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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 08:45:08 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Galp vive um dos melhores momentos dos últimos anos e mercado espera resultados fortes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:40:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A XTB considera que a petrolífera portuguesa reúne condições para apresentar um desempenho sólido, depois de as suas ações acumularem uma valorização superior a 30% desde o início do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Galp prepara-se para apresentar os resultados do segundo trimestre de 2026 num contexto particularmente favorável para o seu negócio, marcado pela subida dos preços do petróleo e pelo reforço das margens de refinação. Numa análise divulgada esta semana, a XTB considera que a petrolífera portuguesa reúne condições para apresentar um desempenho sólido, depois de as suas ações acumularem uma valorização superior a 30% desde o início do ano.</p>
<p>Segundo a corretora, a empresa deixou de ser encarada apenas como uma produtora de petróleo com forte exposição ao Brasil e passou também a assumir um papel relevante na segurança energética europeia, beneficiando do agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente.</p>
<p>A XTB destaca que a escalada do preço do Brent, impulsionada pelo conflito entre os Estados Unidos e o Irão e pelo encerramento do Estreito de Ormuz, fez aumentar não só o valor do crude, mas também os prémios dos produtos refinados, favorecendo as empresas com capacidade para manter níveis elevados de produção.</p>
<p>Os resultados do segundo trimestre, que a Galp divulgará a 27 de julho antes da abertura do mercado, serão, segundo a análise, o primeiro grande teste à capacidade da empresa para transformar este enquadramento em maior geração de EBITDA, fluxo de caixa e remuneração para os acionistas.</p>
<p>A corretora sublinha ainda que a refinaria de Sines entrou neste período com uma vantagem competitiva face a várias instalações europeias. Enquanto algumas refinarias enfrentaram dificuldades no abastecimento de combustível para aviação devido à dependência de importações do Médio Oriente, a unidade portuguesa conseguiu aumentar a produção de jet fuel, assegurando grande parte das necessidades do mercado nacional e reforçando a diversificação das fontes de abastecimento.</p>
<p>Na perspetiva da XTB, esta flexibilidade permitiu à Galp beneficiar do aumento dos chamados <em>crack spreads</em> — o diferencial entre o custo do petróleo e o preço dos produtos refinados —, que cresceram de forma significativa durante o segundo trimestre, impulsionando a rentabilidade da atividade de refinação.</p>
<p>Entre os indicadores que o mercado deverá acompanhar com maior atenção estão a evolução da margem de refinação, o EBITDA da divisão Industrial &amp; Midstream e o free cash flow.</p>
<p>A corretora antecipa uma expansão expressiva da margem de refinação entre abril e junho, refletindo o impacto da subida das margens internacionais, bem como uma aceleração da rentabilidade operacional da área Industrial &amp; Midstream, suportada pelo maior aproveitamento da refinaria de Sines e pelo reforço da produção de combustíveis de aviação.</p>
<p>Outro dos pontos-chave será a geração de caixa livre. A XTB considera que a combinação de preços elevados do petróleo, forte desempenho operacional e disciplina no investimento poderá permitir à Galp continuar a financiar dividendos, programas de recompra de ações e investimentos estratégicos, nomeadamente no Brasil e na transformação industrial da refinaria de Sines.</p>
<p>Apesar da valorização registada este ano, a corretora defende que a empresa continua a negociar a múltiplos competitivos quando comparada com outras petrolíferas europeias, beneficiando simultaneamente da exposição ao negócio de exploração no Brasil, caracterizado por baixos custos de produção, e do atual ciclo favorável da refinação.</p>
<p>Ainda assim, a XTB alerta que parte do cenário positivo já estará refletido na cotação. A evolução futura dependerá da confirmação de uma melhoria material das margens de refinação, de um EBITDA acima das expectativas e de uma robusta geração de caixa, fatores que poderão levar os analistas a reverem em alta as suas estimativas.</p>
<p>Como principal risco, a análise aponta para uma eventual normalização rápida das tensões geopolíticas no Médio Oriente, que poderá reduzir a pressão sobre os preços do petróleo e das margens de refinação. Enquanto persistirem constrangimentos na oferta global de produtos refinados, a corretora considera, contudo, que o perfil de risco-retorno da Galp continua a ser favorável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789940]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro da Administração Interna escondeu empresa da mulher e só a declarou após tomar posse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, apenas declarou à Entidade para a Transparência (EpT) a empresa detida pela sua mulher em maio de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, apenas declarou à Entidade para a Transparência (EpT) a empresa detida pela sua mulher em maio de 2026, vários meses depois de ter iniciado funções como governante e após cessar o mandato como diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ). A sociedade em causa, a Alcampos, Unipessoal, Lda., foi constituída em junho de 2023 e é a empresa que suportou pagamentos relacionados com as obras realizadas na propriedade do ministro, em São Teotónio, no concelho de Odemira. Por ser casado em regime de comunhão de adquiridos, Luís Neves encontra-se obrigado, nos termos da lei e da interpretação jurídica da Entidade para a Transparência, a declarar empresas detidas pelo cônjuge.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/ministro-da-administracao-interna-escondeu-empresa-da-mulher" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, Luís Neves entregou, ao longo de 2026, um total de sete declarações de rendimentos à Entidade para a Transparência. Dessas, três foram declarações de substituição, duas enquanto diretor nacional da PJ e uma já como ministro da Administração Interna, tendo ainda apresentado declarações de reinício e de cessação de funções na Polícia Judiciária, bem como de início de funções e de alteração enquanto membro do Governo. Foi apenas nas quatro declarações submetidas a 25 de maio de 2026 — duas referentes à sua passagem pela PJ e duas enquanto ministro — que a empresa da esposa passou a constar da informação entregue ao organismo responsável pelo controlo das declarações patrimoniais.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, a Alcampos dedica-se às atividades de turismo e alojamento de curta duração, possui um capital social de 500 euros e é integralmente detida pela mulher do ministro. No entanto, esta sociedade não foi mencionada nas três declarações anteriormente entregues por Luís Neves à Entidade para a Transparência: na declaração de reinício de funções como diretor nacional da PJ, apresentada em 16 de fevereiro de 2026; na declaração de cessação de funções como diretor nacional da Polícia Judiciária, entregue a 17 de abril; nem na declaração de início de funções como ministro da Administração Interna, submetida igualmente a 17 de abril de 2026. O jornal refere ainda que contactou o ministro para obter esclarecimentos sobre esta situação, mas não recebeu qualquer resposta.</p>
<p>A empresa Alcampos surge também associada às despesas efetuadas nas obras da propriedade de Luís Neves, em São Teotónio. Segundo os dados divulgados, a sociedade recebeu 108 faturas emitidas entre 7 de fevereiro de 2024 e 26 de junho de 2026, num valor global de 23.118 euros. Entre essas despesas encontram-se duas faturas, no montante total de cinco mil euros, emitidas pela Construbarcelos, empresa que está no centro da polémica por também ter celebrado contratos com a Polícia Judiciária durante o período em que Luís Neves dirigia aquela força de investigação criminal. As faturas relativas às obras foram disponibilizadas pelo Ministério da Administração Interna ao Observador.</p>
<p>A obrigação de declarar empresas detidas pelo cônjuge decorre do artigo 13.º da Lei n.º 52/2019, de 31 de julho, diploma que estabelece o regime de transparência aplicável aos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos. A legislação determina que, nas declarações de rendimentos e património apresentadas à Entidade para a Transparência, devem constar, entre outros elementos, as participações societárias abrangidas pelo regime legal, incluindo as pertencentes ao cônjuge nas situações previstas na lei.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789924]]></sapo:autor>
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		<title>Fabricante de chips TSMC anuncia novo investimento nos EUA após lucros recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A TSMC, o maior fabricante mundial de chips por contrato, anunciou hoje um novo investimento de 100 mil milhões de dólares (87 mil milhões de euros) nos Estados Unidos, após registar lucros trimestrais recorde impulsionados pela inteligência artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A TSMC, o maior fabricante mundial de chips por contrato, anunciou hoje um novo investimento de 100 mil milhões de dólares (87 mil milhões de euros) nos Estados Unidos, após registar lucros trimestrais recorde impulsionados pela inteligência artificial.</p>
<p>O novo investimento será aplicado no complexo industrial que a empresa está a desenvolver no estado norte-americano do Arizona, elevando para 265 mil milhões de dólares (231 mil milhões de euros) o montante total que a tecnológica taiwanesa prevê investir na produção de chips nos Estados Unidos.</p>
<p>O presidente executivo da TSMC, C.C. Wei, anunciou a decisão durante a apresentação dos resultados do segundo trimestre.</p>
<p>Entre abril e junho, a empresa obteve um lucro líquido de 706,56 mil milhões de dólares taiwaneses (cerca de 19,2 mil milhões de euros), um aumento homólogo de 77,4%, superando as previsões dos analistas e estabelecendo um novo máximo histórico para um único trimestre.</p>
<p>Trata-se do décimo trimestre consecutivo de crescimento dos lucros da empresa e de um aumento de 23,4% face ao primeiro trimestre deste ano.</p>
<p>As receitas cresceram 36% em termos homólogos, para 1,27 biliões de dólares taiwaneses (34,5 mil milhões de euros), igualmente acima das projeções da empresa.</p>
