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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 23:33:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Trump garante que secretário de Energia dos EUA &#8220;está a governar a Venezuela&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:33:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, realçou hoje que o seu secretário da Energia, Chris Wright, está a governar a Venezuela e felicitou-o pelo trabalho que tem vindo a realizar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, realçou hoje que o seu secretário da Energia, Chris Wright, está a governar a Venezuela e felicitou-o pelo trabalho que tem vindo a realizar.</P><br />
<P>O republicano, que falava durante um evento na sede da Agência de Proteção Ambiental (EPA), frisou que Wright &#8220;está a governar a Venezuela&#8221; e acrescentou que o está a fazer &#8220;melhor do que qualquer pessoa alguma vez fez&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Acho que podemos dizer que Chris Wright está a fazer um ótimo trabalho. Obrigado!&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Quando questionado sobre os resultados da sua intervenção no país sul-americano, Trump respondeu: &#8220;Também estamos a ganhar muito. E acho que temos direito a isso. Foi uma guerra de um dia&#8221;.</P><br />
<P>Wright viajou para a Venezuela em 11 de fevereiro, onde se encontrou com a presidente interina Delcy Rodríguez e visitou instalações petrolíferas. </P><br />
<P>A sua visita ocorreu após a administração Trump ter flexibilizado as sanções ao setor energético venezuelano.</P><br />
<P>O objetivo da visita foi promover a abertura e a reconstrução da indústria petrolífera da Venezuela, avaliar os campos petrolíferos existentes e avançar com o acordo energético entre o governo dos EUA e as novas autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Posteriormente, em 13 de fevereiro, o Departamento do Tesouro aprovou as Licenças Gerais 49 e 50, que permitiram a empresas como a Chevron, BP, Eni, Shell e Repsol retomar as operações na Venezuela e abriram caminho a novos investimentos no setor do petróleo e gás sob autorização dos EUA.</P><br />
<P>Wright assumiu também um papel fundamental na implementação da estratégia energética de Washington para a Venezuela, negociando com empresas petrolíferas e supervisionando o esquema de comercialização do crude venezuelano.</P><br />
<P>A administração Trump visa a recuperação do setor para atrair até 100 mil milhões de dólares em investimentos e priorizar as empresas americanas, mantendo o controlo sobre as receitas provenientes da venda de petróleo.</P><br />
<P>As relações entre os Estados Unidos e a Venezuela, após a detenção do ex-presidente Nicolás Maduro, têm sido marcadas por uma estratégia delineada pelo secretário de Estado Marco Rubio perante o Congresso, focada na contenção institucional, na &#8220;quarentena do petróleo&#8221;, nas reformas económicas e na construção de uma suposta nova estrutura democrática.</P><br />
<P>A estas mudanças políticas junta-se o desafio da reconstrução após os devastadores sismos de 24 de junho. </P><br />
<P>O Banco Mundial estimou hoje que os danos físicos diretos causados pelos sismos ascendem a 19,6 mil milhões de dólares (17,2 mil milhões de euros, à taxa de câmbio atual) e alertou que uma reconstrução lenta pode prejudicar a recuperação económica do país na próxima década. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793261]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia abre investigação sobre financiamento de banqueiro a cinebiografia de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:31:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro autorizou quinta-feira a abertura de um inquérito da Polícia Federal para investigar repasses de recursos ligados ao filme «Dark Horse», sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro autorizou quinta-feira a abertura de um inquérito da Polícia Federal para investigar repasses de recursos ligados ao filme «Dark Horse», sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>Segundo a decisão, adiantada pela imprensa brasileira, a PF deverá apurar o destino de recursos enviados pelo empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, sob a justificativa de financiar a produção cinematográfica.</P><br />
<P>O senador e pré-candidato a presidente do Brasil Flávio Bolsonaro pediu dinheiro a Vorcaro para bancar o filme e já afirmou anteriormente que os recursos foram destinados exclusivamente à produção, negando qualquer irregularidade.</P><br />
<P>A investigação pretende esclarecer se parte dos valores foi utilizada para custear despesas do seu irmão Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, ou outras ações de aliados de Jair Bolsonaro junto ao governo Donald Trump.</P><br />
<P>A decisão foi tomada após parecer da Procuradoria-geral da República considerar existirem elementos suficientes para a abertura formal da investigação sobre os repasses financeiros.</P><br />
<P>Em junho, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, defendeu a necessidade de instaurar um inquérito para apurar «todas as circunstâncias» relacionadas ao envio de recursos para os Estados Unidos sob a alegação de financiamento do filme.</P><br />
<P>Segundo a suspeita, descreve a imprensa brasileira a partir de fontes ligadas às investigações, os recursos teriam sido transferidos por uma empresa ligada a Vorcaro para um fundo sediado no Texas e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro.</P><br />
<P>Dark Horse tornou-se uma pedra no sapato na campanha de Flávio Bolsonaro, após o portal The Intercept Brasil revelar, em maio, que o então banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar o filme.</P><br />
<P>Os áudios mostram que Flávio negociou 134 milhões de reais (cerca de 22,65 euros na cotação atual) com Vorcaro, e que o banqueiro chegou a pagar 64 milhões de reais (10,9 milhões de euros).</P><br />
<P>Uma das conversas aconteceu em novembro passado, um dia antes do então banqueiro ser preso pela polícia brasileira por fraude financeira ligada ao Banco Master.</P><br />
<P>Desde então, a imprensa brasileira tem feito reportagens sobre atividades suspeitas de empresas e pessoas ligadas a produção do filme, além de mostrar contradições de Flávio e políticos sobre o financiamento da cinebiografia.</P><br />
<P>No início deste mês, a Polícia Federal do Brasil abriu outro inquérito para investigar possível irregularidade na produção do filme Dark Horse com uso de recurso público.</P><br />
<P>A suspeita é que cinco deputados bolsonaristas do Partido Liberal (PL) tenham destinado 4,6 milhões de reais, o equivalente a 777 mil euros, em emendas parlamentares a entidades ligadas à produção do filme.</P><br />
<P> </P><br />
<P>MYMA// RBF</P><br />
<P>Lusa/</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793260]]></sapo:autor>
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		<title>Espanha declara estado de emergência em Madrid e Ávila devido a incêndios florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:29:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro espanhol do Interior, Fernando Grande-Marlaska, declarou o estado de emergência nacional nas províncias de Madrid e Ávila devido à "evolução dos incêndios florestais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro espanhol do Interior, Fernando Grande-Marlaska, declarou o estado de emergência nacional nas províncias de Madrid e Ávila devido à &#8220;evolução dos incêndios florestais&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Ministério do Interior, a decisão foi tomada face às proporções dos incêndios nos municípios de Villa del Prado e San Martín de Valdeiglesias (Madrid) e Burgohondo (Ávila)&#8221;, às condições meteorológicas &#8220;particularmente adversas&#8221;, e à &#8220;necessidade&#8221; de mobilizar &#8220;um volume significativo de recursos&#8221; de diferentes administrações públicas. </P><br />
