A britânica Infinox, criada em 2009 por Robert Berkeley, acaba de anunciar que foi escolhida pela B3, o terceiro maior mercado de derivados do mundo, para dar liquidez às corretoras brasileiras, disponibilizando a negociação de diversas divisas internacionais e de obrigações norte-americanas a 10 anos.
A Infinox detalha ainda, em comunicado, que irá manter ordens de compra e venda regulares e contínuas no mercado, aumentado a liquidez dos ativos e mitigando movimentos artificiais nos preços.
A corretora financeira pretende ainda garantir spreads baixos para os mercados brasileiros em todos os produtos de pares de moedas em dólares e futuros em tesouraria, produtos que foram criados para replicar os instrumentos subjacentes no mercado internacional, como os contratos futuros de FX e Treasuries a 10 anos.
Deste modo, os investidores brasileiros vão podem negociar divisas internacionais face ao dólar norte-americano, como a libra, o euro, o dólar canadiano, entre outros, bem como colocar posições nas obrigações norte-americanas a 10 anos.
Recorde-se que, estas negociações, só podiam ser realizadas fora do Brasil e estavam sujeitas à regulamentação do país onde era feita a negociação e, a partir de agora, os investidores brasileiros terão acesso através de qualquer corretora que atue com a B3 e estará menos sujeito aos riscos de flutuação.
“Os investidores brasileiros passam a poder negociar moedas internacionais face ao dólar americano e colocar posições nas procuradas Treasuries a 10 anos, sem terem de enviar o dinheiro para fora do país ou estarem sujeitos a regulamentação estrangeira. A B3 também é uma contraparte confiável, forte para todos os negócios. Faremos o possível para conectar os brasileiros ao mercado mais líquido do mundo”, afirma Robert Berkeley, CEO da Infinox.
Com mais de 10 anos de experiência, a Infinox assegura estar comprometida em ajudar a crescer o mercado de futuros de FX do Brasil e dar acesso aos investidores brasileiros ao mercado financeiros com maior liquidez no mundo, com um volume superior a 6 mil milhões de dólares por dia.
Com escritório em Lisboa, a Infinox conta com a autorização e regulação quer da britânica Financial Conduct Authority (FCA) quer da portuguesa Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) para operar como intermediário financeiro.





