Bruce Lee descobriu há décadas o que é liderança

O artista, actor e filósofo de artes marciais foi o verdadeiro mestre da introspecção, crescimento e disciplina

Executive Digest

O artista, actor e filósofo de artes marciais foi o verdadeiro mestre da introspecção, crescimento e disciplina

Nos negócios, há muito a dizer sobre a aprendizagem com os rivais e imitar o que fazem bem (não confundir com o simples roubo de design ou processos). E os líderes aplicam frequentemente o mesmo modelo neles próprios.

. “Tim Cook levanta-se às quatro da manhã? Vou fazer o mesmo!”

. “Richard Branson é adoravelmente carismático! Acho que vou aperfeiçoar essa característica em mim!”

. “Joe Schmoe fala com todos! Vou começar também a falar com toda a gente!”

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Mas, há um problema. Colaboradores e clientes exigem agora autenticidade como parte da liderança. E embora seja sensato no design ou nas operações desenvolver o que os outros fizeram, dando origem a produtos novos, não é possível copiar a personalidade de alguém sem sacrificar a nossa própria. É um pacto com o diabo extremamente difícil de inverter.

Ninguém compreendeu isto tão bem como o lendário artista das artes marciais Bruce Lee, que continua a inspirar pessoas de todas as origens e sectores a procurar mais disciplina e força interna.

«Quando olho à minha volta», explicava Lee, «aprendo sempre que “temos de ser nós próprios”. Exprimam-se e tenham fé em vós. Não procurem uma personalidade de sucesso e copiem. Comecem na raiz do vosso ser e perguntem “como posso eu ser eu?”.» É esta a base da verdadeira procura do líder – crescimento que desenvolve uma pessoa e a torna mais confortável na sua singularidade.

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O que torna esta procura tão poderosa e mágica é que, quando seguimos este comportamento e os outros nos vêem confortáveis connosco, sentem-se mais seguros porque sabem que não vamos seguir qualquer capricho repentino. Compreendem que não nos sentimos subjugados ao partilharmos quem somos, pelo que confiam em nós e sentem-se inclinados a mostrar também quem são. Por isso, ficam mais dispostos a dizer o que pensam e a partilhar conceitos sem medo de opiniões negativas.

Sejam implacavelmente claros sobre essa ligação. A vossa disponibilidade para descobrirem e partilharem quem são tem uma influência directa no conforto que os outros sentem ao serem inovadores.

Respeitem o que define os outros. Mas olhem mais para dentro do que para fora, e nunca deixem que o empreendedor exuberante do outro lado da sala vos distraia da vossa integridade.

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