<p>A TSMC reviu também em alta o plano de investimento para este ano, elevando o orçamento de capital para entre 60 mil milhões e 64 mil milhões de dólares (52,3 mil milhões e 55,7 mil milhões de euros), face aos anteriores 52 mil milhões a 56 mil milhões (45,3 mil milhões e 48,8 mil milhões de euros).</p>
<p>A empresa atribuiu o desempenho à forte procura por chips avançados destinados à inteligência artificial e à computação de alto desempenho, áreas que têm sustentado o crescimento do setor dos semicondutores.</p>
<p>Fornecedora de empresas como a Nvidia, Apple, AMD e Qualcomm, a TSMC tem vindo a expandir a produção em Taiwan, nos Estados Unidos e no Japão, com especial enfoque nos semicondutores mais avançados, utilizados em centros de dados, telemóveis inteligentes e aplicações de IA.</p>
<p>No segundo trimestre, os chips produzidos com tecnologia de 2 nanómetros, a mais avançada da empresa, representaram 3% das receitas provenientes de bolachas de silício (&#8220;wafers&#8221;), enquanto os de 3, 5 e 7 nanómetros corresponderam a 30%, 33% e 11%, respetivamente.</p>
<p>As ações da empresa encerraram hoje a sessão na Bolsa de Taipé com uma subida de 1,23%, acumulando uma valorização superior a 55% desde o início do ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789935]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em baixa perante novos ataques e depois das perdas na Ásia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:22:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante os novos ataques cruzados entre Washington e Teerão, depois das quedas registadas pelas bolsas asiáticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante os novos ataques cruzados entre Washington e Teerão, depois das quedas registadas pelas bolsas asiáticas.</p>
<p>Às 08:50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 0,20% para 641,41 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,39%, 0,45% e 0,27%, bem como as de Madrid e Milão, que baixavam 0,17% e 0,11%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,88% para 9.005,02 pontos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,08% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1472 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>O Irão afirmou hoje que atacou novamente alvos militares dos Estados Unidos na Jordânia, Kuwait e Bahrein, numa nova onda de operações contra instalações dos Estados Unidos no Médio Oriente em resposta aos bombardeamentos desta madrugada contra o território iraniano.</p>
<p>Os resultados empresariais, no entanto, ganham peso nos mercados, em relação à instabilidade política.</p>
<p>Nesta sessão, o preço do petróleo desce.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, recua 0,31% para 84,69 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), baixa 0,09% para 79,54 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, cedia 0,19% para 54,25 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Nesta sessão, o mercado está atento, além dos bombardeamentos entre os EUA e o Irão, e da passagem de navios pelo estreito de Ormuz, às tecnológicas após as perdas registadas na quarta-feira no setor de semicondutores e inteligência artificial (IA).</p>
<p>A esta hora soube-se que a empresa de Taiwan TSMC, a maior fabricante de &#8216;chips&#8217; avançados do mundo, obteve um lucro de 706.560 milhões de dólares taiwaneses (21.977 milhões de dólares, 19.163 milhões de euros) no segundo trimestre, mais 77,4% que no mesmo período do ano passado.</p>
<p>As bolsas asiáticas registam fortes quedas, o principal índice da bolsa de Seul, o Kospi, caiu 6,37% devido às perdas no setor tecnológico, no meio das renovadas tensões no Médio Oriente, com trocas de ataques entre os Estados Unidos e o Irão, o Nikkei de Tóquio cedeu 2,79%, o índice de referência da bolsa de Xangai perdeu 1,85%, a praça de Shenzhen caiu 1,97% e o Hang Seng de Hong Kong subia 1,40% a minutos do encerramento da sessão.</p>
<p>Os futuros da bolsa em Wall Street apontam para uma estabilização do Dow Jones e uma descida de 0,31% do Nasdaq.</p>
<p>Na quarta-feira, o Dow Jones e o Nasdaq terminaram com ganhos, respetivamente de 0,29% e 0,38%.</p>
<p>Na quarta-feira foi publicado o Livro Bege da Reserva Federal dos EUA (Fed), que serve para preparar a reunião de 29 de julho, e o mesmo constata um crescimento sustentado, um mercado de trabalho estável, enquanto os preços continuam elevados e com expectativas de inflação mistas.</p>
<p>Na agenda do dia, hoje será conhecida nos EUA a atividade empresarial de serviços da Fed de Nova Iorque, o panorama de negócios da Fed da Filadélfia e os pedidos iniciais de desemprego, enquanto no plano empresarial serão publicados os resultados da Netflix e da Alcoa.</p>
<p>Entretanto, na Europa, será publicado o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido.</p>
<p>Por sua vez, o preço do ouro cede 0,79% e a onça está a ser negociada a 4.028,51 dólares, enquanto a onça de prata baixa 1,57% para 56,8932 dólares.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avança para 3,132%, depois de ter fechado em 3,120% na sessão anterior.</p>
<p>A bitcoin cai 0,39% para 64.683,8 dólares.</p>
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		<title>Accenture reforça equipa de liderança em Portugal com foco em IA, banca, energia e saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:22:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Accenture reforçou a sua estrutura de liderança em Portugal com a nomeação de quatro novos managing directors, numa aposta destinada a acelerar a transformação digital e a inovação em setores estratégicos da economia nacional. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Accenture reforçou a sua estrutura de liderança em Portugal com a nomeação de quatro novos managing directors, numa aposta destinada a acelerar a transformação digital e a inovação em setores estratégicos da economia nacional. As nomeações, que entraram em vigor a 1 de julho, abrangem as áreas de Data &amp; AI, serviços financeiros, energia e utilities, e saúde e administração pública.</p>
<p>João Anastácio, João Alves, Jorge Borges e Pedro Janeiro passam, respetivamente, a liderar estas áreas, num movimento que, segundo a consultora, pretende reforçar a proximidade aos clientes e responder aos desafios crescentes que as organizações enfrentam num contexto marcado pela digitalização, inteligência artificial, sustentabilidade e evolução regulatória.</p>
<p>Para Manuela Vaz, presidente da Accenture Portugal, estas nomeações refletem a estratégia da empresa de combinar conhecimento setorial com capacidade de execução. &#8220;Estas nomeações traduzem a nossa convicção de que a transformação só gera valor quando é liderada por quem conhece profundamente cada setor e os desafios concretos dos nossos clientes&#8221;, afirma. A responsável acrescenta que a inteligência artificial está a abrir oportunidades sem precedentes para a economia portuguesa, tornando essencial reforçar a liderança nas áreas com maior potencial de impacto.</p>
<p>À frente da área de Data &amp; AI, João Anastácio assume funções com mais de duas décadas de experiência em consultoria tecnológica e especialização em inteligência artificial generativa e Agentic AI. O responsável considera que a capacidade de transformar a inteligência artificial em vantagem competitiva será determinante para as organizações. &#8220;A tecnologia já existe, e o desafio é a velocidade e a profundidade com que as organizações a integram&#8221;, sublinha.</p>
<p>Na área dos serviços financeiros, João Alves passa a liderar a prática dedicada à banca e aos seguros. Com cerca de 20 anos de experiência na Accenture, considera que o setor vive um momento de profunda transformação impulsionado pela digitalização, pelas exigências regulatórias e pela crescente concorrência de fintechs e insurtechs. O novo managing director defende que a consultora pretende assumir um papel de parceiro estratégico na reinvenção destas organizações.</p>
<p>Já Jorge Borges assume a liderança da área de Utilities &amp; Energy, numa altura em que a transição energética e a descarbonização estão a obrigar as empresas do setor a acelerar investimentos, modernizar infraestruturas e incorporar novas tecnologias. Com 19 anos de experiência no setor energético, acredita que o desafio passa agora por executar essa transformação à escala.</p>
<p>Na área de Health &amp; Public Services, Pedro Janeiro passa a liderar a prática dedicada aos setores da saúde e da administração pública. O responsável destaca a inteligência artificial como um dos principais motores da modernização dos serviços públicos e considera que a experiência internacional da Accenture pode contribuir para aumentar a eficiência das organizações e melhorar os serviços prestados aos cidadãos.</p>
<p>Segundo a Accenture, as quatro nomeações acompanham a crescente complexidade dos desafios enfrentados pelas empresas e entidades públicas, desde a modernização tecnológica à sustentabilidade, passando pela eficiência operacional e pela adaptação a um contexto económico e regulatório em rápida evolução. A consultora, presente em Portugal há várias décadas, afirma que o objetivo passa por reforçar a liderança precisamente nos setores onde a transformação é mais urgente e pode gerar maior impacto para empresas, cidadãos e sociedade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789928]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Iraque condenou tentativa de ataque com drones contra consulado dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:22:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro iraquiano condenou hoje "veementemente" o ataque ocorrido na quinta-feira envolvendo drones que foram intercetados antes de atingirem o consulado dos Estados Unidos e uma base no norte do Iraque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro iraquiano condenou hoje &#8220;veementemente&#8221; o ataque ocorrido na quinta-feira envolvendo drones que foram intercetados antes de atingirem o consulado dos Estados Unidos e uma base no norte do Iraque.</p>
<p>O incidente coincidiu com a visita do chefe do Governo do Iraque, Ali al-Zaidi, a Washington, Estados Unidos.</p>
<p>Segundo fontes oficiais, o ataque ocorreu durante a madrugada de quinta-feira, quando oito drones, que foram abatidos, tentavam atingir o consulado dos Estados Unidos e a base da coligação internacional no aeroporto de Erbil, na região do Curdistão, no norte do Iraque.</p>
<p>Em comunicado, o Serviço de Contraterrorismo do Curdistão informou que os drones foram abatidos pelas forças da coligação lideradas pelos Estados Unidos antes de atingirem os alvos, sem causar vítimas.</p>