<P>&#8220;Estes fatores aumentaram a complexidade dos esforços de combate aos incêndios e de proteção civil&#8221;, referiu o Ministério na noite de quinta-feira, num comunicado divulgado poucas horas depois do pedido de declaração feito pela Comunidade de Madrid.</P><br />
<P>O Ministério avaliou a &#8220;existência de evacuações preventivas&#8221;, a ameaça de incêndios em áreas urbanas e o potencial &#8220;impacto supraterritorial da emergência&#8221;. </P><br />
<P>Esta tarde, Marlaska deslocou-se ao posto de comando avançado localizado na cidade madrilena de Cenicientos para acompanhar o progresso dos incêndios em curso na região.</P><br />
<P>A Comunidade de Madrid solicitou na quinta-feira ao governo central a declaração de Situação Operacional 3 do Plano de Proteção Civil contra Incêndios Florestais na Comunidade (INFOMA).</P><br />
<P>A Comunidade informou que os incêndios estão para além da sua capacidade de extinção e afetam &#8220;a segurança de mais de 10.000 residentes de Madrid, que se encontram atualmente retirados&#8221;.</P><br />
<P> A presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, alertou na quinta-feira que a previsão meteorológica para as próximas 24 a 48 horas continua desfavorável, pelo que a operação continuará com &#8220;extrema cautela&#8221; e monitorização constante do avanço do incêndio.</P><br />
<P>A partir do Posto Avançado de Comando (PAC) de Cenicientos, Ayuso afirmou que, dos mais de 850 hectares ardidos, &#8220;aproximadamente 600 estão dentro da Comunidade de Madrid, a maioria em Villa del Prado e Aldea del Fresno&#8221;.</P><br />
<P>Ayuso indicou que a prioridade neste momento é determinar quantas casas e propriedades foram afetadas, uma vez que, explicou, o estado dos edifícios ainda está a ser inspecionado para apurar a real extensão dos danos.</P><br />
<P>A Presidente da Comunidade de Madrid denunciou &#8220;o desleixo para com as zonas rurais em Espanha&#8221; e exigiu que estas ocupem um lugar prioritário na agenda pública, &#8220;em vez de se concentrarem apenas no lucro&#8221;, defendendo também a necessidade de reforçar os esforços de prevenção nas florestas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793257]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: EUA iniciam 13ª vaga de ataques aéreos desde o fim do cessar-fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:28:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou o início de uma nova ronda de ataques aéreos contra o Irão, a 13.ª desde o fim do cessar-fogo provisório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou o início de uma nova ronda de ataques aéreos contra o Irão, a 13.ª desde o fim do cessar-fogo provisório.</P><br />
<P>O CENTCOM afirmou, em comunicado divulgado na rede social X, que a nova vaga de ataques teve início às 23:45 de Portugal continental, visando alvos militares iranianos para &#8220;responsabilizar o Irão e diminuir as ameaças da Guarda Revolucionária Islâmica à navegação comercial&#8221;. </P><br />
<P> Os militares norte-americanos realizaram na última noite a 12ª vaga de ataques contra o Irão desde o fim do cessar-fogo, com o objetivo declarado de minar a capacidade de Teerão de ameaçar o tráfego comercial no estreito de Ormuz, e às quais o Irão respondeu com ataques às bases militares de Ali al-Salem e al-Adiri, no Kuwait.</P><br />
<P>Após 12 dias consecutivos de ataques norte-americanos contra o território iraniano e de represálias do Irão no Médio Oriente, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano acusou hoje os Estados Unidos de adotarem uma atitude &#8220;irracional e dominadora&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O problema reside na abordagem dos Estados Unidos, uma abordagem irracional, excessiva e dominadora, que provocou uma resposta firme da nossa parte&#8221;, declarou Abbas Araghchi à televisão estatal, à margem da visita a Teerão do primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi.</P><br />
<P>Também esta noite, o CENTCOM indicou que, desde o retomar do bloqueio naval contra o Irão, há nove dias, redirecionou 12 embarcações comerciais e inutilizou uma para impedir a entrada ou saída de navios de portos ou zonas costeiras iranianas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793259]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: França recebe meios aéreos incluindo de Portugal através de mecanismo da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A França solicitou a ativação do mecanismo de proteção civil da União Europeia (UE) e vai receber rapidamente reforços aéreos europeus para combater os incêndios, incluindo dois aviões portugueses, anunciou na quinta-feira à noite o Presidente Emmanuel Macron.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A França solicitou a ativação do mecanismo de proteção civil da União Europeia (UE) e vai receber rapidamente reforços aéreos europeus para combater os incêndios, incluindo dois aviões portugueses, anunciou na quinta-feira à noite o Presidente Emmanuel Macron.</P><br />
<P>&#8220;Poderemos contar rapidamente com reforços de dois aviões anfíbios Canadair da Croácia, dois aviões Air Tractor portugueses, bem como dois helicópteros de transporte pesado Black Hawk da República Checa e da Eslováquia&#8221;, detalhou Macron, através da rede social X.</P><br />
<P>Incêndios florestais violentos estão a consumir várias regiões do Sul da Europa e, em França, milhares de pessoas foram retiradas na quinta-feira de uma região turística no sudoeste por causa de um fogo, entretanto contido, que percorreu 3.400 hectares.</P><br />
<P>De origem provavelmente acidental, este incêndio em França, que começou na quarta-feira ao início da tarde, obrigou, por prevenção, as autoridades a retirarem mais de 20.000 pessoas na área da floresta das Landes de Gascogne, perto da bacia de Arcachon, uma região já afetada por fogos violentos no verão de 2022.</P><br />
<P>Nenhuma vítima foi registada até ao momento e apenas uma casa isolada foi destruída, três outras foram parcialmente atingidas pelas chamas e uma caravana queimou-se, segundo o último balanço.</P><br />
<P>Cerca de 700 bombeiros estão mobilizados contra as chamas, apoiados por dezenas de militares e guardas.</P><br />
<P>Segundo várias fontes ouvidas pela agência France-Presse (AFP), o fogo terá sido provocado por uma máquina de desbaste.</P><br />
<P>As autoridades privilegiam a hipótese de acidente e a câmara proibiu &#8220;todos os trabalhos florestais que utilizem motores térmicos&#8221; no departamento até novo aviso.</P><br />
<P>Em França, outro incêndio, que começou na terça-feira ao meio-dia num campo, está a afetar o departamento do Var (sudeste), tendo percorrido cerca de 2.500 hectares e &#8220;permanece estável&#8221;, segundo o autarca Simon Fabre, que autorizou na manhã de quinta-feira as 400 pessoas que foram retiradas a regressarem às suas casas.</P><br />
<P>No sul de Itália, dezenas de fogos florestais e de vegetação, alimentados pelo vento quente, estão a causar estragos, especialmente na Sicília, onde cerca de cem habitantes e 22 pacientes de uma clínica no centro da ilha também tiveram que ser retirados na quarta-feira, segundo os bombeiros.</P><br />
<P>Em Espanha, a maioria dos habitantes retirados das suas localidades na quarta-feira à noite, após o início de um incêndio a cerca de 70 quilómetros a sudoeste do centro de Madrid, já puderam regressar às suas casas, anunciaram na quinta-feira os serviços de emergência espanhóis.</P><br />
<P>Mas, vários eixos rodoviários permaneciam cortados na manhã de quinta-feira.</P><br />
<P>Três bombeiros morreram nos últimos dias, dois em França e um em Itália.</P><br />
