões, os dados mostram uma realidade diferente daquela que muitas vezes domina o debate público.</p>
<p>&#8220;O que observamos junto de uma base de mais de meio milhão de condutores elétricos em Portugal é que a preocupação dominante não é o receio de impostos futuros. É a previsibilidade do custo mensal, a fiabilidade e a simplicidade.&#8221;</p>
<p>Mais do que procurar o carregamento mais barato, explica, os utilizadores querem saber quanto vão gastar e ter a garantia de que o posto estará operacional quando dele precisarem.</p>
<p>&#8220;Os condutores querem saber quanto vão gastar e, acima disso, que o posto vai funcionar e estar livre quando chegarem. A instabilidade e a falta de transparência preocupam mais do que a eventualidade de uma taxa que ainda não existe.&#8221;</p>
<p>Para a CEO da miio, esta é uma mensagem importante para decisores políticos e operadores do setor: a confiança dos consumidores constrói-se através da previsibilidade e da simplicidade, não da incerteza.</p>
<p><strong>&#8220;O nosso trabalho nunca está concluído&#8221;</strong></p>
<p>Foi precisamente para responder a essa necessidade que nasceu a miio. Apesar da rápida evolução do mercado da mobilidade elétrica, Daniela Simões garante que a missão da empresa permanece praticamente inalterada desde o primeiro dia.</p>
<p>&#8220;O nosso foco continua a ser o mesmo desde o primeiro dia: simplificar a experiência de carregamento e dar aos condutores total transparência sobre os custos. É um trabalho que nunca está concluído.&#8221;</p>
<p>À medida que surgem novos operadores, novas regras e diferentes modelos de negócio, o desafio passa por continuar a oferecer uma experiência simples num ecossistema cada vez mais complexo.</p>
<p>Mas crescer, sublinha, não significa apenas conquistar mais utilizadores.</p>
<p>&#8220;Enquanto empresa, o desafio passa também por conseguir acompanhar esse crescimento mantendo a agilidade e a eficiência que sempre nos caracterizaram. Crescer não significa necessariamente aumentar a estrutura ao mesmo ritmo; significa conseguir servir mais utilizadores, acrescentar mais valor e continuar a inovar de forma sustentável.&#8221;</p>
<p><strong>A transição não pode pagar a fatura sozinha</strong></p>
<p>Para Daniela Simões, é difícil imaginar um futuro em que os veículos elétricos continuem para sempre à margem da evolução fiscal que inevitavelmente acompanhará a transformação do parque automóvel.</p>
<p>A questão, insiste, não é encontrar uma forma de cobrar mais aos condutores, mas desenhar um modelo que substitua, de forma equilibrada, a receita que hoje entra através dos combustíveis fósseis.</p>
<p>Se esse equilíbrio falhar, alerta, o risco é evidente: transformar a fiscalidade num obstáculo precisamente quando a mobilidade elétrica começa a consolidar-se junto de um número crescente de portugueses.</p>
<p>A discussão, conclui, já deixou de ser apenas ambiental ou tecnológica. É também económica e orçamental. E a forma como for conduzida poderá determinar o ritmo da transição energética durante a próxima década.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792688]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 130 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:13:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 130 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 130 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</P><br />
<P>O balanço anterior, divulgado na segunda-feira, indicava 121 portugueses e lusodescendentes mortos.</P><br />
<P>Entre os 130 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 102 eram adultos e 28 menores, 112 tinham também a nacionalidade venezuelana.</P><br />
<P>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 31 cidadãos portugueses.</P><br />
<P>O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.346, segundo o último balanço oficial divulgado na terça-feira.</P><br />
<P>De acordo com o relatório diário publicado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, 5.346 pessoas perderam a vida na catástrofe, contra 5.278 registadas no dia anterior. O número de feridos mantém-se em 16.740.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792679]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo Arrow notifica Concorrência sobre aquisição de hotel e casino em Tróia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:12:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tróia]]></category>
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					<description><![CDATA[A sociedade Flecha Lux, do grupo Arrow, notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a aquisição da Grano Salis e da CHT, que detêm o Tróia Design Hotel e o casino do mesmo hotel, de acordo com um comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A sociedade Flecha Lux, do grupo Arrow, notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a aquisição da Grano Salis e da CHT, que detêm o Tróia Design Hotel e o casino do mesmo hotel, de acordo com um comunicado.</P><br />
<P>Segundo a AdC, a &#8220;operação de concentração consiste na aquisição, pela Flecha Lux S.à.r.l. do controlo exclusivo da Grano Salis &#8212; Investimentos Turísticos, jogos e Lazer, S.A. e da CHT &#8212; Casino Hotel de Tróia&#8221;.</P><br />
<P>A Concorrência detalhou que a Flecha Lux é uma sociedade do grupo Arrow, que em Portugal, está ativo, &#8220;essencialmente, na gestão de créditos vencidos e de cobrança duvidosa e em investimentos imobiliários, na exploração de alojamentos turísticos e de campos de golfe, na produção de pavimentos e revestimentos cerâmicos e na comercialização de mobiliário e equipamentos para a hotelaria&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a AdC, na Península de Tróia, &#8220;explora ativos de alojamento turístico, marinas e portos de recreio, serviços de transporte marítimo em ferry, bem como concessões de praia e apoios balneares. Integra o grupo TDR, o qual também opera em Portugal as atividades de &#8216;renting&#8217; e &#8216;leasing&#8217; automóvel&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, as empresas alvo da operação são sociedades que integram, em conjunto, o complexo turístico e de lazer denominado &#8220;Tróia Design Hotel e Casino do Tróia Design Hotel&#8221;, na Península de Tróia, Alentejo.</P><br />
<P>&#8220;A Grano Salis é uma sociedade ativa na exploração do empreendimento turístico Tróia Design Hotel e titular da concessão de exploração do Casino do Tróia Design Hotel&#8221;, indicou, e a CHT é &#8220;ativa na exploração hoteleira e de um casino, titular de ativos imobiliários e concessões relacionadas com o complexo Casino Hotel de Tróia&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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