<p>O ataque, cuja autoria ainda não foi reivindicada, coincidiu com a primeira visita de Al Zaidi aos Estados Unidos desde que assumiu o cargo, em maio.</p>
<p>Durante a visita oficial, o primeiro-ministro do Iraque pretende expor os planos de Bagdade para desarmar as fações xiitas iraquianas alinhadas com o Irão, grupos que Washington classifica como terroristas.</p>
<p>Entretanto, Bahaa al-Araji, o líder do bloco parlamentar Reconstrução e Desenvolvimento e importante aliado de Al Zaidi, alertou que o ataque a Erbil enviou sinais políticos negativos e totalmente inaceitáveis.</p>
<p>O ataque a Erbil é o episódio mais recente de uma série de ações semelhantes que, nos últimos anos, visaram instalações petrolíferas operadas por empresas norte-americanas no Curdistão, entre outros locais, do Iraque.</p>
<p>Na quarta-feira, um drone de origem desconhecida atingiu o porto de Grand Faw, que é um megaprojeto em construção na extremidade sul do Iraque, sem causar vítimas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789930]]></sapo:autor>
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		<title>Empresário contratado por Luís Neves e 17 vezes pela PJ acumula historial de insolvências e dívidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O empresário de Barcelos João Carvalho, apontado como amigo do ministro da Administração Interna, Luís Neves, foi contratado 17 vezes pela Polícia Judiciária (PJ) entre 2019 e 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O empresário de Barcelos João Carvalho, apontado como amigo do ministro da Administração Interna, Luís Neves, foi contratado 17 vezes pela Polícia Judiciária (PJ) entre 2019 e 2025, apesar do historial de insolvências, dissoluções de empresas e litígios judiciais associados a várias sociedades em que participou ao longo dos últimos anos. No total, segundo dados da própria PJ, os contratos celebrados com a empresa Construbarcelos ascenderam a cerca de 2,3 milhões de euros, enquanto o empresário continua também no centro da polémica relacionada com as obras realizadas na propriedade do ministro, em São Teotónio, no concelho de Odemira.</p>
<p>De acordo com a informação apurada pelo <a href="https://www.publico.pt/2026/07/16/sociedade/noticia/empresario-barcelos-contratado-17-vezes-judiciaria-historico-falencias-2181850" target="_blank" rel="noopener">jornal Público</a>, João Carvalho esteve ligado a 14 sociedades de diferentes áreas de atividade, desde a construção civil à restauração, contabilidade, transporte de mercadorias, aluguer de automóveis e até uma tabacaria. Atualmente, apenas duas dessas empresas permanecem em funcionamento: a Construbarcelos, responsável pela empreitada na propriedade de Luís Neves, e a empresa de mediação imobiliária Medicuca. Entre as restantes sociedades registam-se processos de insolvência judicial, dissoluções e dívidas. O jornal refere ainda que, nas obras que continuam a decorrer na propriedade do ministro, foram encontrados bonés identificados com uma das empresas entretanto declaradas insolvente, a Construções João &amp; Martins, Lda. Além disso, a Construbarcelos foi alvo de várias ações judiciais nos últimos quatro anos, algumas relacionadas com alegadas dívidas a fornecedores, embora também figure como credora de empresas que acabaram por entrar em insolvência.</p>
<p>Luís Neves explicou que conheceu João Carvalho no final de 2023, durante a fase de conclusão de uma obra executada pela Construbarcelos para a Polícia Judiciária na Guarda, situando o início da amizade em 2024. Posteriormente, solicitou ao empresário uma opinião técnica sobre as intervenções que pretendia realizar na sua propriedade em São Teotónio. As obras serão agora alvo de fiscalização pela Câmara Municipal de Odemira, embora o ministro sustente que não foi necessário qualquer licenciamento. Ainda assim, a construção de uma piscina — que Luís Neves classifica como um &#8220;tanque&#8221; — motivou dúvidas e alertas. Nos últimos dias, o governante admitiu publicamente arrepender-se de ter recorrido a um fornecedor habitual da PJ para uma obra privada, afirmando: &#8220;Sabendo o que sei hoje, naturalmente que o percurso teria sido diferente, sem nunca renegar a amizade.&#8221;</p>
<p>Questionada sobre os critérios utilizados para selecionar fornecedores, a Polícia Judiciária esclareceu que o historial de insolvências, dívidas ou a situação de sócios e gerentes não constitui, por si só, fundamento legal para excluir uma empresa dos procedimentos de contratação pública, salvo quando existam impedimentos previstos na lei ou irregularidades na documentação exigida. A instituição explicou que a Construbarcelos passou a integrar o conjunto de fornecedores da PJ após participar em concursos públicos e apresentar todos os requisitos legalmente exigidos. A polícia acrescentou ainda que o eventual facto de um fornecedor estar sob investigação criminal também não impede automaticamente a celebração de contratos, desde que não exista qualquer impedimento legal. Relativamente à Construbarcelos, a PJ garantiu que, no momento das adjudicações, não dispunha de elementos que permitissem concluir pela existência de qualquer impedimento legal à sua contratação.</p>
<p>Entretanto, o Observador revelou o valor de 108 faturas emitidas por 13 empresas que forneceram materiais e executaram trabalhos na propriedade de São Teotónio, documentação que, segundo o jornal, foi disponibilizada pelo Ministério da Administração Interna. O gabinete de Luís Neves recusou, contudo, facultar esses documentos a outros órgãos de comunicação social. Entre todas as empresas envolvidas, a Construbarcelos foi a que apresentou a faturação mais elevada, tendo recebido cinco mil euros, pagos através da empresa de alojamento local da mulher do ministro, a Alcampos, mediante duas faturas emitidas em 11 e 20 de fevereiro de 2025. Apesar da divulgação destes elementos, Luís Neves reafirmou que não pretende prestar novos esclarecimentos sobre as obras enquanto a intervenção na propriedade não estiver concluída.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789915]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Paquistão pede que norte americanos e iranianos retomem negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 07:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Paquistão pediu hoje aos Estados Unidos e ao Irão que terminem os seus confrontos e retomem as negociações ao abrigo do memorando de entendimento assinado em junho com a mediação de Islamabade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Paquistão pediu hoje aos Estados Unidos e ao Irão que terminem os seus confrontos e retomem as negociações ao abrigo do memorando de entendimento assinado em junho com a mediação de Islamabade.</p>
<p>&#8220;Embora a implementação do memorando de entendimento esteja a enfrentar dificuldades, o Paquistão continuará a encorajar todas as partes a pôr fim à violência e a retomar as discussões técnicas de acordo com o memorando de entendimento&#8221;, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, Tahir Andrabi, aos jornalistas.</p>
<p>O porta-voz destacou também a importância de garantir a segurança e a liberdade da navegação marítima em todos os momentos no estreito de Ormuz.</p>
<p>Os confrontos recomeçaram a 07 de julho, após ataques a navios no Golfo, destruindo o memorando de entendimento assinado em meados de junho, que tinha como objetivo pôr fim às hostilidades.</p>
<p>O Irão, que voltou a encerrar o estreito de Ormuz no passado fim de semana, prometeu que esta via navegável se manterá encerrada até ao final da &#8220;agressão&#8221; americana.</p>
<p>O retomar das hostilidades fez com que os preços globais do petróleo disparassem, aumentando os receios de uma inflação crescente.</p>
<p>No estreito de Ormuz, uma passagem por onde antes da guerra transitava um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo, o tráfego diminuiu consideravelmente após o ataque a vários petroleiros.</p>
<p>O Paquistão reconhece a &#8220;necessidade urgente&#8221; de abordar uma situação que está a prejudicar o &#8220;abastecimento global de energia&#8221;, bem como o &#8220;comércio e a segurança alimentar&#8221;, segundo Andrabi.</p>
<p>&#8220;Muitos países, particularmente os do Sul, estão a sofrer as consequências negativas da situação no estreito de Ormuz&#8221;, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789919]]></sapo:autor>
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		<title>Ucranianos manifestam-se contra a demissão do ministro da Defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 07:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de manifestantes organizaram hoje protestos em várias cidades ucranianas, contra a demissão do ministro da Defesa da Ucrânia, Mykhailo Fedorov, conhecida na quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Centenas de manifestantes organizaram hoje protestos em várias cidades ucranianas, contra a demissão do ministro da Defesa da Ucrânia, Mykhailo Fedorov, conhecida na quarta-feira.</p>
<p>Em Kiev, os jornalistas da Agência France Presse observaram centenas de pessoas reunidas numa praça no centro da cidade de Kiev, agitando bandeiras da Ucrânia e da União Europeia e gritando palavras de ordem como &#8220;vergonha&#8221; e &#8220;tragam Fedorov de volta&#8221;.</p>
<p>As manifestações que ocorreram um dia após o anúncio da saída de Mykhailo Fedorov no quadro de uma ampla reformulação do governo determinada pelo Presidente, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>Mykhailo Fedorov anunciou na quarta-feira que iria abandonar o cargo, após a demissão da primeira-ministra.</p>
<p>&#8220;Foi uma grande honra servir o povo ucraniano como ministro da Defesa&#8221;, disse Fedorov numa longa mensagem difundida através das redes sociais onde enumerava o desempenho do Ministério da Defesa desde janeiro.</p>
<p>Fedorov foi nomeado ministro da Defesa no início do ano.</p>
<p>A primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Svyrydenko, demitiu-se na terça-feira, com a aprovação do Parlamento, como parte da reformulação do Governo iniciada pelo Presidente Volodymyr Zelensky.</p>
<p>O chefe de Estado ucraniano ainda não nomeou um sucessor para a chefia do Governo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789916]]></sapo:autor>
