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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Jul 2026 20:55:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Incêndios: Governo prolonga situação de alerta até às 23:59 de quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo decretou hoje a prorrogação da situação de alerta em vigor, desde as 00:01 de terça-feira até às 23:59 de quinta-feira em 10 distritos de Portugal Continental, informou o Ministério da Administração Interna (MAI), em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo decretou hoje a prorrogação da situação de alerta em vigor, desde as 00:01 de terça-feira até às 23:59 de quinta-feira em 10 distritos de Portugal Continental, informou o Ministério da Administração Interna (MAI), em comunicado.</P><br />
<P>A decisão abrange os distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro e justifica-se com &#8220;a manutenção da onda de calor&#8221; e com &#8220;previsões meteorológicas ainda de grande adversidade para os próximos dias nos distritos do interior do país&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>A hipótese de as temperaturas máximas superarem 35 graus Celsius, a humidade relativa do ar inferior a 20%, em especial no Algarve, no interior e no vale do Tejo, a possibilidade de trovoada seca e as eventuais rajadas de vento superiores a 40 quilómetros por hora incluem-se entre as explicações do Governo para prolongar uma situação que vigora desde sexta-feira.</P><br />
<P>A declaração implica, simultaneamente, a proibição de &#8220;acesso, circulação e permanência&#8221; no interior de certos espaços e caminhos florestais, bem como da realização de queimadas e queimas, incluindo as autorizadas, e de trabalho em espaços florestais com maquinaria (exceto para combate de incêndios) e nos restantes espaços rurais &#8220;com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal&#8221;.</P><br />
<P>De fora das restrições ficam os trabalhos associados à alimentação de animais e cultivo dos campos, desde que decorram em zonas de regadio ou sem florestas, sejam essenciais e inadiáveis, e não haja o risco de ignição; a &#8220;extração de cortiça por métodos manuais e a extração (cresta) de mel&#8221;, sem material incandescente; e os trabalhos de construção civil inadiáveis, com mitigação do risco de incêndio.</P><br />
<P>É também permitida realização, entre o pôr do sol e as 11:00, de &#8220;trabalhos de colheita de culturas agrícolas com a utilização de máquinas, nomeadamente ceifeiras debulhadoras&#8221;, e de &#8220;operações de exploração florestal de corte, rechega e transporte&#8221;, &#8220;desde que sejam adotadas medidas de mitigação de risco de incêndio rural e comunicada a sua realização ao Serviço Municipal de Proteção Civil territorialmente competente&#8221;.</P><br />
<P>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitira, no sábado, que era provável a situação de alerta manter-se na semana em curso, face ao calor esperado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786070]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro diz que imprensa regional é pilar da Democracia e referência de proximidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:40:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, defendeu hoje que a imprensa regional é um pilar da democracia, um agente de desenvolvimento das comunidades locais e uma referência de proximidade, credibilidade e serviço público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, defendeu hoje que a imprensa regional é um pilar da democracia, um agente de desenvolvimento das comunidades locais e uma referência de proximidade, credibilidade e serviço público.</P><br />
<P>&#8220;A imprensa regional é muito mais do que um meio de comunicação. É um pilar da democracia e um agente de desenvolvimento das nossas comunidades&#8221;, sublinhou o chefe de Estado, em Braga, ao discursar na gala comemorativa do centenário do jornal Correio do Minho.</P><br />
<P>António José Seguro afirmou ainda que é através da imprensa regional que os cidadãos acompanham as decisões locais, conhecem os problemas da sua região e participam de forma mais informada na vida pública.</P><br />
<P>&#8220;Ao mesmo tempo, a imprensa regional fiscaliza o poder, promove a transparência e dá voz a quem, muitas vezes, não encontra espaço nos grandes meios de comunicação. Além disso, valoriza a identidade, a cultura, as empresas e os projetos locais, contribuindo para o desenvolvimento económico, social e cultural das regiões&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Para o chefe de Estado, &#8220;num tempo marcado pela desinformação e pela rapidez das redes sociais, o jornalismo regional continua a ser uma referência de proximidade, credibilidade e serviço público&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Defender a imprensa regional é defender uma democracia mais forte e comunidades mais informadas, participativas e preparadas para enfrentar os desafios do futuro&#8221;, vincou o Presidente da República.</P><br />
<P>Seguro revelou que ele próprio, quando era &#8220;muito mais novo&#8221;, foi um dos fundadores e o primeiro diretor de um jornal local.</P><br />
<P>&#8220;Adorei a experiência. A descoberta, a aprendizagem das rotinas ou os contactos que fui estabelecendo, designadamente com o Jornal do Fundão. Confesso que, se hoje desempenhasse esse papel, viveria momentos de inquietação. Como garantir a sustentabilidade e a continuidade de um jornal regional? Pelos números a que acedi, o Correio do Minho terá, em média, cerca de 80 mil leitores&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O chefe de Estado enalteceu no Fórum Braga o percurso do Correio do Minho, dando conta de que o jornal centenário tem hoje edição impressa e &#8216;online&#8217;, uma aposta no multimédia e no &#8216;crossmedia&#8217; e, &#8220;sabiamente, desenvolveu uma estratégia de aproximação à Galiza&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;São sinais positivos, sem dúvida. Mas os indicadores que recebemos das tendências de consumo e dos relatórios sobre a atividade dos órgãos de comunicação social são manifestos de incerteza e de angústia&#8221;, alertou Seguro.</P><br />
<P>O chefe de Estado avisa que, &#8220;ao difícil processo de digitalização, à concorrência feroz das plataformas globais, juntam-se agora as dificuldades criadas pelos &#8216;chatbots&#8217; de inteligência artificial no consumo de notícias&#8221;, processando &#8220;informação produzida por outros e [que] interrompem o caminho do utilizador até aos &#8216;sites&#8217; que efetivamente produzem essa informação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É mais um desafio para uma indústria já em crise. E é mais um alerta. Para os gestores dos órgãos de comunicação e para as entidades públicas nacionais e europeias sobre a necessidade de avaliar os efeitos profundamente negativos que este fenómeno pode gerar&#8221;, frisou António José Seguro.</P><br />
<P>Em última análise, sustenta o Presidente, &#8220;está em causa a diversidade de vozes, substituída pelo ruído polarizador&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Está em causa o jornalismo de proximidade com as linguagens e narrativas próprias das culturas locais e regionais, que nenhum algoritmo saberá replicar&#8221;, advertiu Seguro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786069]]></sapo:autor>
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		<title>Óbito/João Milagre: Ministra da Cultura recorda &#8220;contributos inestimáveis para as artes&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, recordou hoje os "contributos inestimáveis para as artes" do cineasta, professor e produtor João Milagre, cofundador da Galeria Zé dos Bois.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, recordou hoje os &#8220;contributos inestimáveis para as artes&#8221; do cineasta, professor e produtor João Milagre, cofundador da Galeria Zé dos Bois.</P><br />
<P>&#8220;Figura singular e multifacetada da cultura portuguesa, deixa-nos um legado de décadas com inúmeros projetos e contributos inestimáveis para as artes&#8221;, escreve Balseiro Lopes, na rede social &#8216;X&#8217;.</P><br />
<P>O cineasta, produtor cultural e docente da Escola Superior de Teatro e Cinema João Milagre morreu aos 56 anos, realizando-se o seu funeral na terça-feira, no cemitério dos Olivais, em Lisboa, anunciou o Instituto Politécnico de Lisboa (IPL).</P><br />
<P>O IPL recordou &#8220;o inestimável contributo&#8221; de João Milagre para a Escola Superior de Teatro e Cinema, para o Politécnico de Lisboa e para a comunidade artística e académica&#8221;.</P><br />
<P>Nascido em Lisboa, em 1969, João Milagre licenciou-se na Escola Superior de Teatro e Cinema, no ramo de Realização, tendo desenvolvido um percurso artístico, técnico e pedagógico &#8220;marcado pela diversidade, criatividade e por uma ligação permanente ao cinema, à televisão, ao teatro, à música e aos novos media&#8221;, destacou o IPL.</P><br />
<P>Técnico de cinema, especializou-se na área da assistência de realização, tendo trabalhado com cineastas como Manoel de Oliveira, José Fonseca e Costa, Luís Fonseca, Francisco Manso, Vicente Jorge Silva, Bille August, Patrice Chéreau, Charles Sturridge e Tom Clegg, entre muitos outros. </P><br />
