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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Jul 2026 06:24:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Telecomunicações mais caras em 2026: três operadoras subiram preços e a portabilidade já é grátis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais operadoras históricas atualizaram os preços em linha com a inflação, enquanto uma entrante de baixo custo manteve os valores. Para o consumidor, mudar nunca foi tão fácil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2026 trouxe novas atualizações de preços às telecomunicações. As três maiores operadoras históricas reviram os tarifários em linha com a inflação prevista, próxima de 2,2%, enquanto uma operadora entrante de baixo custo manteve os preços inalterados. O resultado é um mercado em que o valor que cada família paga depende, cada vez mais, de quando assinou o contrato e de se já alguma vez comparou alternativas.</p>
<p>Os dados públicos do regulador reforçam o ponto. Segundo a ANACOM, no final de 2025 a oferta de baixo custo apresentava a mensalidade mais baixa em nove dos 11 serviços analisados, com o serviço de telemóvel disponível a partir de quatro euros por mês. A distância para os pacotes mais completos é significativa, sobretudo para quem mantém o mesmo contrato há vários anos e foi acumulando atualizações anuais sucessivas.</p>
<p>Mudou, entretanto, uma regra que alimentava a inércia. Desde o final de 2025, mudar de operador mantendo o mesmo número deixou de ter qualquer custo de portabilidade. O principal travão psicológico à mudança, o receio de perder o número ou de pagar por isso, desapareceu, e com ele um dos argumentos mais usados para adiar a comparação.</p>
<p>Segundo Jorge Rebelo, responsável de Telecomunicações do ComparaJá, o momento é favorável a quem se der ao trabalho de comparar. «As atualizações anuais de preço passam muitas vezes despercebidas na fatura, mas somam-se ano após ano. Rever o pacote de televisão, internet e voz e confirmar se as condições continuam competitivas é dos exercícios que mais rapidamente se traduz em poupança», afirma. A comparação de ofertas e o processo de <a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener">mudar de tarifário</a> podem ser feitos em poucos minutos.</p>
<p>A tendência de fundo é, aliás, favorável ao consumidor atento. Apesar das subidas nos contratos das operadoras históricas, o preço médio das telecomunicações em Portugal recuou ligeiramente face ao ano anterior, impulsionado pela concorrência. Quem nunca comparou os pacotes de <a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener">televisão, internet e voz</a> é, muito provavelmente, quem mais tem a ganhar com uma revisão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784371]]></sapo:autor>
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		<title>Moçambique trocou mais 25,4 ME de dívida vencida no sétimo leilão do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Moçambique fechou na primeira semana de julho a sétima emissão de Obrigações do Tesouro deste ano, colocando 1.857 milhões de meticais (25,4 milhões de euros) para trocar dívida vencida, segundo informação oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique fechou na primeira semana de julho a sétima emissão de Obrigações do Tesouro deste ano, colocando 1.857 milhões de meticais (25,4 milhões de euros) para trocar dívida vencida, segundo informação oficial.</P><br />
<P>De acordo com informação da Bolsa de Valores de Moçambique, a operação, com data de 01 de julho, visou passivos vencidos apurados até 15 de junho de 2026, de dívida bilateral, tendo maturidade a 30 de junho de 2031.</P><br />
<P>Pela emissão de 1.857.536.800 meticais, o Estado vai pagar uma taxa de juro de 13,25%, segundo a mesma informação da operação, denominada OT-2026-S7.</P><br />
<P>De acordo com o histórico compilado desde o início do ano pela Lusa, essas trocas de Obrigações do Tesouro (OT) já ascendem a 37.924 milhões de meticais (518,9 milhões de euros) em 2026.</P><br />
<P>Estes leilões, todos via bolsa, têm permitido ao Estado moçambicano trocar dívida que vencia este ano por nova dívida, com maturidade até cinco anos, pagando juros de pouco mais de 13%.</P><br />
<P>Moçambique prevê 18 emissões de Obrigações do Tesouro em 2026, totalizando 34,2 mil milhões de meticais (467,9 milhões de euros), e nove operações de troca de emissões que vencem este ano, no montante de 45,7 mil milhões de meticais (625,2 milhões de euros).</P><br />
<P>De acordo com um diploma do Ministério das Finanças, noticiado anteriormente pela Lusa, as emissões de &#8220;Obrigações do Tesouro &#8212; 2026&#8221; serão feitas através da Bolsa de Valores de Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;Ao abrigo do presente diploma, o emitente poderá executar operações neutras, ou seja, de gestão do seu passivo em Obrigações do Tesouro por via de leilões de troca ou transações de recompra, sem acarretar o desgaste do limite de emissões fixado, sem prejuízo do Calendário de Emissões&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>No documento acrescenta-se que, &#8220;para permitir flexibilidade na gestão da carteira das OT, poderão ser introduzidos leilões de reabertura, sem prejuízo do Calendário de Emissões&#8221; definido.</P><br />
<P>Já no calendário de leilões de troca de &#8220;Obrigações do Tesouro 2026&#8221; inclui-se quatro emissões de 2021, quatro de 2022 e uma de 2023, todas com vencimento previsto para este ano.</P><br />
<P>A ministra das Finanças de Moçambique, Carla Loveira, afirmou em 29 de outubro que a sustentabilidade da dívida pública é &#8220;um dos maiores desafios&#8221; da economia moçambicana, estando em curso &#8220;reformas&#8221; para a sua gestão sustentável.</P><br />
<P>O Governo moçambicano contratou a norte-americana Alvarez &amp; Marsal para &#8220;apoiar na elaboração do plano de reestruturação da dívida pública&#8221; e para &#8220;prestar apoio na elaboração da Estratégia da Dívida Pública 2026-2029&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785660]]></sapo:autor>
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		<title>Número de mortos por Ébola na RDCongo ultrapassa a barreira dos 500 óbitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:24:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos na República Democrática do Congo (RDCongo) devido ao atual surto de Ébola no leste do país ascende já a 506, confirmou hoje o Governo congolês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na República Democrática do Congo (RDCongo) devido ao atual surto de Ébola no leste do país ascende já a 506, confirmou hoje o Governo congolês.</P><br />
<P>De acordo com o último boletim do Ministério da Comunicação e dos Meios de Comunicação Social da RDCongo, com dados recolhidos até 04 de julho, foram igualmente registados 1.561 casos confirmados e a taxa de letalidade situa-se agora nos 32,4%.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;628 doentes encontram-se em isolamento ou hospitalização&#8221;, e outras 253 pessoas conseguiram recuperar da doença. </P><br />
<P>O surto foi oficialmente declarado em 15 de maio na província de Ituri, que faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul e constitui o epicentro da epidemia, mas alastrou também às províncias congolesas de Kivu do Norte e Kivu do Sul.</P><br />
<P>A epidemia propagou-se igualmente ao Uganda, onde foram confirmados 20 casos de infeção, incluindo 15 considerados importados da RDCongo, entre os quais se registaram duas mortes.</P><br />
<P>Entretanto, o Governo francês confirmou ter identificado o primeiro caso positivo de doença provocada pelo vírus do Ébola no país, correspondente a um médico que regressava de uma missão na RDCongo que, entretanto, recuperou e está fora de perigo de vida.</P><br />
<P>O surto corresponde à estirpe Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre 30% e 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera &#8220;elevado&#8221; o risco de propagação da epidemia na África Subsaariana e &#8220;baixo&#8221; à escala mundial.</P><br />