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		<title>Governo admite limitar margens dos combustíveis e manda ERSE investigar preços nas bombas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 07:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo admite, pela primeira vez, avançar com a fixação temporária de margens máximas nos combustíveis caso sejam identificadas distorções graves no mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo admite, pela primeira vez, avançar com a fixação temporária de margens máximas nos combustíveis caso sejam identificadas distorções graves no mercado. A decisão surge após o Executivo manifestar preocupação com o facto de os preços dos combustíveis refletirem rapidamente as subidas das cotações internacionais do petróleo, enquanto as descidas demoram significativamente mais tempo a chegar aos consumidores. Nesse sentido, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, enviou uma carta ao presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), Pedro Verdelho, exigindo a realização de um estudo aprofundado sobre a formação dos preços, que deverá ser concluído no prazo de 20 dias úteis.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jn.pt/economia/artigo/governo-ameaca-fixar-precos-dos-combustiveis-e-manda-investigar-gasolineiras/18106520" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, o documento admite mesmo a possibilidade de o regulador propor a imposição excecional de limites às margens comerciais caso sejam encontradas anomalias no funcionamento do mercado.</p>
<p>Na carta, Maria da Graça Carvalho recorda que, nos últimos meses, as cotações internacionais do petróleo e dos produtos refinados, em particular do gasóleo, têm registado uma tendência de descida, acompanhada por reduções sucessivas do chamado Preço Eficiente, indicador calculado pela ERSE que estima o preço considerado justo para o consumidor. No entanto, apesar dessa evolução, os preços médios praticados nos postos de abastecimento continuam, segundo a ministra, acima desse valor de referência. O Governo considera ainda existir uma perceção generalizada entre os consumidores de que as gasolineiras repercutem com muito maior rapidez os aumentos das cotações internacionais do que as respetivas descidas, fenómeno frequentemente designado por &#8220;efeito foguete e pena&#8221;, em que os preços sobem rapidamente quando o petróleo encarece, mas descem lentamente quando os mercados aliviam.</p>
<p>Para esclarecer se essa assimetria existe efetivamente, a ERSE terá de elaborar um estudo que compare, durante um período mínimo de dois anos, a evolução das cotações internacionais do petróleo, do Preço Eficiente e dos preços de venda ao público praticados nos postos de abastecimento. O regulador deverá analisar a velocidade e a simetria com que os aumentos e as reduções das cotações internacionais são refletidos nos preços pagos pelos consumidores. Caso sejam encontrados indícios de práticas anticoncorrenciais ou de funcionamento deficiente do mercado, a ERSE deverá comunicar essas conclusões à Autoridade da Concorrência. Além disso, se forem identificadas &#8220;distorções graves&#8221;, a ministra considera que o regulador deverá ponderar apresentar uma proposta para a fixação excecional de margens máximas em qualquer uma das componentes comerciais que integram o preço final dos combustíveis.</p>
<p>A iniciativa do Governo não se limita à investigação sobre a evolução dos preços. O Executivo pretende igualmente reforçar a transparência do mercado e dar mais informação aos consumidores, envolvendo a ERSE, a Direção-Geral de Energia e Geologia e a Entidade Nacional para o Setor Energético na apresentação de medidas concretas para melhorar o funcionamento do setor. Entre os objetivos definidos estão um maior esclarecimento da população sobre a evolução e a formação dos preços dos combustíveis, bem como uma divulgação mais transparente do Preço Eficiente e da metodologia utilizada para o calcular.</p>
<p>Na carta enviada ao regulador, a ministra solicita ainda a elaboração de uma explicação detalhada e acessível ao público sobre a composição do preço final dos combustíveis. Essa informação deverá discriminar o peso de cada componente, incluindo a cotação internacional e os custos de transporte, a incorporação de biocombustíveis, os encargos com logística e reservas, a margem de retalho e a carga fiscal. O objetivo do Governo passa por aumentar a transparência do mercado, reforçar a confiança dos consumidores e perceber se o comportamento dos preços nas bombas resulta exclusivamente da evolução dos mercados internacionais ou se existem fatores adicionais que justificam uma eventual intervenção excecional do Estado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789912]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel quer manter forças em &#8220;zonas seguras&#8221; no Líbano, Síria e Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 07:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa israelita transmitiu hoje ao seu homólogo norte-americano, Pete Hegseth, a determinação de Israel em manter as suas forças posicionadas nas "zonas seguras" estabelecidas no Líbano, na Síria e na Faixa de Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Defesa israelita transmitiu hoje ao seu homólogo norte-americano, Pete Hegseth, a determinação de Israel em manter as suas forças posicionadas nas &#8220;zonas seguras&#8221; estabelecidas no Líbano, na Síria e na Faixa de Gaza.</p>
<p>Esta declaração surge após os Estados Unidos terem anunciado que as negociações realizadas na terça e quarta-feira em Roma entre Israel e o Líbano foram &#8220;positivas&#8221; e que o processo de implementação das &#8220;zonas piloto&#8221;, das quais as tropas israelitas deverão retirar, terá início &#8220;nos próximos dias&#8221;.</p>
<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, pediu ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, que retirasse as forças israelitas da Síria e do Líbano, segundo um artigo publicado na terça-feira pelo meio de comunicação norte-americano Axios.</p>
<p>Os dirigentes israelitas referem-se regularmente a estas &#8220;zonas seguras&#8221;, cujos limites permanecem vagos, mas que as autoridades israelitas estabelecem ao longo das fronteiras de Israel.</p>
<p>Em comunicado, o gabinete do ministro da Defesa, Israel Katz, indicou ter transmitido ao seu homólogo americano &#8220;a determinação de Israel em permanecer nas zonas de segurança na Síria, Gaza e Líbano, a fim de proteger as fronteiras israelitas e as comunidades próximas da fronteira das ameaças representadas pelas forças jihadistas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nunca pedimos aos Estados Unidos que operassem no nosso lugar ao longo das nossas fronteiras&#8221;, segundo o comunicado.</p>
<p>No Líbano, as forças israelitas continuam posicionadas no que o exército descreve como uma &#8220;zona de segurança&#8221; que se estende por aproximadamente 10 quilómetros dentro do território libanês e continuam a realizar ataques aéreos limitados no sul.</p>
<p>Em Gaza, o exército israelita controla 60% do território. A sua presença é notável ao longo de todo o perímetro exterior do território palestiniano, ao longo das fronteiras entre Israel e o Egito.</p>
<p>Após a queda de Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, Israel enviou tropas para uma zona tampão monitorizada pela ONU, que separa as forças israelitas das sírias nas Colinas de Golã.</p>
<p>Desde então, Israel tem realizado repetidas incursões em território sírio, incluindo ataques aéreos, e declarou a sua intenção de estabelecer uma zona desmilitarizada no sul da Síria.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789904]]></sapo:autor>
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		<title>Aprovação de crédito pessoal em Portugal: Como funciona?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aprovacao-de-credito-pessoal-em-portugal-como-funciona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 07:15:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de pedir crédito pessoal, convém perceber o que determina a decisão do banco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-v-1d41837b="">Antes de pedir crédito pessoal, convém perceber o que determina a decisão do banco. As entidades financeiras analisam o teu rendimento, a estabilidade profissional e o historial de crédito antes de aprovar qualquer financiamento. Conhecer estes critérios permite-te preparar o pedido de forma mais eficaz e evitar uma recusa inesperada. Se queres comparar crédito pessoal entre várias entidades, começa por entender as regras que regem o processo, explicadas pela ComparaJá.pt.</p>
<div id="95c5478b-703c-4b60-a86c-879a6bb03ca6" class="tip-box color-dark-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Importante saber</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">A ComparaJá.pt é intermediário de crédito autorizado pelo Banco de Portugal (registo n.º 0000375). Toda a informação neste artigo é imparcial e não privilegia qualquer entidade credora.</p>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="heading-1" data-v-1d41837b="">Que critérios usam os bancos para aprovar um crédito pessoal?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Quando submetes um pedido de <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/credito-ao-consumo" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">crédito ao consumo em Portugal</a>, a entidade credora avalia um conjunto de fatores para medir o risco de incumprimento. Os <a href="https://www.comparaja.pt/credito-habitacao/artigos/analise-de-credito" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">critérios que os bancos avaliam</a> são semelhantes na maioria das instituições, embora cada uma aplique modelos internos de <em data-v-1d41837b="">scoring</em> próprios.</p>
<p data-v-1d41837b="">Os principais elementos de análise são:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Rendimento líquido mensal:</strong> o valor que recebes depois de impostos e descontos obrigatórios. Quanto mais elevado, maior a capacidade de reembolso reconhecida pela entidade.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Estabilidade profissional:</strong> contratos sem termo são preferidos. Vínculos recentes ou contratos a prazo podem exigir garantias adicionais.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Historial de crédito (CRC):</strong> a <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/central-de-responsabilidades-de-credito" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">Central de Responsabilidades de Crédito</a> do Banco de Portugal regista todas as tuas responsabilidades ativas. Situações de <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/credito-malparado" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">crédito malparado e recusa</a> pesam negativamente na avaliação.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Taxa de esforço:</strong> a proporção do rendimento já comprometida com prestações. Detalhamos este indicador na secção seguinte.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Idade e prazo:</strong> a idade do requerente pode limitar o prazo máximo do empréstimo, especialmente em montantes elevados.</p>