<P>Ao longo da sua carreira desempenhou também funções na área da produção, realizou e escreveu para televisão, produziu espetáculos de teatro para a Casa Conveniente e colaborou com a Akademya Lusoh-Galáktika, projeto transversal de ensino, investigação e produção de Edgar Pêra.</P><br />
<P>Foi ainda fundador da Galeria Zé dos Bois, em Lisboa. João Milagre tinha também uma forte ligação à música, tendo integrado diversos projetos de sons contemporâneos, sobretudo como baixista.</P><br />
<P>Na Escola Superior de Teatro e Cinema, onde atualmente presidia ao Conselho Pedagógico, João Milagre deu aulas de Produção e Argumento. No IPL, João Milagre estava integrado no Centro de Desenvolvimento e Inovação Pedagógica.</P><br />
<P></P><br />
<P>MAG/AL // PDF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786068]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Associações empresariais do Algarve avançam com fusão para reforçar representação do turismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:26:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A fusão das duas associações empresariais de hotelaria do Algarve deverá ficar concluída até ao final do ano, disse hoje à Lusa o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A fusão das duas associações empresariais de hotelaria do Algarve deverá ficar concluída até ao final do ano, disse hoje à Lusa o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).</P><br />
<P>O memorando de entendimento que formaliza o processo de fusão da AHETA e da Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve (AHISA) e a criação da nova Associação de Empresas Turísticas do Algarve (AETA) foi hoje assinado em Albufeira, no distrito de Faro.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa após a assinatura do documento, o presidente da AHETA, Hélder Martins, destacou que a aproximação entre as duas associações &#8220;surge após vários anos de tentativas falhadas de entendimento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estiveram durante anos de costas voltadas, houve muitas tentativas entre elementos das duas direções, mas nunca se conseguiu&#8221;, afirmou, considerando que o avanço agora registado resultou da vontade das atuais lideranças de concretizar &#8220;uma união há muito discutida&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Hélder Martins, as duas associações partilham objetivos comuns e representam setores complementares da atividade turística.</P><br />
<P>&#8220;É preciso haver vontade, é preciso ter a noção de que ambas as associações têm um propósito muito comum&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>O dirigente explicou que a AHISA, criada em 1971, com cerca de 900 associados, integra os setores da hotelaria e da restauração, enquanto a AHETA, com 300 associados, representa a hotelaria, a animação turística e a atividade imobiliária ligada ao turismo, defendendo que a junção &#8220;permitirá criar uma estrutura mais abrangente e representativa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desta vez encontraram-se duas pessoas com vontade e bastou uma conversa numa cerimónia oficial. Começámos a trabalhar a partir daí, os nossos advogados começaram a construir este documento e chegamos ao dia de hoje sem pressa&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A futura entidade, Associação de Empresas Turísticas do Algarve (AETA), adota uma designação que &#8220;reflete um âmbito mais alargado do que a representação exclusiva da hotelaria&#8221;, abrindo a adesão a diferentes empresas ligadas ao turismo, destacou o responsável.</P><br />
<P>&#8220;AETA foi um nome de acordo com as duas entidades, porque era mais abrangente. No fundo, é uma associação de empresas turísticas e não uma associação só de hotéis ou similares&#8221;, notou Hélder Martins.</P><br />
<P>O presidente da AHETA sustentou que a nova estrutura permitirá reforçar a capacidade de representação do setor junto das entidades públicas e privadas, numa região onde o turismo assume um papel central na economia.</P><br />
<P>&#8220;Várias empresas turísticas vão poder aderir à associação e vamos poder ter mais abrangência&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O dirigente considerou ainda que a fusão contraria uma tendência histórica de fragmentação associativa na região.</P><br />
<P>&#8220;Não é tradição no Algarve. A tradição no Algarve é separar, é desagregar. Espero que isto constitua um elemento para que as pessoas percebam que juntos temos mais força&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Apesar da assinatura do memorando, o responsável reconheceu que o processo ainda dependerá de vários procedimentos administrativos e legais, incluindo o registo da nova entidade, mas mostrou-se confiante de que a fusão estará concretizada até ao final de 2026.</P><br />
<P>Já o presidente da AIHSA, Daniel do Adro, considerou que a fusão &#8220;é fundamental para representar os desígnios comuns dos empresários turísticos e enfrentar os desafios futuros do setor&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É essencial e fundamental que a região fale a uma só voz, com capacidade para defender o setor e os associados&#8221;, concluiu o empresário.</P><br />
<P>A cerimónia de assinatura do memorando de entendimento foi presidida pelo secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, tendo participado também os presidentes do Turismo de Portugal, Carlos Abade, e da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786067]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Óbito/Luísa Cunha: Museus e galerias destacam &#8220;obra singular&#8221; na arte contemporânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:13:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A "obra singular" de Luísa Cunha e a sua importância na arte contemporânea são destacadas por diferentes instituições, em mensagens de reação à morte da artista plástica, ocorrida hoje, em Lisboa, aos 77 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A &#8220;obra singular&#8221; de Luísa Cunha e a sua importância na arte contemporânea são destacadas por diferentes instituições, em mensagens de reação à morte da artista plástica, ocorrida hoje, em Lisboa, aos 77 anos.</P><br />
<P>A Fundação EDP e a direção do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), que acolheu a retrospetiva da artista em 2023, recordam &#8220;uma profunda relação de trabalho e amizade&#8221; com Luísa Cunha, numa mensagem enviada à agência Lusa. </P><br />
<P>&#8220;A sua prática artística ocupa um lugar único na arte contemporânea portuguesa, distinguindo-se pela subtileza, pelo rigor conceptual e pela capacidade de transformar o quotidiano em experiência estética&#8221;, lê-se na mensagem, destacando &#8220;uma obra singular, recorrendo à escrita, ao desenho, à fotografia, ao som e à instalação para explorar a linguagem, a perceção e a escuta&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Particularmente marcantes são as suas instalações sonoras, nas quais a palavra &#8212; quase sempre dita pela própria artista &#8212; surpreende o visitante pela só aparente simplicidade dos enunciados, convocando uma escuta atenta e uma nova consciência do espaço&#8221;, adianta.</P><br />
<P>Vencedora do Grande Prémio Fundação EDP, em 2021, Luísa Cunha apresentou no MAAT Central, sob curadoria de Isabel Carlos, a exposição retrospetiva &#8220;Hello! Are you there?&#8221;, mostra &#8220;acompanhada por um catálogo de referência que reuniu e aprofundou o seu percurso artístico&#8221;. </P><br />
<P>Hoje, a Fundação EDP e a direção do MAAT, liderada pelo historiador de arte João Pinharanda, recordam que é uma das muitas obras de Luísa Cunha &#8220;que acolhe os visitantes da exposição da Coleção de Arte da Fundação EDP&#8221;, que vai ficar no MAAT Central até fevereiro de 2027: &#8220;Turn Around, You Look So Beautiful&#8221;, peça que dá título à mostra e &#8220;generosamente convida o visitante a olhar em seu redor&#8221; e &#8220;a valorizar a sua própria imagem&#8221;.</P><br />
<P>O Centro de Artes Visuais de Coimbra (CAV), que acolheu a mais recente exposição individual de Luísa Cunha, &#8220;Há mais para além do que os olhos conseguem ver&#8221;, também reagiu à morte da artista, reconhecendo-a como &#8220;uma das mais importantes da arte contemporânea portuguesa, cujo trabalho marcou de forma singular várias gerações&#8221;,</P><br />
<P>A exposição &#8220;Há mais para além do que os olhos conseguem ver&#8221;, com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, esteve patente no CAV desde dezembro do ano passado a março deste ano, e constituiu &#8220;uma ampla apresentação&#8221; da obra de Luísa Cunha, com novos trabalhos sonoros.</P><br />
<P>O CAV, dirigido por Albano Silva Pereira, recorda hoje a &#8220;presença generosa&#8221; da artista, a sua &#8220;boa disposição e entusiasmo&#8221; e presta &#8220;homenagem ao seu extraordinário percurso e ao legado incontornável que deixa à arte contemporânea portuguesa&#8221;.</P><br />
<P>Também o Museu Zer0, em Santa Catarina de Fonte do Bispo, no Algarve, dedicado à arte digital, recorda &#8220;uma das vozes mais singulares da arte contemporânea portuguesa&#8221;, numa mensagem publicada nas suas redes sociais. </P><br />