<P>A OMS estima que o vírus começou a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração oficial do surto e classificou a epidemia, a 17 de maio, como uma &#8220;emergência de saúde pública de âmbito internacional&#8221;.</P><br />
<P>Esta é a terceira pior epidemia de Ébola de que há registo.</P><br />
<P>O atual surto é apenas ultrapassado pela epidemia que afetou a África Ocidental entre 2014 e 2016, causando cerca de 11 mil mortos e 28 mil infeções, e pela que atingiu o leste da RD Congo entre 2018 e 2020, provocando 2.299 mortes e 3.481 casos.</P><br />
<P>O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785659]]></sapo:autor>
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		<title>Novos Certificados do Tesouro chegam esta segunda-feira: o que muda na nova aposta do Estado para atrair poupanças das famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Certificados do Tesouro]]></category>
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		<category><![CDATA[Poupanças]]></category>
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					<description><![CDATA[Certificados de Aforro continuam a bater recordes de procura e os atuais Certificados do Tesouro perderam atratividade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado vai voltar a tentar captar as poupanças das famílias com uma nova série de Certificados do Tesouro. O lançamento dos Certificados do Tesouro Série 5 está previsto para segunda-feira, depois de aprovação em Conselho de Ministros e publicação das respetivas condições, num momento em que os Certificados de Aforro continuam a bater recordes de procura e os atuais Certificados do Tesouro perderam atratividade.</p>
<p>A nova aplicação terá maturidade de 10 anos, investimento mínimo inicial de 1.000 euros e remuneração fixa crescente ao longo do prazo. O Governo preparava a aprovação de um novo instrumento de dívida pública para pequenos aforradores, seguindo o modelo dos atuais Certificados do Tesouro Poupança Valor, mas com duas alterações centrais: o prazo passa de sete para 10 anos e desaparece o prémio de remuneração associado ao crescimento do Produto Interno Bruto.</p>
<p>A remuneração deverá começar nos 2,35% no primeiro ano e subir gradualmente até 3,35% no décimo ano. Feitas as contas, a taxa média bruta ao longo dos 10 anos será de 2,71% ao ano, antes de impostos. Trata-se de uma remuneração mais elevada do que a oferecida pela atual série dos Certificados do Tesouro Poupança Valor, que paga entre 0,70% no primeiro ano e 1,60% no sétimo, a que pode acrescer um prémio de remuneração.</p>
<p><strong>Juros conhecidos, mas sem capitalização</strong></p>
<p>Ao contrário dos Certificados de Aforro, os novos Certificados do Tesouro não capitalizam juros. Isto significa que o rendimento será pago anualmente ao aforrador e não será automaticamente incorporado no capital aplicado. A retenção na fonte de IRS será de 28%, como acontece com os restantes produtos de poupança do Estado e com os depósitos bancários.</p>
<p>O resgate antecipado será possível apenas a partir do final do primeiro ano. Se o investidor levantar o dinheiro antes do pagamento anual dos juros, perde os juros corridos desde o último vencimento. No caso de resgate parcial, o montante remanescente não poderá ficar abaixo de 1.000 euros, mantendo-se assim o mínimo exigido para a aplicação.</p>
<p><strong>Como compara com os Certificados de Aforro?</strong></p>
<p>A comparação mais imediata é com os Certificados de Aforro, que continuam a ser o produto de dívida pública mais procurado pelas famílias. A taxa bruta da Série F para novas subscrições em julho foi fixada em 2,356%, praticamente em linha com a taxa inicial prevista para os novos Certificados do Tesouro.</p>
<p>A diferença está no funcionamento. Os Certificados de Aforro têm maior liquidez: permitem resgate ao fim de três meses e exigem apenas 100 euros na primeira subscrição, com reforços mínimos de 10 euros. Além disso, os juros são capitalizados trimestralmente e há prémios de permanência ao longo do tempo. Já os Certificados do Tesouro exigem um compromisso mais longo e só começam a oferecer taxas acima de 3% nos anos finais da aplicação.</p>
<p><strong>Previsibilidade contra flexibilidade</strong></p>
<p>Para quem privilegia previsibilidade, a nova série pode ser apelativa. A taxa é fixa e conhecida desde o início, independentemente da evolução da Euribor ou das condições de mercado. Essa característica pode ser interessante num contexto em que os juros de mercado venham a descer, porque o aforrador mantém a remuneração contratada.</p>
<p>Mas há o outro lado da moeda. Se as taxas de mercado subirem de forma significativa nos próximos anos, quem subscrever estes Certificados do Tesouro ficará preso a uma remuneração já definida, a menos que resgate o dinheiro após o primeiro ano e procure uma alternativa mais rentável. Nos Certificados de Aforro, a taxa base acompanha a Euribor a três meses, ainda que sujeita a limites.</p>
<p><strong>Porque avança o Governo agora?</strong></p>
<p>O lançamento surge depois de dois anos de queda acentuada no stock dos Certificados do Tesouro. O montante aplicado nestes produtos caiu mais de 60% desde o verão de 2022, passando de 17,4 mil milhões de euros em junho de 2022 para cerca de 6,75 mil milhões de euros em maio deste ano.</p>
<p>O movimento contrasta com os Certificados de Aforro, que continuam a registar forte procura. A taxa da Série F voltou a subir em julho, para 2,356%, o valor mais alto desde abril do ano passado, e o stock total tem vindo a atingir máximos históricos.</p>
<p><strong>O que ganha o Estado</strong></p>
<p>Para o Estado, a nova série tem uma vantagem clara: permite captar financiamento junto das famílias por um prazo mais longo. Ao alargar a maturidade para 10 anos, o Tesouro reduz a necessidade de refinanciamento no curto prazo e fixa uma parte da dívida nas mãos de aforradores particulares.</p>
<p>A eliminação do prémio associado ao crescimento do PIB também torna o custo deste instrumento mais previsível. Nas séries anteriores, esse prémio podia aumentar a remuneração paga pelo Estado se a economia crescesse acima de determinados níveis. Agora, a lógica é mais simples: taxa fixa crescente, sem variável ligada ao desempenho económico.</p>
<p><strong>Quanto pode render?</strong></p>
<p>Num investimento de 1.000 euros mantido durante os 10 anos, a remuneração média bruta de 2,71% corresponde a 271 euros de juros brutos. Depois da retenção de 28%, o ganho líquido seria de 195,12 euros, elevando o total líquido para 1.195,12 euros.</p>
<p>Para 10.000 euros, os juros brutos ao fim de 10 anos seriam de 2.710 euros. Depois de impostos, o rendimento líquido ficaria em 1.951,20 euros, com um total líquido de 11.951,20 euros. Para 50.000 euros, os juros brutos chegariam a 13.550 euros e o rendimento líquido a 9.756 euros.</p>
<p><strong>Vale a pena subscrever?</strong></p>
<p>A resposta depende menos da taxa máxima de 3,35% e mais do perfil do aforrador. Para quem sabe que pode deixar o dinheiro parado durante vários anos e valoriza capital garantido, taxa fixa e previsibilidade, os novos Certificados do Tesouro podem ser uma opção interessante face à maioria dos depósitos a prazo.</p>
<p>Para quem pode precisar do dinheiro mais cedo, os Certificados de Aforro continuam a oferecer mais flexibilidade. Têm mínimo de entrada mais baixo, permitem resgate ao fim de três meses e capitalizam juros trimestralmente. A desvantagem é que a remuneração depende da Euribor e pode variar ao longo do tempo.</p>
<p><strong>A decisão não deve ser feita só pela taxa máxima</strong></p>
<p>O número mais apelativo é a taxa de 3,35% no décimo ano, mas esse valor só será recebido por quem mantiver a aplicação até ao fim. Para decidir, o aforrador deve olhar para a média anual de 2,71%, para a falta de capitalização dos juros, para o prazo de 10 anos e para a possibilidade de precisar do dinheiro antes.</p>