</li>
</ul>
<p data-v-1d41837b="">Para agilizar a análise, reúne antecipadamente os documentos necessários para crédito pessoal. Qualquer lacuna na documentação pode atrasar a resposta em vários dias.</p>
<h2 id="heading-2" data-v-1d41837b="">O que é a taxa de esforço e qual o limite para conseguir aprovação?</h2>
<p data-v-1d41837b="">A taxa de esforço é a percentagem do teu rendimento líquido mensal destinada ao pagamento de prestações de crédito.</p>
<p data-v-1d41837b="">O Banco de Portugal recomenda que a taxa de esforço total não ultrapasse um limiar situado entre 35% e 40% do rendimento líquido, conforme as orientações da Instrução n.º 14/2013. Este intervalo serve de referência, mas cada instituição pode aplicar limites internos mais restritivos.</p>
<p data-v-1d41837b="">Um exemplo prático: se o teu rendimento líquido é de 1.200 euros por mês e já pagas 300 euros em prestações, a tua taxa de esforço ronda os 25%. Terias margem para um novo financiamento, desde que a prestação adicional não elevasse o rácio acima do limiar recomendado.</p>
<p data-v-1d41837b="">Podes calcular taxa de esforço e perceber a margem disponível antes de avançar. Quando este indicador já está próximo do limite, a probabilidade de recusa aumenta consideravelmente. O tema de <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/dsti" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">DSTI e recusa de crédito</a> ajuda-te a compreender as implicações práticas.</p>
<div id="1e62cfc3-4a22-46ce-ac72-6602ee88789d" class="tip-box color-green full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Dica</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Antes de submeter o pedido, usa o simulador de taxa de esforço da ComparaJá para verificar se tens margem para uma nova prestação sem ultrapassar o limiar recomendado pelo Banco de Portugal.</p>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="heading-3" data-v-1d41837b="">Como varia a aprovação conforme o meu perfil profissional?</h2>
<p data-v-1d41837b="">O tipo de vínculo laboral tem um peso relevante na análise de risco. Cada perfil enfrenta exigências diferentes.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">Trabalhador por conta de outrem</h3>
<p data-v-1d41837b="">Este é o perfil com maior previsibilidade para os bancos. Um contrato sem termo e um rendimento estável facilitam a aprovação. A documentação habitual inclui recibos de vencimento dos últimos três meses e a declaração de IRS do ano anterior.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">Trabalhador independente ou a recibos verdes</h3>
<p data-v-1d41837b="">Quem trabalha como independente precisa, regra geral, de apresentar dois a três anos de declarações de IRS e o último recibo verde emitido. O rendimento considerado é a média líquida desse período, o que pode penalizar profissionais com faturação irregular. Se és ENI, consulta as condições de <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/credito-para-eni" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">crédito para trabalhadores independentes ENI</a>, adaptadas a este perfil por algumas financeiras.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">Reformado</h3>
<p data-v-1d41837b="">Quem recebe uma pensão fixa beneficia de um rendimento previsível, o que pode ser uma vantagem na avaliação. A principal restrição prende-se com o prazo máximo do empréstimo, frequentemente condicionado pela idade do requerente no momento do pedido. Convém <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/mapa-de-responsabilidades-de-credito" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">consultar mapa de responsabilidades</a> para confirmar que não existem registos antigos a afetar a análise.</p>
<h2 id="heading-4" data-v-1d41837b="">Quanto tempo demora a aprovação de um crédito pessoal?</h2>
<p data-v-1d41837b="">O prazo de resposta varia conforme o tipo de entidade e a complexidade do pedido. Na prática, existem três cenários comuns:</p>
<div id="42f817c7-2c7b-4713-a6bd-87909539d267" class="ark-table" data-v-1d41837b="" data-v-0244960c="">
<table data-v-0244960c="">
<thead data-v-0244960c="">
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Tipo de entidade</td>
<td data-v-0244960c="">Prazo indicativo de resposta</td>
</tr>
</thead>
<tbody data-v-0244960c="">
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Financeira especializada (*online*)</td>
<td data-v-0244960c="">Algumas horas a dois dias úteis</td>
</tr>
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Banco tradicional (balcão)</td>
<td data-v-0244960c="">Três a sete dias úteis</td>
</tr>
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Pedidos com documentação adicional</td>
<td data-v-0244960c="">Pode ultrapassar uma semana</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p data-v-1d41837b="">Estes prazos são indicativos e dependem da completude dos comprovativos enviados. Se submetes toda a documentação de uma só vez, o processo tende a ser mais célere. Para opções com resposta rápida, podes explorar o <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/credito-rapido" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">crédito rápido aprovação imediata</a> ou <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/credito-online" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">conseguir crédito pessoal online</a>, onde a análise é, regra geral, mais ágil do que no balcão.</p>
<h2 id="heading-5" data-v-1d41837b="">Porque é que o meu crédito pessoal foi recusado e o que posso fazer?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Uma recusa pode ter várias origens. As mais frequentes são:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Taxa de esforço acima do limiar aceite pela entidade.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Incidentes registados na CRC, como pagamentos em atraso ou crédito em incumprimento.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Rendimento insuficiente ou instável para o montante solicitado.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Registo na chamada lista de incumprimentos do Banco de Portugal. Sabe como <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/lista-negra-do-banco-de-portugal" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">limpar o nome da lista negra do banco</a> e resolver esta situação.</p>
</li>
</ul>
<p data-v-1d41837b="">O Decreto-Lei n.º 133/2009, que regula o crédito ao consumo, estabelece que o consumidor tem direito a ser informado sobre os motivos da recusa. Se não recebeste essa justificação, podes exercer os teus <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/direitos-consumidor" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">direitos ao pedir crédito</a> junto da entidade.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">O que posso fazer depois de uma recusa?</h3>
<p data-v-1d41837b="">Se o teu pedido foi recusado, existem caminhos concretos antes de desistir:</p>
<ol data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Reduz a taxa de esforço.</strong> Pondera consolidar ou amortizar créditos existentes para libertar margem. Consulta estratégias para <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/pari" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">evitar incumprimento no crédito</a> e reorganizar os encargos.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Corrige o teu registo na CRC.</strong> Se existem dívidas já liquidadas que ainda constam como ativas, solicita a atualização junto da entidade credora.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Pede um montante inferior ou um prazo mais curto.</strong> Uma prestação mais reduzida pode colocar a taxa de esforço dentro do limite aceitável.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Procura uma entidade diferente.</strong> Cada instituição aplica critérios próprios. Se tens dificuldades, consulta as opções de <a href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/artigos/credito-pessoal-com-problemas-bancarios" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">empréstimo com problemas bancários</a>.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Recorre ao apoio ao sobre-endividamento.</strong> A Rede de Apoio ao Consumidor Endividado do Banco de Portugal e a DECO oferecem mediação gratuita para renegociação de dívidas.</p>
</li>
</ol>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789719]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CPLP/30 Anos: Acordo ortográfico &#8220;foi inútil&#8221;, acusa linguista Marco Neves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 07:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O professor e linguista Marco Neves considera que o Acordo Ortográfico (AO) "falhou" no objetivo de unificação da língua portuguesa, sendo hoje "completamente inútil" e criando tensões desnecessárias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O professor e linguista Marco Neves considera que o Acordo Ortográfico (AO) &#8220;falhou&#8221; no objetivo de unificação da língua portuguesa, sendo hoje &#8220;completamente inútil&#8221; e criando tensões desnecessárias.</p>
<p>&#8220;Eu acho que o acordo acabou por falhar, e isso é a minha opinião, está aplicado em Portugal, sem dúvida, está aplicado no Brasil também, em alguns países africanos, mas falhou porque não criou uma unificação ortográfica, que era o seu grande objetivo&#8221;, afirmou, em entrevista à Lusa.</p>
<p>&#8220;Falhou porque, neste momento, temos Angola a usar a ortografia anterior, temos Portugal e Brasil a usar ortografias do acordo, mas também não são exatamente a mesma, portanto, não se fez uma unificação completa, e acabámos por ficar, na prática, com três ortografias. Aquela que é usada, por exemplo, em Angola, a que é usada em Portugal e a que é usada no Brasil&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Para o professor e tradutor, a ortografia &#8220;nunca foi uma barreira&#8221; na comunicação entre os países falantes da língua portuguesa e mascara as verdadeiras dificuldades do mercado lusófono.</p>