<P>&#8220;Luísa Cunha construiu um percurso artístico de enorme originalidade, reconhecido nacional e internacionalmente, deixando um legado inconfundível&#8221;, lê-se na mensagem do Museu Zer0, acompanhada de uma imagem da instalação sonora da artista &#8220;É AQUI!&#8221;.</P><br />
<P>A empresa municipal de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural &#8211; Lisboa Cultura, através das redes sociais, escolheu uma citação de Luísa Cunha, na Bienal de S. Paulo, em 2021, em jeito de homenagem: &#8220;Tudo o que sou e tudo o que acumulei ao longo da minha vida. Tudo o que vi, as pessoas que amei, tudo. As leituras que fiz. Os filmes que vi, tudo. Conversas com pessoas. Tudo isso é uma grande fonte que tenho dentro de mim. E é com essa fonte que produzo as obras&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, a editora Sistema Solar escolheu igualmente uma frase de Luísa Cunha, para as suas redes sociais: &#8220;Acho que o meu trabalho é muito parecido com a minha vida&#8221;. </P><br />
<P>A editora publicou o livro de conversas entre a artista e os curadores Sara Antónia Matos, Pedro Faro e Hugo Dinis, assim como o catálogo da exposição &#8220;O Material Não Aguenta&#8221;, que esteve no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa, em 2018-2019, num diálogo com a obra de Júlio Pomar. </P><br />
<P>&#8220;O mais importante, sempre mais importante, lembra-nos a obra de Luísa Cunha e de Júlio Pomar, é manter a liberdade de pensamento&#8221;, lê-se no &#8216;site&#8217; da Sistema Solar sobre esta edição.</P><br />
<P>O Atelier Júlio Pomar, dirigido por Sara Antónia Matos, por seu lado, &#8220;relembra com muita admiração e carinho toda a dedicação e cumplicidade da artista Luísa Cunha (1949-2026), nos vários momentos partilhados&#8221; e nessa &#8220;desafiante exposição&#8221;. </P><br />
<P>A Escola das Artes da Universidade Católica do Porto refere-se a Luísa Cunha como &#8220;figura maior da arte contemporânea portuguesa&#8221;, que soube construir, &#8220;ao longo de mais de três décadas, uma prática artística singular, marcada pela exploração da palavra, do som, da imagem e do espaço&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Através de gestos mínimos, de um humor subtil e de uma atenção extraordinária ao quotidiano, desenvolveu uma obra que continua a desafiar os modos de ver, ouvir e pensar&#8221;.</P><br />
<P>A Escola das Artes disponibiliza ainda, na sua página na rede Facebook, &#8220;a gravação da inesquecível conversa&#8221; de Luísa Cunha com estudantes, docentes e investigadores da Católica Porto, numa conferência sobre o seu trabalho, realizada em maio de 2021, &#8220;para que nunca deixemos de ouvir a sua voz e a sua gargalhada únicas&#8221;.</P><br />
<P>A Galeria Miguel Nabinho, em Lisboa, que representa a artista, garante, por seu lado, que o legado de Luísa Cunha &#8220;permanecerá como uma referência incontornável no estudo das práticas conceptuais desenvolvidas nas últimas décadas do meio artístico português&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786066]]></sapo:autor>
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		<title>LiveModeTV assegura direitos da Taça Intercontinental FIFA 2026 em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:04:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A LiveModeTV assegurou os direitos da Taça Intercontinental FIFA 2026 em Portugal, competição que decorre em dezembro e que reúne os campeões de cada continente, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A LiveModeTV assegurou os direitos da Taça Intercontinental FIFA 2026 em Portugal, competição que decorre em dezembro e que reúne os campeões de cada continente, foi anunciado. </P><br />
<P>&#8220;Estamos muito contentes por divulgar que teremos a transmissão de jogos da Taça Intercontinental FIFA na LiveModeTV. Depois de anunciarmos o Campeonato do Mundo Feminino FIFA 2027, esta é uma prova de que continuamos a apostar nas maiores competições do futebol internacional. Apesar de não existirem clubes portugueses a participar, o Paris Saint-Germain já está na final e conta com jogadores internacionais portugueses que os adeptos acompanham atualmente ao serviço da Seleção Nacional&#8221;, afirmou, em comunicado, o General Manager da LiveModeTV Portugal, João Mesquita. </P><br />
<P>O Paris Saint-Germain, que venceu da UEFA Champions League, vai direto para a final. No plantel estão jogadores como Vitinha, João Neves e Nuno Mendes. </P><br />
<P>Do outro lado vão estar os campeões da América do Sul e do Norte, África, Ásia e Oceânia. A competição tem eliminação direta.</P><br />
<P>A LiveModeTV estreou em Portugal com a transmissão dos Jogos do Campeonato do Mundl de 2026 no YouTube e na Prime Video.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786065]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos sobe para 3.535 e de feridos mantém-se em 16.740</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:04:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dois sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial, divulgado hoje pelo Governo venezuelano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os dois sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial, divulgado hoje pelo Governo venezuelano.</P><br />
<P>O balanço contabiliza mais 193 mortos em relação ao anterior, publicado no domingo, e 16.740 feridos, o mesmo número registado no domingo.</P><br />
<P>Mais de 17 mil pessoas estão desalojadas e 856 edifícios foram danificados ou destruídos, informaram ainda as autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 96 portugueses e lusodescendentes, e outros 60 estão desaparecidos ou incontactáveis, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786064]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Portugal e Espanha empatam 0-0 ao intervalo do jogo dos &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 19:57:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal terminou hoje a primeira parte do encontro com a Espanha com uma igualdade a zero, no quinto jogo dos oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, em Arlington, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal terminou hoje a primeira parte do encontro com a Espanha com uma igualdade a zero, no quinto jogo dos oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, em Arlington, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Oyarzabal (oito minutos), Yamal e Baena (16) e Pedri (31) estiveram nas melhores ocasiões de Espanha, enquanto Cristiano Ronaldo (37) e Nuno Mendes (41), que acertou na barra, poderiam ter marcado para Portugal, mas o &#8216;nulo&#8217; não se alterou.</P><br />
<P>O vencedor do embate entre Portugal e a Espanha vai defrontar nos quartos de final, em jogo marcado para sexta-feira, em Inglewood, pela 12:00 locais (20:00 em Lisboa), o vencedor do embate entre os Estados Unidos e a Bélgica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786063]]></sapo:autor>
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		<title>Nova ponte de Viana do Castelo sobre o rio Lima pronta no final do mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 19:38:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara de Viana do Castelo disse hoje que a nova ponte sobre o rio Lima fica concluída "este mês", não se mostrando "preocupado" com a inauguração da infraestrutura, orçada em 19,5 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Câmara de Viana do Castelo disse hoje que a nova ponte sobre o rio Lima fica concluída &#8220;este mês&#8221;, não se mostrando &#8220;preocupado&#8221; com a inauguração da infraestrutura, orçada em 19,5 milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;O que importa mesmo é concluir a obra neste mês e, deixá-la em segurança. Foi difícil, foi um processo complexo, mas que está a chegar ao seu término em termos do que é a formalidade, em termos do que foi formalidade, o que é também a sua execução&#8221;, afirmou o socialista Luís Nobre aos jornalistas no final da reunião do executivo municipal.</P><br />
<P>&#8220;Não estou tão preocupado [com a inauguração da nova ponte sobre o rio Lima], prepararemos esse processo depois com toda tranquilidade&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>A travessia terá cerca de 1,95 quilómetros e ligará a EN 203, em Deocriste, à EN 202, em Nogueira. </P><br />
<P>Luís Nobre disse que &#8220;fechar todo processo de construção da nova ponte é, naturalmente, encerrar o processo junto de todas as entidades, mas, neste caso, em particular junta da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N)&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O processo de financiamento, o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Nesse sentido, concluir a obra, fechar formalmente o processo e depois pensar na inauguração ou na abertura pode ser também desencontrada. A abertura e a inauguração podem ser desencontradas. Neste momento, (&#8230;)  foquem-se mesmo em acabar e no prazo&#8221;, afirmou o autarca.</P><br />
<P>O valor da empreitada, de 2024, já sofreu acréscimos, desde 215.613 euros, mais IVA, para trabalhos complementares e 176.533 euros, mais IVA, para reequilíbrio financeiro.</P><br />
<P>Luís Nobre admitiu que &#8220;a obra saiu mais cara do que o esperado&#8221;, argumentando &#8220;não se constrói uma ponte todos os dias, com a complexidade que tem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não esperaríamos também os quatro meses de pluviosidade que tivemos, entre novembro e fevereiro, que foram absolutamente atípicos e trouxeram aqui uma dificuldade muito grande em termos do que são obras de construção civil&#8221;, apontou.</P><br />