<p>A nova série dos Certificados do Tesouro chega, assim, como uma alternativa de poupança conservadora, com capital garantido e rendimento conhecido à partida. Não substitui automaticamente os Certificados de Aforro, nem será a melhor solução para todos. Mas aumenta a concorrência entre Estado e bancos pela poupança das famílias — e obriga os aforradores a voltar a fazer contas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784877]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Precisa de abastecer? Semana arranca com combustíveis mais caros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Paz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Evolução das cotações em euros aponta para uma subida de 2 cêntimos por litro no gasóleo e de 3 cêntimos por litro na gasolina]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta segunda-feira, há más notícias para os condutores portugueses. Depois de dias marcados pela discussão sobre a descida do petróleo e a falta de reflexo imediato nas bombas, os combustíveis voltam a subir a partir de hoje, com aumentos previstos tanto na gasolina 95 como no gasóleo.</p>
<p>Segundo fonte de uma das principais petrolíferas nacionais, a evolução das cotações em euros aponta para uma subida de 2 cêntimos por litro no gasóleo e de 3 cêntimos por litro na gasolina. Nos postos junto aos hipermercados, a tendência é semelhante: outra fonte do setor antecipa um aumento de 0,0258 euros na gasolina e de 0,0165 euros no gasóleo.</p>
<p>A subida surge num momento em que os preços do petróleo já aliviaram nos mercados internacionais. O Brent negoceia atualmente na casa dos 71 dólares por barril, abaixo dos 72,48 dólares registados na véspera do início do conflito com o Irão, a 27 de fevereiro. Ainda assim, operadores e DECO PROteste avisam que esta descida não deverá traduzir-se, pelo menos de forma imediata, numa redução equivalente do preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>A explicação está no facto de o preço da gasolina e do gasóleo não depender apenas da cotação do crude, mas também dos produtos refinados, dos custos de refinação, da armazenagem, dos stocks e da evolução dos mercados internacionais. Ou seja, mesmo com o Brent a recuar, a pressão sobre os preços nas bombas pode manter-se.</p>
<p>Desde o início do ano, o gasóleo já valorizou 23 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 22 cêntimos mais cara. Na prática, encher um depósito de 60 litros de gasolina custa agora mais 13,2 euros do que em janeiro. No caso do gasóleo, atestar o mesmo depósito representa mais 13,8 euros face à primeira semana do ano.</p>
<p>Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia mostram que o preço médio do litro de gasolina em Portugal está atualmente nos 1,877 euros, enquanto o gasóleo vale 1,768 euros. Ainda assim, os valores podem variar consoante o posto, já que o preço final tem em conta fatores como a concorrência local, a procura, a oferta e os custos fixos de cada operador.</p>
<p>No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal surge como o sétimo país da União Europeia com a gasolina mais cara, 12 cêntimos acima da média europeia e 44 cêntimos mais cara do que em Espanha. A diferença face ao mercado espanhol resulta sobretudo da carga fiscal, uma vez que, sem impostos, a gasolina 95 seria mais barata em Portugal: 89,9 cêntimos por litro, contra 94,8 cêntimos em Espanha.</p>
<p>A fiscalidade é também um dos pontos destacados pela DECO PROteste. A associação lembra que a discussão sobre os preços não pode ignorar o peso dos impostos, numa altura em que o desconto no ISP tem vindo a ser retirado e em que o Estado recupera receita não só através deste imposto, mas também do IVA aplicado sobre preços mais elevados.</p>
<p>Para os consumidores, a mensagem é pouco animadora: mesmo que o petróleo continue a aliviar nos mercados internacionais, a gasolina e o gasóleo poderão manter-se em níveis elevados durante os próximos meses. A subida prevista para esta segunda-feira reforça essa tendência e volta a colocar pressão direta sobre a fatura das famílias e das empresas.</p>
<p>Ainda assim, apesar da subida prevista para esta segunda-feira, é possível poupar alguns euros na hora de atestar o seu depósito. Consulte a lista dos postos mais baratos do país:</p>
<p><strong>GASOLINA 95</strong></p>
<p>INTERMARCHÉ VILAR FORMOSO — Almeida — 1,699 €</p>
<p>BXPRESS ESTARREJA — Estarreja — 1,719 €</p>
<p>GESTROIL ENERGY &#8211; Barreira (Leiria) — Leiria — 1,749 €</p>
<p>PA Benedita (Carbuiberia P12) — Alcobaça — 1,749 €</p>
<p>PA Fervença (Carbuiberia P19) — Alcobaça — 1,749 €</p>
<p>PA Pinhal Fanheiro (Carbuiberia P04) — Alcobaça — 1,749 €</p>
<p>BXPRESS &#8211; Águeda — 1,749 €</p>
<p>Intermarché &#8211; Marinha da Guia — Pombal — 1,749 €</p>
<p>GESTROIL ENERGY &#8211; Boleiros — Ourém — 1,750 €</p>
<p>PA Ourém &#8211; Casal do Ribeiro (Carbuiberia P29) — Ourém — 1,752 €</p>
<p><strong>GASÓLEO</strong></p>
<p>PA Mendiga (Carbuiberia P26) — Porto de Mós — 1,641 €</p>
<p>PA Benedita (Carbuiberia P12) — Alcobaça — 1,649 €</p>
<p>PA Fervença (Carbuiberia P19) — Alcobaça — 1,649 €</p>
<p>PA Pinhal Fanheiro (Carbuiberia P04) — Alcobaça — 1,649 €</p>
<p>INTERMARCHE VILAR FORMOSO — Almeida — 1,659 €</p>
<p>INTERMARCHÉ DA BENEDITA — Alcobaça — 1,659 €</p>
<p>PA Neomaquina Supermercado Pombal — Pombal — 1,659 €</p>
<p>PA Neomaquina Supermercado Benedita — Alcobaça — 1,659 €</p>
<p>Intermarché Figueiró dos Vinhos — Figueiró dos Vinhos — 1,659 €</p>
<p>Intermarché da Sertã — Sertã — 1,659 €</p>
<p>Intermarché &#8211; Marinha da Guia — Pombal — 1,659 €</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785093]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: GNR já deteve mais de 130 pessoas por crime de incêndio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR já deteve este ano 134  pessoas pelo crime de incêndio, anunciou a corporação, que reforçou o patrulhamento em todo o país face ao agravamento do perigo de incêndio rural, mantendo o dispositivo em prontidão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A GNR já deteve este ano 134  pessoas pelo crime de incêndio, anunciou a corporação, que reforçou o patrulhamento em todo o país face ao agravamento do perigo de incêndio rural, mantendo o dispositivo em prontidão.</P><br />
<P>Em comunicado, a GNR refere que a maioria das detenções está associada a comportamentos desadequados no uso do fogo, nomeadamente o uso negligente. </P><br />
<P>Durante esta semana, o dispositivo da GNR vai focar-se no cumprimento das medidas de proteção e segurança em todo o território, numa semana em que quase todo o território vai estar em risco máximo, muito elevado ou elevado de incêndio.</P><br />
<P>A GNR recorda que, nestas condições, é proibido fumar, fazer lume ou fogueiras nos espaços florestais e agrícolas, realizar queimas ou queimadas de sobrantes, lançar foguetes e balões de mecha acesa, fumigar desinfestar apiários, exceto se os fumigadores possuírem dispositivos de retenção de faúlhas, e circular com tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor e tapa-chamas nos tubos de escape.</P><br />
<P>Desde o início do ano, a GNR já realizou 4.680 ações de sensibilização junto das populações e efetuou 8.549 sinalizações, prestando o aconselhamento necessário aos proprietários para mitigar riscos antes da chegada dos meses mais críticos de incêndios. </P><br />
<P>A atuação do dispositivo visa agora acompanhar o cumprimento das normas de segurança no terreno, reduzindo o risco de ignições rurais e garantindo uma &#8220;resposta robusta&#8221; na prevenção, vigilância e deteção precoce de incêndios rurais e protegendo as populações e o património florestal nacional.</P><br />
<P>Apesar da total prontidão e capacidade de vigilância do dispositivo, a GNR alerta que o sucesso da prevenção depende do comportamento responsável de cada cidadão e do respeito pelas medidas de proteção em vigor. </P><br />
<P>Para o esclarecimento de dúvidas ou para a denúncia de infrações rurais e ambientais, a GNR recorda que os cidadãos têm à disposição a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520).</P><br />
<P>Mais de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 10 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>O IPMA colocou ainda em risco muito elevado e elevado todo o restante território de Portugal continental, à exceção de 19 concelhos do litoral dos distritos de Leira, Lisboa, Coimbra, Aveiro e Porto, numa altura em que Portugal continental enfrenta uma onda de calor.</P><br />