<P>Nesta fase, 2026 situa-se em segundo lugar em áreas queimadas em toda a UE nas últimas duas décadas de medidas, de acordo com dados de satélite do sistema Effis analisados pela AFP. Mas é o pior ano em França, e um dos piores em Espanha e em Itália.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793258]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Alastramento de incêndio florestal a oeste de Madrid obriga a retirar 3.500 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:44:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O alastramento de um incêndio florestal a 60 km a oeste de Madrid obrigou hoje a retirar 3.500 residentes da localidade de Aldea del Fresno, por precaução, anunciaram os serviços de emergência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O alastramento de um incêndio florestal a 60 km a oeste de Madrid obrigou hoje a retirar 3.500 residentes da localidade de Aldea del Fresno, por precaução, anunciaram os serviços de emergência.</P><br />
<P>Numa mensagem no X, Agência de Segurança e Emergências 112 de Madrid (ASEM 112) indicou que tinha enviado um alerta aos residentes de Aldea del Fresno, recomendando que retirassem para uma cidade próxima, Villamanta, para evitar o incêndio descontrolado na zona.  </P><br />
<P>Dezoito equipas de bombeiros do Corpo de Bombeiros de Madrid, bombeiros florestais, guardas florestais e da Unidade Militar de Emergência (UME) estão ativos na zona.</P><br />
<P>A autoestrada M-507 está encerrada no sentido Navalcarnero e a autoestrada N-403 está encerrada no sentido Toledo, no cruzamento das duas estradas.</P><br />
<P>Segundo fontes do governo regional, neste momento, existem três incêndios a afetar a Comunidade de Madrid: um em Villa del Prado, outro em San Martín de Valdeiglesias e outro em Almorox (Toledo), que se encontra em fase de estabilização.</P><br />
<P>A presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, alertou que a previsão meteorológica para as próximas 24 a 48 horas continua desfavorável, pelo que a operação continuará com &#8220;extrema cautela&#8221; e monitorização constante do avanço do incêndio.</P><br />
<P>A partir do Posto Avançado de Comando (PAC) instalado em Cenicientos, Ayuso afirmou que, dos mais de 850 hectares ardidos, &#8220;aproximadamente 600 estão dentro da Comunidade de Madrid, a maioria em Villa del Prado e Aldea del Fresno&#8221;.</P><br />
<P>Ayuso indicou que a prioridade neste momento é determinar quantas casas e propriedades foram afetadas, uma vez que, explicou, o estado dos edifícios ainda está a ser inspecionado para apurar a real extensão dos danos.</P><br />
<P>A Presidente afirmou que a Comunidade de Madrid irá agir &#8220;como já fez noutras ocasiões&#8221;, referindo-se à resposta dada após a tempestade DANA, que afetou vários municípios da região, quando o governo regional liderou a reconstrução das infraestruturas e prestou auxílio aos afetados.</P><br />
<P>Ayuso denunciou &#8220;o desleixo para com as zonas rurais em Espanha&#8221; e exigiu que estas ocupem um lugar prioritário na agenda pública, &#8220;em vez de se concentrarem apenas no lucro&#8221;, defendendo também a necessidade de reforçar os esforços de prevenção nas florestas.</P><br />
<P>Nesse sentido, defendeu a &#8220;limpeza das florestas&#8221;, a desflorestação e a restauração das práticas tradicionais de gestão, bem como a auscultação ativa dos agricultores, dos produtores pecuários e dos residentes afetados para evitar que incêndios como este se repitam &#8220;a cada ano, cada vez piores&#8221;.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793255]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Carneiro lembra diálogo &#8220;sem maioria absoluta&#8221; do I Governo e pede &#8220;coragem para decidir&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:37:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS afirmou hoje que as mudanças pelo I Governo Constitucional, "sem maioria absoluta", dependeram da capacidade de diálogo e "construir consensos" e defendeu que "a democracia exige coragem para decidir".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS afirmou hoje que as mudanças pelo I Governo Constitucional, &#8220;sem maioria absoluta&#8221;, dependeram da capacidade de diálogo e &#8220;construir consensos&#8221; e defendeu que &#8220;a democracia exige coragem para decidir&#8221;.</P><br />
<P>José Luís Carneiro falava no encerramento da sessão evocativa os 50 anos da tomada de posse do I Governo Constitucional, liderado por Mário Soares, na sede nacional do PS, em Lisboa.</P><br />
<P>Carneiro considerou que esse executivo de Soares, resultante das primeiras eleições legislativas após o 25 de Abril, &#8220;recusou soluções fáceis e populistas&#8221;, sublinhando o seu papel no lançamento das &#8220;bases para a despartidarização da Administração Pública&#8221;, promoção da justiça, pluralismo na comunicação social, o afastamento das Forças Armadas das funções de segurança civil e na aposta no &#8220;lugar de Portugal no mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estava assim a erguer os pilares de um verdadeiro Estado de direito democrático&#8221;, disse, salientando ainda que esse Governo, &#8220;no plano interno, promoveu o poder local democrático, avançou com a autonomia regional e apostou na reconciliação nacional, criando condições para sarar divisões e unir os portugueses em torno de um projeto comum&#8221;.</P><br />
<P>O secretário-geral socialista enfatizou que &#8220;tudo isto foi feito sem maioria absoluta&#8221; e &#8220;com diálogo, com respeito pelas instituições e com um profundo sentido de responsabilidade democrática&#8221;, salientando que uma das &#8220;maiores lições&#8221; deste executivo é de que &#8220;a democracia não se afirma pela imposição, mas pela capacidade de construir consensos e de respeitar a diversidade de opiniões&#8221;.</P><br />
<P>Depois de defender que o contributo do PS e de Mário Soares &#8220;foi decisivo&#8221; e que o I Governo Constitucional demonstrou que &#8220;era possível governar com firmeza e, ao mesmo tempo, moderação&#8221;, rejeitando &#8220;tanto radicalismos como tentações autoritárias&#8221;, Carneiro enumerou os que considera serem os atuais desafios democráticos.</P><br />
<P>&#8220;A desconfiança nas instituições, a polarização, a atomização das sociedade e dos indivíduos, os discursos populistas, a tentação de soluções simplistas para problemas complexos. O exemplo do I Governo Constitucional lembra-nos que a resposta não está no abandono dos princípios democráticos, mas no seu aprofundamento&#8221;, disse.</P><br />
<P>O secretário-geral do PS defendeu que &#8220;governar é escolher com responsabilidade, é respeitar as regras, é fortalecer as instituições e é colocar o interesse coletivo acima de agendas imediatas e oportunistas&#8221; e &#8220;democracia exige coragem para decidir, coragem para dialogar e coragem para resistir a tudo o que a possa fragilizar&#8221;.</P><br />
<P>Para Carneiro, este caminho &#8220;não é fácil&#8221;, dado o que encara como um cenário atual de &#8220;hiperpolítica inconsequente&#8221; que &#8220;quer respostas céleres e simplistas ao virar da esquina&#8221;.</P><br />
<P>O líder socialista concluiu o discurso citando as palavras de Soares, que apontava &#8220;a habitação, a assistência médica e hospitalar e a segurança social como as &#8220;grande carências do povo português&#8221;, e afirmando o legado do seu primeiro Governo &#8220;não pertence apenas ao passado&#8221;, mas &#8220;é uma exigência permanente no presente e uma responsabilidade para o futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cabe-nos a nós estar à altura dos caminhos que então foram abertos&#8221;, rematou.</P><br />
<P>Antes, intervieram nesta sessão a historiadora Maria Inácia Rezola e o professor catedrático da Universidade Católica José Miguel Sardica, o antigo membro do I Governo Constitucional Rui Vilar, e Isabel Soares, filha de Mário Soares.</P><br />
<P>O I Governo Constitucional, chefiado pelo socialista Mário Soares, tomou posse a 23 de julho de 1976 depois das eleições legislativas de 1976, as primeiras depois de aprovada a Constituição de 1976, e terminou o seu mandato em janeiro de 1978, na sequência da rejeição de uma moção de confiança.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TS // RBF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793254]]></sapo:autor>