<P>&#8220;São obras de exterior, expostas áreas inundáveis, com o leito do rio a subir em momentos críticos do que era a execução da obra e, naturalmente, nós conseguimos ultrapassar&#8221;, reforçou.   </P><br />
<P>O autarca sublinhou que &#8220;em 50 anos de democracia, Viana do Castelo assumiu contratar a execução de um projeto, assumiu o lançamento de uma empreitada, construiu uma ponte, garante também o seu financiamento nos termos que todos conhecem e conclui em tempo recorde&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Luís Nobre, &#8220;há quatro anos, não só em Lisboa, muitos vianenses não acreditavam que fosse possível construir uma ponte em Viana do Castelo por iniciativa ou sob responsabilidade do município&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós provamos que é possível. A equipa política, a liderança, a equipa política e técnica do município provou que, se nos derem confiança, competências e os meios para fazer, nós fazemos também. Sabemos fazer bem e cumprindo os prazos que aqui também era importante deixar esta segurança. Nós, com todas as vicissitudes, com a contestação, sem regimes excecionais, sem dispensa do visto prévio do Tribunal de Contas, cumprimos esta tarefa com esta componente de inovação&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Em dezembro de 2024, quando a obra foi consignada, foi referido um investimento de 23 milhões de euros financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e 510 dias de execução.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786061]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal deve reforçar &#8220;sentimento de comunidade nacional&#8221; mas sem xenofobia &#8212; Durão Barroso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo primeiro-ministro Durão Barroso defendeu hoje que Portugal deve reforçar o "sentimento de comunidade nacional", mas sem xenofobia, mas também a sua vocação atlântica sem esquecer a relação especial com os países que falam português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo primeiro-ministro Durão Barroso defendeu hoje que Portugal deve reforçar o &#8220;sentimento de comunidade nacional&#8221;, mas sem xenofobia, mas também a sua vocação atlântica sem esquecer a relação especial com os países que falam português.</P><br />
<P>Durão Barroso foi o orador convidado das jornadas parlamentares do PSD/CDS-PP, que decorrem até terça-feira, em Cascais (distrito de Lisboa), numa intervenção sobre &#8220;A Europa, o Mundo, algumas reflexões a partir de Portugal&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Temos o dever de reforçar os sentimentos de comunidade nacional, que alguns procuram pôr em causa. Podemos dizer que o patriotismo não é o nacionalismo, o nacionalismo é o ódio dos outros, o patriotismo é o amor do que é nosso&#8221;, disse.</P><br />
<P>O antigo presidente do PSD elogiou &#8220;a belíssima decisão&#8221; do Governo PSD/CDS-PP de comemorar os 900 anos da fundação de Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Vamos reforçar o nosso sentimento de comunidade nacional, mas num sentido de abertura, e não num sentido de chauvinismo ou de xenofobia&#8221;, apelou. </P><br />
<P>Ao mesmo tempo, elogiou a cumplicidade de Portugal com os países de expressão portuguesa e, em dia de jogo da seleção nacional de futebol, partilhou uma história relacionada com o Mundial, após o jogo entre Cabo Verde e Espanha, ainda na fase de grupos, que acabou empatado.</P><br />
<P>&#8220;Estava cá um amigo meu, uma grande personalidade espanhola, que estava um bocado desiludido e me disse: vocês estavam todos contra a Espanha, estavam por Cabo Verde. E eu disse: tens de compreender uma coisa, vocês são &#8216;nuestros hermanos&#8221;, eles são nossos filhos&#8221;, referiu, provocando risos entre a plateia.</P><br />
<P>Numa intervenção muito crítica para a lentidão das decisões na União Europeia, o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros exortou Portugal a não descurar a sua vocação atlântica.</P><br />
<P>&#8220;Somos naturalmente europeus, naturalmente atlânticos e devemos afirmá-lo neste momento em que alguns duvidam disso e devemos afirmá-lo com convicção&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Sobre Donald Trump, Durão Barroso afirmou que, podendo-se &#8220;gostar ou não gostar&#8221; do presidente dos Estados Unidos da América, todos têm de concordar que &#8220;ele mudou a gramática da política&#8221; e defendeu que a Europa não o pode culpar por todos os seus problemas.</P><br />
<P>&#8220;A meu ver, nós, europeus, temos sobretudo de fazer os nossos trabalhos de casa. É muito fácil hoje dizer que a culpa é de Trump, mas não é por causa de Trump que a Europa não acabou o seu mercado interno, não é por causa de Trump que a Europa não tem união bancária, não é por causa de Trump que a Europa não tem uma união de mercado de capitais, é porque nós não fizemos ainda o nosso trabalho&#8221;, disse.</P><br />
<P>Ainda assim, admitiu que a Europa está finalmente a confrontar-se com os seus deveres e responsabilidades, em áreas como a defensa e segurança, caminhando-se para &#8220;uma europeização da NATO&#8221;, por exemplo.</P><br />
<P>&#8220;É por isso que, a meu ver, faz sentido sermos nós, europeus, a assumir a principal responsabilidade no apoio à Ucrânia&#8221;, disse.</P><br />
<P>O antigo presidente da Comissão Europeia não ignorou que a sua intervenção decorreu pouco antes do arranque do jogo da seleção nacional de futebol contra a Espanha &#8212; até recebeu uma camisola oficial com o seu nome das mãos dos líderes parlamentares do PSD e CDS-PP -, prometendo ser conciso, já que era &#8220;o último obstáculo&#8221; que separava os deputados da AD desse momento, mas acabou por falar 40 minutos.</P><br />
<P>Antes, num painel com o tema &#8220;Estado da Nação: um olhar sobre Portugal&#8221;, o jornalista e escritor Miguel Sousa Tavares desafiou os deputados do PSD e CDS-PP a abandonarem &#8220;o palavrão das reformas&#8221; e a explicarem melhor temas como o pacote laboral ou o trabalho solidário.</P><br />
<P>Hugo Soares disse aceitar &#8220;uma quota-parte da culpa&#8221;, mas questionou também o papel da comunicação social, defendendo que se deveria concentrar &#8220;menos na espuma dos dias e mais nos problemas das pessoas&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É preciso criar uma barreira de proteção ao jornalismo português que passa por os jornalistas serem melhor pagos porque isso também traz independência&#8221;, defendeu o líder parlamentar do PSD.</P><br />
<P></P><br />
<P>SMA // SF</P><br />
<P>Lusa(fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786060]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente do Parlamento Europeu insta eurodeputados a comportarem-se de forma civilizada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:35:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente do Parlamento Europeu (PE), Roberta Metsola, instou hoje os eurodeputados a comportarem-se de forma civilizada após um "comportamento agressivo" na sequência da aprovação do regulamento do retorno de imigrantes, prometendo "medidas adequadas" para evitar novos episódios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente do Parlamento Europeu (PE), Roberta Metsola, instou hoje os eurodeputados a comportarem-se de forma civilizada após um &#8220;comportamento agressivo&#8221; na sequência da aprovação do regulamento do retorno de imigrantes, prometendo &#8220;medidas adequadas&#8221; para evitar novos episódios.</P><br />
<P>&#8220;Os cânticos agressivos, zombaria, gestos de acusação e gravações de deputados que ocorreram são inaceitáveis. Eles não representam esta câmara, nem a Europa, nem os cidadãos que todos representamos&#8221;, disse Metsola no início da sessão plenária desta semana em Estrasburgo, França.</P><br />
<P>Após a votação, na última sessão plenária, grupos políticos da direita e da extrema-direita celebraram com aplausos e gritaram em coro &#8220;Mande-os de volta&#8221; (&#8220;Send them back&#8221;), enquanto eurodeputados que discordavam das regras gritavam &#8220;vergonha&#8221;.</P><br />
<P>Posteriormente, deputados como a liberal sueca nascida no Iraque Abir Al Sahlani denunciaram o assédio racista nas redes sociais por outros membros do Parlamento Europeu.</P><br />
<P>Al Sahlani disse que dois colegas ultraconservadores lhe escreveram nas redes sociais, depois de ter criticado as regras sobre devoluções, com expressões como &#8220;continua a chorar&#8221; ou dizendo-lhe que devia &#8220;ir para o seu país&#8221;. </P><br />
<P>No seu discurso de hoje, a presidente do Parlamento Europeu afirmou que os debates e votações &#8220;podem ser difíceis ou controversos&#8221;, mas alertou que &#8220;devem sempre basear-se no respeito mútuo e na tolerância&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Há uma linha que não deve ser ultrapassada, e essa linha foi ultrapassada na última sessão plenária. O comportamento agressivo prejudica a reputação desta Câmara e mina os valores que tanto nos esforçamos para defender&#8221;, disse Metsola, que prometeu que serão tomadas &#8220;medidas adequadas&#8221; para garantir que estes episódios não se repitam.</P><br />