<P>Por causa do tempo quente, o IPMA pôs os distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre sob aviso vermelho (o mais elevado) até às 23:00 de hoje, passando depois a laranja até às 09:00 de quarta-feira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785658]]></sapo:autor>
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		<title>Julho continua a ferver: calor intenso mantém-se esta semana em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:45:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o IPMA, a onda de calor deverá prolongar-se por oito a dez dias e atingir praticamente todo o país, com exceção de alguns locais do litoral oeste e sul]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal entra esta segunda-feira numa nova semana marcada pelo calor intenso, depois de um fim de semana que deverá ter concentrado o pico da atual onda de calor em várias regiões do país. A tendência para os próximos dias aponta para temperaturas ainda muito elevadas, noites tropicais e possibilidade de alguma instabilidade localizada, sobretudo no Interior.</p>
<p>De acordo com o IPMA, a onda de calor deverá prolongar-se por oito a dez dias e atingir praticamente todo o país, com exceção de alguns locais do litoral oeste e sul. O Instituto sublinhou que a principal marca deste episódio não está apenas nos valores máximos, mas na duração prolongada do tempo muito quente, com temperaturas elevadas durante vários dias consecutivos.</p>
<p>A situação resulta da ação conjunta de um anticiclone centrado a noroeste da Península Ibérica, prolongado em crista até às ilhas Britânicas, e de uma depressão no norte de África. Esta configuração favorece o transporte de ar muito quente e seco para Portugal continental, mantendo o país sob uma massa de ar de origem africana.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão continuar muito altas na generalidade do território, com valores que podem voltar a situar-se entre 35ºC e 44ºC em várias regiões. As noites também continuarão difíceis, com mínimas acima dos 20ºC em muitos locais e valores entre 25ºC e 28ºC em algumas zonas, incluindo áreas urbanas como a Grande Lisboa.</p>
<p>Segundo a análise do &#8216;Tempo.pt&#8217;, a massa de ar muito quente deverá manter-se sobre Portugal continental até meados da semana, com a atual onda de calor a prolongar-se previsivelmente até aos dias 8 ou 9 de julho. A partir daí, o padrão atmosférico poderá começar a alterar-se, com a instalação de um bloqueio escandinavo que deverá marcar grande parte do restante mês.</p>
<p>Essa mudança não significa necessariamente o fim do calor. A presença de altas pressões no norte e centro da Europa poderá continuar a favorecer temperaturas muito elevadas em várias zonas do continente europeu, incluindo Portugal. Ao mesmo tempo, a passagem temporária de bolsas de ar mais frio em altitude poderá aumentar a instabilidade e abrir a porta a aguaceiros, trovoadas e, pontualmente, granizo em algumas áreas do continente.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta também para um mês de julho tendencialmente muito quente e seco em Portugal continental, com possibilidade de um alívio temporário a meio do mês, mas sem afastar a hipótese de uma nova vaga de calor intensa depois dos dias 18 a 20. A previsão de médio prazo continua, porém, sujeita a incerteza, sobretudo quanto à posição exata das altas pressões e das bolsas de ar mais frio.</p>
<p>O risco de incêndio rural deverá manter-se elevado, num contexto de tempo quente e seco. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil tem um aviso ativo para perigo de incêndio rural, referindo que o IPMA prevê tempo quente e seco nos próximos dias, com agravamento do risco.</p>
<p>A recomendação central mantém-se: acompanhar as atualizações do IPMA e da Proteção Civil, evitar comportamentos de risco e reduzir a exposição ao calor nas horas de maior intensidade.</p>
<p>Nas ilhas, o cenário deverá ser diferente. A Madeira deverá manter tempo estável, seco e quente para a época, sob influência das altas pressões. Nos Açores, a previsão aponta para um padrão mais variável e húmido ao longo do mês, com períodos de maior nebulosidade e possibilidade de alguma precipitação ocasional, embora sem sinal de risco imediato significativo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785143]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Pelo menos nove mortos em ataque russo com mísseis e drones em Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos nove pessoas morreram esta madrugada e outras 43 ficaram feridas num ataque de grande envergadura da Rússia contra Kiev, segundo um balanço provisório publicado pelo Serviço de Emergências da Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos nove pessoas morreram esta madrugada e outras 43 ficaram feridas num ataque de grande envergadura da Rússia contra Kiev, segundo um balanço provisório publicado pelo Serviço de Emergências da Ucrânia.</P><br />
<P>As equipas de emergência continuam a procurar vítimas entre os escombros de alguns dos edifícios atingidos pelo bombardeamento.</P><br />
<P>O presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou a ocorrência de danos materiais em três distritos da capital ucraniana, nomeadamente, vários blocos de apartamentos sofreram danos e incêndios devido ao ataque russo em larga escala, através de vagas repetidas, que incluiu a utilização de mísseis balísticos e de cruzeiro, assim como drones. </P><br />
<P>Os serviços de resgate tiveram de retirar dos edifícios afetados vários residentes, entre os quais crianças.</P><br />
<P>Um edifício residencial no distrito de Podilskyi ruiu parcialmente, segundo o chefe da Administração Militar da Cidade de Kiev, Tymur Tkachenko, numa publicação na plataforma de mensagens Telegram.</P><br />
<P>No distrito de Darnytsia, vários edifícios de vários andares ficaram danificados e acredita-se que haja pessoas presas sob os escombros.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de edifícios residenciais. Locais onde as pessoas dormiam e viviam vidas normais&#8221;, afirmou Tkachenko.</P><br />
<P>O canal da Força Aérea ucraniana tinha informado na Telegram durante a madrugada que drones e mísseis russos se dirigiam para Kiev, onde se ouviram fortes explosões logo às primeiras horas de hoje.</P><br />
<P>No domingo, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou que a Rússia estava a preparar um novo ataque em larga escala contra a Ucrânia, depois de outro bombardeamento deste tipo ter matado 30 pessoas na capital ucraniana na passada quinta-feira.</P><br />
<P>Zelensky sublinhou que este ataque que a Rússia estava a preparar e acabou por levar a cabo esta madrugada acorre antes do início da cimeira anual da NATO, que se realiza na terça e quarta-feira, na Turquia.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano renovou os apelos aos parceiros ocidentais para que reforcem as defesas aéreas da Ucrânia, nomeadamente através do fornecimento de mais mísseis Patriot, afirmando que a falta de reabastecimento apenas encoraja a Rússia a prolongar a guerra de quatro anos, numa publicação no Telegram, na noite de domingo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785657]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Mais de uma centena de concelhos em perigo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:32:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 10 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 10 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Braga, Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Santarém, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Portalegre, Évora, Beja e Faro.</P><br />
<P>O IPMA colocou ainda em risco muito elevado e elevado todo o restante território de Portugal continental, à exceção de 19 concelhos do litoral dos distritos de Leira, Lisboa, Coimbra, Aveiro e Porto, numa altura em que Portugal continental enfrenta uma onda de calor.</P><br />
<P>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P><br />
<P>Por causa do tempo quente, o IPMA pôs os distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre sob aviso vermelho até às 23:00 de hoje, passando depois a laranja até às 09:00 de quarta-feira.</P><br />