<p>&#8220;O acordo foi vendido como uma forma de criar um espaço mais unitário, mas as verdadeiras barreiras à circulação de livros e de informação no espaço da língua portuguesa são barreiras alfandegárias, barreiras comerciais, não são barreiras ortográficas. Portanto, a minha opinião, é que foi completamente inútil&#8221;, disse.</p>
<p>Lembrou ainda que a ortografia sempre foi o ponto mais &#8220;estável&#8221; da língua.</p>
<p>&#8220;Foi um acordo só sobre ortografia, que por acaso é o ponto da língua mais estável e ao mesmo tempo também onde há menos diferenças, porque as grandes diferenças entre o português dos vários países, são no vocabulário, às vezes a sintaxe, [&#8230;] os termos técnicos, aí também há bastantes diferenças&#8221;, salientou.</p>
<p>Autor de várias obras sobre linguística, Marco Neves dá o seu próprio exemplo numa recente viagem ao Brasil para o lançamento do livro &#8220;Queria? Já Não Quer?&#8221;, escrito com a ortografia portuguesa antiga, para referir que &#8220;ninguém se queixou&#8221;, e observar que as pessoas &#8220;sabem disso, sabem que há pequenas diferenças&#8221;.</p>
<p>Outro exemplo de que se socorre é o da língua inglesa, onde as duas ortografias [inglesa e americana] convivem pacificamente e todos continuam &#8220;amigos como dantes&#8221;. E o caso de Espanha &#8220;é também um bom modelo, com as várias academias a conversarem entre si&#8221; fazendo ajustes ao longo do tempo.</p>
<p>No caso da língua portuguesa, &#8220;é tudo muito mais &#8216;ad-hoc&#8217;. Cada país tem uma forma diferente de encarar a língua e as coisas não funcionam muito bem&#8221;. Com o AO &#8220;criou-se uma série de problemas e de tensões e de questões que são escusadas&#8221;, observou.</p>
<p>&#8220;Não nos podemos esquecer que o acordo foi feito numa época (1990) em que já tínhamos em Portugal e no Brasil também, com velocidades diferentes, uma taxa de alfabetização relativamente elevada, em Portugal aproximadamente 100%. Nos países africanos de língua portuguesa tínhamos situações muito diferentes, não só de alfabetização, mas também e principalmente da utilização da própria língua portuguesa&#8221;, lembrou.</p>
<p>Hoje há uma realidade diferente, mas cada país tem uma relação distinta com a língua oficial, desde a Guiné-Bissau &#8220;onde pouco se fala o português&#8221;, ou o caso de Angola, onde a língua portuguesa está em forte &#8220;crescimento&#8221;.</p>
<p>Outra reflexão feita por Marco Neves passa pelo crescimento da extrema-direita e pela &#8220;tendência em vários países para um maior nacionalismo&#8221;, algum fator de xenofobia, que pode levar em Portugal a um crescimento da ideia de que nos devíamos bastar a nós próprios e não ouvir os outros países de língua portuguesa.</p>
<p>&#8220;Cada país tem o seu ritmo, e isto talvez não seja neste momento algo visível, mas no futuro poderá acontecer algo do género&#8221;, admitiu.</p>
<p>Recordou a este propósito o que aconteceu na antiga Jugoslávia, onde &#8220;o nacionalismo linguístico&#8221; levou a que, cada uma das atuais nações tenha declarado uma língua diferente, &#8220;quando na verdade o croata, o sérvio, o montenegrino, o bósnio são a mesma língua&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;Com o andar dos anos pode acontecer algo parecido com a língua portuguesa&#8221;, alertou o professor e tradutor.</p>
<p>&#8220;Eu vejo muitas vezes, no discurso em Portugal, mesmo de pessoas que não estão associadas à extrema-direita, este quase desejo de que mais valia dizermos que o português é só nosso e que os outros, cada um deles, cria a sua língua e pronto&#8221;, disse.</p>
<p>Mas a &#8220;diferença&#8221; e a &#8220;variedade&#8221; da língua portuguesa são para Marco Neves caraterísticas que a valorizam e enriquecem.</p>
<p>Olhando para as &#8220;velocidades&#8221; da aplicação do AO nos vários países de língua oficial portuguesa, o linguista sugere que as Academias possam liderar uma reforma que seria desejável.</p>
<p>&#8220;A Academia das Ciências de Lisboa e a Academia de Letras do Brasil e dos outros países, as várias academias que existem, podiam ter aqui um papel para resolver o problema, no sentido de fazer reformas, isto iria implicar andar para trás em alguns pontos, assumir algumas das mudanças&#8221;, mas já que se fez o Acordo Ortográfico, pelo menos agora, &#8220;que se mude bem&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789897]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa abre a cair 0,30%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-abre-a-cair-030/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 07:10:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,30%, para 9.057,95 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,30%, para 9.057,95 pontos.</p>
<p>Na quarta-feira, a bolsa fechou a cair 0,46%, para 9.084,95 pontos, acompanhando a tendência dos principais mercados europeus, e com a Teixeira Duarte a recuar 2,07%.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789896]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Ataques noturnos fizeram três mortos na Rússia e dois na Ucrânia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-ataques-noturnos-fizeram-tres-mortos-na-russia-e-dois-na-ucrania/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 07:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Três pessoas morreram na Rússia na sequência de ataques ucranianos durante a última noite e os mísseis russos que atingiram a capital ucraniana fizeram dois mortos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três pessoas morreram na Rússia na sequência de ataques ucranianos durante a última noite e os mísseis russos que atingiram a capital ucraniana fizeram dois mortos.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, na região de Bryansk, que faz fronteira com a Ucrânia, uma adolescente de 15 anos e a avó morreram num ataque ucraniano, disse o governador regional, Yegor Kovalchuk.</p>
<p>Na região russa de Yaroslavl, a 300 quilómetros a nordeste de Moscovo, um homem morreu num ataque com drones, segundo o governador Mikhail Yevrayev.</p>
<p>Na Ucrânia, os ataques russos fizeram pelo menos dois mortos e seis feridos em Kiev durante a última noite, disseram hoje as autoridades locais ucranianas.</p>
<p>O presidente da Câmara de Kiev, Vitali Klitschko confirmou as baixas ucranianas acrescentando que entre os feridos se encontra um jovem de 16 anos.</p>
<p>A Força Aérea da Ucrânia acusou as tropas russas de lançarem 10 mísseis e 146 drones contra o país nas últimas horas, informando que pelo menos três dos mísseis e 129 das aeronaves não tripuladas foram intercetados por sistemas de defesa.</p>
<p>No entanto, a Força Aérea de Kiev indicou que seis mísseis, incluindo cinco balísticos, e 16 drones atingiram 15 locais em todo o país, enquanto destroços das interceções atingiram sete alvos.</p>
<p>Por outro lado, Moscovo indicou que as defesas aéreas russas abateram 375 drones ucranianos durante a última noite em 18 regiões ocidentais do país e na península anexada da Crimeia.</p>
<p>As aeronaves não tripuladas ucranianas atingiram alvos nas regiões de Moscovo, Yaroslavl, Kaluga, Tver, Saratov e Tula, entre outras, disse hoje o Ministério da Defesa russo.</p>
<p>Segundo a Rússia, as forças ucranianas atacaram também as regiões fronteiriças de Belgorod, Bryansk e Kursk, bem como as regiões do sul de Krasnodar, Volgogrado, Stavropol, Rostov e Smolensk, bem como alvos nos mares Negro e de Azov.</p>
<p>Na região russa de Saratov, situada a mais de 800 quilómetros a sudeste de Moscovo, os drones ucranianos danificaram infraestruturas civis na cidade de Engels, onde se situa um aeródromo militar russo já atingido por Kiev em diversas ocasiões.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789895]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Merz recebe hoje Macron em Berlim para preparar Conselho de Ministros franco-alemão centrado na Defesa e Segurança</title>
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					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/merz-recebe-hoje-macron-em-berlim-para-preparar-conselho-de-ministros-franco-alemao-centrado-na-defesa-e-seguranca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 07:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[MO chanceler alemão, Friedrich Merz, recebe esta quinta-feira, em Berlim, o Presidente francês, Emmanuel Macron, num encontro que antecede o Conselho de Ministros franco-alemão marcado para sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>MO chanceler alemão, Friedrich Merz, recebe esta quinta-feira, em Berlim, o Presidente francês, Emmanuel Macron, num encontro que antecede o Conselho de Ministros franco-alemão marcado para sexta-feira e que pretende dar novo impulso à cooperação entre os dois países. A reunião decorre num contexto de profundas transformações geopolíticas e de crescente pressão sobre a União Europeia para reforçar a sua capacidade de atuação em áreas como a defesa, a segurança, a tecnologia e a soberania estratégica.</p>
<p>O encontro representa mais um passo na tentativa de consolidar o chamado &#8220;reset&#8221; das relações franco-alemãs iniciado após a chegada de Friedrich Merz à Chancelaria, em maio de 2025. Desde então, Berlim e Paris têm procurado relançar uma parceria considerada fundamental para o funcionamento da União Europeia, embora persistam diferenças relevantes em matérias estratégicas e de política europeia.</p>
<p><strong>Conselho de Ministros pretende transformar aproximação política em decisões concretas</strong><br />
A reunião entre Merz e Macron surge na véspera do Conselho de Ministros franco-alemão, mecanismo criado para coordenar posições políticas entre os dois governos e acelerar projetos conjuntos.</p>
<p>Segundo a análise dedicada ao encontro, o objetivo passa por transformar este fórum num verdadeiro instrumento de decisão estratégica, deixando para trás reuniões essencialmente simbólicas e concentrando os trabalhos num conjunto limitado de prioridades claramente definidas.</p>
<p>Os especialistas defendem que o Conselho deverá passar a funcionar com objetivos operacionais concretos, mecanismos permanentes de acompanhamento e uma maior capacidade para resolver divergências políticas entre os dois governos, em vez de as adiar.</p>
<p><strong>Defesa e segurança dominam a agenda</strong><br />
A cooperação em matéria de defesa deverá assumir um papel central nas conversações.</p>