<P>Fontes parlamentares explicaram que a presidente está a reunir-se com todos os envolvidos antes de decidir sobre possíveis sanções. </P><br />
<P>O seu chefe de gabinete recebeu na semana passada um grupo de organizações não-governamentais (ONG) que alertaram a instituição para o risco de que estas atitudes &#8220;reflitam a crescente normalização de retórica racista, anti-imigrante, sexista, misógina e LGBTI-fóbica dentro das instituições democráticas europeias.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Como deputados eleitos, todos nos comprometemos a agir de forma a respeitar a dignidade que esta câmara merece, e que os cidadãos esperam de nós. Por isso, asseguro-vos que responderemos em conformidade&#8221;, disse Metsola, que defendeu que o hemiciclo deve &#8220;continuar a ser um lugar onde todos se sintam seguros&#8221;.</P><br />
<P>Numa declaração, a representante da Plataforma para a Cooperação Internacional com Migrantes Indocumentados (PICUM), Chiara Catelli, acolheu as palavras de Metsola e pediu que &#8220;fique claro que o racismo não tem lugar nas instituições democráticas europeias&#8221;. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786059]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente da Câmara de Braga determina auditoria à empresa municipal BragaHabit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:32:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, determinou a realização de uma auditoria externa à empresa municipal Bragahabit, abrangendo os últimos oito anos, anunciou hoje a autarquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, determinou a realização de uma auditoria externa à empresa municipal Bragahabit, abrangendo os últimos oito anos, anunciou hoje a autarquia.</P><br />
<P>Em comunicado, a Câmara refere que a decisão surge na sequência das situações graves que originaram a instauração de um procedimento disciplinar ao diretor do Departamento de Manutenção, Obras e Projetos da Bragahabit, entretanto comunicadas pela empresa municipal ao Ministério Público&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Perante a natureza dos factos conhecidos, João Rodrigues entende que a situação exige uma resposta firme, rigorosa e transparente&#8221;, lê-se no comunicado, acrescentando que, &#8220;sem prejuízo da autonomia do procedimento disciplinar em curso, da atuação das entidades competentes e da presunção de inocência, o presidente da Câmara considera indispensável que sejam apuradas todas as circunstâncias relevantes e que não subsistam dúvidas sobre o funcionamento da empresa municipal&#8221;.</P><br />
<P>A auditoria &#8220;não ficará limitada aos factos que motivaram o processo disciplinar&#8221;, devendo &#8220;fazer uma análise ampla à organização, aos procedimentos internos, aos mecanismos de controlo, aos circuitos de decisão, à fiscalização, à execução das deliberações, à gestão administrativa e financeira e às práticas adotadas pela Bragahabit ao longo dos últimos anos&#8221;.</P><br />
<P>Sem especificar o que está em causa, a autarquia adianta ainda que serão também analisadas as matérias relacionadas com contratação, aquisição de bens e serviços, empreitadas, pagamentos, validação técnica e financeira, acompanhamento de obras e demais procedimentos relevantes para a gestão da empresa.</P><br />
<P>João Rodrigues pretende &#8220;uma auditoria independente, objetiva e credível, através de entidade externa com experiência reconhecida em auditoria pública, controlo financeiro, organização interna e setor empresarial local&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o município, o relatório deverá identificar eventuais desconformidades, fragilidades de controlo interno ou responsabilidades que devam ser apuradas, apresentando igualmente recomendações destinadas a reforçar a transparência, o rigor, a eficiência e a boa gestão dos recursos públicos.</P><br />
<P>&#8220;João Rodrigues determinou ainda que quaisquer novos indícios de irregularidade com relevância criminal, financeira ou contraordenacional sejam imediatamente comunicados às entidades competentes&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Para o autarca (PSD/CDS-PP/PPM), a gravidade das situações conhecidas impõe rigor máximo, escrutínio completo e total disponibilidade para retirar todas as consequências que venham a justificar-se.</P><br />
<P>A agência Lusa contactou a Câmara de Braga para obter mais esclarecimentos, mas fonte referiu que &#8220;neste momento não há mais nada a adiantar&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786058]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Portugal anuncia apoio de 87 mil euros para crianças afetadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:14:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, anunciou hoje uma contribuição de cerca de 87 mil euros para apoiar as crianças da Venezuela, afetada por terramotos em 24 de junho que causaram pelo menos 3.300 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, anunciou hoje uma contribuição de cerca de 87 mil euros para apoiar as crianças da Venezuela, afetada por terramotos em 24 de junho que causaram pelo menos 3.300 mortos.</P><br />
<P>&#8220;O governo de Portugal associa-se à iniciativa da FIFA para o fundo &#8216;Global Citizen Education&#8217; e ao apelo da [cantora] Shakira, de apoio às crianças venezuelanas e envia desde já uma contribuição de 100.000 dólares para este projeto de inclusão, recuperação e futuro do povo amigo da Venezuela&#8221;, disse o chefe do Governo português, numa publicação na rede social X.</P><br />
<P>A cantora tinha apelado a vários líderes mundiais, incluindo Luís Montenegro, para aderirem ao fundo, que apoia a educação de crianças em todo o mundo.</P><br />
<P>Numa publicação nas redes sociais, Shakira anunciou que o fundo da FIFA vai apoiar com 500 mil dólares (aproximadamente 437 mil euros, ao câmbio de hoje) organizações que ajudam crianças venezuelanas afetadas pelos sismos.</P><br />
<P>Os recursos destinam-se a contribuir para o reinício das atividades escolares, além de apoiar professores e restabelecer o acesso à educação nas áreas mais afetadas. </P><br />
<P>Segundo o jornal Expresso, Shakira elogiou o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, por se ter juntado à iniciativa, e expressou a sua vontade de que Luís Montenegro, o Presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, também o façam.</P><br />
<P>&#8220;Se acreditas que todas as crianças merecem sonhar, junta-te a esta iniciativa&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.342 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há 96 cidadãos portugueses e lusodescendentes e 60 portugueses estão desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</P><br />
<P>Entre os 96 cidadãos portugueses mortos, em que 83 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 17 crianças e 79 adultos, indicou o MNE.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786057]]></sapo:autor>
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		<title>Quatro mortos em novo ataque israelita no Líbano: cessar-fogo volta a ficar sob pressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataque atingiu um veículo na região de Nabatieh, no sul do país, e matou quatro pessoas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos quatro pessoas morreram esta segunda-feira num ataque israelita contra uma viatura perto de Nabatieh al-Fawqa, no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor e do acordo-quadro mediado pelos EUA para tentar estabilizar a fronteira entre Israel e o Líbano.</p>
<p>Segundo a agência estatal libanesa &#8216;NNA&#8217;, citada pela &#8216;Reuters&#8217;, o ataque atingiu um veículo na região de Nabatieh, no sul do país, e matou quatro pessoas. A imprensa libanesa avançou que entre as vítimas estavam uma diretora de escola, a mãe, uma trabalhadora doméstica estrangeira e um trabalhador sírio, que regressavam depois de inspecionarem uma casa familiar na localidade.</p>
<p>O exército israelita afirmou, por seu lado, que os ocupantes do veículo eram “suspeitos” que se aproximavam da chamada “zona de segurança” e que representavam uma ameaça para as tropas israelitas. A versão contrasta com os relatos divulgados pela agência oficial libanesa e por meios locais, que identificam as vítimas como civis.</p>
<p><strong>Ataques continuam apesar do acordo</strong></p>
<p>O episódio ocorre num momento de forte tensão no sul do Líbano. Israel tem mantido operações militares na região, apesar do acordo-quadro mediado por Washington no final de junho, que previa a criação de condições para uma paz e segurança duradouras entre os dois países. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou que Benjamin Netanyahu visitou recentemente o sul do Líbano ocupado e afirmou que Israel não retirará as suas forças enquanto a ameaça do Hezbollah não for eliminada.</p>
<p>As Forças de Defesa de Israel indicaram esta segunda-feira que, durante o último mês, mataram 20 alegados membros do Hezbollah no sul do Líbano, destruíram 90 “infraestruturas terroristas” e apreenderam cerca de 150 armas, incluindo lança-granadas RPG e mísseis antitanque, segundo o texto original do 20 Minutos.</p>