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		<title>CODU do Norte sofreu falha informática de duas horas que criou constrangimentos &#8211; Sindicato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:25:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Norte registou uma falha no sistema informático entre as 19:20 e 21:20 de hoje, criando constrangimentos no atendimento de chamadas e acionamento de meios, denunciou fonte sindical.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Norte registou uma falha no sistema informático entre as 19:20 e 21:20 de hoje, criando constrangimentos no atendimento de chamadas e acionamento de meios, denunciou fonte sindical.</P><br />
<P>O presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) referiu à agência Lusa que o CODU Norte ficou sem sistema pelas 19:20, situação que durou até às 21:20.</P><br />
<P>A Lusa tentou obter informações junto do INEM mas não foi possível até ao momento.</P><br />
<P>Rui Lázaro explicou que na sequência da falha informática, após vários &#8220;minutos sem qualquer tipo de resposta, com dezenas de técnicos parados&#8221;, foi tomada a decisão de &#8220;registar em papel&#8221;, para depois a informação ser &#8220;passada aos colegas do acionamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Coimbra, Lisboa e Faro esteve sempre a funcionar normalmente [neste período], e as chamadas que sobraram do Porto, que foram muitas, foram desviadas para lá. O acionamento [no Norte] esteva a ser feito por Coimbra&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Rui Lázaro sublinhou que durante este período pelo menos 50 ocorrências estiveram por ser acionadas.</P><br />
<P>O presidente do STEPH salientou que, pelas 21:20, recebeu a informação que o sistema tinha regressado no CODU do Norte, mas que o atendimento estava a funcionar a metade, por &#8220;medo de sobrecarregar o sistema&#8221;, segundo informação transmitida pelos técnicos.</P><br />
<P>O líder sindical lembrou ainda que o CODU Norte é o maior do país e o que dá mais resposta, questionando ainda se o INEM não tem disponível um sistema de &#8216;backup&#8217;.</P><br />
<P>Na semana passada a Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM denunciou falhas no sistema informático OnCall, utilizado nos CODU, alertando para riscos no acionamento dos meios de emergência e exigindo esclarecimentos ao conselho diretivo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793253]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street em queda pressionada pelos resultados das tecnológicas e receios sobre energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:07:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em forte queda, pressionada pelas grandes perdas das gigantes tecnológicas Alphabet e Tesla após a divulgação dos seus resultados e pelo fantasma de um grande choque energético.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em forte queda, pressionada pelas grandes perdas das gigantes tecnológicas Alphabet e Tesla após a divulgação dos seus resultados e pelo fantasma de um grande choque energético.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average caiu 0,97%, para 51.711,65 pontos, o tecnológico Nasdaq Composite caiu 2,15%, para 25.137,69 pontos, e o índice S&amp;P 500, mais abrangente, perdeu 1,21%, para 7.408,30 pontos.</P><br />
<P>Entre as maiores perdas do dia, as ações da Tesla caíram a pique 14,52%, eliminando quase 200 mil milhões de dólares em valor de mercado.</P><br />
<P>A pioneira dos veículos elétricos anunciou no dia anterior um lucro líquido inferior ao esperado para o segundo trimestre, apesar do aumento das vendas.</P><br />
<P>&#8220;A margem operacional caiu para 1,4%, a receita de créditos regulatórios caiu drasticamente e os investimentos em IA, condução autónoma e novos produtos continuaram a acelerar&#8221;, analisou Stuart Taylor, da empresa Envorso.</P><br />
<P>Também as ações da Alphabet, empresa-mãe da Google, caíram 6,89% para 318,34 dólares, apesar de um trimestre de forte crescimento, durante o qual a receita do seu negócio de computação em nuvem quase duplicou (em comparação com o ano anterior).</P><br />
<P>Segundo Bob Lang, da empresa de investimento Explosive Options, a empresa sofreu com o seu apetite por inteligência artificial, para a qual planeia gastos cada vez maiores.</P><br />
<P>&#8220;Ela não tem outra escolha senão gastar mais para acompanhar os seus concorrentes&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;A corrida à monetização, ao poder computacional e à relevância está a intensificar-se, enquanto a perspetiva de rentabilidade permanece, na melhor das hipóteses, incerta&#8221;, o suficiente para deixar os investidores cautelosos, observou Jose Torres, da plataforma Interactive Brokers.</P><br />
<P>A liquidação foi massiva e aproximadamente 800 mil milhões de dólares em valor de mercado evaporaram-se para as &#8216;big seven&#8217;, os principais nomes da tecnologia americana.</P><br />
<P>A volatilidade do mercado também aumentou devido à &#8220;escalada das tensões geopolíticas&#8221;, segundo Torres.</P><br />
<P>O Irão e os Estados Unidos declararam a sua determinação em continuar os seus ataques, enquanto uma segunda frente foi aberta no mar Vermelho pelos rebeldes houthis do Iémen, aliados de Teerão.</P><br />
<P>Estes recentes acontecimentos impulsionaram o preço do petróleo Brent, uma referência internacional, acima dos 100 dólares por barril, a primeira vez desde maio.</P><br />
<P>Quando as expectativas de inflação aumentam, os investidores exigem maiores retornos dos investimentos para manter as suas margens.</P><br />
<P>Estes ventos contrários ofuscaram a receção positiva dada aos resultados trimestrais de várias empresas.</P><br />
<P>O grupo de defesa Lockheed Martin (subida de 10,54%, para 568,59 dólares) subiu depois de elevar as suas projeções anuais, beneficiando, em particular, da produção de munições.</P><br />
<P>A empresa de leasing United Rentals também registou um aumento de mais de 10%, enquanto a siderúrgica Cleveland-Cliffs disparou quase 16%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793252]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Israel ameaça Teerão com &#8220;golpe devastador&#8221; caso ataque o seu território</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 21:55:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, garantiu hoje que o seu país está a preparar-se para "qualquer eventualidade" e avisou que o Irão sofrerá "um golpe devastador" caso lance um ataque contra o território israelita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, garantiu hoje que o seu país está a preparar-se para &#8220;qualquer eventualidade&#8221; e avisou que o Irão sofrerá &#8220;um golpe devastador&#8221; caso lance um ataque contra o território israelita.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a preparar-nos para qualquer eventualidade. Se o Irão atacar Israel, sofrerá um golpe devastador&#8221;, frisou Katz durante uma reunião de segurança, segundo um comunicado divulgado pelo Ministério da Defesa de Israel.</P><br />
<P>A reunião contou ainda com a presença do Chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, do diretor-geral do Ministério da Defesa, Amir Baram, do comandante da Força Aérea e de autoridades dos Serviços de Informações e do Comando da Defesa Civil, a unidade militar responsável pela proteção da população civil.</P><br />
<P>As declarações do ministro surgem num momento de crescente tensão na região. </P><br />
<P>Já o Presidente norte-americano, Donald Trump, destacou hoje que está a considerar lançar um &#8220;ataque em massa&#8221; contra o Irão, de maior escala do que a operação de 40 dias iniciada a 28 de fevereiro em conjunto com Israel, embora tenha esclarecido que ainda não tomou uma decisão final.</P><br />
<P>Trump referiu que Washington está preparado para agir e manifestou a sua confiança de que Israel &#8220;juntaria em dois minutos&#8221; se lhe fosse pedido, embora tenha mantido que os Estados Unidos têm capacidade para agir de forma independente.</P><br />