<p>O encontro acontece depois de vários projetos conjuntos terem enfrentado dificuldades nos últimos anos, entre eles o programa do futuro sistema europeu de combate aéreo (FCAS), frequentemente apontado como exemplo das divergências entre Paris e Berlim na área da indústria militar.</p>
<p>Perante esse histórico, os dois governos pretendem agora privilegiar áreas onde a cooperação já produz resultados concretos.</p>
<p>Entre os dossiês destacados encontram-se a cooperação em matéria nuclear e o desenvolvimento de sistemas de alerta precoce baseados em capacidades espaciais, considerados essenciais para reforçar a capacidade europeia de resposta perante novas ameaças.</p>
<p><strong>Relação franco-alemã continua a enfrentar divergências</strong><br />
Apesar da aproximação política iniciada em 2025, a cooperação entre França e Alemanha continua marcada por diferenças significativas.</p>
<p>A estratégia de reaproximação começou com a tomada de posse de Friedrich Merz como chanceler e ganhou expressão institucional durante o Conselho de Ministros realizado em Toulon, em agosto de 2025.</p>
<p>No entanto, desde o início de 2026, as relações bilaterais entraram numa nova fase em que desafios conjunturais se cruzam com divergências mais profundas sobre prioridades políticas, métodos de governação e cultura estratégica.</p>
<p>Segundo a análise divulgada antes do encontro, muitas das ambições anunciadas durante o processo de reaproximação ainda não foram plenamente traduzidas em ações concretas.</p>
<p><strong>União Europeia enfrenta contexto de forte instabilidade</strong><br />
O momento escolhido para este novo encontro entre os líderes francês e alemão coincide com um período de forte instabilidade internacional.</p>
<p>As alterações no contexto geopolítico, a evolução da guerra na Europa, os desafios à segurança continental e a necessidade de reforçar a autonomia estratégica da União Europeia colocam uma pressão acrescida sobre os dois países, tradicionalmente considerados o principal motor político da integração europeia.</p>
<p>Os especialistas defendem, por isso, que o eixo franco-alemão deve adaptar-se às novas circunstâncias e abandonar uma lógica excessivamente institucional para assumir uma atuação mais pragmática.</p>
<p><strong>Defesa e política digital identificadas como prioridades</strong><br />
Entre as principais recomendações apresentadas antes do Conselho de Ministros destaca-se a necessidade de concentrar a cooperação franco-alemã nas áreas consideradas essenciais para a soberania europeia.</p>
<p>A defesa surge como uma prioridade absoluta, mas também a política digital é apontada como um domínio onde França e Alemanha deverão aprofundar a coordenação.</p>
<p>A proposta passa por desenvolver prioridades operacionais comuns e estabelecer um quadro de governação mais claro que permita acelerar projetos conjuntos e reduzir bloqueios administrativos ou políticos.</p>
<p><strong>França e Alemanha querem continuar a liderar a reforma da União Europeia</strong><br />
Outro dos objetivos estratégicos passa por preservar o papel de liderança do eixo franco-alemão no processo de reforma da União Europeia.</p>
<p>A análise sustenta que os dois países deverão continuar a assumir-se como força motriz das reformas institucionais europeias, apoiando simultaneamente o alargamento da União e o reforço da soberania europeia através de mudanças institucionais e financeiras.</p>
<p>Esta visão procura responder aos desafios colocados pelo novo contexto internacional e pelas crescentes exigências colocadas à capacidade de decisão da União Europeia.</p>
<p><strong>Conselho de Ministros deverá privilegiar resultados mensuráveis</strong><br />
Os especialistas defendem igualmente uma alteração da metodologia de funcionamento do Conselho de Ministros franco-alemão.</p>
<p>Em vez de reuniões centradas em declarações políticas de princípio, o modelo proposto passa por estabelecer prioridades limitadas, definir metas concretas e criar mecanismos permanentes de monitorização dos compromissos assumidos.</p>
<p>A intenção é transformar o Conselho num verdadeiro instrumento de direção estratégica entre Berlim e Paris, baseado em resultados mensuráveis, acompanhamento sistemático e responsabilização política.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789700]]></sapo:autor>
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		<title>Campo Pequeno recebe hoje manifestação contra tauromaquia em dia de corrida de touros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 06:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Campo Pequeno, em Lisboa, é palco esta quinta-feira de uma ação de protesto contra as touradas promovida pela associação Ação Direta Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Campo Pequeno, em Lisboa, é palco esta quinta-feira de uma ação de protesto contra as touradas promovida pela associação Ação Direta Portugal. A iniciativa coincide com a realização de uma corrida de touros agendada para esta noite e pretende chamar a atenção da opinião pública para aquilo que a organização considera ser o sofrimento animal inerente à tauromaquia.</p>
<p>Sob o lema &#8220;O Regresso da Tortura&#8221;, a concentração foi convocada para decorrer junto à praça de touros do Campo Pequeno, precisamente no dia em que o recinto recebe mais um espetáculo taurino, num protesto que procura dar visibilidade à oposição da associação à realização deste tipo de eventos.</p>
<p>Segundo anunciou a Ação Direta Portugal, a manifestação está organizada para acompanhar os dois principais momentos da corrida.</p>
<p>A ação decorrerá em dois períodos distintos, correspondentes aos horários previstos para o espetáculo taurino: às 19h30 e novamente às 21h45.</p>
<p>Ao escolher estes horários, a associação pretende marcar presença durante a chegada do público e no decorrer do evento, procurando sensibilizar quem participa ou acompanha a corrida para a sua posição relativamente à tauromaquia.</p>
<p><strong>Associação quer alertar para o sofrimento animal</strong><br />
De acordo com a organização, o principal objetivo do protesto passa por sensibilizar a sociedade para aquilo que considera ser o sofrimento infligido aos animais durante as touradas.</p>
<p>A Ação Direta Portugal afirma que pretende alertar a opinião pública para as consequências da realização destes espetáculos e manifestar publicamente a sua oposição à continuação das corridas de touros em Portugal.</p>
<p>A escolha do lema &#8220;O Regresso da Tortura&#8221; pretende, segundo a associação, reforçar a mensagem de rejeição da tauromaquia e enquadrar a ação de protesto como uma denúncia daquilo que considera ser uma prática incompatível com a proteção do bem-estar animal.</p>
<p><strong>Debate sobre a tauromaquia continua a dividir a sociedade</strong><br />
A realização da manifestação volta também a colocar em evidência um dos temas que há vários anos divide a sociedade portuguesa.</p>
<p>Enquanto movimentos de defesa dos direitos dos animais defendem o fim das touradas e promovem ações públicas de contestação, os defensores da tauromaquia sustentam que esta constitui uma tradição cultural profundamente enraizada e um património que deve ser preservado.</p>
<p>Essa divergência continua a alimentar um intenso debate público e político em torno do futuro das corridas de touros em Portugal, com posições frequentemente antagónicas entre associações de defesa animal, aficionados e diferentes setores da sociedade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789678]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a perder 2,79%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 06:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixo, com o principal índice, o Nikkei, a cair 2,79% para 66.835,54 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixo, com o principal índice, o Nikkei, a cair 2,79% para 66.835,54 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, encerrou a sessão a perder 1,45% para 4.028,79 pontos. </P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Panamá tenta travar detenções de navios em negociações com a China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 06:34:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma delegação do Panamá inicia hoje negociações em Pequim para tentar travar o aumento das detenções de navios com bandeira panamiana pelas autoridades chinesas, numa disputa agravada após o diferendo em torno dos portos explorados pela CK Hutchison.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma delegação do Panamá inicia hoje negociações em Pequim para tentar travar o aumento das detenções de navios com bandeira panamiana pelas autoridades chinesas, numa disputa agravada após o diferendo em torno dos portos explorados pela CK Hutchison.</p>
<p>O conflito agravou-se em fevereiro, quando o Panamá, sob forte pressão dos Estados Unidos para reduzir a influência chinesa no Canal do Panamá, assumiu o controlo de dois portos explorados pela empresa de Hong Kong CK Hutchison, depois de o Supremo Tribunal panamiano ter anulado as concessões da companhia. Pequim condenou a decisão e advertiu que o país &#8220;pagaria um preço elevado&#8221;.</p>
<p>Segundo dados da Administração de Segurança Marítima da China, as autoridades chinesas detiveram 431 navios com bandeira do Panamá entre março e junho, face a 98 no mesmo período de 2025. Embora Pequim sustente que as inspeções se destinam a garantir a segurança marítima, o número representa um aumento de mais de quatro vezes.</p>
<p>Dados da plataforma de informação marítima Lloyd&#8217;s List Intelligence indicam que centenas de embarcações abandonaram entretanto o registo panamiano, o maior do mundo. O número de navios registados diminuiu em 15 em março, 60 em abril, 181 em maio e 281 em junho.</p>
<p>O Presidente panamiano, José Raúl Mulino, afirmou em junho que as detenções não tinham justificação, mas adiantou que os dois países procuravam resolver o diferendo por via diplomática.</p>
<p>A delegação panamiana tem reuniões marcadas em Pequim a partir de hoje para discutir o reforço da cooperação marítima, a renovação do acordo bilateral na área e intercâmbios técnicos sobre inspeções portuárias.</p>
<p>O ministério dos Negócios Estrangeiros chinês afirmou esta semana que as inspeções são realizadas &#8220;de forma legal e responsável&#8221;, em conformidade com os regulamentos internacionais.</p>
<p>A diplomacia chinesa acrescentou que os navios com bandeira panamiana representam apenas cerca de 20% das embarcações que escalam portos chineses, mas estão envolvidos em metade dos acidentes e mortes registados.</p>