<p>Desde março, os ataques israelitas no Líbano já provocaram mais de 4.000 mortos, de acordo com balanços citados pela Reuters, no contexto da escalada iniciada após o conflito no Médio Oriente e da ofensiva conjunta dos EUA e de Israel contra o Irão.</p>
<p><strong>Beirute exige retirada israelita</strong></p>
<p>Depois do ataque, o presidente libanês, Joseph Aoun, voltou a pedir pressão internacional para que Israel retire as suas tropas das áreas que ainda ocupa no sul do Líbano. Durante uma videoconferência com o American Task Force for Lebanon, Aoun afirmou que a presença israelita impede o destacamento do exército libanês e bloqueia as bases para uma paz “justa e duradoura”.</p>
<p>Segundo a &#8216;NNA&#8217;, Aoun defendeu a importância do regresso do exército libanês a toda a fronteira e considerou que a continuação da ocupação “mina a legitimidade do Estado” e dificulta a restauração da soberania.</p>
<p>Também Nabih Berri, presidente do Parlamento libanês, apelou ao governo, aos países árabes e à comunidade internacional para que pressionem Israel a travar aquilo que descreve como uma campanha de “destruição e demolição sistemática” de aldeias no sul do país. O responsável acusou Israel de tentar tornar grandes áreas da região “inabitáveis”, segundo o texto citado pelo 20 Minutos.</p>
<p><strong>Acordo continua sem aplicação no terreno</strong></p>
<p>O impasse centra-se na retirada israelita e no papel do Hezbollah. Israel sustenta que só abandonará o sul do Líbano quando a ameaça militar do grupo xiita pró-Irão for neutralizada. Do lado libanês, a permanência de tropas israelitas é vista como uma violação da soberania e como obstáculo ao envio pleno do exército nacional para a fronteira.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; noticiou na semana passada que o acordo mediado pelos EUA prevê a retirada israelita de zonas no sul do Líbano em troca do desarmamento do Hezbollah e do destacamento do exército libanês em áreas-piloto. Mas o entendimento enfrenta forte resistência interna no Líbano, incluindo de Nabih Berri e do próprio Hezbollah, que rejeitam as condições colocadas.</p>
<p>O ataque desta segunda-feira volta a mostrar a fragilidade do cessar-fogo. Mesmo com negociações abertas e pressão americana para uma solução, a fronteira sul libanesa continua a ser palco de bombardeamentos, incursões e acusações cruzadas.</p>
<p>Para Beirute, a prioridade é a retirada israelita e o restabelecimento da autoridade do Estado em todo o território. Para Israel, a prioridade declarada continua a ser impedir que o Hezbollah volte a operar livremente junto à fronteira. Entre as duas posições, o acordo anunciado em junho permanece longe de se traduzir em calma no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786050]]></sapo:autor>
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		<title>Chega propõe debate de urgência sobre &#8220;falhas brutais&#8221; nos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega vai propor um debate de urgência no Parlamento para que o ministro da Educação dê explicações sobre as "falhas brutais" nos exames nacionais e afasta para já a realização de uma comissão de inquérito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Chega vai propor um debate de urgência no Parlamento para que o ministro da Educação dê explicações sobre as &#8220;falhas brutais&#8221; nos exames nacionais e afasta para já a realização de uma comissão de inquérito.</P><br />
<P>&#8220;Dei indicações ao Grupo Parlamentar do Chega para avançar com um debate de urgência na próxima semana que permita chamar à responsabilidade, ao Parlamento, o ministro da Educação pelas falhas brutais que estão a colocar em risco a estabilidade, a previsibilidade, quer dos pais, quer dos alunos, quer dos professores, de toda a comunidade escolar em Portugal&#8221;, anunciou o líder do Chega.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas na sede do partido, em Lisboa, André Ventura disse que deu hoje entrada o pedido para que o debate de urgência &#8220;ocorra na próxima semana, antes da discussão do Estado da Nação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Pais, professores, membros da comunidade escolar estão neste momento numa situação de grande angústia que deriva apenas da incompetência do Governo em gerir um pilar fundamental do país, que é a educação&#8221;, criticou.</P><br />
<P>André Ventura disse que &#8220;hoje, logo pela manhã, o sistema criado pelo próprio Governo de plataforma de avaliação digital estava novamente em baixo&#8221; e considerou que seria importante compreender &#8220;o que aconteceu&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É inaceitável que o Ministério da Educação tenha dito aos professores, aos alunos, aos pais, que lhes levaria a cabo uma revolução de eficiência e lhes tenha dado uma revolução de incompetência na gestão da educação em Portugal&#8221;, criticou.</P><br />
<P>O líder do Chega considerou este dossiê é pautado por &#8220;um sucessivo rol de fracassos e de incompetências&#8221;.</P><br />
<P>Questionado se acompanha a proposta de uma comissão de inquérito ao processo de avaliação dos exames escolares, o presidente do Chega considerou que &#8220;é importante ouvir o ministro e o Governo antes de quaisquer outros instrumentos&#8221; e é preciso &#8220;assacar responsabilidades já&#8221; e &#8220;compreender já o que falhou&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um instrumento que não descartamos, mas agora é importante assacar responsabilidades ao Governo e sobretudo dar aos pais e aos professores tranquilidade em relação à gestão do contexto em que estão, e não ao contexto daqui a três meses, quatro, cinco ou seis&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Na ocasião, André Ventura voltou a criticar a deslocação do primeiro-ministro aos Estados Unidos da América para assistir ao jogo de hoje do campeonato do mundo de futebol, no qual a seleção nacional vai enfrentar a Espanha.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro não deve ausentar-se do país em situações de alerta em que as populações e o território estão a sofrer com o risco de incêndio&#8221;, defendeu, afirmando que &#8220;a situação de alerta proclamada pelo seu Governo é uma contradição com uma viagem de natureza desportiva&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Um primeiro-ministro não deve, pelo poder executivo que tem, de coordenação e de articulação das diversas forças disponíveis, sejam militares, sejam civis, ausentar-se do país quando uma crise se abate sobre o território. Dá a ideia de incompetência, mas sobretudo de inconsciência e de falta de empatia para com a população&#8221;, considerou também.</P><br />
<P>O líder do Chega defendeu ainda que se o país continuar em situação de alerta, Luís Montenegro não deve voltar a ausentar-se e &#8220;não deve estar em nenhuma outra ocupação que não seja a coordenar a luta contra esses incêndios&#8221;.</P><br />
<P>Questionado também sobre uma notícia do jornal Público que dá conta de que o Chega encomendou uma sondagem antes da votação das alterações à lei laboral, Ventura disse apenas que o partido tem &#8220;sondagens várias vezes por ano, em vários momentos, sobre várias circunstâncias, como os jornais também têm, como os outros partidos também têm&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É uma notícia só que diz mais do órgão de comunicação social que a publicou do que do partido&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786047]]></sapo:autor>
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		<title>Cadeias têm 85 presos por incêndio e há 20 pessoas com pulseira eletrónica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[sistema prisional]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas cadeias estão, neste momento, 85 presos pelo crime de incêndio florestal e há ainda 20 arguidos e condenados com pulseira eletrónica nos meses de maior risco de incêndio, segundo a Direção-geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Nas cadeias estão, neste momento, 85 presos pelo crime de incêndio florestal e há ainda 20 arguidos e condenados com pulseira eletrónica nos meses de maior risco de incêndio, segundo a Direção-geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).</P><br />
<P>Dados enviados hoje à Lusa pela DGRSP, as prisões contam com 55 condenados, 30 presos preventivos &#8211; que estão a aguardar julgamento ou que a condenação transite em julgado &#8211; e há ainda a registar 21 inimputáveis que cumprem medida de internamento em instituição psiquiátrica pelo crime de incêndio florestal. </P><br />
<P>Os dados da DGRSP indicam também que foi aplicada a suspensão da execução da pena de prisão a 108 condenados e há ainda seis pessoas em liberdade condicional. </P><br />
<P>Já em relação à vigilância eletrónica, os serviços prisionais indicaram que 20 pessoas estão, neste momento, sujeitas a pulseira eletrónica no período de maior incidência de risco de fogo &#8211; meses de julho, agosto e setembro. </P><br />
<P>Em detalhe, sete arguidos e 13 condenados a quem foi aplicada a suspensão da pena de prisão estão agora impedidos de sair de casa e são controlados através de pulseira eletrónica. </P><br />