<P> O IPMA colocou também os distritos de Viseu, Évora, Faro, Vila Real, Setúbal, Santarém e Beja com aviso laranja até às 09:00 de quarta-feira devido à persistência de valores extremamente elevados, quer da máxima, quer da mínima.</P><br />
<P>Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso amarelo por causa do tempo quente até às 23:00 de hoje.</P><br />
<P>Também por causa do tempo quente, também as regiões montanhosas da ilha da Madeira estão com aviso laranja até às 11:00 de quarta-feira.</P><br />
<P>As costas norte e sul da ilha da Madeira e o Porto Santo vão estar sob aviso amarelo devido ao calor até às 11:00 de quarta-feira.</P><br />
<P>O aviso vermelho é emitido pelo IPMA nos casos de situação meteorológica de risco extremo. Já o aviso laranja indica uma situação meteorológica de risco moderado a elevado e o amarelo risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente continuação de tempo quente com céu pouco nublado ou limpo e aumento temporário de nebulosidade nas regiões do interior durante a tarde, com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoada.</P><br />
<P>A previsão aponta ainda para vento em geral fraco predominando do quadrante oeste, tornando-se fraco a moderado a partir da tarde, possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro em alguns locais do litoral Norte e Centro e descida de temperatura no litoral Norte e Centro, sendo acentuada da máxima.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 17 graus em Leiria e os 26 em Castelo Branco e Portalegre e as máximas entre os 24 (Aveiro) e os 42 (em Évora).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785656]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump pressiona Brasil com tarifa de 25%: audiência desta segunda-feira pode ser decisiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 05:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação foi conduzida ao abrigo da Secção 301 da Lei do Comércio de 1974, um instrumento usado pelos Estados Unidos para responder a práticas comerciais consideradas injustas ou discriminatórias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos realizam esta segunda-feira uma audiência pública sobre a proposta de aplicação de uma tarifa de 25% a produtos brasileiros, depois de uma investigação comercial ter acusado o Governo do Brasil de práticas consideradas “não razoáveis” e suscetíveis de “onerar ou restringir” o comércio americano.</p>
<p>A medida ainda não está em vigor. A audiência, conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, conhecido pela sigla USTR, serve para ouvir representantes de organizações, empresas e outras entidades antes de qualquer decisão final sobre eventuais sanções ou medidas corretivas contra o Brasil.</p>
<p>A investigação foi conduzida ao abrigo da Secção 301 da Lei do Comércio de 1974, um instrumento usado pelos Estados Unidos para responder a práticas comerciais consideradas injustas ou discriminatórias. O processo foi iniciado em 15 de julho de 2025 por determinação do Presidente americano, Donald Trump.</p>
<p>Durante a fase inicial da investigação, o USTR recolheu depoimentos de mais de 30 testemunhas e recebeu mais de 295 comentários e réplicas antes de emitir o parecer agora conhecido. O prazo legal para a definição e eventual aplicação das medidas corretivas termina a 15 de julho.</p>
<p>A proposta americana prevê uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, mas com exceções para alguns bens considerados sensíveis ou estratégicos. Entre os produtos que ficariam fora da taxação estão algumas carnes, frutas, café, terras-raras e aeronaves.</p>
<p>Do lado americano, a acusação é a de que determinadas práticas do Governo brasileiro prejudicam empresas e trabalhadores dos Estados Unidos. Entre os pontos levantados estão temas ligados ao comércio digital, serviços de pagamento eletrónico, propriedade intelectual, acesso ao mercado do etanol e outras políticas comerciais brasileiras.</p>
<p>O Governo brasileiro rejeita a acusação e considera a proposta sem fundamento. Brasília vê a investigação como uma nova pressão comercial da administração Trump e acompanha a audiência desta segunda-feira como uma etapa decisiva antes da decisão final.</p>
<p>Depois da audiência, caberá ao USTR avaliar os argumentos apresentados e decidir se recomenda a aplicação da tarifa de 25%, se altera o alcance das medidas ou se recua. A decisão terá de ser tomada até 15 de julho, prazo-limite legal para a conclusão do processo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785160]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Fuga da África do Sul expõe transportadores moçambicanos a medo e crise iminente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-fuga-da-africa-do-sul-expoe-transportadores-mocambicanos-a-medo-e-crise-iminente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 04:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Lina Cebola (texto e fotos), Fernando Cumaio (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Lina Cebola (texto e fotos), Fernando Cumaio (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Maputo, 06 jul 2026 (Lusa) &#8211; Por entre o fluxo constante de moçambicanos que escapam a ataques xenófobos na África do Sul, transportadores relatam, em Maputo, fugas marcadas pelo medo e a urgência de resgatar compatriotas, enfrentando a incerteza de perder o sustento.</P><br />
<P>João Zandamela, transportador moçambicano com mais de 20 anos de experiência nas rotas entre Maputo, Joanesburgo e Durban, descreve à Lusa um cenário que se alterou rapidamente nos últimos dias, com o fluxo de passageiros a inverter-se quase por completo, apenas de regresso a Moçambique, entre tensões e incertezas em cada viagem desde o país vizinho.</P><br />
<P>&#8220;Fui ontem a tarde [à África do Sul], cheguei ontem à noite. Carreguei e saí lá para as 22:00, agora estou a chegar, mas na nossa ida para Durban as coisas não estavam bem&#8221;, explica, no meio do movimento intenso na terminal rodoviário da Junta, arredores de Maputo, onde se acumulam passageiros, moçambicanos e malauianos.</P><br />
<P>Todos estão em fuga dos ataques e xenofobia na África do Sul, carregados de bagagens e incerteza, enquanto aguardam por um transporte que os leve para casa.</P><br />
<P>O transportador relata que, durante a última viagem, foram alvo de ameaças de grupos xenófobos, mas a urgência de retirar o maior número possível de moçambicanos e malauianos falou mais alto, levando-os a prosseguir. Descreve que terá sido a sua última viagem de resgate, concluída antes de 30 de junho, data limite imposta por estes grupos anti-imigração sul-africanos para a saída dos estrangeiros, africanos, do país.</P><br />
<P>&#8220;Tínhamos de ir até lá porque os nossos compatriotas são muitos e esses nossos vizinhos malauianos estavam super cheios do outro lado&#8221;, diz, admitindo que o receio o acompanhava ao longo do percurso, pela possibilidade de ser interpelado por esses grupos violentos, num contexto em que pelo menos nove moçambicanos perderam a vida.</P><br />
<P>Para João Zandamela, os próximos dias são de incerteza, à medida que a África do Sul &#8211; a única rota em que trabalha &#8211; se esvazia rapidamente, deixando a certeza da aproximação de uma crise sem precedentes.</P><br />
<P>&#8220;Saímos daqui vazios para Durban, Durban para Maputo, com passageiros. Daqui em diante, há-de haver crise&#8221;, lamenta, admitindo, ainda assim, que não vai abandonar a rota, enquanto der.</P><br />
<P>Também Armindo Machavane, que opera desde 2016 na rota entre a província de Gaza, sul de Moçambique, e Pretória, prevê que o negócio se torne cada vez mais difícil nos próximos dias.</P><br />
<P>&#8220;Não tem clientes que vão para a África do Sul agora, só tem aqueles que estão a abandonar&#8221;, conta, apontando como principal causa o ultimato lançado por manifestantes anti-imigração na África do Sul para a saída de estrangeiros.</P><br />
<P>Acabado de regressar da África do Sul, e enquanto os passageiros rapidamente tentam descer da viatura, o transportador relata que, apesar do atual pico de saídas &#8220;muito bom&#8221;, a rota deverá enfrentar uma quebra na procura nos próximos dias.</P><br />