<P>No mês passado, Washington e Teerão assinaram um memorando de entendimento para estabelecer um cessar-fogo, desbloquear o estreito de Ormuz e permitir tempo para negociações sobre o programa nuclear iraniano, mas a trégua falhou e os dois países têm trocado ofensivas nas últimas duas semanas. </P><br />
<P>Em retaliação aos mais recentes ataques norte-americanos, Teerão tem atacado países aliados dos Estados Unidos na região, como é o caso do Kuwait, Bahrein e Jordânia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793251]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>César fala de &#8220;complicações&#8221; no Governo e defende diálogo ao centro como &#8220;caução do regime&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 21:12:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do PS pediu hoje confiança no país "sejam quais forem as contrariedade conjunturais" como as "complicações que que têm envolvido" o atual Governo e defendeu que o "diálogo entre os partidos centrais" é a "caução do regime".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PS pediu hoje confiança no país &#8220;sejam quais forem as contrariedade conjunturais&#8221; como as &#8220;complicações que que têm envolvido&#8221; o atual Governo e defendeu que o &#8220;diálogo entre os partidos centrais&#8221; é a &#8220;caução do regime&#8221;.</P><br />
<P>Carlos César falava na abertura de uma sessão evocativa dos 50 anos do I Governo Constitucional, liderado por Mário Soares, na sede nacional do PS, em Lisboa.</P><br />
<P>O socialista afirmou que &#8220;não há nunca razão definitiva&#8221; para o país pensar que está &#8220;condenado a parar no tempo ou a andar para trás&#8221;, mesmo que haja mudanças no contexto internacional ou uma avaliação negativa do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Mesmo nos tempos que vivemos, seja no plano europeu e internacional, seja face à avaliação que por estes dias fazemos do atual Governo da República , incluindo as complicações que têm envolvido as figuras e os mandatos do primeiro-ministro, do ministro da Presidência, da ministra da Saúde, da ministra do Trabalho, do ministro da Educação ou do ministro da Administração Interna&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Para Carlos César, &#8220;sejam quais forem as contrariedades conjunturais&#8221;, deve-se &#8220;continuar a confiar nas capacidades e nos destinos do país&#8221;.</P><br />
<P>O dirigente do PS considerou também que se deve trabalhar sempre com o objetivo de fazer &#8220;melhor no presente pelo futuro&#8221;, defendendo que, tal como acontecia em 1976, o &#8220;diálogo social e o diálogo entre os partidos centrais da democracia, que se alternam na suas propostas, são essenciais e são a caução do regime&#8221;.</P><br />
<P>O socialista afirmou também que há o hábito de olhar para Portugal &#8220;em plano inclinado ou com sucessivas crises de estima&#8221;, mas argumentou que &#8220;há progressos que animam a história económica e social&#8221; dos últimos 50 anos do país e que &#8220;não se devem apenas ao cursos inevitável dos tempos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi por esforço dos portugueses e por lideranças como as de Mário Soares que fizemos esse percurso&#8221;, considerou ainda.</P><br />
<P>Neste discurso, Carlos César afirmou que &#8220;as orientações, iniciativas e vitórias do PS &#8220;foram decisivas para a consolidação progressiva e contínua&#8221; do caminho que se seguir após a Revolução de Abril.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TS // RBF</P><br />
<P>Lusa / FIm</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793250]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Seguro fecha visita com um aplauso para professores em Cabo Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 21:06:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente António José Seguro despediu-se hoje de Cabo Verde a pedir uma salva de palmas para os professores da Escola Portuguesa na cidade da Praia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente António José Seguro despediu-se hoje de Cabo Verde a pedir uma salva de palmas para os professores da Escola Portuguesa na cidade da Praia.</P><br />
<P>«O trabalho que os professores aqui fazem é um trabalho de excelência, são sementes que todos os dias estão a regar para que o futuro produza, nas novas gerações, a cooperação que nos temos visto nas gerações atuais», disse.</P><br />
<P>«Quero pedir uma grande salva de palmas para os professores desta escola que valorizam a nossa língua e ajudam a levar cada vez mais longe a língua portuguesa», referiu António José Seguro, arrancando um aplauso da plateia que participou no encontro com a comunidade.</P><br />
<P>Entre o público, no pátio principal da escola, estavam professores que ainda cumprem os últimos dias de trabalho antes das férias letivas, empresários e outros portugueses que trabalham e residem em Cabo Verde.</P><br />
<P>O evento na Escola Portuguesa de Cabo Verde, que acolhe cerca de 1.100 alunos na Praia e 400 no Mindelo, fechou a visita oficial de três dias do Presidente da República ao arquipélago.</P><br />
<P>Na última tarde na cidade da Praia, antes de regressar a Lisboa, António José Seguro visitou hoje o centro de hemodiálise do Hospital Agostinho Neto e conheceu o beneficiário do primeiro transplante renal do país, realizado este ano com o apoio de Portugal.</P><br />
<P>«São estes exemplos que nos fazem acreditar no ser humano», em como «a cooperação é relevante e, particularmente, como a política, quando tem resultados, serve o seu sentido mais nobre: ajudar a que as pessoas tenham uma vida melhor. É esse o sentido na nossa presença em Cabo Verde», concluiu.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793249]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Casa Branca nega que Israel tenha pedido que acordo nuclear com Riade dependa de normalizar relações</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/casa-branca-nega-que-israel-tenha-pedido-que-acordo-nuclear-com-riade-dependa-de-normalizar-relacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:56:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Casa Branca afirmou hoje que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, não pediu ao Presidente Donald Trump para condicionar o acordo nuclear norte-americano com a Arábia Saudita à normalização por este país  das relações com Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Casa Branca afirmou hoje que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, não pediu ao Presidente Donald Trump para condicionar o acordo nuclear norte-americano com a Arábia Saudita à normalização por este país  das relações com Israel.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente toma sempre a decisão final sobre os acordos, e este é um ponto que já referiu várias vezes. Afirmou que, se a Arábia Saudita não aderir aos Acordos de Abraão, o pacto será cancelado&#8221;, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.</P><br />
<P>Questionada diretamente sobre se Netanyahu, aliado próximo de Trump, teria alguma relação com esta exigência, Leavitt negou: &#8220;Que eu saiba, não&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano afirmou na rede social Truth Social que o acordo, já aprovado pela Casa Branca, &#8220;está totalmente condicionado à adesão da Arábia Saudita aos respeitados e bem-sucedidos Acordos de Abraão&#8221;, acrescentando que &#8220;os Estados Unidos não se opõem às instalações nucleares civis (não enriquecidas)&#8221;.</P><br />
<P>Trump tem procurado alargar os Acordos de Abraão, lançados em 2020 durante o seu primeiro mandato e que estabeleceram relações diplomáticas entre Israel e vários países árabes. O governante considera a eventual adesão da Arábia Saudita como um dos principais objetivos da sua política para o Médio Oriente.</P><br />