<P>A possibilidade de determinar que uma pessoa condenada pelo crime de incêndio florestal com pena suspensa fique com pulseira eletrónica durante os meses de maior calor está prevista na lei desde 2017, ano em que o país ficou marcado pelos incêndios de Pedrógão e de outubro, e o tribunal pode decidir pela obrigação de permanência na habitação com vigilância eletrónica &#8220;para o período coincidente com os meses de maior risco de ocorrência de fogos&#8221;, lê-se na respetiva lei. </P><br />
<P>Comparando com o mês de agosto do ano passado, a variação não é significativa, uma vez que, a 20 de agosto de 2025, 20 pessoas estavam sujeitas à vigilância eletrónica durante os três meses de risco mais elevado de incêndio. </P><br />
<P>Só nos últimos cinco dias, revelam os dados provisórios do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR) consultados hoje pela Lusa, arderam mais de 15.000 hectares em Portugal. </P><br />
<P>Desde o início do ano, arderam 30.155 hectares em mais de 4.500 incêndios e, em relação ao mesmo período de 2025, a área ardida quase quadruplicou, registando-se este ano a maior desde 2017.</P><br />
<P>Já os incêndios aumentaram este ano cerca de 70% em relação ao mesmo período de 2025 e verifica-se o maior número de fogos desde 2022.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786046]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Inteligência dos EUA ajudou drones ucranianos a furar defesas e atacar refinarias na Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/inteligencia-dos-eua-ajudou-drones-ucranianos-a-furar-defesas-e-atacar-refinarias-na-russia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Forças ucranianas realizaram em maio 16 ataques bem-sucedidos contra refinarias russas, o número mensal mais elevado desde o início da campanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência dos EUA terá ajudado drones ucranianos de longo alcance a contornar as defesas aéreas russas e a atingir alvos no interior da Rússia, contribuindo para uma vaga recorde de ataques contra refinarias que está a pressionar Moscovo e a levar o Kremlin a tentar controlar a cobertura interna dos estragos.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, que cita uma análise do &#8216;Financial Times&#8217; baseada em dados da consultora polaca Rochan Consulting, as forças ucranianas realizaram em maio 16 ataques bem-sucedidos contra refinarias russas, o número mensal mais elevado desde o início da campanha. Desde o início de 2026, as refinarias russas terão sido atingidas pelo menos 194 vezes, um aumento de 11 vezes face ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>O &#8216;Financial Times&#8217; escreve que altos responsáveis ucranianos, não identificados, atribuíram parte do sucesso da campanha ao apoio de inteligência dos EUA. Essa ajuda terá permitido a Kiev identificar rotas de voo mais eficazes para os drones, evitando sistemas russos de defesa aérea e permitindo ataques contra alvos mais profundos no território russo.</p>
<p><strong>Drones ucranianos já pressionam a defesa aérea russa</strong></p>
<p>A campanha também reflete a evolução da própria capacidade industrial ucraniana. Analistas citados pelo &#8216;Financial Times&#8217; apontam para o aumento da produção doméstica de drones de longo alcance e para uma melhor coordenação operacional como fatores decisivos para a multiplicação dos ataques.</p>
<p>A escala do fenómeno é visível até nos números russos. De acordo com dados oficiais do Ministério da Defesa russo citados pelo &#8216;Financial Times&#8217;, Moscovo afirma ter intercetado 63.933 drones ucranianos sobre território russo e zonas ocupadas da Ucrânia nos primeiros seis meses de 2026. Ainda assim, o forte aumento de ataques está a sobrecarregar a defesa aérea russa e a dificultar a proteção de infraestruturas militares e energéticas.</p>
<p>A Ucrânia tem concentrado parte relevante da campanha em refinarias e instalações ligadas ao setor petrolífero russo. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou que Volodymyr Zelensky aprovou uma campanha de 40 dias destinada a “influenciar” a Rússia a pôr fim à guerra, depois de consultas com os serviços de segurança ucranianos sobre ataques a alvos russos.</p>
<p><strong>Kremlin tenta travar imagens dos ataques</strong></p>
<p>O impacto já não é apenas militar ou económico. A campanha de drones está também a interferir com a narrativa interna do Kremlin, que durante anos tentou manter a população russa afastada das consequências diretas da guerra.</p>
<p>Segundo a &#8216;Verstka&#8217;, meio independente russo citado pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, a administração presidencial russa terá instruído meios de comunicação controlados pelo Estado a deixar de publicar vídeos e fotografias dos estragos causados por ataques ucranianos em território russo. A orientação terá partido diretamente do Kremlin na segunda metade de junho.</p>
<p>De acordo com fontes citadas pela &#8216;Verstka&#8217; e reproduzidas pela &#8216;NV&#8217;, os meios pró-governo foram aconselhados a reduzir a cobertura dos ataques ucranianos e a destacar antes as consequências dos bombardeamentos russos contra a Ucrânia. Alguns canais de Telegram próximos do Kremlin ou do Ministério da Defesa russo, como Mash, Baza e Shot, terão passado a ignorar ou minimizar ataques contra refinarias e instalações militares.</p>
<p><strong>Moscovo quer mostrar força, não vulnerabilidade</strong></p>
<p>A ordem reflete uma preocupação política evidente: mostrar ao público russo que a guerra continua distante, controlada e favorável a Moscovo. Mas os ataques ucranianos de longo alcance tornam essa narrativa cada vez mais difícil de sustentar.</p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; recorda que, após um ataque contra Moscovo em junho, um apresentador do canal Solovyov Live chegou a pedir aos serviços de segurança russos que abrissem processos por traição contra residentes que tinham filmado o ataque. Já Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, tentou recentrar a atenção nos ataques russos contra a Ucrânia, pedindo aos jornalistas que olhassem antes para essas imagens.</p>
<p>A pressão sobre a infraestrutura energética russa coincide com uma fase particularmente intensa da guerra aérea. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou que um grande ataque russo com mísseis e drones contra a Ucrânia, no domingo, matou pelo menos 20 pessoas e expôs novamente a escassez de sistemas Patriot e intercetores capazes de travar mísseis balísticos.</p>
<p><strong>Negociações continuam bloqueadas</strong></p>
<p>Apesar da pressão, Moscovo não dá sinais de abrandar as suas exigências. Altos responsáveis ucranianos envolvidos no processo de paz disseram ao &#8216;Financial Times&#8217; que os negociadores russos continuam a pedir concessões profundas a Kiev e que as conversações mediadas pelos EUA dificilmente serão retomadas antes do fim do verão.</p>
<p>Publicamente, o Kremlin mantém a exigência de que a Ucrânia abandone partes do Donbass que a Rússia ainda não conseguiu conquistar militarmente. O &#8216;Financial Times&#8217;, citado pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, escreve também que Vladimir Putin terá ordenado às forças russas a conquista do restante território da região de Donetsk até ao final do ano, apesar do avanço lento e dispendioso das tropas russas.</p>
<p>Zelensky ironizou recentemente com os prazos russos, dizendo que Moscovo já adiou esse objetivo pelo menos 15 vezes sem conseguir tomar toda a região.</p>
<p><strong>Vance diz que ofensiva russa está perto do limite</strong></p>
<p>A leitura em Washington parece estar a mudar. Numa entrevista ao &#8216;The Times&#8217;, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que a capacidade russa para obter ganhos através de novas operações ofensivas está a tornar-se “cada vez mais pequena” e a aproximar-se de zero.</p>
<p>Vance defendeu ainda que a estratégia de desgaste, assente numa postura defensiva ucraniana e no uso intensivo de drones, tem sido mais eficaz do que grandes ofensivas convencionais para recuperar território ocupado. Segundo o vice-presidente, a Rússia está a pagar “muito por cada quilómetro quadrado” que conquista, o que pode criar espaço para tentar aproximar o conflito de uma conclusão.</p>
<p>A avaliação surge no momento em que a Ucrânia tenta transformar a guerra de drones numa pressão estratégica sobre Moscovo: atingir refinarias, desgastar defesas aéreas, afetar a economia russa e mostrar à população que a guerra também chega ao território russo.</p>
<p><strong>A guerra já entrou no interior da Rússia</strong></p>
<p>A campanha de Kiev não substitui a necessidade de defesa aérea, munições e apoio militar ocidental, mas alterou o equilíbrio psicológico e operacional do conflito. A Rússia continua a lançar ataques devastadores contra cidades ucranianas, mas já não consegue impedir que drones ucranianos atinjam refinarias, fábricas militares e infraestruturas sensíveis a milhares de quilómetros da linha da frente.</p>