<P>&#8220;Daqui a nada não teremos trabalho, porque já não tem ninguém lá na África do Sul&#8221;, lamenta Machavane.</P><br />
<P>Na terminal da Junta, passageiros e bagagens amontoam-se, disputando espaço com o movimento constante de viaturas, entre as quais algumas, as últimas, vindas da África do Sul, incluindo carros particulares mobilizados para trazer compatriotas, aumentando a pressão sobre quem procura lugar nas viagens seguintes rumo às províncias, mais a norte de Maputo.</P><br />
<P>Entre essas viaturas particulares está a de Pedro Massango, que desde 2008 assegura o transporte de passageiros entre Maputo e a cidade de Stanger, na África do Sul, num trajeto regular de ida e volta.</P><br />
<P>&#8220;Em Stanger não tem grande problema, o grande problema está na cidade de Durban&#8221;, relata Massango, já de saída do terminal rodoviário para mais uma viagem, acrescentando que, apesar da insegurança, terá de voltar porque &#8220;as pessoas estão mal lá&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o transportador, algumas pessoas vivem agora escondidas no mato, em condições precárias, tentando escapar à violência e à insegurança: &#8220;Mesmo agora, estou a receber muitas chamadas de pessoas que estão no mato (&#8230;), precisam de ajuda&#8221;.</P><br />
<P>Se para os transportadores que fazem a rota entre África do Sul e Moçambique o movimento representa uma corrida para retirar compatriotas, para quem assegura o transporte interno o impacto faz-se sentir na redistribuição desse fluxo pelo país.</P><br />
<P>É o caso de Sérgio Kivi, que opera na rota Maputo-Gaza, e que tem registado um aumento do número de passageiros provenientes da África do Sul, refletindo a chegada de migrantes em regresso do país vizinho.</P><br />
<P>Ainda assim, o motorista evita encarar o fenómeno como positivo, sublinhando que o aumento resulta de dificuldades enfrentadas pelos passageiros. &#8220;Não é para tanto dizer que fico feliz por isso&#8221;.</P><br />
<P>Acrescenta que esse aumento do fluxo intensificou-se há pouco mais de uma semana, não escondendo agora a preocupação com a sustentabilidade da atividade daqui para a frente.</P><br />
<P>Kivi diz que o momento exige cautela, já que o fluxo poderá diminuir rapidamente assim que cessarem os regressos, deixando o setor novamente com pouca procura e sem alternativas claras.</P><br />
<P>Oficialmente, deixaram a África do Sul, retirados pelas autoridades nas últimas semanas, menos de mil moçambicanos.</P><br />
<P>Pelo menos 283 moçambicanos foram agredidos, viram as suas casas incendiadas e bens vandalizados na última vaga de ataques xenófobos na vizinha África do Sul, avançou na quarta-feira o Governo de Moçambique, que tenta assegurar assistência e o repatriamento.</P><br />
<P>O Governo moçambicano admitiu recentemente desafios relativos ao repatriamento e reintegração de cidadãos nacionais vítimas de xenofobia na vizinha África do Sul, quando nove moçambicanos já foram mortos e 738 repatriados devido aos ataques.</P><br />
<P>As tensões xenófobas são um problema recorrente na África do Sul. Inúmeras comunidades de imigrantes foram repatriadas pelos próprios países, como Moçambique ou a Nigéria, e a África do Sul foi alvo de críticas internacionais por xenofobia.</P><br />
<P>Moçambique tem cerca de 300.000 cidadãos residentes na África do Sul. A Presidência indicou, em comunicado, que &#8220;milhares&#8221; já regressaram ao país face à violência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785655]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente eleito da Colômbia anuncia desmantelamento da política de &#8220;paz total&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 03:57:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou este domingo que revogará os mecanismos da política de "paz total" do Governo cessante de Gustavo Petro e reativará os mandados de captura contra membros de grupos armados ilegais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou este domingo que revogará os mecanismos da política de &#8220;paz total&#8221; do Governo cessante de Gustavo Petro e reativará os mandados de captura contra membros de grupos armados ilegais.</P><br />
<P>No segundo discurso dominical como presidente eleito, De la Espriella afirmou que o processo de paz impulsionado por Petro &#8220;foi de impunidade total&#8221; e assegurou que o seu Governo, que tomará posse no próximo dia 07 de agosto, irá desmantelar as medidas que, segundo ele, permitiram conceder benefícios a organizações armadas ilegais.</P><br />
<P>&#8220;Vou nomear uma equipa especial encarregada de desmantelar essa falsa paz. A primeira tarefa dessa equipa será revogar, já a partir de 07 de agosto, todos os privilégios que Petro concedeu aos narcoterroristas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A política de &#8220;paz total&#8221; foi a principal aposta do Governo de Petro para negociar simultaneamente com guerrilhas, dissidentes das FARC e bandos criminosos, embora, durante a sua implementação, tenha enfrentado dificuldades devido à persistência da violência em várias regiões do país.</P><br />
<P>De la Espriella afirmou que assinará decretos para que a procuradora-geral da Colômbia, Luz Adriana Camargo, reative todas as ordens de detenção em vigor e para que as Forças Armadas e a Polícia as executem.</P><br />
<P>&#8220;Aos violentos, faço uma única proposta: a entrega à justiça com os benefícios previstos pela lei atual&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O futuro presidente acrescentou que deu instruções à equipa de transição para preparar as medidas com as quais, segundo afirmou, irá revogar &#8220;o emaranhado jurídico&#8221; através do qual o Governo cessante concedeu benefícios a grupos armados.</P><br />
<P>O presidente eleito revelou ainda que recebeu um pedido de entrega à justiça de José Palomino e Aldair Montalegre, que identificou como líderes da organização criminosa Los Pepes, que opera na cidade de Barranquilla e no departamento do Atlântico.</P><br />
<P>De la Espriella disse ainda que dará hoje instruções ao ministro da Defesa designado, cujo nome ainda não foi anunciado, para coordenar o procedimento correspondente e solicitará ao Ministério Público a designação de um procurador e de uma equipa da polícia judicial para levar por diante o processo. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785654]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Inglaterra reduzida a 10 elimina México e segue para os &#8216;quartos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 03:08:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inglaterra, reduzida a 10 no início da segunda parte, qualificou-se no domingo para os quartos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer o coanfitrião México por 3-2, na Cidade do México, no quarto jogo dos 'oitavos'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inglaterra, reduzida a 10 no início da segunda parte, qualificou-se no domingo para os quartos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer o coanfitrião México por 3-2, na Cidade do México, no quarto jogo dos &#8216;oitavos&#8217;.</P><br />
<P>Num embate iniciado com uma hora de atraso, devido ao mau tempo, Jude Bellingham, aos 36 e 38 minutos, e Harry Kane, aos 60, de penálti, marcaram para os ingleses, que perderam Jarell Quensah aos 54, enquanto Julián Quiñonez, aos 42, e Raúl Jiménez, aos 69, de grande penalidade, faturaram para os mexicanos.</P><br />
<P>Nos quartos de final, em encontro marcado para sábado, em Miami Gardens, pelas 17:00 locais (22:00 em Lisboa), a Inglaterra enfrenta a Noruega, &#8216;carrasco&#8217; do Brasil (2-1).</P></p>
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		<title>Ucrânia: Ataque russo com mísseis balísticos e drones mata pelo menos cinco pessoas em Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 03:02:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Rússia lançou esta madrugada múltiplas vagas de mísseis e drones contra Kiev, causando a morte de, pelo menos, cinco pessoas, poucas horas após o Presidente da Ucrânia alertar para a iminência de um ataque em grande escala.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> A Rússia lançou esta madrugada múltiplas vagas de mísseis e drones contra Kiev, causando a morte de, pelo menos, cinco pessoas, poucas horas após o Presidente da Ucrânia alertar para a iminência de um ataque em grande escala.</P><br />