<p>As detenções consistem na retenção dos navios em porto até que sejam resolvidas alegadas deficiências relacionadas com segurança, tripulação ou proteção ambiental.</p>
<p>O diferendo ocorre num contexto de crescente rivalidade entre Pequim e Washington em torno do Canal do Panamá, por onde passa cerca de 6% do comércio marítimo mundial. O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou este mês a acusar a China de tentar controlar a infraestrutura, enquanto responsáveis norte-americanos classificaram as detenções como uma forma de pressão sobre o Panamá.</p>
<p>A CK Hutchison, entretanto, interpôs um processo de arbitragem internacional de dois mil milhões de dólares (1,74 mil milhões de euros) contra o Panamá, alegando que a anulação das concessões violou os seus direitos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789893]]></sapo:autor>
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		<title>Donald Trump faz hoje discurso em horário nobre para reabrir polémica sobre as eleições presidenciais de 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 06:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deverá fazer esta quinta-feira um discurso em horário nobre dedicado às eleições presidenciais de 2020, numa intervenção que a Casa Branca apresenta como um momento de grande importância política.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deverá fazer esta quinta-feira um discurso em horário nobre dedicado às eleições presidenciais de 2020, numa intervenção que a Casa Branca apresenta como um momento de grande importância política e que deverá centrar-se em novas conclusões obtidas a partir da reanálise de ficheiros governamentais relacionados com o sistema eleitoral norte-americano.</p>
<p>A intervenção surge numa altura em que a administração republicana continua a aprofundar investigações sobre o ato eleitoral que levou Joe Biden à Casa Branca e cujo resultado Donald Trump nunca reconheceu. Segundo pessoas conhecedoras dos preparativos, citadas pelo The Washington Post, o Presidente pretende defender que a infraestrutura eleitoral dos Estados Unidos apresenta vulnerabilidades significativas e utilizar informação recolhida em investigações recentes para sustentar essa posição.</p>
<p><strong>Casa Branca mantém segredo sobre o conteúdo do discurso</strong><br />
Questionado pelos jornalistas na terça-feira, durante uma sessão no Salão Oval, Trump confirmou que o discurso abordará o tema das máquinas de votação, mas recusou revelar mais detalhes.</p>
<p>&#8220;Será sobre esse assunto e teremos também mais algumas coisas para dizer. Prefiro guardar isso. Mas são notícias realmente muito importantes&#8221;, afirmou o Presidente norte-americano.</p>
<p>Apesar das várias informações divulgadas nas últimas horas, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, recusou confirmar o conteúdo concreto da intervenção.</p>
<p>&#8220;Fontes anónimas estão a especular sobre aquilo que o Presidente Trump irá dizer no discurso de quinta-feira à noite&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;A verdade é que ninguém sabe ainda aquilo que o Presidente Trump acabará por dizer e é precisamente por isso que todos devem acompanhar a intervenção.&#8221;</p>
<p>Segundo a responsável, os planos permanecem sujeitos a alterações até ao momento do discurso.</p>
<p><strong>Alegações sobre China e Venezuela deverão estar no centro da intervenção</strong><br />
De acordo com duas fontes conhecedoras dos preparativos, o discurso deverá recuperar uma das teses defendidas por Donald Trump desde 2020: a existência de interferência estrangeira nas eleições presidenciais.</p>
<p>Entre os temas que deverão ser abordados estarão alegações segundo as quais a China terá conseguido aceder a dados de eleitores norte-americanos. O Presidente deverá igualmente apresentar conclusões relacionadas com a Venezuela.</p>
<p>Estas alegações surgem apesar de as agências de informações dos Estados Unidos terem concluído, em março de 2021, que não existiu qualquer interferência estrangeira capaz de alterar votos ou manipular máquinas de votação durante as eleições presidenciais.</p>
<p>Na altura, os serviços de inteligência reconheceram que Rússia e Irão desenvolveram operações destinadas a influenciar a opinião pública norte-americana, mas concluíram igualmente que a China ponderou atuar sem nunca concretizar qualquer operação destinada a alterar o resultado eleitoral.</p>
<p><strong>Discurso surge após reunião confidencial na Casa Branca</strong><br />
Segundo as mesmas fontes, a decisão de realizar a intervenção pública foi tomada depois de uma reunião confidencial realizada na segunda-feira na Casa Branca.</p>
<p>Durante esse encontro foram analisadas conclusões resultantes da ampla reavaliação conduzida pela administração Trump a antigos processos do FBI relacionados com as eleições de 2020.</p>
<p>Pouco depois dessa reunião, Donald Trump anunciou nas redes sociais que faria um discurso esta quinta-feira, embora sem revelar o tema.</p>
<p><strong>FBI acelera revisão de centenas de processos</strong><br />
Paralelamente, o FBI intensificou a análise de documentação relacionada com as eleições presidenciais.</p>
<p>Segundo um memorando interno citado pelo The Washington Post, o diretor do FBI, Kash Patel, destacou centenas de agentes para apoiar o escritório de Atlanta na revisão de cerca de 700 processos, trabalho que deverá ficar concluído até 17 de julho.</p>
<p>Grande parte dessa investigação incide sobre o condado de Fulton, no estado da Geórgia, onde Trump sempre contestou os resultados eleitorais, apesar das sucessivas recontagens e decisões judiciais que confirmaram a vitória de Joe Biden.</p>
<p><strong>Administração mantém novas investigações sobre estados decisivos</strong><br />
Desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca, várias agências federais voltaram a analisar alegações relacionadas com as eleições de 2020 que já tinham sido anteriormente investigadas e rejeitadas.</p>
<p>Entre as diligências realizadas encontram-se a apreensão, em janeiro, de boletins de voto preservados por ordem judicial no condado de Fulton, bem como a obtenção de imagens de boletins eleitorais utilizados na auditoria promovida pelo Senado do Arizona.</p>
<p>Nos últimos meses, agentes federais entrevistaram ainda atuais e antigos responsáveis eleitorais no estado do Wisconsin, outro dos estados decisivos onde Trump foi derrotado.</p>
<p>As investigações nos estados da Geórgia e Arizona foram impulsionadas pelo advogado Kurt Olsen, que participou nas tentativas jurídicas de Donald Trump para contestar os resultados das eleições de 2020 e que mais tarde integrou a equipa da Casa Branca.</p>
<p><strong>Relatório identifica vulnerabilidades nas máquinas de voto</strong><br />
Uma das peças que poderá ser divulgada nos próximos dias é um relatório elaborado pela empresa Mojave Research para o Gabinete do Diretor Nacional de Informações.</p>
<p>O estudo baseia-se numa análise forense do software utilizado em máquinas de votação existentes em Porto Rico.</p>
<p>Segundo duas pessoas familiarizadas com o documento, os especialistas concluíram que existem vulnerabilidades informáticas que tornam os sistemas &#8220;altamente vulneráveis&#8221; a ataques informáticos.</p>
<p>Contudo, essas mesmas fontes sublinham que não foi encontrada qualquer evidência de que essas vulnerabilidades tenham sido efetivamente exploradas.</p>
<p>A publicação do relatório terá sido adiada pela Casa Branca, mas poderá ocorrer ainda esta semana.</p>
<p><strong>Reformas eleitorais continuam a enfrentar obstáculos judiciais</strong><br />
Desde o início do segundo mandato presidencial, Donald Trump promoveu várias iniciativas destinadas a alterar o funcionamento do sistema eleitoral norte-americano.</p>
<p>Entre elas encontram-se ordens executivas para limitar o voto por correspondência, obrigar os estados a confirmar a cidadania dos eleitores através de bases de dados federais e reforçar a exigência de identificação para votar.</p>
<p>Grande parte dessas medidas foi suspensa pelos tribunais.</p>
<p>Os juízes recordaram que a Constituição norte-americana atribui aos estados e ao Congresso, e não ao Presidente, a competência para organizar as eleições.</p>
<p>Também os processos movidos pelo Departamento de Justiça para obter cópias dos cadernos eleitorais estaduais têm encontrado resistência nos tribunais.</p>
<p>Trump continua igualmente a defender a aprovação, pelo Congresso, de legislação que imponha prova de cidadania e documento de identificação para votar nas eleições intercalares deste ano, embora os republicanos no Senado reconheçam não dispor atualmente dos votos necessários.</p>
<p><strong>Especialistas alertam para risco de gerar desconfiança pública</strong><br />
Responsáveis eleitorais e organizações dedicadas aos direitos de voto acompanham há vários meses a possibilidade de a administração divulgar documentação suscetível de lançar novas dúvidas sobre o sistema eleitoral.</p>
<p>Lawrence Norden, vice-presidente para eleições e governo do Brennan Center for Justice da Universidade de Nova Iorque, considera previsível esta estratégia.</p>
<p>&#8220;Poucas coisas poderiam ser mais previsíveis do que isto&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o especialista, qualquer sistema eletrónico apresenta vulnerabilidades técnicas, mas os estados norte-americanos dispõem de múltiplos mecanismos de proteção, incluindo auditorias, recontagens e boletins de voto em papel que permitem confirmar os resultados.</p>
<p>&#8220;Sem esse contexto sobre a segurança que já existe, muitas das questões que estão a ser lançadas para o debate público podem tornar-se muito confusas para os cidadãos&#8221;, alertou.</p>
<p><strong>Discurso poderá reacender debate sobre as eleições de 2020</strong><br />
A intervenção desta quinta-feira poderá voltar a colocar no centro da política norte-americana as eleições presidenciais de 2020, um tema que continua a marcar profundamente o discurso político de Donald Trump.</p>
<p>Apesar de sucessivas decisões judiciais, auditorias, recontagens e avaliações das agências federais terem validado os resultados eleitorais, o Presidente norte-americano mantém a posição de que o processo apresentou irregularidades.</p>
<p>O discurso previsto para esta quinta-feira deverá representar mais um capítulo dessa estratégia política, sustentada nas investigações promovidas pela atual administração e na divulgação de novos elementos que, segundo a Casa Branca, justificarão uma nova análise à segurança do sistema eleitoral dos Estados Unidos.</p>
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