<p>É essa a mudança central: a guerra que o Kremlin tentou manter distante do quotidiano russo passou a aparecer em incêndios, explosões, vídeos apagados e ordens de silêncio. E quanto mais Moscovo tenta esconder esses ataques, mais evidente se torna que a campanha ucraniana de longo alcance deixou de ser apenas simbólica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786045]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal e Espanha pedem &#8220;especial atenção&#8221; da UE às interligações com França no próximo orçamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 16:57:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Posição foi transmitida em Paris pela ministra do Ambiente e Energia, no final da reunião ministerial sobre o programa de interligações energéticas para o Sudoeste da Europa, que juntou representantes de Portugal, Espanha, França, Comissão Europeia e uma delegação alemã]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal e Espanha defenderam hoje um reforço do orçamento europeu para a energia e pediram &#8220;especial atenção&#8221; às interligações elétricas com França, devido ao baixo nível de ligação da Península Ibérica ao mercado europeu.</p>
<p>A posição foi transmitida em Paris pela ministra do Ambiente e Energia, no final da reunião ministerial sobre o programa de interligações energéticas para o Sudoeste da Europa, que juntou representantes de Portugal, Espanha, França, Comissão Europeia e uma delegação alemã.</p>
<p>No final do encontro, Maria da Graça Carvalho disse aos jornalistas que a reunião &#8220;correu bem&#8221;, tendo ficado acordada uma nova reunião técnica em setembro, com o mesmo grupo de trabalho.</p>
<p>A governante adiantou ainda que o tema das interligações estará nas agendas das próximas cimeiras bilaterais Portugal-França e Espanha-França, cujas datas ainda não são conhecidas, dando continuidade à discussão &#8220;ao mais alto nível&#8221;.</p>
<p>&#8220;Portugal e Espanha pediram à Comissão Europeia uma especial atenção da União, não só da Comissão, mas do Parlamento e dos próprios colegas do Conselho Europeu&#8221;, afirmou Maria da Graça Carvalho.</p>
<p>Segundo a ministra, o pedido surge no momento em que está em discussão &#8220;o próximo quadro comunitário de apoio, o próximo orçamento para a União Europeia&#8221;, no qual Portugal e Espanha defendem uma prioridade reforçada para a energia.</p>
<p>Maria da Graça Carvalho disse ter defendido &#8220;uma grande prioridade da área de energia em geral e, em especial, às redes elétricas e interconexões, nomeadamente a interconexão entre França, Espanha e Portugal&#8221;.</p>
<p>A ministra afirmou ainda ter chamado a atenção do comissário europeu para a Energia e Habitação, Dan Jørgensen, para a situação específica da Península Ibérica, que classificou como uma &#8220;ilha&#8221; do ponto de vista energético.</p>
<p>A responsável sublinhou que a interligação entre França e a Península Ibérica continua em 3,1%, apesar de o tema ter sido referido pela primeira vez numa cimeira bilateral em 2003.</p>
<p>Maria da Graça Carvalho recordou que a questão foi mencionada &#8220;numa cimeira da Figueira da Foz&#8221;, quando Durão Barroso era primeiro-ministro.</p>
<p>&#8220;Continuamos com uma interligação entre a França e a Península Ibérica de 3,1%&#8221;, afirmou, defendendo que Portugal tem gerido o sistema elétrico nacional &#8220;com as dificuldades de uma ilha&#8221;.</p>
<p>Nesse sentido, defendeu que essa situação justifica apoio europeu adicional para Portugal e Espanha, à semelhança do que acontece com países e territórios insulares.</p>
<p>Questionada sobre os exemplos que tinha em mente, a ministra referiu Irlanda, Malta e Chipre, bem como regiões ultraperiféricas, onde existem derrogações associadas à gestão de sistemas elétricos em contexto insular.</p>
<p>&#8220;Os problemas que há em gerir um sistema elétrico numa ilha são diferentes do que num mercado interno mais alargado&#8221;, afirmou.</p>
<p>A governante disse ainda que Portugal pediu à Comissão Europeia &#8220;especial atenção no financiamento do armazenamento&#8221;, das &#8220;flexibilidades&#8221; e do &#8220;reforço da rede elétrica&#8221;.</p>
<p>Questionada sobre a abertura do comissário europeu aos argumentos de Portugal e Espanha, respondeu: &#8220;Pareceu-me sensível&#8221;.</p>
<p>A ministra acrescentou que Dan Jørgensen manifestou disponibilidade para defender um orçamento europeu mais ambicioso para a energia, embora tenha lembrado que essa decisão não depende apenas dele.</p>
<p>Sobre a interligação com França, reconheceu que é &#8220;uma ligação que é cara&#8221; e que tem &#8220;alguns impactos ambientais&#8221;, mas defendeu que os projetos são possíveis quando existe acompanhamento político e diálogo com as populações.</p>
<p>A ministra deu como exemplo a ligação Minho-Galiza, inaugurada na semana passada, que disse ter sido concluída em &#8220;um ano e onze meses&#8221;, depois de negociações com autarquias, compensações e alterações de traçado.</p>
<p>&#8220;Não é fácil fazer uma linha de interligação como nós fizemos. Mas isto mostrou que é possível fazer&#8221;, concluiu.</p>
<p>&#8220;Estamos à espera há muito tempo e esperamos que agora seja mais rápido&#8221;, concluiu, referindo-se às interligações com França.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786027]]></sapo:autor>
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		<title>EDP vai reembolsar antecipadamente emissão de 750 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 16:56:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP vai proceder ao reembolso antecipado de uma emissão de 750 milhões de euros, no dia 28 de julho, indicou, em comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP vai proceder ao reembolso antecipado de uma emissão de 750 milhões de euros, no dia 28 de julho, indicou, em comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</p>
<p>Na nota, lê-se que no dia 28 de julho de 2026, a EDP irá proceder ao reembolso antecipado de 7.500 títulos de dívida (notes) representativos da emissão, pelo valor nominal global de 750 milhões de euros.</p>
<p>Este valor será pago &#8220;juntamente com os juros corridos e não vencidos (incluindo, se aplicável, juros diferidos) até (mas excluindo) 28 de julho de 2026&#8221;, indicou.</p>
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		<title>Ligação elétrica entre Portugal e Marrocos está &#8220;em cima da mesa&#8221;, revela ministra da Energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 16:55:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Maria da Graça Carvalho disse que irá receber "dentro de dias" a ministra da Energia de Marrocos em Lisboa, encontro em que será analisada a possibilidade de Portugal vir a ter uma ligação elétrica àquele país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal vai analisar a viabilidade de uma ligação elétrica a Marrocos, à semelhança da que Espanha já tem, disse hoje a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.</p>
<p>&#8220;Uma das questões que está em cima da mesa é a viabilidade de uma ligação elétrica a Marrocos, como a Espanha tem&#8221;, afirmou a governante, em declarações aos jornalistas em Paris, após a reunião ministerial sobre o programa de interligações energéticas para o Sudoeste da Europa, dedicada às ligações energéticas entre Portugal, Espanha e França.</p>
<p>Maria da Graça Carvalho disse que irá receber &#8220;dentro de dias&#8221; a ministra da Energia de Marrocos em Lisboa, encontro em que será analisada a possibilidade de Portugal vir a ter uma ligação elétrica àquele país.</p>
<p>&#8220;Temos que fazer aqui uma análise de custo-benefício, mas é isso que queremos fazer, exatamente para ver as vantagens de estarmos também ligados a Marrocos&#8221;, afirmou.</p>
<p>A possibilidade de uma ligação elétrica entre Portugal e Marrocos já tinha sido colocada em 2016, quando os dois países lançaram o concurso para o estudo de viabilidade técnico-financeira de uma interligação por cabo submarino.</p>
<p>Na altura, durante o primeiro Governo socialista de António Costa, o então ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, e o ministro da Energia, Minas, Água e Ambiente de Marrocos, Abdelkader Amara, assinaram uma declaração de princípios na área da eletricidade e do gás natural, numa cerimónia em Lisboa em que esteve também presente o então secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches.</p>
<p>Questionada sobre o apagão de 28 de abril de 2025 e sobre a importância das interligações elétricas na recuperação do sistema, Maria da Graça Carvalho afirmou que &#8220;uma interligação não evita um apagão&#8221;, mas &#8220;ajuda muito&#8221; a &#8220;recomeçar [a ter energia] mais cedo&#8221;.</p>
<p>A governante recordou que Portugal está ligado apenas a Espanha e, nesse contexto, tendo o apagão tido origem em Espanha, o país teve de esperar pela recuperação da rede espanhola para poder receber ajuda através da interligação.</p>
<p>Maria da Graça Carvalho acrescentou que, se Espanha tivesse uma ligação mais forte a França, &#8220;teria demorado menos tempo a ter eletricidade&#8221; e poderia ter ajudado Portugal &#8220;ainda mais cedo&#8221;.</p>
<p>A ministra referiu ainda que Portugal dispõe agora de quatro centrais com capacidade de arranque autónomo, o chamado &#8220;black start&#8221;, depois de anteriormente contar com duas.</p>
<p>&#8220;Espero que não, mas se existir um outro apagão, o recomeço da eletricidade será mais rápido&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo Maria da Graça Carvalho, Portugal recuperou a eletricidade &#8220;em praticamente 11 horas/12 horas&#8221; no apagão do ano passado, o que considerou &#8220;uma recuperação boa&#8221; tendo em conta a dimensão da ocorrência.</p>
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