<P>Um edifício residencial no distrito de Podilskyi ruiu parcialmente, segundo Tymur Tkachenko, chefe da Administração Militar da Cidade de Kiev, numa publicação no Telegram. No distrito de Darnytsia, vários edifícios de vários andares ficaram danificados e acredita-se que haja pessoas presas sob os escombros.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de edifícios residenciais. Locais onde as pessoas dormiam e viviam vidas normais&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O ataque, que ainda estava em curso na madrugada de hoje, envolveu ondas de mísseis balísticos e de cruzeiro, bem como drones. As explosões ecoaram por toda a cidade enquanto os civis procuravam abrigo nas estações de metro.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tinha alertado horas antes para um novo ataque russo em grande escala contra a cidade. O ataque de hoje ocorre dias depois de um ataque combinado da Rússia ter matado, pelo menos, 31 pessoas em Kiev na semana passada.</P><br />
<P>Zelensky renovou os apelos aos parceiros ocidentais para que reforcem as defesas aéreas da Ucrânia, nomeadamente através do fornecimento de mais mísseis Patriot, afirmando que a falta de reabastecimento apenas encoraja a Rússia a prolongar a guerra de quatro anos, numa publicação no Telegram no final do domingo.</P></p>
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		<title>Seul alarga a 24 horas cambio de won e dólar face à fraqueza da moeda sul-creana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 02:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mercado cambial sul-coreano começou hoje a permitir a troca de wons e dólares 24 horas por dia, uma flexibilização histórica que surge num momento de tensão devido à fraqueza da moeda local, em níveis historicamente baixos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O mercado cambial sul-coreano começou hoje a permitir a troca de wons e dólares 24 horas por dia, uma flexibilização histórica que surge num momento de tensão devido à fraqueza da moeda local, em níveis historicamente baixos.</P><br />
<P>A partir desta manhã, a câmbio de wons e dólares no mercado de Seul poderá ser efetuado entre as 06:00 (22:00 de domingo em Lisboa) e as 06:00 de sábado (22:00 de sexta-feira em Lisboa), informou o The Korea Times.</P><br />
<P>Assim que o horário de verão nos Estados Unidos terminar, no início de novembro, a negociação decorrerá entre as 07:00 (23:00 de domingo em Lisboa) e as 07:00 de sábado (23:00 de sexta-feira em Lisboa).</P><br />
<P>Até agora, a negociação de wons e dólares no mercado cambial da capital da Coreia do Sul decorria entre as 09:00 (01:00 em Lisboa) e as 02:00 (18:00 em Lisboa) nos dias úteis.</P><br />
<P>A negociação com as restantes moedas continuará a decorrer nos horários habituais, entre as 09:00 (01:00 em Lisboa), e as 15:30 (07:30 em Lisboa).</P><br />
<P>O ajuste surge após meses de forte volatilidade cambial e numa altura em que o won se situa, desde meados de maio, em torno das 1.500 unidades por dólar, um nível que não se verificava desde a crise financeira de 2009, na sequência do &#8220;subprime&#8221;.</P><br />
<P>Segundo especialistas citados pelo The Korea Times, espera-se que a decisão contribua, a longo prazo, para estabilizar o mercado cambial &#8211; uma vez que a taxa de câmbio poderá absorver em tempo real os impactos relacionados com a atualidade internacional &#8211; e para impulsionar o investimento estrangeiro.</P></p>
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		<item>
		<title>Austrália assina tratado de defesa com Ilhas Fiji</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 02:12:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Austrália e as Ilhas Fiji assinaram hoje um novo acordo de defesa, reforçando laços para contrariar as ambições da China, que procura alargar a sua influência no Pacífico Sul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Austrália e as Ilhas Fiji assinaram hoje um novo acordo de defesa, reforçando laços para contrariar as ambições da China, que procura alargar a sua influência no Pacífico Sul.</P><br />
<P>O tratado, denominado &#8220;Oceano da Paz&#8221;, integra as Ilhas Fiji no círculo restrito de países ligados à Austrália por um acordo que garante a &#8220;defesa mútua&#8221;, nomeadamente dos Estados Unidos, Nova Zelândia e Papua-Nova Guiné.</P><br />
<P>&#8220;Esta aliança reforça o compromisso da Austrália e das Fiji em prol de uma região pacífica, próspera e segura&#8221;, anunciou o ministério australiano dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>Nos termos do acordo, os dois países concordam em consultar-se mutuamente em caso de &#8220;evento relacionado com a segurança&#8221; suscetível de ameaçar a soberania de qualquer uma das partes.</P><br />
<P>A China surpreendeu vários países da região ao assinar um acordo de segurança com as Ilhas Salomão em 2022, o que suscitou receios quanto ao estabelecimento de uma presença militar permanente.</P><br />
<P>Em resposta, a Austrália intensificou os esforços diplomáticos, celebrando acordos com a Papua-Nova Guiné, Vanuatu e Tuvalu, oferecendo também um apoio económico significativo, para contrariar as propostas chinesas.</P></p>
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		<item>
		<title>Gustavo Petro antecipa saída da Presidência da Colômbia para 20 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 02:07:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da Colômbia cessante, Gustavo Petro, anunciou que deixará o cargo antecipadamente, em 20 de julho, antes da posse do sucessor de direita, Abelardo de la Espriella, apelando a manifestações no país nesse dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da Colômbia cessante, Gustavo Petro, anunciou que deixará o cargo antecipadamente, em 20 de julho, antes da posse do sucessor de direita, Abelardo de la Espriella, apelando a manifestações no país nesse dia.</P><br />
<P>O mandato de Petro estende-se até 07 de agosto, data em que ocorre a passagem formal de poder. Mas o primeiro Presidente de esquerda da história da Colômbia anunciou no domingo que se retirará antes de passar o testemunho ao sucessor.</P><br />
<P>&#8220;Não o faremos nem a 06 nem a 07 de agosto, pois são datas trágicas. Fá-lo-emos a 20 de julho em todas as praças públicas da Colômbia&#8221;, escreveu Petro, na rede social X, apelando, em paralelo, a uma &#8220;mobilização geral para reivindicar a independência e a manutenção das reformas sociais&#8221;.</P><br />
<P>O dia 20 de julho é o dia da festa nacional da Colômbia, bem como a data em que o Parlamento, renovado em março, deve iniciar oficialmente os trabalhos.</P><br />
<P>Abelardo de la Espriella, apoiado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, venceu por uma margem estreita, no final de junho, a segunda volta das eleições presidenciais frente ao candidato de esquerda Iván Cepeda.</P><br />
<P>De la Espriella, um empresário milionário de 47 anos, com dupla nacionalidade colombiana e norte-americana, prometeu levar Petro e respetivos aliados a tribunal nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Gustavo Petro, por seu lado, contesta os resultados das eleições e afirma que está a preparar um recurso junto dos tribunais.</P><br />
<P>Ivan Cepeda deu a conhecer que seguiria &#8220;o caminho da desobediência civil&#8221; face a De la Espriella, caso este não renuncie à dupla nacionalidade norte-americana e não desista de processar Petro e de o extraditar para os Estados Unidos.</P><br />
<P>Sem experiência política, Abelardo de la Espriella defende uma linha dura contra a criminalidade, promete fomentar o investimento privado e reduzir as despesas públicas em 40%.</P><br />