<P>Trump garantiu que o entendimento não permitirá o enriquecimento de urânio por parte da Arábia Saudita, apesar das crescentes preocupações por parte dos especialistas nucleares que alertam para a ausência de mecanismos de salvaguarda que impeçam qualquer enriquecimento de urânio suscetível de ser utilizado para fins militares.</P><br />
<P>O acordo foi anunciado na madrugada de quarta-feira, em plena escalada do conflito entre os Estados Unidos e o Irão, desencadeado no final de fevereiro por ataques israelo-americanos contra Teerão, com o pretexto de impedir que a República Islâmica se dotasse de armas nucleares.</P><br />
<P>O gabinete do primeiro-ministro israelita reagiu hoje às declarações de Trump considerando que o reconhecimento por parte da Arábia Saudita de Israel seria um &#8220;avanço histórico&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tal como afirmou o Presidente Trump, a adesão da Arábia Saudita aos Acordos de Abraão constituiria um avanço histórico para a paz no Médio Oriente&#8221;, declarou o gabinete de Benjamin Netanyahu num comunicado.</P><br />
<P>Em Washington, a secretária de imprensa norte-americana acrescentou, após a mensagem do presidente sobre os Acordos de Abraão, que desconhecia qualquer telefonema entre Trump e o príncipe herdeiro e primeiro-ministro saudita, Mohammed bin Salman.</P><br />
<P>&#8220;Continuaremos a dialogar com os nossos homólogos sauditas para finalizar o acordo e esperamos vê-los aderir aos Acordos de Abraão em breve&#8221;, disse Leavitt.</P><br />
<P>O protocolo poderá gerar milhares de milhões de dólares para as empresas norte-americanas e constituiria uma vitória para a Arábia Saudita, de maioria sunita, face ao seu rival iraniano de longa data, liderado por xiitas.</P><br />
<P>O texto do acordo assinado pelo secretário da Energia norte-americano, Chris Wright, e pelo homólogo saudita, o príncipe Abdelaziz ben Salmane, ainda tem de ser submetido ao Congresso dos Estados Unidos, de maioria republicana.</P><br />
<P>Este acordo abre caminho à construção de centrais nucleares na Arábia Saudita, que, neste momento, depende de centrais a gás e a petróleo para a produção de eletricidade.</P><br />
<P>Logo após o anúncio, as críticas centraram-se na possibilidade de Riade poder enriquecer urânio.</P><br />
<P>O Wall Street Journal tinha afirmado anteriormente que uma cláusula previa a construção de um complexo de enriquecimento de urânio no reino saudita, caso um estudo conjunto determinasse que tal se justificava.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o secretário de Energia norte-americano limitou-se a declarar que o acordo lançava &#8220;as bases jurídicas para uma parceria de várias décadas&#8221; e respeitava &#8220;os mais elevados padrões em matéria de segurança nuclear e não proliferação&#8221;.</P><br />
<P>Também o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou hoje que Riade pretendia desenvolver um programa nuclear &#8220;pacífico e civil&#8221; e garantiu que o acordo incluía &#8220;garantias para assegurar que não possa ser transformado num programa de armamento&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793248]]></sapo:autor>
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		<title>Governo quer concluir nova estratégia para comunidades ciganas e integra tema na área da Igualdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo está a finalizar a nova Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas, que passa da área das migrações para a tutela da Igualdade, mudança que reflete o reconhecimento dos ciganos como portugueses de pleno direito, anunciou hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo está a finalizar a nova Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas, que passa da área das migrações para a tutela da Igualdade, mudança que reflete o reconhecimento dos ciganos como portugueses de pleno direito, anunciou hoje.</P><br />
<P>A secretária de Estado Adjunta, da Juventude e da Igualdade, Carla Rodrigues, afirmou que a anterior Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas, criada em 2013, foi sucessivamente prorrogada até 2023 e que, quando o atual Governo tomou posse, não existia uma nova estratégia aprovada nem estavam concluídos os trabalhos preparatórios.</P><br />
<P>Segundo a governante, foi o anterior executivo, ainda sob a tutela da Presidência do Conselho de Ministros, que iniciou o processo de elaboração da nova estratégia, coordenado pela então Estrutura de Missão para a Igualdade (EMA), através de reuniões com associações da comunidade cigana, entidades da sociedade civil e outras organizações, das quais resultou um documento que está agora a ser trabalhado.</P><br />
<P>No decorrer de uma audição na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, em que esteve a ser ouvida a equipa da ministra Margarida Balseiro Lopes, a secretária de Estado reconheceu que representantes da comunidade cigana manifestaram preocupação com o atraso na aprovação da estratégia, mas garantiu que esse processo não comprometeu a continuidade das medidas em curso.</P><br />
<P>Destacou que estão abertos avisos no valor de seis milhões de euros destinados à continuidade de projetos dirigidos às comunidades ciganas.</P><br />
<P>Carla Rodrigues assegurou também que programas como o ROMED e o OPRE, de bolsas de estudo, prosseguiram sem interrupções.</P><br />
<P>A secretária de Estado adiantou que o objetivo é concluir a nova estratégia &#8220;o mais rapidamente possível&#8221;, evitando qualquer quebra no financiamento das associações que trabalham com estas comunidades.</P><br />
<P>De acordo com Carla Rodrigues, o novo documento representa também uma mudança de paradigma, deixando de privilegiar a integração para colocar a tónica na inclusão, na igualdade e no reforço da participação das comunidades ciganas na definição de respostas para os seus problemas.</P><br />
<P>A governante justificou ainda a transferência desta matéria da área das migrações para a tutela da Igualdade, defendendo que os ciganos vivem em Portugal há mais de 500 anos e são &#8220;portugueses de pleno direito&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>&#8220;Esta transferência da área das migrações para a área da igualdade faz todo o sentido e demonstra que da parte do Governo há um respeito para com estas comunidades. Deixam de ser tratadas como comunidades migrantes e passam a ser tratadas como portugueses de pleno direito&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793247]]></sapo:autor>
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		<title>LE: Benfica arranca época com derrota na Suíça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:59:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica arrancou hoje oficialmente a época 2026/27 com uma derrota, ao perder 2-1 em casa dos suíços do St. Gallen, em jogo da primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica arrancou hoje oficialmente a época 2026/27 com uma derrota, ao perder 2-1 em casa dos suíços do St. Gallen, em jogo da primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol.</P><br />
<P>A formação helvética adiantou-se no marcador aos 37 minutos, por Aliou Baldé, o Benfica, ainda com muitas indefinições no seu plantel, reagiu a este primeiro golo com o empate sete minutos, através de Rafa, mas o St. Gaal voltou para a frente do marcador e sentenciou o encontro aos 80, com um golo de Tom Gaal.</P><br />
<P>O encontro da segunda mão está agendado para dentro de uma semana, no dia 30 de julho, no Estádio da Luz, com o vencedor da eliminatória a defrontar na ronda seguinte o conjunto que sair do confronto entre o Sturm Graz e os escoceses do Hearts, tendo os austríacos vencido na primeira mão por 4-0.</P></p>