<P>De la Espriella chega ao poder num momento em que Gustavo Petro goza de grande popularidade graças à redução histórica da pobreza e do desemprego na Colômbia, mas é também alvo de críticas acesas em matéria de segurança, numa altura em que o país atravessa a pior onda de violência da última década.</P></p>
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		<item>
		<title>Peru inicia transferência da governação para presidente eleita Keiko Fujimori</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/peru-inicia-transferencia-da-governacao-para-presidente-eleita-keiko-fujimori/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 01:20:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Presidência do Conselho de Ministros do Peru ordenou a transferência da gestão governamental para Keiko Fujimori, após a proclamação da vitória nas presidenciais pelo Júri Nacional de Eleições (JNE), na sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Presidência do Conselho de Ministros do Peru ordenou a transferência da gestão governamental para Keiko Fujimori, após a proclamação da vitória nas presidenciais pelo Júri Nacional de Eleições (JNE), na sexta-feira. </P><br />
<P>Através de um ofício enviado a todos os setores do Executivo, o presidente do Conselho de Ministros, Luis Arroyo, deu no domingo início ao processo de transferência de poderes para a política de direita, para o mandato de 2026-2031, no qual ordena o início das coordenações institucionais que permitam cumprir os prazos legais previstos para a mudança de governo. </P><br />
<P> &#8220;Agradeço que disponham para que a Equipa de Transferência do Titular Cessante do seu setor, bem como que os órgãos competentes adotem as medidas necessárias para garantir o desenrolar adequado do processo de transferência de gestão, facilitando a acreditação das Equipas de Transferência do Titular Entrante (ETTE)&#8221;, solicitou Arroyo aos ministérios. </P><br />
<P>O responsável pediu ainda que estas disposições sejam alargadas aos vice-ministérios, à secretaria-geral, aos órgãos, unidades orgânicas, programas, projetos especiais, organismos públicos adscritos e demais entidades abrangidas, e que sejam tomadas as medidas necessárias para assegurar a disponibilidade e a entrega atempada da informação e documentação previstas.</P><br />
<P>Além disso, o Executivo ativou os protocolos de prestação de informação pública com base em critérios de colaboração institucional e continuidade do serviço, a fim de evitar lacunas na Administração e garantir que as novas autoridades recebam um panorama completo da situação do Estado.</P><br />
<P>O despacho oficializou ainda a nomeação do economista Marco Vinelli por parte de Fujimori como responsável &#8220;pela coordenação do processo de Transferência do Titular Entrante do Poder Executivo&#8221;.</P><br />
<P>Vinelli, que foi responsável pela campanha eleitoral do partido de Fujimori &#8220;Força Popular&#8221;, &#8220;atuará como representante para a constituição, acreditação e coordenação&#8221; das ETTE junto dos ministérios e outras entidades governamentais. </P><br />
<P>Fujimori, filha e herdeira política do ex-presidente peruano Alberto Fujimori (1990-2000), foi declarada na sexta-feira oficialmente presidente eleita do Peru, com a proclamação dos resultados da segunda volta das eleições presidenciais, nas quais derrotou o candidato de esquerda Roberto Sánchez por uma margem estreita de 49.641 votos.</P><br />
<P>O JNE, a máxima autoridade eleitoral do país, aprovou os resultados, após as tentativas infrutíferas de Sánchez para impedir esse ato, ao denunciar, sem provas, uma suposta fraude contra si e reclamar a anulação da votação no estrangeiro, o que lhe daria a vitória, uma vez que foi o candidato mais votado no território nacional.</P><br />
<P>A proclamação dos resultados pelo JNE marca o fim do processo eleitoral, sem que seja possível reverter o resultado, no qual Fujimori obteve 50,135% dos votos válidos, com 9.223.396 votos; contra os 49,865% de Sánchez, que obteve 9.173.755 votos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785648]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 0,73%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 00:25:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu em alta mista, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,73% para 70.251,74 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu em alta mista, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,73% para 70.251,74 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, subia 0,65% para 4.091,12 pontos, às 09:20 locais (01:20 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Carlos Queiroz deixa mensagem de balanço sem desvendar se futuro passa pelo Gana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 22:47:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O português Carlos Queiroz afirmou hoje que deixa o Mundial2026 futebol orgulhoso com o desempenho da seleção do Gana, mas também com "a insatisfação de quem quis sempre mais", sem desvendar um eventual prolongamento de contrato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O português Carlos Queiroz afirmou hoje que deixa o Mundial2026 futebol orgulhoso com o desempenho da seleção do Gana, mas também com &#8220;a insatisfação de quem quis sempre mais&#8221;, sem desvendar um eventual prolongamento de contrato.</P><br />
<P>&#8220;Deixo essa jornada com orgulho no que conquistamos, mas também com a saudável insatisfação de quem sempre quis mais. Alcançar um nível superior nunca deveria ser o destino &#8211; deveria ser o início de ambições ainda maiores&#8221;, escreveu o técnico português, numa mensagem divulgada na rede social Facebook. </P><br />
<P>Um dia depois da derrota frente à Colômbia (1-0), que ditou o afastamento do Gana nos 16 avos de final do Mundial2026, Carlos Queiroz, considerou que a eliminação, depois de uma vitória sobre o Panamá (1-0), um empate frente a Inglaterra (0-0) e uma derrota com a Croácia (2-1) na fase de grupos, não trouxe total satisfação desportiva, mas devolveu respeito e credibilidade.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos reivindicar total satisfação desportiva, mas podemos dizer orgulhosamente que honramos as cores do Gana e restauramos o respeito e a credibilidade aos &#8216;Black Stars&#8217; no melhor palco do futebol&#8221;, disse o técnico, que somou a sua quinta participação em Mundiais.</P><br />
<P>Carlos Queiroz, que chegou ao comando da seleção do Gana em abril, com um contrato até final do Mundial2026, considerou que o futuro da equipa africana não será construído apenas dentro de campo.</P><br />
<P>&#8220;O sucesso das Estrelas Negras tem de começar fora do campo, criando o melhor ambiente possível para preparar, proteger e desenvolver o extraordinário talento do futebol do Gana&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Numa mensagem, que pode ser de despedida, e que termina com a frase &#8220;obrigado, Gana, a jornada começa agora&#8221;, Queiroz assume que &#8220;foi uma honra e privilégio servir o país e as Estrelas Negras&#8221;.</P><br />
<P>No final de junho, o ministro do Desporto do Gana admitiu a possibilidade de renovação de contrato com o técnico português, de 73, após o Mundial, que termina em 19 de julho.</P><br />
<P>&#8220;[Renovação] Seguramente é algo que vamos analisar (&#8230;)  os ganeses já indicam que devemos mantê-lo por algum tempo&#8221;, disse Kofi Adams, acrescentando: &#8220;Mas vamos terminar esse projeto. Temos o Mundial pela frente. Quando terminarmos, poderemos então decidir sobre o futuro de qualquer pessoa&#8221;.</P><br />
<P>Carlos Queiroz participou pela quinta vez em fases finais, primeiro com Portugal, em 2010, e depois pelo Irão, em 2014, 2018 e 2022, igualando o recorde de presenças consecutivas do sérvio Bora Milutinovic &#8211; o brasileiro Carlos Alberto Parreira detém um máximo global de seis participações, mas não foram seguidas.</P><br />
<P>Em 35 anos de carreira, o técnico já comandou nove seleções, tais como Portugal (1991-1993 e 2008-2010), Emirados Árabes Unidos (1998-1999), África do Sul (2000-2002), Colômbia (2019-2020), Irão (2011-2019 e 2022), Egito (2021-2022), Qatar (2023), Omã (2025-2026) e Gana.</P></p>
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