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		<title>Incêndios: Portugal envia dois aviões e uma equipa para combater fogos em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:55:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai enviar na sexta-feira para França duas aeronaves e uma equipa de sete elementos para auxiliar no combate aos incêndios rurais na região de Saumos, informou hoje a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal vai enviar na sexta-feira para França duas aeronaves e uma equipa de sete elementos para auxiliar no combate aos incêndios rurais na região de Saumos, informou hoje a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P><br />
<P>Segundo a ANEPC, Portugal vai mobilizar a capacidade nacional rescEU sendo a missão constituída por duas aeronaves do tipo Fire Boss (aviões bombardeiros médios anfíbios) e por uma equipa de sete elementos, integrando dois representantes da ANEPC, três pilotos e dois mecânicos do operador aéreo.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência dos incêndios rurais que afetam o município de Saumos, em França, e em resposta à ativação do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia (UCPM) pelas autoridades francesas, Portugal, através da Autoridade ANEPC, mobiliza na sexta-feira a capacidade rescEU posicionada em território nacional, para apoiar as operações de combate aos incêndios&#8221;, afirma a autoridade em comunicado.</P><br />
<P>A partida está prevista para as 08:30, com as aeronaves a descolarem do Aeródromo de Vila Real, estando a chegada ao Aeroporto de Bordeaux-Mérignac prevista para as 13:00 (hora local).</P><br />
<P>O apoio logístico à missão será assegurado pela Força Aérea Portuguesa, através de uma aeronave C-130, responsável pelo transporte do pessoal e do equipamento de manutenção das aeronaves e que partirá da Base Aérea n.º 6, no Montijo.</P><br />
<P>A capacidade destacada integra a reserva europeia rescEU, criada no âmbito do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia para reforçar a resposta dos Estados-Membros perante emergências de grande dimensão, nomeadamente incêndios rurais, sempre que as capacidades nacionais se revelem insuficientes.</P><br />
<P>A ANEPC adianta que mantém o acompanhamento permanente da evolução da situação e do perigo de incêndio rural, assegurando que este destacamento é efetuado sem comprometer a capacidade de resposta operacional em território nacional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793245]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Plano nacional de combate ao racismo prorrogado perante taxa de execução de 16%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:46:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O plano nacional de combate ao racismo 2021-2023 foi prorrogado e a medida aprovada hoje em Conselho de Ministros, anunciou a ministra Margarida Balseiro Lopes, tendo em conta a "miserável taxa de execução".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O plano nacional de combate ao racismo 2021-2023 foi prorrogado e a medida aprovada hoje em Conselho de Ministros, anunciou a ministra Margarida Balseiro Lopes, tendo em conta a &#8220;miserável taxa de execução&#8221;.</P><br />
<P>A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, que tem também as pastas das minorias e do combate ao racismo, esteve hoje a ser ouvida na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, durante a qual culpou o Partido Socialista (PS) pelo facto de não haver um novo plano nacional de combate ao racismo.</P><br />
<P>Em resposta a perguntas da deputada socialista Elza Pais, Margarida Balseiro Lopes afirmou que &#8220;é profundamente injusto&#8221; que o PS diga que &#8220;o anterior plano caiu e não há nenhum novo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Efetivamente não há nenhum novo. E porquê que não há nenhum novo? Porque quando nós entrámos em funções e pegámos no plano que existia, tínhamos entre 2021 e 2023 uma taxa de execução que a todos nos deve envergonhar, permita-me que lhe diga. Porque a taxa de execução em 2024 deste plano era de 16%. 16% de medidas concluídas&#8221;, criticou a ministra.</P><br />
<P>Segundo Balseiro Lopes, &#8220;face a esta profunda insuficiência de execução do anterior plano, o Governo optou por prorrogar o plano que existia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isso já foi aprovado, foi hoje aprovado em reunião de Conselho de Ministros, a prorrogação do anterior plano, não só para melhorarmos estas miseráveis taxas de execução, mas sobretudo também para garantir a necessidade de cumprimento da condição habilitadora do Pessoas 2030 que este plano complementa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Depois prepararemos então um novo plano&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793244]]></sapo:autor>
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		<title>Sobe para 194 cidades no estado brasileiro Rio Grande do Sul afetadas por fortes chuvas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:43:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasília 23 jul 2026 (Brasília) -- Subiu para 194 o número de cidades afetadas e mais de mil pessoas tiveram de deixar as suas casas devido às fortes chuvas e vendavais que assolam o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, disseram hoje autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 23 jul 2026 (Brasília) &#8212; Subiu para 194 o número de cidades afetadas e mais de mil pessoas tiveram de deixar as suas casas devido às fortes chuvas e vendavais que assolam o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, disseram hoje autoridades locais.</P><br />
<P>Desde o fim de semana até à última atualização da Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgada hoje, já são 1.147 pessoas fora de suas casas, 728 das quais realojadas em abrigos e 419 acolhidas por familiares e amigos.</P><br />
<P>Na quarta-feira, eram 143 cidades atingidas e mais de 200 pessoas fora das suas casas e, segundo explicou a Defesa Civil, o aumento de desalojados registados em menos de 24 horas deve-se ao facto de, em diferentes regiões do estado, os rios terem subido e causado inundações.</P><br />
<P>Na cidade com o maior número de desalojados, 100 pessoas, em Arroio do Rato, as chuvas e rajadas de vento provocaram danos em telhados de 16 casas e no edifício do poder executivo local.</P><br />
<P>Pelo estado, várias estradas e pontes estão interditadas, seja pelas inundações dos rios, seja por deslizamentos de terra, além de quedas de árvores e postes de eletricidade.</P><br />
<P>Em muitas cidades afetadas, famílias inteiras estão a dormir em abrigos improvisados em escolas públicas.</P><br />
<P>O número de cidades atingidas pelo forte temporal e cheias dos rios já representa quase 40% do total de 497 municípios do Rio Grande do Sul.</P><br />
<P>Uma casa inteira a se arrastada pela correnteza é mais uma imagem registada pela imprensa local, que tem reportado o drama das famílias gaúchas ao deixarem as suas casas por receio das inundações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793243]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Montenegro diz que Portugal é hoje mais amigo do investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:42:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu que Portugal "é hoje mais amigo do investimento", destacou as parcerias "de topo" com os EUA e Alemanha e considerou que o combate à pobreza se faz com a criação de riqueza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu que Portugal &#8220;é hoje mais amigo do investimento&#8221;, destacou as parcerias &#8220;de topo&#8221; com os EUA e Alemanha e considerou que o combate à pobreza se faz com a criação de riqueza.</P><br />
<P>No discurso de cerca de 20 minutos que proferiu, na Figueira da Foz, na cerimónia de marcou o início da obra de construção de uma fábrica de componentes para centros de dados, Luís Montenegro assinalou que Portugal é um país com estabilidade política, económica e financeira.</P><br />
<P>&#8220;Como disse há pouco um representante da empresa [a multinacional norte-americana e alemã Hennig] que investe aqui na Figueira da Foz,  é um país com bom ambiente de negócios, é um país com um bom povo, é um país com jovens qualificados, com boa localização do ponto de vista geográfico, é um país que hoje é mais amigo do investimento do que era ontem&#8221;, argumentou o chefe do Governo.</P><br />
<P>&#8220;E isto é simplesmente registar a evolução, não tem mais nenhum juízo que não seja esse, é olhar para a frente, não olhar para trás (&#8230;) dizemo-lo de peito aberto e convictamente&#8221;, vincou Luís Montenegro.</P><br />
<P>Acrescentou que o país quer cobrar menos impostos sobre quem trabalha e, deste modo, &#8220;premiar o esforço, o mérito, o resultado dos trabalhadores, e é um país que também quer premiar o resultado das empresas, para que as empresas tenham mais instrumentos para investirem mais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um país que, para pagar melhores salários, também tem de ter empresas mais lucrativas, porque as empresas não podem pagar aquilo que não produzem. [Portugal] é um país que sabe que para combater a pobreza, para combater a desigualdade, para combater a dificuldade, tem de criar riqueza&#8221;, frisou Luís Montenegro.         </P><br />
<P>&#8220;A pobreza combate-se com a criação de riqueza&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Agradecendo aos empresários norte-americanos e alemães pelo investimento de 51 milhões de euros na Figueira da Foz &#8212; que visa a criação de cerca de 450 postos de trabalho &#8211; e pela confiança colocada no nosso país, o primeiro-ministro notou, no entanto, que se trata de &#8220;um obrigado que é moderado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque confiam em Portugal, também, para ganharem dinheiro e para poderem ter os lucros legítimos e expectáveis nos vossos negócios. Isto é uma situação &#8216;win-win&#8217;, queremos ganhar todos&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Sobre a relação económica de Portugal com os EUA e Alemanha, Luís Montenegro classificou-a como parcerias de topo, com dois parceiros com os quais o país tem feito um caminho de reforço da cooperação.</P><br />
<P>O primeiro-ministro voltou a dizer que, em 2025, Portugal bateu o recorde de investimento direto estrangeiro contratualizado na AICEP &#8212; Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.</P><br />
<P>Este dado, cujos valores não divulgou, foi um resultado só comparável ao verificado &#8220;quando se contratualizou o estabelecimento da Auto Europa [fábrica do grupo Volkswagen] em Portugal&#8221;, no início da década de 1990.</P><br />
<P>&#8220;No outro dia, disse isto na Assembleia da República, eventualmente não disse as palavras todas que disse agora, o que suscitou logo uma grande querela e uma imputação de que não era rigoroso, porque 2025 não foi o ano de maior investimento direto estrangeiro em Portugal. Foi o ano em que a AICEP, o Estado português subscreveu, contratualizou, o maior volume estrangeiro de investimento em Portugal&#8221;, insistiu Montenegro.</P><br />
<P>&#8220;Foi o que acabamos de fazer aqui, agora, foi o ano em que fizemos mais coisas destas, se quiserem, para ser assim uma proclamação mais direta&#8221;, justificou, aludindo o contrato hoje assinado entre os investidores e a AICEP, no valor de 7,7 milhões de euros.</P></p>
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		<title>Financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica incluido no OE 2027 &#8211; Ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:26:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Cultura garantiu hoje que nenhuma resposta de apoio a vítimas vai encerrar por causa do fim dos financiamentos europeus e que o financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica será assegurado pelo Orçamento do Estado para 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Cultura garantiu hoje que nenhuma resposta de apoio a vítimas vai encerrar por causa do fim dos financiamentos europeus e que o financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica será assegurado pelo Orçamento do Estado para 2027.</P><br />
<P>Margarida Balseiro Lopes esteve hoje a ser ouvida na Comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde assumiu o &#8220;compromisso de assegurar, também através do Orçamento do Estado e já em 2027, o financiamento da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deste modo, nenhuma resposta de apoio às vítimas, quer no domínio da violência doméstica, quer já agora no domínio do tráfico de seres humanos, vai encerrar em consequência do termo dos financiamentos europeus&#8221;, afirmou a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, que tem também as pastas da igualdade de género e da prevenção e combate à violência doméstica.</P><br />
<P>Segundo a ministra, tratou-se de concretizar um objetivo assumido desde o início, ou seja, o &#8220;compromisso de gradualmente transitar o financiamento das respostas da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica para o Orçamento do Estado&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Terminando assim com o ciclo de instabilidade e fragilidade decorrente do facto de esta rede ser essencialmente sustentada por fundos europeus&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Margarida Balseiro Lopes explicou que as respostas que terminavam entre junho e dezembro de 2026 tiveram o financiamento assegurado até ao final do ano, adiantando que estão em causa 80 respostas, distribuídas entre os anos de 2026 e 2027.</P><br />
<P>&#8220;As que terminam em [20]27, à medida que terminarem, transitam para o Orçamento do Estado&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>Revelou que o Governo não se limitou a incluir no OE o valor que era financiado por fundos europeus.</P><br />
<P>&#8220;Se nós considerássemos apenas aquilo que era financiado pelos fundos europeus, nós estaríamos a falar de 8.487.000 euros, mas nós quisemos, além de garantir essa base de financiamento, de fazer incrementos salariais e o pagamento do subsídio de turno, para garantir que os profissionais que trabalham nestas respostas têm melhores condições&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>De acordo com a ministra, o valor inscrito no OE será de cerca de 11,9 milhões de euros.</P><br />
<P>Acrescentou que com esta transição para o Orçamento do Estado vai ser possível &#8220;assegurar maior estabilidade, previsibilidade e sustentabilidade às respostas existentes, bem como criar condições para continuar a valorizar o trabalho das equipas que diariamente acompanham e apoiam as vítimas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, e contrariamente ao que sucedia com os fundos europeus, este novo modelo de financiamento vai ser acompanhado por uma atualização dos montantes atribuídos às estruturas, reforçando assim a capacidade de resposta destas entidades&#8221;, disse Margarida Balseiro Lopes.</P><br />
<P>Na mesma altura, a ministra adiantou que está previsto abrir até ao final do ano várias linhas de financiamento para criar novas respostas multidisciplinares no domínio da violência doméstica e violência sexual.</P><br />
<P>Disse também que solicitou ao Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas a realização da primeira avaliação da nova Ficha de Avaliação de Risco, &#8220;um ano após a sua entrada em vigor, de forma a identificar oportunidades de aperfeiçoamento e assegurar que este instrumento continua a responder adequadamente às necessidades identificadas pelas entidades que o aplicam&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente ao tráfico de seres humanos, a ministra adiantou que &#8220;um dos principais desenvolvimentos dos últimos dois meses&#8221; foi a criação do grupo de trabalho que irá elaborar um regime jurídico integrado para esta área.</P><br />
<P>Acrescentou que no dia 30 de julho, Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, vai entrar em funcionamento uma nova linha de apoio técnico e financeiro, com uma verba de 100 mil euros, para &#8220;apoiar iniciativas dirigidas ao reforço da prevenção, da capacitação dos profissionais e da proteção das vítimas&#8221;.</P></p>
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